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Concurso SEFAZ RN: Conteúdos e Estratégias

Enviado por

Paulo Morais
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)

META 38

Bem-vindo(a) à sua jornada rumo à aprovação na Carreira Fiscal - SEFAZ RN!


Caro(a) aluno(a),

O Termo de Referência do concurso já foi divulgado, confirmando que a banca organizadora será
o Cebraspe e detalhando as matérias, a quantidade de questões e o peso de cada uma na nota
final. Veja a distribuição em ordem decrescente de importância:
Tecnologia da Informação – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota
Auditoria – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota
Contabilidade Geral – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
História e Aspectos Geo-Econômicos do RN – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário I (Geral) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário II (Reforma Tributária) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Legislação Tributária Estadual – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Português – 15 questões – 15 pontos – 6,25% da nota
Direito Constitucional – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Direito Administrativo – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Matemática Financeira e Estatística – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Contabilidade Avançada e de Custos – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Processo Administrativo Tributário – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Direito Comercial – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Civil – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Penal – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Financeiro – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Economia – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da notaTotal: 240 questões – 240 pontos – 100% da nota
Observação: o Termo de Referência apresenta algumas inconsistências quanto aos mínimos por
matéria, mas acreditamos que se trata de algo pontual que será corrigido na publicação do edital.
Observação Importante: a disciplina Direito Financeiro será estudada nesta fase como
Administração Financeira e Orçamentária (AFO), pois os conteúdos são praticamente idênticos.
Essa estratégia garante uma preparação eficiente no pré-edital. No pós-edital, ajustaremos a
nomenclatura e incluiremos qualquer particularidade que venha a constar no edital oficial.
Orientações de Estudo
Estudo 100% direcionado para o pré-edital, priorizando as matérias de maior peso (TI, Auditoria,
Contabilidade e Direito Tributário).
Revise com frequência as disciplinas de alto impacto eliminatório (Português, Constitucional e
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Administrativo) para não correr risco de reprovação por nota mínima.


Pratique com questões da banca Cebraspe, lembrando que agora as provas serão de múltipla
escolha (não no modelo certo/errado tradicional).
Treine sob condições reais para aguentar os três turnos de provas. Recomendamos simulados
longos aos finais de semana.

17/11/2025 1
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
META 38

Mantenha revisões programadas (ciclos de 7 e 30 dias) e revisões finais (véspera de prova).


Materiais Extras para Potencializar Seus Estudos
E-book - Dicas sobre a Reforma Tributária – acesse aqui
LC 214/25 Bizurada:
Parte 1 – acesse aqui
Parte 2 – acesse aqui
Resumos Esquematizados:
Direito Tributário – acesse aqui
Direito Constitucional – acesse aqui
Direito Administrativo – acesse aqui
Tecnologia da Informação – acesse aqui
Direito Penal – acesse aqui
Direito Civil – acesse aqui
Direito Empresarial – acesse aqui
Disciplina, comprometimento e estratégia são os pilares que vão te conduzir à aprovação. Você
está no caminho certo e nós estaremos com você em cada etapa dessa jornada.
Agora é com você. A sua vaga na SEFAZ RN está mais perto do que nunca.

Caro(a) aluno(a),

O Termo de Referência do concurso já foi divulgado, confirmando que a banca organizadora será
o Cebraspe e detalhando as matérias, a quantidade de questões e o peso de cada uma na nota
final. Veja a distribuição em ordem decrescente de importância:

● Tecnologia da Informação – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota


Auditoria – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota
Contabilidade Geral – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
História e Aspectos Geo-Econômicos do RN – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário I (Geral) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário II (Reforma Tributária) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Legislação Tributária Estadual – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Português – 15 questões – 15 pontos – 6,25% da nota
Direito Constitucional – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Direito Administrativo – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Matemática Financeira e Estatística – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Contabilidade Avançada e de Custos – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Processo Administrativo Tributário – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota


Direito Comercial – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Civil – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Penal – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Financeiro – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
META 38

Economia – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota

Total: 240 questões – 240 pontos – 100% da nota

Observação: o Termo de Referência apresenta algumas inconsistências quanto aos mínimos por
matéria, mas acreditamos que se trata de algo pontual que será corrigido na publicação do edital.
Observação Importante: a disciplina Direito Financeiro será estudada nesta fase como
Administração Financeira e Orçamentária (AFO), pois os conteúdos são praticamente idênticos.
Essa estratégia garante uma preparação eficiente no pré-edital. No pós-edital, ajustaremos a
nomenclatura e incluiremos qualquer particularidade que venha a constar no edital oficial.

Orientações de Estudo

Estudo 100% direcionado para o pré-edital, priorizando as matérias de maior peso (TI, Auditoria,
Contabilidade e Direito Tributário).

Revise com frequência as disciplinas de alto impacto eliminatório (Português, Constitucional e


Administrativo) para não correr risco de reprovação por nota mínima.

Pratique com questões da banca Cebraspe, lembrando que agora as provas serão de múltipla
escolha (não no modelo certo/errado tradicional).

Treine sob condições reais para aguentar os três turnos de provas. Recomendamos simulados
longos aos finais de semana.

Mantenha revisões programadas (ciclos de 7 e 30 dias) e revisões finais (véspera de prova).

Materiais Extras para Potencializar Seus Estudos

E-book - Dicas sobre a Reforma Tributária – acesse aqui


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LC 214/25 Bizurada:
Parte 1 – acesse aqui
Parte 2 – acesse aqui

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
META 38

Resumos Esquematizados:

Direito Tributário – acesse aqui

Direito Constitucional – acesse aqui

Direito Administrativo – acesse aqui

Tecnologia da Informação – acesse aqui

Direito Penal – acesse aqui

Direito Civil – acesse aqui

Direito Empresarial – acesse aqui

Disciplina, comprometimento e estratégia são os pilares que vão te conduzir à aprovação. Você
está no caminho certo e nós estaremos com você em cada etapa dessa jornada.

Agora é com você. A sua vaga na SEFAZ RN está mais perto do que nunca.

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17/11/2025 4
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

1 - MATEMÁTICA FINANCEIRA -

2 - PORTUGUÊS -

3 - DIREITO ADMINISTRATIVO -

4 - ESTATÍSTICA -

5 - CONTABILIDADE GERAL -

6 - DIREITO CONSTITUCIONAL -

7 - AUDITORIA TRIBUTÁRIA FISCAL -

8 - DIREITO TRIBUTÁRIO -

9 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

10 - CONTABILIDADE DE CUSTOS -

11 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

12 - DIREITO CIVIL -

13 - DIREITO EMPRESARIAL -

14 - DIREITO PENAL -

15 - ECONOMIA -

16 - DIREITO TRIBUTÁRIO -
-
REFORMA TRIBUTÁRIA
17 - ADMIN. FINANC. E
-
ORÇAMENTÁRIA
18 - PROCESSO ADMINISTRATIVO
-
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

FISCAL
19 - HISTÓRIA E ASPECTOS
-
GEOECONÔMICOS

20 - CONTABILIDADE GERAL -

5
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

21 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

22 - DIREITO TRIBUTÁRIO -
-
REFORMA TRIBUTÁRIA

23 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

24 - PROCESSO ADMINISTRATIVO
-
FISCAL
25 - HISTÓRIA E ASPECTOS
-
GEOECONÔMICOS

26 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

27 - PROCESSO ADMINISTRATIVO
-
FISCAL
28 - HISTÓRIA E ASPECTOS
-
GEOECONÔMICOS

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

1) Matemática Financeira

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Juros Simples

Orientações Técnicas - Matemática Financeira

Iniciaremos o estudo de Matemática Financeira para o concurso da área Fiscal/Controle.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso [Link]
regular-para-area-fiscal-pacote-completo/.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Juros Compostos 25.0%

Juros Simples 20.0%

Descontos 15.0%

Inflação, Juros reais e Juros aparentes 10.0%

Equivalência de Capitais 10.0%

Sistema de Amortizações 10.0%

Análise de investimentos 10.0%

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

1) Juros Simples

2) Taxas Equivalentes e Proporcionais no Regime Simples

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 30 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 00 - Experiente
Filtros do TEC: Anos: 2025 - 2023; Área: Fiscal, Gestão e Controle; Opções: Remover não
comentadas, anuladas, desatualizadas

Atividade Alternativa:
Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.
Preparamos estes cadernos com muito cuidado, pensando em otimizar o estudo de quem está
migrando da área fiscal para uma preparação focada em banca específica. Assim, sempre que
possível, priorizamos provas mais recentes e questões da área fiscal ou controle. Porém, quando
havia poucas questões recentes e da área fiscal ou de controle sobre um tema, incluímos também
questões de outras áreas e/ou mais antigas, mas sempre pertinentes para seu estudo.

Atividade Alternativa - Questões FCC

- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 35 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 00 - FCC - Experiente
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 00 - FGV - Experiente

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 14 (total de questões: 14) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 00 - VUNESP - Experiente

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 00 - CEBRASPE - Experiente

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

DICAS DE ESTUDO - Juros Simples:

Lembre-se sempre da ideia central: em juros simples, a remuneração é calculada somente sobre o capital
inicial. Isso significa que o valor dos juros é constante em cada período. Visualize isso como uma linha
reta em um gráfico, representando o crescimento linear do montante.

Dominando a Fórmula: J = C * i * t

Montante (M): M = C + J ou M = C * (1 + i * t)

Elementos da fórmula:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Montante: Valor final de uma aplicação ou empréstimo, representando a soma do capital inicial e
os juros acumulados.
J (Juros): O valor da remuneração pelo empréstimo ou aplicação.
C (Capital): O valor inicial da operação.
i (Taxa de Juros): A porcentagem que representa o custo do dinheiro por unidade de tempo. Crucial:

10
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Sempre utilize a taxa na forma unitária (dividida por 100) nos cálculos.
t (Tempo): A duração da operação. Atenção Redobrada: As unidades de tempo de 'i' e 't' devem ser as
mesmas. Se a taxa for anual e o tempo for em meses, realize a conversão: divida a taxa anual por 12 para
obter a taxa mensal equivalente, ou multiplique o tempo em meses por 12 para obter o tempo em anos.

Taxas Proporcionais
Taxas proporcionais são uma ferramenta poderosa em juros simples. Elas simplificam cálculos e
comparações. Duas taxas são proporcionais se, aplicadas ao mesmo capital, produzem o mesmo
montante em períodos diferentes.
Exemplo: Uma taxa de 12% ao ano é proporcional a 1% ao mês, 6% ao semestre, e 24% a cada dois anos. A
relação é linear.

Juros Comerciais x Juros Exatos:


Juros Comerciais: Utilizados para simplificar cálculos, consideram o ano com 360 dias e todos os meses
com 30 dias. Essa convenção facilita as operações, mas pode gerar pequenas diferenças em relação ao
cálculo exato.
Juros Exatos: Utilizam o calendário real, com 365 ou 366 dias no ano e o número real de dias de cada mês
(28, 29, 30 ou 31). Oferecem maior precisão, mas os cálculos podem ser mais complexos.

Análise de Questões da Bateria TEC Concursos:

19 - FCC - 2024 - A questão compara juros simples e compostos. A FCC frequentemente cobra esse tipo
de comparação, exigindo atenção na conversão de taxas e tempo. Atenção: para períodos menores que 1,
juros simples são maiores que os compostos. Para períodos maiores que 1, o inverso é verdadeiro. Para
um período exato, os juros são iguais. A questão exige o cálculo do capital inicial em ambos os regimes.

20 - FGV - 2023 - A questão aborda a diferença entre juros simples e compostos usando uma aproximação
para a fórmula de juros compostos. A FGV costuma explorar aproximações, exigindo bom conhecimento
de álgebra. Atente-se à fórmula de aproximação fornecida e pratique sua aplicação. O cálculo da
diferença entre os regimes é o foco da questão. PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

2) Português

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Ortografia oficial. Acentuação gráfica.

Orientações Técnicas - Português

Iniciaremos o estudo de Português para o concurso.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o Português p/ Concursos - Curso Regular
Link: [Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Caso você já possua assinatura do estratégia, segue o link do Dashboard:


[Link]

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Interpretação de Textos (Compreensão) 25.0%

Classes de Palavras 14.0%

Sintaxe 9.0%

Semântica 7.0%

Reescrita de Frases. Substituição de Palavras ou Trechos de Texto. 7.0%

Pontuação (Ponto, Vírgula, Travessão, Aspas, Parênteses, etc) 6.0%

Regência 5.0%

Ortografia 5.0%

Coerência. Coesão. 5.0%

Concordância (Verbal e Nominal) 4.0%

Tipologia e Gênero Textual 4.0%

Linguagem 3.0%

Fonética. Separação Silábica. 2.0%

Colocação Pronomial 1%
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Formação e Estrutura das Palavras 1%

Clareza e Correção 1%

Vozes (Voz Passiva e Voz Ativa) 1%

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos da tarefa atual.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Português - CADERNO 01
Marque as questões que errou ou teve dúvida como favorita. Isso será importante para as tarefas
de revisão.

Atividade Alternativa:
Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Preparamos estes cadernos com muito cuidado, pensando em otimizar o estudo de quem está
migrando da área fiscal para uma preparação focada em banca específica. Assim, sempre que
possível, priorizamos provas mais recentes e questões da área fiscal ou controle. Porém, quando
havia poucas questões recentes e da área fiscal ou de controle sobre um tema, incluímos também
questões de outras áreas e/ou mais antigas, mas sempre pertinentes para seu estudo.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Atividade Alternativa - Questões FCC

- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 35 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - FCC - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - FGV - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - VUNESP - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - CEBRASPE - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Extra (Facultativa)


Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.
Simulado de assuntos mesclados.
Total de questões: 10.
Tempo ideal: 20 minutos.

15
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - Português - CADERNO EXTRA 01

Fonética (fonemas, dígrafos, encontros consonantais, vocálicos). Separação silábica

Fonética:
A fonética é um ramo da linguística que estuda os sons da fala humana. Ela se preocupa em
analisar e descrever os sons articulados pelos seres humanos e como esses sons são percebidos e
interpretados pelos ouvintes.

Acento Tônico: ocorre na fala. Nem sempre recai sobre uma sílaba originalmente tônica.
Acento Gráfico: ocorre na escrita. Nem sempre se acentua a sílaba tônica.

Fonema é uma unidade sonora


Letra é a representação gráfica de um som, é o símbolo “visual” do fonema.

Dígrafo x encontros consonantais: Dígrafos são combinações de duas letras que representam um
único som. Já os encontros consonantais são sequências de duas ou mais consoantes que
aparecem juntas em uma palavra.

Dica: Ao encontrar uma sequência de duas ou mais consoantes, verifique se são pronunciadas de
forma separada (encontros consonantais) ou se formam um único som (dígrafo).

Encontros Vocálicos

1. Hiatos (V + V) - encontro de duas vogais em sílabas separadas (ex: e-a-tro; ru-im)


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

2. Ditongos (sv + V) OU (V + sv): - encontro de vogal com semivogal na mesma sílaba (ex: sai; lei;
constrói)
3. Tritongos (sv + V + sv) - encontro de semivogal, vogal e semivogal na mesma sílaba (ex: iguais;
saguões)

Vogal e Semivogal:

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

1. Não existe sílaba sem vogal;


2. Toda sílaba tem apenas uma vogal;
3. Se tivermos mais de um som vocálico na mesma sílaba, ele denominar-se-á de semivogal (um
será vogal e os demais semivogais);
4. A vogal, quando tiver mais de um som vocálico, será a de menor timbre (maior número na
escala);
5. O "u" tremado (antes do novo acordo) será sempre semivogal.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

3) Direito Administrativo

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Regime jurídico-administrativo. Princípios básicos da Administração Pública.

Orientações Técnicas - Direito Adminsitrativo

Iniciaremos o estudo de Direito Administrativo para os concursos da área fiscal.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso:
Curso Regular para Área Fiscal - Pacote Completo - > Curso Básico de Direito Administrativo
[Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

18
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Agentes Públicos 36.0%

Processo Administrativo 9.0%

Organização Administrativa 8.0%

Atos Administrativos 7.0%

Serviços Públicos 6.0%

Poderes e Deveres da Administração 5.0%

Improbidade Administrativa 4.0%

Controle da Administração 4.0%

Princípios Expressos, Explícitos ou Constitucionais 3.0%

Licitações e Contratos Administrativos - Lei nº 14.133/2021 3.0%

Responsabilidade Civil do Estado 3.0%

Acesso à Informação: Lei nº 12.527/2011 - Lei de Acesso à Informação 3.0%

Domínio Público 2.0%

Origem, Conceito e Fontes do Direito Administrativo 2.0%

Princípios Implícitos, Reconhecidos e Infraconstitucionais 2.0%

Intervenção do Estado na Propriedade Privada 2.0%


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Regime Jurídico da Administração e Regime Jurídico Administrativo 1%

ATENÇÃO:
Esta tarefa possui um arquivo ANKI disponível. Acesse a tarefa na sua área do aluno para fazer o

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download. Se necessário, consulte o tutorial a seguir:


[Link]

NOVIDADE LS: querido aluno (a), com o intuito de tornar sua preparação ainda mais
completa, vamos liberar um resumo esquematizado de ALTA QUALIDADE para auxiliar nas suas
revisões dessa matéria.

Para ter acesso ao material, voce deve:

1- entrar no link abaixo;


2- fazer um cadastro com o seu CPF de aluno ativo LS.

Dessa forma, você terá acesso ao referido resumo com 100% de desconto!!!

RESUMO ESQUEMATIZADO - DIREITO ADMINISTRATIVO LS - acesse aqui


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades em seus estudos anteriores.

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Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.
Assuntos (revisar): Regime jurídico-administrativo. Princípios básicos da Administração Pública.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - Área fiscal - CADERNO 01
Filtros do TEC: 2025 - 2017, área fiscal, remover desatualizadas e anuladas.

Caro aluno (a), mantenha um registro das questões erradas ou que geraram dúvidas. Isso não
apenas contribuirá para o seu aprendizado, mas também servirá como uma ferramenta valiosa
para as suas revisões futuras.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - FCC - CADERNO 01
OBS: diante da ausência de questões na área fiscal da banca FCC, ampliamos o filtro para outras
áreas.

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - FGV - CADERNO 01
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - VUNESP - CADERNO 01

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OBS: diante da ausência de questões na área fiscal da banca VUNESP, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 10 (total de questões: 10) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - CEBRASPE - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividade Extra (Facultativa) - Estimativa de tempo: 15 minutos

Resolução de Cards Anki de todos os assuntos da disciplina

Revise utilizando o seu baralho Anki que disponibilizamos na primeira tarefa desta disciplina.

Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.

1. Regime Jurídico Administrativo:


O regime jurídico administrativo é um conjunto de normas que regulamentam as relações
jurídicas envolvendo a Administração Pública. Divide-se em regime de direito público, voltado
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

para o exercício da função pública e satisfação dos interesses da sociedade, e regime de direito
privado, direcionado para as relações entre particulares.
No regime público, o Estado detém poderes especiais, como impor obrigações e aplicar sanções.
Contudo, também se sujeita a restrições, como a obrigatoriedade de licitação para contratar. Já
no regime privado, prevalece a igualdade entre os indivíduos.

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2. Princípios
Os princípios são diretrizes fundamentais que orientam a atuação da Administração Pública e a
elaboração das normas administrativas.

2.1 Supraprincípios do Direito Administrativo


Os supraprincípios são os pilares do Direito Administrativo, dos quais derivam todos os outros
princípios e regras. Segundo Celso Antônio Bandeira de Mello, são dois:

Supremacia do Interesse Público sobre o Privado:


Este princípio estabelece que os interesses da coletividade têm prioridade sobre os interesses
individuais. A Administração Pública, como guardiã dos interesses públicos, possui poderes
especiais que não se aplicam aos particulares. Isso garante que as ações administrativas visem
sempre o bem-estar coletivo.

Indisponibilidade do Interesse Público:


Este princípio significa que os agentes públicos não têm autonomia sobre os interesses que
defendem. Eles devem atuar conforme a legislação, sem seguir interesses pessoais. A
Administração deve sempre agir conforme a lei, assegurando que o interesse público não seja
comprometido.

2.2 Princípios Expressos da Administração Pública (LIMPE):

Legalidade: A Administração Pública age somente conforme a lei.


"A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência." (Art. 37, CF)

Impessoalidade: A atuação administrativa visa o interesse público, sem privilégios ou


perseguições.
"Viola o princípio da impessoalidade o ato administrativo praticado com vistas a prejudicar ou
beneficiar pessoas determinadas."

Moralidade: A conduta do agente público deve ser ética e honesta.


"Para violar a moralidade, não existe a necessidade de se aferir a intenção do agente público.
Logo, um ato pode ser imoral, ainda que o agente não tivesse a intenção de cometer uma
imoralidade."
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Publicidade: Os atos administrativos devem ser, em regra, divulgados para conhecimento público.
"Em decorrência do princípio da publicidade, a administração pública deve indicar os
fundamentos de fato e de direito de suas decisões."

Eficiência: A Administração Pública busca a excelência na prestação de serviços e uso dos

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recursos.
"Atende ao princípio da eficiência o agente público que exerce suas atribuições do melhor modo
possível, para lograr os melhores resultados para o serviço público."

2.3 Outros Princípios Constitucionais


Além dos mencionados no artigo 37, outros princípios expressos na Constituição são
frequentemente cobrados em provas:

Participação (art. 37, § 3º): Envolve a integração da sociedade na gestão pública.


Celeridade Processual (art. 5º, LXXVIII): Garantia de rapidez nos processos administrativos.
Devido Processo Legal (art. 5º, LIV): Assegura que todos os procedimentos administrativos sigam
a legalidade e a justiça.
Contraditório (art. 5º, LV): Direito de resposta e defesa em processos administrativos.
Ampla Defesa (art. 5º, LV): Garantia de defesa plena em qualquer processo administrativo.

Esses princípios formam a base para um funcionamento justo e eficiente da Administração


Pública, assegurando que as ações governamentais sejam sempre em prol do interesse coletivo e
dentro dos limites legais.

2.4 Autotutela:
A Administração Pública possui o poder-dever de rever seus próprios atos, anulando os ilegais e
revogando os inconvenientes ou inoportunos.
"A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais,
porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou
oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação
judicial." (Súmula nº 473, STF)

2.5 Princípios Implícitos da Administração Pública:


Além dos princípios expressos, existem princípios implícitos, não previstos explicitamente na
Constituição, mas que norteiam a atuação administrativa. Alguns exemplos são:

Razoabilidade: Impõe que os atos administrativos sejam proporcionais e adequados aos fins
almejados.
Segurança Jurídica: Assegura a estabilidade das relações jurídicas e impede mudanças abruptas
nas normas.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Especialidade: As entidades administrativas devem exercer as atividades para as quais foram


criadas.
Continuidade dos Serviços Públicos: Os serviços públicos devem ser prestados de forma contínua
e eficiente.

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3. Relação entre os Princípios


Os princípios devem ser aplicados de forma harmônica e ponderada. Não existe hierarquia entre
eles, sendo a sua aplicação específica para cada caso.

4. Controle da Administração Pública


A Administração Pública está sujeita a controle, tanto interno (realizado pelos próprios órgãos
administrativos) quanto externo (realizado pelo Poder Legislativo, com auxílio dos Tribunais de
Contas, e pelo Poder Judiciário).

5. Diferenciações frequentes abordadas


Supremacia vs. Indisponibilidade do Interesse Público: Supremacia prioriza o interesse público,
enquanto indisponibilidade garante que ele não pode ser renunciado ou alienado.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Principais tópicos
Regime Jurídico Administrativo:
Baseado na supremacia e indisponibilidade do interesse público.
Envolve prerrogativas (direito público) e sujeições (restrições administrativas).

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Princípios Expressos (Art. 37 da CF/88):


Legalidade: Administração só pode agir conforme a lei.
Impessoalidade: Vedação a favoritismos e promoção pessoal.
Moralidade: Conduta ética e moral.
Publicidade: Transparência dos atos administrativos.
Eficiência: Melhor resultado com menor custo.

Princípios Implícitos:
Razoabilidade e Proporcionalidade: Equilíbrio entre meios e fins.
Segurança Jurídica: Estabilidade das relações jurídicas.
Autotutela: Revisão de atos pela própria Administração.

Tópicos importantes
Diferença entre Princípios e Regras: Princípios têm caráter geral e abstrato; regras são específicas.

Princípios Fundamentais:
Supremacia do interesse público.
Indisponibilidade do interesse público.

Aplicações Reais:
Nepotismo viola a impessoalidade.
Sigilo pode coexistir com publicidade em casos de segurança nacional.

Diferenciações frequentes abordadas


Legalidade x Reserva Legal:
Legalidade: Administração age segundo a lei.
Reserva legal: Certos temas exigem regulamentação exclusiva por lei formal.

Supremacia x Indisponibilidade:
Supremacia: Prerrogativas do Estado sobre o particular.
Indisponibilidade: Administração não pode renunciar a direitos públicos.

Armadilhas comuns nas questões


Hierarquia entre princípios: Não existe. A aplicação é harmonizada.
Confusão entre publicidade e publicação: Publicidade é mais ampla, abrange transparência e
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

acesso público.
Nepotismo só ocorre com lei: Errado! O STF já o vedou com base no princípio da moralidade
(Súmula Vinculante 13).

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4) Estatística

Material indicado: Curso Regular para Área Fiscal - Curso Básico de Estatística - Estratégia
Concursos - 2025 - Equipe Exatas Estratégia Concursos.

Assunto(s): Apresentação de Dados

Orientações Técnicas - Estatística

Iniciaremos o estudo de Estatística para os concursos da área Controle/Fiscal.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso [Link]
regular-para-area-fiscal-pacote-completo/.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

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Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Probabilidade 22.0%

Análise Combinatória 18.2%

Médias 10.0%

Distribuições Contínuas de Probabilidade 6.0%

Medidas de Variabilidade ou Dispersão 5.0%

Distribuições Discretas de Probabilidade 5.0%

Testes de Hipóteses 5.0%

Correlação e Regressão Linear 5.0%

Teoria da Amostragem 4.0%

Apresentação de Dados 3.0%

Medidas Separatrizes ou Quantis 3.0%

Assimetria e Curtose 2.0%

Variáveis Aleatórias Discretas 2.0%

Variáveis Aleatórias Contínuas 2.0%

Estimação Pontual. Distribuições Amostrais 2.0%


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Moda 1%

Análise de Variância 1%

Distribuições Condicionais e Independência 0.2%

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Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Assuntos:
- Introdução à estatística
- Noções Iniciais sobre Estatística
- Método Experimental x Método Estatístico
- Variáveis Estatísticas
- Séries Estatísticas
- Distribuição de Frequências
- Representação Gráfica das Distribuições de Frequências
- Outros Gráficos e Representações

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 1 a 14 (total de questões: 14) - tempo ideal: 42 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - Estatística - CADERNO 1
Filtros do TEC: Escolaridade - Superior; Ano - 2025, 2024, 2023, 2022, 2021; Questões - Remover

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desatualizadas e Remover anuladas;


Assunto: Conceitos Iniciais de Estatística e Formas de Apresentação de Dados

Atividade Alternativa:

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.
Preparamos estes cadernos com muito cuidado, pensando em otimizar o estudo de quem está
migrando da área fiscal para uma preparação focada em banca específica. Assim, sempre que
possível, priorizamos provas mais recentes e questões da área fiscal ou controle. Porém, quando
havia poucas questões recentes e da área fiscal ou de controle sobre um tema, incluímos também
questões de outras áreas e/ou mais antigas, mas sempre pertinentes para seu estudo.

Atividade Alternativa - Questões FCC

- Resolva as questões 01 a 22 (total de questões: 22) - tempo ideal: 45 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Estatística - FCC - CADERNO 1

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Estatística - FGV - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Estatística - VUNESP - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Nome do Caderno: LS - Estatística - CEBRASPE - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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RESUMO

Introdução à Estatística
Definição: Ciência que coleta, organiza, analisa e interpreta dados numéricos para apoiar
decisões.

Exemplo: Descritiva = média das notas de uma sala. Inferencial = prever a média de todas as
escolas.

Conceitos Iniciais
População: Todos os elementos do estudo.
Amostra: Parte da população.
Censo: Coleção de dados relativos a todos os elementos de uma população.
Amostragem: Ato de analisar uma parte do evento observado com o intuito de saber como a
população se comporta, sem necessariamente analisar a população como um todo.
Parâmetro: Medida numérica que descreve uma característica de uma população.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Estatística ou estimador: Medida numérica que descreve uma característica de uma amostra.
Exemplo: População = alunos de uma escola. Amostra = alunos da turma A.

Dica: População é o bolo; amostra, uma fatia.

Método Experimental x Método Estatístico

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Experimental: Controla variáveis para isolar o efeito de uma delas.


Estatístico: Analisa múltiplas variáveis simultaneamente, sem controle direto.

Pegadinha: O método estatístico não "prova" causalidade, apenas associações.

Dados Estatísticos
Dados Brutos: Sem organização.
Rol: Dados em ordem crescente ou decrescente.

Exemplo: Dados brutos: [8, 10, 8, 9], Rol: [8, 8, 9, 10].

Variáveis Estatísticas
Qualitativas: Nominais (sem ordem), Ordinais (com ordem).
Quantitativas: Discretas (contáveis), Contínuas (intervalos)

Séries Estatísticas
Temporais: Dados no tempo (ex.: vendas mensais).
Geográficas: Dados por localização (ex.: população por estado).
Específicas: Dados por categorias (ex.: tipos de produtos).

Exemplo: Série Temporal = Lucros mensais.

Distribuição de Frequências
Frequência Absoluta (fi): Número de ocorrências de cada valor ou classe.
Frequência Relativa (fr): Proporção de ocorrências em relação ao total (em %).
Frequência Acumulada (Fa): Soma progressiva das frequências absolutas.
Ponto Médio (xi): Média dos limites inferior e superior de uma classe (usado em cálculos
estatísticos).

Dica: Pratique tabelas de frequência para fixar o conceito.

Representação Gráfica
Histograma: Dados contínuos.
Gráfico de Barras: Dados categóricos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Gráfico de Setores (Pizza): Percentuais.

Exemplo: Preferências de cores: Azul (50%), Vermelho (30%), Verde (20%).

Dica: Barras = categorias; pizza = proporções; histograma = intervalos.

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Pegadinha: Não use pizza para dados quantitativos contínuos.

QUESTÕES

Hoje você irá enfrentar uma bateria de questões que abordam o tema Apresentação de Dados.
Mas antes de começar, quero te explicar um ponto importante sobre o formato dessa prática.
O tema Apresentação de Dados, embora seja relevante, apresenta uma baixa incidência conforme
exemplificado no Mapa de Incidências. Isso significa que, para garantir uma quantidade suficiente
de questões para praticar, escolhemos incluir questões de diferentes bancas e áreas de concursos
— e não apenas da sua área de interesse principal.

Essa abordagem tem duas grandes vantagens:


- Aumentar a prática com variações no estilo de cobrança: Diferentes bancas podem abordar o
mesmo tema com enfoques variados. Assim, você estará mais preparado para qualquer formato
de questão, seja direto ou interpretativo.
- Expandir sua visão sobre o tema: Resolver questões de outras áreas ajuda a fixar conceitos
fundamentais e desenvolver a habilidade de adaptar seus conhecimentos a contextos diferentes.

Mesmo que algumas questões possam parecer fora do seu foco imediato, lembre-se: o objetivo
aqui é praticar intensamente o conteúdo. Assim, você estará preparado para encarar qualquer
situação envolvendo Apresentação de Dados na sua prova!

Dica final: Leia cada questão com atenção, identifique os conceitos principais e aproveite esta
prática como uma oportunidade de aprender mais sobre o tema. E, claro, use as explicações e
comentários das respostas para reforçar seus conhecimentos.

Agora, vamos à prática! Boa sorte!

Após a resolução das questões, leia a análise das questões julgadas interessantes a seguir.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Comentários/Dicas questão 3
Dica de Estudo: Variáveis Aleatórias
Definição: Assumem valores em um conjunto finito ou contável de números inteiros.
Características:
- Representam quantidades que podem ser contadas.
- Não possuem valores intermediários.

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Exemplos Práticos:
Número de ações vendidas por uma empresa
Número de filhos por família
Carros em um estacionamento

Pegadinha Comum: Confundir variáveis contáveis com contínuas em situações onde o intervalo
entre os números parece muito grande.

Variáveis Aleatórias Contínuas


Definição: Assumem qualquer valor dentro de um intervalo contínuo de números reais.
Características:
- Representam medidas que podem ser divididas infinitamente.
- Têm valores intermediários possíveis.

Exemplos:
Resistência de um material
Concentração de CO2 na água
Tempo de vida de um componente eletrônico
Tempo de resposta de um sistema computacional

Dicas Práticas para Provas


Identifique o tipo de variável pela pergunta:
- Discreta: Procure palavras como "quantidade", "número" ou "vezes".
- Contínua: Procure palavras como "tempo", "medida" ou "valor em um intervalo".
- Preste atenção ao contexto: Algumas variáveis, como o tempo, podem ser discretas em
situações práticas (medido em horas inteiras), mas teoricamente são contínuas.
- Evite a confusão entre conceitos: Se a variável pode assumir infinitos valores dentro de um
intervalo, é contínua; caso contrário, é discreta.

Comentários/Dicas questão 7
Dica para Cálculos com Porcentagem e Frequências

Cálculos de Porcentagem: Torne o Denominador = 100


Sempre que precisar calcular porcentagem, simplifique a fração de forma que o denominador
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seja 100. Isso torna o cálculo mais rápido e direto, já que o numerador será a porcentagem.
Frequência: Atenção à Absoluta x Acumulada
Questões que envolvem dados agrupados pedem um cuidado especial com o tipo de frequência
fornecida:
- Frequência Absoluta: Refere-se apenas ao valor associado diretamente (ex.: número de
funcionários em uma faixa salarial específica).
- Frequência Acumulada: Inclui o valor associado e todos os anteriores (ex.: número de

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funcionários até certo valor).

Pegadinha Comum: Confundir os dois tipos de frequência pode levar a erros no cálculo de
porcentagens, médias ou gráficos.

Recomendação Prática: Sempre verifique no enunciado se a frequência mencionada é absoluta


ou acumulada. Se for acumulada e você precisa da absoluta, subtraia os valores consecutivos para
obtê-la.

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5) Contabilidade Geral

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Contabilidade Básica: Conceito, Objeto, Finalidade, Planos de Conta, Erros de


Escrituração, Atos e Fatos Contábeis, Regimes Contábeis, Princípios e Escrituração.

Orientações Técnicas - Contabilidade Geral e Avançada

Iniciaremos o estudo de Contabilidade Geral e Avançada para concurso.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso Contabilidade de A a Z - Curso Regular.
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Link: [Link]

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria

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nos últimos anos.

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Contabilidade Básica - Conceito, Objeto, Finalidade, Teoria das Contas,


13.0%
Escrituração, Ato e Fatos Contábeis, Regimes Contábeis

Apuração do Resultado e Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) 9.0%

Balanço Patrimonial 9.0%

Demonstração dos Fluxos de Caixa - DFC 9.0%

CPC 00 - Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade 8.0%

CPC 27 - Ativo Imobilizado e Depreciação, Amortização, Exaustão 8.0%

Estoques 7.0%

CPC 25 - Provisões, Passivos e Ativos Contingentes 5.0%

Contas do Patrimônio Líquido - Capital Social, Ações, Reservas de Lucro,


5.0%
Reservas de Capital, Ajuste de Avaliação Patrimonial

CPC 18 - Investimentos avaliados pelo Custo ou MEP e Goodwill 4.0%

Contas do Passivo - Fornecedores, Folha de Pagamento, Empréstimos,


4.0%
Debêntures, Duplicatas Descontadas

Demonstração do Valor Adicionado - DVA e Demonstração dos


4.0%
Resultados Abrangentes - DRA
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

CPC 26 - Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis e


3.0%
Notas Explicativas

Contas do Ativo - Disponibilidades, Contas a Receber, Despesas


3.0%
Antecipadas, Realizável a Longo Prazo

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CPC 01 - Redução ao valor recuperável de ativos 2.0%

CPC 28 - Propriedades para Investimento e CPC 31 - Ativo não circulante


2.0%
mantido para venda

CPC 04 - Ativo Intangível 2.0%

CPC 02, CPC 06 e CPC 07 2.0%

DLPA e DMPL 1%

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Contabilidade Básica: Conceito, Objeto, Finalidade, Planos de Conta, Erros de Escrituração, Atos e
Fatos Contábeis, Regimes Contábeis, Teoria das Contas, Balancete de Verificação, Princípios e
Escrituração.

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos listados acima que teve dúvidas ou dificuldades.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


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Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 30 (total de questões: 30) - tempo ideal: 50 minutos.

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17/11/2025
META 38

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 01 a 12 (total de questões: 12) - tempo ideal: 24 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - FCC

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - FGV

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - CEBRASPE

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - VUNESP
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META 38

Objetivos, Finalidade, Teoria das Contas, Lançamentos, Escrituração

Objetivos, Finalidade, Teoria das Contas, Lançamentos, Escrituração


Conceito, Objeto, Finalidade

A Contabilidade é uma ciência social que estuda o Patrimônio de uma entidade econômico-
administrativa, pessoa física ou jurídica, com o objetivo de produzir informações por meio das
quais seja possível o controle do patrimônio da entidade.

Campo de atuação: Aziendas (entidades econômico-administrativas, com fins lucrativos ou não).

Objeto da Contabilidade: Patrimônio.

Objetivo da Contabilidade: Controle do Patrimônio (função administrativa) - Apurar o lucro ou


prejuízo (função econômica).

Finalidade da Contabilidade: Produção de informação.

Atenção: O objetivo da Contabilidade é controlar o patrimônio. Se a questão disser que o objetivo


da Contabilidade é produzir as demonstrações contábeis, está errado.

Contabilidade financeira ou geral:entender investidores e avaliar os registros contábeis da


empresa. controle do patrimônio e prestação de informações aos usuários externos.
fornecer informações que relatem a essência econômica das transações.
a elaboração e a apresentação das demonstrações contábeis são objetivos da contabilidade
financeira.
Contabilidade de custos: gerar informações que permitam o planejamento das ações no
ambiente operacional e precificar produtos e serviços. A contabilidade de custos é utilizada
predominantemente para fins gerenciais.

Contabilidade gerencial: utilizada para tomada de decisões dos administradores da empresa.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Contabilidade tributária: apurar com exatidão o resultado econômico do exercício social (de
forma clara e sintética) e o valor dos tributos devidos pela entidade.
atender de forma extracontábil as exigências, como por exemplo, das legislações do Imposto de
Renda das Pessoas Física ou Jurídicas
Situações Líquidas Existentes

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Lembrando: Ativo = Passivo + Patrimônio Líquido (Equação Fundamental da Contabilidade).

Ativo > Passivo (situação líquida positiva ou superávit) → PL > 0


Ativo < Passivo (déficit - Passivo a descoberto) → PL < 0
Ativo = Passivo (Situação líquida nula ou compensada) → PL = 0 (No caso de extinção, não há
sobra)
Ativo = PL (Comum na constituição da sociedade - Passivo = 0)

Situações Patrimoniais Existentes:

ESTABILIDADE ABSOLUTA → ENTIDADE NÃO POSSUI DÍVIDAS → A = PL. A entidade não possui
passivo.
ESTABILIDADE RELATIVA → ENTIDADE POSSUI DÍVIDAS, MAS PODE QUITÁ-LAS → A > P
INSOLVÊNCIA ABSOLUTA → ENTIDADE POSSUI DÍVIDAS, MAS NÃO PODE QUITÁ-LAS → (P > A)
INSOLVÊNCIA RELATIVA → ENTIDADE POSSUI DÍVIDAS, MAS PODE QUITÁ-LAS EM PARTE → (P > A).
Ativos podem vir a ser suficientes a longo prazo

Lançamentos Contábeis Básicos e Método das Partidas Dobradas

Para todo registro contábil, deve haver pelo um lançamento a Débito e um lançamento a Crédito,
de modo que a soma de todos os Débitos seja sempre igual à soma de todos os Créditos.

Os lançamentos a Débito e a Crédito são opostos, e seus valores devem se equivaler para que o
balanço da entidade permaneça sempre equilibrado.

Os lançamentos a Débito aumentam as contas do Ativo e Despesa e diminuem as contas de


Passivo e Patrimônio Líquido.

Os lançamentos a Crédito aumentam as contas de Passivo, Patrimônio Líquido e Receitas, e


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

diminuem as contas do Ativo.

