Curso de Rigging para Segurança do Trabalho
Curso de Rigging para Segurança do Trabalho
SERTECH Treinamentos
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Especialistas em Rigging
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SERTECH – Especialista em Movimentação de Cargas
No início de 2009 a empresa passa a ser SERTECH Consultoria e Treinamentos LTDA, cuja
modificação tem o objetivo de direcionar a empresa a sua vocação, criando uma entidade
especializada em fornecer suporte consultivo e treinamentos especializados na formação de
profissionais para atuar em Manutenção, Construção e Montagem.
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Com “know-how” fundamentado no conhecimento acumulado de seus profissionais e
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e Segurança no Trabalho.
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Até o início de 2014, a empresa já havia capacitado mais de 6.100 profissionais, em 230
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empresas em todo o território nacional, além de países como Portugal, Moçambique, Angola e
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Argentina.
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preservação da vida.
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melhoramento dos nossos métodos e didática, buscando capacitar e qualificar o maior número
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de profissionais.
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Á movimentação de carga
INTRODUÇÃO
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1. Introdução a Movimentação de cargas
Ao longo dos anos, a humanidade tem se utilizado de grandes obras para evidenciar o seu
elevado nível de desenvolvimento. Quanto maiores os desafios a serem vencidos, maior o mérito e a
honraria que a conclusão do trabalho merece e representa. Das igrejas e castelos da Idade Média às
pirâmides astecas e maias, passando pela muralha da China, cada sociedade desde tempos imemoriais
têm marcado a sua história pelos seus logros tecnológicos estampados em suas obras.
Realizações que representaram esforço extraordinário, trabalho de milhares de homens e
mulheres, recursos consideráveis e, principalmente, o fato de serem reconhecidos como prova do que o
ser humano é capaz de lograr quando unido em prol de um objetivo, como na sua época o foram a
construção do Canal de Panamá ou a Usina de Itaipu, por exemplo.
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A segurança nas atividades de movimentação de cargas sempre teve uma atenção especial, pois
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as grandes operações trazem riscos e perigos para os envolvidos e desavisados, que por muitas vezes,
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são de difícil previsão. Por isso, cada vez mais as empresas passam a investir em profissionais que sejam
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1.1. Movimentação de carga na idade antiga
Já fazem séculos desde que o homem passou a construir e mover cargas constantemente e
muitas obras feitas na idade antiga ainda são icógnitas, pela precisão, planejamento e a gestão da
operação. Se pensarmos como foi possível a construção das Pirâmides do Egito, com a colocação de
blocos de centenas de toneladas em lugares inacessíveis, dificilmente conseguiríamos chegar em uma
conclusão.
Estudiosos afirmam que isto foi possível graças à experiência acumulada no decorrer de anos e
muitos estudos, planejamento e uma gestão eficaz.
Nesta época o homem desenvolveu máquinas simples tal como sistemas de roldanas e alavanca,
cujos quais, utilizamos até hoje em nossas máquinas mais complexas.
Na maioria as construções deste período não tinham função mais simbólica tanto de ostentação
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de poder ou por motivos religiosos, e estes não tinham previsão de término, estas construções duravam
dezenas de anos e muitas não foram concluídas. :37
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energia, e também, a consumir um número cada vez maior de recursos naturais, energia e produtos
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industrializados. Nessa fase o homem passou a criar construções cada vez maiores, como prédios e com
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funções primordiais para sua evolução como fábricas dos mais diversos produtos, refinarias de petróleo,
barragens para a geração de energia, processamento de recursos ou outros processos.
Estas modernidades também impuseram prazos cada vez menores o que obrigou
desenvolvimento de diversas máquinas gigantescas para este fim. Escavadeira, caminhões e guindastes
imensos, escavando, movendo e içando maiores quantidades com maior velocidade, e para que estas
operações ofereçam segurança e produtividade, tivemos que desenvolver procedimentos de trabalho e
planejamento.
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Os primeiros modelos de guindastes foram inventados na Idade Antiga pelos gregos e eram
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movidos por homens e/ou animais de carga (como os burros). Esses guindastes eram usados para
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descarregamentos e construções de embarcações - alguns eram construídos sobre torres de pedra para
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Os primeiros guindastes eram feitos de madeira, mas com a Revolução Industrial, passaram a ser
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produzidos com ferro fundido e aço. Atualmente o guindaste é constituído normalmente por uma torre
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equipada com cabos e roldanas que é usada para levantar e baixar materiais.
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Na construção civil, os guindastes são estruturas temporárias fixadas ao chão ou montadas num
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veículo especialmente concebido, normalmente ao lado da edificação, usado para elevar cargas pesadas
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1.4. Guindaste moderno e o planejamento
Hoje a indústria produz guindastes capazes de içar cargas de milhares de toneladas, mas que
apesar do tamanho e da imponência são equipamentos frágeis que podem causar acidentes de
conseqüências imensuráveis.
Um simples erro durante a fase do planejamento pode causar perca de estabilidade ou uma
fadiga estrutural, por isto um bom profissional de movimentação de carga sempre deve ter o foco no
dimensionamento correto do equipamento para que execute as operações no menor tempo e com um
bom fator de segurança.
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1.5. O profissional de movimentação de cargas
Hoje o maior desafio para as empresas brasileiras é a falta de mão de obra qualificada, afinal o
crescimento na movimentação de cargas é constante e as oportunidades são inúmeras. Para estar
preparado, o profissional precisa ter como base, os conceitos simples e fundamentais da atividade.
Seja um profissional de planejamento, supervisor, lingador, ou auxiliar de movimentação de
cargas, é preciso que todos os envolvidos na operação conheçam os riscos e perigos em rigging. E para
garantir que todos sigam as normas e procedimentos de segurança, o maior responsável é o técnico em
segurança do trabalho, profissional que deve estar apto a interpretar todos os fatores que envolvem
direta ou indiretamente a operação de movimentação e manuseio de cargas.
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Toda operação de movimentação de carga oferece risco e deve ter um alto padrão de
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procedimentos envolvendo a segurança. Desde o estudo do local de descarregamento, o isolamento da
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área, até possíveis interferências como curvas, pontes, inclinações de rampas, etc. O profissional de
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segurança deve acompanhar toda essa verificação, para certificar-se de que tudo está conforme o
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planejado, e por tanto, é fundamental que saiba interpretar qualquer influência que esteja ligada ao
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içamento de cargas.
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Alguns pontos de atenção são o fator de segurança aplicado, assim como a taxa de utilização dos
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materiais e equipamentos. Certificar-se de que foi feito o check-list do equipamento de guindar, das
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eslingas e acessórios, é fundamental. São esses pontos que farão com que a atividade tenha uma maior
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segurança.
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Fiscalização de Rigging
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2. Fiscalização de Rigging
Até a década de 60, todas as operações de movimentação de carga eram feitas através de
técnicas de “Estudo de Campo”, ou seja, antes de cada manobra, operadores, supervisores e
encarregados faziam uma reunião de improviso onde se estabeleciam os métodos, recursos e
procedimentos a serem adotados. Por se tratar de um improviso, muitas destas operações resultavam
em acidentes que infelizmente não podiam ser investigados, pois não existia nenhum registro formal.
O planejamento de uma operação de içamento, assim como a movimentação e descarregamento
não se limitam a um evento isolado, e a fiscalização pode influenciar em aspectos de segurança,
cronograma da obra, podendo gerar ganhos ou atrasos imensuráveis, e com isto influenciando no
resultado de um projeto.
Por inúmero fatores, as empresas passaram a solicitar um planejamento eficaz, para que se
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tenha as orientações para a execução da operação. E ao planejar, não estamos pensando apenas no
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dimensionamento do guindaste, ou no número de pessoas envolvidas, e sim, trabalhar com margem de
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segurança, em seguir os padrões técnicos da atividade, assim como conhecer o trajeto e suas possíveis
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interferências.
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planejamento, assim como operacionais, para verificar se tudo está conforme com a atividade. Um
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check-list é necessário, tanto no equipamento de guindar, assim como nos acessórios de movimentação
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de cargas, e como isso não é feito pelo profissional de segurança, cabe a ele fiscalizar e cobrar caso isso
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2.2. Visita Técnica
Esta é um das tarefas mais importantes a ser executada antes da atividade, pois verifica toda
manobra de movimentação de carga e se tem a oportunidade de verificar os principais obstáculos que
podem interferir durante a operação.
Fazer essa visita com antecedência é importante para evitar surpresas no momento da operação,
como por exemplo, descobrir que a altura do guindaste é maior do que uma passarela e que esse é o
único trajeto possível.
Veja abaixo, as principais verificações a serem feitas em uma Visita técnica:
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segurança deve apenas conferir para que as informações estejam de acordo. 03
É importante verificar se a carga possui pontos de amarrações já definidos, cantos-vivos, olhais
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fixados, entre outras informações que serão úteis para agilizar a operação e trazer maior segurança.
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observando ladeiras, ruas estreitas, pontilhões, pontes, curvas e o calçamento. Em casos especiais o
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Como o técnico especiasta em rigging precisa se certificar que não haverão incidentes durante o
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trajeto, é importante que acompanhe essa visita e some a sua experiência e o senso crítico para
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Para o caso de cargas que serão instaladas em locais especiais, o indicado solicitar as dimensões
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básicas dos equipamentos que serão utilizados, e com isto verificar o acesso de carreta, ponto de
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Procedimentos Administrativos
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3. Procedimentos Administrativos
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os padrões técnicos exigidos.
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segurança pode consultar tanto as normas técnicas nacionais, como as internacionais, utilizando as suas
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regulamentações. A seguir uma relação das principais normas nacionais e internacionais aplicadas.
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Fundada em 1940, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela
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relacionadas com a atividade de movimentação de cargas. Algumas são normas recentes ou que estão
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em fase de adaptação, porém grande parte já foi instituida há tempo e servem para orientar sobre a
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Recomenda-se que o técnico em segurança tenha sempre disponível para consulta, as normas
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técnicas relacionadas a atividade, pois algum profissional poderá solicitar informações, ter dúvidas ou
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Abaixo temos uma relação de algumas normas técnicas relacionadas a atividade de rigging:
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NBR-4768:2001 - GUINDASTE ARTICULADO HIDRÁULICO – REQUISITOS. :37
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E MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS.
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CARGAS.
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EQUIPAMENTOS MECÂNICOS.
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* Para consultar as normas técnicas citadas nessa relação, basta acessar o site da ABNT e pesquisar no catálogo
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3.1.2 Normas Técnicas Internacionais
Além das normas técnicas brasileiras, algumas empresas se baseiam em normas internacionais,
criadas por associações e institutos como ASME, DIN, ANSI, COPANT, ISO e outros. Em muitos casos, o
técnico em segurança poderá encontrar equipamentos e ferramentas que foram produzidos com base
em normas internacionais e para isso, deve verificar se está em conformidade com nossas normas
vigentes e se tem validade em território nacional.
Os fabricantes de eslingas sintéticas até o ano de 2010, fabricavam seus materiais com base nas
normas americanas e européis, pois só a partir dessa data, que o Brasil passou a ter uma NBR com as as
instruções de fabricação para cintas planas e tubulares.
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3.1.3 ASME - American Society of Mechanical Engineers
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ASME B30.2-2005 - OVERHEAD AND GANTRY CRANES (TOP RUNNING BRIDGE, SINGLE OR MULTIPLE
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ASME B30.17-2006 - OVERHEAD AND GANTRY CRANES ( TOP RUNNING BRIDGE, SINGLE GIRDER, UNDERHUNG
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3.1.4 BS – British Standard
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BS 4278 Specification for eyebolts for lifting purposes :37
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BS 4429 Specification for rigging screws and turnbuckles for general engineering, lifting purposes and pipe
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hanger applications
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BS 6166 Lifting slings – Part 3: Guide to the selection and safe use of lifting slings for multi-purposes
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BS 6570 Code of practice for the selection care and maintenance of steel
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BS 6994 Specification for steel shackles for lifting and general engineering purposes grade 4 (M).
