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Entendendo Licitações e Modalidades

O documento aborda o conceito e a abrangência das licitações, destacando sua função administrativa e a seleção da proposta mais vantajosa. Apresenta os princípios, objetivos e modalidades das licitações, além de discutir critérios de julgamento e situações de contratação direta. Também menciona a inexigibilidade e a dispensabilidade da licitação, com exemplos e formalidades necessárias.

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Maju Cabral
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Entendendo Licitações e Modalidades

O documento aborda o conceito e a abrangência das licitações, destacando sua função administrativa e a seleção da proposta mais vantajosa. Apresenta os princípios, objetivos e modalidades das licitações, além de discutir critérios de julgamento e situações de contratação direta. Também menciona a inexigibilidade e a dispensabilidade da licitação, com exemplos e formalidades necessárias.

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Aline Calado Fernandes Collier, Elizabeth Menezes de Pinho Alves, Glauber Peixoto Macedo Bueno, Leonardo Mathias, Leo

Mandarino
Aula 08

Licitações

1) Conceito

O QUE E LICITAQAO ?

Procedimento administrative ( conjunto de atos );


Fungao administrativa;

Conceito de Aberto aos interessados ( condigoes do instrumento convocatorio );


licitagao Possibilidade de formula ao de propostas;
^
Administra ao seleciona a proposta mais vantajosa;
^
Objetiva a celebra ?ao de um contrato .

2) Abrangência da Lei de Licitações

Direta

Administrate Autarquica

Fundacional

Uniao

Estados
Todos os entes
Aplica- se DF

Municipios

Legislative
iFungao
administrativa
Judiciario
Ab range
tambem Fundos especiais
Abrangencia
da Lei de Entidades controladas
Licita oes
^ Repartigoes sediadas no Regulamento proprio /
exterior peculiaridades

Cases Recursos de agendas e Podem ter regras


especiais organismos internacionais proprias

Ato normative do Banco


Reservas internacionais
Central

Nao seaplica Empresasestatais Exceto: dispositions


(em regra ) ( Lei 13.303/16) penais

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3) Princípios

JoVeM, SEMPRE UCITE Com Planejamento Pro PalS Desenvolver Sustentavelmente

JulgamentoObjetivo
JoVeM Vincula aoao edital
^
Motiva ao
^ Com Competitividade
Segregagaode fungoes Planejamento Planejamento
Economicidade
Moralidade Pro * Proporcionalidade
SEMPRE
Publicidade
Probidade
Razoabilidade
administrativa
Eficiencia PalS Interesse publico
Seguranga juridica
Legalidade
Impessoalidade

LICITE Celeridade
Desenvolver Desenx/ olvimento
Igualdade sustentavelmente nacional sustentive!
Transparencia
Eficacia

4) Objetivos

O processo licitatório tem porobjetivos (art. 11):

✓ Assegurar a seleção da proposta apta a gerar o resultado de contratação mais vantajoso


para a Administração Pública, inclusive no que se refere aociclo de vida do objeto;
✓ Assegurar tratamento isonômico entre os licitantes, bem como ajusta competição;
✓ Evitar contratações com sobre preço ou com preços manifestamente inexequíveis e
superfaturamento na execução dos contratos;
✓ Incentivar a inovação e o desenvolvimento nacionalsustentável.

5) Anteprojeto x Projeto Básico x Projeto Executivo

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Anteprojeto Projeto B4sico Projeto Executivo


Regra geral Nao e exigido Administracao elabora
Contratacao
Nao e exigido Administracao elabora Contratado elabora
semii- integrada
Contratacao
Administracao elabora Contratado elabora
integrada 3

6) Modalidades

✓ A nova Lei de Licitações abandonou a definição de modalidades pelo valor estimado


da contratação. Assim, a partir de agora, todas as modalidades são definidas pela
natureza do objeto. Por exemplo: o leilão é a modalidade de licitação para alienação
de bens, independentemente do valor; o pregão é a modalidade para aquisição de
bens e de serviços comuns, também independentemente do valor; da mesma
forma,adota-se o concurso para escolha de trabalhos técnicos, científicos ou artísticos,
e o valor também não interessa para a escolha dessa modalidade de licitação.

✓ Anote: o que define a modalidade de licitação é a natureza do objeto, não importa o


seu valor.

✓ Quando o Estatuto “veda a criação de outras modalidades”, nós temos que entender
dentro do contexto. A Lei de Licitações não é a “Constituição”, logo ela não pode
impedir o legislador de, no futuro, criar outras modalidades. Assim, entenda que esse
comando é direcionado:ao administrador (os agentes públicos);e b) ao legislador de
normas específicas. Logo, um agente de contratação não poderá criar uma modalidade
nem “misturar” as já existentes.

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antes da NLL NLL

Concorrencia Concorrencia
Tomada de piecos
Leilao
Convite Cone urso
Pregao
Leilao
Dialogo competitivo
Concurso
Tomada d
Pregao { Lei 10 520 ) Convito
RDC { Lei 12 462) RDC ( Loi 12.462 )

I
OBRIGATORIO

bens e servigos comuns

O FACULTATIVO

servigos comuns de engenhana


( pregao ou concorrencia )

0
NAO APLICAVEL

bens e servlgos especiais


Servigos tecnicos especializados de nat .
predominantemente intelectual
PREGAO obras
servigos de engenhana, exceto comuns

©
Menor prego
%

Maior desconto
criterios de julgamento

PREGOEIRO conduz

8?
procedimento comum

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>r
bens e servigos especiais

*obras

servigos de engenharia

especiais ( so concorrencia )

comuns ( concorrencia ou pregao )

©
Menor prego
r

Maior desconto

>
Tecnica &Prego

CONCORRENCIA criterios de julgamento


melhor tecnica ou conteudo
artistico
<=>
maior retorno economico

procedimento comum

A
agente de contratagao (regra )

© A
condugao comissao

bens e servigos
especiais( facultativo)

inovagao
adaptagao de solugoes disponiveis no mercado
condigdes:
impossibilidade de definigao precisa pela

?Af
hipoteses de adogao
Administragao

identificar alternativas
solugao tecnica + adequada
requisitos tecnicos p/ concretizar solugao ja
defmida
estrutura juridica ou financeira do contrato

etapa de dialogos

editalide pre- selegao ( 25 dias uteis)


reunioes individudalizadas com cada licitante
procedimento admitidos todos interessados que preencherem
os requisitos do edital
DIALOGO — etapa competitive
COMPETITIVO
edital ( 60 dias uteis)
somente participantes da etapa dos dialogos

3 servidores efetivos ou empregados publicos


( quadros permanentes)
termo de confidencialidade
possivel contratar assessoramento tecnico
conflito de interesses
comissao ata + gravagao
reunioes com licitantes pre - selecionados
juntados aos autos da licitagao