Contas "Devedoras": Ativo e Despesas


Contas "Credioras": Passivo, Patrimônio Líquido e Receitas

Exemplo 1: Registro de compra de estoques por R$ 1.000,00 pagos à vista:

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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D - Estoques: R$ 1.000,00 (Ativo)


C - Caixa: R$ 1.000,00 (Ativo)
O lançamento aumenta a conta de estoques no ativo em razão da entrada das mercadorias, e
diminui a conta caixa, também do ativo, em razão do desembolso efetuado para o pagamento
realizado. Observe que os lançamentos a débito e a crédito se equivalem.

Exemplo 2: Registro de venda à vista dos estoques adquiridos por R$ 1.500,00:

D - Caixa: R$ 1.500,00
C - Estoques: R$ 1.000,00
C - Receita de Vendas: R$ 1.500,00
D - Custo das Mercadorias Vendidas: R$ 1.000,00
O lançamento aumenta a conta caixa no valor recebido pelas vendas, e diminui o valor da conta
estoques em razão da saída das mercadorias. Para que o registro seja completo, também foi
efetuado um lançamento a crédito correspondente à de receita de vendas, e um lançamento a
débito da conta Custo das Mercadorias Vendidas (CMV), que faz parte do grupo das Despesas
com a operação de venda.

Atos e Fatos Contábeis

Considera-se modificativo o fato que gera uma modificação da situação líquida da sociedade,
combinado com um aumento ou redução do ativo ou do passivo.
Modificativo - Transações que alteram os elementos patrimoniais e alteram o Patrimônio Líquido.
Diminutivo - Diminuem o PL
Aumentativo - Aumentam o PL
Exemplo: despesas no pagamento de tributos (fato modificativo diminutivo).

Considera-se permutativo o fato que somente altera qualitativamente o patrimônio. Trata-se de


uma compensação entre elementos do ativo, passivo e patrimônio líquido, sem que exista um
aumento ou diminuição da situação líquida.
Exemplo: compra de estoques com pagamento à vista.

Chama-se fato misto ou composto o fato contábil que reúne um fato modificativo com um fato
permutativo, será diminutivo quando o fato modificativo que compõe esse lançamento reduzir a
situação líquida, e será aumentativo quando o fato modificativo que compõe esse lançamento
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

aumentar a situação líquida.


Exemplo: venda de mercadorias com lucro (fato misto aumentativo)

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Teoria das Contas

Teoria Patrimonialista (tradicional)

A Contabilidade é a ciência que estuda os fenômenos ocorridos no Patrimônio das entidades, as


contas podem ser divididas em dois grandes grupos, a saber:

Contas patrimoniais: Representam as contas de ativo, passivo e patrimônio líquido.


Contas de resultado: Representam as receitas e despesas.

Teoria Personalista

Contas podem ser representadas por pessoas com as quais são mantidas relações jurídicas.
Segundo a teoria personalista, temos três tipos de pessoas:

Proprietários: PL + Despesa + Receita;


Correspondentes: Direitos + Deveres (obrigações);
Consignatários: Bens da empresa inclusive caixa, bens Tangíveis e Intangíveis;

Teoria Materialista

Segundo a teoria materialista, as contas podem ser divididas em dois grandes grupos, a saber:

Contas integrais: Representam as contas de ativo e passivo.


Contas diferenciais: Representam as contas do patrimônio líquido, receitas e despesas.
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Insubsistência x Superveniência

Superveniência: são surgimentos (Ex: nascimento de bezerro);

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META 38

Superveniência Ativa (Receita);


Superveniência Passiva (Despesa - Perda inesperada);

Insubsistência: deixa de existir;

Ativa ou do passivo (Receita - deixou de existir e gerou uma receita) - Ex: perdão de uma dívida;
Passiva ou do ativo (Despesa - deixou de existir e gerou uma despesa) - Ex: morte de um bezerro;
Técnicas Contábeis

Auditoria - tem como objetivo verificar se as demonstrações contábeis foram elaboradas de


acordo com as normas contábeis e legislação aplicável.

Demonstrações contábeis - são relatórios resumidos da situação financeira e patrimonial da


entidade em determinada data e suas variações durante um período de tempo.

Análise das demonstrações contábeis (ou análise de balanços) - consiste em verificar, comparar e
interpretar as informações presentes nas demonstrações contábeis, com o objetivo de avaliar, por
exemplo, a lucratividade, a rotatividade de estoques e rentabilidade da empresa, de modo
gerencial.

Escrituração contábil - o registro dos fatos contábeis por meio de lançamentos.

Escrituração: normas, livros contábeis, lançamentos, método das partidas dobradas.

Escrituração:

A escrituração contábil é o registro sistemático das transações financeiras de uma empresa.


Ela é essencial para manter a organização financeira e atender às obrigações legais.

Fórmulas de Lançamento
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1ª Fórmula: Um lançamento a débito e um lançamento a crédito.


2ª Fórmula: Um lançamento a débito e dois ou mais lançamentos a crédito.
3ª Fórmula: Dois ou mais lançamentos a débito e um lançamento a crédito.
4ª Fórmula: Dois ou mais lançamentos a débito e dois ou mais lançamentos a crédito.

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Exemplos:
1ª Fórmula: Uma compra de mercadorias à vista:
D: Estoques
C: Caixa

2ª Fórmula: Compra de mercadorias metade à vista e metade a prazo:


D: Estoques
C: Caixa
C: Fornecedores

3ª Fórmula: Pagamento a fornecedores com juros:


D: Fornecedor
D: Despesa de juros
C: Caixa

4ª Fórmula: Compra de veículo e mercadoria, sendo metade à vista e metade a prazo:


D: Estoques
D: Imobilizado
C: Caixa
C: Fornecedor

A escrituração contábil deve ser executada:

a) em idioma e em moeda corrente nacionais;


b) em forma contábil;
c) em ordem cronológica de dia, mês e ano;
d) com ausência de espaços em branco, entrelinhas, borrões, rasuras ou emendas; e
e) com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que
comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

OBS: Modificação de métodos ou critérios, de efeitos RELEVANTES, deverão ser indicados em


Notas Explicativas.

OBS: Cias. Fechadas PODEM OPTAR por utilizar normas sobre DF das Cias. Abertas

A escrituração, em forma contábil, deve conter, no mínimo:


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a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu;


b) conta devedora;
c) conta credora;
d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico
padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio;

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e) valor do registro contábil;


f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um
mesmo lançamento contábil.

O registro contábil deve conter o número de identificação do lançamento em ordem sequencial


relacionado ao respectivo documento de origem externa ou interna ou, na sua falta, em
elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

Os livros contábeis obrigatórios, entre eles o Livro Diário e o Livro Razão, em forma não digital,
devem revestir-se de formalidades extrínsecas, tais como:

a) serem encadernados;
b) terem suas folhas numeradas sequencialmente;
c) conterem termo de abertura e de encerramento assinados pelo titular ou representante legal
da entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado no Conselho Regional
de Contabilidade.

Os livros contábeis obrigatórios, entre eles o Livro Diário e o Livro Razão, em forma digital, devem
revestir-se de formalidades extrínsecas, tais como:

a) serem assinados digitalmente pela entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente


habilitado;
b) quando exigível por legislação específica, serem autenticados no registro público ou entidade
competente.

DETALHE: É possível a escrituração resumida do DIÁRIO desde que o registro não exceda 30 dias.

Atenção:

O Livro Razão é considerado obrigatório para fins fiscais, mas a maioria dos estudiosos de
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contabilidade, e também muitas bancas examinadoras o consideram um livro auxiliar.

Lembrar que o Livro Diário é organizado por data de ocorrência, enquanto o Livro Razão
apresenta os registros organizados por conta.

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EXERCÍCIO SOCIAL (LEI 6.404/76)

Art. 175 - Terá duração, em regra, de 01 ano, sendo a data do TÉRMINO fixada no estatuto. Nos
casos de constituição da Cia. e alteração estatutária: PODERÁ ter duração diversa.

Exercício Social x Ciclo Operacional


Não confundir com a questão do CICLO OPERACIONAL, que servirá de base para a classificação
em circulante e não circulante, MAS não para definir o exercício social, que, salvo as 2 exceções
acima, será SEMPRE de 01 ano. Balancete de Verificação

Balancete de Verificação:

Trata-se de um demonstrativo AUXILIAR, vale dizer, não obrigatório. Ele é composto por todas as
contas e seus respectivos saldos, extraídos do Livro Razão.

Objetivo: VERIFICAR se o método das partidas dobradas (para cada débito deve haver um crédito)
foi obedecido ao longo do processo de escrituração dos fatos contábeis, ou seja, se os débitos e
créditos foram efetuados corretamente.

Por outro lado, ele não evidencia:


• Omissão de registro
• Erro de título
• Registros em duplicidade

Erros de Escrituração
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Erros de Escrituração:

Estorno – ANULA completamente com lançamento invertido de igual valor:

Uma compra de mercadorias à vista foi registrada da seguinte forma:


D: Estoques

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META 38

C: Fornecedores

O lançamento correto seria um crédito na conta caixa. Por meio do estorno, nós faríamos o
seguinte:

Anulamos o primeiro lançamento:


C: Estoque
D: Fornecedores

Fazemos um lançamento novo:


D: Estoque
C: Caixa

Transferência - TRANSFERE o valor de uma conta para outra. Lançamento ÚNICO:

Uma compra de mercadorias à vista foi registrada da seguinte forma:


D: Estoques
C: Fornecedores

O lançamento correto seria um crédito na conta caixa. Por meio da transferência, nós faríamos o
seguinte:

Lançamento único
D: Fornecedores
C: Caixa

Complementação – As contas estão corretas, mas os valores estão a maior OU a menor:

Uma compra de mercadorias à vista no valor de R$ 20.000,00 foi realizada da seguinte forma:
D: Estoques R$ 15.000,00
C: Caixa R$ 15.000,00

Faltou R$ 5.000,00 no lançamento. Dessa forma realizamos uma complementação:


D: Estoques R$ 5.000,00
C: Caixa R$ 5.000,00
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Ressalva - ocorre quando há um erro no registro do histórico no livro, por meio de um lançamento
manual:

Uma empresa adquiriu mercadorias a prazo no valor de R$ 100.000,00, o registro no livro diário foi
feito de forma correta, porém houve erro no histórico:

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"São Paulo, em 30 de junho de 2004

D: Mercadorias
C: Fornecedores R$ 100.000,00

Aquisição à vista, digo, a prazo de mercadorias da empresa. "

Conceito, Objeto, Finalidade

A Contabilidade é uma ciência social que estuda o Patrimônio de uma entidade econômico-
administrativa, pessoa física ou jurídica, com o objetivo de produzir informações por meio das
quais seja possível o controle do patrimônio da entidade.

Campo de atuação: Aziendas (entidades econômico-administrativas, com fins lucrativos ou não).

Objeto da Contabilidade: Patrimônio.

Objetivo da Contabilidade: Controle do Patrimônio (função administrativa) - Apurar o lucro ou


prejuízo (função econômica).

Finalidade da Contabilidade: Produção de informação.

Atenção: O objetivo da Contabilidade é controlar o patrimônio. Se a questão disser que o objetivo


da Contabilidade é produzir as demonstrações contábeis, está errado.

Contabilidade financeira ou geral:entender investidores e avaliar os registros contábeis da


empresa. controle do patrimônio e prestação de informações aos usuários externos.
fornecer informações que relatem a essência econômica das transações.
a elaboração e a apresentação das demonstrações contábeis são objetivos da contabilidade
financeira.
Contabilidade de custos: gerar informações que permitam o planejamento das ações no
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

ambiente operacional e precificar produtos e serviços. A contabilidade de custos é utilizada


predominantemente para fins gerenciais.

Contabilidade gerencial: utilizada para tomada de decisões dos administradores da empresa.

Contabilidade tributária: apurar com exatidão o resultado econômico do exercício social (de

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forma clara e sintética) e o valor dos tributos devidos pela entidade.


atender de forma extracontábil as exigências, como por exemplo, das legislações do Imposto de
Renda das Pessoas Física ou Jurídicas
● controle do patrimônio e prestação de informações aos usuários externos.
fornecer informações que relatem a essência econômica das transações.
a elaboração e a apresentação das demonstrações contábeis são objetivos da contabilidade
financeira.
Contabilidade de custos: gerar informações que permitam o planejamento das ações no
ambiente operacional e precificar produtos e serviços. A contabilidade de custos é utilizada
predominantemente para fins gerenciais.

Contabilidade gerencial: utilizada para tomada de decisões dos administradores da empresa.

Contabilidade tributária:
● apurar com exatidão o resultado econômico do exercício social (de forma clara e sintética) e o
valor dos tributos devidos pela entidade.
atender de forma extracontábil as exigências, como por exemplo, das legislações do Imposto
de Renda das Pessoas Física ou Jurídicas

Situações Líquidas Existentes

Lembrando: Ativo = Passivo + Patrimônio Líquido (Equação Fundamental da Contabilidade).

Ativo > Passivo (situação líquida positiva ou superávit) → PL > 0


Ativo < Passivo (déficit - Passivo a descoberto) → PL < 0
Ativo = Passivo (Situação líquida nula ou compensada) → PL = 0 (No caso de extinção, não há
sobra)
Ativo = PL (Comum na constituição da sociedade - Passivo = 0)

Situações Patrimoniais Existentes:

ESTABILIDADE ABSOLUTA → ENTIDADE NÃO POSSUI DÍVIDAS → A = PL. A entidade não possui
passivo.
ESTABILIDADE RELATIVA → ENTIDADE POSSUI DÍVIDAS, MAS PODE QUITÁ-LAS → A > P
INSOLVÊNCIA ABSOLUTA → ENTIDADE POSSUI DÍVIDAS, MAS NÃO PODE QUITÁ-LAS → (P > A)
INSOLVÊNCIA RELATIVA → ENTIDADE POSSUI DÍVIDAS, MAS PODE QUITÁ-LAS EM PARTE → (P > A).
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Lançamentos Contábeis Básicos e Método das Partidas Dobradas

Para todo registro contábil, deve haver pelo um lançamento a Débito e um lançamento a Crédito,
de modo que a soma de todos os Débitos seja sempre igual à soma de todos os Créditos.

Os lançamentos a Débito e a Crédito são opostos, e seus valores devem se equivaler para que o
balanço da entidade permaneça sempre equilibrado.

Os lançamentos a Débito aumentam as contas do Ativo e Despesa e diminuem as contas de


Passivo e Patrimônio Líquido.

Os lançamentos a Crédito aumentam as contas de Passivo, Patrimônio Líquido e Receitas, e


diminuem as contas do Ativo.

Contas "Devedoras": Ativo e Despesas


Contas "Credioras": Passivo, Patrimônio Líquido e Receitas

Exemplo 1: Registro de compra de estoques por R$ 1.000,00 pagos à vista:

D - Estoques: R$ 1.000,00 (Ativo)


C - Caixa: R$ 1.000,00 (Ativo)
O lançamento aumenta a conta de estoques no ativo em razão da entrada das mercadorias, e
diminui a conta caixa, também do ativo, em razão do desembolso efetuado para o pagamento
realizado. Observe que os lançamentos a débito e a crédito se equivalem.

Exemplo 2: Registro de venda à vista dos estoques adquiridos por R$ 1.500,00:

D - Caixa: R$ 1.500,00
C - Estoques: R$ 1.000,00
C - Receita de Vendas: R$ 1.500,00
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D - Custo das Mercadorias Vendidas: R$ 1.000,00


O lançamento aumenta a conta caixa no valor recebido pelas vendas, e diminui o valor da conta
estoques em razão da saída das mercadorias. Para que o registro seja completo, também foi
efetuado um lançamento a crédito correspondente à de receita de vendas, e um lançamento a
débito da conta Custo das Mercadorias Vendidas (CMV), que faz parte do grupo das Despesas
com a operação de venda.

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META 38

Atos e Fatos Contábeis

Considera-se modificativo o fato que gera uma modificação da situação líquida da sociedade,
combinado com um aumento ou redução do ativo ou do passivo.
● Modificativo - Transações que alteram os elementos patrimoniais e alteram o Patrimônio
Líquido. Diminutivo - Diminuem o PL
Aumentativo - Aumentam o PL
Exemplo: despesas no pagamento de tributos (fato modificativo diminutivo).

Considera-se permutativo o fato que somente altera qualitativamente o patrimônio. Trata-se de


uma compensação entre elementos do ativo, passivo e patrimônio líquido, sem que exista um
aumento ou diminuição da situação líquida.
Exemplo: compra de estoques com pagamento à vista.

Chama-se fato misto ou composto o fato contábil que reúne um fato modificativo com um fato
permutativo, será diminutivo quando o fato modificativo que compõe esse lançamento reduzir a
situação líquida, e será aumentativo quando o fato modificativo que compõe esse lançamento
aumentar a situação líquida.
Exemplo: venda de mercadorias com lucro (fato misto aumentativo)

Teoria das Contas

Teoria Patrimonialista (tradicional)

A Contabilidade é a ciência que estuda os fenômenos ocorridos no Patrimônio das entidades, as


contas podem ser divididas em dois grandes grupos, a saber:

Contas patrimoniais: Representam as contas de ativo, passivo e patrimônio líquido.


Contas de resultado: Representam as receitas e despesas.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Teoria Personalista

Contas podem ser representadas por pessoas com as quais são mantidas relações jurídicas.
Segundo a teoria personalista, temos três tipos de pessoas:

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META 38

Proprietários: PL + Despesa + Receita;


Correspondentes: Direitos + Deveres (obrigações);
Consignatários: Bens da empresa inclusive caixa, bens Tangíveis e Intangíveis;

Teoria Materialista

Segundo a teoria materialista, as contas podem ser divididas em dois grandes grupos, a saber:

Contas integrais: Representam as contas de ativo e passivo.


Contas diferenciais: Representam as contas do patrimônio líquido, receitas e despesas.

Insubsistência x Superveniência

Superveniência: são surgimentos (Ex: nascimento de bezerro);

Superveniência Ativa (Receita);


Superveniência Passiva (Despesa - Perda inesperada);

Insubsistência: deixa de existir;

Ativa ou do passivo (Receita - deixou de existir e gerou uma receita) - Ex: perdão de uma dívida;
Passiva ou do ativo (Despesa - deixou de existir e gerou uma despesa) - Ex: morte de um bezerro;

Técnicas Contábeis

Auditoria - tem como objetivo verificar se as demonstrações contábeis foram elaboradas de


acordo com as normas contábeis e legislação aplicável.

Demonstrações contábeis - são relatórios resumidos da situação financeira e patrimonial da


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

entidade em determinada data e suas variações durante um período de tempo.

Análise das demonstrações contábeis (ou análise de balanços) - consiste em verificar, comparar e
interpretar as informações presentes nas demonstrações contábeis, com o objetivo de avaliar, por
exemplo, a lucratividade, a rotatividade de estoques e rentabilidade da empresa, de modo
gerencial.

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META 38

Escrituração contábil - o registro dos fatos contábeis por meio de lançamentos.

Escrituração: normas, livros contábeis, lançamentos, método das partidas dobradas.

Escrituração:

A escrituração contábil é o registro sistemático das transações financeiras de uma empresa.


Ela é essencial para manter a organização financeira e atender às obrigações legais.

Fórmulas de Lançamento

1ª Fórmula: Um lançamento a débito e um lançamento a crédito.


2ª Fórmula: Um lançamento a débito e dois ou mais lançamentos a crédito.
3ª Fórmula: Dois ou mais lançamentos a débito e um lançamento a crédito.
4ª Fórmula: Dois ou mais lançamentos a débito e dois ou mais lançamentos a crédito.

Exemplos:
1ª Fórmula: Uma compra de mercadorias à vista:
D: Estoques
C: Caixa

2ª Fórmula: Compra de mercadorias metade à vista e metade a prazo:


D: Estoques
C: Caixa
C: Fornecedores

3ª Fórmula: Pagamento a fornecedores com juros:


D: Fornecedor
D: Despesa de juros
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C: Caixa

4ª Fórmula: Compra de veículo e mercadoria, sendo metade à vista e metade a prazo:


D: Estoques
D: Imobilizado
C: Caixa

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C: Fornecedor

A escrituração contábil deve ser executada:

a) em idioma e em moeda corrente nacionais;


b) em forma contábil;
c) em ordem cronológica de dia, mês e ano;
d) com ausência de espaços em branco, entrelinhas, borrões, rasuras ou emendas; e
e) com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que
comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

OBS: Modificação de métodos ou critérios, de efeitos RELEVANTES, deverão ser indicados em


Notas Explicativas.

OBS: Cias. Fechadas PODEM OPTAR por utilizar normas sobre DF das Cias. Abertas

A escrituração, em forma contábil, deve conter, no mínimo:

a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu;


b) conta devedora;
c) conta credora;
d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico
padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio;
e) valor do registro contábil;
f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um
mesmo lançamento contábil.

O registro contábil deve conter o número de identificação do lançamento em ordem sequencial


relacionado ao respectivo documento de origem externa ou interna ou, na sua falta, em
elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis. PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Os livros contábeis obrigatórios, entre eles o Livro Diário e o Livro Razão, em forma não digital,
devem revestir-se de formalidades extrínsecas, tais como:

a) serem encadernados;
b) terem suas folhas numeradas sequencialmente;

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META 38

c) conterem termo de abertura e de encerramento assinados pelo titular ou representante legal


da entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado no Conselho Regional
de Contabilidade.

Os livros contábeis obrigatórios, entre eles o Livro Diário e o Livro Razão, em forma digital, devem
revestir-se de formalidades extrínsecas, tais como:

a) serem assinados digitalmente pela entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente


habilitado;
b) quando exigível por legislação específica, serem autenticados no registro público ou entidade
competente.

DETALHE: É possível a escrituração resumida do DIÁRIO desde que o registro não exceda 30 dias.

Atenção:

O Livro Razão é considerado obrigatório para fins fiscais, mas a maioria dos estudiosos de
contabilidade, e também muitas bancas examinadoras o consideram um livro auxiliar.

Lembrar que o Livro Diário é organizado por data de ocorrência, enquanto o Livro Razão
apresenta os registros organizados por conta.

EXERCÍCIO SOCIAL (LEI 6.404/76)

Art. 175 - Terá duração, em regra, de 01 ano, sendo a data do TÉRMINO fixada no estatuto. Nos
casos de constituição da Cia. e alteração estatutária: PODERÁ ter duração diversa.

Exercício Social x Ciclo Operacional


Não confundir com a questão do CICLO OPERACIONAL, que servirá de base para a classificação
em circulante e não circulante, MAS não para definir o exercício social, que, salvo as 2 exceções
acima, será SEMPRE de 01 ano.
Balancete de Verificação
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Balancete de Verificação:

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Trata-se de um demonstrativo AUXILIAR, vale dizer, não obrigatório. Ele é composto por todas as
contas e seus respectivos saldos, extraídos do Livro Razão.

Objetivo: VERIFICAR se o método das partidas dobradas (para cada débito deve haver um crédito)
foi obedecido ao longo do processo de escrituração dos fatos contábeis, ou seja, se os débitos e
créditos foram efetuados corretamente.

Por outro lado, ele não evidencia:


• Omissão de registro
• Erro de título
• Registros em duplicidade

Erros de Escrituração

Erros de Escrituração:

Estorno – ANULA completamente com lançamento invertido de igual valor:

Uma compra de mercadorias à vista foi registrada da seguinte forma:


D: Estoques
C: Fornecedores

O lançamento correto seria um crédito na conta caixa. Por meio do estorno, nós faríamos o
seguinte:

Anulamos o primeiro lançamento:


C: Estoque
D: Fornecedores

Fazemos um lançamento novo:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

D: Estoque
C: Caixa

Transferência - TRANSFERE o valor de uma conta para outra. Lançamento ÚNICO:

Uma compra de mercadorias à vista foi registrada da seguinte forma:

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D: Estoques
C: Fornecedores

O lançamento correto seria um crédito na conta caixa. Por meio da transferência, nós faríamos o
seguinte:

Lançamento único
D: Fornecedores
C: Caixa

Complementação – As contas estão corretas, mas os valores estão a maior OU a menor:

Uma compra de mercadorias à vista no valor de R$ 20.000,00 foi realizada da seguinte forma:
D: Estoques R$ 15.000,00
C: Caixa R$ 15.000,00

Faltou R$ 5.000,00 no lançamento. Dessa forma realizamos uma complementação:


D: Estoques R$ 5.000,00
C: Caixa R$ 5.000,00

Ressalva - ocorre quando há um erro no registro do histórico no livro, por meio de um lançamento
manual:

Uma empresa adquiriu mercadorias a prazo no valor de R$ 100.000,00, o registro no livro diário foi
feito de forma correta, porém houve erro no histórico:

"São Paulo, em 30 de junho de 2004

D: Mercadorias
C: Fornecedores R$ 100.000,00

Aquisição à vista, digo, a prazo de mercadorias da empresa. "


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6) Direito Constitucional

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Conceito. Classificação. Aplicabilidade e Interpretação das Normas


Constitucionais. Poder Constituinte: Conceito. Finalidade. Titularidade e Espécies. Princípios
Fundamentais.

Orientações Técnicas - Direito Constitucional

Iniciaremos o estudo de Direito Constitucional para os concursos da área fiscal.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Curso Regular para Área Fiscal - Pacote Completo -> Concursos da Área Fiscal - Curso Básico de
Direito Constitucional.
[Link]

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

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Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Da Organização do Estado (arts. 18 a 43 da CF/1988) 14.0%

Tributação e Orçamento (arts. 145 a 169 da CF/1988) 10.0%

Do Poder Legislativo (arts. 44 a 75 da CF/1988) 9.0%

Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos (art. 5º da CF/1988) 8.0%

Controle de Constitucionalidade 7.0%

Da Ordem Econômica e Financeira (arts. 170 a 192 da CF/1988) 6.0%

Do Poder Judiciário (arts. 92 a 126 da CF/1988) 6.0%

Remédios Constitucionais (art. 5º, LXVIII a LXXIII e LXXVII da CF/1988) 5.0%

Ordem Social (arts. 193 a 232 da CF/1988) 4.0%

Eficácia das Normas Constitucionais 4.0%

Constituição: Conceito, Estrutura, Supremacia e Classificação 3.0%

Funções Essenciais à Justiça (arts. 127 a 135 da CF/1988) 3.0%

Da Nacionalidade (arts. 12 e 13 da CF/1988) 3.0%


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Direitos Políticos (arts. 14 a 16 da CF/1988) 3.0%

Dos Princípios Fundamentais da Constituição (arts. 1º a 4º da CF/1988) 3.0%

Teoria Geral do Direito Constitucional 3.0%

Características (Direitos Fundamentais) 1%

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Do Poder Executivo (arts. 76 a 91 da CF/1988) 1%

Dos Direitos Sociais (arts. 6º a 11 da CF/1988) 1%

Poder Constituinte (Originário, Derivado, Reformador, Revisor,


1%
Decorrente, etc)

Métodos e Princípios de Interpretação das Normas Constitucionais 1%

Aplicação das Normas Constitucionais no Tempo (Recepção,


1%
Repristinação, Desconstitucionalização)

Simetria Constitucional 1%

Partidos Políticos (art. 17 da CF/1988) 1%

Disposições Finais e Transitórias da CF/1988 1%

ATENÇÃO:
Esta tarefa possui um arquivo ANKI disponível. Acesse a tarefa na sua área do aluno para fazer o
download. Se necessário, consulte o tutorial a seguir:
[Link]

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades em seus estudos anteriores.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Assuntos (revisar): Conceito. Classificação. Aplicabilidade e Interpretação das Normas


Constitucionais. Poder Constituinte: Conceito. Finalidade. Titularidade e Espécies. Princípios

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Fundamentais.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL- Área fiscal - CADERNO 01
Filtros do TEC: 2025 - 2022, área fiscal, remover desatualizadas e anuladas.

Caro aluno (a), mantenha um registro das questões erradas ou que geraram dúvidas. Isso não
apenas contribuirá para o seu aprendizado, mas também servirá como uma ferramenta valiosa
para as suas revisões futuras.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - FCC - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 12 (total de questões: 12) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - FGV - CADERNO 01
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - VUNESP - CADERNO 01

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Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - CEBRASPE - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividade Extra (Facultativa) - Estimativa de tempo: 15 minutos

Resolução de Cards Anki de todos os assuntos da disciplina

Revise utilizando o seu baralho Anki que disponibilizamos na primeira tarefa desta disciplina.

Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.

Constituição: Sentidos, Conceitos, Força Normativa, Estruta e Elementos:


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1. Classificações das Constituições:


Origem : As Constituições podem ser promulgadas (quando há participação popular) ou
outorgadas (impostas sem participação popular).
Estabilidade: Constituições são classificadas como rígidas (difíceis de alterar) ou flexíveis (fáceis
de alterar).
Extensão: Analíticas são detalhadas; sintéticas são mais concisas.

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2. Poder Constituinte
O Poder Constituinte é o poder para modificar a constituição de um Estado. Ele é a expressão
máxima da soberania popular, pois é através dele que se estabelece a ordem jurídica
fundamental de um país.

A titularidade do poder constituinte é do povo, mas o seu exercício é dos representantes do povo,
escolhido democraticamente ou não.

Distinção crucial entre Poder Constituinte Originário e Poder Constituinte Derivado.

Originário : É o poder soberano, inicial e ilimitado juridicamente que instaura uma nova ordem
jurídica, criando a Constituição. Caracteriza-se por ser:
Inicial : Inaugura uma nova ordem jurídica.
Autônomo : Define livremente o conteúdo da nova Constituição.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Ilimitado juridicamente: Não se submete aos limites do direito anterior.


Permanente : Permanece latente, podendo se manifestar a qualquer tempo.

"O Poder Constituinte Originário pode se manifestar a qualquer tempo. Ele não se esgota com a
elaboração de uma nova Constituição, mas permanece em “estado de latência”, aguardando um
novo chamado para manifestar-se, um novo “momento constituinte”.

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É importante ressaltar que, embora juridicamente ilimitado, o Poder Constituinte Originário


encontra limites nos valores sociais da comunidade:

Derivado : É o poder jurídico, previsto na própria Constituição, de modificar a Constituição (Poder


Constituinte Reformador) e de elaborar as Constituições Estaduais (Poder Constituinte
Decorrente).
E ainda Poder Constituinte Revisor existente em nosso ordenamento jurídico em razão do art. 3º
do ADCT, cujo teor é o seguinte: Art. 3º. A revisão constitucional será realizada após cinco anos,
contados da promulgação da Constituição, pelo voto da maioria absoluta dos membros do
Congresso Nacional, em sessão unicameral.
Suas características são:
Jurídicas. : é regulado pela Constituição, portanto, previsto no ordenamento jurídico vigente
Derivado : Emana do Poder Constituinte Originário
Subordinado às normas da Constituição.
Condicionado : Sujeito a regras e procedimentos específicos.

"Então, o Poder Constituinte Derivado (poder constituinte de segundo grau) é o poder de


modificar a Constituição Federal, bem como o poder de elaborar as Constituições Estaduais. É
fruto do poder constituinte originário, estando previsto na própria Constituição. Tem como
características ser jurídico, derivado, limitado (ou subordinado) e condicionado."

No Brasil, o processo legislativo para a proposição de emendas à Constituição (Poder Constituinte


Reformador) é disciplinado pelo artigo 60 da Constituição Federal de 1988. As emendas
constitucionais podem ser propostas por:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Presidente da República: O chefe do Poder Executivo tem uma prerrogativa de iniciar o processo
de emenda constitucional.
Um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal: Isso
significa que tanto os deputados federais quanto os senadores podem propor emendas, desde
que a proposta seja instalada por pelo menos um terço dos membros de qualquer uma das Casas.

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Mais da metade das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada
uma delas, pela maioria relativa de seus membros : Este é um mecanismo que permite a
participação dos estados no processo de emenda constitucional, refletindo o caráter federativo do
Estado brasileiro.

3. Eficácia das Normas Constitucionais.


A classificação das normas constitucionais de acordo com sua eficácia ajuda a compreender
como e quando essas normas podem ser aplicadas. Isso é fundamental para garantir que os
direitos e deveres previstos na constituição sejam efetivamente respeitados e cumpridos,
permitindo que a constituição exerça seu papel de norma suprema do ordenamento jurídico.
Além disso, a compreensão da eficácia das normas orienta o legislador e a interpretação do
direito na implementação e aplicação das disposições constitucionais.

Classificação de José Afonso da Silva


José Afonso da Silva é um dos principais constitucionalistas brasileiros e sua classificação é
amplamente utilizada para entender a aplicabilidade das normas constitucionais. Ele divide as
normas em três categorias principais:

Normas de Eficácia Plena:


Características: São autoaplicáveis, não são específicas de regulamentação adicional para
produzir efeitos e têm aplicabilidade direta, imediata e integral.
Exemplo: Normas que garantem direitos fundamentais sem necessidade de legislação
complementar.

Normas de Eficácia Contida:


Características: Também são autoaplicáveis e têm aplicabilidade imediata, mas podem ter seus
efeitos restringidos por legislação infraconstitucional.
Exemplo: Direito de reunião, que pode ser regulado por lei quanto ao tempo e local.

Normas de Eficácia Limitada:


Características: Não são autoaplicáveis e de revisão de regulamentação para produzir todos os
seus efeitos. Tem aplicação indireta, mediata e reduzida.
Exemplo: Normas que dependem de lei para definir como serão rompidas, como políticas
públicas.
Segundo José Afonso da Silva, são aqueles que não produzem todos os seus efeitos
imediatamente após a promulgação da constituição. Elas deliberações de regulamentação
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

infraconstitucional para serem efetivadas.


José Afonso da Silva subdivide as normas de eficácia limitadas em duas categorias,
nomeadamente:

Normas de Princípio Institutivo ou Organizativo:


Características: Essas normas estabelecem diretrizes para a criação e organização de entidades,

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órgãos ou instituições. Eles definem uma estrutura básica, mas deixam os detalhes para serem
especificados pela legislação posterior.
Exemplo: Normas que determinam a criação de novos órgãos governamentais ou a estruturação
de poderes, mas que deliberam de leis complementares para definir suas competências e
funcionamento.

Normas de Princípio Programático:


Características: Essas normas traçam objetivos e programas a serem seguidos pelo Estado,
funcionando como diretrizes para a implementação de políticas públicas. Eles expressam
interesses e metas que devem ser concretizadas por meio de ações governamentais e legislação
específica.
Exemplo: Normas que estabelecem direitos sociais, como saúde e educação, que requerem
políticas públicas e leis para sua efetivação prática.

Essas subdivisões ajudam a entender como as normas de eficácia limitada funcionam e como elas
dependem de regulamentação posterior para serem aplicadas e cumprirem seu propósito dentro
do ordenamento jurídico.

Classificação de Maria Helena Diniz


Maria Helena Diniz propõe uma classificação que foca na eficácia e aplicabilidade das normas
constitucionais, mas com uma abordagem um pouco diferente:

Normas de Eficácia Absoluta:


Características: São consideradas cláusulas pétreas e, portanto, não podem ser objeto de
propostas de emenda tendentes a abolir seu conteúdo essencial, conforme o Art. 60, § 4º da
Constituição Federal. Isso significa que podem ser alteradas para ampliação ou detalhamento,
mas não para supressão ou diminuição de sua essência. Exemplo: Direitos e garantias individuais.
Exemplo: Direitos e garantias individuais.

Normas de Eficácia Plena:


Características: Semelhantes à classificação de José Afonso da Silva, são autoaplicáveis e não há
observações de regulamentação adicional.
Exemplo: Normas que já produziram todos os seus efeitos desde a promulgação da constituição.

Normas de Eficácia Relativa:


Subdivisões :
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Eficácia Relativa Restringível: Correspondem às normas de eficácia contidas de José Afonso da


Silva, podendo ter seus efeitos restringidos.
Eficácia Relativa Complementável: Correspondem às normas de eficácia limitada, necessitando
de regulamentação para produzir efeitos completos.

Diferenças Principais

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Abordagem : José Afonso da Silva foca na necessidade de regulamentação para a aplicação das
normas, enquanto Maria Helena Diniz introduz uma ideia de normas de eficácia absoluta, que são
imutáveis.
Subdivisões : Maria Helena Diniz subdivide as normas de eficácia relativa em restringíveis e
complementáveis, enquanto José Afonso da Silva utiliza uma abordagem mais direta com apenas
três categorias principais.

Alguns autores que discutem a existência de normas constitucionais de eficácia exaurida e


aplicabilidade esgotada incluem doutrinadores que se debruçam sobre a análise de normas
transitórias ou disposições que já cumpriram seu propósito histórico.

Essas normas, geralmente encontradas no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias


(ADCT), são vistas como tendo efeitos que cessaram após a implementação de seu objetivo
específico.

4. Regras X Princípios

Sem direito constitucional, a distinção entre regras e princípios é fundamental para a


compreensão e aplicação das normas jurídicas. Vamos explorar juridicamente essa diferença:

Regras
Definição: Regras são normas jurídicas que estabelecem de forma clara e específica o
comportamento esperado, determinando de maneira precisa o que é permitido, proibido ou
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

obrigatório.
Características:
Aplicação Binária: As regras são aplicadas de maneira "tudo ou nada". Ou a regra é cumprida em
sua totalidade, ou é violada.
Especificidade: As regras são específicas e características, deixando pouco espaço para
interpretação.

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Conflito: Quando duas regras entram em conflito, uma delas deve ser invalidada ou afastada para
resolver o problema, geralmente através de critérios como classificação, especialidade ou
temporalidade.

Princípios
Definição: Princípios são normas jurídicas mais gerais e abstratas que expressam valores
fundamentais e orientam a interpretação e aplicação das regras.
Características:
Aplicação Flexível: Os princípios não são aplicados de forma binária. Eles podem ser ponderados e
balanceados em relação a outros princípios em casos concretos.
Generalidade: Os princípios são amplos e abrangentes, oferecendo diretrizes para a interpretação
e aplicação das regras.
Conflito: Quando os princípios entram em conflito, eles não se anulam mutuamente. Em vez
disso, são ponderados para determinar qual princípio deve prevalecer no caso concreto, por meio
de um processo de sopesamento ou ponderação.

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4.1 Princípios Fundamentais da República Federativa do Brasil

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4.1.1 Fundamentos: “SOCIDIVAPLU”

Lembrar a Dignidade da pessoa humana como princípio supremo e vetor interpretativo de todo o
ordenamento jurídico.

•Soberania: Atributo essencial do Estado, garantindo sua independência no plano interno e


internacional.
• Cidadania: Conjunto de direitos e deveres que vinculam o indivíduo ao Estado.
• Dignidade da Pessoa Humana: Valor supremo que orienta todo o ordenamento jurídico.
• Valores Sociais do Trabalho e da Livre Iniciativa: Liberdade de exercício de atividade econômica,
limitada por outros princípios, como defesa do consumidor.
• Pluralismo Político: A diversidade de ideias e a livre manifestação de correntes de pensamento
político.

"são inconstitucionais as leis que obrigam os supermercados ou similares à prestação de serviços


de acondicionamento ou embalagem de compras, por violação ao princípio da iniciativa livre
(arts. 1º, IV, e 170 da Constituição)".

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4.1.2 Organização do Estado Brasileiro.

O Brasil é um Estado Federal, com a República como forma de governo e o presidencialismo


como sistema de governo.

• Federação: Forma de Estado em que o poder é repartido entre entes independentes: União,
Estados, Distrito Federal e Municípios, unidos por um vínculo indissolúvel.
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"O Brasil é um Estado federal, ou seja, adota uma federação como forma de Estado. Há diversos
entes federativos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios), todos eles eleitos, dotados de
governo próprio e de capacidade política. São pessoas jurídicas de direito público que mantém
entre si um vínculo indissolúvel."

• República: Forma de governo em que o poder emana do povo, exercido por meio de
representantes eleitos, com alternância no poder.

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• Presidencialismo: Sistema de governo em que o Presidente da República acumula os cargos de


Chefe de Estado e Chefe de Governo.
Atenção ao princípio da separação de poderes, com a divisão das funções estatais entre os
Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Essa separação, no Brasil, é flexível, com a previsão de
freios e contrapesos, que permite a interferência legítima de um Poder sobre o outro.

"A independência entre os Poderes não é absoluta. Ela é limitada pelo sistema de freios e
contrapesos, de origem norte-americana. Esse sistema prevê a interferência legítima de um
Poder sobre o outro, nos limites estabelecidos constitucionalmente."

4.1.3 Objetivos Fundamentais da República Federativa do Brasil. “CONGARRAERRAPOUCO”


Os Objetivos Fundamentais da República Federativa do Brasil, como o próprio nome sugere, são
tão específicos que o Estado brasileiro deve alcançar. Eles estão previstos no artigo 3º da
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Constituição Federal de 1988, que elenca:

Construir uma sociedade livre, justa e solidária.


Garantir o desenvolvimento nacional.
Erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras

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formas de discriminação.

