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Técnicas e Estilos do Salto em Altura

O documento aborda as técnicas e estilos do salto em altura, salto em distância e salto triplo, detalhando as fases de cada modalidade e os materiais necessários. Além disso, descreve as regras básicas e aspectos pedagógicos para o ensino dessas modalidades atléticas. O salto com vara também é mencionado, mas não detalhado no texto.

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Técnicas e Estilos do Salto em Altura

O documento aborda as técnicas e estilos do salto em altura, salto em distância e salto triplo, detalhando as fases de cada modalidade e os materiais necessários. Além disso, descreve as regras básicas e aspectos pedagógicos para o ensino dessas modalidades atléticas. O salto com vara também é mencionado, mas não detalhado no texto.

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SALTO EM ALTURA

TÉCNICA
●​ O SALTO EM ALTURA - É uma das provas atléticas que mais evoluiu tecnicamente.
Consiste num salto com objetivo de conseguir a maior altura possível
●​ A MARCAR PARA O SALTO - Dependendo do estilo e da perna de impulsão
escolhidos, o atleta posiciona-se ao lado do sarrafo, a uma distância de um braço
estendido. A partir daí, realiza uma corrida inversa, contando apenas as passadas
ímpares, até encontrar um número entre 7 e 13 que melhor se adapte à sua
realidade e técnica.
●​ EDUCATIVOS PARA O SALTO EM ALTURA
○​ Saltos de costas parados
○​ saltos de 3, 5, 7 e 9 passadas com o objetivo de coordenar a corrida
○​ saltos de 3, 5, 7 e 9 passadas com o objetivo de melhorar a resistência de
saltos
○​ Corridas na marca com o objetivo de elevar o quadril
○​ Exercícios de alongamento e flexibilidade
○​ Duas técnicas que dominam: ROLO VENTRAl e FOSBURY FLOP

ESTILOS DO SALTO EM ALTURA

1.​ Estilo Tesoura - Primeiro estilo de salto em altura e consiste em ultrapassar o sarrafo
de forma sentada
2.​ Estilo Rolo Ventral - Surgiu pelo interesse e esforço para conseguir maiores alturas,
passam a deitar sob o sarrafo durante a transposição e efetuando um rolamento
sobre o mesmo
3.​ Estilo Fosbury flop - Ultrapassagem de costas pelo sarrafo. Mais conhecido por
“flop”, seu nome homenageia o seu criador

FASES DO SALTO EM ALTURA NO ESTILO FLOP

CONCENTRAÇÃO; CORRIDA DE APROXIMAÇÃO; IMPULSÃO; ELEVAÇÃO;


TRANSPOSIÇÃO; QUEDA​

1.​ Concentração - Não pode passar de 1 minuto, mantém os olhos fixos no sarrafo e
mentaliza o movimento de forma a iniciar a corrida convicto da ação a realizar
2.​ CORRIDA DE APROXIMAÇÃO - Corrida mais veloz que nos outros, caracteriza-se
pela curva nas últimas 5 passadas (as 3 últimas devem ser mais velozes e a última
deve ser encurtada com objetivo de possibilitar maior impulsão embaixo do quadril),
3.​ IMPULSÃO - Extensão da perna de impulsão na direção do colchão e uma
inclinação do tronco para trás (aumentando a área de aceleração do corpo, evitando
que seja projetado para frente)
4.​ ELEVAÇÃO - A perna de impulsão se estende verticalmente, enquanto a perna livre
realiza um chute com o joelho projetado para cima. Ao mesmo tempo, os braços são
lançados para cima, contribuindo para o início do giro. Esse giro é impulsionado pela
força centrífuga, pelo bloqueio dos braços e pelo posicionamento da cabeça.
5.​ TRANSPOSIÇÃO - O atleta mantém o quadril acima da perna de impulsão e realiza
um arco sobre o sarrafo, com os braços ao lado do corpo. Permanece nessa posição
até o sarrafo atingir o terço inferior das coxas, momento em que estende as pernas
para evitar o toque no sarrafo.
6.​ QUEDA - Feita com a região dorsal e em alguns casos, com a região dorso-lombar,
sendo bem sucedida, dependendo do resultado das ações anteriores

