Classificação e Manejo de Neoplasias e Condições Cirúrgicas
Classificação e Manejo de Neoplasias e Condições Cirúrgicas
Henrique Lunardelli
Raio-x e Tomografia de tórax são apostas boas Coordenador de Cirurgia
para a multimídia.
Saber identificar o Grande Botucatu.
derrame pleural e A prova da UNESP é uma prova justa porém difícil.
indicar a Espere uma prova longa, com muitos casos clínicos.
toracocentese,
quando necessário. Procure os conceitos chave no enunciado. Entenda oque o
(casos examinador queria cobrar. Eles disfarçam conceitos específicos
complicados, com enunciados longos.
refratários ou A prova é cheia de especialidades cirúrgicas oque traz um grau
dúvida da origem maior de dificuldade para a situação.
do derrame).
Identificar lesões pulmonares também, como Escolha suas batalhas. Comece pelas questões mais fáceis e
abscessos. E indicar biópsia em casos de que você lembra e domina.
infecção de repetição ou suspeita de malignidade. O cansaço vai bater no final, esteja preparado.
Boa sorte Medcofer. Vamos com tudo.
Urologia - Próstata
Cálculo em exame de
igástr
Alto risco:
imagem.
CPRE!
vv ep
Colangite.
es
pe
Baixo risco:
rm
ducto
Colecistectomia VLP
ic
os
Tuberculose e pneumonia
Cirrose hepática
Demências
HAS refratária
PA não controlada com 5 anti-hipertensivos (incluindo diurético
tiazídico e espironolactona)
Pneumonia bacteriana Demências
Avaliação de risco de mortalidade e definição de local
adequado para tratamento
Escalas de funcionalidade
Katz
Atividades BÁSICAS de vida diária
Lawton
Atividades INSTRUMENTAIS de vida diária
A UNESP não se esforça muito em incluir Aqui vamos firmes para responder conforme os principais
questões multimídia na ginecologia e obstetrícia fluxogramas e critérios diagnósticos das morbidades gineco-
porém observamos com certa frequência a obstétricas.
necessidade de análise de microscopia, para
diagnóstico diferencial e conduta diante dos Então é isso, nessa prova você deve esperar muitas questões
mais variados corrimentos vaginais. com casos clínicos, porém eles tendem a ser sucintos com
enfoque no diagnóstico e na conduta.
Vaginose Bacteriana DICA VALIOSA: em geral, a primeira resposta que vem na sua
Célula-alvo com vários cabeça é a correta, porque aqui eles vão seguir o padrão das
lactobacilos. doenças, sem grandes pegadinhas.
Úlceras Genitias
Candidíase Vaginal
Presença de hifas, pseudo- Propedêutica Mamária
hifas ou esporos.
Síndrome dos Ovários Policísiticos
Prevenção de Prematuridade
Propedêutica Mamária
Úlceras Genitais Infecciosas
Mamografia - Incidências principais
Aspecto da Tratamen
Doença Dor
úlcera to
Múltiplas lesões,
Azitromicina
Cancro Mole Dolorosas bordas
1g DU
irregulares,
fundo sujo
Úlcera única, Penicilina Quadrantes superiores (1), inferiores (2), laterais (3) e medial (4).
Sífilis Indolor borda lisa, base Benzatina
endurecida 2,4miUI IM
Mamografia - Resultado e Condutas
Lesão única e Doxiciclina
Linfogranulo
Indolor regular, fístula 100 mg VO
ma Venéreo
em bico de 2x/dia por 21
regador dias
Tratamento
Mudança do estilo de vida (MEV);
Metformina ou análogos GLP-1;
Oligomenorreia: progesterona intermitente ou
Antibiótico: ampicilina + amoxicilina + azitromicina
contínua (para contracepção), para proteção
Corticoide: betametasona 12mg 1x/d por 48h
endometrial;
Vitalidade fetal: USG Obs doppler + CTB
Infertilidade: MEV + metformina + indução da
Corioamnionite: febre materna, taquicardia, leucocitose,
ovulação (letrozol é a primeira linha).
conteúdo vaginal purulento, PCR elevado.
Considerar FIV (alto risco de hiperestímulo).
Todas as provas de
Pessoal, a prova de pediatria da UNESP é desafiadora, mas justa
acesso direto da UNESP
de forma geral.
nos últimos 5 anos
Há muitas questões de especialidades pediátricas e a banca
contaram com a presença
frequentemente elabora questões sobre temas comuns de
de radiografias de tórax!
forma inovadora.
