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Concurso SEFAZ RN: Estrutura e Dicas de Estudo

Enviado por

Paulo Morais
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)

META 39

Bem-vindo(a) à sua jornada rumo à aprovação na Carreira Fiscal - SEFAZ RN!


Caro(a) aluno(a),

O Termo de Referência do concurso já foi divulgado, confirmando que a banca organizadora será
o Cebraspe e detalhando as matérias, a quantidade de questões e o peso de cada uma na nota
final. Veja a distribuição em ordem decrescente de importância:
Tecnologia da Informação – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota
Auditoria – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota
Contabilidade Geral – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
História e Aspectos Geo-Econômicos do RN – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário I (Geral) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário II (Reforma Tributária) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Legislação Tributária Estadual – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Português – 15 questões – 15 pontos – 6,25% da nota
Direito Constitucional – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Direito Administrativo – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Matemática Financeira e Estatística – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Contabilidade Avançada e de Custos – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Processo Administrativo Tributário – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Direito Comercial – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Civil – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Penal – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Financeiro – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Economia – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da notaTotal: 240 questões – 240 pontos – 100% da nota
Observação: o Termo de Referência apresenta algumas inconsistências quanto aos mínimos por
matéria, mas acreditamos que se trata de algo pontual que será corrigido na publicação do edital.
Observação Importante: a disciplina Direito Financeiro será estudada nesta fase como
Administração Financeira e Orçamentária (AFO), pois os conteúdos são praticamente idênticos.
Essa estratégia garante uma preparação eficiente no pré-edital. No pós-edital, ajustaremos a
nomenclatura e incluiremos qualquer particularidade que venha a constar no edital oficial.
Orientações de Estudo
Estudo 100% direcionado para o pré-edital, priorizando as matérias de maior peso (TI, Auditoria,
Contabilidade e Direito Tributário).
Revise com frequência as disciplinas de alto impacto eliminatório (Português, Constitucional e
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Administrativo) para não correr risco de reprovação por nota mínima.


Pratique com questões da banca Cebraspe, lembrando que agora as provas serão de múltipla
escolha (não no modelo certo/errado tradicional).
Treine sob condições reais para aguentar os três turnos de provas. Recomendamos simulados
longos aos finais de semana.

22/11/2025 1
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
META 39

Mantenha revisões programadas (ciclos de 7 e 30 dias) e revisões finais (véspera de prova).


Materiais Extras para Potencializar Seus Estudos
E-book - Dicas sobre a Reforma Tributária – acesse aqui
LC 214/25 Bizurada:
Parte 1 – acesse aqui
Parte 2 – acesse aqui
Resumos Esquematizados:
Direito Tributário – acesse aqui
Direito Constitucional – acesse aqui
Direito Administrativo – acesse aqui
Tecnologia da Informação – acesse aqui
Direito Penal – acesse aqui
Direito Civil – acesse aqui
Direito Empresarial – acesse aqui
Disciplina, comprometimento e estratégia são os pilares que vão te conduzir à aprovação. Você
está no caminho certo e nós estaremos com você em cada etapa dessa jornada.
Agora é com você. A sua vaga na SEFAZ RN está mais perto do que nunca.

Caro(a) aluno(a),

O Termo de Referência do concurso já foi divulgado, confirmando que a banca organizadora será
o Cebraspe e detalhando as matérias, a quantidade de questões e o peso de cada uma na nota
final. Veja a distribuição em ordem decrescente de importância:

● Tecnologia da Informação – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota


Auditoria – 25 questões – 25 pontos – 10,42% da nota
Contabilidade Geral – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
História e Aspectos Geo-Econômicos do RN – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário I (Geral) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Direito Tributário II (Reforma Tributária) – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Legislação Tributária Estadual – 20 questões – 20 pontos – 8,33% da nota
Português – 15 questões – 15 pontos – 6,25% da nota
Direito Constitucional – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Direito Administrativo – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Matemática Financeira e Estatística – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
Contabilidade Avançada e de Custos – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota
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Processo Administrativo Tributário – 10 questões – 10 pontos – 4,17% da nota


Direito Comercial – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Civil – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Penal – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota
Direito Financeiro – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota

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Economia – 5 questões – 5 pontos – 2,08% da nota

Total: 240 questões – 240 pontos – 100% da nota

Observação: o Termo de Referência apresenta algumas inconsistências quanto aos mínimos por
matéria, mas acreditamos que se trata de algo pontual que será corrigido na publicação do edital.
Observação Importante: a disciplina Direito Financeiro será estudada nesta fase como
Administração Financeira e Orçamentária (AFO), pois os conteúdos são praticamente idênticos.
Essa estratégia garante uma preparação eficiente no pré-edital. No pós-edital, ajustaremos a
nomenclatura e incluiremos qualquer particularidade que venha a constar no edital oficial.

Orientações de Estudo

Estudo 100% direcionado para o pré-edital, priorizando as matérias de maior peso (TI, Auditoria,
Contabilidade e Direito Tributário).

Revise com frequência as disciplinas de alto impacto eliminatório (Português, Constitucional e


Administrativo) para não correr risco de reprovação por nota mínima.

Pratique com questões da banca Cebraspe, lembrando que agora as provas serão de múltipla
escolha (não no modelo certo/errado tradicional).

Treine sob condições reais para aguentar os três turnos de provas. Recomendamos simulados
longos aos finais de semana.

Mantenha revisões programadas (ciclos de 7 e 30 dias) e revisões finais (véspera de prova).

Materiais Extras para Potencializar Seus Estudos

E-book - Dicas sobre a Reforma Tributária – acesse aqui


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LC 214/25 Bizurada:
Parte 1 – acesse aqui
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Resumos Esquematizados:

Direito Tributário – acesse aqui

Direito Constitucional – acesse aqui

Direito Administrativo – acesse aqui

Tecnologia da Informação – acesse aqui

Direito Penal – acesse aqui

Direito Civil – acesse aqui

Direito Empresarial – acesse aqui

Disciplina, comprometimento e estratégia são os pilares que vão te conduzir à aprovação. Você
está no caminho certo e nós estaremos com você em cada etapa dessa jornada.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

1 - MATEMÁTICA FINANCEIRA -

2 - PORTUGUÊS -

3 - DIREITO ADMINISTRATIVO -

4 - ESTATÍSTICA -

5 - CONTABILIDADE GERAL -

6 - DIREITO CONSTITUCIONAL -

7 - AUDITORIA TRIBUTÁRIA FISCAL -

8 - DIREITO TRIBUTÁRIO -

9 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

10 - CONTABILIDADE DE CUSTOS -

11 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

12 - DIREITO CIVIL -

13 - DIREITO EMPRESARIAL 5

14 - DIREITO PENAL 3

15 - ECONOMIA -

16 - DIREITO TRIBUTÁRIO -
-
REFORMA TRIBUTÁRIA
17 - ADMIN. FINANC. E
-
ORÇAMENTÁRIA
18 - PROCESSO ADMINISTRATIVO
-
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

FISCAL
19 - HISTÓRIA E ASPECTOS
-
GEOECONÔMICOS

20 - PORTUGUÊS -

5
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

21 - DIREITO ADMINISTRATIVO -

22 - CONTABILIDADE GERAL -

23 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

24 - DIREITO TRIBUTÁRIO -
-
REFORMA TRIBUTÁRIA

25 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

26 - PROCESSO ADMINISTRATIVO
-
FISCAL

27 - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -

28 - PROCESSO ADMINISTRATIVO
-
FISCAL

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

1) Matemática Financeira

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Juros Compostos

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

1) Juros Compostos
2) Taxas Efetivas, Nominais e Equivalentes no Regime Composto
3) Comparação entre Juros simples e Juros compostos

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
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Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 30 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 01 - Experiente
Filtros do TEC: Anos: 2025 - 2023; Área: Fiscal, Gestão e Controle; Opções: Remover não
comentadas, anuladas, desatualizadas

Atividade Alternativa:
Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.
Preparamos estes cadernos com muito cuidado, pensando em otimizar o estudo de quem está
migrando da área fiscal para uma preparação focada em banca específica. Assim, sempre que
possível, priorizamos provas mais recentes e questões da área fiscal ou controle. Porém, quando
havia poucas questões recentes e da área fiscal ou de controle sobre um tema, incluímos também
questões de outras áreas e/ou mais antigas, mas sempre pertinentes para seu estudo.

Atividade Alternativa - Questões FCC

- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 35 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 01 - FCC - Experiente

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 01 - FGV - Experiente

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 01 - VUNESP - Experiente

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Nome do Caderno: LS - MATEMÁTICA FINANCEIRA - CADERNO 01 - CEBRASPE - Experiente

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

DICAS DE ESTUDO - Capitalização Composta:

1. Capitalização Composta: Juros sobre Juros

Conceito: Juros calculados sobre o capital inicial mais os juros acumulados de períodos anteriores.
"Juros sobre juros" é a chave aqui. Imagine uma bola de neve, crescendo exponencialmente.

Fórmula do Montante: M = C * (1 + i)^t


M: Montante (valor final)
C: Capital (valor inicial)
i: Taxa de juros na forma unitária (decimal)
t: Tempo (número de períodos)

Fórmula dos Juros: J = M - C


Atenção: 'i' e 't' devem estar na mesma unidade de tempo. Converta se necessário (ex: taxa anual
e tempo em meses).

2. Taxa Nominal x Taxa Efetiva: Desvendando o Mistério

Taxa Efetiva: Unidade de tempo da taxa coincide com o período de capitalização. Ex: taxa de 2%
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

ao mês, com capitalização mensal. Esta é a taxa que você usa diretamente na fórmula.
Taxa Nominal: Unidade de tempo da taxa não coincide com o período de capitalização. Ex: taxa de
24% ao ano, com capitalização mensal. Cuidado! Não use diretamente.
Convertendo Taxa Nominal para Efetiva: Divida a taxa nominal pelo número de períodos de
capitalização por ano (ex: para capitalização mensal, divida a taxa anual por 12). "Quem manda é o
período de capitalização".

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Dica: Sempre verifique se a taxa dada é nominal ou efetiva. Se for nominal, converta para efetiva
antes de aplicar na fórmula.

3. Taxas Equivalentes: O Mesmo Montante, Tempos Diferentes

Conceito: Taxas com unidades de tempo diferentes que, aplicadas ao mesmo capital pelo mesmo
período, geram o mesmo montante.
Fórmula: (1 + i₁)₁ = (1 + i₂)^₂
Diferença em relação a Juros Simples: Em juros compostos, taxas equivalentes não são
proporcionais.

Dica: Pratique a aplicação da fórmula de equivalência. Lembre-se de que ela é diferente da


proporcionalidade usada em juros simples.

4. Convenção Exponencial x Convenção Linear: Lidando com Tempo Fracionário

Convenção Exponencial: Capitalização composta para todo o período, incluindo a parte


fracionária do tempo. Use a fórmula M = C * (1 + i)^t diretamente.
Convenção Linear: Capitalização composta para a parte inteira do tempo e juros simples para a
parte fracionária. Fórmula: M = C * (1 + i)¹ * (1 + i * t₂)
t₁: Parte inteira do tempo
t₂: Parte fracionária do tempo

Dica: Identifique qual convenção está sendo utilizada na questão e aplique a fórmula correta. A
linear é menos comum, mas pode aparecer.

5. Tabela Financeira - Fator de Acumulação: A Ferramenta Secreta

Fator de Acumulação (FA): (1 + i)^t. Representa o montante que 1 unidade monetária acumula
após 't' períodos à taxa 'i'.
Tabelas Financeiras: Facilitam o cálculo do FA, evitando cálculos de potenciação complexos.
Procure a taxa 'i' na coluna e o tempo 't' na linha para encontrar o FA correspondente.

6. Juros Simples vs. Juros Compostos


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Análise de Questões da Bateria TEC Concursos:

1 - FGV - 2024: Envolve cálculo de Valor Presente com pagamentos intermediários. Dica: Atenção à
ordem dos pagamentos e à conversão da taxa.
7 - VUNESP - 2023: Capitalização composta com tempo em dias. Dica: Converta a taxa anual para
diária ou o tempo em dias para anos, mantendo a consistência.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

2) Português

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Classes de palavras I: substantivo, adjetivo, advérbios, artigo, numeral,


interjeição.

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos da tarefa atual.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Nome do Caderno: LS - Português - CADERNO 02


Marque as questões que errou ou teve dúvida como favorita. Isso será importante para as tarefas
de revisão.

Atividade Alternativa:
Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Preparamos estes cadernos com muito cuidado, pensando em otimizar o estudo de quem está
migrando da área fiscal para uma preparação focada em banca específica. Assim, sempre que
possível, priorizamos provas mais recentes e questões da área fiscal ou controle. Porém, quando
havia poucas questões recentes e da área fiscal ou de controle sobre um tema, incluímos também
questões de outras áreas e/ou mais antigas, mas sempre pertinentes para seu estudo.

Atividade Alternativa - Questões FCC

- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 35 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - FCC - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - FGV - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - VUNESP - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 35 minutos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - CEBRASPE - CADERNO 02

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Atividade Extra (Facultativa)


Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.
Simulado de assuntos mesclados.
Total de questões: 10.
Tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Português - CADERNO EXTRA 02

Substantivos

O estudo de Morfologia (Classes de Palavras) é dinâmico, pois há termos que podem ser
classificados em mais de uma classe, a depender do contexto da frase.
1) Características básicas dos substantivos:
a. Nomeiam
b. São variáveis
c. Sempre poderá vir antecedido de artigo

2) Artigo e Pronome têm o poder de substantivar palavras (ex: Ele recebeu um não; A resposta foi
este sim maravilhoso). Muitas questões cobram isso!

3) Características básicas dos adjetivos:


a. Sempre se referem a substantivos (modifica-os)
b. São variáveis
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

4) Atenção à explicação de valor semântico dos adjetivos.

5) Valor Subjetivo: valor opinativo, que depende de ponto de vista (ex: pobre homem). Valor
Objetivo: indica um fato, não depende de opinião (ex: homem pobre).

6) Toda vez que houver alteração morfológica, haverá alteração semântica (sentido da palavra).

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Nem sempre ocorre alteração morfológica quando ocorre alteração semântica.


Adjetivos1) Entenda como reconhecer uma locução adjetiva. Geralmente é formada por
preposição + substantivo com valor de adjetivo. Atentar para o que a Banca pergunta.

Plural dos Substantivos Compostos1) Aprenda a Regra Geral:


a. São variáveis: i) Substantivo + Substantivo (ex: cirurgiões-dentistas); ii) Substantivo + Adjetivo
(ex: guardas-civis); iii) Adjetivo + Substantivo (ex: altos-relevos); iv) Numeral + Substantivo (ex:
segundas-feiras).
b. São invariáveis: i) Prefixo (ex: vice-diretores) ; ii) Advérbio (ex: alto-falantes).

2) Para saber se os nomes compostos vão para o plural, é preciso identificar a classe gramatical de
cada termo e depois apontar se podem ir para o plural ou não.

3) Se, no nome composto, aparecer Prefixo ou Advérbio, este elemento ficará invariável, mas o
outro termo pode variar (se for variável).

4) Atenção aos Casos Especiais:


a. Se aparecer Verbo no composto, este não varia (ex: guarda-roupas; arranha-céus).
b. Somente varia o primeiro elemento: i) se houver preposição, clara ou oculta no texto (ex: pés-
de-meia); ii) se o segundo elemento for Substantivo e especificar o primeiro, para expressar ideia
de finalidade, semelhança ou qualidade (ex: saias-balão; bananas-maçã).
c. Varia somente o último elemento quando: i) tiverem grã, grão e bel no primeiro elemento (ex:
grão-duques; grã-cruzes; bel-prazeres); ii) houver palavras repetidas (ex: tique-taques; reco-recos).
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Porém se as palavras repetidas forem verbos, as duas podem ir para o plural ou só a última; iii)
com três ou mais elementos (ex: bem-te-vis).
Plural dos Adjetivos Compostos1) Entenda a diferença entre Substantivo composto e Adjetivo
composto.

2) Regra Geral: Somente o último se flexiona (em gênero e número) quando formado de Adjetivo

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

+ Adjetivo ou Palavra Invariável + Adjetivo (ex: unidades médico-veterinárias; crianças recém-


nascidas).

3) Casos Especiais:
a. Não variam os compostos formados de Cor + Substantivo (ex: camisas verde-garrafa)
OBS1: Azul-marinho e azul-celeste são invariáveis.
OBS2: Surdo-mudo variam os dois (surdos-mudos).
OBS3: Cor representada por Substantivo, não varia (ex: sapatos cinza; blusas abóbora; esmaltes
rosa).
Grau dos Adjetivos1) Entenda o que significa a variação de grau do Adjetivo.

2) Grau Comparativo (compara dois elementos): i) De inferioridade (ex: Ele é menos discreto que o
pai); ii) De igualdade (ex: Ele é tão discreto quanto o pai); iii) De superioridade (ex: Ele é mais
discreto do que o pai).

3) Grau Superlativo (engrandece um elemento):


a. Absoluto: não relaciona o elemento a um grupo - a.1) Sintético (ex: ele é discretíssimo); a.2)
Analítico: traz intensificadores (ex: ele é muito discreto).
b. Relativo: relaciona o elemento a um grupo - b.1) De inferioridade (ex: ela é a menos inteligente
da turma); b.2) De superioridade (ex: ela é a mais inteligente da turma).

4) Atenção à Tabela de Comparativos e Superlativos Irregulares para BOM, MAU, GRANDE,


PEQUENO.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

5) OBSERVAÇÃO: Quando se comparam duas qualidades ou ações do mesmo ELEMENTO,


empregam-se "mais bom, mais mau, mais grande e mais pequeno", em vez de "melhor, pior,
maior e menor" (ex: meu dedo é mais pequeno do que grande).Advérbio1) Características básicas

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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dos advérbios:
a. São invariáveis.
b. Em regra geral, modificam os verbos, mas também podem modificar adjetivos ou outro
advérbio.
c. Exprime circunstância (tempo, lugar, modo, intensidade, etc).

2) Toda vez que um advérbio modifica um adjetivo ou um outro advérbio, ele é de intensidade.

3) Locução Adverbial: valor e emprego de advérbio.

4) Atenção para não confundir locução adjetiva com locução adverbial (entenda o exemplo
citado).

5) Toda vez que o advérbio "mais" vier antecedido de um advérbio de negação, ele será advérbio
de tempo. Artigo- Pode assumir o valor de pronomes demonstrativo e possessivo.
- O emprego do artigo definido será facultativo antes de pronomes possessivos adjetivos.
- Atente-se que a anteposição do artigo substantiva a palavra que vem a seguir.
OBS: Há alteração de sentido: a. SEM Artigo (policiais) – ideia genérica, vaga; b. COM Artigo (os
policiais) – ideia mais específica/delimitada.
- Antes da palavra “casa” somente utilizaremos artigo quando nos referirmos à casa específica de
alguém. Quando a referência for genérica, o artigo deve ser omitido.
- Fique atento com o pronome relativo “CUJO”, pois o artigo deve ser omitido ANTES ou DEPOIS
desse pronome.
- Atenção com a seguinte diferença: a. Todo O dia= ideia de totalidade (equivalente a “o dia
inteiro”); b. Todo dia: ideia genérica (equivalente a “qualquer dia”)NumeraisO numeral é mais um
termo variável que se refere ao substantivo, indicando quantidade, ordem, sequência e posição.
Os numerais são classificados em: Ordinais, Cardinais, Fracionários e Multiplicativos.

Adjetivos

1) Entenda como reconhecer uma locução adjetiva. Geralmente é formada por preposição +
substantivo com valor de adjetivo. Atentar para o que a Banca pergunta.
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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

Plural dos Substantivos Compostos

1) Aprenda a Regra Geral:


a. São variáveis: i) Substantivo + Substantivo (ex: cirurgiões-dentistas); ii) Substantivo + Adjetivo
(ex: guardas-civis); iii) Adjetivo + Substantivo (ex: altos-relevos); iv) Numeral + Substantivo (ex:
segundas-feiras).
b. São invariáveis: i) Prefixo (ex: vice-diretores) ; ii) Advérbio (ex: alto-falantes).

2) Para saber se os nomes compostos vão para o plural, é preciso identificar a classe gramatical de
cada termo e depois apontar se podem ir para o plural ou não.

3) Se, no nome composto, aparecer Prefixo ou Advérbio, este elemento ficará invariável, mas o
outro termo pode variar (se for variável).

4) Atenção aos Casos Especiais:


a. Se aparecer Verbo no composto, este não varia (ex: guarda-roupas; arranha-céus).
b. Somente varia o primeiro elemento: i) se houver preposição, clara ou oculta no texto (ex: pés-
de-meia); ii) se o segundo elemento for Substantivo e especificar o primeiro, para expressar ideia
de finalidade, semelhança ou qualidade (ex: saias-balão; bananas-maçã).
c. Varia somente o último elemento quando: i) tiverem grã, grão e bel no primeiro elemento (ex:
grão-duques; grã-cruzes; bel-prazeres); ii) houver palavras repetidas (ex: tique-taques; reco-recos).
Porém se as palavras repetidas forem verbos, as duas podem ir para o plural ou só a última; iii)
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

com três ou mais elementos (ex: bem-te-vis).

Plural dos Adjetivos Compostos

1) Entenda a diferença entre Substantivo composto e Adjetivo composto.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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2) Regra Geral: Somente o último se flexiona (em gênero e número) quando formado de Adjetivo
+ Adjetivo ou Palavra Invariável + Adjetivo (ex: unidades médico-veterinárias; crianças recém-
nascidas).

3) Casos Especiais:
a. Não variam os compostos formados de Cor + Substantivo (ex: camisas verde-garrafa)
OBS1: Azul-marinho e azul-celeste são invariáveis.
OBS2: Surdo-mudo variam os dois (surdos-mudos).
OBS3: Cor representada por Substantivo, não varia (ex: sapatos cinza; blusas abóbora; esmaltes
rosa).

Grau dos Adjetivos

1) Entenda o que significa a variação de grau do Adjetivo.

2) Grau Comparativo (compara dois elementos): i) De inferioridade (ex: Ele é menos discreto que o
pai); ii) De igualdade (ex: Ele é tão discreto quanto o pai); iii) De superioridade (ex: Ele é mais
discreto do que o pai).

3) Grau Superlativo (engrandece um elemento):


a. Absoluto: não relaciona o elemento a um grupo - a.1) Sintético (ex: ele é discretíssimo); a.2)
Analítico: traz intensificadores (ex: ele é muito discreto).
b. Relativo: relaciona o elemento a um grupo - b.1) De inferioridade (ex: ela é a menos inteligente
da turma); b.2) De superioridade (ex: ela é a mais inteligente da turma).

4) Atenção à Tabela de Comparativos e Superlativos Irregulares para BOM, MAU, GRANDE,


PEQUENO.

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5) OBSERVAÇÃO: Quando se comparam duas qualidades ou ações do mesmo ELEMENTO,


empregam-se "mais bom, mais mau, mais grande e mais pequeno", em vez de "melhor, pior,
maior e menor" (ex: meu dedo é mais pequeno do que grande).

Advérbio

1) Características básicas dos advérbios:


a. São invariáveis.
b. Em regra geral, modificam os verbos, mas também podem modificar adjetivos ou outro
advérbio.
c. Exprime circunstância (tempo, lugar, modo, intensidade, etc).

2) Toda vez que um advérbio modifica um adjetivo ou um outro advérbio, ele é de intensidade.

3) Locução Adverbial: valor e emprego de advérbio.

4) Atenção para não confundir locução adjetiva com locução adverbial (entenda o exemplo
citado).

5) Toda vez que o advérbio "mais" vier antecedido de um advérbio de negação, ele será advérbio
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

de tempo. Artigo- Pode assumir o valor de pronomes demonstrativo e possessivo.


- O emprego do artigo definido será facultativo antes de pronomes possessivos adjetivos.
- Atente-se que a anteposição do artigo substantiva a palavra que vem a seguir.
OBS: Há alteração de sentido: a. SEM Artigo (policiais) – ideia genérica, vaga; b. COM Artigo (os
policiais) – ideia mais específica/delimitada.
- Antes da palavra “casa” somente utilizaremos artigo quando nos referirmos à casa específica de
alguém. Quando a referência for genérica, o artigo deve ser omitido.

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- Fique atento com o pronome relativo “CUJO”, pois o artigo deve ser omitido ANTES ou DEPOIS
desse pronome.
- Atenção com a seguinte diferença: a. Todo O dia= ideia de totalidade (equivalente a “o dia
inteiro”); b. Todo dia: ideia genérica (equivalente a “qualquer dia”)

Artigo

- Pode assumir o valor de pronomes demonstrativo e possessivo.


- O emprego do artigo definido será facultativo antes de pronomes possessivos adjetivos.
- Atente-se que a anteposição do artigo substantiva a palavra que vem a seguir.
OBS: Há alteração de sentido: a. SEM Artigo (policiais) – ideia genérica, vaga; b. COM Artigo (os
policiais) – ideia mais específica/delimitada.
- Antes da palavra “casa” somente utilizaremos artigo quando nos referirmos à casa específica de
alguém. Quando a referência for genérica, o artigo deve ser omitido.
- Fique atento com o pronome relativo “CUJO”, pois o artigo deve ser omitido ANTES ou DEPOIS
desse pronome.
- Atenção com a seguinte diferença: a. Todo O dia= ideia de totalidade (equivalente a “o dia
inteiro”); b. Todo dia: ideia genérica (equivalente a “qualquer dia”)

Numerais

O numeral é mais um termo variável que se refere ao substantivo, indicando quantidade, ordem,
sequência e posição. Os numerais são classificados em: Ordinais, Cardinais, Fracionários e
Multiplicativos.

