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Curso de Rigging para Segurança do Trabalho

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RODRIGO SOARES
Direitos autorais
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Apostila de apoio

CURSO RIGGING PARA


TÉCNICOS DE SEGURANÇA
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Rua Theodoro Makiolka, 3555 - Barreirinha - CEP 82710-000


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Curitiba - Paraná - (41)3585-2426 (41)98417-4252


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SERTECH TREINAMENTOS

Rigging para Técnico em Segurança do Trabalho


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Especialistas em Rigging
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SERTECH – Especialista em Movimentação de Cargas

Fundada em 2001, com sede em Curitiba-PR, a SERTECH Consultoria e Engenharia LTDA


especializou-se em Engenharia de Rigging, sempre focando em tecnologia, segurança e
inovação. Atualmente está presente em todo território nacional através de representantes e
orgulha-se de ter participado de diversas obras industriais, construção civil e naval off-shore,
acumulando mais de 15.000 toneladas movimentadas.

No início de 2009 a empresa passa a ser SERTECH Consultoria e Treinamentos LTDA, cuja
modificação tem o objetivo de direcionar a empresa a sua vocação, criando uma entidade
especializada em fornecer suporte consultivo e treinamentos especializados na formação de
profissionais para atuar em Manutenção, Construção e Montagem.

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Com “know-how” fundamentado no conhecimento acumulado de seus profissionais e
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consultores, buscando constantemente atualização em áreas de Gestão, Engenharia, Produção


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e Segurança no Trabalho.
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Compromissada com a qualidade, a SERTECH Consultoria e Treinamentos LTDA tornou-


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se referência nacional em capacitação de mão de obra para atuação em movimentação de


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carga, seguindo rigorosamente orientações de entidades normativas nacionais e internacionais.


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Até o início de 2014, a empresa já havia capacitado mais de 6.100 profissionais, em 230
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empresas em todo o território nacional, além de países como Portugal, Moçambique, Angola e
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Argentina.
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Missão: Fornecimento de serviços de qualidade para o mercado, contribuindo para o


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desenvolvimento técnico e intelectual de nossos clientes, com isto, incentivando a


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conscientização em segurança, conceitos de sustentabilidade, responsabilidade social e


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preservação da vida.
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Visão: Ser referência em consultoria e treinamentos profissionalizantes em manutenção,


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construção e montagem, atuando de forma dinâmica e competitiva, sempre buscando


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melhoramento dos nossos métodos e didática, buscando capacitar e qualificar o maior número
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de profissionais.
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Á movimentação de carga
INTRODUÇÃO

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1. Introdução a Movimentação de cargas

Ao longo dos anos, a humanidade tem se utilizado de grandes obras para evidenciar o seu
elevado nível de desenvolvimento. Quanto maiores os desafios a serem vencidos, maior o mérito e a
honraria que a conclusão do trabalho merece e representa. Das igrejas e castelos da Idade Média às
pirâmides astecas e maias, passando pela muralha da China, cada sociedade desde tempos imemoriais
têm marcado a sua história pelos seus logros tecnológicos estampados em suas obras.
Realizações que representaram esforço extraordinário, trabalho de milhares de homens e
mulheres, recursos consideráveis e, principalmente, o fato de serem reconhecidos como prova do que o
ser humano é capaz de lograr quando unido em prol de um objetivo, como na sua época o foram a
construção do Canal de Panamá ou a Usina de Itaipu, por exemplo.

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Figura 1 - Exemplo de montagem de um obelisco na idade antiga.


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A segurança nas atividades de movimentação de cargas sempre teve uma atenção especial, pois
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as grandes operações trazem riscos e perigos para os envolvidos e desavisados, que por muitas vezes,
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são de difícil previsão. Por isso, cada vez mais as empresas passam a investir em profissionais que sejam
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especialistas nesse tipo de avaliação de segurança em rigging.


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1.1. Movimentação de carga na idade antiga

Já fazem séculos desde que o homem passou a construir e mover cargas constantemente e
muitas obras feitas na idade antiga ainda são icógnitas, pela precisão, planejamento e a gestão da
operação. Se pensarmos como foi possível a construção das Pirâmides do Egito, com a colocação de
blocos de centenas de toneladas em lugares inacessíveis, dificilmente conseguiríamos chegar em uma
conclusão.
Estudiosos afirmam que isto foi possível graças à experiência acumulada no decorrer de anos e
muitos estudos, planejamento e uma gestão eficaz.
Nesta época o homem desenvolveu máquinas simples tal como sistemas de roldanas e alavanca,
cujos quais, utilizamos até hoje em nossas máquinas mais complexas.
Na maioria as construções deste período não tinham função mais simbólica tanto de ostentação

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de poder ou por motivos religiosos, e estes não tinham previsão de término, estas construções duravam
dezenas de anos e muitas não foram concluídas. :37
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1.2. Movimentação de carga na idade moderna


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Durante a revolução industrial o homem passou a dominar a manipulação dos metais e da


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energia, e também, a consumir um número cada vez maior de recursos naturais, energia e produtos
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industrializados. Nessa fase o homem passou a criar construções cada vez maiores, como prédios e com
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funções primordiais para sua evolução como fábricas dos mais diversos produtos, refinarias de petróleo,
barragens para a geração de energia, processamento de recursos ou outros processos.
Estas modernidades também impuseram prazos cada vez menores o que obrigou
desenvolvimento de diversas máquinas gigantescas para este fim. Escavadeira, caminhões e guindastes
imensos, escavando, movendo e içando maiores quantidades com maior velocidade, e para que estas
operações ofereçam segurança e produtividade, tivemos que desenvolver procedimentos de trabalho e
planejamento.

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1.3. Guindastes na evolução humana


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Os primeiros modelos de guindastes foram inventados na Idade Antiga pelos gregos e eram
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movidos por homens e/ou animais de carga (como os burros). Esses guindastes eram usados para
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construção de muralhas e castelos.


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Guindastes maiores foram desenvolvidos posteriormente usando engrenagens movidas por


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tração humana, permitindo a elevação de cargas mais pesadas.


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Na Alta Idade Média, guindastes portuários foram introduzidos para carregamentos,


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descarregamentos e construções de embarcações - alguns eram construídos sobre torres de pedra para
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estabilidade e capacidade extras.


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Os primeiros guindastes eram feitos de madeira, mas com a Revolução Industrial, passaram a ser
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produzidos com ferro fundido e aço. Atualmente o guindaste é constituído normalmente por uma torre
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equipada com cabos e roldanas que é usada para levantar e baixar materiais.
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Na construção civil, os guindastes são estruturas temporárias fixadas ao chão ou montadas num
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veículo especialmente concebido, normalmente ao lado da edificação, usado para elevar cargas pesadas
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aos andares superiores.


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1.4. Guindaste moderno e o planejamento

Hoje a indústria produz guindastes capazes de içar cargas de milhares de toneladas, mas que
apesar do tamanho e da imponência são equipamentos frágeis que podem causar acidentes de
conseqüências imensuráveis.
Um simples erro durante a fase do planejamento pode causar perca de estabilidade ou uma
fadiga estrutural, por isto um bom profissional de movimentação de carga sempre deve ter o foco no
dimensionamento correto do equipamento para que execute as operações no menor tempo e com um
bom fator de segurança.

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Maior guindaste móvel do mundo


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1.5. O profissional de movimentação de cargas

Hoje o maior desafio para as empresas brasileiras é a falta de mão de obra qualificada, afinal o
crescimento na movimentação de cargas é constante e as oportunidades são inúmeras. Para estar
preparado, o profissional precisa ter como base, os conceitos simples e fundamentais da atividade.
Seja um profissional de planejamento, supervisor, lingador, ou auxiliar de movimentação de
cargas, é preciso que todos os envolvidos na operação conheçam os riscos e perigos em rigging. E para
garantir que todos sigam as normas e procedimentos de segurança, o maior responsável é o técnico em
segurança do trabalho, profissional que deve estar apto a interpretar todos os fatores que envolvem
direta ou indiretamente a operação de movimentação e manuseio de cargas.

1.6. Técnico em segurança especialista em rigging

:46
Toda operação de movimentação de carga oferece risco e deve ter um alto padrão de
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03
procedimentos envolvendo a segurança. Desde o estudo do local de descarregamento, o isolamento da
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área, até possíveis interferências como curvas, pontes, inclinações de rampas, etc. O profissional de
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/01

segurança deve acompanhar toda essa verificação, para certificar-se de que tudo está conforme o
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planejado, e por tanto, é fundamental que saiba interpretar qualquer influência que esteja ligada ao
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içamento de cargas.
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Alguns pontos de atenção são o fator de segurança aplicado, assim como a taxa de utilização dos
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materiais e equipamentos. Certificar-se de que foi feito o check-list do equipamento de guindar, das
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eslingas e acessórios, é fundamental. São esses pontos que farão com que a atividade tenha uma maior
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segurança.
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Fiscalização de Rigging

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2. Fiscalização de Rigging

Até a década de 60, todas as operações de movimentação de carga eram feitas através de
técnicas de “Estudo de Campo”, ou seja, antes de cada manobra, operadores, supervisores e
encarregados faziam uma reunião de improviso onde se estabeleciam os métodos, recursos e
procedimentos a serem adotados. Por se tratar de um improviso, muitas destas operações resultavam
em acidentes que infelizmente não podiam ser investigados, pois não existia nenhum registro formal.
O planejamento de uma operação de içamento, assim como a movimentação e descarregamento
não se limitam a um evento isolado, e a fiscalização pode influenciar em aspectos de segurança,
cronograma da obra, podendo gerar ganhos ou atrasos imensuráveis, e com isto influenciando no
resultado de um projeto.
Por inúmero fatores, as empresas passaram a solicitar um planejamento eficaz, para que se

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tenha as orientações para a execução da operação. E ao planejar, não estamos pensando apenas no
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dimensionamento do guindaste, ou no número de pessoas envolvidas, e sim, trabalhar com margem de
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segurança, em seguir os padrões técnicos da atividade, assim como conhecer o trajeto e suas possíveis
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interferências.
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2.1. Documentação necessária


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Um dos papéis do técnico em segurança especialista em rigging, é de solicitar os documentos de


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planejamento, assim como operacionais, para verificar se tudo está conforme com a atividade. Um
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check-list é necessário, tanto no equipamento de guindar, assim como nos acessórios de movimentação
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de cargas, e como isso não é feito pelo profissional de segurança, cabe a ele fiscalizar e cobrar caso isso
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não seja feito conforme os procedimentos internos.


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Alguns documentos são fundamentais e devem estar disponíveis para consulta:


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 Plano de Içamento (Lift Plan / Plano de Rigging)


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 Check-List do Equipamento de Guindar


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 Tabela de Carga do Guindaste


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 Laudo de Inspeção dos Materiais de Içamentos


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 Projeto da Carga (Dimensões, Peso, Assimetria, Locação do Centro de Gravidade, etc)


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 Laudo Técnico de Fabricação de Dispositivos (Recolhimento de ART)


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 Estudo de Verificação do Terreno


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2.2. Visita Técnica
Esta é um das tarefas mais importantes a ser executada antes da atividade, pois verifica toda
manobra de movimentação de carga e se tem a oportunidade de verificar os principais obstáculos que
podem interferir durante a operação.
Fazer essa visita com antecedência é importante para evitar surpresas no momento da operação,
como por exemplo, descobrir que a altura do guindaste é maior do que uma passarela e que esse é o
único trajeto possível.
Veja abaixo, as principais verificações a serem feitas em uma Visita técnica:

2.2.1 Análise da Carga:


Nesta análise, são coletadas informações sobre a carga, tais como peso, dimensões e o nível de
fragilidade da carga. Caso já tenha sido elaborado um plano de rigging com antecedência, o técnico em

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:37
segurança deve apenas conferir para que as informações estejam de acordo. 03
É importante verificar se a carga possui pontos de amarrações já definidos, cantos-vivos, olhais
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fixados, entre outras informações que serão úteis para agilizar a operação e trazer maior segurança.
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2.2.2 Verificação de trajeto:


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É papel do Rigger Planejador ou do Supervisor de Rigging percorrer todo o trajeto da carga,


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observando ladeiras, ruas estreitas, pontilhões, pontes, curvas e o calçamento. Em casos especiais o
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Rigger será solicitado a fazer trajetos maiores envolvendo ruas e rodovias.


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Como o técnico especiasta em rigging precisa se certificar que não haverão incidentes durante o
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trajeto, é importante que acompanhe essa visita e some a sua experiência e o senso crítico para
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identificar os riscos e perigos da atividade.


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2.2.3 Verificação do local de instalação:


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Para o caso de cargas que serão instaladas em locais especiais, o indicado solicitar as dimensões
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básicas dos equipamentos que serão utilizados, e com isto verificar o acesso de carreta, ponto de
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instalação do guindaste e possíveis interferências com prédios e outras instalações.


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Procedimentos Administrativos

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3. Procedimentos Administrativos

Antes da operação, o técnico em segurança do trabalho especialista em rigging, deve fiscalizar se


os procedimentos administrativos, normas técnicas e políticas de segurança estão sendo seguidos.
Normalmente empresas de locação de equipamentos, construtoras e indústrias, dispõem de normas e
procedimentos internos de segurança ou de operação, por isto, o técnico deve estar sempre atento e
atualizado.
O profissional responsável pela segurança da atividade, deve conhecer as Normas Técnicas e
suas responsabilidades, para que informe aos envolvidos e esclareça dúvidas, caso seja necessário.
Infelizmente em nossa realidade, muitos profissionais nunca tiveram acesso á uma norma técnica ou
leram uma norma regulamentadora com atenção. Cabe ao técnico em segurança trazer essas
informações e ser uma fonte de consulta, para que a equipe de içamentos esteja em conformidade com

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os padrões técnicos exigidos.
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3.1. Normas Nacionais e Internacionais


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Para a realização de atividades de içamento e movimentação de cargas pesadas, o técnico em


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segurança pode consultar tanto as normas técnicas nacionais, como as internacionais, utilizando as suas
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regulamentações. A seguir uma relação das principais normas nacionais e internacionais aplicadas.
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3.1.1 ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas


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Fundada em 1940, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela
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normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.


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No site da ABNT, o técnico em segurança encontra várias normas técnicas brasileiras


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relacionadas com a atividade de movimentação de cargas. Algumas são normas recentes ou que estão
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em fase de adaptação, porém grande parte já foi instituida há tempo e servem para orientar sobre a
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utilização de equipamentos, fabricação de materiais de içamentos, cálculos e procedimentos


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operacionais envolvendo a atividade de rigging.


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Recomenda-se que o técnico em segurança tenha sempre disponível para consulta, as normas
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técnicas relacionadas a atividade, pois algum profissional poderá solicitar informações, ter dúvidas ou
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questionar sobre um procedimento, e a NBR estará para auxiliá-lo.


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Abaixo temos uma relação de algumas normas técnicas relacionadas a atividade de rigging:

 NBR7500:2007 - IDENTIFICAÇÃO PARA O TRANSPORTE TERRESTRE, MANUSEIO, MOVIMENTAÇÃO E


ARMAZENAMENTOS DE PRODUTOS.
 NBR-ISO2408:2008 - CABOS DE AÇO PARA USO GERAL – REQUISITOS.
 NBR-ISO3108:1998 - CABOS DE AÇO PARA USO GERAL – DETERMINAÇÃO DA CARGA DE RUPTURA
REAL.
 NBR EB2200:1991 - EXTREMIDADES DE LAÇOS DE CABO DE AÇO.
 NBR-5940:1996 - CONSTRUÇÃO NAVAL - AMARRAS - REQUISITOS.
 NBR-10015:1987 - MOITÃO E CARDENAL PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA EM EMBARCAÇÕES -
ENSAIOS DE CARGA.
 NBR-10852:1989 - GUINDASTE DE RODAS COM PNEUS.
 NBR-13541:1995 - MOVIMENTAÇÃO DE CARGA - LAÇO DE CABO DE AÇO – ESPECIFICAÇÃO.

:46
 NBR-4768:2001 - GUINDASTE ARTICULADO HIDRÁULICO – REQUISITOS. :37
03

 NBR-1084:1987 - CÁLCULO DE ESTRUTURAS DE SUPORTE PARA EQUIPAMENTOS DE LEVANTAMENTO


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E MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS.
/01


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NBR-7557:1982 - GUINDASTES DE PNEUS.


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 NBR-8400:1984 - CÁLCULO DE EQUIPAMENTOS PARA LEVANTAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE


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CARGAS.
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 NBR-10014:1987 - MOITÃO E CARDENAL PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA EM EMBARCAÇÕES.


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 NBR-10070:1987 - GANCHOS - HASTES FORJADOS PARA EQUIPAMENTOS DE LEVANTAMENTO E


2.1
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MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS - DIMENSÕES E PROPRIEDADES MECÂNICAS.


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NBR-11436-1988 - SINALIZAÇÃO MANUAL PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA POR MEIO DE


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EQUIPAMENTOS MECÂNICOS.
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 NBR-13129:1994 - CÁLCULO DA CARGA DE VENTO EM GUINDASTE.


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 NBR-13545: 1999 - MOVIMENTAÇÃO DE CARGA – MANILHAS.


or


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NBR-15466:2007 - QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO.


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S

NBR ISO 04309:1998 - GUINDASTE - CABOS DE AÇO - CRITÉRIO DE INSPEÇÃO E DESCARTE.


da

 NBR-13595:1996 - CÁLCULO PARA VERIFICAÇÃO DA ESTABILIDADE DE GUINDASTES AUTOMOTORES.


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 P-NB-153:1967 - CÓDIGO DE SEGURANÇA PARA VEÍCULOS INDUSTRIAIS AUTOMOTORES –


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od

CLASSIFICAÇÃO, CAPACIDADE DE CARGA E ESTABILIDADE.


siv

 NBR 15637-2:2010 - CINTAS TÊXTEIS PARA ELEVAÇÃO DE CARGAS


clu
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eu

* Para consultar as normas técnicas citadas nessa relação, basta acessar o site da ABNT e pesquisar no catálogo
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de normas ([Link] Os valores cobrados são de responsabilidade da associação.


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[Link] 14
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Es
3.1.2 Normas Técnicas Internacionais

Além das normas técnicas brasileiras, algumas empresas se baseiam em normas internacionais,
criadas por associações e institutos como ASME, DIN, ANSI, COPANT, ISO e outros. Em muitos casos, o
técnico em segurança poderá encontrar equipamentos e ferramentas que foram produzidos com base
em normas internacionais e para isso, deve verificar se está em conformidade com nossas normas
vigentes e se tem validade em território nacional.
Os fabricantes de eslingas sintéticas até o ano de 2010, fabricavam seus materiais com base nas
normas americanas e européis, pois só a partir dessa data, que o Brasil passou a ter uma NBR com as as
instruções de fabricação para cintas planas e tubulares.

