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Capacitação em Adubação de Tomateiro

O documento aborda a importância da produção de tomate no distrito de Boane, destacando a necessidade de práticas de adubação equilibrada para melhorar a produtividade e qualidade dos frutos. Propõe a capacitação de 30 produtores locais em técnicas de nutrição do tomateiro, visando maximizar a produção e garantir a sustentabilidade agrícola. Além disso, apresenta uma revisão sobre as condições climáticas, características do tomateiro e um cronograma detalhado para a implementação do projeto.

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Capacitação em Adubação de Tomateiro

O documento aborda a importância da produção de tomate no distrito de Boane, destacando a necessidade de práticas de adubação equilibrada para melhorar a produtividade e qualidade dos frutos. Propõe a capacitação de 30 produtores locais em técnicas de nutrição do tomateiro, visando maximizar a produção e garantir a sustentabilidade agrícola. Além disso, apresenta uma revisão sobre as condições climáticas, características do tomateiro e um cronograma detalhado para a implementação do projeto.

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I.

Introdução
A produção de tomate é uma atividade agrícola de grande relevância no distrito de Boane e em
toda a província de Maputo, contribuindo para a geração de renda e segurança alimentar local.
No entanto, o desempenho produtivo e a qualidade dos frutos ainda podem ser
significativamente aprimorados por meio de práticas de maneio melhoradas e balanceadas de
nutrição das plantas.

1.1 Problema
Observa-se que muitos produtores de tomate, tanto em Boane quanto na província de Maputo,
limitam-se a utilizar fertilizantes à base de NPK (nitrogénio, fósforo e potássio) e ureia, sem
incorporar nutrientes essenciais como cálcio, boro e enxofre, que são fundamentais para a saúde
do tomateiro e a sustentabilidade da produção.

Essa prática resulta em:


Redução da produtividade e qualidade dos frutos;
Maior vulnerabilidade das plantas a desequilíbrios nutricionais e fisiológicos;
Limitação da capacidade do tomateiro atingir seu potencial máximo de rendimento.

1.2 Justificativa
A limitação no conhecimento técnico-científico dos produtores impede a adoção de uma
adubação equilibrada, comprometendo o rendimento das culturas e a rentabilidade agrícola.
Diante desse cenário, a capacitação de 30 produtores do distrito de Boane surge como uma
medida estratégica para:
Fortalecer o domínio técnico dos agricultores em relação às técnicas melhoradas de adubação do
tomateiro;
Garantir a aplicação correta dos nutrientes nas diferentes fases de desenvolvimento da planta;
Maximizar a produtividade e a qualidade dos frutos, contribuindo para uma agricultura mais
modernizada
.
1.3 Objetivos
1.3.1 Objetivo Geral
Capacitar 30 produtores do distrito de Boane sobre adubação balanceada do tomateiro

1.3.2 Objetivos Específicos


Selecionar 10 produtores de cada uma das 3 cooperativas do distrito de Boane para participarem
da capacitação;
Implementar um campo de demonstração dos resultados das técnicas aplicadas;
Identificar as diferentes fases de aplicação de cada nutriente e realizar a aplicação correta;
Monitorar, avaliar e comparar os resultados obtidos durante o período de desenvolvimento do
tomateiro.
2 Revisão bibliográfica

O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) pertence à família Solanaceae, a mesma da batata e da


berinjela.
De acordo com Liu et al. (2022), trata-se de uma espécie herbácea amplamente estudada devido
à sua importância econômica e ao seu uso como modelo em pesquisas genéticas e fisiológicas.

Origem e distribuição
De acordo com Bai e Lindhout (2007), o tomate é originário da região andina da América do Sul,
especialmente Peru e Equador, onde ainda se encontram espécies silvestres aparentadas. No
entanto, o processo de domesticação ocorreu posteriormente no México, de onde o cultivo se
espalhou para a Europa e, depois, para todo o mundo. Segundo Klee (2020), evidências genéticas
indicam que a domesticação envolveu múltiplas etapas de seleção natural e humana até resultar
nas variedades modernas.
Atualmente, o tomate é cultivado em todos os continentes, em sistemas de campo aberto e
protegidos, os principais produtores mundiais são China, Índia, Turquia, Estados Unidos e Brasil.

Importância e valor nutricional.


