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Verificação de Tubo Aço A-36 3"

O relatório apresenta a verificação de um tubo de 3 polegadas, detalhando a geometria, materiais, características mecânicas e resultados de deslocamentos e reações em nós. Os dados incluem informações sobre o aço utilizado, dimensões, peso e esforços em barras sob diferentes condições. As análises são baseadas em hipóteses e combinações de cargas, com resultados quantitativos para deslocamentos e reações em nós.

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Relatórios

VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

1. ESTRUTURA
1.1. Geometria
1.1.1. Barras

[Link]. Materiais utilizados


Materiais utilizados
Material E G fy α·t γ
ν
Tipo Designação (kgf/cm²) (kgf/cm²) (kgf/cm²) (m/m°C) (t/m³)
Aço dobrado A-36 2038736.0 0.300 784129.2 2548.4 0.000012 7.850
Notação:
E: Módulo de elasticidade
ν: Módulo de poisson
G: Módulo de corte
fy: Limite elástico
α·t: Coeficiente de dilatação
γ: Peso específico

[Link]. Características mecânicas

Tipos de peça
Ref. Peças
1 N1/N2

Características mecânicas
Material A Avy Avz Iyy Izz It
Ref. Descrição
Tipo Designação (cm²) (cm²) (cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
Aço dobrado A-36 1 3X6,5, (Tubos) 13.80 12.42 12.42 84.46 84.46 168.91
Notação:
Ref.: Referência
A: Área da seção transversal
Avy: Área de esforço cortante da seção segundo o eixo local 'Y'
Avz: Área de esforço cortante da seção segundo o eixo local 'Z'
Iyy: Inércia da seção em torno do eixo local 'Y'
Izz: Inércia da seção em torno do eixo local 'Z'
It: Inércia à torção
As características mecânicas das peças correspondem à seção no ponto médio das mesmas.

[Link]. Tabela de ferro


Tabela de ferro
Material Peça Comprimento Volume Peso
Perfil(Série)
Tipo Designação (Ni/Nf) (m) (m³) (kg)
Aço
A-36 N1/N2 3X6,5 (Tubos) 1.320 0.002 14.29
dobrado
Notação:
Ni: Nó inicial
Nf: Nó final

[Link]. Tabela resumo

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Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Tabela resumo
Material Comprimento Volume Peso
Série Perfil Perfil Série Material Perfil Série Material Perfil Série Material
Tipo Designação
(m) (m) (m) (m³) (m³) (m³) (kg) (kg) (kg)
3X6,5 1.320 0.002 14.29
Tubos 1.320 0.002 14.29
Aço
1.320 0.002 14.29
dobrado A-36

1.2. Resultados
1.2.1. Nós
[Link]. Deslocamentos
Referências:
Dx, Dy, Dz: Deslocamentos dos nós em eixos globais.
Gx, Gy, Gz: Rotações dos nós em eixos globais.
[Link].1. Hipótese

Deslocamentos dos nós, por hipóteses/ações


Deslocamentos em eixos globais
Referência Descrição Dx Dy Dz Gx Gy Gz
(mm) (mm) (mm) (mRad) (mRad) (mRad)
N1 Peso próprio 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N2 Peso próprio 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N3 Peso próprio 0.000 0.000 0.000 -0.007 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 0.000 0.000 -0.053 -0.480 0.000 0.000
N4 Peso próprio 0.000 0.000 0.000 0.007 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 0.000 0.000 -0.053 0.480 0.000 0.000

[Link].2. Combinações

Deslocamentos dos nós, por combinação


Combinação Deslocamentos em eixos globais
Referência Dx Dy Dz Gx Gy Gz
Tipo Descrição
(mm) (mm) (mm) (mRad) (mRad) (mRad)
N1 Deslocamentos PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N2 Deslocamentos PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N3 Deslocamentos PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 -0.054 -0.488 0.000 0.000
N4 Deslocamentos PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 -0.054 0.488 0.000 0.000

[Link].3. Envoltórias
Envoltória dos deslocamentos em nós
Combinação Deslocamentos em eixos globais
Referência Dx Dy Dz Gx Gy Gz
Tipo Descrição
(mm) (mm) (mm) (mRad) (mRad) (mRad)
N1 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N2 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000

