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Criptografia e Crimes Cibernéticos no Brasil

O documento discute a história e a importância da criptografia no combate a crimes cibernéticos no Brasil, apresentando dados, exemplos e trabalhos de profissionais sobre o tema. A criptografia é destacada como uma ferramenta essencial para proteger a privacidade e a segurança de informações no ambiente digital. O trabalho busca esclarecer os benefícios da criptografia na defesa cibernética brasileira.

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Criptografia e Crimes Cibernéticos no Brasil

O documento discute a história e a importância da criptografia no combate a crimes cibernéticos no Brasil, apresentando dados, exemplos e trabalhos de profissionais sobre o tema. A criptografia é destacada como uma ferramenta essencial para proteger a privacidade e a segurança de informações no ambiente digital. O trabalho busca esclarecer os benefícios da criptografia na defesa cibernética brasileira.

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Criptografia na sociedade brasileira: Uma solução para os crimes cibernéticos

Maria Julia de Paula Burigo


Resumo
O documento reúne informações como a história da criptografia no mundo e no
Brasil e a sua importância no combate contra crimes feitos no âmbito virtual, demonstrando
tabelas, artigos, exemplificações e trabalhos feitos por profissionais para a defesa da tese.

Palavras-Chave: Criptografia; História; Brasil; Segurança; Dados

Abstract

The document brings together information such as the history of cryptography in the
world and in Brazil and its importance in combating crimes committed in the virtual
environment, demonstrating tables, articles, exemplifications and work done by
professionals to defend the thesis.

Keywords: Cryptography; History; Brazil


1. Introdução

É indiscutível que as tecnologias digitais revolucionaram o mundo com a sua


grandiosidade e autenticidade. Todavia, em meio desses benefícios que essa modernidade
trouxe, houveram também muitas consequências negativas como o furto e a venda de
dados, plágio e entre tantas outras atividades que são nomeadas como crimes cibernéticos.
Contudo, cientistas e pesquisadores, já há muito tempo iniciam uma jornada em
busca de solucionar esse problema de forma direta e indireta, criando um sistema de
proteção de informações do usuário.
A criptografia é o método que faz uso dos algoritmos e assinaturas para proteger a
privacidade e visa a confidencialização dentro do espaço virtual, protegendo desde
mensagens privadas em fóruns da internet e emails a transações bancárias e documentos
confidenciais. Segundo Coutinho (2008, p.1) é o estudo dos: "métodos para codificar uma
mensagem de modo que só o seu destinatário consiga interpretá-la."
A sua importância na atualidade é pouco comentada e referenciada dentro da mídia
nacional, resumindo a sua dimensão para apenas um simples aviso, vindo de aplicativos de
mensagens instantâneas, que diz "As mensagens são protegidas com uma criptografia de
ponta a ponta" deixando o usuário em uma situação de ambiguidade, não sabendo em que
situações ele estará propenso devido a falta de informação que esse acobertamento causa.
Em muitos outros casos, é observada que essa proteção somente zela informações do mais
alto nível, mal sabendo que ela também está presente em situações do dia-a-dia.
O objetivo deste trabalho é trazer à tona essa pauta, revelando os feitos da
criptografia dentro da sociedade brasileira e no mundo, e tentar responder a seguinte dúvida
"Quais foram as consequências benéficas no qual a criptografia trouxe para a defesa
cibernética do Brasil?" apresentando a sua história e eventos que demonstram essa
mudança.
1. História da criptografia

Antes de abordar a história da criptografia dentro da sociedade brasileira, é preciso


