RESERVADO ME 1 - 67
EJÉRCITO DEL PERÚ
OPERAÇÕES
CONTRASUBVERSÃO URBANA E
DISTÚRBIOS CIVIS
EDIÇÃO 2016
RESERVADO ME 1 - 67
EXÉRCITO DO PERU
OPERAÇÕES
CONTRASUBVERSÃO URBANA E
DISTÚRBIOS CIVIS
EDICIÓN 2016
RESOLUÇÃO
1-2
2-2
RESERVADO ME 1 - 67
CONTRASUBVERSÃO URBANA E DISTÚRBIOS CIVIS
ÍNDICE
CAPITULO I INTRODUCCIÓN Párr. Pág.
Objeto ....................................................................... 1.1 1-1
Finalidad ................................................................... 1.2 1-1
Alcance 1.3 1-1
Proteção da Informação 1.4 1-1
Actualización............................................................. 1.5 1-2
Definición de Términos............................................. 1.6 1-2
CAPITULO 2 MARCO CONCEPTUAL GENERAL
Sección l. GENERALIDADES
Descripción General................................................. 2.1 2-1
Insurgência............................................................... 2.2 2-1
Rebelião.................................................................... 2.3 2-1
Subversão................................................................ 2.4 2-2
Guerra Convencional................................................ 2.5 2-2
Guerra Nuclear......................................................... 2.6 2-2
Sección II. SUBVERSÃO URBANA
Conceitos Gerais............................................... 2.7 2-2
Elección y Clasificación de los Objetivos.................. 2.8 2-3
Características da Subversão Urbana................. 2.9 2-4
Sección III. DISTÚRBIOS CIVIS
Conceito................................................................... 2.10 2-5
Tipos de alterações................................................ 2.11 2-5
CAPÍTULO 3 CONTRASSUBVERSÃO URBANA
Sección l. GENERALIDADES
Protección................................................................. 3.1 3-1
Conceito Geral das Operações..................... 3.2 3-4
Normas para conducir las Operaciones.................... 3.3 3-4
Áreas Operativas Urbanas........................................ 3.4 3-5
Comando e Controle 3.5 3-6
Organización del Área.............................................. 3.6 3-7
Seção II. EMPLO DE FORÇA
Generalidades........................................................... 3.7 3-8
Medidas y actividades por adoptar por
as Forças Armadas................................................ 3.8 3-9
Seção III. EMPREGAMENTO ESPECÍFICO DA FORÇA
Tropas a pé.............................................................. 3.9 3-14
Tropa a Cavalo........................................................ 3.10 3-14
Veículos blindados.................................................. 3.11 3-14
Carros de jato de água (rompe manifestações) 3.12 3-15
Obstáculos................................................................ 3.13 3-15
Empleo de Francotiradores....................................... 3.14 3-16
Bombeiros................................................................. 3.15 3-16
Altofalantes e fotografias........................................ 3.16 3-17
Sección IV. UNIDADES DE CONTRASUBVERSION URBANA
Indicação.................................................................. 3.17 3-17
Misión........................................................................ 3.18 3-17
Organização............................................................. 3.19 3-17
Composición............................................................. 3.20 3-18
Características.......................................................... 3.21 3-19
Posibilidades............................................................. 3.22 3-20
CAPITULO 4 DISTURBIOS CIVILES
Seção l. GERALIDADES
Considerações Básicas.......................................... 4.1 4-1
Normas de Conducta de la Fuerza y
Trato a Civis........................................................... 4.2 4-2
Sección II. OPERAÇÕES CONTRA MUCHEDUMBRES
Conceitos Gerais............................................... 4.3 4-3
Procedimento a seguir............................................. 4.4 4-4
Sección III. OPERAÇÕES CONTRA TURBAS
Conceitos Gerais............................................... 4.5 4-4
Procedimento a seguir............................................. 4.6 4-5
Sección IV. OPERACOES CONTRA-ATAQUES
Conceitos Gerais............................................... 4.7 4-6
Procedimiento a seguir............................................. 4.8 4-6
SeçãoV. OPERAÇÕES DE ISOLAMENTO
Conceitos Gerais............................................... 4.9 4-7
Procedimento a seguir............................................. 4.10 4-8
Seção VI. OPERAÇÕES DE DESBLOQUEIO
Conceitos gerais................................................ 4.11 4-9
Procedimento a seguir............................................. 4.12 4-9
Seção VII. OPERAÇÕES DE REGISTRO
Conceitos Gerais................................................ 4.13 4.10
Procedimento a seguir............................................. 4.14 4-10
Sección VIII. PROCEDIMIENTO PARA ASEGURAR LA
LIBERDADE DO TRABALHO
Conceitos Gerais............................................... 4.15 4-13
Procedimento a seguir............................................. 4.16 4-13
Seção IX. PROCEDIMENTOS ANTE O HALLAZGO DE
ARTIFÍCIOS EXPLOSIVOS
Ação Imediata ...................................................... 4.17 4-14
De não se contar de imediato com
pessoal especializado............................................. 4.18 4-14
Si el artefacto presenta una mecha Visible............... 4.19 4-14
Sección X. EMPLOYMENT OF WEAPONS
Conceptos Generales............................................... 4.20 4-15
Empleo de las Armas................................................ 4.21 4-15
Sección XI. PUESTOS DE CONTROL
Concepto Básico....................................................... 4.22 4-17
Finalidad ................................................................... 4.23 4-17
Organização............................................................. 4.24 4-17
Material que deve dispor o Posto de Controle..... 4.25 4-18
Missões.................................................................... 4.26 4-18
Emplazamientos por ocupar..................................... 4.27 4-19
Seção XII. FORMAÇÕES QUE A FORÇA EMPREGA
Generalidades........................................................... 4.28 4-20
Formaciones Básicas................................................ 4.29 4-21
Formaciones Modificadas......................................... 4.30 4-21
Tipos de Apoyo de las Formaciones......................... 4.31 4-21
Figuras das Formações...................................... 4.32 4-22
CAPITULO 1
INTRODUÇÃO
1.1 Objeto
Estabelecer procedimentos operacionais para agir e enfrentar
as ações da subversão na cidade e os transbordamentos populares de
diferente índole ou diferente finalidade, denominados distúrbios civis.
1.2 Finalidade
a. Orientar o pessoal militar que atua em Operações Contra a
Subversão na cidade e contra distúrbios civis.
b. Facilitar as operações de controle interno.
c. Servir de guia para a instrução nas diferentes Escolas e Unidades.
1.3 Alcance
a. Comprende un conjunto de conceptos, criterios y procedimientos
relacionados com o emprego da Força em Operações Contra a
Subversão na cidade e contra distúrbios civis.
b. Su aplicación comprende a todos los niveles de Comando para
sua execução e controle.
c. De conhecimento obrigatório por todos os Oficiais Subalternos.
1.4 Protección de la Información
a. As informações contidas neste Manual têm a
classificação “RESERVADO”, devendo o usuário adotar as medidas
necessárias de proteção que lhe correspondem a fim de evitar sua perda ou
seu conhecimento por pessoas não autorizadas.
b. Os exemplares estão numerados e nos cargos dos
respectivas Bibliotecas de cada Dependência (GGUU, UU), sendo motivo
de relevo.
1-1
c. Durante as Inspeções ou Visitas de Comando, os Inspetores
de Instrução e Treinamento e de Inteligência e o G-3 e G-2
respectivamente, verificarán la existencia del presente texto, el registro
de atribuição e o conhecimento do seu conteúdo; a fim de garantir seu
existência e sua internalização no pessoal usuário.
1.5 Actualización
a. El contenido del presenteTexto, requiere actualizarse en
forma permanente, dados os contínuos mudanças nas modalidades ou
procedimentos que emprega a subversão ou grupos políticos, religiosos,
etc., para lograr o transbordamento popular.
b. As Lições Aprendidas exigem estar atualizado sobre os
métodos, procedimentos, abordagens, que aplicam os elementos que
buscam causar caos e desordem através da casuística que experimentam
los diferentes Comandos tanto en la aplicación del presenteTexto como
pelos conhecimentos adquiridos de outras experiências.
c. Em ambos casos; as observações, sugerencias,
recomendações, experiências, fatos, etc., que permitam enriquecer o
conteúdo do presente texto assim como obter lições aprendidas, por
o Canal de Comando, se remeterão ao CG COEDE (DIVDOC) assim que
obtengan y en el mes de Setiembre de cada año se remitirá un consolidado
da informação tramitada.
1.6 Definición de Términos
a. Aglomeração. Grande acumulação de pessoas.
b. Distúrbios civis. São manifestações públicas de grande magnitude
variáveis caracterizadas por atos de violência por parte da população
civil que podem chegar a produzir grave alteração da ordem pública,
obrigando à intervenção rápida, adequada e enérgica das Forças do
Ordem. Esses distúrbios podem ser originados pela ação de agitadores,
propaganda subversiva, controvérsias entre patrões e empregados, falta
de habitação, alimentos, desemprego, desastres naturais ou provocados,
agentes enviados por outras nações e por qualquer outra condição política,
económica e/ou social.