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escolha de trabalho Tecmco, Cientifico ou Artistico


concessao de premios ou remuneragao aos vencedores
caracteristicas
melhor tecnica ou conteudo
artistico
criterio de julgamento

autor devera ceder todos os direitos


patrimoniais e autorizar sua utilizagao
CONCURSO t #
-
elabogao de PROJETO
uso futuro e livre e nao depende de nova
autorizagao do autor

E minima 35 dias uteis


antecedencia

venda de bens moveis ou imoveis

caracteristicas

maior lance

criterio de julgamento

nao possui fase de habilitagao


nao exige registro cadastral previo
homologado assim que conduida fase
procedimento de lances

edital afixado em local de ampla


circulagao na sede da Administragao

LEILAO maior publicidade

E
antecedencia minima
15 dias uteis

servidor designado
ou

leiloeiro oficial
condugao
selecionado via PREGAO
ou CREDENCIAMEfSTTO

7) Critérios de Julgamento

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podem induir custos


irxdiretos do cido de
Menoi pi ego vida
- (mensuragao objetiva)
sobre prego global
tambem em aditivos vedodo em d» sputa
Maior desconco fechada

valor ja consta do edital


projetos
melhor tecnica ou conteudo
ardstko
.
trabalbos de nat T-C-A

servigos predominantemente intelectuais


tecnologia sofisticada ou de dominio restrito
objetos especiais de TIC
obras
.
criterios de Julgamento
>
T£cnica& Prego
servigos especiais de eng
solutes especificas e alternativas e variates de
execugdo (repercuss&es signiflcativas)
considera desempendo pret £r ito (nota tecnica)
mix. 70% p/ noia t £cnka
vedado p/ dlspuca aberta

leilSo
maior lance

contratos de efkft&ncia
(maior economia para a administrag3o)
proposta de trabalho: economia estimada

maior retorno econdmico


proposta de pregos: percentual sobre a economia

Licitações: Contratação Direta

8) Noções Gerais

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Inviabilidade de competigao
Inexigibilidade
Rol exemplificativo

Autorizagao para nao licitar

Contratagao
Dispensavel Discricionaria
direta

Varios casos

Legislador determina que nao se licite


Dispensa
Dispensada Vinculada

Alienagao de bens

Rol taxativo

9) Formalidades para Contratação Direta

Contratagao indevida Dolo

Ocorrida com Fraude

Erro grosseiro
Responsabilidade
por dano
Contratado
decorrente de
Responsabilidade solidaria
contratagao direta
Agente publico

Pelo dano causado ao erario

Sem prejuizo de outras sangoes legais

10) Inexigibilidade de Licitação

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Inviabilidade de competigao

Caracteristicas
Rol exemplificativo ( art. 74 )

Somente um fornecedor

Exclusividade Vedada preferencia de marca


Atestado de exclusividade
Contrato de exclusividade
Comprovagao mediante -
Declaragao do fabricante
Outro documento idoneo

Profissional de qualquer setor artfstico


(i) permanente e continue;
Artista Diretamente ou empresario exclusivo - ( ii) nacional ou para estado especffico;
( iii) nao pode ser para evento ou local especffico
Consagrado: opiniao publica ou crftica
especializada

Servi os
tecnicos
^
Servi o tecnico
^
I art . 74, III, exemplos: estudos, projetos;
pareceres; assessorias; supervisao
obras/servi ?os; treinamento de pessoal, etc.

Profissional "conceituado"; trabalho dele e


de

Notoria especializagao essencial e reconhecidamente adequado a


plena satisfagao do objeto do contrato

Publicidade e divulga ao
^
* Vedada

Subcontratagao

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Procedimento auxiliar de contratagao


Credenciamento

Nao existe competigao entre os credenciados

Aquisigao ou loca ao
de imovel
^ * Quando as caracteristicas do imovel tornam necessaria sua escolha .

Singularidade do imovel

11) Licitação Dispensável

LICITAgAO DISPENSAVEL

Conceito Legislador autoriza que nao se licite (decisao discricionaria );


Materialmente, seria possi'vel licitar;
Rol taxativo.
Observagao: a seguir, vamos citar alguns casos de dispensa ( nao se esquega de
fazer a leitura integral de todos os casos ).
Em fungao do Valores inferiores a R $ 100.000,00 (cem mil reais), no caso de :
valor • obras; servi $os de engenharia; ou servi$os de manuten? ao de vei'culos
automotores .
Inferiores a R $ 50.000,00 (cinquenta mil reais), no caso de:
• outros servi os; e compras.
^
Dobro para consorcio publico e agenda executiva .

Licitagao deserta e Deserta : nao acudiram interessados;


fracassada Fracassada : todos os licitantes foram desclassificados ou desabilitados;
Licita ?ao sera dispensavel quando:
• condi?oes:
• licitagao foi realizada ha menos de um ano;
manuten ao de todas as condigoes; e

^
licita ?ao foi deserta; ou
• foi fracassada por:
• ausencia de proposta valida; ou
• pre $os superiores ao de mercado ou incompati'veis com os fixados pelos
orgaos oficiais.

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Emergencia ou Urgencia de atendimento (risco de prejui'zo, comprometer a continuidade dos


calamidade servigos publicos, afetar a seguranga, etc.);
publica Somente para o atendimento da situagao emergencial ou calamitosa;
Prazo do contrato: ate um ano, a contar da ocorrencia do fato;
Vedada a prorrogagao e a recontratagao de empresa ja contratada por esse
motivo;
Tambem e emergencia: assegurar a continuidade ( apuragao de
responsabilidade).

Comprometimento
Casos estabelecidos pelo Ministro da Defesa;
da seguranga
Mediante demanda das Forgas Armadas ou demais ministerios.
nacional

Situagdes graves Guerra, estado de defesa, estado de sftio, intervengao federal ou de grave
perturbagao da ordem.

Intervengao Uniao: intervir no domfnio economico (regular pregos ou normalizar


abastecimento ).

Em fungao do Bens t> u componentes: garantia tecnica;


objeto Hortifrutigranjeiros, paes e outros generos perecfveis, ate concluir a licitagao;
Coleta, processamento e comercializagao de residuos solidos urbanos
reciclaveis ou reutilizaveis:
• associagoes ou cooperativas formadas exclusivamente de pessoas fi'sicas de
baixa renda.
Aquisigao ou restauracao de obras de arte e objetos historicos:
• autenticidade certificada; e
• inerente as finalidades do orgao ou com elas compativel.
Aquisigao de medicamentos destinados exclusivamente ao tratamento de
doengas raras definidas pelo Ministerio da Saude;
Transferencia de tecnologia de produtos estrategicos para o Sistema Unico de
Saude (SUS).