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EN - European Standards
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3.1.6 Normas Regulamentadoras
Algumas normas regulamentadoras estão ligadas a atividade de rigging e por isso, é importante
que o técnico em segurança tenha conhecimento das orientações e condições exigentes. No Brasil,
ainda não temos uma norma que regulamente especificamente a atividade de movimentação de cargas,
dando diretrizes sobre a mesma.
Lista com algumas normas relacionadas:
NR 11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS.
NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO.
o 18.22 MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS DIVERSAS
o 18.16 CABOS DE AÇO E CABOS DE FIBRA SINTÉTICA
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o ANEXO III – PLANO DE CARGAS PARA GRUAS
NR 17 – ERGONOMIA :37
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NR 25 – RESIDUOS INDUSTRIAIS
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REPARAÇÃO NAVAL.
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Para um melhor entendimento deste treinamento, vamos definir alguns termos técnicos a serem
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utilizados no decorrer de nossas atividades. Uma definição que deve ficar bem clara para todos é o
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RIGGING: O termo “Rigging” é usado para indicar uma atividade de içamento ou movimentação
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plataformas offshore.
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A palavra “Rigging” e derivada do termo “rig” que é uma estrutura que serve para prospecção e
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RIGGER: O termo “rigger” é usado como uma qualificação para profissionais experientes e
qualificados em movimentação de carga. Este profissional qualificado pode ser montador,
mestre de montagem, engenheiro ou qualquer outro profissional que tenha adquirido as
qualificações necessárias para executar ou coordenar operações de movimentação de carga.
CARGA RUPTURA MINIMA ou CRM: É a carga mínima aplicada em testes de equipamentos para
sua ruptura, este valor é obtido através de cálculos de engenharia e testes de laboratório.
CARGA SEGURA DE TRABALHO ou SWL (Safety Working Limit): Esta é a carga máxima suportada
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pelo equipamento sem que ofereça riscos à segurança. O valor é obtido através da divisão da
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CRM do equipamento pelo F.S (Fator de Segurança) de acordo com a aplicação do mesmo.
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ESLINGAS: São componentes que fazem a ligação entre a carga e o equipamento de guindar,
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CABO DE CARGA (“Hoist Rope”): Cabo principal de levantamento.
CABO ESTACIONÁRIO (“Pendant Line” - “Jib Stay Line”): Cabo auxiliar que mantém constante a
distância entre os pontos de amarração dos componentes unidos pelo mesmo (tirante,
estaiamento do jibe).
CABO DO JIBE (“Whip Line” ou “Auxiliary Hoist Line”): Cabo auxiliar de levantamento.
CAPACIDADE NOMINAL DA MÁQUINA: Capacidade máxima indicada pelo fabricante para uma
determinada configuração, isto é, comprimento de lança e raio de carga definidos ou exigidos
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pela norma de fabricação da máquina.
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fabricante para uma determinada configuração, isto é, comprimento da lança e raio de carga
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definidos.
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LINGADA (“Sling”): Conjunto de estropo com manilha, utilizado para amarrar a carga ao gancho.
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PESO DA CARGA (Weight Load): Obtido através de pesagem da carga ou do desenho certificado
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de fabricação da carga.
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RAIO DE GIRO: Distância entre o centro de giro da máquina e o centro de gravidade da carga.
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MOITÃO (“Block”): Conjunto de polias que formam um conjunto único móvel, utilizado para
acoplar o cabo de carga à lingada.
MOITÃO PRINCIPAL (“Load Block-Lower” ou “Hoock Block”): Conjunto formado por moitão,
manilha ou gancho, este com ou sem destorcedor (“Swivel”), suspenso pelo cabo de carga.
JIBE (“Jib”): Extensão fixada à ponta da lança com a finalidade de aumentar o raio de carga da
máquina.
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PESO DE MOVIMENTAÇÃO: Peso total ou parcial máximo da carga acrescido do peso de todos os
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FATOR DE SEGURANÇA (Safety factor): Este pode ser definido como uma margem de segurança
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para compensar eventuais fatores negativos, como um pequeno erro de cálculo, desgaste nos
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equipamentos devido ao uso, alguns pequenos movimentos bruscos que pode causar um
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QUADRANTES: Regiões definidas pelas retas que passam pelo centro de giro e da máquina pelos
centros de apoio das sapatas das patolas estendidas.
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TAXA DE UTILIZAÇÃO: A Taxa de Utilização nos fornece o percentual que estamos utilizando de
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Responsabilidades
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4. Responsabilidades
Para que uma operação de içamento seja feita com segurança, todos os envolvidos devem ter
conhecimento de suas responsabilidades e obrigações na execução desta tarefa. Desde o gestor da
operação, até o auxiliar de movimentação de cargas devem conhecer suas responsabilidades e as
funções que deverão exercer durante a atividade.
Assumindo as responsabilidades indivuais e coletivas, os acidentes na atividade de
movimentação de cargas tendem a diminuir, afinal, tanto na parte de gestão, como de operação, todos
os envolvidos estarão atentos aos riscos e perigos da atividade.
As responsabilidades poderão mudar significativamente de acordo com cada empresa, mas existem
as padrões que serão listadas por função, conforme demonstrado a seguir.
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4.1. Técnico em Segurança do Trabalho especialista em Rigging
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Ter acesso aos documentos referentes a operação e verificar se todos os campos estão
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devidamente preenchidos.
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Acompanhar juntamente do Supervisor de Rigging, todo o trajeto por onde a carga será
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Isolar a área da operação e retirar aqueles que não estão envolvidos na atividade.
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Reunir a equipe de operação e fazer um breve diálogo apresentando um resumo dos possíveis
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riscos da atividade, orientando todos sobre a rota de fuga, trajeto da carga, obstáculos, outros.
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Assegurar que todos os envolvidos estejam cientes da atividade, desde a preparação, até o
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descarregamento.
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Certificar que não há dispositivos de origem desconhecida, defeituosos, com possíveis danos ou
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descarregamento da carga.
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4.2. Supervisão de Rigging ou Supervisor local
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Designar o sinaleiro e apresentá-lo aos operadores e vice-versa. 03
Manter a segurança da equipe de içamento e de todo pessoal que possa ser afetado pelos
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movimentos do guindaste.
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Assegurar que todas as precauções de segurança foram atendidas quando o guindaste operar
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Assegurar que todo o pessoal envolvido na operação entenda-a, assim como suas
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Projetar, dimensionar e apresentar a posição das amarrações, com listas de acessórios e eslingas.
od
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Planejar a configuração do guindaste: lança, raio, contra peso, sapatas, moitão, passadas de
cabo, etc.
Calcular possíveis interferências, como efeitos do vento, arrasto, etc.
Em caso de verticalização, calcular e orientar o supervisor sobre os momentos da carga.
Calcular as tensões atuantes.
Aplicar os fatores de segurança e taxas de utilizações em todos os cálculos e dimensionamentos.
Definir a estratégia de levantamento e movimentação de carga, do início até a montagem final e
apresentar a operação em desenhos técnicos, conforme norma, de todas as etapas.
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Ter conhecimento de cálculos para a determinação do peso, o centro de gravidade e as
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características das cargas.
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Ser constantemente treinado para que esteja apto a inspecionar e determinar se eslingas e
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cabos de aço ou outras peças de içamento estão danificadas ou impróprias para o uso.
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Durante uma operação de içamento, o supervisor do local, deverá designar um “Sinaleiro”, para
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Numa operação de içamento podem estar envolvidos diversos “Homens de campo”, mas
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somente um pode ser o “Sinaleiro”, e o operador deve seguir somente os sinais do Sinaleiro,
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ficando o operado proibido de executar qualquer movimento sem que este seja solicitado pelo
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Posicionar-se de maneira a ser visto pelo operador, lembrando-se sempre que estiver fazendo
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uso de sinais manuais, deve estar próximo o suficiente para ser visto pelo mesmo;
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Ter a visão total do guindaste, da carga e possíveis obstáculos, posicionando-se em local seguro
para não ser atingido pela carga enquanto estiver se movendo;
Parar a operação imediatamente caso observe algum desvio ou condição insegura.
Como precaução de segurança, o Sinaleiro deve estar equipado com rádio comunicador, para
comunicação direta com o operador de guindaste, no caso de alguma dificuldade de contato visual.
O operador geralmente é o principal responsável pela segurança durante uma operação com
guindastes e para isto este deve:
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Possuir conhecimento do equipamento e de suas particularidades, suas características,
funções e limitações. :37
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configuração.
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Verificar se a carga está devidamente equipada conforme seu peso e o local onde esta será
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colocada. (Embora os operadores não sejam responsáveis por determinar os pesos da carga,
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Considerar todos os fatores que podem reduzir capacidade do guindaste e ajustar o peso de
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carga adequadamente.
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Manter a comunicação visual com sinaleiro ou via radio com pessoa designada pelo
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supervisor da operação.
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4.6. Responsabilidade civil e criminal por acidente de trabalho
Art. 19. Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo
exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provocando lesão
corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou
temporária, da capacidade para o trabalho.
§ 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção
e segurança da saúde do trabalhador.
§ 2º Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas
de segurança e higiene do trabalho.
§ 3º É dever da empresa prestar informações pormenorizadas sobre os riscos da operação a
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executar e do produto a manipular. :37
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[Link]
em Movimentação de cargas
Acidente de Trabalho
28
5. Acidente de trabalho em movimentação de cargas
:46
listamos uma relação com as 10 mais identificadas nos estudos de casos e avaliações feitas por órgãos
:37
03
competentes:
23
/20
/01
Existem várias outras possíveis falhas encontradas nas operações e cabe ao técnico em segurança
da
ro
especialista em rigging, auxiliar os responsáveis pela gestão, a evitar que essas aconteçam. Números
au
eM
operação.
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 29
ap
ta
Es
5.1. Estatísticas de acidentes - OSHA
Conforme estudo elaborado pela OSHA (Occupational Safety and Health Administration), apenas
6% dos acidentes de trabalho é provocado por falhas em máquinas e equipamentos, sendo os outros
94% de responsabilidade humana, conforme ilustrado na tabela a seguir.
RESPONSABILIDADE E CAUSAS PRINCIPAIS DE ACIDENTES
RESPONSABILIDADE CAUSAS PARTICIPAÇÃO
PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO 12%
GESTÃO NORMAS E PROCEDIMENTOS 7% 46%
SUPERVISÃO 27%
HOMEM
DESATENÇÃO 14%
OPERAÇÃO NEGLIGENCIA 8% 48%
IMPERICIA 26%
EQUIPAMENTO FALHA MECÂNICA 6% 6%
:46
FONTE: OSHA
Dolo :37
03
23
Culpa
/01
03
É o ato que embora não seja intencional é produzido por imprudência, negligência ou imperícia.
ad
nlo
Imprudência
ow
-D
Negligência
49
la
Imperícia
Ma
da
[Link] 30
ap
ta
Es
5.2. Riscos e Perigos da Atividade
Toda operação de movimentação de carga envolve diversos riscos que podem causar acidente de
proporções imensuráveis causando perdas matérias e humanas. Estes acidentes podem ser evitados
com algumas medidas que com o nível de tecnologia e conhecimento podemos considerar simples, mas
os principais fatores causadores de acidentes são de ordem humana ou fenômenos naturais.
