0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações7 páginas

Entendendo a Teoria da Probabilidade

a teoria das probabilidades um conceito matematico que pode ser usada em diversas competencias profissionais
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações7 páginas

Entendendo a Teoria da Probabilidade

a teoria das probabilidades um conceito matematico que pode ser usada em diversas competencias profissionais
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Probabilidade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A palavra probabilidade deriva do Latim probare (provar ou


testar). Informalmente, provável é uma das muitas palavras
utilizadas para eventos incertos ou desconhecidos, sendo também
substituída por algumas palavras como “sorte”, “risco”, “azar”,
"chance", “incerteza”, “duvidoso”, dependendo do contexto
inseridas à língua portuguesa e na linguagem matemática.

Tal como acontece com a teoria da mecânica, onde encontramos


definições precisas que atribuímos em termos de uso diário que
praticamos em nosso dia a dia, como o trabalho e a força, também
a teoria das probabilidades tenta quantificar a noção de provável em
determinados eventos em que surgem possibilidades com
probabilidades.

Em essência, existe um conjunto de regras matemáticas onde pode- Modelo para aferir níveis de
se prever a probabilidade de acertos, número de vezes, número de probabilidade.
ocasiões entre outras situações que conseguimos calcular através de
fórmulas e regras matemáticas, listado no tópico "Formalização da
probabilidade" abaixo. Existem outras regras para quantificar a incerteza, como a teoria de Dempster-
Shafer e a lógica difusa (em inglês, fuzzy logic), diferentes e compatíveis com as leis da probabilidade tal
como são geralmente entendidas. No entanto, seguem com a metodologia matemática de Probabilidade,
como são aplicadas as regras.

Conceitos de probabilidade
A ideia geral da probabilidade é frequentemente dividida em dois conceitos relacionados:

Probabilidade de frequência ou probabilidade aleatória, que representa uma série de


eventos futuros cuja ocorrência é definida por alguns fenômenos físicos aleatórios. Este
conceito pode ser dividido em fenômenos físicos que são previsíveis através de informação
suficiente e fenômenos que são essencialmente imprevisíveis. Um exemplo para o primeiro
tipo é uma roleta, e um exemplo para o segundo tipo é um decaimento radioativo.
Probabilidade epistemológica ou probabilidade Bayesiana, que representa nossas
incertezas sobre proposições quando não se tem conhecimento completo das
circunstâncias causativas. Tais proposições podem ser sobre eventos passados ou futuros,
mas não precisam ser. Alguns exemplos de probabilidade epistemológica são designar
uma probabilidade à proposição de que uma lei da Física proposta seja verdadeira, e
determinar o quão "provável" é que um suspeito cometeu um crime, baseado nas provas
apresentadas.
É uma questão aberta se a probabilidade aleatória é redutível à probabilidade epistemológica baseado na
nossa inabilidade de predizer com precisão cada força que poderia afetar o rolar de um dado, ou se tais
incertezas existem na natureza da própria realidade, particularmente em fenômenos quânticos governados
pelo princípio da incerteza de Heisenberg. Embora as mesmas regras matemáticas se apliquem não
importando qual interpretação seja escolhida, a escolha tem grandes implicações pelo modo em que a
probabilidade é usada para modelar o mundo real.

Marcos históricos
O estudo científico da probabilidade é um desenvolvimento moderno. Os jogos de apostas mostram que o
interesse em quantificar as ideias da probabilidade tem existido por milênios, mas as descrições matemáticas
de uso nesses problemas só apareceram muito mais tarde.

Girolamo Cardano, no livro Liber de Ludo Aleae, estudou as probabilidades associadas ao arremesso de
dados, concluindo que a distribuição de 2 dados deve ser obtida dos 36 pares ordenados de resultados, e
não apenas dos 21 pares (não-ordenados).[1]

A doutrina das probabilidades vêm desde a correspondência entre Pierre de Fermat e Blaise Pascal (1654).
Christiaan Huygens (1657) deu o primeiro tratamento científico ao assunto. A Arte da Conjectura de Jakob
Bernoulli (póstumo, 1713) e a Doutrina da Probabilidade de Abraham de Moivre (1718) trataram o
assunto como um ramo da matemática.