1-2
c. Forças de Ordem ou Forças Legais. É considerado como
Forças da Ordem ou Forças Legais, aquelas pertencentes às
FFAA e PNP, devidamente instruídas, treinadas e capacitadas para
enfrentar com sucesso as exigências da subversão urbana
y/o los disturbios, de acordo com o estabelecido na Constituição Política
do Peru.
d. Guerrilha Urbana. É a luta franca e aberta que realizam
elementos subversivos contra as Forças de Ordem; se desenvolve como
o combate nas localidades.
e. O selecto. São os elementos caracterizados de uma população
que por serem os mais capacitados desempenham funções de líderes.
f. Manifestación. Es una demostración pública a favor o en contra
de algum movimento ou grupo político, econômico ou social. Durante
uma demonstração, as pessoas estão congregadas com uma intenção
común y responden emocional y colectivamente al mismo estímulo. Las
as demonstrações podem ser realizadas localmente ou simultaneamente em
diferentes pontos, podendo ser de caráter local, regional, nacional e
incluso internacional.
g. Masas. Es la parte de la población o pueblo compuesto de
indivíduos que não pertencem ao seleto.
h. Motim. É uma alteração da paz pública realizada por três
o mais pessoas unidas por vínculos e propósitos comuns.
i. Motivação. É o incentivo sobre o funcionamento do
comportamento humano e que o leva a agir de um modo determinado.
j. Muchedumbre. Multidão, grande quantidade de pessoas que se
reúnem de forma casual ou com um interesse comum físico ou psicológico. Seus
membros pensam e agem como elementos isolados e desorganizados e
pode ser o resultado de uma reunião acidental e transitória de pessoas.
Uma multidão não constitui uma manifestação subversiva.
k. Operações especiais de Inteligência. São aquelas operações
planeadas e executadas com a finalidade de obter informações de índole
secreta que contribua para a produção de inteligência e para a determinação
1-3
de riscos de qualquer tipo aos quais nossa organização está exposta.
Este tipo de operações são realizadas de forma clandestina.
l. Operações especiais de Contrainteligência. São aquelas
operações planejadas e executadas com o máximo segredo e
compartimentagem para eliminar os riscos determinados pela Inteligência.
m. Postos de Controle. São instalações que são estabelecidas em uma
rota, rua ou lugar de acesso a uma zona determinada com a finalidade de
exercer controle sobre as pessoas e veículos que por ali transitam.
n. Subversão Urbana. Conjunto de ações violentas realizadas
em uma localidade para se apoderar de seu controle e obter diversas vantagens
materiais e psicológicas, causando uma série de perturbações do
ordem cidadã. Caracteriza-se pela luta nas ruas dentro de uma
localidad, asalto a comisarías, cárceles, instalaciones militares, sabotaje
aos SSPPEE e ações de terrorismo. É planejada e conduzida por
organização subversiva.
o. Tumulto. Desacato à ordem levado metodicamente por uma
multidão em apoio a um objetivo comum; é realizada por meio de uma ação
planeada contra as pessoas ou bens que se deseja vulnerar.
p. Turba. É a multidão desordenada cujos membros, sob o
estímulo de uma intensa excitação ou agitação, perdem o sentido de
a razão e o respeito à lei e seguem indivíduos que os dirigem para
adotar atitudes desatinadas e delitivas. Sua ação é violenta.
1-4
CAPITULO 2
MARCO CONCEPTUAL GERAL
Seção I. GENERALIDADES
2.1 Descripción General
a. A Guerra Revolucionária em alguns casos e elementos políticos-
sociais independentes e interessados em outros, através da insurgência,
têm realizado ou provocado ações que se desencadearam em
alteraciones del orden público, particularmente de tinte subversivo;
aplicando técnicas de manejo de massas, apoiadas em uma minuciosa e
ação psicológica bem planejada.
b. El poder político es el tema central en las insurgencias y
também nas contrainsurgências; cada oponente aponta a conseguir que
o povo aceite seu governo ou autoridade como legítima: Os insurgentes
fazem uso de todas as ferramentas disponíveis - políticas (inclusive
diplomáticas), informativas (incluindo apelando a crenças religiosas,
étnicas ou ideológicas), militares e econômicas – para derrubar a
autoridade existente; os contrainsurgentes, por sua vez, fazem uso de todos
os instrumentos do poder nacional para apoiar o governo estabelecido e
reduzir a possibilidade de que surja outra crise.
2.2 Insurgência
É o conjunto de movimentos organizados, de natureza diferente
cuja finalidade é derrubar um governo constituído, através do emprego
da rebelião, subversão, guerra convencional ou guerra nuclear. A
característica común de cada una de estas modalidades en su esencia,
é que constitui uma luta político-militar organizada e prolongada,
desenhada para enfraquecer o controle e a legitimidade de um governo estabelecido.
2.3 Rebelião
Situación que comprende apartarse de la autoridad, sublevándose
contra ela; emprega uma série de condutas de agitação e violência; tais
como: desordens, greves, ocupação de instalações, atos subversivos, etc.
2-1
2.4 Subversão
Conjunto de ações de toda a natureza, realizadas com a finalidade
de conquistar o poder, por meio do qual uma facção, agindo a partir do
interior do país, esforça-se para destruir as estruturas políticas, sociais
e econômicas da nação, ao mesmo tempo que se vão criando as bases para
substituí-las as atuais.
2.5 Guerra Convencional
Aquelaemqueseempregamarmas,técnicasouprocedimentoscujouso
não constitui motivo de controvérsia internacional; portanto não inclui as
armasatómicas,químicasebiológicasnemaschamadasguerrasdeguerrilha,etc.
2.6 Guerra Nuclear
Aquela em que são empregadas armas nucleares ou de destruição em massa.
Seção II. SUBVERSÃO URBANA
2.7 Conceitos Gerais
a. A subversão urbana, geralmente tem ocorrido em centros
urbanos e em suas periferias; atualmente também é realizado em áreas
rurais ou no campo (estradas, pontes, lagoas, etc.), transferindo
para esses casos ingentes quantidades de pessoas para impedir o trânsito
o acesso a determinado lugar.
b. Sua importância reside nas vantagens materiais que pode
contribuir para a subversão através da insurgência e também por
desfavoráveis repercussões de ordem psicológica que produz não apenas
sobre a população da localidade e da região onde é realizado senão
também sobre a de todo o país.
c. Dado que em toda ordem social e política sempre existem
descontentos será relativamente fácil agitar e dividir: A subversão
urbana será, por natureza, relativamente rápida, inflamatória e destinada
a enardecer e a provocar um descontentamento agudo; poderá ser geral ou
localizarla en determinados sectores humanos (gremios, sindicatos,
estudiantado, etc.).
2-2
2.8 Elección y Clasificación de los Objetivos
a. A escolha dos objetivos constitui um problema fundamental,
pois redundará na maior rapidez do sucesso da subversão urbana.
Geralmente, a organização subversiva não dispõe de forças
suficientes para apoderar-se desde o começo da insurreição, de
todos os objetivos que se estimarem necessários, o que implica relegar no
tempo, a captura daqueles que não são absolutamente indispensáveis
para el éxito inicial. Es necesario, entonces, tener en cuenta los criterios
que permitan clasificar los objetivos.
b. Os objetivos de uma subversão devem ser classificados como
principais e secundários:
1) Objetivos principais. Nesta categoria devem ser considerados
aqueles objetivos que vão significar uma vantagem decisiva
desde o ponto de vista material, ou ter uma grande repercussão
moral e psicológica sobre a população. Entre estes podem ser
considerar os: quartéis e diferentes instalações das
FFAA (depósitos de municiones, almacenes de armamento,
arsenais etc.), delegacias e outras instalações policiais;
así como también autoridades civiles y militares y personas
importantes do partido no governo. Podem ser localizados
dentro desta categorização às prisões na busca de
a libertação de presos afins à subversão (militantes e
simpatizantes).
2) Objetivos secundarios. En esta categoría se consideran
aqueles objetivos cuja captura ou destruição não significam
uma vantagem decisiva para a subversão, mas que em
o transcurso dela pode representar uma contribuição
considerável para a luta. Entre estes pode-se considerar
a: medios de comunicación masiva (estaciones de radio y
televisão, locais de jornais e revistas, etc.), centrais de
energia elétrica, instalações principais de água potável,
depósitos de abastecimentos, ou seja, os Serviços Públicos
Essenciais.
2-3
2.9 Características de la Subversión Urbana
A subversão nos centros urbanos, em razão do atual
desenvolvimento e do intenso crescimento da população, se caracteriza
por:
a. Permitir a rápida reunião ou concentração de grandes quantidades
de personas.
b. Facilitar uma ação surpresa.
c. Produzir um grande efeito psicológico.
d. Causar grandes perjuicios a la economías local, regional y
nacional.
e. Dificultar a identificação dos responsáveis.
f. Alterar fundamentalmente a ordem político-social vigente.
g. Exigir uma grande quantidade de efetivos para seu controle e repressão.
h. Obligar às vezes, à adoção de medidas repressivas
indiscriminadas, produzindo o deterioramento da autoridade legal.
i. Favorecer o emprego da técnica de domínio das massas por
parte de la organización subversiva.
2-4
Sección III. DISTURBIOS CIVILES
2.10 Conceito
Alterações ou mudanças na ordem pública, de magnitude variável;
podendo ser local, regional ou nacional; de forma manifesta e violenta,
provocada por interesses de ordem política, social, religioso, etc.;
buscando:
a. Reivindicación de derechos, ofrecimientos, etc., políticos,
sociais, religiosos, etc.
b. Derrubar o governo local, regional ou nacional.
c. Criar zonas libertadas.
d. Independizar zonas ou áreas do território nacional, afastando-se
do Estado e seu governo.
2.11 Tipos de alteraciones
a. Desobediência à autoridade ou à lei.
b. Desordens.
c. Tomadas de locais, estradas, pontes, SSPPEE, etc.
d. Ataque a instalaciones estatales.
e. Paros.
Marchas não autorizadas e aquelas que ultrapassam o controle
g. policial.
2-5
CAPITULO 3
CONTRASUBVERSÃO URBANA
Seção l. GENERALIDADES
3.1 Protección
a. Conceitos Gerais
1) As medidas de proteção nas Operações contra a
subversão urbana que permita alcançar a segurança deverá
ter uma consideração especial e se tornarão em uma das
maiores responsabilidades de Comando devido aos diferentes
procedimentos de combate que o inimigo emprega, que de forma
permanente buscará surpreender as Forças Operativas.