Tendo uma atenção especial aos riscos e perigos mais comuns da atividade, o técnico em
segurança estará diminuindo as probabilidades de um acidente acontecer e assim, salvando vidas.
Hoje devido ao momento econômico favorável em que o país se encontra, existe uma grande
quantidade de obras ocorrendo paralelamente.
:46
Ainda passamos por uma mudança de mentalidade onde todos empresários esperam por
:37
profissionais prontos e experientes, não importando como este profissional foi formado. E na
03
23
movimentação de carga isto não é diferente, pois para muitos profissionais um guindaste ou uma ponte
/20
/01
rolante é uma equipamento de erguer carga independente da carga, um cabo de aço serve para amarrar
03
Para podermos modificar este que é o maior causador de acidentes, somente será possível com
ow
-D
acessórios
trí
Ma
da
Temos hoje muitas empresas solicitando plano de rigging, mas sem saberem o porque da
or
tad
caso venha a sofrem qualquer dano, e é um erro muito grande, afinal em toda operação de
S
da
movimentação de carga o foco deve ser sempre a segurança da carga, pois se esta for manipulada de
ro
au
eM
estão envolvidos e são poucos os profissionais que estão aptos a identificá-los e calculá-los de forma
ex
eficaz.
so
eu
éd
tila
os
[Link] 31
ap
ta
Es
5.2.3 Falta de planejamento ou não seguir o que foi planejado
Documentos adulterados, análises mal feitas e planejamento incorreto são situações corriqueiras
em empresas de todos os tamanhos, e as vezes isto é feito a fim de se conseguir um contrato, para
prosseguir com uma montagem ou a liberação de um equipamento.
Isto ainda é feito pois normalmente quem analisa os documentos relacionados á movimentação
de carga são profissionais sem conhecimento no assunto que acreditam que se um documento tem uma
assinatura, este está correto.
Não verificar o trajeto da carga, dimensionar o guindaste de acordo com a atividade em questão,
desconsiderar a locação do centro de gravidade, utilizar quaisquer eslingas que se encontre em campo,
são algumas das falhas de planejamento e gestão na atividade.
Devemos lembrar que “Nem a pena mais dura pode reparar uma vida perdida”.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
solos que não tinham a compactação ideal ou até mesmo, a falta de análise do mesmo. Devido a
Ma
da
suportação do solo, ou seja solo arenoso, obstáculos no sub-solo (tubulações e dutos enterrados), falta
or
tad
de compactação do solo, entre outros, é fundamental que seja feita uma análise prévia, até mesmo para
or
ap
PROXIMO
ROCHAS SOLTAS PISO ARRENOSO
A BURRACOS
so
[Link] 32
ap
ta
Es
5.2.5 Operações próximas a redes elétricas
Um dos principais riscos á vida dos envolvidos em manobras com guindaste é o de choques
acidentais com a rede elétrica ocasionando descargas e morte.
Existe uma faixa mínima de distância que deve ser respeitada, cuja qual, pode ser obtida em normas
da concessionária de energia responsável pela rede. No caso de ser necessário avançar para dentro
desta faixa, é necessária autorização da concessionária e um acompanhamento da equipe técnica da
mesma, que poderá decidir por desligar a rede ou re-programar o içamento.
O vento pode interferir e provocar a aproximação dos cabos de energia com o equipamento de
içamento:
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
Os limites úteis de içamento de um guindaste são calculados, considerando cargas livres com a carga
2.1
alinhada com o eixo das roldanas da lança. Se o moitão não estiver alinhado no eixo vertical com a
49
la
cu
ponta da lança serão geradas cargas laterais que podem desestabilizar o guindaste e provocar uma falha
trí
Ma
[Link] 33
ap
ta
Es
5.2.7 Riscos – Efeitos do vento
O efeito do vento pode causar sérios riscos a uma operação, especialmente quando utilizamos
lanças longas e isto pode piorar dependendo do volume da carga.
Muitos fabricantes exigem uma redução da capacidade de carga dos equipamentos dependendo
da velocidade do vento. Em alguns casos a operação deve ser interrompida e a lança deve estar muito
bem presa.
No Brasil temos a norma NBR-13129-1994 – Cálculo da Carga de Vento em Guindaste, que pode
ser aplicada quando a tabela do fabricante não indicar a carga de vento máxima para o equipamento.
VENTO LATERAL:
:46
Normalmente um guindaste independente da sua forma
:37
03
construtiva da lança (treliçada ou telescópica), pode suportar 30km/h
23
colapso.
38
VENTO FRONTAL:
trí
Ma
da
[Link] 34
ap
ta
Es
VENTO TRASEIRO:
:46
:37
03
23
tempo ruim, névoa, chuva, escuridão ou poeira, a operação deve ser interrompida até que a situação
ow
-D
esteja normalizada ou que seja utilizado outro meio de comunicação entre estes.
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
“QUANDO SE BUSCA UM RESULTADO A QUALQUER CUSTO O RESULTADO PODE NÃO SER O ESPERADO”
éd
tila
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[Link] 35
ap
ta
Es
Es
ta
ap
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tila
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clu
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au
ro 06
da
Silv
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tad
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Ma
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cu
la
49
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-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
Sinalização Manual
NBR 11436-1988
36
6. Sinalização manual para guindastes
Seguindo um padrão internacional, a norma brasileira sobre Sinalização para Guindastes, diz que o
ideal é utilizar a comunicação através de sinais manuais. Conforme a ASME (American Society of
Mechanical Engineers ), o sinal deve ser feito claramente e o operador tem que compreender da mesma
forma.
Um dos pontos mais importantes e que deve ser de conhecimento do técnico em segurança é que o
tipo de sinalização adotada deve ser o mesmo para todos os envolvidos na operação. Se de um lado o
Sinaleiro optar por utilizar a Sinalização Manual conforme a NBR-11436, o operador e os demais
envolvidos, deverão estar cientes e preparados para o entendimento dos sinais.
:46
→ Clareza no entendimento. :37
03
23
/20
→ Velocidade da sinalização.
/01
03
ad
nlo
→ Padrão Internacional.
ow
-D
38
→ Facilidade de interpretação.
43
2.1
49
Dicas importantes:
da
or
tad
or
¹ Como boa prática, peça para que o Operador e o Sinaleiro tenham uma conversa antes do início da
ap
ilv
² Caso seja identificado que uma sinalização não consta na Norma, mas que seja de uso diário da
ro
au
equipe, o Supervisor deve padronizar o sinal, criando um procedimento interno e avisando todos os
eM
od
envolvidos na atividade.
siv
Procedimentos Internos. Utilize as reuniões diárias com a equipe para praticar a Sinalização Manual.
so
eu
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[Link] 37
ap
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Es
Es
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/01
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23
03
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:46
[Link]
38
6.2. Sinalização para pontes rolantes
Abaixo o quadro de sinais para orientação do operador durante trabalhos com pontes
rolantes.
:46
:37
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23
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ow
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Ma
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ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
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so
eu
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os
[Link] 39
ap
ta
Es
6.3. Observações do Técnico em Segurança quanto ao Sinaleiro
• O sinaleiro se torna aos olhos do operador de guindaste. Muitas vezes, o operador não pode ver
a carga, seja ao longo de um telhado plano ou do outro lado de uma parede, etc. As vezes mesmo a
carga bem a sua frente dele, o operador não pode ver através dela e prever onde possa haver um
obstáculo.
:46
• :37
O sinaleiro deve ter consciência de cada movimento que a carga fará a cada sinal. Os sinais
03
23
para guindaste destinam-se a dizer ao operador do guindaste o que ele fazer e em qual direção a carga
/20
/01
irá. Um sinal faz com que o guindaste se mova, gire suba e desça carga.
03
ad
nlo
• Certifique-se que seus sinais são visíveis para o operador. Existe um sentimento de que o
ow
-D
mantendo um contato visual com o operador este estará vendo seus sinais. Errado! E esta é uma falsa
38
43
percepção que um bom sinaleiro tem que trabalhar duro para mudar, pois um bom sinaleiro deve saber
2.1
quando seus sinais estão sendo visto, interpretados e executados pelo operador. Muitos operadores
49
la
ignoram os sinais por acreditarem que já sabem o que deve que ser feito, isto é uma prática ariscada,
cu
trí
Ma
pois o sinaleiro que deve orientar o operador e não o contrario. Um bom operador sabe que ele não
da
pode executar nenhum movimento de seu equipamento sem que lhe seja dada uma orientação.
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
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tila
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[Link] 40
ap
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Es
Es
ta
ap
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S
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ilv
ap
or
tad
or
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nlo
ad
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/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
Definição e Cálculos
Cargas
41
7. Carga
A Carga bruta pode ser definida como “todo e qualquer corpo que exerça força sobre o
equipamento de guindar”, ou seja, o objeto que será movimentado e/ou içado, assim como todos os
acessórios utilizados para amarração
A Carga liquida é a peça, tubo ou equipamento que esta sendo movimentado, e a primeira e
mais importante etapa em qualquer processo de preparação é determinar peso da carga a ser içada.
Esta informação pode ser obtida através da nota fiscal da carga, informações do projeto,
informações de catálogo, especificação do fabricante e outros variados meios. Quando não temos estas
:46
informações disponíveis é necessário calcular o peso da carga.
:37
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/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
Para isto muitos profissionais costumam optar pelo método do “chute”, mas para que possamos
ilv
S
fazer nosso trabalho com segurança devemos buscar essa informação, seja através do projeto da carga
da
ro
fornecido pela engenharia, ticket da balança de pesagem, nota fiscal (dados de transporte) ou solicitar
au
eM
[Link] 42
ap
ta
Es
7.2. Carga Bruta
A carga bruta pode ser definida como tudo que está abaixo da polia da lança ou o conjunto
composto da carga liquida, cabos do guindaste, moitão, eslingas, acessórios e dispositivos.
O técnico em segurança especialista em rigging deve verificar se o peso da carga bruta está
descrito no plano e se a amarração está de acordo com o peso informado.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
O peso bruto irá afetar diretamente na capacidade de carga do guindaste, portanto deve ser
tad
or
operação o técnico de segurança observa que estão utilizando uma manilha de 2”, deve-se parar a
S
da
operação de imediato, pois o peso da manilha faz parte do peso bruto e não consta essa diferença no
ro
au
documento.
eM
O rigger é o responsável por conhecer o peso bruto da carga, assim como outras configurações,
od
siv
portanto o técnico de segurança pode solicitar informações sobre os cálculos da carga bruta, para que
clu
ex
conheça como chegou a esse resultado e em caso de alterar algum material de içamento, solicitar que o
so
eu
[Link] 43
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
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éd
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ex
clu
siv
od
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au
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S
08
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ap
or
tad
or
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Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
Definição e Reações
Centro de Gravidade
44
8. Centro de Gravidade
O centro de gravidade de qualquer objeto é o ponto onde se supõe que seu peso esteja concentrado
ou, dito de outra forma, é o ponto de equilíbrio.