:46
3.1.3 ASME - American Society of Mechanical Engineers
:37
03


23

ASME B30.1-2004 - JACKS


/20

 ASME B30.2-2005 - OVERHEAD AND GANTRY CRANES (TOP RUNNING BRIDGE, SINGLE OR MULTIPLE
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GIRDER,TOP RUNNING TROLLEY HOIST)


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 ASME B30.3-2004 - CONSTRUCTION TOWER CRANES


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 ASME B30.4-2003 - PORTAL, TOWER, AND PEDESTAL CRANES


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 ASME B30.5-2007- MOBILE AND LOCOMOTIVE CRANES


38

 ASME B30.6-2003 - DERRICKS


43
2.1

 ASME B30.7-2006 - BASE-MOUNTED DRUM HOISTS


49

 ASME B30.8-2004 - FLOATING CRANES AND FLOATING DERRICKS


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 ASME B30.9-2006 - SLINGS


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 ASME B30.10-2005 - HOOKS


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 ASME B30.11-2004 - MONORAILS AND UNDERHUNG CRANES


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 ASME B30.13-2003 - STORAGE/RETRIEVAL (S/R) MACHINES AND ASSOCIATED EQUIPMENT


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 ASME B30.16-2007 - OVERHEAD HOISTS ( UNDERHUNG)


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 ASME B30.17-2006 - OVERHEAD AND GANTRY CRANES ( TOP RUNNING BRIDGE, SINGLE GIRDER, UNDERHUNG
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HOIST)
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 ASME B30.19-2005 - CABLEWAYS


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 ASME B30.20-2006 - BELOW-THE-HOOK LIFTING DEVICES


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ASME B30.21-2005 - MANUALLY LEVER OPERATED HOISTS


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 ASME B30.22-2005 - ARTICULATING BOOM CRANES


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ASME B30.23-2005 - PERSONNEL LIFTING SYSTEMS


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 ASME B30.26-2004 - RIGGING HARDWARE


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[Link] 15
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Es
3.1.4 BS – British Standard

 BS 302-1/2 - Stranded steel wire ropes


 BS 463 Specification for sockets for wire ropes
 BS 464 Specification for thimbles for wire ropes
 BS 1139 Metal scaffolding
 BS 1290 Specification for wire rope slings and sling legs for general lifting purposes
 BS 2853 Specification for the design and testing of steel overhead runway beams
 BS 3032 Specification for high tensile steel shackles
 BS 3243 Specification for hand operated chain blocks
 BS 3481 Flat lifting slings - Part 2: Specification for flat woven webbing slings made of man-made fibre for
general service
 BS 3551 Specification for alloy steel shackles

:46
 BS 4278 Specification for eyebolts for lifting purposes :37
03
 BS 4429 Specification for rigging screws and turnbuckles for general engineering, lifting purposes and pipe
23
/20

hanger applications
/01

 BS 4898 Specification for chain lever hoists


03
ad

 BS 4942 Short link chain for lifting purposes


nlo
ow

 BS 5281 Specification for ferrule-secured eye terminations for wire rope


-D

 BS 5950 Structural use of steelwork in building


38
43

 BS 6166 Lifting slings – Part 3: Guide to the selection and safe use of lifting slings for multi-purposes
2.1


49

BS 6399 Loading for buildings


la


cu

BS 6570 Code of practice for the selection care and maintenance of steel
trí


Ma

BS 6994 Specification for steel shackles for lifting and general engineering purposes grade 4 (M).
da

 BS 7035 Code of practice for socketing of stranded steel wire rope


or
tad

 BS 7121–1/2 Code of practice for the Safe Use of Cranes


or
ap
ilv

3.1.5 Outros institutos e associações


S
da
ro
au

 DIN - Deutsches Institut für Normung


eM

 JSA – Japanese Standards Associations


od
siv

 ANSI - American National Standards Institute


clu

 EN - European Standards
ex
so

 COPANT - Comisión Panamericana de Normas Técnicas


eu
éd
tila
os

[Link] 16
ap
ta
Es
3.1.6 Normas Regulamentadoras

Algumas normas regulamentadoras estão ligadas a atividade de rigging e por isso, é importante
que o técnico em segurança tenha conhecimento das orientações e condições exigentes. No Brasil,
ainda não temos uma norma que regulamente especificamente a atividade de movimentação de cargas,
dando diretrizes sobre a mesma.
Lista com algumas normas relacionadas:
 NR 11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS.
 NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
 NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO.
o 18.22 MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS DIVERSAS
o 18.16 CABOS DE AÇO E CABOS DE FIBRA SINTÉTICA

:46
o ANEXO III – PLANO DE CARGAS PARA GRUAS
 NR 17 – ERGONOMIA :37
03
23

 NR 21 – TRABALHO A CEU ABERTO


/20
/01

 NR 25 – RESIDUOS INDUSTRIAIS
03


ad

NR 34 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E


nlo

REPARAÇÃO NAVAL.
ow
-D

 NR-35 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM ALTURA


38
43
2.1
49

3.2. Termos técnicos mais comuns


la
cu
trí
Ma

Para um melhor entendimento deste treinamento, vamos definir alguns termos técnicos a serem
da
or

utilizados no decorrer de nossas atividades. Uma definição que deve ficar bem clara para todos é o
tad
or

emprego correto dos termos Rigging e Rigger.


ap
ilv
S
da

 RIGGING: O termo “Rigging” é usado para indicar uma atividade de içamento ou movimentação
ro
au

de cargas numa obra industrial ou operação de carga e descarga em terra ou em barcos ou


eM
od

plataformas offshore.
siv

A palavra “Rigging” e derivada do termo “rig” que é uma estrutura que serve para prospecção e
clu
ex

extração de petróleo ou gás na terra ou no mar (drilling rig).


so
eu
éd
tila
os

[Link] 17
ap
ta
Es
 RIGGER: O termo “rigger” é usado como uma qualificação para profissionais experientes e
qualificados em movimentação de carga. Este profissional qualificado pode ser montador,
mestre de montagem, engenheiro ou qualquer outro profissional que tenha adquirido as
qualificações necessárias para executar ou coordenar operações de movimentação de carga.

 CARGA RUPTURA MINIMA ou CRM: É a carga mínima aplicada em testes de equipamentos para
sua ruptura, este valor é obtido através de cálculos de engenharia e testes de laboratório.

 FATOR DE SEGURANÇA (Safety factor): É a margem de segurança para compensar eventuais


fatores negativos, como um pequeno erro de cálculo, desgaste nos equipamentos devido ao uso,
e alguns pequenos movimentos bruscos que pode causar um aumento momentâneo na carga.

 CARGA SEGURA DE TRABALHO ou SWL (Safety Working Limit): Esta é a carga máxima suportada

:46
:37
pelo equipamento sem que ofereça riscos à segurança. O valor é obtido através da divisão da
03
23

CRM do equipamento pelo F.S (Fator de Segurança) de acordo com a aplicação do mesmo.
/20
/01

 ACESSÓRIOS DE MOVIMENTAÇÃO: São componentes aplicados na confecção da lingada, são


03
ad

normalmente componentes comerciais, e podem ser encontrados facilmente, são fabricados


nlo
ow

seguindo normas nacionais e internacionais, exemplo: manilhas, grampos, destorcedores, olhais


-D

de suspensão, esticadores e ganchos.


38
43
2.1

 ESLINGAS: São componentes que fazem a ligação entre a carga e o equipamento de guindar,
49
la
cu

exemplo: Laços de cabo de aço, Laços de cinta sintética, correntes e cordas.


trí
Ma
da

 DISPOSITIVOS: São componentes fabricados conforme exigência do trabalho ou como


or
tad

ferramenta de uso corriqueiro, exemplo: Balancim, quadros, caixas.


or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 18
ap
ta
Es
 CABO DE CARGA (“Hoist Rope”): Cabo principal de levantamento.

 CABO ESTACIONÁRIO (“Pendant Line” - “Jib Stay Line”): Cabo auxiliar que mantém constante a
distância entre os pontos de amarração dos componentes unidos pelo mesmo (tirante,
estaiamento do jibe).

 CABO DO JIBE (“Whip Line” ou “Auxiliary Hoist Line”): Cabo auxiliar de levantamento.

 CABO DA LANÇA (“Boom Hoist Wire Rope”): Cabo de levantamento da lança.

 CAPACIDADE NOMINAL DA MÁQUINA: Capacidade máxima indicada pelo fabricante para uma
determinada configuração, isto é, comprimento de lança e raio de carga definidos ou exigidos

:46
pela norma de fabricação da máquina.
:37
03
23
/20

 CAPACIDADE DA MÁQUINA (“Rated Load”): Capacidade indicada na tabela de carga do


/01

fabricante para uma determinada configuração, isto é, comprimento da lança e raio de carga
03
ad

definidos.
nlo
ow
-D

 CARGA (“Load”): Todo e qualquer corpo, objeto de movimentação.


38
43
2.1

 LINGADA (“Sling”): Conjunto de estropo com manilha, utilizado para amarrar a carga ao gancho.
49
la
cu

 PESO DA CARGA (Weight Load): Obtido através de pesagem da carga ou do desenho certificado
trí
Ma

de fabricação da carga.
da
or
tad

 RAIO DE GIRO: Distância entre o centro de giro da máquina e o centro de gravidade da carga.
or
ap
ilv

 PATOLA ou SAPATA (“OutRigger”): Braços extensíveis ou fixos montados na máquina para


S
da

aumentar a sua estabilidade e capacidade.


ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 19
ap
ta
Es
 MOITÃO (“Block”): Conjunto de polias que formam um conjunto único móvel, utilizado para
acoplar o cabo de carga à lingada.

 MOITÃO PRINCIPAL (“Load Block-Lower” ou “Hoock Block”): Conjunto formado por moitão,
manilha ou gancho, este com ou sem destorcedor (“Swivel”), suspenso pelo cabo de carga.

 MOITÃO SECUNDÁRIO (“Load Block-Upper”): Conjunto formado por moitão, manilha ou


gancho, este com ou sem destorcedor (“Swivel”), fixado na ponta da lança.

 PÉ DA LANÇA (“Inner” ou “Lowar Boom”): Parte da lança fixada à superestrutura da máquina.

 JIBE (“Jib”): Extensão fixada à ponta da lança com a finalidade de aumentar o raio de carga da
máquina.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu

 PESO DE MOVIMENTAÇÃO: Peso total ou parcial máximo da carga acrescido do peso de todos os
trí
Ma

acessórios de levantamento (moitões, balanças, manilhas), suspenso na ponta da lança de uma


da

máquina durante uma operação de movimentação de carga.


or
tad
or
ap

 PLANO DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA (Lift PLan): Um dos documentos integrante do


ilv
S

procedimento de movimentação de carga da executante, constituído de desenho(s), em escala,


da
ro

com vistas de planta e elevação.


au
eM
od

 FATOR DE SEGURANÇA (Safety factor): Este pode ser definido como uma margem de segurança
siv
clu

para compensar eventuais fatores negativos, como um pequeno erro de cálculo, desgaste nos
ex
so

equipamentos devido ao uso, alguns pequenos movimentos bruscos que pode causar um
eu
éd

aumento momentâneo na carga.


tila
os

[Link] 20
ap
ta
Es
 QUADRANTES: Regiões definidas pelas retas que passam pelo centro de giro e da máquina pelos
centros de apoio das sapatas das patolas estendidas.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad

 SOBRE-CABINE: Quadrante que abrange a região compreendida entre as patolas dianteiras.


nlo
ow
-D

 SUPERESTRUTURA: Estrutura com parte rotativa onde são montados os mecanismos de


38

acionamento da máquina e/ou cabine de operação.


43
2.1
49

 TAXA DE UTILIZAÇÃO: A Taxa de Utilização nos fornece o percentual que estamos utilizando de
la
cu
trí

um equipamento, lembrando que é desaconselhável levar o equipamento a o limite de Carga


Ma

Segura de Trabalho (SWL).


da
or
tad
or
ap
ilv
S
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ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
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tila
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[Link] 21
ap
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Es
Es
ta
ap
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tila
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eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro 04
da
Silv
ap
or
tad
or
da
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
Responsabilidades

22
4. Responsabilidades

Para que uma operação de içamento seja feita com segurança, todos os envolvidos devem ter
conhecimento de suas responsabilidades e obrigações na execução desta tarefa. Desde o gestor da
operação, até o auxiliar de movimentação de cargas devem conhecer suas responsabilidades e as
funções que deverão exercer durante a atividade.
Assumindo as responsabilidades indivuais e coletivas, os acidentes na atividade de
movimentação de cargas tendem a diminuir, afinal, tanto na parte de gestão, como de operação, todos
os envolvidos estarão atentos aos riscos e perigos da atividade.
As responsabilidades poderão mudar significativamente de acordo com cada empresa, mas existem
as padrões que serão listadas por função, conforme demonstrado a seguir.

:46
4.1. Técnico em Segurança do Trabalho especialista em Rigging
:37
03
23

 Ter acesso aos documentos referentes a operação e verificar se todos os campos estão
/20
/01

devidamente preenchidos.
03


ad

Acompanhar juntamente do Supervisor de Rigging, todo o trajeto por onde a carga será
nlo
ow

percorrida e em caso de obstáculos ou possíveis interferências, verificar se há uma solução ou


-D

alternativa descrita no plano de içamento.


38
43

 Isolar a área da operação e retirar aqueles que não estão envolvidos na atividade.
2.1
49

 Reunir a equipe de operação e fazer um breve diálogo apresentando um resumo dos possíveis
la
cu

riscos da atividade, orientando todos sobre a rota de fuga, trajeto da carga, obstáculos, outros.
trí
Ma

 Assegurar que todos os envolvidos estejam cientes da atividade, desde a preparação, até o
da
or

descarregamento.
tad


or

Verificar se todas as eslingas e acessórios foram inspecionados e constam no plano de içamento.


ap


ilv

Certificar que não há dispositivos de origem desconhecida, defeituosos, com possíveis danos ou
S
da

sem tag de inspeção.


ro
au

 Acompanhar o acoplamento da lingada, orientando os lingadores sobre possíveis riscos.


eM

 Estar presente durante toda a operação, desde o içamento, movimentação, até o


od
siv

descarregamento da carga.
clu
ex

 Não permitir que transitem por debaixo ou atrás da carga.


so
eu

 No término da atividade, orientar sobre os cuidados ao desacoplar a lingada.


éd
tila
os

[Link] 23
ap
ta
Es
4.2. Supervisão de Rigging ou Supervisor local

 Supervisionar todo o trabalho e coordenar a troca de informações entre pessoal de construção e


de segurança.
 Determinar o peso correto da carga e informar ao operador do guindaste.
 Assegurar que a equipe de Rigging tem experiência e são capazes de estabelecer pesos das
cargas, julgando dimensões e pesos específicos do material a ser içado, selecionando os
acessórios de içamento corretos e a melhor forma de preparar a carga com segurança e firmeza.
 Assegurar que a carga está preparada corretamente.
 Assegurar que os sinaleiros são capazes de orientar o operador do guindaste de forma correta,
inclusive se este está apto no uso dos sinais de mão internacional e outras formas de
comunicação.

:46

:37
Designar o sinaleiro e apresentá-lo aos operadores e vice-versa. 03

 Manter a segurança da equipe de içamento e de todo pessoal que possa ser afetado pelos
23
/20

movimentos do guindaste.
/01


03

Manter o público e todo o pessoal dispensável fora da área de atuação do guindaste.


ad


nlo

Controlar a movimentação de todo pessoal dentro da área de atuação do guindaste.


ow

 Assegurar que todas as precauções de segurança foram atendidas quando o guindaste operar
-D
38

próximo a rede elétrica.


43
2.1

 Assegurar que todo o pessoal envolvido na operação entenda-a, assim como suas
49

responsabilidades na segurança global da operação.


la
cu
trí
Ma
da

4.3. Rigger / Projetista


or
tad
or
ap

 Elaborar o plano de rigging (lift plan)


ilv
S

 Determinar e calcular o peso real da carga líquida e bruta.


da
ro

 Calcular a locação do centro de gravidade da carga.


au
eM

 Projetar, dimensionar e apresentar a posição das amarrações, com listas de acessórios e eslingas.
od
siv

 Projetar e apresentar os desenhos dos balancins, quando utilizados.


clu

 Selecionar o guindaste mais apropriado ao serviço.


ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 24
ap
ta
Es
 Planejar a configuração do guindaste: lança, raio, contra peso, sapatas, moitão, passadas de
cabo, etc.
 Calcular possíveis interferências, como efeitos do vento, arrasto, etc.
 Em caso de verticalização, calcular e orientar o supervisor sobre os momentos da carga.
 Calcular as tensões atuantes.
 Aplicar os fatores de segurança e taxas de utilizações em todos os cálculos e dimensionamentos.
 Definir a estratégia de levantamento e movimentação de carga, do início até a montagem final e
apresentar a operação em desenhos técnicos, conforme norma, de todas as etapas.

4.4. Homem de Área / Sinaleiro

 Ser competente e responsável para a execução de suas tarefas.

:46
 Ter conhecimento de cálculos para a determinação do peso, o centro de gravidade e as
:37
03
características das cargas.
23

 Ser constantemente treinado para que esteja apto a inspecionar e determinar se eslingas e
/20
/01

cabos de aço ou outras peças de içamento estão danificadas ou impróprias para o uso.
03


ad

Através de treinamentos constates, atualizar-se sobre diferentes técnicas de amarração.


nlo


ow

Ser treinado e reciclado constantemente com a norma NBR-11436:1987 – Sinalização Manual


-D

para Movimentação de Carga por Meio de Equipamentos Mecânicos – para estabelecer


38
43

comunicação com o operador do guindaste.


2.1
49
la
cu

Durante uma operação de içamento, o supervisor do local, deverá designar um “Sinaleiro”, para
trí
Ma

auxiliar o operador do guindaste.


da

 Numa operação de içamento podem estar envolvidos diversos “Homens de campo”, mas
or
tad

somente um pode ser o “Sinaleiro”, e o operador deve seguir somente os sinais do Sinaleiro,
or
ap

ficando o operado proibido de executar qualquer movimento sem que este seja solicitado pelo
ilv
S
da

sinaleiro, cujo qual tem as responsabilidades de:


ro
au
eM

 Orientar o operador com relação a seus movimentos com o guindaste;


od
siv

 Somente este pode dar inicio a operação após o seu sinal;


clu
ex

 Posicionar-se de maneira a ser visto pelo operador, lembrando-se sempre que estiver fazendo
so
eu

uso de sinais manuais, deve estar próximo o suficiente para ser visto pelo mesmo;
éd
tila
os

[Link] 25
ap
ta
Es
 Ter a visão total do guindaste, da carga e possíveis obstáculos, posicionando-se em local seguro
para não ser atingido pela carga enquanto estiver se movendo;
 Parar a operação imediatamente caso observe algum desvio ou condição insegura.

Como precaução de segurança, o Sinaleiro deve estar equipado com rádio comunicador, para
comunicação direta com o operador de guindaste, no caso de alguma dificuldade de contato visual.

4.5. Operador do equipamento

O operador geralmente é o principal responsável pela segurança durante uma operação com
guindastes e para isto este deve:

:46
 Possuir conhecimento do equipamento e de suas particularidades, suas características,
funções e limitações. :37
03
23

 Ter conhecimento das informações contidas no manual do equipamento.