2) A proteção não deve se restringir apenas às próprias tropas, mas sim
deverá se estender a todo o sistema do Estado (instalações
militares, SSPPEE, autoridades, etc.) que intervêm de alguma
maneira na luta contra a subversão. Por tal motivo, as
medidas de segurança devem ser previstas minuciosamente
desde o planejamento e aumentar durante a execução
das operações (o planejamento e suas apreciações de
a situação continua trabalhando, atualizando as informações,
registrando novos fatos, etc.).
b. Adoção de medidas de proteção
1) Todas as Forças Operativas (FFOO) assim como também as
instalações militares, instalações públicas e privadas que
se considerem críticas ou favoráveis aos seus interesses, estarão
expostas a serem atacadas por elementos subversivos. Será
essencial uma segurança local efetiva para a defesa contra
dichos ataques. As medidas de proteção que forem adotadas
deverão compreender:
a) Organizar a defesa em forma perimetral (360o), com
um sistema de avançadas (alerta e proteção inicial).
3-1
b) Fazer um uso máximo de obstáculos naturais e
artificiais sobre as direções de aproximação do
inimigo.
c) Empregar medidas de engano, alarme, iluminação,
aparatos eletrônicos de vigilância, uso de zonas
restringidas, etc.
d) Proteger os abastecimentos, o armamento, equipamento,
etc., que possa ser útil para os elementos
subversivos.
e) Manter reservas móveis, prontas para neutralizar
um ataque surpresa dos elementos subversivos
(voltas ofensivas).
f) Estabelecer comunicações adequadas com o fim de
coordenar de forma pertinente a defesa e o apoio de
outros elementos das FFOO vizinhos ou do Escalão
Superior.
g) Incrementar os reconhecimentos aéreos e terrestres de
a zona urbana, especialmente de lugares que podem
ser empregados como local para argamassas
caseros ou armas coletivas.
h) Estabelecer um apoio mútuo adequado com os elementos
vizinhos.
i) Armazenar suprimentos suficientes em locais
dispersos e protegidos.
j) Formular planos de apoio de fogo, simples e flexíveis.
As medidas de proteção que se adotam em uma zona
urbana deverão ser modificadas de forma periódica e
irregular, para assim anular a informação que os elementos
subversivos possam ter obtido em relação ao dispositivo,
atividades e hábitos de nossas Forças. Isso pode
lograrse “variando” periódicamente:
3-2
a) As rotas das patrulhas e a localização dos sentinelas.
b) As localizações dos diferentes postos de vigilância.
c) Os horários de troca de turno.
d) Os sinais de reconhecimento.
e) Os locais das armas coletivas.
3) A fim de evitar surpresas ou emboscadas, as tropas devem
de estarem informadas sobre os procedimentos que emprega o
inimigo, suas técnicas habituais e as atividades do
elementos suspeitos na zona de responsabilidade. A
a preparação das nossas Forças será fundamental.
4) Será necesario obtener información sobre las bases y
cédulas que operam os elementos subversivos, identificar a
seus chefes e simpatizantes civis, os meios de comunicação
que lhes são afins e suas fontes de abastecimento. A
a efetividade da ação subversiva dependerá em grande
medida de la información que ellos dispongan. Por ello
se deverão adotar medidas de Contrainteligência e de
segurança da Informação para negar informações
sobre nuestras operaciones, instalaciones y movimientos
das tropas.
5) Dado que las operaciones contra la subversión pueden ser
discontinuas, os períodos de calma poderiam gerar a
tendência a diminuir a vigilância. As tropas destacadas
nas Bases de Combate, Bases de Patrulha, etc., poderão
adquirir por este motivo, um falso sentido de segurança e
descurar sua vigilância.
6) As medidas de Contrainteligência e de segurança da
Informação nos movimentos (marchas ou transporte) que se
realizam-se nas operações contra a subversão urbana,
serão similares às que forem adotadas nas operações
convencionais com as variantes próprias deste tipo de
luta.
3-3
3.2 Concepto General de las Operaciones
a. Em qualquer situação de perturbação da ordem dentro dos
núcleos urbanos, seja qual for sua intensidade, os elementos subversivos
procurarão comprometer a população. Esta será a massa de manobra
que empreguem, pois suas organizações não permitem contar com efetivos
suficientes.
b. As operações na luta contra a subversão urbana têm
caracteres próprios de acordo com o civismo da população, que será um
índice del grado de apoyo que la población brinde a la subversión urbana
e das peculiaridades desta última.
c. O planejamento, preparação e condução das operações
contra a subversão urbana, requer informação e inteligência
operativa, agressiva e oportuna.
3.3 Normas para conducir las Operaciones
a. A subversão urbana pode ser destruída mais rapidamente, se
são executadas as operações especiais de Inteligência e Contrainteligência
que permitam determinar e eliminar os riscos que não podem ser
eliminados pelas Forças Operativas por sua forma de agir, utilizando
pessoal basicamente treinado e especializado que disponha dos
recursos necesarios.
b. Os aspectos que requerem devem ser coordenados de forma detalhada
a intervenção simultânea das Forças Operacionais (FFAA e PNP).
c. A zona urbana deve ser dividida em áreas de responsabilidade.
d. Devem ser isoladas as áreas urbanas convulsionadas do resto de
a localidade.
e. Lograr o apoio popular como meio essencial para alcançar a
vitória.
f. O controle da população deve incluir:
Estabelecimento de zonas de acesso proibidas.
3-4
2) Implantación del toque de queda.
3) Controle de armas.
4) Controle de veículos, locais de recreio e artigos críticos.
5) Censura.
6) Allanamentos.
Controle de entrada e saída de passageiros.
8) Intensificação do patrulhamento.
9) Comunicações eficazes.
10) Estabelecimento de postos de controle e vigilância.
11) Uso de salvoconductos.
12) Determinación de los objetivos de la Inteligencia.
g. Las operaciones estarán orientadas a una doble acción:
1) Ação sobre a população, que buscará ganhar sua adesão
em direção às Forças Operativas.
2) Ação contra os subversivos, que compreenderá operações
planeadas, preparadas e conduzidas para neutralizar,
capturar ou eliminar os elementos armados subversivos.
3.4 Áreas Operativas Urbanas
a. Análise da área para as operações do inimigo.
1) A subversão urbana explorará as áreas onde existam
maiores concentrações populares, que são aquelas onde
se desenrolam a maioria das atividades comerciais;
éstas áreas le serán particularmente favorables en las horas
de maior movimento.
3-5
2) Otros locales que se presentan favorablemente a la acción
subversiva são os campos esportivos, saídas de cinema e
lugares onde se produzem grandes concentrações de
gente.
3) Os bairros residenciais, quase sempre possuem uma vida
tranquila, por eso difícilmente sirven de marco favorable para
a subversão.
b. Análise da área para nossas operações.
A manutenção da ordem e as operações contra subversivos
variam de acordo com as características de cada área da cidade. Com
As áreas seguintes podem ser consideradas fins operativos:
1) Área Blanca. Aquella donde existe normalidad del orden
público, a vida da população está calma e tranquila sob
o controle das Forças de Ordem.
2) Área Rosada. É uma etapa de transição entre a Área Branca.
e a Área Vermelha, onde se apreciam fortes indícios de chegar a
convulsionar-se.
3) Área Vermelha. É a mais vulnerável para as operações
subversivas. O subversivo a prefere para suas ações,
pois não está sob o controle efetivo das Forças
do Ordem e o subversivo possui liberdade de ação.
3.5 Comando e Controle
a. Comando. Deve ser centralizado e único, mas a execução será
descentralizada.
b. Comando en una ciudad.
1) Nas cidades onde a ordem está alterada, mas que
seja possível uma soma de esforços e coordenação dos
ações, deverá existir um Comando único. Não será possível
que as Forças atuem sob diversos comandos sem que elas
se obstaculizem reciprocamente ou pelo menos dêem lugar a
3-6
fricções e o surgimento posterior de ressentimentos entre
elas.
2) O Comando das operações em uma cidade poderá ficar
diretamente a cargo do Chefe da Área, que poderá delegar
a uma autoridade subordinada. Este Comandante organizará
seu Estado Maior de maneira que compreenda representantes
dos diferentes órgãos do Governo e civis (Comitês de
Defesa Civil) cuja atuação tenha relação direta com as
operações, particularmente aqueles organismos ligados a
os serviços públicos essenciais.
c. Comando em uma área designada a uma Unidade. É uma área de
responsabilidad de una Unidad, su Comandante será el Jefe de todos los
elementos que atuem dentro dela.
d. Emprego das Forças Armadas
1) Quando a responsabilidade das operações fica a
cargo das Forças Armadas por incapacidade da Polícia
Nacional, diante dos acontecimentos ou pela importância
dos fatos, o Comando Operacional dessas Forças o
assuma o Comandante Militar respectivo.
2) Se houvesse mais de um Instituto Armado na condução de
as operações, deverá além disso nomear-se um Comando
único e estabelecer um Estado Maior Conjunto.
3.6 Organização da Área
a. Divisão em áreas de responsabilidade.
1) Uma cidade pode ser organizada para operações urbanas
na forma seguinte:
a) Zona
b) Sub Zona
c) Setor
d) Sub Sector
3-7
2) Se considera também:
a) Bases de Operações
b) Bases de Patrulha
b. Considerações para a determinação de áreas de responsabilidade.
Uma unidade militar empenhada em operações de manutenção
do orden ou de contra subversão, normalmente, recebe uma área de
operações específicas. A condução das operações nessas áreas
deverão ser de responsabilidade de um Comando único, tendo em conta:
1) Empregar ao máximo os órgãos administrativos civis
existentes.
2) Empregar as redes de informação existentes.
3) Máximo emprego das Forças de Ordem disponíveis.
4) Coordinar el empleo de las Fuerzas.
5) Coordenar as ações com as áreas de responsabilidade vizinhas.