Figura 2 - Símbolo do
Centro de Gravidade
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
A locação correta do centro de gravidade de uma carga é fundamental para a definição correta
or
tad
da lingada, para isto o rigger deve sempre locar o ponto de suspensão alinhado verticalmente com o
or
ap
centro de gravidade ou quando ter mais de um ponto de suspensão estes dever ser locados em relação
ilv
S
da
a ele.
ro
au
Algumas reações do centro de gravidade podem ser facilmente observadas pelo técnico em
eM
segurança especialista em rigging, dentre elas estão o balanço da carga, içamento desnivelado, ou
od
siv
tombamento inesperado da peça devido a algum movimento brusco do guindaste. Ao ter a locação
clu
ex
exata do centro de gravidade, a amarração da carga irá ser feita de acordo com esse ponto, portanto a
so
[Link] 45
ap
ta
Es
:46
Uma amarração sem conhecimento do C.G. deixa a carga instável. :37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
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2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
A locação do centro de gravidade pode variar dependendo do tipo de carga, esta pode ser
od
simétrica ou assimétrica, independente do tipo de carga a locação do CG deve ser informada pelo
siv
clu
[Link] 46
ap
ta
Es
8.1.1 Cargas simétricas
Formada por objetos com dimensões simétricas, neste caso o CG este locado no centro
geométrico do objeto. São peças mais fáceis de serem içadas, pois visivilmente se percebe onde está o
centro da carga e basta alinhar o moitão para que o içamento seja feito com segurança.
:46
8.1.2 Cargas assimétricas :37
03
23
/20
Objetos com dimensões diferentes, onde nestes casos o CG vai estar mais próximo a maior
/01
03
concentração de massa.
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
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la
cu
trí
Ma
da
A locação do CG deve ser fornecida e marcada nas cargas pelo fabricante, mas em alguns casos
or
tad
gravidade. Isto pode ser feito pelo método do içamento monitorado, que se baseia no içamento da
ilv
S
da
carga em dois pontos, mas que não cabe ao técnico em segurança calcular, e sim, verificar se a
ro
au
[Link] 47
ap
ta
Es
Es
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23
03
:37
:46
[Link]
Ferramentas
Eslingas e acessórios
48
9. Lingada
Lingada é o nome dado ao arranjo utilizado para a ligação e amarração da carga ao equipamento de
guindaste, a seguir um exemplo de lingada.
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:37
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siv
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ex
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[Link] 49
ap
ta
Es
9.1. Arranjo das eslingas
A capacidade de carga de uma lingada esta ligada ao arranjo das eslingas utilizadas, dependendo de
sua forma de uso este pode ter uma ganho de capacidade de carga ou uma perca considerável.
Este arranjo vale tanto para Laços de cabo de aço, Laços de cintas sintéticas e correntes.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
Não se pode afirmar plenamente onde utilizar cada eslinga, mas alguns especialistas indicam o uso
or
ap
Cabos de Aço: Utilizados na forma de laços com olhais ou terminais especiais para cargas
ro
au
eM
com superfície lisa, oleosa ou escorregadia, e cargas que não necessitem serem içadas em uma
od
posição especifica. Os laços de cabo de aço não devem ser utilizados em situações que nescessitem
siv
clu
o uso de lingada na forma “FORCA”. Pois laços de cabo de aço podem arranhar ou danificar pinturas
ex
das peças.
so
eu
éd
tila
os
[Link] 50
ap
ta
Es
Laços de Cintas Sintéticas: Indicados para cargas com superfícies extremamente escorregadias,
superfícies irregulares ou sensíveis, como por exemplo, cilindros de calandragem, feixes de tubos,
eixos, peças prontas e pintadas.
Correntes: Utilizadas na forma de Lingas ou pré-lingadas com terminais indicadas para materiais em
altas temperaturas e cargas que não tenham olhais tais como chapas ou perfis, com ganchos podem
ser acopladas aos olhais da carga.
Cordas de Sisal e Sintéticas: Não devem ser utilizadas para içamento de carga, e sim para amarrar
partes da carga com baixo peso, como corrimão, pisos, fechamentos, peças de aquecimento e
refrigeração ou outras peças passíveis de amassamento.
:46
:37
Combinação Cabo/Corrente: Empregadas para o transporte de perfis e trefilados. Neste caso a
03
corrente deve ficar na área de desgaste onde possivelmente existam cantos vivos, e o cabo fica nas
23
/20
extremidades exercendo função de suporte e facilitando a passagem da eslinga por baixo das cargas.
/01
03
ad
nlo
9.3. Eslingas
ow
-D
38
Eslinga pode ser considerado o componente mais importante numa lingada, sendo praticamente
43
2.1
E os principais tipos de eslingas são as Cordas, Laços de Cabo de aço, Laços de Cintas sintéticas e
la
cu
trí
as Lingas Correntes.
Ma
da
or
tad
or
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S
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eM
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siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
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[Link] 51
ap
ta
Es
9.3.1 Cabos de Aço
Para uma correta utilização dos laços é importante que o lingador tenha conhecimento sobre o
material com o qual este tipo de eslinga é feito.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
Arames
trí
Arame Central
Ma
1
12 2
da
11 13
3
14
18
10 19 15 4
or
17
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tad
Alma 8 7 6
1
or
ap
2
ilv
6
S
Perna
da
Classe
ro
3
eM
5 Numero
Cabo Numero 6 x 37
od
de fios
4 de pernas 6 x 19
siv
5 x 22 por perna
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 52
ap
ta
Es
9.3.3 Classificação quanto a Alma:
A alma tem a função de preencher o espaço entre as pernas e pode ser de fibras naturais,
sintéticas ou de aço.
Almas de fibra representam maior flexibilidade e menor preço, almas de aço maior resistência a
tração.
AF - Alma de Fibra natural podendo ser se Sisal ou Cânhamo;
AFA - Alma de Fibra Artificial normalmente de poliéster;
AA - Alma de Aço;
AACI - Alma de Aço com Cabo Independente: combinação de flexibilidade com resistência à
tração.
:46
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/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
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49
diâmetro do cabo.
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 53
ap
ta
Es
9.3.5 Torção:
As pernas são enroladas simetricamente ao redor de um núcleo ou alma, para formar o cabo de
aço.
Torção à Direita: quando as pernas são torcidas da esquerda para a direita (Z).
Torção à Esquerda: quando as pernas são torcidas da direita para a esquerda (S).
:46
:37
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23
/20
/01
Regular á
ad
Direita
ow
Esquerda
2.1
49
Lang á
cu
trí
Lang á
or
Esquerda
(abrasão) e dá mais flexibilidade
Silv
da
ro
au
Nota 1: Para a utilização de cabos com torção a Regular Esquerda deve se antes considerar todas as
eM
Nota 2: A não ser em casos especiais (como por exemplo, cabo trator de linhas aéreas) não se deve usar
clu
ex
cabos de torção Lang com alma de fibra por apresentarem pouca estabilidade e pequena resistência aos
so
eu
amassamentos.
éd
tila
os
[Link] 54
ap
ta
Es
9.3.6 Tipo construtivo
Além da classificação conforme o seu diâmetro e alma, os cabos também são classificados
conformes seu tipo construtivo. Os mais comuns são:
:46
finos encontram-se na periferia. :37
03
Baseados nestes 4 arranjos muitos outros foram surgindo ao longo do tempo para atender situações
ro
au
específicas.
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 55
ap
ta
Es
9.3.7 Laços de Cabos de aço
O Laço de cabo de aço (Wire Rope Sling) é uma das principais ferramentas usadas na
Movimentação de Carga, portanto é fundamental seu conhecimento.
Um laço de cabo de cabo pode ser tão resistente quanto o cabo de aço do qual ele é feito.
Algumas variáveis podem afetar a capacidade de carga dos laços e uma das principais são seus olhais.
No Brasil, para a escolha do laço de cabo de aço devemos considerar a norma Brasileira ABNT
NBR 13541-1:2011 - Lingas de cabo de aço.
A capacidade de carga de um laço está diretamente ligada a eficiência do olhal aplicado a esse. A
:46
seguir, temos os quatro tipos de olhais normatizados pela norma brasileira ABNT NBR 13541/1995.
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
Este tipo de olhal é o mais seguro, uma vez que parte da resistência do olhal é dado pelo
tad
or
a. Altas temperaturas
siv
[Link] 56
ap
ta
Es
Tipo 3 - trançado manualmente (sem presilha);
Possui resistência mais baixa que os demais e não deve ser utilizado em situações em que o laço
possa sofre rotações ou cargas cíclicas.
:46
9.3.9 Dimensões para laços tipo “L”
:37
03
Para LAÇOS INDIVIDUAIS os comprimentos devem estar de acordo com o solicitado, dentro de
23
/20
uma tolerância de ± 0,5% ou mais ou menos duas vezes o diâmetro do cabo, valendo o que for maior.
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
Quando os laços forem montados em CONJUNTO DE LAÇOS, essa tolerância não deve exceder ±
or
tad
0,25% ou mais ou menos uma vez o diâmetro do cabo, valendo o que for maior.
or
ap
ilv
S
m
au
eM
1,00 1,25 1,60 2,00 2,50 3,20 4,00 5,00 6,30 8,00 10,00 12,50 16,00
od
[Link] 57
ap
ta
Es
9.3.10 Tipos de arranjos para laços de cabo de aço
Os laços de cabos de aços são confeccionados conforme arranjos padrões conforme ilustrações a
seguir.
:46
Laço tipo "L"
:37
03 Laço tipo “L2”
23
/20
[Link] 58
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro
da
Silv
ap
or
tad
or
da
[Link]
Laço tipo “L6”
59
Laço tipo “L13”
:46
9.3.11 Laços de cabo de aço com olhais ou terminais
:37
03
23
Os laços devem ser fabricados a partir de cabos de aço novos, sendo os indicados por norma os de
/20
/01
classe 6x19 ou 6x37, de torção regular, com alma de fibra (AF) ou alma de aço com cabo independente
03
(AACI), conforme NBR 6327 ou ISO 2408. A resistência dos arames deve ser pelo menos 1764 MPa para
ad
nlo
Conforme a norma NBR-13541, laços com bitola acima de Ø1.1/2”(38mm) devem ser
au
eM
confeccionados somente com cabo de aço com alma de aço com cabo independente (AACI).
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 60
ap
ta
Es
LAÇOS DE CABO DE AÇO, 6 X 19 OU 6 X 37, COM ALMA DE FIBRA (AF/AFA)
Comprimento Dimensões do olhal Capacidade Segura de Trabalho Peso linear
Diâmetro nominal
mínimo (mm) (mm) Simples Forca Cesto estimado
pol mm A B C (t) (t) (t) kg/m
1/4" 6,4 400 106 53 0,4 0,3 0,8 0,16
5/16" 8,0 500 132 66 0,7 0,6 1,4 0,24
3/8" 9,5 600 157 78 1,0 0,8 2,0 0,35
7/16" 11,5 700 190 95 1,3 1,0 2,6 0,48
1/2" 13,0 800 210 107 1,7 1,4 3,4 0,63
5/8" 16,0 1000 264 132 2,7 2,2 5,4 0,98
3/4" 19,0 1200 314 157 3,8 3,0 7,6 1,41
7/8" 22,0 1400 363 181 5,2 4,2 10,4 1,92
1" 26,0 1600 429 214 6,7 5,4 13,4 2,50
1.1/8" 29,0 1800 478 239 8,4 6,7 16,8 3,17
1.1/4" 32,0 2000 528 264 10,0 8,0 20,0 3,91
1.3/8" 35,0 2200 578 289 12,0 9,6 24,0 4,73
1.1/2" 38,0 2400 627 313 15,0 12,0 30,0 5,63
:46
LAÇOS DE CABO DE AÇO, 6 X 19 OU 6 X 37, COM ALMA DE AÇO COM CABO INDEPENDENTE (AACI)
:37
03
Comprimento Dimensões do olhal Capacidade Segura de Trabalho Peso linear
Diâmetro nominal
23
ATENÇÃO!
siv
clu
AS TABELAS SÃO BASEADAS NAS INFORMAÇÕES CONTIDAS NA “NBR-13541” E DEVEM SER VERIFICADOS COM
ex
so
[Link] 61
ap
ta
Es
9.3.12 Laços de Grampos
A norma ABNT NBR 11099:1989 - GRAMPO PESADO PARA CABO DE AÇO – ESPECIFICAÇÃO
estabelece características para grampos e aplicação destes. Todos os grampos devem ser montados de
forma que o mordente se prenda à perna portante, conforme desenho da figura a seguir.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
Laços feitos com grampos (clipes) devem ser utilizados apenas para uma única aplicação,
ad
nlo
devendo ser desfeitos logo após a utilização, para que não sejam utilizados erroneamente. Utilizar
ow
-D
Para olhais montados feito com grampos considera-se 80% da carga de ruptura mínima (CRM)
2.1
[Link] 62
ap
ta
Es
9.3.14 Tabela de uso de aplicação de grampos - Norma ABNT NBR11099
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 63
ap
ta
Es
9.4. Cintas sintéticas de içamento de carga
As cintas de fibras sintéticas são muito úteis nos trabalhos de montagem, principalmente porque
são mais leves do que os laços de cabo de aço. Não “machucam” peças usinadas, componentes de
máquinas, como eixo usinados, não tem como produzir faíscas e, sobretudo, são bastante elásticas,
absorvendo com facilidade pequenos e indesejáveis movimentos bruscos.