4.1.4 Princípios que regem as relações internacionais do Brasil:

Os princípios que regem as relações internacionais do Brasil, conforme previsto no artigo 4º da


Constituição Federal de 1988, delineiam a postura do país no cenário global e refletem seus
valores fundamentais. Vamos explorar cada um deles:

Independência Nacional:
O Brasil valoriza sua soberania e autonomia nas decisões internacionais, garantindo que suas
políticas externas formuladas sejam de acordo com seus interesses nacionais.

Prevalência dos Direitos Humanos:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

O país se compromete a promover e proteger os direitos humanos em suas relações


internacionais, refletindo um compromisso com a dignidade humana.

Autodeterminação dos Povos:


O Brasil apoia o direito dos povos de determinar seu próprio destino político e econômico, sem
interferência externa, respeitando a soberania de cada nação.

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Não-Intervenção:
Este princípio assegura que o Brasil não se envolverá nos assuntos internos de outros países,
respeitando sua soberania e integridade territorial.

Igualdade entre os Estados:


O Brasil defende a igualdade jurídica entre as nações, promovendo relações justas e equilibradas
no cenário internacional.

Defesa da Paz:
Comprometido com a manutenção da paz mundial, o Brasil busca resolver conflitos por meios
pacíficos e evitar o uso da força.

Solução Pacífica dos Conflitos:


O país prioriza a diplomacia e o diálogo como ferramentas para resolver disputas internacionais,
evitando confrontos armados.

Repúdio ao Terrorismo e ao Racismo:


O Brasil condena todas as formas de terrorismo e racismo, promovendo a tolerância e a
convivência entre os povos.

Cooperação entre os Povos para o Progresso da Humanidade:


O país busca colaborar com outras nações para promover o desenvolvimento sustentável e o
bem-estar global, apoiando a interdependência entre os povos.

Concessão de Asilo Político:


O Brasil oferece proteção a indivíduos perseguidos por motivos políticos, garantindo-lhes o direito
de buscar refúgio em seu território.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Resumo dos Conceitos Principais

Direito Constitucional: Ramo do Direito Público que estuda a organização do Estado, a estrutura
de seus poderes e os direitos fundamentais.

Constitucionalismo: Movimento que busca limitar o poder estatal, garantindo a liberdade


individual.

Neoconstitucionalismo: Corrente que valoriza a dignidade da pessoa humana e a força normativa


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

da Constituição. Aqui, os direitos fundamentais ganham ainda mais destaque!

Sentidos da Constituição:

Sociológico (Lassalle): Constituição real (forças sociais) vs. Constituição escrita (mera formalidade).
Político (Schmitt): Decisão política fundamental do povo.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Jurídico (Kelsen): Norma pura, base do ordenamento.


Normativo (Hesse): A Constituição deve ser eficaz e corresponder à realidade.

Estrutura da Constituição: Preâmbulo (intenções), Parte Dogmática (direitos e deveres) e


Disposições Transitórias (integração entre a ordem jurídica antiga e a nova).

Classificação das Constituições:


Origem: Outorgada (imposta), Democrática (participativa), Cesarista (outorgada com referendo).
Forma: Escrita ou Não Escrita (costumeira).
Estabilidade: Rígida (alteração complexa), Flexível (alteração simples).

Aplicabilidade das Normas Constitucionais:


Eficácia Plena: Aplicação imediata e integral.
Eficácia Contida: Aplicação imediata, mas pode ser restringida por lei.
Eficácia Limitada: Depende de lei para produzir todos os efeitos.

Hierarquia das Normas: Pirâmide de Kelsen: Constituição (topo), Tratados de Direitos Humanos
(supralegal), Leis e Normas Infralegais.

Poder Constituinte:

Originário: Cria a nova Constituição (ilimitado, inicial, incondicionado, permanente, ilimitado


juridicamente e autônomo).
Derivado: Modifica a Constituição (limitado).

Princípios Fundamentais (Art. 1º ao 4º CF):


Fundamentos (Art. 1º): Soberania, Cidadania, Dignidade da Pessoa Humana, Valores Sociais do
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Trabalho e Livre Iniciativa, Pluralismo Político (SOCIDIVAPLU).


Objetivos (Art. 3º): Construir sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional;
erradicar pobreza e desigualdades; promover o bem de todos (CONGA ERRA PRO).
Relações Internacionais (Art. 4º): Independência nacional, prevalência dos direitos humanos,
autodeterminação dos povos, não intervenção, igualdade entre os Estados, defesa da paz, solução
pacífica dos conflitos, repúdio ao terrorismo e ao racismo, cooperação entre os povos, concessão
de asilo político.

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Pegadinhas e Detalhes Importantes: Fique Atento!

Não confunda "Objetivos Fundamentais" com "Princípios das Relações Internacionais". As bancas
adoram trocar os conceitos para confundir!
Cuidado com as normas de eficácia contida e limitada. A diferença crucial é que a norma de
eficácia contida já produz efeitos, mas pode ser limitada por lei.
Lembre-se: "poder constituinte originário" é diferente de "poder constituinte derivado". O
primeiro cria a Constituição, o segundo a modifica.
Atente-se aos detalhes dos tratados internacionais de direitos humanos. Eles podem ter status
constitucional (se aprovados com quórum qualificado) ou supralegal (se aprovados com quórum
simples).

Dica para Evitar Erros: Leia atentamente o enunciado e sublinhe as palavras-chave. Isso ajuda a
focar no que realmente importa e evita distrações!

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Lembre-se: A revisão constante é fundamental para o sucesso.

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7) Auditoria Tributária Fiscal

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Fundamentos e Estrutura Conceitual

Orientações Técnicas - Direito Auditoria Tributária

Iniciaremos o estudo de Direito Auditoria Tributária para os concursos da área fiscal.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso:
Curso Regular para Área Fiscal - Pacote Completo -> Concursos da Área Fiscal - Curso Básico de
Auditoria.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

[Link]

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria

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nos últimos anos.

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Testes em Áreas Específicas das Demonstrações Contábeis 12.0%

Testes e Procedimentos em Auditoria 9.0%

Amostragem em Auditoria 7.0%

Materialidade, Relevância e Risco em Auditoria Independente 6.0%

Opinião do Auditor Independente/Relatórios e Pareceres de Auditoria 6.0%

Fraude e Erro (Auditoria) 6.0%

Controle Interno da Entidade Auditada 4.0%

Normas Técnicas do Auditor Interno (NBC TI 01 - ex NBC-T-12) 4.0%

Evidência em Auditoria 4.0%

Perícia Contábil 4.0%

Planejamento de Auditoria Independente 3.0%

Documentação de Auditoria/Papéis de Trabalho 3.0%

Tópicos de Auditoria Fiscal: Ajustes SINIEF 3.0%

Tópicos de Auditoria Fiscal: Guia Prático da Escrituração Fiscal Digital -


3.0%
EFD-ICMS/IPI
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Aspectos Gerais da Auditoria Interna 3.0%

Independência (Auditor) 2.0%

Objetivos Gerais do Auditor 2.0%

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Transações e Eventos Subsequentes (Auditoria) 2.0%

Normas de Execução do Trabalho do Auditor Independente 2.0%

Utilização do Trabalho de Outros Profissionais (Auditoria) 2.0%

Controle de Qualidade da Auditoria 1%

Características Inerentes ao Auditor (Julgamento e Ceticismo) 1%

Representações Formais/Carta de Responsabilidade 1%

Diferenças entre a Auditoria Interna e a Auditoria Independente 1%

Princípios Éticos do Auditor 1%

Modelos de Controle e de Análise de Risco do COSO 1%

Contingências e Estimativas Contábeis (Auditoria) 1%

Transações com Partes Relacionadas (Auditoria) 1%

Continuidade Normal das Atividades da Entidade 1%

Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração 1%

Risco de Auditoria. Confiança e Asseguração em Auditoria 1%

Normas Internacionais de Auditoria Interna (IIA) 1%

Normas Profissionais do Auditor Interno (NBC PI 01) 1%

ATENÇÃO:
Esta tarefa possui um arquivo ANKI disponível. Acesse a tarefa na sua área do aluno para fazer o
download. Se necessário, consulte o tutorial a seguir:
[Link]
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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades em seus estudos anteriores.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Assuntos (revisar):
- Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração
- Risco de Auditoria. Confiança e Asseguração em Auditoria
- Princípios Éticos do Auditor
- Características Inerentes ao Auditor (Julgamento e Ceticismo)

OBSERVAÇÃO: Este roteiro foi cuidadosamente elaborado para proporcionar um aprendizado


progressivo e eficiente em Auditoria Tributária. Os agrupamentos temáticos favorecem o
aprendizado progressivo, permitindo que você construa o conhecimento de forma lógica,
conectando conceitos e facilitando a fixação dos conteúdos. Além disso, as revisões
intermediárias, cumulativas e final foram estrategicamente distribuídas para reforçar os pontos
essenciais e garantir uma preparação sólida.
A cada tarefa, foque em compreender os conceitos, praticar questões e identificar seus pontos
fortes e de melhoria. Siga o roteiro com disciplina e aproveite ao máximo cada etapa!

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 21 (total de questões: 21) - tempo ideal: 60 minutos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA- Área fiscal - CADERNO 1
Filtros do TEC: 2025 - 2022, área fiscal, remover desatualizadas e anuladas.

Caro aluno (a), mantenha um registro das questões erradas ou que geraram dúvidas. Isso não
apenas contribuirá para o seu aprendizado, mas também servirá como uma ferramenta valiosa

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META 38

para as suas revisões futuras.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 21 (total de questões: 21) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - FCC - CADERNO 01
OBS: diante do limitado número de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - FGV - CADERNO 01
OBS: diante do limitado número de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões:[Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - VUNESP - CADERNO 01
OBS: diante do limitado número de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - CEBRASPE - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Extra (Facultativa) - Estimativa de tempo: 15 minutos

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Resolução de Cards Anki de todos os assuntos da disciplina

Revise utilizando o seu baralho Anki que disponibilizamos na primeira tarefa desta disciplina.

Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.

1. Contextualizando: Normatização e Objetivo da Auditoria:

A NBC TA 200 é a "norma-mãe" da Auditoria Independente, estabelecendo os objetivos gerais do


auditor. A definição de auditoria é concisa e direta: uma técnica contábil cujo "objetivo precípuo é
constatar se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em
conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável".

O objetivo geral da auditoria, conforme a NBC TA 200, é "aumentar o grau de confiança nas
demonstrações contábeis por parte dos usuários". Isso é explicitamente alcançado pela opinião
do auditor sobre a conformidade das demonstrações com a estrutura de relatório financeiro
aplicável. É fundamental notar que o objetivo da auditoria não é detectar ou prevenir fraudes ou
erros de forma absoluta, nem assegurar a viabilidade futura da entidade ou a eficiência da
administração.

"O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte
dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade
com uma estrutura de relatório financeiro aplicável (...)."
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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2. Segurança Razoável e Limitações Inerentes:

A busca pela "segurança razoável" é um objetivo central do auditor. Essa segurança se refere à
convicção de que as demonstrações contábeis, em sua totalidade, estão livres de distorções
relevantes. A segurança razoável é um "nível elevado de segurança", mas não absoluto. As
"limitações inerentes em uma auditoria" são a razão pela qual a segurança absoluta não é
alcançada.

As limitações inerentes decorrem, em parte, da natureza persuasiva e não conclusiva da maioria


das evidências de auditoria. Além disso, o auditor não possui poderes legais específicos de
investigação, como os de busca, que poderiam ser necessários em casos de suposto delito.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

"obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de
distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro, possibilitando assim que
o auditor expresse sua opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos
os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável;"

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META 38

"Asseguração razoável não é um nível absoluto de segurança porque há limitações inerentes em


uma auditoria, as quais resultam do fato de que a maioria das evidências de auditoria em que o
auditor baseia suas conclusões e sua opinião, é persuasiva e não conclusiva."

3. Independência do Auditor:

A independência é um pilar da auditoria, essencial para a objetividade e integridade do auditor


externo. O conceito abrange a "Independência de pensamento" (liberdade de influências que
comprometam o julgamento profissional) e a "Aparência de independência" (evitar fatos e
circunstâncias que levariam um terceiro informado a concluir que a objetividade estaria
comprometida).

Processo para a aplicação dos conceitos de independência: identificar ameaças, avaliar sua
importância e aplicar salvaguardas. Se salvaguardas apropriadas não puderem ser aplicadas, o
auditor deve renunciar ao trabalho.

"A condição de independência é fundamental, e óbvia, para o exercício da atividade de auditoria


independente. Entende-se como independência o estado no qual as obrigações ou os interesses
da entidade de auditoria são suficientemente isentos dos interesses das entidades auditadas para
permitir que os serviços sejam prestados com objetividade."

4. Ameaças à Independência:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Existem categorias de ameaças que podem comprometer a independência do auditor. As cinco


categorias principais são:

Ameaça de interesse próprio: Influência indevida no julgamento ou comportamento devido a


interesses financeiros ou outros.

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Ameaça de autorrevisão: Não avaliar apropriadamente resultados de trabalhos anteriores que


servirão de base para o trabalho atual.
Ameaça de defesa de interesse do cliente: Promover ou defender a posição do cliente, a ponto de
comprometer a objetividade.
Ameaça de familiaridade: Relacionamentos próximos com o cliente que levam a uma simpatia
excessiva ou falta de julgamento objetivo.
Ameaça de intimidação: Ser impedido de agir objetivamente devido a pressões reais ou
percebidas do cliente.

Exemplos específicos de situações que podem criar essas ameaças são: interesses financeiros,
relacionamentos familiares ou pessoais, e litígios com o cliente.

5. Trabalhos de Asseguração:

A "Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração" define o escopo mais amplo onde a
auditoria se insere. Trabalhos de asseguração visam "aumentar o grau de confiança dos outros
usuários previstos acerca do resultado de avaliações ou mensurações efetuadas". Existem dois
tipos de trabalhos de asseguração:

Asseguração Razoável: O auditor reduz o risco do trabalho para um nível "aceitavelmente baixo".
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

A conclusão é expressa de forma positiva, transmitindo a opinião sobre o objeto avaliado.


Asseguração Limitada: O auditor reduz o risco para um nível "aceitável", mas maior que na
asseguração razoável. A conclusão transmite se, com base nos procedimentos realizados, algo
chegou ao conhecimento do auditor que o leve a crer que a informação está relevantemente
distorcida. Os procedimentos são "restritos (menos extensos)" comparados à asseguração
razoável.

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META 38

"No trabalho de asseguração razoável, o auditor independente reduz o risco do trabalho para um
nível aceitavelmente baixo nas circunstâncias do trabalho como base para a sua conclusão. A
conclusão do auditor independente é expressa de forma que transmita a sua opinião sobre o
resultado da mensuração ou avaliação de determinado objeto de acordo com os critérios
aplicáveis."

"No trabalho de asseguração limitada, o auditor independente reduz o risco do trabalho para um
nível que é aceitável nas circunstâncias do trabalho, mas que ainda é maior do que para um
trabalho de asseguração razoável."

A chave para entender os 'níveis de segurança' reside na relação inversa com o 'risco do
trabalho':
A. Asseguração Razoável:
Risco: O auditor busca reduzir o risco do trabalho a um nível aceitavelmente baixo. (NBC TA 200
(R1), item 5).
Nível de Segurança: Consequentemente, o nível de segurança obtido é alto (ou "elevado", como
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

mencionado no Tópico 2 ao se referir à segurança razoável de uma auditoria). Contudo, lembre-


se, nunca é absoluto devido às limitações inerentes.
Conclusão: Expressa de forma positiva (ex: "Em nossa opinião, as demonstrações contábeis
apresentam adequadamente...").
Exemplo Clássico: Auditoria de demonstrações contábeis.

B. Asseguração Limitada:

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Risco: O auditor busca reduzir o risco do trabalho a um nível aceitável, porém este nível de risco é
maior do que o risco em um trabalho de asseguração razoável.
Nível de Segurança: Consequentemente, o nível de segurança obtido é menor do que na
asseguração razoável (pode ser considerado um nível moderado ou limitado).
Conclusão: Expressa de forma negativa (ex: "Com base em nossa revisão, não tomamos
conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações intermediárias não
tenham sido elaboradas, em todos os aspectos relevantes...").
Procedimentos: São menos extensos que os de asseguração razoável.
Exemplo Clássico: Revisão de informações financeiras intermediárias.

6. Ceticismo Profissional e Julgamento Profissional:

São comportamentos essenciais para o auditor. O ceticismo profissional implica uma "mente
questionadora" e uma "avaliação crítica das evidências de auditoria", estando alerta para possíveis
distorções. O julgamento profissional, por sua vez, é a aplicação do conhecimento e experiência
para tomar decisões informadas nas circunstâncias do trabalho.

Éimportante reforçar a importância desses conceitos na prática da auditoria, destacando-se que o


auditor deve sempre manter uma postura de ceticismo e utilizar seu julgamento ao longo de
todo o processo.

"Ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente questionadora e alerta para condições
que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das
evidências de auditoria."

"Julgamento profissional é a aplicação do treinamento, conhecimento e experiência relevantes,


dentro do contexto fornecido pelas normas de auditoria, contábeis e éticas, na tomada de
decisões informadas a respeito dos cursos de ação apropriados nas circunstâncias do trabalho de
auditoria."
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

7. Classificação da Auditoria:

A distinção entre Auditoria Interna e Externa é uma das classificações mais importantes. A
Auditoria Interna atua dentro da organização, auxiliando a administração e buscando aperfeiçoar
processos, gestão e controles internos. A Auditoria Externa (Independente) é realizada por
profissionais externos, com maior grau de independência, e foca na emissão de uma opinião

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sobre as demonstrações contábeis para usuários externos.

Atenção à obrigatoriedade da auditoria independente para Sociedades de Grande Porte,


Instituições Financeiras, Companhias de Seguros, Fundos de previdência complementar,
Fundações públicas ou privadas de interesse público e Empresas subordinadas a agências
reguladoras.

Outra classificação importante, especialmente para Auditoria Governamental, é a da IN SFC/STN


nº 01/2001, que define:

Auditoria de Avaliação da Gestão: Certificar a regularidade das contas, verificar a execução de


contratos, a probidade na aplicação de dinheiros públicos. Caráter "a posteriori", mas pode atuar
em tempo real em casos relevantes.
Auditoria de Acompanhamento da Gestão: Atuar "em tempo real" sobre os atos de gestão.
Auditoria Contábil: Examinar registros e documentos para opinar se os registros estão em
conformidade com a estrutura de relatório aplicável e se as demonstrações refletem
adequadamente a situação patrimonial.
Auditoria Operacional: Emitir opinião sobre a gestão nos aspectos de eficiência, eficácia e
economicidade.
Auditoria Especial: Exame de fatos ou situações relevantes específicas.

"Grosso modo, auditorias internas são realizadas dentro das organizações com intuito de auxiliar a
administração no cumprimento de seus objetivos, agregando valor ao seu resultado final."

"Uma das classificações mais importantes (e cobradas em provas) é a que separa a Auditoria em
Interna e Externa."
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8. Risco de Auditoria. Confiança e Asseguração em Auditoria

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● Risco de Auditoria: Probabilidade de o auditor emitir uma opinião inadequada quando as


demonstrações contábeis estão materialmente incorretas.
Confiança: Nível de certeza que o auditor tem de que as demonstrações contábeis estão
livres de distorções relevantes.
Asseguração: Processo que visa aumentar o grau de confiança dos usuários nas informações
financeiras.

Pegadinhas e Detalhes Importantes:

● Confundir Risco Inerente com Risco de Controle: O risco inerente é a suscetibilidade de uma
conta a erros, enquanto o risco de controle é a falha dos controles internos em prevenir ou
detectar esses erros.
Achar que a Confiança é Absoluta: A confiança é sempre razoável, nunca absoluta, devido às
limitações da auditoria.

9. Princípios Éticos do Auditor

● Integridade: Ser honesto e sincero em todas as relações profissionais.


Objetividade: Não permitir que preconceitos ou conflitos de interesse influenciem o
julgamento profissional.
Competência e Zelo Profissional: Manter o conhecimento e as habilidades em um nível
adequado e agir com diligência.
Confidencialidade: Respeitar a confidencialidade das informações obtidas durante o trabalho.
Comportamento Profissional: Cumprir as leis e regulamentos relevantes e evitar qualquer
conduta que possa desacreditar a profissão.

Pegadinhas e Detalhes Importantes:

● Confundir Objetividade com Imparcialidade: A objetividade é a ausência de preconceitos,


enquanto a imparcialidade é a ausência de conflitos de interesse.
Achar que a Confidencialidade é Absoluta: A confidencialidade pode ser quebrada em
algumas situações, como quando exigido por lei.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Pontos Chave:

Normatização da Auditoria: A auditoria é regida pelas Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC),


especialmente as NBC TA (Auditoria Independente), NBC PA (Profissionais do Auditor) e NBC TI
(Auditoria Interna). A NBC TA 200 é a norma-base que trata dos objetivos gerais do auditor
independente.
Objetivo Geral da Auditoria: O propósito principal da auditoria é "aumentar o grau de confiança
nas demonstrações contábeis por parte dos usuários", o que é alcançado através da emissão de
uma opinião do auditor sobre se as demonstrações foram elaboradas "em todos os aspectos
relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável".
Segurança Razoável: O auditor busca obter "segurança razoável" de que as demonstrações
contábeis, como um todo, estão livres de distorção relevante, causada por fraude ou erro. A
segurança razoável é um nível elevado de segurança, mas não absoluto, devido às limitações
inerentes da auditoria.
Limitações Inerentes da Auditoria: A auditoria possui limitações que impedem a obtenção de
segurança absoluta. Essas limitações incluem o fato de que a maioria das evidências é persuasiva
e não conclusiva, e a auditoria não é uma investigação oficial com poderes legais específicos.
Independência: A independência é crucial para o auditor externo, ligada aos princípios de
objetividade e integridade. Ela abrange a independência de pensamento e a aparência de
independência. O auditor deve identificar, avaliar e aplicar salvaguardas contra ameaças à
independência.
Ameaças à Independência: Diversas categorias de ameaças à independência, incluindo interesse
próprio, autorrevisão, defesa de interesse do cliente, familiaridade e intimidação.
Trabalhos de Asseguração: A estrutura conceitual para trabalhos de asseguração define trabalhos
nos quais o auditor expressa uma conclusão para aumentar a confiança dos usuários. Existem
dois tipos: asseguração razoável (nível aceitavelmente baixo de risco) e asseguração limitada
(nível aceitável, mas maior que na razoável).
Elementos dos Trabalhos de Asseguração: Os trabalhos de asseguração envolvem uma relação de
três partes (auditor, parte responsável, usuários), objeto apropriado, critérios aplicáveis, evidências
apropriadas e suficientes, e um relatório de asseguração escrito.
Ceticismo Profissional e Julgamento Profissional: O ceticismo profissional é uma "mente
questionadora e alerta para condições que possam indicar possível distorção" e uma "avaliação
crítica das evidências de auditoria". O julgamento profissional é a aplicação de "treinamento,
conhecimento e experiência relevantes" na tomada de decisões apropriadas no trabalho de
auditoria.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Classificação da Auditoria: A auditoria pode ser classificada de diversas formas, com destaque
para a divisão entre Auditoria Interna e Externa. A Auditoria Interna auxilia a administração,
enquanto a Externa (Independente) foca na opinião sobre as demonstrações contábeis para
usuários externos.

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Lembre-se: a chave para o sucesso é a dedicação, a organização e a confiança em si mesmo.


Acredite no seu potencial e siga em frente rumo à aprovação!

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8) Direito Tributário

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Introdução ao Direito Tributário

Orientações Técnicas - Direito Tributário

Iniciaremos o estudo de Direito Tributário para os concurso da área fiscal/controle.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso " Concursos da Área Fiscal - Curso Básico de Direito
Tributário 2025" - Estratégia Concursos .
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link: [Link]
direito-tributario/

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

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Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Crédito Tributário 17.2%

Obrigação Tributária 14.4%

Impostos Federais, Estaduais e Municipais 12.9%

Limitações Constitucionais ao Poder de Tributar 11.6%

Espécies de Tributos 9.7%

Administração Tributária 6.7%

Legislação Tributária 6.3%

Competência Tributária 5.7%

Repartição Constitucional de Receitas Tributárias 4.4%

Lei Complementar nº 87/1996 - Lei Kandir 4.2%

Lei Complementar nº 116/2003 - ISSQN 2.7%

Introdução ao Direito Tributário 2.1%

Lei nº 8.137/1990 - Crimes contra a Ordem Tributária, Econômica e


2.1%
Relações de Consumo
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

ATENÇÃO:
Esta tarefa possui um arquivo ANKI disponível. Acesse a tarefa na sua área do aluno para fazer o
download. Se necessário, consulte o tutorial a seguir:
[Link]

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NOVIDADE LS: querido aluno (a), com o intuito de tornar sua preparação ainda mais
completa, vamos liberar um resumo esquematizado de ALTA QUALIDADE para auxiliar nas suas
revisões dessa matéria.

Para ter acesso ao material, voce deve:

1- entrar no link abaixo;


2- fazer um cadastro com o seu CPF de aluno ativo LS.

Dessa forma, você terá acesso ao referido resumo com 100% de desconto!!!

RESUMO ESQUEMATIZADO - DIREITO TRIBUTÁRIO LS - acesse aqui

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Assunto: Introdução ao Direito Tributário.


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Atividade 1:
- Faça uma revisão dos conceitos apontados na descrição da tarefa. Utilize, para isso, suas
anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando e os artigos da lei seca

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correspondente. Se preferir realizar uma revisão mais ampla, fique à vontade, mas procure não
atrasar o andamento de sua meta.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 29 (total de questões: 29) - tempo ideal: 60 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - CADERNO 01
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 26 (total de questões: 26) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - CEBRASPE - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - FGV - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 23 (total de questões: 23) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]

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Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - VUNESP - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 13 (total de questões: 13) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - FCC - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Obs.: Nesta tarefa incluiremos o baralho de Anki, que poderá ser utilizado pelo aluno ao longo

das tarefas de direito tributário.

Introdução ao Direito Tributário

- Saiba determinar as diferenças entre Receitas Públicas Originárias e Receitas Públicas


Derivadas.
- Saiba as diferenças entre as finalidades fiscais e extrafiscais de um tributo.

Em conciliação com Aliomar Baleeiro (1969, p.18): “atividade financeira consiste em obter, criar,
gerir e despender o dinheiro indispensável às necessidades, cuja satisfação o Estado assumiu ou
cometeu àqueloutras pessoas de direito público”.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Essa atividade financeira do Estado depende de três elementos essenciais:

(1) a elaboração do orçamento público, como peça delimitadora das receitas e despesas públicas,
inerentes a um certo período; Ex: PPA, LDO e LOA
(2) as formas, condições e limites de obtenção de receitas para fazer frente às despesas fixadas;

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(3) as formas, condições e limites de gasto do dinheiro público, bem como, os métodos de
aplicação e dispêndio das respectivas despesas pú[Link]ÍPIOS DO DIREITO FINANCEIRO

CONCEITO DE TRIBUTOS

O art. 3º é de extrema importância para o entendimento de todos os conceitos futuros de Direito


Tributário. Ele traz a definição do conceito de tributo.
Logo, além de compreendê-lo é preciso memorizá-lo.

São elementos que definem os tributos:


- prestação pecuniária;
- compulsória;
- em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir;
- não constitua sanção de ato ilícito;
- instituída em lei;
- cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.

Pegadinhas comuns das bancas:

1) A multa é espécie de tributo. (ERRADO)


A multa é sanção pecuniária por ato ilícito. Assim, desrespeita um dos elementos da definição de
tributo.

2) O tributo é cobrado mediante atividade administrativa discricionária. (ERRADO)


Não há discricionariedade na cobrança do tributo. É uma atividade administrativa vinculada.
ATENÇÃO pois o artigo fala somente em atividade administrativa.

3) O tributo pode ser pago em qualquer tipo de bem ou direito. (ERRADO)


O tributo deve ser pago em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

4) O tributo é instituído mediante legislação tributária. (ERRADO)


Você vai estudar no decorrer do curso a diferença entre lei e legislação tributária. Por hora, fica a
ideia de que os tributos só podem ser instituídos mediante lei em sentido estrito.

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NATUREZA JURÍDICA DOS TRIBUTOS

O art. 4º do CTN - define que a natureza jurídica dos tributos é determinada pelo FATO GERADOR.
Estude com atenção esse artigo.

Segundo o art. 5º do CTN, os tributos são 3: impostos, taxas e contribuição de melhoria. Essa é a
corrente tripartida, que adota apenas três tributos e o fato gerador como condição de definição
da natureza jurídica. Ao fato de que, nos termos da CF/88 e conforme entendimento do STF, para
a determinação da natureza jurídica de alguns tributos também é importante a definição da
destinação do produto da arrecadação. Temos, aqui, a teoria pentapartida que inclui entre os
tributos: empréstimos compulsórios e contribuições especiais.

Assim, caso a questão utilize a expressão: “Segundo o CTN”, deve-se considerar que são três as
espécies tributárias (impostos, taxas e contribuição de melhoria – Art. 5º). Se a questão nada
disser, considera-se o entendimento do STF, trazido pela CF/88, de que são cinco as espécies
tributárias (impostos, taxas, contribuição de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições
especiais).

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9) Tecnologia da Informação

Material indicado: TI Descomplicada - Curso do Professor Felipe Mathias - Plataforma


Hotmart - 2025 - Felipe Mathias.

Assunto(s): ITIL 4

Assuntos e Subassuntos:

ITIL 4

Atividade 1
- Na "AULA 30 - ITIL 4" - Resolver as questões 1 a 20 (total: 20 questões) (páginas 92 a 96).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2
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- Na "AULA 30 - ITIL 4" - Resolver as questões 21 a 40 (total: 20 questões) (páginas 96 a 101).

Existem instruções para a resolução de questões ao final da sua meta.

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1. ITIL 4: CONCEITOS GERAIS E CRIAÇÃO DE VALOR

- Definição de ITIL: Biblioteca não proprietária com as melhores práticas para o Gerenciamento de
Serviços de TI (GSTI).
- Natureza do ITIL V4: É um guia de boas práticas, não é prescritivo.
- Objetivo: Fornecer orientação sobre processos, funções, papéis e outros recursos para gerir
serviços de TI de forma satisfatória, visando sempre gerar valor aos clientes.
- Abordagem: Flexível, permitindo a inserção em ambientes com tecnologias mais recentes, como
DevOps e blockchain.

Conceitos Fundamentais (Segundo o ITIL v4)


- Serviços: Meio de permitir a cocriação de valor, facilitando resultados que os clientes desejam,
sem que tenham que gerenciar custos e riscos específicos.
- Gerenciamento de Serviços: Conjunto de recursos organizacionais especializados para habilitar o
valor para os clientes na forma de serviços.
- Valor: Percepção de benefícios, utilidade e importância da entidade por parte dos usuários. É
único para cada entidade.

Funções dos Consumidores de Serviço


- Cliente: Define os requisitos para um serviço e assume a responsabilidade pelos resultados do
consumo.
- Usuário: Utiliza os serviços.
- Patrocinador: Autoriza o orçamento para o consumo dos serviços.

Criação de Valor (Balança Custo x Risco)


- A prestação de serviços envolve a avaliação entre Resultados suportados, Custos removidos e
Riscos removidos (lado positivo) versus Resultados afetados, Custos introduzidos e Riscos
introduzidos (lado negativo).
- O serviço só deve ser prestado quando o efeito positivo de sua saída superar o negativo.
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- Para avaliar se um serviço cria valor, é necessário avaliar a Utilidade e a Garantia do serviço.

Utilidade e Garantia
- Utilidade ("O que o serviço faz"): Funcionalidade oferecida para atender a uma necessidade
específica. Determina se o serviço é "adequado à finalidade" (fit for purpose). Deve suportar o
desempenho do consumidor ou remover restrições.

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- Garantia ("O desempenho do serviço"): Garantia de que um produto ou serviço atenderá aos
requisitos acordados. Determina se o serviço é "adequado para uso" (fit for use). Relacionada a
áreas como disponibilidade, capacidade, segurança e continuidade.

2. 4 DIMENSÕES DE GERENCIAMENTO

- O framework ITIL 4 possui dois componentes principais: o modelo Quatro Dimensões e o


Sistema de Valor de Serviço (SVS).
- O objetivo é apoiar uma abordagem holística (de ponta a ponta) na prestação de serviços.
- As dimensões se sobrepõem e são influenciadas por fatores externos, além do controle da
entidade.
- Os fatores externos podem ser analisados por frameworks como o PESTLE (Político, Econômico,
Social, Tecnológico, Jurídico e Ambiental).

As Quatro Dimensões do Gerenciamento de Serviço


- (1) Organização e Pessoas.
- (2) Informação e Tecnologia.
- (3) Parceiros e Fornecedores.
- (4) Fluxos de Valor e Processos.

3. SISTEMA DE VALOR DE SERVIÇO (SVS)

- Conceito: É a espinha dorsal do ITIL v4, um sistema estruturador para transformar entradas em
valor para os usuários finais.
- Objetivo: Garantir a criação de valor de forma constante e íntegra, e descrever como os
componentes e atividades da organização atuam em conjunto. O principal motivo é evitar a
criação de silos organizacionais.

Elementos do SVS (Entradas, Elementos do Sistema e Saídas)


- Entradas: Oportunidades (opções para agregar valor ou melhorar) e Demandas (necessidade ou
desejo de produtos e serviços).
- Elementos do Sistema:
- Princípios Orientadores.
- Governança.
- Cadeia de Valor de Serviço (CVS).
- Práticas.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Melhoria Contínua.
- Saídas: Valor (benefícios percebidos, utilidade e importância).

3.2 Princípios Orientadores

- Definição: Recomendações universais e duradouras que orientam a organização em todas as

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circunstâncias.
- O ITIL v4 indica 7 princípios orientadores.

Lista dos 7 Princípios Orientadores


- (1) Foco no valor: Tudo o que a organização faz deve se relacionar direta ou indiretamente ao
valor para as partes interessadas.
- (2) Comece por onde você está: Não comece do zero; considere o que já está disponível para ser
aproveitado (serviços, processos, pessoas).
- (3) Progrida iterativamente, com feedback: Realize grandes iniciativas em seções menores e
gerenciáveis, utilizando o feedback para manter o foco.
- (4) Colabore e promova a visibilidade: Trabalhe em conjunto, promova a visibilidade do trabalho
e de suas consequências, e compartilhe informações.
- (5) Pense e trabalhe holisticamente: Nenhuma parte ou elemento do serviço funciona
isoladamente. Trabalhe no serviço como um todo (abordagem de ponta a ponta).
- (6) Mantenha-o simples e seja prático: Elimine o que não gera valor ou resultado útil. Use o
número mínimo de etapas e pense baseado em resultados para soluções práticas.
- (7) Otimize e automatize: Use recursos de forma ótima (principalmente RH), elimine
desperdícios e use a tecnologia para automatizar. A intervenção humana só deve ocorrer quando
contribuir com valor.

3.3 Governança

- Definição: Meio pelo qual uma organização é dirigida e controlada por um corpo diretivo (pessoa
ou grupo) responsável pelo desempenho e conformidade.
- Atividades Principais (ADM):
- Avaliar: A organização, a estratégia, os portfólios e as relações com outras partes.
- Direcionar: Atribuir responsabilidade e orientar a preparação e implementação de estratégias e
políticas.
- Monitorar: O desempenho da organização e suas práticas, produtos e serviços para garantir a
conformidade.

3.4 Cadeia de Valor de Serviços (CVS)

- Conceito: É o elemento central do SVS. É um modelo operacional que delineia as principais


atividades para atender à demanda e facilitar a criação de valor.
- As atividades da CVS não são aplicadas de forma sequencial ; ocorrem de forma iterativa.
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As 6 Atividades da CVS
- (1) Planejar: Propósito de garantir uma compreensão compartilhada de visão, estado atual e
direção de melhoria.
- (2) Melhorar: Foco na melhoria contínua (Kaizen) de produtos, serviços e práticas, de ponta a
ponta.

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- (3) Engajar: Foco na compreensão das necessidades das partes interessadas, na transparência e
no engajamento contínuo/boa relação com os stakeholders.
- (4) Desenho e Transição: Visa garantir que os produtos e serviços atendam às expectativas das
partes interessadas, atuando nas fases de análise e modelagem.
- (5) Obter/Construir: Adquirir ou construir o que for necessário para o serviço, garantindo que os
componentes de serviço estejam disponíveis e atendam às especificações.
- (6) Entregar e Suportar: Garantir que os serviços sejam entregues e suportados (manutenções e
atualizações) de acordo com as especificações e expectativas.

3.5 Melhoria Contínua

- É uma atividade organizacional recorrente realizada em todos os níveis.


- É aplicada à totalidade do ITIL: todos os processos, serviços, produtos e componentes.
- O conceito associado é o Kaizen (Kai=Mudar, Zen=Melhor), ou seja, Melhoria Contínua.

4. PRÁTICAS

- Definição: "Um conjunto de recursos necessários para realizar o trabalho ou cumprir um


objetivo".
- O ITIL v4 elenca 34 práticas, divididas em 3 grandes grupos:
- Práticas gerais de gestão.
- Práticas de gestão de serviço.
- Práticas de gestão técnica.

4.2 Práticas Gerais de Gerenciamento (14 Práticas)

- 4.2.1 Gerenciamento de Arquitetura (Média Incidência): Fornecer compreensão dos diferentes


elementos da organização e como eles se inter-relacionam. Tipos de arquiteturas: Negócios,
Serviços, Sistemas de Informação/Dados/Aplicativos, Tecnologia, Ambiental.
- 4.2.2 Melhoria Contínua (Baixa Incidência): Alinhar práticas e serviços com as necessidades de
negócio em mudança, identificando necessidades e melhorias. Indica a adoção de métodos Lean,
Agile e DevOps.
- 4.2.3 Gerenciamento da Segurança da Informação (Média Incidência): Proteger informações,
gerenciando riscos relacionados à confidencialidade, integridade e disponibilidade (CID).
- 4.2.4 Gerenciamento do Conhecimento (Baixa Incidência): Manter e melhorar o uso eficaz,
eficiente e conveniente da informação e do conhecimento em toda a organização. Conhecimento
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é um ativo valioso.
- 4.2.5 Medição e Relatórios (Média Incidência): Desenvolver insumos para apoiar a boa tomada de
decisões. Conceitos importantes:
- Fator crítico de sucesso (FCS): pré-requisito necessário para obtenção dos resultados.
- Principal indicador de desempenho (PID) ou KPI: métrica usada para avaliar o sucesso no
cumprimento dos objetivos.

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- 4.2.6 Gerenciamento de Mudanças (Média Incidência): Assegurar que as mudanças sejam


implementadas de forma suave e bem-sucedida, e que seus benefícios sejam duradouros. A
responsabilidade pelo gerenciamento das mudanças não pode ser transferida para fornecedor
externo.
- 4.2.7 Gerenciamento de Portfólio (Baixa Incidência): Garantir a combinação certa de programas,
projetos, produtos e serviços para executar a estratégia organizacional.
- 4.2.8 Gerenciamento de Projetos (Baixa Incidência): Garantir que todos os projetos sejam
entregues com sucesso, através de planejamento, delegação, monitoramento e controles.
- 4.2.9 Gerenciamento de Relacionamentos (Baixa Incidência): Estabelecer e reforçar vínculos
entre a organização prestadora de serviços e as partes interessadas para compreender
necessidades e cumprir objetivos.
- 4.2.10 Gerenciamento de Risco (Alta Incidência): Garantir que a organização compreenda e lide
efetivamente com os riscos, visando a sustentabilidade contínua e o valor permanente. Risco:
Possível evento que pode causar danos/perdas ou dificultar o alcance dos objetivos; também a
incerteza do resultado.
- 4.2.11 Gerenciamento Financeiro de Serviço (Baixa Incidência): Apoiar estratégias e planos,
garantindo que recursos financeiros e investimentos sejam usados de forma eficaz. Atividades:
Planejamento orçamentário/levantamento de custos, Contabilidade, Cobrança.
- 4.2.12 Gerenciamento de Estratégia (Baixa Incidência): Formular objetivos, adotar cursos de ação
e alocar recursos para a realização das metas. Envolve análise AS-IS (como está) para traçar o
caminho TO-BE (como se deseja).
- 4.2.13 Gerenciamento de Fornecedor (Média Incidência): Garantir que fornecedores e seu
desempenho sejam gerenciados adequadamente para suportar a provisão de produtos e serviços,
sem afetar a qualidade.
- 4.2.14 Gerenciamento de Pessoas e Talentos (Alta Incidência): Gerenciar recursos humanos,
garantindo que as pessoas certas, com as habilidades e conhecimentos apropriados, sejam
alocadas nas funções adequadas. Atividades: Planejamento estratégico de mão de obra,
Recrutamento, Medição de desempenho, Incentivos ao desenvolvimento pessoal, Aprendizagem
e desenvolvimento, Mentoria e planejamento de sucessão.