demonstrar a sua história desde o seu início como uma maneira de contextualização para
próximos assuntos que serão tratados para um melhor entendimento e observar a maneira
que ela era desenvolvida.
Uma ideia sobre a criptografia que é caluniosa é sobre o seu começo estar
relacionado com a pauta da segurança virtual, no início da fabricação dos servidores. De
fato, existe uma relação entre a evolução da criptografia com os computadores, segundo o
estudo de William (2019, p.14), entretanto, o seu uso se dá desde antes da criação do
computador ou até mesmo da luz elétrica.
De acordo com Ornodez; Pereira; Chiaramonte (2005, p.11) este método vem sendo
aplicado a mais de 4000 anos pelos egípcios dentro de sua escrita. O primeiro documento
que relata o seu uso quando o escriba de Khnumhotep II sugeriu mudar as composições do
texto para que, caso o ele fosse roubado, o documento não demonstraria as informações
corretas.
Também foi utilizada nas guerras, seu objetivo era raspar a cabeça do qual estava
portando a mensagem e esperar que o cabelo crescesse. Todavia, por sua falta de
funcionalidade, foi descartada para mais aprimoramento.
A sua aplicação foi novamente retomada como uma técnica de batalha entre os
romanos com o objetivo de confundir seus adversários e comunicar informações
confidenciais sem serem descobertos.

2.1 Cifra de César

Um acontecimento marcado na história, demarcado dentro do contexto sociopolítico


do império romano, foi Júlio César, líder político da época, ter criado uma composição
própria para cifrar, que antes assim era nomeada a criptografia, registros políticos.
Essa tática era usada da seguinte forma, ele trocava a letra do alfabeto pela terceira
letra que estava à sua frente, não podendo assim compreender a mensagem descrita caso
não soubesse solucioná-lá. Para reforçá-lá, César às vezes aplicava substituindo as letras
do seu alfabeto comum pelas gregas
Diffie e Hellman (2007, p. 39) relatam que antes deste século, sistemas de
criptografia eram limitados a cálculos que poderiam ser realizados com a mão ou por
dispositivos simples.
Segue a imagem que descreve esse sistema.

Figura 1: Cifra de César

Fonte: Org. por: DAVITICBLOG (2017)


Porém, conforme Rosiane; Karla; Larissa; Ariel; Ingrid; Isabelly; Tanara (2018, p.3)
“Não levaria muito tempo para quebrar o código se soubesse que foi usado a cifra de
César, pois há somente 25 valores possíveis para as chaves.”
Mesmo não demonstrando muita complexidade, a cifra de César é demarcada como
um marco importante na história da criptografia por ser utilizada ainda nos dias de hoje,
mesmo sendo criada 50 a.C, que segundo Ornodez; Pereira; Chiaramonte (2005, p.11) foi
utilizada pelo sulistas em uma guerra contra os russos em 1915.
A equação dada para a cifra de César é a seguinte: C=(k+n) mod 26
No qual
C = Letra Cifrada
k = Deslocamento
n = Local numerado em que a letra original se encontra.
Com a condição de (k+n)>0 e <25, se não é subtraído 26 do valor final e é utilizada uma
lista que se conceitua na numeração do alfabeto sendo A = 0, B = 1 por assim em diante.
Um exemplo: Como a letra T seria cifrada?
O k será adotado como 3 e o n 19.
C = (3+19) mod 26
C = 22 mod 26
22>0 e 22<25
C = 22
Na lista, 22 é a letra W, portanto, T = W, combinando exatamente com a tabela acima.

2.2 Bastão de Licurgo

O bastão de licurgo foi uma tática aplicada pelos espartanos no séc V a.C para o
envio de mensagens secretas criptografadas.
Era-se transportado um bastão de madeira, chamado de cítala, e outro bastão, com
o tamanho semelhante, ficava com o remetente da mensagem, e uma tira de couro em
formato de uma espiral que vinha com a mensagem criptografada.
A sua criptografia se baseava na escrita de cada uma das letras do documento em
uma das diversas espirais formadas pela fita em ordem. Sendo assim, quando o
destinatário estiver com o bastão e a tira em mãos, poderá enrolá-lo no objeto, e por possuir
uma igualdade de formatos entre os dois, a mensagem logo se formava.

2.3 Quadro de Polybius


É um método que permite associarmos letras com números facilmente e que, no
futuro, inspira a criação de outras cifras como a Blase de Vigeneré e ADFGVX, que adotam
o mesmo uso da tabela.
Se utiliza uma tabela 5x5 com os números de 1 a 5 enfileirados na extremidade
esquerda e direita com as letras assim em seu meio, somente com I e J ocupando a mesma
posição.
Tinha o objetivo de associar 2 números com 1 letra, dificultando o descobrimento da
mensagem ocultada.

