Fraude processual
Art. 347 - Inovar artificiosamente, na pendência de processo civil ou
administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de
induzir a erro o juiz ou o perito:
Pena - detenção, de três meses a dois anos, e multa.
Parágrafo único - Se a inovação se destina a produzir efeito em
processo penal, ainda que não iniciado, as penas aplicam-se em dobro.
• Pode fraudar inquérito, por conta da frase ainda que não iniciada
• Modificar o local, a pessoa, tem DOLO ESPECÍFICO de enganar o juíz
ou mérito
• Não precisa enganar, basta o fim de enganar
• Crime formal quanto o resultado e admite tentativa
• Crime de menor potencial ofensivo, se não visa produzir efeito
Favorecimento pessoal
Art. 348 - Auxiliar a subtrair-se à ação de autoridade pública autor
de crime a que é cominada pena de reclusão:
Pena - detenção, de um a seis meses, e multa.
§ 1º - Se ao crime não é cominada pena de reclusão:
Pena - detenção, de quinze dias a três meses, e multa.
§ 2º - Se quem presta o auxílio é ascendente, descendente,
cônjuge ou irmão do criminoso, fica isento de pena.
• Exemplo: Rapaz fugindo, entra em uma casa e a pessoa tranca a casa
para auxiliar o rapaz
• SE É COMBINADO COM CRIME DE DETENÇÃO OU MULTA O
CRIME É PRIVILEGIADO
Quem auxilia o familiar produz um crime
ATÍPICO, antijurídico mas não culpável.
Exclue a culpabilidade CADE (conjugue,
ascendente, descente ou irmão)