/20
/01

 Interpretar a tabela de carga do guindaste, inclusive todas as notas e advertências, e como


03

calcular ou determinar a capacidade líquida atual do guindaste em toda possível


ad
nlo

configuração.
ow
-D

 Ter conhecimento dos planos de inspeção e manutenção a serem seguidos e periodicidade


38
43

destes, conforme as diretrizes de fabricante ou do proprietário.


2.1


49

Verificar se a carga está devidamente equipada conforme seu peso e o local onde esta será
la
cu

colocada. (Embora os operadores não sejam responsáveis por determinar os pesos da carga,
trí
Ma

eles serão responsáveis se negligenciarem esta informação, procedendo com a operação)


da

 Apesar de estar especificado no plano de Rigging, é responsabilidade do operador


or
tad

determinar o número de passadas de cabo necessárias para o içamento e confirmar se estas


or
ap

estão descritas de forma correta.


ilv
S

 Operar o guindaste conforme instruções do manual do fabricante do equipamento.


da
ro

 Considerar todos os fatores que podem reduzir capacidade do guindaste e ajustar o peso de
au
eM

carga adequadamente.
od
siv

 Manter a comunicação visual com sinaleiro ou via radio com pessoa designada pelo
clu
ex

supervisor da operação.
so

 Operar de uma maneira lenta, controlada e segura.


eu
éd
tila
os

[Link] 26
ap
ta
Es
4.6. Responsabilidade civil e criminal por acidente de trabalho

Lei n° 8.213, de 24 de julho de 1991

Art. 19. Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo
exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provocando lesão
corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou
temporária, da capacidade para o trabalho.
§ 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção
e segurança da saúde do trabalhador.
§ 2º Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas
de segurança e higiene do trabalho.
§ 3º É dever da empresa prestar informações pormenorizadas sobre os riscos da operação a

:46
executar e do produto a manipular. :37
03

§ 4º O Ministério do Trabalho e da Previdência Social fiscalizará e os sindicatos e entidades


23
/20

representativas de classe acompanharão o fiel cumprimento do disposto nos parágrafos


/01
03

anteriores, conforme dispuser o Regulamento.


ad
nlo
ow
-D

DECRETO-LEI Nº 4.657, DE 4 DE SETEMBRO DE 1942.


38

Art. 3o Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.


43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
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[Link] 27
ap
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Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
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so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro 05
da
Silv
ap
or
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or
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Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
em Movimentação de cargas
Acidente de Trabalho

28
5. Acidente de trabalho em movimentação de cargas

Com o crescimento do mercado de movimentação de cargas, o número de acidentes segue um


ritmo paralelo, principalmente na área de construção civil, onde se teve um aumento significativo na
quantidade de obras e atividades de rigging. A movimentação de carga em ferrovias, segundo dados do
Governo Brasileiro, cresceram 86,1% no período de 1997 à 2010. Em ritmo parecido, as operações em
portos do Brasil também cresceram muito nos últimos anos.
Dados informais mostram que o principal responsável por acidentes no Brasil é a falta de
capacitação do profissional. Em muitas empresas, aqueles que movimentam cargas, não possuem
experiência mínima para a atividade e por falha na gestão, são direcionados para exercer atividades de
alto risco.
Dentre as principais causas dos acidentes envolvendo a movimentação de cargas no Brasil,

:46
listamos uma relação com as 10 mais identificadas nos estudos de casos e avaliações feitas por órgãos
:37
03
competentes:
23
/20
/01

 Falta de capacitação profissional para a atividade


03

 Falta de inspeção completa do equipamento e seus acessórios


ad
nlo

 Equipamento inapropriado para a carga a ser transportada


ow
-D

 Capacidade de carga do terreno subavaliada


38
43

 Imperícia do Operador de Guindaste


2.1

 Condições ambientais adversas (Chuva e Vento)


49
la

 Falha Estrutural do Equipamento


cu
trí
Ma

 Falta de Isolamento da área


da

 Locação do Centro de Gravidade desconhecido


or
tad

 Transitar debaixo da carga


or
ap
ilv
S

Existem várias outras possíveis falhas encontradas nas operações e cabe ao técnico em segurança
da
ro

especialista em rigging, auxiliar os responsáveis pela gestão, a evitar que essas aconteçam. Números
au
eM

também mostram, que ao acontecer um acidente em movimentação de cargas, o risco de perdas de


od
siv

vidas é grande, se considerarmos grandes cargas, guindastes e forças dinâmicas imprevistas na


clu

operação.
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 29
ap
ta
Es
5.1. Estatísticas de acidentes - OSHA

Conforme estudo elaborado pela OSHA (Occupational Safety and Health Administration), apenas
6% dos acidentes de trabalho é provocado por falhas em máquinas e equipamentos, sendo os outros
94% de responsabilidade humana, conforme ilustrado na tabela a seguir.
RESPONSABILIDADE E CAUSAS PRINCIPAIS DE ACIDENTES
RESPONSABILIDADE CAUSAS PARTICIPAÇÃO
PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO 12%
GESTÃO NORMAS E PROCEDIMENTOS 7% 46%
SUPERVISÃO 27%
HOMEM
DESATENÇÃO 14%
OPERAÇÃO NEGLIGENCIA 8% 48%
IMPERICIA 26%
EQUIPAMENTO FALHA MECÂNICA 6% 6%

:46
FONTE: OSHA

 Dolo :37
03
23

É o ato intencional que visa um fim específico.


/20

 Culpa
/01
03

É o ato que embora não seja intencional é produzido por imprudência, negligência ou imperícia.
ad
nlo

 Imprudência
ow
-D

Atuação intempestiva e irrefletida. Consiste em praticar uma ação sem as necessárias


38

precauções, isto é, agir com precipitação, sem reflexão


43
2.1

 Negligência
49
la

Omissão voluntária de cuidado, falta ou demora no ato de prevenir ou obstar um dano


cu
trí

 Imperícia
Ma
da

Falta de aptidão especial, habilidade ou experiência no exercício de determinada função,


or
tad

profissão, arte ou ofício.


or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 30
ap
ta
Es
5.2. Riscos e Perigos da Atividade

Toda operação de movimentação de carga envolve diversos riscos que podem causar acidente de
proporções imensuráveis causando perdas matérias e humanas. Estes acidentes podem ser evitados
com algumas medidas que com o nível de tecnologia e conhecimento podemos considerar simples, mas
os principais fatores causadores de acidentes são de ordem humana ou fenômenos naturais.
Tendo uma atenção especial aos riscos e perigos mais comuns da atividade, o técnico em
segurança estará diminuindo as probabilidades de um acidente acontecer e assim, salvando vidas.

5.2.1 Falta de mão de obra especializada

Hoje devido ao momento econômico favorável em que o país se encontra, existe uma grande
quantidade de obras ocorrendo paralelamente.

:46
Ainda passamos por uma mudança de mentalidade onde todos empresários esperam por
:37
profissionais prontos e experientes, não importando como este profissional foi formado. E na
03
23

movimentação de carga isto não é diferente, pois para muitos profissionais um guindaste ou uma ponte
/20
/01

rolante é uma equipamento de erguer carga independente da carga, um cabo de aço serve para amarrar
03

carga e a vida deste é eterna.


ad
nlo

Para podermos modificar este que é o maior causador de acidentes, somente será possível com
ow
-D

empresas realmente comprometidas e com políticas sérias de segurança, tanto no momento de


38
43

contratação dos profissionais, como no acompanhamento diário de suas atividades.


2.1
49

5.2.2 Falha no dimensionamento de equipamentos, dispositivos, eslingas e


la
cu

acessórios
trí
Ma
da

Temos hoje muitas empresas solicitando plano de rigging, mas sem saberem o porque da
or
tad

solicitação de tal documento e não fazem a mínima ideia de como analisá-lo.


or
ap

Muitos se preocupam com a segurança do guindaste, acreditando que o acidente só aconteça


ilv

caso venha a sofrem qualquer dano, e é um erro muito grande, afinal em toda operação de
S
da

movimentação de carga o foco deve ser sempre a segurança da carga, pois se esta for manipulada de
ro
au
eM

forma correta, todos os envolvidos estarão seguros.


od

O dimensionamento do guindaste ou da lingada, não é um trabalho fácil, afinal, vários fatores


siv
clu

estão envolvidos e são poucos os profissionais que estão aptos a identificá-los e calculá-los de forma
ex

eficaz.
so
eu
éd
tila
os

[Link] 31
ap
ta
Es
5.2.3 Falta de planejamento ou não seguir o que foi planejado

Documentos adulterados, análises mal feitas e planejamento incorreto são situações corriqueiras
em empresas de todos os tamanhos, e as vezes isto é feito a fim de se conseguir um contrato, para
prosseguir com uma montagem ou a liberação de um equipamento.
Isto ainda é feito pois normalmente quem analisa os documentos relacionados á movimentação
de carga são profissionais sem conhecimento no assunto que acreditam que se um documento tem uma
assinatura, este está correto.
Não verificar o trajeto da carga, dimensionar o guindaste de acordo com a atividade em questão,
desconsiderar a locação do centro de gravidade, utilizar quaisquer eslingas que se encontre em campo,
são algumas das falhas de planejamento e gestão na atividade.
Devemos lembrar que “Nem a pena mais dura pode reparar uma vida perdida”.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43

5.2.4 Solos frágeis ou mal compactados


2.1
49
la

Constantemente temos notícias de acidentes envolvendo a falha no cálculo de esforço na sapata,


cu
trí

solos que não tinham a compactação ideal ou até mesmo, a falta de análise do mesmo. Devido a
Ma
da

suportação do solo, ou seja solo arenoso, obstáculos no sub-solo (tubulações e dutos enterrados), falta
or
tad

de compactação do solo, entre outros, é fundamental que seja feita uma análise prévia, até mesmo para
or
ap

verificar se é possível iniciar a operação naquele local.


ilv
S
da
ro
au
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od
siv
clu
ex

PROXIMO
ROCHAS SOLTAS PISO ARRENOSO
A BURRACOS
so

OU RESTO DE CONTRUÇÃO OU LAMASENTO


eu
éd
tila
os

[Link] 32
ap
ta
Es
5.2.5 Operações próximas a redes elétricas

Um dos principais riscos á vida dos envolvidos em manobras com guindaste é o de choques
acidentais com a rede elétrica ocasionando descargas e morte.
Existe uma faixa mínima de distância que deve ser respeitada, cuja qual, pode ser obtida em normas
da concessionária de energia responsável pela rede. No caso de ser necessário avançar para dentro
desta faixa, é necessária autorização da concessionária e um acompanhamento da equipe técnica da
mesma, que poderá decidir por desligar a rede ou re-programar o içamento.
O vento pode interferir e provocar a aproximação dos cabos de energia com o equipamento de
içamento:

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow

5.2.6 Riscos – Içamento fora do eixo.


-D
38
43

Os limites úteis de içamento de um guindaste são calculados, considerando cargas livres com a carga
2.1

alinhada com o eixo das roldanas da lança. Se o moitão não estiver alinhado no eixo vertical com a
49
la
cu

ponta da lança serão geradas cargas laterais que podem desestabilizar o guindaste e provocar uma falha
trí
Ma

estrutural na lança do equipamento. Atenção: Nunca arraste carga com a lança


da
or
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or
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[Link] 33
ap
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Es
5.2.7 Riscos – Efeitos do vento

O efeito do vento pode causar sérios riscos a uma operação, especialmente quando utilizamos
lanças longas e isto pode piorar dependendo do volume da carga.
Muitos fabricantes exigem uma redução da capacidade de carga dos equipamentos dependendo
da velocidade do vento. Em alguns casos a operação deve ser interrompida e a lança deve estar muito
bem presa.
No Brasil temos a norma NBR-13129-1994 – Cálculo da Carga de Vento em Guindaste, que pode
ser aplicada quando a tabela do fabricante não indicar a carga de vento máxima para o equipamento.

5.2.8 Vento – Tipos de Carregamento

VENTO LATERAL:

:46
Normalmente um guindaste independente da sua forma
:37
03
construtiva da lança (treliçada ou telescópica), pode suportar 30km/h
23

sobre a lateral da lança, alem disso a lança é calculada para suportar


/20
/01

lateral com um adicional de 2% da carga máxima.


03

Nenhum fabricante considera a carga de vento sobre a carga, o que


ad
nlo

pode provocar uma sobrecarga ocasionando a torção da lança e seu


ow
-D

colapso.
38

O vento sobre a lateral da lança é perigoso, principalmente com


43
2.1

carga suspensa e lança longa.


49
la
cu

VENTO FRONTAL:
trí
Ma
da

Os ventos frontais aproximam a carga da lança e podem até jogar a


or
tad

própria lança contra seus suportes (Boom Stops).


or
ap

Ventos frontais fortes podem comprometer a estabilidade,


ilv
S

principalmente quando a lança é longa e estiver trabalhando muito


da

em pé, em ângulo de 70° com a horizontal. Isto acontece porque a


ro
au

força do vento pode equilibrar o efeito do peso próprio da lança que a


eM
od

puxa para baixo.


siv
clu
ex
so
eu
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[Link] 34
ap
ta
Es
VENTO TRASEIRO:

Ventos traseiros podem empurrar a carga ocasionando um


aumento do raio de giro da carga e com isto reduzindo a capacidade
de carga, esta redução pode afetar a estabilidade ou a resistência
estrutural da lança.
Além disto, a força imposta pelo vento na lança e na carga, diminui
a resistência do guindaste ao tombamento.

:46
:37
03
23

5.2.9 Riscos – Condições Climáticas


/20
/01
03

Quando a visibilidade ou a comunicação do Rigger ou do operador estiver prejudicada pelo


ad
nlo

tempo ruim, névoa, chuva, escuridão ou poeira, a operação deve ser interrompida até que a situação
ow
-D

esteja normalizada ou que seja utilizado outro meio de comunicação entre estes.
38
43
2.1
49
la
cu
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Ma
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S
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au
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od
siv
clu
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so
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“QUANDO SE BUSCA UM RESULTADO A QUALQUER CUSTO O RESULTADO PODE NÃO SER O ESPERADO”
éd
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[Link] 35
ap
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Es
Es
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:46

[Link]
Sinalização Manual
NBR 11436-1988

36
6. Sinalização manual para guindastes

Seguindo um padrão internacional, a norma brasileira sobre Sinalização para Guindastes, diz que o
ideal é utilizar a comunicação através de sinais manuais. Conforme a ASME (American Society of
Mechanical Engineers ), o sinal deve ser feito claramente e o operador tem que compreender da mesma
forma.
Um dos pontos mais importantes e que deve ser de conhecimento do técnico em segurança é que o
tipo de sinalização adotada deve ser o mesmo para todos os envolvidos na operação. Se de um lado o
Sinaleiro optar por utilizar a Sinalização Manual conforme a NBR-11436, o operador e os demais
envolvidos, deverão estar cientes e preparados para o entendimento dos sinais.

6.1. Vantagem do uso dos sinais

:46
→ Clareza no entendimento. :37
03
23
/20

→ Velocidade da sinalização.
/01
03
ad
nlo

→ Padrão Internacional.
ow
-D
38

→ Facilidade de interpretação.
43
2.1
49

→ Evita interferências e Barulhos.


la
cu
trí
Ma

Dicas importantes:
da
or
tad
or

¹ Como boa prática, peça para que o Operador e o Sinaleiro tenham uma conversa antes do início da
ap
ilv

atividade e pratiquem os sinais que serão utilizados.


S
da

² Caso seja identificado que uma sinalização não consta na Norma, mas que seja de uso diário da
ro
au

equipe, o Supervisor deve padronizar o sinal, criando um procedimento interno e avisando todos os
eM
od

envolvidos na atividade.
siv

³ Elabore práticas rotineiras de sinalização e memorização dos sinais, conforme a Norma ou


clu
ex

Procedimentos Internos. Utilize as reuniões diárias com a equipe para praticar a Sinalização Manual.
so
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[Link] 37
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:46

[Link]
38
6.2. Sinalização para pontes rolantes
Abaixo o quadro de sinais para orientação do operador durante trabalhos com pontes
rolantes.

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[Link] 39
ap
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Es
6.3. Observações do Técnico em Segurança quanto ao Sinaleiro

O técnico em segurança não participa diretamente da operação de sinalização entre o Sinaleiro e


o Operador, mas sua principal responsabilidade é certificar-se que os envolvidos possuem o
conhecimento dos sinais, tempo de prática, e conforme a complexidade da manobra, são poucos os
sinaleiros que por exemplo já sinalizaram para dois ou mais guindastes simultanemente.
Por este motivo é muito importante que seja verificado alguns pontos:

• O sinaleiro se torna aos olhos do operador de guindaste. Muitas vezes, o operador não pode ver
a carga, seja ao longo de um telhado plano ou do outro lado de uma parede, etc. As vezes mesmo a
carga bem a sua frente dele, o operador não pode ver através dela e prever onde possa haver um
obstáculo.

:46
• :37
O sinaleiro deve ter consciência de cada movimento que a carga fará a cada sinal. Os sinais
03
23

para guindaste destinam-se a dizer ao operador do guindaste o que ele fazer e em qual direção a carga
/20
/01

irá. Um sinal faz com que o guindaste se mova, gire suba e desça carga.
03
ad
nlo

• Certifique-se que seus sinais são visíveis para o operador. Existe um sentimento de que o
ow
-D

mantendo um contato visual com o operador este estará vendo seus sinais. Errado! E esta é uma falsa
38
43

percepção que um bom sinaleiro tem que trabalhar duro para mudar, pois um bom sinaleiro deve saber
2.1

quando seus sinais estão sendo visto, interpretados e executados pelo operador. Muitos operadores
49
la

ignoram os sinais por acreditarem que já sabem o que deve que ser feito, isto é uma prática ariscada,
cu
trí
Ma

pois o sinaleiro que deve orientar o operador e não o contrario. Um bom operador sabe que ele não
da

pode executar nenhum movimento de seu equipamento sem que lhe seja dada uma orientação.
or
tad
or
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03
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:46

[Link]
Definição e Cálculos
Cargas

41
7. Carga

A Carga bruta pode ser definida como “todo e qualquer corpo que exerça força sobre o
equipamento de guindar”, ou seja, o objeto que será movimentado e/ou içado, assim como todos os
acessórios utilizados para amarração

7.1. Carga Liquida

A Carga liquida é a peça, tubo ou equipamento que esta sendo movimentado, e a primeira e
mais importante etapa em qualquer processo de preparação é determinar peso da carga a ser içada.
Esta informação pode ser obtida através da nota fiscal da carga, informações do projeto,
informações de catálogo, especificação do fabricante e outros variados meios. Quando não temos estas

:46
informações disponíveis é necessário calcular o peso da carga.
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/01
03
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ow
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38
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2.1
49
la
cu
trí
Ma
da

7.1.1 Descobrindo o Peso da Carga Liquida


or
tad
or
ap

Para isto muitos profissionais costumam optar pelo método do “chute”, mas para que possamos
ilv
S

fazer nosso trabalho com segurança devemos buscar essa informação, seja através do projeto da carga
da
ro

fornecido pela engenharia, ticket da balança de pesagem, nota fiscal (dados de transporte) ou solicitar
au
eM

ao Rigger / Planejador para que faça esses cálculos.


od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 42
ap
ta
Es
7.2. Carga Bruta

A carga bruta pode ser definida como tudo que está abaixo da polia da lança ou o conjunto
composto da carga liquida, cabos do guindaste, moitão, eslingas, acessórios e dispositivos.
O técnico em segurança especialista em rigging deve verificar se o peso da carga bruta está
descrito no plano e se a amarração está de acordo com o peso informado.