4.3 Práticas de Gerenciamento de Serviços (17 Práticas)

- 4.3.1 Gerenciamento de Disponibilidade (Alta Incidência): Garantir a Disponibilidade, ou seja, que


o serviço esteja disponível sempre que necessário. Disponibilidade: Capacidade de um serviço de
TI desempenhar sua função acordada quando necessário. Métricas: Tempo Médio entre Falhas
(TMEF) e Tempo Médio de Recuperação do Serviço (TMRS). Sistemas de Alta Disponibilidade (HA)
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e failover são importantes.


- 4.3.2 Análise de Negócio (Baixa Incidência): Analisar um negócio ou elemento, definir suas
necessidades e recomendar soluções para facilitar a criação de valor. Os requisitos podem ser de
garantia (não funcionais) ou de utilidade (funcionais).
- 4.3.3 Gerenciamento de Capacidade e Desempenho (Alta Incidência): Garantir que a capacidade
e o desempenho acordados e esperados sejam atingidos, satisfazendo a demanda atual e futura

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de maneira econômica, com eficácia e eficiência.


- 4.3.4 Controle de Mudança (Média Incidência): Maximizar o número de mudanças bem-
sucedidas, garantindo que os riscos sejam avaliados, autorizando mudanças e gerenciando um
cronograma. Tipos de mudanças:
- Mudanças Padrão: Pré-autorizadas, baixo risco, bem compreendidas, não precisam de
autorização adicional para implementação.
- Mudanças Normais: Precisam ser agendadas, avaliadas e autorizadas seguindo um processo
padrão.
- Mudanças de Emergência: Devem ser implementadas o mais rápido possível (ex: correção de
segurança). O processo de avaliação e autorização é acelerado.
- 4.3.5 Gerenciamento de Incidente (Alta Incidência): Minimizar o impacto negativo de incidentes,
restaurando a operação normal do serviço o mais rápido possível. Incidente: Interrupção não
planejada ou redução da qualidade de um serviço. Técnica: Swarming (colaboração
multifuncional para solução de problemas).
- 4.3.6 Gerenciamento de Ativo de TI (Média Incidência): Maximizar valor, controlar custos,
gerenciar riscos, apoiar a tomada de decisão sobre ativos de TI. Escopo inclui hardware, software,
redes, serviços de nuvem e ativos não relacionados à TI.
- 4.3.7 Monitoramento e Gerenciamento de Eventos (Alta Incidência): Observar os componentes e
serviços para registrar e relatar mudanças de estados, identificadas como eventos. Evento:
Qualquer mudança de estado que tenha importância para o gerenciamento de um item de
configuração (IC) ou serviço de TI.
- 4.3.8 Gerenciamento de Problema (Alta Incidência): Reduzir a probabilidade e o impacto de
incidentes, identificando suas causas reais e potenciais, gerenciando soluções alternativas e erros
conhecidos. Problema: Causa subjacente ou potencial de um ou mais incidentes. Fases:
Identificação de problemas, Controle de problemas e Controle de erros conhecidos. Uma solução
de contorno (workaround) reduz ou elimina o impacto do incidente/problema para o qual não há
resolução completa.
- 4.3.9 Gerenciamento de Liberação (Baixa Incidência): Gerenciar e disponibilizar serviços e
recursos novos/alterados para uso. Liberações: Versões de serviços ou ICs disponibilizadas para
uso. Abordagens podem ser tradicionais (implantação e liberação combinadas) ou orientadas a
Agile/DevOps (liberação após implantação em pequenos incrementos).
- 4.3.10 Gerenciamento de Catálogo de Serviço (Média Incidência): Garantir que o Catálogo de
Serviços seja uma fonte centralizada e consistente de todos os serviços (e ofertas) disponíveis ao
público relevante. O catálogo deve ter diferentes visões para diferentes usuários.
- 4.3.11 Gerenciamento de Configuração de Serviço (Baixa Incidência): Garantir que informações
precisas e confiáveis sobre a configuração de serviço e os Itens de Configuração (ICs) estejam
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

disponíveis quando necessários. IC: Qualquer componente que precisa ser gerenciado para
garantir a entrega bem-sucedida de serviços.
- 4.3.12 Gerenciamento de Continuidade de Serviço (Média Incidência): Fornecer uma estrutura
para construir resiliência organizacional e respostas eficazes em caso de desastres. Não confundir
com gerenciamento de incidentes (continuidade foca em eventos significativos que podem
causar desastres).

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- 4.3.13 Desenho do Serviço (Média Incidência): Desenhar produtos e serviços que sejam
adequados à finalidade e adequados para uso. Focado na Experiência do Consumidor (CX) e
Experiência do Usuário (UX). Abordagem recomendada: Design Thinking .
- 4.3.14 Central de Serviço (Alta Incidência): Atuar como ponto de entrada e ponto de contato
único, recebendo requisições de serviço e de resolução de incidente. Funciona como uma "ponte"
mais humanizada entre usuários/consumidores e a entidade.
- 4.3.15 Gerenciamento de Nível de Serviço (Alta Incidência): Definir metas claras, baseadas no
negócio, para o desempenho do serviço, para que a entrega possa ser avaliada, monitorada e
gerenciada. O ponto mais importante é o Acordo de Nível de Serviço (ANS) ou SLA. Não confundir
com Acordos de Nível Operacional (ANO) ou OSL , que são objetivos internos de desempenho.
- 4.3.16 Gerenciamento de Requisição de Serviço (Baixa Incidência): Garantir que todas as
requisições (pedidos para realização de serviços) sejam manipuladas, oferecendo suporte eficaz e
amigável. Requisições e seu cumprimento devem ser padronizados e automatizados.
- 4.3.17 Validação e Teste de Serviço (Média Incidência): Garantir que produtos e serviços novos ou
alterados atendam aos requisitos definidos. A validação é verificada por meio de testes. Testes
divididos em funcionais (Unidade, Sistema, Integração, Regressão, Aceitação) e de garantia/não
funcionais (Desempenho, Capacidade, Segurança, Conformidade, Operacional).

4.4 Práticas de Gerenciamento Técnico (3 Práticas)

- 4.4.1 Gerenciamento De Implantação (Média Incidência): Levar hardware, software,


documentação, processos ou qualquer outro componente novo ou alterado para ambientes de
produção. Abordagens: Implantação em fases, Entrega contínua, Implantação Big Bang (todos os
destinos ao mesmo tempo), Implantação Pull (usuários fazem o download).
- 4.4.2 Gerenciamento de Infraestrutura e Plataforma (Baixa Incidência): Supervisionar a
infraestrutura e as plataformas (físicas e virtuais) usadas por uma organização.
- 4.4.3 Gerenciamento e Desenvolvimento de Software (Baixa Incidência): Garantir que os
aplicativos desenvolvidos atendam às necessidades dos stakeholders. Incentiva o uso do SDLC
(Software Development LifeCycle) .

4.3 PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

4.3.1 Gerenciamento de Disponibilidade (Alta Incidência)


- Objetivo: Garantir a disponibilidade, ou seja, que o serviço esteja disponível sempre que
necessário.
- Definição de Disponibilidade: A capacidade de um serviço de TI ou outro item de configuração
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

para desempenhar sua função acordada quando necessário.


- Foca em minimizar interrupções e maximizar o tempo de funcionamento.
- Métricas de (In)disponibilidade:
- Tempo Médio entre Falhas (TMEF) - mede o tempo médio entre ocorrências de quebra de
disponibilidade.
- Tempo Médio de Recuperação do Serviço (TMRS) - mede a rapidez com que um serviço é

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restaurado após a ocorrência de uma falha.


- É importante a utilização de sistemas de Alta Disponibilidade (HA - High Availability),
geralmente usando sistemas de *failover*.

4.3.2 Análise de Negócio (Baixa Incidência)


- Objetivo: Analisar um negócio ou elemento dele, definir suas necessidades e recomendar
soluções para atender a essas necessidades e/ou resolver um problema de negócio, visando
facilitar a criação de valor.
- Essa prática conta com o papel especializado do analista de negócio.
- Requisitos de Negócio:
- Requisitos de garantia: Normalmente, os requisitos não funcionais.
- Requisitos de utilidade: Requisitos funcionais definidos pelo cliente e exclusivos de um produto.

4.3.3 Gerenciamento de Capacidade e Desempenho (Alta Incidência)


- Objetivo: Garantir que a capacidade e o desempenho acordados e esperados sejam atingidos,
satisfazendo a demanda atual e futura de maneira econômica, com eficácia e eficiência.
- O desempenho do serviço é associado ao número de ações de serviço executadas e ao tempo
necessário para cumprir uma ação em um determinado nível de demanda.
- O desempenho depende da capacidade de serviço, que é a taxa de transferência máxima que
um item de configuração ou serviço pode fornecer.

4.3.4 Controle de Mudança (Média Incidência)


- Definição de Mudança: Adições, modificações ou remoções de qualquer coisa que possa ter um
efeito direto ou indireto nos serviços.
- Objetivo: Maximizar o número de mudanças bem-sucedidas, garantindo a avaliação adequada
dos riscos, autorizando mudanças e gerenciando um cronograma de mudanças.
- Tipos de Mudanças:
- (1) Mudanças Padrão: Pré-autorizadas de baixo risco, bem compreendidas e totalmente
documentadas, podem ser implementadas sem autorização adicional.
- (2) Mudanças Normais: Precisam ser programadas, avaliadas e autorizadas seguindo um
processo padrão.
- (3) Mudanças de Emergência: Devem ser implementadas o mais rápido possível (ex: para
resolver um incidente ou correção de segurança). O processo de avaliação e autorização é
acelerado.

4.3.5 Gerenciamento de Incidente (Alta Incidência)


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Objetivo: Minimizar o impacto negativo de incidentes, restaurando a operação normal do serviço


o mais rápido possível.
- Definição de Incidente: Uma interrupção não planejada, ou uma redução da qualidade de um
serviço.
- Todo incidente deve ser registrado e gerenciado para ser resolvido em momento oportuno, com
alocação de recursos proporcional ao impacto.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

- Técnica: Swarming (enxame) - equipes colaboram de forma multifuncional, com membros de


dentro e de fora, para solução de problemas.

4.3.6 Gerenciamento de Ativo de TI (Média Incidência)


- Definição de Ativos de TI: Quaisquer componentes valiosos, que possam contribuir para a
entrega de um produto ou serviço de TI.
- Objetivo (GATI): Maximizar valor, controlar custos, gerenciar riscos, apoiar a tomada de decisão
sobre ativos e atender a requisitos regulatórios e contratuais.
- Escopo: Inclui softwares, redes, serviços de nuvem, dispositivos e alguns ativos não relacionados
à TI (como prédios ou informações com valor financeiro).

4.3.7 Monitoramento e Gerenciamento de Eventos (Alta Incidência)


- Objetivo: Observar os componentes dos serviços, e os serviços em si, para registrar e relatar
mudanças selecionadas de estados, identificadas como eventos.
- Definição de Evento: Qualquer mudança de estado que tenha importância para o
gerenciamento de um item de configuração (IC) ou serviço de TI.
- Item de Configuração (IC): Qualquer componente de serviço, elemento de infraestrutura ou
outro item que precisa ser gerenciado para garantir a entrega bem-sucedida de serviços.
- O foco é no registro do significado dos eventos e na iniciação de uma ação de controle do
evento.

4.3.8 Gerenciamento de Problema (Alta Incidência)


- Definição de Problema: Causa, ou potencial causa, de um ou mais incidentes.
- Objetivo: Reduzir a probabilidade e o impacto de incidentes, identificando suas causas reais e
potenciais, gerenciando soluções alternativas e erros conhecidos.
- Diferença de Conceitos:
- Incertezas: Falta de certeza sobre eventos futuros (podem ser negativas - riscos, ou positivas -
oportunidades).
- Problemas: Causas subjacentes ou potenciais de um ou mais incidentes, visando reduzir a
recorrência.
- Riscos: Possibilidades de eventos negativos ou positivos que podem impactar objetivos; incluem
probabilidade e consequência.
- Incidentes: Eventos inesperados que ocorrem fora do planejado, causando interrupção ou
redução na qualidade do serviço.
- Fases do Gerenciamento de Problema:
- (1) Identificação de problemas.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- (2) Controle de problemas.


- (3) Controle de erros conhecidos (problemas analisados, mas não corrigidos).
- Solução de Contorno: Solução que reduz ou elimina o impacto de um incidente ou problema,
para o qual ainda não exista uma resolução completa (solução paliativa e alternativa).

4.3.9 Gerenciamento de Liberação (Baixa Incidência)

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

- Definição de Liberações (Releases): Versões de serviços ou itens de configuração (ou uma


coleção desses ICs) disponibilizadas para uso.
- Objetivo: Gerenciar essas liberações, disponibilizando serviços e recursos novos/alterados para
uso.
- Sistema de Versões: Usa-se um sistema de versões azuis/verdes (ou A/B), com dois ambientes de
produção espelhados: um para implementar e testar alterações (azul) e outro para a produção
(verde).

4.3.10 Gerenciamento de Catálogo de Serviço (Média Incidência)


- Definição de Catálogo de Serviços: Fonte centralizada, única, que mostra todos os serviços (e
ofertas de serviços) sendo realizados pela organização no momento.
- Objetivo: Que o catálogo seja uma fonte consistente e esteja disponível ao público relevante.
- O catálogo deve ser flexível, fornecendo diferentes visões para diferentes usuários.
- Catálogo de Requisição: Visão que fornece detalhes sobre requisições de serviços, focando em
elementos consumíveis ou solicitáveis das ofertas de serviço.

4.3.11 Gerenciamento de Configuração de Serviço (Baixa Incidência)


- Objetivo: Garantir que informações precisas e confiáveis sobre a configuração de serviço e sobre
os Itens de Configuração (ICs) estejam disponíveis quando e onde forem necessários.
- As informações sobre ICs incluem hardware, software, redes, edifícios, pessoas, fornecedores e
documentação.

4.3.12 Gerenciamento de Continuidade de Serviço (Média Incidência)


- Objetivo: Garantir que a disponibilidade e o desempenho sejam mantidos em nível suficiente no
caso de desastres, fornecendo uma estrutura para construir resiliência organizacional.
- Definição de Desastre: Evento não planejado e súbito que causa grandes danos ou sérios danos,
resultando na incapacidade da organização de fornecer funções críticas de negócio por um
período mínimo predeterminado.
- Definições Importantes:
- Objetivo do tempo de recuperação (OTR): Tempo máximo aceitável após interrupção antes que
a falta de funcionalidade tenha impacto grave.
- Objetivo do ponto de recuperação (OPR): Ponto no qual as informações usadas por uma
atividade devem ser restauradas para permitir que a atividade opere na retomada.
- Análise de impacto no negócio (AIN): Identifica funções vitais de negócio (FNVs) e suas
dependências, definindo requisitos de recuperação (incluindo OTRS, OPRs e nível de serviço
mínimo).
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

4.3.13 Desenho do Serviço (Média Incidência)


- Objetivo: Desenhar produtos e serviços que sejam adequados à finalidade e adequados para uso
e que possam ser fornecidos pela organização de forma satisfatória.
- O desenho deve ser focado na Experiência do Consumidor (CX) e na Experiência do Usuário (UX).
- Recomenda-se a abordagem de desenho centrada no ser humano, chamada design thinking,

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

que acelera a inovação e é complementar às metodologias Ágeis e Lean.

4.3.14 Central de Serviço (Alta Incidência)


- Função: Atua como um captador de demanda, recebendo requisições de serviços e de resolução
de incidente, e distribuindo as demandas por toda a organização.
- Deve funcionar como ponto de entrada e ponto de contato único para a organização de TI ou de
serviço.
- A central de serviços (ou *service desk*) age como uma área mais humanizada, fornecendo
suporte a "pessoas e negócios", em vez de questões simplesmente técnicas.

4.3.15 Gerenciamento de Nível de Serviço (Alta Incidência)


- Objetivo: Definir metas claras, baseadas no negócio, para o desempenho do serviço, de modo
que a entrega possa ser avaliada, monitorada e gerenciada.
- Principal Documento: Acordo de Nível de Serviço (ANS), ou *Service Level Agreement* (SLA) -
documento formal que estabelece as expectativas, responsabilidades, metas e padrões
específicos entre um provedor e seus clientes.
- Os SLAs devem: estar relacionados a um "serviço" definido no catálogo; se relacionar com
resultados definidos (não apenas métricas operacionais); refletir um "acordo" (engajamento e
debate); e ser simples de entender.
- Acordos de Nível Operacional (ANO) ou OSL: Objetivos de desempenho internos estabelecidos
pela organização para garantir que os serviços atendam consistentemente aos SLAs acordados.

4.3.16 Gerenciamento de Requisição de Serviço (Baixa Incidência)


- Definição de Requisição de Serviço: Pedidos para a realização de algum serviço determinado,
por parte dos usuários ou consumidores.
- Objetivo: Garantir que todas essas requisições sejam manipuladas, visando oferecer um suporte
adequado, eficaz e amigável ao usuário.
- Diretriz Principal: Requisições de serviço e seu cumprimento devem ser padronizados e
automatizados no maior grau possível.

4.3.17 Validação e Teste de Serviço (Média Incidência)


- Objetivo: Garantir que produtos e serviços novos ou alterados atendam aos requisitos definidos.
- Validação: Concentra-se no estabelecimento de critérios de aceitação de gerenciamento de
implantação e liberação, que são verificados por meio de testes.
- Categorias de Testes:
- Testes Funcionais: Teste de Unidade, Teste de Sistema, Teste de Integração, Teste de Regressão,
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Teste de aceitação (do usuário).


- Testes de Garantia (Não Funcionais): Teste de Desempenho e Capacidade, Teste de Segurança,
Teste de Conformidade, Teste operacional, Teste de requisitos de garantia.

4.4 PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO TÉCNICO

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4.4.1 Gerenciamento De Implantação (Média Incidência)


- Objetivo: Levar hardware, software, documentação, processos ou qualquer outro componente
novo ou alterado para ambientes de produção.
- Abordagens de Implantação:
- Implantação em fases: Componentes implantados em apenas parte do ambiente de produção
por vez.
- Entrega contínua: Componentes são integrados, testados e implantados quando são
necessários, oferecendo ciclos de feedback.
- Implantação Big Bang: Componentes implantados em todos os destinos ao mesmo tempo.
- Implantação Pull: Software novo ou alterado é disponibilizado em um repositório controlado e
os usuários fazem o download quando escolhem.

4.4.2 Gerenciamento de Infraestrutura e Plataforma (Baixa Incidência)


- Objetivo: Supervisionar a infraestrutura e as plataformas usadas (físicas - edifícios, hardware, e
virtuais - softwares, plataformas na nuvem).
- Grande foco atual é a manutenção de serviços em nuvem, especialmente a nuvem privada.

4.4.3 Gerenciamento e Desenvolvimento de Software (Baixa Incidência)


- Objetivo: Garantir que os aplicativos desenvolvidos atendam às necessidades dos stakeholders.
- O ITIL v4 incentiva fortemente o uso do SDLC (Software Development LifeCycle) .

RESUMO DOS CONCEITOS CHAVE DO ITIL 4

- Serviço de TI: Meio pelo qual valor é entregue aos clientes, atendendo às suas necessidades e
proporcionando resultados específicos, sem que eles precisem possuir os custos e riscos
associados.
- Gerenciamento de Serviços: Conjunto de práticas e abordagens que visa planejar, projetar,
entregar, operar e melhorar serviços de TI para atender às demandas dos clientes e às metas de
negócios.
- 4 Dimensões de Gerenciamento: Organizações e Pessoas; Informação e Tecnologia; Parceiros e
Fornecedores; Fluxo de Valor e Processos.
- Sistema de Valor de Serviços (SVS): Conjunto de componentes, atividades e guias que juntos
permitem que uma organização desenvolva, entregue e mantenha valor através da prestação de
serviços.
- 6 Princípios Orientadores (do SVS): Foco no valor; Comece por onde você está; Progrida
iterativamente, com feedback; Colabore e promova a visibilidade; Simplifique e seja prático;
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Otimize e automatize.
- Cadeia de Valor de Serviços (CVS): Modelo que descreve as atividades interconectadas
envolvidas na criação, entrega e suporte de serviços.
- Prática: Abordagem definida para realizar um processo ou atividade, baseada em conhecimento
e habilidades acumulados, visando a alcançar objetivos específicos de maneira consistente e
eficiente.

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- Acordo de Nível de Serviço (ANS): Documento formal que define as expectativas,


responsabilidades e padrões de desempenho entre um provedor de serviços de TI e seus clientes.
- Diferença Desempenho x Disponibilidade: Desempenho refere-se à eficácia e eficiência de um
serviço (como ele executa). Disponibilidade refere-se à capacidade de um serviço estar acessível e
operacional quando necessário (quanto tempo ele está disponível).
- Tabela de Conceitos e Definições:
- Evento: Acontecimento observável ou detectável no ambiente de TI.
- Risco: Possibilidade de ocorrência de evento futuro incerto com impacto positivo ou negativo
nos objetivos.
- Problema: Causa subjacente de um ou mais incidentes.
- Incidente: Evento não planejado que causa interrupção ou redução na qualidade de um serviço
de TI.
- Erro: Equívoco ou desvio cometido por pessoas ou sistemas; pode levar a um incidente ou
problema.
- Disponibilidade: Capacidade de um serviço de estar operacional e acessível quando necessário.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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10) Contabilidade de Custos

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Contabilidade de Custos - Definições

Orientações Técnicas - Contabilidade de Custos

Iniciaremos o estudo de Contabilidade de Custos para o concurso.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso Concursos da Área Fiscal - Curso Básico de
Contabilidade de Custos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link: [Link]
contabilidade-de-custos-1/

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

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Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Custeio por Absorção e Departamentalização 22.0%

Ponto de Equilíbrio 18.0%

Margem de Contribuição 10.0%

Definições - Diferenças entre gasto, custos, despesas e perdas e


9.0%
Subprodutos, Sucatas e Coprodutos

Custo Padrão e Custos Imputados e Custos Perdidos 6.0%

Custeio Direto / Variável 5.0%

Custeio Baseado em Atividades 5.0%

Equivalente de Produção e Custo por Ordem e por Processo 3.0%

Contabilidade de Custos, Financeira e Gerencial 2.0%

Alavancagem Operacional 2.0%

Custeio Pleno (RKW) e Markup 2.0%


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Contabilidade de Custos, Financeira e Gerencial;


Definições - Diferença entre Gastos, Custos, Perdas e Despesas;

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Subprodutos, Sucatas e Coprodutos

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos acima que teve dúvidas ou dificuldades.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE DE CUSTOS - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]

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Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE DE CUSTOS - CADERNO EXTRA 01 - FCC

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE DE CUSTOS - CADERNO EXTRA 01 - FGV

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE DE CUSTOS - CADERNO EXTRA 01 - CEBRASPE

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 38 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE DE CUSTOS - CADERNO EXTRA 01 - VUNESP

Definições - Diferença entre gastos, despesas, custos e perdas

TERMINOLOGIA APLICADA À CONTABILIDADE DE CUSTOS

- Gasto: representa a compra de um produto (ou serviço) qualquer, que gera sacrifício financeiro
para a entidade na forma de diminuição de ativo (compra à vista) ou no aumento do passivo
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

(compra a prazo).

- Desembolso: representa o efetivo pagamento de um gasto.

- Investimento: representa o gasto que foi ativado. Ou seja, corresponde aos gastos referentes à
aquisição de bens ou serviços que são incorporados ao patrimônio, tais como matérias-primas,

119
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META 38

imobilizados, equipamentos, ações de outras empresas, etc.

- Custo: representa o gasto relativo a bem ou serviço utilizado na produção de outros bens e
serviços. Ou seja, é o gasto necessário à produção de novos bens ou serviços, tais como matéria-
prima, depreciação, energia elétrica, salários do departamento de produção, etc.

- Despesa: representa o gasto com bem ou serviço consumido direta ou indiretamente para a
obtenção de receitas. Decorre da diminuição do ativo ou do aumento do passivo exigível,
representando um sacrifício patrimonial voluntário e necessário à geração de receitas, tais como
comissão de vendas, salários do departamento administrativo e vendas, etc.

Perdas Normais (ou Produtivas): são inerentes ao próprio processo produtivo, representando um
gasto intencional, conhecido e esperado. É tratado como custo de produção. As perdas de
material por evaporação, reações químicas, problemas de corte, tratamento térmico etc.
Perdas Anormais (ou Improdutivas): representam os bens e serviços consumidos de forma
anormal e involuntária, não se confundindo com a despesa, pois não é um sacrifício voluntário e
necessário à geração de receitas, tais como perdas com incêndios ou furtos, obsolescência ou
deterioração de estoques, salários em período de greve, etc. Perceba que se tratam de eventos
extraordinários e devem ser apropriados diretamente ao resultado do período.
Subprodutos, sucatas e coprodutos

SUBPRODUTO, SUCATA E COPRODUTO

- Subprodutos: Correspondem a itens que decorrem do processo produtivo, como perdas normais
de produção e encontram mercado estável de venda, tanto em relação à existência de
compradores interessados quando ao seu preço de venda. Representam valores insignificantes
em relação ao faturamento total da empresa . A receita de sua venda seja considerada como
redução do custo de produção da empresa.
- Sucata: Correspondem a itens que decorrem do processo produtivo, mas cuja venda é
esporádica e realizada por valor imprevisível quando surgem. Não recebem custos. O valor de sua
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

venda, quando ocorrer, deve ser apropriada como Outras Receitas Operacionais.
- Desperdício: Os desperdícios são os esforços econômicos que não agregam valor para o produto
da organização. Os desperdícios englobam tanto as perdas anormais como em função da
ineficiência normal do processo.
- Coproduto: Correspondem a itens que surgem de maneira natural durante o processo,
possuindo mercado estável. São os próprios produtos principais, mas são assim chamados porque

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META 38

são provenientes de uma mesma matéria-prima, respondendo substancialmente pelo


faturamento da empresa.

ATENÇÃO! É muito cobrado nas provas! A matéria-prima é um gasto que é classificado


inicialmente como um investimento, passa pelo custo, volta a ser investimento e por fim é uma
despesa.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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11) Tecnologia da Informação

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Análise de Informações - Pirâmide DIKW. Dados Abertos. Metadados de


Arquivos.

Orientações Técnicas - Tecnologia da Informação

Iniciaremos o estudo de Tecnologia da Informação para o concurso.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso
Curso: Concursos da Área Fiscal - Curso Completo de Tecnologia da Informação :
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link: [Link]

OBSERVAÇÕES:
1. Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Consultor.

Observe como essa matéria vem sendo cobrada nos últimos anos:

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Vamos às nossas atividades:

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

BANCO DE DADOS: Conceitos, fases, modelos, SGBD 8.0%

BANCO DE DADOS: Linguagem SQL 7.0%

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: Criptografia 7.0%

ENGENHARIA DE SOFTWARE: Metodologias (Tradicional e Ágeis) 7.0%

GESTÃO E GOVERNANÇA DE TI: ITIL 6.0%

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS: Machine Learning 6.0%

EFD-Escrituração Fiscal Digital 5.0%

BANCO DE DADOS: Modelo Relacional 4.0%

BANCO DE DADOS: BI 4.0%

GESTÃO E GOVERNANÇA DE TI: Gestão da Informação em TI 4.0%

GESTÃO E GOVERNANÇA DE TI: Gerenciamento de Processos de Negócio 4.0%

GESTÃO E GOVERNANÇA DE TI: COBIT 4.0%

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: Gestão da Segurança de Informação (ISO


4.0%
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

27001)

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: Lei 13.709/2018 - LGDP 4.0%

ENGENHARIA DE SOFTWARE: Engenharia de Requisitos e Métricas de


4.0%
Software

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BANCO DE DADOS: Mineração de Dados 3.0%

BANCO DE DADOS: Big Data 3.0%

GESTÃO E GOVERNANÇA DE TI: CMMI, [Link] e PETI 3.0%

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS: Linguagem Python 3.0%

BANCO DE DADOS: Data Warehouse e Data Mart 2.0%

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS: PNL 2.0%

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS: Linguagem R 2.0%

ENGENHARIA DE SOFTWARE: UML 2.0%

BANCO DE DADOS: Hadoop e Power BI 1%

BANCO DE DADOS: Modelo Entidade-Relacionamento (MER) 1%

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Assunto:
Análise de Informações - Pirâmide DIKW. Dados Abertos. Metadados de Arquivos.

Atividade 1:

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Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CADERNO 01
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 07 (total de questões: 07) - tempo ideal: 25 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FCC - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 11 (total de questões: 11) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FGV - CADERNO 01
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 11 (total de questões: 11) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- VUNESP - CADERNO 01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 10 (total de questões: 10) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- CEBRASPE - CADERNO 01

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Dominando a Hierarquia DIKW e Dados Abertos para Concursos.

Estas dicas vão te ajudar a entender e memorizar os conceitos de Dado, Informação, Conhecimento e
Inteligência (DIKW), além de Dados Abertos, de forma clara e objetiva, focada em concursos para Auditor
Fiscal.

1. Hierarquia DIKW: Da Matéria-Prima à Sabedoria

A hierarquia DIKW representa o refinamento progressivo desde dados brutos até a sabedoria. Imagine
uma pirâmide:

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Dado:

A base da pirâmide. São fatos brutos, sem significado isoladamente. Exemplo: "25", "azul",
"10/01/2025".

Dica: Pense em dados como ingredientes crus.

Informação:

Dados contextualizados. O "25" se torna informação quando sabemos que é a idade de alguém.
Exemplo: "João tem 25 anos".

Dica: A informação é a receita, que organiza os ingredientes e dá um significado.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Conhecimento:

Informação aplicada e internalizada. Saber o que fazer com a informação. Exemplo: "Pessoas com
25 anos costumam ter mais responsabilidades financeiras".

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Dica: Conhecimento é saber cozinhar a receita.

Inteligência (ou Sabedoria):

A aplicação do conhecimento para resolver problemas ou tomar decisões. Exemplo: Usar o


conhecimento sobre responsabilidades financeiras para criar um plano de investimento para
João.

Dica: Sabedoria é ser um chef de cozinha, que adapta a receita e cria novos pratos.

Atenção: As bancas adoram confundir os conceitos. Foque na transformação que ocorre em cada
nível: dado -> informação (contextualização), informação -> conhecimento (internalização e
aplicação), conhecimento -> inteligência (solução de problemas).

2. Conhecimento Explícito vs. Tácito: Formal e Informal

Explícito:

Formal, documentado, fácil de compartilhar. Exemplos: manuais, relatórios, livros.

Dica: Explícito é o que está escrito na receita.

Tácito:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Informal, baseado em experiência, difícil de expressar. Exemplos: "feeling" para negociações, intuição.

Dica: Tácito é o toque especial do chef, que não está na receita.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Conversão do Conhecimento (Espiral do Conhecimento):

Socialização (Tácito -> Tácito): Aprendizado pela observação e experiência compartilhada.


Externalização (Tácito -> Explícito): Documentar o conhecimento tácito.
Combinação (Explícito -> Explícito): Combinar diferentes fontes de conhecimento explícito.
Internalização (Explícito -> Tácito): Transformar conhecimento explícito em prática.

(Fonte imagem: Prof. Diego Carvalho e Renato da Costa – Estratégia Concursos)

3. Dados Abertos: Transparência e Acessibilidade

Definição (Decreto 8.777/2016):


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Dados acessíveis ao público, em formato aberto, processáveis por máquina, referenciados na internet e
com licença aberta.

Características Essenciais:

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Disponibilidade e Acesso: Dados disponíveis na internet, com custo baixo ou gratuito.


Reutilização e Redistribuição: Livre reutilização e combinação com outros dados.
Participação Universal: Acesso a todos, sem discriminação.

Princípios dos Dados Abertos:

Completos: Todos os dados públicos devem ser disponibilizados, exceto informações protegidas por leis
de privacidade ou segurança.
Primários: Dados originais, como coletados na fonte, sem modificações ou agregações.
Atuais: Dados disponibilizados rapidamente para manter sua relevância e utilidade.
Acessíveis: Facilmente acessíveis ao público mais amplo possível, de forma conveniente.
Processáveis por máquina: Estruturados para permitir processamento automatizado por computadores.
Não discriminatórios: Disponíveis a todos, sem restrições de uso ou acesso.
Formatos não proprietários: Utilizar formatos abertos, legíveis por qualquer software, evitando o
aprisionamento a fornecedores específicos.
Livres de licenças: Sem restrições de direitos autorais, permitindo uso, reuso e redistribuição (exceto
restrições legais de privacidade e segurança).

Lei de Acesso à Informação (LAI - 12.527/2011):

Obriga órgãos públicos a divulgar informações de interesse coletivo, inclusive em formatos abertos. (Art.
8º)

Infraestrutura Nacional de Dados Abertos (INDA):

Padrões e tecnologias para a disseminação de dados abertos governamentais. Portal Brasileiro de Dados
Abertos: [Link]

Atenção: Atenção às diferenças entre os princípios dos dados abertos e os requisitos para um dado ser
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

considerado aberto. Lembre-se da LAI e do papel da INDA.

130
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

12) Direito Civil

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s):
Pessoas Naturais e Pessoas Jurídicas

Orientações Técnicas - Disciplina: Direito Civil

Iniciaremos o estudo da Disciplina Direito Civil para o concurso.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso [Link]
completo-de-direito-civil-prof-cadu-carrilho/ .
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

OBSERVAÇÕES:
1. Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Consultor.

Observe como essa matéria vem sendo cobrada nos últimos anos:

131
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Vamos às nossas atividades:

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Conceitos Iniciais. Lei de Introdução as Normas do Direito Brasileiro. 13.0%

Pessoas Naturais 13.0%

Negócio Jurídico - Condição, Termo e Encargo; Defeitos e Invalidade dos


13.0%
Negócios Jurídicos.

Pessoas Jurídicas e Domicílio 13.0%

Direito das Obrigações - Modalidades e Transmissão 10.0%

Bens 7.0%

Prescrição e Decadência; Provas 7.0%

Fatos Jurídicos - Conceito, Classificação. Atos Jurídicos Lícitos e Ilícitos.


6.0%
Negócio Jurídico - Disposições Gerais e Representação

Obrigações - Adimplemento e Inadimplemento 4.0%

Contratos em Espécie ou Tipos de Contratos 4.0%

Responsabilidade Civil; Preferências e Privilégios Creditórios. 3.0%

Direito das Coisas: Posse; Direitos Reais - regras gerais, de gozo ou fruição,
2.0%
sobre a coisa alheia e promitente comprador.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Direito das Coisas: Propriedade. 2.0%

Contratos - Classificação; Princípios; Disposições Gerais e Extinção. Atos


1%
Unilaterais.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Direito de Família 1%

Direito das Coisas: Propriedade. 1%

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

• Das Pessoas (arts. 1º a 78)


- Das Pessoas Naturais (arts. 1º a 39)
Da Personalidade e da Capacidade (arts. 1º a 10)
Dos Direitos da Personalidade (arts. 11 a 21)
Da Ausência das Pessoas Naturais (arts. 22 a 39)
Das Pessoas Jurídicas (arts. 40 a 69)
- Disposições Gerais - Pessoas Jurídicas (arts. 40 a 52)
Das Associações (arts. 53 a 61)
Das Fundações (arts. 62 a 69)
Desconsideração da Personalidade Jurídica
- Domicílio das Pessoas Naturais e Jurídicas (arts. 70 a 78)

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 50 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - Fiscal - Direito Civil - Experiente - Bloco 1 - Caderno 1
Filtros do TEC: Selecionadas em Pessoas, Fiscal, últimos anos.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Pessoas Naturais e Pessoas Jurídicas

Pessoas Naturais

1. No que diz respeito ao início da personalidade das pessoas físicas, lembre-se das das seguintes
grandes teorias:
1.1. Teoria Natalista, que consiste no entendendimento de que a personalidade começa a partir do
nascimento com vida, foi a adotada expressamente pelo Código Civil.
1.2. Teoria Concepcionista, que consiste no entendimento de que o início da personalidade
jurídica da pessoa natural se dá desde a concepção.
a) Importante leitura do art. 2º do Código Civil.
2. Memorize que a proteção que o Código Civil defere ao nascituro alcança o natimorto no que
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

concerne aos direitos da personalidade, tais como nome, imagem e sepultura.


3. Lembre-se:
3.1. São absolutamente incapazes apenas os menores de 16 anos.
3.2. São relativamente incapazes os maiores de 16 e menores de 18 anos, os ébrios habituais e os
viciados em tóxicos, aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir a
sua vontade e os pródigos.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

4. Tenha em mente o fato de que emancipação e menoridade são coisas distintas.


4.2. O menor emancipado continua sendo menor, ainda que tenha plena capacidade civil.
5. A capacidade termina, no caso das pessoas naturais, com a morte.
5.1. Lembre-se das situações em que a morte pode ser presumida. São elas:
a) Extremamente provável a morte de quem estava em situação de perigo de vida;
b) Desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos após o
término da guerra;
c) Desaparecidos entre 02/09/1961 a 05/10/1988 (Regime Militar);
6. Atenção ao conceito de Comoriência - presunção de morte simultânea de pessoas
reciprocamente herdeiras.
6.1. Leia o Enunciado 610 da VII Jornada de Direito Civil.

7. Em tema de direitos da personalidade, o STJ já estabeleceu que, na publicação de matérias


jornalísticas, o veículo de imprensa deve atentar para a vida privada das pessoas retratadas
potencialmente afetadas pela publicação das imagens.

8. Atenção ao processo de ausência.


8.1. Ocorre quando a pessoa desaparece do seu domicílio sem deixar representante ou dar
notícias do seu paradeiro.
8.2. Realize leitura dos artigos 22 a 39 do CC.
a) Quanto ao art. 25 CC, saiba que a jurisprudência interpreta extensivamente esse dispositivo
para a inclusão do companheiro.
b) Guarde que a sucessão definitiva também pode iniciar 5 anos depois das últimas notícias do
ausente, quando ele tiver mais de 80 anos na data do pedido.
9. Lembre-se das pessoas que têm domicílio necessário/legal.
9.1. São elas: Pessoas itinerantes; Incapazes; Servidores Públicos; Militares do Exército; Militares da
Marinha e da Aeronáutica; Marítimo; Presos e Agentes Diplomáticos.

Pessoas Jurídicas
1. As características mais importantes das pessoas jurídicas são as seguintes:
1.1. São possuidoras de capacidade de direito e de fato;
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

1.2. Possuem estrutura organizativa;


1.3. Os membros que as formam possuem objetivos comuns;
1.4. Possuem patrimônio próprio e independente das pessoas que as integram;
1.5. Necessidade de que seja dada publicidade quando de sua constituição.
2. Em conformidade com o Código Civil e com Leis Especiais, são pessoas jurídicas de direito
privado: [Esse é um assunto que se tornou de grande incidência em questões das bancas]

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

a) Associações
b) Sociedades
c) Fundações
d) Organizações Religiosas
e) Partidos Políticos
f) Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada - EIRELI's
g) Sindicatos
h) Empresas Públicas
i) Sociedades de Economia Mista
j) Cooperativas

2.1. Segundo o Enunciado 469 do CJF, a EIRELI não corresponde a uma sociedade, sendo um novo
ente jurídico personificado.
3. Realize a leitura dos artigos 45 e 46 do Código Civil.
3.1. Memorize que a existência das pessoas jurídicas se dá com o registro dos atos constitutivos,
cabendo ao artigo 46 trazer os requisitos gerais desse registro.
4. Importante saber diferenciar a despersonificação ou despersonalização da pessoa jurídica do
instituto da desconsideração da personalidade jurídica.
a) A despersonificação abarca a extinção da pessoa jurídica, enquanto a desconsideração da
personalidade jurídica trata do abandono da regra de cisão patrimonial entre a pessoa jurídica e
as pessoas físicas que dela fazem parte.
5. Saiba que entes despersonificados são meros agrupamentos de pessoas e/ou bens, sem que
cheguem a constituir pessoas jurídicas.
5.1. Possuem capacidade processual, exercida mediante representação processual.
Ex.: massa falida, a herança jacente/vacante, o espólio, a sociedade e a associação irregulares/de
fato, o condomínio.
6. Existem duas importantes teorias sobre o tema: a "teoria maior" e a "teoria menor". (Atenção!
Grande incidência em provas!)
6.1. A teoria adotada pelo CC/2002 é a "teoria maior" - é necessário verificar o abuso na utilização
da personalidade jurídica.
6.2. Lembre-se que este abuso se caracteriza pelo desvio de finalidade ou pela confusão
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

patrimonial.
6.3. A "teoria menor" foi adotada pelo artigo 28, §5º do CDC.
7. Lembre que o artigo 52 do Código Civil estende às pessoas jurídicas, no que couber, a proteção
dos direitos da personalidade. Determinados direitos da personalidade, por óbvio, são
incompatíveis e não são aplicáveis às pessoas jurídicas, como o direito à liberdade sexual, à
intimidade, entre outros.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

8. Atenção! Lembre-se que nada impede que as associações desenvolvam atividades econômicas,
desde que não haja finalidade lucrativa.
9. Importante saber que as fundações são criadas por escritura pública ou por testamento,
devendo o instituidor dotar a fundação de bens livres, especificando os fins a que se destina, e
declarando, se quiser, o modo de administrá-la.
9.1. Caso se torne ilícita, impossível ou inútil a finalidade da fundação, ou caso haja o vencimento
do prazo da sua existência (na hipótese de ter sido previsto um termo pelo seu instituidor), o
Ministério Público ou qualquer interessado poderá requerer a sua extinção.
10. Sobre o tema pessoas jurídicas, não deixe de fazer leitura atenta do artigo 75 do Código Civil
para conhecer o que este dispõe a respeito de seu domicílio.
11. Artigos de alto grau de importância para a sua prova:
11.1. Leitura imprescindível do art. 40 a 69 do Código Civil.