FASES DO SALTO EM ALTURA NO ESTILO ROLO VENTRAL


POSIÇÃO DE PARTIDA.; CORRIDA; IMPULSÃO; ULTRAPASSAGEM; QUEDA

1.​ CONCENTRAÇÃO - Não deve passar de 1 minuto


2.​ CORRIDA DE IMPULSÃO - A corrida de aproximação possui de 7 a 13 passadas,
realizadas em linha reta, do lado da perna de impulsão, formando um ângulo de 30º
a 45º em relação ao sarrafo. Divide-se em duas partes: a inicial, com aumento
progressivo da velocidade, e a final, composta pelos três últimos passos mais
rápidos.
3.​ IMPULSÃO - Depende da velocidade da corrida, da força da perna de impulsão e da
elevação da perna livre. Os braços acompanham o movimento, indo para trás antes
do impulso e para frente durante a elevação.
4.​ A ULTRAPASSAGEM DO SARRAFO - o tórax paralelo a ele, em posição ventral;
após a transposição, o atleta eleva o joelho da perna de impulso para evitar o toque
no sarrafo.
5.​ A QUEDA - Deve ser feita com as costas e não sobre os braços

IMPULSÃO VERTICAL

●​ DEPENDE DE 3 FATORES ​ ​
○​ impulsão
○​ altura do centro de gravidade (estatura)
○​ Técnica de execução do salto

1.​ agachamento
2.​ impulsão
3.​ voo de impulso
4.​ voo de aterrissagem
5.​ aterrissagem
6.​ amortecimento

MATERIAIS E IMPLEMENTOS

●​ ÁREA P/ CORRIDA DE IMPULSÃO


●​ APARELHOS - BARRA OU SARRAFO/ SUPORTE/ COLCHÕES
●​ VESTUARIA / CALÇADOS

MEDIDA DOS POSTES/ BARRA/ COLCHÃO


●​ postes - 2,60m
●​ sarrafo - 3,98 a 4,02m
●​ colchão - 3 x 5 m

COMO CONFECCIONAR A MARCA PARA O SALTO EM ALTURA

●​ De acordo com o estilo e a perna de impulsão, o atleta posiciona-se lateralmente ao


sarrafo, a um braço de distância, e realiza uma corrida inversa para definir entre 7 e
13 passadas ideais.

SALTO EM DISTÂNCIA

●​ SALTOS - são a projeção do corpo para frente ou para cima, visando transpor
obstáculos ou alcançar a maior altura ou distância possível.

●​ TIPOS DE SALTO - Os saltos atléticos dividem-se


○​ em horizontais (distância e triplo) e
○​ verticais (altura e com vara).

●​ CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE TODOS OS SALTOS


○​ VELOCIDADE HORIZONTAL ( Corrida progressiva, alcance da velocidade máxima e
preparação para o impulso)

○​ VELOCIDADE VERTICAL (Ponto de aplicação do impulso / batida).

○​ ÂNGULO DE SAÍDA / TRAJETÓRIA DO CENTRO DE GRAVIDADE.

○​ FASE DE VÔO.

○​ QUEDA.

