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Estágio Prático em Engenharia Militar

O documento apresenta o plano de disciplina do curso de Engenharia da Academia Militar das Agulhas Negras, com carga horária total de 244 horas-aula, incluindo estágio prático supervisionado. Os objetivos incluem comandar frações de Engenharia, interpretar estudos de situação e executar trabalhos técnicos em operações de combate. O conteúdo é dividido em unidades didáticas que abordam tanto operações ofensivas quanto defensivas, enfatizando a importância da iniciativa e da segurança nas atividades militares.
Direitos autorais
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Estágio Prático em Engenharia Militar

O documento apresenta o plano de disciplina do curso de Engenharia da Academia Militar das Agulhas Negras, com carga horária total de 244 horas-aula, incluindo estágio prático supervisionado. Os objetivos incluem comandar frações de Engenharia, interpretar estudos de situação e executar trabalhos técnicos em operações de combate. O conteúdo é dividido em unidades didáticas que abordam tanto operações ofensivas quanto defensivas, enfatizando a importância da iniciativa e da segurança nas atividades militares.
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ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS CURSO DE ENGENHARIA ELABORADO EM 2008

4º ANO

CARGA HORÁRIA: 244 HORAS-AULA DIURNAS


ESTÁGIO PRÁTICO SUPERVISIONADO
72 HORAS-AULA NOT

PLANO DE DISCIPLINA

APROVADO PELO BI Nr_______/DEP DE _____/_____/______

1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO


a. Comandar frações de Engenharia, até o valor Cia, nas operações de combate.
b. Interpretar o Estudo de Situação do Comandante de Engenharia.
c. Executar Trabalhos Técnicos de Engenharia em apoio a Mobilidade, Contramobilidade e Proteção.
d. Desempenhar as funções de oficial subalterno em Organizações Militares de Engenharia.
e. Exercer o comando de uma fração de tropa.
f. Desempenhar as funções de EM de uma Cia E Cmb orgânica de Bda em operações de combate.
g. Evidenciar capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de situações difíceis e perigosas, seguindo as normas de segurança
(CORAGEM);
h. Evidenciar a capacidade para agir, de forma adequada e oportuna, sem depender de ordem ou decisão superior (INICIATIVA)

(Modificado em Nov 2009)