Figura 2: Quadro de Polybius


Fonte: Org. por: Renan do Prado (2018)

Um exemplo: A palavra que será criptografada é ESCOLA.


Ao associar a mensagem a tabela, ficará assim: E = 15; S = 43; C = 13; O = 34;
L = 31; A = 11.
Sendo assim, a mensagem criptografada ficará: 15 43 13 34 31 11.

2.4 Blaise de Vigenère

Feita por Giovan Batista Belaso, no ano de 1553, foi nomeada como cifra
indecifrável em sua época por sua complexidade e foi utilizada, 300 anos depois, em um
famoso caso chamado a cifra de Beale no qual um livro publicado na época dizia que o
autor havia enterrado um tesouro perdido junto com um grupo que liderou de 30 pessoas.
Contudo, esse de fato mistério nunca foi solucionado e foi rotulado como uma farsa pela
dificuldade em solucionar as 3 cifras que o autor aborda no livro.
Precisa-se usar uma tabela para realizar esta tática, que foi inspirada na cifra de
César, e uma palavra aleatória fora a sua escolhida. É necessário alinhar as palavras, e
caso a palavra aleatória seja menor que a escolhida, é correto que ela se repita quantas
vezes necessário. Ao analisar as letras alinhadas, é certo que olhe na tabela a seguir para
observar o encontro das duas e determinar uma das letras que codificará a mensagem.

Figura 3: Blaise de Vigenère

Fonte: [Link]
Um exemplo: será criptografada a palavra ESCOLA e a palavra aleatória será
OBJETO.
E S C O L A

O B J E T O

Ao observar a tabela, podemos associar as duplas com as respectivas letras: EO =


S; SB = T; CJ = L; LT = E; AO = O. Sendo assim, a palavra codificada ESCOLA se tornará
STLSEO.

2.5 ADFGX

Essa estratégia foi criada pelos alemães na primeira guerra mundial com o objetivo
de evitar descontentamentos ao perceberem que informações confidenciais estavam sendo
vazadas por conta de interferências feitas no telégrafo, que já havia sido inventado na
época, durante a comunicação deles.
Ela se baseia, como dito antes, na ideia do Quadro de Polybius tendo ao invés de
números na lateral superior e esquerda, as letras ADFGX, que levam o nome da técnica,
segundo a imagem a seguir.

Figura 4: Método ADFGX

Fonte:[Link]
mathematiques-cryptologie-quest-ce-chiffre-adfgx-8083/

Após fazer o mesmo processo, como no Quadro de Polybius, é necessário pegar


uma palavra, sem número restrito de letras, mas elas não podem se repetir, e refazer um
novo quadro com essa palavra em cima, com as letras em ordem alfabética, e em seguida a
mensagem criptografada em baixo. Em seguida, o documento é separado pela quantidade
de letras em cada linha, aumentando a complexidade.

Um exemplo: a mensagem escolhida é ESCOLA e a palavra é COISA.


Ao associar a mensagem com a tabela, ela fica: E = AD; S = DA; C = DD; O =
GF; L = GD; A = AA.
Em seguida, alinha-se a mensagem criptografada com a palavra escolhida.
A C I O S
A D D A D
D G F G D
A A

sendo assim, a mensagem será: ADDAD DGFGD AA

2.6 Máquina Enigma

Uma máquina feita por Arthur Scherbius em 1928 e utilizada na Alemanha Nazita
junto de seus aliados, Japão e Itália, a máquina Enigma se consagra como a mais
conhecida de todos os tempos devido ao seu alto nível de complexidade e pelo grande
número de profissionais que não conseguiam quebrar seu código, apenas sendo 5 anos
depois do início de seu uso, em 1933, por Alan Turing e Gordon Welchman graças a uma
máquina eletromecânica.