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3) Direito Administrativo

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Estado, governo e administração pública. Direito Administrativo: origem,


conceito, fontes.

NOVIDADE LS: querido aluno (a), com o intuito de tornar sua preparação ainda mais
completa, vamos liberar um resumo esquematizado de ALTA QUALIDADE para auxiliar nas suas
revisões dessa matéria.

Para ter acesso ao material, voce deve:

1- entrar no link abaixo;


2- fazer um cadastro com o seu CPF de aluno ativo LS.
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Dessa forma, você terá acesso ao referido resumo com 100% de desconto!!!

RESUMO ESQUEMATIZADO - DIREITO ADMINISTRATIVO LS - acesse aqui

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Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades em seus estudos anteriores.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.
Assuntos (revisar): Estado, governo e administração pública. Direito Administrativo: origem,
conceito, fontes.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - Área fiscal - CADERNO 02
Filtros do TEC:
Área fiscal, remover desatualizadas e anuladas.
2025 - 2018, area controle, remover desatualizadas e anuladas.

Caro aluno (a), mantenha um registro das questões erradas ou que geraram dúvidas. Isso não
apenas contribuirá para o seu aprendizado, mas também servirá como uma ferramenta valiosa
para as suas revisões futuras.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
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já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - FCC - CADERNO 02

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OBS: diante da limitada quantidade de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 13 (total de questões: 13) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - FGV - CADERNO 02
OBS: diante da limitada quantidade de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - VUNESP - CADERNO 02
OBS: diante da ausência de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19 ) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - CEBRASPE - CADERNO 02
OBS: diante da ausência de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para outras áreas.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividade Extra (Facultativa) - Estimativa de tempo: 15 minutos

Resolução de Cards Anki de todos os assuntos da disciplina


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Revise utilizando o seu baralho Anki que disponibilizamos na primeira tarefa desta disciplina.

Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.

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1. Introdução ao Direito Administrativo:

O Direito Administrativo é o ramo do direito público que regula a Administração Pública,


disciplinando o exercício da função administrativa e a atuação dos agentes públicos.

Objetivo: As relações internas da Administração, as relações entre Administração e administrados


e as atividades de administração pública exercidas por particulares sob regime de direito público.

Características: Verticalidade na relação entre Estado e indivíduos, princípio da estrita legalidade.

2. Fontes do Direito Administrativo:


Fontes Primárias: Lei (em sentido amplo): Constituição Federal, leis em sentido estrito, atos
normativos administrativos.
Decisões judiciais com efeitos vinculantes e eficácia erga omnes : decisões em controle
concentrado de constitucionalidade (ADI, ADC) e súmulas vinculantes.

Fontes Secundárias:
Jurisprudência (exceto as decisões vinculantes): Conjunto de decisões reiteradas dos tribunais
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sobre determinado assunto.


Doutrina: Trabalhos de estudiosos do direito.
Costumes: Práticas reiteradas com consciência de obrigatoriedade.

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3. Sistemas Administrativos:
Sistema Inglês (Jurisdição Única): Adotado no Brasil, todos os litígios são solucionados com força
de definitividade pelo Poder Judiciário.
Sistema Francês (Contencioso Administrativo): Existe um sistema de Justiça Administrativa,
separado do Poder Judiciário, para julgar litígios administrativos.

4. Estado, Governo e Administração Pública:


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Estado: possui as seguintes características fundamentais:

Povo: Conjunto de pessoas sujeitas a um ordenamento político e administrativo.


Território: Área geográfica sob a jurisdição do Estado.
Governo Soberano: Autoridade máxima que é reconhecida e respeitada no plano interno e
externo.

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Governo: Condução política dos negócios públicos, exercida pelos órgãos superiores com funções
políticas.
Administração Pública: Conjunto de órgãos e entidades responsáveis por executar as decisões e
planos governamentais.

5. Função Administrativa:
Execução das leis, com caráter infralegal e instrumental.
Desempenhada tipicamente pelo Poder Executivo, mas também exercida pelos Poderes
Legislativo e Judiciário em atividades administrativas internas.

Atividades da Função Administrativa:


Fomento: Incentivo à iniciativa privada de interesse público.
Polícia administrativa: Restrições a atividades privadas em prol do interesse coletivo.
Serviço público: Prestação de serviços essenciais à população.
Intervenção: Atuação do Estado na economia.

6. Observações Relevantes:
O Direito Administrativo é um ramo dinâmico e em constante transformação.
A divisão entre Direito Público e Direito Privado é didática, havendo situações em que o Direito
Privado se aplica subsidiariamente à Administração Pública.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

A jurisprudência, em regra, é fonte secundária, exceto as decisões com efeitos vinculantes.


No Brasil, a forma federativa de Estado é cláusula pétrea, não podendo ser abolida.

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Principais tópicos
Direito Público x Direito Privado:
Público: verticalidade, legalidade estrita (Ex.: Direito Administrativo, Constitucional).
Privado: horizontalidade, autonomia da vontade (Ex.: Direito Civil, Comercial).

Fontes do Direito Administrativo:


Primárias: leis (Constituição, leis ordinárias).
Secundárias: doutrina, jurisprudência e costumes.

Sentidos da Administração Pública:


Subjetivo (orgânico): quem faz – órgãos, agentes.
Objetivo (material): o que fazem – atividades administrativas.

Tópicos importantes
Regime Jurídico Administrativo: Supremacia e indisponibilidade do interesse público.

Sistemas Administrativos:
Brasileiro: jurisdição única (sistema inglês).
Francês: dualidade de jurisdições.

Atividades Administrativas:
Serviços públicos.
Poder de polícia.
Intervenção estatal.
Fomento.

Diferenciações frequentes abordadas


Administração Pública Subjetiva x Objetiva:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Subjetiva: quem exerce (órgãos, agentes).


Objectivo: o que fazem (serviços, polícia administrativa).

Fontes Primárias x Secundárias:


Primárias: obrigatórias (leis).
Secundárias: auxiliares na interpretação e aplicação do Direito Administrativo (jurisprudência,
doutrina e costumes)

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Armadilhas comuns nas questões


Troca de sentidos: confusão administração subjetiva com objetiva.
Jurisprudência como fonte primária: Só em controle concentrado e súmulas vinculantes.
Costumes ignorados: Sim, eles ainda são fontes secundárias.

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4) Estatística

Material indicado: Curso Regular para Área Fiscal - Curso Básico de Estatística - Estratégia
Concursos - 2025 - Equipe Exatas Estratégia Concursos.

Assunto(s): Médias

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Assuntos:
- Noções Iniciais sobre Médias e Medidas de Posição
- Notação de Somatório
- Média Aritmética Simples
- Média Ponderada
- Média para Dados Agrupados
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- Média Harmônica
- Desigualdade das Médias

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

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Atividade 2:
Resolva as questões 1 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 45 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - ESTATÍSTICA - CADERNO 2
Filtros do TEC: Ano - 2025, 2024, 2023, 2022, 2021; Questões - Remover desatualizadas e Remover
anuladas; Assunto- Média para Dados em Classe, Média Harmônica,
Média Ponderada, Média para Dados Agrupados por Valor, Média Geométrica, Propriedades das
Medidas de Posição (Média, Moda e Quantis); Escolaridade - Superior

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividade Alternativa:
Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.
Preparamos estes cadernos com muito cuidado, pensando em otimizar o estudo de quem está
migrando da área fiscal para uma preparação focada em banca específica. Assim, sempre que
possível, priorizamos provas mais recentes e questões da área fiscal ou controle. Porém, quando
havia poucas questões recentes e da área fiscal ou de controle sobre um tema, incluímos também
questões de outras áreas e/ou mais antigas, mas sempre pertinentes para seu estudo.

Atividade Alternativa - Questões FCC

- Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18:- tempo ideal: 40 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Estatística - FCC - CADERNO 2
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Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Estatística - FGV - CADERNO 2

Atividade Alternativa - Questões VUNESP

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- Resolva as questões 01 a 22 (total de questões: 22) - tempo ideal: 45 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Estatística - VUNESP - CADERNO 2

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Estatística - CEBRASPE - CADERNO 2

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

RESUMO

Noções Iniciais de Médias e Medidas de Posição


Medidas de posição como média, mediana e moda são usadas para resumir informações.
Média Aritmética: Soma dos valores dividida pelo total de observações.
Mediana: Valor central em um conjunto ordenado.
Moda: Valor mais frequente.

Pegadinha: Cuidado ao calcular mediana em amostras com número par de elementos — média
dos dois centrais!

Dica: Sempre organize os dados antes de identificar mediana e moda.

Média Aritmética Simples


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Média é única e está entre o menor e maior valor da série.


Desvios em relação à média somam zero.

Média Ponderada
Valores com pesos diferentes.

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Média Geométrica
Situações de acumulação de percentuais (apenas para número não negativos)

Média Harmônica
Grandezas inversamente proporcionais.

Desigualdade das Médias


A Média Aritmética será sempre maior ou igual à Média Geométrica que, por sua vez, será sempre
maior ou igual à Média Harmônica.

QUESTÕES

Hoje você irá enfrentar uma bateria de questões que abordam o tema Médias. Mas antes de
começar, quero te explicar um ponto importante sobre o formato dessa prática.

Para garantir uma quantidade suficiente de questões para praticar, escolhemos incluir questões
de diferentes bancas e áreas de concursos — e não apenas da sua área de interesse principal.

Essa abordagem tem duas grandes vantagens:


- Aumentar a prática com variações no estilo de cobrança: Diferentes bancas podem abordar o
mesmo tema com enfoques variados. Assim, você estará mais preparado para qualquer formato
de questão, seja direto ou interpretativo.
- Expandir sua visão sobre o tema: Resolver questões de outras áreas ajuda a fixar conceitos
fundamentais e desenvolver a habilidade de adaptar seus conhecimentos a contextos diferentes.

Mesmo que algumas questões possam parecer fora do seu foco imediato, lembre-se: o objetivo
aqui é praticar intensamente o conteúdo. Assim, você estará preparado para encarar qualquer
situação envolvendo Médias na sua prova!
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Dica final: Leia cada questão com atenção, identifique os conceitos principais e aproveite esta
prática como uma oportunidade de aprender mais sobre o tema. E, claro, use as explicações e
comentários das respostas para reforçar seus conhecimentos.

Após a resolução das questões, leia a análise das questões julgadas interessantes a seguir.

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Gabarito questão 1
Item I: Falso. A média aritmética é fortemente influenciada por valores discrepantes. Um único
valor muito grande ou muito pequeno pode "puxar" o valor da média para cima ou para baixo,
respectivamente. Por essa razão, em distribuições com valores discrepantes, a mediana é
frequentemente uma medida de tendência central mais adequada.
Item II: Falso. A média aritmética pode resultar em um número inteiro, fracionário ou decimal,
dependendo dos valores dos dados. Não há uma regra geral que garanta que a média seja
sempre um número inteiro, mesmo para variáveis discretas.
Item III: Verdadeiro. A média aritmética é calculada somando-se todos os valores de um conjunto
de dados e dividindo essa soma pelo número total de valores. Essa é a definição clássica da média
aritmética.

Em resumo: A média aritmética é uma medida de tendência central que representa o valor médio
de um conjunto de dados. No entanto, ela é sensível a valores extremos e pode não ser a melhor
medida de tendência central em todas as situações.
Quando usar a média aritmética? A média aritmética é mais adequada quando os dados são
simétricos e não há valores discrepantes. Em outras situações, pode ser mais apropriado utilizar
outras medidas de tendência central, como a mediana ou a moda.

Gabarito questão 13
Vamos calcular a nota mínima necessária para fazer jus ao certificado usando as informações
fornecidas.
Se as notas anteriores foram P1 = 7,0 e P2 = 7,99, podemos calcular a nota N2 usando a fórmula:

N2 = (2.P1 + P2) / 3 = (2 * 7,0 + 7,99) / 3 = (14,0 + 7,99) / 3 = 21,99 / 3 ≈ 7,33

Agora, usando uma nota N2, podemos calcular uma nota N3 usando a mesma fórmula:

N3 = (2.N2 + P3) / 3 = (2 * 7,33 + P3) / 3 = (14,66 + P3) / 3

Para encontrar uma nota menor P3 que resultaria em uma média ponderada igual ou superior a
8,0, precisamos resolver a seguinte inequação:

(14,66 + P3) / 3 ≥ 8,0

Multiplicando ambos os lados por 3, temos:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

14,66 + P3 ≥ 24,0

Subtraindo 14,66 de ambos os lados, obtemos:

P3 ≥ 24,0 - 14,66 P3 ≥ 9,34

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Portanto, a menor nota P3 para fazer jus ao certificado é 9,34

Gabarito questão 15

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5) Contabilidade Geral

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade (CPC 00)

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

CPC 00 - Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos listados acima que teve dúvidas ou dificuldades.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.

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Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO 03

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 01 a 10 (total de questões: 10) - tempo ideal: 20 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 03 - FCC

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 03 - FGV

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 03 - CEBRASPE

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 03 - VUNESP
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade (CPC 00)

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CPC 00 - Estrutura Conceitual Básica

Alterações CPC 00

A característica essência sobre a forma foi formalmente retirada da condição de componente


separado da representação fidedigna, por ser considerado isso uma redundância.

A neutralidade é apoiada pelo exercício da prudência, mas não é considerada uma característica
qualitativa da demonstração contábil.

A característica qualitativa da Verificabilidade passou a ser denominada: CAPACIDADE DE


VERIFICAÇÃO.

Objetivo, utilidade e limitações do relatório contábil-financeiro de propósito geral

Lembrando: O CPC 00 não é uma norma/pronunciamento técnico propriamente dito, portanto


não define normas ou procedimentos.
Ele trata de aspectos conceituais, portanto qualquer outro pronunciamento técnico, quando
houver conflito com o CPC 00 (R2), prevalecerá sobre ele.

OBS 1. o objetivo do relatório contábil-financeiro de propósito geral é fornecer informações


contábil-financeiras acerca da entidade que reporta essa informação (reporting entity) que sejam
úteis a investidores existentes e em potencial, a credores por empréstimos e a outros credores,
quando da tomada decisão ligada ao fornecimento de recursos para a entidade. Essas decisões
envolvem decisões sobre:

(a) comprar, vender ou manter instrumento de patrimônio e de dívida;


(b) conceder ou liquidar empréstimos ou outras formas de crédito; ou
(c) exercer direitos de votar ou de outro modo influenciar os atos da administração queafetam o
uso dos recursos econômicos da entidade.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

● A negociação de preços de produtos e serviços com clientes se refere a uma decisão da


empresa por ocasião da venda e não tem ligação com os relatórios financeiros para fins
gerais. É uma decisão que envolve mais a parte gerencial da empresa.
DETALHE: NÃO TÊM propósito de atender necessidade específica de determinados grupos de
usuários, o que NÃO impede a divulgação de informações adicionais a um subconjunto de
usuários.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Usuários primários da informação:


● investidores existentes;
investidores em potencial;
credores por empréstimos;
outros credores;

Outros usuários:
órgãos reguladores;
outros membros do público;

OBS 2: os principais usuários não podem exigir que as entidades que reportam forneçam
informações diretamente a eles.

OBS 3: os relatórios financeiros não fornecem nem podem fornecer todas as informações de que
necessitam os principais usuários. Esses usuários precisam considerar informações de outras
fontes, por exemplo, condições e expectativas econômicas gerais, eventos políticos e ambiente
político e perspectivas do setor e da empresa.

OBS 4: os relatórios financeiros para fins gerais não se destinam a apresentar o valor da entidade
que reporta, mas fornecem informações para auxiliar investidores, credores por empréstimos e
outros credores, existentes e potenciais, a estimar o valor da entidade que reporta.

OBS 5: Informações sobre a natureza e os valores dos recursos econômicos e reivindicações da


entidade que reporta podem auxiliar os usuários a identificar os pontos fortes e fracos financeiros
da entidade que reporta.

OBS 5: os relatórios financeiros são baseados em estimativas, julgamentos e modelos e não em


representações exatas.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

OBS 6: a administração da entidade que reporta também está interessada em informações


financeiras sobre a entidade. Contudo, a administração não precisa se basear em relatórios
financeiros para fins gerais, pois ela pode obter internamente as informações financeiras de que
precisa. Por isso, a administração da entidade que reporta não é considerada usuário primário da
informação.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

OBS 7: A entidade que reporta é a entidade que é obrigada a, ou decide, elaborar demonstrações
contábeis. A entidade que reporta pode ser uma única entidade ou parte da entidade ou pode
compreender mais de uma entidade. Uma entidade que reporta não é necessariamente uma
entidade legal. Demonstrações combinadas: duas ou mais entidades que não são todas
vinculadas pelo relacionamento controladora-controlada.

OBS 8: Ao desenvolver os Pronunciamentos, busca-se fornecer um conjunto de informações que


atenda às necessidades do maior número de principais usuários. Contudo, concentrar-se em
necessidades de informação ordinárias não impede que a entidade que reporta inclua
informações adicionais que sejam mais úteis para um subconjunto específico de principais
usuários.

Ativo

Ativo é um recurso econômico presente controlado pela entidade como resultado de eventos
passados.

Recurso econômico é um direito que tem o potencial de produzir benefícios econômicos.

A saída de um recurso pode produzir benefícios econômicos para a entidade de diferentes


maneiras, e uma delas se dá por meio da extinção de passivos.

Passivo

Passivo é uma obrigação presente da entidade de transferir um recurso econômico como


resultado de eventos passados.

A obrigação é o dever ou responsabilidade que a entidade não tem a capacidade prática de evitar.
A obrigação é sempre devida à outra parte (ou partes). A outra parte (ou partes) pode ser uma
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

pessoa ou outra entidade, grupo de pessoas ou outras entidades, ou a sociedade em geral. Não é
necessário conhecer a identidade da parte (ou partes) para quem a obrigação é devida.

Recentemente foi cobrado o conceito de contratos executórios, para o reconhecimento de ativos


e passivos:
● Contrato executório é o contrato, ou parte de contrato, que é igualmente não cumprido –

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nenhuma das partes cumpriu qualquer de suas obrigações, ou ambas as partes cumpriram
parcialmente suas obrigações em igual extensão. O contrato executório estabelece o direito
combinado com a obrigação de trocar recursos econômicos. O direito e a obrigação são
interdependentes e não podem ser separados. Assim, o direito e a obrigação combinados
constituem um único ativo ou passivo. A entidade tem um ativo se os termos da troca são
atualmente favoráveis; tem um passivo se os termos da troca são atualmente desfavoráveis. A
inclusão desse ativo ou passivo nas demonstrações contábeis depende tanto dos critérios de
reconhecimento como da base de mensuração selecionados para o ativo ou passivo,
incluindo, se aplicável, qualquer teste para determinar se o contrato é oneroso. Na medida
em que qualquer das partes cumpre suas obrigações previstas (totalmente) no contrato, o
contrato não é mais executório. Se a entidade que reporta efetua o cumprimento primeiro de
acordo com o contrato, esse cumprimento é o evento que altera o direito e a obrigação da
entidade que reporta de trocar recursos econômicos pelo direito de receber um recurso
econômico. Esse direito é um ativo. Se a outra parte efetua o cumprimento primeiro, esse
cumprimento é o evento que altera o direito e a obrigação da entidade que reporta de trocar
recursos econômicos pela obrigação de transferir um recurso econômico. Essa obrigação é
um passivo .

Despesas

Reduções nos ativos, ou aumentos nos passivos, que resultam em reduções no patrimônio
líquido, exceto aqueles referentes a distribuições aos detentores de direitos sobre o patrimônio.

Receitas

Aumentos nos ativos, ou reduções nos passivos, que resultam em aumento no patrimônio líquido,
exceto aqueles referentes a contribuições de detentores de direitos sobre o patrimônio.

Receitas e despesas são os elementos das demonstrações contábeis que se referem ao


desempenho financeiro da entidade.

Regime de Competência

O regime de competência reflete os efeitos de transações e outros eventos e circunstâncias sobre


reivindicações e recursos econômicos da entidade que reporta nos períodos em que esses efeitos
ocorrem, mesmo que os pagamentos e recebimentos à vista resultantes ocorram em período
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

diferente.

Isso é importante porque informações sobre os recursos econômicos e reivindicações da entidade


que reporta e mudanças em seus recursos econômicos e reivindicações durante o período
fornecem uma base melhor para a avaliação do desempenho passado e futuro da entidade do
que informações exclusivamente sobre recebimentos e pagamentos à vista durante esse período.

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Características Qualitativas

Características Fundamentais: As características qualitativas fundamentais da informação


contábil são relevância e representação fidedigna.

* Relevância - Informações financeiras relevantes são capazes de fazer diferença nas decisões
tomadas pelos usuários. Informações podem ser capazes de fazer diferença em uma decisão
ainda que alguns usuários optem por não tirar vantagem delas ou já tenham conhecimento delas
a partir de outras fontes.

Informações financeiras são capazes de fazer diferença em decisões se tiverem valor preditivo ou
valor confirmatório, ou ambos.

Materialidade: aspecto específico da relevância, cuja omissão ou distorção pode INFLUENCIAR


decisões.

* Representação Fidedigna - Informações financeiras não devem apenas representar fenômenos


relevantes, mas também representar de forma fidedigna a essência dos fenômenos que
pretendem representar.

Para ser representação perfeitamente fidedigna, a representação tem três características. Ela é
completa (o necessário para compreender o fenômeno), neutra (imparcial) e isenta de erros (não
significa exatidão).

Características de Melhoria: As características de melhoria melhoram a utilidade de informações


que sejam tanto relevantes como forneçam representação fidedigna do que pretendem
representar. As características qualitativas de melhoria podem também ajudar a determinar qual
de duas formas deve ser utilizada para representar o fenômeno caso se considere que ambas
fornecem informações igualmente relevantes e representação igualmente fidedigna desse
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

fenômeno. A utilidade das informações financeiras é aumentada se forem comparáveis,


verificáveis, tempestivas e compreensíveis.

* Comparabilidade - Comparabilidade é a característica qualitativa que permite aos usuários


identificar e compreender similaridades e diferenças entre itens. Diferentemente das outras
características qualitativas, a comparabilidade não se refere a um único item. A comparação

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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exige, no mínimo, dois itens.

Cuidado! Consistência é o uso dos mesmos métodos p/ os MESMOS itens. Auxilia alcançar a
comparabilidade.

* Capacidade de verificação - A capacidade de verificação ajuda a garantir aos usuários que as


informações representem de forma fidedigna os fenômenos econômicos que pretendem
representar. Capacidade de verificação significa que diferentes observadores bem informados e
independentes podem chegar ao consenso, embora não a acordo necessariamente completo, de
que a representação específica é representação fidedigna.

* Tempestividade - Tempestividade significa disponibilizar informações aos tomadores de


decisões a tempo para que sejam capazes de influenciar suas decisões.

* Compreensibilidade - Classificar, caracterizar e apresentar informações de modo claro e conciso


as torna compreensíveis. A compreensibilidade não é a qualidade da informação que permite que
qualquer usuário compreenda o seu significado. Relatórios financeiros são elaborados para
usuários que têm conhecimento razoável das atividades comerciais e econômicas e que revisam e
analisam as informações de modo diligente.

A Consistência não é uma característica qualitativa da informação, de acordo com a NBC TG


Estrutura Conceitual.

Restrições de custos nos Relatórios Financeiros Úteis:

O custo é uma restrição generalizada sobre as informações que podem ser fornecidas pelo
relatório financeiro. O relatório de informações financeiras impõe custos, e é importante que
esses custos sejam justificados pelos benefícios de apresentar essas informações.

Reconhecimento:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Somente itens que atendem à definição de ativo, passivo ou patrimônio líquido devem ser
reconhecidos no balanço patrimonial. Similarmente, somente itens que atendem à definição
de receitas ou despesas devem ser reconhecidos na demonstração do resultado e na
demonstração do resultado abrangente. Contudo, nem todos os itens que atendem à definição de
um desses elementos devem ser reconhecidos.

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O ativo ou passivo é reconhecido somente se o reconhecimento desse ativo ou passivo e de


quaisquer receitas, despesas ou mutações do patrimônio líquido resultantes fornece aos usuários
das demonstrações contábeis informações que são úteis, ou seja:

(a) informações relevantes sobre o ativo ou passivo e sobre quaisquer receitas, despesas ou
mutações do patrimônio líquido resultantes; e
(b) representação fidedigna do ativo ou passivo e de quaisquer receitas, despesas ou mutações do
patrimônio líquido resultantes.

Desreconhecimento:

Desreconhecimento é a retirada de parte ou da totalidade de ativo ou passivo reconhecido do


balanço patrimonial da entidade. O desreconhecimento normalmente ocorre quando esse item
não atende mais à definição de ativo ou passivo:

(a) para o ativo, o desreconhecimento normalmente ocorre quando a entidade perde o controle
da totalidade ou de parte do ativo reconhecido; e
(b) para o passivo, o desreconhecimento normalmente ocorre quando a entidade não possui mais
uma obrigação presente pela totalidade ou parte do passivo reconhecido.

