INSTITUTO POLITÉCNICO 17 DE DEZEMBRO
INFORMÁTICA
Tema: Android
Turno: Manhã Docente:
Turma: TI10C _______________________
Disciplina: SEAC
Grupo nº 4
Icolo e Bengo, 2025
INSTITUTO POLITÉCNICO 17 DE DEZEMBRO
INFORMÁTICA
Tema: Android
INTEGRANTES DO GRUPO Nº 4
NOME NOTA INDIVIDUAL NOTA COLECTIVA
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AGRADECIMENTO
Às nossas famílias, que sempre nos apoiaram e incentivaram em nossos estudos e
projectos. Agradecemos também aos nossos professores, Não poderíamos deixar de
agradecer à equipe, cuja dedicação e colaboração foram fundamentais para o sucesso
deste projeto.
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ÍNDICE
1. Introdução
2. História e evolução do Android
3. Fabricação do Android
4. Arquitetura do Android
5. Funcionamento do Android
6. Tipos de Android
7. Hardware e compatibilidade
8. Comparação entre SO
9. Arquiteturas e padrões
10. Android no SEAC
11. Casos de estudo
12. Conclusão
13. Bibliografia
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RESUMO
Este trabalho apresenta um estudo aprofundado do sistema operativo Android no
contexto da disciplina SEAC. Cobre história, arquitetura, processo de fabricação (AOSP
e customizações OEM), funcionamento interno (boot, drivers, ART, gestão de energia,
segurança), cinco tipos de Android (dois recentes e três antigos) com comparações
técnicas, compatibilidade de hardware, e uma comparação detalhada com sistemas
operativos de desktop/servidor como Ubuntu, Windows e outras distribuições Linux.
Inclui também estudos de caso, tabelas comparativas, e uma bibliografia técnica.
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1. INTRODUÇÃO
O objetivo deste trabalho é fornecer aos alunos da turma TI 10C um panorama
completo e aplicável sobre o sistema operativo Android, com foco técnico e prático
para a disciplina de SEAC. O documento explicita conceitos fundamentais
(arquitetura, kernel, runtime), descreve processos de fabricação e personalização por
fabricantes, analisa compatibilidades entre arquiteturas (ARM, x86, RISC-V) e faz
comparação com sistemas operativos de desktop. O nível técnico é adequado para
alunos do ensino secundário técnico, com aprofundamentos suficientes para quem
deseja prosseguir em cursos superiores.
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2. FUNDAMENTAÇÃO TEORICA
2.1. Conceito
Android é um sistema operacional (SO) baseado no núcleo Linux, projetado
principalmente para dispositivos eletrônicos móveis (como smartphones e tablets) com
tela sensível ao toque ou interface de usuário baseada na manipulação direta;
desenvolvido por um consórcio de desenvolvedores conhecido como Open Handset
Alliance, sendo o principal colaborador o Google. Possui interface específica para
aparelho televisivo (Android TV), carros (Android Auto) e relógios inteligentes (Wear
OS). O sistema operacional utiliza-se da tela sensível ao toque para que o usuário possa
manipular objetos virtuais, como o teclado virtual. Apesar do foco ser dispositivos com
tela sensível ao toque, também é utilizado em consoles de videogames, câmeras digitais,
computadores e outros dispositivos eletrônicos.
O Android é o sistema operacional móvel mais utilizado do mundo, e, em 2013,
possuía a maior percentagem das vendas mundiais desse tipo de sistema. Dispositivos
com o sistema Android vendem mais que eletrônicos com Windows, iOS e MacOS
combinados, com vendas em 2012, 2013 e, 2014 perto da base de computadores do
mundo. Em 2021, a loja de aplicativos Google Play Store possui mais de 2 milhões de
aplicativos disponíveis. Uma pesquisa com programadores entre abril e maio de 2013
informa que 71% destes desenvolviam para o Android. Na conferência anual Google I/O
de 2014, a companhia revelou que existem mais de 1 bilhão de usuários Android ativos.
Em junho de 2013, este número era de 538 milhões. O maior número de usuários no
mundo também reflete no número de ataques de hackers no sistema, com cerca de 5 mil
novos malwares sendo criados todos os dias para usuários Android.
O código do sistema operacional é disponibilizado pelo Google sob licença de
código aberto, apesar de a maior parte dos dispositivos ser lançada com uma combinação
de software livre e software privado. Inicialmente foi desenvolvido pela empresa
Android, Inc., a qual o Google ajudou com suporte financeiramente. Foi adquirida pelo
Google em 2005 e revelado em 2007 junto com a fundação da Open Handset Alliance —
consórcio entre empresas de hardware, software e, telecomunicações com o intuito de
desenvolver a indústria de dispositivos móveis.