:46
:37
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23
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03
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-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or

O peso bruto irá afetar diretamente na capacidade de carga do guindaste, portanto deve ser
tad
or

considerado. Caso seja dimensionado no plano de içamento uma manilha 1” e no momento da


ap
ilv

operação o técnico de segurança observa que estão utilizando uma manilha de 2”, deve-se parar a
S
da

operação de imediato, pois o peso da manilha faz parte do peso bruto e não consta essa diferença no
ro
au

documento.
eM

O rigger é o responsável por conhecer o peso bruto da carga, assim como outras configurações,
od
siv

portanto o técnico de segurança pode solicitar informações sobre os cálculos da carga bruta, para que
clu
ex

conheça como chegou a esse resultado e em caso de alterar algum material de içamento, solicitar que o
so
eu

cálculo seja refeito.


éd
tila
os

[Link] 43
ap
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Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
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so
ex
clu
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/20
23
03
:37
:46

[Link]
Definição e Reações
Centro de Gravidade

44
8. Centro de Gravidade

O centro de gravidade de qualquer objeto é o ponto onde se supõe que seu peso esteja concentrado
ou, dito de outra forma, é o ponto de equilíbrio.

Figura 2 - Símbolo do
Centro de Gravidade

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí

Figura 3 - Equilíbrio pelo Centro de Gravidade


Ma
da

A locação correta do centro de gravidade de uma carga é fundamental para a definição correta
or
tad

da lingada, para isto o rigger deve sempre locar o ponto de suspensão alinhado verticalmente com o
or
ap

centro de gravidade ou quando ter mais de um ponto de suspensão estes dever ser locados em relação
ilv
S
da

a ele.
ro
au

Algumas reações do centro de gravidade podem ser facilmente observadas pelo técnico em
eM

segurança especialista em rigging, dentre elas estão o balanço da carga, içamento desnivelado, ou
od
siv

tombamento inesperado da peça devido a algum movimento brusco do guindaste. Ao ter a locação
clu
ex

exata do centro de gravidade, a amarração da carga irá ser feita de acordo com esse ponto, portanto a
so

carga irá subir nivelada e segura.


eu
éd
tila
os

[Link] 45
ap
ta
Es
:46
Uma amarração sem conhecimento do C.G. deixa a carga instável. :37
03
23
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/01
03
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38
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or
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S

8.1. Locação do Centro de Gravidade


da
ro
au
eM

A locação do centro de gravidade pode variar dependendo do tipo de carga, esta pode ser
od

simétrica ou assimétrica, independente do tipo de carga a locação do CG deve ser informada pelo
siv
clu

fabricante da peça ou do equipamento. O técnico em segurança deverá verificar se essa informação


ex
so

consta no plano de rigging e se a amarração está de acordo com o desenho téncico.


eu
éd
tila
os

[Link] 46
ap
ta
Es
8.1.1 Cargas simétricas

Formada por objetos com dimensões simétricas, neste caso o CG este locado no centro
geométrico do objeto. São peças mais fáceis de serem içadas, pois visivilmente se percebe onde está o
centro da carga e basta alinhar o moitão para que o içamento seja feito com segurança.

:46
8.1.2 Cargas assimétricas :37
03
23
/20

Objetos com dimensões diferentes, onde nestes casos o CG vai estar mais próximo a maior
/01
03

concentração de massa.
ad
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ow
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38
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49
la
cu
trí
Ma
da

A locação do CG deve ser fornecida e marcada nas cargas pelo fabricante, mas em alguns casos
or
tad

especialmente em atividades de manutenção cabe ao rigger determinar a posição do centro de


or
ap

gravidade. Isto pode ser feito pelo método do içamento monitorado, que se baseia no içamento da
ilv
S
da

carga em dois pontos, mas que não cabe ao técnico em segurança calcular, e sim, verificar se a
ro
au

amarração está de acordo com a locação do centro de gravidade.


eM
od
siv
clu
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so
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[Link] 47
ap
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23
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:46

[Link]
Ferramentas
Eslingas e acessórios

48
9. Lingada

Lingada é o nome dado ao arranjo utilizado para a ligação e amarração da carga ao equipamento de
guindaste, a seguir um exemplo de lingada.

:46
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[Link] 49
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Es
9.1. Arranjo das eslingas

A capacidade de carga de uma lingada esta ligada ao arranjo das eslingas utilizadas, dependendo de
sua forma de uso este pode ter uma ganho de capacidade de carga ou uma perca considerável.
Este arranjo vale tanto para Laços de cabo de aço, Laços de cintas sintéticas e correntes.

SIMPLES FORCA DUPLO


VERTICAL CHOCKER BASKET

:46
:37
03
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/01
03
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ow
-D
38
43

Eficiência = 100% Eficiência = 80% Eficiência = 200%


2.1
49
la
cu
trí
Ma

9.2. Lingada – Escolha da eslinga


da
or
tad

Não se pode afirmar plenamente onde utilizar cada eslinga, mas alguns especialistas indicam o uso
or
ap

das eslingas nas seguintes condições:


ilv
S
da

 Cabos de Aço: Utilizados na forma de laços com olhais ou terminais especiais para cargas
ro
au
eM

com superfície lisa, oleosa ou escorregadia, e cargas que não necessitem serem içadas em uma
od

posição especifica. Os laços de cabo de aço não devem ser utilizados em situações que nescessitem
siv
clu

o uso de lingada na forma “FORCA”. Pois laços de cabo de aço podem arranhar ou danificar pinturas
ex

das peças.
so
eu
éd
tila
os

[Link] 50
ap
ta
Es
 Laços de Cintas Sintéticas: Indicados para cargas com superfícies extremamente escorregadias,
superfícies irregulares ou sensíveis, como por exemplo, cilindros de calandragem, feixes de tubos,
eixos, peças prontas e pintadas.

 Correntes: Utilizadas na forma de Lingas ou pré-lingadas com terminais indicadas para materiais em
altas temperaturas e cargas que não tenham olhais tais como chapas ou perfis, com ganchos podem
ser acopladas aos olhais da carga.

 Cordas de Sisal e Sintéticas: Não devem ser utilizadas para içamento de carga, e sim para amarrar
partes da carga com baixo peso, como corrimão, pisos, fechamentos, peças de aquecimento e
refrigeração ou outras peças passíveis de amassamento.

:46
 :37
Combinação Cabo/Corrente: Empregadas para o transporte de perfis e trefilados. Neste caso a
03

corrente deve ficar na área de desgaste onde possivelmente existam cantos vivos, e o cabo fica nas
23
/20

extremidades exercendo função de suporte e facilitando a passagem da eslinga por baixo das cargas.
/01
03
ad
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9.3. Eslingas
ow
-D
38

Eslinga pode ser considerado o componente mais importante numa lingada, sendo praticamente
43
2.1

impossivel um içamento de carga sem o uso de esligas.


49

E os principais tipos de eslingas são as Cordas, Laços de Cabo de aço, Laços de Cintas sintéticas e
la
cu
trí

as Lingas Correntes.
Ma
da
or
tad
or
ap
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S
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ro
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ex
so
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os

[Link] 51
ap
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Es
9.3.1 Cabos de Aço

Para uma correta utilização dos laços é importante que o lingador tenha conhecimento sobre o
material com o qual este tipo de eslinga é feito.

Parte do cabo de aço:


Arame ou Fio- Elemento metálico que será torcido para formar as pernas;
Perna ou Filaça- É o agrupamento de arames torcidos de um cabo. Um cabo é
feito com diversas pernas em redor de um núcleo ou alma;
Arame central- Arame localizado no centro da perna;
Alma- É o núcleo do cabo de aço, pode ser de fibras naturais, sintéticas ou de
aço.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow

9.3.2 Classificação quanto pernas e arames


-D
38
43

Um cabo de aço é classificado conforme a formação entre o número de pernas e o número de


2.1
49

arames conforme a seguir:


la
cu

Arames
trí

Arame Central
Ma

1
12 2
da

11 13
3
14
18
10 19 15 4
or

17
9 16 5
tad

Alma 8 7 6
1
or
ap

2
ilv

6
S

Perna
da

Classe
ro

Laço de cabo de aço 6x19+AF


au

3
eM

5 Numero
Cabo Numero 6 x 37
od

de fios
4 de pernas 6 x 19
siv

5 x 22 por perna
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 52
ap
ta
Es
9.3.3 Classificação quanto a Alma:

A alma tem a função de preencher o espaço entre as pernas e pode ser de fibras naturais,
sintéticas ou de aço.
Almas de fibra representam maior flexibilidade e menor preço, almas de aço maior resistência a
tração.
 AF - Alma de Fibra natural podendo ser se Sisal ou Cânhamo;
 AFA - Alma de Fibra Artificial normalmente de poliéster;
 AA - Alma de Aço;
 AACI - Alma de Aço com Cabo Independente: combinação de flexibilidade com resistência à
tração.

:46
:37
03
23
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03
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38
43
2.1
49

9.3.4 Formas de uso dos laços (arranjos)


la

Durante o dimensionamento de um laço é aplicado um FATOR DE SEGURANÇA DE 5:1, mas sua


cu
trí
Ma

eficiência depende grande parte do seu modo de uso, pois


da

as cargas de trabalho dos Olhais dobrados são baseadas em


or
tad

diâmetros de curvatura mínimos de 8 a 10 vezes o


or
ap

diâmetro do cabo.
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
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tila
os

[Link] 53
ap
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Es
9.3.5 Torção:

As pernas são enroladas simetricamente ao redor de um núcleo ou alma, para formar o cabo de
aço.
Torção à Direita: quando as pernas são torcidas da esquerda para a direita (Z).

Torção à Esquerda: quando as pernas são torcidas da direita para a esquerda (S).

:46
:37
03
23
/20
/01

Torção Regular ou cruz


03

Regular á
ad

Os fios de cada perna são torcidos no sentido oposto


nlo

Direita
ow

ao das pernas ao redor da alma. Esse tipo de


-D

Regular á torção confere mais estabilidade ao cabo.


38
43

Esquerda
2.1
49

Torção Lang ou paralelo


la

Lang á
cu
trí

Direita Os fios de cada perna são torcidos no


Ma

mesmo sentido das pernas que ficam ao


da
or

redo r da alma. Esse tipo de to rção


tad

Lang á
or

aumenta a resistência ao atrito


ap

Esquerda
(abrasão) e dá mais flexibilidade
Silv
da
ro
au

Nota 1: Para a utilização de cabos com torção a Regular Esquerda deve se antes considerar todas as
eM

características de seu uso.


od
siv

Nota 2: A não ser em casos especiais (como por exemplo, cabo trator de linhas aéreas) não se deve usar
clu
ex

cabos de torção Lang com alma de fibra por apresentarem pouca estabilidade e pequena resistência aos
so
eu

amassamentos.
éd
tila
os

[Link] 54
ap
ta
Es
9.3.6 Tipo construtivo

Além da classificação conforme o seu diâmetro e alma, os cabos também são classificados
conformes seu tipo construtivo. Os mais comuns são:

COMUM - As pernas do cabo são construídas por um só tipo de arame.


É um termo intermediário entre a flexibilidade e resistência ao desgaste, dos
outros tipos acima.

Arranjo dos arames - 1 + 6 + 12

WARRINGTON - Pernas do cabo construídas com duas bitolas de


arames, bastante flexível e menos resistente ao desgaste, pois os arames mais

:46
finos encontram-se na periferia. :37
03

Arranjo dos arames - 1 + 6 + (6+ 6)


23
/20
/01
03

SEALE - Pernas do cabo construídas com três bitolas de arame, sendo o


ad
nlo

cabo menos flexível da série, porém mais resistente ao desgaste à abrasão.


ow
-D

Arranjo dos arames - 1 + 9 + 9


38
43
2.1
49
la
cu

FILLER - Pernas do cabo construídas com vinte e cinco arames (seis de


trí
Ma

enchimento) apresentando boa flexibilidade.


da

Arranjo dos arames 1 + 6 + 5 + 12


or
tad
or
ap
ilv
S
da

Baseados nestes 4 arranjos muitos outros foram surgindo ao longo do tempo para atender situações
ro
au

específicas.
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 55
ap
ta
Es
9.3.7 Laços de Cabos de aço

O Laço de cabo de aço (Wire Rope Sling) é uma das principais ferramentas usadas na
Movimentação de Carga, portanto é fundamental seu conhecimento.
Um laço de cabo de cabo pode ser tão resistente quanto o cabo de aço do qual ele é feito.
Algumas variáveis podem afetar a capacidade de carga dos laços e uma das principais são seus olhais.
No Brasil, para a escolha do laço de cabo de aço devemos considerar a norma Brasileira ABNT
NBR 13541-1:2011 - Lingas de cabo de aço.

9.3.8 Laços de cabos de aço – Extremidades

A capacidade de carga de um laço está diretamente ligada a eficiência do olhal aplicado a esse. A

:46
seguir, temos os quatro tipos de olhais normatizados pela norma brasileira ABNT NBR 13541/1995.
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma

 Tipo 1 - trançado flamengo com presilha de aço;


da
or

Este tipo de olhal é o mais seguro, uma vez que parte da resistência do olhal é dado pelo
tad
or

transado e não depende exclusivamente da presilha.


ap
ilv
S
da

 Tipo 2 - trançado flamengo com presilha de alumínio;


ro
au

Apresenta as mesmas características do tipo 1 com as seguintes restrições:


eM
od

a. Altas temperaturas
siv

b. Em contato com água salgada


clu
ex

c. Em contato com superfícies abrasivas


so
eu
éd
tila
os

[Link] 56
ap
ta
Es
 Tipo 3 - trançado manualmente (sem presilha);
Possui resistência mais baixa que os demais e não deve ser utilizado em situações em que o laço
possa sofre rotações ou cargas cíclicas.

 Tipo 4 - dobrado com presilha de alumínio;


Este olhal é o menos seguro, apesar de possuir resistência igual ao dos olhais 1 e 2, pois a
resistência depende exclusivamente da presilha. Não deve ser utilizado nas seguintes situações:
a. Em cargas suspensas que envolvam risco humano
b. Em altas temperaturas
c. Em contato com água salgada
d. Em contato com superfície abrasiva

:46
9.3.9 Dimensões para laços tipo “L”
:37
03

Para LAÇOS INDIVIDUAIS os comprimentos devem estar de acordo com o solicitado, dentro de
23
/20

uma tolerância de ± 0,5% ou mais ou menos duas vezes o diâmetro do cabo, valendo o que for maior.
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da

Quando os laços forem montados em CONJUNTO DE LAÇOS, essa tolerância não deve exceder ±
or
tad

0,25% ou mais ou menos uma vez o diâmetro do cabo, valendo o que for maior.
or
ap
ilv
S

Comprimento padrão para laços conforme ABNT NBR 13541/1995


da
ro

m
au
eM

1,00 1,25 1,60 2,00 2,50 3,20 4,00 5,00 6,30 8,00 10,00 12,50 16,00
od

Apesar de a norma indicar comprimento padrões esta não os restringe a isto.


siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 57
ap
ta
Es
9.3.10 Tipos de arranjos para laços de cabo de aço

Os laços de cabos de aços são confeccionados conforme arranjos padrões conforme ilustrações a
seguir.

:46
Laço tipo "L"

:37
03 Laço tipo “L2”
23
/20

Laço tipo “L12”


/01
03

Laço tipo “L11”


ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1

Laço tipo “L8”


49

Laço tipo “L10”


la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu

Laço tipo “L3” Laço tipo “L4”


éd
tila
os

[Link] 58
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro
da
Silv
ap
or
tad
or
da

Laço tipo “L7”


Laço tipo “L5”
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
Laço tipo “L6”

Laço tipo “L9”

59
Laço tipo “L13”

Laço tipo “L14”

Laço tipo “L15”

Laço tipo “Sem fim”

:46
9.3.11 Laços de cabo de aço com olhais ou terminais
:37
03
23

Os laços devem ser fabricados a partir de cabos de aço novos, sendo os indicados por norma os de
/20
/01

classe 6x19 ou 6x37, de torção regular, com alma de fibra (AF) ou alma de aço com cabo independente
03

(AACI), conforme NBR 6327 ou ISO 2408. A resistência dos arames deve ser pelo menos 1764 MPa para
ad
nlo

almas de fibra e de 1960 MPa para cabos com alma de aço.


ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro

Conforme a norma NBR-13541, laços com bitola acima de Ø1.1/2”(38mm) devem ser
au
eM

confeccionados somente com cabo de aço com alma de aço com cabo independente (AACI).
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 60
ap
ta
Es
LAÇOS DE CABO DE AÇO, 6 X 19 OU 6 X 37, COM ALMA DE FIBRA (AF/AFA)
Comprimento Dimensões do olhal Capacidade Segura de Trabalho Peso linear
Diâmetro nominal
mínimo (mm) (mm) Simples Forca Cesto estimado
pol mm A B C (t) (t) (t) kg/m
1/4" 6,4 400 106 53 0,4 0,3 0,8 0,16
5/16" 8,0 500 132 66 0,7 0,6 1,4 0,24
3/8" 9,5 600 157 78 1,0 0,8 2,0 0,35
7/16" 11,5 700 190 95 1,3 1,0 2,6 0,48
1/2" 13,0 800 210 107 1,7 1,4 3,4 0,63
5/8" 16,0 1000 264 132 2,7 2,2 5,4 0,98
3/4" 19,0 1200 314 157 3,8 3,0 7,6 1,41
7/8" 22,0 1400 363 181 5,2 4,2 10,4 1,92
1" 26,0 1600 429 214 6,7 5,4 13,4 2,50
1.1/8" 29,0 1800 478 239 8,4 6,7 16,8 3,17
1.1/4" 32,0 2000 528 264 10,0 8,0 20,0 3,91
1.3/8" 35,0 2200 578 289 12,0 9,6 24,0 4,73
1.1/2" 38,0 2400 627 313 15,0 12,0 30,0 5,63

:46
LAÇOS DE CABO DE AÇO, 6 X 19 OU 6 X 37, COM ALMA DE AÇO COM CABO INDEPENDENTE (AACI)
:37
03
Comprimento Dimensões do olhal Capacidade Segura de Trabalho Peso linear
Diâmetro nominal
23

mínimo (mm) (mm) Simples Forca Cesto estimado


/20

pol mm A B C (t) (t) (t) kg/m


/01

1/4" 6,4 400 106 53 0,5 0,4 1,0 0,16


03

5/16" 8,0 500 132 66 0,8 0,6 1,6 0,24


ad

3/8" 9,5 600 157 78 1,2 1,0 2,4 0,35


nlo
ow

7/16" 11,5 700 190 95 1,6 1,3 3,2 0,48


-D

1/2" 13,0 800 210 107 2,1 1,7 4,2 0,63


38

5/8" 16,0 1000 264 132 3,3 2,6 6,6 0,98


43

3/4" 19,0 1200 314 157 4,7 3,8 9,4 1,41


2.1

7/8" 22,0 1400 363 181 6,4 5,1 12,8 1,92


49

1" 26,0 1600 429 214 8,3 6,6 16,6 2,50


la
cu

1.1/8" 29,0 1800 478 239 10,0 8,0 20,0 3,17


trí

1.1/4" 32,0 2000 528 264 13,0 10,4 26,0 3,91


Ma

1.3/8" 35,0 2200 578 289 15,0 12,0 30,0 4,73


da

1.1/2" 38,0 2400 627 313 18,0 14,4 36,0 5,63


or
tad

1.5/8" 42,0 2600 693 346 21,0 16,8 42,0 6,61


or

1.3/4" 45,0 2800 742 371 24,0 19,2 48,0 7,66


ap

1.7/8" 48,0 3000 792 396 28,0 22,4 56,0 8,80


ilv
S

2" 52,0 3200 858 429 32,0 25,6 64,0 10,00


da

2.1/8" 54,0 3400 894 445 35,0 28,0 70,0 11,30


ro
au

2.1/4" 58,0 3600 957 478 40,0 32,0 80,0 12,66


eM
od

ATENÇÃO!
siv
clu

AS TABELAS SÃO BASEADAS NAS INFORMAÇÕES CONTIDAS NA “NBR-13541” E DEVEM SER VERIFICADOS COM
ex
so

OS DADOS TÉCNICOS QUE DEVEM SER FORNECIDOS PELOS FABRICANTES.


eu
éd
tila
os

[Link] 61
ap
ta
Es
9.3.12 Laços de Grampos

A norma ABNT NBR 11099:1989 - GRAMPO PESADO PARA CABO DE AÇO – ESPECIFICAÇÃO
estabelece características para grampos e aplicação destes. Todos os grampos devem ser montados de
forma que o mordente se prenda à perna portante, conforme desenho da figura a seguir.