A teoria dos erros pode ser originada do Opera Miscellanea de Roger Cotes (póstumo, 1722), mas um
ensaio preparado por Thomas Simpson em 1755 (impresso em 1756) foi o primeiro a aplicar a teoria na
discussão de erros de observação. A reimpressão (1757) desse ensaio estabelece os axiomas que erros
positivos e negativos são igualmente prováveis, e que há certos limites que se podem associar em que pode
se supôr que todos os erros vão cair; erros contínuos são discutidos e uma curva de probabilidade é dada.

Pierre-Simon Laplace (1774) fez a primeira tentativa de deduzir uma regra para a combinação de
observações dos princípios da teoria das probabilidades. Ele apresentou a lei da probabilidade dos erros por
uma curva , sendo qualquer erro e sua probabilidades, e estabeleceu três propriedades dessa
curva: (1) Ela é simétrica no eixo ; (2) ao eixo , é assintótico; a probabilidade do erro quando é
0; (3) a área abaixo da curva da função é 1, sendo certo de que um erro existe. Ele deduziu uma fórmula
para o significado das três observações. Ele também deu (1781) uma fórmula para a lei da facilidade de
erros (um termo devido a Lagrange, 1774), mas que levava a equações não gerenciáveis. Daniel Bernoulli
(1778) introduziu o princípio do produto máximo das probabilidades de um sistema de erros concorrentes.

O método dos mínimos quadrados deve-se ao matemático alemão Johann Carl Friedrich Gauss (1777-
1855). Gauss descreveu o método aos dezoito anos (1795), que hoje é indispensável nas mais diversas
pesquisas. Adrien-Marie Legendre (1805), introduziu contribuições ao método em seu Nouvelles méthodes
pour la détermination des orbites des comètes. Por ignorar o trabalho de Legendre, um escritor Americano-
Irlandês, Robert Adrain, editor de "The Analyst" (1808), primeiro deduziu a lei da facilidade do erro,

e sendo constantes dependendo da precisão da observação. Ele deu duas provas, sendo a segunda
essencialmente a mesma de John Herschel (1850). Carl Friedrich Gauß deu a primeira prova que parece ser
conhecida na Europa (a terceira após a de Adrain) em 1809. Provas posteriores foram dadas por Laplace
(1810, 1812), Gauß (1823), James Ivory (1825, 1826), Hagen (1837), Friedrich Bessel (1838), Donkin
(1844, 1856), e Morgan Crofton (1870). Outros que contribuíram foram Ellis (1844), De Morgan (1864),
Glaisher (1872), e Giovanni Schiaparelli (1875). A fórmula de Peters (1856) para , o erro provável de uma
observação simples, é bem conhecida.
No século XIX, os autores da teoria geral incluíam Laplace, Sylvestre Lacroix (1816), Littrow (1833),
Adolphe Quetelet (1853), Richard Dedekind (1860), Helmert (1872), Hermann Laurent (1873), Liagre,
Didion, e Karl Pearson. Augustus De Morgan e George Boole melhoraram a exibição da teoria.

No lado geométricos, (veja geometria integral), os contribuidores da The Educational Times foram
influentes (Miller, Crofton, McColl, Wolstenholme, Watson, e Artemas Martin).

Formalização da probabilidade
Como outras teorias, a teoria das probabilidades é uma representação dos
conceitos probabilísticos em termos formais – isso é, em termos que podem
ser considerados separadamente de seus significados. Esses termos formais
são manipulados pelas regras da matemática e da lógica, e quaisquer
resultados são então interpretados ou traduzidos de volta ao domínio do
problema.

Dados, símbolos da Houve pelo menos duas tentativas com sucesso de formalizar a
probabilidade. probabilidade, que foram as formulações de Kolmogorov e a de Cox. Na
formulação de Kolmogorov, conjuntos são interpretados como eventos e a
probabilidade propriamente dita como uma medida numa classe de
conjuntos. Na de Cox, a probabilidade é entendida como uma primitiva (isto é, não analisada
posteriormente) e a ênfase está em construir uma associação consistente de valores de probabilidade a
proposições. Em ambos os casos, as leis da probabilidade são as mesmas, exceto por detalhes técnicos:

1. uma probabilidade é um número entre 0 e 1;


2. a probabilidade de um evento ou proposição e seu complemento, se somados, valem até 1;
3. a probabilidade condicionada ou conjunta de dois eventos ou proposições é o produto da
probabilidade de um deles e a probabilidade do segundo, condicionado na primeira.