O Android é muito popular entre empresas de tecnologia que buscam um software
pronto, de baixo custo e personalizável para dispositivos de alta tecnologia. A natureza
do software de código aberto do sistema operacional tem encorajado uma grande
comunidade de programadores e entusiastas a colocar uma fundação para o
desenvolvimento de projetos feitos pela própria comunidade que adicionam recursos para
usuários mais avançados, ou trazem o Android para dispositivos que inicialmente não
foram lançados com a plataforma. O sucesso do SO fez dele um alvo para disputas de
patente na chamada "guerra de smartphones" entre empresas de tecnologia. A versão mais
recente é o Android 16, lançado em 10 de junho de 2025.
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Uma das novas funções do Android 13 é a possibilidade de limitar o acesso de
aplicativos à mídias como fotos, vídeos e áudios. Outra característica desse sistema é o
Bluetooth Low Energy (LE) que, além de reduzir o delay nas reproduções via
Bluetooth[31], diminui o consumo da bateria em 10%.
Em 2023, o Android 13 esteve presente em 5.2% dos equipamentos Android.
2.2 História e evolução do Android
Android, Inc. foi fundada em Palo Alto, California em outubro de 2003 por Andy
Rubin (cofundador da Danger), Rich Miner (co-fundador da Wildfire Communications,
Inc.), Nick Sears (ex-vice-presidente da T-Mobile), e Chris White (encabeçou o projeto
de desenvolvimento de design e interface da WebTV) para desenvolver, segundo o Rubin,
"dispositivos móveis mais inteligentes que estejam mais cientes das preferências e da
localização do seu dono". As primeiras intenções da empresa eram de desenvolver um
sistema operacional avançado para câmeras digitais, quando se deram conta de que o
mercado destes dispositivos não era grande o suficiente. Desviaram então seus esforços
para produzir um sistema operacional móvel para ser rival aos Symbian e Windows
Mobile. Apesar daquelas últimas conquistas dos fundadores e primeiros empregados,
Android Inc. operou secretamente, revelando somente que estava trabalhando em um
software para smartphones. Naquele mesmo ano Andy Rubin ficou financeiramente
escasso. Steve Pearlman, amigo íntimo de Rubin, entregou a ele dez mil dólares em um
envelope e recusou sua parte na companhia.
O Google adquiriu Android Inc. em 17 de agosto de 2005; funcionários-chave da
recém-comprada empresa, incluindo Rubin, Miner e White, continuaram na companhia
após a aquisição. Pouco se sabia sobre a Android Inc. naquele momento, mas muitos
especularam que o Google estava planejando entrar no mercado de dispositivos móveis
com essa jogada. Dentro do Google, o grupo liderado por Rubin desenvolveu um sistema
operacional móvel tendo com base o Kernel Linux. A empresa comercializou o Android
persuadindo empresas fabricantes de celular e operadoras com a promessa de prover um
sistema flexível e atualizável. O Google firmou parcerias com empresas fabricantes de
hardware, software e operadores de telefonia móvel e reafirmou que estaria aberta a
mútuas cooperações.
A especulação sobre a intenção do Google de entrar no mercado de dispositivos
móveis continuou até dezembro de 2006. Um protótipo inicial de codinome "Sooner"
tinha um aspecto parecido com um telefone BlackBerry, sem touchscreen e um teclado
físico QWERTY, mas foi redesenhado para suportar visores touchscreen para competir
com outros dispositivos recém-anunciados como o LG Prada (2006) e o iPhone da Apple
(2007). Em setembro de 2007, InformationWeek, revista digital americana, cobriu um
estudo da EvalueServe que revelava diversas patentes feitas pelo Google na área de
tecnologia móvel.
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Em 5 de novembro de 2007 a Open Handset Alliance, consórcio de tecnologia entre
empresas do ramo, incluindo Google, fabricantes de telefones como HTC, Sony e
Samsung, operadoras de telefonia como Sprint Nextel e T-Mobile e fabricantes de
chipsets como Qualcomm e a Texas Instruments se revelaram com o objetivo de criar
uma plataforma de padrão aberto para dispositivos móveis. Naquele dia o Android foi
revelado como seu primeiro produto: uma plataforma móvel construída no Kernel Linux
de versão 2.6.25. O primeiro smartphone disponível comercialmente rodando o Android
foi o HTC Dream, lançado em 22 de outubro de 2008.
Eric Schmidt, Andy Rubin, e Hugo Barra na coletiva de imprensa para o lançamento
do tablet do Google Nexus 7.