●​ MATERIAIS E IMPLEMENTOS
○​ CORREDOR DE 40m x 1,25m
○​ TABUA DE IMPULSÃO 10 cm DE LARGURA DE PLASTICINA
○​ 1 A 3 m DE DISTANCIA DA CAIXA DE AREIA
○​ CAIXA DE AREIA
○​ AREIA FOFA E MOLHADA, COM SUPERFICIE NIVELADA COM A TABUA DE
IMPULSÃO
O saltador de distancia precisa ser rapido, ter força de impulsão e ritmo, ter uma marca de corrida
muito precisa e aplicar no momento de impulsão força horizontal e vertical

●​ FASES DO SALTO EM DISTÂNCIA

​ CONCENTRAÇÃO; CORRIDA DE APROXIMAÇÃO; IMPULSÃO;VÔO; QUEDA


-​ CONCENTRAÇÃO ~ O atleta memoriza o salto e planeja mentalmente sua
sequencia de ações para o salto. (no máximo 1 min)
-​ CORRIDA DE APROXIMAÇÃO ~ O atleta inicia a corrida, acelera gradativamente,
chegando à tábua de impulsão com velocidade máxima, procurando a melhor
posição para colocar o pé chato em cheio sob ela com exatidão
-​ IMPULSÃO ~ Batendo na tábua, a perna está quase completamente estendida
(170°), mas a flexão do joelho atinge 145° a 150° e, a impulsão inicia-se com a
extensão das articulações do joelho e pé projetando o corpo num ângulo variando de
18 a 22 graus
-​ VÔO ~ Fase de sustentação no ar que começa após a impulsão, tem a finalidade de
manter o equilíbrio e preparar o atleta para uma aterrissagem com o máximo de
aproveitamento
-​ QUEDA ~ Tocando a areia com as pernas mais estendidas possível, o atleta procura
evitar cair sentado ou colocar as mãos atrás. Utiliza os recursos de flexionar as
pernas no momento do contato, elevando os braços à frente ou flexionar um dos
joelhos e firmar o outro no momento que os calcanhares tocam o solo, com objetivo
de cair lateralmente

●​ SUBDIVISÃO DA FASE DE IMPULSÃO


○​ Colocação do pé de impulsão
■​ O saltador ao assentar o pé na tábua, move a perna para
baixo e para trás em rápido movimento de “patada”. Ao bater
na prancha a perna estará quase completamente estendida
(170°)
○​ A fase de amortização do impacto da impulsão
■​ As forças resultantes do assentamento ativo do pé de
impulsão são absorvidas por uma ligeira flexão das art. do
tornozelo, joelho e quadril (145° a 150°)
○​ A Impulsão ativa
■​ ocorre com a extensão do joelho e do pé da perna impulsora.
A coxa da perna livre alcança a horizontal, o tronco inclina-se
levemente para trás e os braços ajudam na elevação dos
ombros e no equilíbrio. O ângulo de saída varia entre 18° e
22°.
❖​ Na suspensão ou vôo podem ser usadas 4 técnicas
➢​ Técnica de extensão do tronco ou arco

➢​ Técnica do salto grupado


➢​ Técnica da passadas no ar
➢​ Técnica Tesoura

CONFECÇÃO DA MARCA DE CORRIDA

Corrida inversa: O atleta corre de costas para a caixa de areia, iniciando com o pé não
impulsor sobre a tábua. Faz cerca de 15 passadas até atingir a velocidade máxima,
repetindo três vezes para definir sua marca de referência.​

Método de transferência: O atleta realiza corridas em local plano, atingindo velocidade


máxima em cerca de 15 passadas. Mede a distância percorrida e transfere essa medida
para o corredor de salto, estabelecendo sua marca.​

Método de tentativas: O atleta escolhe uma marca inicial e realiza o salto. Observa onde a
perna de impulso tocou antes do salto e ajusta a marca conforme necessário.

