0% acharam este documento útil (0 voto)
13 visualizações12 páginas

Classificação e Manejo de Neoplasias e Condições Cirúrgicas

O documento aborda temas relevantes para a prova da UNESP, incluindo diagnóstico e manejo de condições médicas como derrame pleural, neoplasias, coledocolitíase, pancreatite aguda e doenças ginecológicas. Destaca a importância de entender conceitos-chave e a abordagem prática em casos clínicos. Além disso, fornece dicas sobre como se preparar para a prova, enfatizando a escolha de questões e a gestão do tempo.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
13 visualizações12 páginas

Classificação e Manejo de Neoplasias e Condições Cirúrgicas

O documento aborda temas relevantes para a prova da UNESP, incluindo diagnóstico e manejo de condições médicas como derrame pleural, neoplasias, coledocolitíase, pancreatite aguda e doenças ginecológicas. Destaca a importância de entender conceitos-chave e a abordagem prática em casos clínicos. Além disso, fornece dicas sobre como se preparar para a prova, enfatizando a escolha de questões e a gestão do tempo.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Dr.

Henrique Lunardelli
Raio-x e Tomografia de tórax são apostas boas Coordenador de Cirurgia
para a multimídia.
Saber identificar o Grande Botucatu.
derrame pleural e A prova da UNESP é uma prova justa porém difícil.
indicar a Espere uma prova longa, com muitos casos clínicos.
toracocentese,
quando necessário. Procure os conceitos chave no enunciado. Entenda oque o
(casos examinador queria cobrar. Eles disfarçam conceitos específicos
complicados, com enunciados longos.
refratários ou A prova é cheia de especialidades cirúrgicas oque traz um grau
dúvida da origem maior de dificuldade para a situação.
do derrame).
Identificar lesões pulmonares também, como Escolha suas batalhas. Comece pelas questões mais fáceis e
abscessos. E indicar biópsia em casos de que você lembra e domina.
infecção de repetição ou suspeita de malignidade. O cansaço vai bater no final, esteja preparado.
Boa sorte Medcofer. Vamos com tudo.

Cirurgia torácica - Derrame pleural e complicações

Urologia - Próstata

Cirurgia do aparelho digestivo - Neoplasias

Hernias da parede abdominal

Abdome agudo inflamatório e pancreatite aguda

Neoplasia de estômago Cistos renais e câncer renal


Câncer relativamente comum. Pacientes idosos com Classificação de Bosniak para cistos renais é nossa
perda de peso, anemia, empachamento. Endoscopia aposta mais ousada para esta prova. Bora lá!
confirma o diagnóstico e faz a biópsia.
Bosniak I:
Estadiar com tomografia e programar tratamento Lesão benigna:
Cisto simples. Sem septos.
Não requer seguimento.
cirúrgico se lesão for ressecável e o paciente não Parede fina. Sem realce.
apresentar metástases.
Bosniak II:
Além disso, as provas gostam do subtipo intestinal ou Lesão benigna:
Alguns septos finos e calcificação
difuso de Lauren e suas diferenças. Decore. leve. Sem realce.
Não requer seguimento.

Intestinal Difuso Bosniak IIF:


Duvidosa. Septos mais espessos,
Seguir com
com calcificação fina ou paredes
acompanhamento a cada 6-
Bem diferenciado Indiferenciado mais espessas, mas com
12 meses.
características benignas.
Malignidade ~5-26%.
Homens Mulheres
Bosniak III:
Paredes ou septos irregulares, Lesão provavelmente
Hematogênica Linfática espessados ​com realce. maligna: Ressecção.
Malignidade ~ 50%.