Em fungao da • Aquisigao por PJ de direito publico interno de bens ou servigos prestados por
pessoa orgao ou entidade da APU criada para este fim, conforme prego de mercado;
Celebragao de contrato de programa, conforme contrato de consorcio publico
ou convenio de cooperagao;
• Contratagao de profissionais para compor comissao de avaliagao de criterios de
tecnica, quando se tratar de profissional tecnico de notoria especializagao;
• Contratagao de associagao de pessoas com deficiencia, sem fins lucrativos e de
comprovada idoneidade, desde que os servigos sejam prestados pelas pessoas
com deficiencia.

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Agentes Públicos

12) Espécies de Agentes Públicos

Elaboram politicas publicas e dirigem a


Agentes POLITICOS Administrate Publica.
Ex: Chefes do Executive e membros do Legislative

Desempenham atividades administrativas


Agentes
ADMINISTRATI VOS Ex: servidores publicos, empregados publicos e
agentes temporaries

Prestam servi os relevantes ao Estado


Agentes Publicos
Agentes HONORIFICOS ^
Ex: mesarios e jurados

Particulars em colaborato com o Estado


Agentes DELEGADOS
Ex: concessionaries de serv. publico, tabeliaes

. IV
Representam a Administrate em ocasioes
especificas
Agentes CREDENCIADOS
Ex: artista quie vai representer o Brasil em um
Congresso no exterior

13) Agentes de Fato

praticam atos em situates excepcionais , em


colaboragao com o Poder Publico, como se
Necessaries fossem agentes de direito

Ex: situates de emergencia

Agentes de fato
desempenham atividade publica na presun ao
de que ha legitimidade, embora tenha havido ^
alguma ilegalidade na sua investidura
Putativos

Ex: servidor que toma posse sem cumprir os


requisitos do cargo ( investidura irregular )

14) Cargo x Emprego x Função

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Cargo publico Emprego publico Fungao publica

fu ngao de confian $a ou
ocupado por empregado
ocupado por servidor publico contratagao temporaria de
publico
excepcional interesse publico
todo emprego possui uma nao designa nem cargo, nem
todo cargo possui uma fun ao
^ fungao emprego
regra geral: provimento
regra geral:: provimento mediante Em regra, nao depende de
mediante previo concurso
previo concurso publico concuirso publico previo
publico
regime jundico celefista
regime jundico estatutario
regime jurfdlico especial!
( predominantemente de direito
( de direito publico)
privado)
ocupado mediante nomea $ao ocupado mediante contrata $ao ocupado mediante contrata $ao
celebram "contrato de trabalho"
seu vinculo com a Administrate
tern natureza contratual, mas
nao ha "contrato de trabalho" com o poder publico (vinculo
nao celetista
( vfnculo tem natureza legal ) tem natureza contratual,
trabalhista)
(contrato de direito publico)

15) Regimes Jurídicos

- O regime estatutário consiste no conjunto de regras jurídicas que disciplina a relação travada

entre os servidores públicos (ocupantes de cargo público) e as pessoas jurídicas de direito

público (administração direta, autarquias e fundações de direito público).

- O regime celetista é aquele que dita as regras para os empregados públicos. Como estes

agentes celebraram um contrato de trabalho com um ente público, seu vínculo terá natureza

contratual. E, como todo contrato é arcado pela bilateralidade10, o regime celetista é

chamado de bilateral.

16) Estabilidade

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Cargo de provlmento efetivo


Previa aprovagao em concurso publico requisitos
•: 3 anos de efetivo exercfdo no cargo cumtiloTrvos

AQUISICAO Aprovacao em avaliagao ESpecial de desempenho

sentenga JUDICIAL transitada em Julgado


processo ADMINISTRATIVO assegurada ampla defesa
Insuficiencla de desempenho, verlficada
medlante avallagao PERIodlca
ESTABILIDADE : 17
na forma de LEI COMPLEMENTAR
PERDA DO CARGO
assegurada ampla defesa
excesso de despesa com pessoal ( LRF)

nao alcanga empregados publicos ou comissionados


OB5. G 3 anos contados da entrada em EXERCiCIO

17) Acumulação de Cargo, Emprego e Função

regra = vedada a acumulagao

administragao direta
administragao indireta, Inclusive subsldianas e soc .
alcance controladas pelo poder publico
todas as esferas

professor + professor
acumulagao remunerada excegoes { professor + tecmco/ cientrfico - compotibilidode de hordrios
- respeito oo teto (em coda cargo)
.
profis. de saiide + profis saude

cargos acumulaveis na atlva


na Inatlvidade excegoes / cargos eietlvos
\ cargos em comissao

18) Concurso Público

- Segundo ensina Hely Lopes Meirelles, o concurso consiste no “meio técnico posto à

disposição da Administração Pública para obter-se moralidade, eficiência e aperfeiçoamento

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do serviço público e, ao mesmo tempo, propiciar isonomia (igual oportunidade a todos os

interessados que atendam aos requisitos da lei).

.
CF, art 37, II - a irwestidura em cargo ou emprego publico depends de aprovagao previa c

em concurso publico de provas ou de provas e titulos, de acordo com a natureza e a r

compllexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeagoes r

para cargo em comissao declarado em lei de livre nomeacao e exoneracao;


*

y o prazo maximo sera de 2 anos, mas e possivel estabelecer prazo inferior no edital
y este prazo e contado a partir da homologa ao do concurso ( e nao da publica ao do edital ou da
apllicagao das provas ) ^ ^
y o prazo pode ser prorrogado , uma unica vez
y a duragao da prorroga?ao deve ser identic a a vigencia inicial

Regra geral Nao tem direito

Aprovado FORA
das vagas
Desistencia de
candidato aprovado
dentrodas vagas
Exce des
^ preteri ao na
^
nomeagao

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Regime Jurídico-Administrativo

19) Regime Jurídico Administrativo

regime de direito publico: normas que disciplinam a supremacia e a indisponibilidade do


interesse publico, colocando a Administra ao em posi ao de verticalidade perante os
particulares. ^ ^
regime de direito privado: normas, em geral aplicaveis aos particulares, que colocam as
partes em condigdes de igualdade ( horizontalidade ).

^prerrogativas
regime juridico administrative: conjunto de normas formadas por urn lado pelas
, ,
( supremacia ) e, de outro pelas sujei oes (restri oes) Por isso que a sua base £
,
^ ^ .
formada pelos principios da supremacia e da indisponibilidade do interesse publico.

^ ^
regime juridico da administra ao: envolve todo o regime juridico aplic vel a Administra ao,
tratando tanto das regras de direito publico como das regras de direito privado. ^

20) Hierarquia: Não há hierarquia entre os princípios.

21) Supremacia do Interesse Público e Indisponibilidade do Interesse Público

✓ Princípios implícitos

✓ Pilares do regime jurídico administrativo

22) Art. 37 da CF: LIMPE

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Legalidade * Administrate so pode fazer o que a lei determina.

* A administrate pubica visa o interesse publico;


Impessoalidade •Publicidade oficial nao deve promover agentes publkos

• Atua ao da administra $ ao deve seguir a probidade e a boa-fe;


Moralidade ^
* Ato contrario a moral e IMULO .