2. UNIDADES DIDÁTICAS (CONTINUAÇÃO) PÁGINA: EPS – 02

UD I – ESTÁGIO PRÁTICO NO CORPO DE TROPA CARGA HORÁRIA: 120 HORAS-AULA

ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Nr DE SESSÕES


a. Desempenhar as funções de oficial subalterno em Unidades Militares do Exército
Brasileiro.
b. Atuar como oficial subalterno, conduzindo pelo exemplo o pelotão na consecução
dos objetivos propostos pela cadeia de comando.
1. Desempenho das funções de
c. Preparar-se adequadamente, antecipando-se às situações que irá deparar no Corpo 120 HD
oficial subalterno.
de Tropa, apresentando soluções alternativas na execução das diversas tarefas.
d. Atuar com firmeza, como oficial subalterno, adequando seus conhecimentos ao
material de emprego militar, ao tipo de Unidade e às áreas operacionais de emprego
(CORAGEM).
INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS:
a. Orientações para a aprendizagem: sugere-se que o cadete tome conhecimento das instruções que ministrará nas Unidades, com a finalidade de
recordar assuntos e preparar a documentação de instrução (plano de sessão, plano de segurança, gerenciamento de risco etc).
b. Métodos e técnicas de ensino: sugerem-se, como técnicas de ensino, o estudo preliminar, a palestra e o interrogatório; e, como método de
ensino, o trabalho individual.
c. Tipos de atividades: todas as atividades serão ministradas com atividades presenciais.
d. Meios auxiliares a empregar: quadro mural, quadro em branco, quadro de giz, de acordo com a disponibilidade da OM.
e. Natureza da UD: desenvolve o domínio cognitivo, psicomotor e afetivo.
f. Esta UD não será motivo de Avaliação Somativa.
g. Esta UD favorece a interdisciplinaridade com as seguintes disciplinas: Emprego Tático e Técnicas Militares.
h. Perfil Profissiográfico: os objetivos desta UD deverão estar em consonância com o previsto no perfil profissiográfico do concludente do curso de
Formação e Graduação de Oficiais de Carreira da Arma de Engenharia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
a. BRASIL. Exército. AMAN. Suprimento de água. 3. ed. Resende, RJ: Acadêmica, 2001.
b. ______ . Transposição de Curso de Água. Resende: Acadêmica, 1995.
b. ______ . EME. C 5-1: Emprego da Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1998.
c. ______ . C 5-7: Batalhão de Engenharia de Combate. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2001.
d. ______ . C 5-10: O Apoio de Engenharia no Escalão Brigada. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2000.
e. ______ . C 5-13: O Soldado de Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1997.
f. ______ . C 5-15: Fortificações de Campanha. 6. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
g. ______ . C 5-25: Explosivos e Destruições. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1991.
h. ______ . C 5-34: Vade-Mécum de Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
i. ______ . C 5-38: Estradas. 1. ed. Brasília: EGGCF, 2001.
j. ______ . C 5-39: Instalações na Zona de Combate. 1. ed. Brasília: EGGCF, 2002.
l. ______ . Ministério da Defesa. MD 33-M-02: Manual de Abreviaturas, Siglas, Símbolos e Convenções Cartográficas das Forças Armadas.
3. ed. Brasília: MD, 2008.
m. HOUAISS, A (Ed.).Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetivos, 2001.
2. UNIDADES DIDÁTICAS (CONTINUAÇÃO) PÁGINA: EPS – 04
UD II – MÓDULO TÁTICO DE OPERAÇÕES OFENSIVAS CARGA HORÁRIA: 42 HORAS-AULA DIURNAS
24 HORAS-AULA NOTURNAS
Nr DE
ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS
SESSÕES
a. Interpretar o Estudo de Situação de Engenharia.
b. Expedir a Ordem Preparatória.
1. Ataque Coordenado c. Estabelecer as ligações necessárias.
e Ultrapassagem d. Executar Reconhecimentos de Engenharia.
e. Organizar a Engenharia para o combate.
42 HD
f. Executar trabalhos técnicos de Engenharia em apoio a operação.
24 HN
g. Executar medidas administrativas a cargo da Cia E Cmb.
2. Aproveitamento do h. Mobiliar um Posto de Controle de Engenharia durante uma Operação de Transposição de curso de Água.
Êxito e i. Seguir regras de segurança para as situações que envolvam risco de material e pessoal.
Perseguição j. Coordenar o emprego da Cia E Cmb em apoio à arma-base, agindo de forma adequada e oportuna, sem
depender de ordem ou decisão superior (INICIATIVA).
INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS:
a. Orientações para a aprendizagem: sugere-se a leitura preliminar sobre a Força Terrestre para aquisição de conceitos básicos do assunto
(Artigos I, II e III, do Capítulo 2, do C 100-5: Operações. 3. ed. EGGCF. Brasília, DF: 1997).
b. Métodos e técnicas de ensino: sugerem-se os método de trabalho em grupo e individual e as técnicas de estudo preliminar, a tempestade de
idéias, exercício militar e trabalho de estado-maior.
c. Tipos de atividades: todas as atividades serão ministradas com atividades presenciais.
d. Meios auxiliares a empregar: quadro mural, quadro de giz, quadro branco.
e. Natureza da UD: desenvolve os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo. Servirá como complementação para a disciplina Emprego Tático.
f. Esta UD não será motivo de Avaliação Somativa.
g. Esta UD favorece a interdisciplinaridade com as seguintes disciplinas: Emprego Tático e Técnicas Militares.
h. Perfil Profissiográfico: os objetivos desta UD deverão estar em consonância com o previsto no perfil profissiográfico do concludente do curso de
Formação e Graduação de Oficiais de Carreira da Arma de Engenharia.
i. Outros:
1) Deverá ser planejada a execução dos trabalhos técnicos de Engenharia em todas as operações.
2) Enfatizar a importância das medidas de segurança, como parte do esforço de Contra-Inteligência do escalão superior.
3) Enfatizar a importância do registro detalhado de todos os indícios obtidos, sobre o inimigo e o ambiente operacional (terreno e condições
meteorológicas), nas operações militares, visando à transmissão de dados ao escalão superior.
2. UNIDADES DIDÁTICAS (CONTINUAÇÃO) PÁGINA: EPS – 05
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
a. AMAN. Suprimento de água. Resende, RJ: Acadêmica.
b. BRASIL. Exército. EME. C 5-1: Emprego da Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1998.
c. ______ . C 5-7: Batalhão de Engenharia de Combate. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2001.
d. ______ . C 5-10: O Apoio de Engenharia no Escalão Brigada. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2000.
e. ______ . C 5-13: O Soldado de Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1997.
f. ______ . C 5-15: Fortificações de Campanha. 6. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
g. ______ . C 5-25: Explosivos e Destruições. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1991.
h. ______ . C 5-34: Vade-Mécum de Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
i. ______ . C 5-36: Reconhecimento de Engenharia. 2. ed. Brasília: EGGCF, 1997.
j. ______ . C 5-37: Minas e Armadilhas. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2000.
l. ______ . C 5-38: Estradas. 1. ed. Brasília: EGGCF, 2001.
m. ______ . C 5-39: Instalações na Zona de Combate. 1. ed. Brasília: EGGCF, 2002.
n. ______ . C 5-40: Camuflagem, Princípios Fundamentais e Camuflagem de Campanha. 3. ed. Brasília: EGGCF, 2004.
o. ______ . C 21-30: Abreviaturas, Símbolos e Convenções Cartográficas. 4. ed. Brasília: EGGCF, 2002.
p. ______ . C 31-5: Interdição e Barreiras. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1991.
q. ______ . C 31-60: Operações de Transposição de Curso de Água. 2. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
r. ______ . C 54-5: Apoio Administrativo na Divisão de Exército e na Brigada. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1985.
s. ______ . C 101-5 (1º Volume): Estado-Maior e Ordens. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2003.
t. ______ . C 101-5 (2º Volume): Estado-Maior e Ordens. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2003.
u. ______ . C 100-5: Operações. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1997.
u. ______ . C 100-10: Logística Militar Terrestre. 1. ed. EGGCF. Brasília, DF: 1993.
x. ______ . IP 30-1 (2ª parte): A atividade de inteligência militar – a inteligência nas operações militares. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1999.
aa. ______ . T 5-272: Portada Leve - Operação e Manutenção. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1989.
bb. ______ . Ministério da Defesa. MD 33-M-02: Manual de Abreviaturas, Siglas, Símbolos e Convenções Cartográficas das Forças Armadas. 3.
ed. Brasília: MD, 2008.
cc. HOUAISS, A (Ed.).Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetivos, 2001.
dd. PAOLI, Paulo César de. Pontes Pesadas. Cachoeira do Sul, RS: [s.n.], 2002.
2. UNIDADES DIDÁTICAS (CONTINUAÇÃO) PÁGINA: EPS – 06
UD III – MÓDULO TÁTICO DE OPERAÇÕES DEFENSIVAS CARGA HORÁRIA: 42 HORAS-AULA DIURNAS
24 HORAS-AULA NOTURNAS

ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Nr DE SESSÕES


a. Interpretar o Estudo de Situação de Engenharia.
b. Expedir a Ordem Preparatória.
1. Movimentos
c. Estabelecer as ligações necessárias.
Retrógrados
d. Executar Reconhecimentos de Engenharia.
e. Organizar a Engenharia para o combate. 42 HD
[Link] Trabalhos Técnicos de Engenharia em apoio a operação. 24 HN
2. Defesa em g. Executar medidas administrativas a cargo da Cia E Cmb.
Posição e h. Coordenar o emprego da Cia E Cmb em apoio à arma-base, agindo de forma adequada e oportuna, sem
Acolhimento depender de ordem ou decisão superior (INICIATIVA).

INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS:
a. Orientações para a aprendizagem: sugere-se a leitura preliminar sobre a Força Terrestre para aquisição de conceitos básicos do assunto
(Artigos I, II e III, do Capítulo 2, do C 100-5: Operações. 3. ed. EGGCF. Brasília, DF: 1997).
b. Métodos e técnicas de ensino: sugerem-se os métodos de trabalho em grupo e individual, e, como técnicas de ensino, o estudo preliminar, a
tempestade de idéias, exercício militar e trabalho de estado-maior.
c. Tipos de atividades: presenciais. Será realizado um exercício no terreno.
d. Meios auxiliares a empregar: quadro mural.
e. Natureza da UD: desenvolve os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo. Servirá como complementação para a disciplina Emprego Tático.
f. Esta UD não será motivo de Avaliação Somativa.
g. Esta UD favorece a interdisciplinaridade com as seguintes disciplinas: Emprego Tático e Técnicas Militares.
h. Perfil Profissiográfico: os objetivos desta UD deverão estar em consonância com o previsto no perfil profissiográfico do concludente do curso de
Formação e Graduação de Oficiais de Carreira da Arma de Engenharia.
i. Outros:
1) Deverá ser planejada a execução dos Trabalhos Técnicos de Engenharia em todas as operações.
2) Enfatizar a importância das medidas de segurança, como parte do esforço de Contra-Inteligência do escalão superior.
3) Enfatizar a importância do registro detalhado de todos os indícios obtidos, sobre o inimigo e o ambiente operacional (terreno e condições
meteorológicas), nas operações militares, visando à transmissão de dados ao escalão superior.
2. UNIDADES DIDÁTICAS (CONTINUAÇÃO) PÁGINA: EPS – 07