●​ DESCRIÇÃO DOS ESTILOS


○​ Estilo Arco: Após a elevação máxima, o atleta projeta o quadril à frente,
mantendo braços e pernas atrás, formando um arco que favorece o
fechamento na queda.​

○​ Estilo Grupado: No ponto mais alto, o atleta aproxima mãos e pés


estendidos, mantendo a posição até a queda.​

○​ Estilo Passadas no Ar: Usado por atletas com saltos acima de 7 m; o atleta
simula correr no ar com até 3,5 passadas, coordenando braços e pernas, e
projeta o tronco e braços à frente na queda.​

○​ Estilo Tesoura: O atleta mantém a perna livre à frente até o fim da elevação,
depois leva a perna de impulso à frente, unindo-a à perna livre e agrupando
mãos e pés até a queda.
●​ REGRAS BÁSICAS
○​ A ordem dos saltos é definida por sorteio.​

○​ A medição é feita da última marca na areia até a borda anterior da tábua, em


linha reta e ângulo reto.​

○​ O atleta deve sair da caixa pela frente; se voltar pela areia, o salto é anulado.​

○​ Cada atleta tem 3 tentativas; os 8 melhores ganham mais 3.​

○​ Vale o melhor salto; em empate, conta o segundo melhor, e assim por diante.​

○​ É falta tocar além da tábua ou sair voltando pela caixa.​

○​ Empate pelo primeiro lugar com resultados idênticos exige salto extra.​

○​ Medições devem usar trena de aço, fibra de vidro ou equipamento


homologado.​

○​ Marcas no corredor só podem ser as fornecidas pela organização.​

○​ A velocidade do vento deve ser medida por 5 segundos após o início da


corrida.​

○​ Em provas combinadas, todos fazem apenas 3 tentativas.

SALTOS TRIPLOS
Se dá pela soma de 3 saltos horizontais consecutivos, com objetivo de conseguir a maior
distância possível

●​ corredor de 40 m
●​ distancia da tabua de impulsão à caixa de areia
○​ homens - 13m
○​ mulheres 11m
●​ A caixa de areia deve ter largura minima de 2,75m, a pista deve estar locada de
forma que seu meio, quando prolongado, coincida com o meio da caixa
●​ A linha de medição inicia à frente da tabua de impulsão e antes da camada de
plasticina

a primeira medalha olimpica conquistada foi com a marca de 13,72m


●​ CARACTERIZAÇÃO DO SALTO TRIPLO
○​ Uma das provas mais complexas
○​ Estimulante, requerendo combinação de velocidade, agilidade, flexibilidade e
força
○​ As regras do salto em distância serão aplicadas ao triplo
■​ primeiro salto: predomínio da velocidade
■​ segundo salto: equilíbrio entre velocidade e impulsão
■​ terceiro salto: predomínio da força de impulsão

●​ FASES DO SALTO TRIPLO


○​ CONCENTRAÇÃO - O atleta memoriza o salto e planeja mentalmente uma
sequencia de ações para realizar o salto (1 min no máximo)
○​ CORRIDA DE IMPULSO - é semelhante à do salto em distância; nas 3 ou 4
últimas passadas, o atleta mantém passadas relaxadas e uniformes para
garantir uma impulsão equilibrada e coordenada.
○​ Primeiro salto (Hop): Impulsão com a perna forte, caindo no mesmo pé,
mantendo o tronco ereto e movimento de “tesoura” no ar.​

○​ Segundo salto (Step): Semelhante a uma passada longa no ar; o joelho da


perna livre se eleva e depois se estende para manter o impulso.​

○​ Terceiro salto (Jump): Igual ao salto em distância, mas com menor impulso;
depende da força da impulsão, do ângulo das pernas e da posição do tronco.

●​ TÉCNICA
○​ A técnica exige coordenação e continuidade do movimento, com corrida
equilibrando distância e velocidade. Cada salto deve ter altura e distância
proporcionais.
○​ O equilíbrio e o ângulo do corpo, entre o centro de gravidade e o pé de
impulso, são decisivos. A inclinação à frente é limitada pela elevação do
joelho nos dois primeiros saltos.
○​ Cada aterrissagem requer elasticidade e controle para permitir a sequência
dos movimentos.
●​ ASPECTOS PEDAGÓGICOS
○​ O salto triplo pode ser ensinado de forma recreativa, desenvolvendo
fundamentos básicos.
○​ Exige qualidades físicas semelhantes ao salto em distância.
○​ O iniciante deve fortalecer os músculos envolvidos.
○​ O ensino usa jogos com saltos variados e materiais de apoio.
○​ A caixa de areia deve estar revolvida e úmida, com marcação do recorde da
prova.