Princípios da Contabilidade Geral - Resolução 750/93

• Cabe ressaltar que essa Resolução foi revogada pela Norma Brasileira de Contabilidade Aplicada
ao Setor Público (NBC TSP) - Estrutura Conceitual CPC 00, porém é importante estudarmos esses
princípios, pois ainda caem em prova, estão intrínsecos no CPC 00 e são utilizados na elaboração
da contabilidade.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Para que os princípios possam vigorar na conformidade, eles devem possuir três características
simultâneas (qualidades desejáveis da informação contábil). Os princípios devem ser úteis,
objetivos e praticáveis: Características/qualidades desejáveis dos princípios contábeis.

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● Utilidade: a partir da geração de informações significativas e valiosas para os usuários das


demonstrações contábeis;
Objetividade: as aplicações não sofrem influência por inclinações pessoais ou prejuízo dos
que a fornecem;
Praticabilidade: quando eles podem ser adotados sem complexidade ou custos indevidos

Princípios da Contabilidade Geral - Resolução 750/93:

1) Princípio da Entidade - reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a


autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo
dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de
pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins
lucrativos. Por conseqüência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus
sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição.

2) Princípio da Continuidade - pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e,


portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta
circunstância.

3) Princípio da Oportunidade - refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos


componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas.

4) Princípio do Registro Pelo Valor Original - determina que os componentes do patrimônio


devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda
nacional.

De acordo com a Resolução 750/93, art. 7º, §1º, as seguintes bases de mensuração devem ser
utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo, de diferentes formas:

I – Custo histórico. Os ativos são registrados pelos valores pagos ou a serem pagos em caixa ou
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

equivalentes de caixa ou pelo valor justo dos recursos que são entregues para adquiri-los na data
da aquisição.
Os passivos são registrados pelos valores dos recursos que foram recebidos em troca da
obrigação ou, em algumas circunstâncias, pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os
quais serão necessários para liquidar o passivo no curso normal das operações.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
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II – Variações do custo histórico:

a) Custo corrente. Os ativos são reconhecidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os
quais teriam de ser pagos se esses ativos ou ativos equivalentes fossem adquiridos na data ou no
período das demonstrações contábeis.
Os passivos são reconhecidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, não descontados,
que seriam necessários para liquidar a obrigação na data ou no período das demonstrações
contábeis;

b) Valor realizável. Os ativos são mantidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os
quais poderiam ser obtidos pela venda em uma forma ordenada.
Os passivos são mantidos pelos valores em caixa e equivalentes de caixa, não descontados, que se
espera seriam pagos para liquidar as correspondentes obrigações no curso normal das operações
da Entidade;

c) Valor presente. Os ativos são mantidos pelo valor presente, descontado do fluxo futuro de
entrada líquida de caixa que se espera seja gerado pelo item no curso normal das operações da
Entidade.
Os passivos são mantidos pelo valor presente, descontado do fluxo futuro de saída líquida de
caixa que se espera seja necessário para liquidar o passivo no curso normal das operações da
Entidade;

d) Valor justo. É o valor pelo qual um ativo pode ser trocado, ou um passivo liquidado, entre partes
conhecedoras, dispostas a isso, em uma transação sem favorecimentos; e

e) Atualização monetária. Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem


ser reconhecidos nos registros contábeis mediante o ajustamento da expressão formal dos
valores dos componentes patrimoniais.

5) Princípio da Competência - determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou


pagamento.

Tal princípio se contrapõe ao Regime de Caixa, o qual reconhece as receitas e as despesas no


momento do seu recebimento ou do pagamento, respectivamente, independentemente da sua
realização.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

Para fins didáticos, irei exemplificar o exposto acima com um exemplo:

• Suponha que uma empresa contratou um serviço de pintura no mês de Janeiro/2011, o serviço foi
prestado no mesmo mês da contratação e só foi pago no mês de Março/2011.

Pelo princípio da Competência (Regime de Competência), essa despesa será contabilizada no


mês de Janeiro/2011, que foi quando o serviço foi prestado e consequentemente ocorreu o fato
gerador.

Por outro lado, pelo Regime de Caixa, essa despesa só seria contabilizada no mês de Março/2011,
que foi quando houve o pagamento, ou seja, a saída de caixa.

Ressalta-se que a Lei 6.404/76 é clara ao informar que as demonstrações contábeis, devem ser
elaboradas pelo Regime de Competência, salvo a Demonstração dos Fluxos de Caixa.

6) Princípio da Prudência - determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e


do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a
quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.

O princípio da atualização monetária foi revogado pela Resolução CFC nº 1.282/10. Restaram
apenas: Entidade, Continuidade, Oportunidade, Registro pelo Valor Original, Competência e
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Prudência.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

6) Direito Constitucional

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Aplicação das Normas Constitucionais no Tempo; Interpretação Constitucional.

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades em seus estudos anteriores.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Assuntos (revisar): Aplicação das Normas Constitucionais no Tempo; Interpretação Constitucional.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL- Área fiscal - CADERNO 02

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Filtros do TEC: área fiscal e controle, remover desatualizadas e anuladas.

Caro aluno (a), mantenha um registro das questões erradas ou que geraram dúvidas. Isso não
apenas contribuirá para o seu aprendizado, mas também servirá como uma ferramenta valiosa
para as suas revisões futuras.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - FCC - CADERNO 02
OBS: diante da limitada quantidade de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20 ) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - FGV - CADERNO 02
OBS: diante da limitada quantidade de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - VUNESP - CADERNO 02
OBS: diante da limitada quantidade de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO CONSTITUCIONAL - CEBRASPE - CADERNO 02
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

OBS: diante da limitada quantidade de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Atividade Extra (Facultativa) - Estimativa de tempo: 15 minutos

Resolução de Cards Anki de todos os assuntos da disciplina

Revise utilizando o seu baralho Anki que disponibilizamos na primeira tarefa desta disciplina.

Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.

Resumo dos Conceitos Principais:


1. Aplicação das Normas Constitucionais no Tempo
Nova Constituição = Nova ordem jurídica!
Revoga integralmente a Constituição anterior
Recepciona normas infraconstitucionais compatíveis
Revoga normas infraconstitucionais incompatíveis

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

2. Interpretação Constitucional
Métodos de interpretação:
Jurídico (clássico): Foca no texto da lei
Tópico-problemático : Prioriza o problema concreto
Hermenêutico-concretizador : Considera o contexto histórico
Normativo-estruturante : Integra texto e realidade
Científico-espiritual: Considera valores subjacentes

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

3. Princípios de Interpretação Constitucional


• Unidade da Constituição: Tudo se conecta!
• Máxima efetividade: Dê o máximo de efeito às normas
• Conformidade funcional: Respeite as funções dos Poderes
• Concordância prática : Harmonize conflitos
• Efeito integrador: Promova a integração social e política
• Força normativa: A Constituição deve ser efetivada na prática

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Pegadinhas e Detalhes Importantes:


1. Cuidado com a confusão entre recepção e repristinação!
Recepção : norma anterior compatível continua válida
Repristinação : norma revogada volta a valer (só se expressamente prevista)

2. Atenção à diferença entre interpretação conforme e declaração parcial de


inconstitucionalidade sem redução de texto!
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Interpretação conforme: salva a norma dando interpretação constitucional


Declaração parcial: declara inconstitucional apenas algumas aplicações da norma

3. Não confunda os métodos de interpretação! Cada um tem sua característica única.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Dicas Práticas de Memorização:


1. Acrônimo para os métodos de interpretação: JTHNE • Jurídico, Tópico, Hermenêutico,
Normativo, Espiritual.
2. Para lembrar da aplicação no tempo: " RRR " • Revoga (Constituição anterior), Recepciona
(normas compatíveis), Revoga (normas incompatíveis)
3. Mapa mental:

Lembre-se: a Constituição é o coração do nosso ordenamento jurídico!


Dominar esses conceitos é essencial para seu sucesso no concurso.
Boa sorte e até a próxima dica!
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
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7) Auditoria Tributária Fiscal

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Objetivos, Independência e Qualidade

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades em seus estudos anteriores.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Assuntos (revisar):
- Objetivos Gerais do Auditor
- Independência (Auditor)
- Controle de Qualidade da Auditoria

OBSERVAÇÃO: Este roteiro foi cuidadosamente elaborado para proporcionar um aprendizado


progressivo e eficiente em Auditoria Tributária. Os agrupamentos temáticos favorecem o
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

aprendizado progressivo, permitindo que você construa o conhecimento de forma lógica,


conectando conceitos e facilitando a fixação dos conteúdos. Além disso, as revisões
intermediárias, cumulativas e final foram estrategicamente distribuídas para reforçar os pontos
essenciais e garantir uma preparação sólida.
A cada tarefa, foque em compreender os conceitos, praticar questões e identificar seus pontos
fortes e de melhoria. Siga o roteiro com disciplina e aproveite ao máximo cada etapa!

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões:[Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA- Área fiscal - CADERNO 2
Filtros do TEC: 2025 - 2014, área fiscal, remover desatualizadas e anuladas.

Caro aluno (a), mantenha um registro das questões erradas ou que geraram dúvidas. Isso não
apenas contribuirá para o seu aprendizado, mas também servirá como uma ferramenta valiosa
para as suas revisões futuras.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - FCC - CADERNO 02
OBS: diante do limitado número de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 14 (total de questões: 14 ) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - FGV - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Resolva as questões 01 a 10(total de questões: 10) - tempo ideal: 30 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - VUNESP - CADERNO 02
OBS: diante do limitado número de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 10 (total de questões: 10 ) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AUDITORIA TRIBUTÁRIA - CEBRASPE - CADERNO 02

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividade Extra (Facultativa) - Estimativa de tempo: 15 minutos

Resolução de Cards Anki de todos os assuntos da disciplina

Revise utilizando o seu baralho Anki que disponibilizamos na primeira tarefa desta disciplina.

Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.

1. Objetivos Gerais da Auditoria: A Missão do Auditor

O coração da auditoria, como você viu nas questões, é o objetivo principal do auditor. Ele busca
obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, em seu conjunto, estão livres de
distorção relevante. E atenção: isso vale tanto para distorções causadas por fraude quanto por
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

erro.

O que é segurança razoável? Não é uma garantia absoluta! É um alto nível de segurança, mas não
100%. O auditor não é um detetive que vai encontrar toda e qualquer fraude ou erro, mas sim as
distorções relevantes .
"O objetivo do auditor é obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis tomadas
em conjunto estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

erro."
Reforçado na Questão 3 ( #2163767) "obter segurança razoável de que as demonstrações
contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por
fraude ou erro; e apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como
exigido pelas NBCs TA, em conformidade com o constatado."

Essa segurança razoável é o que permite ao auditor emitir uma opinião imparcial sobre as
demonstrações, aumentando a confiança dos usuários. Mas lembre-se: a opinião do auditor não
garante a viabilidade futura da entidade nem a eficiência da administração. Isso é uma
pegadinha clássica!
"O auditor deve dar uma opinião imparcial sobre as demonstrações contábeis e assegurar que
estas estão livres de fraudes e de erros."
A Questão 7 (#1125553) testa exatamente isso, afirmando que a opinião do auditor "assegura a
viabilidade futura da entidade, assim como assegura a eficiência da administração", o que está
Errado.

Exemplo Prático: Imagine que uma empresa está prestes a lançar ações na bolsa. Investidores
precisam confiar nos números para decidir se compram ou não. O auditor, ao atestar que as
demonstrações estão razoavelmente livres de erros e fraudes, dá essa confiança. Ele não diz se a
empresa vai lucrar no futuro, mas sim que os números apresentados hoje são confiáveis. É como
um selo de qualidade nos dados financeiros.

2. Controle de Qualidade na Auditoria: Garantindo a Excelência


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Para que a auditoria seja confiável e mantenha sua credibilidade, ela precisa de um rigoroso
controle de qualidade. Dois pontos chave que apareceram nas suas questões são a Revisão pelos
Pares e a revisão de controle de qualidade do trabalho.

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META 39

Revisão pelos Pares: É uma revisão externa de qualidade. Pense nela como uma auditoria da
própria auditoria! Ela deve ocorrer, no mínimo, uma vez a cada ciclo de quatro anos.
"A Revisão pelos Pares é uma revisão externa de qualidade. O auditor deve submeter-se à Revisão
pelos Pares no mínimo uma vez a cada ciclo de quatro anos."
A Questão 14 ( #866931) aborda o rodízio de firmas de auditoria, que é um aspecto relacionado à
independência e ao controle de qualidade, o conceito de revisão externa e rodízio visa aprimorar
a qualidade e a independência.

Revisão de Controle de Qualidade do Trabalho: Esta é uma avaliação objetiva dos julgamentos e
conclusões feitos pela equipe de auditoria em um trabalho específico. O ponto crucial aqui é que
o revisor de qualidade do trabalho é diferente do auditor da equipe que realizou a auditoria. Isso
garante a imparcialidade e a objetividade da avaliação.
"A revisão de controle de qualidade do trabalho envolve avaliação objetiva dos julgamentos e
conclusões feitos pela equipe, incluindo discussão de assuntos significativos com o sócio, revisão
das demonstrações e relatório proposto, revisão da documentação selecionada e avaliação das
conclusões. O revisor de qualidade do trabalho é diferente do auditor da equipe."
A Questão 13 ( #776561) reforça que esse trabalho deve ser realizado por "sócio ou outro
profissional da firma de auditoria, ou pessoa externa qualificada, ou equipe formada por essas
pessoas, nenhuma delas envolvida na auditoria."

3. Independência do Auditor: O Pilar da Credibilidade

A independência é a espinha dorsal da auditoria! Ela aprimora a capacidade do auditor de atuar


com integridade, objetividade e ceticismo profissional. Sem independência, a opinião do auditor
perde todo o seu valor.
"Posicionamento profissional que permite a apresentação de conclusão sem efeito de influências,
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

atuando com integridade, objetividade e ceticismo profissional."


A Questão 19 ( #244544) pergunta exatamente sobre isso, e a resposta correta envolve aprimorar
a capacidade do auditor de atuar com integridade e imparcialidade.

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Um conceito importante para garantir a independência, especialmente no ambiente de controle


interno da entidade, é a segregação de funções. Isso significa que as funções de execução
operacional, custódia física e contabilização devem ser separadas, evitando conflitos de interesse
e reduzindo riscos de fraude.
"Para determinar o risco de auditoria, o auditor deve avaliar o ambiente de controle da entidade,
que inclui a definição de competências/responsabilidades e o sistema de aprovação/registro de
transações." A segregação de funções é um componente essencial de um ambiente de controle
robusto.
A Questão 20 (#815090) aborda a segregação de funções como um procedimento de controle que
estabelece independência para essas fases da operação.

Exemplo Prático: Imagine que a pessoa que registra as vendas é a mesma que recebe o dinheiro e
controla o estoque. Isso seria um risco enorme para a empresa! A segregação de funções garante
que diferentes pessoas sejam responsáveis por diferentes etapas, criando um sistema de 'freios e
contrapesos' que protege a empresa e a integridade da auditoria. É como ter um caixa, um
estoquista e um contador diferentes para cada função.

Atenção, Pegadinhas à Vista! Como Evitar Erros por Distração

Concursos adoram testar sua atenção aos detalhes. Aqui estão algumas "pegadinhas" comuns e
como você pode se blindar contra elas:

1. Objetivos do Auditor vs. Garantias Absolutas


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

A Pegadinha: Muitas questões tentarão te convencer de que o auditor "garante" a ausência total
de erros e fraudes, ou que ele "assegura" a viabilidade futura da empresa.
Onde você pode errar: Por associar a palavra "auditoria" com "garantia total" ou por não lembrar
que a viabilidade futura é uma incerteza de negócio, não uma conclusão de auditoria.
Dica para evitar o erro: Sempre que vir "garantia", "certeza absoluta", "100% livre de distorções" ou
"viabilidade futura" associados ao objetivo do auditor, ligue o alerta vermelho! Lembre-se: o

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objetivo é segurança razoável, não garantia. A opinião do auditor aumenta a confiança, mas não é
uma bola de cristal sobre o futuro da empresa.

2. Responsabilidade da Administração vs. Auditor


A Pegadinha: Confundir quem é o responsável pela elaboração das demonstrações contábeis.
Algumas questões podem sugerir que o auditor as prepara.
Onde você pode errar: Por achar que, já que o auditor opina sobre as demonstrações, ele também
as elabora.
Dica para evitar o erro: A administração é responsável pela preparação e apresentação adequada
das demonstrações contábeis. A Questão 2 #1942586 reforça que as demonstrações são
"elaboradas pela sua administração, com supervisão geral dos responsáveis pela governança".

3. Revisão de Qualidade: Quem Faz e o Quê?


A Pegadinha: Sugerir que a revisão de controle de qualidade do trabalho é feita por um membro
da própria equipe de auditoria ou pelo auditor chefe da equipe.
Onde você pode errar: Por não se atentar ao princípio da independência na revisão.
Dica para evitar o erro: Se a questão sugerir que o revisor é "da própria equipe" ou "o auditor
chefe da equipe", desconfie! A palavra-chave é "diferente" ou "não envolvido". O revisor de
qualidade do trabalho é diferente do auditor da equipe. A Questão 13 #776561 detalha que deve
ser um sócio ou profissional da firma não envolvido , ou pessoa externa qualificada.

4. Independência: Conceito Amplo e Detalhes Específicos


A Pegadinha: Focar apenas em um aspecto da independência (ex: financeiro) e ignorar outros, ou
cobrar detalhes muito específicos.
Onde você pode errar: Por não ter uma visão holística da independência ou por se prender a
números e prazos que não foram estudados.
Dica para evitar o erro: Pense na independência como um escudo do auditor. Ele precisa estar
protegido de qualquer influência que possa comprometer sua opinião.
Importante: Note que alguns detalhes específicos que podem aparecer em questões, como
prazos exatos para rodízio de firmas de auditoria (Questão 14 #866931) ou regras muito específicas
sobre conflitos entre fontes de relatório financeiro (Questão 1 #2924731), não costumam estar
detalhados nos cursos de Auditoria. Nesses casos, o ideal é focar nos princípios gerais que
estudou e, se possível, buscar a norma específica (como a NBC TA 200 ou NBC PA 01) para
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

aprofundamento, caso o edital do seu concurso aponte para isso. Para o nosso estudo aqui,
experiente pré-edital, o foco é o que está no estudo regular da disciplina!

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Lembre-se: o conhecimento que você está construindo agora não é apenas para passar na prova,
mas para se tornar um profissional de excelência. Mantenha o foco, a disciplina e a paixão pelo
aprendizado. O serviço público te espera! Você tem a capacidade de alcançar seus sonhos.
Continue firme, e a vaga será sua!

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8) Direito Tributário

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Espécies de Tributos

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Assunto: Espécies de Tributos.

Atividade 1:
- Faça uma revisão dos conceitos apontados na descrição da tarefa. Utilize, para isso, suas
anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando e os artigos da lei seca
correspondente. Se preferir realizar uma revisão mais ampla, fique à vontade, mas procure não
atrasar o andamento de sua meta.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 24 (total de questões: 24) - tempo ideal: 60 minutos.

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Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - CADERNO 02
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 19 (total de questões: 19) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - CEBRASPE - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 13 (total de questões: 13) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - FGV - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - VUNESP - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Nome do Caderno: LS - DIREITO TRIBUTÁRIO - FCC - CADERNO 02

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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ATENÇÃO aos seguintes artigos:


CTN: art. 15º, 16º, 77º, 78º, 79º, 81º.
CF/88: art. 145º, 148, 149º caput, §1º e §2º, 149-A e Parágrafo Único.

ESPÉCIES DE TRIBUTOS

IMPOSTOS

Os impostos são tributos não vinculados, exceto para: repartição constitucional, ensino, saúde,
administração tributária e prestação de garantias.

TAXAS

Diferentemente dos impostos, as taxas são tributos vinculados. Assim, podemos dizer que o fato
gerador da taxa está vinculado a uma atividade realizada pelo Estado relativa ao contribuinte.

NÃO CONFUNDIR vinculação do fato gerador com arrecadação vinculada. Neste caso, temos
tributos cujo destino do que foi arrecadado com a sua cobrança se vincula a um custeio previsto
legalmente. Ex: empréstimo compulsório.

Quanto às taxas, o CTN prevê que:

Art. 77. As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no
âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de
polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

contribuinte ou posto à sua disposição.

ATENÇÃO à diferença entre Taxas de Serviço (art. 77 e 79) e Taxas de Polícia (art. 77 e 78).

Ter em mente que, para que a Taxa de Serviço possa ser cobrada é necessária a disponibilização
efetiva do serviço. Por outro lado, a prestação pode ser apenas potencial. Esse é o posicionamento
do STF e deve ser levado para a sua prova.

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META 39

Faças as distinções entre: utilização efetiva e potencial; serviço específico e divisível. (art. 79)

ATENÇÃO aos seguintes dispositivos (muito importantes!):

Art. 145, § 2º, CF. As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.

Súm. 595, STF: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem cuja
base de cálculo seja idêntica à do Imposto Territorial Rural.
Súmula Vinculante 29: É constitucional a adoção, no cálculo do valor de taxa, de um ou mais
elementos da base de cálculo própria de determinado imposto, desde que não haja integral
identidade entre uma base e outra.

Preste atenção e entenda as diferenças entre Taxas x Preços Públicos (Tarifa).

Taxa
Possui natureza tributária
Decorre de lei
Não há manifestação de vontade
Caráter compulsório
Regime jurídico de direito público
Cobrada por pessoa jurídica de direito público
Receita derivada

Preço Público (Tarifa)


Não possui natureza tributária
Decorre de contrato administrativo
Há manifestação de vontade
Caráter facultativo
Regime jurídico de direito privado
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Cobrada por pessoa jurídica de direito público e privado


Receita originária

CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA

Assim como as taxas, a contribuição de melhoria é um tributo vinculado. Assim, podemos dizer

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META 39

que o fato gerador da contribuição de melhoria está vinculado a uma atividade realizada pelo
Estado relativa ao contribuinte.

ATENÇÃO! Com exceção da contribuição de melhoria, a maior parte das demais contribuições
serão classificadas como contribuições especiais.

Portanto, temos que ter em mente que:


- A contribuição de melhoria é um tributo de competência comum dos entes federativos (União,
Estados, DF e Municípios);
- O fato gerador da contribuição de melhoria é a valorização mobiliária;
- Existem limites totais (“despesa realizada”) e limites individuais (“acréscimo de valor que da obra
resultar para cada imóvel beneficiado”) para a cobrança da contribuição de melhoria.

Jurisprudência: O asfaltamento é obra que gera valorização imobiliária, ensejando a contribuição


de melhoria. Recapeamento asfáltico, por sua vez, para o STF (RE 116.148) é obra que não gera
valorização, por isto não enseja contribuição de melhoria.

EMPRÉSTIMOS COMPULSÓRIOS

podemos constatar que o empréstimo compulsório:


- É um tributo de competência exclusiva da União;
- É instituído APENAS por lei complementar;
- Tem sua arrecadação vinculada ao FG que deu origem;
- Pode ser instituído para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública,
de guerra externa ou sua iminência ou no caso de investimento público de caráter urgente e de
relevante interesse nacional;

ATENÇÃO! Somente o empréstimo compulsório decorrente de calamidade pública ou guerra


externa (inc. I) é que são exceções ao princípio da anterioridade e ao princípio da noventena.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

NÃO foi recepcionado pela CF/88 --> Dentre as causas que justificam sua cobrança, a “conjuntura
que exija absorção temporária de poder aquisitivo” (art. 15, III do CTN).

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS

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META 39

Em regra , as contribuições sociais são de competência da União.

Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no


domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento
de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem
prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo.

São contribuições instituídas exclusivamente pela União:


- Contribuições sociais;
- Contribuição de intervenção no domínio econômico (CIDE);
- Contribuição de interesse das categorias profissionais ou econômicas.

ATENÇÃO! Existem contribuições especiais de competência comum.


São as contribuições de custeio previdenciário (art. 149, § 1º, CF).

Art. 149, § 1º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão contribuição, cobrada de


seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário de que trata o art.
40, cuja alíquota não será inferior à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da
União.

Lembre-se: Assim como os empréstimos compulsórios, as contribuições especiais são tributos de


arrecadação vinculada.

Preste atenção e entenda os Tipos de Contribuição Especial e a Competência para Instituir.

Contribuições Sociais ---------------------------------------------------------------------------------------------


União*
Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) --------------------------- Somente a
União
Contribuições de interesse das categorias profissionais --------------------------------- Somente a
União
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP) -- Somente DF e Municípios

*exceção: contribuição previdenciária a ser cobrada de seus servidores.

COSIP

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META 39

NÃO ESQUECER que, segundo a SV 41: “O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado
mediante taxa.”

Nos termos da CF/88:

Art. 149-A. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição, na forma das
respectivas leis, para o custeio do serviço de iluminação pública, observado o disposto no art. 150,
I e III.

Parágrafo único. É facultada a cobrança da contribuição a que se refere o caput, na fatura de


consumo de energia elétrica.

Portanto, temos que:


- A COSIP é de competência exclusiva dos Municípios e do DF (nas suas atribuições legislativas
municipais);
- A COSIP é tributo de arrecadação vinculada ao custeio do serviço de iluminação pública;
- O STF já firmou entendimento que a COSIP é um tributo sui generis, não se enquadrando nas
demais espécies de tributos previamente existentes.

CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DOS TRIBUTOS

- Classificação quanto à hipótese de incidência: vinculados e não vinculados;

- Classificação quanto ao destino da arrecadação: arrecadação vinculada e arrecadação não


vinculada;

- Classificação quanto à finalidade: fiscal, extrafiscal e parafiscal;

- Classificação quanto à possibilidade de transferência do encargo tributário: diretos e indiretos;

- Classificação quanto à variação de alíquotas: proporcional, progressivo e regressivo.


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META 39

Súmulas relativas ao tema (leitura obrigatória).

Súmula Vinculante 19: A taxa cobrada exclusivamente em razão dos serviços públicos de coleta,
remoção e tratamento ou destinação de lixo ou resíduos provenientes de imóveis, não viola o
artigo 145, II, da Constituição Federal.

Súmula Vinculante 29 - É constitucional a adoção, no cálculo do valor de taxa, de um ou mais


elementos da base de cálculo própria de determinado imposto, desde que não haja integral
identidade entre uma base e outra.

Súmula Vinculante 40 - A contribuição confederativa de que trata o art. 8º, IV, da Constituição
Federal, só é exigível dos filiados ao sindicato respectivo.
Observação: Esta súmula vinculante possui a mesma redação da Súmula 666 do STF. Isso significa
que já se tratava de entendimento pacífico no STF.

Súmula Vinculante 41 - O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa.
Observação: Esta súmula vinculante possui a mesma redação da Súmula 670 do STF. Isso significa
que já se tratava de entendimento pacífico no STF.

Súmula STF 545 - Preços de serviços públicos e taxas não se confundem, porque estas,
diferentemente daqueles, são compulsórias e tem sua cobrança condicionada a prévia
autorização orçamentária, em relação a lei que as instituiu.

Súmula STF 595 – É inconstitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem


cuja base de cálculo seja idêntica à do Imposto Territorial Rural.

Súmula STF 665 – É constitucional a taxa de fiscalização dos mercados de títulos e valores
mobiliários instituída pela Lei 7.940/1989.

Súmula STF 667 – Viola a garantia constitucional de acesso à jurisdição a taxa judiciária calculada
sem limite sobre o valor da causa.

Súmula STJ 407 - É legítima a cobrança da tarifa de água fixada de acordo com as categorias de
usuários e as faixas de consumo.

Súmula STJ 353 - As disposições do Código Tributário Nacional não se aplicam às contribuições
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

para o FGTS.

Súmula vinculante 12-STF: A cobrança de taxa de matrícula nas universidades públicas viola o
disposto no art. 206, inciso IV, da Constituição Federal.

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Atenção aos julgados a seguir:

● É admissível o cálculo das custas judiciais com base no valor da causa, considerando que se
respeita a correlação com o custo da atividade prestada, e desde que haja a definição de
valores mínimo e máximo.

É constitucional a instituição de taxa pela qual observada equivalência razoável entre o valor
exigido do contribuinte e os custos referentes ao exercício do poder de polícia, nos termos do
art. 145, II, da CF/88.

É inconstitucional lei estadual que cria taxa de fiscalização da exploração de recursos hídricos
na qual o valor cobrado é muito superior em relação ao custo da atividade estatal
relacionada.

Estados podem instituir taxa de polícia por expedição de atestados de idoneidade para porte
de arma de fogo.

Isenção da taxa de registro de arma de fogo não se aplica para policiais rodoviários federais
aposentados.

Não viola a legalidade tributária a lei que, prescrevendo o teto, possibilita o ato normativo
infralegal fixar o valor de taxa em proporção razoável com os custos da atuação estatal, valor
esse que não pode ser atualizado por ato do próprio conselho de fiscalização em percentual
superior aos índices de correção monetária legalmente previstos.

São inconstitucionais a instituição e a cobrança de taxas por emissão ou remessa de


carnês/guias de recolhimento de tributos.

Vamos colocar alguns julgados recentes relevantes para que você leia com mais calma se tiver
tempo hábil! PAULO MORAIS - 063.195.774-01

TAXA
É admissível o cálculo das custas judiciais com base no valor da causa, considerando que se
respeita a correlação com o custo da atividade prestada, e desde que haja a definição de valores
mínimo e máximo

observação: se quiser entender um pouco mais sobre esse entendimento, consulte no link abaixo

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META 39

a partir da página 10
[Link]

TAXA
É constitucional a instituição de taxa pela qual observada equivalência razoável entre o valor
exigido do contribuinte e os custos referentes ao exercício do poder de polícia, nos termos do art.
145, II, da CF/88

observação: se quiser entender um pouco mais sobre esse entendimento, consulte no link abaixo
a partir da página 14
[Link]

PIS/COFINS

É constitucional a inclusão dos valores retidos pelas administradoras de cartões na base de


cálculo das contribuições ao PIS e da COFINS devidas por empresa que recebe pagamentos por
meio de cartões de crédito e débito.
STF. Plenário. RE 1049811/SE, Rel. Min. Marco Aurélio, redator do acórdão Min. Alexandre de
Moraes, julgado em 18/3/2022 (Repercussão Geral – Tema 1021) (Info 1047).

observação: se quiser entender um pouco mais sobre esse entendimento, consulte no link abaixo
a partir da página 17
[Link]

PIS/COFINS

É legítima a inclusão do IPI na base de cálculo presumida do PIS e da Cofins, a ser considerada
pelos industriais e importadores de veículos, em regime de substituição tributária

observação: se quiser entender um pouco mais sobre esse entendimento, consulte no link abaixo
a partir da página 9
[Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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9) Tecnologia da Informação

Material indicado: TI Descomplicada - Curso do Professor Felipe Mathias - Plataforma


Hotmart - 2025 - Felipe Mathias.

Assunto(s): CMMI 2.0 e MPS BR

Assuntos e Subassuntos:

CMMI 2.0 e MPS BR

Atividade 1
- Estude a teoria da "AULA 32 - CMMI 2.0 e MPS BR" - Assunto 1. CMMI 2.0 até antes de 1.14 HÁBITO
DE SUSTENTABILIDADE E PERSISTÊNCIA (SHP) (páginas 4 a 29).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2

- Estude a teoria da "AULA 32 - CMMI 2.0 e MPS BR" - Assunto 1.14 HÁBITO DE SUSTENTABILIDADE
E PERSISTÊNCIA (SHP) até antes de CHECKLIST (páginas 30 a 42).

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

CMMI 2.0 & [Link]

1. CMMI 2.0 (Capability Maturity Model Integration)

- Panorama Geral
- O CMMI é um framework focado em melhorar a qualidade de software e a eficiência do processo
de desenvolvimento de forma flexível.
- Fornece um conjunto de melhores práticas e guias para melhorar os processos da organização
como um todo.
- É utilizado para medir o nível de capacidade e maturidade dos processos de uma organização.
- O foco principal da aula é o CMMI DEVELOPMENT (CMMI DEV), que traz orientações para o
desenvolvimento.

- Componentes da Suíte CMMI 2.0 (5 componentes)


- Model (Modelo): Conjunto de práticas e diretrizes para avaliar e aprimorar a maturidade e
capacidade dos processos organizacionais.
- Appraisal Method (Método de Avaliação): Processo de avaliação para determinar o nível de
maturidade e capacidade dos processos em relação aos padrões do CMMI.
- Training & Certification (Treinamento e Certificação): Programas para adquirir conhecimento e a
certificação que valida a qualificação para aplicar o CMMI.
- System & Tools (Sistema e Ferramentas): Ferramentas e sistemas de suporte para implementar e
gerenciar as práticas.
- Adoption Guidance (Orientação para Adoção): Orientações para auxiliar na adoção eficaz do
CMMI.

- Estrutura do Modelo CMMI 2.0


- A estrutura é modular e hierárquica (Modelo, Practice Area, Practice Group, Practice, Informative
Material) .
- Visão (View): Uma seleção de um conjunto de componentes do modelo, sendo o CMMI
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Development uma das visões pré-definidas.


- Área de Prática (Practice Area - PA): Coleção de práticas similares que, em conjunto, atingem
um objetivo.
- Práticas (Practices): As ações de fato exercidas, divididas em Informações Necessárias (intenção
e valor da prática) e Informações Explicativas (exemplo de atividades e produtos de trabalho).

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

- Categorias e Áreas de Capacidade (CMMI Dev)


- As Áreas de Capacidade (Capability Areas) são agrupamentos de áreas de prática
correlacionadas.
- O CMMI traz quatro categorias para as Áreas de Capacidade:
(1) Fazendo (Doing): Para produzir e entregar soluções de qualidade.
(2) Gerenciando (Managing): Para planejar e gerenciar a implementação de soluções.
(3) Habilitando (Enabling): Para suportar a implementação e entrega de soluções.
(4) Melhorando (Improving): Para sustentabilidade e melhoria contínua da performance.

- Níveis de Maturidade do CMMI 2.0 (6 Níveis, de 0 a 5)


(1) Nível 0 - Incompleto: Ad hoc e desconhecido. O trabalho pode, ou não, ser completado.
Abordagem incompleta.
(2) Nível 1 - Inicial: Imprevisível e reativo. Trabalho é feito, mas frequentemente é atrasado ou
estoura o orçamento. Abordagem inicial.
(3) Nível 2 - Gerenciado: Gerenciado em nível de projeto. Projetos são planejados, realizados,
mensurados e controlados. Possui um conjunto de processos simples, mas completo que aborda
o objetivo total da Área de Práticas. Não requer o uso de ativos organizacionais.
(4) Nível 3 - Definido: Proativo. Padrões organizacionais fornecem guias. Usa padrões
organizacionais e *tailoring*. Projetos usam e contribuem com os ativos organizacionais.
(5) Nível 4 - Gerenciado Quantitativamente: Mensurado e controlado. Direcionado a dados. Usa
técnicas estatísticas quantitativas para refinar ou prever.
(6) Nível 5 - Otimizado: Estável e flexível. Foca em melhorar continuamente. Usa técnicas
estatísticas e quantitativas para otimizar o alcance dos objetivos.

- Avaliações do CMMI (Appraisal Method)


- Existem 4 tipos de avaliações, seguindo o mnemônica BASE:
(1) Benchmark Appraisal (B): Identifica oportunidades de melhoria. Resulta em um rating de Nível
de Maturidade válido por 3 anos.
(2) Action Plan Reappraisal (A): Reavaliação para organizações que perderam por pouco o nível
almejado, com custo menor que o Benchmark.
(3) Sustainment Appraisal (S): Feita 2 anos após a Benchmark para confirmar e estender a
classificação, com tempo e custo menores.
(4) Evaluation Appraisal (E): Ajuda a se preparar para a Benchmark, identificando lacunas. É
informal e flexível e não resulta em classificação de nível de maturidade.

2. [Link] (Melhoria dos Processos de Software Brasileiro)


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Panorama Geral
- Programa desenvolvido pela Softex com órgãos públicos (MCTI, Sebrae, etc.).
- Objetivo: melhorar a capacidade de desenvolvimento de softwares, serviços e as práticas de
gestão de RH na indústria de TIC.

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META 39

- Componentes do Programa [Link] (5 Componentes)


- Modelo de Referência MPS-BR para Software (MR-MPS-SW)
- Modelo de Referência MPS-BR para Serviços (MR-MPS-SV)
- Modelo de Referência MPS-BR para Gestão de Recursos Humanos (MR-MPS-RH)
- Método de Avaliação MPS (MA-MPS)
- Modelo de Negócio MPS (MN-MPS)

- Maturidade dos Processos (MR-MPS-SW)


- É um modelo baseado em níveis de maturidade, que são uma combinação entre os processos e
sua capacidade.
- Os processos estão divididos em dois conjuntos:
(1) Processos de Projeto: Executados para os projetos de software (desenvolvimento, manutenção
ou avaliação de produto). Ex: Gerência de projetos, Engenharia de requisitos, Integração de
Produto.
(2) Processos Organizacionais: Concebidos para fornecer os recursos necessários para o
projeto/serviço. Ex: Gerência de Recursos Humanos, Gerência de Configuração, Medição,
Aquisição, Gerência de Decisões.
- O MPS trabalha com 7 Níveis de Maturidade, de G (mais baixo) a A (mais alto), com evolução
cumulativa.

- Níveis de Maturidade do [Link] (G ao A)


(1) Nível G - Parcialmente Gerenciado: Implementação inicial de Gerência de Projetos e
Engenharia de Requisitos.
(2) Nível F - Gerenciado: Implementação inicial de Gerência de Configuração, Medição, Aquisição,
Gerência de Processos e Gerência Organizacional.
(3) Nível E - Parcialmente Definido: Implementação inicial de Gerência de Recursos Humanos e
evolução da Gerência de Processos e Gerência Organizacional.
(4) Nível D - Definido: Implementação inicial de Projeto e Construção do Produto, Integração do
Produto, e Verificação e Validação, além da evolução de Gerência de Projetos e Engenharia de
Requisitos.
(5) Nível C - Totalmente Definido: Implementação inicial de Gerência de Decisões e evolução de
Medição, Aquisição e Gerência Organizacional.
(6) Nível B - Gerenciado Quantitativamente: Evolução de Gerência de Projetos, Medição,
Aquisição, Gerência de Processos e Gerência Organizacional. Processos passam a ser executados
de forma previsível, dentro de limites definidos.
(7) Nível A - Em Otimização: Evolução de Gerência de Projetos e Medição. Processos são
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

continuamente objeto de melhorias e alinhados aos objetivos organizacionais.

ATENÇÃO SOBRE NÍVEL DE CAPACIDADE F:


- Na Capacidade do Processo Nível F, a execução do processo e os produtos de trabalho são
gerenciados. Uma das características esperadas é: Os produtos de trabalho selecionados são
avaliados objetivamente em relação ao processo e padrões aplicáveis, os resultados são

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META 39

registrados, comunicados e a resolução de não conformidades é assegurada.

EXCLUSÕES PERMITIDAS NO MR-MPS-SW:


- É permitida a exclusão completa do processo AQUISIÇÃO, desde que não executado pela
organização.
- É permitida a exclusão de alguns resultados do processo GERÊNCIA ORGANIZACIONAL, caso não
sejam pertinentes à organização.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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10) Contabilidade de Custos

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Classificação de custos: variável, fixo, direto, indireto, primário etc

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Classificação de Custos: Variável, Fixo, Direto, Indireto, Primário, etc

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos acima que teve dúvidas ou dificuldades.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.

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Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE DE CUSTOS - CADERNO 02

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - FCC

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - FGV

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - CEBRASPE

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 01 - VUNESP
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Classificação de custos: variável, fixo, direto, indireto, primário etc

CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS

- Custos Diretos: representam os custos que podem ser apropriados diretamente ao produto, pois
há uma medida de consumo (matéria-prima consumida, embalagens utilizadas, horas de mão de
obra utilizadas, depreciação de equipamentos utilizados na fabricação de um único produto etc).

- Custos Indiretos: Também chamados de Custos Indiretos de Fabricação (CIF) ou Gastos Gerais
de Fabricação (GGF), representam os custos que não possuem condição de serem apropriados de
forma objetiva aos produtos. A alocação de tais custos é realizada por meio de rateios ou
estimativas, tais como: mão de obra indireta; seguros e aluguéis da fábrica; energia elétrica;
depreciação de equipamentos utilizados na fabricação de mais de um produto; salário da
supervisão e chefia; materiais indiretos etc.

Obs1: se a empresa produz um único produto todos os custos são diretos!

Obs2: além dos Custos Indiretos propriamente ditos, alguns Custos Diretos, devido sua
irrelevância ou dificuldade de medição, são tratados também como Custos Indiretos.

- Custos Fixos: são aqueles custos que sem mantém constante independentemente do volume de
produção. Exemplos: aluguel da fábrica; seguro da fábrica; IPTU da fábrica; depreciação de
máquinas e equipamentos; manutenção da fábrica; conta telefônica da fábrica, etc.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Obs3: os custos fixos podem variar, mas não será em função do volume de produção.

- Custos Variáveis: são aqueles custos que variam diretamente em função do volume de
produção, ou seja, quanto maior a quantidade produzida, maior será seu consumo total.
Exemplos: Matéria-prima, Embalagens, MOD, Materiais Indiretos.
Obs: parte da doutrina considera a Energia Elétrica como custo variável, apesar de que seu custo,
normalmente, não variar totalmente em relação à quantidade produzida. No entanto, trata-se de

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um custo semivariável, pois há uma parcela pequena de energia elétrica que é consumida que
independe da quantidade produzida.

- Custo misto escalonado (Semifixo ou por degraus): são fixos dentro de determinada faixa, mas
variam quando há mudança de faixa. Sua variação é direta ao nível de atividade, porém não
proporcional.

- Custo misto composto (Semivariável): são variáveis, mas possuem parcela fixa que existirá
mesmo que nada seja produzido. Uma parte varia diretamente proporcional à quantidade
produzida e a outra mantém-se constante a qualquer nível de atividade. Exemplo: a parcela de
energia elétrica utilizada na iluminação e nos equipamentos do serviço do laboratório de
patologia clínica.

- Custo Diferencial: no âmbito dos negócios, quando escolhemos uma entre duas (ou mais)
alternativas, incorremos em custos e benefícios, que devem ser comparados com os custos e
benefícios das demais alternativas disponíveis. Essa diferença entre os custos de duas alternativas
é chamada de custo diferencial. Deve-se também efetuar a comparação com a receita diferencial
advinda dessas escolhas.

- Custos Perdidos: são investimentos feitos no passado, provocam custos contábeis, mas são
irrelevantes para certas decisões, por não alterarem fluxos financeiros; São também conhecidos
como custos afundados (em inglês, sunk costs) ou custos irrecuperáveis. Por não poderem ser
mudados por nenhuma decisão tomada agora ou no futuro, os custos perdidos devem ser
IGNORADOS no processo de tomada de decisão.

- Custo de Oportunidade: é o benefício perdido devido à melhor alternativa abandonada quando


se toma qualquer decisão. É quanto a empresa sacrificou em termos de remuneração por ter
aplicado seus recursos numa alternativa em vez de outra. Normalmente esse tipo de comparação
tende a ser um pouco difícil, em função do problema do risco.

OUTROS CONCEITOS IMPORTANTES


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Custo Primário: corresponde à soma da matéria prima (MP) consumida com a mão de obra
direta (MOD) aplicada.

Obs: Apesar de ser um custo direto, a embalagem não faz parte do custo primário. Somente será

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custo primário se estritamente necessário para a comercialização do produto.

- Custo de Transformação: corresponde à soma da mão de obra aplicada (MOD) com os custos
indiretos de fabricação (CIF) ou Gastos Gerais de Fabricação (GGF).

- Custos Controláveis (ou gerenciáveis): são custos que podem ser controlados por determinada
pessoa cujo desempenho se deseja controlar. Exemplos: mão de obra direta (salário), matéria-
prima consumida etc.
- Custos Não Controláveis (ou não gerenciáveis): fogem ao controle do chefe do departamento.
Exemplos: impostos, encargos sobre a folha de pagamento etc.

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11) Tecnologia da Informação

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Análise de Informações - Modelagem Lógica e Normalização

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Assunto:
Análise de Informações - Modelagem Lógica e Normalização
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CADERNO 03
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Análise de Informações - Modelagem Lógica e Normalização

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CADERNO 03
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

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Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 14 (total de questões: 14) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FCC - CADERNO 03

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 23 (total de questões: 23) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FGV - CADERNO 03

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 04 (total de questões: 04) - tempo ideal: 10 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- VUNESP - CADERNO 03

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 23 (total de questões: 23) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- CEBRASPE - CADERNO 03

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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22/11/2025
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22/11/2025
META 39

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12) Direito Civil

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Pessoas Naturais e Jurídicas (Arts. 01 ao 78 do CC/02)

Assuntos: Pessoas Naturais e Jurídicas

Obs: Eleve o Nível de seu Estudo: Baixe o Resumo Esquematizado de Direito Civil Elaborado pela
LS Por que baixar o resumo agora?
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PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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22/11/2025
META 39

Atividade 1
- Faça uma revisão dos conceitos apontados na descrição da tarefa. Utilize, para isso, suas
anotações, o material teórico pelo qual você estava estudando antes da publicação do edital e os
artigos da lei seca correspondente. Se preferir realizar uma revisão mais ampla, fique à vontade,
mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

Você também pode utilizar o RESUMO ESQUEMATIZADO - DIREITO CIVIL LS - acesse aqui
Tópicos de Revisão:
DIREITO CIVIL – PARTE GERAL: PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES E PESSOAS NATURAIS
PESSOAS JURIDICAS: CONCEITO, CLASSIFICAÇÃO E REGRAS DE FUNCIONAMENTO

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 50 minutos.
Nome do Caderno: LS - Área Fiscal - D. Civil - CADERNO 02
Link do caderno de questões: [Link]

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100
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
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RESUMO ESQUEMATIZADO - DIREITO CIVIL LS - acesse aqui

Atividade 1
- Faça uma revisão dos conceitos apontados na descrição da tarefa. Utilize, para isso, suas
anotações, o material teórico pelo qual você estava estudando antes da publicação do edital e os
artigos da lei seca correspondente. Se preferir realizar uma revisão mais ampla, fique à vontade,
mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

Você também pode utilizar o RESUMO ESQUEMATIZADO - DIREITO CIVIL LS - acesse aqui
Tópicos de Revisão:
DIREITO CIVIL – PARTE GERAL: PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES E PESSOAS NATURAIS
PESSOAS JURIDICAS: CONCEITO, CLASSIFICAÇÃO E REGRAS DE FUNCIONAMENTO

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


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Atividade 2
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 50 minutos.
Nome do Caderno: LS - Área Fiscal - D. Civil - CADERNO 02
Link do caderno de questões: [Link]

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Atividades Alternativas:
Querido, nessas atividades alternativas, teremos 04 cadernos de questões das principais Bancas
da sua área de interesse. Vamos às questões:

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 06 (total de questões: 06) - tempo ideal: 12 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Direito Civil - FGV - Caderno 2

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 16 (total de questões: 16) - tempo ideal: 32 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Direito Civil - Cebraspe - Caderno 2

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 07 (total de questões: 07) - tempo ideal: 14 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Direito Civil - FCC - Caderno 2

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 06 (total de questões: 06) - tempo ideal: 12 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Direito Civil - VUNESP - Caderno 2

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Pessoas Naturais

1. No que diz respeito ao início da personalidade das pessoas físicas, lembre-se das das seguintes
grandes teorias:
1.1. Teoria Natalista, que consiste no entendendimento de que a personalidade começa a partir do
nascimento com vida, foi a adotada expressamente pelo Código Civil.
1.2. Teoria Concepcionista, que consiste no entendimento de que o início da personalidade

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jurídica da pessoa natural se dá desde a concepção.


a) Importante leitura do art. 2º do Código Civil.
2. Memorize que a proteção que o Código Civil defere ao nascituro alcança o natimorto no que
concerne aos direitos da personalidade, tais como nome, imagem e sepultura.
3. Lembre-se:
3.1. São absolutamente incapazes apenas os menores de 16 anos.
3.2. São relativamente incapazes os maiores de 16 e menores de 18 anos, os ébrios habituais e os
viciados em tóxicos, aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir a
sua vontade e os pródigos.
4. Tenha em mente o fato de que emancipação e menoridade são coisas distintas.
4.2. O menor emancipado continua sendo menor, ainda que tenha plena capacidade civil.
5. A capacidade termina, no caso das pessoas naturais, com a morte.
5.1. Lembre-se das situações em que a morte pode ser presumida. São elas:
a) Extremamente provável a morte de quem estava em situação de perigo de vida;
b) Desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos após o
término da guerra;
c) Desaparecidos entre 02/09/1961 a 05/10/1988 (Regime Militar);
6. Atenção ao conceito de Comoriência - presunção de morte simultânea de pessoas
reciprocamente herdeiras.
6.1. Leia o Enunciado 610 da VII Jornada de Direito Civil.

7. Em tema de direitos da personalidade, o STJ já estabeleceu que, na publicação de matérias


jornalísticas, o veículo de imprensa deve atentar para a vida privada das pessoas retratadas
potencialmente afetadas pela publicação das imagens.

8. Atenção ao processo de ausência.


8.1. Ocorre quando a pessoa desaparece do seu domicílio sem deixar representante ou dar
notícias do seu paradeiro.
8.2. Realize leitura dos artigos 22 a 39 do CC.
a) Quanto ao art. 25 CC, saiba que a jurisprudência interpreta extensivamente esse dispositivo
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

para a inclusão do companheiro.


b) Guarde que a sucessão definitiva também pode iniciar 5 anos depois das últimas notícias do
ausente, quando ele tiver mais de 80 anos na data do pedido.
9. Lembre-se das pessoas que têm domicílio necessário/legal.
9.1. São elas: Pessoas itinerantes; Incapazes; Servidores Públicos; Militares do Exército; Militares da
Marinha e da Aeronáutica; Marítimo; Presos e Agentes Diplomáticos.