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
a. AMAN. Suprimento de água. Resende, RJ: Acadêmica.
b. BRASIL. Exército. EME. C 5-1: Emprego da Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1998.
c. ______ . C 5-7: Batalhão de Engenharia de Combate. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2001.
d. ______ . C 5-10: O Apoio de Engenharia no Escalão Brigada. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2000.
e. ______ . C 5-13: O Soldado de Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1997.
f. ______ . C 5-15: Fortificações de Campanha. 6. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
g. ______ . C 5-25: Explosivos e Destruições. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1991.
h. ______ . C 5-34: Vade-Mécum de Engenharia. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
i. ______ . C 5-36: Reconhecimento de Engenharia. 2. ed. Brasília: EGGCF, 1997.
j. ______ . C 5-38: Estradas. 1. ed. Brasília: EGGCF, 2001.
l. ______ . C 5-39: Instalações na Zona de Combate. 1. ed. Brasília: EGGCF, 2002.
m. ______ . C 5-40: Camuflagem, Princípios Fundamentais e Camuflagem de Campanha. 3. ed. Brasília: EGGCF, 2004.
n. ______ . C 21-30: Abreviaturas, Símbolos e Convenções Cartográficas. 4. ed. Brasília: EGGCF, 2002.
o. ______ . C 31-5: Interdição e Barreiras. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1991.
p. ______ . C 31-60: Operações de Transposição de Curso de Água. 2. ed. Brasília: EGGCF, 1996.
q. ______ . C 54-5: Apoio Administrativo na Divisão de Exército e na Brigada. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1985.
r. ______ . C 101-5 (1º Volume): Estado-Maior e Ordens. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2003.
s. ______ . C 101-5 (2º Volume): Estado-Maior e Ordens. 2. ed. Brasília: EGGCF, 2003.
t. ______ . C 100-5: Operações. 3. ed. Brasília: EGGCF, 1997.
u. ______ . C 100-10: Logística Militar Terrestre. 1. ed. EGGCF. Brasília, DF: 1993.
v. ______ . IP 30-1 (1ª parte): A atividade de inteligência militar – conceitos básicos. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1995.
x. ______ . IP 30-1 (2ª parte): A atividade de inteligência militar – a inteligência nas operações militares. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1999.
z. ______ . IP 30-3: Ramo contra-inteligência. [Link]. Brasília: EGGCF, 1996.
aa. ______ . T 5-272: Portada Leve - Operação e Manutenção. 1. ed. Brasília: EGGCF, 1989.
bb. ______ . Ministério da Defesa. MD 33-M-02: Manual de Abreviaturas, Siglas, Símbolos e Convenções Cartográficas das Forças
Armadas. 3. ed. Brasília: MD, 2008.
cc. ECEME, ME 30-101 (1º Volume): Inimigo Vermelho. Rio de Janeiro: 1999.
dd. ______ . ME 30-101 (2º Volume): Inimigo Amarelo. Rio de Janeiro: 1999.
ee. HOUAISS, A (Ed.).Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetivos, 2001.
ff. PAOLI, Paulo César de. Pontes Pesadas. Cachoeira do Sul, RS: [s.n.], 2002.
2. UNIDADES DIDÁTICAS (CONTINUAÇÃO) PÁGINA: EPS – 08
UD IV – MANOBRA ESCOLAR CARGA HORÁRIA: 40 HORAS- AULA DIURNAS
24 HORAS-AULA NOTURNAS
Nr DE
ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS
SESSÕES
a. Interpretar o Estudo de Situação de Engenharia.
b. Expedir a Ordem Preparatória.
c. Estabelecer as ligações necessárias.
d. Reconhecimentos de Engenharia.
01. Manobra e. Organizar a Engenharia para o combate. 40 HD
Escolar f. Executar Trabalhos Técnicos de Engenharia em apoio a operação. 24 HN
g. Executar medidas administrativas a cargo da Cia E Cmb.
[Link] o emprego da Cia E Cmb em apoio à arma-base, agindo de forma adequada e oportuna, sem
depender de ordem ou decisão superior (INICIATIVA).

INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS:

a. Orientações para a aprendizagem: sugere-se a leitura preliminar sobre a Força Terrestre para aquisição de conceitos básicos do assunto (Artigos I,
II e III, do Capítulo 2, do C 100-5: Operações. 3. ed. EGGCF. Brasília, DF: 1997).
b. Método e técnicas de ensino: sugere-se, como técnicas de ensino, o estudo preliminar, a tempestade de idéias, exercício militar e trabalho de
estado-maior e, como métodos de ensino, os trabalhos em grupo e individual.
c. Tipos de atividades: presenciais: Manobra Escolar.
d. Meios auxiliares a empregar: quadro mural.
e. Natureza da UD: desenvolve os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo.
f. Esta UD não será motivo de Avaliação Somativa.
g. Esta UD favorece a interdisciplinaridade com as seguintes disciplinas: Emprego Tático e Técnicas Militares.
h. Perfil Profissiográfico: os objetivos desta UD deverão estar em consonância com o previsto no perfil profissiográfico do concludente do curso
de Formação e Graduação de Oficiais de Carreira da Arma de Engenharia.
i. Outros:
1) Deverá ser planejada a execução dos trabalhos técnicos de Engenharia em todas as operações.
2) Enfatizar a importância das medidas de segurança, como parte do esforço de Contra-Inteligência do escalão superior.
3) Enfatizar a importância do registro detalhado de todos os indícios obtidos, sobre o inimigo e o ambiente operacional (terreno e condições
meteorológicas), nas operações militares, visando à transmissão de dados ao escalão superior.
2. UNIDADES DIDÁTICAS (CONTINUAÇÃO) PÁGINA: EPS – 09
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
a. AMAN. Suprimento de água. Resende, RJ: Acadêmica.
b. ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO. Abreviaturas, Símbolos e Convenções Cartográficas. 4. ed. Brasília, DF: 2002.
c. ______ . C 54-5: Apoio Administrativo na Divisão de Exército e na Brigada. 1. ed. Brasília, DF: 1985.
d. ______ . C 5-1: Emprego da Engenharia. 3. ed. Brasília, DF: 1998.
e. ______ . C 101-5: Estado Maior e Ordens (1° ª e 2° ª Vol.. 2 . ed. Brasília, DF: 2003 .
f. ______ . C 5-25: Explosivos e Destruições. 3. ed. Brasília, DF: 1991.
g. ______ . C 5-15: Fortificações de Campanha. 6. ed. Brasília, DF: 1996.
h. ______ . C 5-10: O Apoio de Engenharia no Escalão Brigada. 2. ed. Brasília, DF: 2000.
i. ______ . C 5-7: Batalhão de Engenharia de Combate. 2. ed. Brasília, DF: 2001.
j. ______ . C 5-38: Estradas. 1. ed. Brasília, DF: 2001.
k. ______ . C 5-39: Instalações na Zona de Combate. 1. ed. Brasília, DF: 2002.
l. ______ . C 101-5 (1º e 2º Volumes): Estado-Maior e Ordens. 2. ed. Brasília, DF: 2003.
m. ______ . C 31-5: Interdição e Barreiras. 1. ed. Brasília, DF: 1991.
n. ______ . T 100-10: Logística Militar Terrestre. 1. ed. Brasília, DF: 1993.
o. ______ . C 100-5: Operações. 3. ed. Brasília, DF: 1997.
p. ______ . C 31-60: Operações de Transposição de Curso de Água. 2. ed. Brasília, DF: 1996.
q. ______ . C 5-13: O Soldado de Engenharia. 3. ed. Brasília, DF: 1997.
r. ______ . T 5-272: Portada Leve - Operação e Manutenção. 1. ed. Brasília, DF: 1989.
s. ______ . C 5-36: Reconhecimento de Engenharia. 2. ed. Brasília, DF: 1997.
t. ______ . C 5-34: Vade-Mécum de Engenharia. 3. ed. Brasília, DF: 1996.
u. ______ . IP 30-1 (1ª parte): A atividade de inteligência militar – conceitos básicos. 1. ed. Brasília, DF: 1995.
v. ______ . IP 30-1 (2ª parte): A atividade de inteligência militar – a inteligência nas operações militares. 1. ed. Brasília, DF: 1999.
w. ______ . IP 30-3: Ramo contra-inteligência. [Link]. Brasília, DF: 1996.
x. ECEME, ME 30-101 (1º e 2º Volumes): Inimigo Vermelho; Inimigo Amarelo. Rio de Janeiro, RJ: 1999.
y. PAOLI, Paulo César de. Pontes Pesadas. Cachoeira do Sul, RS: [s.n.], 2002.

3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

PROCESSO DE INSTRUMENTO DE MEDIDA RETIFICAÇÃO DA


UD AVALIADAS
AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA TEMPO DESTINADO APRENDIZAGEM

PROVA - - - -

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