Em 2010 o Google apresentou sua série de dispositivos Nexus — uma linha de
smartphones e tablets rodando o sistema Android e sendo fabricado por empresas
parceiras. HTC colaborou com o Google para lançar o primeiro smartphone Nexus,
(atualmente Pixel) o Nexus One. Desde então o Google tem atualizado sua linha com
novos dispositivos como, por exemplo, o Nexus 5, feito pela LG e o Nexus 7, feito pela
Asus. O Google tem como objetivo através dos lançamentos Nexus mostrar as últimas
atualizações de software e hardware do Android, sendo estes dispositivos tidos como
carros-chefes do Android. No dia 13 de março de 2013, Larry Page, CEO e fundador do
Google, anunciou em um post no seu blog que Andy Rubin foi realocado dentro do
Google, saindo portanto da divisão do Android. Ele foi substituído por Sundar Pichai, o
qual também continua com seu papel como chefe da divisão Chrome do Google, a qual
desenvolve o Chrome OS.
Desde 2008 o Android tem recebido inúmeras atualizações que incrementaram
substancialmente o sistema, adicionando novas funcionalidades e consertando erros de
versões anteriores. A cada grande atualização o codinome do sistema muda, em ordem
alfabética, entre nomes de doces.
De 2010 até 2013 Hugo Barra, brasileiro funcionário do Google, foi o porta-voz
oficial do grupo de programadores do Android, representando o Android nas conferências
de imprensa e na Google I/O, evento do Google para programadores. O envolvimento de
Hugo Barra no desenvolvimento do Android inclui e abrange todo o ecossistema do
sistema operacional. Hugo Barra saiu do grupo de desenvolvimento do Android para
trabalhar na fabricante de smartphones chinesa Xiaomi.
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3. Características
3.1 Interface
A interface padrão do usuário no Android é baseada na manipulação direta. A
resposta para a manipulação é desenhada para ser imediata e produzir uma sensação de
fluidez, utilizando-se constantemente da resposta háptica para informar o usuário sobre a
conclusão do comando. Hardwares internos como acelerômetros, giroscópios e sensores
de proximidade são utilizados por alguns aplicativos para responder à ações adicionais
do usuário, como por exemplo a mudança da orientação da tela de retrato para paisagem,
dependendo de como o dispositivo é segurado ou o controle de jogos automotivos
somente pela rotação do smartphone, como se fosse um volante de carro.
Dispositivos Android são direcionados à tela inicial ou homescreen assim que são
ligados. Lá se encontra a navegação primária e principal do sistema, a qual é similar ao
conceito de desktop utilizado em computadores. São tipicamente compostas por ícones
de aplicativos instalados e widgets. Os ícones, quando selecionados, direcionam o usuário
ao aplicativo correspondente, enquanto o widget mostra na própria tela inicial as
informações, atualizando constantemente seu conteúdo, como previsão do tempo, emails
não lidos ou notícias. A tela inicial pode ser composta de várias páginas, as quais o usuário
por ir para frente ou para trás, sendo ela também altamente customizável, permitindo o
usuário ajustar o design de acordo com preferências pessoais. Aplicativos de terceiros
disponíveis na loja Google Play ou em outras lojas virtuais podem remodelar
extensivamente a tela inicial do Android, e até mesmo imitar a tela inicial de outros
sistemas operacionais como Windows Phone e iOS. A maioria das fabricantes e algumas
operadoras de telefonia customizam o visual do sistema para se destacar de seus
concorrentes.
Presente no topo da tela está a status bar ou barra de status, a qual mostra
informações sobre o dispositivo e sua conectividade. Esta barra pode ser puxada para
baixo para mostrar a tela de notificações onde aplicativos mostram importantes
informações ou atualizações, como um novo email ou um novo SMS, enquanto não
atrapalha a atividade que o usuário esteja fazendo no momento. As notificações são
persistentes e não saem da tela de notificações a não ser que o usuário leia, clicando na
notificação, ou a dispense, deslizando-a para o lado. A partir do Android 4.1, as
notificações passaram a poder ser expandidas, mostrando mais informações ou podendo
ter alguma interatividade, como por exemplo um player de música pode exibir suas
funções de voltar, pausar e avançar na música, enquanto uma notificação de chamada
perdida pode mostrar a opção de retornar a ligação.
O Android possui também a possibilidade de rodar aplicativos que mudam o
iniciador padrão. Essas mudanças incluem colocar várias páginas no dock ou retirar o
mesmo, e outras muitas mudanças que atingem diretamente a experiência do usuário com
o sistema.