O tomate possui grande importância econômica e alimentar.:
De acordo com Ali et al. (2020), o fruto é fonte significativa de licopeno, vitamina C, potássio e
compostos antioxidantes, que contribuem para a prevenção de doenças cardiovasculares e
degenerativas. Além disso, é amplamente utilizado na alimentação humana, tanto na forma in
natura quanto processada (molhos, sucos e conservas).

Características morfológicas e botânicas


O tomateiro é uma planta herbácea de caule ereto ou semiereto, com folhas compostas e
alternadas. Segundo Liu et al. (2022), as flores são hermafroditas, de coloração amarela, e os
frutos são bagas carnosas de diferentes formas e cores, dependendo da variedade. As cultivares
podem apresentar hábito de crescimento determinado ou indeterminado, o que influencia o
maneio e o uso comercial do cultivo.

Condições edafoclimáticas
Conforme Filgueira (2013), o tomateiro se desenvolve melhor em temperaturas entre 18 °C e 25
°C, sendo sensível a temperaturas muito baixas ou elevadas. Temperaturas acima de 32 °C podem
prejudicar a polinização e o pegamento dos frutos.

Solo
Quanto ao solo, destaca que o tomate prefere solos bem drenados, de textura média e pH entre
5,5 e 7,0 , ricos em matéria orgânica. A irrigação deve ser cuidadosamente manejada, pois o
excesso de humidade favorece doenças fúngicas. Alvarenga (2013).

Densidade de plantio e produtividade


Segundo Campos et al. (2021), a densidade de plantio varia conforme o sistema de produção e o
hábito de crescimento da cultivar. Em cultivos de campo aberto, geralmente utilizam-se
espaçamentos de 1,0 a 1,2 m entre linhas e 0,3 a 0,5 m entre plantas, enquanto em estufas ou
hidroponia a densidade é mais alta.

Produtividade
A produtividade média do tomateiro em Moçambique pode variar de 60 a 120 t ha⁻¹, podendo
ultrapassar 200 t ha⁻¹ em sistemas protegidos de alta tecnologia (Alvarenga, 2013).

Sistemas de produção
De acordo com D’Amico et al. (2023), o tomate pode ser cultivado em dois sistemas, a saber,
sistemas tradicionais e sistemas protegidos.

Sistema tradicional
Características:
É o sistema mais comum entre os pequenos e médios produtores moçambicanos.
As plantas são cultivadas diretamente no campo, sem proteção física contra fatores climáticos.
Depende das chuvas ou de rega manual, moto-bombas.

Vantagens
Baixo custo inicia
Fácil maneio e manutenção.

Desvantagens
Alta exposição a pragas e doenças
Perdas por excesso de chuva ou calor.

Sistema protegido
Características:
Uso de estruturas cobertas que controlam temperatura, humidade e entrada de pragas.
Ideal para produção fora da época ou em regiões muito chuvosas.
Vantagens:
Maior produtividade (até 80–100 t/ha).
Possibilidade de produção o ano todo.
Desvantagens:
Alto custo de investimento inicial.
Exige formação técnica e monitoria constante.

Métodos de propagação
Segundo Filgueira (2013), a propagação do tomateiro é feita principalmente por sementes, e de
seguida proscede-se com o transplante.

3 Localização geográfica de Boane


O distrito de Boane está situado na província de Maputo, em Moçambique, tendo como sede a
vila de Boane. Faz fronteira:
Ao norte com o distrito de Moamba;
A oeste e sudoeste com o distrito de Namaacha;
Ao sul e sudeste com o distrito de Matutuíne;
A leste com o município da Matola.
O distrito possui uma superfície de 14,3 km², localizando-se a aproximadamente 22 km da capital
provincial, Maputo, e 30 km da capital do país, também Maputo.

3.1 Condições climáticas de Boane


O clima da região é sub-húmido, com deficiência de chuvas durante a estação fria, caracterizado
pela alternância entre períodos secos, induzidos pela alta pressão subcontinental, e incursões de
ventos húmidos do oceano. Eventualmente, vagas de frio podem provocar tempestades intensas
e chuvas torrenciais de curta duração.
A temperatura média anual é de 23,7°C, sendo que os meses mais frios são junho e julho,
enquanto os mais quentes são janeiro e fevereiro. A amplitude térmica anual é de 8,8°C.