Distais Proximais Bosniak IV:


Bosniak III + realce dos
componentes de tecido mole Lesão maligna: Ressecção.
H pylori sangue A+ adjacentes. Malignidade ~ 100%.
Orifício Miopectineo de Frouchard Coledocolitíase
Limites: A prova da UNESP adora o manejo e a investigação de
Superior = Arco do músculo interno e transverso. coledocolitíase e das doenças agudas das vias biliares.
Inferior = Ligamento pectíneo (Cooper). Sempre imagine que um paciente com Colelitíase e/ou
Lateral = Músculo Iliopsoas. Colecistite possa ser portador de Coledocolitíase.
Medial = Reto abdominal e púbis. O tratamento para Colelitíase é a colecistectomia
eletiva na maioria dos casos.
05 triângulos e ‘Y invertido: O tratamento para Colecistite é a colecistectomia de
Inferior e medial = Canal femoral e hernia femoral urgência na maioria dos casos.
Inferior e central = triângulo da morte - vasos ilíacos Mas pacientes com suspeita de coledocolitíase
Inferior e lateral = triângulo da dor - n. c. femoral lat. precisam ser submetidos a confirmação e/ou
Superior e medial = hernia inguinal direta remoção do cálculo no colédoco, para depois
Superior e lateral = hernia inguinal indireta seguirem com o tratamento dos cálculos na vesícula.

- Veja as informações abaixo para marcar o X certo!


icos

Cálculo em exame de
igástr

Alto risco:
imagem.
CPRE!
vv ep

Colangite.

Dilatação de VB. Risco moderado:


Idade > 55 anos. - ColangioRNM
nte

Alteração enzimas. - Colangiografia intra-op


vv
defere

es
pe

Baixo risco:
rm
ducto

Sem nenhum critério.


át

Colecistectomia VLP
ic
os

Pancreatite aguda Derrame pleural complicado


Pancreatite aguda é uma doença que pode ser muito Vamos suspeitar de derrame pleural complicado
grave. Ocorre por ativação de enzimas pancreáticas quando o paciente apresentar uma toracocentese
intra-tecidual, causando lesão na microcirculação e mostrando os seguintes aspectos:
liberação de mediadores inflamatórios.
Lembrem-se que os casos graves evoluem com PH < 7,0 (7,2). Lembrando que aqui temos um
disfunção orgânica persistente. LDH > 1000. paciente sabidamente com
Glicose < 40. derrame pleural exsudativo com
O diagnóstico é através do quadro clínico, em conjunto Bacterioscopia + sinais de complicações e
com análise laboratorial. Paciente com coleta de necessidade de drenagem.
PUS (empiema)
Amilase e/ou Lipase aumentadas, apresentando dor
abdominal em faixa, irradiando para dorso em posição
de prece maometana e com náuseas e vômitos. Precisamos lembrar também, antes disso, dos critérios
que diferenciam o derrame pleural:
O tratamento inicial é com suporte intensivo, jejum,
hidratação e analgesia. Não se faz antibioticoterapia. critérios de Light - Proteína pleura / sérica > 0.5
- LDH pleura / sérica > 0.6
Em casos graves, lembrem-se do STEP-UP-APPROACH. - LDH > 2/3 do limite superior da
1 + = Exsudato
Evitar abordagens agressivas no início. Deixem o normalidade sérica
pâncreas quietinho e deem suporte para o paciente
vencer a inflamação. Cirurgias em último caso. E lembrar das principais causas de cada tipo de DP:

1º → Hidratação, analgesia e jejum Exsudato Neoplasia x Tuberculose x


pneumonia

Transudato Cirrose x ICC


Leve, paciente bem Grave, paciente mal

Retorno da dieta e UTI, suporte intensivo,


E mais uma vez: Exsudatos complicados sempre
tratar causa base Step-up-approach precisam de drenagem torácica.
Dr. Luis F. F. Ferrari
Dermatologia Subcoordenador Clínica
Não temos muito multimídia na CM, mas nos
últimos 3 anos as que tivemos eram casos Salve, salve! MedCoffer,
clínicos + exame dermatológico: hérpes-zóster,
hérpes simples e síndrome DRESS. Com a Odds As questões da UNESP são muito bem feitas e praticamente
alta, vamos de farmacodermias: todas baseadas em casos clínicos, com temas comuns até
questões de subespecialidades muito fortes na casa:
dermatologia, geriatria e neurologia, inclusive com questões se
repetindo tanto na prova de R+ quanto nessa de R1.

E claro, se o padrão se repetir, 20% da prova será cardiologia


(HAS + Insuficiência cardíaca) e os outro 5% sobre HDA
varicosa (cai todo ano!)