•Publicato oficial; requisite de efiticia do atos administrates;


Publicidade transparenda na atua ao do poder publico.
^

Eficiencia
i JR * » A
* •administrate gerencial;
•ageneia executivas: maior autonomia e cobran a de resultadlos.
^

23) Razoabilidade e Proporcionalidade

✓ Ato que ofenda a esses princípios é nulo;

✓ Adequação entre meios e fins;

✓ Poder judiciário, quando provocado, pode apreciar a razoabilidade e proporcionalidade


dos atos administrativos.

24) Autotutela x Tutela

Autotutela Tutela

• Administragao sobre • Controle da


seus proprios atos; administragao direta
• Revogagao: sobre a
conveniencia e administragao
oportunidade ; indireta .
• Anulagao: atos
ileeais.

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Improbidade Administrativa

25) Disposições Gerais

✓ A Lei de Improbidade Administrativa, aplicável a ilícitos praticados em todas as esferas da


nossa federação, foi alterada em outubro de 2021, pela Lei 14.230.

OQUE
MUDOJ?
De modo gieral, as 5 prindpais mudan as para fins de prova sao as seguintes:
^
1) fim da improbidade na modalidade culposa ( qua antes era possivel para os atos
causad ores die prejuizo ao erario )

2) redu;ao para 3 categories de atos de improbidade ( com a revoga <;ao do art. 10-A, que
tratava da concessao die beneficios indevidos do ISSGN )

3 ) alterafdes diversas nas san oes aplicaveis, a exemplo da amplia ao dlos prazos para a
^ ^
suspensao dos direitos politicos, da redugao nos valores das multas e da redlufao das
,

san0es para a violafao a principio

4 ) unifica ao e amplia ao do prazo prescricional (todlos os agentes passam a se submeter


^ ^
ao prazo unico de S anos)

5 ) dliversas mudangas na a ao judicial por improbidade ( que, entre outras modifica oes,
^
passa a ser dla competence exclusiva do Ministerio Publico ) ^

l CF, art. 37, § 4^ Os atos de improbidade administrativa importarao a suspensao dos l


l direitos politicos, a perda dla fun ao publie a, a indisponibiilidade dos bense o ressarcimento \
^
\ ao erario, na forma e gradla ao previstas em leil, sem prejuizo da a ao penal cabivek
^ ^
 Com fundamento no referido dispositivo constitucional, em 1992 foi editada a Lei 8.429,
conhecida como Lei de Improbidade Administrativa – ou LIA, profundamente alterada
no ano de 2021.

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Aula 08

Ressarcimento ao erario
Indisponibilidade dos bens
atos de Suspensao dos direitos
Improbidade importarao politicos
administrative
Perda da fun ao publics
sem
^
prejuizo da agao penal
cabfvel

✓ Trata-se de ação judicial de natureza cível.


✓ Abrange particulares e todas as espécies de agentes públicos.
✓ O Supremo Tribunal Federal já decidiu que a Lei de Improbidade Administrativa se aplica
aos agentes políticos.

TOME
NOTA!

-
Os agentes politicos, com exce<;ao do presidents da Republica, encontram se sujeltos a urn
duplo regime sancionatorio, e se submetem tanto a responsabiliza ao civil pelos atos de
^
improbidade administrativa quanto k responsabiliza ao politico -administrativa por crimes
do responsabilidade. ^

 Os sujeitos passivos dos atos de improbidade administrativa consistem justamente nas


vítimas diretas destes atos, ou seja, aqueles que podem ser diretamente lesados pelas
condutas ilícitas.

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Aula 08

Nesse sentido, o art. 1°, §§ 5° a 7° r da LIA preve os seguintes sujeitos passives:

Direta e indireta

Qualquer dos Poderes


Administra ao publics
^
O
>
da Uniao, dos Estados, dos
Munidpios e do Distrito Federal
Q_
tn
O
que receba subven ao, benefido ou
* —-
0 ^
incentive, fiscal ou creditieio, de
entes publicos
entidade privada
para cuja criagao ou custeio o erario
lhaja concorrido ou concorra no seu
patrimonio ou receita atual

ressardmento de prejuizos e limitado a reperctissio do ilicito


sabre a contribuigao dos cofres publicos

OQUE
MUDOU ?
1) A partir da Lei 14.230, nao ha mais diferenga acerca do percentual de contribui ao do
^
poder publico para a constituigao do patrimonio ou da receita das entidades privadas .
Havendo qualquer contribuicao do poder publico, independentemente do percentual, sera
indistintamente alcangado pela LIA. Anteriormente, havia uma diferenciagao entre mais de
50% e menos de 50% de contribuicao do poder publico, o que perdeu a relevancia. Entao,
agora, o percentual de contribuicao do poder publico nao mais interessa, neste aspecto.

2) Com a alteracao da Lei 14.230, nao mais se incluem expressamente, como sujeitos
passivos, as empresas incorporadas ao patrimonio publico.

 Sujeitos ativos são aquelas pessoas que podem praticar atos de improbidade previstos
na LIA e, assim, estarão sujeitas às suas penalidades.

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Agente publico
</> (sentido amplo)
O
>
equiparado a agente publico, convenio, contrato de repasse ou ajuste
to pela celebragao de equivalente
O
a; INDUZIDO a pratica do
D
tn ato de improbidade
desde que
Particular
tenha
CONCORRIDO
dolosamente para o ato

OQUE
MUDOU?
Dentro deste topic foram tres as mudan as promovidlas pela Lei 14.230:
^
1) Exclusao dla possibilidade de o terceiro ser considerado sujeito ativo pelo fato de ter se
beneficiado ( exige - se que tenha induzido ou concorrido) - art . 3 ?.

2) Mencionou - se, expressamente, sua contribuifao dolosa para o ato die improbidade - art.
3^ .

3) A partir da inser ao do paragrafo unico ao art. 25 da LIA, o legisladlorequiparou a agente


^
publico o particular que celebra convenio a adlmmistragao publica, ou instrumento
.
equivalente . Portanto , ele igualmente sujeita - se as sanfoes por improbidade, como
detalharemos adiante .