2.7 Chave simétrica ou privada

É o sistema de chave mais antigo no qual a chave, que é normalmente representada


por uma senha e se dá como uma peça que permite a descriptografar a mensagem
mandada. Neste modelo, é necessário que ela seja a mesma para ambas as partes
(remetente e destinatário) e que seja secreta para que, caso uma terceira pessoa conheça o
algoritmo utilizado, não intercepte a mensagem por estar protegida por uma chave.
Segundo Ronielton (2012, p.2 ) “A principal vantagem é a simplicidade, esta técnica
apresenta facilidade de uso e rapidez para executar os processos criptográficos.” Todavia,
essa tática apresenta alguns defeitos como a proteção segura da chave já que quando
descoberta, tem-se o conhecimento de todo o documento.

2.8 Chave Assimétrica ou pública

Proposto pela dupla Diffie e Hellman na década de 70 que alegavam responder esse
problema que a chave simétrica possuía. Esse sistema se baseia no uso de duas chaves
diferentes, sendo ela uma pública e outra privada, no qual a chave pública é responsável
por criptografar a mensagem e a privada descriptografar, Ronielton (2012, p.4) exemplifica:

Para entender o conceito, basta pensar num cadeado comum


protegendo um determinado bem. A mensagem é este bem, e o
cadeado, que pode ficar exposto, é a chave pública. Apenas quem tiver
uma chave particular (privada) que consiga abrir o cadeado poderá
acessar a mensagem.

Uma das qualidades do sistema é a segurança, entretanto por conta da lentidão que
foi adotada é preciso enviar mensagens pequenas, limitando o seu uso.

2.9 Criptografia RSA


Criada por Ron Rivest, Adi Shamir, Leonard Adleman em 1977, a criptografia RSA,
que adota a inicial do sobrenomes dos criadores, é a técnica mais conhecida e utilizada nos
dias de hoje que visam cuidar da proteção de dados.
O método utilizado se fundamenta nas dificuldades daquele que tenta intervir, tendo
como a sua base fatorar números primos em grande escala, tornando-se mais seguro.
Seus passos para fazer a sua equação é a seguinte:

Primeiro escolha dois números primos, que quanto maiores e mais distantes um do
outro, melhor, e os mantenha em segredo. Após isso, se multiplicam os dois números,
resultando em um valor que chamaremos de n, exemplificando dessa forma: p.q = n.

Seguidamente, é definido o totiente de n para definir os expoentes, que são feitos a


partir do totinete de Euler, podendo representar a equação da seguinte forma: n = (p-1) . (q-
1).

Com o valor encontrado, é possível calcularmos o valor de e e d.

O valor de e é preciso estar entre 2 e o número do resultado do totinete de n que


denominará a chave pública.

E para calcular o d é necessário utilizar o inverso do modular de e, ficando a


seguinte equação: d = e-1 ( mod (φn) ) e o valor final de d deve ser mantido privado, já que
é a chave privada.

Agora para o processo de criptofração, é preciso converter a mensagem pura (M)


para números (m), utilizando um sistema de fora, pegar a chave pública e adotá-los para a
seguinte equação: C = m^e (mod n).

Para descriptografar, se utiliza a chave privada e a mensagem modificada pelos


números para calcular a mensagem, exemplificando-a assim: M = m^d (mod n).

3.0 Criptografia no Brasil.

Com a modernização do Brasil e o alto valor que a criptografia adotou na década de


70 trazendo novas inovações no meio da segurança como o modelo de chave, simétrica e
assimétrica, e o sistema da criptografia RSA que revolucionou o mercado, trouxe uma
inspiração ao Brasil que nesse período começou a desenvolver os seus sistemas nacionais,
iniciando-o com a criação do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento para a Segurança
das Comunicações
Esse centro reconheceu como seu objetivo incentivar a criação de novas tecnologias
ligadas à segurança, diminuindo a importação de produtos estrangeiros.
Foram-se desenvolvidas várias técnicas relacionadas à criptografia desde então, no
qual Jorge (2006 p.22) aborda.
Atualmente, vinculado à Agência Brasileira de Inteligência
(ABIN), o CEPESC dispõe de vários produtos criptográficos, como
telefone seguro com criptografia de voz e dados e o módulo criptográfico
portátil externo, para cifragem de dados de microcomputador, todos com
tecnologia totalmente nacional, inclusive os algoritmos de criptografia.
É importante também citar a formatação de softwares que estabelecem a
confidencialização das urnas eletrônicas, no qual o governo federal implementou como
método de candidatura em 1996, e o gerenciamento de chaves eletrônicas dentro delas.