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Envoltória dos deslocamentos em nós


Combinação Deslocamentos em eixos globais
Referência Dx Dy Dz Gx Gy Gz
Tipo Descrição
(mm) (mm) (mm) (mRad) (mRad) (mRad)
N3 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 -0.054 -0.488 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 -0.054 -0.488 0.000 0.000
N4 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 -0.054 0.488 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 -0.054 0.488 0.000 0.000

[Link]. Reações
Referências:
Rx, Ry, Rz: Reações em nós com deslocamentos restringidos (forças).
Mx, My, Mz: Reações em nós com rotações restringidas (momentos).
[Link].1. Hipótese

Reações nos nós, por hipóteses/ações


Reações em eixos globais
Referência Descrição Rx Ry Rz Mx My Mz
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1 Peso próprio 0.000 0.000 0.007 0.002 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 0.000 0.000 1.950 0.180 0.000 0.000
N2 Peso próprio 0.000 0.000 0.007 -0.002 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 0.000 0.000 1.950 -0.180 0.000 0.000

[Link].2. Combinações
Reações nos nós, por combinação
Combinação Reações em eixos globais
Referência Rx Ry Rz Mx My Mz
Tipo Descrição
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1 Concreto em fundações PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 1.957 0.182 0.000 0.000
1.4·PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 1.960 0.182 0.000 0.000
PP+1.4·CARRETEL250/90 0.000 0.000 2.737 0.254 0.000 0.000
1.4·PP+1.4·CARRETEL250/90 0.000 0.000 2.740 0.255 0.000 0.000
Tensões sobre o terreno PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 1.957 0.182 0.000 0.000
N2 Concreto em fundações PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 1.957 -0.182 0.000 0.000
1.4·PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 1.960 -0.182 0.000 0.000
PP+1.4·CARRETEL250/90 0.000 0.000 2.737 -0.254 0.000 0.000
1.4·PP+1.4·CARRETEL250/90 0.000 0.000 2.740 -0.255 0.000 0.000
Tensões sobre o terreno PP+CARRETEL250/90 0.000 0.000 1.957 -0.182 0.000 0.000

Nota: As combinações de concreto indicadas são as mesmas utilizadas para verificar o estado limite de
equilíbrio na fundação.

[Link].3. Envoltórias
Envoltórias das reações em nós
Combinação Reações em eixos globais
Referência Rx Ry Rz Mx My Mz
Tipo Descrição
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1 Concreto em fundações Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 1.957 0.182 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 2.740 0.255 0.000 0.000
Tensões sobre o terreno Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 1.957 0.182 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 1.957 0.182 0.000 0.000
N2 Concreto em fundações Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 1.957 -0.255 0.000 0.000

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Envoltórias das reações em nós


Combinação Reações em eixos globais
Referência Rx Ry Rz Mx My Mz
Tipo Descrição
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 2.740 -0.182 0.000 0.000
Tensões sobre o terreno Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 1.957 -0.182 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 1.957 -0.182 0.000 0.000

Nota: As combinações de concreto indicadas são as mesmas utilizadas para verificar o estado limite de
equilíbrio na fundação.

1.2.2. Barras
[Link]. Esforços
Referências:
N: Esforço axial (t)
Vy: Esforço cortante segundo o eixo local Y da barra. (t)
Vz: Esforço cortante segundo o eixo local Z da barra. (t)
Mt: Momento torsor (t·m)
My: Momento fletor no plano 'XZ' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Y' da barra). (t·m)
Mz: Momento fletor no plano 'XY' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Z' da barra). (t·m)
[Link].1. Hipótese

Esforços em barras, por hipóteses/ações


Posições na barra
Barra Hipótese Esforço
0.000 m 0.050 m 0.100 m
N1/N3 Peso próprio N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz -0.007 -0.007 -0.006
Mt 0.000 0.000 0.000
My -0.002 -0.001 -0.001
Mz 0.000 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz -1.950 -1.950 -1.950
Mt 0.000 0.000 0.000
My -0.180 -0.083 0.015
Mz 0.000 0.000 0.000