26) Atos de Improbidade

 Entre os artigos 9º a 10 da Lei 8.429/1992, o legislador definiu três categorias de atos


de improbidade administrativa, a saber:

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Importam enriquecimento ih'cito


( art . 9? )

Atos de Improbidade Causam prejuizo ao erario ( art. 10)

Atentam contra os principios da


Administragao Publica ( art. 11)

Enriquecimento ilfcito

• receber, para si ou para outrem, comissao, percentagem, gratificagao ou


presente de quem tenha interesse na atividade exercida pelo agente pulico
• perceber vantagem economica para facilitar a aquisigao ou locagao por
prego superior ao valor de mercado
• perceber vantagem economica para facilitar a alienagao, o fornecimento ou
locagao de bem publico por prego inferior ao valor de mercado
• utilizar em proveito proprio, em obra ou servigo particular, qualquer bem
mdvel do poder publico, bem como o trabalho de servidores publicos ou
terceirizados por elas contratados
• receber vantagem economica de qualquer natureza, direta ou indireta,
para tolerar pratica de qualquer atividade ilfdta, como jogos de azar,
narcotrafico e contrabando
• receber vantagem economica para fazer declaragao falsa sobre qualquer
dado t6cnico de obra publicaou servigos contratados pelo poder publico,
como medigao, quantidade, peso, medida e qualidade

Enriquecimento ilfcito
• adquirir, para si ou para outrem, bens cujo valor seja desproporaonal h
evolugao do patrimonio do agente publico ou a sua renda, assegurada a
demonstragao da licitude da origem dessa evolugao, pelo agente
• aceitar emprego ou exercer consultoria para pessoa de quem tenha
interesse na atividade exercida pelo agente pulico
• perceber vantagem economica para intermediar a liberagao de verba
publica
• receber vantagem economica para omitir ato de offcio a que esteja
obrigado
• incorporar ao seu patrimonio bens ou valores do patrimdnio publico
• usar, em proveito proprio, bens ou valores do patrimonio publico

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atos de improbidade que causam prejuizo ao erario

dolo + dano efetivo e comprovado

Prejufzo ao erario
• facilitar ou concorrer por qualquer forma para a indevida incorpora ao
ao patrimonio particular de bens ou valores publicos ^
• permitir ou concorrer para que pessoa privada utilize bens ou valores
publicos sem a observancia das formalidades legais aplicaveis
• doar, ainda que de fins educativos ou assistencias, bens ou valores
publicos, sem observanda das formalidades legais aplicaveis
• permitir ou facilitar a alienagao, permuta ou locagao de bem publico ou a
prestagao de servigo por ente publico por prego inferior ao de mercado
• permitir ou facilitar a aquisi ao, permuta ou locagao de bem ou servigo
^
por prego superior ao de mercado
• realizar operagao financeira sem observancia das normas legais ou
aceitar garantia insuficiente ou inidonea
• conceder beneficio administrative ou fiscal sem a observancia das
formalidades aplicaveis
• frustrar a licitude de processo lidtatdrio ou de processo seletivo para
celebragao de parcerias com entidades sem fins lucrativos, ou dispensa-
los indevidamente, acarretando perda patrimonial efetiva
• ordenar ou permitir a realiza ao de despesas nao autorizadas em lei ou
^
regulamento
• agir ilicrtamente na arrecada ao de tributo ou renda, bem como no que
^
diz respeito a conservagao do patrimonio publico

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Prejufzo ao erario

• permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriquega


ilicitamente
• permitir que se utilize, em obra ou servi o particular, maquinario de
^
entidades publicas ou o trabalho de servidor publico ou terceiros
contratados
• celebrar contrato de rateio de consorcio publico sem suficiente e
previa dotagao orgamentaria, ou sem observar as formalidades
previstas na lei
• agir para a configura ao de ilforto na celebragao, na fiscalizagao e na
^
analise das presta oes de contas de parcerias firmadas pela
^
administragao publica com entidades privada
• facilitar < ao, ao patrimonio particular de valores publicos
a incorpora ;
transferidos a entidades privadas mediante parceria, sem a
observancia das formalidades aplicaveis
• conceder, aplicar ou manter beneflcio financeiro ou tributario que
contrarie as regras referentes ao Imposto Sobre Servigos de Qualquer
Natureza (ISSQN)

{ Violagao de Prindpio da Administragao


• revelar fato ou circunstancia de que tern ciencia em razao das
< 6es e que deva permanecer em segredo, propiciando
atribui;
beneficiamento por informagao privilegiada ou colocando em risco a
seguranga da sociedade e do Estado
• negar publicidade aos atos oficiais, exceto em razao de sua
imprescindibilidade para a seguranga da sociedade e do Estado ou de
outras hipoteses instituidas em lei

• frustrar o carater concorrencial de concurso publico, de chamamento


ou de procedimento licitatorio, em ofensa a imparcialidade, com
vistas a obtencjao de beneficio
• deixar de prestar contas quando esteja obrigado a faze -lo, desde
que disponha das condigoes para isso, com vistas a ocultar
irregularidades
• revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes
< ao oficial, teor de medida politica ou
da respectiva divulga ;
economica capaz de afetar o prego de mercadoria, bem ou servigo
• descumprir as normas relativas a celebra;< ao, fiscalizagao e aprovagao
de contas de parcerias firmadas pela administragao publica com
entidades privadas
• nepotismo (nomear conjuge/companheiro ou parente de ate 3° grau para
cargo em comissao /de confianga ou para fungao gratificada)

• promover enaltecimento do agente publico e personalizagao de atos,


de programas, de obras, de servigos ou de campanhas dos orgaos
publicos (CF, art. 37, § 1°)

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OQUE
MUDOU?

1) Tem- se entendido que este roll de hipoteses teria deixado de ser exemplificative,
passando a ser taxativo, em virtude da exclusao da palavra " notadamente '' no caput do
art . 11:

Como era? Como fico 'U apos a Lei 14.230/2021?


Art. 11. Constitui ato de improbidade
Art . 11. Constitui ato de improbidade
administrative que atenta contra os principles
administrative que atenta contra os principles
da administrate publica a a io ou omissio
da administra ao publica qualquer a ao ou
^ ^ ^
dolose que viole os deveres de honestidade,
omissao que viole os deveres de honestidade,
de imparcialidade e de legalidade ,
imparcialidade, legalidade, e lealdade as
caracterizada por lima das seguintes
institutes, e notadamente: oondutas:

2 ) Alem disso, o dever de lealdade as institutes ", que era mencionadlo na reda ao
anterior do art. 11, caput, foil ex cluido, passando a constar, expressamente , apenas os
^
deveres de honestidade, imparcialidade e de legalidade :

Como era ? Como ficou apos a Lei 14.230/ 2021?