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META 39

Pessoas Jurídicas

1. As características mais importantes das pessoas jurídicas são as seguintes:


1.1. São possuidoras de capacidade de direito e de fato;
1.2. Possuem estrutura organizativa;
1.3. Os membros que as formam possuem objetivos comuns;
1.4. Possuem patrimônio próprio e independente das pessoas que as integram;
1.5. Necessidade de que seja dada publicidade quando de sua constituição.
2. Em conformidade com o Código Civil e com Leis Especiais, são pessoas jurídicas de direito
privado: [Esse é um assunto que se tornou de grande incidência em questões das bancas]
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a) Associações
b) Sociedades

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

c) Fundações
d) Organizações Religiosas
e) Partidos Políticos
f) Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada - EIRELI's
g) Sindicatos
h) Empresas Públicas
i) Sociedades de Economia Mista
j) Cooperativas

2.1. Segundo o Enunciado 469 do CJF, a EIRELI não corresponde a uma sociedade, sendo um novo
ente jurídico personificado.
3. Realize a leitura dos artigos 45 e 46 do Código Civil.
3.1. Memorize que a existência das pessoas jurídicas se dá com o registro dos atos constitutivos,
cabendo ao artigo 46 trazer os requisitos gerais desse registro.
4. Importante saber diferenciar a despersonificação ou despersonalização da pessoa jurídica do
instituto da desconsideração da personalidade jurídica.
a) A despersonificação abarca a extinção da pessoa jurídica, enquanto a desconsideração da
personalidade jurídica trata do abandono da regra de cisão patrimonial entre a pessoa jurídica e
as pessoas físicas que dela fazem parte.
5. Saiba que entes despersonificados são meros agrupamentos de pessoas e/ou bens, sem que
cheguem a constituir pessoas jurídicas.
5.1. Possuem capacidade processual, exercida mediante representação processual.
Ex.: massa falida, a herança jacente/vacante, o espólio, a sociedade e a associação irregulares/de
fato, o condomínio.
6. Existem duas importantes teorias sobre o tema: a "teoria maior" e a "teoria menor". (Atenção!
Grande incidência em provas!)
6.1. A teoria adotada pelo CC/2002 é a "teoria maior" - é necessário verificar o abuso na utilização
da personalidade jurídica.
6.2. Lembre-se que este abuso se caracteriza pelo desvio de finalidade ou pela confusão
patrimonial.
6.3. A "teoria menor" foi adotada pelo artigo 28, §5º do CDC.
7. Lembre que o artigo 52 do Código Civil estende às pessoas jurídicas, no que couber, a proteção
dos direitos da personalidade. Determinados direitos da personalidade, por óbvio, são
incompatíveis e não são aplicáveis às pessoas jurídicas, como o direito à liberdade sexual, à
intimidade, entre outros.
8. Atenção! Lembre-se que nada impede que as associações desenvolvam atividades econômicas,
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

desde que não haja finalidade lucrativa.


9. Importante saber que as fundações são criadas por escritura pública ou por testamento,
devendo o instituidor dotar a fundação de bens livres, especificando os fins a que se destina, e
declarando, se quiser, o modo de administrá-la.
9.1. Caso se torne ilícita, impossível ou inútil a finalidade da fundação, ou caso haja o vencimento
do prazo da sua existência (na hipótese de ter sido previsto um termo pelo seu instituidor), o

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Ministério Público ou qualquer interessado poderá requerer a sua extinção.


10. Sobre o tema pessoas jurídicas, não deixe de fazer leitura atenta do artigo 75 do Código Civil
para conhecer o que este dispõe a respeito de seu domicílio.
11. Artigos de alto grau de importância para a sua prova:
11.1. Leitura imprescindível do art. 40 a 69 do Código Civil.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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13) Direito Empresarial

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): 1 Fundamentos do direito empresarial. 1.1 Origem e evolução histórica,


autonomia, fontes e características. 1.2 Teoria da empresa. 1.3 Empresário: conceito,
caracterização, inscrição, capacidade; empresário individual; pequeno empresário. 1.4 LC nº
123/06 (ME e EPP). 1.5 Prepostos do empresário. 1.6 Institutos complementares: nome ,
estabelecimento empresarial, escrituração. 2 Registro de empresa. 2.1 Órgãos de registro.
2.2 Atos de registro 2.3 Processo decisório. 2.4 Inatividade da empresa..

Relevância: 5

Orientações Técnicas - SEFAZ SE - Auditor Fiscal Tributário - CEBRASPE

Iniciaremos o estudo de DIREITO EMPRESARIAL para o concurso da SEFAZ Sergipe.

Para resolvermos questões, utilizaremos o site TEC Concursos ([Link]). Já as


revisões, serão trabalhadas a partir dos seus próprios resumos. O foco será aumentar seu índice
de aproveitamento nas questões, por meio dos seguintes passos:
1) revisão completa do assunto;
2) realização de baterias de questões;
3) identificação, após as baterias de questões, dos assuntos com maior índice de erros;
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

4) reforço teórico e complementação do resumo dos assuntos com maior índice de erros,
identificados anteriormente.

Obs: Caso deseje a indicação de um material teórico para referência (por não possuir material
atualizado ou completo), indicamos o curso:

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22/11/2025
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SEFAZ-SE - Direito Empresarial - 2025 (Pós-Edital)


Link: [Link]

OBSERVAÇÕES:
Alunos da LS Concursos têm 20% de desconto na assinatura do TEC Concursos. Peça o cupom
para seu Consultor.

Atenção ao Mapa de relevância da disciplina indicado abaixo.


Este mapa servirá de referência para auxiliar o aluno em caso de abundância de tempo, para que
possa intensificar as revisões nos pontos mais importantes, ou em caso de falta de tempo, para
estudar os pontos com maior relevância para o concurso, caso não seja possível estudar tudo.

Vamos às nossas atividades:

Mapa de Relevância

Tópicos Relevâncias

3 Direito societário. 3.1 Sociedade empresária: conceito, terminologia, ato


constitutivo. 3.2 Sociedades simples e empresárias. 3.3 Personalização da
sociedade empresária. 3.4 Classificação das sociedades empresárias. 3.5
Sociedade irregular. 3.6 Teoria da desconsideração da personalidade 6.0
jurídica. 3.7 Desconsideração inversa. 3.8 Regime jurídico dos sócios. 3.9
Sociedade limitada. 3.12 Sociedade em nome coletivo. 3.13 Sociedade em
comandita simples.

3.10 Sociedade anônima. 3.11 Lei nº 6.404/1976 e suas alterações. 3.14


6.0
Sociedade em comandita por ações.

1 Fundamentos do direito empresarial. 1.1 Origem e evolução histórica,


autonomia, fontes e características. 1.2 Teoria da empresa. 1.3 Empresário:
conceito, caracterização, inscrição, capacidade; empresário individual;
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

pequeno empresário. 1.4 Lei Complementar nº 123/2006 e suas alterações 5.0


(microempresa e empresa de pequeno porte). 1.5 Prepostos do
empresário. 1.6 Institutos complementares: nome empresarial,
estabelecimento empresarial, escrituração.

2 Registro de empresa. 2.1 Órgãos de registro de empresa. 2.2 Atos de 4.0

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registro de empresa. 2.3 Processo decisório do registro de empresa. 2.4


Inatividade da empresa. 2.5 Empresário irregular. 2.6 Lei nº 8.934/1994 e
suas alterações.

3.15 Operações societárias: transformação, incorporação, fusão e cisão. 3.16


Relações entre sociedades: coligações de sociedades, grupos societários,
3.0
consórcios, sociedade subsidiária integral, sociedade de propósito
específico. 3.17 Dissolução, liquidação e extinção das sociedades.

Assuntos:
1 Fundamentos do direito empresarial. 1.1 Origem e evolução histórica, autonomia, fontes e
características. 1.2 Teoria da empresa. 1.3 Empresário: conceito, caracterização, inscrição,
capacidade; empresário individual; pequeno empresário. 1.4 Lei Complementar nº 123/2006 e suas
alterações (microempresa e empresa de pequeno porte). 1.5 Prepostos do empresário. 1.6
Institutos complementares: nome empresarial, estabelecimento empresarial, escrituração.
2 Registro de empresa. 2.1 Órgãos de registro de empresa. 2.2 Atos de registro de empresa. 2.3
Processo decisório do registro de empresa. 2.4 Inatividade da empresa. 2.5 Empresário irregular.
2.6 Lei nº 8.934/1994 e suas alterações.

Atividade 1
- Faça uma revisão dos conceitos apontados na descrição da tarefa. Utilize, para isso, suas
anotações, o material teórico pelo qual você estava estudando antes da publicação do edital e os
artigos da lei seca correspondente. Se preferir realizar uma revisão mais ampla, fique à vontade,
mas procure não atrasar o andamento de sua meta.
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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

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Atividade 2
Resolva as questões 01 a 31 (total de questões: 31) - tempo ideal: 62 minutos.
LS - SEFAZ SE - D. Empresarial - Caderno 1
Link: [Link]

Atividade Extra (Facultativa):


Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.
Simulado de assuntos mesclados.
Total de questões: 10
Tempo ideal: 20 minutos.
LS - SEFAZ SE - D. Empresarial - Caderno Extra 01
Link: [Link]

Do Empresário CEBRASPE

Banca: CEBRASPE
Assunto: Do Empresário
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Histórico de cobrança da banca na área:

O CEBRASPE explora com frequência o tema “Do Empresário”, especialmente nos aspectos
relacionados à caracterização, inscrição, capacidade e registro do empresário. As questões
frequentemente exigem domínio sobre os artigos 966 a 971 do Código Civil, que regem o conceito
de empresário e as normas aplicáveis ao exercício da atividade empresarial.

Principais tópicos:

1. Caracterização do Empresário: Empresário é quem exerce profissionalmente atividade


econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou serviços.
2. Inscrição no Registro Público: O empresário deve promover sua inscrição na Junta Comercial,
sendo vedado iniciar atividades antes de sua regularização.
3. Capacidade do Empresário: Exige-se capacidade civil para o exercício da atividade empresarial,
mas incapazes podem continuar empresa anteriormente exercida, desde que assistidos ou
representados.

Tópicos importantes:

1. Distinção entre Empresário Individual e Sociedade Empresária: O empresário individual atua em


nome próprio, enquanto a sociedade empresária exerce atividades por meio de pessoa jurídica
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

distinta.
2. Responsabilidade Patrimonial: O patrimônio pessoal do empresário individual pode responder
por dívidas empresariais, diferente da sociedade empresária.
3. Registros Necessários: Empresários devem inscrever filiais em localidades diferentes e averbá-
las na sede principal.

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Diferenciações frequentes abordadas:

1. Empresário Individual vs. MEI (Microempreendedor Individual): Diferença nos requisitos e


benefícios de cada modalidade.
2. Empresário Rural vs. Empresário Urbano: A opção pelo registro como empresário é facultativa
para o empresário rural.
3. Atividade Intelectual e Empresarialidade: Profissionais que exercem atividades intelectuais não
são considerados empresários, salvo se a atividade constituir elemento de empresa.

Armadilhas comuns nas questões:

1. Confusão sobre inscrição obrigatória: Questões podem sugerir que a inscrição não é obrigatória
para todos os empresários.
2. Responsabilidade patrimonial: Dúvidas sobre os limites de responsabilidade do empresário
individual em comparação às sociedades.
3. Atividades intelectuais: Algumas questões podem confundir atividades intelectuais com
empresariais.

Pontos importantes dos últimos concursos:

1. Inscrição no Registro Público: Questão sobre a obrigatoriedade de inscrição de filial no Registro


Público de Empresas Mercantis.
Concurso: AFM (Prefeitura de Fortaleza) - 2023
Pegadinha: Afirmava que bastava a inscrição na [Link]: Filiais devem ser inscritas na
localidade onde operam, com averbação na sede principal.

2. Responsabilidade Patrimonial do Empresário Individual: Questão sobre a confusão de bens


pessoais e empresariais.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Concurso: AFTM (Prefeitura de Mossoró) - 2024


Pegadinha: Indicava separação absoluta entre bens pessoais e [Link]: No empresário
individual, os bens pessoais respondem pelas obrigações da empresa.

3. Empresário Rural: Questão sobre a opção pelo registro na Junta Comercial.


Concurso: AFRE (SEFAZ CE) - 2021
Pegadinha: Sugeriu que o registro era obrigatório para todos os empresários [Link]: O

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empresário rural pode optar pelo registro, mas não é obrigatório.

Indo mais a fundo:

Recomenda-se a revisão detalhada dos artigos 966 a 971 do Código Civil, que tratam da
caracterização, inscrição e capacidade do empresário. O estudo de jurisprudências envolvendo
responsabilidade patrimonial e regularização de atividades pode auxiliar na resolução de
questões mais complexas.

Nome Empresarial/Prepostos/Escrituração CEBRASPE

Banca: CEBRASPE
Assunto: Dos Institutos Complementares (arts. 1.150 a 1.195 do CC)

Histórico de cobrança da banca na área:

O CEBRASPE explora frequentemente os aspectos relacionados aos institutos complementares,


como escrituração, prepostos e nome empresarial. As questões abordam a necessidade de
escrituração regular, os requisitos de autenticação de livros empresariais e as responsabilidades
do preposto.

Principais tópicos:

1. Escrituração Regular: Exige-se do empresário e da sociedade empresária a escrituração regular


de suas operações, respeitando a ordem cronológica e evitando rasuras.
2. Autenticação dos Livros: Os livros empresariais, como o diário e razão, devem ser autenticados
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

no Registro Público de Empresas Mercantis, garantindo a regularidade formal da escrituração.


3. Prepostos: São representantes do empresário para a prática de atos em nome do empregador,
sendo responsáveis pelas suas ações no âmbito empresarial.

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Tópicos importantes:

1. Responsabilidades do Preposto: Os prepostos exercem atos relacionados ao comércio do


empresário, mas não podem agir em conflito de interesses.
2. Conservação de Documentos: O empresário deve conservar documentos, correspondências e
papéis relativos à atividade empresarial pelo prazo de até 5 anos.
3. Requisitos do Nome Empresarial: Deve seguir regras que garantam unicidade e protejam a
identidade do empresário.

Diferenciações frequentes abordadas:

1. Livro Diário vs. Livro Razão: O diário registra cronologicamente todas as operações da empresa,
enquanto o razão organiza essas operações por contas.
2. Preposto vs. Sócio: O preposto atua por delegação do empresário e não assume
responsabilidades como sócio.
3. Nome Empresarial vs. Marca: Nome empresarial identifica a empresa no registro público,
enquanto marca é protegida pelo INPI.

Armadilhas comuns nas questões:

1. Confusão sobre conservação de documentos: Questões podem sugerir prazos incorretos de


conservação de escrituração.
2. Erro na classificação de livros: Induzem o candidato a confundir as funções dos livros
obrigatórios.
3. Delegação de Funções do Preposto: Algumas questões tentam confundir os limites de atuação
do preposto.
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Pontos importantes dos últimos concursos:

1. Conservação de Documentos: Questão sobre o prazo de guarda da escrituração e


correspondências empresariais.
Concurso: AFM (Prefeitura de Fortaleza) - 2023
Pegadinha: Indicava que o prazo seria de 5 anos após a baixa da empresa. Dica: No código civil
temos: Art. 1.194. O empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa
guarda toda a escrituração, correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade,
enquanto não ocorrer prescrição ou decadência no tocante aos atos neles consignados.

2. Autenticação de Livros: Questão sobre a necessidade de autenticação dos livros empresariais


no Registro Público de Empresas Mercantis.
Concurso: Proc (MPTC DF) - 2021
Pegadinha: Indicava que apenas livros fiscais deveriam ser autenticados. Dica: Todos os livros
obrigatórios devem ser autenticados.

3. Atuação dos Prepostos: Questão sobre os limites de atuação dos prepostos em operações
comerciais.
Concurso: ATM (Prefeitura de Fortaleza) - 2023
Pegadinha: Indicava que o preposto poderia atuar em conflitos de interesse se autorizado pelo
empresário. Dica: O preposto não pode atuar em situações de conflito de interesse.

Indo mais a fundo:

Recomenda-se estudar detalhadamente os artigos 1.150 a 1.195 do Código Civil, com especial
atenção às regras de escrituração, autenticação de livros e aos deveres dos prepostos. Exemplos
práticos de aplicação são úteis para consolidar o conhecimento.

Do Estabelecimento CEBRASPE

Banca: CEBRASPE
Assunto: Do Estabelecimento
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Histórico de cobrança da banca na área:

O CEBRASPE frequentemente explora o tema do estabelecimento comercial, com foco no


conceito, nos elementos materiais e imateriais que o compõem e na possibilidade de tratá-lo
como universalidade de fato. As questões testam o entendimento sobre os artigos 1.142 a 1.149 do
Código Civil, enfatizando as negociações envolvendo estabelecimentos e seus bens.

Principais tópicos:

1. Conceito de Estabelecimento Comercial: O estabelecimento é o conjunto organizado de bens


utilizado pelo empresário para o exercício da empresa, sendo considerado uma universalidade de
fato..
2. Elementos do Estabelecimento: Incluem bens materiais (mercadorias, móveis, etc.) e imateriais
(marca, ponto comercial, patentes, etc.).
3. Tratamento Jurídico: Pode ser objeto unitário de negócios jurídicos, mas seus bens podem ser
negociados isoladamente.

Tópicos importantes:

1. Universalidade de Fato: Permite tratar o estabelecimento como um objeto único para efeitos de
negócios jurídicos.
2. Alienação de Estabelecimento: Envolve a transferência de todo o complexo de bens e está
condicionada à anuência dos credores nos termos da legislação.
3. Garantias e Limitações: A legislação estabelece regras para proteção dos credores e
continuidade da atividade empresarial.

Diferenciações frequentes abordadas:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

1. Estabelecimento vs. Empresa: O estabelecimento é o conjunto de bens, enquanto a empresa é a


atividade econômica organizada.
2. Elementos Materiais vs. Imateriais: Mercadorias e instalações físicas compõem os bens
materiais, enquanto marca e ponto comercial são bens imateriais.
3. Universalidade de Fato vs. Universalidade de Direito: A universalidade de fato não tem
personalidade jurídica, diferentemente da de direito.

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Armadilhas comuns nas questões:

1. Confusão entre conceitos de empresa e estabelecimento: Algumas questões podem induzir ao


erro ao tratar a empresa como um bem, quando é, na verdade, a atividade.
2. Negociação de Bens Isolados: Sugestões de que a negociação de bens isolados viola a unidade
do estabelecimento, o que não é verdade.
3. Impenhorabilidade de Bens: Dúvidas sobre quais bens do estabelecimento podem ser
penhorados.

Pontos importantes dos últimos concursos:

1. Conceito de Estabelecimento: Questão sobre o estabelecimento como universalidade de fato.


Concurso: Proc (TCE-RO) - 2019
Pegadinha: Sugeriu que o estabelecimento não poderia ser tratado como unidade jurídica. Dica:
O estabelecimento pode ser tratado como objeto unitário de direitos e negócios jurídicos.

2. Elementos do Estabelecimento: Questão sobre os bens materiais do estabelecimento.


Concurso: AFM (Pref Fortaleza) - 2023
Pegadinha: Incluiu bens imateriais como marcas e patentes na lista de bens materiais. Dica: Os
bens materiais incluem apenas itens físicos como mercadorias.

3. Penhorabilidade da Sede: Questão sobre a possibilidade de penhora da sede do


estabelecimento.
Concurso: AUD (TC DF) - 2021
Pegadinha: Afirmava que a sede era impenhorável. Dica: A sede do estabelecimento pode ser
penhorada.

Indo mais a fundo:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Recomenda-se revisar os artigos 1.142 a 1.149 do Código Civil, com atenção às disposições sobre
negociação de estabelecimento, proteção a credores e alienação de bens. Casos práticos
envolvendo transferência de estabelecimento e penhora de bens são úteis para reforçar a
aplicação dos conceitos.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Da Definição de Microempresa e de Empresa de Pequeno Porte (arts. 3º a 3º-B da LC nº 123/2006)

Assunto: Da Definição de Microempresa e de Empresa de Pequeno Porte (arts. 3º a 3º-B da LC nº


123/2006)

Agora iremos revisar o assunto por questões recentes das mais diversas bancas! Esse tipo de
revisão ajuda você a entender como o assunto é cobrado!

Fique atento a cada detalhe e cada pegadinha.

Questão 1
CEBRASPE (CESPE) - 2024 - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade
Industrial (INPI)/Gestão e Suporte/Direito

Considerando as disposições da Lei Complementar n.º 123/2006, que trata da microempresa e da


empresa de pequeno porte, julgue o item a seguir.

O desenquadramento da sociedade empresária como microempresa ou empresa de pequeno


porte implica a denúncia dos contratos por elas anteriormente firmados.

C) Certo
E) Errado

Resposta: E
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Comentário: O desenquadramento como ME ou EPP não implica a denúncia automática dos


contratos firmados. Os contratos permanecem válidos e eficazes. O desenquadramento afeta
apenas o regime tributário e outros benefícios previstos na LC 123/2006, mas não as relações
contratuais já estabelecidas.

Questão 2
CEBRASPE (CESPE) - 2024 - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Industrial (INPI)/Gestão e Suporte/Direito

Considerando as disposições da Lei Complementar n.º 123/2006, que trata da microempresa e da


empresa de pequeno porte, julgue o item a seguir.

É vedado o ingresso no Simples Nacional de empresa de pequeno porte de cujo capital participe
outra pessoa jurídica.

C) Certo
E) Errado

Resposta: C

Comentário: O item está correto. De acordo com o art. 3º, § 4º, II, da LC 123/2006, não pode se
beneficiar do tratamento jurídico diferenciado previsto na lei, a pessoa jurídica de cujo capital
participe outra pessoa jurídica. Isso significa que uma EPP não pode ter outra pessoa jurídica
como sócia.

Questão 3
IESES - 2022 - Notário e Registrador (TJ TO)/Remoção

De acordo com a receita bruta auferida em cada ano-calendário, empresas que possuem
faturamento igual ou inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) são classificadas
como:

A) Microempresas.
B) Microempreendedores individuais.
C) Empresas de pequeno porte.
D) Empresas Individual de Responsabilidade Limitada.

Gabarito: A) Microempresas

Comentário:
De acordo com a Lei Complementar nº 123/2006, são consideradas microempresas (ME) as
pessoas jurídicas ou equiparadas cuja receita bruta anual seja igual ou inferior a R$ 360.000,00. As
empresas de pequeno porte (EPP), por outro lado, possuem receita bruta superior a R$
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

360.000,00 e igual ou inferior a R$ 4.800.000,00. O microempreendedor individual (MEI) é uma


categoria específica com limite de receita bruta inferior, atualmente até R$ 81.000,00 por ano. Já
a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) não se classifica diretamente por
faturamento, mas por sua estrutura jurídica. Portanto, a alternativa correta é a letra A.

Questão 4

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

FGV - 2023 - Auditor Fiscal da Receita Estadual (SEF MG)/Auditoria e Fiscalização (e mais 1
concurso)

O SIMPLES Nacional, instituído pela Lei Complementar 123/ 2006, visa a ajudar na formalização
das micro e pequenas empresas, mas não é uma opção para todas que tenham receitas inferiores
aos limites legais.

Podem aderir ao SIMPLES

A) As cooperativas de consumo.
B) As empresas cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do
serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade.
C) As empresas que participem do capital de outra pessoa jurídica.
D) As empresas que sejam filiais no país de pessoas jurídicas com sede no exterior.
E) As empresas que sejam agências no país de pessoas jurídicas com sede no exterior.

Resposta: A

Comentário:

A) Correta. As cooperativas, exceto as de consumo, podem optar pelo Simples Nacional, desde
que atendam aos demais requisitos da LC 123/2006.

B) Incorreta. O art. 3º, § 4º, XI, da LC 123/2006 veda a opção pelo Simples Nacional para empresas
com esse tipo de relação com o contratante.

C) Incorreta. O art. 3º, § 4º, II, da LC 123/2006 veda a opção para empresas que participem do
capital de outra pessoa jurídica.

D) Incorreta. O art. 3º, § 4º, III, da LC 123/2006 veda a opção para filiais, sucursais, agências ou
representações, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior.

E) Incorreta. O art. 3º, § 4º, III, da LC 123/2006 veda a opção para filiais, sucursais, agências ou
representações, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior.

Questão 5
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

CEBRASPE (CESPE) - 2023 - Auditor do Tesouro Municipal (Pref Fortaleza)

Com base nas disposições do Código Civil e da Lei Complementar (LC) n.º 123/2006, julgue o item
que se segue.

O fato de uma sociedade empresária classificada como empresa de pequeno porte e optante do

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

tratamento jurídico diferenciado previsto na mencionada LC passar a ter como sócia pessoa
jurídica distinta é causa de exclusão do respectivo regime diferenciado, a partir do mês seguinte
ao da ocorrência da respectiva situação impeditiva.

C) Certo
E) Errado

Resposta: C

Comentário: O item está correto. Conforme o art. 3º, § 4º, II, da LC 123/2006, uma EPP não pode ter
outra pessoa jurídica como sócia. Se isso ocorrer, a empresa será excluída do regime diferenciado
a partir do mês seguinte ao da ocorrência da situação impeditiva, conforme art. 30, II, da mesma
lei.

