INTRODUO
Fustrao
Fustrao uma emoo que ocorre nas situaes onde algo obstrui o alcance de um almejo pessoal. Quanto mais importante for o objetivo, maior ser a Fustrao comparvel raiva.
As fontes da Fustrao podem ser internas ou externas. As fontes internas da Fustrao envolvem deficincias pessoais como falta de confiana ou medo de situaes sociais que impedem uma pessoa de alcanar uma meta; causas externas da Fustrao.
Fustrao por outro lado, envolvem condies fora do controle da pessoa, tais como uma estrada bloqueada ou falta de dinheiro, por exemplo.
Em termos de psicologia, o comportamento passivo-agressivo um mtodo de lidar com a Fustrao Quando esta no funciona, outra "soluo" comumente adotada uma "regresso" (inconsciente consciente ou simulacra) a um comportamento infantil e mimado, geralmente visando comover ou sensibilizar terceiros atravs de algum tipo de apelao.
Frustrao uma emoo que ocorre nas situaes onde algo obstruiu de alcanar um objetivo pessoal. Quanto mais importante for o objetivo, maior ser a frustrao. comparvel raiva.
As fontes da frustrao podem ser internas ou externas. As fontes internas da frustrao envolvem deficincias pessoais como falta de confiana ou medo de situaes sociais que impedem uma pessoa de alcanar uma meta. Causas externas da frustrao envolvem condies fora da pessoa tal como uma estrada bloqueada, falta de dinheiro. Em termos de psicologia, o comportamento passivo-agressivo um mtodo de lidar com a frustrao. Oque e o bloqueio emocional O Bloqueio Emocional, s ocorre quando algo inesperado lhe acontece. Ou seja, seu crebro no consegue reagir a algo, que mexeu com todos os seus impulsos de uma s vez. como um susto muito grande, onde voc percebe nitidamente o acrscimo de seus batimentos cardacos. S que no caso do susto, o seu crebro, que formado de clulas e neurnios que descarregam suas energias, voc tem reaes fsicas. No Bloqueio Emocional, o batimento cardaco inalterado, cabendo somente ao crebro determinar atravs de suas descargas as suas reaes fsicas. Oque a Emoo Emoo uma experincia subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivao. A palavra em ingls 'emotion' deriva do francs mouvoir. Que baseada do latim emovere, onde o 'e, ento ns podemos considerar que a emoo no apenas o seu comportamento e muito menos que o comportamento no a parte essencial da emoo. A Teoria de JamesLange prope que as experincias emocionais so consequncia de alteraes corporais. A
abordagem 'funcionalista das emoes (ex. Nico Frijda) sustenta que as emoes se envolvem com uma particular funo, como a de fugir de uma pessoa ou objeto para obter segurana. No existe uma taxionomia ou teoria para as emoes que seja geral ou aceite de forma universal. Vrias tm sido propostas, entre elas: 'Cognitiva' versus 'no cognitiva' "Emoes intuitivas" (vindas da amgdala) versus "emoes cognitivas" (vindas do cortex prefrontal) "Bsicas" versus "complexas": Onde emoes bsicas em conjunto constituem as mais complexas Categorias baseadas na durao: Algumas emoes ocorrem em segundos (ex. surpresa) e outras levam anos (ex. amor). Existe uma distino entre a emoo e os resultados da emoo, principalmente os comportamentos gerados e as expresses emocionais. As pessoas frequentemente se comportam de certo modo como um resultado direto de seus estados emocionais, como chorando, lutando ou fugindo. Ainda assim, se podem ter a emoo sem o correspondente comportamento, ento ns podemos considerar que a emoo no apenas o seu comportamento e muito menos que o comportamento no a parte essencial da emoo. A Teoria de James-Lange prope que as experincias emocionais so consequncia de alteraes corporais. A abordagem 'funcionalista das emoes (ex. Nico Frijda) sustenta que as emoes se envolvem com uma particular funo, como a de fugir de uma pessoa ou objeto para obter segurana. Classificao Bsicas e complexas categorias, onde algumas so modificadas de algum modo para as emoes complexas (ex. Paul Ekman). Neste modelo, as emoes complexas constrem-se sobre condies culturais ou associaes combinadas com as emoes bsicas.