Humidade
A humidade relativa média anual é de 80,5%, variando entre 86% em julho (máximo) e 73,5% em
novembro (mínimo). A pluviosidade média anual é de 752 mm, distribuída entre 563,6 mm no
período húmido e 43,6 mm no período seco. O período húmido ocorre de novembro a março,
enquanto o período seco vai de abril a outubro.

Hidrografia
O distrito de Boane é cortado pelos rios Movene e Umbelúzi. O rio Movene aflui pela margem
esquerda, encontrando-se com o Umbelúzi próximo à vila de Boane. Observa-se que, quase
todos os anos, o rio Movene seca durante o período de estiagem.

4 Módulos e Tópicos Abrangidos pelo Projeto


4.1 Competências Genéricas Identificadas
Gestão e planeamento agrícola (capacidade de tomar decisões informadas e monitorizar práticas
de fertilização)
Comunicação e trabalho em equipa (interação entre técnicos e produtores, troca de experiências
e aprendizagem colaborativa)
4.2 Módulos Vocacionais Relacionados ao Projeto
Produção hortícola e manejo da cultura do tomateiro
Tecnologia e ciência da fertilização (nutrição vegetal, equilíbrio de nutrientes, monitorização de
solos e plantas)
Boas práticas agrícolas e sustentabilidade (uso responsável de fertilizantes, melhoria de
qualidade, preservação de recursos)
5 Metodologia
Para a elaboração do projecto
Para a elaboração do projecto realizou-se a recolha das informações , que por sua vez recorreu-se aos seguintes
meios:
Pesquisa Bibliográfica: Recorreu-se a diversos livros, artigos e manuais.
Entrevista: Realizou-se uma visita na qual fez-se uma pequena entrevista aos produtores sobre os problema que
os aflige.
Observação: No âmbito da visita, usou-se também a observação para identificar possíveis problema frenquentes.
Para a realização do projecto
O projecto será executado da seguinte maneira:
1- Apresentação nas cooperativas
Realizar-se-á vistas em 3 cooperativa, cooperativa 25 de setembro, onde ocorrerá a capicitaçao.
Essas visitas são realizadas com o objetivo de apresentar o projecto ao líder local, chefe da cooperativa e aos
produtores.
Ainda nesse fase ocorrerá a escolha de 10 agricultores por cooperativa para participar na capatação.
2 Aquisição dos insumos
Nesta fase realizar-se-á aquisição dos insumos juntamente com os produtos.
3 Implementação do CDR
Nesta fase implementar-sé-a o campo de demonstração de resultados. Para cada cooperativa haverá um campo de
demonstração de resultados onde os produtores escolhidos irão desenvolver juntamente com o extensionista as
actividades.
4 Monitoramento e avaliação
Nesta fase ocorrerá o monitoramento da parcela e no fim ocorrerá avaliação e comparação dos resultados obtidos

5 Material e Método
Material e Método Função

Enxadas Para preparar-se os CDR

Plantulas Para realizar-se o transplante

Adubos Para realizar-se a adubação nas diferentes fases de

crescimento

Insecticida e fungicidas Para realizar-se o controle de insectos e fungos

Caixas Para realizar-se a colheita do tomate

Tutores e cordas Para realizar-se o tutoramento do tomateiro

Canetas e blocos de notas Para auxiliarem na tomada de nota

[Link]álise Fofa

Forças Oportunidades

 Domínio técnico sobre a nutrição do solo Maior exigência no mercado por tomate de boa

 Domínio de técnicas de oratória e retórica qualidade


 Motivação pessoal para promover a Crescente procura por práticas melhoradas de

agricultura sustentável produção agrícola

Fraquezas Ameaças

Falta de experiência  Resistência cultural à mudança por parte de

Falta de recursos financeiros alguns agricultores.

 Instabilidade climática afetando os

resultados das práticas ensinadas.