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17/11/2025
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13) Direito Empresarial

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s):
Direito de Empresa

Orientações Técnicas - Direito Empresarial

Iniciaremos o estudo da Disciplina Direito Empresarial para o concurso.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso Concursos da Área Fiscal - Curso Básico de Direito
Empresarial .
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OBSERVAÇÕES:
1. Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Consultor.

Observe como essa matéria vem sendo cobrada nos últimos anos:

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Vamos às nossas atividades:

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Da Sociedade. Sociedade: Conceito, Classificação e Disposições Gerais


(arts. 981 a 985 do CC) Sociedades Não Personificadas Sociedade em
Comum (arts. 986 a 990 do CC) Sociedade em Conta de Participação (arts.
991 a 996 do CC) Sociedade Personificada (arts. 997 a 1.141 do CC)
Sociedade Simples (arts. 997 a 1.027 do CC) Sociedade em Nome Coletivo
(arts. 1.039 a 1.044 do CC) Sociedade em Comandita Simples (arts. 1.045 a
47.0%
1.051 do CC) Sociedade Limitada (arts. 1.052 a 1.087 do CC) Sociedade em
Comandita por Ações (arts. 1.090 a 1.092 do CC e 280 a 284 da Lei nº
6.404/1976) Sociedade Cooperativa (arts. 1.093 a 1.096 do CC) Dissolução,
Liquidação e Extinção das Sociedades (arts. 1.028 a 1.038, 1.102 a 1.112 do
CC) Da Sociedade Dependente de Autorização - Nacional e Estrangeira
(arts. 1.123 a 1.141 do CC)

Sociedade Anônima 33.0%

Direito Empresarial: Conceito, Autonomia, Fontes, Princípios, Histórico


10.0%
Direito de Empresa

Títulos de Crédito 4.0%

Recuperação Judicial e Falência (Lei nº 11.101/2005) 4.0%

Propriedade Industrial Contratos Mercantis Jurisprudência dos Tribunais


2.0%
Superiores em Matéria Empresarial
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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

- Direito Empresarial: Conceito, Autonomia, Fontes, Princípios, Histórico


- Direito de Empresa

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 30 (total de questões: 30) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Experiente - Bloco 1 - Caderno 1
Filtros do TEC: selecionadas sob o filtro, fiscal, últimos anos, assuntos da tarefa.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.
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Direito de Empresa

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Direito de Empresa

Teoria dos Atos de Comércio: considerava o objeto da atividade comercial, baseando-se nos
atributos habitualidade, lucro e intermediação, de forma que os atos de comércio eram
predefinidos. Previa que somente seriam considerados comerciantes aqueles que praticassem
esses atos contidos em uma listagem limitada de “objetos”. Entretanto, isso fazia com que várias
atividades ficassem de fora por não se enquadrarem os seus "objetos".
Com a revogação, pelo Código Civil de 2002, da primeira parte do Código Comercial de 1850, a
teoria dos atos de comércio foi abandonada e foi adotada a Teoria da Empresa.

Teoria da Empresa: considera a forma como é exercida e/ou desenvolvida a atividade, baseando-
se nos atributos profissionalismo, atividade econômica e organização.
Profissionalismo: o negócio não pode ser praticado em caráter eventual, devendo ser feito
rotineiramente, sendo assumido como verdadeiro ofício - exercido de forma habitual e
profissional. [É atributo semelhante à habitualidade, mas vai além! Portanto, não os tenha como a
mesma coisa, e cuidado para não confundi-los].
Atividade econômica: o Código Civil arrolou a produção ou circulação de bens e serviços com
objetivo de lucro.
Organização: a atividade deve ser praticada de forma organizada, dispondo do chamado
estabelecimento empresarial, que é o conjunto de bens móveis e imóveis, corpóreos e
incorpóreos, utilizados para o exercício dessa atividade.

Teoria dos Perfis de Empresa: superando o conceito meramente econômico de Empresa, aborda
esse instituto através de quatro perfis:
Subjetivo: relaciona-se ao indivíduo que exerce a atividade – o empresário.
Funcional: relaciona-se à atividade empresarial exercida pelo sujeito.
Objetivo (patrimonial): relaciona-se ao estabelecimento empresarial - patrimônio.
Corporativo (institucional): considerava o empresário e seus colaboradores - perfil superado
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

atualmente.

Conceito de EMPRESA: é a atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de


bens ou serviços, exercida de forma profissional pelo empresário.

Conceito de EMPRESÁRIO: ATENÇÃO ao teor do Art. 966 do CC – Considera-se empresário quem


exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de

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bens ou de serviços.

Exceções à Teoria da Empresa:


Atividades econômicas civis , e não empresariais
a) Profissional Liberal (§ único do Art. 966 do CC – salvo se constituir elemento de empresa );
b) Atividade Rural (Art. 971 e 984 do CC - o Código Civil o exclui da obrigatoriedade de registro na
Junta Comercial, mas o fazendo, será considerado empresário );
c) Sociedades Cooperativas (§ único do Art. 982 do CC – é considerada sociedade simples ).

Sociedade Empresária: pessoa jurídica (não se confunde com os sócios); patrimônio próprio
(diferente do dos sócios); a pessoa jurídica responde pelos direitos e obrigações, não havendo, em
regra, responsabilidade pessoal dos sócios.

Capacidade: em regra, para o exercício da atividade profissional, a pessoa, para ser empresária,
deverá ser considerada capaz de direitos e obrigações, sendo admitida, no entanto, que seja
assistida ou representada em determinados casos.

Atenção: Saiba diferenciar os conceitos de Absolutamente Incapaz (art. 3º do CC - alterado


recentemente!) e Relativamente incapaz (art. 4º do CC).

O sócio incapaz não poderá exercer a administração da sociedade; o capital social deverá estar
totalmente integralizado. O sócio relativamente incapaz deverá ser assistido; o absolutamente
incapaz deverá ser representado.

Legislação correspondente: Arts. 973, 974, 975 e 976 do CC.

Sociedade entre cônjuges: Art. 977 do CC. Faculta-se aos cônjuges contratar sociedade, entre si
ou com terceiros, desde que não tenham casado no regime da comunhão universal de bens, ou
no da separação obrigatória.

Atente-se para o aparente conflito de normas entre Art. 978 e Art. 1.647 do CC. O primeiro diz
respeito ao exercício da atividade empresarial e aos bens da empresa. Já o segundo restringe-se à
realidade matrimonial.

OBSERVAÇÃO:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Em 27 de agosto de 2021, foi publicada, no Diário Oficial da União, a Lei nº 14.195/2021, que dispõe,
dentre outros assuntos, sobre “a facilitação para abertura de empresas”, provocando importantes
alterações no nosso ordenamento jurídico, dentre as quais destaca-se a extinção da empresa
individual de responsabilidade limitada (EIRELI).

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Nesse sentido, o artigo 41 da Lei nº 14.195/2021 prevê que:

Art. 41. As empresas individuais de responsabilidade limitada existentes na data da entrada em


vigor desta Lei serão transformadas em sociedades limitadas unipessoais independentemente de
qualquer alteração em seu ato constitutivo.

Logo, os artigos do Código Civil sobre a criação da Eireli (art. 44, VI e 980-A) se tornaram “letra
morta”, haja vista que o tipo jurídico Eireli foi transformado automaticamente em sociedades
limitadas unipessoais.

Na sequência, a Lei nº 14.382 de 23 de junho de 2022, REVOGOU O ARTIGO 980-A!

Fundamental saber diferenciar os conceitos de Empresa, Empresário


Estabelecimento Empresarial!

Do Estabelecimento (arts. 1142 a 1149 do CC)

Estabelecimento empresarial: complexo de bens organizado para o exercício da empresa.

Legislação correspondente: Arts. 1.142 e 1.143 do CC.

ATENÇÃO: Lei nº 14.382/2022 trouxe novidades sobre "estabelecimento", veja os parágrafos


incluídos no art. 1.142:

§ 1º O estabelecimento não se confunde com o local onde se exerce a atividade empresarial, que
poderá ser físico ou virtual. (Incluído pela Lei nº 14.382, de 2022)

§ 2º Quando o local onde se exerce a atividade empresarial for virtual, o endereço informado para
fins de registro poderá ser, conforme o caso, o endereço do empresário individual ou o de um dos
sócios da sociedade empresária. (Incluído pela Lei nº 14.382, de 2022)
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

§ 3º Quando o local onde se exerce a atividade empresarial for físico, a fixação do horário de
funcionamento competirá ao Município, observada a regra geral prevista no inciso II do caput do
art. 3º da Lei nº 13.874, de 20 de setembro de 2019. (Incluído pela Lei nº 14.382, de 2022)

Natureza jurídica: Universalidade de Fato. Isso quer dizer que deve ser considerado o universo de

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bens utilizados de fato na atividade, e não somente aqueles que estão a ela vinculados de direito.

Atentar-se para os conceitos de: Ponto empresarial (Fundo de Comércio), Aviamento (Goodwill) e
Clientela.

Súmula 451 STJ: é legítima a penhora da sede do estabelecimento comercial. [quando não
existirem outros bens passíveis de penhora e desde que não seja servil à residência da família]

Trespasse: é a alienação do estabelecimento como um TODO e não fragmentada. Ou seja, a


empresa procede à transferência de todo o complexo de bens.

Legislação correspondente: Arts. 1.144 a 1.149 do CC.

- Só produz efeito frente a terceiros quando averbado no Registro de Empresas Mercantis/Junta


Comercial e publicado na Imprensa Oficial (Art. 1.144, CC).

- Se ao alienante não restarem bens suficientes para solver o seu passivo, a eficácia da alienação
do estabelecimento depende do pagamento de todos os credores, ou do consentimento destes,
de modo expresso ou tácito, em 30 (trinta) dias a partir de sua notificação.

- O adquirente do estabelecimento responde pelo pagamento dos débitos (conceito amplo)


anteriores à transferência, desde que regularmente contabilizados, continuando o devedor
primitivo (o alienante) SOLIDARIAMENTE obrigado pelo prazo de UM ANO, a partir, quanto aos
créditos vencidos, da publicação, e, quanto aos outros, da data do vencimento. Atente-se para o
fato de que a responsabilidade é SOLIDÁRIA. Não é subsidiária como já proposto em algumas
questões de concursos.

Observação: atente-se à exceção prevista no Art.141, inciso II da Lei de Falências (Lei


11.101/05).

- Ressalve-se, contudo, que para o Direito Tributário têm-se regras próprias (Art. 133, CTN).
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Cláusula de não restabelecimento: o Art. 1.147 do CC estabelece que, não havendo autorização
expressa, o alienante do estabelecimento não pode fazer concorrência ao adquirente, nos CINCO
anos subsequentes à transferência.

Art. 1.147. Não havendo autorização expressa, o alienante do estabelecimento não pode fazer
concorrência ao adquirente, nos cinco anos subsequentes à transferência.

144
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Parágrafo único. No caso de arrendamento ou usufruto do estabelecimento, a proibição prevista


neste artigo persistirá durante o prazo do contrato.

- Contratos anteriores ao trespasse: salvo disposição em contrário, nos termos do artigo 1.148, há a
sub-rogação do adquirente nos contratos anteriormente firmados (se não tiverem caráter
pessoal). Todavia, se houver justa causa, os terceiros podem rescindir o contrato em 90 dias, a
partir da publicação da transferência - com possibilidade de responsabilização do alienante.

Dos Institutos Complementares (arts. 1150 a 1195 do CC)

Do Registro (arts. 1150 a 1154 do CC)

Registro: a inscrição é obrigatória antes do início das atividades (art. 967, CC). Entretanto, essa
inscrição somente declara a condição de empresário, resultando em sua regularidade. Logo, a
inscrição é ato declaratório da condição de empresário, e não constitutivo, de forma que o
empresário não inscrito continua sendo empresário, no entanto, em condição irregular.

Legislação correspondente: Arts. 967 a 971 e Arts. 1.150 a 1.154 do CC (atenção especial aos Arts.
1.150, 1.151 e 1.154).

O requerimento de inscrição deve conter: Art. 968 do CC, dando atenção especial à alteração
promovida pela LC 147/14 no inciso II do respectivo artigo.

Atenção ao Art. 969, CC – necessidade de inscrição da sucursal, filial ou agência no RPEM da


jurisdição respectiva, com a prova da inscrição originária. No RPEM da sede, será averbada a
constituição do estabelecimento secundário.

SOCIEDADES EMPRESÁRIAS: exercem atividade empresarial e são registradas no Registro Público


das Empresas Mercantis (RPEM - Junta Comercial).
SOCIEDADES SIMPLES: não exercem atividade empresarial e são registradas no Registro Civil das
Pessoas Jurídicas (RCPJ) – Faça a leitura atenta dos Arts. 997 a 1.000, CC.

ATIVIDADE RURAL: normalmente, RCPJ, podendo, no entanto, requerer sua inscrição no RPEM,
sujeitando-se às regras da atividade empresária.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Observação: fique atento aos Enunciados 198 e 199 do Conselho Federal da Justiça
(CFJ) , pois eles costumam ser utilizados pelas bancas em sua literalidade.

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META 38

Enunciado nº 198 – Art. 967: A inscrição do empresário na Junta Comercial não é requisito para a
sua caracterização, admitindo-se o exercício da empresa sem tal providência. O empresário
irregular reúne os requisitos do art. 966, sujeitando-se às normas do Código Civil e da legislação
comercial, salvo naquilo em que forem incompatíveis com a sua condição ou diante de expressa
disposição em contrário.

Enunciado nº 199 – Art. 967: A inscrição do empresário ou sociedade empresária é requisito


delineador de sua regularidade, e não da sua caracterização.

Do Nome Empresarial (arts. 1155 a 1168 do CC)

Nome empresarial: a firma ou a denominação adotada para o exercício de empresa.

Firma: baseada no nome civil do empresário ou dos sócios.


Denominação: caracteriza o objeto da empresa.

> Sociedade em que houver sócios de responsabilidade ilimitada: operará sob firma, na qual
somente os nomes daqueles poderão figurar, bastando para formá-la aditar ao nome de um deles
a expressão "e companhia" ou sua abreviatura. (art. 1.157 CC)
Observação: Ficam solidária e ilimitadamente responsáveis pelas obrigações contraídas sob a
firma social aqueles que, por seus nomes, figurarem na firma da sociedade de que trata este
artigo. (parágrago único)

ATENÇÃO: alteração recente dos Artigos 1.160 e 1.161 do Código Civil pela Lei n
14.382/2022

Art. 1.160. A sociedade anônima opera sob denominação integrada pelas expressões ‘sociedade
anônima’ ou ‘companhia’, por extenso ou abreviadamente, facultada a designação do objeto
social.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Art. 1.161. A sociedade em comandita por ações pode, em lugar de firma, adotar denominação
aditada da expressão ‘comandita por ações’, facultada a designação do objeto social.

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OBSERVAÇÕES IMPORTANTES SOBRE "NOME EMPRESARIAL"

> A sociedade em conta de participação não pode ter firma ou denominação. (Art. 1.162)

> O nome de empresário deve distinguir-se de qualquer outro já inscrito no mesmo registro
(PRINCÍPIO DA NOVIDADE) (Art. 1.163)

> O nome empresarial não pode ser objeto de alienação. (Art. 1.164.)

> PROTEÇÃO AO NOME EMPRESARIAL - decorrente do REGISTRO na JUNTA COMERCIAL -


- "A inscrição do empresário, ou dos atos constitutivos das pessoas jurídicas, ou as respectivas
averbações, no registro próprio, asseguram o uso exclusivo do nome nos limites do respectivo
Estado" . (Art. 1.166)
- Se registrado na forma da lei especial, "a proteção estender-se-á a todo o território nacional"
(Parágrafo único)

> O nome de sócio que vier a falecer, for excluído ou se retirar, não pode ser conservado na firma
social. (Art. 1.165)

Dos Prepostos (arts. 1169 a 1178 do CC)

Atribuições do Preposto (arts. 1.169 ao 1.171)

- SUBSTITUIÇÃO: Sem autorização escrita, o preposto:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- não pode fazer-se substituir no desempenho da preposição

> sob pena de responder pessoalmente pelos atos do substituto e pelas obrigações por ele
contraídas.

- NEGOCIAÇÃO: Salvo autorização expressa, o preposto:

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- não pode negociar por conta própria ou de terceiro


- nem participar, embora indiretamente, de operação do mesmo gênero da que lhe foi cometida

> sob pena de responder por perdas e danos e de serem retidos pelo preponente os lucros da
operação.

- REPRESENTAR A EMPRESA: Considera-se perfeita a entrega de papéis, bens ou valores ao


preposto, encarregado pelo preponente, se os recebeu sem protesto, salvo nos casos em que haja
prazo para reclamação.

Gerente (arts. 1.172 a 1.176 CC): preposto permanente no exercício da empresa, na sede desta, ou
em sucursal, filial ou agência.

> o preponente responde com o gerente pelos atos que este pratique em seu próprio nome, mas
à conta daquele;
> gerente pode estar em juízo em nome do preponente, pelas obrigações resultantes do exercício
da sua função.

Responsabilidade

> No exercício de suas funções, os prepostos são pessoalmente responsáveis, perante os


preponentes, pelos atos culposos; e, perante terceiros, solidariamente com o preponente, pelos
atos dolosos (art. 1.177, parágrafo único) - OU SEJA:

a) Prepostos respondem PESSOALMENTE perante os PREPONENTES por atos CULPOSOS


b) Prepostos respondem SOLIDARIAMENTE COM O PREPONENTE perante TERCEIROS por atos
DOLOSOS

ADEMAIS,
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

1) Atos dos prepostos praticados DENTRO DO ESTABELECIMENTO: preponente é responsável


ainda que tais atos não tenham sido autorizados por escrito

> Os preponentes são responsáveis pelos atos de quaisquer prepostos, PRATICADOS NOS SEUS
ESTABELECIMENTOS e RELATIVOS À ATIVIDADE DA EMPRESA, ainda que não autorizados por

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

escrito.

2) Atos dos prepostos praticados FORA DO ESTABELECIMENTO: preponente SOMENTE é


responsável pelos atos que correspondam ao limite dos poderes concedidos por escrito

> Quando tais atos forem praticados fora do estabelecimento, somente obrigarão o preponente
nos limites dos poderes conferidos por escrito, cujo instrumento pode ser suprido pela certidão
ou cópia autêntica do seu teor.

Da Escrituração (arts. 1179 a 1195 do CC)

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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14) Direito Penal

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s):
Aplicação da Lei Penal
Aplicação da Lei Penal No Tempo
Aplicação da Lei Penal No Espaço
Eficácia da Lei Penal em Relação às Pessoas

Orientações Técnicas - Disciplina: Direito Penal

Iniciaremos o estudo da Disciplina Direito Penal para o concurso de Auditor Fiscal.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso Concursos da Área Fiscal - Curso Básico de Direito
Penal - [Link]
completo/ .

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom

150
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META 38

para seu Professor Orientador.

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e veja como as bancas vêm cobrando essa matéria
nos últimos anos.

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Dos Crimes contra a Administração Pública (arts. 312 a 359-H do CP) 64.0%

Teoria do Crime 11.0%

Dos Crimes contra a Fé Pública (arts. 289 a 311-A do CP) 10.0%

Princípios de Direito Penal 3.0%

Lei Penal 3.0%

Das Penas (arts. 32 a 99 do CP) 2.0%

Da Extinção da Punibilidade (arts. 107 a 120 do CP) 2.0%

Dos Crimes contra a Pessoa (arts. 121 a 154-B do CP) 2.0%

Dos Crimes contra o Patrimônio (arts. 155 a 183 do CP) 2.0%

Dos Crimes contra a Incolumidade Pública (arts. 250 a 285 do CP) 1%


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

• Princípios de Direito Penal

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Princípios da Legalidade e Anterioridade Penal e Demais Princípios Decorrentes (art. 1º do CP)


Princípios Constitucionais de Direito Penal
Princípios Modernos de Direito Penal
• Lei Penal
Aplicação da Lei Penal (arts. 1º a 12 do CP)
Aplicação da Lei Penal no Tempo (arts. 1º a 4º e 10 a 12 do CP)
Conflitos de Leis Penais no Tempo (arts. 1º e 2º do CP)
Lei Excepcional ou Temporária (art. 3º do CP)
Tempo do Crime (art. 4º do CP)
Aplicação da Lei Penal no Espaço (arts. 6º a 9º do CP)
Lugar do Crime (art. 6 do CP)
Princípio da Extraterritorialidade (art. 7º do CP)

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 30 (total de questões: 30) - tempo ideal: 60 minutos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - Fiscal - Direito Penal - Experiente - Bloco 1 - Caderno 1
Filtros do TEC: Selecionadas área fiscal e controle, últimos anos, multibancas.
Foram utilizadas questões da área de controle tendo em vista termos poucas disponíveis da área
fiscal.

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Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Aplicação da Lei Penal

Aplicação da Lei Penal (Arts. 1º a 12º do CP)

1. Lei Penal no Tempo (Arts. 1º ao 4º do CP)


A lei penal define quando uma norma pode ser aplicada em relação ao tempo do fato. Este é um
dos temas mais cobrados em provas.

- Princípio da Legalidade e da Anterioridade (Art. 1º)


"Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal."
A lei penal, como regra, não retroage. Aplica-se apenas a fatos praticados após sua entrada em
vigor.

- Regra Geral: Tempus Regit Actum


Aplica-se a lei vigente no momento da prática do crime. Segundo a Teoria da Atividade (Art. 4º), o
crime é considerado praticado no momento da ação ou omissão, ainda que o resultado ocorra
depois.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Exemplo: Se alguém dispara sob a vigência da lei “A” e a vítima morre na vigência da lei “B”,
aplica-se a lei “A”.

Exceções: Retroatividade e Ultratividade da Lei Benéfica

- Abolitio Criminis (Art. 2º): Nova lei deixa de considerar um fato criminoso. Extingue a
punibilidade e seus efeitos penais, mas mantém os efeitos civis.

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- Novatio Legis in Mellius: Lei nova mais benéfica retroage e alcança fatos passados, mesmo com
sentença transitada em julgado.
- Novatio Legis in Pejus: Lei mais gravosa não retroage. Jamais se aplica a fatos anteriores à sua
vigência.

Atenção às Pegadinhas
- Leis Temporárias e Excepcionais (Art. 3º): Aplicam-se aos crimes cometidos durante sua vigência,
mesmo após revogadas (ultratividade).
- Crime Continuado e Crime Permanente (Súmula 711 do STF): Aplica-se a lei mais grave se esta
entrar em vigor antes do fim da execução do crime.
- Combinação de Leis: Proibido criar uma “lex tertia” misturando partes de leis distintas. O juiz
deve aplicar uma delas integralmente.

2. Lei Penal no Espaço (Arts. 5º a 9º do CP)

Princípio da Territorialidade (Art. 5º)


A lei penal brasileira aplica-se a qualquer crime cometido em território nacional, que
compreende:
- O solo e subsolo brasileiro;
- O mar territorial (até 12 milhas marítimas);
- O espaço aéreo correspondente;
- O território por extensão: embarcações e aeronaves brasileiras públicas onde estiverem e
privadas em alto-mar ou espaço aéreo internacional.

Lugar do Crime (Art. 6º)


Adota-se a Teoria da Ubiquidade (ou Mista), considerando local do crime tanto o da conduta
quanto o do resultado.
Exemplo: Carta-bomba enviada da Argentina e que explode no Brasil — o crime é considerado
praticado em ambos os países.

Extraterritorialidade (Art. 7º)


Exceção ao princípio da territorialidade, aplicando a lei penal brasileira a fatos cometidos no
exterior.

- Incondicionada: Aplica-se independentemente de condições. Ex.: crimes contra a vida do


Presidente ou contra o patrimônio da União.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Condicionada: Depende de requisitos, como: o agente entrar no Brasil, o fato ser crime no país
onde foi praticado e o agente não ter sido absolvido ou punido lá.

3. Disposições Finais Relevantes

Contagem de Prazo Penal (Art. 10º)

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Na contagem de prazo penal, inclui-se o dia do começo e exclui-se o do término. Se o prazo


terminar em domingo ou feriado, ele não é prorrogado.
Exemplo: Uma pena de 10 dias iniciada na sexta-feira inclui a sexta e todos os dias subsequentes.

Pontos-Chave para Memorização Rápida

- Tempo do crime: Adota-se a Teoria da Atividade (momento da conduta).


- Lugar do crime: Adota-se a Teoria da Ubiquidade (local da conduta ou resultado).
- Retroatividade: A lei penal não retroage, exceto se BENÉFICA ao réu.
- Leis temporárias e excepcionais: São ultrativas (continuam aplicáveis mesmo após revogação).
- Contagem do prazo penal: Inclui o dia inicial. O prazo não se prorroga por feriados.

Aplicação da Lei Penal No Tempo


Aplicação da Lei Penal
Aplicação da Lei Penal - No Tempo

Regra Geral: lembre-se da prevalencia do tempus regit actum .


Sucessão de Leis Penais no Tempo
a) Lembre-se acerca dos casos que comportam exceção a regra:
i) A lei nova extingue o crime (abolitio criminis) - Como é benéfica para o agente, aplica-se aos fatos
praticados anteriormente. (exceção à regra).
ii) A lei nova é benigna, é melhor para o criminoso - Como é benéfica para o agente, aplica-se aos
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

fatos praticados anteriormente. (exceção à regra).


iii) A lei nova tem preceitos melhores e preceitos piores para o criminoso; - Trata-se de combinação de
leis ( lex tertia ).
Lei Penal Temporária x Lei Penal Excepcional - Art. 3º Código Penal
a) A banca irá te perguntar se essas leis possuem ultratividade, ou seja, se elas se aplicam aos
fatos ocorridos após o encerramento da sua vigência.

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Sua resposta será SIM! - Caso não fosse dessa forma, tais leis não teriam sentido, pois até ocorrer o
julgamento do crime cometido durante a vigência delas as situações causadoras já teriam se encerrado,
o crime sempre deixaria de existir e estaríamos diante da abolitio criminis . -
Crimes Permanentes x Crimes Continuados:
a) Perceba que o crime permanente, se estende. De modo a tornar mais fácil sua memorização, é
como se durante sua prática falássemos "Criiiiiiimmmmeeeeeee".
b) Crimes Continuados: os crimes posteriores serão considerados continuação do anterior se da mesma
espécie. Ex.: Apropriação Indébita.
De modo a tornar mais fácil sua memorização, é como se durante sua prática falássemos por
várias vezes "Crime! Crime! Crime! Crime!"
Crime de Estelionato
a) Passou a ser de ação penal pública condicionada à representação. Isso é uma matéria de direito penal
material. Essa lei foi benigna ao agente.
b) Prevalece na jurisprudência que, oferecida a denúncia, não irá retroagir nessa nova lei. Todavia,
nas situações em que não houver oferecimento de denúncia, irá exigir a representação, ou seja,
irá retroagir a lei.
c) Saiba a súmula 711 do STF, pois ela despenca em prova.

Exemplo clássico: "A" sequestrou "B" no dia 10/01/2018, sequestro este que durou até o dia
10/02/2018. Na data de 1º/02/2018 entrou em vigor uma nova lei aumentando a pena para o crime
de sequestro. Neste caso, como o sequestro é crime permanente, aplica-se a súmula 711, de modo
que a lei nova (mais grave) será aplicada.

Aplicação da Lei Penal No Espaço


Aplicação da Lei Penal
Lugar do Crime - A lei penal no espaço.

1. Teorias:
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1.1. O Código Penal Brasileiro adotou a teoria da ubiquidade. (Art. 6º CP)


2. A regra é a territorialidade , ou seja, a lei brasileira é aplicada dentro do território nacional.
2.1. E quando se fala em extraterritorialidade? Crimes cometidos fora do território nacional mas aos quais
se aplica a lei brasileira.
3. Combinação de leis penais
3.1. Importante lembra que em caso de uma sucessão de leis no tempo, aplica-se a lei mais

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favorável.
3.2. Imagine que tenha uma lei penal vigente à época do fato que tem uma parte favorável ao agente. E,
depois, venha uma lei penal que tenha partes mais favoráveis ao agente e outras partes que não são tão
favoráveis.
Pode combinar as partes mais benéficas? Segundo o STF e o STJ, na súmula 501, não é possível, uma
vez que se pegarmos as partes mais benéficas de 2 normas, estaríamos criando uma terceira lei. O
que seria uma clara violação aos princípios da legalidade, da separação de poderes e
democrático.

Eficácia da Lei Penal em Relação às Pessoas


Eficácia da Lei Penal em Relação às Pessoas.
1. Imunidade Parlamentar
1.1. Lembre-se que é necessário um nexo funcional entre o crime e a atividade parlamentar.
1.2. Saiba que o diplomata (não se confunde com agente consular, que possui caracterísitcas meramente
administrativas) deve obediência à lei penal brasileira mas, em razão do princípio da
intraterritorialidade , ficam sujeitos à punição conforme a lei do seu Estado.
1.3. O agente consular possui imunidade funcinal relativa, na medida em que só está protegido nos atos
de ofício.
1.4. A imunidade parlamentar relativa, disposta no §1o do art. 53, CF/88, inclui foro, prisão, processo e
testemunha.
1.5. Após o término da instrução processual penal a competência do STF se perpetua.
1.6 Estende-se aos Deputados Estaduais.
2. Aplicação da lei penal em relação aos indígenas
2.1. O indígena tem imputabilidade.
2.3. O que prevalece, na doutrina, é que o indígena não possui consciência da potencial ilicitude.

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15) Economia

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Economia do setor público. Funções do Governo. Falhas de mercado.

Orientações Técnicas - Economia e Finanças Públicas

Iniciaremos o estudo de Economia e Finanças Públicas para concursos.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso:
Concursos da Área Fiscal - Curso Básico de Economia e Finanças Públicas
Link do curso: [Link]
basico-de-economia-e-financas-publicas/
Link para o dashboard:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

[Link]

Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Consultor.

Atenção ao Mapa de Incidência da disciplina indicado abaixo.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Este mapa servirá de referência para auxiliar o aluno em caso de abundância de tempo, para que
possa intensificar as revisões nos pontos mais importantes, ou em caso de falta de tempo, para
estudar os pontos com maior relevância para o concurso, caso não seja possível estudar tudo.

Vamos às nossas atividades:

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

Economia do setor público. Funções do Governo. Falhas de mercado. 8.2%

Planos heterodoxos de estabilização: Cruzado. Bresser. Verão. Collor I.


Collor II. Governo FHC. Plano Real e economia pós-estabilização: PAI. URB. 7.1%
reforma monetária.

Contas nacionais. Contas nacionais do Brasil. 7.1%

Teoria do consumidor: restrição orçamentária. preferências. utilidade.


7.0%
escolha. efeito renda e efeito substituição.

Inflação (expectativas e regime de metas). Modelo AO-DA. Curva de


6.5%
Phillips.

Conceitos fundamentais da economia. Teoria elementar do equilíbrio do


mercado. Fatores que influenciam a oferta e a procura por bens e 6.3%
serviços.

Economia brasileira. Milagre econômico. II PND. a crise da dívida. 5.4%

Teoria da produção: fatores de produção. funções de produção. longo e


5.3%
curto prazo. rendimentos de escala.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Política fiscal e política monetária. 5.1%

Déficits e dívida pública. Resultados primário. operacional e nominal. 4.7%

Agregados monetários. criação e destruição de moeda. multiplicador


3.9%
monetário.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Mercados: lucros. concorrência perfeita (mercado competitivo). 3.8%

Economias fechadas. Modelo IS-LM. 3.6%

Mercados: monopólio. monopsônio. 3.5%

Balanço de pagamentos. 3.2%

Elasticidade. Classificação de bens: normais. inferiores. bens de Giffen.


3.2%
substitutos e complementares.

Teoria dos custos. 2.9%

Câmbio: regimes. taxas e termos de troca. 2.8%

Economia aberta. Modelo IS-LM-BP. 2.3%

Crescimento econômico: modelo de Harrod-Domar. Modelo de Solow. 2.3%

Modelo Keynesiano. 2.3%

Mercados: concorrência monopolística e oligopólio. 1.9%

Teoria da tributação. Princípios tributários. Tipos de impostos. Impacto da


1%
tributação nos mercados.

Federalismo fiscal. 0.5%

Modelo clássico. 0.1%

Assuntos: Economia do setor público. Funções do Governo. Falhas de mercado.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1
Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.

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Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 1

Faça uma revisão dos assuntos que errou ou teve dúvida. Utilize, para isso, suas anotações ou o
material teórico pelo qual você estava estudando.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2
Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 2

Atividades Alternativas
Aluno, como atividades alternativas, traremos cadernos de questões das principais bancas da sua
área. Caso a banca do seu concurso já tenha sido definida e/ou você já tenha combinado com seu
professor orientador, faça um dos cadernos alternativos em substituição às atividades originais.

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


Resolva as questões 1 a 40 (total de questões: 40) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 1 (Cebraspe)
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 1 (FCC)

161
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 1 (FGV)

Atividade Alternativa - Questões Vunesp


Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 1 (Vunesp)

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 3 páginas de sua meta.

EFICIÊNCIA ECONÔMICA E O PAPEL DO ESTADO

Eficiência Econômica: A eficiência é atingir o melhor resultado possível com o menor custo. Na
economia, o foco das bancas está na eficiência de Pareto — uma situação onde não é possível
melhorar a vida de alguém sem piorar a de outro. Parece ótimo, mas cuidado: ela não garante
justiça. Um cenário pode ser eficiente, mas extremamente desigual.

Equilíbrio Geral x Parcial: No equilíbrio parcial , analisamos um mercado isolado. Já o equilíbrio


geral considera a interação entre todos os mercados. Por exemplo, se o streaming encarece, a
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

demanda por cinema aumenta. Isso gera um efeito em cadeia até que os mercados se
estabilizem em um novo ponto de equilíbrio.

Dica: A análise parcial pode subestimar ou superestimar os efeitos dependendo do tipo de bem
(substituto ou complementar).

162
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Lei de Walras: Se todos os mercados, exceto um, estão em equilíbrio, então o que falta também
estará. Isso porque os recursos são escassos — se sobra num lado, falta no outro.

ECONOMIA DO BEM-ESTAR

1º Teorema do Bem-Estar: Todo equilíbrio competitivo leva à eficiência de Pareto. Os agentes


realizam trocas até o ponto em que ninguém pode melhorar sem que outro piore.
Importante: Essa eficiência pode ser injusta do ponto de vista social (por exemplo, quando toda a
riqueza está concentrada em um único agente).

2º Teorema do Bem-Estar: Qualquer alocação eficiente pode ser alcançada via mercado
competitivo, desde que os agentes levem em conta os preços e que a distribuição inicial de
recursos seja ajustada. O governo pode intervir na redistribuição, mas depois deixa o mercado
operar.

Resumo: O 1º teorema mostra que o mercado leva à eficiência. O 2º mostra que o governo pode
alcançar qualquer eficiência desejada, desde que redistribua corretamente os recursos iniciais.

FINANÇAS PÚBLICAS

Conceito: Finanças públicas (ou Economia do Setor Público) estuda como o Estado arrecada,
gasta e financia suas atividades para atender às necessidades coletivas.

Componentes da Atividade Financeira do Estado (AFE):


- Receita pública
- Despesa pública
- Orçamento público
- Crédito público
- Dívida pública

POLÍTICAS ECONÔMICAS

Política Fiscal: Refere-se aos gastos e arrecadações do governo. Os principais instrumentos são:
- Despesas públicas
- Transferências (sem contrapartida)
- Tributação
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Fiscal Expansionista: aumento de gastos ou redução de tributos.


Fiscal Contracionista: redução de gastos ou aumento de tributos.

Exemplo: aumentar o Bolsa Família = política fiscal expansionista.


Quando usar cada uma?

163
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

- Expansionista → quando a economia está fraca e precisa ser estimulada.


- Restritiva → quando a economia está superaquecida e há risco de inflação.

POLÍTICA MONETÁRIA

Conceito: A política monetária regula a quantidade de moeda na economia. Seu objetivo é


equilibrar a liquidez com as necessidades de transações no setor real.

Instrumentos clássicos:
- Redesconto: linha de crédito do Bacen aos bancos. Reduzir o redesconto estimula os bancos a
emprestar mais (política expansionista).
- Depósitos compulsórios: parte dos depósitos que os bancos devem deixar no Bacen. Quanto
maior o compulsório, menor a capacidade de empréstimo dos bancos.
- Open Market: compra e venda de títulos públicos pelo Bacen. Compra de títulos = expansão da
base monetária. Venda = contração.

Resumo:
- Monetária expansionista: aumenta a oferta de moeda (ex: compra de títulos, redução do
compulsório).
- Monetária contracionista: reduz a oferta de moeda (ex: venda de títulos, aumento do
compulsório).

Política Monetária e as Escolas Econômicas:


- Keynesianos: defendem que a política monetária pode estimular a atividade econômica no curto
prazo.
- Monetaristas: veem a política monetária como instrumento para manter a estabilidade da
moeda e controlar a inflação.

POLÍTICA CAMBIAL

Conceito: Regula a taxa de câmbio — o preço da moeda estrangeira medido em moeda nacional.
- Câmbio flutuante: taxa definida pelo mercado.
- Câmbio fixo: taxa administrada pelo governo.

Conceitos importantes:
- Valorização do real: o real se fortalece, sendo necessário menos reais para comprar 1 dólar (ex:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

R$3 → R$2,50).
- Desvalorização do real: o real se enfraquece, e é preciso mais reais para comprar 1 dólar (ex: R$3
→ R$4).

Diferenciação:
- Valorização x Apreciação: valorização ocorre com atuação do governo; apreciação é resultado do

164
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

mercado.
- Desvalorização x Depreciação: mesma lógica, mas no sentido da queda do valor da moeda
nacional.

POLÍTICA COMERCIAL

Definição: Conjunto de medidas que o governo adota para regular o comércio internacional.

Instrumentos:
- Barreiras tarifárias: impostos sobre importação, como o II.
- Barreiras não tarifárias: normas técnicas, sanitárias, ambientais etc.

FALHAS DE MERCADO

Falhas de mercado são situações em que o mercado, sozinho, não consegue alocar recursos de
forma eficiente. Os principais tipos são:

1. Bens Públicos:
- Não rivais: o consumo por uma pessoa não impede o consumo por outra.
- Não exclusivos: não é possível impedir o consumo por quem não paga.
- Exemplo: iluminação pública, segurança nacional.
- Problema: caronas (free riders) — indivíduos que consomem sem contribuir.

2. Externalidades:
- Positivas: geram benefício para terceiros (ex: vacinação, educação).
- Negativas: geram prejuízos a terceiros (ex: poluição).
- Solução: subsídios, impostos, regulação estatal.

3. Assimetria de Informações:
- Quando uma das partes tem mais informação que a outra.
- Seleção adversa: ocorre antes da transação (ex: seguro atrai maus pagadores).
- Risco moral: ocorre depois da transação (ex: comportamento mais arriscado após contratar
seguro).

FUNÇÕES DO ESTADO
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Função Alocativa:
O Estado provê bens públicos e corrige falhas de mercado. Atua onde o mercado não consegue
atender adequadamente.

Função Distributiva:
Visa reduzir desigualdades sociais e promover justiça social. Utiliza impostos, transferências e

165
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

políticas públicas.

Função Estabilizadora:
Busca garantir estabilidade macroeconômica — controlando inflação, desemprego e promovendo
o crescimento.

Visão Clássica x Visão Evolutiva:


- Visão clássica: mínima intervenção estatal — papel restrito à segurança e justiça.
- Visão evolutiva (pós-Keynes): o Estado deve agir também para distribuir renda e estabilizar a
economia.

Bons estudos!