De outro modo, anlogo ao modo como as cores primrias so combinadas, as emoes primrias podem ser combinadas gerando um espectro das emoes humanas. Como, por exemplo, raiva e desgosto podem ser combinados edesprezo. Robert Plutchik props a tridimensional modelo "circumplex model" para descrever a relao entre as emoes. Este modelo similar a roda de cor. A dimenso vertical representa a intensidade, o crculo representa a similaridade entre as emoes. Ele determina oito emoes primrias dispostas em quatro pares de opostos. Outro importante significado sobre classificao das emoes refere-se a sua ocorrncia no tempo. Algumas emoes ocorrem sobre o perodo de segundos (ex. surpresa) e outros demoram anos (ex. amor). O ltimo poderia ser considerado como uma tendncia de longo tempo para ter uma emoo em relao a certo objeto ao invs de ter uma emoo caracterstica (entretanto, isto pode ser contestado). Uma distino ento feita entre episdios emocionais e disposies emocionais. Disposies so comparveis a peculiaridades do indivduo (ou caractersticas da personalidade), onde quando alguma coisa ocorre, serve de gatilho para a experincia de certas emoes, mesmo sobre diferentes objetos. Por exemplo, uma pessoa irritvel geralmente disposta a sentir irritao mais facilmente que outras. Alguns estudiosos (ex. Armindo Freitas-Magalhes[2], 2009 e Klaus Scherer, 2005) coloca a emoo como uma categoria mais geral de 'estados afetivos'. Onde estados afetivos podem tambm incluir fenmenos relacionados, como o prazer e a dor, estados motivacionais (ex. fome e curiosidade), temperamentos, disposies e peculiaridades do indivduo. H ainda a relao entre processos neurais e emoes. atravs de processos fMRI j possvel investigar a emoo 'dio' e sua manifestao neural. Neste experimento, a pessoa teve seu crebro 'escaneado' (examinado) enquanto via imagens de pessoas que ela odiava. Os resultados mostraram incremento da atividade no mdio giro frontal, putmen direito, bilateralmente no cortex pr-motor, no polo frontal, e bilateralmente no mdio insula. (in the medial frontal gyrus, right putamen, bilaterally in the premotor cortex, in the frontal pole, and bilaterally in the medial insula of the human brain). Os pesquisadores
concluram que existe um padro distinto da atividade cerebral quando a pessoa experimenta o dio. Temperamento Temperamento designa em psicologia um aspecto especial da personalidade: as particularidades do indivduo ligadas forma do comportamento, principalmente ligadas aos "trs As da personalidade": afetividade, atividade (excitao) e ateno. A conceituao de temperamento no entanto difcil e se confunde muitas vezes com outros conceitos como traos de personalidades e motivos. Teorias do temperamento Hipcrates, filsofo grego, foi o primeiro a formular uma teoria do temperamento, baseando- na teoria dos quatro elementos de Empdocles. Segundo ele h quatro tipos de temperamento, conforme domine no corpo do indivduo um dos quatro fluidos corporais (humores): sanguneo (sangue), fleumtico (linfa ou fleuma), colrico (blis) e melanclico (astrablis ou blis negra). Cada um deles possui uma determinada caracterstica Aspectos da personalidade Personalidade , como se viu, um conceito complexo, com vrias facetas. A seguir sero apresentados alguns aspectos que costumam ser considerados como partes da personalidade ou que a influenciam de maneira especial. Os pargrafos individuais so apenas introdues mnimas aos assuntos relacionados e links so oferecidos para artigos onde cada um dos temas tratado com mais profundidade. Forma fsica e personalidade A relao entre forma fsica e personalidade estimula a imaginao de filsofos e pensadores desde a antiguidade. Kretschmer props nos anos 20 do sculo XX uma classificao dos tipos fsicos que, supunha ele, estavam relacionados com diferentes transtornos mentais, posteriormente com diferentes temperamentos. Ele classifica trs tipos fsicos.
Inteligncia um construto complexo que descreve a capacidade intelectual do indivduo. Criatividade, apesar ser um termo muito difundido e discutido, um construto de difcil definio, porque cada autor parece defin-lo de uma maneira diferente. Alguns autores chegam mesmo a se perguntar se criatividade no seria um conjunto de traos de personalidade ao invs de um s Guilford (1950)[7] define criatividade como a capacidade de pensar divergentemente, ou seja, de encontrar solues diferentes e novas para um problema, em oposio ao pensamento convergente que encontra solues para problemas para os quais h apenas uma resposta correta. J Russ (1993) trabalha com um conceito mais amplo, que inclui traos afetivos do indivduo, como a tolerncia de ambiguidade, a abertura diante de novas experincias, grandes nmeros de interesses e baixa tendncia para o uso de mecanismos de defesa.
Competncia social O termo competncia social, na psicologia do senso comum normalmente entendido como a capacidade de lidar com outras pessoas, de difcil definio, por conter dois componentes distintos, que tm entre si uma correlao muito pequena: a capacidade de defender e/ou de impor os prprios interesses e a capacidade de construir relacionamentos. Inteligncia emocional um termo problemtico. Ele foi definido de diferentes formas por diferentes autores (Salovey & Mayer, 1990; Mayer et al. 2000; Van der Zee et al., 2002) e em todas as suas definies no representa uma atividade intelectual - ou seja, no corresponde idia de inteligncia (ver acima). O termo "inteligncia emocional" refere-se sobretudo a determinadas competncias no lidar com emoes que, apesar de serem estveis na personalidade do indivduo, costumam variar de acordo com as emoes envolvidas - ou seja a pessoa pode saber lidar bem com a emoo medo, mas no com a raiva.