Questão 6
OBJETIVA CONCURSOS - 2023 - Contador (Pref Piratininga)

Em conformidade com a Lei Complementar nº 123/2006 — Estatuto Nacional da Microempresa e


da Empresa de Pequeno Porte, apenas determinadas estruturas podem ser adotadas para se
permitir o enquadramento como microempresa ou empresa de pequeno porte e se beneficiar do
tratamento jurídico diferenciado previsto na referida Lei Complementar. Sobre essas estruturas,
analisar os itens abaixo:

I. Empresário individual.

II. Sociedade simples.

III. Sociedade por ações.

Estão CORRETOS:

A) Somente os itens I e II.


B) Somente os itens I e III.
C) Somente os itens II e III.
D) Todos os itens.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Resposta: A

Comentário:

I. Correto. O empresário individual pode ser ME ou EPP, desde que atenda aos requisitos da LC
123/2006 (art. 3º, I).

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META 39

II. Correto. A sociedade simples pode ser ME ou EPP, desde que atenda aos requisitos da LC
123/2006 (art. 3º, I).

III. Incorreto. A sociedade por ações (S.A.) é expressamente excluída do regime diferenciado da LC
123/2006 (art. 3º, § 4º, IV).

Portanto, apenas os itens I e II estão corretos.

Questão 7
QUADRIX - 2023 - Assessor (CREFITO 7)/Contábil

Acerca da contabilidade tributária, julgue o item.

O estatuto da microempresa e da empresa de pequeno porte se aplica também à sociedade


empresária, à sociedade simples, à empresa individual de responsabilidade limitada e ao
empresário que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a
circulação de bens ou de serviços.

C) Certo
E) Errado

Resposta: C

Comentário: O item está correto. O art. 3º, I, da LC 123/2006, define que podem se beneficiar do
regime diferenciado a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de
responsabilidade limitada (EIRELI) e o empresário individual, desde que atendidos os demais
requisitos da lei.

Questão 8
CPCON UEPB - 2023 - Auditor de Tributos (Pref Caturité)/18.06.2023

Leia o texto abaixo e assinale a alternativa CORRETA.

Segundo a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, norma que Institui o Estatuto
Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, poderá se beneficiar do tratamento
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

jurídico diferenciado nele previsto a pessoa jurídica:

A) que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento.


B) de cujo capital participe outra pessoa jurídica, desde que qualificada como microempresa ou
empresa de pequeno porte.
C) constituída sob a forma de cooperativa de consumo.

122
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META 39

D) que exerça atividade de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio.


E) cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de
pessoalidade, subordinação e habitualidade.

Resposta: E

Comentário:

A) Incorreta. O art. 3º, § 4º, VII, da LC 123/2006 veda a opção para empresas que exerçam essas
atividades.

B) Incorreta. O art. 3º, § 4º, II, da LC 123/2006 veda a opção para empresas de cujo capital participe
outra pessoa jurídica, independentemente de ser ME ou EPP.

C) Incorreta. As cooperativas de consumo são expressamente excluídas pelo art. 3º, § 4º, IV, da LC
123/2006.

D) Incorreta. O art. 3º, § 4º, VII, da LC 123/2006 veda a opção para empresas que exerçam essas
atividades.

E) Correta. O art. 3º, § 4º, XI, da LC 123/2006, embora vede a opção para empresas com essa relação
com o contratante, o caput do art. 3º permite o enquadramento de pessoas jurídicas, desde que
atendidos os limites de receita bruta e demais requisitos.

Questão 9
FCC - 2023 - Defensor Público do Estado do Espírito Santo

Considere os seguintes tópicos:

I. sucursal de pessoa jurídica com sede no exterior.

II. sociedade simples enquadrada como microempresa.

III. pessoa jurídica constituída sob a forma de sociedade por ações.

IV. sociedade empresária enquadrada como empresa de pequeno porte.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

São pessoas jurídicas que podem se beneficiar do tratamento jurídico diferenciado previsto na Lei
Complementar n° 123/2006, quando atendidos os requisitos legais, APENAS em

A) I, II e III.
B) II e IV.

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C) I e IV.
D) IV.
E) II e III.

Resposta: B

Comentário:

I. Incorreta. O art. 3º, § 4º, III, da LC 123/2006 veda a opção para sucursais de empresas com sede
no exterior.

II. Correta. A sociedade simples pode ser ME ou EPP (art. 3º, I, da LC 123/2006).

III. Incorreta. Sociedades por ações são excluídas do regime (art. 3º, § 4º, IV, da LC 123/2006).

IV. Correta. A sociedade empresária pode ser ME ou EPP (art. 3º, I, da LC 123/2006).

Portanto, apenas as alternativas II e IV estão corretas.

Questão 10
CEBRASPE (CESPE) - 2022 - Procurador do Distrito Federal

Julgue o próximo item, relativos a aspectos pertinentes ao direito tributário, considerando a Lei
Complementar n.º 123/2006, a Lei Complementar n.º 116/2003 e a Lei n.º 8.137/1990.

Para enquadrar-se como micro ou pequena empresa, à luz da lei complementar pertinente, uma
pessoa jurídica deverá apresentar determinado nível de receita bruta, conceito este em que se
inserem o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos
serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia.

C) Certo
E) Errado

Resposta: C

Comentário: O item está correto. O art. 3º, § 1º, da LC 123/2006 define receita bruta exatamente
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

como descrito na questão: produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o
preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, não incluídas as
vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos.

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14) Direito Penal

Material indicado: SEFAZ-SE - Direito Penal - 2025 (Pós-Edital) - Estratégia Concursos - 2025
- Renan Araujo, Equipe Legislação Específica Estratégia Concursos.

Assunto(s): 1 Princípios aplicáveis ao direito penal. 8 Disposições constitucionais aplicáveis


ao direito penal. 7 Lei nº 13.869/2019 (abuso de autoridade). 9 Crimes contra a ordem
tributária

Relevância: 3

Orientações Técnicas - Órgão SEFAZ SE- Cargo AUDITOR FISCAL- Banca CEBRASPE

Iniciaremos o estudo da Disciplina Direito Penal para o concurso SEFAZ SE.

O conteúdo programático trouxe os seguintes tópicos:

- 1 Princípios aplicáveis ao direito penal.


- 8 Disposições constitucionais aplicáveis ao direito penal.
- 2 Aplicação da lei penal. 2.1 A lei penal no tempo e no espaço. 2.2 Tempo e lugar do crime. 2.3
Interpretação da lei penal. 2.4 Analogia. 2.5 Irretroatividade da lei penal. 2.6 Conflito aparente de
normas penais.
- 3 Ilicitude. 4 Culpabilidade.
- 5 Punibilidade e causas de extinção.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- 6 Crimes contra a administração pública.


- 7 Lei n.º 13.869/2019 (abuso de autoridade).
- 9 Crimes contra a ordem tributária.

Iremos trabalhar com o seguinte curso/site:

SEFAZ-SE - Direito Penal - 2025 (Pós-Edital)

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22/11/2025
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Link: [Link]

OBS: Esse link é para você verificar o curso, mas não adquira, caso já possua a assinatura do
Estratégia.
Link Dashboard: [Link]

ATENÇÃO! Alguns alunos estão com dificuldade de achar o curso indicado e se matricular no site
do Estratégia. Para ajudá-lo nessa tarefa, segue um vídeo com tutorial de como achar um curso
na área do aluno do Estratégia e se matricular nele:
[Link]
ATENÇÃO! Indicaremos na tarefa a Versão Simplificada do PDF quando disponível.

Esse material foi escolhido por ser bastante completo e apostar na consolidação do aprendizado
utilizando uma enorme quantidade de questões comentadas.

Siga sempre as “Dicas de Estudo” que serão dispostas em cada tarefa dessa disciplina para um
melhor aproveitamento das baterias de questões. Lembre-se que é fundamental ganharmos
agilidade na resolução de questões dessa disciplina.

Atenção ao Mapa de Relevância da disciplina indicado abaixo.


Este mapa servirá de referência para auxiliar o aluno em caso de abundância de tempo, para que
possa intensificar as revisões nos pontos mais importantes, ou em caso de falta de tempo, para
estudar os pontos com maior relevância para o concurso, caso não seja possível estudar tudo.

Vamos às nossas atividades:

Mapa de Relevância

Tópicos Relevâncias
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

6 Crimes contra a administração pública. 6.0

3 Ilicitude. 4 Culpabilidade. 5 Punibilidade e causas de extinção. 4.0

7 Lei nº 13.869/2019 (abuso de autoridade). 9 Crimes contra a ordem


4.0
tributária.

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1 Princípios aplicáveis ao direito penal. 8 Disposições constitucionais


3.0
aplicáveis ao direito penal.

2 Aplicação da lei penal. 2.1 A lei penal no tempo e no espaço. 2.2 Tempo e
lugar do crime. 2.3 Interpretação da lei penal. 2.4 Analogia. 2.5 2.0
Irretroatividade da lei penal. 2.6 Conflito aparente de normas penais.

Assuntos:
- 1 Princípios aplicáveis ao direito penal.
- 8 Disposições constitucionais aplicáveis ao direito penal.
- 7 Lei n.º 13.869/2019 (abuso de autoridade).
- 9 Crimes contra a ordem tributária.

Nesta tarefa, teremos duas opções de atividade:

1- para alunos experientes, que já estudaram a matéria e precisam revisar e fazer questões;
2- para alunos iniciantes, que ainda não estudaram o tema e precisam estudar a teoria com um
pouco mais de calma antes de fazer questões.

ATIVIDADE PARA ALUNOS EXPERIENTES

Resolução de Questões (TEC Concursos):


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atenção! Caso você ainda não esteja muito confiante, pode fazer a revisão dos assuntos antes de
partir para a bateria do TEC. Todavia, alertamos que aos poucos você comece a tentar fazer
primeiro a bateria TEC e depois corrija e faça os reforços necessários. Havendo dúvidas de como
proceder, converse com seu Orientador, vocês juntos terão a melhor solução.

Atividade 1

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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- Faça uma revisão dos conceitos apontados na descrição da tarefa. Utilize, para isso, suas
anotações, o material teórico pelo qual você estava estudando antes da publicação do edital e os
artigos da lei seca correspondente. Se preferir realizar uma revisão mais ampla, fique à vontade,
mas procure não atrasar o andamento de sua meta.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 minutos.

Atividade 2
Resolva as questões 01 a 35 (total de questões: 35) - tempo ideal: 60 minutos.
Nome do Caderno: LS - SEFAZ SE - Direito Penal - Caderno 1
Link do caderno de questões: [Link]

ATIVIDADE PARA ALUNOS INICIANTES

Prezado(a) Aluno(a),
Temos pouco tempo até prova. Vamos recomendar atividades alternativas para que você possa
estudar sem perda de qualidade, mas otimizando o seu estudo. Bons estudos!

Atividade 1
- Estude a teoria da aula 00 - PDF Simplificado - páginas 03 a 16.
Tópicos: Princípios do Direito Penal; Conceito e Fontes do Direito Penal; Disposições
Constitucionais Relevantes.
- Estude a teoria da aula 01 - PDF Simplificado - páginas 03 a 23.
- Faça a leitura da Lei 8.137/90.
- Faça a leitura da Lei 13.869/19.

Alternativamente,
• Estude as questões comentadas da Aula 00 - PDF Simplificado - Páginas 16 a 34, e faça a leitura
das Dicas Ls.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

• Estude as questões comentadas da Aula 01 - PDF Simplificado - Páginas 23 a 52, e faça a leitura
das Dicas Ls.
• Faça a leitura da Lei 8.137/90.
• Faça a leitura da Lei 13.869/19.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 minutos.

Atividade 2
Aula 00 - PDF Simplificado
- Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) Páginas 35 a 40 - tempo ideal: 60 minutos.

Aula 01 - PDF Simplificado


- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) Páginas 53 a 62 - tempo ideal: 60 minutos.

Atividade Extra (Facultativa):


Simulado de assuntos mesclados.
Total de questões: 35.
Tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - SEFAZ SE - Direito Penal - Caderno EXTRA 1

Dicas – Aula 00

1. Princípio da Legalidade e seus Desdobramentos


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Resumo:
Esse princípio está previsto no art. 5º, XXXIX, da CF/88 e no art. 1º do Código Penal. Ele se desdobra
em:

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Reserva legal: só lei (em sentido estrito) pode criar crimes e penas.

Anterioridade: a lei deve existir antes da prática do fato.

Exemplo prático:
Não é possível punir alguém por ato que se tornou crime depois de praticado.

Pegadinhas comuns:

Medidas provisórias não podem criar ou agravar crimes.

Normas penais em branco não violam a reserva legal, desde que haja regulamentação
complementar.

Dica prática:
Guarde a frase: “Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação
legal” – ela aparece literalmente em provas.

2. Princípio da Presunção de Inocência

Resumo:
Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória
(art. 5º, LVII, CF/88).

Detalhe importante:
A prisão preventiva não viola esse princípio se for cautelar e fundamentada (ex.: risco de fuga ou
obstrução da Justiça).
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Pegadinha:
A exclusão de candidato de concurso público por estar respondendo processo (sem condenação
definitiva) viola o princípio.

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META 39

Dica prática:
Lembre: “Réu não condenado = inocente”. Só com condenação definitiva se aplica sanção penal.

3. Princípio da Intranscendência da Pena

Resumo:
A pena não passa da pessoa do condenado (art. 5º, XLV, CF/88). Mas a obrigação civil (indenização)
pode ser transferida aos herdeiros, até o limite do patrimônio herdado.

Pegadinha clássica:
A multa penal não se transmite aos herdeiros, pois é pena, não indenização.

Dica prática:
Pena é pessoal, mas indenização é patrimonial e pode atingir os herdeiros dentro dos limites
legais.

4. Princípio da Individualização da Pena

Resumo:
Previsto no art. 5º, XLVI da CF/88. A pena deve ser adaptada ao crime, à pessoa do réu e ao caso
concreto, nas fases:

Legislativa

Judicial

Executória
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Exemplo prático:
Réu primário e com bons antecedentes pode pegar pena menor ou ter progressão mais rápida.

Dica prática:

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META 39

Lembre da fórmula: pena não é receita de bolo . Deve ser individualizada em cada fase.

5. Princípio da Humanidade das Penas

Resumo:
A Constituição veda:

Pena de morte (exceto em guerra declarada)

Pena de caráter perpétuo

Trabalhos forçados

Banimento

Penas cruéis
(art. 5º, XLVII, CF/88)

Dica prática:
Lembre: "MPBTC" – Morte, Perpétua, Banimento, Trabalhos forçados e Cruéis = vedadas.

6. Princípio da Insignificância (Bagatela)

Resumo:
A conduta formalmente criminosa não é crime se for materialmente insignificante.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Critérios cumulativos (STF):

Mínima ofensividade

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Inexpressividade da lesão

Ausência de periculosidade social

Reduzido grau de reprovabilidade

Exemplo:
Furto de item de R$ 12,00 por réu primário pode ser considerado atípico.

Pegadinhas:
Não se aplica a:

Moeda falsa

Tráfico de drogas

Violência doméstica

Administração pública

Dica prática:
Decore os quatro requisitos. Faltou um? Não aplica o princípio da insignificância!

7. Princípio da Bagatela Imprópria

Resumo:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

A conduta é crime, mas a pena é desnecessária no caso concreto. Exige fatos posteriores à prática
do crime que demonstram a inutilidade da pena.

Exemplo:
Réu se arrepende, repara o dano, reconstrói vínculo com a vítima e não reincide.

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META 39

Dica prática:
Insignificância exclui o crime; bagatela imprópria mantém o crime, mas permite não aplicar a
pena.

8. Outros Princípios Penais Relevantes

Fragmentariedade:
Direito Penal só deve proteger bens jurídicos extremamente relevantes.

Subsidiariedade e Intervenção Mínima:


Só se usa o Direito Penal quando outros ramos do Direito não forem suficientes.

Alteridade:
O crime precisa ofender bem jurídico de terceiro. Ex.: autolesão não é crime.

Ofensividade:
Não basta a tipificação formal; é preciso risco ou lesão real ao bem jurídico.

Adequação Social:
Condutas socialmente toleradas podem não ser punidas, mas com cautela. Ex.: pirataria não se
encaixa.

Dica prática:
Lembre da trinca CESPE: Fragmentariedade + Subsidiariedade + Intervenção Mínima =
Fundamento para afastar o Direito Penal quando não indispensável.

9. Fontes do Direito Penal


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Fontes materiais:
União é o único ente que pode legislar sobre Direito Penal (art. 22, CF/88).

Fontes formais:

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META 39

Imediata: Lei (única forma válida de criação de crimes)

Mediatas: Costumes, princípios gerais do Direito, jurisprudência

Dica prática:
Direito Penal é legalista ao extremo. Só a lei formal (ordem pública, federal, anterior) pode criar ou
agravar pena.

Dicas – Aula 01: Aplicação da Lei Penal

1. Tempo do Crime – Art. 4º do Código Penal

Resumo:
O tempo do crime é definido pelo critério da atividade: considera-se praticado o crime no
momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado.

Exemplo prático:
Se alguém atira hoje (ato de execução) e a vítima morre dias depois, o tempo do crime é hoje.

Pegadinha de prova:
Confundir com o critério do resultado!
A banca pode dizer que o crime ocorreu quando a vítima morreu — está errado!

Dica prática:
Grave: “Tempo do crime = ação. Resultado não importa!”
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

2. Lugar do Crime – Art. 6º do Código Penal

Resumo:
Adota-se a teoria da ubiquidade: o crime é considerado cometido tanto no local da ação/omissão

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

quanto no local do resultado.

Exemplo prático:
Se alguém dispara em SP e a vítima morre no RJ, o crime ocorreu em SP e no RJ.

Dica de ouro para a prova:


Esse artigo é muito cobrado!
Se cair “crime cometido onde ocorreu a conduta ou o resultado”: CERTO!

3. Territorialidade e Extraterritorialidade – Art. 5º do CP

Territorialidade

Resumo:
Aplica-se a lei penal brasileira a fatos ocorridos no território nacional, inclusive navios e aeronaves
brasileiros, de natureza pública ou privada, em alto-mar ou espaço aéreo correspondente.

Exemplo prático:
Crime cometido em navio mercante brasileiro no oceano = aplica-se a lei brasileira.

Dica de fixação:
Navio e aeronave pública = sempre território brasileiro. Privada = só se em alto-mar ou espaço
aéreo correspondente.

Extraterritorialidade

Resumo:
A lei penal brasileira também pode ser aplicada a crimes fora do território nacional, em casos
específicos:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Incondicionada: Aplica-se sempre.

Condicionada à presença do agente no Brasil e outras condições:

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META 39

Ex: crimes contra a vida do Presidente da República, contra o patrimônio da União etc.

Ex: crimes praticados por brasileiros no exterior (princípio da nacionalidade ativa).

Pegadinha clássica:
Confundir extraterritorialidade incondicionada com a condicionada. Fique atento aos requisitos
da condicionada, como:

Entrada do agente no Brasil

Crime punível também no país onde foi praticado

Dica prática:
Monte a sigla "VIDA PUB UNI EMBAIÇÃO" para lembrar:
(Vida PR, Pública internacional, União, Embaixada brasileira).

4. Tempo e Validade da Lei Penal – Art. 2º do CP

Irretroatividade da Lei Penal

Resumo:
A regra é que a lei penal não retroage, salvo para beneficiar o réu (retroatividade da lei mais
benéfica).

Exemplo prático:
Se uma lei nova descriminaliza determinada conduta, aplica-se retroativamente, inclusive a
processos em andamento.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Abolitio Criminis

Resumo:
Quando a nova lei deixa de considerar o fato como crime, há a extinção da punibilidade.

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Exemplo:
Uso de drogas descriminalizado (hipotético) = abolitio criminis.

Dica prática:
“Nova lei + benefício ao réu = aplica-se!” Guarde isso!

5. Novatio Legis In Pejus e In Mellius

Resumo:

In pejus (mais severa): não retroage.

In mellius (mais benéfica): retroage.

Exemplo prático:
Nova lei aumenta pena mínima de furto = não se aplica retroativamente.

Dica prática:
Nova lei + “pior para o réu” = só se aplica para frente. Nova lei + “melhor para o réu” = pode voltar
no tempo.

6. Atividade e Ultra-atividade da Lei Penal

Resumo:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade: aplicação da lei enquanto está em vigor.

Ultra-atividade: aplicação da lei mesmo após revogada, se for mais benéfica.

Exemplo prático:

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META 39

Lei antiga previa pena menor e foi revogada, mas será aplicada por ser mais vantajosa ao réu.

Dica prática:
Revogou? Pode usar sim, se for melhor para o réu!

7. Conflito Aparente de Leis Penais no Tempo

Resumo:
Quando há mudanças legislativas, observe se:

Lei nova é mais benéfica = aplica-se retroativamente.

Lei nova é mais severa = aplica-se só para fatos futuros.

Atenção:
A nova lei pode trazer partes mais benéficas e outras mais gravosas. Nesse caso, não se pode
“fatiar” a norma para aplicar só a parte boa.

Dica prática:
Se a lei for “mista”, não pode escolher só o que é bom para o réu.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

15) Economia

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Planos heterodoxos de estabilização: Cruzado, Bresser, Verão, Collor I, Collor II.
Governo FHC, Plano Real e economia pós-estabilização: PAI, URB, reforma monetária.

Assuntos: Planos heterodoxos de estabilização: Cruzado, Bresser, Verão, Collor I, Collor II. Governo
FHC, Plano Real e economia pós-estabilização: PAI, URB, reforma monetária.

Atividade 1
Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 3 PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Faça uma revisão dos assuntos que errou ou teve dúvida. Utilize, para isso, suas anotações ou o
material teórico pelo qual você estava estudando.

A ordem de atividades indicada na tarefa (questões primeiro, revisão depois) não é obrigatória,
apenas recomendada para otimização do tempo.

141
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2
Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 4

Atividades Alternativas
Aluno, como atividades alternativas, traremos cadernos de questões das principais bancas da sua
área. Caso a banca do seu concurso já tenha sido definida e/ou você já tenha combinado com seu
professor orientador, faça um dos cadernos alternativos em substituição às atividades originais.

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


Resolva as questões 1 a 40 (total de questões: 40) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 3 (Cebraspe)

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 3 (FCC)

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 1 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 3 (FGV)

Atividade Alternativa - Questões Vunesp


Resolva as questões 1 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Nome do Caderno: LS - Fiscal - Economia - Caderno 3 (Vunesp)

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 3 páginas de sua meta.

142
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

1. Entenda antes de decorar: ortodoxia x heterodoxia


- Ortodoxia: a inflação é causada por excesso de moeda. Então, a solução é “pisar no freio” com
políticas recessivas: cortar gastos públicos, segurar o crédito e aumentar juros.
- Heterodoxia: vê a inflação como consequência das expectativas e da inércia. Nesse caso,
congelar preços e mudar a moeda são as armas principais.

2. O que aconteceu no Governo Sarney? (1985–1990)


- Economia crescia, mas inflação ultrapassava os 200% ao ano.
- Tentativas de estabilização com planos heterodoxos que falhavam no médio prazo.

Plano Cruzado (1986):


- Nova moeda (cruzado), congelamento de preços e salários, gatilho salarial.
- Política monetária passiva gerou escassez e aumento da demanda.
- Resultado: inflação voltou com força após o sucesso inicial.

Cruzadinho e Cruzado II:


- Realinhamento de preços e moratória da dívida externa em 1987.

Plano Bresser (1987):


- Introdução da URP como indexador, congelamento por 3 meses.
- Políticas fiscal e monetária contracionistas.

Plano Verão (1989):


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Nova moeda (cruzado novo), fim da URP e congelamento radical.


- Consequência: economia reindexada, inflação voltou com força.

3. Governo Collor (1990–1992): o trauma da poupança


Plano Collor I (1990):
- Bloqueio de ativos financeiros (“sequestro da poupança”).

143
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

- Nova moeda (cruzeiro), câmbio flutuante, abertura comercial.


- Erro: combateu o estoque de moeda, mas não o fluxo.

Plano Collor II (1991):


- Tentou romper com a indexação e criou a TR.
- Resultado: inflação persistiu, e Collor renunciou.

4. Plano Real (1994) – Quando o Brasil respirou


- Inflação ultrapassava 2.000% ao ano em 1993.
- FHC e equipe elaboram plano transparente, em 3 fases:

1. Ajuste Fiscal (PAI):


- Redução de despesas, aumento de arrecadação (ex: CPMF).
- Equilíbrio das contas públicas: política ortodoxa.

2. URV (Unidade Real de Valor):


- Indexação total da economia com base em um índice diário.
- Contratos passaram a ser expressos em URV.
- Importante: URV não era moeda, mas sim unidade de conta.

3. Reforma Monetária (lançamento do Real):


- 01/07/1994: o real substitui o cruzeiro real (CR$ 2.750 = R$1,00).
- Implantação da âncora cambial: paridade 1 para 1 com o dólar.
- Juros altos e recolhimento de compulsórios seguraram a inflação.

5. Economia pós-estabilização (1995–2001): o tripé nasce


- Inflação controlada, mas Brasil dependente de capital externo e juros altos.
Crises internacionais:
- México (1995), Ásia (1997), Rússia (1998).

Reações do governo:
- Bandas cambiais e, em 1999, fim da âncora: câmbio passou a flutuar.
- Surge o tripé macroeconômico:
1. Metas de inflação.
2. Câmbio flutuante.
3. Superávit primário.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

6. Reformas no governo FHC


- Privatizações: Vale, Telebrás, Banespa etc.
- Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
- Reforma parcial da Previdência.
- Criação de agências reguladoras.