No mais, lembrem-se: alternativa menos pior te pontua melhor!


Boa prova!

<10%: SSJ | >30%: NET


HAS, Insuficiência Cardíaca e SCA

Tuberculose e pneumonia

Cirrose hepática

Demências

Tipos de choque, ACLS e BLS

Hipertensão Arterial Sistêmica Insuficiência cardíaca


1) Diagnóstico (HAS mascarada x HAS do jaleco branco) Ambulatorial
Lembrar da terapia quádrupla (ICFER)
PA no consultório ≥ 140 e/ou ≥ 90
iSGLT2 pra todos! (ICFER, ICFEP, IC mid-range)
MAPA 24 horas ≥ 130 e/ou ≥ 80 1) Betabloqueador
MAPA 24 horas (Vigília) ≥ 135 e/ou ≥ 85 Bisoprolol, carvedilol, succinato de metoprolol
2) IECA/BRA
MAPA 24 horas (Sono) ≥ 120 e/ou ≥ 70 Enalapril
MRPA ≥ 130 e/ou ≥ 80 3) Antagonista dos receptores mineralocorticoides
Espironolactona
Mascarada 4) iSGLT2
PA no consultório normal e MAPA/MRPA alterado Empaglifozina e Dapaglifozina
Jaleco branco 5) INRA*
PA no consultório alterada e MAPA/MRPA normal Inibidor do receptor da angiotenstina e neprilisina
Sacubitril-Valsartana
2) HAS resistente e refratária
Descompensação aguda
HAS resistente
PA não controlada com 3 anti-hipertensivos (incluindo diurético
tiazídico) OU controlada com 4 anti-hipertensivos

HAS refratária
PA não controlada com 5 anti-hipertensivos (incluindo diurético
tiazídico e espironolactona)
Pneumonia bacteriana Demências
Avaliação de risco de mortalidade e definição de local
adequado para tratamento

MEEM (Minimental) Exames p/ causas reversíveis


(notas de corte Brasil)
TSH/T4 livre; Vit. B12
Analfabetos ≤ 19
anti-HIV e sífilis
1-3 anos: ≤ 24
Rastreio de depressão
5-8 anos: ≤ 26
TC de crânio
9-11 anos: ≤ 27
> 11 anos: ≤ 28
Brucki (2003)
Fluência verbal
Falar o maior número de animais ou
frutas que lembrar em 1 minuto
<8 anos: 9
>8 anos: 13

Escalas de funcionalidade

Katz
Atividades BÁSICAS de vida diária
Lawton
Atividades INSTRUMENTAIS de vida diária

Cirrose hepática - HDA varicosa Cirrose hepática - Ascite


Profilaxia primária - nunca sangrou Ascite nova = paracentese diagnóstica
(HP clinicamente significativa - GPVH > 10 mmHg)
1) Varizes na EDA (independente do tamanho)
2) Colaterais portossistêmicos (USG, TC ou RNM)
3) Elastografia (Fibroscan)
>25 kPa OU 20-25 kPa + plaquetopenia (<150.000)
4) Gastropatia hipertensiva portal (GHP) intensa
βB não seletivo OU Ligadura elástica

Tratamento - está sangrando Ascite não complicada


Dieta hipossódica (sódio 2g/dia)
Ressuscitação hemodinâmica + estabilização
Aderência: sódio urinário 24h
Espironolactona 100 + furosemida 40mg (máx 400-160)
Profilaxia PBE (Ceftriaxona 1g 24/24h)
*Paracentese de alívio: repor albumina a partir de 5L
Controle de sangramento
1) Vasoconstritor esplâncnico (terlipressina/octreotide)
Início antes e manutenção 2-5d após hemostasia-EDA
2) EDA de urgência (até 12h) - no doente estável PBE
Ligadura elástica (esofágicas)
Cianoacrilato (gástricas)
3) Balão de Sengstaken-Blakemore (refratário - temporário)

Profilaxia secundária - evitar recorrência


Cefalosporina 3ª geração
βB não seletivo E Ligadura elástica Profilaxia SHR: albumina D1 1,5g/kg + D3 1g/kg
Dr. Gelson Arcos Jr.
Subcoordenador da GO

A prova de GO da UNESP costuma ser bem direta, sem muita


Vulvovaginites margem para fosforilação de raciocínio, ufa e ainda bem!