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3.2 Aplicativos
Os aplicativos ou apps (abreviação do inglês applications) um programa
computacional que estendem funcionalidades dos dispositivos computacionais portáteis,
poder ser desenvolvidos com as linguagens de programação Kotlin, Java, ou C++, usando
o sistema nativo de desenvolvimento do software Android (abreviado SDK). Este inclui
um compreensivo conjunto de ferramentas de desenvolvimento, que incluem: depurador,
biblioteca, emulador baseado em QEMU, documentação, códigos de exemplos e,
tutoriais. O ambiente de desenvolvimento integrado oficialmente suportado é o Eclipse
utilizando o plugin do Android (ADT). Outras ferramentas de desenvolvimento estão
disponíveis, como o Google App Inventor, um ambiente de desenvolvimento para novos
desenvolvedores, e múltiplas plataformas de desenvolvimento cross-plataform.
O Android tem crescido na quantidade de aplicativos de terceiros desenvolvidos
para o sistema. Tais aplicativos podem ser adquiridos por usuários através da
descarga/baixamento da internet e instalação do arquivo .APK ou utilizando um programa
de loja virtual de aplicativos, como a Play Store (a loja primária dos usuários do Android).
A Google Play Store permite ao usuário do Android navegar, comprar, baixar e, atualizar
aplicativos desenvolvidos ou pelo Google ou por terceiros. Em julho de 2013 a loja
atingiu a marca de 1 milhão de aplicativos disponíveis. Em maio de 2013, 48 bilhões de
aplicativos haviam sido instalados a partir do Google Play e em julho do mesmo ano esse
número era de 50 bilhões. Algumas operadoras de telefonia nos Estados Unidos oferecem
uma conta conjunta da Google Play Store, onde os gastos na loja virtual vêm na conta de
telefone mensal do usuário.
Devido à natureza aberta do Android, há também um alto número de aplicativos de
lojas de terceiros, tanto para disponibilizar aplicativos para dispositivos não permitidos
na Play Store, quanto para colocar à disposição aplicativos não permitidos na loja, ou
aplicativos que burlem o sistema de pagamento do Google, fazendo que saiam de graça
para o usuário.
Os aparelhos Android possuem aplicativos pré-instalados, entre eles estão Google,
Google Chrome, YouTube e Google Maps. Já aparelhos que precisam usar mais serviços
do Google, tem instalados aplicativos como Gboard (teclado official da Google).
Gerenciamento de Memória
Já que dispositivos Android são normalmente movidos à bateria, o sistema foi
desenvolvido para gerir a quantidade de memória (RAM) com o intuito de deixar a
quantidade de energia gasta no mínimo, em contraste com desktops em que normalmente
sistemas assumem estar conectados à fontes ilimitadas de eletricidade doméstica. Quando
um aplicativo não está mais sendo usado, o sistema automaticamente o suspende da
memória; enquanto a aplicação está tecnicamente "aberta", aplicações suspensas não
consomem nenhum recurso do sistema. Isso traz um benefício duplo, já que aumenta a
responsividade do sistema, enquanto também não consome energia sem necessidade.
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O Android gere aplicações na memória automaticamente: quando a memória está
baixa, o sistema começa a "matar" aplicativos e processos que estão inativos há
determinado tempo. Este processo é feito para ser invisível ao usuário, então ele não
precisa administrar o sistema ou fechar processos por si mesmo.[81][82] Porém, a confusão
sobre a regulação de memória no Android resultou que aplicativos de terceiros que gerem
a memória ficaram famosos na Google Play Store; estes aplicativos são geralmente tidos
como ineficazes, fazendo mais mal do que bem.
Quando o Android 5.0 foi lançado, um problema com o gerenciamento de memória
fez com que muitos aparelhos sofressem com vazamento de memória, onde o sistema
utilizava a memória, porém não conseguia liberá-la para outros aplicativos utilizarem,
chegando a um ponto crítico onde o funcionamento do sistema estava comprometido,
sendo necessário reiniciá-lo frequentemente. O Google corrigiu o vazamento da versão
5.0, porém, outros vazamentos múltiplos foram detectados, como, por exemplo, na versão
5.0.1.
3.3 Hardware
A principal plataforma para o sistema Android é a Arquitetura ARM (ARMv7 ou
posterior; Android 5.0 também dá suporte à ARMv8-A), com a arquitetura x86 e MIPS
também oficialmente suportados. Tanto a variante 64-bit quanto a 32-bit das 3
arquiteturas possuem suporte desde o Android 5.0. Desde 2012, dispositivos com
processadores Intel começaram a surgir no mercado em smartphones e tablets. Para o
Android 4.4, o Google recomenda no mínimo 512 MB de memória RAM, enquanto para
dispositivos que não consomem tanta memória, os chamados low-ram devices, o mínimo
é 340 MB. Também é necessário dar suporte à tecnologia OpenGL ES 2.0. Possui também
suporte à OpenGL ES 1.1, 2.0, 3.0 e 3.1, sendo que alguns aplicativos requerem
explicitamente alguma dessas versões.