144
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

- PROER (bancos privados) e PROES (bancos estaduais).

7. O que mais cai em prova?


- Diferença entre ortodoxia e heterodoxia.
- Plano Cruzado e Plano Real (especialmente URV).
- Âncora cambial, câmbio flutuante e crises externas.
- O tripé macroeconômico.
- Reformas do governo FHC.

Bons estudos!

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

145
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

16) Direito Tributário - Reforma Tributária

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): EC 132/2023. O Modelo Brasileiro de Tributação sobre o consumo pré reforma.

Assunto: EC 132/2023. O Modelo Brasileiro de Tributação sobre o consumo pré reforma.

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Reforma Tributária - Caderno 03

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

146
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Regimes Específicos de Tributação

Os regimes específicos surgem para atender peculiaridades de determinados setores ou


operações. Nem sempre implicam redução da carga tributária, podendo apenas alterar
obrigações acessórias ou principais.

Principais setores com regimes específicos:

Combustíveis e Lubrificantes:
Tributação monofásica com alíquota uniforme nacional (ad rem) para combustíveis.
Lubrificantes continuam com tributação plurifásica.

Serviços Financeiros e Operações com Bens Imóveis:


Alíquotas diferenciadas e base de cálculo distinta (faturamento líquido).
Serviços remunerados por spread têm regime diferenciado.

Cooperativas:
Isenção (alíquota zero) para operações entre cooperativas e seus associados.
Permissão de aproveitamento de créditos nas etapas anteriores.

Hotelaria, Bares, Aviação Regional e Esporte:


Possibilidade de alíquotas uniformes e vedação de creditamento.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Tratados Internacionais e Missões Diplomáticas:


Possibilidade de reembolso dos tributos pagos.

Transporte Coletivo:
Redução de 100% nas alíquotas para transporte urbano, semiurbano e metropolitano sob
concessão.

147
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Regimes Favorecidos de Tributação

Visam desonerar setores estratégicos com alíquotas reduzidas, isenções ou créditos presumidos.

Exemplos de regimes favorecidos:


Cesta Básica Nacional: Alíquota zero para itens essenciais (arroz, feijão, café, etc.).
Saúde e Educação: Redução de 60% nas alíquotas para serviços essenciais.
Medicamentos e Produtos de Higiene: Alíquotas reduzidas entre 60% e 100%.
Transporte Público: Redução ou isenção para estimular a mobilidade urbana.
Agronegócio e Cultura: Incentivos para produtos agropecuários e atividades culturais.

Compras Governamentais
Objetivo: Evitar que a Administração Pública arque com tributos incidentes sobre aquisições.

Mecanismo:
Redução a zero das alíquotas de outros entes envolvidos.
Elevação da alíquota do ente contratante, garantindo que os recursos retornem ao seu próprio
caixa.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Pagamento Dividido (Split Payment)

Método em que o valor do tributo é segregado no momento do pagamento e enviado


diretamente aos cofres públicos.

Vantagens:
Redução da sonegação e previsibilidade na arrecadação.
Simplificação do compliance tributário.
Promove justiça tributária, evitando concorrência desleal.

Funcionamento:
O banco separa automaticamente o valor da mercadoria e o tributo.
O fornecedor recebe apenas o valor líquido da venda.

Cashback

Devolução parcial ou total de tributos para consumidores de baixa renda.

Objetivos:
Mitigar a regressividade tributária.
Promover a inclusão social e reduzir desigualdades.
Incentivar a solicitação de notas fiscais pelos consumidores.

Características:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Beneficiários: Famílias cadastradas no CadÚnico com renda per capita até meio salário mínimo.
Obrigatório para consumo de energia elétrica e gás de cozinha para consumidores de baixa
renda.
Valores devolvidos não entram na base de cálculo de receitas para diversos fins fiscais e legais.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Comitê Gestor

Responsável pela administração do IBS, com representantes da União, Estados, DF e Municípios.

Competências:
Fixação de alíquotas de referência.
Gestão de arrecadação e repasses.
Solução de conflitos federativos relacionados ao IBS.

Repartição de Receitas do IBS


Tributação no destino: O imposto será devido ao local de consumo do bem ou serviço.
Período de Transição: De 2029 a 2032, a arrecadação será gradualmente transferida da origem
para o destino.
Arrecadação centralizada: O Comitê Gestor ficará responsável pela distribuição proporcional aos
entes federativos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

O Processo Administrativo Fiscal


O contribuinte terá acesso a instâncias administrativas para questionar autuações e lançamentos
tributários.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Os prazos e procedimentos serão unificados nacionalmente para o IBS e a CBS.


Busca-se celeridade e transparência nos julgamentos.

Simples Nacional
Mantido para micro e pequenas empresas.
Não cumulatividade do IBS e CBS não se aplica diretamente, mas haverá formas específicas de
cálculo.
Benefícios do Simples podem ser revistos quinquenalmente.

Estrutura da Transição e Cronograma

Fase 1 – Período de Teste (2026)

Implementação simbólica:
Cobrança do IBS e da CBS com alíquotas reduzidas (0,1% para IBS e 0,9% para CBS).
Objetivo: Testar a operacionalização dos novos tributos sem impacto relevante na carga tributária.

Fase 2 – Período de Convivência Dupla (2026 a 2032)

Características:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Convivência entre os tributos antigos (ICMS, ISS, PIS e COFINS) e os novos (IBS e CBS).
Redução gradual das alíquotas dos tributos extintos enquanto o IBS e a CBS são majorados.

Cronograma de Redução das Alíquotas (ICMS e ISS):


2029: 90% da alíquota original.
2030: 80% da alíquota original.

151
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

2031: 70% da alíquota original.


2032: 60% da alíquota original.

Fase 3 – Extinção e Consolidação (2033)

Fim dos tributos antigos: ICMS e ISS serão definitivamente extintos.


Predominância do novo sistema: IBS e CBS serão os únicos tributos sobre o consumo em vigor.

Transição da Tributação na Origem para o Destino (2029 a 2077)

Mudança gradual:
O imposto passará a ser cobrado no local de consumo e não mais na origem.
Prazo longo (48 anos) para mitigar perdas dos estados produtores.

Impactos:
Estados consumidores ganharão participação maior na arrecadação.
Estados produtores terão tempo para ajustar suas políticas econômicas.

Seguro-Receita e Compensação para os Entes Federativos

Objetivo: Amortecer perdas de arrecadação durante e após o período de transição.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Funcionamento:
Parte da arrecadação do IBS será retida para formar o "seguro-receita".
Estados e municípios que apresentarem perdas significativas receberão compensações.

Redução Gradual do Seguro-Receita: Vigente até 2077 com redução progressiva de 2078 a 2097

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Compensação de Créditos Tributários Acumulados

Situação dos créditos até 2032:


Contribuintes com créditos acumulados de ICMS e ISS poderão compensá-los em até 240
parcelas mensais.

Possibilidade de ressarcimento:
Caso não haja compensação suficiente, será possível solicitar reembolso conforme regras do
Comitê Gestor do IBS.

Papel do Comitê Gestor durante a Transição

Responsável por:
Definir as regras operacionais da transição.
Gerenciar o repasse dos tributos aos estados e municípios.
Estabelecer mecanismos de compensação e acompanhamento da arrecadação.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Desafios e Considerações Finais

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Convivência de sistemas:
A simultaneidade dos dois sistemas entre 2026 e 2032 demandará atenção redobrada dos
contribuintes e do fisco.

Longo prazo para mudanças estruturais:


A mudança da tributação na origem para o destino se estende até 2077, refletindo a cautela para
minimizar impactos negativos.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

17) Admin. Financ. e Orçamentária

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): O orçamento público no Brasil. Plano plurianual. Diretrizes orçamentárias.


Orçamento anual. Outros planos e programas (Parte 02)

Assuntos:
Plano Plurianual na CF/1988

Lei de Diretrizes Orçamentárias na CF/1988

Lei Orçamentária Anual na CF/1988

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AFO - CADERNO 02
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Marque as questões que errou ou teve dúvida como favorita. Isso será importante para as tarefas
de revisão.

OBS: Em virtude da limitação de questões recentes das bancas no TEC Concursos, pode ser que
seja necessário utilizar questões mais antigas das bancas.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:

- Faça uma revisão dos assuntos que errou ou teve dúvida.


Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você estava estudando.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividades Alternativas:
Querido, nessas atividades alternativas, teremos 03 cadernos de questões das principais Bancas
da sua área de interesse. Vamos às questões.
Atividade Alternativa - Questões FGV
- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AFO (FGV) - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AFO (CEBRASPE) - CADERNO 02

Atividade Alternativa - Questões FCC


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Resolva as questões 01 a 25 (total de questões: 25) - tempo ideal: 60 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - AFO (FCC) - CADERNO 02

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Instrumentos Orçamentários na CF 88 e na Lei 4320/1964 (PPA, LDO e LOA)

PPA, LDO e LOA

As dicas a seguir se referem a temas mais avançados, para que você alcance um nível de
conhecimento ainda mais elevado. Nesse contexto, essas informações abaixo complementam
aquelas informações tradicionais sobre PPA, LDO e LOA, básicas para qualquer concurseiro.

Conceitos gerais:
- Instrumentos de Planejamento e Orçamento:
a) PPA
b) LDO
c) LOA.
- PPA, LDO e LOA são interdependentes.
- Lembre-se: PPA, LDO e LOA são leis ordinárias e de iniciativa do Poder Executivo.
Exemplo: o PLOA do Poder Judiciário da União é enviado ao Congresso Nacional pelo Poder
Executivo federal.
- Ainda que sejam leis ordinárias, PPA. LDO e LOA possuem rito de aprovação diferente das
demais leis >> PPA, LDO e LOA serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na
forma do regimento comum.
- PPA e LDO são inovações da CF/88.
- Lei Complementar disporá sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a
organização do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual.
Essa lei ainda NÃO foi editada. Assim, valem os prazos estabelecidos no ADCT.
- Cada ente (União, Estados/DF e Municípios) possui suas respectivas leis do PPA, LDO e LOA
- As diretrizes, os objetivos e as metas do PPA federal NÃO precisam ser refletidas nos planos dos
entes estaduais e municipais. Vide questão a seguir:
FGV - Especialista Legislativo de Nível Superior (ALERJ)/2017 (adaptada)
De acordo com as disposições constitucionais, compete aos entes públicos desenvolver um
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

adequado processo de planejamento, que auxilie no cumprimento das suas competências


institucionais.
Uma das peculiaridades do processo de planejamento do setor público é que as prioridades do
PPA federal devem ser refletidas nos planos dos entes estaduais e municipais;
RESPOSTA: ERRADO

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

PPA
Art. 165 § 1º - A lei que instituir o PPA estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos
e metas (DOM) da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas
decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
- Apesar de a CF destacar as despesas de capital, o PPA tem também despesas correntes.
- Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem
prévia inclusão no plano plurianual (ou lei que autorize). Não é qualquer despesa!!! Apenas
investimentos com duração superior a 1 exercício financeiro.
- Não confundir programas de duração continuada com as despesas obrigatórias de duração
continuada previstas no art. 17 da LRF.
- Normalmente o PPA apresenta definições importantes sobre os termos utilizados no § 1º do art.
165. ( Consulte o art. 2º do PPA 2024-2027 da União através do link:
[Link] )
- Doutrina majoritária considera o PPA um planejamento de médio prazo!!!
- Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem
prévia inclusão no plano plurianual (ou lei que autorize). Não é qualquer despesa!!! Apenas
investimentos com duração superior a 1 exercício financeiro.
- Planos e programas nacionais, regionais e setoriais serão elaborados em consonância com o PPA
(mnemônico: Planos SeReNa → PPA)
- Prazos para a União (art. 35, § 2º, ADCT):
- Duração: 2° ano do mandato do PR até 1° ano do mandato subsequente
- Encaminhado: até 4 meses antes do 1° ano do mandato (31 agosto)
- Devolução: até encerramento da Sessão Legislativa (22 Dezembro)

LDO
"Recente" alteração constitucional conferiu novas atribuições à LDO (EC 109/2021). A nova redação
do dispositivo constitucional demonstra a preocupação com a política fiscal e o crescimento da
dívida pública brasileira:

§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração


pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância
com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual,
disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das
agências financeiras oficiais de fomento. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 109, de
2021)
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Além disso, a LRF trouxe outras competências para a LDO:


A LDO disporá sobre:
1) equilíbrio entre receitas e despesas;
2) critérios e forma de limitação de empenho
3) normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

com recursos dos orçamentos;


4) demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.

- Observações importantes:
- A Sessão Legislativa não será interrompida até sua aprovação
- LDO não pode criar/aumentar Despesa
- Anexo de Metas Fiscais e o Anexo de Riscos Fiscais integram a LDO (e não a LOA - Atenção!!!)
- LDO considera a alteração na legislação tributária, mas não condiciona as alterações
- NÃO existe regra determinando que leis que alterem a legislação tributária sejam aprovadas
antes da LDO. A LDO deve apresentar os reflexos das alterações na legislação tributária, como,
por exemplo, a redução da arrecadação proveniente de isenção concedida por lei aprovada pelo
Poder Legislativo.

- Prazos para a União:


- Duração: 2° período da Sessão Legislativa + ano seguinte para executar o orçamento
- Encaminhado: até 8 meses e meio antes do fim do ano (15 abril)
- Devolução: até encerramento do 1° período da Sessão Legislativa (17 julho)
- LOA
- LOA é o orçamento propriamente dito.
- Composta por três orçamentos: OF + OSS + OI
- PLOA deve contemplar demonstrativo regionalizado do efeito sobre: receitas e despesas,
decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira,
tributária e creditícia.
- O OSS NÃO tem a função de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério
populacional. Apenas os OF e o OI possuem tal função.
- O Orçamento de Investimentos NÃO trata de todas as despesas das estatais não dependentes.
Apenas dos investimentos.

- Orçamento das estatais DEPENDENTES é contemplado no OF.


- Orçamento das estatais NÃO DEPENDENTES está contemplado no OI.
- No que se refere à LOA, é importante você ainda saber o que dispõe o art. 2º da Lei 4.320/1964.
Embora bastante desatualizada, essa lei ainda é muito cobrada em provas de AFO.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Ainda sobre a saiba diferenciar:


- " Integram a LOA" (art. 2º, § 1º, da Lei 4.320/1964)
- " Acompanha a LOA" (art. 2º, § 2º, da Lei 4.320/1964)
- Memorize a composição do PLOA, prevista no art. 22 da Lei 4.320/1964:
- Mensagem
- Projeto de Lei de Orçamento;

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

- Tabelas explicativas
- Especificação dos programas especiais de trabalho custeados por dotações globais, em termos
de metas visadas, decompostas em estimativa do custo das obras a realizar e dos serviços a
prestar
- Descrição sucinta de suas principais finalidades, com indicação da respectiva legislação.
Veja como o tema já foi cobrado em provas:
FCC - Analista Judiciário (TRT 5ª Região)/Apoio Especializado/Contabilidade/2013 (Adaptada)
Quanto ao ciclo orçamentário, é correto afirmar que, na proposta orçamentária, constará a
descrição sucinta das principais finalidades de cada unidade administrativa, co m indicação da
respectiva legislação.
Resposta: Certa

Vedações constitucionais em matéria orçamentária (Art. 167 da CF/1988)

Vedações Constitucionais em Matéria Orçamentária

- O legislador constituinte consignou na Lei Maior uma série de regras, visando ao controle
orçamentário e financeiro, de forma a evitar que gestores e governos manejem recursos à
margem do interesse público. Além disso, essas regras ainda visam à higidez das finanças
públicas, de forma que não haja descontrole de gastos.
- Muitas das regras estabelecem a necessária e prévia autorização do Parlamento para a execução
de despesas e início de programas.
- Neste sentido, para melhor balizar seu estudo, aconselhamos que você tenha em mãos o art. 167
da Constituição Federal.
Vedações mais relevantes
1) Início de Programas ou Projetos não previstos na LOA- inciso I
- Diretamente relacionado ao princípio da universalidade orçamentária, a CF/88 veda o início de
Programas ou Projetos não incluídos na LOA;

2) Despesas ou compromissos em montantes superiores às dotações da LOA ou lei de créditos


adicionais - inciso II
- A CF/88 veda a realização de despesas ou a assunção de compromissos em montantes
superiores às dotações da LOA ou lei de créditos adicionais. Isso porque todo gasto público deve
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

ser previamente autorizado pelo Parlamento. Assim, se um gestor firma compromisso em


montantes superiores aos créditos orçamentários, haverá violação ao inciso II, do art. 167, da
CF/88.

3) Operações de Créditos x Despesas de Capital (Regra de Ouro) - inciso III


- Veda a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Ou seja, o montante de operações de crédito (grosso modo, empréstimos) deve ser menor ou
igual ao montante de despesas de capital (investimentos + amortizações + inversões financeiras).
- Exceção: as operações de crédito poderão ser superiores às despesas de capital, desde que o
Poder Legislativo autorize créditos suplementares e especiais, com finalidade precisa, por maioria
absoluta.
- A Regra de Ouro também é disciplina por normas infraconstitucionais, em especial, pela LRF e
pela Resolução do Senado Federal nº 48/2007.

4) Vinculação de Impostos - inciso IV


- CF/88 veda a vinculação de IMPOSTOS, ressalvados aqueles já vinculados pela própria Carta
Magna (princípio da não-vinculação de receitas).
- A própria CF pode vincular outros impostos. Porém, outras normas de hierarquia inferior não
pode realizar novas vinculações de impostos
- Para fins de apuração da Regra de Ouro, somente as receitas das operações de crédito
efetuadas no contexto da gestão da dívida pública mobiliária federal somente serão consideradas
no exercício financeiro em que for realizada a respectiva despesa (§ 6º). Ou seja, se a União
contratar uma operação de crédito no ano "A", mas a despesa por ela financiada não for realizada,
essa operação de crédito não será computada para fins da Regra de Ouro no ano "A". Se tal
despesa for executada apenas em "A + 2", a receita de operação de crédito será contabilizada na
Regra de Ouro em "A + 2".

5) Abertura de créditos SUPLEMENTARES e ESPECIAIS sem autorização legislativa e indicação de


fonte - inciso V
- a abertura de créditos suplementares e especiais necessitam de prévia autorização legislativa.
- A própria LOA pode conter autorização para a abertura de créditos SUPLEMENTARES (e não
ESPECIAIS) - exceção ao princípio da exclusividade
- A abertura de créditos SUPLEMENTARES e ESPECIAIS exige indicação da fonte de recursos que
irá custear a despesa.

6) Estorno de programações orçamentárias sem autorização legislativa - inciso VI


- CF/88 veda a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria
de programação para outra ou de um órgão para outro, sem prévia autorização legislativa
(princípio orçamentário da proibição do estorno).
- Exceção: no âmbito das atividades de ciência, tecnologia e inovação, com o objetivo de viabilizar
os resultados de projetos restritos a essas funções, mediante ato do Poder Executivo.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Cuidado para não errar !!! A proibição do estorno alcança a categoria de programação. Porém, a
CF/88 não proíbe a mudança de modalidade de aplicação, elemento da despesa, subitem, por

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exemplo. Veja que o Cebraspe (Cespe) considerou incorreto o seguinte item:


CEBRASPE (CESPE) - Contador (DPU)/2010 (Adaptada)
A Constituição Federal de 1988 estabelece vários tipos de vedações em matéria orçamentária,
entre elas, a transposição de recursos de uma modalidade de aplicação para outra, sem prévia
autorização legislativa.
Resposta: Errado

7) Concessão de créditos ilimitados - inciso VII


- Todas as dotações da LOA possuem um limite numérico. Havendo necessidade de dotações em
montantes superiores às dotações da LOA, é necessária a abertura de créditos adicionais
(princípio orçamentário da quantificação dos créditos orçamentários).
- Além disso, a concessão de créditos ilimitados contraria os pressupostos da gestão fiscal
responsável, estabelecidos pela LRF.

8) Destinação de recursos do OF e do OSS para suprir déficit de empresas, fundações e fundos,


sem lei específica - inciso VIII
- A utilização de recursos do OF ou do OSS para suprir necessidade ou cobrir déficit de empresas,
fundações e fundos somente é permitida se autorizada por lei específica.
- Note, NÃO é qualquer lei. É necessária lei específica.

9) Criação de fundos sem autorização legislativa - inciso IX


- A instituição de fundo exige prévia autorização legislativa.

10) Concessão de empréstimos e utilização de recursos provenientes de transferências voluntárias


para pagamento com pessoal - inciso X
- A CF/88 veda a concessão de empréstimos e a utilização de recursos de transferências
voluntárias para custeio de despesas com pessoal.
- Assim, coíbem-se a prática de se fazer empréstimos para financiar despesas correntes e o
custeio de despesas obrigatórias continuadas (despesas com pessoal), com recursos que não são
perenes.
- Veja como já foi cobrado em provas:
FGV - Auditor de Controle Externo (TCE TO)/Direito/2022 (Adaptada)
O Município X requereu ao BNDES (instituição financeira federal) a concessão de empréstimo, em
regime de juros especiais para os entes municipais, a fim de obter recursos para pagamento de
aumento concedido aos servidores municipais ativos.
Diante desse cenário e à luz da Constituição da República de 1988, esse empréstimo requerido
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

pelo Município X junto ao BNDES não pode ser realizado, uma vez que é vedado junto a
instituição financeira vinculada ao governo federal.
Resposta: CERTA, pois não podem ser concedidos empréstimos para custear aumento de
servidores (despesa com pessoal)

11) Investimentos x inclusão no PPA - § 1º

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- INVESTIMENTO cuja execução supere um exercício financeiro deve ser previamente autorizado
por lei específica ou incluído no PPA.
- Descumprimento pode acarretar pena de crime de responsabilidade.
- Esse dispositivo não se refere a qualquer despesa de capital, apenas a investimentos
(amortizações e inversões financeiras não possuem tal obrigatoriedade).
- ATENÇÃO!!! Cuidado para não errar !!! Não é qualquer investimento, mas somente aqueles com
duração superior a um exercício.
- A seguir, veja uma questão simples, mas com elevado índice de erros no TEC Concursos:
CEBRASPE (CESPE) - Auditor de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual (SEFAZ
AL)/2020
Nenhum investimento poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual ou sem lei que
autorize a sua inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.
Resposta: Errada. A obrigatoriedade de inclusão no PPA , alcança somente aqueles investimentos
com duração superior duração superior a um exercício.

Mecanismo de ajuste fiscal (Art. 167-A)


- Por se tratar de um dispositivo constitucional relativamente nova (EC 109/2021) e por envolver
medidas de ajuste fiscal em Estados e Municípios, este dispositivo pode ser objeto de cobrança
em diferentes provas de AFO.
- Se a relação entre despesas correntes e receitas correntes superar 95%, os Poderes dos Estados e
Municípios, poderão adotar medidas de ajuste fiscal. Note que se trata de uma faculdade, e não
uma obrigação.
- Sem tal previsão, os Chefes de Poderes não poderiam adotar determinadas medidas de ajuste
fiscal.
- MEMORIZE as medidas de ajuste previstas nos incisos I a X do art. 167-A, e principalmente, as
ressalvas.
- Veja como já foi cobrado em provas:
FGV - Auditor Técnico de Controle Externo (TCE-AM)/Ministério Público de Contas/2021
(Adaptada)
O Estado Alfa apurou que, em período de 12 meses, sua receita corrente foi de 10 bilhões de reais,
e sua despesa corrente de 9,6 bilhões de reais. Tal Estado deseja contrair empréstimo com a
União.
Diante desse cenário, o Estado poderá realizar sem que seja impedido de fazer tal empréstimo
reposições decorrentes de vacâncias de cargos efetivos ou vitalícios.
Resposta: CERTA. Ainda que a relação entre receitas correntes e despesas correntes tenham
superado 95%, reposições decorrentes de vacâncias de cargos efetivos ou vitalícios estão
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ressalvadas das medidas de ajuste fiscal previstas no art. 167-A.


- Além disso, se a citada relação entre despesas correntes e receitas correntes superar 85%, mas
for menor ou igual a 95%:
a) o chefe do Poder Executivo, por ato próprio, poderá implementar as medidas de ajuste;
b) o ato deve ser submetido ao Legislativo, em regime de urgência;
c) se não for apreciado em 180 dias ou se for rejeitado, o ato perde a eficácia;

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d) Demais Poderes também podem implementar;


- a apuração dessa relação entre receitas correntes e despesas correntes deve ocorrer
bimestralmente.

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18) Processo Administrativo Fiscal

Material indicado: (Decreto nº 13.796/1998).

Assunto(s): DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS TRIBUTÁRIOS (PAT - Decreto nº


13.796/1998)

Regulamento de Procedimentos e de Processo Administrativo Tributário (RPAT) a que se refere o


Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998
Assuntos: DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS TRIBUTÁRIOS

Observações:
1) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como “exceto”, “obrigatória”,
“salvo”, “não pode”, “vedado”, “não se aplica”, condicionantes...
2) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como inclusive, ainda que,
bem como, "ou"...
3) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas.
4) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo. PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1 - Estimativa de tempo: 20 minutos

- Faça uma Revisão Ativa dos artigos 31 a 44 estudados na tarefa anterior. Tente retomar o
conteúdo, a partir dos tópicos a seguir. Acesse o seu arquivo com o decreto salvo, para reforçar

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esses pontos e outros que achar necessário.