Geralmente, elas vêm em
É uma prova longa e rica em casos clínicos e imagens, que
um contexto de
espera que o candidato conheça os temas cobrados de maneira
pneumonias complicadas
tanto teórica quanto prática!
ou refratárias ao
Acervo pessoal Vale a pena ler os enunciados com cuidado, buscando os
tratamento, como exame auxiliador nos termos chave para cada caso e destacando os dados a serem
diagnósticos diferenciais. De derrame pleural à valorizados! Por ser uma prova longa, vale tomar cuidado com o
tuberculose, é importante saber analisar o tempo e priorizar as questões de temas mais confortáveis para
exame! você.
Boa prova, MedCoffer! Estamos juntos nessa caminhada!
Sim Sim
Para quem:
FC > 100 bpm + resp regular? Ate 1º ano: RN < 37 semanas
Considerar CPAP!
Não Até 2º ano: DBP/Fibrose Cística/ Anomalia
SpO2 alvo: via aérea/ Cardiopata/ T21/ Imunodef./
VPP por máscara (FiO2 21%) Doença Neuromuscular
Até 5 min: 70-80%
Oximetria e monitor cardíaco
5-10 min: 80-90%
*Seguir reavaliando respiração e FC >10 min: 85-95% Quando: independe sazonalidade, 1x, IM
para prosseguir a reanimação
Taquiarritmias Anemia ferropriva e reposição de ferro
Sinusal: onda P seguida de QRS + taquicardia Principal anemia na infância!
*Se RR irregular: pensar em arritmia sinusal! SINTOMAS:
Palidez cutâneo-mucosa
Intolerância aos esforços e astenia
Sopro sistólico panfocal + taquicardia;
Ferropenia: picacismo, queilite angular, glossite
Supraventricular: onda P ausente ou fora de lugar, RR atrófica
regular, QRS estreito, FC muito acima do esperado. DIAGNÓSTICO:
↓ ↓
Microcítica ( VCM) e hipocrômica ( HCM) com
↑
anisocitose ( RDW)
↓ ↓
Ferritina, ferro, IST e ↓ reticulócitos; ↑TIBC;
INVESTIGAÇÃO: 1 ano de idade ou se suspeita clínica
Ventriculares: QRS alargado HMG, Ferritina (>15) e PCR → CUIDADO COM
INFECÇÃO (eleva a ferritina)
TRATAMENTO: 3-6mg/kg/dia de Fe elementar por 6m
PROFILAXIA: para toda criança de até 2 anos!
1-2 anos: 1 mg de ferro elementar/kg/dia
Manejo:
Termo e Peso Profilaxia
Idade de início
Estável Instável nascimento (mg/kg/dia)
RNT, AIG, PN > 2500 g 1 180 dias*
Taqui sinusal Investigar e tratar causa base
Manobra vagal → Adenosina ou RNT PN < 2500 g ou
2
Taqui Supra adenosina → cardioversão (o RNPT PN > 1500 g
30 dias
cardioversão mais rápido) RNPT PN 1000-1500 g 3
Chamar RNPT PN < 1000 g 4
Taqui ventricular Cardioversão
especialista *Se fator de risco para anemia ferropriva, iniciar aos 90 dias.
Tuberculose pulmonar
Oftalmologia pediátrica
Agente: Mycobacterium tuberculosis
Diferenciar patologias oftalmológicas pela clínica!
Transmissão: aerossóis;
Quadro clínico clássico: Dacrioestenose Obstrução congênita
do canal lacrimal!
Tosse crônica Febre
Acúmulo de secreção mucoide:
- Pálpebras grudadas; Observar, mas
Perda de peso Inapetência
- Compressão na região medial pode precisar
Diagnóstico: do olho aumenta a secreção. de cirurgia!
PPD/IGRA;
IGRA limitado para < 2 anos!
Baciloscopia (pBAAR): ~ 10000 bacilos/ml Glaucoma congênito
Teste rápido molecular: ~ 100 bacilos/ml
Aumento da
Cultura: ~10 bacilos/ml (~40 dias para o resultado)
Tríade: epífora + fotofobia + pressão
*na impossibilidade de detectar o bacilo, usar escore
blefaroespasmo intraocular!
de pontuação!
Pneumonia que não responde a ATB ⟶ PENSAR EM TB! O tratamento definitivo é cirúrgico!
Tratamento:
Escore de pontuação:
Fase intensiva: Conjuntivite química Após exposição a
Epidemiologia;
> 10 anos: RIPE por
Quadro clínico; substâncias
2 meses; Mais comum: neonatal, após
Estado nutricional; irritativas
< 10 anos: RIP por
Quadro radiológico; aplicação de nitrato de prata;
2 meses.
PPD. Secreção + hiperemia ocular Quadro
Fase de manutenção:
horas após a aplicação. autolimitado!
RI por 4 meses.
Dr. Darizon Filho- MFC
Diagrama de Controle Coordenador - Preventiva