O leitor vai encontrar uma exposição da formulação de Kolmogorov no artigo sobre teoria das
probabilidades, e no artigo sobre o teorema de Cox a formulação de Cox. Veja também o artigo sobre os
axiomas da probabilidade.

Representação e interpretação de valores de probabilidade

A probabilidade de um evento geralmente é representada como um número real entre 0 e 1. um evento


impossível tem uma probabilidade de exatamente 0, e um evento certo de acontecer tem uma probabilidade
de 1, mas a recíproca não é sempre verdadeira: eventos de probabilidade 0 não são sempre impossíveis,
nem os de probabilidade 1 certos. A distinção bastante sutil entre "evento certo" e "probabilidade 1" é
tratado em maior detalhe no artigo sobre "quase-verdade".

A maior parte das probabilidades que ocorrem na prática são números entre 0 e 1, que indica a posição do
evento no contínuo entre impossibilidade e certeza. Quanto mais próxima de 1 seja a probabilidade de um
evento, mais provável é que o evento ocorra. Por exemplo, se dois eventos forem ditos igualmente
prováveis, como por exemplo em um jogo de cara ou coroa, podemos exprimir a probabilidade de cada
evento - cara ou coroa - como "1 em 2", ou, de forma equivalente, "50%", ou ainda "1/2".

Probabilidades também podem ser expressas como chances (odds). Chance é a razão entre a probabilidade
de um evento e à probabilidade de todos os demais eventos. A chance de obtermos cara, ao lançarmos uma
moeda, é dada por (1/2)/(1 - 1/2), que é igual a 1/1. Isto é expresso como uma "chance de 1 para 1" e é
frequentemente escrito como "1:1". Assim, a chance a:b para um certo evento é equivalente à probabilidade
a/(a+b).

Por exemplo, a chance 1:1 é equivalente à probabilidade 1/2 e 3:2 é equivalente à probabilidade 3/5.

Ainda fica a questão de a quê exatamente pode ser atribuído uma probabilidade, e como os números
atribuídos podem ser usados; isto é uma questão de interpretações de probabilidade.

Há alguns que alegam que pode-se atribuir uma probabilidade a qualquer tipo de proposição lógica incerta;
esta é a interpretação bayesiana. Há outros que argumentam que a probabilidade só é aplicada
apropriadamente a proposições que relacionam-se com sequências de experimentos repetidos, ou da
amostragem de uma população grande; esta é a interpretação frequentista. Há ainda diversas outras
interpretações que são variações de um ou de outro tipo.

Distribuições

A distribuição de probabilidade é uma função que determina probabilidades para eventos ou proposições.
Para qualquer conjunto de eventos ou proposições existem muitas maneiras de determinar probabilidades,
de forma que a escolha de uma ou outra distribuição é equivalente a criar diferentes hipóteses sobre os
eventos ou proposições em questão.

Há várias formas equivalentes de se especificar uma distribuição de probabilidade. Talvez a mais comum é
especificar uma função densidade da probabilidade. Daí, a probabilidade de um evento ou proposição é
obtida pela integração da função densidade.

A função distribuição pode ser também especificada diretamente. Em uma dimensão, a função distribuição
é chamada de função distribuição cumulativa. As distribuições de probabilidade também podem ser
especificadas via momentos ou por funções características, ou por outras formas.

Uma distribuição é chamada de distribuição discreta se for definida em um conjunto contável e discreto,
tal como o subconjunto dos números inteiros; ou é chamada de distribuição contínua se tiver uma função
distribuição contínua, tal como uma função polinomial ou exponencial. A maior parte das distribuições de
importância prática são ou discretas ou contínuas, porém há exemplos de distribuições que não são de
nenhum desses tipos.

Dentre as distribuições discretas importantes, pode-se citar a distribuição uniforme discreta, a distribuição
de Poisson, a distribuição binomial, a distribuição binomial negativa e a distribuição de Maxwell-
Boltzmann. Dentre as distribuições contínuas, a distribuição normal, a distribuição gama, a distribuição t de
Student e a distribuição exponencial.