:46
:37
03
As cintas de fibras sintéticas são fabricadas com três tipos de material: Poliéster (PES), Poliamida
ad
Vantagens: Boa resistência quanto à luz, calor e ácidos solventes; boa elasticidade
cu
trí
Ma
Desvantagens: Não resiste à base e por isso não deve ser lavada com sabão.
da
Observação: Pelo seu valor de mercado e suas características, é a cinta mais utilizada para a
or
tad
elevação de cargas.
or
ap
ilv
Desvantagens: O tipo de material absove muita água, o que pode fazer com que a cinta fique
clu
ex
[Link] 64
ap
ta
Es
[Link]. Cintas de Polipropileno (PP)
Características de Material
aplicabilidade Poliéster Poliamida Polipropileno
Absorção a choque Bom Excelente Muito bom
Resistência a abrasão Excelente Muito Bom Muito bom
:46
Resistência a fadiga Excelente Bom Excelente
Resistência a tração Excelente :37
Excelente Muito bom
03
23
Resistência Química
nlo
ow
Conforme a norma brasileira (NBR 15637-2:2010 CINTAS TÊXTEIS PARA ELEVAÇÃO DE CARGAS),
tad
or
cada determinada capacidade da cinta possui uma cor e características de identificação. Em caso de
ap
ilv
[Link] 65
ap
ta
Es
Cintas Tubular (CT)
Descrição: Laço sem fim de cinta tubular com capa simples,
Norma: NBR 15637-1 ou EN1492-2 (Até 2010 não existia norma ABNT sobre o assunto)
Fator de segurança: 7:1 ( sem costura lateral e etiqueta protegida))
Material de Fabricação: 100% poliéster.
:46
Laranja 1,5 58,0 80,0 12,0 9,6 24,0 2,44
Laranja 0,3 70,0 96,0 15,0 12,0 :37 30,0 3,38
03
Laranja 0,4 78,0 104,0 20,0 16,0 40,0 5,00
23
Tabela de Capacidade conforme as normas EN 1492-1 e ABNT NBR 15637-1 e Catálogo Referência Gunnebo Lifting
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
L1 = comprimento efetivo
da
Os tamanhos de 1 a 3 toneladas com 0,5 a 6 metros de comprimento efetivo, 5 toneladas com 1 a 5 metros de
or
tad
comprimento efetivo e 8 toneladas com 2 a 6 metros de comprimento efetivo são embalados, com certificado de
or
NOTA:* Os laços com capacidade acima de 15 toneladas são fornecidos com capa dupla, costura lateral e sem proteção na
ap
etiqueta.
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 66
ap
ta
Es
Cinta com Olhais (CO)
Descrição: Laço de Cinta plana com Olhais para içamento de carga
Normas: NBR 15637-2:2010 (Nacional) e EN1492-1 (Internacional)
Fator de segurança: 7:1
Material de Fabricação: 100% em poliéster
:46
Laranja 2,0 180,0 180 12,0 9,6 24,0 2,20
Laranja 2,0 240,0 240 :37
15,0 12,0 30,0 3,26
03
Tabela de Capacidade conforme as normas EN 1492-1 e ABNT NBR 15637-1 e Catálogo Referência Gunnebo Lifting
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
L1 = comprimento efetivo
43
[Link] 67
ap
ta
Es
9.5. Cordas
A corda é um dos mais antigos equipamentos de movimentação de carga. São produzidas a partir
de fibras que são torcidas, trançadas ou encapadas.
Antigamente as fibras que se utilizavam na fabricação de cordas, eram fibras naturais como Sisal
ou Cânhamo. Hoje, estas fibras são substituídas por fibras sintéticas como Poliamida, Poliéster ou
Polipropileno, que às vezes são comercializadas com nomes comerciais como nylon, diolen, trevira e
outros.
:46
CÂNHAMO :37 VERDE
03
SISAL VERMELHO
23
/20
POLIAMIDA VERDE
ad
nlo
POLIÉSTER AZUL
ow
POLIPROPILENO
-D
MARRON
38
43
2.1
49
Observação: A cor verde, para cânhamo e poliamida, não é passível de ser confundida uma vez
la
cu
Muito utilizada nas atividades ligadas a navegação, náutica e pesca, sua principal característica é
siv
a facilidade da confecção de emendas, alças e costuras. Sua geometria helicoidal garante a corda um
clu
ex
maior alongamento.
so
eu
éd
tila
os
[Link] 68
ap
ta
Es
[Link]. Cordas Trançadas
:46
:37
da corda trançada com alma, porém com mais
03
flexibilidade.
23
/20
/01
03
ad
4) Trançada especial
trí
amarras de navios.
or
ap
ilv
→ Ao utilizar uma corda, procure saber qual a sua origem e se a procedência for desconhecida, não
ex
[Link] 69
ap
ta
Es
→ Mantenha as cordas limpas e secas, assim como, longe de produtos químicos.
→ Utilize a corda em linha reta. Caso seja feito um nó, ou uma dobra, o equipamento pode perder até
50% de capacidade.
:46
3/8" 10 0,070 635 0,065 2080 0,049 1090 0,045 1425
1/2" 12 0,100 955 0,094 3000 :37 0,072 1540 0,065 2030
03
9/16" 14 0,140 1285 0,128 4100 0,095 2090 0,090 2790
23
Importante: Recomenda-se aplicar o fator de segurança 5:1, porém em caso de cordas mais velhas ou
ap
ilv
E lembre-se: A corda também é uma eslinga e assim como qualquer outro equipamento, deve passar
ro
au
eM
Uma inspeção rápida e eficaz é verificar a parte externa da corda, buscando por fibras quebradas,
siv
clu
cortes, sinais de abrasão, queimaduras, e reduções de diâmetro. Todos esses fatores reduzem
ex
[Link] 70
ap
ta
Es
9.6. Lingas de Correntes
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
[Link] 71
ap
ta
Es
9.6.2 Lingas Combinadas
:46
:37
03
a) Cabo - corrente - cabo: Usa-se o cabo para passar por baixo da carga. A parte que
23
/20
envolve a carga é uma corrente de grau 8 o que, por exemplo, no transporte de trefilados
/01
03
b) Corrente com encurtador – cabo: Quando o cabo é necessário para que se envolva a
or
tad
[Link] 72
ap
ta
Es
9.6.3 Capacidade máxima de trabalho
9.6.4 A produção de correntes para amarração necessita de aço com pelo menos
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
[Link] 73
ap
ta
Es
A seguir alguns exemplos destes conjuntos, mas não ficando limitado a estes.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
Para informações mais detalhadas saiba quais são as normas brasileiras aplicáveis
ad
nlo
ow
NBR ISO 1834: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - condições gerais
49
la
de aceitação.
cu
trí
NBR ISO 3076: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - Grau T (8), não
Ma
da
NBR ISO 15516-1: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - lingas de
or
ap
ilv
correntes.
S
da
NBR ISO 15516-2: Corrente de elos curtos para elevação de cargas - lingas de
od
correntes.
siv
clu
[Link] 74
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro
da
10
Silv
ap
or
tad
or
da
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
Equipamentos Auxiliares
Elementos de ligação e
75
10. Elementos de ligação e Equipamentos auxiliares
Estes equipamentos são fabricados conforme norma especifica com o objetivo de auxiliar nas
atividades de içamento, remoção e amarração de carga.
Podemos identificar diversos destes equipamentos no nosso dia a dia os mais comuns são as
Manilhas, os Esticadores, Talhas de corrente, Talhas de alavanca, Tirfor, Carro tartaruga entre outros, as
seguir estudaremos alguns destes dispositivos.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 76
ap
ta
Es
10.1. Manilhas
As manilhas com certeza são o principal acessório de ligação entre eslingas - eslingas, eslinga –
olhal, eslinga – gancho.
As manilhas do tipo curva ou âncora são as mais tradicionais e comuns, as manilhas do tipo reta
ou “U” são como elos de corrente e devem ser usadas como um elo sempre tracionadas em apenas uma
direção.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
MANILHA RETA
Mais utilizada como elo de ligação somente podendo
tad
COM PINO
ser tracionada em uma direção.
or
ROSQUEADO
ap
ilv
S
da
ro
au
[Link] 77
ap
ta
Es
Idêntica ao tipo reto com pino rosqueado, mas com a
MANILHA RETA
vantagem de poder ser utilizado em locais com
COM PORCA E
movimentos dinâmicos, oferecendo maior grau de
CONTRA-PINO
segurança devido ao sistema de trava.
MANILHA PLANA
Indicada para uso com cintas sintéticas planas, pois
COM PINO
seu formato evita danos a cinta.
ROSCADO
MANILHA PLANA Indicada para uso com cintas sintéticas planas, pois
COM PORCA E seu formato evita danos a cinta.
CONTRA-PINO Com as vantagens do pino com porca e contra-pino
:46
:37
03
23
/20
porte.
03
“CORPO LARGO”
ad
nlo
ow
-D
10.1.1 Identificação
38
43
2.1
Grau
T Manilha de aço-liga
la
cu
Manilha Reta
trí
Forma
Ma
Manilha Curva
da
contrapino.
ap
As manilhas, assim como os ganchos, não devem ser utilizadas com eslingas em ângulos na
ro
au
lateral maior do que 90°, pois isto gera um esforço de torção no corpo da manilha podendo ocasionar
eM
od
[Link] 78
ap
ta
Es
Alguns fabricantes já estão incluindo marcas estampadas na parte curva da manilha para indicar
a posição do ângulo máximo de 45° para cada lado da linha de centro.
Uso incorreto, em alguns casos o uso de forma errada da manilha compromete a capacidade da
manilha.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
A seguir tabelas com dimensões e carga Segura de trabalho para manilhas com base na norma
43
2.1
*Carga Máxima de Prova é 2,0 vezes o Limite de Carga de Trabalho. A Carga de Ruptura é 6 vezes a
Ma
da
Carga Limite de Trabalho. Sobre a redução de Carga Limite de Trabalho devido a aplicações com ângulo.