A UNESP não se esforça muito em incluir Aqui vamos firmes para responder conforme os principais
questões multimídia na ginecologia e obstetrícia fluxogramas e critérios diagnósticos das morbidades gineco-
porém observamos com certa frequência a obstétricas.
necessidade de análise de microscopia, para
diagnóstico diferencial e conduta diante dos Então é isso, nessa prova você deve esperar muitas questões
mais variados corrimentos vaginais. com casos clínicos, porém eles tendem a ser sucintos com
enfoque no diagnóstico e na conduta.

Vaginose Bacteriana DICA VALIOSA: em geral, a primeira resposta que vem na sua
Célula-alvo com vários cabeça é a correta, porque aqui eles vão seguir o padrão das
lactobacilos. doenças, sem grandes pegadinhas.

Úlceras Genitias
Candidíase Vaginal
Presença de hifas, pseudo- Propedêutica Mamária
hifas ou esporos.
Síndrome dos Ovários Policísiticos

Ruptura Prematura de Membranas Ovulares

Prevenção de Prematuridade

Propedêutica Mamária
Úlceras Genitais Infecciosas
Mamografia - Incidências principais
Aspecto da Tratamen
Doença Dor
úlcera to

Múltiplas lesões,
Azitromicina
Cancro Mole Dolorosas bordas
1g DU
irregulares,
fundo sujo

Úlcera única, Penicilina Quadrantes superiores (1), inferiores (2), laterais (3) e medial (4).
Sífilis Indolor borda lisa, base Benzatina
endurecida 2,4miUI IM
Mamografia - Resultado e Condutas
Lesão única e Doxiciclina
Linfogranulo
Indolor regular, fístula 100 mg VO
ma Venéreo
em bico de 2x/dia por 21
regador dias

Múltiplas Aciclovir 400


Herpes vesículas mg VO
Dolorosas
Simples agrupadas, base 3x/dia por 7
hiperemiada dias

Múltiplas lesões, Azitromicina


Donovanose Indolor bordas 1g 1x/sem por
irregulares, 3 sem ou até
friáveis cicatrização
Ruptura Prematura de Membranas
Síndrome dos Ovários Policísticos
Ovulares

Critérios de Rotterdam - SOP


<24 semanas
Hiperandrogenismo clínico ou laboratorial;
Conduta individualizada
Ciclos anovulatórios;
Indução do parto ou expectante
USG com imagem sugestiva: 1. Presença de 20 ou
mais folículos com tamanho entre 2-9 mm (pelo
menos um ovário) e/ou; 2. Volume ovariano ≥ 10 cc
(pelo menos um ovário).

Tratamento
Mudança do estilo de vida (MEV);
Metformina ou análogos GLP-1;
Oligomenorreia: progesterona intermitente ou
Antibiótico: ampicilina + amoxicilina + azitromicina
contínua (para contracepção), para proteção
Corticoide: betametasona 12mg 1x/d por 48h
endometrial;
Vitalidade fetal: USG Obs doppler + CTB
Infertilidade: MEV + metformina + indução da
Corioamnionite: febre materna, taquicardia, leucocitose,
ovulação (letrozol é a primeira linha).
conteúdo vaginal purulento, PCR elevado.
Considerar FIV (alto risco de hiperestímulo).

Restrição de Crescimento Fetal Prevenção de Prematuridade


Aqui você precisa ficar atento aos critérios
Incompetência Istmocervical (IIC): 2 ou + perdas gestacionais
diagnósticos, bem como à conduta obstétrica consecutivas no 2o trimestre, tipicamente indolores.
(vitalidade e parto), seguindo o estadiamento da RCF.

Cerclagem eletiva profilática: já tem diagnóstico de IIC. Feita até 14


semanas (após morfológico de 1o trimestre);
Cerclagem terapêutica: colo curto + antecedente suspeito de IIC;
Cerclagem heroica: se protrusão de membranas e dilatação do colo.