Probabilidade na matemática
Os axiomas da probabilidade formam a base para a teoria da probabilidade matemática. O cálculo de
probabilidades pode ser frequentemente determinado pelo uso da análise combinatória ou pela aplicação
direta dos axiomas. As aplicações da probabilidade vão muito além da estatística, que é geralmente baseada
na ideia de distribuições de probabilidade e do teorema do limite central.

Para dar um significado matemático à probabilidade, considere um jogo de cara ou coroa. Intuitivamente, a
probabilidade de dar cara, qualquer que seja a moeda, é "obviamente 50%"; porém, esta afirmação por si só
deixa a desejar quanto ao rigor matemático - certamente, enquanto se pode esperar que, ao jogar essa
moeda 10 vezes, teremos 5 caras e 5 coroas, não há garantias de que isso ocorrerá; é possível, por
exemplo, conseguir 10 caras sucessivas. O que então o número "50%" significaria nesse contexto?
Uma proposta é usar a lei dos grandes números. Neste caso, assumimos que é exequível fazer qualquer
número de arremessos da moeda, com cada resultado sendo independente - isto é, o resultado de cada
jogada não é afetado pelas jogadas anteriores. Se executarmos N jogadas, e seja NH o número de vezes que
a moeda deu cara, então pode-se considerar, para qualquer N, a razão NH/N.

Quando N se tornar cada vez maior, pode-se esperar que, em nosso exemplo, a razão NH/N chegará cada
vez mais perto de 1/2. Isto nos permite "definir" a probabilidade Pr(H) das caras como o limite matemático,
com N tendendo ao infinito, desta sequência de quocientes:

Na prática, obviamente, não se pode arremessar uma moeda uma infinidade de vezes; por isso, em geral,
esta fórmula se aplica melhor a situações nas quais já se tem fixada uma probabilidade a priori para um
resultado particular (no nosso caso, nossa convenção é a de que a moeda é uma moeda "honesta"). A lei
dos grandes números diz que, dado Pr(H) e qualquer número arbitrariamente pequeno ε, existe um número
n tal que para todo N > n,

Em outras palavras, ao dizer que "a probabilidade de caras é 1/2", queremos dizer que, se jogarmos nossa
moeda tantas vezes o bastante, eventualmente o número de caras em relação ao número total de jogadas
tornar-se-á arbitrariamente próximo de 1/2; e permanecerá ao menos tão próximo de 1/2 enquanto se
continuar a arremessar a moeda.

Observe que uma definição apropriada requer a teoria da medida, que provê meios de cancelar aqueles
casos nos quais o limite superior não dá o resultado "certo", ou é indefinido pelo fato de terem uma medida
zero.

O aspecto a priori desta proposta à probabilidade é algumas vezes problemática quando aplicado a
situações do mundo real. Por exemplo, na peça Rosencrantz e Guildenstern estão mortos, de Tom
Stoppard, uma personagem arremessa uma moeda que sempre dá caras, uma centena de vezes. Ele não
pode decidir se isto é apenas um evento aleatório - além do mais, é possível, porém improvável, que uma
moeda honesta pudesse dar tal resultado - ou se a hipótese de que a moeda é honesta seja falsa.

Notas sobre cálculos de probabilidade

A dificuldade nos cálculos de probabilidade se relacionam com determinar o número de eventos possíveis,
contar as ocorrências de cada evento, contar o número total de eventos. O que é especialmente difícil é
chegar a conclusões que tenham algum significado, a partir das probabilidades calculadas. Uma piada sobre
probabilidade, o problema de Monty Hall, demonstra as armadilhas muito bem.

Aplicações da Teoria da Probabilidade no cotidiano


Um efeito maior da teoria da probabilidade no cotidiano está na avaliação de riscos e no comércio nos
mercado de matérias-primas. Governos geralmente aplicam métodos de probabilidade na regulação
ambiental onde é chamada de "análise de caminho", e estão frequentemente medindo o bem-estar usando
métodos que são estocásticos por natureza, e escolhendo projectos com os quais se comprometer baseados
no seu efeito provável na população como um todo, estatisticamente. De fato, não é correto dizer que
estatísticas estejam envolvidas na modelagem em si, dado que, normalmente, estimativas de risco são únicas
(one-time) e, portanto, necessitam de modelos mais fundamentais como, por exemplo, para determinar "a
probabilidade de ocorrência de outro atentado terrorista como o de 11 de setembro em Nova York". Uma lei
de números pequenos tende a se aplicar a todas estas situações e à percepção dos efeitos relacionados a tais
situações, o que faz de medidas de probabilidade uma questão política.