 Fraca comercialização de alguns adubos

essências para capacitação


Cronograma
tividades Data Emvolvidos

Apresentação do SDAE e 1 semana de Março Director do SDAE


apresentação do projecto ao Técnicos do SDAE
director do SDAE Extensionista

Apresentação nas 1 Semana de Março Extensionista


cooperativas Técnicos do SDAE
Lanche Produtores

Indroduçao das aulas teóricas 2 semana de Março Extensionista


Lanche Produtores

Implementação do CDR 2 semana de Março Extensionista


Produtores
Sementeira do Tomateiro 3 Semana de Março Extensionista
Produtores
Rega 3 Semana de Março Extensionista
Produtores
Monitoria 4 Semana de Março Extensionista
Rega 4 Semana de Março Extensionista
Produtores
Monitoria 1 Semana de Abril Extensionista
Produtores
Rega 1 Semana de Abril Extensionista
produtores
Monitoria 2 Semana de Abril
Rega 2 Semana de Abril
Transplante 3 Semana de Abril
Adubação de fundo 3 Samana de Abril
Rega 3 Semana de Abril
Tutoramento 4 Semana de Abril
Rega 4 Semana de Abril
Pulverização 1 Semana de Maio
Rega 1 Semana de Maio

Monitoria 2 Semana de Maio

Rega 2 Semana de Maio


Adubação com Boro e Nitrato 3 Semana de Maio
de fosfofo
Rega 3 Semana de Maio
Rega 4 Semana de Maio
Monitoramento 4 Semana de Maio
Rega 1 Semana de Junho
Monitoramento 1 Semana de Junho
Aplicação de Cálcio e sulfato 2 Semana de Junho
de potássio
Rega 2 Semana de Junho
Monitoramento 3 Semana de Junho
Rega 3 Semana de Junho
Colheita 4 Semana de
Junho
Avaliação 4 Semana de
Junho
Enceramento da capacitação e festa 1 Semana de
Julho
Execução
1• semana
Apresentação no serviço distritais das actividades econômicas
A presentaçao consiste em apresentar o projecto ao director do SDAE e firmar parcerias.
Apresentação na cooperativa
Está apresentação consiste em apresentar o projecto as 3 cooperativa onde será realizado a
capacitação, nomeadamente, Cooperativa 25 de Setembro, Cooperativa Mata fome.
E de seguida realizar-se a escolha de 10 produtores em cada cooperativa ,totalizando 30
produtores.
2•Semana
Introdução às aulas teóricas
A aula teórica irá se abordar sobre os macro e micronutrientes importantes na nutrição do
tomateiro, suas respectivas definições, e em que momento aplica-los.
Abordar-se-a também sobre oque é CDR e como irá funcionar o nosso CDR.
Implantação do campo de demonstração de resultados : Realizar o CDR em cada cooperativa
com o envolvimento exclusivo dos produtores escolhidos para capacitação.

3•Semana
Rega e sementeira
Realizar-se-a sementeira num alfobre com 4m de comprimento e 90 cm de largura, o compasso
entre as limas será de 15cm.

4, 5 e 6• Semana

Nestas fases ocorrerá a monitoria e a rega do alfobre. Considerando que o projecto será
implementado no época de inverno as regas seram realizadas num intervalo de 7 dias isso
porque nesse período a evapotranspiração é reduzida devido a temperaturas baixas.
Entrentanto em casos de sinais de estresse hídrico ocorrerá a devida correção.
7•Semana
Transplante
Na 7 semana que corresponde a mais ou menos 30 dias após a sementeira ocorrerá o transplante
do tomateiro, pós esta fase o tomateiro já reúne as condições necessárias para ser transladado
de um lugar para o outro.
Adubação de fundo
Durante o transplante realizar-se-a em simultâneo a adubação de fundo usando o NPK(12-24-12),
contendo Nitrogênio que dará bom vigor vegetativo a planta, fósforo que auxiliará no
desenvolvimento regular das raízes e potássio que auxiliará na defesa da planta contra doenças.
Rega
Realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura
8•Semana
Tutoramento
Realizar-se-a o tutoramento quando a planta tiver inicialmente 15 cm e de seguida a cada 30cm.
Rega
Realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura.
9•Semana
Pulverização
Realizar-se-á a pulverização preventiva usando fungicidas de contacto para servir como protector
contra a Cassimba.
Sendo época de inverno a incidência de pragas é reduzida, no entanto, as pulverizações com
insecticida só seram efetuado caso se registe infestação, ou seja, não haverá pulverizações
preventivas com insecticidas.
Rega
Nesta mesma semana também realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura.
10•Semana
Monitoria
Realizar-se-á a monitoria para verificar se há alguma anormalidade na cultura, estresse hídrico,
pragas ou doenças.
Rega
Realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura.
11•Semana
Adubação com boro
Realizar-se-á está adubação para maximininar e evitar que ocorra o aborto floral.
Rega
Realizar-se-á a rega para suprir as necessidades hídricas da cultura e evitar que ocorra a aborto
floral devido a flutuações na administração de água.