Esforços em barras, por hipóteses/ações


Posições na barra
Barra Hipótese Esforço
0.000 m 0.187 m 0.373 m 0.560 m 0.747 m 0.933 m 1.120 m
N3/N4 Peso próprio N 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz -0.006 -0.004 -0.002 0.000 0.002 0.004 0.006
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
My -0.001 0.000 0.001 0.001 0.001 0.000 -0.001
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 N 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
My 0.015 0.015 0.015 0.015 0.015 0.015 0.015

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Esforços em barras, por hipóteses/ações


Posições na barra
Barra Hipótese Esforço
0.000 m 0.187 m 0.373 m 0.560 m 0.747 m 0.933 m 1.120 m
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000

Esforços em barras, por hipóteses/ações


Posições na barra
Barra Hipótese Esforço
0.000 m 0.050 m 0.100 m
N4/N2 Peso próprio N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz 0.006 0.007 0.007
Mt 0.000 0.000 0.000
My -0.001 -0.001 -0.002
Mz 0.000 0.000 0.000
CARRETEL 250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz 1.950 1.950 1.950
Mt 0.000 0.000 0.000
My 0.015 -0.083 -0.180
Mz 0.000 0.000 0.000

[Link].2. Combinações

Esforços em barras, por combinação


Combinação Posições na barra
Barra Esforço
Tipo Descrição 0.000 m 0.050 m 0.100 m
N1/N3 Aço dobrado PP+CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz -1.957 -1.957 -1.956
Mt 0.000 0.000 0.000
My -0.182 -0.084 0.014
Mz 0.000 0.000 0.000
1.25·PP+CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz -1.959 -1.958 -1.958
Mt 0.000 0.000 0.000
My -0.182 -0.084 0.014
Mz 0.000 0.000 0.000
PP+1.25·CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz -2.445 -2.444 -2.444
Mt 0.000 0.000 0.000
My -0.227 -0.105 0.018
Mz 0.000 0.000 0.000
1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz -2.446 -2.446 -2.445
Mt 0.000 0.000 0.000
My -0.227 -0.105 0.017

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Esforços em barras, por combinação


Combinação Posições na barra
Barra Esforço
Tipo Descrição 0.000 m 0.050 m 0.100 m
Mz 0.000 0.000 0.000

Esforços em barras, por combinação


Combinação Posições na barra
Barra Esforço
Tipo Descrição 0.000 m 0.187 m 0.373 m 0.560 m 0.747 m 0.933 m 1.120 m
N3/N4 Aço dobrado PP+CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz -0.006 -0.004 -0.002 0.000 0.002 0.004 0.006
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
My 0.014 0.015 0.015 0.016 0.015 0.015 0.014
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
1.25·PP+CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz -0.008 -0.005 -0.003 0.000 0.003 0.005 0.008
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
My 0.014 0.015 0.016 0.016 0.016 0.015 0.014
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
PP+1.25·CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz -0.006 -0.004 -0.002 0.000 0.002 0.004 0.006
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
My 0.018 0.018 0.019 0.019 0.019 0.018 0.018
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz -0.008 -0.005 -0.003 0.000 0.003 0.005 0.008
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
My 0.017 0.018 0.019 0.019 0.019 0.018 0.017
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000

Esforços em barras, por combinação


Combinação Posições na barra
Barra Esforço
Tipo Descrição 0.000 m 0.050 m 0.100 m
N4/N2 Aço dobrado PP+CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz 1.956 1.957 1.957
Mt 0.000 0.000 0.000
My 0.014 -0.084 -0.182
Mz 0.000 0.000 0.000
1.25·PP+CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz 1.958 1.958 1.959
Mt 0.000 0.000 0.000
My 0.014 -0.084 -0.182
Mz 0.000 0.000 0.000
PP+1.25·CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz 2.444 2.444 2.445
Mt 0.000 0.000 0.000
My 0.018 -0.105 -0.227
Mz 0.000 0.000 0.000
1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90 N 0.000 0.000 0.000

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Esforços em barras, por combinação