SALTO COM VARA


●​ HISTÓRICO
○​ O salto com vara está no programa olímpico desde 1896 e é uma das provas
mais difíceis e pouco praticadas.​

○​ Surgiu nos jogos atléticos dos anos 1800 a.C.,


○​ usavam varas de madeira semi-flexivel ou bambu, mas ​

○​ Metal foi usado, mas rígido; atualmente, a fibra de vidro permite maior
flexibilidade, resistência e melhor desempenho.

SALTO COM VARA - HISTÓRIA E


EVOLUÇÃO

●​ Originou-se com os gregos (saltos sobre touros) e com os celtas (saltos em extensão).​

●​ Tornou-se competição vertical na Alemanha, por volta de 1775.​

●​ Em 1889, os americanos criaram a técnica de inverter as pernas e ajustar o movimento das


mãos.​

●​ Em 1900, começaram a usar varas de bambu, com encaixe para impulsão (usadas até
1942).​

●​ Em 1957, Bob Gutowski quebrou o recorde mundial com vara de alumínio (4,78 m);​
no mesmo ano, Don Bragg (EUA) usou vara de aço (4,80 m).​

●​ Na década de 1950, surgiram os colchões de aterrissagem, aumentando a segurança.​

●​ Em 1961, o uso da fibra de vidro trouxe maior flexibilidade e revolucionou a técnica.​

●​ Em 1995, a IAAF passou a reconhecer oficialmente o recorde mundial feminino

TÉCNICA
●​ Técnica do salto com vara de fibra é distinta das que se utiliza as de bambu
ou metal
○​ Deve-se conseguir velocidade máxima na corrida e subida
○​ Converte-se a velocidade horizontal em impulso vertical
○​ Soma-se a um poderoso impulso, lançando com força em movimento
permitindo ascensão máxima do corpo​
○​ fazer sem perder ritmo, sem tensão, mantendo a unidade da ação
REGRAS

●​ A ordem dos competidores é definida por sorteio.​

●​ Os árbitros informam a altura inicial e as próximas alturas da barra.​

●​ A barra sobe, no mínimo, de 10 cm em 10 cm e depois de 5 cm em 5 cm.​

●​ O atleta escolhe em qual altura começar e pode tentar qualquer altura


seguinte.​

●​ Três falhas consecutivas desclassificam o competidor.​

●​ Se dispensar uma altura, não pode voltar a tentá-la (exceto em caso de


empate pelo 1º lugar).​

●​ As medições devem ser feitas antes de iniciar as tentativas em nova altura.​

●​ Após todos os demais serem eliminados, um atleta pode continuar saltando


até errar.​

●​ É permitido usar substâncias nas mãos ou vara para firmeza.​

●​ Esparadrapo só é permitido para cobrir ferimentos.​

●​ Faltas:​

○​ Derrubar a barra;​

○​ Tocar o solo ou área de queda antes de ultrapassar a barra;​

○​ Mudar a posição das mãos durante o salto.​

●​ Cada atleta pode usar sua própria vara; não é permitido usar a de outro sem
autorização.

Empunhadura: Corpo e olhar à frente; braço da frente flexionado a 90°, antebraço


quase paralelo ao chão; mão por cima da vara, palma voltada para baixo e polegar
e indicador firmes.​
Ângulo da vara: Médio, preferindo-se um ângulo mais baixo para aproximar a
extremidade do encaixe (take-off).​

Início do treinamento:​

1.​ Trabalhar com grupo coordenado.​

2.​ Ter local com condições para desenvolver força e flexibilidade.​

3.​ Reforçar as técnicas com repetições constantes.​

4.​ Utilizar material adequado: barra fixa regulável, plintos, elástico e colchão de
espuma.