Rastreamento de colo curto

Deve ser feito de rotina no pré-natal, na época do


morfológico de 2o trimestre, mesmo sem suspeita de IIC.
PFE peso fetal estimado / CA circunferência abdominal / IP índice de Colo ≤25mm: progesterona vaginal e só!
pulsatilidade / AUt artéria uterina / AU artéria umbilical / ACM artéria
Colo >25mm: seguir rotina pré-natal.
cerebral média / RCP relação cérebro placentária / DZ diástole zero /
DR diástole reversa / DV ducto venoso / CTB cardiotocografia
Dr. Fernando Mota
RX de tórax e eletrocardiograma! Time de Pediatria

Todas as provas de
Pessoal, a prova de pediatria da UNESP é desafiadora, mas justa
acesso direto da UNESP
de forma geral.
nos últimos 5 anos
Há muitas questões de especialidades pediátricas e a banca
contaram com a presença
frequentemente elabora questões sobre temas comuns de
de radiografias de tórax!
forma inovadora.
Geralmente, elas vêm em
É uma prova longa e rica em casos clínicos e imagens, que
um contexto de
espera que o candidato conheça os temas cobrados de maneira
pneumonias complicadas
tanto teórica quanto prática!
ou refratárias ao
Acervo pessoal Vale a pena ler os enunciados com cuidado, buscando os
tratamento, como exame auxiliador nos termos chave para cada caso e destacando os dados a serem
diagnósticos diferenciais. De derrame pleural à valorizados! Por ser uma prova longa, vale tomar cuidado com o
tuberculose, é importante saber analisar o tempo e priorizar as questões de temas mais confortáveis para
exame! você.
Boa prova, MedCoffer! Estamos juntos nessa caminhada!

Outra imagem frequente na pediatria são os Neonatologia - Reanimação neonatal


eletrocardiogramas! Nas últimas provas, vieram
Infectologia - infecções de vias aéreas inferiores
para fazer o diagnóstico diferencial das
taquiarritmias. É importante saber analisar os Hematologia - anemia ferropriva
principais elementos do ECG para tirar essas
questões de letra! Suporte avançado de vida em pediatria - PALS

Nefrologia - malformações congênitas do trato urinário

Reanimação neonatal ≥ 34 semanas BVA - Palivizumabe x Nirsevimabe


A maioria das questões pára no minuto de ouro
(abaixo) ou na indicação de CPAP! PALIVIZUMABE
Clampeamento
Respirando e/ou chorando?
oportuno (>60seg) Para quem:
Tônus em flexão?
+ pele a pele + Ate 1º ano: RN com IG até 28+6
Não Sim cuidados iniciais Até 2º ano: DBP/cardiopatia com
com o RN repercussão
Clampeamento imediato e
passos iniciais Quando: sazonalidade VSR, 5 doses IM
Não
Esquentar
Secar Desconforto
Posicionar respiratório ou NIRSEVIMABE - NOVIDADE 2024/25!
Aspirar se necessário SpO2 < alvo? (SUS/MS ainda não disponível)

Sim Sim
Para quem:
FC > 100 bpm + resp regular? Ate 1º ano: RN < 37 semanas
Considerar CPAP!
Não Até 2º ano: DBP/Fibrose Cística/ Anomalia
SpO2 alvo: via aérea/ Cardiopata/ T21/ Imunodef./
VPP por máscara (FiO2 21%) Doença Neuromuscular
Até 5 min: 70-80%
Oximetria e monitor cardíaco
5-10 min: 80-90%
*Seguir reavaliando respiração e FC >10 min: 85-95% Quando: independe sazonalidade, 1x, IM
para prosseguir a reanimação
Taquiarritmias Anemia ferropriva e reposição de ferro
Sinusal: onda P seguida de QRS + taquicardia Principal anemia na infância!
*Se RR irregular: pensar em arritmia sinusal! SINTOMAS:
Palidez cutâneo-mucosa
Intolerância aos esforços e astenia
Sopro sistólico panfocal + taquicardia;
Ferropenia: picacismo, queilite angular, glossite
Supraventricular: onda P ausente ou fora de lugar, RR atrófica
regular, QRS estreito, FC muito acima do esperado. DIAGNÓSTICO:
↓ ↓
Microcítica ( VCM) e hipocrômica ( HCM) com