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

166
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

16) Direito Tributário - Reforma Tributária

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): EC 132/2023. O Modelo Brasileiro de Tributação sobre o consumo pré reforma.

Orientações Técnicas - Reforma Tributária

Iniciaremos o estudo da Disciplina Reforma Tributária para concursos.

Indispensável a assinatura do TEC Concursos no plano Avançado pois iremos trabalhar com
questões inéditas.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

OBSERVAÇÕES:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Professor Orientador.

Logo abaixo, observe o Quadro de Incidências e por falta de uma amostra mais fiel (devido ao
assunto ser recente), consideramos todo o assunto de suma importância.

167
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

LC 214/2025. Livro I. Título I - Local da Operação. Base de Cálculo.


10.0%
Alíquotas. Sujeição Passiva.

LC 214/2025. Livro II. Título II - Imposto Seletivo 10.0%

LC 214/2025. Livro I. Título I - Modalidades de Extinção dos Débitos.


Pagamento Indevido ou a Maior. Ressarcimento. Regimes de Apuração. 10.0%
Não cumulatividade. Bens e serviços de uso ou consumo pessoal.

LC 214/2025. Livro I. Título I - Operacionalização do IBS e da CBS. IBS e CBS


10.0%
sobre importações e exportações.

LC 214/2025. Livro I. Título VII - Administração do IBS (Regulamento,


10.0%
Harmonização e Fiscalização do IBS e da CBS)

LC 214/2025. Livro I. Título III - Cashback. Cesta Nacional de Alimentos.


10.0%
Título IV - Regimes Diferenciados do IBS e CBS.

LC 214/2025. Livro I. Título V - Regimes Específicos 10.0%

LC 214/25. Livro I. Título II. Regimes Aduaneiros Especiais, e Regimes de


bagagem, remessas internacionais e Fornecimento de Combustível para 10.0%
Aeronaves em Tráfego Internacional

LC 214/25. Livro I. Título VI. Regimes diferenciados da CBS. Título VIII.


10.0%
Transição para o IBS e para a CBS

LC 214/25. Livro III. Título I. Zona Franca de Manaus, áreas de livre


comércio e devolução do IBS e da CBS para o turista estrangeiro. Título II. 10.0%
Compras Governamentais. Título III. Disposições Transitórias.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

168
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Assunto: O Modelo brasileiro de tributação sobre o consumo pré-reforma, A Reforma Tributária


brasileira: mudanças estruturais, IBS e CBS: nosso IVA-dual

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Reforma Tributária - caderno 01

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Modelo brasileiro de tributação sobre o consumo pré-reforma:

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

O sistema brasileiro antes da reforma era extremamente complexo, com cinco tributos principais
sobre o consumo: ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS.

Problemas identificados:

Base fragmentada: Multiplicidade de tributos e legislações conflitantes entre os entes federativos.


Complexidade e excesso de normas: Milhares de normas e altos custos de conformidade para
empresas.
Cobrança na origem: Favorecia a "guerra fiscal" entre estados e municípios.
Não cumulatividade limitada: Muitas restrições para aproveitamento de créditos tributários.
Tributação regressiva: Afetava mais a população de baixa renda.

A Reforma Tributária brasileira: mudanças estruturais:

Instituída pela EC 132/2023 com foco na simplificação e transparência da tributação sobre o


consumo.
Extinção do PIS, COFINS, ICMS e ISS a partir de 2027, substituídos pelo IVA-dual (CBS e IBS).
Manutenção do IPI para proteger a Zona Franca de Manaus.

Objetivos principais:

Reduzir litígios tributários.


Combater a guerra fiscal.
Melhorar a eficiência econômica e competitividade.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

IBS e CBS: nosso IVA-dual:

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

O IVA-dual é composto por :

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): competência da União.


IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): competência compartilhada entre estados, DF e municípios.

Motivos para adoção do modelo dual:

Respeito ao pacto federativo.


Autonomia dos entes para definir suas próprias alíquotas.

Benefícios esperados:

Unificação da legislação.
Redução da complexidade tributária.
Tributação no destino para acabar com a guerra fiscal.

Unicidade e Uniformidade Matricial:

Unicidade: Uma única lei complementar instituirá tanto o IBS quanto a CBS.
Uniformidade: As regras serão as mesmas em todo o território nacional, garantindo segurança
jurídica e simplificação.
Tributos gêmeos: CBS e IBS terão os mesmos fatos geradores, base de cálculo e sujeitos passivos;
diferindo apenas nas alíquotas.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Alíquotas e a tributação no destino:

A tributação no destino passa a ser regra, encerrando a lógica de cobrança na origem.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Estados e municípios definirão suas alíquotas próprias, somadas à da CBS.


O Senado fixará alíquotas de referência para garantir a manutenção da arrecadação.

A mudança visa:
Combater a guerra fiscal.
Reduzir distorções na alocação de investimentos.

Não cumulatividade e o Crédito Financeiro:

A reforma adota o modelo de crédito financeiro, mais amplo que o modelo anterior (crédito
físico).

Modelo de Crédito Físico


Permite o creditamento apenas das operações e prestações diretamente ligadas à futura
operação ou prestação (exemplo: insumos diretamente utilizados na produção ou revenda).

Limitações:
Insumos dão direito a crédito, mas despesas como comunicação e energia elétrica não são
creditáveis.
O creditamento de bens do ativo permanente sofria limitações formais (ex.: a lei Kandir previa a
apropriação do crédito de forma parcelada em 4 anos).
Materiais de uso e consumo geralmente não geravam crédito, prejudicando a não
cumulatividade.

Exemplo prático:
Um barbeiro, sob o modelo de crédito físico, não poderia se creditar de gastos com energia
elétrica ou serviços de comunicação, podendo se beneficiar apenas de itens diretamente
utilizados na prestação de serviços, como a gilete.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Modelo de Crédito Financeiro (Modelo Adotado pela Reforma)


Permite o creditamento de praticamente todas as aquisições ligadas às atividades da empresa,
independentemente de serem diretamente utilizadas na produção ou revenda.

Abrangência:
Insumos, materiais de uso e consumo, energia elétrica e serviços de comunicação são creditáveis.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Melhora a neutralidade e amplia a não cumulatividade do sistema tributário.

Exemplo prático:
O barbeiro, neste modelo, pode se creditar de:
Giletes e máquinas de cortar cabelo.
Energia elétrica do estabelecimento.
Despesas com serviços de telefonia e internet

Base de Cálculo “por fora”


A base de cálculo do IBS e CBS será “por fora”, ou seja, o imposto não incidirá sobre ele próprio.
Isso proporciona maior transparência ao consumidor sobre a carga tributária real.

Sujeição Passiva
Contribuintes: Quem realiza operações com bens e serviços.
Responsáveis tributários: Terceiros que, por imposição legal, devem recolher tributos em
determinadas situações.
Houve manutenção da substituição tributária em alguns casos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Hipóteses de Incidência e os conceitos de Bens e Serviços

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Incidência sobre:
Circulação de bens materiais e imateriais.
Prestação de serviços (inclusive digitais).

Bens e serviços incluem direitos, como cessão de marcas e patentes.

Imunidades
Mantêm-se imunidades constitucionais como:
Livros, jornais e periódicos.
Exportações.
Entidades beneficentes de assistência social.

A reforma preserva o respeito às garantias fundamentais.

Benefícios Fiscais
Regra geral: Redução de benefícios para simplificar o sistema e aumentar a arrecadação.

Exceções mantidas para:


Produtos da cesta básica (com alíquotas reduzidas).
Incentivos regionais (como à Zona Franca de Manaus).
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Criação de fundos para compensar perdas dos entes federativos.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

17) Admin. Financ. e Orçamentária

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): O orçamento público no Brasil. Plano plurianual. Diretrizes orçamentárias.


Orçamento anual. Outros planos e programas (Parte 01)

Orientações Técnicas - AFO, Orçamento Público e LRF

Iniciaremos o estudo de AFO, Orçamento Público e LRF para o concurso.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso Concursos de Tribunais de Contas (Nível Superior)
AFO, Orçamento Público e LRF - Curso Regular.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link: [Link]
superior-afo-orcamento-publico-e-lrf-curso-regular/

Caso você já possua assinatura do estratégia, segue o link do Dashboard:


[Link]

175
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

OBSERVAÇÕES:
1. Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Consultor.

Observe como essa matéria vem sendo cobrada nos últimos anos nas princiapais bancas:

Vamos às nossas atividades:

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

LRF: Introdução à LRF. Disposições Preliminares. Planejamento. LRF:


Transparência, controle e fiscalização. Receita pública. Gestão patrimonial.
Transferências voluntárias. Destinação de recursos públicos para o setor
privado. LRF: Despesa Pública: Geração de Despesa; Despesa Obrigatória
23.0%
de Caráter Continuado; Despesas com Pessoal. LRF: Dívida e
Endividamento: Dívida Pública; Operações de Créditos; Vedações; Banco
Central do Brasil; Garantia e Contragarantia; Restos a Pagar na LRF.
Disposições Finais e Transitórias.

Despesa pública. Conceito e classificações. Classificações da Despesa na


13.0%
Lei 4320/1964.

O orçamento público no Brasil. Plano plurianual. Diretrizes orçamentárias.


11.0%
Orçamento anual. Outros planos e programas.

Receita pública. Conceito e classificações. Fontes. Classificações da


9.0%
Receita na Lei 4320/1964.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Orçamento público. Conceito. Técnicas orçamentárias. Natureza jurídica. 7.0%

Estágios da Receita e da Despesa. Estágios na Lei 4320/1964. 7.0%

Créditos ordinários e adicionais. Créditos na Lei 4320/1964. 7.0%

Restos a pagar e Despesas de exercícios anteriores. Suprimento de 6.0%

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

fundos.

Princípios orçamentários. Princípios na Lei 4320/1964. 6.0%

Classificações orçamentárias. Estrutura programática. 5.0%

Dívida ativa. Dívida ativa na Lei 4320/1964. 2.0%

Programação e execução orçamentária e financeira. Descentralização


2.0%
orçamentária e financeira. Acompanhamento da execução.

Ciclo orçamentário. Processo orçamentário. Sistema e processo de


2.0%
orçamentação. O Ciclo na Lei 4320/1964.

Assuntos:
Plano Plurianual na CF/1988

Lei de Diretrizes Orçamentárias na CF/1988

Lei Orçamentária Anual na CF/1988

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - AFO - CADERNO 01
Marque as questões que errou ou teve dúvida como favorita. Isso será importante para as tarefas
de revisão.

OBS: Em virtude da limitação de questões recentes das bancas no TEC Concursos, pode ser que

177
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

seja necessário utilizar questões mais antigas das bancas.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:

- Faça uma revisão dos assuntos que errou ou teve dúvida.


Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você estava estudando.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividades Alternativas:
Querido, nessas atividades alternativas, teremos 03 cadernos de questões das principais Bancas
da sua área de interesse. Vamos às questões.
Atividade Alternativa - Questões FGV
- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AFO (FGV) - CADERNO 01

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AFO (CEBRASPE) - CADERNO 01
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AFO (FCC) - CADERNO 01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Instrumentos Orçamentários na CF 88 e na Lei 4320/1964 (PPA, LDO e LOA)

PPA, LDO e LOA

As dicas a seguir se referem a temas mais avançados, para que você alcance um nível de
conhecimento ainda mais elevado. Nesse contexto, essas informações abaixo complementam
aquelas informações tradicionais sobre PPA, LDO e LOA, básicas para qualquer concurseiro.

Conceitos gerais:
- Instrumentos de Planejamento e Orçamento:
a) PPA
b) LDO
c) LOA.
- PPA, LDO e LOA são interdependentes.
- Lembre-se: PPA, LDO e LOA são leis ordinárias e de iniciativa do Poder Executivo.
Exemplo: o PLOA do Poder Judiciário da União é enviado ao Congresso Nacional pelo Poder
Executivo federal.
- Ainda que sejam leis ordinárias, PPA. LDO e LOA possuem rito de aprovação diferente das
demais leis >> PPA, LDO e LOA serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na
forma do regimento comum.
- PPA e LDO são inovações da CF/88.
- Lei Complementar disporá sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a
organização do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual.
Essa lei ainda NÃO foi editada. Assim, valem os prazos estabelecidos no ADCT.
- Cada ente (União, Estados/DF e Municípios) possui suas respectivas leis do PPA, LDO e LOA
- As diretrizes, os objetivos e as metas do PPA federal NÃO precisam ser refletidas nos planos dos
entes estaduais e municipais. Vide questão a seguir:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

FGV - Especialista Legislativo de Nível Superior (ALERJ)/2017 (adaptada)


De acordo com as disposições constitucionais, compete aos entes públicos desenvolver um
adequado processo de planejamento, que auxilie no cumprimento das suas competências
institucionais.
Uma das peculiaridades do processo de planejamento do setor público é que as prioridades do
PPA federal devem ser refletidas nos planos dos entes estaduais e municipais;

179
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

RESPOSTA: ERRADO

PPA
Art. 165 § 1º - A lei que instituir o PPA estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos
e metas (DOM) da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
- Apesar de a CF destacar as despesas de capital, o PPA tem também despesas correntes.
- Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem
prévia inclusão no plano plurianual (ou lei que autorize). Não é qualquer despesa!!! Apenas
investimentos com duração superior a 1 exercício financeiro.
- Não confundir programas de duração continuada com as despesas obrigatórias de duração
continuada previstas no art. 17 da LRF.
- Normalmente o PPA apresenta definições importantes sobre os termos utilizados no § 1º do art.
165. ( Consulte o art. 2º do PPA 2024-2027 da União através do link:
[Link] )
- Doutrina majoritária considera o PPA um planejamento de médio prazo!!!
- Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem
prévia inclusão no plano plurianual (ou lei que autorize). Não é qualquer despesa!!! Apenas
investimentos com duração superior a 1 exercício financeiro.
- Planos e programas nacionais, regionais e setoriais serão elaborados em consonância com o PPA
(mnemônico: Planos SeReNa → PPA)
- Prazos para a União (art. 35, § 2º, ADCT):
- Duração: 2° ano do mandato do PR até 1° ano do mandato subsequente
- Encaminhado: até 4 meses antes do 1° ano do mandato (31 agosto)
- Devolução: até encerramento da Sessão Legislativa (22 Dezembro)

LDO
"Recente" alteração constitucional conferiu novas atribuições à LDO (EC 109/2021). A nova redação
do dispositivo constitucional demonstra a preocupação com a política fiscal e o crescimento da
dívida pública brasileira:

§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração


pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância
com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

agências financeiras oficiais de fomento. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 109, de
2021)

Além disso, a LRF trouxe outras competências para a LDO:


A LDO disporá sobre:
1) equilíbrio entre receitas e despesas;

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2) critérios e forma de limitação de empenho


3) normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados
com recursos dos orçamentos;
4) demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.

- Observações importantes:
- A Sessão Legislativa não será interrompida até sua aprovação
- LDO não pode criar/aumentar Despesa
- Anexo de Metas Fiscais e o Anexo de Riscos Fiscais integram a LDO (e não a LOA - Atenção!!!)
- LDO considera a alteração na legislação tributária, mas não condiciona as alterações
- NÃO existe regra determinando que leis que alterem a legislação tributária sejam aprovadas
antes da LDO. A LDO deve apresentar os reflexos das alterações na legislação tributária, como,
por exemplo, a redução da arrecadação proveniente de isenção concedida por lei aprovada pelo
Poder Legislativo.

- Prazos para a União:


- Duração: 2° período da Sessão Legislativa + ano seguinte para executar o orçamento
- Encaminhado: até 8 meses e meio antes do fim do ano (15 abril)
- Devolução: até encerramento do 1° período da Sessão Legislativa (17 julho)
- LOA
- LOA é o orçamento propriamente dito.
- Composta por três orçamentos: OF + OSS + OI
- PLOA deve contemplar demonstrativo regionalizado do efeito sobre: receitas e despesas,
decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira,
tributária e creditícia.
- O OSS NÃO tem a função de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional. Apenas os OF e o OI possuem tal função.
- O Orçamento de Investimentos NÃO trata de todas as despesas das estatais não dependentes.
Apenas dos investimentos.

- Orçamento das estatais DEPENDENTES é contemplado no OF.


- Orçamento das estatais NÃO DEPENDENTES está contemplado no OI.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- No que se refere à LOA, é importante você ainda saber o que dispõe o art. 2º da Lei 4.320/1964.
Embora bastante desatualizada, essa lei ainda é muito cobrada em provas de AFO.
- Ainda sobre a saiba diferenciar:
- " Integram a LOA" (art. 2º, § 1º, da Lei 4.320/1964)
- " Acompanha a LOA" (art. 2º, § 2º, da Lei 4.320/1964)
- Memorize a composição do PLOA, prevista no art. 22 da Lei 4.320/1964:

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- Mensagem
- Projeto de Lei de Orçamento;
- Tabelas explicativas
- Especificação dos programas especiais de trabalho custeados por dotações globais, em termos
de metas visadas, decompostas em estimativa do custo das obras a realizar e dos serviços a
prestar
- Descrição sucinta de suas principais finalidades, com indicação da respectiva legislação.
Veja como o tema já foi cobrado em provas:
FCC - Analista Judiciário (TRT 5ª Região)/Apoio Especializado/Contabilidade/2013 (Adaptada)
Quanto ao ciclo orçamentário, é correto afirmar que, na proposta orçamentária, constará a
descrição sucinta das principais finalidades de cada unidade administrativa, co m indicação da
respectiva legislação.
Resposta: Certa

Vedações constitucionais em matéria orçamentária (Art. 167 da CF/1988)

Vedações Constitucionais em Matéria Orçamentária

- O legislador constituinte consignou na Lei Maior uma série de regras, visando ao controle
orçamentário e financeiro, de forma a evitar que gestores e governos manejem recursos à
margem do interesse público. Além disso, essas regras ainda visam à higidez das finanças
públicas, de forma que não haja descontrole de gastos.
- Muitas das regras estabelecem a necessária e prévia autorização do Parlamento para a execução
de despesas e início de programas.
- Neste sentido, para melhor balizar seu estudo, aconselhamos que você tenha em mãos o art. 167
da Constituição Federal.
Vedações mais relevantes
1) Início de Programas ou Projetos não previstos na LOA- inciso I
- Diretamente relacionado ao princípio da universalidade orçamentária, a CF/88 veda o início de
Programas ou Projetos não incluídos na LOA;

2) Despesas ou compromissos em montantes superiores às dotações da LOA ou lei de créditos


adicionais - inciso II
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- A CF/88 veda a realização de despesas ou a assunção de compromissos em montantes


superiores às dotações da LOA ou lei de créditos adicionais. Isso porque todo gasto público deve
ser previamente autorizado pelo Parlamento. Assim, se um gestor firma compromisso em
montantes superiores aos créditos orçamentários, haverá violação ao inciso II, do art. 167, da
CF/88.

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3) Operações de Créditos x Despesas de Capital (Regra de Ouro) - inciso III


- Veda a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital.
Ou seja, o montante de operações de crédito (grosso modo, empréstimos) deve ser menor ou
igual ao montante de despesas de capital (investimentos + amortizações + inversões financeiras).
- Exceção: as operações de crédito poderão ser superiores às despesas de capital, desde que o
Poder Legislativo autorize créditos suplementares e especiais, com finalidade precisa, por maioria
absoluta.
- A Regra de Ouro também é disciplina por normas infraconstitucionais, em especial, pela LRF e
pela Resolução do Senado Federal nº 48/2007.

4) Vinculação de Impostos - inciso IV


- CF/88 veda a vinculação de IMPOSTOS, ressalvados aqueles já vinculados pela própria Carta
Magna (princípio da não-vinculação de receitas).
- A própria CF pode vincular outros impostos. Porém, outras normas de hierarquia inferior não
pode realizar novas vinculações de impostos
- Para fins de apuração da Regra de Ouro, somente as receitas das operações de crédito
efetuadas no contexto da gestão da dívida pública mobiliária federal somente serão consideradas
no exercício financeiro em que for realizada a respectiva despesa (§ 6º). Ou seja, se a União
contratar uma operação de crédito no ano "A", mas a despesa por ela financiada não for realizada,
essa operação de crédito não será computada para fins da Regra de Ouro no ano "A". Se tal
despesa for executada apenas em "A + 2", a receita de operação de crédito será contabilizada na
Regra de Ouro em "A + 2".

5) Abertura de créditos SUPLEMENTARES e ESPECIAIS sem autorização legislativa e indicação de


fonte - inciso V
- a abertura de créditos suplementares e especiais necessitam de prévia autorização legislativa.
- A própria LOA pode conter autorização para a abertura de créditos SUPLEMENTARES (e não
ESPECIAIS) - exceção ao princípio da exclusividade
- A abertura de créditos SUPLEMENTARES e ESPECIAIS exige indicação da fonte de recursos que
irá custear a despesa.

6) Estorno de programações orçamentárias sem autorização legislativa - inciso VI


- CF/88 veda a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria
de programação para outra ou de um órgão para outro, sem prévia autorização legislativa
(princípio orçamentário da proibição do estorno).
- Exceção: no âmbito das atividades de ciência, tecnologia e inovação, com o objetivo de viabilizar
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

os resultados de projetos restritos a essas funções, mediante ato do Poder Executivo.

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- Cuidado para não errar !!! A proibição do estorno alcança a categoria de programação. Porém, a
CF/88 não proíbe a mudança de modalidade de aplicação, elemento da despesa, subitem, por
exemplo. Veja que o Cebraspe (Cespe) considerou incorreto o seguinte item:
CEBRASPE (CESPE) - Contador (DPU)/2010 (Adaptada)
A Constituição Federal de 1988 estabelece vários tipos de vedações em matéria orçamentária,
entre elas, a transposição de recursos de uma modalidade de aplicação para outra, sem prévia
autorização legislativa.
Resposta: Errado

7) Concessão de créditos ilimitados - inciso VII


- Todas as dotações da LOA possuem um limite numérico. Havendo necessidade de dotações em
montantes superiores às dotações da LOA, é necessária a abertura de créditos adicionais
(princípio orçamentário da quantificação dos créditos orçamentários).
- Além disso, a concessão de créditos ilimitados contraria os pressupostos da gestão fiscal
responsável, estabelecidos pela LRF.

8) Destinação de recursos do OF e do OSS para suprir déficit de empresas, fundações e fundos,


sem lei específica - inciso VIII
- A utilização de recursos do OF ou do OSS para suprir necessidade ou cobrir déficit de empresas,
fundações e fundos somente é permitida se autorizada por lei específica.
- Note, NÃO é qualquer lei. É necessária lei específica.

9) Criação de fundos sem autorização legislativa - inciso IX


- A instituição de fundo exige prévia autorização legislativa.

10) Concessão de empréstimos e utilização de recursos provenientes de transferências voluntárias


para pagamento com pessoal - inciso X
- A CF/88 veda a concessão de empréstimos e a utilização de recursos de transferências
voluntárias para custeio de despesas com pessoal.
- Assim, coíbem-se a prática de se fazer empréstimos para financiar despesas correntes e o
custeio de despesas obrigatórias continuadas (despesas com pessoal), com recursos que não são
perenes.
- Veja como já foi cobrado em provas:
FGV - Auditor de Controle Externo (TCE TO)/Direito/2022 (Adaptada)
O Município X requereu ao BNDES (instituição financeira federal) a concessão de empréstimo, em
regime de juros especiais para os entes municipais, a fim de obter recursos para pagamento de
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

aumento concedido aos servidores municipais ativos.


Diante desse cenário e à luz da Constituição da República de 1988, esse empréstimo requerido
pelo Município X junto ao BNDES não pode ser realizado, uma vez que é vedado junto a
instituição financeira vinculada ao governo federal.
Resposta: CERTA, pois não podem ser concedidos empréstimos para custear aumento de
servidores (despesa com pessoal)

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11) Investimentos x inclusão no PPA - § 1º


- INVESTIMENTO cuja execução supere um exercício financeiro deve ser previamente autorizado
por lei específica ou incluído no PPA.
- Descumprimento pode acarretar pena de crime de responsabilidade.
- Esse dispositivo não se refere a qualquer despesa de capital, apenas a investimentos
(amortizações e inversões financeiras não possuem tal obrigatoriedade).
- ATENÇÃO!!! Cuidado para não errar !!! Não é qualquer investimento, mas somente aqueles com
duração superior a um exercício.
- A seguir, veja uma questão simples, mas com elevado índice de erros no TEC Concursos:
CEBRASPE (CESPE) - Auditor de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual (SEFAZ
AL)/2020
Nenhum investimento poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual ou sem lei que
autorize a sua inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.
Resposta: Errada. A obrigatoriedade de inclusão no PPA , alcança somente aqueles investimentos
com duração superior duração superior a um exercício.

Mecanismo de ajuste fiscal (Art. 167-A)


- Por se tratar de um dispositivo constitucional relativamente nova (EC 109/2021) e por envolver
medidas de ajuste fiscal em Estados e Municípios, este dispositivo pode ser objeto de cobrança
em diferentes provas de AFO.
- Se a relação entre despesas correntes e receitas correntes superar 95%, os Poderes dos Estados e
Municípios, poderão adotar medidas de ajuste fiscal. Note que se trata de uma faculdade, e não
uma obrigação.
- Sem tal previsão, os Chefes de Poderes não poderiam adotar determinadas medidas de ajuste
fiscal.
- MEMORIZE as medidas de ajuste previstas nos incisos I a X do art. 167-A, e principalmente, as
ressalvas.
- Veja como já foi cobrado em provas:
FGV - Auditor Técnico de Controle Externo (TCE-AM)/Ministério Público de Contas/2021
(Adaptada)
O Estado Alfa apurou que, em período de 12 meses, sua receita corrente foi de 10 bilhões de reais,
e sua despesa corrente de 9,6 bilhões de reais. Tal Estado deseja contrair empréstimo com a
União.
Diante desse cenário, o Estado poderá realizar sem que seja impedido de fazer tal empréstimo
reposições decorrentes de vacâncias de cargos efetivos ou vitalícios.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Resposta: CERTA. Ainda que a relação entre receitas correntes e despesas correntes tenham
superado 95%, reposições decorrentes de vacâncias de cargos efetivos ou vitalícios estão
ressalvadas das medidas de ajuste fiscal previstas no art. 167-A.
- Além disso, se a citada relação entre despesas correntes e receitas correntes superar 85%, mas
for menor ou igual a 95%:
a) o chefe do Poder Executivo, por ato próprio, poderá implementar as medidas de ajuste;

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b) o ato deve ser submetido ao Legislativo, em regime de urgência;


c) se não for apreciado em 180 dias ou se for rejeitado, o ato perde a eficácia;
d) Demais Poderes também podem implementar;
- a apuração dessa relação entre receitas correntes e despesas correntes deve ocorrer
bimestralmente.

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18) Processo Administrativo Fiscal

Material indicado: (Decreto nº 13.796/1998).

Assunto(s): DO ORDENAMENTO PROCESSUAL TRIBUTÁRIO

Assuntos: Regulamento de Procedimentos e de Processo Administrativo Tributário (RPAT) a que


se refere o Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998

Atividade:
- Começaremos o estudo do Decreto consolidado que regulamenta os Procedimentos e os
Processos Administrativo Tributário (RPAT) do estado do Rio Grande Norte, tema que terá
cobrança solo em relação à LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA ESTADUAL, de 10 questões, na previsão da
prova a ser aplicada no nosso concurso, portanto é uma matéria que deve exigir muita atenção do
aluno em sua preparação para este certame.

- A c e s s e o c o n t e ú d o d a l e i n o s i t e
[Link] Clique em
Regulamento do PAT - consolidado, imprima ou salve uma versão eletrônica editável do arquivo
word que se abrirá.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Observações:
1) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como “exceto”, “obrigatória”,
“salvo”, “não pode”, “vedado”, “não se aplica”, condicionantes...
2) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como inclusive, ainda que,
bem como, "ou"...

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3) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas.


4) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo.
5) Após realizar este trabalho, tenha a sua lei bizurada sempre à mão, e não deixe de atualizá-la
sempre que resolver questões sobre o assunto, destacando os dispositivos que foram objeto de
cobrança.
6) Sempre que fizer exercícios que tratem de assuntos constantes na Lei, verifique a necessidade
de destacar algum ponto que você tenha errado ou ficado com dúvida nos exercícios.

DOMINE A LEGISLAÇÃO COM MÉTODO E EFICIÊNCIA!

Você já sabe que estudar lei seca é essencial para qualquer concurso. Mas a grande questão é:
como fazer isso de forma estratégica, sem ficar apenas na leitura passiva e sem esquecer o que foi
estudado?

Pensando nisso, desenvolvemos uma METODOLOGIA EFICIENTE para transformar a sua


preparação!

— Como funciona?

1º Passo – Revisão constante


A partir da segunda tarefa antes de seguir para novos artigos, você fará uma rápida revisão do
conteúdo da tarefa anterior. Essa retomada fortalece a memorização e evita que você esqueça o
que já estudou.

2º Passo – Resolução de questões inéditas


Logo após a leitura, você aplicará o conhecimento na prática resolvendo os Exercícios de Fixação -
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Questões Inéditas LS. Isso reforça o aprendizado e ajuda a identificar os pontos que precisam de
mais atenção.

O segredo do sucesso? Constância e disciplina!


Seguir o cronograma e evitar acúmulos de estudo é essencial. Estudar um pouco todos os dias,
com método e organização, gera muito mais resultado do que tentar compensar depois.

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Com esse material, você não apenas lê a lei, mas a compreende e a fixa de forma definitiva.

Agora, é com você! Vamos juntos rumo à sua aprovação?

Quadro de Incidências

Tópicos Incidências

DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS TRIBUTÁRIOS 25.0%

DO ORDENAMENTO PROCESSUAL TRIBUTÁRIO 15.0%

DO RITO ORDINÁRIO E DO RITO SUMÁRIO 15.0%

DO ORDENAMENTO PROCESSUAL TRIBUTÁRIO 15.0%

DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO 15.0%

DOS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS 15.0%


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Regulamento de Procedimentos e de Processo Administrativo Tributário (RPAT) a que se refere o


Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998
Assuntos: DO ORDENAMENTO PROCESSUAL TRIBUTÁRIO

Observações:
1) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como “exceto”, “obrigatória”,

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“salvo”, “não pode”, “vedado”, “não se aplica”, condicionantes...


2) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como inclusive, ainda que,
bem como, "ou"...
3) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas.
4) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo.

Atividade 1 - Estimativa de tempo: 30 minutos

- Leia atentamente os artigos 1 ao 12 do Regulamento de Procedimentos e de Processo


Administrativo Tributário (RPAT) a que se refere o Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998

Atividade 2 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.

CAPÍTULO I - DO ORDENAMENTO PROCESSUAL TRIBUTÁRIO


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SEÇÃO I - DA ABRANGÊNCIA E DOS PRINCÍPIOS DE DIREITO APLICÁVEIS

(1) Art. 1º: Este Regulamento disciplina o processo administrativo tributário, abrangendo diversos
procedimentos administrativos relacionados a impostos de competência do Estado do Rio Grande
do Norte.

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(2) Art. 1º-A: Os procedimentos serão regidos pelos princípios da legalidade, razoabilidade,
contraditório, ampla defesa, entre outros princípios de direito aplicáveis.
(3) Parágrafo único do Art. 1º-A: Aplicação subsidiária das normas da legislação processual civil.

SEÇÃO II - DOS ATOS, TERMOS PROCESSUAIS E ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO

(1) Art. 2º: Os atos processuais devem conter o indispensável, sem rasuras ou emendas não
ressaltadas.
(2) Art. 2º-A: O processo deve ter sua solução célere, com exigências limitadas ao essencial.
(3) Art. 3º: Caso haja irregularidade, ela será corrigida por quem de direito.
(4) Art. 4º: O processo será organizado em ordem cronológica e suas folhas numeradas e
autenticadas.
(5) Art. 4º-A: Dispensa de reconhecimento de firma nas petições dirigidas à Secretaria de Estado
da Tributação.
(6) Art. 5º: A administração tributária deve garantir sigilo sobre informações econômicas e
financeiras dos contribuintes.
(7) Art. 6º: A autoridade administrativa deve responder formalmente às petições dos interessados.
(8) Art. 6º-A: Facultado o direito de vista do processo, podendo ser fornecidas cópias ou certidões.

SEÇÃO III - DO DOMICÍLIO DO CONTRIBUINTE

(1) Art. 7º: Define-se o domicílio do contribuinte, sendo diferente para pessoas naturais e jurídicas.

SEÇÃO IV - DA MUDANÇA DE DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO

(1) Art. 8º: O sujeito passivo deve comunicar qualquer alteração de seu domicílio tributário.
(2) § 1º: A comunicação não terá efeito se o endereço for inverídico ou se houver recusa do
domicílio eleito.
(3) § 3º: A falta de recebimento de intimação não pode ser usada contra a administração
tributária.

SEÇÃO V - DOS IMPEDIMENTOS E DA SUSPEIÇÃO

(1) Art. 9º: Define situações que impedem o Auditor Fiscal de exercer sua função, como interesse
econômico ou familiar direto.
(2) Art. 11: Impedimento de participação no julgamento de um processo para quem tenha
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intervenido em fases anteriores.


(3) Art. 11-A: Impedimento de peritos que se enquadrem nas mesmas situações de impedimento
do Auditor Fiscal.
(4) Art. 11-B: Define o interesse econômico ou financeiro direto ou indireto para os envolvidos em
processos.
(5) Art. 11-C: Situações que configuram suspeição, como amizade íntima ou interesse no resultado

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do julgamento.
(6) Art. 12: A arguição de impedimento ou suspeição deve ser feita por escrito na primeira
oportunidade.

Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS

Julgue os itens abaixo, assinalando (C) CERTO ou (E) ERRADO.


Assuntos: Artigos 1 ao 12 do Decreto nº 13.796/1998
Tempo de resolução ideal: 10 minutos

Questões Inéditas LS

01 - O Regulamento dispõe que o processo administrativo tributário inclui a impugnação de


lançamento de crédito tributário e a impugnação de despacho denegatório de pedido de
restituição.
( ) Certo
( ) Errado

02 - O princípio da legalidade é um dos princípios que rege os procedimentos e processos


administrativos tributários, conforme o artigo 1º-A.
( ) Certo
( ) Errado
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03 - A autoridade administrativa pode arquivar a petição do interessado sem despacho


fundamentado, desde que o peticionário tenha sido cientificado.
( ) Certo
( ) Errado

04 - O sigilo de informações sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo não

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pode ser quebrado nem em casos de requisição judicial ou por Comissão Parlamentar de
Inquérito.
( ) Certo
( ) Errado

05 - Quando a autoridade administrativa verificar irregularidade no processo, deverá corrigi-la de


imediato, sem necessidade de comunicação ao interessado.
( ) Certo
( ) Errado

06 - O Domicílio Tributário Eletrônico (DTE-RN) é utilizado pelas pessoas jurídicas de direito


privado como o local de comunicação com a administração tributária, conforme artigo 7º.
( ) Certo
( ) Errado

07 - O auditor fiscal pode atuar em fiscalização e diligência, mesmo se tiver interesse econômico
no processo, desde que declare isso à administração tributária.
( ) Certo
( ) Errado

08 - A comunicação de alteração de domicílio tributário do sujeito passivo não terá efeito caso o
novo endereço seja inverídico ou o domicílio eleito seja recusado.
( ) Certo
( ) Errado

09 - O impedimento de um auditor fiscal em relação a um contribuinte se aplica caso este tenha


um interesse financeiro direto ou indireto no processo.
( ) Certo
( ) Errado

10 - A arguição de suspeição deve ser feita oralmente durante o andamento do processo.


( ) Certo
( ) Errado
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Questões com Comentários e Gabarito

01 - O Regulamento dispõe que o processo administrativo tributário inclui a impugnação de

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lançamento de crédito tributário e a impugnação de despacho denegatório de pedido de


restituição.
Comentário: A questão está correta. O artigo 1º, parágrafo único, menciona que o processo
administrativo tributário abrange a impugnação de lançamento de crédito tributário e de
despacho denegatório de pedido de restituição.
Gabarito: Certo

02 - O princípio da legalidade é um dos princípios que rege os procedimentos e processos


administrativos tributários, conforme o artigo 1º-A.
Comentário: O artigo 1º-A menciona que os procedimentos e processos administrativos tributários
se regem pelos princípios da legalidade, da oficialidade, entre outros. Portanto, a afirmação está
correta.
Gabarito: Certo

03 - A autoridade administrativa pode arquivar a petição do interessado sem despacho


fundamentado, desde que o peticionário tenha sido cientificado.
Comentário: A questão está errada. O artigo 6º, por sua vez, estabelece que a autoridade
administrativa deve responder formalmente à petição do interessado, vedado seu arquivamento
sem despacho fundamentado.
Gabarito: Errado

04 - O sigilo de informações sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo não


pode ser quebrado nem em casos de requisição judicial ou por Comissão Parlamentar de
Inquérito.
Comentário: A questão está errada. O artigo 5º, parágrafo único, prevê que o sigilo pode ser
quebrado em situações específicas, como requisição judicial ou por Comissão Parlamentar de
Inquérito.
Gabarito: Errado

05 - Quando a autoridade administrativa verificar irregularidade no processo, deverá corrigi-la de


imediato, sem necessidade de comunicação ao interessado.
Comentário: A questão está errada. O artigo 3º exige que, caso a autoridade administrativa
verifique irregularidade no processo, ela deve providenciar a correção, mas deve ser comunicada
a parte responsável para que a correção seja realizada de acordo.
Gabarito: Errado
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06 - O Domicílio Tributário Eletrônico (DTE-RN) é utilizado pelas pessoas jurídicas de direito


privado como o local de comunicação com a administração tributária, conforme artigo 7º.
Comentário: A questão está correta. O artigo 7º, inciso II, menciona que o DTE-RN é utilizado pelas
pessoas jurídicas de direito privado para fins de comunicação com a administração tributária.
Gabarito: Certo

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07 - O auditor fiscal pode atuar em fiscalização e diligência, mesmo se tiver interesse econômico
no processo, desde que declare isso à administração tributária.
Comentário: A questão está errada. O artigo 9º proíbe o auditor fiscal de exercer atividade de
fiscalização ou diligência quando tiver interesse econômico ou financeiro direto ou indireto,
conforme estabelecido no artigo 11-B.
Gabarito: Errado

08 - A comunicação de alteração de domicílio tributário do sujeito passivo não terá efeito caso o
novo endereço seja inverídico ou o domicílio eleito seja recusado.
Comentário: A questão está correta. O artigo 8º, § 1º, especifica que a comunicação de alteração
de domicílio tributário não produzirá efeitos caso o endereço seja inverídico ou haja recusa do
domicílio eleito.
Gabarito: Certo

09 - O impedimento de um auditor fiscal em relação a um contribuinte se aplica caso este tenha


um interesse financeiro direto ou indireto no processo.
Comentário: A questão está correta. O artigo 9º, inciso I, dispõe que o auditor fiscal está impedido
de exercer atividade de fiscalização ou diligência quando tiver interesse econômico ou financeiro
direto ou indireto, conforme artigo 11-B.
Gabarito: Certo

10 - A arguição de suspeição deve ser feita oralmente durante o andamento do processo.


Comentário: A questão está errada. O artigo 12, § 1º, estabelece que a arguição de suspeição deve
ser feita por escrito, na primeira oportunidade em que o interessado possa se manifestar nos
autos.
Gabarito: Errado

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

195
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

19) História e Aspectos geoeconômicos

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): ESCRAVIDÃO INDÍGENA E AFRICANA NO RN COLONIAL

Assunto: ESCRAVIDÃO INDÍGENA E AFRICANA NO RN COLONIA

Atividade 1:
- Resolva as questões 01 a 23 (total de questões: 23) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - SEFAZ RN - História - Caderno 5
Marque as questões que errou ou teve dúvida como favorita. Isso será importante para as tarefas
de revisão.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores

196
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

História e Cultura do Rio Grande do Norte

Colonização e Ocupação Inicial


- O início da fase moderna de ocupação da terra potiguar por populações vindas da Europa é
simbolizado pelo Marco de Touros.
- A cidade de Natal foi fundada no período da União Ibérica (Portugal e Espanha), após a morte de
D. Sebastião.
- A construção do Forte dos Reis Magos em 1598, um dos marcos iniciais da colonização, tinha
como objetivo ser responsável pela defesa da capitania e marco definitivo da posse territorial
pelos colonizadores portugueses.
- A ocupação das terras litorâneas pelos portugueses só foi possível após a construção do Forte
dos Reis Magos, devido à presença de franceses e indígenas na região.