FASES DO SALTO COM VARA


empunhadura -> corrida de impulso -> encaixe -> elevação ->
oscilação -> impulso ascendente -> impulso final -> volta ou giro ->
passagem sobre o sarrafo/queda

●​ empunhadura ~ A vara fica ao lado do corpo, na altura dos quadris, com a


ponta levemente elevada.​

a.​ Mão de trás (ex.: direita) segura a vara com dedos voltados para fora e
para baixo, fixando entre polegar e indicador.​

b.​ Braço da frente (ex.: esquerdo) fica à frente do corpo, com a palma
voltada para dentro e para baixo.
●​ Corrida de impulso: Deve ser longa para ganhar velocidade, priorizando
controle e regularidade. A ponta da vara desce gradualmente até o encaixe.

18 -22 passadas
●​ Encaixe: Colocação correta da vara, com movimento coordenado dos
braços, transferindo peso e velocidade ao impulso sem perda de ritmo.

●​ Elevação
○​ Fase decisiva do salto, determinando sucesso ou fracasso.​

○​ O atleta deve transferir o peso suavemente para a vara sem perder o


impulso.​

○​ No início, os braços se flexionam formando quase um ângulo reto.​

○​ O braço de trás (direito) estende-se quase totalmente, gerando a


oscilação; o da frente (esquerdo) mantém leve flexão por estar mais
baixo na vara.

●​ Oscilação -
○​ Mantém o ímpeto da corrida e da impulsão.
○​ O atleta deve olhar para frente e manter o peito atrás da vara.
○​ Não deve puxar a vara com pressa.
○​ O corpo avança, braços se estendem e pernas sobem
automaticamente.
○​ A perna direita sobe flexionada e depois se estende, ficando paralela à
esquerda quando o corpo se aproxima do sarrafo.
●​ Impulso ascendente
○​ Mantém o ímpeto da corrida, posicionando o corpo firme e próximo à
vara.
○​ As pernas, especialmente a direita, sobem retraídas e quase verticais.
○​ Os ombros ficam de um lado da vara, com o corpo “enrolado” nela.
○​ A vara, inclinada a cerca de 75°, serve como apoio para o impulso
ascendente.

●​ Impulso final
○​ Objetivo principal: subir, não “sair”.
○​ Vara quase vertical, encostando ou perto do ombro/pescoço.
○​ Bíceps contraídos, braços prontos para extensão total.
○​ Joelho direito flexionado, pé para trás, peso do corpo sobre as
mãos para impulsão máxima.

●​ Volta ou giro
○​ Ocorre durante o impulso ascendente, sem pressa.
○​ Inicia-se nas últimas etapas do impulso ascendente.
○​ Consiste em torção de 180° do pé direito sobre a perna
esquerda, sem movimentos laterais.
○​ A torção do pé gira o corpo inteiro.
●​ Passagem sobre o sarrafo/queda
○​ Exige equilíbrio e coordenação para boa aterrissagem.
○​ Soltar a vara deve ser natural, se os movimentos anteriores
foram corretos.
○​ Soltar as duas mãos muito tarde pode causar queda pesada
sobre as costas.
○​ Soltar uma mão de cada vez e perder a oscilação indica falta de
controle e risco de acidente.

•MATERIAIS E IMPLEMENTOS
–Take- off. / Mastros / sarrafo / Colchão Vara de fibra de vidro / Pista ou corredouro
•ÂNGULO DE CONDUÇÃO DA VARA
–Conduzir a vara com a ponta elevada
–Conduzir a vara com a ponta baixa
–Conduzir a vara num ângulo médio

•PROCESSOS PEDAGÓGICOS
–De pé em um colchão deixar o corpo cair de costas.
–Saltar de costas e deixar o corpo cair livre.
–Correr com a vara já em empunhadura para saltar e apoiá-la num ponto e saltar
sem soltar a vara segurando nas extremidades da vara.

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