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 79
ap
ta
Es
Manilha curva com pino rosqueado
Referência dimensional Diâmetro do corpo Abertura Comprimento Diâmetro do Capacidade Segura Peso
(referência) entre olhais interno pino de Trabalho* estimado
d tol. +/-5% tol. +/- 5% D (tf) por peça
(pol) (mm) W L Máx. Min. M(4) T(8) (kg)
1/4" 6 11 22 8 7,7 0,3 0,5 0,05
5/16" 8 14 28 10 9,3 0,4 0,8 0,08
3/8" 9,5 17 34 13 12,4 0,6 1,2 0,13
1/2" 13 21 44 16 15,5 1,0 2,0 0,27
5/8" 16 26 55 19,2 18,7 1,6 3,2 0,27
3/4" 19 33 69 23 21,9 2,5 5,0 1,2
7/8" 22 37 78 26 24,9 3,2 6,3 1,43
1" 25 42 87 29 27,9 4,0 8,0 2,15
1.1/8" 28 46 97 32 31 5,0 10,0 3,06
1.1/4" 32 53 109 35 34,1 6,3 12,5 4,11
1.3/8" 35 59 123 39 37,5 8,0 16,0 5,28
1.1/2" 38 66 138 42 40,5 10,0 20,0 7,23
:46
1.3/4" 45 74 154 51 49,5 12,5 25,0 12,1
2" 51 83 174 :37 58 56,6 16,0 32,0 19,2
03
2.1/2" 63 101 218 70 68 25,0 50,0 32,5
23
/20
/01
03
Referência dimensional Diâmetro do corpo Abertura Comprimento Diâmetro do Capacidade Segura Peso
nlo
ATENÇÃO: AS TABELAS E ORIENTAÇÕES DESTA APOSTILA NÃO SUBSTITUEM OS DADOS TÉCNICOS QUE
clu
ex
[Link] 80
ap
ta
Es
10.2. Esticadores forjados
Pode ser fornecido com os terminais do tipo olhal, tipo gancho, tipo manilha, tipo pino ou
qualquer combinação entre eles, sendo que ambos têm a mesma capacidade de trabalho.
A carga de trabalho está baseada no diâmetro exterior da rosca e no tipo do terminal. Terminais
do tipo manilha, olhal e pino têm a mesma capacidade de trabalho, já o tipo do gancho tem capacidade
inferior. Quando os esticadores são expostos à vibração os terminais devem ser travados, assim
impedindo este de girar e afrouxar. Use o fio ou as contra-porcas quando estas forem fornecidas com o
equipamento e com indicação de uso pelo fabricante.
Ao apertar um esticador, não aplique, mais torque do que em um parafuso de igual tamanho.
Inspecione tensores freqüentemente para verificar rachaduras nos terminais, terminais deformados,
hastes e corpos deformados e dobrados, rachaduras e danos na rosca interna do corpo e sinais de dano
:46
da linha.
:37
As tabelas abaixo são somente para referência, portanto para maior segurança, utilize sempre a
03
23
Sistemas de trava
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
MANILHA - OLHAL
or
tad
or
ap
ilv
MANILHA - MANILHA
S
da
ro
au
eM
od
GANCHO - GANCHO
siv
clu
GANCHO - OLHAL
eu
éd
tila
os
[Link] 81
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro
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Silv
ap
or
tad
or
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Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
82
10.3. Olhais de Içamentos
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
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or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 83
ap
ta
Es
10.4. Ganchos Forjados
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
Fabricado a partir de arame dobrado e com punho, possibilita ao movimentador manter suas
tad
or
mãos fora de perigo. Com o gancho de engate podemos puxar a carga ou empurrá-la até um
ap
ilv
determinado ponto.
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 84
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
éd
eu
so
ex
clu
siv
od
eM
au
ro 11
da
Silv
ap
or
tad
or
da
Ma
trí
cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
Equipamentos e Acessórios
Inspeção
85
11. Tipos de Inspeção
No mercado atual, são vários os tipos de inspeção aplicadas em diversas organizações. Cada
qual, com suas características e necessidades. Vejamos a seguir, as inspeções mais comuns e as
orientações que devemos seguir em cada uma delas.
Esse tipo de inspeção deve ser programada conforme orientação do fabricante do equipamento
e deve ser feita por profissional ou empresa tecnicamente capacitada para a atividade.
O inspetor deve seguir um cronograma de inspeção, que pode ser quinzenal, mensal, bimestral
ou semestral, dependendo do uso de cada equipamento. A função desta inspeção é a liberação para uso
:46
dos itens, mas não garante que o item estará apto para uso até a próxima inspeção, lembre-se o item
pode ser danificado no seu primeiro uso após a inspeção. :37
03
23
Nas etiquetas deverão conter informações sobre o equipamento conforme as imagens a seguir:
or
tad
or
ap
equipamento, que é composta de uma sigla (conforme exaemplo na tabela abaixo) e um número
ro
sequencial.
au
eM
EQUIPAMENTO SIGLA
od
[Link] 86
ap
ta
Es
Item 02 – VALIDO ATÉ: Data de vencimento da inspeção, a próxima inspeção deve ser até esta data.
Item 03 – CAPACIDADE SEGURA DE TRABALHO: Estes itens indicam a capacidade segura de trabalho
estes dados são baseados nos dados fornecidos pelo fabricante do equipamento.
Item 04 – CICLOS DE INSPEÇÃO: Este item ilustra de forma visual o numero de inspeções aplicadas ao
equipamento para o operador possa analisar a vida útil do equipamento.
:46
:37
A inspeção diária para pré-uso deve ser feita pelo usuário ao retirar o equipamento da
03
23
por muitas situações diariamente que pode os danificar comprometendo assim sua segurança.
03
Um equipamento que estava em perfeito estado de uso ontem, hoje pode ter sido contaminado
ad
nlo
com produtos químicos, ou ter sido exposto a alta temperatura, fazendo assim com que perca sua
ow
-D
capacidade e o danifique.
38
43
Ao inspecionar, o usuário deve apoiar o equipamento sobre uma superfície onde o mesmo possa
2.1
ser visualizado com clareza. A inspeção diária é visual, e caso o equipamento apresente qualquer
49
la
cu
anomalia o mesmo deve ser devolvido a ferramentaria para uma inspeção mais criteriosa.
trí
Ma
O check-list ou lista de checagem de inspeção pré-uso deve ser algo simples, com no máximo 5
or
ap
itens a serem inspecionados. Ao elaborar, coloque os pontos mais importantes, pois um check-list com
ilv
S
muitos pontos de inspeção torna-se cansativo. Deixe os próximos pontos menos críticos para uma outra
da
ro
inspeção.
au
eM
Outro ponto importante é nunca colocar no check-list tópicos difíceis de inspecionar, como por
od
exemplo, que necessite desmontar uma ferramenta, pois o usuário não fará isso devido a dinâmica do
siv
clu
[Link] 87
ap
ta
Es
11.2.1 Inspeção de Eslingas
Todas as eslingas devem ser inspecionadas frequentemente, pois são as principais ferramentas
utilizadas para o içamento, movimentação e descarga de materiais. A seguir, veremos os principais
pontos de inspeções para o laço de cabo de aço, cintas sintéticas e correntes:
O laço de cabo de aço deve ser inspecionado conforme os critérios estabelecidos para cabos de
aço na norma ABNT NBR 13543.
Apesar de serem eslingas consideradas muito resistente estas podem apresentar muitos danos
e o usuário deve verificar constante a consições das mesmas, a seguir alguns exemplos que podem ser
observados fazendo que não sejam utilizados.
:46
:37
03
Gaiola de passarinho
23
/20
Alma Saltada
nlo
ow
Rabo de Porco
49
Enrolamento desordenado
la
cu
Retornar á ferramentária
trí
Ma
da
Perna de cachorro
or
tad
Amassado
or
ap
Retornar á ferramentária
ilv
S
Arrames quebrados
da
ro
Retornar á ferramentária
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 88
ap
ta
Es
Inspeção de laços de cintas sintéticas
Toda eslinga de cinta deve ser identificada com etiqueta padrão conforme norma NBR 15637-
1:2012.
As cintas apesar de muito versáteis são itens muitos sensíveis e devido sua composição podem
sofrem danos por ação química e este tipo de dano muitas vezes podem acontecer no momento de
estocagem. Ou seja, uma cinta que é entregue na ferramentaria hoje, amanhã pode estar danificada.
Na inspeção pré-uso, o usuário deve sempre buscar sinais de óleo graxa, tinta, queimadura ou
corte.
Sinais de abrasão
Retornar á ferramentária
:46
:37
03
Sinais de produtos quimicos
23
/20
Cortes
ow
-D
Retornar á ferramentária
38
43
2.1
49
Arranhões / Raspado
la
cu
Retornar á ferramentária
trí
Ma
da
or
tad
Retornar á ferramentária
ilv
S
da
ro
au
[Link] 89
ap
ta
Es
Inspeção de Correntes
Os conjuntos de correntes são muitos versateis devido a possibilidade ajustes, a corrente ser
mais resistente a altas temperaturas, acidos, solventes, mas esta aparente resistencia pode esconder
danos que podem comprometer sua segurança.
Elo amassado
Retir de uso imediamentemente
:46
:37
Cortes / trincas / rugas
03
23
Retornar á ferramentária
/20
/01
03
ad
Elo alongado
nlo
ow
Inspeção de Manilhas
da
or
tad
Deformações plásticas apresentadas pela manilha ou pelo pino são causas para suas
or
ap
substituições. Manilhas apresentando trincas, mossas, desgaste no pino e/ou no corpo igual ou superior
ilv
S
Este é o tipo de acessório mais utilizado em operações de içamento e por este motivo deve
ro
au
eM
sempre se atentar ao mesmo. Apesar do Brasil possuir uma norma especifica que define as dimensões
od
de fabricação deste acessórios, a maior parte das manilhas em uso seguem normas americanas.
siv
clu
Por este motivo a sua empresa deve elaborar um plano de inspeção baseando-se nos materiais
ex
Importante: Verificar se o pino da manilha não foi substituido por outro, como forma de improviso.
éd
tila
os
[Link] 90
ap
ta
Es
Inspeção de Ganchos
:46
2) Não é permitida a soldagem dos olhais, para fixação da lingüeta-trava no gancho, sem um
:37
03
procedimento de soldagem qualificado.
23
/20
condições desta trava e sempre que apresentar dados o equipamento será considerado inapto para
03
ad
uso.
nlo
ow
Este acessório normalmente vem de fabrica com um pintura e o usuário deve se atentar para
49
arranhões, marcas, sulcos nesta pintura, pois neste pontos normalmente estão os danos.
la
cu
[Link] 91
ap
ta
Es
Inspeção em Olhais de Içamento
Este tipo de acessório é muito comum em operações de içamento rotineiras e de manutenção
devido a sua facilidade de uso e intercabilidade, alguns fornecedor pintam mas isto não é uma
exigencia de norma.
Verifique danos na rosca e nas dimensões do corpo do olhal. Segue exemplo para referência:
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
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la
cu
trí
Ma
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tad
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eM
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[Link] 92
ap
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Es
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os
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Silv
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tad
or
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Ma
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la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
Guindastes
Tipos
93
12. Guindastes Móveis
Um guindaste ou grua é um equipamento utilizado para a elevação e a movimentação de cargas
e materiais pesados, usando uma ou mais máquinas simples para criar vantagem mecânica e então
mover cargas além da capacidade humana.
Os primeiros guindastes foram inventados na Idade Antiga pelos gregos e eram movidos por
homens e/ou animais de carga (como os burros). Esses guindastes eram usados para construção de
:46
edifícios altos.
