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Componentes Básicos do Arduino

Nativos do Futuro módulo 3.

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williamrocha
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ARDUINO,

o valioso amigo da tecnologia

Módulo 3
Componentes e comandos básicos
ARDUINO, O VALIOSO AMIGO DA TECNOLOGIA
Módulo 3 - Componentes e comandos básicos
Ebook _ Módulo 3 - Componentes e comandos básicos 3

APRESENTAÇÃO
Olá, seja bem-vindo ao Módulo 3 - Componentes e comandos básicos!

Neste módulo, serão abordados alguns conceitos mais aprofundados sobre o Arduino, com o
objetivo de explicar como criar o primeiro projeto deste curso.

Seguem alguns tópicos do que será apresentado:

• Tipos de pinos do Arduino;


• Comandos introdutórios;
• Comentários no código;
• Comandos digitalWrite() e delay();
• Montagem de um circuito com LED.

Por fim, haverá um Quiz para testar os conhecimentos teóricos adquiridos.


O Vídeo 1 apresenta o Módulo 3.

Vídeo 1 - Abertura

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SUMÁRIO
• Apresentação3
• Tipos de pinos no Arduino 6
• Comandos introdutórios 7
• Comentários9
• Comando digitalWrite() e delay() 10
• Montagem de um circuito com LED 11
• Quiz20
• Conclusão do módulo 23
• Gabarito dos quiz 24
• Referências bibliográficas 25

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Engenharia e Tecnologia by
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TIPOS DE PINOS NO ARDUINO


Pinos analógicos e digitais
Como visto no módulo anterior, existem vários pinos de entrada e saída de dados na placa do
Arduino. Os pinos de A0 a A5 são entradas analógicas, enquanto, os pinos de 0 até AREF são as
saídas digitais. Mas, qual a diferença entre eles?

Basicamente, os pinos digitais respondem a apenas 0 e 1, sendo 0 completamente desligado


(nível lógico baixo) e 1 completamente ligado (nível lógico alto). Já os analógicos variam entre o
“ligado” e o “desligado”, tendo diversas intensidades de funcionamento entre valores de 0 a 1023.

Um exemplo de componente analógico é o sensor de temperatura, o qual é capaz de ler alguma


informação externa e enviá-la para o Arduino. Por sua vez, em um componente digital, como um
LED, o Arduino envia um comando interno e informa o estado em que ela vai permanecer.

Agora que já foram apontadas as diferenças entre os pinos, é preciso falar sobre as várias
funcionalidades dos pinos digitais.

• Pinos AREF e GND: O pino AREF é a entrada de tensão de referência para o conversor
A/D do Arduino; o pino GND é o terra, comum a todos os outros pinos.

• Pinos 0 e 1: Esses dois pinos são conectados a USART do microcontrolador do Arduino


para comunicação serial com um computador.

• Pinos de 2 a 13: Em geral, esses são os principais pinos digitais de conexão com os
componentes que serão utilizados nos projetos.

Siga em frente!

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COMANDOS INTRODUTÓRIOS
Comando pinMode()
Para conectarmos um componente na placa do Arduino, basta colocá-lo em um dos pinos vistos
anteriormente, certo? Porém, para que ele realmente seja reconhecido pelo Arduino como entrada
ou saída, é preciso usar o comando pinMode().

Assim como o próprio nome sugere, será configurado o “modo do pino” e sua estrutura é dada
por:

pinMode(pino, CONSTANTE);

Onde,

pino: refere-se ao pino do Arduino que o dispositivo está conectado;


constante: classifica se o dispositivo é de entrada ou saída. Todas as vezes que o dispositivo for
de entrada, será usada a constante INPUT. Caso ele seja de saída, será usada a constante
OUTPUT.

Portanto, caso um LED (que é um periférico de saída) seja conectado no pino 12, sua estrutura
ficaria desta forma:

pinMode(12, OUTPUT);

Declaração de variáveis e comando define


O comando define é usado para definir um nome para um determinado pino, que referência
os dispositivos em questão.