Combinação Posições na barra
Barra Esforço
Tipo Descrição 0.000 m 0.050 m 0.100 m
Vy 0.000 0.000 0.000
Vz 2.445 2.446 2.446
Mt 0.000 0.000 0.000
My 0.017 -0.105 -0.227
Mz 0.000 0.000 0.000

[Link].3. Envoltórias

Envoltórias dos esforços em barras


Posições na barra
Barra Tipo de combinação Esforço
0.000 m 0.050 m 0.100 m
N1/N3 Aço dobrado Nmín 0.000 0.000 0.000
Nmáx 0.000 0.000 0.000
Vymín 0.000 0.000 0.000
Vymáx 0.000 0.000 0.000
Vzmín -2.446 -2.446 -2.445
Vzmáx -1.957 -1.957 -1.956
Mtmín 0.000 0.000 0.000
Mtmáx 0.000 0.000 0.000
Mymín -0.227 -0.105 0.014
Mymáx -0.182 -0.084 0.018
Mzmín 0.000 0.000 0.000
Mzmáx 0.000 0.000 0.000

Envoltórias dos esforços em barras


Posições na barra
Barra Tipo de combinação Esforço
0.000 m 0.187 m 0.373 m 0.560 m 0.747 m 0.933 m 1.120 m
N3/N4 Aço dobrado Nmín 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Nmáx 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vymín 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vymáx 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Vzmín -0.008 -0.005 -0.003 0.000 0.002 0.004 0.006
Vzmáx -0.006 -0.004 -0.002 0.000 0.003 0.005 0.008
Mtmín 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Mtmáx 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Mymín 0.014 0.015 0.015 0.016 0.015 0.015 0.014
Mymáx 0.018 0.018 0.019 0.019 0.019 0.018 0.018
Mzmín 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Mzmáx 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000

Envoltórias dos esforços em barras


Posições na barra
Barra Tipo de combinação Esforço
0.000 m 0.050 m 0.100 m
N4/N2 Aço dobrado Nmín 0.000 0.000 0.000
Nmáx 0.000 0.000 0.000
Vymín 0.000 0.000 0.000
Vymáx 0.000 0.000 0.000
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Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Envoltórias dos esforços em barras


Posições na barra
Barra Tipo de combinação Esforço
0.000 m 0.050 m 0.100 m
Vzmín 1.956 1.957 1.957
Vzmáx 2.445 2.446 2.446
Mtmín 0.000 0.000 0.000
Mtmáx 0.000 0.000 0.000
Mymín 0.014 -0.105 -0.227
Mymáx 0.018 -0.084 -0.182
Mzmín 0.000 0.000 0.000
Mzmáx 0.000 0.000 0.000

[Link]. Resistência
Referências:
N: Esforço axial (t)
Vy: Esforço cortante segundo o eixo local Y da barra. (t)
Vz: Esforço cortante segundo o eixo local Z da barra. (t)
Mt: Momento torsor (t·m)
My: Momento fletor no plano 'XZ' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Y' da barra). (t·m)
Mz: Momento fletor no plano 'XY' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Z' da barra). (t·m)

Os esforços indicados são os correspondentes à combinação desfavorável, ou seja, aquela que solicita a
máxima resistência da seção.

Origem dos esforços desfavoráveis:


G: Verticais
GV: Verticais + vento
GSis: Verticais + sismo
GVSis: Verticais + vento + sismo

η: Aproveitamento da resistência. A barra cumpre as condições de resistência da Norma se cumprir que


η ≤ 100 %.

Verificação de resistência
Esforços desfavoráveis
η Posição
Barra N Vy Vz Mt My Mz Origem Estado
(%) (m)
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1/N3 31.96 0.000 0.000 0.000 -2.446 0.000 -0.227 0.000 G Passa
N3/N4 2.74 0.560 0.000 0.000 0.000 0.000 0.019 0.000 G Passa
N4/N2 31.96 0.100 0.000 0.000 2.446 0.000 -0.227 0.000 G Passa

[Link]. Flechas
Referências:
Pos.: Valor da coordenada sobre o eixo 'X' local do grupo de flecha no ponto onde se produz o valor
péssimo da flecha.
L.: Distância entre dois pontos de corte consecutivos da deformada com a reta que une os nós
extremos do grupo de flecha.