:37
03
23
descarregamentos e construções de embarcações - alguns eram construídos sobre torres de pedra para
-D
38
estabilidade e capacidade extras. Os primeiros guindastes eram feitos de madeira, mas com a Revolução
43
2.1
Atualmente o guindaste é constituído normalmente por uma torre equipada com cabos e
trí
Ma
roldanas que é usada para levantar e baixar materiais, habitualmente nas indústrias da construção civil,
da
Os guindastes podem ser controlados por um operador na cabine, ou ainda por uma pequena
eM
unidade de controle que pode comunicar via rádio, por infravermelhos ou ligados por cabo. Quando se
od
siv
utiliza um operador de cabina, os trabalhadores no chão podem comunicar com o operador via sinais
clu
ex
visuais com as mãos. Uma equipe experiente pode posicionar cargas com grande precisão usando
so
eu
[Link] 94
ap
ta
Es
12.1. Operações com Guindastes
Esta seção inclui informação de uso à Riggers, Operadores, e outros envolvidos diretamente ou
indiretamente em operações de guindaste. A informação cobre responsabilidades principais, perigos e
proteções em guindaste áreas operacionais, fatores que afetam capacidade de guindaste, pontos de
beliscão e outros perigos ao redor de equipamento, considerações para organização segura, exigências
por prover sinaleiro, e os sinais de mão internacionais por içar.
A operação de guindaste é uma das atividades de maior risco que qualquer outra atividade em
um projeto de construção. Acidentes de guindaste são freqüentemente os acidentes mais caros, não
somente pelo lado financeiro, como em vidas.
Todo o pessoal envolvido em operações de guindaste tem que entender suas atividades, as
responsabilidades, e a parte destes na colaboração com a segurança global de cada elevador.
:46
A preparação inicia com uma definição clara de responsabilidades, onde o Rigger deve ser
:37
03
treinado e colocado em ação.
23
/20
Nenhum jogo de diretrizes pode cobrir todo detalhe dos diferentes tipos de operações de
/01
guindaste. Mas esta seção soletra fora responsabilidades primárias pelas festas principais envolvidas - os
03
ad
Estabelecem pesos;
la
cu
carga seja erguida claro do chão. Sempre que há causa razoável para acreditar que o elevador pode ser
ro
au
perigoso ou inseguro, o operador tem que recusar proceder até a preocupação foi informado ao
eM
od
[Link] 95
ap
ta
Es
12.2. Tipos Básicos e Configurações
A evolução do guindaste móvel produziu muitos tipos e modelos para satisfazer necessidade em
geral, como também às necessidades específicas de construção e operações industriais. Este manual
está relacionado a guindastes móveis usados para propósitos de construção como também aplicações
industriais.
Essencialmente as características operacionais básicas de todos os guindastes móveis são as
mesmas. Eles incluem:
:46
:37
Habilidade para movimentar cargas; 03
Habilidade de se deslocar pela através de seu próprio sistema de locomoção e propulsão.
23
/20
/01
03
Dentro das diversas configurações possíveis dos guindastes, os tipos básicos e mais conhecidos
ad
são os seguintes:
nlo
ow
-D
49
cu
da
[Link] 96
ap
ta
Es
12.3. Guindautos ou caminhão munck (boom trucks)
Ao contrário dos outros guindastes moveis estes guindastes são montados sobre caminhões
comerciais, ou seja, que não foram projetados exclusivamente para esta aplicação. A única alteração é o
fortalecimento dos chassis para aceitar o equipamento. Porém, é um tipo de guindaste móvel de
capacidade respeitável e comprimento de lança.
As duas configurações deste equipamento são as seguintes:
:46
:37
03
23
Base da lança
/20
LANÇA TELESCÓPICA
/01
Secções da lança de
ad
ajuste hidráulico ou
nlo
manual.
ow
Cilindro de elevação
-D
Sistema de giro
38
Suporte de giro
43
2.1
49
Caminhão comercial
la
cu
trí
Frontais
da
or
LANÇA ARTICULAVEL
tad
Sistema de Giro
S
Caminhão comercial
od
siv
Estabilizadores
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 97
ap
ta
Es
12.4. Guindastes industriais (industrial cranes)
Estes guindastes são projetados para operação em áreas industriais operando sobre piso em
boas condições muito melhor do que os apresentados em locais de construção.
Embora estes guindastes não sejam especificamente os analisados no curso, suas as
características são basicamente idênticas ao demais de lança telescópica.
Seção da lança
telescópica
Base da lança
Giro
Cilindros de parcial ou
Elevação 360°
:46
:37
03
Estabilizadores
Pneus
23
IÇAR E CARREGAR
/20
Seção da lança
/01
telescópica
03
ad
nlo
Seção da lança
ow
telescópica
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Base da lança
Ma
Base da lança
da
or
tad
Giro parcial
or
Deck de
ilv
Carga Deck de
S
Carga
da
ro
au
eM
od
Pneus
Estabilizador Pneus
siv
[Link] 98
ap
ta
Es
12.5. Guindastes treliçado sobre caminhão (carrier-mounted lattice boom cranes)
É um dos tipos mais comuns e que podem ser encontrados em diversos modelos e capacidades.
Tem facilidade de se locomover em estradas públicas, asfaltadas, até com parte da lança montada.
Dentro de áreas privadas ou industriais, tem condições de se locomover com a lança completamente
montada, desde que a topografia do terreno e as instalações industriais o permitam.
Este modelo é normalmente encontrado em guindastes mais antigos ou em guindastes
modernos de grande capacidade, os principais fabricantes são LORAIN e AMERICAN com guindastes
entre 60 e 120t.
Este tipo de chassi não deve ser confundido com o chassi de caminhão comercial ordinário. Este
é projetado especialmente para o serviço de guindaste e as cargas que estes guindastes devem
suportar.
:46
:37
Polias da lança 03
Cabo de Carga Auxiliar
23
Ponta da Lança
/20
Alinhadores
03
Moitão Principal
ow
-D
Seções da Lança
cu
Pendente da Lança
trí
Ma
da
Balança
or
Cavalete
tad
Base da Lança
ilv
Contra Peso
S
Caninhão
ro
Centro de Giro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 99
ap
ta
Es
12.6. Guindastes treliçado sobre esteiras (crawler crane with lattice boom)
Este tipo de guindaste é bastante versátil por dispensarem as patolas e podem, por este motivo,
moverem-se com a carga suspensa. Existem tipos com esteiras mais largas e que podem ser utilizados
com esteiras mais afastadas, portanto, mais estáveis.
O guindaste em questão, também pode ser utilizado para outras finalidades, em serviços de
dragagem, por exemplo, tem esteiras mais estreita. Algumas vezes estes guindastes são adaptados para
serviço de montagem e é preciso muito cuidado.
Com exceção do sistema de locomoção, estes guindastes são idênticos aos Guindastes Treliçado
sobre Caminhão.
Polias da lança
Cabo de Carga Auxiliar
Moitão Leve ou Bola Peso
:46
:37
Pendente do Jib 03 Ponta do Jib
Seções do Jib
23
/20
Roldana do Mastro
/01
Polias da lança
ad
nlo
ow
Pendente do Mastro
-D
38
43
Pendente da Lança
49
Moitão Principal
la
cu
trí
Polias equalizadoras
Ma
da
Roldanas do Guincho
or
Cavalete
ilv
S
da
Centro de Giro
eM
Contra Peso
Motorização
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 100
ap
ta
Es
12.7. Guindastes telescópios sobre caminhão (carrier-mounted telescopic boom crane)
É o tipo mais comum devido a algumas vantagens com relação ao guindaste de lança treliçada,
tal como facilidade de transporte da lança e ainda podem trafegar por ruas e rodovias.
Este tipo de equipamento pode utilizar-se de uma série de acessórios, tais como extensão de
lança, Jib e Luffing Jib.
Assim como no Guindaste Treliçado sobre caminhão, o chassis utilizado para este tipo de
guindastes são especiais e projetado exclusivamente para este uso.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
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siv
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ex
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[Link] 101
ap
ta
Es
12.8. Guindastes telescópios qualquer terreno (rough terrain cranes)
Equipados com pneus enormes, este tipo de guindaste tem grande facilidade de movimentarem-
se por terrenos acidentados, com buracos, restos de construção e outros pequenos obstáculos.
Existem dois tipos destes guindastes, um sendo de Cabine Fixa e a outra Cabine Giratória.
:46
:37
03
23
/20
/01
Contra Peso
03
ad
Cabine de Operação
nlo
ow
-D
Estabilizadores / Sapatas
trí
Ma
CABINE FIXA
da
or
tad
Somente a base da lança pode girar, ou seja, a cabine do operador permanece fixa. Uma grande
or
ap
[Link] 102
ap
ta
Es
Extensão da Lança
Guincho Principal
Cilindro de Elevação
Guincho Auxiliar
Contra Peso
Cabine de Operação
:46
CABINE GIRATÓRIA :37
03
23
/20
Neste tipo a cabine gira conforme o giro da lança, com isto o operador pode acompanhar o
/01
03
Os tipos menores são chamados de “Cherry Picker” e são usados para mover pequenas cargas,
-D
38
como colocação de máquinas automáticas de solda sobre os anéis dos tanques em construção. Além
43
2.1
disso, podem mover caçambas de concreto, “gaiolas” com pessoal de manutenção, entre outros
49
serviços.
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
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od
siv
clu
ex
so
eu
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tila
os
[Link] 103
ap
ta
Es
12.9. Guindastes para carga pesada com mastro e contrapeso giratório (heavy lift
mobile cranes)
Este tipo de guindaste é utilizado para quando se requer grande altura e capacidade de carga.
Equipado com um contrapeso auxiliar montado sobre pneus que podem girar junto com a máquina.
Existem dois tipos básicos:
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
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ro
au
[Link] 104
ap
ta
Es
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
Sobre Anel Estabilizador – Maior capacidade de Cargas, porém com restrição de movimentação.
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 105
ap
ta
Es
Es
ta
ap
os
tila
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eu
so
ex
clu
siv
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au
ro 14
da
Silv
ap
or
tad
or
da
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cu
la
49
2.1
43
38
-D
ow
nlo
ad
03
/01
/20
23
03
:37
:46
[Link]
Componentes
Guindastes
106
13. Guindastes - Componentes
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
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tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 107
ap
ta
Es
Guindaste transportado em partes separadas devido algumas restrições de acesso
O transportador é o sistema com o qual o guindaste se locomove, podendo ser sobre caminhão
espercial ou esteiras.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 108
ap
ta
Es
13.2. Guindastes componentes – Contrapeso
O guindaste neste caso, pode ser comparado ao mesmo princípio do sistema de alavanca.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 109
ap
ta
Es
13.2.2 Guindastes componentes – Contrapeso Standard
É o contrapeso fixo ao chassi giratório, ou seja, este não pode ser removido ou modificado com a
intenção de melhorar a capacidade do guindaste, sendo que toda a tabela de carga do guindaste está
baseada neste contrapeso.
Normalmente utilizado em guindautos e guindastes de pequena capacidade de 5 a 80t, este não
afeta a carga máxima permitida por eixo, permitindo a circulação em rodovias.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
13.2.3
2.1
49
la
Este tipo de contrapeso é adicionado ao guindaste durante sua configuração, visando melhorar
cu
trí
sua capacidade de carga. Este tipo de contrapeso deve ser dimensionado conforme a manobra, pois se
Ma
da
utilizarmos muito contrapeso sem necessidade, isto aumentará a carga do guindaste sobre o solo, além
or
tad
de que quando alugamos um guindaste o transporte do contrapeso pode representar um alto custo.
or
ap
A tabela de carga mostra quanto temos que utilizar de contrapeso para a capacidade esperada.