Relação com os Povos Indígenas


- As tribos indígenas que habitavam a Capitania do Rio Grande do Norte eram os Potiguares,
Cariris, Tarairius e Canindés.
- Os potiguaras habitavam o litoral e os cariris (ou tarairiús) viviam no sertão.
- Os potiguara pertenciam ao tronco tupi e se distribuíram entre os atuais estados da Paraíba, Rio
Grande do Norte e Ceará.
- A dificuldade no relacionamento entre portugueses e indígenas (potiguaras) devia-se ao fato de
o sistema de escambo dificultar a existência de trabalho compulsório como imposição dos
portugueses e facilitar o convívio e as relações de troca entre índios e franceses.
- A pacificação dos índios potiguares ocorreu após muitos combates violentos contra
colonizadores luso-brasileiros, sendo aceito um acordo de paz em 1599, com intermediação de
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Jerônimo de Albuquerque e padres jesuítas.


- O processo de conquista da Capitania do Rio Grande foi marcado por conflitos em que as
autoridades coloniais utilizaram enfrentamentos entre grupos indígenas para facilitar o processo
de conquista.
- Os registros eclesiásticos das freguesias no Seridó evidenciam, do último quartel do século XVIII
à primeira metade do século XIX, a presença de índios junto a outros grupos sociais participando

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

dos rituais cristãos: batizado, matrimônio e exéquias.

Guerra dos Bárbaros


- Um importante episódio da história colonial do RN, ocorrido entre fins do século XVII e
princípios do XVIII, refere-se à reação dos primitivos habitantes da região (especialmente dos
cariris) à utilização do trabalho escravo indígena.
- Esse episódio ficou conhecido como Guerra dos Bárbaros.
- A Guerra dos Bárbaros foi um dos maiores e mais longos conflitos armados envolvendo índios e
brancos em todo o período colonial da história do Brasil.
- O conflito, após um longo período, foi encerrado pela intervenção de forças portuguesas
lideradas pelos bandeirantes.

Economia e Sociedade no Período Colonial e Império


- Durante todo o período colonial, o Rio Grande do Norte teve dificuldades para produzir açúcar.
Os engenhos não chegaram a desabrochar inteiramente, dividindo-se entre a fabricação do
açúcar e outras atividades econômicas, como a pecuária.
- A afirmação de que a integração da economia da província às correntes do comércio
internacional se fez através da importação de algodão, couros e açúcar é incorreta.
- Sobre o processo abolicionista, é correto afirmar que a mão de obra escrava não foi
determinante na vida econômica provincial, sobretudo em relação à criação de gado e ao cultivo
do algodão.

Cultura e Folclore
- Dentre as principais manifestações culturais do estado, destaca-se o Coco de Zambê ou
Bambelô.
- As tradições portuguesas, indígenas e negras no estado misturam-se, influenciam-se
reciprocamente e fazem surgir festas ou folguedos, ou ainda autos populares.
- Na dança dos cangaceiros, o grupo ressalta as figuras do cangaço, mantendo-se uma
organização hierárquica em que todos cantam e dançam músicas referentes ao cangaço, tendo
como destaque o xaxado.

Segunda Guerra Mundial e Posição Estratégica


- Em 1942, a posição geográfica de Natal foi classificada como "um dos quatro pontos mais
estratégicos do mundo" pelo Departamento de Guerra dos EUA.
- A cidade de Natal teve seu nome relacionado ao apelido de "Trampolim da vitória", onde aviões
vindos da Europa abasteciam e seguiam para a África.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- A escolha do Rio Grande do Norte para sediar uma base militar norte-americana está
relacionada à sua posição geopolítica no contexto da Segunda Guerra Mundial.
- As bases se constituíam um ponto de apoio logístico para as operações de patrulhamento do
Atlântico Sul e Norte da África.

Aspectos Diversos

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

- São símbolos do estado do Rio Grande do Norte a bandeira, o brasão de armas e o hino.
- O feriado estadual de 3 de outubro corresponde à data do massacre de fiéis católicos, ocorrido
em Uruaçu, comunidade de São Gonçalo do Amarante.
- Durante a União Ibérica, a Capitania do Rio Grande do Norte passou a fazer parte do interesse
expansionista de Filipe II da Espanha, tendo em vista a posição geográfica da capitania, que
possibilitava acesso estratégico à colônia e exploração de todas as terras da costa brasileira,
especificamente da região nordestina.

Escravidão Indígena e Africana no Rio Grande do Norte Colonial

A escravidão na Capitania do Rio Grande (atual Rio Grande do Norte) durante o período colonial
foi marcada pela coexistência e, em certos momentos, pela substituição da mão de obra indígena
pela africana, refletindo as dinâmicas econômicas e a legislação da Coroa Portuguesa.

Escravidão Indígena

- Pioneirismo: A escravização de indígenas foi a primeira forma de trabalho compulsório utilizada


na capitania, especialmente no início da colonização, como ocorreu em grande parte do Brasil.

- Mecanismos: A captura de índios se dava, muitas vezes, através da manipulação de conflitos


intertribais ou das chamadas “guerras justas” e “resgates” (expedições para resgatar índios cativos
de outras tribos, mas que frequentemente resultavam em escravização).

- Período: A escravidão indígena permaneceu até meados do século XVIII, sendo importante no
sertão e nas atividades de pecuária e agricultura de subsistência, além dos engenhos litorâneos
iniciais (como o Cunhaú). A proibição definitiva por Marquês de Pombal, a partir de 1755/1758,
formalizou seu declínio.

- Resistência: A resistência indígena foi forte, com fugas, revoltas e a recusa em trabalhar nos
moldes coloniais.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Escravidão Africana

- Chegada e Crescimento: A mão de obra africana escravizada foi introduzida gradualmente. O


aumento significativo ocorreu em associação com o desenvolvimento da economia açucareira
(engenhos em regiões como Goianinha, São José de Mipibu, Macaíba e Ceará-Mirim),
principalmente a partir da segunda metade do século XVII e no século XVIII, vindos muitas vezes

199
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

de Pernambuco.

- Atividades: Embora presente nos engenhos e na lavoura, os escravos africanos e crioulos


(nascidos no Brasil) também foram amplamente empregados na pecuária do sertão (embora em
menor número por senhor em comparação com as *plantations* do Sul), e nas atividades urbanas
e domésticas na capital (Natal).

- Número: Embora o RN nunca tenha possuído um número tão elevado de escravos quanto
grandes centros açucareiros como Bahia e Pernambuco, o número cresceu moderadamente no
século XVIII com a expansão do açúcar, atingindo picos limitados. Os plantéis (o número de
escravos por proprietário) tendiam a ser menores nas áreas rurais potiguares.

- Origem: Eram provenientes de diversas regiões africanas, como Angola, Congo e Guiné.

Síntese Final

O Rio Grande do Norte colonial utilizou a escravidão indígena no seu início e no sertão (pecuária),
e a escravidão africana se consolidou, tornando-se predominante para sustentar a economia
açucareira litorânea e as demandas urbanas/domésticas, apesar do menor volume de cativos em
relação a outras capitanias do Nordeste.

Nota Especial: A resistência negra também se fez presente, com fugas, quilombos e formas
diversas de contestação — exemplos incluem o Quilombo de Cunhaú e outros núcleos menores
no interior do RN.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

200
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

20) Contabilidade Geral

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Contas do Ativo: Disponibilidades; Contas a Receber; PCLD; Despesas


Antecipadas; Realizável a Longo Prazo

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Contas do Ativo: Disponibilidades; Contas a Receber; PCLD; Despesas Antecipadas; Realizável a


Longo Prazo.

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos listados acima que teve dúvidas ou dificuldades.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:

201
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO 02

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 01 a 13 (total de questões: 13) - tempo ideal: 26 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 02 - FCC

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 02 - FGV

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 02 - CEBRASPE

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 36 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 02 - VUNESP
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

202
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Contas do Ativo: Disponibilidades

Disponibilidades

Caixa e equivalentes de caixa

7. Os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de caixa


de curto prazo e, não, para investimento ou outros propósitos. Para que um investimento seja
qualificado como equivalente de caixa, ele precisa ter conversibilidade imediata em montante
conhecido de caixa e estar sujeito a um insignificante risco de mudança de valor. Portanto, um
investimento normalmente qualifica-se como equivalente de caixa somente quando tem
vencimento de curto prazo, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da aquisição.

Saldos contábeis de contas em bancos que estejam em liquidação ou sob intervenção devem ser
classificados como “Contas a Receber” no Ativo Circulante ou Ativo Não Circulante (no Realizável
a Longo Prazo), dependo da situação. Além disso, deverá ser feita uma estimativa para possíveis
perdas, e em caso de valores significativos, evidenciado também em nota explicativa (FIPECAFI).
Neste caso, não serão considerados como disponibilidades.

Disponibilidades:
● Caixa;
Depósitos bancários à vista;
Numerários em trânsito;
Equivalentes de Caixa - Aplicações de liquidez imediata;
Contas para pagamentos específicos;
Contas especiais de cobrança;
Não são disponibilidades
● Depósitos bancários vinculados;
Depósitos bancários com restrição de movimentação;
Saldos de contas em bancos em liquidação;
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Depósitos bloqueados

203
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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21) Tecnologia da Informação

Material indicado: TI Descomplicada - Curso do Professor Felipe Mathias - Plataforma


Hotmart - 2025 - Felipe Mathias.

Assunto(s): COBIT 2019

Assuntos e Subassuntos:

COBIT 2019

Atividade 1
- Estude a teoria da "AULA 31 - COBIT 2019" - Assunto 1. COBIT 2019 até antes de 2.6 Objetivos
Organizacionais (páginas 4 a 21).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2

- Estude a teoria da "AULA 31 - COBIT 2019" - Assunto 2.6 Objetivos Organizacionais o final da
teoria. (páginas 22 a 36).

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

COBIT 2019: Governança e Gestão de TI

- Conceito: O COBIT (Control Objectives for Information and Related Technologies) é um


*framework* de governança e gestão de TI amplamente reconhecido.
- Ele fornece um conjunto de melhores práticas e diretrizes que auxiliam as empresas a gerenciar
seus processos de TI de forma eficaz e alinhada com os objetivos estratégicos.
- O COBIT 2019 NÃO É PRESCRITIVO; é um guia de boas práticas.
- Abordagem: É voltado para toda a entidade, de ponta a ponta, englobando toda a tecnologia e
informação processadas para alcançar seus objetivos.
- Desenvolvedor: Foi desenvolvido inicialmente pela ISACA.
- Distinção: Faz uma diferença clara entre governança e gerenciamento/gestão.

Governança Corporativa de TI (EGIT)

- Definição: É uma parte integrante das empresas na era digital, objetivando, através do
alinhamento entre empresa e TI, a criação de valor.
- Exercício: É exercida pelo conselho, que supervisiona a definição e implementação de processos,
estruturas e mecanismos de TI.

Pilares da Criação de Valor

O valor é dado pelo balanço de benefícios, riscos e recursos. Os três pilares principais são:
(1) Realização de Benefícios: Criar valor, mantendo e aumentando o valor de investimentos
existentes.
(2) Otimização de Riscos: Abordar riscos associados ao uso, propriedade e operação da T&I;
objetiva manter o valor.
(3) Otimização de Recursos: Garantir que as capacidades apropriadas estejam no lugar certo, com
recursos (humanos e financeiros) suficientes e efetivos; visa manter uma estrutura de T&I
econômica.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Princípios do COBIT 2019

O COBIT 2019 possui dois grupos de princípios:

Princípios do Sistema de Governança (Requisitos base do sistema)

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

(1) Prover valor aos *stakeholders*.


(2) Abordagem Holística: O sistema deve conter componentes de diferentes tipos que trabalham
conjuntamente.
(3) Sistema de Governança Dinâmico: O impacto de mudanças nos fatores de *design* deve ser
considerado no sistema.
(4) Governança Distinta de Gerência/Gestão.
(5) Adaptar às Necessidades da Empresa (*Tailoring*): Usar fatores de desenho como parâmetros
para customizar o sistema.
(6) Sistema de Governança Ponta-a-ponta: Cobrir toda a organização, e não apenas as funções de
TI.

Princípios do Framework de Governança (Para criar um sistema de governança)

(1) Baseado em um sistema conceitual: Identificar componentes-chave e seus relacionamentos


para maximizar a consistência e permitir a automação.
(2) Aberto e Flexível: Permitir a adição de novos conteúdos e abordar diferentes problemas,
mantendo a integridade e consistência.
(3) Alinhado a padrões relevantes: Padrões mais relevantes (legais, contratuais, etc.) devem ser
usados como base para alinhamento.

Estrutura do COBIT: Domínios e Objetivos

O COBIT trabalha com 40 objetivos de governança e gestão, divididos em 5 domínios:

Domínio de Governança (1)

- Avaliar, Dirigir e Monitorar (ADM/EDM): Aborda as estratégias de negócio, corpo gerencial,


execução de escolhas e o resultado delas.

Domínios de Gestão (4)

- Alinhar, Planejar e Organizar (APO): Aborda a organização em geral, a estratégia e as atividades


de gestão de TI.
- Construir, Adquirir e Implementar (CAI/BAI): Aborda a definição, aquisição e implementação de
soluções de TI.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Entregar, Servir e Suportar (ESS/DSS): Tem foco na prestação e suporte dos serviços de TI.
- Monitorar, Avaliar e Analisar (MAA/MEA): Objetiva monitorar o desempenho e a conformidade da
TI com os objetivos de controles internos e requisitos externos.

ATENÇÃO: Os objetivos de governança (ADM) são os únicos que contêm o verbo "Garantir" em sua
nomenclatura (ADM01 a ADM05).

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Cascata de Objetivos

É uma abordagem que traduz as necessidades de alto nível em metas e ações específicas,
garantindo alinhamento e foco. Possui 4 níveis de hierarquia:
(1) Necessidades das Partes Interessadas.
(2) Objetivos Corporativos (13 objetivos).
(3) Objetivos de Alinhamento (13 objetivos) - Enfatizam a coordenação dos esforços de TI com os
objetivos de negócios.
(4) Objetivos de Governança e Gerenciamento (40 objetivos).

Componentes do Sistema de Governança

São os fatores que contribuem para a operação do sistema de governança de TI, resultando no
sistema holístico. O COBIT conta com 7 componentes:
(1) Processos: Descrevem práticas e atividades para alcançar objetivos, resultando em produtos
que suportam o atingimento dos objetivos.
(2) Estruturas Organizacionais: Entidades-chave no processo decisório.
(3) Princípios, Políticas e Procedimentos: Traduzem o comportamento esperado em guias práticos
para a gestão do dia a dia.
(4) Informação: Inclui todas as informações produzidas e utilizadas.
(5) Cultura, Ética e Comportamento: Fatores subestimados para o sucesso da governança e
gestão.
(6) Pessoas, Habilidades e Competências: Requisitos para boas decisões e execução de ações.
(7) Serviços, Infraestrutura e Aplicativos: Envolve a infraestrutura, tecnologia e aplicações que
provêm o sistema de governança.

Fatores de Desenho (*Design Factors*)

São fatores que influenciam o projeto do sistema de governança de uma organização, ajudando-a
a alcançar seus objetivos. O COBIT traz 11 fatores:
(1) Estratégia Organizacional.
(2) Objetivos Organizacionais.
(3) Perfil de Risco da Organização.
(4) Problemas Relacionados à TI (*Pontos de dor*).
(5) Cenário de Ameaças.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

(6) Requisitos de Conformidade.


(7) Papel da TI (Suporte, Fábrica, Transformadora, Estratégica).
(8) Modelo de Provimento de TI (Terceirização, Nuvem, Desenvolvimento Interno).
(9) Modelo de Implementação (Métodos Ágeis, DevOps, etc.).
(10) Estratégia de Adoção da Tecnologia (Pioneiro, Seguidor, Adoção tardia).
(11) Tamanho da Organização (Pequenas/Médias, Grandes).

207
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Processo de Desenho e Implementação

O COBIT sugere 4 etapas com subetapas para o processo de *tailoring* (adaptação) e desenho do
sistema de governança:
(1) Entender o contexto organizacional e a estratégia: Entender estratégias, objetivos, perfil de
risco e problemas correntes relacionados à T&I.
(2) Determinar o escopo inicial do sistema de governança: Considerar estratégia, objetivos
(aplicando a cascata), perfil de risco e problemas correntes relacionados à T&I.
(3) Refinar o escopo do sistema de governança: Considerar ambiente de ameaças, requisitos de
*compliance*, papel da TI, modelo de fornecimento, métodos de implementação, estratégia de
adoção e tamanho da entidade.
(4) Concluir o desenho do sistema de governança: Resolver conflitos de prioridade inerente e
concluir o desenho.

Gerenciamento de Desempenho (CPM)

O COBIT Performance Management (CPM) visa expressar o quão bem o sistema de gestão e
governança funciona e como pode ser melhorado. É suportado por um esquema baseado no
CMMI (*Capability Maturity Model Integration*).

Níveis de Capacidade de Processos

- Mede o quão bem um **processo** é implementado e está atingindo sua capacidade.


- A escala varia do Nível 0 ao Nível 5:
(0) Falta de capacidade básica (Incompleto).
(1) Parcialmente atinge suas finalidades (Inicial).
(2) Alcança sua finalidade através de um conjunto básico e completo de atividades (*Executado*).
(3) Alcança sua finalidade de forma organizada, processos bem definidos (*Definido*).
(4) Desempenho avaliado quantitativamente.
(5) Desempenho avaliado quantitativamente, visando a melhoria contínua.

Níveis de Maturidade

- Estão associados às **áreas de foco**.


- É alcançado se todos os processos contidos na área atingirem um nível particular de
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

capacidade.
- A escala também vai do Nível 0 ao Nível 5:
(0) Incompleto: As finalidades da área de foco não foram alcançadas.
(1) Inicial: O objetivo e a finalidade gerais da área de foco não foram atingidos.
(2) Gerenciado: O planejamento e a medição ocorrem, mas de forma não padronizada.
(3) Definido: Padrões corporativos fornecem orientação para toda a empresa.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

(4) Quantitativo: Empresa orientada a dados, com melhoria de desempenho quantitativa.


(5) Otimizado: Empresa focada na melhoria contínua.

Fases de Implementação do COBIT

O ciclo de implementação é composto por 3 ciclos (*Gerenciamento do Programa*, *Habilitação


da Mudança* e *Melhoria Contínua*) e 7 fases:
(1) Fase 1 - Quais são os direcionadores? Identificar direcionadores de mudança (evento interno ou
externo) e gerar um desejo de mudança expresso em um esboço de um caso de negócios.
(2) Fase 2 - Onde estamos agora? Alinhar objetivos de I&T com estratégias e riscos, priorizando
metas, e avaliar a capacidade atual do componente processo desses objetivos.
(3) Fase 3 - Onde queremos estar? Definir uma meta de melhoria e realizar uma análise de
lacunas para identificar soluções potenciais (vitórias rápidas, médio e longo prazo).
(4) Fase 4 - O que precisa ser feito? Descrever como planejar soluções viáveis e práticas, definindo
projetos e um plano de mudança para implementação.
(5) Fase 5 - Como chegaremos lá? Implementar as soluções propostas através de práticas de
gestão de projetos e estabelecer sistemas de monitoramento.
(6) Fase 6 - Chegamos lá? Reavaliar a capacidade dos componentes processo dos objetivos
selecionados para verificar se as metas foram alcançadas e fazer a transição sustentável para as
operações normais.
(7) Fase 7 - Como podemos manter o impulso? Analisar o sucesso geral, identificar outros
requisitos e reforçar a necessidade de melhoria contínua.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

22) Direito Tributário - Reforma Tributária

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): EC 132/2023. O Modelo Brasileiro de Tributação sobre o consumo pré reforma.

Assunto: EC 132/2023. O Modelo Brasileiro de Tributação sobre o consumo pré reforma.

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Reforma Tributária - caderno 02

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

210
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

Regimes Específicos de Tributação

Os regimes específicos surgem para atender peculiaridades de determinados setores ou


operações. Nem sempre implicam redução da carga tributária, podendo apenas alterar
obrigações acessórias ou principais.

Principais setores com regimes específicos:

Combustíveis e Lubrificantes:
Tributação monofásica com alíquota uniforme nacional (ad rem) para combustíveis.
Lubrificantes continuam com tributação plurifásica.

Serviços Financeiros e Operações com Bens Imóveis:


Alíquotas diferenciadas e base de cálculo distinta (faturamento líquido).
Serviços remunerados por spread têm regime diferenciado.

Cooperativas:
Isenção (alíquota zero) para operações entre cooperativas e seus associados.
Permissão de aproveitamento de créditos nas etapas anteriores.

Hotelaria, Bares, Aviação Regional e Esporte:


Possibilidade de alíquotas uniformes e vedação de creditamento.
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Tratados Internacionais e Missões Diplomáticas:


Possibilidade de reembolso dos tributos pagos.

Transporte Coletivo:
Redução de 100% nas alíquotas para transporte urbano, semiurbano e metropolitano sob
concessão.

211
META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Regimes Favorecidos de Tributação

Visam desonerar setores estratégicos com alíquotas reduzidas, isenções ou créditos presumidos.

Exemplos de regimes favorecidos:


Cesta Básica Nacional: Alíquota zero para itens essenciais (arroz, feijão, café, etc.).
Saúde e Educação: Redução de 60% nas alíquotas para serviços essenciais.
Medicamentos e Produtos de Higiene: Alíquotas reduzidas entre 60% e 100%.
Transporte Público: Redução ou isenção para estimular a mobilidade urbana.
Agronegócio e Cultura: Incentivos para produtos agropecuários e atividades culturais.

Compras Governamentais
Objetivo: Evitar que a Administração Pública arque com tributos incidentes sobre aquisições.

Mecanismo:
Redução a zero das alíquotas de outros entes envolvidos.
Elevação da alíquota do ente contratante, garantindo que os recursos retornem ao seu próprio
caixa.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Pagamento Dividido (Split Payment)

Método em que o valor do tributo é segregado no momento do pagamento e enviado


diretamente aos cofres públicos.

Vantagens:
Redução da sonegação e previsibilidade na arrecadação.
Simplificação do compliance tributário.
Promove justiça tributária, evitando concorrência desleal.

Funcionamento:
O banco separa automaticamente o valor da mercadoria e o tributo.
O fornecedor recebe apenas o valor líquido da venda.

Cashback

Devolução parcial ou total de tributos para consumidores de baixa renda.

Objetivos:
Mitigar a regressividade tributária.
Promover a inclusão social e reduzir desigualdades.
Incentivar a solicitação de notas fiscais pelos consumidores.

Características:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Beneficiários: Famílias cadastradas no CadÚnico com renda per capita até meio salário mínimo.
Obrigatório para consumo de energia elétrica e gás de cozinha para consumidores de baixa
renda.
Valores devolvidos não entram na base de cálculo de receitas para diversos fins fiscais e legais.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Comitê Gestor

Responsável pela administração do IBS, com representantes da União, Estados, DF e Municípios.

Competências:
Fixação de alíquotas de referência.
Gestão de arrecadação e repasses.
Solução de conflitos federativos relacionados ao IBS.

Repartição de Receitas do IBS


Tributação no destino: O imposto será devido ao local de consumo do bem ou serviço.
Período de Transição: De 2029 a 2032, a arrecadação será gradualmente transferida da origem
para o destino.
Arrecadação centralizada: O Comitê Gestor ficará responsável pela distribuição proporcional aos
entes federativos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

O Processo Administrativo Fiscal


O contribuinte terá acesso a instâncias administrativas para questionar autuações e lançamentos
tributários.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Os prazos e procedimentos serão unificados nacionalmente para o IBS e a CBS.


Busca-se celeridade e transparência nos julgamentos.

Simples Nacional
Mantido para micro e pequenas empresas.
Não cumulatividade do IBS e CBS não se aplica diretamente, mas haverá formas específicas de
cálculo.
Benefícios do Simples podem ser revistos quinquenalmente.

Estrutura da Transição e Cronograma

Fase 1 – Período de Teste (2026)

Implementação simbólica:
Cobrança do IBS e da CBS com alíquotas reduzidas (0,1% para IBS e 0,9% para CBS).
Objetivo: Testar a operacionalização dos novos tributos sem impacto relevante na carga tributária.

Fase 2 – Período de Convivência Dupla (2026 a 2032)

Características:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Convivência entre os tributos antigos (ICMS, ISS, PIS e COFINS) e os novos (IBS e CBS).
Redução gradual das alíquotas dos tributos extintos enquanto o IBS e a CBS são majorados.

Cronograma de Redução das Alíquotas (ICMS e ISS):


2029: 90% da alíquota original.
2030: 80% da alíquota original.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
17/11/2025
META 38

2031: 70% da alíquota original.


2032: 60% da alíquota original.

Fase 3 – Extinção e Consolidação (2033)

Fim dos tributos antigos: ICMS e ISS serão definitivamente extintos.


Predominância do novo sistema: IBS e CBS serão os únicos tributos sobre o consumo em vigor.

Transição da Tributação na Origem para o Destino (2029 a 2077)

Mudança gradual:
O imposto passará a ser cobrado no local de consumo e não mais na origem.
Prazo longo (48 anos) para mitigar perdas dos estados produtores.

Impactos:
Estados consumidores ganharão participação maior na arrecadação.
Estados produtores terão tempo para ajustar suas políticas econômicas.

Seguro-Receita e Compensação para os Entes Federativos

Objetivo: Amortecer perdas de arrecadação durante e após o período de transição.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Funcionamento:
Parte da arrecadação do IBS será retida para formar o "seguro-receita".
Estados e municípios que apresentarem perdas significativas receberão compensações.

Redução Gradual do Seguro-Receita: Vigente até 2077 com redução progressiva de 2078 a 2097

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Compensação de Créditos Tributários Acumulados

Situação dos créditos até 2032:


Contribuintes com créditos acumulados de ICMS e ISS poderão compensá-los em até 240
parcelas mensais.

Possibilidade de ressarcimento:
Caso não haja compensação suficiente, será possível solicitar reembolso conforme regras do
Comitê Gestor do IBS.

Papel do Comitê Gestor durante a Transição

Responsável por:
Definir as regras operacionais da transição.
Gerenciar o repasse dos tributos aos estados e municípios.
Estabelecer mecanismos de compensação e acompanhamento da arrecadação.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Desafios e Considerações Finais

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Convivência de sistemas:
A simultaneidade dos dois sistemas entre 2026 e 2032 demandará atenção redobrada dos
contribuintes e do fisco.

Longo prazo para mudanças estruturais:


A mudança da tributação na origem para o destino se estende até 2077, refletindo a cautela para
minimizar impactos negativos.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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23) Tecnologia da Informação

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Análise de informações - Conceitos Básicos de Bancos de Dados e Modelagem


Conceitual

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Assunto:
Análise de informações - Conceitos Básicos de Bancos de Dados;
Análise de informações - Modelagem Conceitual
Atividade 1:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CADERNO 02
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Análise de informações - Conceitos Básicos de Bancos de Dados;

Análise de informações - Modelagem Conceitual

Atividade 1:

Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CADERNO 02
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

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Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 23 (total de questões: 23) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FCC - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 12 (total de questões: 12) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FGV - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 02 (total de questões: 02) - tempo ideal: 5 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- VUNESP - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 26 (total de questões: 26) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- CEBRASPE - CADERNO 02

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Banco de Dados:
Conceitos Fundamentais:

Banco de Dados (BD): Coleção organizada de dados inter-relacionados, representando um aspecto do


mundo real. Imagine uma biblioteca bem organizada, onde cada livro (dado) tem seu lugar e se relaciona

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META 1 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 38

com outros.

Dado x Informação:

Dado: Fato bruto, sem significado isolado (ex: número 25).


Informação: Dado processado e contextualizado, com significado (ex: idade = 25 anos). Dados organizados
e com contexto.

SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados): Software que gerencia o BD, permitindo acesso,
manipulação e controle dos dados. É o bibliotecário que organiza e controla o acesso aos livros!
Exemplos: MySQL, PostgreSQL, SQL Server, Oracle.
Bancos de dados relacionais (SQL): São baseados no modelo relacional, utilizam SQL para manipulação e
consulta, e são adequados para dados estruturados. Exemplos: MySQL, PostgreSQL, SQL Server, Oracle.
Bancos de dados não relacionais (NoSQL): Surgiram para lidar com a variedade de dados (não
estruturados ou semiestruturados) e escalabilidade. Incluem modelos como chave-valor, documentos,
colunas e grafos. Exemplos: MongoDB, Cassandra, Redis.
Sistema de Banco de Dados (SBD): Conjunto formado pelo BD, SGBD e aplicações que o utilizam. É toda a
estrutura da biblioteca, incluindo os livros, o bibliotecário, os leitores e os sistemas de empréstimo e
catalogação.

Transações ACID: As transações em um BD devem possuir as propriedades ACID para garantir a


integridade dos dados:
Atomicidade: Tudo ou nada. A transação é executada por completo ou não é executada. Imagine um
caixa eletrônico que, ao sacar dinheiro, precisa debitar da sua conta e liberar as notas. Se uma das
operações falhar, a transação inteira é cancelada.
Consistência: A transação mantém a integridade dos dados, respeitando as regras do BD. Por exemplo, se
uma regra do banco exige que o saldo de uma conta não fique negativo, uma transação que tente sacar
mais dinheiro do que o disponível será rejeitada.
Isolamento: As transações são executadas independentemente, como se fossem as únicas em execução.
Imagine várias pessoas sacando dinheiro ao mesmo tempo em caixas eletrônicos diferentes. Cada
transação deve ocorrer como se fosse a única, sem interferência das outras.
Durabilidade: Os resultados de uma transação bem-sucedida são permanentes, mesmo em caso de
falhas. Após o saque no caixa eletrônico, o débito na sua conta é permanente, mesmo que haja uma
queda de energia logo em seguida.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Projeto de Banco de Dados: Do Conceitual ao Físico

Modelo Conceitual (MER - Modelo Entidade Relacionamento): Representação de alto nível, focada nas
entidades e seus relacionamentos. É o esboço inicial da biblioteca, definindo as principais áreas e como
elas se relacionam. Usa diagramas para representar entidades, atributos e relacionamentos.
Modelo Lógico (Relacional): Traduz o modelo conceitual para o modelo relacional, definindo tabelas,
atributos e chaves. É a planta detalhada da biblioteca, especificando as estantes, as prateleiras e a
organização dos livros. Define a estrutura das tabelas e seus relacionamentos.
Modelo Físico: Especifica como os dados serão armazenados fisicamente no SGBD. É a construção da
biblioteca, considerando os materiais, a estrutura física e a localização das estantes. Define como os
dados são armazenados fisicamente, incluindo índices, arquivos e otimizações.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Arquitetura ANSI/SPARC e Independência dos Dados

Arquitetura ANSI/SPARC (Três Esquemas): Define níveis de abstração para o BD, separando a visão do
usuário da forma como os dados são fisicamente armazenados:
Nível Externo: Visão do usuário sobre os dados. Cada usuário vê apenas os dados relevantes para ele,

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como se fosse uma interface personalizada. Ex: um aplicativo de vendas acessa apenas os dados de
clientes e produtos.
Nível Conceitual: Visão global do BD, integrando todas as visões externas. Define quais dados são
armazenados e seus relacionamentos. É o "esquema mestre" do banco de dados.
Nível Interno: Como os dados são fisicamente armazenados no SGBD. Otimizado para performance,
considerando detalhes como índices, arquivos e organização física dos dados. É a "planta baixa" do banco
de dados.
Independência de Dados: Capacidade de modificar um nível sem afetar os outros:
Independência Lógica: Alterar o nível conceitual (estrutura das tabelas) sem afetar o nível externo (visão
do usuário). Ex: adicionar uma coluna à tabela de clientes sem afetar os aplicativos que acessam essa
tabela.
Independência Física: Alterar o nível interno (armazenamento físico) sem afetar o nível conceitual
(estrutura lógica). Ex: mudar a forma como os dados são armazenados em disco sem afetar a estrutura
das tabelas.
Dica: Visualize a arquitetura ANSI/SPARC como um prédio com vários andares (níveis). Cada andar pode
ser modificado sem afetar os outros, garantindo flexibilidade e manutenção.

Comparativo entre a Arquitetura ANSI/SPARC e o Projeto de BD

A arquitetura ANSI/SPARC e o projeto de BD possuem uma correspondência direta:


Nível Externo <-> Modelo Conceitual (MER): Define a visão do usuário.
Nível Conceitual <-> Modelo Lógico (Relacional): Define a estrutura lógica do BD.
Nível Interno <-> Modelo Físico: Define o armazenamento físico dos dados.

ATENÇÃO
Dicas de Estudo para Detonar em Banco de Dados!
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Palavras-chave enganosas: Cuidado com termos como "várias", "sempre", "nunca", "somente". Eles

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tendem a tornar uma afirmação incorreta.


Alternativas semelhantes: Em questões de múltipla escolha, fique atento a alternativas parecidas. A
banca costuma colocar opções que parecem corretas, mas possuem pequenas diferenças cruciais.
Compare-as cuidadosamente!
Textos longos e complexos: Não se assuste com alternativas longas. Às vezes, a mais completa é a correta,
mesmo parecendo "complicada demais".
Termos técnicos usados incorretamente: A banca pode usar termos técnicos fora de contexto ou com
significado incorreto para te confundir. Domine a terminologia!
Generalizações: Desconfie de generalizações! Afirmações que são verdadeiras na maioria dos casos
podem ser falsas em situações específicas.

Modelagem Entidade-Relacionamento: Mandando Bem no MER!


Domine os conceitos.

1. Níveis de Modelagem: Do Abstrato ao Concreto

Conceitual (MER): Alto nível de abstração, focado na visão do usuário sobre os dados e seus
relacionamentos. Independente de implementação. Objetivo: representar as entidades, seus atributos e
relacionamentos de forma clara e compreensível.
Lógico (Relacional): Traduz o Modelo Entidade-Relacionamento (MER) para um modelo relacional,
definindo tabelas, atributos, chaves e restrições de integridade. As restrições de integridade são cruciais
para garantir a validade e a consistência dos dados, assegurando que os valores nos atributos sejam
válidos (restrições de domínio), que cada registro seja único (restrições de chave, como a chave primária)
e que os relacionamentos entre tabelas sejam mantidos (restrições de relacionamento, onde chaves
estrangeiras referenciam chaves primárias válidas). Esse processo é independente de um Sistema
Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) específico e tem como objetivo estruturar os dados de forma
adequada para a implementação em um banco de dados relacional
Físico: Especifica como o modelo lógico será implementado em um SGBD específico, considerando
otimizações. Objetivo: otimizar o armazenamento e acesso aos dados.
Dica: Cada nível adiciona detalhes e se baseia no anterior. A independência entre os níveis permite
modificar um sem impactar os outros.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

2. Modelo Entidade-Relacionamento (MER): A Visão do Usuário

Objetivo: Representar a estrutura dos dados de forma clara, a partir da perspectiva do usuário.
Componentes: Entidades, atributos e relacionamentos.
Diagrama ER (DER): Representação gráfica do MER. Diagramas ajudam a identificar erros.

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Dica: O MER facilita a comunicação entre desenvolvedores e usuários, garantindo que o banco de dados
atenda às necessidades do negócio.

3. Entidades: Os Dados Principais

Entidade: Objeto do mundo real sobre o qual queremos armazenar informações. Ex: Cliente, Produto.
Instância: Ocorrência específica de uma entidade. Ex: "João Silva" (instância de Cliente).
Tipos de Entidades:
Forte: Existe independentemente. Possui chave primária própria.
Fraca: Depende de outra entidade para existir. Chave primária da entidade forte + atributo discriminador.

Associativa: Representa um relacionamento N:M e pode ter atributos próprios.


Dica: Identificar o tipo de entidade é fundamental para a normalização e evitar redundância.

Disponível em:<[Link]
relacionamento>
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

4. Relacionamentos: Conectando as Entidades

Relacionamento: Associação entre entidades. Descreve como elas se relacionam.


Nome: Verbo que descreve a associação. Ex: Cliente realiza Pedido.
Classificações:

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Grau: Número de entidades participantes. Binário (2), Ternário (3)...


Cardinalidade: Número de instâncias participantes: 1:1, 1:N, M:N. Relacionamento 1:1 poderia ser entre uma
pessoa e seu passaporte, um relacionamento 1:N poderia ser entre um cliente e seus pedidos e um
relacionamento N:M poderia ser entre alunos e seus cursos.
Participação: Total (todas as instâncias) ou Parcial (nem todas). Um relacionamento entre
"departamento" e "funcionário", todos os departamentos precisam ter pelo menos um funcionário
(participação total), mas nem todos os funcionários pertencem a um departamento (participação parcial)
Dica: Cardinalidade e participação são cruciais para um banco de dados eficiente e consistente.

5. Atributos: Descrevendo Tudo

Atributo: Característica de uma entidade ou relacionamento. Ex: nome, data.


Classificações:
Valor: Monovalorado (um valor, ex. CPF), Multivalorado (vários, ex. Telefones).
Divisão: Simples (atômico), Composto (subdividido, ex."endereço" que pode ser subdividido em "rua",
"número", "cidade" e "estado" ).
Origem: Armazenado, Derivado (calculado).
Chave Primária: Identifica unicamente uma instância.
Chave Estrangeira: Referencia a chave primária de outra tabela.
Dica: A classificação dos atributos impacta na organização e consistência do BD.

6. Notação Pé-de-Galinha: Simplificando

Alternativa compacta para o MER, com "pés de galinha" para a cardinalidade. É um método visual para
representar relacionamentos entre entidades em um modelo de banco de dados. Seus principais
elementos são: PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Dica: Conheça esta notação, mesmo sendo menos comum que o MER.
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7. Perguntas e Respostas!

Quais são os três níveis de modelagem de dados e qual o foco de cada um?
Conceitual (visão do usuário, independente da implementação), Lógico (modelo relacional com tabelas,
atributos e chaves) e Físico (implementação em um SGBD específico, com otimizações).

O que é o Modelo Entidade-Relacionamento (MER) e qual seu objetivo principal?


O MER representa a estrutura dos dados a partir da visão do usuário, usando entidades, atributos e
relacionamentos, de forma clara e compreensível.

Quais são os componentes principais de um MER?


Entidades (objetos do mundo real), atributos (características) e relacionamentos (associações).

Quais são os tipos de entidades e suas características?


Forte (existe independentemente, com chave primária própria), Fraca (depende de outra, usa a chave da
forte + atributo), Associativa (representa relacionamento N:M).

O que são relacionamentos em um MER e como são classificados?


Associações entre entidades, descritas por verbos. Classificados por grau (número de entidades),
cardinalidade (1:1, 1:N, M:N) e participação (total ou parcial).

O que são atributos e como são classificados?


Características de entidades ou relacionamentos. Classificados por valor (monovalorado, multivalorado),
divisão (simples, composto), origem (armazenado, derivado), chave primária e chave estrangeira.

O que são restrições de integridade?


Regras para garantir dados válidos e consistentes: domínio (valores válidos), chave (unicidade da
primária), relacionamento (chaves estrangeiras válidas).

Qual a importância da notação "pé-de-galinha"?


Forma compacta e visual de representar a cardinalidade.

Qual a diferença entre modelo lógico e modelo físico?


Lógico: tabelas, atributos, chaves, independente do SGBD. Físico: Implementação otimizada em um
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

SGBD específico.

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24) Processo Administrativo Fiscal

Material indicado: Decreto nº 13.796/1998 (Regulamento de Procedimentos e de Processo


Administrativo Tributário (RPAT)).

Assunto(s): DO ORDENAMENTO PROCESSUAL TRIBUTÁRIO (PAT - Decreto nº 13.796/1998)

Regulamento de Procedimentos e de Processo Administrativo Tributário (RPAT) a que se refere o


Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998
Assuntos: DO ORDENAMENTO PROCESSUAL TRIBUTÁRIO

Observações:
1) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como “exceto”, “obrigatória”,
“salvo”, “não pode”, “vedado”, “não se aplica”, condicionantes...
2) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como inclusive, ainda que,
bem como, "ou"...
3) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas.
4) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo. PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1 - Estimativa de tempo: 20 minutos

- Faça uma Revisão Ativa dos artigos 1 a 12 estudados na tarefa anterior. Tente retomar o
conteúdo, a partir dos tópicos a seguir. Busque nos artigos estudados na tarefa anterior as

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respostas aos itens aqui abordados.


1. Liste os procedimentos administrativos há que se refere o decreto estudado?
2. Tente lembrar das formalidades gerais que os atos e termos dos processos administrativos
devem guardar.
3. Enumere os locais em que se considera domiciliados os diversos tipos de contribuintes (pessoas
naturais, pessoas jurídicas de direito privado, pessoas jurídicas de direito público, ...)
4. Cite os casos em que o Auditor Fiscal está impedido de exercer atividade de fiscalização.
5. Relembre as formalidades exigidas para a Arguição de Impedimento ou Suspeição.

Atividade 2 - Estimativa de tempo: 30 minutos

- Leia atentamente os artigos 13 ao 30B da Decreto nº 13.796/1998.

Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.


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Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.