Sección II. EMPLEO DE LAS FUERZAS
3.7 Generalidades
[Link] os meios disponíveis podem ser empregados na contra
subversão urbana. As Forças Armadas e a Polícia Nacional são as de
empleo normal; sin embargo, éstas pueden ser complementadas en su
accionar con otras tales como: Bomberos voluntarios, Policía Municipal,
Polícia Particular, etc., sempre que estejam devidamente
organizadas e identificadas e propensas a cooperar com as Forças
operativas.
b. As Forças disponíveis devem ser empregadas considerando
consideração sua modalidade operativa, a situação existente e a área de
operações.
3-8
c. A participação das FFAA para restabelecer a Ordem Interna u
outra manifestação de violência da população será de caráter temporário
e atuará cumprindo um 'papel' puramente 'repressivo'.
d. As FFAA durante sua intervenção, de forma alguma deverão
deixar de lado ou minimizar a participação da Polícia Nacional; por
contrário se deverá assegurar seu pleno concurso e colaboração naquelas
tarefas eminentemente policiais.
e. A missão de manter e restabelecer a Ordem Interna não é uma
função primordial das FFAA, portanto suas Unidades não se encontram
organizadas, equipadas e treinadas de forma adequada para cumprir
com atividades puramente policiais, no entanto, é necessário que os
comandantes dos diferentes níveis adotem as previsões necessárias
que garantam, no momento certo, o cumprimento da missão atribuída.
f. As Unidades que intervenham na Contra subversão urbana
y/o Distúrbios civis, deverão dispor como mínimo com o equipamento
especial seguinte:
Cascos de fibra de vidros antibala.
2) Chalecos à prova de balas.
3) Escopetas de balines ou perdigones.
4) Miras telescópicas e silenciadores para armas de longo alcance.
5) Granadas lacrimógenas e de fumaça (de mão e de fuzil).
6) Equipamentos de rádio portáteis.
7) Megáfonos.
3.8 Medidas y actividades por adoptar por las Fuerzas Armadas
As Forças que devem intervir no Controle da Ordem Interna
(Contra subversão urbana e/ou distúrbios civis), a fim de assegurar o
cumprimento de sua missão, deverão realizar uma série de atividades
gerais, antes, durante e depois das operações; as normas de
3-9
detalhe para cada tipo de operação são tratados de forma específica no
presente Capítulo (3) e no Capítulo 4. As atividades a serem realizadas por os
Comandos Militares estão orientados a:
a. Antes da Intervenção
1) Asegurar que la PNP cumpla a cabalidad su función principal
de garantir, manter e/ou restabelecer a ordem pública.
2) Integrar os esforços de Inteligência dos diferentes
órgãos de Inteligência das FFAA e PNP, a fim de obter e
dispor de informações e inteligência básica e preditiva
que permita montar a infraestrutura necessária para o
planejamento e posterior execução das Operações
Especiales de Inteligencia e Contrainteligência que a
situação que exige.
3) Em coordenação com as autoridades civis, organismos
e setores públicos, de forma encoberta, desocupar as
avenidas, ruas, passagens obrigatórias, de tudo aquilo que
permita que as turbas bloqueiem ruas e/ou disponham de material
contundente que possam arrojar contra as Forças do
Ordem.
4) Organizar, instruir e treinar as Unidades para que
cumpram com eficiência e no menor tempo seu “papel repressivo”,
deveria ter em consideração os seguintes aspectos:
a) Organizar as Unidades, reajustando a organização de
as Companhias de Fuzileiros.
b) Instruir e treinar as Unidades para que estejam em
condições para contrabalançar os distúrbios civis dentro
del marco del combate en localidades.
c) Planear y preparar Planes de Empleo Conjuntos
incluindo as PNP, onde deve ser especificado
claramente as missões a cumprir e as relações de
Comando y Control.
3 - 10
5) Prever el apoyo de los medios de comunicación social para
manter a população informada sobre a situação e as medidas
que dicte o órgão que esteja responsável pelas operações.
6) Solicitar o apoio das estações de TV, para que os
cameramen foquem os rostos dos agitadores,
malfeitores e as ações de violência que ocasionem as
turbas, a fim de facilitar sua identificação e captura.
7) Garantir a proteção e o funcionamento dos SSPPEE,
como as estações de energia elétrica, água e esgoto,
postos médicos e companhias de bombeiros.
8) Realizar reconhecimentos das localidades para estabelecer
entre outros aspectos: o sentido do trânsito, itinerários de
patrulhamento, pontos críticos, postos de observação (PPOO)
emplaçamento de franco-atiradores, postos de socorro, etc.
9) Prever a declaração do Estado de Exceção, que considere
a suspensão de garantias e/ou o toque de recolher.
10) Infiltração de pessoal entre os manifestantes e ocupação
de PPOO em edifícios.
11) Realizar patrulhamentos motorizados dissuasivos.
12) Prever as Unidades ou Elementos necessários para a
execução das Operações Especiais de Inteligência e
Contrainteligência por executar.
13) Assegurar a presença e a participação da autoridade legal
correspondente (Fiscal).
b. Durante a Intervenção
1) A participação direta; deve seguir mais ou menos a
sequência seguinte:
a) Isolar e dispersar a multidão.
3-11
b) Evitar el contacto personal y las detenciones de los
civis por nosso pessoal.
c) Empregar as armas com energia.
d) Realizar patrulhamentos motorizados e operar pontos de
controle em apoio às UU contra distúrbios.
2) O pessoal que participa diretamente nas operações,
deve fazê-lo a pé, apoiado por veículos blindados e
bombas rompem manifestações (rochabús) da Polícia.
3) Assegurar que as Unidades da PNP cumpram as missões
seguinte:
a) Captura, detenção e interrogatório do pessoal de
agitadores, líderes dos distúrbios, etc., detidos.
b) Recolho e traslado para o necrotério dos mortos (prévia
ação legal respectiva) e aos centros hospitalares os
feridos.
c) Requisitar as armas de fogo em poder dos civis.
d) Bloqueo de avenidas.
e) Garantir a proteção e funcionamento dos SSPPEE.
f) Isolar e controlar instalações de abrigo dos
revoltosos, como são os locais dos partidos
políticos, universidades, mercados, etc.
g) Desativar explosivos que tenham sido detectados.
4) O Comando das Operações militares, conjuntamente
com as ações que estão sendo desenvolvidas, deve:
a) Uma vez declarado o Estado de Exceção, solicitar
o estabelecimento do toque de recolher, se se acredita
necessário.
3 - 12
b) Anunciar à população sobre a enérgica intervenção de
as Forças Armadas (sempre é necessário manter
informada a la población).
c) Empregar helicópteros com alto-falantes.
c. Depois da Intervenção
1) Continuar com o patrulhamento motorizado e operação de postos de
controle conforme se restabeleça o Estado Normal de Direito.
2) Manter as medidas de segurança das instalações
militares (incluindo as vilas militares).
3) El Comandante de las Operaciones, deberá:
a) Verificar que a PNP cumpra com os trâmites legais
respeito aos detidos, mortos e feridos, assim como
com o armamento e outros artefatos (explosivos)
capturados e/ou requisitados a pessoal civil.
b) Devolução dos artigos subtraídos pela turba a seus
donos.
c) Continuar las medidas de seguridad sobre la protección
dos SSPPEE.
d) Com a ajuda dos meios de comunicação social,
informar sobre:
(1) La captura de los DDSS o comunes que participaron
nos atos de vandalismo e/ou ataque às Forças
do Orden.
Os danos causados à propriedade pública e
privada.
(3) A necessária e enérgica intervenção das Forças
do Orden.
3 - 13
Sección III. EMPLEO ESPECIFICO DE LA FUERZA
3.9 Tropas a pé
a. A Tropa a pé é apta para realizar ações de qualquer tipo
em um centro urbano devido à sua mobilidade, instrução, treinamento e
equipe leve.
b. Seu emprego normal é na proteção de pontos sensíveis e
como Força de choque.
c. Quando é utilizado para o controle de tumultos ou distúrbios,
deverão dispor de armamento adequado como espingardas de cano
corto, pistolas lançadoras de granadas e granadas químicas (lacrimogêneas, de
fumaça, etc.).
3.10 Tropa a Cavalo
a. A tropa a cavalo é empregada normalmente para patrulhamento
extenso em grandes áreas como: elemento de demonstração de força,
Força de choque e de perseguição.
b. Sua mobilidade em um centro urbano está condicionada a os
obstáculos e a natureza do solo das ruas, considerando também
que esta mobilidade pode ser reduzida devido ao uso de pregos,
piedras, vidros, etc.
c. Devido à sua vulnerabilidade, os elementos hipomóveis
devem ser empregados de preferência nas áreas verdes, podendo em
circunstâncias especiais devem ser empregadas também em outras áreas.
d. Quando essas tropas são empregadas em massa para o controle de
tumultos ou distúrbios exercem grande influência psicológica sobre a multidão,
no entanto, este emprego só deve ser realizado se as condições
fuesen favoráveis e os outros meios disponíveis já estivessem empenhados.
3.11 Veículos blindados
a. Os veículos de combate infundem grande temor na população
e é um meio ideal de demonstração de força. Devem, em princípio, ser
3 - 14
mantidos em Reserva como arma de choque e ser empregados em caso
de falhar todos os outros meios de força. Em situações extremas, serão
empregados como elementos de ação de choque, valendo-se de sua
potência de fogos.
b. Os veículos de combate podem ser reforçados com equipamentos
de Engenharia para serem empregados na remoção de barricadas ou
outros obstáculos colocados por agitadores ou guerrilheiros, podendo ainda
cooperar no tráfego, auxiliando na remoção de veículos em pane
o destruidos.
c. Em todas as situações em que são utilizados veículos de
combate deverão ser protegidos com tropas a pé. Uma boa proteção
para los vehículos de combate es un Grupo de Combate o Equipo de
Fuzileiros, montados sobre ele.