:46
:37
03
23
/20
/01
03

Laços feitos com grampos (clipes) devem ser utilizados apenas para uma única aplicação,
ad
nlo

devendo ser desfeitos logo após a utilização, para que não sejam utilizados erroneamente. Utilizar
ow
-D

também as demais recomendações da EB-675 da ABNT.


38
43

Para olhais montados feito com grampos considera-se 80% da carga de ruptura mínima (CRM)
2.1

do cabo de aço utilizado.


49
la
cu
trí

9.3.13 Laços de Grampos – Montagem


Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 62
ap
ta
Es
9.3.14 Tabela de uso de aplicação de grampos - Norma ABNT NBR11099

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 63
ap
ta
Es
9.4. Cintas sintéticas de içamento de carga

As cintas de fibras sintéticas são muito úteis nos trabalhos de montagem, principalmente porque
são mais leves do que os laços de cabo de aço. Não “machucam” peças usinadas, componentes de
máquinas, como eixo usinados, não tem como produzir faíscas e, sobretudo, são bastante elásticas,
absorvendo com facilidade pequenos e indesejáveis movimentos bruscos.

:46
:37
03

9.4.1 Materiais de Confecção


23
/20
/01
03

As cintas de fibras sintéticas são fabricadas com três tipos de material: Poliéster (PES), Poliamida
ad

ou Náilon (PA) e Polipropileno (PP).


nlo
ow
-D

[Link]. Cintas de Poliéster (PES)


38
43
2.1

Cor da Etiqueta: Azul


49
la

Vantagens: Boa resistência quanto à luz, calor e ácidos solventes; boa elasticidade
cu
trí
Ma

Desvantagens: Não resiste à base e por isso não deve ser lavada com sabão.
da

Observação: Pelo seu valor de mercado e suas características, é a cinta mais utilizada para a
or
tad

elevação de cargas.
or
ap
ilv

[Link]. Cintas de poliamida ou Nailon (PA)


S
da
ro
au

Cor da Etiqueta: Verde


eM
od

Vantagens: Resistência a sucessivos carregamentos; alta capacidade de absorção de força.


siv

Desvantagens: O tipo de material absove muita água, o que pode fazer com que a cinta fique
clu
ex

quebradiça em dias de chuvas e muito frio.


so
eu

Observação: Não é indicada para aplicação em flutuabilidade.


éd
tila
os

[Link] 64
ap
ta
Es
[Link]. Cintas de Polipropileno (PP)

Cor da Etiqueta: Marrom


Vantagens: Excelente resistência química.
Desvantagens: Baixa capacidade de carga.
Observação: Consulte o fabricante antes de utilizar a cinta em determinados ambientes
químicos.

Características de Material
aplicabilidade Poliéster Poliamida Polipropileno
Absorção a choque Bom Excelente Muito bom
Resistência a abrasão Excelente Muito Bom Muito bom

:46
Resistência a fadiga Excelente Bom Excelente
Resistência a tração Excelente :37
Excelente Muito bom
03
23

Flutuabilidade Negativa Negativa Positiva


/20

Resistência a raios UV Muito bom Muito Bom Bom


/01
03

Alongamento Baixo Médio Médio


ad

Resistência Química
nlo
ow

Ácidos Razoável Bom Excelente


-D

Alcalinos Muito bom Razoável Excelente


38

Solventes orgânicos Muito bom Bom Muito bom


43
2.1
49

Quadro com Análise de Aplicabilidade das Cintas


la
cu
trí
Ma

9.4.2 Código de cores de identificação


da
or

Conforme a norma brasileira (NBR 15637-2:2010 CINTAS TÊXTEIS PARA ELEVAÇÃO DE CARGAS),
tad
or

cada determinada capacidade da cinta possui uma cor e características de identificação. Em caso de
ap
ilv

dúvidas, consulte a etiqueta de identificação.


S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 65
ap
ta
Es
Cintas Tubular (CT)
Descrição: Laço sem fim de cinta tubular com capa simples,
Norma: NBR 15637-1 ou EN1492-2 (Até 2010 não existia norma ABNT sobre o assunto)
Fator de segurança: 7:1 ( sem costura lateral e etiqueta protegida))
Material de Fabricação: 100% poliéster.

Laço sem fim de cinta tubular para elevação de cargas


Cor de Comprimento Diâmetro Largura mínima Capacidade Segura de Trabalho
mínimo de Peso estimado
identificação mínimo de contato Simples Forca Duplo
contato
NBR 15367:2013 m mm mm (t) (t) (t) (kg/m)
Violeta 0,5 23,0 35,0 1,0 0,8 2,0 0,34
Verde 0,5 32,0 40,0 2,0 1,6 4,0 0,40
Amarelo 0,5 35,0 47,0 3,0 2,4 6,0 0,62
Cinza 1,0 38,0 50,0 4,0 3,2 8,0 0,80
Vermelho 1,0 42,0 53,0 5,0 4,0 10,0 1,00
Marrom 1,5 46,0 60,0 6,0 4,8 12,0 1,15
Azul 1,5 50,0 67,0 8,0 6,4 16,0 1,52
Laranja 1,5 56,0 75,0 10,0 8,0 20,0 1,94

:46
Laranja 1,5 58,0 80,0 12,0 9,6 24,0 2,44
Laranja 0,3 70,0 96,0 15,0 12,0 :37 30,0 3,38
03
Laranja 0,4 78,0 104,0 20,0 16,0 40,0 5,00
23

Laranja 0,4 84,0 112,0 25,0 20,0 50,0 6,40


/20

Laranja 0,4 90,0 120,0 30,0 24,0 60,0 7,70


/01

Laranja 0,4 102,0 136,0 40,0 32,0 80,0 10,80


03

Laranja 0,5 120,0 160,0 50,0 40,0 100,0 15,00


ad

Laranja 1,0 140,0 190,0 50,0 40,0 100,0 21,00


nlo

Tabela de Capacidade conforme as normas EN 1492-1 e ABNT NBR 15637-1 e Catálogo Referência Gunnebo Lifting
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma

L1 = comprimento efetivo
da

Os tamanhos de 1 a 3 toneladas com 0,5 a 6 metros de comprimento efetivo, 5 toneladas com 1 a 5 metros de
or
tad

comprimento efetivo e 8 toneladas com 2 a 6 metros de comprimento efetivo são embalados, com certificado de
or

NOTA:* Os laços com capacidade acima de 15 toneladas são fornecidos com capa dupla, costura lateral e sem proteção na
ap

etiqueta.
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 66
ap
ta
Es
Cinta com Olhais (CO)
Descrição: Laço de Cinta plana com Olhais para içamento de carga
Normas: NBR 15637-2:2010 (Nacional) e EN1492-1 (Internacional)
Fator de segurança: 7:1
Material de Fabricação: 100% em poliéster

Laço de cinta plana com olhais para elevação de cargas


Cor de Comprimento Comprimento Capacidade Segura de Trabalho Peso estimado
Largura
identificação mínimo do olhal Simples Forca Duplo por metro
NBR 15367:2013 m mm mm (t) (t) (t) (kg/m)
Violeta 0,5 30,0 30 1,0 0,8 2,0 0,17
Verde 0,8 35,0 60 2,0 1,6 4,0 0,36
Amarelo 1,0 45,0 90 3,0 2,4 6,0 0,56
Cinza 1,5 65,0 120 4,0 3,2 8,0 0,74
Vermelho 1,5 80,0 150 5,0 4,0 10,0 0,93
Marrom 1,6 95,0 180 6,0 4,8 12,0 1,12
Azul 2,0 125,0 240 8,0 6,4 16,0 1,65
Laranja 2,2 160,0 300 10,0 8,0 20,0 2,20

:46
Laranja 2,0 180,0 180 12,0 9,6 24,0 2,20
Laranja 2,0 240,0 240 :37
15,0 12,0 30,0 3,26
03
Tabela de Capacidade conforme as normas EN 1492-1 e ABNT NBR 15637-1 e Catálogo Referência Gunnebo Lifting
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38

L1 = comprimento efetivo
43

Outros tamanhos podem ser produzidos mediante solicitação.


2.1

Os tamanhos de 1 a 4 toneladas são embalados, com certificado de fabricação e instruções do usuário.


49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 67
ap
ta
Es
9.5. Cordas

A corda é um dos mais antigos equipamentos de movimentação de carga. São produzidas a partir
de fibras que são torcidas, trançadas ou encapadas.
Antigamente as fibras que se utilizavam na fabricação de cordas, eram fibras naturais como Sisal
ou Cânhamo. Hoje, estas fibras são substituídas por fibras sintéticas como Poliamida, Poliéster ou
Polipropileno, que às vezes são comercializadas com nomes comerciais como nylon, diolen, trevira e
outros.

9.5.1 Tipos de Cordas e Cores de Identificação

Conforme a Normalização Internacional, as cores que identificam as fibras são:

:46
CÂNHAMO :37 VERDE
03

SISAL VERMELHO
23
/20

CÂNHAMO DE MANILA PRETO


/01
03

POLIAMIDA VERDE
ad
nlo

POLIÉSTER AZUL
ow

POLIPROPILENO
-D

MARRON
38
43
2.1
49

Observação: A cor verde, para cânhamo e poliamida, não é passível de ser confundida uma vez
la
cu

que o cânhamo tem um acabamento rústico e a poliamida um acabamento muito liso.


trí
Ma
da

[Link]. Corda Torcida 3 ou 4 pernas


or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od

Muito utilizada nas atividades ligadas a navegação, náutica e pesca, sua principal característica é
siv

a facilidade da confecção de emendas, alças e costuras. Sua geometria helicoidal garante a corda um
clu
ex

maior alongamento.
so
eu
éd
tila
os

[Link] 68
ap
ta
Es
[Link]. Cordas Trançadas

Atualmente no mercado dispomos de 4 tipos de corda trançada:

1) Trançada com alma


Características: Excelente capacidade de confecção de
nós. Na lida com o gado ou mesmo na náutica, seu
emprego é garantido e seguro.

2) Trançada sem alma


Características: Possui as mesmas caracteristicas de uso

:46
:37
da corda trançada com alma, porém com mais
03

flexibilidade.
23
/20
/01
03
ad

3) Trançada com alma e alerta visual


nlo

Características: Usada como corda de segurança e


ow
-D

resgate, é utilizada para rapel e em trabalhos de


38
43

altura que exijam grande segurança.


2.1
49
la
cu

4) Trançada especial
trí

Características: Utilizadas na náutica de vela, as


Ma
da

cordas de escalada e de usos especiais, tais como


or
tad

amarras de navios.
or
ap
ilv

Cuidados com as cordas:


S
da
ro
au
eM

→ As cordas não servem para içar e movimentar cargas pesadas;


od
siv
clu

→ Ao utilizar uma corda, procure saber qual a sua origem e se a procedência for desconhecida, não
ex

utilize para a atividade.


so
eu
éd
tila
os

[Link] 69
ap
ta
Es
→ Mantenha as cordas limpas e secas, assim como, longe de produtos químicos.

→ Utilize a corda em linha reta. Caso seja feito um nó, ou uma dobra, o equipamento pode perder até
50% de capacidade.

CORDAS TORCIDAS E TRANÇADAS DE USO GERAL


Diâmetro SISAL NYLON POLIETILENO POLIPROPILENO
Ø Peso CRM Peso CRM Peso CRM Peso CRM
pol mm kg/m kg kg/m kg kg/m kg kg/m kg
1/8" 3 - - 0,006 185 0,005 105 0,004 140
5/32" 4 - - 0,011 320 0,008 200 0,007 270
3/16" 5 - - 0,016 500 0,013 280 0,010 390
1/4" 6 0,025 270 0,024 750 0,018 400 0,017 550
5/16" 8 0,045 483 0,042 1350 0,033 700 0,030 960

:46
3/8" 10 0,070 635 0,065 2080 0,049 1090 0,045 1425
1/2" 12 0,100 955 0,094 3000 :37 0,072 1540 0,065 2030
03
9/16" 14 0,140 1285 0,128 4100 0,095 2090 0,090 2790
23

5/8" 16 0,180 1800 0,166 5300 0,128 2800 0,115 3500


/20

3/4" 18 0,230 2140 0,210 6700 0,161 3500 0,148 4450


/01
03

13/16" 20 0,280 2850 0,260 8300 0,200 4300 0,180 5370


ad

7/8" 22 0,340 3400 0,315 10000 0,243 5100 0,220 6500


nlo

15/16" 24 0,400 4070 0,375 12000 0,295 6100 0,260 7600


ow

1" 26 0,470 4660 0,440 14000 0,340 7100 0,305 8900


-D

1.1/8" 28 0,550 5330 0,510 15800 0,393 8000 0,355 10100


38

1.3/16" 30 0,630 6070 0,585 17800 0,460 9200 0,405 11500


43
2.1

1.1/4" 32 0,720 6860 0,655 20000 0,525 10400 0,460 12800


49

1.7/16" 36 0,910 8700 0,840 24800 0,660 13000 0,585 16100


la

1.5/8" 40 1,120 10420 1,040 30000 0,785 15600 0,720 19400


cu
trí

1.3/4" 44 1,360 12700 1,260 35800 0,950 18800 0,880 23400


Ma

1.7/8" 48 1,610 14740 1,500 42000 1,150 22400 1,040 27200


da

2" 52 1,890 17280 1,750 48800 1,340 26200 1,220 31500


or
tad
or

Importante: Recomenda-se aplicar o fator de segurança 5:1, porém em caso de cordas mais velhas ou
ap
ilv

com desgastes visíveis, utilizar o fator de segurança 10:1.


S
da

E lembre-se: A corda também é uma eslinga e assim como qualquer outro equipamento, deve passar
ro
au
eM

por inspeção frequente.


od

Uma inspeção rápida e eficaz é verificar a parte externa da corda, buscando por fibras quebradas,
siv
clu

cortes, sinais de abrasão, queimaduras, e reduções de diâmetro. Todos esses fatores reduzem
ex

significativamente a capacidade de carga da eslinga.


so
eu
éd
tila
os

[Link] 70
ap
ta
Es
9.6. Lingas de Correntes

As correntes são fabricadas em diversas formas e qualidades, sendo primeiramente


os elos dobrados e depois soldados. Posteriormente é feito o tratamento térmico
(correntes de grau) e ensaio de tração.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo

9.6.1 Identificação dos dispositivos de amarração de correntes


ow
-D

Correntes de amarração devem possuir plaqueta de identificação metálica permanente e


38

com as seguintes informações:


43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 71
ap
ta
Es
9.6.2 Lingas Combinadas

Para a movimentação de cargas temos alternativas para melhorar a durabilidade,


facilitar o manuseio e também poupar a carga. Podemos conseguir isso combinando
diversos materiais.

:46
:37
03
a) Cabo - corrente - cabo: Usa-se o cabo para passar por baixo da carga. A parte que
23
/20

envolve a carga é uma corrente de grau 8 o que, por exemplo, no transporte de trefilados
/01
03

garante uma boa durabilidade e bons custos.


ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da

b) Corrente com encurtador – cabo: Quando o cabo é necessário para que se envolva a
or
tad

carga e ajuste no comprimento da Linga, usamos esta combinação.


or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 72
ap
ta
Es
9.6.3 Capacidade máxima de trabalho

9.6.4 A produção de correntes para amarração necessita de aço com pelo menos

qualidade 8 (Grau 80).

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da

9.6.5 Conjunto de lingas de correntes


or
tad
or
ap
ilv

As correntes de grau 8 podem ser utilizadas em conjuntos, fabricados em aço


S
da

normalmente fabricadas conforme a norma técnica EN 12.195-3 e os dispositivos devem


ro
au
eM

ser fornecidos com certificado de garantia.


od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 73
ap
ta
Es
A seguir alguns exemplos destes conjuntos, mas não ficando limitado a estes.

:46
:37
03
23
/20
/01
03

Para informações mais detalhadas saiba quais são as normas brasileiras aplicáveis
ad
nlo
ow

às lingas de correntes que foram desenvolvidas pela ABNT (Associação Brasileira de


-D

Normas Técnicas) com base nas normas internacionais:


38
43
2.1

 NBR ISO 1834: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - condições gerais
49
la

de aceitação.
cu
trí

NBR ISO 3076: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - Grau T (8), não
Ma


da

calibrada, para lingas de correntes, etc.


or
tad

 NBR ISO 15516-1: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - lingas de
or
ap
ilv

correntes.
S
da

Parte 1: Requisitos e métodos de ensaio.


ro
au
eM

 NBR ISO 15516-2: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - lingas de
od

correntes.
siv
clu

Parte 2: Uso, manutenção e inspeção.


ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 74
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro
da
10
Silv
ap
or
tad
or
da
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
Equipamentos Auxiliares
Elementos de ligação e

75
10. Elementos de ligação e Equipamentos auxiliares

Estes equipamentos são fabricados conforme norma especifica com o objetivo de auxiliar nas
atividades de içamento, remoção e amarração de carga.
Podemos identificar diversos destes equipamentos no nosso dia a dia os mais comuns são as
Manilhas, os Esticadores, Talhas de corrente, Talhas de alavanca, Tirfor, Carro tartaruga entre outros, as
seguir estudaremos alguns destes dispositivos.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 76
ap
ta
Es
10.1. Manilhas

As manilhas com certeza são o principal acessório de ligação entre eslingas - eslingas, eslinga –
olhal, eslinga – gancho.
As manilhas do tipo curva ou âncora são as mais tradicionais e comuns, as manilhas do tipo reta
ou “U” são como elos de corrente e devem ser usadas como um elo sempre tracionadas em apenas uma
direção.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad

1.1.1. Tipos de Manilhas


nlo
ow
-D
38
43

MANILHA CURVA Tipo mais comum de uso em movimentação de carga,


2.1

COM PINO podendo agrupar diversos eslingas, fácil e rápido


49

ROSQUEADO acoplamento com um bom grau de segurança.


la
cu
trí
Ma
da
or

MANILHA RETA
Mais utilizada como elo de ligação somente podendo
tad

COM PINO
ser tracionada em uma direção.
or

ROSQUEADO
ap
ilv
S
da
ro
au

Idêntica ao tipo curva com pino rosqueado, mas com


MANILHA CURVA
eM

a vantagem de poder ser utilizado em locais com


COM PORCA E
od

movimentos dinâmicos, oferecendo maior grau de


CONTRA-PINO
siv

segurança devido ao sistema de trava.


clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 77
ap
ta
Es
Idêntica ao tipo reto com pino rosqueado, mas com a
MANILHA RETA
vantagem de poder ser utilizado em locais com
COM PORCA E
movimentos dinâmicos, oferecendo maior grau de
CONTRA-PINO
segurança devido ao sistema de trava.

MANILHA PLANA
Indicada para uso com cintas sintéticas planas, pois
COM PINO
seu formato evita danos a cinta.
ROSCADO

MANILHA PLANA Indicada para uso com cintas sintéticas planas, pois
COM PORCA E seu formato evita danos a cinta.
CONTRA-PINO Com as vantagens do pino com porca e contra-pino

:46
:37
03
23
/20

Mais utilizado para elevação de cargas de grande


MANILHAS DE
/01

porte.
03

“CORPO LARGO”
ad
nlo
ow
-D

10.1.1 Identificação
38
43
2.1

M Manilha de aço carbono


49

Grau
T Manilha de aço-liga
la
cu

Manilha Reta
trí

Forma
Ma

Manilha Curva
da

W Pino rosqueado com olhal e colar


or
tad

Tipo de Pino Parafuso com cabeça e porca sextavada e


X
or

contrapino.
ap

Fonte: ABNT NBR 13545:2012


ilv
S
da

As manilhas, assim como os ganchos, não devem ser utilizadas com eslingas em ângulos na
ro
au

lateral maior do que 90°, pois isto gera um esforço de torção no corpo da manilha podendo ocasionar
eM
od

uma ruptura do mesmo.


siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 78
ap
ta
Es
Alguns fabricantes já estão incluindo marcas estampadas na parte curva da manilha para indicar
a posição do ângulo máximo de 45° para cada lado da linha de centro.
Uso incorreto, em alguns casos o uso de forma errada da manilha compromete a capacidade da
manilha.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38

A seguir tabelas com dimensões e carga Segura de trabalho para manilhas com base na norma
43
2.1

Brasileira ABNT NBR 13545:2012 - Movimentação de cargas — Manilhas e no catálogo Crosby.


49
la
cu
trí

*Carga Máxima de Prova é 2,0 vezes o Limite de Carga de Trabalho. A Carga de Ruptura é 6 vezes a
Ma
da

Carga Limite de Trabalho. Sobre a redução de Carga Limite de Trabalho devido a aplicações com ângulo.
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 79
ap
ta
Es
Manilha curva com pino rosqueado
Referência dimensional Diâmetro do corpo Abertura Comprimento Diâmetro do Capacidade Segura Peso
(referência) entre olhais interno pino de Trabalho* estimado
d tol. +/-5% tol. +/- 5% D (tf) por peça
(pol) (mm) W L Máx. Min. M(4) T(8) (kg)
1/4" 6 11 22 8 7,7 0,3 0,5 0,05
5/16" 8 14 28 10 9,3 0,4 0,8 0,08
3/8" 9,5 17 34 13 12,4 0,6 1,2 0,13
1/2" 13 21 44 16 15,5 1,0 2,0 0,27
5/8" 16 26 55 19,2 18,7 1,6 3,2 0,27
3/4" 19 33 69 23 21,9 2,5 5,0 1,2
7/8" 22 37 78 26 24,9 3,2 6,3 1,43
1" 25 42 87 29 27,9 4,0 8,0 2,15
1.1/8" 28 46 97 32 31 5,0 10,0 3,06
1.1/4" 32 53 109 35 34,1 6,3 12,5 4,11
1.3/8" 35 59 123 39 37,5 8,0 16,0 5,28
1.1/2" 38 66 138 42 40,5 10,0 20,0 7,23

:46
1.3/4" 45 74 154 51 49,5 12,5 25,0 12,1
2" 51 83 174 :37 58 56,6 16,0 32,0 19,2
03
2.1/2" 63 101 218 70 68 25,0 50,0 32,5
23
/20
/01
03

Manilha reta com pino rosqueado


ad

Referência dimensional Diâmetro do corpo Abertura Comprimento Diâmetro do Capacidade Segura Peso
nlo

(referência) entre olhais interno pino de Trabalho* estimado


ow

d tol. +/-5% tol. +/- 5% D (tf) por peça


-D

(pol) (mm) W L Máx. Min. M(4) T(8) (kg)


38

1/4" 6 11 25 8 7,7 0,3 0,5 0,05


43
2.1

5/16" 8 14 32 10 9,3 0,4 0,8 0,09


49

3/8" 9,5 17 39 13 12,4 0,6 1,2 0,14


la

1/2" 13 21 50 16 15,5 1,0 2,0 0,33


cu
trí

5/8" 16 26 63 19,2 18,7 1,6 3,2 0,62


Ma

3/4" 19 33 78 23 21,9 2,5 5,0 1,07


da

7/8" 22 37 89 26 24,9 3,2 6,3 1,64


or

1" 25 42 99 29 27,9 4,0 8,0 2,28


tad
or

1.1/8" 28 46 111 32 31 5,0 10,0 3,36


ap

1.1/4" 32 53 124 35 34,1 6,3 12,5 4,31


ilv

1.3/8" 35 59 140 39 37,5 8,0 16,0 6,14


S
da

1.1/2" 38 66 157 42 40,5 10,0 20,0 7,8


ro

1.3/4" 45 74 175 51 49,5 12,5 25,0 12,6


au

2" 51 83 198 58 56,6 16,0 32,0 20,4


eM

2.1/2" 63 101 248 70 68 25,0 50,0 38,9


od
siv

ATENÇÃO: AS TABELAS E ORIENTAÇÕES DESTA APOSTILA NÃO SUBSTITUEM OS DADOS TÉCNICOS QUE
clu
ex

DEVEM SER FORNECIDOS PELOS FABRICANTES.


so
eu
éd
tila
os

[Link] 80
ap
ta
Es
10.2. Esticadores forjados

Pode ser fornecido com os terminais do tipo olhal, tipo gancho, tipo manilha, tipo pino ou
qualquer combinação entre eles, sendo que ambos têm a mesma capacidade de trabalho.
A carga de trabalho está baseada no diâmetro exterior da rosca e no tipo do terminal. Terminais
do tipo manilha, olhal e pino têm a mesma capacidade de trabalho, já o tipo do gancho tem capacidade
inferior. Quando os esticadores são expostos à vibração os terminais devem ser travados, assim
impedindo este de girar e afrouxar. Use o fio ou as contra-porcas quando estas forem fornecidas com o
equipamento e com indicação de uso pelo fabricante.
Ao apertar um esticador, não aplique, mais torque do que em um parafuso de igual tamanho.
Inspecione tensores freqüentemente para verificar rachaduras nos terminais, terminais deformados,
hastes e corpos deformados e dobrados, rachaduras e danos na rosca interna do corpo e sinais de dano

:46
da linha.
:37
As tabelas abaixo são somente para referência, portanto para maior segurança, utilize sempre a
03
23

fornecida pelo fabricando do esticado.


/20
/01

Sistemas de trava
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da

MANILHA - OLHAL
or
tad
or
ap
ilv

MANILHA - MANILHA
S
da
ro
au
eM
od

GANCHO - GANCHO
siv
clu

OLHAL MANILHA PINO GANCHO


ex
so

GANCHO - OLHAL
eu
éd
tila
os

[Link] 81
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro
da
Silv
ap
or
tad
or
da
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
82
10.3. Olhais de Içamentos

Normalmente empregados em equipamentos e estruturas em que não possam ser


soldados olhais permanentes.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 83
ap
ta
Es
10.4. Ganchos Forjados

Normalmente utilizados para ligações rápidas entre cargas e eslingas.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu

10.5. Gancho de Engate


trí
Ma
da
or

Fabricado a partir de arame dobrado e com punho, possibilita ao movimentador manter suas
tad
or

mãos fora de perigo. Com o gancho de engate podemos puxar a carga ou empurrá-la até um
ap
ilv

determinado ponto.
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 84
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro 11
da
Silv
ap
or
tad
or
da
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
Equipamentos e Acessórios
Inspeção

85
11. Tipos de Inspeção

No mercado atual, são vários os tipos de inspeção aplicadas em diversas organizações. Cada
qual, com suas características e necessidades. Vejamos a seguir, as inspeções mais comuns e as
orientações que devemos seguir em cada uma delas.

11.1. Inspeção Programada

Esse tipo de inspeção deve ser programada conforme orientação do fabricante do equipamento
e deve ser feita por profissional ou empresa tecnicamente capacitada para a atividade.
O inspetor deve seguir um cronograma de inspeção, que pode ser quinzenal, mensal, bimestral
ou semestral, dependendo do uso de cada equipamento. A função desta inspeção é a liberação para uso

:46
dos itens, mas não garante que o item estará apto para uso até a próxima inspeção, lembre-se o item
pode ser danificado no seu primeiro uso após a inspeção. :37
03
23

Todos equipamentos inspecionados e aprovados conforme padrões serão identificados com


/20
/01

etiqueta colorida correspondendo a períodos trimestrais. Exemplo:


03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma

OUTUBRO JANEIRO ABRIL JULHO


da

Nas etiquetas deverão conter informações sobre o equipamento conforme as imagens a seguir:
or
tad
or
ap

Item 01 – EQUIPAMENTO: Este campo contem o código de identificação do equipamento do


ilv
S
da

equipamento, que é composta de uma sigla (conforme exaemplo na tabela abaixo) e um número
ro

sequencial.
au
eM

EQUIPAMENTO SIGLA
od

CINTA TUBULAR DE IÇAMENTO CTI


siv
clu

CINTA PLANA DE IÇAMENTO CPI


ex

LAÇO DE CABO DE AÇO LCA


so

CONJUNTO DE LAÇO DE CABO DE AÇO CLC


eu

LINGA DE CORRENTE LCR


éd
tila
os

[Link] 86
ap
ta
Es
Item 02 – VALIDO ATÉ: Data de vencimento da inspeção, a próxima inspeção deve ser até esta data.
Item 03 – CAPACIDADE SEGURA DE TRABALHO: Estes itens indicam a capacidade segura de trabalho
estes dados são baseados nos dados fornecidos pelo fabricante do equipamento.
Item 04 – CICLOS DE INSPEÇÃO: Este item ilustra de forma visual o numero de inspeções aplicadas ao
equipamento para o operador possa analisar a vida útil do equipamento.

ETIQUETA IDENTIFICAÇÃO PARA RETIRADA DE SERVIÇO (TAG)

Todos equipamentos inspecionados e reprovados nos padrões, serão identificados


com etiqueta vermelha conforme modelo ao lado.
FRENTE
VERSO

11.2. Inspeção Diária Pré-Uso

:46
:37
A inspeção diária para pré-uso deve ser feita pelo usuário ao retirar o equipamento da
03
23

ferramentaria ou do painel de estocagem. Os equipamentos de içamento apesar de resistentes, passam


/20
/01

por muitas situações diariamente que pode os danificar comprometendo assim sua segurança.
03

Um equipamento que estava em perfeito estado de uso ontem, hoje pode ter sido contaminado
ad
nlo

com produtos químicos, ou ter sido exposto a alta temperatura, fazendo assim com que perca sua
ow
-D

capacidade e o danifique.
38
43

Ao inspecionar, o usuário deve apoiar o equipamento sobre uma superfície onde o mesmo possa
2.1

ser visualizado com clareza. A inspeção diária é visual, e caso o equipamento apresente qualquer
49
la
cu

anomalia o mesmo deve ser devolvido a ferramentaria para uma inspeção mais criteriosa.
trí
Ma

 Check-List de Inspeção Pré-Uso


da
or
tad

O check-list ou lista de checagem de inspeção pré-uso deve ser algo simples, com no máximo 5
or
ap

itens a serem inspecionados. Ao elaborar, coloque os pontos mais importantes, pois um check-list com
ilv
S

muitos pontos de inspeção torna-se cansativo. Deixe os próximos pontos menos críticos para uma outra
da
ro

inspeção.
au
eM

Outro ponto importante é nunca colocar no check-list tópicos difíceis de inspecionar, como por
od

exemplo, que necessite desmontar uma ferramenta, pois o usuário não fará isso devido a dinâmica do
siv
clu

trabalho. Para inspeções mais criteriosas, utilize a Inspeção Programada.


ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 87
ap
ta
Es
11.2.1 Inspeção de Eslingas

Todas as eslingas devem ser inspecionadas frequentemente, pois são as principais ferramentas
utilizadas para o içamento, movimentação e descarga de materiais. A seguir, veremos os principais
pontos de inspeções para o laço de cabo de aço, cintas sintéticas e correntes:

 Inspeção de Laços de cabo de aço

O laço de cabo de aço deve ser inspecionado conforme os critérios estabelecidos para cabos de
aço na norma ABNT NBR 13543.
Apesar de serem eslingas consideradas muito resistente estas podem apresentar muitos danos
e o usuário deve verificar constante a consições das mesmas, a seguir alguns exemplos que podem ser
observados fazendo que não sejam utilizados.

:46
:37
03
Gaiola de passarinho
23
/20

Retir de uso imediamentemente


/01
03
ad

Alma Saltada
nlo
ow

Retir de uso imediamentemente


-D
38
43
2.1

Rabo de Porco
49

Enrolamento desordenado
la
cu

Retornar á ferramentária
trí
Ma
da

Perna de cachorro
or
tad

Amassado
or
ap

Retornar á ferramentária
ilv
S

Arrames quebrados
da
ro

Retornar á ferramentária
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 88
ap
ta
Es
 Inspeção de laços de cintas sintéticas

Toda eslinga de cinta deve ser identificada com etiqueta padrão conforme norma NBR 15637-
1:2012.
As cintas apesar de muito versáteis são itens muitos sensíveis e devido sua composição podem
sofrem danos por ação química e este tipo de dano muitas vezes podem acontecer no momento de
estocagem. Ou seja, uma cinta que é entregue na ferramentaria hoje, amanhã pode estar danificada.
Na inspeção pré-uso, o usuário deve sempre buscar sinais de óleo graxa, tinta, queimadura ou
corte.

Sinais de abrasão
Retornar á ferramentária

:46
:37
03
Sinais de produtos quimicos
23
/20

Retir de uso imediamentemente


/01
03
ad
nlo

Cortes
ow
-D

Retornar á ferramentária
38
43
2.1
49

Arranhões / Raspado
la
cu

Retornar á ferramentária
trí
Ma
da
or
tad

Nós ou sinais de compressão


or
ap

Retornar á ferramentária
ilv
S
da
ro
au

Queimadura por solda ou maçarico


eM
od

Retir de uso imediamentemente


siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 89
ap
ta
Es
 Inspeção de Correntes

Os conjuntos de correntes são muitos versateis devido a possibilidade ajustes, a corrente ser
mais resistente a altas temperaturas, acidos, solventes, mas esta aparente resistencia pode esconder
danos que podem comprometer sua segurança.

Elo deformado por uso


Retornar á ferramentária

Elo amassado
Retir de uso imediamentemente

:46
:37
Cortes / trincas / rugas
03
23

Retornar á ferramentária
/20
/01
03
ad

Elo alongado
nlo
ow

Retir de uso imediamentemente


-D
38
43
2.1
49
la

11.2.2 Inspeção de Acessórios


cu
trí
Ma

 Inspeção de Manilhas
da
or
tad

Deformações plásticas apresentadas pela manilha ou pelo pino são causas para suas
or
ap

substituições. Manilhas apresentando trincas, mossas, desgaste no pino e/ou no corpo igual ou superior
ilv
S

a 10 % do diâmetro de projeto devem ser substituídas.


da

Este é o tipo de acessório mais utilizado em operações de içamento e por este motivo deve
ro
au
eM

sempre se atentar ao mesmo. Apesar do Brasil possuir uma norma especifica que define as dimensões
od

de fabricação deste acessórios, a maior parte das manilhas em uso seguem normas americanas.
siv
clu

Por este motivo a sua empresa deve elaborar um plano de inspeção baseando-se nos materiais
ex

que a mesma possue em estoque.


so
eu

Importante: Verificar se o pino da manilha não foi substituido por outro, como forma de improviso.
éd
tila
os

[Link] 90
ap
ta
Es
 Inspeção de Ganchos

Os ganchos devem ser substituídos quando forem detectados um


ou mais dos seguintes defeitos:
 Torção da ponta em relação do corpo do gancho maior que
10°;

 Abertura da garganta 15 % maior que a abertura original “d”


(ver Figura ao lado);

 Desgaste acentuado maior que 10 % de “e” (Figura ao lado).

Notas: 1) Para ganchos com haste deve ser verificada a liberdade


de giro através de esforço manual.

:46
2) Não é permitida a soldagem dos olhais, para fixação da lingüeta-trava no gancho, sem um
:37
03
procedimento de soldagem qualificado.
23
/20

Os ganchos tambem possuem um trava de segurança e o usuário deve sempre verificar as


/01

condições desta trava e sempre que apresentar dados o equipamento será considerado inapto para
03
ad

uso.
nlo
ow

 Inspeção de Anel de Carga


-D
38
43
2.1

Este acessório normalmente vem de fabrica com um pintura e o usuário deve se atentar para
49

arranhões, marcas, sulcos nesta pintura, pois neste pontos normalmente estão os danos.
la
cu

Exemplo de referência: Elo de Sustentação c/2 Sub-elos - Aço alloy grau 8


trí
Ma
da
or
tad
or
ap
Silv
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 91
ap
ta
Es
 Inspeção em Olhais de Içamento
Este tipo de acessório é muito comum em operações de içamento rotineiras e de manutenção
devido a sua facilidade de uso e intercabilidade, alguns fornecedor pintam mas isto não é uma
exigencia de norma.
Verifique danos na rosca e nas dimensões do corpo do olhal. Segue exemplo para referência:

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 92
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au 12
ro
da
Silv
ap
or
tad
or
da
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
Guindastes
Tipos

93
12. Guindastes Móveis
Um guindaste ou grua é um equipamento utilizado para a elevação e a movimentação de cargas
e materiais pesados, usando uma ou mais máquinas simples para criar vantagem mecânica e então
mover cargas além da capacidade humana.