anisocitose ( RDW)
↓ ↓
Ferritina, ferro, IST e ↓ reticulócitos; ↑TIBC;
INVESTIGAÇÃO: 1 ano de idade ou se suspeita clínica
Ventriculares: QRS alargado HMG, Ferritina (>15) e PCR → CUIDADO COM
INFECÇÃO (eleva a ferritina)
TRATAMENTO: 3-6mg/kg/dia de Fe elementar por 6m
PROFILAXIA: para toda criança de até 2 anos!
1-2 anos: 1 mg de ferro elementar/kg/dia
Manejo:
Termo e Peso Profilaxia
Idade de início
Estável Instável nascimento (mg/kg/dia)
RNT, AIG, PN > 2500 g 1 180 dias*
Taqui sinusal Investigar e tratar causa base
Manobra vagal → Adenosina ou RNT PN < 2500 g ou
2
Taqui Supra adenosina → cardioversão (o RNPT PN > 1500 g
30 dias
cardioversão mais rápido) RNPT PN 1000-1500 g 3
Chamar RNPT PN < 1000 g 4
Taqui ventricular Cardioversão
especialista *Se fator de risco para anemia ferropriva, iniciar aos 90 dias.

Tuberculose pulmonar
Oftalmologia pediátrica
Agente: Mycobacterium tuberculosis
Diferenciar patologias oftalmológicas pela clínica!
Transmissão: aerossóis;
Quadro clínico clássico: Dacrioestenose Obstrução congênita
do canal lacrimal!
Tosse crônica Febre
Acúmulo de secreção mucoide:
- Pálpebras grudadas; Observar, mas
Perda de peso Inapetência
- Compressão na região medial pode precisar
Diagnóstico: do olho aumenta a secreção. de cirurgia!
PPD/IGRA;
IGRA limitado para < 2 anos!
Baciloscopia (pBAAR): ~ 10000 bacilos/ml Glaucoma congênito
Teste rápido molecular: ~ 100 bacilos/ml
Aumento da
Cultura: ~10 bacilos/ml (~40 dias para o resultado)
Tríade: epífora + fotofobia + pressão
*na impossibilidade de detectar o bacilo, usar escore
blefaroespasmo intraocular!
de pontuação!

Pneumonia que não responde a ATB ⟶ PENSAR EM TB! O tratamento definitivo é cirúrgico!

Tratamento:
Escore de pontuação:
Fase intensiva: Conjuntivite química Após exposição a
Epidemiologia;
> 10 anos: RIPE por
Quadro clínico; substâncias
2 meses; Mais comum: neonatal, após
Estado nutricional; irritativas
< 10 anos: RIP por
Quadro radiológico; aplicação de nitrato de prata;
2 meses.
PPD. Secreção + hiperemia ocular Quadro
Fase de manutenção:
horas após a aplicação. autolimitado!
RI por 4 meses.
Dr. Darizon Filho- MFC
Diagrama de Controle Coordenador - Preventiva

MedCoffer, a UNESP é uma instituição tradicional do Estado de


São Paulo e traz uma prova de Medicina Preventiva com uma
distribuição clássica de temas entre Epidemiologia, Saúde
Pública e Clínica da Atenção Primária à Saúde. Chama a atenção
a alta "prevalência" de questões sobre indicadores de saúde!
Mas também vamos encontrar questões clássicas sobre
estudos epidemiológicos e princípios do SUS.
Outra marca desta prova é seu esforço em contextualizar as
questões no panorama atual da saúde brasileira. Nos últimos
anos, tivemos questões abordando temas como a Covid-19, a
epidemia de Dengue, saúde do trabalhador e novos conceitos
como Saúde Planetária.
Aposta quente, que ainda não foi cobrado por
O nível de dificuldade não costuma ser alto, então vá focado e
esta banca, mas que é atual e super condizente
conquiste seus pontos. Desejamos muito boa prova!
com o perfil da prova.