Dispositivos Android incorporam muitos hardwares opcionais, que incluem
câmeras, GPS, sensores de orientação, controles específicos para jogos, acelerômetros,
giroscópios, barômetros, magnetômetros, sensores de proximidade, termômetros, e telas
touchscreen. Alguns componentes não são obrigatórios, mas se tornaram padrão em
certos dispositivos como smartphones. Alguns componentes eram obrigatórios no início,
mas foram deixados de lado posteriormente. Por exemplo, enquanto o Android OS era
desenvolvido primariamente para ser um sistema de telefones, hardwares como
microfones eram obrigatórios, mas com o passar do tempo a função de telefone se tornou
opcional, e o microfone também.
O Android também pode rodar nativamente em um computador, utilizando mouse
e teclado, em versões do Android, principalmente aquelas posteriores ao 4.4. Empresas
chinesas estão fabricando PCs com o sistema operacional móvel baseado em Android,
para "competir diretamente com o Windows da Microsoft e o Android do Google". A
Academia Chinesa de Engenharia revelou que "mais de uma dúzia" de companhias
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estavam customizando o Android, seguindo o banimento do Windows 8 dos PCs do
governo chinês.
4. Kernel Linux
O sistema Android consiste em um Kernel baseado no Kernel Linux,
especificamente do ramo (LTS), suporte a longo tempo. Em janeiro de 2014 a maior parte
das versões do Android eram moldadas em cima da versão do Kernel linux 3.4 ou
superior, mas a versão específica do kernel depende do dispositivo Android e do
processador utilizado por ele. O Android utilizou vários Kernels desde o primeiro, o
2.6.25.
O Kernel Linux do Android possui alterações profundas na arquitetura que foram
implementadas pelo Google, fora do típico círculo de desenvolvimento Kernel do Linux,
como a inclusão de componentes como binder, ashmem, pmem, logger, wakelocks e uma
diferente saída de memória—out-of-memory (OOM).
O Android é uma distribuição Linux de acordo com a Linux Foundation, com a
chefe do projeto open-source do Google, Chris DiBona, e outros diversos jornalistas.
Outros, porém, como o engenheiro do Google Patrick Brady, afirmam que o Android não
é Linux no tradicional estilo Unix, já que o Android não inclui a biblioteca GNU C e
outros componentes tipicamente encontrados nas distribuições Linux.
5. Comunidades Open-Source
O Android possui comunidades de desenvolvedores e entusiastas que usam o
Android Open Source Project (AOSP) para desenvolver e distribuir suas próprias versões
modificadas do sistema operacional. Esses sistemas desenvolvidos pela comunidade
possuem geralmente novas características e funcionalidades e atualizações mais rápidas
do que os disponibilizados oficialmente pelas fabricantes ou operadoras, embora sem um
teste ou controle de qualidade muito rígido. Também contribuem para prover suporte,
continuado para dispositivos mais antigos que já não possuem mais atualizações oficiais
ou trazer o Android para dispositivos que não foram lançados com Android
originalmente, como o HP TouchPad. Tais comunidades lançam ROMs que geralmente
são pre-rooted, e possuem modificações que não são recomendáveis para usuários sem
conhecimento técnico do sistema, como opções para fazer overclock ou overvolt.
CyanogenMod foi o firmware mais utilizado entre as comunidades do Android, até o dia
que foi descontinuado. Foi substituído por LineageOS. Enquanto existia, servia como
base para diversas outras ROMs.
Historicamente, fabricantes de smartphones e operadoras de telefonia móvel,
tipicamente são contra o desenvolvimento de firmware por terceiros. Tais fabricantes
expressam preocupação com a má funcionalidade dos dispositivos rodando software
desenvolvidos por usuários, e o custo do suporte que isso traria. Além disso, esses
softwares modificados frequentemente possuem novas ferramentas, como o tethering, o
qual as operadoras normalmente cobrariam uma taxa adicional. Como resultado destas
modificações, obstáculos técnicos ao desenvolvimento e acesso aos softwares são criados
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por fabricantes e operadoras, como bootloader bloqueado, e acesso restrito às permissões
de root. Porém, com o crescimento da comunidade Open-Source e a declaração do
Congresso dos Estados Unidos permitindo o jailbreak de dispositivos móveis, as
fabricantes e operadoras começaram a relaxar ações contrárias a esse tipo de
desenvolvimento, chegando ao ponto de até mesmo fabricantes como HTC, Motorola,
Samsung, e Sony dar suporte e encorajar o desenvolvimento destes softwares. Como
resultado destas declarações, necessidade de circundar bootloaders bloqueados para
instalar softwares não-oficiais tem caído, já que o número de celulares enviados sem estas
restrições sofreu um aumento considerável, apesar do usuário ainda perder a garantia se
o fizer. Apesar do relaxamento das fabricantes, algumas operadoras móveis dos Estados
Unidos ainda proíbem a utilização de softwares de terceiros, frustrando muitos
consumidores.