3.1 Criptografia contra crimes cibernéticos

No assunto de ciberataques, a criptografia se vê essencial dentro desse cenário, já


que ela visa a segurança dos dados do usuário e garante a proteção deles. Sem ela, esse
cenário que já, infelizmente, é presente na realidade brasileira, se agravaria muito mais,
como o vazamento de documentos, informações pessoais e transações bancárias e tornaria
o cenário virtual “uma terra sem lei" .
Um método criptográfico muito utilizado como prevenção é o da chave simétrica e
privada, pois há uma facilidade em utilizá-las e providenciam uma ampla defesa, tornando
impossível para o interceptador compreender a mensagem sem a chave.
Em 2020, O trabalho de conclusão pós curso de Lucas Gabriel Miranda Ribeira
implementa um novo sistema criptográfico visual que combate o phishing, no qual é o crime
considerado cibernético, em que o usuário é manipulado á colocar informações pessoais,
como seu dados íntimos e bancários, em plataformas que fingem ser legítimas
O seu método criptográfico tem como ideia o uso da câmera com o único objetivo de
identificar o site fraudulento, implementando tokens que deixarão visível a veracidade da
plataforma.
De forma didática, o autor do artigo exemplifica seu sistema através de uma imagem
feita de sua autoria:

Figura 5: O Sistema

Fonte: Org. por: Lucas Gabriel Miranda Ribeira (2020)


3.2 Leis Brasileiras relacionadas à criptografia
Utilizando outra abordagem para falar sobre a relevância da criptografia no Brasil, de
forma direta e indireta, a constituição nacional menciona ela, como nos exemplos abaixo:

3.2.1 A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei nº 13.709/2018):


Estabelece os direitos da privacidade e a liberdade virtual, regulamentando o tratamento de
dados e garantindo a sua proteção
Ela aborda indiretamente a utilização da criptografia como forma de anonimização
de dados.

3.2.2 A Lei Marco Civil da Internet (Lei nº12.965/2014)


Aborda sobre a privacidade e a proteção de dados de todos os usuários como uma parte
fundamental do uso da internet.
A criptografia não está relacionada de forma direta, entretanto ela se encaixa na
parte de proteção de dados, já que é um de seus princípios.

3.2.3 Decreto de Política Nacional de Segurança da Informação (PNSI


Decreto nº 9.637/2018)
Destaca que dentro da segurança da informação se adentram os termos segurança
cibernética, defesa cibernética, proteção de dados e a segurança física e assegura a
confidencialidade da informação.

4.0 Conclusão

Dentro deste trabalho, foi demonstrado diversas pautas que apontam a importância
da criptografia tanto nos dias de hoje quanto no passado da sociedade, impedindo
diariamente milhares de roubos de dados por trás de seus cálculos.
Ao retomar a pergunta feita na introdução, é possível afirmar que a criptografia
possui como princípio a segurança e visa a confidencialidade das informações que são
transmitidas todos os dias. Seus sistemas agem na linha de frente contra esse combate e
desde a pequenos sites á leis federais citam a sua importância e relevância nesse assunto .
Sendo assim, a criptografia traz e trazera ainda mais benefícios dentro da pauta de
defesa contra crimes cibernéticos no Brasil e no mundo todo.

5.0 Fontes Bibliográficas


[Link]
[Link]
[Link]
266912212_Criptografia_em_Software_e_Hardware
[Link]
tcc_Willian_Wallace_de_Matteus_Silva.pdf
[Link]
publico/DanieleHelenaBonfim_revisada.pdf
[Link]
[Link]
%2014%20An%C3%A1lise%20sobre%20as%20possiveis%20utiliza
%C3%A7%C3%B5es%20da%[Link]
[Link]

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