3.12 Carros de jorro de água (rompe manifestações)
a. O uso de carros de lançamento de jatos de água, acalma
o ânimo da multidão, principalmente quando a massa popular não está
convenientemente motivada para o tumulto.
b. Os jatos de água podem ser coloridos para um posterior
identificação dos manifestantes, particularmente dos agitadores ou
cabecilhas.
c. Contra os cabecilhas que comandam a multidão deverão ser
jatos direcionados de água com potência suficiente que inclusive
possa derrubá-los.
d. Em qualquer situação, esses carros deverão estar protegidos
por tropas a pé.
3.13 Obstáculos
a. Os obstáculos empregados na área urbana devem ser de fácil
instalação e de pequeno volume, tais como: alambrados e concertinas.
Seu emprego será comum em postos de segurança fixos e para interdição.
de determinadas áreas ou pontos de controle como barreiras de controle de
trânsito de veículos e pedestres.
3 - 15
b. Se a situação exigir, poderão ser utilizados sacos de areia empilhados,
que além de serem utilizados como obstáculos, servirão de proteção aos
emplaçamentos de armas coletivas ou outras instalações.
c. O emprego de prismas de concreto armado de fácil remoção
podem ser de grande utilidade nas barreiras e desvios da corrente de
trânsito; as tábuas de pregos contra veículos podem ser empregues em
a interdição do trânsito em determinados pontos ou para a proteção de
instalações.
d. O emprego de minas só deverá ser efetuado em situações de
extrema gravidade.
3.14 Emprego de Francotiradores
Podem ser utilizados na caça de atiradores posicionados em
janelas de edifícios ou contra os líderes agitados da multidão, sempre
que estejam armados.
b. O emprego de franco-atiradores deverá ser precedido de uma
minuciosa avaliação dos acontecimentos. Em princípio estes
francotiradores só atuarão por ordem direta do Oficial que está ao
mando da tropa e está autorizado para seu emprego.
c. Quando seus alvos estiverem na multidão, devem se localizar
em posições elevadas escolhidas com antecedência e sobre pontos por
onde se espera que a multidão passe.
d. Na caça de atiradores inimigos, podem ser empregados atiradores.
móveis ou apostados em locais que dominam as partes onde se suspeita
a existência de atiradores inimigos posicionados.
3.15 Bombeiros
a. Em previsão de possíveis incêndios durante as alterações
do orden nas cidades, os bombeiros deverão estar nas Bases de
Operaciones de las unidades o en sus cuarteles para poder concurrir
rápidamente en los plazos en que sea necesaria su intervención. Es
conveniente que as ambulâncias empregadas na evacuação de feridos
durante los incendios sean puestos bajo el comando de los bomberos.
3 - 16
b. A Tropa pode fazer uso do equipamento especial dos bombeiros
como a escada telescópica, para penetrar nos edifícios pelas suas janelas
mais altas, para a caça de atiradores escondidos e para operações de
búsqueda y detención.
c. O emprego dos bombeiros deverá ser protegido por tropas a pé.
3.16 Alto-falantes e fotografias
a. Veículos equipados com alto-falantes devem ser empregados
como parte das operações psicológicas para informação do público.
Permitem transmitir instruções precisas à população, exortando-a a
manter-se calmo e não apoiar as ações dos agitadores.
b. As fotografias e os filmes constituem um importante
documento que pode servir de prova na determinação de
responsabilidad de los miembros de los subversivos o agitadores.
Sección [Link] DE CONTRASUBVERSION URBANA
3.17 Indicação
Se toma como base a uma Companhia de Fuzileiros, a qual deve ser
equipada de acordo com o disposto no parágrafo 3.7 f., do presente Texto.
3.18 Misión
Executar operações para combater a subversão dentro de Zonas ou
Áreas urbanas, a fim de restabelecer a ordem interna e garantir a vida de
as pessoas e a intangibilidade da propriedade pública e privada.
3.19 Organização
A Companhia de Contrassubversão Urbana pode ter a
organização (Fig. 1) que se indica a seguir:
um comando
b. Uma Seção Comando
3 - 17
c. Três ou quatro Seções de Contra subversão
1) Um Comando
2) Um Grupo de Apoio
3) Três Grupos de Fusileiros
l
CSU
... ...
MDO CSU
CSU
CSU
.. .. ..
MDO APY FUS
Fig. 1. Organização da Companhia Contra subversiva
3.20 Composição
a. Comando
1) Comandante de Companhia
Operador de rádio
b. Seção de Contra-subversão Urbana
Mando
a) Chefe de Seção
3 - 18
b) Operador de radio
c) Sanitário
2) Grupo de Apoyo
a) Chefe
b) Tirador de Lança-Foguetes
c) Cargador de Lança-Foguetes
d) Tirador de Ametralladora
e) Cargador de Ametralladora
3) Grupo de Fusileiros (3)
a) Chefe
b) Adjunto
c) Operador de rádio
d) Atirador selecionado
e) Atirador de espingarda
f) Fusileiros (4)
g) Condutor
3.21 Características
a. É a unidade tática básica de operações contra subversivas
urbanas.
b. É de organização variável de acordo com a situação subversiva
que exista em uma Área ou Zona determinada.
3 - 19
c. Actúa en forma combinada con la Policía Militar.
d. Está formada por pessoal treinado e/ou especializado em
controle de distúrbios civis e/ou de contra-subversão urbana.
3.22 Possibilidades
a. Executar operações de segurança, proteção e repressão em
zonas urbanas.
b. Operar de forma independente ou integrando unidades até
nível Batalhão.
c. Dispor de uma autonomia mínima de 24 horas para operar com
seus meios orgânicos.
d. Estar em condições de agir de forma imediata.
e. Estar em condições de ser transportada rapidamente
empregando qualquer meio de transporte.
3 - 20
CAPÍTULO 4
DISTÚRBIOS CIVIS
Seção l. GENERALIDADES
4.1 Considerações Básicas
a. Os distúrbios civis de acordo com a sua magnitude podem obrigar
à intervenção das Forças Armadas a fim de "assumir o Controle do
Ordem Interna”, de acordo com o estabelecido na Constituição Política do
Peru.
b. Para o emprego das Forças Armadas contra distúrbios civis,
será levado em conta o seguinte:
1) A área ou zona de ação deve ter sido declarada em
Estado de Emergência.
A missão das Forças Armadas é restaurar o mais rápido possível
a lei e a ordem e proteger a vida das pessoas, assim como
a propriedade pública e privada.
3) As tropas que intervirão para sufocar um distúrbio,
deverão estar imersas em sua missão, ter elevada
moral e devidamente instruída, treinada e equipada para
este tipo de operações.
4) Devem-se conhecer as causas do distúrbio, sua magnitude e
na medida do possível, o nome dos líderes e agitadores.
5) Devem ser adotadas as medidas de segurança pertinentes
para proteger a las tropas que salen de una instalación militar
em direção à zona ou área dos distúrbios.
6) A Polícia Nacional continuará prestando seu apoio e
colaboração, de acordo com o disposto pelo Comando
respectivo.
4-1
c. Os princípios que devem reger o emprego das Forças são:
Isolar e dispersar rapidamente os rebeldes.
2) Evitar novas reuniões.
3) Atacar o ponto mais fraco do distúrbio, evitando o contato
pessoal e deixando saídas para os rebeldes.
4) Empregar as armas, se necessário, com energia.
5) Evitar realizar detenciones de civiles; de realizarse deberán
ser entregues aos membros da Polícia Nacional.
6) Realizar Patrulhamentos Motorizados e operar Postos de Controle.
d. Deve-se ter em mente que a mera presença das Forças
Armadas, deve ser suficiente para amedrontar os revoltosos.
4.2 Normas de Conduta da Força e Tratamento a Civis
a. A fim de que os membros do Exército possam mostrar uma imagem
positiva de sua boa reputação e evitar qualquer crítica desfavorável ao
cumprir missões em operações repressivas, deve-se ter a certeza
que todo o pessoal se absterá de realizar atos que possam ser
prejudiciais às elevadas normas de conduta pessoal e de disciplina
no Exército. O mau comportamento de um único indivíduo pode desdizer
de todas as Forças Armadas e afetá-las de forma adversa. Isso significa
que se debe lograr que todo el personal mantenga buena apariencia,
se conduza de acordo com as prescrições emanadas da autoridade
militar e que saiba seu trabalho. Estes são os fatores que impressionam.
psicologicamente ao povo e que facilitarão o cumprimento da missão.
b. Las relaciones con la población civil, deberán ser intachables. El
a manutenção de boas relações facilitará o trabalho. Todo o pessoal
deve ser cortês, mas firme em seu trato com os membros de outros institutos,
com os espectadores e ainda com os mesmos elementos das turbas. A
misión puede ser cumplida sin ser descorté[Link] el personal debe tratar
de manter ou estabelecer boas relações com outras pessoas.
4-2
Seção II. OPERAÇÕES CONTRA MULTIDÕES
4.3 Conceptos Generales
a. Multidão. Multidão, grande quantidade de pessoas que se
reúnem de forma casual ou com um interesse comum físico ou psicológico. Seus
componentes pensam e agem como elementos isolados e desorganizados
y puede ser el resultado de una reunión accidental y transitoria de personas.
Uma multidão não constitui uma manifestação subversiva.
b. De acordo com o interesse das pessoas congregadas, as
muchedumbres podem ser de dois tipos:
1) Multidão física, caracterizada pela reunião casual e
temporal de personas. Ejemplo: Cantidad de personas que
acodem ao mesmo mercado porque os preços são os mais
baixos na praça.