Pontos de atenção, na leitura do Decreto:

Seção VI - Da Intimação
- Definição de Intimação: A intimação é o ato pelo qual se dá ciência dos atos e termos do
processo ao contribuinte ou responsável.
- A intimação pode ser feita de diversas formas, incluindo meio eletrônico (DTE-RN, SEI),
pessoalmente, via postal ou por edital no Diário Oficial.
- Novidade: Intimação também pode ser realizada por aplicativo de mensagens, caso o
contribuinte opte por essa forma.
- Importante: A ciência da intimação não implica em concordância com seu conteúdo.
Seção VII - Da Revelia
- Revelia: Quando o contribuinte não impugna ou cumpre a exigência no prazo, é considerado
revel, o que implica reconhecimento da obrigação tributária.
- A autoridade preparadora deverá lavrar o Termo de Revelia, que é a conclusão do processo
administrativo.
Seção VIII - Dos Vícios e Nulidades
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Atos Nulos: São considerados nulos os atos realizados por autoridades incompetentes ou com
falhas processuais.
- Atentos: A nulidade não afeta atos subsequentes, a não ser que estes dependam diretamente do
ato viciado.
- A nulidade deve ser declarada pela autoridade competente, com indicação dos atos afetados.
Seção IX - Dos Prazos Processuais

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- Os prazos processuais começam a contar a partir da data de ciência do interessado e devem ser
computados em dias úteis.
- A autoridade tem o prazo de 30 dias para realizar atos processuais a pedido de outra autoridade.
- O servidor tem até 10 dias para executar atos processuais, exceto quando outro prazo for
estipulado.
Seção X - Da Decadência e da Prescrição
- A decadência e prescrição dos créditos tributários devem ser reconhecidas de ofício, conforme a
legislação tributária.
- Prazos de decadência não fluem enquanto o contribuinte não puder exercer o direito devido a
determinação judicial.
- Importante: O pagamento de crédito tributário prescrito não reconhece direito creditório.
Seção XI - Da Reincidência
- Reincidência: A reincidência é definida como a prática de infração idêntica em até 5 anos após a
constituição definitiva do crédito tributário.
- Qualquer declaração de reincidência deve estar de acordo com as normas específicas do
Decreto.

QUESTÕES INÉDITAS:

1. A intimação será feita apenas na pessoa do sujeito passivo, sem possibilidade de ser realizada a
intimação em outros locais ou por outras pessoas.

2. A intimação será efetuada por meio eletrônico, preferencialmente através do Domicílio


Tributário Eletrônico (DTE-RN) ou do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), sendo que a
intimação realizada pessoalmente deve ser comprovada por assinatura do destinatário.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

3. A intimação pode ser realizada por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado (DOE)
quando não for possível utilizá-la por meio eletrônico ou correios, ou quando o intimado se
encontra em local incerto ou não sabido.

4. As intimações realizadas por meio eletrônico são consideradas realizadas quando o

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contribuinte efetuar a consulta eletrônica do teor da comunicação, ou após 10 dias do envio no


caso do DTE-RN.

5. A intimação feita por via postal não será válida caso o destinatário não receba a carta,
independentemente do comprovante de entrega.

6. No caso de não confirmação do recebimento de uma intimação via aplicativo de mensagens, a


intimação deverá ser realizada de acordo com os meios ordinários previstos no regulamento.

7. O prazo de decadência e prescrição de um crédito tributário será interrompido no período em


que o processo administrativo tributário estiver pendente de decisão.

8. O prazo de decadência e prescrição será interrompido apenas se houver uma decisão judicial
que o determine.

9. A reincidência será caracterizada quando o contribuinte cometer uma nova infração idêntica à
anterior dentro de 5 anos, a contar da constituição definitiva do crédito tributário relacionado à
primeira infração.

GABARITO E COMENTÁRIOS DAS QUESTÕES INÉDITAS

1. A intimação será feita apenas na pessoa do sujeito passivo, sem possibilidade de ser realizada a
intimação em outros locais ou por outras pessoas.
Comentário: Esta afirmação está errada. O artigo 14 permite que a intimação seja feita não apenas
ao sujeito passivo, mas também por intermédio de outras pessoas como sócios, mandatários ou
prepostos, conforme indicado no caput e nos parágrafos do artigo.
Gabarito: Errado
Artigo para verificação: Art. 14

2. A intimação será efetuada por meio eletrônico, preferencialmente através do Domicílio


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Tributário Eletrônico (DTE-RN) ou do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), sendo que a


intimação realizada pessoalmente deve ser comprovada por assinatura do destinatário.
Comentário: Esta afirmação está correta. O artigo 16 descreve que a intimação pode ser feita por
meio eletrônico, especialmente via DTE-RN e SEI. Além disso, no caso de intimação pessoal, o
artigo 16 especifica que ela deve ser comprovada pela assinatura do destinatário ou uma
declaração escrita, conforme o caso.

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Gabarito: Certo
Artigo para verificação: Art. 16

3. A intimação pode ser realizada por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado (DOE)
quando não for possível utilizá-la por meio eletrônico ou correios, ou quando o intimado se
encontra em local incerto ou não sabido.
Comentário: A afirmação está correta. O artigo 16, inciso V prevê que, quando as outras formas de
intimação não forem viáveis, a intimação poderá ser feita por edital publicado no Diário Oficial do
Estado, especialmente nos casos de local incerto ou não sabido.
Gabarito: Certo
Artigo para verificação: Art. 16

4. As intimações realizadas por meio eletrônico são consideradas realizadas quando o


contribuinte efetuar a consulta eletrônica do teor da comunicação, ou após 10 dias do envio no
caso do DTE-RN.
Comentário: Esta afirmação está correta. O artigo 17 descreve as condições em que a intimação é
considerada realizada, incluindo a consulta eletrônica ao teor da comunicação e o prazo de 10
dias após o envio no DTE-RN.
Gabarito: Certo
Artigo para verificação: Art. 17

5. A intimação feita por via postal não será válida caso o destinatário não receba a carta,
independentemente do comprovante de entrega.
Comentário: A afirmação está errada. O artigo 17, §1º afirma que a intimação por via postal será
válida mesmo que não seja recebida pessoalmente pelo destinatário, desde que o endereço tenha
sido mantido atualizado no cadastro e que o comprovante de entrega seja juntado aos autos.
Gabarito: Errado
Artigo para verificação: Art. 17, §1º

6. No caso de não confirmação do recebimento de uma intimação via aplicativo de mensagens, a


intimação deverá ser realizada de acordo com os meios ordinários previstos no regulamento.
Comentário: Esta afirmação está correta. O artigo 16-A, §3º afirma que, se a confirmação de
recebimento não ocorrer dentro do prazo estipulado, será realizada uma nova intimação pelos
meios ordinários previstos, como a intimação pessoal ou via postal.
Gabarito: Certo
Artigo para verificação: Art. 16-A, §3º
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7. O prazo de decadência e prescrição de um crédito tributário será interrompido no período em


que o processo administrativo tributário estiver pendente de decisão.
Comentário: A afirmação está correta. O artigo 29, parágrafo único estabelece que o prazo de
decadência e prescrição não flui enquanto o processo administrativo tributário estiver pendente
de decisão.

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Gabarito: Certo
Artigo para verificação: Art. 29, parágrafo único

8. O prazo de decadência e prescrição será interrompido apenas se houver uma decisão judicial
que o determine.
Comentário: A afirmação está errada. O artigo 29, parágrafo único menciona que o prazo de
decadência e prescrição não flui enquanto o processo administrativo tributário estiver pendente
de decisão, independentemente de uma decisão judicial.
Gabarito: Errado
Artigo para verificação: Art. 29, parágrafo único

9. A reincidência será caracterizada quando o contribuinte cometer uma nova infração idêntica à
anterior dentro de 5 anos, a contar da constituição definitiva do crédito tributário relacionado à
primeira infração.
Comentário: A afirmação está correta. O artigo 30-A descreve que a reincidência ocorre quando o
contribuinte cometer uma nova infração idêntica à anterior dentro de 5 anos, a partir da
constituição definitiva do crédito tributário da primeira infração.
Gabarito: Certo
Artigo para verificação: Art. 30-A

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25) História e Aspectos geoeconômicos

Material indicado: [Link]


geoeconomia-do-rn-sefaz-rn.

Assunto(s): Império - AULA 01 - O RN NA INDEPEDÊNCIA, A QUESTÃO INDÍGENA E A


RESISTÊNCIA AFRICANA

Assuntos: Império - AULA 01 - O RN NA INDEPEDÊNCIA, A QUESTÃO INDÍGENA E A RESISTÊNCIA


AFRICANA

Atividade 1:
- Assista ao vídeo da Aula 01 - Assunto - AULA 01 - O RN NA INDEPENDÊNCIA, A QUESTÃO
INDÍGENA E A RESISTÊNCIA AFRICANA
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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 05 a 10 minutos.

Sugestão assista ao vídeo na velocidade 1.5x

História e Cultura do Rio Grande do Norte

Colonização e Ocupação Inicial


- O início da fase moderna de ocupação da terra potiguar por populações vindas da Europa é
simbolizado pelo Marco de Touros.
- A cidade de Natal foi fundada no período da União Ibérica (Portugal e Espanha), após a morte de
D. Sebastião.
- A construção do Forte dos Reis Magos em 1598, um dos marcos iniciais da colonização, tinha
como objetivo ser responsável pela defesa da capitania e marco definitivo da posse territorial
pelos colonizadores portugueses.
- A ocupação das terras litorâneas pelos portugueses só foi possível após a construção do Forte
dos Reis Magos, devido à presença de franceses e indígenas na região.

Relação com os Povos Indígenas


- As tribos indígenas que habitavam a Capitania do Rio Grande do Norte eram os Potiguares,
Cariris, Tarairius e Canindés.
- Os potiguaras habitavam o litoral e os cariris (ou tarairiús) viviam no sertão.
- Os potiguara pertenciam ao tronco tupi e se distribuíram entre os atuais estados da Paraíba, Rio
Grande do Norte e Ceará.
- A dificuldade no relacionamento entre portugueses e indígenas (potiguaras) devia-se ao fato de
o sistema de escambo dificultar a existência de trabalho compulsório como imposição dos
portugueses e facilitar o convívio e as relações de troca entre índios e franceses.
- A pacificação dos índios potiguares ocorreu após muitos combates violentos contra
colonizadores luso-brasileiros, sendo aceito um acordo de paz em 1599, com intermediação de
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Jerônimo de Albuquerque e padres jesuítas.


- O processo de conquista da Capitania do Rio Grande foi marcado por conflitos em que as
autoridades coloniais utilizaram enfrentamentos entre grupos indígenas para facilitar o processo
de conquista.
- Os registros eclesiásticos das freguesias no Seridó evidenciam, do último quartel do século XVIII
à primeira metade do século XIX, a presença de índios junto a outros grupos sociais participando

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dos rituais cristãos: batizado, matrimônio e exéquias.

Guerra dos Bárbaros


- Um importante episódio da história colonial do RN, ocorrido entre fins do século XVII e
princípios do XVIII, refere-se à reação dos primitivos habitantes da região (especialmente dos
cariris) à utilização do trabalho escravo indígena.
- Esse episódio ficou conhecido como Guerra dos Bárbaros.
- A Guerra dos Bárbaros foi um dos maiores e mais longos conflitos armados envolvendo índios e
brancos em todo o período colonial da história do Brasil.
- O conflito, após um longo período, foi encerrado pela intervenção de forças portuguesas
lideradas pelos bandeirantes.

Economia e Sociedade no Período Colonial e Império


- Durante todo o período colonial, o Rio Grande do Norte teve dificuldades para produzir açúcar.
Os engenhos não chegaram a desabrochar inteiramente, dividindo-se entre a fabricação do
açúcar e outras atividades econômicas, como a pecuária.
- A afirmação de que a integração da economia da província às correntes do comércio
internacional se fez através da importação de algodão, couros e açúcar é incorreta.
- Sobre o processo abolicionista, é correto afirmar que a mão de obra escrava não foi
determinante na vida econômica provincial, sobretudo em relação à criação de gado e ao cultivo
do algodão.

Cultura e Folclore
- Dentre as principais manifestações culturais do estado, destaca-se o Coco de Zambê ou
Bambelô.
- As tradições portuguesas, indígenas e negras no estado misturam-se, influenciam-se
reciprocamente e fazem surgir festas ou folguedos, ou ainda autos populares.
- Na dança dos cangaceiros, o grupo ressalta as figuras do cangaço, mantendo-se uma
organização hierárquica em que todos cantam e dançam músicas referentes ao cangaço, tendo
como destaque o xaxado.

Segunda Guerra Mundial e Posição Estratégica


- Em 1942, a posição geográfica de Natal foi classificada como "um dos quatro pontos mais
estratégicos do mundo" pelo Departamento de Guerra dos EUA.
- A cidade de Natal teve seu nome relacionado ao apelido de "Trampolim da vitória", onde aviões
vindos da Europa abasteciam e seguiam para a África.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- A escolha do Rio Grande do Norte para sediar uma base militar norte-americana está
relacionada à sua posição geopolítica no contexto da Segunda Guerra Mundial.
- As bases se constituíam um ponto de apoio logístico para as operações de patrulhamento do
Atlântico Sul e Norte da África.

Aspectos Diversos

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- São símbolos do estado do Rio Grande do Norte a bandeira, o brasão de armas e o hino.
- O feriado estadual de 3 de outubro corresponde à data do massacre de fiéis católicos, ocorrido
em Uruaçu, comunidade de São Gonçalo do Amarante.
- Durante a União Ibérica, a Capitania do Rio Grande do Norte passou a fazer parte do interesse
expansionista de Filipe II da Espanha, tendo em vista a posição geográfica da capitania, que
possibilitava acesso estratégico à colônia e exploração de todas as terras da costa brasileira,
especificamente da região nordestina.

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26) Tecnologia da Informação

Material indicado: TI Descomplicada - Curso do Professor Felipe Mathias - Plataforma


Hotmart - 2025 - Felipe Mathias.

Assunto(s): COBIT 2019

Assuntos e Subassuntos:

COBIT 2019

Atividade 1
- Na "AULA 31 - COBIT 2019" - Resolver as questões 1 a 20 (Total: 20 questões) (páginas 64 a 68).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Na "AULA 31 - COBIT 2019" - Resolver as questões 21 a 40 (Total: 20 questões) (páginas 68 a 74).

Existem instruções para a resolução de questões ao final da sua meta.

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COBIT 2019: Governança e Gestão de TI

- Conceito: O COBIT (Control Objectives for Information and Related Technologies) é um


*framework* de governança e gestão de TI amplamente reconhecido.
- Ele fornece um conjunto de melhores práticas e diretrizes que auxiliam as empresas a gerenciar
seus processos de TI de forma eficaz e alinhada com os objetivos estratégicos.
- O COBIT 2019 NÃO É PRESCRITIVO; é um guia de boas práticas.
- Abordagem: É voltado para toda a entidade, de ponta a ponta, englobando toda a tecnologia e
informação processadas para alcançar seus objetivos.
- Desenvolvedor: Foi desenvolvido inicialmente pela ISACA.
- Distinção: Faz uma diferença clara entre governança e gerenciamento/gestão.

Governança Corporativa de TI (EGIT)

- Definição: É uma parte integrante das empresas na era digital, objetivando, através do
alinhamento entre empresa e TI, a criação de valor.
- Exercício: É exercida pelo conselho, que supervisiona a definição e implementação de processos,
estruturas e mecanismos de TI.

Pilares da Criação de Valor

O valor é dado pelo balanço de benefícios, riscos e recursos. Os três pilares principais são:
(1) Realização de Benefícios: Criar valor, mantendo e aumentando o valor de investimentos
existentes.
(2) Otimização de Riscos: Abordar riscos associados ao uso, propriedade e operação da T&I;
objetiva manter o valor.
(3) Otimização de Recursos: Garantir que as capacidades apropriadas estejam no lugar certo, com
recursos (humanos e financeiros) suficientes e efetivos; visa manter uma estrutura de T&I
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

econômica.

Princípios do COBIT 2019

O COBIT 2019 possui dois grupos de princípios:

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Princípios do Sistema de Governança (Requisitos base do sistema)

(1) Prover valor aos *stakeholders*.


(2) Abordagem Holística: O sistema deve conter componentes de diferentes tipos que trabalham
conjuntamente.
(3) Sistema de Governança Dinâmico: O impacto de mudanças nos fatores de *design* deve ser
considerado no sistema.
(4) Governança Distinta de Gerência/Gestão.
(5) Adaptar às Necessidades da Empresa (*Tailoring*): Usar fatores de desenho como parâmetros
para customizar o sistema.
(6) Sistema de Governança Ponta-a-ponta: Cobrir toda a organização, e não apenas as funções de
TI.

Princípios do Framework de Governança (Para criar um sistema de governança)

(1) Baseado em um sistema conceitual: Identificar componentes-chave e seus relacionamentos


para maximizar a consistência e permitir a automação.
(2) Aberto e Flexível: Permitir a adição de novos conteúdos e abordar diferentes problemas,
mantendo a integridade e consistência.
(3) Alinhado a padrões relevantes: Padrões mais relevantes (legais, contratuais, etc.) devem ser
usados como base para alinhamento.

Estrutura do COBIT: Domínios e Objetivos

O COBIT trabalha com 40 objetivos de governança e gestão, divididos em 5 domínios:

Domínio de Governança (1)

- Avaliar, Dirigir e Monitorar (ADM/EDM): Aborda as estratégias de negócio, corpo gerencial,


execução de escolhas e o resultado delas.

Domínios de Gestão (4)

- Alinhar, Planejar e Organizar (APO): Aborda a organização em geral, a estratégia e as atividades


de gestão de TI.
- Construir, Adquirir e Implementar (CAI/BAI): Aborda a definição, aquisição e implementação de
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

soluções de TI.
- Entregar, Servir e Suportar (ESS/DSS): Tem foco na prestação e suporte dos serviços de TI.
- Monitorar, Avaliar e Analisar (MAA/MEA): Objetiva monitorar o desempenho e a conformidade da
TI com os objetivos de controles internos e requisitos externos.

ATENÇÃO: Os objetivos de governança (ADM) são os únicos que contêm o verbo "Garantir" em sua

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nomenclatura (ADM01 a ADM05).

Cascata de Objetivos

É uma abordagem que traduz as necessidades de alto nível em metas e ações específicas,
garantindo alinhamento e foco. Possui 4 níveis de hierarquia:
(1) Necessidades das Partes Interessadas.
(2) Objetivos Corporativos (13 objetivos).
(3) Objetivos de Alinhamento (13 objetivos) - Enfatizam a coordenação dos esforços de TI com os
objetivos de negócios.
(4) Objetivos de Governança e Gerenciamento (40 objetivos).

Componentes do Sistema de Governança

São os fatores que contribuem para a operação do sistema de governança de TI, resultando no
sistema holístico. O COBIT conta com 7 componentes:
(1) Processos: Descrevem práticas e atividades para alcançar objetivos, resultando em produtos
que suportam o atingimento dos objetivos.
(2) Estruturas Organizacionais: Entidades-chave no processo decisório.
(3) Princípios, Políticas e Procedimentos: Traduzem o comportamento esperado em guias práticos
para a gestão do dia a dia.
(4) Informação: Inclui todas as informações produzidas e utilizadas.
(5) Cultura, Ética e Comportamento: Fatores subestimados para o sucesso da governança e
gestão.
(6) Pessoas, Habilidades e Competências: Requisitos para boas decisões e execução de ações.
(7) Serviços, Infraestrutura e Aplicativos: Envolve a infraestrutura, tecnologia e aplicações que
provêm o sistema de governança.

Fatores de Desenho (*Design Factors*)

São fatores que influenciam o projeto do sistema de governança de uma organização, ajudando-a
a alcançar seus objetivos. O COBIT traz 11 fatores:
(1) Estratégia Organizacional.
(2) Objetivos Organizacionais.
(3) Perfil de Risco da Organização.
(4) Problemas Relacionados à TI (*Pontos de dor*).
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

(5) Cenário de Ameaças.


(6) Requisitos de Conformidade.
(7) Papel da TI (Suporte, Fábrica, Transformadora, Estratégica).
(8) Modelo de Provimento de TI (Terceirização, Nuvem, Desenvolvimento Interno).
(9) Modelo de Implementação (Métodos Ágeis, DevOps, etc.).
(10) Estratégia de Adoção da Tecnologia (Pioneiro, Seguidor, Adoção tardia).

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(11) Tamanho da Organização (Pequenas/Médias, Grandes).

Processo de Desenho e Implementação

O COBIT sugere 4 etapas com subetapas para o processo de *tailoring* (adaptação) e desenho do
sistema de governança:
(1) Entender o contexto organizacional e a estratégia: Entender estratégias, objetivos, perfil de
risco e problemas correntes relacionados à T&I.
(2) Determinar o escopo inicial do sistema de governança: Considerar estratégia, objetivos
(aplicando a cascata), perfil de risco e problemas correntes relacionados à T&I.
(3) Refinar o escopo do sistema de governança: Considerar ambiente de ameaças, requisitos de
*compliance*, papel da TI, modelo de fornecimento, métodos de implementação, estratégia de
adoção e tamanho da entidade.
(4) Concluir o desenho do sistema de governança: Resolver conflitos de prioridade inerente e
concluir o desenho.

Gerenciamento de Desempenho (CPM)

O COBIT Performance Management (CPM) visa expressar o quão bem o sistema de gestão e
governança funciona e como pode ser melhorado. É suportado por um esquema baseado no
CMMI (*Capability Maturity Model Integration*).

Níveis de Capacidade de Processos

- Mede o quão bem um **processo** é implementado e está atingindo sua capacidade.


- A escala varia do Nível 0 ao Nível 5:
(0) Falta de capacidade básica (Incompleto).
(1) Parcialmente atinge suas finalidades (Inicial).
(2) Alcança sua finalidade através de um conjunto básico e completo de atividades (*Executado*).
(3) Alcança sua finalidade de forma organizada, processos bem definidos (*Definido*).
(4) Desempenho avaliado quantitativamente.
(5) Desempenho avaliado quantitativamente, visando a melhoria contínua.

Níveis de Maturidade

- Estão associados às **áreas de foco**.


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- É alcançado se todos os processos contidos na área atingirem um nível particular de


capacidade.
- A escala também vai do Nível 0 ao Nível 5:
(0) Incompleto: As finalidades da área de foco não foram alcançadas.
(1) Inicial: O objetivo e a finalidade gerais da área de foco não foram atingidos.
(2) Gerenciado: O planejamento e a medição ocorrem, mas de forma não padronizada.

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(3) Definido: Padrões corporativos fornecem orientação para toda a empresa.


(4) Quantitativo: Empresa orientada a dados, com melhoria de desempenho quantitativa.
(5) Otimizado: Empresa focada na melhoria contínua.

Fases de Implementação do COBIT

O ciclo de implementação é composto por 3 ciclos (*Gerenciamento do Programa*, *Habilitação


da Mudança* e *Melhoria Contínua*) e 7 fases:
(1) Fase 1 - Quais são os direcionadores? Identificar direcionadores de mudança (evento interno ou
externo) e gerar um desejo de mudança expresso em um esboço de um caso de negócios.
(2) Fase 2 - Onde estamos agora? Alinhar objetivos de I&T com estratégias e riscos, priorizando
metas, e avaliar a capacidade atual do componente processo desses objetivos.
(3) Fase 3 - Onde queremos estar? Definir uma meta de melhoria e realizar uma análise de
lacunas para identificar soluções potenciais (vitórias rápidas, médio e longo prazo).
(4) Fase 4 - O que precisa ser feito? Descrever como planejar soluções viáveis e práticas, definindo
projetos e um plano de mudança para implementação.
(5) Fase 5 - Como chegaremos lá? Implementar as soluções propostas através de práticas de
gestão de projetos e estabelecer sistemas de monitoramento.
(6) Fase 6 - Chegamos lá? Reavaliar a capacidade dos componentes processo dos objetivos
selecionados para verificar se as metas foram alcançadas e fazer a transição sustentável para as
operações normais.
(7) Fase 7 - Como podemos manter o impulso? Analisar o sucesso geral, identificar outros
requisitos e reforçar a necessidade de melhoria contínua.

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27) Processo Administrativo Fiscal

Material indicado: (Decreto nº 13.796/1998).

Assunto(s): DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS TRIBUTÁRIOS (PAT - Decreto nº


13.796/1998)

Regulamento de Procedimentos e de Processo Administrativo Tributário (RPAT) a que se refere o


Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998
Assuntos: DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS TRIBUTÁRIOS

Observações:
1) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como “exceto”, “obrigatória”,
“salvo”, “não pode”, “vedado”, “não se aplica”, condicionantes...
2) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como inclusive, ainda que,
bem como, "ou"...
3) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas.
4) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo. PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1 - Estimativa de tempo: 15 minutos

- Faça uma Revisão Ativa dos artigos 13 a 30-B estudados na tarefa anterior. Tente retomar o
conteúdo, a partir dos tópicos a seguir. Acesse o seu arquivo com o decreto salvo, para reforçar

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esses pontos e outros que achar necessário.


1. Quais as formar em que se faz a intimação ao contribuinte, conforme o Decreto 13.796/1998?
2. Quando se considera realizada as intimações em suas diferentes modalidades?
3. Quais os elementos obrigatórios da intimação?
4. Em que situação se configura a Revelia e quais as suas consequências?
5. Enumere as situações que são consideradas NULAS por nosso Decreto.
6. Descreva como fluem os prazos processuais administrativos.
7. Quando se considera Reincidência?

Atividade 2 - Estimativa de tempo: 45 minutos

- Leia atentamente os artigos 31 ao 44 do Decreto nº 13.796/1988.

Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.

Pontos de atenção!!!! – Procedimento Administrativo Tributário (Artigos 31 a 44 do Decreto do RN)

1) Fiscalização e Competência
- Auditores Fiscais: responsáveis exclusivos pela fiscalização tributária, selecionados por concurso
público e especializados segundo as atividades desempenhadas.
- Competência: atos fiscais são válidos independentemente da jurisdição territorial do auditor.
- Identificação: o auditor deve apenas apresentar sua identidade funcional para ingresso em
estabelecimentos.

2) Sujeição à Fiscalização
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Todas as pessoas, físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, contribuintes ou não, estão
sujeitas à fiscalização se tiverem relação direta com o fato gerador da obrigação tributária.
- A Administração Tributária define programas de fiscalização com critérios técnicos de seleção.

3) Exercício da Atividade Fiscalizadora


- A ação fiscal inicia-se:
1) Por termo de início de fiscalização ou intimação;

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2) Por ato de apreensão de bens, mercadorias ou documentos;


3) Por ato escrito que indique o início da ação, com ciência do contribuinte.
- O termo deve conter: identificação do fiscalizado, tributos e períodos, servidor responsável, prazo
de apresentação de documentos e assinatura do emitente.
- A ação deve ser concluída em até 60 dias corridos, prorrogável.
- O início da ação exclui a espontaneidade do contribuinte em relação a atos anteriores.
- Todos os atos fiscais devem ser registrados com detalhes no livro próprio.

4) Responsabilidade de Servidores
- Servidores que procrastinarem o andamento do processo respondem administrativamente.

5) Auto de Infração e Notificação de Lançamento


- O processo tem como peças básicas o Auto de Infração e a Notificação de Lançamento.
- Compete aos Auditores Fiscais lavrar o Auto de Infração.
- O Auto deve indicar: autuado, infração, valor, penalidades e base legal.
- Pequenas omissões não anulam o Auto, se não prejudicarem a defesa.
- Aplica-se a legislação vigente à época do fato gerador.
- Nenhum Auto pode ser arquivado sem despacho fundamentado.
- Valor mínimo do lançamento do ICMS: R$ 5.000,00.

6) Lavratura e Procedimentos
- O Auto deve ser lavrado no local da infração e emitido eletronicamente.
- Assinatura digital obrigatória sob pena de nulidade.
- Ciência ao autuado por meio eletrônico (DTE-RN) ou termo físico com testemunha em caso de
recusa.
- Infrações múltiplas contra o mesmo contribuinte devem constar em único Auto.

7) Responsabilidade Solidária
- Quando houver corresponsáveis (art. 124 do CTN), todos devem constar no Auto e receber prazo
individual para impugnação.
- Formaliza-se Termo de Sujeição Passiva Solidária, contendo identificação, fundamento legal,
assinatura e intimação.

8) Encerramento da Fiscalização
- Encerramento se dá com lavratura de Termo de Encerramento ou Termo de Ocorrência,
incluindo relatório dos procedimentos e irregularidades.
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9) Intimação e Tramitação
- Após lavratura, o auditor tem 10 dias para enviar o Auto à repartição processante.
- O processo é protocolizado e registrado com dados do autuado, infrações e valores.

10) Reexame e Auditorias

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- Reexame de período já fiscalizado exige despacho fundamentado do titular do órgão.


- Exceções: auditorias, correições e requisições do MP, Legislativo ou Judiciário.

11) Requisitos do Auto de Infração


- Deve conter: data, hora, local, identificação do autuado, descrição da infração, documentos de
suporte, dispositivos legais, valor, intimação e assinatura.
- Anexos obrigatórios: relatórios, demonstrativos fiscais, quadro de valores atualizados e termos
complementares.
- Lavratura e envio eletrônicos (via DTE-RN).
- Na falta de DTE, pode-se usar e-mail para entrega.
- Possibilidade de solicitação de cópia impressa e validação com certificado digital.
- Cópias digitais com autenticidade são consideradas originais.

Dica prática: Para fins de defesa ou acompanhamento processual, o contribuinte deve manter
atualizado seu Domicílio Tributário Eletrônico (DTE-RN) e verificar a autenticidade dos autos por
meio da assinatura digital.

Importante: O conteúdo eletrônico dos Autos e Termos possui validade jurídica plena,
dispensando via física para efeitos legais.

Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS

Julgue os itens abaixo, assinalando (C) CERTO ou (E) ERRADO.


Assuntos: Artigos 31 a 44 do Decreto nº 13.796/1988
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Tempo de resolução ideal: 10 minutos


QUESTÕES (SEM COMENTÁRIOS E SEM GABARITO)

(1) A fiscalização dos tributos é privativa dos auditores fiscais, carreira formada por técnicos
selecionados através de concurso público, com especialização em função da natureza das
atividades a serem desenvolvidas.

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(2) A competência dos auditores fiscais é determinada pela jurisdição territorial do órgão em que
estiverem lotados.

(3) A entrada dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual nos estabelecimentos não está sujeita a
formalidades diversas da apresentação da identidade funcional.

(4) Sujeitam-se à fiscalização apenas as pessoas jurídicas de direito privado que tenham relação
direta com o fato gerador da obrigação tributária.

(5) A ação fiscal considera-se iniciada pelo termo de início de fiscalização ou pela intimação fiscal,
cientificado o sujeito passivo, seu representante ou preposto.

(6) O início da ação fiscal exclui a espontaneidade do sujeito passivo com relação aos atos
anteriormente praticados.

(7) O Auto de Infração deverá ser lavrado no local onde se constatar a infração, mesmo não sendo
aquele o estabelecimento ou domicílio fiscal do autuado.

(8) Nenhum Auto de Infração pode ser arquivado sem despacho fundamentado de autoridade
competente.

(9) O Auto de Infração deve conter, entre outros requisitos, a descrição clara e precisa da
ocorrência que caracteriza a infração e o valor do crédito tributário lançado.

(10) O Auto de Infração deverá ser assinado manualmente pelo auditor fiscal autuante, sob pena
de nulidade.

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QUESTÕES COM COMENTÁRIOS E GABARITO

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(1) Questão 1:
A fiscalização dos tributos é privativa dos auditores fiscais, carreira formada por técnicos
selecionados através de concurso público, com especialização em função da natureza das
atividades a serem desenvolvidas.
Comentário: A redação corresponde literalmente ao art. 31.
Gabarito: Certo

(2) Questão 2:
A competência dos auditores fiscais é determinada pela jurisdição territorial do órgão em que
estiverem lotados.
Comentário: Está incorreta, pois o art. 32 dispõe exatamente o contrário: a competência não é
determinada pela jurisdição territorial do órgão em que estiverem lotados.
Gabarito: Errado
Base legal: Art. 32

(3) Questão 3:
A entrada dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual nos estabelecimentos não está sujeita a
formalidades diversas da apresentação da identidade funcional.
Comentário: Reproduz fielmente o texto do art. 33, que afirma que o acesso às dependências
internas não estará sujeito a formalidades além da identificação funcional.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 33

(4) Questão 4:
Sujeitam-se à fiscalização apenas as pessoas jurídicas de direito privado que tenham relação
direta com o fato gerador da obrigação tributária.
Comentário: Errada. O art. 34 afirma que se sujeitam à fiscalização todas as pessoas naturais ou
jurídicas, de direito público ou privado, contribuintes ou não, abrangendo inclusive as que gozam
de imunidade ou isenção.
Gabarito: Errado
Base legal: Art. 34

(5) Questão 5:
A ação fiscal considera-se iniciada pelo termo de início de fiscalização ou pela intimação fiscal,
cientificado o sujeito passivo, seu representante ou preposto.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Comentário: É a literalidade do art. 36, inciso I.


Gabarito: Certo
Base legal: Art. 36, I

(6) Questão 6:
O início da ação fiscal exclui a espontaneidade do sujeito passivo com relação aos atos

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anteriormente praticados.
Comentário: A afirmação está de acordo com o art. 37, caput, que dispõe expressamente sobre a
exclusão da espontaneidade.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 37

(7) Questão 7:
O Auto de Infração deverá ser lavrado no domicílio fiscal do autuado, mesmo que a infração seja
constatada em outro local.
Comentário: Errada. O art. 40, caput, prevê que o Auto de Infração deve ser lavrado no local onde
se constatar a infração, ainda que não seja o domicílio fiscal do autuado.
Gabarito: Errado
Base legal: Art. 40

(8) Questão 8:
Nenhum Auto de Infração pode ser arquivado sem despacho fundamentado de autoridade
competente.
Comentário: A redação repete literalmente o art. 39, §7º, que proíbe o arquivamento sem
despacho fundamentado.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 39, §7º

(9) Questão 9:
O Auto de Infração deve conter, entre outros requisitos, a descrição clara e precisa da ocorrência
que caracteriza a infração e o valor do crédito tributário lançado.
Comentário: Corresponde fielmente ao disposto nos incisos IV e VIII do art. 44.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 44, incisos IV e VIII

(10) Questão 10:


O Auto de Infração deverá ser assinado manualmente pelo auditor fiscal autuante, sob pena de
nulidade.
Comentário: Errada. O art. 44, §7º, estabelece que, a partir de 1º de julho de 2022, o Auto de
Infração será assinado digitalmente, substituindo a assinatura manual.
Gabarito: Errado
Base legal: Art. 44, §7º
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28) História e Aspectos geoeconômicos

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Império - AULA 02 - RN NO IMPÉRIO: SOCIEDADE, ECONOMIA E POLÍTICA

Assuntos:Império - AULA 02 - RN NO IMPÉRIO: SOCIEDADE, ECONOMIA E POLÍTICA

Atividade 1:
- Assista ao vídeo da Aula 02 - Assunto - Império - AULA 02 - RN NO IMPÉRIO: SOCIEDADE,
ECONOMIA E POLÍTICA
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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 05 a 10 minutos.

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Sugestão assista ao vídeo na velocidade 1.5x

O ESTADO DO RN NO IMPÉRIO: SOCIEDADE, ECONOMIA E POLÍTICA

Sociedade

- Escravidão e Abolicionismo: Durante o Império, a escravidão era marcante na província. Esforços


abolicionistas notáveis incluíram a abolição em Mossoró em 30 de setembro de 1883, antes da Lei
Áurea. A população em 1872 era de 233.979 habitantes, incluindo 13.020 escravizados.
- Hierarquias Sociais: A sociedade era hierarquizada com base na condição legal (livres,
escravizados, libertos) e qualidades étnicas, refletindo origens e mestiçagem entre europeus,
indígenas e africanos.
- Populações Indígenas: Os indígenas enfrentavam perseguição, disputas por terras e violência,
como o massacre em Portalegre em 1825 ; resistiam por meio de formação de famílias e
preservação cultural.
- Impactos das Secas: A seca de 1877-1879 causou fome, epidemias e migrações, afetando
vulneráveis como idosos e órfãos.
- Papel das Mulheres e Educação: As mulheres tinham papéis tradicionais, mas avanços na
educação permitiram acesso a escolas e profissões como ensino, embora com limitações sociais.
- Propaganda Republicana: Iniciou-se em 1851 com o jornal Jaguarari, intensificando-se até a
formação do Partido Republicano em 1889.

Economia

- Base Agropecuária: A economia era baseada na agropecuária, com produção de cana-de-açúcar,


mandioca e pecuária extensiva.
- Trabalho Escravizado: Dependia do trabalho escravizado em agricultura, pecuária, pesca e
ofícios como costura e ferraria.
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- Impactos das Secas: A seca de 1877-1879 levou a perdas agrícolas, mortalidade de gado e
escassez de água, afetando o comércio e o trabalho urbano.
- Recursos Indígenas: Terras indígenas eram limitadas e de baixa qualidade, com excedentes
alugados para financiar necessidades.
- Revolta Quebra-Quilos: Em 1874-1875, a adoção do sistema métrico decimal gerou resistência
devido a custos elevados e práticas costumeiras.

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Política

- Adesão ao Império: A província tornou-se parte do Império em 1822, com adesão formal em 1823
por meio de Termo de Aplauso.
- Eventos Revolucionários: Participou da Confederação do Equador em 1824 e aderiu à Revolução
Pernambucana em 1817, emancipando-se da Paraíba em 1818.
- Estrutura de Governo: Governada por presidentes nomeados pelo Imperador, com Assembleia
Legislativa Provincial de 20 deputados eleitos.
- Eleições e Representação: Eleições para deputados em 1834; senadores vitalícios, com restrições
censitárias ao voto; pequena população limitava representação.
- Questões Indígenas: Políticas viam indígenas como indolentes, justificando terras limitadas e
enquadramento no Código Criminal de 1830.

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Relatando inconsistências nas tarefas de estudos


Querido(a) aluno(a), caso você encontre alguma inconsistência em alguma tarefa da sua meta,
favor nos avisar por meio do botão “Relatar erro” dentro do sistema. Ele fica localizado dentro de
cada tarefa, na tela Meta Atual.

O texto do Relato de Erro deve detalhar a(s) inconsistência(s) com informações suficientes para
que possamos identificar o problema e acionar a equipe técnica para corrigi-lo.

Para sanar dúvidas de como utilizar suas metas


Para sanar dúvidas de como utilizar suas metas, vale salientar que você deve entrar em contato
diretamente com seu professor(a) orientador(a), por exemplo, para solicitar uma ajuda para
encontrar um determinado material, para solicitar uma orientação de como seguir determinada
matéria pelos assuntos, ou ainda, quando houver dificuldades para seguir as instruções para
acessar um link da meta, entre outros.

Lembre-se que você pode contar com seu professor orientador para o que precisar. Ele irá te
acompanhar e sanar todas as suas dúvidas durante todo seu percurso de concurseiro até sua
aprovação.

Sugerimos que faça o download de todo o material teórico


Por fim, reforçamos o pedido de baixar todo material teórico indicado em sua meta assim que
receber suas primeiras tarefas, a fim de evitar que você perca o seu acesso, uma vez que o curso
pode limitar o tempo de acesso.

Contamos com a sua colaboração para fazer uma LS ainda melhor!

Pedagógico LS Concursos
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META 38

Atenção! Caso você não tenha o material indicado, não há qualquer prejuízo para seu estudo
desde que siga os assuntos e tópicos expressamente citados e consulte seu professor orientador
em caso de dúvida sobre o que estudar. O professor orientador dirá se o material que você
pretende utilizar está adequado (mesmo não sendo o expresso na tarefa) e irá orientá-lo da
mesma forma. A LS entende que o mercado de materiais didáticos para concursos é amplo e o
aluno pode encontrar algum material não indicado na meta que seja apropriado ao seu estudo.
Nesse caso, como as dicas são segregadas por assuntos, as mesmas são integralmente ajustáveis
a quaisquer materiais de excelência do mercado. Lembrete importante! Caso o material indicado
esteja disponível para venda, procure comprá-lo diretamente no site de venda para não gerar
qualquer atraso ou óbice no cumprimento da meta.

Nossa missão

"Conduzir nossos alunos, por meio de um planejamento personalizado, rumo à aprovação em


concursos públicos, de forma otimizada, construindo uma relação de confiança, ética e respeito"

Nossa visão

"Consolidar o estudo planejado como ferramenta de transformação, difundindo o acesso à


aprovação ao maior número possível de pessoas"

Nossos valores

•Honestidade •Inovação •Trabalho em equipe •Atendimento humanizado •Excelência técnica

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Você também pode gostar