Art . 11 Constitui ato de improbidade
.
Art. 11. Constitui ato de improbidade
admini strati va que atenta contra os princfpios
administrativa que atenta contra os principles
da administrate publica a a ao ou omissao
da administra ao publica qualquer a io ou
^ ^ ^
dolosa que viole os deveres de honestidade,
omissao que viole os deveres de honestidade,
de imparcialidade e de legalidade,
imparcialidade, legalidade,. e lealdade as
caracterizada por uma das seguiintes
rnstrtui oes, e notadamente:
^ oondutas:

3 ) 0 legislador ainda deixou claro que so e ato de improbidade aquela conduta rellevante
juridicamente , isto e, se o ato que lesar de maneira significative o bem juridico tutellado
pela lei de improbidade ( art, 11, §4 ^ }, Q que parece significar a aplicagao do principle da
insignificancy aos atos de improbidade violadores de prinefpio, Em outras palavras, alem
de formalmente se enquadrar no rol do art . 11, para a aplica ao de sangao e necessario
^
que, materialmente, a conduta seja reprovavell de modo significativo .

lEntao, por exemplo, se o agente publico revelou fato de que teve cienda em razao do cargo
e que deveria permanecer em segredo ( art, 11, III), mas o " segredo ” dlivulgado nao tinha
importance para a Administrate, em tese seria possfvel que o agente nao sofra assan oes
da lei de improbidade . ^
4 ) Outra alteragao digna de nota e que a caracteriza ao do ato de improbidade, nesta
^
categoria, requer a demonstrate objetiva da pratica de ilegalSdade noexerciciodla fun ao
piibllica, com a indicafao da norma juridica violada (art . 11, § 3 ^). Ou seja, em nome da ^
seguran a juridica, em uma afao judicial por improbidade, deve - se indicar claramente qual
^
a norma juridica violada pelo acusado de violar prindpio da Administrate publica .

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BIZU

v ft ,(l
1

concurso
publico violagao a
principle
frustrar o carater sem perda
concorrencial da patrimonial
efetiva
licitagaoou
chamamento com perda
prejuizo ao
patrimonial
efetiva
* erario

27) Das Penas

Nesse sentido, a Lei de Improbidade Administrativa (LIA) preve sangoes de 3 naturezas :

A
politica

ik
V
suspensao dos direitos politicos

perda da fungao publica e proibigao de contratar com o poder


>
administrativa
A W publico e de receber beneficios fiscais/crediticios

ressarcimento ao erario, multa civil e perda dos bens e valores

m
civil
A
acrescidos ilicitamente ao patrimonio

RESUMINDO

Comparando as sangoes aplicaveis em cada categoria, chegamos ao seguinte quadro:

Enriquecimento ilidto Prejuizo ao er$rio ViolagSo a principio

Perda dos bens acrescidos


Perda dos bens acrescidos
ilicitamente
ilicitamente (se ocorrer esta
circunstancia)
ressarcimento integral do dano (se houver dano efetivo)

perda da fungao publica perda da fungao publica

suspensao dos direitos politicos suspensao dos direitos


de at6 14 anos politicos de ate 12 anos
multa civil igual ao acresdmo multa civil igual ao dano ao multa civil de ate 24 vezes a
patrimonial erfrio remuneragao do agente

proibigao de contratar com Poder proibigao de contratar com o proibigao de contratar com o
Publico ou receber beneficios por Poder Publico ou receber Poder Publico ou receber
ate 14 anos beneficios por ate 12 anos beneficios por ate 4 anos

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28) Da Prescrição

OQUE
MUDOU?
Neste ponto, a reforma promovida pela Lei 14.230 facilitou a vida do concurseiro, pois,
anteriormente, a Lei previa tres prazos distintos, a depender da situagao especffica.
Portanto, houve uma unifica ao dos prazos, que passam a sertodos de 8 anos. Em sfntese:
^
Como era? Como ficou apos a Lei 14.230/2021?
- 5 anos apos o termino do exerdcio de
mandato, de cargo em comissao ou de funqao
de confianqa

- prazo prescricional previsto em lei


especifica, nos casos de exerdcio de cargo 8 anos para todos os casos, contados da :
efetivo ou emprego . - ocorrencia do fato
- sua cassaqao para infra d s parmanantas
, $ #
- 5 anos da data da apresenta^ao a da
presta ao de contas final no caso de
^
entidades privadas que recebam beneficio do
poder publico ou nas quais o poder publico
participe com menos de 50%

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Atos Administrativos

29) Elementos dos Atos Administrativos

Competencia Quern pode praticar o ato

> Finalidade Para que

> Forma
meio de exterioriza ao do
ato
^

> Motivo Causa da pratica do ato

> Objeto Conteudo do ato

30) Atributos ou Características dos Atos Administrativos

> Presun$aode leg [timidad e


> I mperatividade
> Autoexecutoriedade
> Tipicidade

Imperatividade
Somente em
alguns
\ Autoexecutorieda
de
Atributos
Presun ao de
Presentes em
^
legitimidade
todos os atos
Tipicidade

- Classificação dos Atos Administrativos conforme Hely Lopes Meirelles:

31) Atos Gerais e Individuais

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a) Atos gerais ou normativos: são aqueles que não possuem destinatários determinados.
Eles apresentam hipóteses genéricas de aplicação, que alcançará todos os sujeitos que
nelas se enquadrarem.

b) Atos individuais ou especiais: são aqueles que se dirigem a destinatários certos,


determináveis. Tais atos produzem efeitos jurídicos no caso concreto.

32) Atos Internos e Externos

a) Atos internos: são aqueles que se destinam a produzir efeitos no interior da


Administração Pública, alcançando seus órgãos e agentes.

b) Atos externos: são todos aqueles que alcançam os administrados, os contratantes ou,
em alguns casos, os próprios servidores, provendo sobre os seus direitos, obrigações,
negócios ou conduta perante a Administração. Esses atos devem ser publicados
oficialmente, dado o interesse público no seu conhecimento.

33) Atos de Império, de Gestão e de Expediente

a) Atos de império: são aqueles praticados com todas as prerrogativas e privilégios de


autoridade e impostos de maneira unilateral e coercitivamente ao particular,
independentemente de autorização judicial.

b) Atos de gestão: Os atos de gestão são aqueles praticados em situação de igualdade


com os particulares, para a conservação e desenvolvimento do patrimônio público e
para a gestão de seus serviços.

c) Atos de expediente: são atos internos da Administração Pública que se destinam a dar
andamentos aos processos e papéis que se realizam no interior das repartições
públicas. Caracterizam-se pela ausência de conteúdo decisório.

34) Atos Vinculados e Discricionários

a) Ato vinculado: é aquele praticado sem margem de liberdade de decisão, uma vez que
a lei determinou, o único comportamento possível a ser obrigatoriamente adotado é
sempre aquele em que se configure a situação objetiva prevista na lei.

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b) Ato discricionário: ocorre quando a lei deixa uma margem de liberdade para que o
agente público faça a valoração do motivo e a escolha do objeto, conforme o seu juízo
de conveniência e oportunidade.

35) Atos Simples, Complexos e Compostos

a) Ato simples: é que aquele que resulta da manifestação de vontade de um único órgão,
seja ele unipessoal ou colegiado. Não importa o número de agentes que participa do
ato, mas sim que se trate de uma vontade unitária.

b) Ato complexo: é aquele que necessita da conjugação de vontade de dois ou mais


diferentes órgãos ou autoridades. Apesar da conjugação de vontades, trata-se de ato
único.

c) Ato composto: é aquele produzido pela manifestação de vontade de apenas um órgão


da Administração, mas que depende de outro ato que o aprove para produzir seus
efeitos jurídicos (condição de exequibilidade). Assim, no ato composto teremos dois
atos: o principal e o acessório ou instrumental.