São comumente empregados no transporte industrial para carregamento e descarregamento de


cargas ou containeres, organização de materiais pesados e na construção civil para deslocamento de
materiais com grande massa. Uma variante deste, com a mesma função, são conhecidas como ponte
rolante (assunto não abordado neste treinamento).

Os primeiros guindastes foram inventados na Idade Antiga pelos gregos e eram movidos por
homens e/ou animais de carga (como os burros). Esses guindastes eram usados para construção de

:46
edifícios altos.
:37
03
23

Guindastes maiores foram desenvolvidos posteriormente usando engrenagens movidas por


/20
/01

tração humana, permitindo a elevação de cargas mais pesadas.


03
ad

Na Alta Idade Média, guindastes portuários foram introduzidos para carregamentos,


nlo
ow

descarregamentos e construções de embarcações - alguns eram construídos sobre torres de pedra para
-D
38

estabilidade e capacidade extras. Os primeiros guindastes eram feitos de madeira, mas com a Revolução
43
2.1

Industrial, passaram a ser produzidos com ferro fundido e aço.


49
la
cu

Atualmente o guindaste é constituído normalmente por uma torre equipada com cabos e
trí
Ma

roldanas que é usada para levantar e baixar materiais, habitualmente nas indústrias da construção civil,
da

fabrico de equipamento pesado, portos marítimos, etc.


or
tad
or
ap

Na construção civil, os guindastes são habitualmente estruturas temporárias fixadas ao chão ou


ilv
S

montadas num veículo especialmente concebido.


da
ro
au

Os guindastes podem ser controlados por um operador na cabine, ou ainda por uma pequena
eM

unidade de controle que pode comunicar via rádio, por infravermelhos ou ligados por cabo. Quando se
od
siv

utiliza um operador de cabina, os trabalhadores no chão podem comunicar com o operador via sinais
clu
ex

visuais com as mãos. Uma equipe experiente pode posicionar cargas com grande precisão usando
so
eu

apenas estes sinais.


éd
tila
os

[Link] 94
ap
ta
Es
12.1. Operações com Guindastes

Esta seção inclui informação de uso à Riggers, Operadores, e outros envolvidos diretamente ou
indiretamente em operações de guindaste. A informação cobre responsabilidades principais, perigos e
proteções em guindaste áreas operacionais, fatores que afetam capacidade de guindaste, pontos de
beliscão e outros perigos ao redor de equipamento, considerações para organização segura, exigências
por prover sinaleiro, e os sinais de mão internacionais por içar.
A operação de guindaste é uma das atividades de maior risco que qualquer outra atividade em
um projeto de construção. Acidentes de guindaste são freqüentemente os acidentes mais caros, não
somente pelo lado financeiro, como em vidas.
Todo o pessoal envolvido em operações de guindaste tem que entender suas atividades, as
responsabilidades, e a parte destes na colaboração com a segurança global de cada elevador.

:46
A preparação inicia com uma definição clara de responsabilidades, onde o Rigger deve ser
:37
03
treinado e colocado em ação.
23
/20

Nenhum jogo de diretrizes pode cobrir todo detalhe dos diferentes tipos de operações de
/01

guindaste. Mas esta seção soletra fora responsabilidades primárias pelas festas principais envolvidas - os
03
ad

donos, operadores, supervisão de local, e trabalhadores.


nlo
ow

Responsabilidades requerem conhecimento e para isso, descrevemos 4 importantes


-D

conhecimentos que o profissional deve ter:


38
43
2.1
49

 Estabelecem pesos;
la
cu

 Julgam distâncias, alturas, e liberações;


trí
Ma

 Selecionam equipamento e hardware satisfatório para a carga;


da
or

 Equipam a carga seguramente.


tad
or
ap
ilv

O operador de guindaste é geralmente responsável pela segurança da operação, assim que a


S
da

carga seja erguida claro do chão. Sempre que há causa razoável para acreditar que o elevador pode ser
ro
au

perigoso ou inseguro, o operador tem que recusar proceder até a preocupação foi informado ao
eM
od

supervisor, qualquer perigo foi corrigido, e condições seguras foram confirmadas.


siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 95
ap
ta
Es
12.2. Tipos Básicos e Configurações

A evolução do guindaste móvel produziu muitos tipos e modelos para satisfazer necessidade em
geral, como também às necessidades específicas de construção e operações industriais. Este manual
está relacionado a guindastes móveis usados para propósitos de construção como também aplicações
industriais.
Essencialmente as características operacionais básicas de todos os guindastes móveis são as
mesmas. Eles incluem:

 Comprimentos dos seguimentos ajustáveis da lança;


 Ângulos ajustáveis da lança;
 Habilidade para erguer e mais baixar cargas;

:46

:37
Habilidade para movimentar cargas; 03
 Habilidade de se deslocar pela através de seu próprio sistema de locomoção e propulsão.
23
/20
/01
03

Dentro das diversas configurações possíveis dos guindastes, os tipos básicos e mais conhecidos
ad

são os seguintes:
nlo
ow
-D

 Guindautos ou Caminhão Munck (Boom Trucks)


38
43

 Guindastes industriais (Industrial Cranes)


2.1


49

Guindastes de lança treliçada sobre caminhão (Carrier-Mounted Lattice Boom Cranes)


la


cu

Guindastes de lança treliçada sobre esteira (Carrier-Mounted Lattice Boom Cranes)


trí
Ma

 Guindastes de lança Telescópicos sobre caminhão (Crawler-Mounted Lattice Boom Cranes)


da

 Guindastes de Lança Telescópicos sobre esteira (Carrier-Mounted Telescopic Boom Cranes)


or
tad

 Guindastes de qualquer terreno (Rough Terrain Cranes)


or
ap

 Guindastes de Torre móveis (Mobile Tower Cranes)


ilv
S


da

Guindastes de grande capacidade (Heavy Lift Mobile Cranes)


ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 96
ap
ta
Es
12.3. Guindautos ou caminhão munck (boom trucks)
Ao contrário dos outros guindastes moveis estes guindastes são montados sobre caminhões
comerciais, ou seja, que não foram projetados exclusivamente para esta aplicação. A única alteração é o
fortalecimento dos chassis para aceitar o equipamento. Porém, é um tipo de guindaste móvel de
capacidade respeitável e comprimento de lança.
As duas configurações deste equipamento são as seguintes:

Seção da lança telescópica

:46
:37
03
23

Base da lança
/20

LANÇA TELESCÓPICA
/01

Acionamento por cilindro


hidráulico.
03

Secções da lança de
ad

ajuste hidráulico ou
nlo

manual.
ow

Cilindro de elevação
-D

Sistema de giro
38

Suporte de giro
43
2.1
49

Caminhão comercial
la
cu
trí

Estabilizadores Traseiros Estabilizadores


Ma

Frontais
da
or

LANÇA ARTICULAVEL
tad

Equipado com lança Articulação da Lança


or

articulada, acionada por


ap

cilindro hidráulico e ainda


ilv

Sistema de Giro
S

poder ser equipado com


da

guincho para cabo de aço. Suporte de giro


ro
au
eM

Caminhão comercial
od
siv

Estabilizadores
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 97
ap
ta
Es
12.4. Guindastes industriais (industrial cranes)
Estes guindastes são projetados para operação em áreas industriais operando sobre piso em
boas condições muito melhor do que os apresentados em locais de construção.
Embora estes guindastes não sejam especificamente os analisados no curso, suas as
características são basicamente idênticas ao demais de lança telescópica.

Seção da lança
telescópica

Base da lança

Giro
Cilindros de parcial ou
Elevação 360°

:46
:37
03
Estabilizadores
Pneus
23

IÇAR E CARREGAR
/20

Seção da lança
/01

telescópica
03
ad
nlo

Seção da lança
ow

telescópica
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí

Base da lança
Ma

Base da lança
da
or
tad

Giro parcial
or

ou 360° Lança Fixa


ap

Deck de
ilv

Carga Deck de
S

Carga
da
ro
au
eM
od

Pneus
Estabilizador Pneus
siv

DECK DEes CARGA – LANÇA DE ROTAÇÃO DECK DE CARGA – LANÇA FIXA


clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 98
ap
ta
Es
12.5. Guindastes treliçado sobre caminhão (carrier-mounted lattice boom cranes)
É um dos tipos mais comuns e que podem ser encontrados em diversos modelos e capacidades.
Tem facilidade de se locomover em estradas públicas, asfaltadas, até com parte da lança montada.
Dentro de áreas privadas ou industriais, tem condições de se locomover com a lança completamente
montada, desde que a topografia do terreno e as instalações industriais o permitam.
Este modelo é normalmente encontrado em guindastes mais antigos ou em guindastes
modernos de grande capacidade, os principais fabricantes são LORAIN e AMERICAN com guindastes
entre 60 e 120t.
Este tipo de chassi não deve ser confundido com o chassi de caminhão comercial ordinário. Este
é projetado especialmente para o serviço de guindaste e as cargas que estes guindastes devem
suportar.

:46
:37
Polias da lança 03
Cabo de Carga Auxiliar
23

Ponta da Lança
/20

Moitão Leve ou Bola Peso


/01

Alinhadores
03

Cabo de Carga Principal


ad
nlo

Moitão Principal
ow
-D

Cabo de Carga Auxiliar


38
43

Cabo de Carga Principal


2.1
49
la

Seções da Lança
cu

Pendente da Lança
trí
Ma
da

Balança
or

Cavalete
tad

Guincho de Elevação da Lança


or

Contra Recuo da Lança


ap

Base da Lança
ilv

Contra Peso
S

Cabine de Operação Transportador


da

Caninhão
ro

Centro de Giro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 99
ap
ta
Es
12.6. Guindastes treliçado sobre esteiras (crawler crane with lattice boom)
Este tipo de guindaste é bastante versátil por dispensarem as patolas e podem, por este motivo,
moverem-se com a carga suspensa. Existem tipos com esteiras mais largas e que podem ser utilizados
com esteiras mais afastadas, portanto, mais estáveis.
O guindaste em questão, também pode ser utilizado para outras finalidades, em serviços de
dragagem, por exemplo, tem esteiras mais estreita. Algumas vezes estes guindastes são adaptados para
serviço de montagem e é preciso muito cuidado.
Com exceção do sistema de locomoção, estes guindastes são idênticos aos Guindastes Treliçado
sobre Caminhão.

Polias da lança
Cabo de Carga Auxiliar
Moitão Leve ou Bola Peso

:46
:37
Pendente do Jib 03 Ponta do Jib

Seções do Jib
23
/20

Roldana do Mastro
/01

Mastro Base do Jib


03

Polias da lança
ad
nlo
ow

Pendente do Mastro
-D
38
43

Cabo de Carga Principal


2.1

Pendente da Lança
49

Moitão Principal
la
cu
trí

Polias equalizadoras
Ma
da

Guincho de Elevação da Lança


or
tad

Roldanas do Guincho
or

Contra Recuo do Mastro


ap

Cavalete
ilv
S
da

Cabo de Elevação da Lança


ro
au

Centro de Giro
eM

Contra Peso
Motorização
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 100
ap
ta
Es
12.7. Guindastes telescópios sobre caminhão (carrier-mounted telescopic boom crane)

É o tipo mais comum devido a algumas vantagens com relação ao guindaste de lança treliçada,
tal como facilidade de transporte da lança e ainda podem trafegar por ruas e rodovias.
Este tipo de equipamento pode utilizar-se de uma série de acessórios, tais como extensão de
lança, Jib e Luffing Jib.
Assim como no Guindaste Treliçado sobre caminhão, o chassis utilizado para este tipo de
guindastes são especiais e projetado exclusivamente para este uso.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 101
ap
ta
Es
12.8. Guindastes telescópios qualquer terreno (rough terrain cranes)

Equipados com pneus enormes, este tipo de guindaste tem grande facilidade de movimentarem-
se por terrenos acidentados, com buracos, restos de construção e outros pequenos obstáculos.
Existem dois tipos destes guindastes, um sendo de Cabine Fixa e a outra Cabine Giratória.

:46
:37
03
23
/20
/01

Contra Peso
03
ad

Cabine de Operação
nlo
ow
-D

Viga dos Estabilizadores


38
43
2.1
49
la

Estrutura dos Estabilizadores


cu

Estabilizadores / Sapatas
trí
Ma

CABINE FIXA
da
or
tad

Somente a base da lança pode girar, ou seja, a cabine do operador permanece fixa. Uma grande
or
ap

desvantagem deste tipo de guindaste é a dificuldade do operador em acompanhar a movimentação da


ilv
S
da

carga com diversos pontos cegos.


ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 102
ap
ta
Es
Extensão da Lança
Guincho Principal
Cilindro de Elevação
Guincho Auxiliar
Contra Peso
Cabine de Operação

Estrutura dos estabilizadores


Estabilizadores Viga dos Estabilizadores

:46
CABINE GIRATÓRIA :37
03
23
/20

Neste tipo a cabine gira conforme o giro da lança, com isto o operador pode acompanhar o
/01
03

movimento da carga com isto tendo mais segurança da operação.


ad
nlo
ow

Os tipos menores são chamados de “Cherry Picker” e são usados para mover pequenas cargas,
-D
38

como colocação de máquinas automáticas de solda sobre os anéis dos tanques em construção. Além
43
2.1

disso, podem mover caçambas de concreto, “gaiolas” com pessoal de manutenção, entre outros
49

serviços.
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 103
ap
ta
Es
12.9. Guindastes para carga pesada com mastro e contrapeso giratório (heavy lift
mobile cranes)
Este tipo de guindaste é utilizado para quando se requer grande altura e capacidade de carga.
Equipado com um contrapeso auxiliar montado sobre pneus que podem girar junto com a máquina.
Existem dois tipos básicos:

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au

Sobre Esteiras – Facilitam a Movimentação de Carga.


eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 104
ap
ta
Es
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
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or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM

Sobre Anel Estabilizador – Maior capacidade de Cargas, porém com restrição de movimentação.
od
siv
clu
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so
eu
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[Link] 105
ap
ta
Es
Es
ta
ap
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clu
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ro 14
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2.1
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nlo
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/01
/20
23
03
:37
:46

[Link]
Componentes
Guindastes

106
13. Guindastes - Componentes

Um guindaste é composto de diversos componentes os mais importantes são:

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
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tila
os

[Link] 107
ap
ta
Es
Guindaste transportado em partes separadas devido algumas restrições de acesso

13.1. Guindastes Componentes - Transportador

O transportador é o sistema com o qual o guindaste se locomove, podendo ser sobre caminhão
espercial ou esteiras.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
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tad
or
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S
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eM
od
siv
clu
ex
so
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tila
os

[Link] 108
ap
ta
Es
13.2. Guindastes componentes – Contrapeso

O contrapeso é uma carga adicional montada no guindaste, criando um momento de força


resistente, aumentando assim a capacidade da máquina quanto à estabilidade (tombamento). A
estabilidade do guindaste depende da força que a carga exerce sobre a lança e a força que o guindaste
possui para neutralizar esta ação.
Quanto maior for o contrapeso e/ou a distância do mesmo ao centro de giro do guindaste, maior
será a resistência ao tombamento.

13.2.1 Guindastes componentes – Contrapeso e a Estabilidade

O guindaste neste caso, pode ser comparado ao mesmo princípio do sistema de alavanca.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
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la
cu
trí
Ma
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eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
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os

[Link] 109
ap
ta
Es
13.2.2 Guindastes componentes – Contrapeso Standard

É o contrapeso fixo ao chassi giratório, ou seja, este não pode ser removido ou modificado com a
intenção de melhorar a capacidade do guindaste, sendo que toda a tabela de carga do guindaste está
baseada neste contrapeso.
Normalmente utilizado em guindautos e guindastes de pequena capacidade de 5 a 80t, este não
afeta a carga máxima permitida por eixo, permitindo a circulação em rodovias.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad

Contrapeso Standard = Fixo a super estrutura


nlo
ow
-D
38

Guindastes componentes – Contrapeso Adcional no guindaste


43

13.2.3
2.1
49
la

Este tipo de contrapeso é adicionado ao guindaste durante sua configuração, visando melhorar
cu
trí

sua capacidade de carga. Este tipo de contrapeso deve ser dimensionado conforme a manobra, pois se
Ma
da

utilizarmos muito contrapeso sem necessidade, isto aumentará a carga do guindaste sobre o solo, além
or
tad

de que quando alugamos um guindaste o transporte do contrapeso pode representar um alto custo.
or
ap

A tabela de carga mostra quanto temos que utilizar de contrapeso para a capacidade esperada.
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 110
ap
ta
Es
13.2.4 Guindastes componentes – Contrapeso adicional no guindaste

Este tipo de contrapeso é mais utilizado em guindastes de grande capacidade acima de 300t,
como complemento do contrapeso adicional do guindaste.
Normalmente podemos identificá-los, por estarem pendurados em um mastro longe do
guindaste, podendo ser metálicos, blocos de concreto ou caixa de areia como os dos American Sky-
Horse.
Estes podem ser montados sobre rodas para que facilitem seu giro, ou mesmo pendurado sem
rodas.

:46
MASTRO :37
03
23
/20
/01
03

CONTRAPESO AUXILIAR
ad

NO GUINDASTE
nlo

CONTRAPESO AUXILIAR
ow

FORA GUINDASTE
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
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or
tad
or
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S
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au
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od
siv
clu
ex

Contrapeso adicional fora guindaste = Conforme necessidade


so
eu
éd
tila
os

[Link] 111
ap
ta
Es
13.3. Guindastes componentes – Lança Treliçada e Telescópica

O tipo da lança do guindaste pode influenciar em sua capacidade de carga, pois dependendo do tipo de
lança esta pode ser mais leve, mais rígida, os tipos de esforços entre outras variáveis, abaixo um gráfico
comparativo entre dois guindastes do mesmo fabricante com a mesma capacidade nominal.
Dependendo do tipo de lança e dispositivo de locomoção este ainda pode apresentar vantagens
e desvantagens que deve ser analisada no momento de escolha do equipamento.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la

13.4. Guindastes componentes – Moitão e Bola-Peso


cu
trí
Ma
da

Para fazermos a ligação entre o cabo do guindaste e a lingada da carga utilizamos o moitão ou a
or

bola-peso.
tad
or
ap
ilv

13.4.1 Guindastes componentes – Moitão ou Cardenal


S
da
ro

Composto de um bloco de polias, normalmente utilizado para se obter a vantagem mecânica ao


au
eM

se executar o içamento de grandes cargas.


od

Um guindaste pode ser acompanhando de um jogo de moitões, que estão especificados em seu
siv
clu

manual ou tabela de carga. Não se deve utilizar moitões muito grandes para cargas, pois o peso do
ex
so

moitão pode prejudicar a capacidade do guindaste.


eu
éd
tila
os

[Link] 112
ap
ta
Es
[Link]. Guindastes componentes – Moitão – Tipos

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow

[Link]. Guindastes componentes – Bola – peso


-D
38
43

Utilizada para içamento com uma única perna de cabo e comumente na extensão ou no jib.
2.1

Assim como o moitão, o peso da bola-peso deve ser somado ao peso da carga.
49
la
cu
trí
Ma
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or
tad
or
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so
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[Link] 113
ap
ta
Es
13.4.2 Guindastes componentes – Jib e Extensão

Complemento acoplado ponta da lança com a finalidade de aumentar o raio de carga da


máquina, e devido ser uma peça normalmente em forma de uma treliça não tem o mesmo peso da
lança, abaixo temos três exemplos do mesmo içamento:

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
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[Link] 114
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Es
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au 15
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03
/01
/20
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03
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:46

[Link]
NAS OPERAÇÕES
SEGURANÇA

115
14. Segurança nas operações

O técnico em segurança deve estar sempre atento com a segurança nas operações de
movimentação de cargas. É preciso estar ciente dos procedimentos e precauções que devem ser
tomadas para evitar possíveis acidentes.
Sabemos que a maioria dos acidentes que envolvem guindastes e outros equipamentos de
içamento, poderiam ser evitados. A falta de cuidado ou até mesmo de conhecimento, pode ser um
agravante para a situação. Sendo assim, veremos nesse capítulo quais são as boas práticas nas tarefas
de preparação e içamento de cargas.