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Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Flechas
Flecha máxima absoluta xy Flecha máxima absoluta xz Flecha ativa absoluta xy Flecha ativa absoluta xz
Flecha máxima relativa xy Flecha máxima relativa xz Flecha ativa relativa xy Flecha ativa relativa xz
Grupo
Pos. Flecha Pos. Flecha Pos. Flecha Pos. Flecha
(m) (mm) (m) (mm) (m) (mm) (m) (mm)
0.000 0.00 0.660 0.19 0.000 0.00 0.000 0.00
N1/N2
- L/(>1000) 0.660 L/(>1000) - L/(>1000) - L/(>1000)

[Link]. Verificações E.L.U. (Completo)


Barra N1/N3
Perfil: 3X6,5
Material: Aço (A-36)
Nós Características mecânicas
Comprimento (1) (1) (2)
(m) Área Ix Iy It
Inicial Final
Y (cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
N1 N3 0.100 13.80 84.46 84.46 168.91
Notas:
(1)
Inércia em relação ao eixo indicado
Momento de inércia à torção uniforme
(2)

Flambagem Flambagem lateral


X
Plano ZX Plano ZY Aba sup. Aba inf.
β 1.00 1.00 0.00 0.00
LK 0.100 0.100 0.000 0.000
Cb - 1.000
Notação:
β: Coeficiente de flambagem
LK: Comprimento de flambagem (m)
Cb: Fator de modificação para o momento crítico

Limitação do índice de esbeltez (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.3.4)


A verificação não procede, já que não há força axial de compressão.

Resistência à tração (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.2)


A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de tração.

Resistência à compressão (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.3)


A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de compressão.

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Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Resistência à flexão eixo X (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.2)


Deve satisfazer:

η : 0.320

O esforço solicitante de cálculo desfavorável produz-se no nó N1, para a


combinação de ações 1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90.
- -
MSd : Momento fletor solicitante de cálculo, desfavorável. MSd : 0.227 t·m
O momento fletor resistente de cálculo M Rd deve ser tomado como o menor
valor entre os obtidos nas seguintes seções: MRd : 0.711 t·m
(a) Máximo momento fletor resistente de cálculo (ABNT NBR
8800:2008, Artigo [Link]):

MRd : 0.772 t·m

Onde:
Wx: Módulo de resistência elástico mínimo da seção Wx : 22.23 cm³
transversal em relação ao eixo de flexão.
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10
(b) Estado-limite último de flambagem local da parede do tubo
(ABNT NBR 8800:2008, Anexo G):
12.06 ≤ 56.00

MRd : 0.711 t·m

Onde:

λ : 12.06

Sendo:
D: Diâmetro externo da seção transversal. D : 76.00 mm
t: Espessura. t : 6.30 mm

λp : 56.00

Sendo:
E: Módulo de elasticidade do aço. E : 2038736 kgf/cm²
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
Mpl : 0.782 t
Onde:
Zx: Módulo de resistência plástico. Zx : 30.69 cm³
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10

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Resistência à flexão eixo Y (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.2)


A verificação não será executada, já que não existe momento fletor.

Resistência ao esforço cortante X (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.3)


A verificação não será executada, já que não existe esforço cortante.

Resistência ao esforço cortante Y (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.3)


Deve satisfazer:

η : 0.255

O esforço solicitante de cálculo desfavorável produz-se no nó N1, para a


combinação de ações 1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90.
VSd: Esforço cortante solicitante de cálculo, desfavorável. VSd : 2.446 t
A força cortante resistente de cálculo, VRd, é determinada pela expressão:

VRd : 9.588 t

Onde:
τcr: Tensão crítica, igual ao maior dos seguintes valores: τcr : 1529.05 kgf/cm²

τcr : 1529.05 kgf/cm²

τcr : 1529.05 kgf/cm²

Sendo:
E: Módulo de elasticidade do aço. E : 2038736 kgf/cm²
Lv: Distância entre os pontos de esforço cortante máximo
e nulo, tomada, de forma conservadora, como o
comprimento da viga. Lv : 1320.00 mm
D: Diâmetro externo da seção transversal. D : 76.00 mm
td: Espessura de cálculo da parede da seção transversal,
tomada igual a 0.93 vezes a espessura nominal. td : 5.86 mm
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
Ag: Área bruta da seção transversal da barra. Ag : 13.80 cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10

Resistência ao esforço axial e flexão combinados (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])
Não existe interação entre o esforço axial e o momento fletor nem entre momentos fletores em ambas as
direções para nenhuma combinação. Portanto, a verificação não é necessária.