2) Multidão psicológica, caracterizada porque a reunião de
as personas tienen un interés común; éstas pueden ser de dos
clases:
a) Casuais, seu interesse é comum por um curto período.
b) Intencional, seu interesse é comum por um período regular
de tempo. Exemplo: Multidão que assiste a um campeonato
de box, jogo de futebol, a um teatro, a uma igreja, etc.
c. De maneira geral, as multidões se caracterizam por:
1) Ser desorganizadas
2) Não têm dirigentes
3) Agem indecisas
4) Agem governadas pela razão
4-3
4.4 Procedimento a seguir
a. A melhor medida para dispersar uma multidão consistirá
na realização da maior demonstração de força.
b. Simultaneamente com as demonstrações de força, será feito um
chamado de atenção aos integrantes da multidão para que se dispersem
e regresen imediatamente para suas casas. O efeito psicológico será alcançado
fazendo saber à multidão que se agirá com toda a energia e que se
empregará a força necessária.
c. Solo cuando se haya agotado todos los recursos, se hará empleo
das armas de fogo de forma efetiva de acordo com o procedimento
correspondente.
d. Uma vez iniciada a dispersão da multidão, será impedido que
seus integrantes se reagrupem; mediante o emprego de patrulhas a pé e/ou
em veículos, os que percorrerão a área, procedendo a deter a todos
indivíduo que pretenda reiniciar ou reinicie a desordem.
e. Será necessário contrabalançar a influência psicológica de agitadores
que tratem de reiniciar a desordem para evitar que as pessoas que
constituem uma multidão que se transforma em uma turba agressiva.
Seção III. OPERAÇÕES CONTRA TURBAS
4.5 Conceitos Gerais
a. Turba. É a multidão desordenada cujos membros sob o
estímulo de uma intensa excitação ou agitação, perdem o senso de
la razón y el respeto a la ley y siguen a individuos que los dirigen para
adotar atitudes descabidas e delitivas. Sua ação é violenta.
b. Según su accionar, existen los tipos de turbas, siguientes:
1) Expresivas. São aquelas que expressam alegria, dor, fervor, etc.
2) Agresivas. São aquelas que agem atacando, assaltando; se
amotinam e aterrorizam.
4-4
3) Aquisitivas. São aquelas que agem pelo desejo de
adquirir algo.
4) Em fuga. São aquelas que, amedrontadas pela ação das
Forças Operativas, fogem desesperadamente e sem controle para
obter segurança.
c. As turbas têm as seguintes características:
São organizadas.
Têm dirigentes.
3) Agem com decisão e com um motivo comum.
4) Agem governadas pela emoção.
4.6 Procedimiento a seguir
a. A principal medida para dispersar uma multidão é a realização
imediata de uma ampla demonstração de força.
b. Deve-se exortar a multidão a se dispersar, mas
tendo em conta que é preciso evitar as ameaças.
c. Será detido o mais rápido possível os cabeças ou suspeitos
para serem entregues à Polícia Nacional.
d. Se a turba não se dispersou em um prazo razoável, deve-se
proceder com a maior energia; mas proporcionando-lhes as vias de escape
convenientes. Se evitarão as perdas de tempo e a sensação de
fraqueza.
e. Deve-se fazer uso de granadas de fumaça e lacrimogêneas
para incentivar aqueles que querem se dispersar a fazê-lo.
f. Se decidir fazer uso das armas, deve-se ter em mente:
1) Colocar as armas pesadas como apoio da Força que
aciona e nunca na linha de frente.
4-5
2) Evitar o ataque a mulheres e crianças; se os revoltosos os
colocam na linha de frente, manobrá-los e atacar por lá
retaguardia.
g. Serão alcançadas vantagens psicológicas sobre a turba, quando:
1) As tropas desmontam de seus veículos, carregam suas armas
e armem bayonetas, à vista dos revoltosos.
2) Exorte os revoltosos a que se dispersem na presença
das tropas.
3) Use a surpresa.
Sección [Link] CONTRASAQUEOS
4.7 Conceptos Generales
a. Saqueo. Ato de pilhagem pelo qual as pessoas se
apoderam-se de forma violenta do que encontram em um lugar, o saqueo
será um dos principais problemas que surgirá como consequência de
os distúrbios civis.
b. Este pode começar a qualquer momento ou lugar, seja como
um ato isolado ou como produto de uma ação concertada.
c. Sua execução não estará limitada nem condicionada pelo sexo ou
edad de las personas que participan en él.
d. Normalmente começará em armazéns, depósitos, lojas,
mercados, etc., y a medida que se vaya propagando el saqueo, las
as pessoas começarão a pegar todo tipo de artigos ao seu alcance,
embora não os necessitem, alguns negócios poderão ser incendiados para
eliminar registros de dívidas de clientes, etc.
4.8 Procedimento a seguir
a. Deve-se tentar controlar o mais rápido possível, para o qual será
é necessário isolar e limitar a área afetada.
4-6
[Link] em mente que a simples presença das Forças Armadas
será suficiente para impedirlo.
c. A maioria dos saqueadores estará desarmada, razão por
a qual não se deverá disparar as armas contra os mesmos.
d. A multidão que não está participando do saque deve ser
afastada.
e. Os saqueadores devem ser detidos rapidamente e retirados
da área, a fim de demonstrar aos outros, que não será possível saquear sem ser
capturado.
f. Na medida do possível, deverá ser empregada a Polícia Nacional para a
captura dos saqueadores.
g. Controlado o saqueo, deverão ser adotadas medidas preventivas
para evitar sua reincidência. Para isso, será levado em conta:
1) Que não haverá saques enquanto as pessoas se darem conta da
possibilidade de ser capturada.
2) A necessidade de estabelecer patrulhas móveis e postos
fixos nos possíveis locais de saque, fundamentalmente
durante a noite e nos períodos de maior atividade.
Secció[Link] DE AISLAMIENTO
4.9 Conceptos Generales
a. Durante a realização de distúrbios (multidões, turbas,
saqueos, etc.) las Fuerzas Armadas a fin de disolverlos y evitar su
propagação, muitas vezes serão obrigadas a isolar certas áreas ou
zonas que facilitarão o controle dos mesmos.
b. Se procederá a isolar e/ou cercar uma área urbana, para:
1) Evitar a propagação do distúrbio e impedir que outros grupos
de tumultuosos converjam para a área convulsionada.
4-7
2) Realizar registros minuciosos e/ou captura de elementos
comprometidos, incautar armamento, material e propaganda
subversiva, etc.
3) Controlar e neutralizar o pessoal rebelde dentro da área
cercada.
4.10 Procedimento a seguir
a. Realizar o bloqueio das vias de comunicação que conduzam
em direção à área urbana a ser isolada. O movimento em direção aos locais de bloqueio
será realizado normalmente à noite, para alcançar a máxima surpresa.
b. O bloqueio sobre as vias de comunicação será realizado por meio de
la instalación de Puestos de Control (ver Sección IX. PUESTOS DE
CONTROLE) complementados com a localização de barreiras e obstáculos
apropriados, tanto nas pistas quanto nas calçadas.
c. Entre os pontos de bloqueio serão estabelecidas Patrulhas
Motorizadas e a Pé de acordo com as distâncias a percorrer, a fim de evitar
o acesso de entrada ou saída da zona isolada.
d. Manter-se-á um link permanente entre os diferentes elementos
que participem no bloqueio, a fim de coordenar as ações e estar
informados sobre tudo o que acontecer na área.
e. O isolamento da área deve se prolongar mais do que o necessário
para cumprir com o fim proposto e fazer com que a população recupere sua
liberdade cotidiana.
f. Em alguns casos será necessário expedir uma certidão de
retenção aos moradores, com o objetivo de justificar sua ausência ou atraso
em seus centros de trabalho, devendo constar claramente a data e hora de
a intervenção.
4-8
Seção VI. OPERAÇÕES DE DESBLOQUEIO
4.11 Conceptos generales
a. Durante as manifestações públicas de protesto (greves, comícios,
convocatórias de organizações sindicais e gremiais, etc.) será normal
que piquetes de revoltosos bloqueiem as vias de acesso que conduzem
em direção à área indicada como ponto de concentração das massas para
impedir a ação das Forças de Ordem e assim levar a cabo livremente
suas ações programadas, particularmente saques.
b. O bloqueio será executado utilizando todo tipo de recursos
disponibles (piedras, troncos, llantas, vehículos en desuso, piquetes de
agitadores que podem estar armados, etc.).
c. O bloqueio de uma área ou a ocupação da mesma por parte de
os revoltosos, se dá com as finalidades seguintes:
Impedir o desenvolvimento normal das atividades
produtivas e comerciais na área.
2) Impactar psicologicamente no resto da população com a
demonstração efetuada.
3) Causar serios trastornos en áreas vecinas, cuando la zona
bloqueada constitui passo obrigatório para o deslocamento
de trabalhadores, trânsito de veículos, etc.
4) Realizar atos de saque e outros atentados dentro da área
bloqueada.
5) Impedir a ação das Forças Operativas.
4.12 Procedimento a seguir
a. Proceder a retirar ou remover os obstáculos colocados, empregando
de preferência agentes químicos contra o pessoal que os custodia.
b. Deve-se incentivar que o pessoal residente na zona
permaneça em suas casas.
4-9
c. Actuar tratando de liberar em primeiro lugar a parte da área
onde se encontram as principais instalações ou zonas com maiores
possibilidades de serem saqueadas ou motivo de algum outro ato vandálico.
d. Não se deve agir de forma simultânea em todo o perímetro de
a zona bloqueada.
e. Aos revoltosos deve-se permitir vias de escape para que
desocupem a área.
f. As saídas de emergência podem facilitar em áreas próximas, a
captura dos instigadores ou principais líderes.
g. Si los revoltosos han tomado posesión defensiva de una o más
instalações, deve-se atacar da mesma forma que um ataque convencional.
Sección VII. OPERACIONES DE REGISTRO
4.13 Conceitos Gerais
a. As Operações de Registro de veículos e pessoas são executadas
normalmente quando se estabelece o "Toque de Queda" ou também para
impedir o acesso a certas zonas reservadas para pessoal e veículos não
autorizados.
[Link]ém serão executadas Operações de Registro quando se tratar
de detectar armamento, propaganda subversiva ou deter suspeitos.