36) Atos Válidos, Nulos, Anuláveis e Inexistentes

a) Ato válido: é aquele praticado com observância de todos os requisitos legais, relativos
à competência, à forma, à finalidade, ao motivo e ao objeto.

b) Ato nulo: é aquele que sofre de vício insanável em algum dos seus requisitos de
validade, não sendo possível, portanto, a sua correção.

c) Ato anulável: é aquele que apresenta algum vício sanável, ou seja, que é passível de
convalidação pela própria Administração, desde que não seja lesivo ao patrimônio
público nem cause prejuízos a terceiros.

d) Ato inexistente: é aquele que possui apenas aparência de manifestação de vontade da


Administração, mas não chega a se aperfeiçoar como ato administrativo.

37) Extinção dos Atos Administrativos

✓ O processo de desfazimento de um ato irá variar a depender da situação:

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ANULACAO * • O ato praticado e invaildo

O ato e valido, mas inconvenierte ou


REVOGACAO inoportunq
Desfazi mento dos
Beneficiario do ato deixa de cumprir os
atos CASSACAO requisites necessarios
administrativos
Surgimento de novo ato com efeitos
CONTRAPOSiCAO contrapostos a outro ja praticado

superveni&ncia de norma jurfdica que


CADUCIDADE ^ torna inadmissivel situacao anterior, na
, goal o ato foi praticado j

✓ Revogação: é a supressão de um ato administrativo válido e discricionário por motivo de


interesse público superveniente, que o tornou inconveniente ou inoportuno. Trata-se,
portanto, da extinção de um ato administrativo por conveniência e oportunidade da
Administração.

Revoga ao do ato
^ • %

mas Inconvenienteou ' atua;3o


Ato valido ou
inoportuno # * ' cliscrlclonirla

Manuten ao do ato
^

✓ Em síntese, são irrevogáveis os seguintes atos:

nao ha merito administrativo a


Vinculados
ser revisto

Consumados ja exauriram seus efeitos

Geraram direito
garantia constitucional
Atos nao adquirido
revogaveis Integram pratica de ato subsequente
procedimento impede a revoga ao
^
Sob reapreciagao de exauriu- se a competencia da
autoridade superior autoridade que praticou o ato
Meros atos manifesta
administrativos
nao contem
vontade ^ao de

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✓ Anulação: é o desfazimento do ato administrativo em virtude de ilegalidade. A anulação


de atos administrativos inválidos opera efeitos retroativos (ex tunc). Como
regra geral, o ato é retirado do mundo jurídico desde o momento em que foi praticado,
de modo que são desconsiderados os efeitos produzidos pelo ato.

✓ Cassação: é o desfazimento de um ato válido em virtude de descumprimento pelo


beneficiário das condições que deveria manter, ou seja, ocorre quando o administrado
comete alguma falta. Funciona, na verdade, como uma sanção contra o administrado por
descumprir alguma condição necessária para usufruir de um benefício.

✓ Contraposição: consiste no surgimento de um novo ato com efeitos contrapostos a outro


já praticado.

✓ Caducidade: é a forma de extinção do ato administrativo em decorrência de invalidade ou


ilegalidade superveniente. Assim, a caducidade ocorre quando uma legislação nova – ou
seja, que surgiu após a prática do ato – torna-o inválido.

✓ Convalidação:

Vfcio sanavel

Ausencia de lesao ao interesse


Convalidagao publico

Ausencia de prejufzo a terceiros

quanto a exceto
COMPETtNClA pessoa competencia
vfcio exdusrva
SANAVEL
FORMA exceto se forma
exigida wn lei

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38) Espécies de Atos Administrativos

> Normative) veicula regras gerais e abstratas

> Ordinatorio

Negocial
ernana do poder hierarquico

autoriza o particular a exercer uma


atividade ou a usar um bem publico

> Enunciativo
contem declaracao da Administrate quanto
a um fato ou situacao

> Punitivo
impoe penalidades a agentes publicos ou
particulares

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Lei de Acesso à Informação

39) Classificação da Informação Quanto ao Grau e Prazo de Sigilo

a) ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos;

b) secreta: 15 (quinze) anos; e

c) reservada: 5 (cinco) anos.

Competence para classificar o grau de sigilo


Presidente da Republica;
Vice- Presidente da Republica;
Grau de
—> Ministros de Estado e autoridades com as mesmas prerrogativas;
ultrassecrefo
—> Comandantes da Marinha, do Exercito e da Aeronautica; e
—> Chefes de Missoes Diploimaticas eConsulares permanentes no exterior
—> autoridades mencionadas acima e os titulares de autarquias, funda oes ou
Grau de secrefo
empresas publicas e sociedades de economia mista.
^
—> autoridades mencionadas acima e as que exer am fun oes de diregao, comando
Grau de
^ ^
ou chefia, nfvel DAS 101.5, ou superior, do Grupo- Diregao e Assessoramento
reservado Superiores, ou de hierarquia equivalemte, de acordo com regulamenta ao espedfica
de cada orgao ou entidade. ^

40) Pedido de Acesso

Qualquer interessado poderá apresentar pedido de acesso a informações aos órgãos e entidades
abrangidos pela Lei 12.527/2011, por qualquer meio legítimo, devendo o pedido conter (a) a
identificação do requerente e (b) a especificação da informação requerida.

Para o acesso a informações de interesse público, a identificação do requerente não pode conter
exigências que inviabilizem a solicitação. Os órgãos e entidades do poder público devem viabilizar
alternativa de encaminhamento de pedidos de acesso por meio de seus sítios oficiais na internet.

Ademais, são vedadas quaisquer exigências relativas aos motivos determinantes da solicitação de
informações de interesse público.

O órgão ou entidade pública deverá autorizar ou conceder o acesso imediato à informação


disponível. Porém, caso não seja possível autorizar ou conceder de imediato, o órgão terá um prazo
de até 20 (vinte) dias, prorrogáveis de forma justificada por mais 10 (dez) dias, para:

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a ) comunicar a data, local e modo para se realizar a consults, efetuar a reprodugao ou obter a certidao;

b) indicar as razoes de fato ou de direito da recusa, total ou parcial, do acesso pretendido - e o caso
aplicado quondo a informagao for negada, devendo o orgao opresentor as devidas justificativas ; ou
c ) comunicar que nao possui a informagao, indicar, se for do seu conhecimento, o orgao ou a entidade
que a detem, ou, ainda, remeter o requerimento a esse orgao ou entidade, cientificando o
interessado da remessa de seu pedido de informagao - este dispositive tem a finalidade defaeffitar o
acesso a informagao, exigindo que o orgao tome outras medidas que possam auxiliar o cidadao a
obter a informagao ,

41) Informações Pessoais

O tratamento de informações pessoais deve ser feito de forma transparente e com respeito à
intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas, bem como às liberdades e garantias
individuais (art. 31).