Necessidades, motivos e interesses. Necessidade (psicologia) Motivo (psicologia) Interesse Enquanto "temperamento" refere-se forma do comportamento ou da ao, necessidades, motivos e interesses dizem respeito direo da ao, ou seja, aos seus objetivos - estando assim intimamente ligados motivao. As pessoas variam com relao ao significado pessoal de diferentes necessidades, que determinam, por sua vez, suas aes e seu comportamento. Convices ligadas ao Os motivos so como visto disposies ligadas ao valor dado s consequncias de uma ao. Eles esto assim intimamente ligados s expectativas do indivduo com relao a suas aes. H diferentes estilos de expectativas (al. Erwartungsstile), como por exemplo, o caso de a pessoa ser mais ou menos pessimista ou otimista. Durante a realizao de uma atividade agem os chamados mecanismos de controle da ao (al. Handlungskontrolle), que tm por objetivo, por assim dizer, proteger a ao contra intenes concorrentes. Aqui podem manifestar-se diferentes estilos de controle da ao. Por exemplo, pessoas perseverantes so capazes de "desligar" por algum tempo outras atividades a fim de alcanar um determinado resultado enquanto pessoas menos perseverantes distraem-se mais facilmente. Quando a ao atinge o seu resultado surgem juzos relacionados a sua causa: por que determinada coisa aconteceu? A esse tipo de juzo d-se o nome de atribuio. Tambm quanto atribuio h diferentes estilos - por exemplo algumas pessoas tendem a colocar a culpa sempre nos outros ou a se sentir sempre reponsveis. Esses trs grupos de caractersticas da personalidade (estilos de expectativas, de controle da ao e de atribuio) foram chamados por Asendorpf convices ligadas ao (Handlungsberzeugungen). Atitude designa as particularidades individuais na valorao de objetos especficos, quer da percepo, quer da imaginao. As atitudes influenciam no o comportamento
diretamente em uma dada situao, mas o comportamento em uma srie de situaes diferentes. Assim uma pessoa com uma atitude positiva com relao a uma alimentao saudvel pode gostar de comer frituras (comportamento isolado), mas pode cozinhar ela prpria, comprar alimentos naturais e integrais e fazer cursos sobre a alimentao (srie de situaes). Atitudes coletadas atravs de perguntas no influenciam o comportamento real quando tal comportamento socialmente desejvel ou indesejvel. Assim, pessoas com atitudes preconceituosas contra um determinado grupo de pessoas talvez no se comporte de acordo com essa atitude por ser um tal comportamento socialmente condenado. Autoimagem Eu designa a instncia interna da pessoa que responsvel pela ao e pelo conhecimento; mim (ingls me) (ou si-mesmo quando dito na terceira pessoa) designa a parte interna da pessoa que objeto do conhecimento, ou seja, aquilo que eu sei sobre mim[10]. Esse conhecimento tem, por sua vez, duas parte: uma descritiva, a autoimagem, e outra valorativa, a autoestima (ver abaixo). A autoimagem, essa descrio de si mesmo que cada um faz, tambm disposicional, ou seja, uma tendncia relativamente estvel que a pessoa tem de se ver de uma determinada maneira em determinadas situaes. Ela composta tanto de conhecimento universal, que diz respeito a todas as pessoas que so como eu (estudantes so crticos, brasileiros so simpticos, etc.), como de conhecimento individual, ou seja, relativo somente a mim (eu tenho medo de altura, sou bom esportista, etc.). Como se v esse conhecimento tambm influenciado por preconceitos e idias prconcebida. DOR NO PEITO E SINDROME DO PNICO Um dos sintomas fsicos responsveis pelo paciente com Pnico procurar um Pronto Socorro a dor no peito (dor torcica), reforando ainda mais a idia de que ele esteja tendo realmente um problema cardaco grave, com a vida em risco. Normalmente essa dor torcica que leva o paciente busca repetida por inmeros atendimentos em unidades de urgncia, cardiolgicas ou outros servios mdicos.
TRANSTORNO DE CONDUTA Na adolescncia (delinqncia) Dentro da psiquiatria da infncia e da adolescncia, um dos quadros mais problemticos tem sido o chamado Transtorno de Conduta, anteriormente (e
apropriadamente) chamado de Delinqncia, o qual se caracteriza por um padro repetitivo e persistente de conduta anti-social, agressiva ou desafiadora A gravidez precoce uma das ocorrncias mais preocupantes relacionadas sexualidade da adolescncia, com srias conseqncias para a vida dos adolescentes envolvidos, de seus filhos que nascero e de suas famlias.
CONCLUSO
Para o bom andamento da cincia e do conhecimento humano, a teraputica no pode ser entendida como as pessoas gostariam, como acreditam ser, como desejariam que fosse. Isso de importncia capital para que as pessoas no sejam iludidas, ludibriadas. Em Temas Livres comentamos sobre Terapias Alternativas O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), tambm conhecido como Transtorno Bipolar do Humor (TBH) ou, antigamente, Psicose Manaco Depressiva (PMD), uma doena crnica, grave e de distribuio universal, acometendo cerca de 1,5% das pessoas em todo o mundo. Sua forma tpica (euforiadepresso) bem caracterizada e reconhecvel, permitindo o diagnstico precoce e confivel. Sempre ouvimos dizer que exerccio fsico faz bem. Na maioria das vezes trata-se de uma recomendao popular, muito mais popularmente sabida do que cientificamente comprovada. A primeira questo saber o que, exatamente, significa esse faz bem? Bem para que e como?
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