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 110
ap
ta
Es
13.2.4 Guindastes componentes – Contrapeso adicional no guindaste
Este tipo de contrapeso é mais utilizado em guindastes de grande capacidade acima de 300t,
como complemento do contrapeso adicional do guindaste.
Normalmente podemos identificá-los, por estarem pendurados em um mastro longe do
guindaste, podendo ser metálicos, blocos de concreto ou caixa de areia como os dos American Sky-
Horse.
Estes podem ser montados sobre rodas para que facilitem seu giro, ou mesmo pendurado sem
rodas.
:46
MASTRO :37
03
23
/20
/01
03
CONTRAPESO AUXILIAR
ad
NO GUINDASTE
nlo
CONTRAPESO AUXILIAR
ow
FORA GUINDASTE
-D
38
43
2.1
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
[Link] 111
ap
ta
Es
13.3. Guindastes componentes – Lança Treliçada e Telescópica
O tipo da lança do guindaste pode influenciar em sua capacidade de carga, pois dependendo do tipo de
lança esta pode ser mais leve, mais rígida, os tipos de esforços entre outras variáveis, abaixo um gráfico
comparativo entre dois guindastes do mesmo fabricante com a mesma capacidade nominal.
Dependendo do tipo de lança e dispositivo de locomoção este ainda pode apresentar vantagens
e desvantagens que deve ser analisada no momento de escolha do equipamento.
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
-D
38
43
2.1
49
la
Para fazermos a ligação entre o cabo do guindaste e a lingada da carga utilizamos o moitão ou a
or
bola-peso.
tad
or
ap
ilv
Um guindaste pode ser acompanhando de um jogo de moitões, que estão especificados em seu
siv
clu
manual ou tabela de carga. Não se deve utilizar moitões muito grandes para cargas, pois o peso do
ex
so
[Link] 112
ap
ta
Es
[Link]. Guindastes componentes – Moitão – Tipos
:46
:37
03
23
/20
/01
03
ad
nlo
ow
Utilizada para içamento com uma única perna de cabo e comumente na extensão ou no jib.
2.1
Assim como o moitão, o peso da bola-peso deve ser somado ao peso da carga.
49
la
cu
trí
Ma
da
or
tad
or
ap
ilv
S
da
ro
au
eM
od
siv
clu
ex
so
eu
éd
tila
os
[Link] 113
ap
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13.4.2 Guindastes componentes – Jib e Extensão
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NAS OPERAÇÕES
SEGURANÇA
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14. Segurança nas operações
O técnico em segurança deve estar sempre atento com a segurança nas operações de
movimentação de cargas. É preciso estar ciente dos procedimentos e precauções que devem ser
tomadas para evitar possíveis acidentes.
Sabemos que a maioria dos acidentes que envolvem guindastes e outros equipamentos de
içamento, poderiam ser evitados. A falta de cuidado ou até mesmo de conhecimento, pode ser um
agravante para a situação. Sendo assim, veremos nesse capítulo quais são as boas práticas nas tarefas
de preparação e içamento de cargas.
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O técnico em segurança deve sempre estar atento aos perigos comuns de uma atividade.
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Definimos abaixo, as principais atenções para colaborar com a segurança e prevenção de acidentes.
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→ Orientar os envolvidos sobre o risco de Choque Elétrico e manter distância das redes elétricas;
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14.2. Fatores que Reduzem Capacidade de carga (SWL)
Balanço da Carga: Pode gerar tensões adicionais em todo o conjunto, causando esforços laterais
no equipamento de guindar.
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Forças Dinâmicas: Evite movimentos súbitos, balanço ou paradas bruscas nas cargas suspensas.
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Peso de todo Equipamento e Acessórios: Considere o peso do Moitão, Eslingas, Balancim, Cabos
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14.3. Cuidados com as Eslingas e Estropos
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Observe as seguintes precauções com o uso de eslingas e estropos:
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→ Nunca utilize eslingas danificadas: Toda eslinga deve ser inspecionada regularmente para
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assegurar seu estado de conservação, verificando sinais de torção, abrasões, arames quebrados, trincas,
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apresentar cantos afiados (cantos vivos), deve ser providenciado dispositivos que impeçam o contato
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direto da eslinga com este ponto. Estes acessórios de proteção podem ser feitos de tubos cortados, de
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O raio de curvatura da
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mínimo 1 diâmetro do
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cabo de suporte.
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→ Evite o estoque de eslingas diretamente sobre a terra, superfícies úmidas, metal enferrujado ou
próximas substâncias químicas e corrosivas;
→ Mantenha as eslingas longe de locais com trabalhos de solda e corte com maçarico;
→ Nunca enrole o cabo ao redor do gancho, pois a ação de compressão e os cantos afiados do
gancho irá danificar a eslinga.
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→ Evite dobrar a seção olhal do estropo próximo a cantos. A dobra transmite esforços e coloca
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→ Quando utilizamos lingadas tipo multi-pernas em cargas onde o centro de gravidade não
distribuía a carga igualmente, ou seja, quando uma extremidade da carga é muito mais pesado que a
outra, esta diferença é mais importante que o peso total da carga, pois devemos dimensionar a perna
ou as pernas que receberão maior carga de forma que esta muitas vezes suporte a carga total.
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Lingada Multi-pernas içamento de cargas com peso diferente por perna.
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→ Quando utilizar o laço tipo enfocado, jamais force o olhal para baixo, pois isto diminui o
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ângulo da eslinga, o que resulta no aumento da tensão aplicada, podendo causar danos a
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→ Sempre que forem colocado dois ou mais olhais da eslinga no gancho, devem ser presos com
o uso de uma manilha. Lembrando que os cabos devem estar no olhal da manilha e o pino no gancho do
moitão, evitando com isto que o olho manilha se abra colocando em risco a operação.
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14.4. Cuidados durante a Preparação, Içamento e Descarregamento de Cargas
Assegure que todos os envolvidos estejam cientes dos procedimentos que serão executados
durante a preparação, Içamento, movimentação e descarregar a carga.
O cabo do gancho de carga do guindaste deve ser alinhado ao centro de gravidade da carga,
antes de proceder com a amarração e o içamento.
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Todas as partes da carga devem estar firmes, garantindo o equilíbrio total.
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Para a utilização de Balancim, este deve estar identificado com seu peso e sua capacidade de
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Quando a carga apresentar risco de girar ou balançar, utilize sempre uma ou mais linhas guias
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Ao usar duas ou mais eslingas em uma carga, assegura que todas sejam feitas do mesmo
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material.
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Mantenha as mãos longe de pontos de pega durante o tencionamento da lingada.
Prepare a base adequada antes que as cargas estejam abaixadas, isto pode ajudar a impedir
dano às eslingas.
Assegure que a carga foi descarregada no local esperado e que está seguramente apoiada, antes
de afrouxar os cabos e remover as amarras.
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Dependendo da forma como as lingadas são liberadas, os ganchos podem enroscar na carga e
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Nunca faça consertos temporários em uma lingada. Devem ser estabelecidos procedimentos
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para o conserto.
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Para lingadas tipo Multi-Pernas sempre que for necessária a troca de uma das pernas, isto deve
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ser feito por pessoal especializado, garantindo que as pernas mantenham as mesmas
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14.5. Isolamento da área
Uma etapa muito importante para a segurança é o isolamento da área ao redor da operação. O
cálculo deste isolamento é uma equação muito simples:
Riso = L + C x Fs
Riso = Raio de isolamento
L = Comprimento da Lança
C = Comprimento da Carga
Fs = Fator de Segurança
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Observação: O fator de segurança pode ser variável dentro da mesma unidade, dependendo da área de
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trabalho.
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Índice
1. INTRODUÇÃO A MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS ..........................................................................................4
1.1. Movimentação de carga na idade antiga ..................................................................................................... 5
1.2. Movimentação de carga na idade moderna ................................................................................................ 5
1.3. Guindastes na evolução humana ................................................................................................................. 6
1.4. Guindaste moderno e o planejamento ........................................................................................................ 7
1.5. O profissional de movimentação de cargas ................................................................................................. 8
1.6. Técnico em segurança especialista em rigging ............................................................................................ 8
2. FISCALIZAÇÃO DE RIGGING ..................................................................................................................... 10
2.1. Documentação necessária.......................................................................................................................... 10
2.2. Visita Técnica .............................................................................................................................................. 11
2.2.1 Análise da Carga: ................................................................................................................................ 11
2.2.2 Verificação de trajeto: ........................................................................................................................ 11
2.2.3 Verificação do local de instalação: ..................................................................................................... 11
3. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS ..................................................................................................... 13
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3.1. Normas Nacionais e Internacionais ............................................................................................................ 13
3.1.1 :37
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas ............................................................................ 13
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4. RESPONSABILIDADES .............................................................................................................................. 23
2.1
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5.2.8 Vento – Tipos de Carregamento ......................................................................................................... 34
5.2.9 Riscos – Condições Climáticas ............................................................................................................ 35
6. SINALIZAÇÃO MANUAL PARA GUINDASTES ............................................................................................. 37
6.1. Vantagem do uso dos sinais ....................................................................................................................... 37
6.2. Sinalização para pontes rolantes ................................................................................................................ 39
6.3. Observações do Técnico em Segurança quanto ao Sinaleiro ..................................................................... 40
7. CARGA ................................................................................................................................................... 42
7.1. Carga Liquida .............................................................................................................................................. 42
7.1.1 Descobrindo o Peso da Carga Liquida ................................................................................................ 42
7.2. Carga Bruta ................................................................................................................................................. 43
8. CENTRO DE GRAVIDADE.......................................................................................................................... 45
8.1. Locação do Centro de Gravidade ............................................................................................................... 46
8.1.1 Cargas simétricas ................................................................................................................................ 47
8.1.2 Cargas assimétricas ............................................................................................................................ 47
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9. LINGADA ................................................................................................................................................ 49
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9.1. Arranjo das eslingas .................................................................................................................................... 50
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9.2. Lingada – Escolha da eslinga ...................................................................................................................... 50
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10.1. Manilhas ................................................................................................................................................. 77
1.1.1. Tipos de Manilhas ............................................................................................................................... 77
10.1.1 Identificação ....................................................................................................................................... 78
10.2. Esticadores forjados ............................................................................................................................... 81
10.3. Olhais de Içamentos ............................................................................................................................... 83
10.4. Ganchos Forjados ................................................................................................................................... 84
10.5. Gancho de Engate................................................................................................................................... 84
11. TIPOS DE INSPEÇÃO ............................................................................................................................ 86
11.1. Inspeção Programada ............................................................................................................................. 86
11.2. Inspeção Diária Pré-Uso ......................................................................................................................... 87
11.2.1 Inspeção de Eslingas ........................................................................................................................... 88
11.2.2 Inspeção de Acessórios....................................................................................................................... 90
12. GUINDASTES MÓVEIS.......................................................................................................................... 94
12.1. Operações com Guindastes .................................................................................................................... 95
12.2. Tipos Básicos e Configurações ................................................................................................................ 96
12.3. Guindautos ou caminhão munck (boom trucks) .................................................................................... 97
:46
12.4. Guindastes industriais (industrial cranes) .............................................................................................. 98
12.5. :37
Guindastes treliçado sobre caminhão (carrier-mounted lattice boom cranes) ..................................... 99
03
12.6. Guindastes treliçado sobre esteiras (crawler crane with lattice boom) .............................................. 100
23
12.7. Guindastes telescópios sobre caminhão (carrier-mounted telescopic boom crane) .......................... 101
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12.8. Guindastes telescópios qualquer terreno (rough terrain cranes) ........................................................ 102
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12.9. Guindastes carga pesada com mastro e contrapeso giratório (heavy lift mobile cranes) ................... 104
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