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Relatórios
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Resistência à torção (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])


A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.

Resistência ao momento de torção, força axial, momento fletor e cortante (ABNT NBR 8800:2008,
Artigo [Link])
Não há interação entre a esforço axial, momento fletor, esforço cortante e momento torsor. Portanto, a
verificação não é necessária.

Resistência a interações de esforços e momento de torção (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])
Não há interação entre o momento torsor, os dois momentos fletores e os dois esforços cortantes.
Portanto, a verificação não é necessária.

Página 12
Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Barra N3/N4
Perfil: 3X6,5
Material: Aço (A-36)
Nós Características mecânicas
Comprimento (1) (1) (2)
(m) Área Ix Iy It
Inicial Final
Y (cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
N3 N4 1.120 13.80 84.46 84.46 168.91
Notas:
Inércia em relação ao eixo indicado
(1)

Momento de inércia à torção uniforme


(2)

Flambagem Flambagem lateral


X
Plano ZX Plano ZY Aba sup. Aba inf.
β 1.00 1.00 0.00 0.00
LK 1.120 1.120 0.000 0.000
Cb - 1.000
Notação:
β: Coeficiente de flambagem
LK: Comprimento de flambagem (m)
Cb: Fator de modificação para o momento crítico

Limitação do índice de esbeltez (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.3.4)


A verificação não procede, já que não há força axial de compressão.

Resistência à tração (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.2)


A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de tração.

Resistência à compressão (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.3)


A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de compressão.

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Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Resistência à flexão eixo X (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.2)


Deve satisfazer:

η : 0.027

O esforço solicitante de cálculo desfavorável produz-se num ponto situado


a uma distância de 0.560 m do nó N3, para a combinação de ações
1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90.
+ +
MSd : Momento fletor solicitante de cálculo, desfavorável. MSd : 0.019 t·m
O momento fletor resistente de cálculo M Rd deve ser tomado como o menor
valor entre os obtidos nas seguintes seções: MRd : 0.711 t·m
(a) Máximo momento fletor resistente de cálculo (ABNT NBR
8800:2008, Artigo [Link]):

MRd : 0.772 t·m

Onde:
Wx: Módulo de resistência elástico mínimo da seção Wx : 22.23 cm³
transversal em relação ao eixo de flexão.
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10
(b) Estado-limite último de flambagem local da parede do tubo
(ABNT NBR 8800:2008, Anexo G):
12.06 ≤ 56.00

MRd : 0.711 t·m

Onde:

λ : 12.06

Sendo:
D: Diâmetro externo da seção transversal. D : 76.00 mm
t: Espessura. t : 6.30 mm

λp : 56.00

Sendo:
E: Módulo de elasticidade do aço. E : 2038736 kgf/cm²
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
Mpl : 0.782 t
Onde:
Zx: Módulo de resistência plástico. Zx : 30.69 cm³
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10

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Resistência à flexão eixo Y (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.2)


A verificação não será executada, já que não existe momento fletor.

Resistência ao esforço cortante X (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.3)


A verificação não será executada, já que não existe esforço cortante.

Resistência ao esforço cortante Y (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.3)


Deve satisfazer:

η : 0.001

O esforço solicitante de cálculo desfavorável produz-se no nó N3, para a


combinação de ações 1.25·PP+CARRETEL250/90.
VSd: Esforço cortante solicitante de cálculo, desfavorável. VSd : 0.008 t
A força cortante resistente de cálculo, VRd, é determinada pela expressão:

VRd : 9.588 t

Onde:
τcr: Tensão crítica, igual ao maior dos seguintes valores: τcr : 1529.05 kgf/cm²

