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Como Interpretar Textos Literários

Português – Textos

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Amanda Antônia
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Interpretando

Como
interpretar
um texto?
Dicas: 1 Comece pelo VERBO DE COMANDO;

2 Qual é o conteúdo?

3 Traduza o comando;

4 Relacione as alterantivas ao
conteúdo;
5 Qual é a fonte/autor?

6 Leia o texto.
No texto, Armandinho assume um
posicionamento crítico ao:

A) apontar que Cabral foi o único responsável pela


extinção das línguas indígenas.
B) criticar a existência de mais de 270 línguas indígenas,
pois o português é que é a língua oficial brasileira.
C) afirmar que o português não deve ser o idioma oficial
de todo território brasileiro.
D) apontar a extinção de mais de mil línguas indígenas.
No texto, Armandinho assume um
posicionamento crítico ao:

A) apontar que Cabral foi o único responsável pela


extinção das línguas indígenas.
B) criticar a existência de mais de 270 línguas indígenas,
pois o português é que é a língua oficial brasileira.
C) afirmar que o português não deve ser o idioma oficial
de todo território brasileiro.
D) apontar a extinção de mais de mil línguas indígenas.
Na campanha de divulgação do Governo
Federal, o uso das aspas em “sorte”
objetiva

A)destacar a notícia de que o país obteve sucesso.


B)chamar a atenção pela informalidade da linguagem.
C)ironizar a atribuição de conquistas ao mero acaso.
D)estabelecer conexão com o trevo de quatro folhas.
E)indicar que a palavra apresenta sentido antitético.
Na campanha de divulgação do Governo
Federal, o uso das aspas em “sorte”
objetiva

A)destacar a notícia de que o país obteve sucesso.


B)chamar a atenção pela informalidade da linguagem.
C)ironizar a atribuição de conquistas ao mero acaso.
D)estabelecer conexão com o trevo de quatro folhas.
E)indicar que a palavra apresenta sentido antitético.
Leia o texto a seguir:

Oficina irritada
Eu quero compor um soneto duro
como poeta algum ousara escrever.
Eu quero pintar um soneto escuro,
seco, abafado, difícil de ler.
Quero que meu soneto, no futuro,
não desperte em ninguém nenhum prazer.
E que, no seu maligno ar imaturo,
ao mesmo tempo saiba ser, não ser.
Esse meu verbo antipático e impuro
há de pungir, há de fazer sofrer,
tendão de Vênus sob o pedicuro.
Ninguém o lembrará: tiro no muro,
cão mijando no caos, enquanto Arcturo,
claro enigma, se deixa surpreender.

Carlos Drummond de Andrade


Observa-se, na primeira estrofe, uma
intenção de falar dentro do próprio poema
sobre a construção do texto. Essa estratégia
da linguagem é chamada de:

(A) metáfora.
(B) metalinguagem.
(C) intertextualidade.
(D) poesia.
(E) tragédia.
Observa-se, na primeira estrofe, uma
intenção de falar dentro do próprio poema
sobre a construção do texto. Essa estratégia
da linguagem é chamada de:

(A) metáfora.
(B) metalinguagem.
(C) intertextualidade.
(D) poesia.
(E) tragédia.
Há, no poema, a repetição de estrutura
linguística que reforça o (a):

(A) desafios das mães solo


(B) dor da partida de um filho
(C) sensibilidade da maternidade
(D) empoderamento das mulheres
(E) expectativa no futuro das crianças
Há, no poema, a repetição de estrutura
linguística que reforça o (a):

(A) desafios das mães solo


(B) dor da partida de um filho
(C) sensibilidade da maternidade
(D) empoderamento das mulheres
(E) expectativa no futuro das crianças
A linguagem figurada nessa canção se
estrutura pela personificação

(A) da bússola, que desorienta o eu lírico


(B) dos perigos, que se mostram irresistíveis
(C) da piscina, que traz um sentimento de calma
(D) da maré, que avança sobre os olhos da
amada
(E) dos olhos da amada, que confundem o eu
lírico
A linguagem figurada nessa canção se
estrutura pela personificação

(A) da bússola, que desorienta o eu lírico


(B) dos perigos, que se mostram irresistíveis
(C) da piscina, que traz um sentimento de calma
(D) da maré, que avança sobre os olhos da
amada
(E) dos olhos da amada, que confundem o eu
lírico
Leia o poema a seguir:

A cantiga

“Ai cigana ciganinha,


ciganinha, meu amor".
Quando escutei essa cantiga
era hora do almoço, há muitos anos.
A voz da mulher cantando vinha de uma cozinha,
ai ciganinha, a voz de bambu rachado
continua tinindo, esganiçada, linda,
viaja pra dentro de mim, o meu ouvido cada vez melhor.
Canta, canta, mulher, vai polindo o cristal,
canta mais, canta que eu acho minha mãe,
meu vestido estampado, meu pai tirando boia da panela,
canta que eu acho minha vida.

(Adélia Prado. Bagagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.)


Acerca desse poema, é correto
afirmar que:
(A) a poeta tem consciência de que seu passado é irremediavelmente
perdido.

(B) existe um tom sarcástico e um saudosismo de raiz romântica.

(C) a cantiga faz com que a poeta reviva uma série de lembranças afetivas.

(D) predomina o tom satírico e o caráter autobiográfico.

(E) desvaloriza os elementos da cultura popular.


Acerca desse poema, é correto
afirmar que:
(A) a poeta tem consciência de que seu passado é irremediavelmente
perdido.

(B) existe um tom sarcástico e um saudosismo de raiz romântica.

(C) a cantiga faz com que a poeta reviva uma série de lembranças afetivas.

(D) predomina o tom satírico e o caráter autobiográfico.

(E) desvaloriza os elementos da cultura popular.


Leia o texto a seguir:

Os bons vi sempre passar


No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado,
Assim que só pera mim
Anda o Mundo concertado.

(Luís de Camões: Ao desconcerto do Mundo. In: Rimas. Obra


Completa. Rio de Janeiro: Aguilar Editora, 1963, p. 475-6.)
Quanto ao significado, o poema baseia-se em antíteses
de tal maneira organizadas que parecem refletir:

(A) a coita amorosa.


(B) o amor cortês.
(C) a máquina do mundo.
(D) o heroísmo português.
(E) o desconcerto do mundo.
Quanto ao significado, o poema baseia-se em antíteses
de tal maneira organizadas que parecem refletir:

(A) a coita amorosa.


(B) o amor cortês.
(C) a máquina do mundo.
(D) o heroísmo português.
(E) o desconcerto do mundo.

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