6. Segurança e privacidade
Os aplicativos do Android funcionam numa sandbox, local isolado do resto
do sistema e que não possui nenhum acesso ao resto dele, a não ser que a
permissão seja explicitamente dada no momento da instalação do programa.
Antes de instalar um aplicativo, a Play Store mostra todas as permissões da qual
o aplicativo precisa: um jogo pode precisar de acesso à vibração ou de acessar
conteúdo no cartão de memória, por exemplo, mas não precisará de acesso às
mensagens de texto ou à lista de contatos. Após revisar estas permissões, o
usuário pode aceitá-las ou recusá-las, sendo o aplicativo instalado somente se
o usuário as aceitar. Este sistema de sandbox diminui o impacto sobre
vulnerabilidades do sistema, mas a confusão entre desenvolvedores fez com que
o sistema se tornasse ineficaz, já que os aplicativos pediam acesso à
determinadas informações desnecessárias ao funcionamento do aplicativo.
Recentemente o Google lançou um update aos seus dispositivos para inserir um
app que roda em segundo plano detectando aplicativos maliciosos.
O aplicativo "App Ops", que foi designado para testes e desenvolvimento
interno do Google para o Android na área de segurança e privacidade, foi
introduzido a partir do Android 4.3 nos dispositivos Nexus. Inicialmente
escondido dentro do sistema, o programa foi descoberto por programadores: ele
permitia que se instalasse um aplicativo de gerenciamento de permissões
individuais dos aplicativos, selecionando o que o usuário gostaria que o aplicativo
tivesse acesso, e ao o que o aplicativo não tivesse acesso. O acesso ao
programa foi removido a partir do Android 4.4.2, com a explicação de que ele
fora colocado para o usuário final de maneira acidental. Por esta decisão, a
empresa recebeu duras críticas da Electronic Frontier Foundation. Seleção
individual das permissões de aplicativos foi adicionada oficialmente junto ao
Android Marshmallow. É possível obter essa função em versões anteriores a
essa com acesso root.
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De acordo com pesquisas conduzidas pela empresa de segurança Trend
Micro, a forma mais comum de malware no sistema Android é o abuso em
relação aos serviços premium, onde celulares infectados são colocados em
serviços pagos sem o consentimento do usuário. Outros malware introduzem
propaganda não permitida e intrusiva no celular, ou enviam dados pessoais a
terceiros, também sem a autorização do usuário. Ameaças à segurança do
Android têm crescido exponencialmente; por outro lado, engenheiros do Google
têm argumentado que ameaças de malware ou vírus estão sendo exageradas
por empresas de segurança por motivos estritamente comerciais, e têm acusado
a indústria de segurança de colocar medo nos usuários para vender aplicativos
de segurança. O Google ainda afirma que malwares perigosos são
extremamente raros, e que uma pesquisa conduzida pela F-Secure mostrou que
apenas 0,5% dos malwares denunciados têm origem na Play Store.
O Google atualmente utiliza do sistema de escaneamento de malware
Google Bouncer para detectar ameaças na Play Store. Sua função é alertar
usuários de aplicativos potencialmente perigosos antes que sejam baixados. A
versão Jelly Bean 4.2 do Android trouxe ferramentas de segurança aprimoradas,
incluindo um detector de malware embutido no sistema, que trabalha em
conjunto com o Google Play, mas também pode escanear aplicativos de terceiros
que estejam instalados no sistema. Várias companhias de segurança virtual
lançaram aplicativos de segurança para o Android, como a Lookout Mobile
Security, AVG, McAfee, Avast, BitDefender, Kaspersky e Trend Micro. Esse tipo
de aplicativo é geralmente tido como ineficaz, já que o sistema sandbox também
é aplicado a eles, limitando a habilidade de escanear e proteger o sistema.
Smartphones Android têm a habilidade de reportar localizações de pontos
de acesso Wi-Fi, que são encontrados enquanto o usuário se locomove, para
criar bancos de dados com a localização física de centenas de milhões destes
pontos de acesso. Esses bancos de dados formam mapas eletrônicos capazes
de localizar os dispositivos, permitindo que o usuário utilize de aplicativos como
o Foursquare, Google Latitude, Facebook Places e mostrar ao usuário
propagandas baseadas em sua localização. Aplicativos de monitoração de
terceiros como o TaintDroid, um projeto acadêmico, pode, em alguns casos,
detectar quando informações pessoais estão sendo enviadas à servidores
remotos. Em junho de 2013 o Google lançou o Gerenciador de Dispositivos
Android, um componente que permite usuários de remotamente rastrearem,
localizarem e acessarem informações de aparelhos perdidos ou roubados. Em
dezembro de 2013 o Google lançou o mesmo aplicativo na Play Store, onde está
disponível para dispositivos com Android 2.2 ou superior.