14.1. Boas práticas na segurança de rigging

:46
O técnico em segurança deve sempre estar atento aos perigos comuns de uma atividade.
:37
Definimos abaixo, as principais atenções para colaborar com a segurança e prevenção de acidentes.
03
23
/20
/01

→ Identificar os Perigos Comuns;


03
ad
nlo

→ Capacidade de Utilização de Equipamentos e Acessórios;


ow
-D
38

→ Verificar a Forma de Amarração;


43
2.1
49
la

→ Não permitir o uso de Componentes Defeituosos;


cu
trí
Ma
da

→ Impedir a utilização de Equipamentos Inseguros;


or
tad
or
ap

→ Verificar as Condições perigosas de Ventos;


ilv
S
da
ro

→ Estar atento(a) as Condições Climáticas antes, durante e após a operação;


au
eM
od

→ Orientar os envolvidos sobre o risco de Choque Elétrico e manter distância das redes elétricas;
siv
clu
ex
so

→ Não permitir Içamentos fora do Eixo Vertical;


eu
éd
tila
os

[Link] 116
ap
ta
Es
14.2. Fatores que Reduzem Capacidade de carga (SWL)

Os limites de carga de funcionamento de todos os equipamentos de içamento, normalmente são


calculados em operações quase ideais, que raramente serão encontradas em uma situação real de
operação. O técnico em segurança tem que reconhecer os fatores que podem reduzir a capacidade de
equipamento:

 Balanço da Carga: Pode gerar tensões adicionais em todo o conjunto, causando esforços laterais
no equipamento de guindar.

 Péssima condição do Equipamento: Qualquer equipamento danificado em serviço, deve ser


tirado de serviço para manutenção ou destruído.

:46
:37
 Forças Dinâmicas: Evite movimentos súbitos, balanço ou paradas bruscas nas cargas suspensas.
03
23

Aceleração rápida e desaceleração podem aumentar as tensões na máquina.


/20
/01
03

 Peso de todo Equipamento e Acessórios: Considere o peso do Moitão, Eslingas, Balancim, Cabos
ad
nlo

e outros acessórios ou dispositivos necessários para o içamento.


ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
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Ma
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tad
or
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S
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eM
od

Tudo após a ponta da lança é Carga


siv
clu
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os

[Link] 117
ap
ta
Es
14.3. Cuidados com as Eslingas e Estropos

Um dos principais cuidados de segurança na movimentação de carga é com as eslingas. Portanto,


recomendada-se criar um procedimento de inspeção e registro das eslingas, mantendo todas os
equipamentos identificados com suas características, número de identificação e capacidade de carga.
Tais informações podem estar em uma placa ou anel.

Placa de identificação de Eslingas e Estropos

:46
:37
03
Observe as seguintes precauções com o uso de eslingas e estropos:
23
/20
/01
03

→ Nunca utilize eslingas danificadas: Toda eslinga deve ser inspecionada regularmente para
ad

assegurar seu estado de conservação, verificando sinais de torção, abrasões, arames quebrados, trincas,
nlo
ow

fios soltos, esmagamento, desgaste de uso, e ferrugem ou corrosão.


-D
38
43
2.1

→ Evite cantos afiados e pontos de compressão e esmagamento: Sempre que a carga


49

apresentar cantos afiados (cantos vivos), deve ser providenciado dispositivos que impeçam o contato
la
cu

direto da eslinga com este ponto. Estes acessórios de proteção podem ser feitos de tubos cortados, de
trí
Ma

madeira ou de almofadas especiais para este uso.


da
or
tad
or
ap
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S
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au

O raio de curvatura da
eM

proteção deve ser de no


od

mínimo 1 diâmetro do
siv

cabo de suporte.
clu
ex
so

Proteção de cantos afiados


eu
éd
tila
os

[Link] 118
ap
ta
Es
→ Evite o estoque de eslingas diretamente sobre a terra, superfícies úmidas, metal enferrujado ou
próximas substâncias químicas e corrosivas;

→Evite atrito entre a carga e a eslinga;

→ Mantenha as eslingas longe de locais com trabalhos de solda e corte com maçarico;

→ Nunca utilize cabos de descarte para confecção de eslingas;

→ Nunca enrole o cabo ao redor do gancho, pois a ação de compressão e os cantos afiados do
gancho irá danificar a eslinga.

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38

Nunca enrole o cabo no gancho


43
2.1
49
la

→ Assegure que o ângulo da eslinga esteja sempre é maior que 45°.


cu
trí
Ma
da

→ Evite dobrar a seção olhal do estropo próximo a cantos. A dobra transmite esforços e coloca
or
tad

em risco a capacidade do olhal.


or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu

Evite dobras próximas de olhais e terminais.


éd
tila
os

[Link] 119
ap
ta
Es
→ Quando utilizamos lingadas tipo multi-pernas em cargas onde o centro de gravidade não
distribuía a carga igualmente, ou seja, quando uma extremidade da carga é muito mais pesado que a
outra, esta diferença é mais importante que o peso total da carga, pois devemos dimensionar a perna
ou as pernas que receberão maior carga de forma que esta muitas vezes suporte a carga total.

:46
:37
Lingada Multi-pernas içamento de cargas com peso diferente por perna.
03
23
/20
/01

→ Quando utilizar o laço tipo enfocado, jamais force o olhal para baixo, pois isto diminui o
03

ângulo da eslinga, o que resulta no aumento da tensão aplicada, podendo causar danos a
ad
nlo

eslinga. O ângulo ideal é acima de 45°.


ow
-D
38
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2.1
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au
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od

Ângulo máximo das eslingas.


siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 120
ap
ta
Es
→ Sempre que forem colocado dois ou mais olhais da eslinga no gancho, devem ser presos com
o uso de uma manilha. Lembrando que os cabos devem estar no olhal da manilha e o pino no gancho do
moitão, evitando com isto que o olho manilha se abra colocando em risco a operação.

Utilização de Manilha no gancho com vários laços

:46
:37
03
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03
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nlo
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[Link] 121
ap
ta
Es
14.4. Cuidados durante a Preparação, Içamento e Descarregamento de Cargas

 Assegure que todos os envolvidos estejam cientes dos procedimentos que serão executados
durante a preparação, Içamento, movimentação e descarregar a carga.

 Antes do início de um içamento, conferir se a lingada esta devidamente presa à carga.

 Nunca prenda o cabo do guindaste diretamente a carga.

 O cabo do gancho de carga do guindaste deve ser alinhado ao centro de gravidade da carga,
antes de proceder com a amarração e o içamento.

:46
 Todas as partes da carga devem estar firmes, garantindo o equilíbrio total.
:37
03
23

 Para a utilização de Balancim, este deve estar identificado com seu peso e sua capacidade de
/20
/01

carga e só devem ser utilizados para aquilo que foi projetado.


03
ad
nlo

 Quando a carga apresentar risco de girar ou balançar, utilize sempre uma ou mais linhas guias
ow
-D

para manter a carga sob controle.


38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex


so

Ao usar duas ou mais eslingas em uma carga, assegura que todas sejam feitas do mesmo
eu

material.
éd
tila
os

[Link] 122
ap
ta
Es
 Mantenha as mãos longe de pontos de pega durante o tencionamento da lingada.

 Use luvas ao manipular cabos de aço.

 Nunca trabalhe ou transite debaixo da carga suspensa.

 Prepare a base adequada antes que as cargas estejam abaixadas, isto pode ajudar a impedir
dano às eslingas.

 Assegure que a carga foi descarregada no local esperado e que está seguramente apoiada, antes
de afrouxar os cabos e remover as amarras.

:46
 :37
Dependendo da forma como as lingadas são liberadas, os ganchos podem enroscar na carga e
03

durante a subida do cabo do guindaste pode causar a movimentação acidental.


23
/20
/01
03

 Nunca faça consertos temporários em uma lingada. Devem ser estabelecidos procedimentos
ad
nlo

para o conserto.
ow
-D
38

 Para lingadas tipo Multi-Pernas sempre que for necessária a troca de uma das pernas, isto deve
43
2.1

ser feito por pessoal especializado, garantindo que as pernas mantenham as mesmas
49

características das demais, tipo de cabo e comprimento quando tencionada.


la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM

Mantenha todas as eslingas presas e seguras


od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 123
ap
ta
Es
14.5. Isolamento da área

Uma etapa muito importante para a segurança é o isolamento da área ao redor da operação. O
cálculo deste isolamento é uma equação muito simples:

Riso = L + C x Fs
Riso = Raio de isolamento
L = Comprimento da Lança
C = Comprimento da Carga
Fs = Fator de Segurança

:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
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S
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ro
au
eM
od
siv
clu

Observação: O fator de segurança pode ser variável dentro da mesma unidade, dependendo da área de
ex
so

trabalho.
eu
éd
tila
os

[Link] 124
ap
ta
Es
Índice
1. INTRODUÇÃO A MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS ..........................................................................................4
1.1. Movimentação de carga na idade antiga ..................................................................................................... 5
1.2. Movimentação de carga na idade moderna ................................................................................................ 5
1.3. Guindastes na evolução humana ................................................................................................................. 6
1.4. Guindaste moderno e o planejamento ........................................................................................................ 7
1.5. O profissional de movimentação de cargas ................................................................................................. 8
1.6. Técnico em segurança especialista em rigging ............................................................................................ 8
2. FISCALIZAÇÃO DE RIGGING ..................................................................................................................... 10
2.1. Documentação necessária.......................................................................................................................... 10
2.2. Visita Técnica .............................................................................................................................................. 11
2.2.1 Análise da Carga: ................................................................................................................................ 11
2.2.2 Verificação de trajeto: ........................................................................................................................ 11
2.2.3 Verificação do local de instalação: ..................................................................................................... 11
3. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS ..................................................................................................... 13

:46
3.1. Normas Nacionais e Internacionais ............................................................................................................ 13
3.1.1 :37
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas ............................................................................ 13
03

3.1.2 Normas Técnicas Internacionais ......................................................................................................... 15


23
/20

3.1.3 ASME - American Society of Mechanical Engineers ........................................................................... 15


/01

3.1.4 BS – British Standard .......................................................................................................................... 16


03
ad

3.1.5 Outros institutos e associações .......................................................................................................... 16


nlo
ow

3.1.6 Normas Regulamentadoras ................................................................................................................ 17


-D

3.2. Termos técnicos mais comuns.................................................................................................................... 17


38
43

4. RESPONSABILIDADES .............................................................................................................................. 23
2.1

4.1. Técnico em Segurança do Trabalho especialista em Rigging ..................................................................... 23


49

4.2. Supervisão de Rigging ou Supervisor local ................................................................................................. 24


la
cu

4.3. Rigger / Projetista ....................................................................................................................................... 24


trí

4.4. Homem de Área / Sinaleiro ........................................................................................................................ 25


Ma

4.5. Operador do equipamento......................................................................................................................... 26


da

4.6. Responsabilidade civil e criminal por acidente de trabalho ....................................................................... 27


or
tad

5. ACIDENTE DE TRABALHO EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS..................................................................... 29


or
ap

5.1. Estatísticas de acidentes - OSHA ................................................................................................................ 30


ilv

5.2. Riscos e Perigos da Atividade ..................................................................................................................... 31


S

5.2.1 Falta de mão de obra especializada ................................................................................................... 31


da
ro

5.2.2 Falha no dimensionamento de equipamentos, dispositivos, eslingas e acessórios........................... 31


au
eM

5.2.3 Falta de planejamento ou não seguir o que foi planejado ................................................................. 32


od

5.2.4 Solos frágeis ou mal compactados ..................................................................................................... 32


siv
clu

5.2.5 Operações próximas a redes elétricas................................................................................................ 33


ex

5.2.6 Riscos – Içamento fora do eixo. .......................................................................................................... 33


so
eu

5.2.7 Riscos – Efeitos do vento .................................................................................................................... 34


éd
tila
os

[Link] 125
ap
ta
Es
5.2.8 Vento – Tipos de Carregamento ......................................................................................................... 34
5.2.9 Riscos – Condições Climáticas ............................................................................................................ 35
6. SINALIZAÇÃO MANUAL PARA GUINDASTES ............................................................................................. 37
6.1. Vantagem do uso dos sinais ....................................................................................................................... 37
6.2. Sinalização para pontes rolantes ................................................................................................................ 39
6.3. Observações do Técnico em Segurança quanto ao Sinaleiro ..................................................................... 40
7. CARGA ................................................................................................................................................... 42
7.1. Carga Liquida .............................................................................................................................................. 42
7.1.1 Descobrindo o Peso da Carga Liquida ................................................................................................ 42
7.2. Carga Bruta ................................................................................................................................................. 43
8. CENTRO DE GRAVIDADE.......................................................................................................................... 45
8.1. Locação do Centro de Gravidade ............................................................................................................... 46
8.1.1 Cargas simétricas ................................................................................................................................ 47
8.1.2 Cargas assimétricas ............................................................................................................................ 47

:46
9. LINGADA ................................................................................................................................................ 49
:37
9.1. Arranjo das eslingas .................................................................................................................................... 50
03
9.2. Lingada – Escolha da eslinga ...................................................................................................................... 50
23

9.3. Eslingas ....................................................................................................................................................... 51


/20

9.3.1 Cabos de Aço ...................................................................................................................................... 52


/01
03

9.3.2 Classificação quanto pernas e arames ............................................................................................... 52


ad
nlo

9.3.3 Classificação quanto a Alma: .............................................................................................................. 53


ow

9.3.4 Formas de uso dos laços (arranjos) .................................................................................................... 53


-D
38

9.3.5 Torção: ................................................................................................................................................ 54


43

9.3.6 Tipo construtivo .................................................................................................................................. 55


2.1
49

9.3.7 Laços de Cabos de aço ........................................................................................................................ 56


la
cu

9.3.8 Laços de cabos de aço – Extremidades .............................................................................................. 56


trí
Ma

9.3.9 Dimensões para laços tipo “L” ............................................................................................................ 57


da

9.3.10 Tipos de arranjos para laços de cabo de aço ...................................................................................... 58


or
tad

9.3.11 Laços de cabo de aço com olhais ou terminais .................................................................................. 60


or
ap

9.3.12 Laços de Grampos .............................................................................................................................. 62


S ilv

9.3.13 Laços de Grampos – Montagem ......................................................................................................... 62


da
ro

9.3.14 Tabela de uso de aplicação de grampos - Norma ABNT NBR11099 ................................................... 63


au
eM

9.4. Cintas sintéticas de içamento de carga ...................................................................................................... 64


9.4.1 Materiais de Confecção ...................................................................................................................... 64
od
siv

9.4.2 Código de cores de identificação........................................................................................................ 65


clu
ex

9.5. Cordas ......................................................................................................................................................... 68


so

9.5.1 Tipos de Cordas e Cores de Identificação ........................................................................................... 68


eu

10. ELEMENTOS DE LIGAÇÃO E EQUIPAMENTOS AUXILIARES ..................................................................... 76


éd
tila
os

[Link] 126
ap
ta
Es
10.1. Manilhas ................................................................................................................................................. 77
1.1.1. Tipos de Manilhas ............................................................................................................................... 77
10.1.1 Identificação ....................................................................................................................................... 78
10.2. Esticadores forjados ............................................................................................................................... 81
10.3. Olhais de Içamentos ............................................................................................................................... 83
10.4. Ganchos Forjados ................................................................................................................................... 84
10.5. Gancho de Engate................................................................................................................................... 84
11. TIPOS DE INSPEÇÃO ............................................................................................................................ 86
11.1. Inspeção Programada ............................................................................................................................. 86
11.2. Inspeção Diária Pré-Uso ......................................................................................................................... 87
11.2.1 Inspeção de Eslingas ........................................................................................................................... 88
11.2.2 Inspeção de Acessórios....................................................................................................................... 90
12. GUINDASTES MÓVEIS.......................................................................................................................... 94
12.1. Operações com Guindastes .................................................................................................................... 95
12.2. Tipos Básicos e Configurações ................................................................................................................ 96
12.3. Guindautos ou caminhão munck (boom trucks) .................................................................................... 97

:46
12.4. Guindastes industriais (industrial cranes) .............................................................................................. 98
12.5. :37
Guindastes treliçado sobre caminhão (carrier-mounted lattice boom cranes) ..................................... 99
03
12.6. Guindastes treliçado sobre esteiras (crawler crane with lattice boom) .............................................. 100
23

12.7. Guindastes telescópios sobre caminhão (carrier-mounted telescopic boom crane) .......................... 101
/20

12.8. Guindastes telescópios qualquer terreno (rough terrain cranes) ........................................................ 102
/01

12.9. Guindastes carga pesada com mastro e contrapeso giratório (heavy lift mobile cranes) ................... 104
03
ad

13. GUINDASTES - COMPONENTES .......................................................................................................... 107


nlo

13.1. Guindastes Componentes - Transportador .......................................................................................... 108


ow
-D

13.2. Guindastes componentes – Contrapeso .............................................................................................. 109


13.2.1 Guindastes componentes – Contrapeso e a Estabilidade ................................................................ 109
38
43

13.2.2 Guindastes componentes – Contrapeso Standard ........................................................................... 110


2.1
49

13.2.3 Guindastes componentes – Contrapeso Adcional no guindaste...................................................... 110


la
cu

13.2.4 Guindastes componentes – Contrapeso adicional no guindaste ..................................................... 111


trí
Ma

13.3. Guindastes componentes – Lança Treliçada e Telescópica.................................................................. 112


da

13.4. Guindastes componentes – Moitão e Bola-Peso.................................................................................. 112


or

13.4.1 Guindastes componentes – Moitão ou Cardenal ............................................................................. 112


tad

13.4.2 Guindastes componentes – Jib e Extensão ...................................................................................... 114


or
ap

14. SEGURANÇA NAS OPERAÇÕES ........................................................................................................... 116


S ilv

14.1. Boas práticas na segurança de rigging ................................................................................................. 116


da

14.2. Fatores que Reduzem Capacidade de carga (SWL) .............................................................................. 117


ro
au

14.3. Cuidados com as Eslingas e Estropos ................................................................................................... 118


eM

14.4. Cuidados durante a Preparação, Içamento e Descarregamento de Cargas ......................................... 122


od

14.5. Isolamento da área ............................................................................................................................... 124


siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os

[Link] 127
ap
ta
Es

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