12•Semana
Monitoria
Realizar-se-á a monitoria para verificar se há alguma anormalidade na cultura, estresse hídrico,
pragas ou doenças e não há aborto floral nas culturas.
Rega
Realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura e evitar que haja aborto floral.
13•Semana
Monitoria
Realizar-se-á a monitoria para verificar se há alguma anormalidade na cultura, estresse hídrico,
pragas ou doenças e verificar se há abordo floral nas culturas.
Rega
Realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura e evitar que haja aborto floral.
14•Semana
Aplicação de cálcio e potássio
Realizar-se-á aplicação de cálcio e potássio quando iniciar a frutificação de modo a obter-se
frutos bem desenvolvidos, com elevado tempo de prateleira e livres de doenças como podridão e
rachaduras do tomateiro.
15•Semana
Monitoria
Realizar-se-á a monitoria para verificar se há alguma anormalidade na cultura, estresse hídrico,
pragas ou doenças.
Rega
Realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura.
16•Semana
Monitoria
Realizar-se-á a monitoria para verificar se há alguma anormalidade na cultura, estresse hídrico,
pragas ou doenças.
Rega
Realizar-se-á a rega pra suprir as necessidades hídricas da cultura.
17•Semana
Colheita e avaliação
E por fim realizar-se-á a colheita e avaliação dos resultados obtidos, onde irá se avaliar o
rendimento caso foi satisfatório ou não.
20• Semana
Encerramento da capacitação e festa
É por fim realizar-se-á o enceramento da capacitação e por fim a festa de celebração alusivo ao
objectivo alcançado.

Orçamento

Item Disignação Quantidade Custo Unitário Custo Total

(MZN) (MZN)
Enxadas - 30 500 15 000,00 MT

Ureia 20 150 3000,00 MT

Camisetas 40 500 20 000 MT

Aluguer de

transporte

Mota 50 350 000 350 000,MZN

Adubo NPK 50 8000+3000 11 000,00 MZN

Cálcio 20 25+ 180 3075,00 MZN

Boro 15 750+300 1050,00 MZN.

Regadores

Caixas

Plantulas

Fungicidas

Caneta

Bloco de nota

Combustível

Enxofre Total Geral 408 125 MZN

Estimado

Resultado esperado

Com a capacitação, espera-se que os produtores sejam capazes de cultivar a cultura do tomate
de acordo com as técnicas transmitidas.
Que compreendam a importância dos macro e micronutrientes para o desenvolvimento saudável
das plantas.
Que sejam aptos a identificar anomalias causadas pela deficiência desses nutrientes e a realizar
as correções adequadas.
Que saibam reconhecer as fases corretas de aplicação dos nutrientes, bem como as quantidades
apropriadas a serem incorporadas.
Espera-se ainda maior eficiência no uso dos insumos agrícolas, evitando desperdícios e
promovendo um manejo mais sustentável do solo.

Constatação

Durante a capacitação, constatou-se um elevado interesse e participação ativa dos produtores,


demonstrando disposição para adotar práticas mais sustentáveis no cultivo do tomate. Observou-
se, entretanto, que a maioria dos participantes possuía conhecimento limitado sobre o papel dos
macro e micronutrientes no desenvolvimento das plantas, bem como sobre as quantidades e
períodos ideais de aplicação.
Verificou-se também que alguns agricultores enfrentam dificuldades quanto ao acesso a insumos
adequados , o que limita a correta nutrição das culturas. Ainda assim, a troca de experiências
entre os produtores e o extensionista favoreceu a compreensão prática dos conceitos abordados,
criando um ambiente de aprendizado colaborativo e motivador.
De modo geral, a capacitação contribuiu significativamente para o fortalecimento do
conhecimento técnico dos agricultores, despertando neles a consciência sobre a importância do
maneio equilibrado dos nutrientes e do uso racional dos insumos agrícolas.
Referências bibliográficas

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