Nas revelações da vigilância global de 2013, foi descoberto em setembro
que as agências de inteligência americana e britânica; a NSA, e o Government
Communications Headquarters (GCHQ), respectivamente, tiveram acesso aos
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dados do usuário em dispositivos iPhone, Blackberry e Android. Eles podiam,
comprovadamente, ter acesso à toda informação do smartphone, incluindo SMS,
localização, emails e notas. Informações vazadas em janeiro de 2014 revelaram
ainda que as agências de inteligência eram capazes de interceptar informações
pessoais através de redes sociais e aplicativos populares, como Angry Birds,
que coletava informações pessoais para motivos comerciais e de propaganda.
O GCHQ tem, de acordo com o The Guardian, um guia em estilo wiki de
diferentes aplicativos e que tipos de informações poderiam ser captadas através
deles. Mais tarde naquela semana o desenvolvedor finlandês do Angry Birds
Rovio anunciou publicamente que estaria reconsiderando suas relações com
plataformas de propaganda após aquelas últimas descobertas e pediu à toda
indústria que faça o mesmo.
Os documentos revelaram ainda um esforço das agências de inteligência
para interceptar buscas feitas pelo usuário no Google Maps e em smartphones
para coletar informações em massa. A NSA e o CGHQ insistiram que suas
atividades estavam em concordância com todas as leis domésticas e
internacionais de segurança e privacidade, apesar da declaração do editorial do
The Guardian dizendo que "as últimas revelações poderiam também adicionar
às preocupações públicas sobre como o setor de tecnologia coleta e armazena
informações, especialmente para aqueles fora dos EUA, que gostam um pouco
mais de proteção à privacidade do que os americanos.".
7. Licença
O código-fonte do sistema Android é de código aberto; é desenvolvido pelo Google
em particular, com o código-fonte lançado publicamente quando uma nova versão do
Android é lançada. O Google publica a maior parte do código (incluindo o código de rede
e telefonia) sob a licença não-copyleft Apache versão 2.0, que permite modificações e
redistribuições. A licença não garante direitos ao uso da marca Android, portanto
operadoras e fabricantes devem obter a licença sob contratos individuais. Mudanças no
kernel do Linux associadas são publicadas sob copyleft sob a licença pública geral versão
2, desenvolvida pela Open Handset Alliance, com o código-fonte disponível
publicamente. É típico do Google colaborar com alguma fabricante para produzir um
dispositivo (da série Nexus) que seja o carro-chefe do Android, sendo o primeiro a ser
lançado e disponibilizado com a nova versão do sistema. Assim que o dispositivo é
lançado, o código-fonte da nova versão é liberado publicamente. A única versão do
sistema móvel que não foi disponibilizada imediatamente foi a do Android 3.0
Honeycomb, exclusivo para tablets. A razão para isto, segundo Andy Rubin, era porque
o Honeycomb foi feito de forma imediata para o lançamento do Motorola Xoom, e eles
não queriam que terceiros colocassem em seus smartphones um sistema construído para
tablets, o que constituiria uma "experiência de usuário muito ruim".
Enquanto o Android em si é de código aberto, a maior parte dos dispositivos são
colocados a venda com uma grande quantidade de software particular, como os apps do
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Google Mobile, que incluem a Google Play Store, Google Search, Google Play Services
e outros. Estes dispositivos devem ter licença expedida pelo Google, e só podem ser
fabricados se requerimentos forem alcançados. Distribuições modificadas pela fabricante,
como o TouchWiz e o HTC Sense, podem também substituir aplicativos padrões no
Android, e também incluir aplicativos não disponíveis originalmente no sistema.
Diversos aplicativos nativos do Android que costumavam ser de código aberto,
como a Pesquisa, Música e Calendário, passaram a ser de código fechado, e começaram
a ser distribuídos pela loja de aplicativos do Google, com os novos nomes de Pesquisa
Google, Google Play Music e Google Calendário.
Richard Stallman e a Fundação para o Software Livre têm sidos críticos do Android
e têm recomendado a utilização de alternativas como o Replicant, pois os drivers e
firmwares vitais para o funcionamento do Android são de propriedade privada.