Um bom exemplo é o efeito nos preços do petróleo da probabilidade percebida de qualquer conflito mais
abrangente no Oriente Médio - o que contagia a economia como um todo. A estimativa feita por um
comerciante de comodidades de que uma guerra é mais (ou menos) provável leva a um aumento (ou
diminuição) de preços e sinaliza a outros comerciantes aquela opinião. Da mesma forma, as probabilidades
não são estimadas de forma independente nem, necessariamente, racional. A teoria de finança
comportamental surgiu para descrever o efeito de tal pensamento de grupo (groupthink) na definição de
preços, política, paz e conflito.

Uma aplicação importante da teoria das probabilidades no dia a dia é a questão da confiabilidade. No
desenvolvimento de muitos produtos de consumo, tais como automóveis e eletro - eletrônicos, a teoria da
confiabilidade é utilizada com o intuito de se reduzir a probabilidade de falha que, por sua vez, está
estritamente relacionada à garantia do produto. Outro bom exemplo é a aplicação da teoria dos jogos, uma
teoria rigorosamente baseada na teoria das probabilidades, à Guerra Fria e à doutrina de destruição mútua
assegurada.

Ver também
Distribuição normal
Probabilidade Bayesiana
Campos aleatórios
Processo de Bernoulli
Variável aleatória
Teorema de Cox
Estatística
Teoria da decisão
Lista de tópicos estatísticos
Jogo de azar
Processos estocásticos
Teoria dos jogos
Processo de Wiener
Teoria da informação
Teorema de Bayes
Lei das Médias
Publicações importantes sobre
Lei dos números grandes probabilidade

Citações
Damon Runyon, "It may be that the race is not always to the swift, nor the battle to the strong
- but that is the way to bet."

- "pode ser que a corrida não seja sempre para o rápido nem a batalha para o forte - mas
é assim que se deve apostar."

Pierre-Simon Laplace "It is remarkable that a science which began with the consideration of
games of chance should have become the most important object of human knowledge."

- "É notável uma ciência que começou com jogos de azar tenha se tornado o mais
importante objeto do conhecimento humano."
- Théorie Analytique des Probabilités, 1812.

Richard von Mises "The unlimited extension of the validity of the exact sciences was a
characteristic feature of the exaggerated rationalism of the eighteenth century" (in reference
to Laplace)
- "A extensão ilimitada da validade das ciências exatas era característica do racionalismo
exagerado do século XVIII." - sobre Laplace).
- Probability, Statistics, and Truth, p 9. Dover edition, 1981 (republicação da segunda
edição em inglês, 1957).

Referências
1. Introduction to Probability, por Charles Miller Grinstead e James Laurie Snell ISBN 0-821-
89414-5

Ligações externas
Sala de aula – Matemática - probabilidade - Revista Nova Escola ([Link]
eb/20110302222621/[Link]
[Link])
Coleção de artigos sobre Probabilidade, muitos dos quais são acompanhados de
simulações em Java ([Link]
(HTML) Edwin Thompson Jaynes. Probability Theory: The Logic of Science. Preprint:
Washington University, (1996). ([Link]
(PDF) Edwin Thompson Jaynes. Probability Theory: The Logic of Science. Preprint:
Washington University, (1996). ([Link]
Probabilistic football prediction competition ([Link]
probabilistic scoring ([Link] and further reading
([Link]
"The Not So Random Coin Toss ([Link]
[Link]), Mathematicians Say Slight but Real Bias Toward Heads". NPR.
Figuring the Odds (Probability Puzzles) ([Link]
Dictionary of the History of Ideas: ([Link]
[Link]/cgi-local/DHI/[Link]?id=dv1-43) Certainty in Seventeenth-Century Thought
Dictionary of the History of Ideas: ([Link]
[Link]/cgi-local/DHI/[Link]?id=dv1-44) Certainty since the Seventeenth Century
Dictionary of the History of Ideas: ([Link]

Obtida de "[Link]

Você também pode gostar