4.14 Procedimento a seguir
a. Registro de veículos
1) Um veículo será controlado por vez enquanto o restante aguarda em
o lugar de detenção.
2) Em nenhum caso deve-se colocar à frente do veículo a
registrar para evitar ser embestido.
3) O Chefe de Equipe se aproximará pelo lado do motorista e
4 - 10
um auxiliar pelo lado oposto a fim de dividir a atenção de
os passageiros, tornando mais difícil qualquer tentativa de agressão.
4) Desde una distancia prudencial (más o menos dos metros
del vehículo) se ordenará que desciendan sus ocupantes con
as mãos na nuca para proceder a revistá-los um por um.
Para el caso de vehículos de transporte, un hombre deberá
subir e ordenar todos os passageiros colocar as mãos
na nuca, controlando para que ninguém faça movimentos
suspeitos; é importante que os passageiros saiam
levantando à medida que lhes toca o turno de descer, para não
entorpecer a visão do homem que subiu no veículo.
5) Em seguida, será solicitada a documentação de identidade e a referente
ao veículo para seu controle.
6) O veículo será revisado, devendo o condutor do mesmo ser
a pessoa que proceder a abrir o porta-luvas, porta-malas, capô,
assentos e encostos; assim se evitarão armadilhas para trouxas ou
artefatos explosivos improvisados; deverá haver ênfase
em estofados, debaixo de tapetes ou carpetes, assento e teto
fljo, abaixo dos para-choques e interior dos para-choques.
7) Finalizada a inspeção e se não houver causa para sua
detenção ou demora, a documentação será devolvida e
autorizará a continuação da marcha.
b. Registro de personas
1) No registro de indivíduos isolados deverão participar como
mínimo duas pessoas, a que registra e a que custodia: sim
retrata de mais de um indivíduo, o resto espera separados
contra a parede ou veículo com as mãos sobre a nuca e
custodiados por mais pessoal.
2) O que registra nunca deve tocar com sua arma no registrado,
pois poderá ser desmontado por este.
3) O registro será realizado, se possível, em um lugar fora da
vista do público.
4-11
A posição mais adequada para o registro será apoiar a
pessoa contra a parede ou veículo com as mãos para cima
dedos bem abertos, as pernas separadas e os pés com
as pontas para fora, de tal forma que a mesma resulte
incômoda e insegura.
5) O que registra, se portar pistola deverá estar enfundada e a
tapa bien asegurada; si tiene pistola ametralladora o fusil
deverá estar na bandoleira nas costas, aquele que guarda
deve manter-se atento e apontando permanentemente para o
registrado.
6) El registro se iniciará por la cabeza, comprobándose si usa
peruca e se por baixo esconde algo; ter em mente que o cheque
se realiza passando a mão de plano e de forma contínua
sobre o corpo e não batendo; para a verificação do
o corpo começará pelo lado direito, começando
pelo pescoço e descendo entre as omoplatas até a axila e
continuando depois pelo peito, em seguida se buscará no
braço e perna; todo o registro é praticado de ambos os lados
incluyendo las prendas como corbata, solapas del saco, etc.
7) O pessoal feminino pode ser mais perigoso do que o
masculino conscientes das dificuldades que se terão para
sua revisão; as mulheres deverão retirar todas aquelas
prendas que não afetem seu pudor, especialmente perucas,
cintos gruesos; se observará su aspecto físico tratando de
localizar protuberâncias anormais que possam delatar a
presença de uma arma ou objeto estranho; se por suspeitas
deve-se praticar um registro minucioso, este será realizado
na Dependência do Escalão Superior e por pessoal
militar feminino; o pessoal que detém não deve se deixar
amedrontar por insultos, ameaças ou reações histéricas.
8) Finalizado o registro e se não houver causa para sua
detenção, sua documentação será devolvida e será autorizada
a continuação do seu deslocamento.
4 - 12
Seção VIII. PROCEDIMENTO PARA ASSEGURAR
LA LIBERTAD DEL TRABAJO
4.15 Conceitos Gerais
a. Durante os testes de trabalho, os incitadores à greve, baseiam
seu agir na colocação de piquetes de colaboradores em lugares
perto do centro de trabalho, impedindo a entrada dos trabalhadores que
desejam fazê-lo.
b. Os piquetes podem ser formados por pessoal de
a mesma empresa ou estrangeiros; normalmente carregam armas brancas ou
contundentes sem descartar as de fogo de curto alcance; em alguns
casos membros do piquete procedem a tomar nota dos trabalhadores
que pretendem ingressar em suas atividades, com a aparente finalidade de tomar
represálias posteriores contra eles.
c. Para que os trabalhadores possam ingressar em seus centros de
trabalho, devem ter a certeza de que contam com a devida segurança e
que não serão perturbados pelos elementos que propiciam a greve.
4.16 Procedimento a seguir
a. Não será permitida a presença injustificada de grupos de trás ou
mais pessoas em:
a. Imediações da entrada do centro de trabalho.
b. Bocacalles que dão acesso ao centro de trabalho.
c. Paradas próximas de veículos de transporte público.
d. Bares ou outros locais de onde elementos perturbadores
possam desenvolver suas ações.
b. Fazer conhecer os trabalhadores, particularmente os indecisos
de que contam com a devida proteção para poderem ingressar em seus centros
de trabalho e realizar suas tarefas com tranquilidade.
c. Retirar ou apreender as bandeirinhas ou faixas alusivas à greve.
4 - 13
d. Proceder a deter aqueles que integrem piquetes de greve, aos
que inciten a la huelga (propaganda oral, distribución de volantes (folletos),
fixação de cartazes, etc.) e aos que se mostrarem relutantes em entrar depois
de habérseles prevenido a que optem por ingresar ou retirar-se.
e. Constatar dentro da empresa ou fábrica, que o pessoal que
haja ingressado, dedique-se ao seu trabalho e não tente promover reuniões
de apoio ao paro, em seu interior.
Seção IX. PROCEDIMENTOS Diante DO ENCONTRADO DE
ARTEFACTOS EXPLOSIVOS
4.17 Acción Inmediata
A primeira medida a ter em conta diante da descoberta de um artefato
explosivo o o bulto que sospeche que lo contiene, é recorrer ao pessoal
especializado para sua revisão e/ou desativação.
4.18 De não contar imediatamente com pessoal especializado
Deve-se agir conforme indicado a seguir:
a. Isolar o público e o pessoal próprio a um raio de ação não inferior
de 40 metros.
b. Se o artefato foi encontrado em um lugar densamente povoado
existe muito público que não pode ser afastado, proceder ao seu traslado
a um lugar de menor efeito, para o qual se o pacote apresentar um amarra
pode-se utilizar um pau longo com gancho na extremidade ou utilizando entre
duas pessoas uma corda longa.
c. Evitar tentar desarmar ou transportar o artefato de forma direta.
4.19 Se o artefato apresentar um pavio visível
a. Se a ponta do pavio lento estiver chamuscada, certamente já
sido prendida.
b. Por causa da cobertura que possui o fuseau lento, não é possível
4 - 14
determinar com exatidão em que lugar vai a ignição, sendo difícil de
calcular se há tempo para cortar ou arrancar o pavio.
c. A mecha lenta tem uma progressão de queima de um
centímetro por segundo, a decisão de neutralizá-la deverá ser tomada de
imediato ou, na sua ausência, proceder a afastar-se do local onde se encontra
o artefato explosivo.
Sección X. EMPLEO DE LAS ARMAS
4.20 Conceptos Generales
a. Os casos em que as tropas podem fazer uso das armas
são os que estão considerados no Regulamento de SERVIÇO EM
GUARNIÇÃO (RFA 34-10).
b. Nesta Seção, são tratados de forma específica os casos e
procedimentos em que as tropas farão uso das armas com o fim de
sufocar e controlar aquelas ações causadas pelos distúrbios civis.
4.21 Empleo de las Armas
a. Uso de las armas como elemento contundente
1) Casos de emprego
a) Quando se é atacado por palavras e quando ao proceder a
a detenção dos infratores, estes oferecem resistência.
b) Cuando se esté en presencia de actos de intimidación
violentaemrelaçãoaopessoalquedesejatrabalhareseaoproceder
à detenção dos mesmos, estes oferecem resistência.
c) Cuando la magnitud de la resistencia ofrecida por los
huelguistas, manifestantes, perturbadores, etc., faça
innecesario el uso de las armas blancas o de fuego.
2) Procedimento de emprego
4 - 15
O uso de armas como elemento contundente será realizado
evitando golpear a cabeça do indivíduo; especialmente os golpes
serão direcionados para ombros, braços, pernas ou para o estômago, com o
como se logrará dominar o sujeito sem provocar lesões graves.
b. Uso de armas brancas e de fogo
1) Casos de emprego
a) Em defesa própria.
b) Em defesa da vida do próximo.
c) Para prevenir a comissão de delitos graves
d) Quando pessoas forem surpreendidas na execução de atos
de sabotagem e saqueo e não acatem a ordem de detenção.
e) Para repelir ataques efetuados por armas brancas ou
de fogo.
2) Procedimento para o emprego das armas
a) Antes de hacer fuego se tratará de inducir u obligar a los
revoltosos a renunciar a seus propósitos, particularmente
se se trata de uma turba em franca atividade agressiva ou
quando estiverem perpetrando um crime.
b) O fogo não será utilizado quando for possível obter o
mesmo resultado com as armas brancas.
c) Quando se deve abrir fogo; será ordenado disparar sob
(das joelhos para baixo) tentando causar apenas
ferir ao pessoal e evitar ferir pessoas que não
fazem parte da turba.
d) Quando se decidir abrir fogo, a medida será mantida
apenas pelo tempo necessário até alcançar o fim
proposto, devendo evitar-se ações desmedidas ou
uma má disciplina de fogo.