8. Uso fora de smartphones e tablets
O fato do Android ser um sistema aberto e extremamente customizável permite que
ele seja usado em outros eletrônicos além de tablets e smartphones, o que inclui netbooks,
smartbooks, smart TVs (Android TV e Google TV), e câmeras (Galaxy Camera). Além
destes mais usados, há também sistema Android em óculos (Google Glass),
smartwatches, fones de ouvido, tocadores de CD e DVD de carros, espelhos, MP3s,
telefones fixos, e consoles de videogames. Ouya, um console de videogame que roda
Android se tornou uma das campanhas de crowdfunding de mais sucesso da história do
site Kickstarter, arrecadando mais de US$ 8,5 milhões para seu desenvolvimento, e foi
seguido por outros consoles baseados em Android, como o Project Shield da Nvidia, e o
Nexus Player, console lançado pelo Google e fabricado pela Asus. Em mais uma tentativa
de levar o Android a diversas plataformas, em junho de 2014 na Google I/O de 2014, foi
anunciado o desenvolvimento do Android TV, que substitui a plataforma Google TV, e o
Android Auto, plataforma para entretenimento em veículos automotivos.
9. Comparação: Android vs Ubuntu vs Windows vs Linux
Base arquitectónica: Android usa kernel Linux com userland customizado; Ubuntu
e outras distros Linux usam GNU userland; Windows usa kernel NT.
Interface: Android otimizado para toque; Windows/Ubuntu para teclado+mouse.
Gestão de processos: Android usa Binder IPC intensamente; Linux desktop usa
forks/exec e D-Bus.
Segurança: Android aplica SELinux e sandbox por app; Ubuntu é multiusuário
tradicional com permissões Unix.
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Compatibilidade HW: Drivers proprietários frequentes no Windows;
Linux/Ubuntu dependem de comunidade/OEM.
Ecossistema: Android tem Play Store e APKs; Ubuntu/Windows têm
repositórios/lojas diferentes.
Consumo energético: Android otimizado para bateria; desktop OS foca em
desempenho.
Discussão técnica aprofundada sobre trade-offs arquitetónicos e exemplos práticos
onde cada SO se destaca.
9.1 Padrões, diferenças e compatibilidade entre SO e Arquiteturas
ARM vs x86
ARM é RISC, eficiente em consumo; x86 CISC historicamente para desktops.
Binários não são compatíveis sem tradução (ex: [Link]).
32-bit vs 64-bit
64-bit (arm64/x86_64) oferece maior espaço de endereçamento e melhores
otimizações; Android passou a exigir suporte 64-bit para novas apps em 2019.
Drivers, bibliotecas e ABI
ABI define convenções de chamada e layout de dados; compatibilidade inválida
entre ABIs impede execução nativa.
Kernel monolítico vs microkernel
Linux (monolítico) coloca drivers no kernel; microkernels movem mais para
userland — trade-offs de desempenho e segurança.
Impacto na performance e bateria
Ar
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10. CONCLUSÃO
O Android consolidou-se como uma das plataformas tecnológicas mais influentes
do mundo moderno, graças à sua combinação de código aberto, flexibilidade e ampla
compatibilidade com diversos tipos de hardware. Desde a sua criação, o sistema evoluiu
continuamente, incorporando melhorias de desempenho, segurança, usabilidade e
integração com serviços baseados em nuvem e inteligência artificial. Essa evolução
permitiu que o Android se tornasse o sistema operacional dominante em dispositivos
móveis e expandisse sua presença para outros equipamentos, como televisões, relógios
inteligentes, carros e eletrodomésticos inteligentes.
A arquitetura modular do Android, somada ao vasto ecossistema de
desenvolvedores e fabricantes, impulsionou a inovação e democratizou o acesso à
tecnologia. Ao mesmo tempo, sua capacidade de adaptação tornou possível a coexistência
de versões mais antigas e mais recentes, garantindo compatibilidade e longevidade de
dispositivos em diferentes faixas de preço. Como resultado, o Android não apenas
transformou a forma como as pessoas interagem com a tecnologia, mas também se tornou
uma plataforma fundamental para o desenvolvimento tecnológico global.
Assim, pode-se concluir que o Android desempenha um papel essencial na inclusão
digital, na expansão de soluções inteligentes e na aceleração da inovação tecnológica,
permanecendo como um dos pilares da computação móvel contemporânea e do futuro da
conectividade.
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10. REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA
Vander Stoep, Jeff; Hines, Stephen (6 de abril de 2021). «Rust in the Android
platform» (em inglês). Google. Consultado em 22 de abril de 2021
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em 5 de outubro de 2021
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21 de abril de 2012
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Technologies. Consultado em 21 de maio de 2011. Arquivado do original em 6 de julho
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