Sua estrutura básica é:


#define NOME PINO

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Onde, o NOME equivale ao nome que será dado ao pino e o PINO equivale a pinagem que
o dispositivo em questão se encontra no Arduino. Com isso, se o LED estiver no pino 12,
pode-se usar essa estrutura para nomeá-lo da seguinte maneira:

#define LED 12

Repare que esse comando não termina com ponto e vírgula (;) e atenção, ele deve ser colocado
antes do bloco void setup. Com isso, se quisermos mudar o LED do pino 12 para o 11, basta
substituí-lo no define. Porém, para que esse procedimento seja eficiente, deve-se parar de usar
a pinagem no restante do programa e passar a usar apenas a nomenclatura. Esse comando é
muito usado para, ao invés de utilizar o número de um determinado pino, usar o nome dado,
assim em uma eventual troca de pinos só é necessário trocar o pino no define.

Um exemplo do define dentro de um código seria conforme a Figura 1:

Figura 1 - Comando Define.

Siga em frente!

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COMENTÁRIOS
Já foram vistos alguns conceitos básicos de programação [2]. Porém, dentro de um código,
é importante o uso dos comentários para organização e clareza no que está sendo feito, para habilitar
essa função basta usar “//”, para começar a linha de comentários, como mostrado na Figura 2.
Usando o exemplo anterior:

Figura 2 - Comentário.

Visualiza-se que os comentários facilitam na organização de um código. Assim, em códigos mais


extensos e comentados, sabe-se a função de cada bloco de comandos. Comentários podem ser
usados também para trabalhos em grupo, deixando explicado para a próxima pessoa que visitar
o código, o significado de cada função.

Uma outra forma de comentar é abrindo um bloco de texto, essa função é muito usada para
comentar um trecho do seu código, para alguma manutenção ou algum teste. Para isso, basta
digitar “*/” para abrir o bloco de comentários e “/*” para fechar como exemplificado na Figura 3.
Ainda usando o código da Figura 2 como exemplo:

Figura 3 - Bloco de Comentário.

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Siga em frente!

COMANDO DIGITALWRITE() E DELAY()


O digitalWrite, um dos comandos mais usados quando falamos de Arduino, é utilizado para
adicionar um valor HIGH (alto) ou LOW (baixo) para um determinado pino. Isso quer dizer que,
quando esse pino for declarado como saída, pode-se mandar o valor ‘1’, que o ligará, caso contrário,
o valor ‘0’ é enviado, desligando o componente.
Sua sintaxe é:
digitalWrite(pino,valor);

Agora, é a vez de falar do delay, que significa atraso. Ao usar o delay no código, basicamente,
congela-se o Arduino antes que ele execute os próximos comandos. O delay é dado em milissegundos,
o que significa que se quiser que o Arduino permaneça estático naquele comando durante 1 segundo,
utiliza-se o valor 1000 ou ½ segundo, 500. E por aí vai. Em caso de dúvida, utilize a regra de três simples.
Ela lhe será bastante útil. A estrutura básica do delay é:

delay(ms);

Onde, ms equivale ao tempo em milissegundos.


O delay é extremamente útil dentro da programação, porque sem ele os comandos seriam
todos executados de uma vez, podendo causar problemas na leitura do código.

Saiba Mais: Caso seja necessário trabalhar com diferentes variações de intensidade, pode-se utilizar o
comando analogWrite. Dentro dos valores analógicos, existe uma gama de valores de ‘0’ a ‘255’. Por exemplo,
para deixar o LED completamente desligado, o comando ficará da seguinte forma:
analogWrite (12,0);

Mas, para ligá-lo com intensidade máxima, ele ficará assim:


analogWrite (12,255);

Porém, ainda há a possibilidade de ligar o LED apenas com a metade da sua intensidade. Logo, se a intensidade
máxima é 255, pode-se ligá-lo com 127,5. Fazendo uma pequena aproximação, o comando ficaria:
analogWrite (12,128);

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MONTAGEM DE UM CIRCUITO COM LED


O que é um LED?
O LED é um componente eletrônico que transforma energia elétrica em luz. Dentro de um
projeto de Arduino, o LED pode receber diversas funções, como sinalizar algum comando ou evento.
Porém, nessa primeira montagem o LED será utilizado como um pisca-pisca.

Escrita do código
1° Passo: Definir um pino para o LED. No exemplo da Figura 4, o pino 4 foi escolhido.

Figura 4 - Definir o LED.

2° Passo: Usar o comando pinMode, como na Figura 5, dentro do void setup, para dizer
ao Arduino que o LED é uma saída.

Figura 5 - Programar o void setup.