4 - 16
e) Terá cuidado para não fazer fogo contra grupos de
pessoas inocentes, a partir das quais algum rebelde
abriu fogo, neste caso só será disparado contra o
causante, utilizando de preferencia tiradores selectos e
quando se tiver a certeza de não ferir terceiros.
f) Não será possível abrir fogo sem a ordem expressa de quem
comanda a tropa, salvo no caso particular de defesa
própria ou quando se atuar de forma individual.
Seção XI. PONTOS DE CONTROLE
4.22 Conceito Básico
Estas instalações são estabelecidas em uma rota, rua ou lugar de
acesso a uma área determinada, com o objetivo de controlar as pessoas e
veículos que por ali transitam.
4.23 Finalidade
Los Puestos de Control tienen por finalidad permitir realizar las
atividades seguintes:
a. Identificar as pessoas.
b. Realizar el registro de las personas.
c. Capturar elementos subversivos.
d. Detencer indivíduos requeridos pelas autoridades.
e. Realizar una inspección integral de vehículos.
f. Obtener información.
g. Negar liberdade de ação ao inimigo.
4.24 Organización
Cada Posto de Controle pode ter a seguinte organização:
4 - 17
a. Chefe do Posto de ControleOficial ou Suboficial
b. Equipe Alfa 4 indivíduos de Tropa
c. Equipe Bravo 4 indivíduos de Tropa
d. Equipamento Charly 4 indivíduos de Tropa
e. Equipo Delta (opcional) 1 Suboficial e 3 indivíduos de
Tropa
4.25 Material que deve dispor o Posto de Controle
a. Carteles indicadores de “PELIGRO – ALTO – DETENERSE HAY
ORDEN DE DISPARAR
b. Obstáculos: troncos, tablones, cilindros, arames, etc.
c. Lanternas e isqueiros para o controle noturno.
d. Bolsas de areia, sacos de terra; para proteção do pessoal.
e. Armamento de dotação do pessoal.
f. Equipamento individual.
4.26 Misiones
a. Chefe do Posto de Controle
Será responsável por toda a operação, devendo exercer um
controleadequadosobretodososEquipamentos,particularmenteo'Alfa'eo'Bravo';
para isso não deverá executar pessoalmente uma determinada atividade.
b. Equipe Alfa (de Registro)
Efetuará o registro dos veículos e do pessoal que os
ocupa, así como al personal que transita a pie; según la densidad del
o trânsito o registro pode ser massivo ou seletivo em função de manter a
fluidez do mesmo.
4 - 18
c. Equipe Bravo (de Segurança e Apoio)
Proporcionará segurança e apoio à Equipe Alfa, para o qual
deberá mantenerse en una posición tal que el mismo pueda hacerse
efetivo sem risco de vencer a própria tropa e pessoas que não têm nada
que ver com a situação.
d. Equipamento Charly (de Bloqueio)
Será localizado coberto entre 100 a 150 metros do local do
registro, mantendo à sua disposição um obstáculo que colocará ou
arrojará na via no caso de um veículo tentar fugir; um dos
os homens devem abandonar sua cobertura para fazer notar sua presença. Em
caso de que el vehículo que evadió el primer control (Registro) intentara
eludir o segundo, a Equipe procederá a abrir fogo.
e. Equipamento Delta (opcional de Reserva)
1) Apoiará desde um carro de reconhecimento ou veículo leve para
realizar a perseguição do veículo que poderia ter fugido.
2) De preferência deverá dispor de um meio de comunicação
para se conectar com outros postos de controle ou patrulha.
3) Quando se fizer uso das armas, inicialmente se
efetuarão rajadas de intimidação no ar, se o veículo fugitivo
não para, vai começar a atirar nos pneus.
4.27 Emplazamentos por ocupar
a. En Rutas
Se deberá elegir un lugar que no pueda ser evadido fácilmente
pelos condutores (passo obrigatório), devendo existir espaço ao lado
da rota para as tarefas de inspeção, estacionamento de veículos e
reunião do pessoal e/ou material capturado.
b. Nas ruas
Na medida do possível, serão escolhidas ruas de mão única, se necessário.
4 - 19
se causará o trânsito bloqueando ruas transversais e adjacentes
com barreiras protegidas pelo fogo; em ruas de mão dupla os Postos de
O controle deve estar convenientemente separado para evitar surpresas
o interferências.
Sección XII. FORMACIONES QUE EMPLEA LA FUERZA
4.28 Generalidades
a. A quantidade de Forças a serem empregadas para controlar um distúrbio,
estará em função da magnitude, proporção e projeção do mesmo. Será
o Comandante a cargo das tropas que depois se aprecia a situação
decidirá sobre los efectivos a emplear y las formaciones por adoptar para
controlá-lo.
b. As formações contra distúrbios civis, quando são empregues
em forma correta e são executados eficazmente, representam um dos
métodos más prácticos para controlar o dispersar la muchedumbre o turba.
São particularmente eficazes contra uma multidão grande, porque podem
proporcionar Forças de Repressão que dividam a turba em segmentos
que podem ser geridos. No entanto, as formações não resolvem
todas as situações de distúrbios. As tropas não podem se expor
desnecessariamente ao fogo de atiradores de elite, nem às táticas violentas
dos agitadores e só serão empregados com o fim de impressionar a multidão
como uma demonstração de força. As formações não são efetivas
contra pequenos grupos dispersos que correm desenfreadamente em um
área.
c. As formações estabelecidas para reprimir os distúrbios
civis estão concebidos para empurrar, fechar o caminho, desviar ou dividir e
desbaratar uma turba. Estas formações regulam a força e se baseiam em
um plano específico. Cada formação tem um emprego específico em uma
situação dada.
d. Nesta Seção, são desenvolvidas as formações básicas para
empregar, tomando como magnitude de degrau o Grupo e Seção de
Fuzileiros. A situação é que finalmente decidirá a quantidade de
Forças a empregar. mas sempre enquadradas dentro das formações
básicas.
4 - 20
4.29 Formaciones Básicas
a. Em Linha. Pode ser utilizado como formação ofensiva ou como
formação defensiva. Basicamente consiste em uma linha de tropas a
através de uma rua ou de outra área. É uma formação contínua sem lacunas
ao longo da frente. Os flancos de uma linha devem estar apoiados em
obstáculos tais como edifícios ou protegidos com Unidades da Reserva.
A linha é utilizada de maneira ofensiva para empurrar ou fazer recuar
a turba em toda a frente, assim como se pode encontrar na rua de uma
cidade. A Linha é empregada de forma defensiva para reter ou negar a
a turba acendeu nas áreas sensíveis ou para restringir seu movimento.
b. Em Diagonal para a esquerda (direita). É uma formação ofensiva
que se emprega para desviar uma turba de um obstáculo, como uma parede
o um edifício ou para dirigir seu movimento em certa direção. Parece uma
formação de linha sesgada e opera quase o mesmo que uma niveladora de
caminhos.
c. Em Cuña. É uma formação ofensiva que é utilizada para dividir
em pequenas partes uma multidão ou turba. A Cunha, a menos que seus
flancos estão firmemente apoiados, não devem ser usados contra uma turba
porque pode que a Unidade fique cercada. Quando for necessário penetrar
dentro de una turba, se deberá emplear una de las formaciones modificadas.
4.30 Formações Modificadas
Em circunstâncias extraordinárias, as formações anteriores se
podem alterar facilmente em formações modificadas, conforme imposto
a situação. Tais formações podem incluir um quadro, um círculo, um
rombo ou um triângulo.
4.31 Tipos de Apoio das Formaçõe
Além das tropas que estão em formação, podem ser empregues
outras tropas de três maneiras diferentes para apoiar as formações. O
Apoyo Cerrado, são duas colunas de tropas que estão diretamente atrás
e em ângulo reto com a formação. O Apoio Lateral coloca uma fileira de
tropa em ambos os lados da formação e o Apoio Geral, o elemento de
o apoio se coloca a dois ou três passos para trás da formação no
mesmo dispositivo que o da frente.
4 - 21
4.32 Figuras das Formações
a. (Figura 2) Formação Básica 1. O Grupo em Linha
TA TLC TS
b. (Figura3) Formação Básica 2. O Grupo na Diagonal à Direita
(Esquerda)
TA
TLC
TS
c. (Figura 4) Formação Básica 3. O Grupo em Cunha
TLC
TS
TA
4 - 22
d. (Figura 5) A Seção em Linha
1º 2º 3º 4º
Chefe de Seção
e. (Figura 6) A Seção em Linha com Apoio Fechado
2º Grupo 3º Grupo
1º Grupo 4o Grupo
f. (Figura 7) A Seção em Linha com Apoio Lateral
2º Grupo 3º Grupo
1º Grupo 4º Grupo
g. (Figura 8) A Seção em Linha com Apoio Geral
2º Grupo 3º Grupo
1er Grupo 4º Grupo
4 - 23
h. (Figura 9) La Sección en Diagonal Derecha (Izquierda)
1º Grupo
2º
3º Grupo
Chefe de Seção 4to Grupo
i. (Figura 10) La Sección en Diagonal con Apoyo Cerrado
2º Grupo
3º Grupo
1º Grupo
4º Grupo
j. (Figura 11) A Seção Diagonal com Apoio Geral
2do Grupo
3º Grupo
1º Grupo
4º Grupo
4 - 24
k. (Figura 13) Sección en Cuña
2º Grupo 3º Grupo
Chefe de Seção
1er Grupo 4º Grupo
l. Figura 14. Seção em Cunha com Apoio Fechado
2º Grupo 3º Grupo
1er Grupo 4º Grupo
m. Figura 15. Seção em Cunha com Apoio Lateral
2º Grupo 3º Grupo
1º Grupo 4º Grupo
4 - 25
n. (Figura 16) Seção em Cunha com Apoio Geral
2º Grupo 3º Grupo
1er Grupo 4to Grupo
o. Abreviações empregadas
1) TA. Tirador de Ametralladora.
2) TLC. Tirador de Lança Foguete.
TS. Tirador Seletivo.
4 - 26