Porém, as informações pessoais relativas à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem terão seu
acesso restrito, independentemente de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 (cem)
anos a contar da sua data de produção, a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que
elas se referirem.

42) Responsabilidade dos Agentes Públicos

Constituem condutas ilícitas que ensejam responsabilidade do agente público ou militar:

a ) recusar-se a fornecer informagao requerida nos termos da Lei, retardar deliberadamente o seu
fornecimento ou fornece -la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa;
b) utillizar indevidamente informagao que se encontre sob sua guarda ou a que tenha acesso ou
conhecimento em razao do exerdcio das atribuigoes de cargo, emprego ou fungao publics;
c ) agir com dolo ou ma -fe na analise das solicitagoes de acesso a informagao;
d) divulgar ou permitir a divulgagao ou acessar ou permitir acesso indevido a informagao sigilosa ou
informagao pessoal;
informagao para obter proveito pessoal ou de terceiro, ou para fins de ocultagao de ato
e ) impor sigilo a
ilegal cometido por si ou por outrem;
f ) ocultar da revisao de autoridade superior competente informagao sigilosa para beneficiar a si ou a
outrem, ou em prejuiizo de terceiros; e

g) destruir ou subtraiir, por qualquer meio, documentos concernentes a possiveis violagoes de direitos
humanos por parte de agentes do Estado .

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Além disso, a pessoa física ou entidade privada que detiver informações em virtude de vínculo de
qualquer natureza com o poder público e deixar de observar o disposto na LAI estará sujeita às
seguintes sanções:

I - advertencia;

II - multa;
III - rescisao do vfnculo com o poder publico;
IV - suspensao temporaria de participar em licifagao e impedimento de contratar com a administragao
publics por prazo nao superior a 2 ( dois ) anos; e
V - declaragao de inidoneidade para iicitar ou contratar com a administra ao publics, ate que seja
proimovida a reabilitagao perante a propria autoridade que aplicou a penalidade. ^

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Processo Administrativo

43) Princípios

SERa FACIL Pro MoMo

Seguran £a juridica

SERa Eficiencia

Razoabilidade

Finalidade

Amp la defesa

FACIL Contraditorio

Interesse publico

Legalidade

Proporcionalidade

Pro MoMo Moralidade

Motivagao

44) Deveres dos Administrados

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I - expor os fat os conforms a verdade;

II - proceder com lealdade, urbanidade e boa-fe;

III - nao agir de mo do temerario;

IV - prestar as informagoes que Ihe forem solicited as e colaborar para o esclarecimento dos
fatos.

45) SV nº 5

Sumula Vincula nte n ®5


A falta de defesa tecnica por advogado no processo administrative disciplinar nao ofende a constitute ©.

46) Instrução

A instrucao e a fase do processo administrative destinada a investigar e comprovar os dados necessarios


para a tomada de decisao. As atividades de instrucao realizam-se de ofi'cio ou mediante impulsao do orgao
responsavel pelo processo, sem prejuizo do direito dos interessados de propor atua oes probatorias (art.
^
29). Com efeito, o orgao competente para a instrugao fara constar dos autos os dados necessarios a decisao
do processo ( art. 29, §19). Alem disso, os atos de instrucao que exijam a atua ao dos interessados devem
realizar -se do modlo memos oneroso para estes ( art. 29, §2 - ) . ^
Durante a instrucao, a Administra$ao deve realizar todos os esfor $os para apurar os fatos, todavia sao
inadmissiveis as provas obtidas por meios ih'citos ( art. 30).

Quanto ao onus da prova, a Lei do Processo Administrative determine que cabe ao interessado a prova
dos fatos que tenha alegado, sem prejuizo do dever atribuido ao orgao competente para a instrucao ( art .
.
36) Todavia, quando o interessado declarar que fatos e dados estao registrados em documentos existentes
na propria Administra $ao responsavel pelo processo ou em outro orgao administrative, o orgao
competente para a instrucao provera, de offcio, a obtengao dos documentos ou das respectivas copias (art .
37).

47) Decisão e Decisão Coordenada

A Administra ao tern o dever de decidir nos processos administrativos e sobre solicita oes ou reclama oes,
^ . . ^
em materia de sua competence ( art 48) O prazo para decidir e ate trinta dias apos a conclusao da
^
instrucao do processo administrativo, salvo prorrogagao por igual periodo expressamente motivada (art.
49).

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DECISAO COORDENADA
O que e?
instancia de natureza interinstitucional ou intersetorial;

atuagao de forma comparfilhada;

com a finalidade de simplificar o processo administrative;

* mediante a participate de todas as autoridades e agentes decisorios, e dos


responsaveis pela instru ao tecnico- jundica.
^
Quando
* decisao envolver fres ou mais setores, oirgaos ou entidades;
quando:
for justiflcavel pela relevancy da materia;
houver discordancia que prejudique a celeridade do processo administrative
decisorio.
Nao se a plica
* processo licitatorio;
poder sancionador ;
* a utori d a d es de Pod eres di stintos .
Principles
legalidade;
eficiencia;
* transparency .

48) Motivação

- De acordo com o art. 50 da Lei 9.784/1999 os atos administrativos deverão ser motivados,
com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, quando:

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I - neguem, It mi tern ou afetem direitos ou interesses;


If - imponham ou agravem deveres, encargos ou sangdes;

III - decidam processos administrativos de concurso ou selegao publica;

IV - dispensem ou declarem a inexigibilidade de processo licitatdrio;

V - decidam recursos admlnistrativos;

VI - decor ram de reexame de oficio;

VII - deixem de aplicar jurisprudence firm ado sabre a questdo ou discrepem de poreceres,
laudoSy propostas e relatorios ofidais;

VIII - importem anulagdo, revogagao, suspensao ou convalidogao de a to administrativo.

49) Recurso Administrativo e Revisão

O recurso administrativo ocorre quando a parte interessada, discordando com a decisão


administrativa, pede a sua reforma ou reexame, dentro do prazo legal, em face de razões de
legalidade e de mérito (art. 57).

A revisão, por outro lado, ocorre quando, a qualquer tempo, a pedido do interessado ou de
ofício pela Administração, procede-se a adequação de sanção imposta, em decorrência do
surgimento de fatos novos ou circunstâncias relevantes suscetíveis de justificá-la.

Suimula Vinculante n'^21


E inconstitucional a exigenda de deposit © ou arrolamento previos de dinheiro ou bens para
admissibilidade de recurso administrativo.

A reformatio in pejus e possivel nos recursos administrativos, mas e vedadla na reviisao .

Vamos ficando por aqui. Espero que tenha gostado do nosso Bizu! Bons estudos!

Leonardo Mathias
@profleomathias

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