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3° Passo: No void loop, usar o digitalWrite para ligar o LED, conforme a Figura 6.

Figura 6 - Programar o void loop.

4° Passo: Para fazer o LED piscar, utiliza-se o delay, que vai manter o LED ligado por um tempo
de 1 segundo, como visto na Figura 7.

Figura 7 - Utilização do delay().

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5° Passo: Agora, desliga-se o LED, utilizando novamente o comando digitalWrite.


Por fim, finaliza-se com mais um delay que vai manter o LED desligado pelo tempo de 1 segundo,
como apresentado na Figura 8.

Figura 8 - LED pisca-pisca.

Utilize os comentários a seu favor, lembrando que não é obrigatório, mas facilita muito
a organização do código.

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Montagem do circuito
Para a montagem do circuito, é necessário o auxílio da protoboard!

1° Passo: Energizar a placa de ensaio, segundo a Imagem 1.

Imagem 1 - Energizar a placa.

2° Passo: Colocar o LED e o resistor, de acordo com a Imagem 2 e a Imagem 3.

Imagem 2 - Conexão do LED e resistor.

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Imagem 3 - Circuito montado.

Carregar a Sketch
Assim que o código estiver pronto, é necessário mandá-lo para o Arduino para que ele seja
executado.

O primeiro passo para passar o código de um computador externo para a placa é verificá-lo
na IDE, assim, previne-se de carregar para a placa um código não funcional. Para isso, basta usar
a função “Verificar” da IDE, indicada na Figura 9.

Figura 9 - Botão Verificar.

Após verificar o código, basta usar a função da IDE “Carregar”. Assim, transfere-se o código
da IDE para o Arduino. Pode-se visualizar essa função através da Figura 10.

Figura 10 - Botão Carregar.

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Usando o Tinkercad
Usando todos os conceitos aprendidos, pode-se utilizar uma ferramenta de simulação para
colocar em prática o LED pisca-pisca.

No Vídeo 2, serão apresentados os passos indicados a seguir.

1° Passo: Na ferramenta Tinkercad, na aba de circuitos, é possível criar um circuito como na


Figura 11.

Figura 11 - Criar Circuito.

2° Passo: Na criação do projeto, primeiro alteram-se os componentes de “Básicos” para “Todos”,


no canto superior direito. Assim é possível encontrar todos os periféricos ilustrados na Figura 12.

Figura 12 - Alterar de Básicos para Todos os componentes.

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3° Passo: Procurar todos os componentes e organizá-los para facilitar a montagem.


Nesse experimento serão utilizados:

• Um Arduino Uno R3;


• Um LED;
• Um resistor 1kΩ;
• Uma placa de ensaio de qualquer tamanho (recomendado a mini).

Os componentes citados estão representados na Figura 13.

Figura 13 - Componentes para a montagem do circuito.

4° Passo: Usando os conceitos dos módulos anteriores, conectam-se os componentes usando


os jumpers. Para usá-los basta clicar na entrada desejada para conectar os componentes como
exibe a Figura 14.

Figura 14 - Conexões na placa e na protoboard.

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Ebook _ Módulo 3 - Componentes e comandos básicos 18

5° Passo: Com a montagem feita, será escrito o código. Assim, faz-se necessário abrir o terminal
“Código” e mudar a função de “Blocos” para “Texto”, como sugere a Figura 15.

Figura 15 - Terminal de código.

6° Passo: Utiliza-se os conceitos de programação vistos anteriormente para fazer o código


do projeto apresentado na Figura 16.

Figura 16 - Aplicação do código.

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7° Passo: Com o código pronto, pode-se apenas clicar em “Iniciar Simulação”, mostrado
na Figura 17, e observar o resultado.

Figura 17 - Simulação.

Vídeo 2 - Usando o Tinkercad (LED pisca-pisca)

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QUIZ
Chegou a hora de fazer um pequeno teste para avaliar o que você aprendeu.
Responda as questões abaixo e confira as respostas corretas.

Este questionário não é avaliativo, mas sim para fixação do conteúdo.

01/12
Protoboard é uma placa que serve para:
a. ( ) Alimentar um circuito. b. ( ) Montagem de circuitos eletrônicos.
c. ( ) Medir a cor de um ambiente. d. ( ) Processar e realizar programações feitas no computador.