τcr : 1529.05 kgf/cm²

τcr : 1529.05 kgf/cm²

Sendo:
E: Módulo de elasticidade do aço. E : 2038736 kgf/cm²
Lv: Distância entre os pontos de esforço cortante máximo
e nulo, tomada, de forma conservadora, como o
comprimento da viga. Lv : 1320.00 mm
D: Diâmetro externo da seção transversal. D : 76.00 mm
td: Espessura de cálculo da parede da seção transversal,
tomada igual a 0.93 vezes a espessura nominal. td : 5.86 mm
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
Ag: Área bruta da seção transversal da barra. Ag : 13.80 cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10

Resistência ao esforço axial e flexão combinados (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])
Não existe interação entre o esforço axial e o momento fletor nem entre momentos fletores em ambas as
direções para nenhuma combinação. Portanto, a verificação não é necessária.

Página 15
Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Resistência à torção (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])


A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.

Resistência ao momento de torção, força axial, momento fletor e cortante (ABNT NBR 8800:2008,
Artigo [Link])
Não há interação entre a esforço axial, momento fletor, esforço cortante e momento torsor. Portanto, a
verificação não é necessária.

Resistência a interações de esforços e momento de torção (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])
Não há interação entre o momento torsor, os dois momentos fletores e os dois esforços cortantes.
Portanto, a verificação não é necessária.

Página 16
Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Barra N4/N2
Perfil: 3X6,5
Material: Aço (A-36)
Nós Características mecânicas
Comprimento (1) (1) (2)
(m) Área Ix Iy It
Inicial Final
Y (cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
N4 N2 0.100 13.80 84.46 84.46 168.91
Notas:
Inércia em relação ao eixo indicado
(1)

Momento de inércia à torção uniforme


(2)

Flambagem Flambagem lateral


X
Plano ZX Plano ZY Aba sup. Aba inf.
β 1.00 1.00 0.00 0.00
LK 0.100 0.100 0.000 0.000
Cb - 1.000
Notação:
β: Coeficiente de flambagem
LK: Comprimento de flambagem (m)
Cb: Fator de modificação para o momento crítico

Limitação do índice de esbeltez (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.3.4)


A verificação não procede, já que não há força axial de compressão.

Resistência à tração (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.2)


A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de tração.

Resistência à compressão (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.3)


A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de compressão.

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VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Resistência à flexão eixo X (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.2)


Deve satisfazer:

η : 0.320

O esforço solicitante de cálculo desfavorável produz-se no nó N2, para a


combinação de ações 1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90.
- -
MSd : Momento fletor solicitante de cálculo, desfavorável. MSd : 0.227 t·m
O momento fletor resistente de cálculo M Rd deve ser tomado como o menor
valor entre os obtidos nas seguintes seções: MRd : 0.711 t·m
(a) Máximo momento fletor resistente de cálculo (ABNT NBR
8800:2008, Artigo [Link]):

MRd : 0.772 t·m

Onde:
Wx: Módulo de resistência elástico mínimo da seção Wx : 22.23 cm³
transversal em relação ao eixo de flexão.
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10
(b) Estado-limite último de flambagem local da parede do tubo
(ABNT NBR 8800:2008, Anexo G):
12.06 ≤ 56.00

MRd : 0.711 t·m

Onde:

λ : 12.06

Sendo:
D: Diâmetro externo da seção transversal. D : 76.00 mm
t: Espessura. t : 6.30 mm

λp : 56.00

Sendo:
E: Módulo de elasticidade do aço. E : 2038736 kgf/cm²
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
Mpl : 0.782 t
Onde:
Zx: Módulo de resistência plástico. Zx : 30.69 cm³
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10

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VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Resistência à flexão eixo Y (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.2)


A verificação não será executada, já que não existe momento fletor.

Resistência ao esforço cortante X (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.3)


A verificação não será executada, já que não existe esforço cortante.