Os diagramas de controle são ferramentas


construídas a partir da INCIDÊNCIA média de
uma doença em determinado local. Com esse Indicadores de saúde (A Banca ama este tema)
dados, são estabelecidos os limites superior e
inferior de endemia. Caso a incidência da Classificação de estudos epidemiológicos
doença ultrapasse o limite superior, podemos Declaração de Óbito
dizer que estamos diante de uma EPIDEMIA.
Caso a incidência permaneça dentro do canal Princípios do SUS
endêmico, trata-se de uma ENDEMIA.
Saúde do trabalhador

Indicadores de Saúde Curvas de Nelson de Moraes


Também conhecidas com Curvas de Mortalidade
Proporcional. A curva que representa o melhor estado
Prevalência = Nº total de casos
de saúde de uma população é a tipo IV, conhecida
Pop. exposta em local e período como Curva em J.

Incidência = Nº casos novos


Pop. exposta em local e período

Mortalidade = Nº de óbitos pela causa


por causa Pop. exposta em local e período

Letalidade = Nº de óbitos pela doença


Nº de casos da doença

Nº de óbitos por causa materna


Mortalidade = x 100.000
materna Nº de nascidos vivos

Nº de óbitos < 1 ano de idade


Mortalidade = x 1.000
infantil Nº de nascidos vivos
Princípios do SUS Cofinanciamento da APS
UNIVERSALIDADE Em 2024, tivemos mudanças importantes no modelo
INTEGRALIDADE Ético / Doutrinários de financiamento da APS, substituindo o "Previne Brasil"
EQUIDADE pelo novo "Cofinanciamento da APS". Este modelo é
pautado em 6 principais COMPONENTES:
Descentralização
Regionalização
Fixo das equipes E Per capita de base
Hierarquização recurso de implantação populacional
Participação Social Organizativos
Resolubilidade
Para implantação e De vínculo e
Complementariedade manutenção de acompanhamento
do Setor Privado programas territorial

Não confundir com:


Para atenção à saúde
De qualidade
Atributos da Atenção Primária à Saúde bucal

Acesso / Primeiro Contato


Longitudinalidade Em 2025, o Ministério da Saúde divulgou os 15
Essenciais
Integralidade indicadores que compõem o "Componente de
Coordenação do Cuidado Qualidade" e que estão organizados em 3 blocos:

Foco na Família Equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção


Abordagem Comunitária Derivados Primária (eAP)
Competência Cultural Equipes Multiprofissionais (eMulti)
Equipes de Saúde Bucal (eSB)

Notificação de Doenças e Agravos Declaração de Óbito


Relacionados ao Trabalho (DARTs) Sempre um tema quente nas provas de Preventiva. Na
No último ano, o SINAN atualizou sua lista de última edição, Botucatu não deixou passar em branco.
notificações compulsórias, incluindo as Doenças e Então, pra relembrar:
Agravos Relacionadas ao Trabalho (DARTs), além de
manter os acidentes de trabalho. Deixamos a lista
abaixo para você não esquecer durante a prova:

Acidente de trabalho com exposição


à material biológico --------------------- SEMANAL
Acidente de trabalho -------------------- IMEDIATA
Câncer relacionado ao trabalho ----------- SEMANAL
Dermatoses ocupacionais ---------------- SEMANAL Na linha a: anotar a doença ou a lesão que provocou a
Distúrbio de voz relacionado ao trabalho --- SEMANAL morte (causa terminal ou imediata).
LER / DORT ----------------------------- SEMANAL Nas linhas b e c: anotar os estados mórbidos que
Perda auditiva relacionada ao trabalho ----- SEMANAL produziram a causa registrada na linha a (causas
Pneumoconioses relacionadas antecedentes ou consequenciais).
ao trabalho ----------------------------- SEMANAL Na linha d: anotar, corretamente, a causa básica, com
Transtornos mentais relacionados um diagnóstico.
ao trabalho ---------------------------- SEMANAL
Na PARTE II, são registradas outras condições
Não custa lembrar: significativas que contribuíram para morte, mas que
Notificação IMEDIATA: 24 horas não entraram na cadeia inserida na parte I. As causas
Acidente de trabalho: registradas nesta parte são denominadas
notificação ao SINAN para qualquer trabalhador contribuintes.
CAT para trabalhadores formais (carteira assinada)

Você também pode gostar