02/12
Jumpers podem ser definidos por:
a. ( ) Entrada e Saída. b. ( ) Macho-macho, macho-fêmea e conector.
c. ( ) Macho-Macho, fêmea-fêmea e USB. d. ( ) Macho-Macho, macho-fêmea e fêmea-fêmea.

03/12
Para fazer comentários em um código utiliza-se:
a. ( ) Uma barra no começo e outra no final da frase desejada. b. ( ) Colocar entre parênteses.
c. ( ) Duas barras antes da frase desejada. d. ( ) Apenas digitar a frase sem nenhum comando.

04/12
Comentários são utilizados para:
a. ( ) Nos lembrar o que exatamente fizemos em um determinado trecho de código.
b. ( ) Nomear os pinos usados com algo que remeta ao dispositivo em questão.
c. ( ) Captar todos os valores possíveis dentro de uma faixa pré-determinada de valores.
d. ( ) Iniciar um código no Arduino.

05/12
Complete as lacunas de forma correta: A grande função do ________ é permanecer aceso ou
apagado, enquanto que o ________ se pode controlar se ele está acionado ou desacionado.
As aplicações práticas variam de acordo com a criatividade de cada um.
a. ( ) Sensor de Refletância, LED. b. ( ) LED, Buzzer.
c. ( ) Sensor de Refletância, Buzzer. d. ( ) Sensor de Refletância, Arduino.

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06/12
Qual dos programas a seguir aciona um led e um buzzer de forma correta?

a. ( ) b. ( ) c. ( ) d. ( )

07/12
Qual das montagens a seguir o LED irá funcionar corretamente?

a. ( ) b. ( ) c. ( ) d. ( )

08/12
Qual dos exemplos abaixo define como Led o pino 10, Buzzer no pino 11, motores nos
pinos 5 e 6, e sensores nos pinos 0 e 1?

a. ( ) b. ( ) c. ( ) d. ( )

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09/12
Em qual das alternativas a configuração do pino 12 do Arduino está configurada como
saída, corretamente?
a. ( ) pinMode (12, OUTPUT) b. ( ) pinMode (12, output)
c. ( ) pinMode (OUTPUT, 12) d. ( ) pinMode (output, 12)

10/12
A parte de configuração de um programa Arduino, como declarar se o pino é entrada ou
saída,
é feita dentro do ____________ e toda a parte de inteligência é feita no _____________, pois
ele estará constantemente em loop.
a. ( ) void setup , void loop b. ( ) void loop , void setup
c. ( ) #define, digitalWrite() d. ( ) #define, if/else

11/12
Todas as vezes que falamos que um dispositivo é ________, significa que podemos conversar
com ele de apenas um modo. Usando ‘0’ ou ‘1’. O ‘0’ é considerado um _________________,
e geralmente (pode haver exceções), o usamos quando queremos _________ alguma coisa.
Já o ‘1’ é visto como _________, e o utilizamos quando queremos ___________ algum dispositivo.
a. ( ) Analógico, nível lógico alto, ligar, nível lógico baixo, desligar
b. ( ) Analógico, nível lógico baixo, desligar, nível lógico alto, ligar
c. ( ) Digital, nível lógico alto, ligar, nível lógico baixo, desligar
d. ( ) Digital, nível lógico baixo, desligar, nível lógico alto, ligar

12/12
Qual dos programas abaixo o led está piscando com intervalo de 1 segundo:

a. ( ) b. ( ) c. ( ) d. ( )

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CONCLUSÃO DO MÓDULO
Este foi o primeiro projeto, mas ainda há uma infinidade de componentes que podem ser
usados das mais diversas formas possíveis. No Vídeo 3, será apresentada uma revisão geral dos
conteúdos trabalhados.

Vídeo 3 - Revisão

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GABARITO DOS QUIZ

Quiz

Questão Alternativa

1 b

2 d

3 c

4 a

5 b

6 a

7 c

8 a

9 a

10 a

11 d

12 d

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MCROBERTS, Michael. Arduino básico. São Paulo, SP: Novatec, 2011.
EVANS, Martin. Arduino em ação. Joshua Noble, Jordan Hochenbaum. São Paulo, SP: Novatec,
2013.
GEDDES, Mark. Manual de projetos em Arduino. São Paulo, SP: Novatec, 2017. Comunidade
oficial do Arduino, com experimentos e tituriais online. Disponível em [Link]
Documentário sobre o Arduino. Disponível em [Link]

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