Resistência ao esforço cortante Y (ABNT NBR 8800:2008, Artigo 5.4.3)


Deve satisfazer:

η : 0.255

O esforço solicitante de cálculo desfavorável produz-se no nó N2, para a


combinação de ações 1.25·PP+1.25·CARRETEL250/90.
VSd: Esforço cortante solicitante de cálculo, desfavorável. VSd : 2.446 t
A força cortante resistente de cálculo, VRd, é determinada pela expressão:

VRd : 9.588 t

Onde:
τcr: Tensão crítica, igual ao maior dos seguintes valores: τcr : 1529.05 kgf/cm²

τcr : 1529.05 kgf/cm²

τcr : 1529.05 kgf/cm²

Sendo:
E: Módulo de elasticidade do aço. E : 2038736 kgf/cm²
Lv: Distância entre os pontos de esforço cortante máximo
e nulo, tomada, de forma conservadora, como o
comprimento da viga. Lv : 1320.00 mm
D: Diâmetro externo da seção transversal. D : 76.00 mm
td: Espessura de cálculo da parede da seção transversal,
tomada igual a 0.93 vezes a espessura nominal. td : 5.86 mm
fy: Resistência ao escoamento do aço. fy : 2548.42 kgf/cm²
Ag: Área bruta da seção transversal da barra. Ag : 13.80 cm²
γa1: Coeficiente de segurança do material. γa1 : 1.10

Resistência ao esforço axial e flexão combinados (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])
Não existe interação entre o esforço axial e o momento fletor nem entre momentos fletores em ambas as
direções para nenhuma combinação. Portanto, a verificação não é necessária.

Página 19
Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

Resistência à torção (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])


A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.

Resistência ao momento de torção, força axial, momento fletor e cortante (ABNT NBR 8800:2008,
Artigo [Link])
Não há interação entre a esforço axial, momento fletor, esforço cortante e momento torsor. Portanto, a
verificação não é necessária.

Resistência a interações de esforços e momento de torção (ABNT NBR 8800:2008, Artigo [Link])
Não há interação entre o momento torsor, os dois momentos fletores e os dois esforços cortantes.
Portanto, a verificação não é necessária.

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Relatórios
VERIFICAÇÃO DO TUBO DE 3 POL Data: 27/03/23

[Link]. Verificações E.L.U. (Resumido)


VERIFICAÇÕES (ABNT NBR 8800:2008)
Barras Estado
λ Nt Nc Mx My Vx Vy NMxMy T NMVT στf
(1) (2) (3) x: 0 m (4) (5) x: 0 m (6) (7) (8) (9) PASSA
N1/N3 N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A.
η = 32.0 η = 25.5 η = 32.0
(1) (2) (3) x: 0.56 m (4) (5) x: 0 m (6) (7) (8) (9) PASSA
N3/N4 N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A.
η = 2.7 η = 0.1 η = 2.7
(1) (2) (3) x: 0.1 m (4) (5) x: 0.1 m (6) (7) (8) (9) PASSA
N4/N2 N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A. N.A.
η = 32.0 η = 25.5 η = 32.0
Notação:
λ: Limitação do índice de esbeltez
Nt: Resistência à tração
Nc: Resistência à compressão
Mx: Resistência à flexão eixo X
My: Resistência à flexão eixo Y
Vx: Resistência ao esforço cortante X
Vy: Resistência ao esforço cortante Y
NMxMy: Resistência ao esforço axial e flexão combinados
T: Resistência à torção
NMVT: Resistência ao momento de torção, força axial, momento fletor e cortante
σ τ f: Resistência a interações de esforços e momento de torção
x: Distância à origem da barra
η: Coeficiente de aproveitamento (%)
N.A.: Não aplicável
Verificações desnecessárias para o tipo de perfil (N.A.):
(1)
A verificação não procede, já que não há força axial de compressão.
A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de tração.
(2)

A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de compressão.
(3)

A verificação não será executada, já que não existe momento fletor.


(4)

A verificação não será executada, já que não existe esforço cortante.


(5)

(6)
Não existe interação entre o esforço axial e o momento fletor nem entre momentos fletores em ambas as direções para nenhuma
combinação. Portanto, a verificação não é necessária.
(7)
A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.
Não há interação entre a esforço axial, momento fletor, esforço cortante e momento torsor. Portanto, a verificação não é
(8)

necessária.
(9)
Não há interação entre o momento torsor, os dois momentos fletores e os dois esforços cortantes. Portanto, a verificação não é
necessária.

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