1. Quem é a autoridade competente para a fiscalização dos tributos e quem se sujeitam a ela,
conforme o Decreto 13.796/1998?
2. Quais as circunstâncias que se consideram iniciada a AÇÃO FISCAL?
3. Quais as formalidades que o TERMO DE INÍCIO DE FISCALIZAÇÃO (TIF) deve conter?
4. Qual o prazo para AÇÃO FISCAL ser concluída?
5. Quais as peças básicas do PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (PAT)?
6. Defina a finalidade do AUTO DE INFRAÇÃO (AI).
7. Em que circunstâncias deverá ser lavrado TERMO DE SUJEIÇÃO PASSIVA SOLIDÁRIA (TSPS)?
8. Enumere os itens que o AUTO DE INFRAÇÃO (AI) deve conter.

Atividade 2 - Estimativa de tempo: 45 minutos

- Leia atentamente os artigos 45 ao 55 do Decreto nº 13.796/1988.

Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.


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Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.

SEÇÃO II – DAS PERÍCIAS

- Art. 45 – Determinação de Perícia


- A autoridade julgadora pode determinar perícias em qualquer fase do processo, de ofício ou a
pedido do autuado.
- A perícia pode envolver exame, vistoria, investigação, arbitramento, mensuração, avaliação ou
certificação.
- O pedido do autuado deve apresentar motivos, pontos controversos e quesitos específicos.
- Se o pedido não atender aos requisitos, será considerado não formulado.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Quando deferida, o Secretário Adjunto da Tributação designa servidor do Grupo Ocupacional


Fisco como perito.
- O prazo para realização da perícia será fixado conforme sua complexidade.
- O autuado pode indicar assistente técnico, devidamente identificado e qualificado.
- O perito deve estar habilitado em seu respectivo conselho profissional.
- O autuante pode ser intimado para prestar esclarecimentos sobre o procedimento fiscal.

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- Art. 45-A – Custos e Honorários


- As despesas da perícia requerida pelo autuado são custeadas por ele.
- O valor da hora técnica segue o estabelecido pelos conselhos ou sindicatos de classe.
- O valor total não pode ser inferior a um salário mínimo vigente.

- Art. 45-B – Procedimento após Deferimento


- O perito nomeado deve intimar o autuado para, em até 10 dias:
(a) Recolher o valor dos honorários em conta específica da SET.
(b) Indicar assistente técnico.
- O julgador pode apresentar quesitos no mesmo prazo.
- Se o pagamento não for feito no prazo, a perícia não será realizada.

- Art. 45-C – Indeferimento do Pedido


- O pedido será indeferido quando:
I. Os elementos dos autos forem suficientes;
II. O pedido for protelatório, genérico ou sem quesitos pertinentes;
III. A perícia for suprida por outras provas, impraticável ou relacionada a documentos do
requerente;
IV. A verificação envolver documentos de juntada impraticável;
V. Os fatos forem incontroversos ou notórios;
VI. Não exigir conhecimento técnico especializado.
- A decisão de indeferimento deve ser fundamentada.

SEÇÃO III – PROCEDIMENTOS DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA

- Art. 46 – Competência
- A execução do controle da arrecadação e da cobrança administrativa pode ser feita por
servidores da Secretaria de Tributação.

- Art. 47 – Controle e Liquidação


- A administração deve manter controle individualizado por contribuinte e liquidar créditos
quando necessário.

- Art. 48 – Entidades Financeiras


- O credenciamento de instituições financeiras depende da responsabilidade por processar
operações, transferir recursos ao Tesouro e fornecer informações para atualização das contas dos
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

contribuintes.

- Art. 49 – Cobrança Administrativa


- A autoridade deve cobrar o crédito tributário em até 20 dias após sua constituição definitiva,
salvo suspensão de exigibilidade.
- A cobrança ocorre por notificação ou auditoria interna.

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- Art. 50 – Auditoria Interna


- Compete à Coordenadoria de Arrecadação confrontar as obrigações declaradas com os registros
da Secretaria de Tributação.

SUBSEÇÃO IV – INSCRIÇÃO NA DÍVIDA ATIVA

- Art. 51 – Encaminhamento à Dívida Ativa


- Após a fase administrativa, o crédito não extinto é remetido à Procuradoria da Dívida Ativa.
- A remessa é obrigatória e deve conter: identificação do devedor, origem, natureza, valor, base
legal e data da remessa.
- O ato de inscrição confere presunção de liquidez e certeza.
- Pode ser usado sistema eletrônico e processo digital.
- O prazo máximo para encaminhamento é de 180 dias, exceto para débitos com suspensão de
exigibilidade.

- Art. 52 e 52-A – Outras Hipóteses


- Envio à Dívida Ativa também ocorre em caso de:
I. Rescisão de parcelamento;
II. Desistência de litígio administrativo.
- Créditos relativos a operações regularmente escrituradas podem ser enviados eletronicamente.

SEÇÃO IV – ALTERAÇÕES DO LANÇAMENTO

- Art. 53 – Hipóteses de Alteração


- O lançamento notificado só pode ser alterado:
(I) Por julgamento de impugnação;
(II) Por iniciativa da autoridade para correção de erros;
(III) Pela autoridade julgadora em recurso ou iniciativa própria.
- Correções sem agravamento podem ser feitas de ofício.
- Se houver aumento da exigência, o contribuinte deve ser notificado e terá novo prazo para
impugnação.

- Art. 54 – Erro de Fato


- A autoridade preparadora pode discordar da exigência não impugnada, por erro de fato,
encaminhando despacho fundamentado ao Secretário de Tributação em até 10 dias.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Art. 55 – Lançamento Complementar


- Se houver matéria não formalizada ou exigência a menor, o julgador deve devolver os autos para
regularização:
I. Novo auto de infração (matéria autônoma).
II. Auto complementar (demais casos).

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- O contribuinte mantém prazo legal para pagamento ou impugnação.


- O julgamento só ocorre após o decurso desse prazo.

DICAS PONTUAIS

- Requerer perícia exige justificativa técnica e quesitos claros.


- Cuidado com pedidos genéricos: serão indeferidos.
- O não pagamento dos honorários impede a realização da perícia.
- Controle e liquidação de créditos devem ser individualizados por contribuinte.
- O lançamento só pode ser alterado em hipóteses legais específicas.
- Importante: o prazo de 180 dias para inscrição em Dívida Ativa é regra geral.
- ATENÇÃO: A remessa obrigatória e a fundamentação das decisões são pontos críticos no
cumprimento do procedimento tributário.

Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS

Julgue os itens abaixo, assinalando (C) CERTO ou (E) ERRADO.


Assuntos: Artigos 45 a 55 do Decreto nº 13.796/1988
Tempo de resolução ideal: 10 minutos

QUESTÕES - ARTIGOS 45 A 55

1) Em qualquer fase do processo, a autoridade julgadora poderá determinar a realização de


perícias, de ofício ou a requerimento do autuado, quando necessárias à solução do litígio.

2) As perícias consistem apenas em exame e vistoria, não abrangendo outras formas de


investigação ou avaliação.

3) Considerar-se-á não formulado o pedido de perícia que deixar de atender aos requisitos
previstos no § 2º do art. 45.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

4) O Secretário de Estado Adjunto da Tributação designará servidor do Grupo Ocupacional Fisco


para atuar como perito, quando deferido o pedido de perícia.

5) As despesas decorrentes da realização de perícia requerida pelo autuado serão custeadas pelo
Estado.

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6) O pedido de perícia será indeferido quando o julgador considerar os elementos nos autos
suficientes para a formação de sua convicção.

7) A autoridade administrativa deve proceder à cobrança do crédito tributário formalizado, no


prazo de 20 dias, contados de sua constituição definitiva, sempre que não houver causa
suspensiva de sua exigibilidade.

8) Esgotada a fase de cobrança administrativa, o processo administrativo relativo ao crédito


tributário não extinto será remetido à Procuradoria da Dívida Ativa para inscrição e cobrança
executiva.

9) O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo é passível de alteração em virtude de


julgamento de impugnação, por iniciativa do sujeito ativo e pela autoridade julgadora.

10) Verificando a autoridade julgadora matéria tributária com exigência não formalizada, deverá
proferir decisão do litígio imediatamente, sem necessidade de novo lançamento.

QUESTÕES COM COMENTÁRIOS E GABARITO – Art. 31 a 44

1) A fiscalização dos tributos é privativa dos auditores fiscais, carreira formada por técnicos
selecionados através de concurso público, com especialização em função da natureza das
atividades a serem desenvolvidas.
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Comentário: A redação corresponde literalmente ao art. 31.


Gabarito: Certo

2) A competência dos auditores fiscais é determinada pela jurisdição territorial do órgão em que
estiverem lotados.
Comentário: Está incorreta, pois o art. 32 dispõe exatamente o contrário: a competência não é

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determinada pela jurisdição territorial do órgão em que estiverem lotados.


Gabarito: Errado
Base legal: Art. 32

3) A entrada dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual nos estabelecimentos não está sujeita a
formalidades diversas da apresentação da identidade funcional.
Comentário: Reproduz fielmente o texto do art. 33, que afirma que o acesso às dependências
internas não estará sujeito a formalidades além da identificação funcional.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 33

4) Sujeitam-se à fiscalização apenas as pessoas jurídicas de direito privado que tenham relação
direta com o fato gerador da obrigação tributária.
Comentário: Errada. O art. 34 afirma que se sujeitam à fiscalização todas as pessoas naturais ou
jurídicas, de direito público ou privado, contribuintes ou não, abrangendo inclusive as que gozam
de imunidade ou isenção.
Gabarito: Errado
Base legal: Art. 34

5) A ação fiscal considera-se iniciada pelo termo de início de fiscalização ou pela intimação fiscal,
cientificado o sujeito passivo, seu representante ou preposto.
Comentário: É a literalidade do art. 36, inciso I.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 36, I

6) O início da ação fiscal exclui a espontaneidade do sujeito passivo com relação aos atos
anteriormente praticados.
Comentário: A afirmação está de acordo com o art. 37, caput, que dispõe expressamente sobre a
exclusão da espontaneidade.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 37

7) O Auto de Infração deverá ser lavrado no domicílio fiscal do autuado, mesmo que a infração
seja constatada em outro local.
Comentário: Errada. O art. 40, caput, prevê que o Auto de Infração deve ser lavrado no local onde
se constatar a infração, ainda que não seja o domicílio fiscal do autuado.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Gabarito: Errado
Base legal: Art. 40

8) Nenhum Auto de Infração pode ser arquivado sem despacho fundamentado de autoridade
competente.
Comentário: A redação repete literalmente o art. 39, §7º, que proíbe o arquivamento sem

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despacho fundamentado.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 39, §7º

9) O Auto de Infração deve conter, entre outros requisitos, a descrição clara e precisa da
ocorrência que caracteriza a infração e o valor do crédito tributário lançado.
Comentário: Corresponde fielmente ao disposto nos incisos IV e VIII do art. 44.
Gabarito: Certo
Base legal: Art. 44, incisos IV e VIII

10) O Auto de Infração deverá ser assinado manualmente pelo auditor fiscal autuante, sob pena
de nulidade.
Comentário: Errada. O art. 44, §7º, estabelece que, a partir de 1º de julho de 2022, o Auto de
Infração será assinado digitalmente, substituindo a assinatura manual.
Gabarito: Errado
Base legal: Art. 44, §7º

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19) História e Aspectos geoeconômicos

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Revisão

Assunto: AULA 04 - ECONOMIA, FISCALIDADE E O PODER LOCAL


AULA 05 - ESCRAVIDÃO INDÍGENA E AFRICANA NO RN COLONIAL
1 - Revisão
Revise por seus resumos e anotações, seguindo as orientações abaixo sobre a REVISÃO ATIVA LS.

ATENÇÃO: REVISÃO ATIVA LS - Resgate o conhecimento da sua memória

Com o intuito de tornar sua preparação mais eficiente, vamos fazer um tipo de revisão mais ativa.
Logo abaixo, vamos citar os tópicos principais (essenciais) de cada assunto para você relembrar. O
intuito é que você consiga resgatar esses pontos da SUA MEMÓRIA sem ler nada antes. É uma
forma de forçar sua memória e ativá-la.

A intenção é que você faça essa revisão da seguinte forma:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

1 - Leia o tópico;
2 -Tente resgatar o que você lembra sobre esse tema (conceitos, letra de lei, doutrina e
jurisprudência) - para ajudar, você pode utilizar um arquivo no word para ir digitando o que você
lembra;
3 - Depois que concluir, você pode consultar seu resumo/material sobre a matéria para verificar se
esqueceu de algum tema importante.

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Vamos lá!!!!
Economia, Fiscalidade e Poder Local na História e Geoeconomia do Rio Grande do Norte (RN)

O Rio Grande do Norte (RN) possui uma trajetória histórica e geoeconômica marcada por ciclos
produtivos e uma evolução na estrutura de poder, intimamente ligada à arrecadação de tributos
(fiscalidade).

Geoeconomia e Ciclos Produtivos

- Economias Iniciais (Colonial):


A ocupação inicial do território potiguar foi desafiadora. Após a expulsão dos holandeses (1654),
houve a retomada da colonização e distribuição de terras (Poder Local incipiente com Capitães-
Mores). A economia colonial se baseou inicialmente:
- No extrativismo do pau-brasil e, posteriormente, na pecuária (expansão para o interior/sertão),
sendo esta a primeira economia significativa.
- Na cotonicultura nos séculos XVIII e XIX, gerando uma forte classe política.
- Na cana-de-açúcar, com produção concentrada na Zona da Mata (litoral), mas nunca atingindo o
destaque nacional de outras capitanias.

- Séculos XIX e XX:


- A indústria salineira (sal) ganhou importância após a liberação da exportação no início do século
XIX, antes tolhida pela metrópole. A taxação sobre a produção salineira representou um avanço
na fiscalidade.
- A mineração de minerais como a scheelita (no Seridó) e outros minerais metálicos e rochas
ornamentais se tornou relevante em certas regiões.

- Economia Contemporânea:
- Petróleo: Produção de petróleo, principalmente onshore (terra) e, posteriormente, offshore
(mar), sendo um motor da economia, embora sujeito à oscilação de preços.
- Fruticultura irrigada e Carcinicultura (criação de camarão): Principalmente voltadas para a
exportação.
- Sal marinho: Continua sendo um importante produto de exportação e identidade potiguar.
- Turismo: Um setor de grande peso na economia atual.

Fiscalidade e Poder Local


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Período Colonial e Império:


- A fiscalidade no período colonial se dava pela arrecadação de tributos pela Coroa Portuguesa,
como a cobrança de direitos de passagem e impostos sobre o comércio e a produção.
- O Poder Local era inicialmente exercido pelos Capitães-Mores e, nas vilas e cidades, pelas
Câmaras Municipais (Senados da Câmara). A Câmara de Natal, por exemplo, foi uma das
primeiras, estabelecida por volta de 1611.

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- Questões tributárias (cobrança de impostos elevados) foram um fator de insatisfação,


contribuindo para a adesão do RN a movimentos como a Revolução Pernambucana de 1817.

- República e Oligarquias:
- No início da República, o Poder Local/Estadual foi dominado por Oligarquias rurais e urbanas. A
família Albuquerque Maranhão (ligada ao açúcar e ao litoral) e a família Bezerra de Medeiros
(ligada ao algodão e ao Seridó) foram proeminentes, controlando o governo e utilizando a
administração e obras de modernização (principalmente em Natal) como estratégia de
fortalecimento político e econômico.
- A arrecadação de tributos estaduais e municipais (fiscalidade) financiava as estruturas de
governo e os projetos dessas oligarquias, reforçando seu domínio.

O Rio Grande do Norte, portanto, teve sua formação econômica e política moldada pela busca por
uma base produtiva sólida (do gado e algodão ao petróleo e exportação), e por um Poder Local
que, desde as Câmaras coloniais até as oligarquias republicanas, controlou a Fiscalidade (a
arrecadação de impostos) para viabilizar o desenvolvimento e consolidar seu domínio político na
região.

REALIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE


ECONOMIA POTIGUAR

- PIB Estadual e Setores de Crescimento


- A economia potiguar representou cerca de 0,9% do PIB nacional em 2021, ocupando a 5ª posição
no Nordeste e a 18ª no Brasil.
- O PIB estadual cresceu 5,1% em 2021, impulsionado pelos setores industrial e de serviços.

- Setores Consolidados e em Expansão


- Destaques tradicionais incluem a agropecuária e o extrativismo, com ênfase no petróleo e gás
natural.
- Desde o início do século XXI, comércio, serviços e turismo vêm ganhando relevância econômica.

- Potencialidades Econômicas
- O RN é destaque nacional na geração de energia eólica.
- A economia apresenta forte presença do setor primário, com produtos como cana-de-açúcar,
castanha de caju e frutas irrigadas (melão, abacaxi, mamão e manga).
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- Participação no PIB e Destaques Industriais


- Composição estimada do PIB: agropecuária (5%), indústria (21%), serviços (74%).
- Polos industriais localizam-se em Natal, Parnamirim e Mossoró.
- O RN lidera a produção de petróleo terrestre no país e abriga unidades de processamento de
gás natural.
- A pecuária teve papel importante na ocupação do sertão e agreste potiguar.

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- Atividades Econômicas e Municípios Sedes


- Indústria Petrolífera: Mossoró e Guamaré
- Fruticultura: Açu e Ipanguaçu
- Mineração: Parelhas e Currais Novos
- Castanha de Caju: Serra do Mel e Mossoró
- Salineira: Areia Branca e Galinhos
- Turismo: Natal e Parnamirim

GEOGRAFIA E DESENVOLVIMENTO HUMANO

- IDH e PIB per capita


- O PIB per capita do RN permanece abaixo da média nacional.

- Economias Fundadoras e Povoamento


- A atividade canavieira iniciou a economia do estado, com destaque para os engenhos de
Cunhaú e Ferreiro Torto.
- A pecuária se consolidou no sertão, dando origem a cidades como Currais Novos e Pau dos
Ferros.

- Regiões Turísticas (Polos)


- Polo Agreste/Trairi
- Polo Seridó
- Polo Costa das Dunas
- Polo Costa Branca
- Polo Serrano

- Questão Ambiental
- O crescimento da construção civil deve respeitar a sustentabilidade dos recursos naturais.
- A expansão urbana e industrial tem prejudicado os recursos hídricos. A falta de saneamento é o
principal vetor de contaminação dos rios: Potengi, Jundiaí, Pitimbu, Maxaranguape, Ceará-Mirim,
Doce e Pirangi.
- A carcinicultura expandiu-se de mangues já degradados para outras áreas estuarinas.

HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO NORTE


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Posição Estratégica e Segunda Guerra Mundial


- Em 1942, Natal foi considerada um dos pontos mais estratégicos do mundo pelos EUA.
- Ficou conhecida como "Trampolim da Vitória", por sua localização estratégica no Atlântico Sul.
- Estruturas como a Rampa e a base de Parnamirim Field foram marcos do período.

- Desenvolvimento Econômico (Século XX)

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

- Grandes projetos de industrialização marcaram a segunda metade do século.


- A indústria algodoeira entrou em declínio nas décadas de 1960-70, sendo parcialmente
substituída por cooperativas.
- A mecanização das salinas e o Porto-Ilha de Areia Branca (1974) impulsionaram o setor salineiro.
- A crise do petróleo intensificou pesquisas da Petrobras, levando à descoberta do campo de
Ubarana (1973) e, posteriormente, de jazidas terrestres em Mossoró (1979).
- O turismo cresceu exponencialmente a partir dos anos 1980.

- Ditadura Militar (Pós-1964)


- A industrialização da década de 1970 no RN contou com incentivos da SUDENE durante o
governo Cortez Pereira.

- Período Colonial e Império


- A economia da província do RN se integrou ao comércio internacional via exportação de
algodão, couros e açúcar, e pela importação de manufaturados europeus.

DIREITO CONSTITUCIONAL (CONSTITUIÇÃO DO RN)

- Licitações e Fiscalização
- Obras, serviços, compras e alienações públicas seguem processo de licitação que assegura
igualdade de condições e exige apenas qualificação técnica e econômica indispensável.
- A fiscalização contábil, financeira, orçamentária e patrimonial é exercida pela Assembleia
Legislativa, por meio do controle externo e pelos controles internos de cada Poder.

- Regime Jurídico e Acumulação de Cargos


- O regime jurídico único não é obrigatório para todos os entes federativos.
- A proibição de acumulação de cargos se estende a empregos e funções em autarquias,
fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista.

Escravidão Indígena e Africana no Rio Grande do Norte Colonial

A escravidão na Capitania do Rio Grande (atual Rio Grande do Norte) durante o período colonial
foi marcada pela coexistência e, em certos momentos, pela substituição da mão de obra indígena
pela africana, refletindo as dinâmicas econômicas e a legislação da Coroa Portuguesa.

Escravidão Indígena
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Pioneirismo: A escravização de indígenas foi a primeira forma de trabalho compulsório utilizada


na capitania, especialmente no início da colonização, como ocorreu em grande parte do Brasil.

- Mecanismos: A captura de índios se dava, muitas vezes, através da manipulação de conflitos


intertribais ou das chamadas “guerras justas” e “resgates” (expedições para resgatar índios cativos

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de outras tribos, mas que frequentemente resultavam em escravização).

- Período: A escravidão indígena permaneceu até meados do século XVIII, sendo importante no
sertão e nas atividades de pecuária e agricultura de subsistência, além dos engenhos litorâneos
iniciais (como o Cunhaú). A proibição definitiva por Marquês de Pombal, a partir de 1755/1758,
formalizou seu declínio.

- Resistência: A resistência indígena foi forte, com fugas, revoltas e a recusa em trabalhar nos
moldes coloniais.

Escravidão Africana

- Chegada e Crescimento: A mão de obra africana escravizada foi introduzida gradualmente. O


aumento significativo ocorreu em associação com o desenvolvimento da economia açucareira
(engenhos em regiões como Goianinha, São José de Mipibu, Macaíba e Ceará-Mirim),
principalmente a partir da segunda metade do século XVII e no século XVIII, vindos muitas vezes
de Pernambuco.

- Atividades: Embora presente nos engenhos e na lavoura, os escravos africanos e crioulos


(nascidos no Brasil) também foram amplamente empregados na pecuária do sertão (embora em
menor número por senhor em comparação com as *plantations* do Sul), e nas atividades urbanas
e domésticas na capital (Natal).

- Número: Embora o RN nunca tenha possuído um número tão elevado de escravos quanto
grandes centros açucareiros como Bahia e Pernambuco, o número cresceu moderadamente no
século XVIII com a expansão do açúcar, atingindo picos limitados. Os plantéis (o número de
escravos por proprietário) tendiam a ser menores nas áreas rurais potiguares.

- Origem: Eram provenientes de diversas regiões africanas, como Angola, Congo e Guiné.

Síntese Final

O Rio Grande do Norte colonial utilizou a escravidão indígena no seu início e no sertão (pecuária),
e a escravidão africana se consolidou, tornando-se predominante para sustentar a economia
açucareira litorânea e as demandas urbanas/domésticas, apesar do menor volume de cativos em
relação a outras capitanias do Nordeste.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Nota Especial: A resistência negra também se fez presente, com fugas, quilombos e formas
diversas de contestação — exemplos incluem o Quilombo de Cunhaú e outros núcleos menores
no interior do RN.

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História e Cultura do Rio Grande do Norte

Colonização e Ocupação Inicial


- O início da fase moderna de ocupação da terra potiguar por populações vindas da Europa é
simbolizado pelo Marco de Touros.
- A cidade de Natal foi fundada no período da União Ibérica (Portugal e Espanha), após a morte de
D. Sebastião.
- A construção do Forte dos Reis Magos em 1598, um dos marcos iniciais da colonização, tinha
como objetivo ser responsável pela defesa da capitania e marco definitivo da posse territorial
pelos colonizadores portugueses.
- A ocupação das terras litorâneas pelos portugueses só foi possível após a construção do Forte
dos Reis Magos, devido à presença de franceses e indígenas na região.

Relação com os Povos Indígenas


- As tribos indígenas que habitavam a Capitania do Rio Grande do Norte eram os Potiguares,
Cariris, Tarairius e Canindés.
- Os potiguaras habitavam o litoral e os cariris (ou tarairiús) viviam no sertão.
- Os potiguara pertenciam ao tronco tupi e se distribuíram entre os atuais estados da Paraíba, Rio
Grande do Norte e Ceará.
- A dificuldade no relacionamento entre portugueses e indígenas (potiguaras) devia-se ao fato de
o sistema de escambo dificultar a existência de trabalho compulsório como imposição dos
portugueses e facilitar o convívio e as relações de troca entre índios e franceses.
- A pacificação dos índios potiguares ocorreu após muitos combates violentos contra
colonizadores luso-brasileiros, sendo aceito um acordo de paz em 1599, com intermediação de
Jerônimo de Albuquerque e padres jesuítas.
- O processo de conquista da Capitania do Rio Grande foi marcado por conflitos em que as
autoridades coloniais utilizaram enfrentamentos entre grupos indígenas para facilitar o processo
de conquista.
- Os registros eclesiásticos das freguesias no Seridó evidenciam, do último quartel do século XVIII
à primeira metade do século XIX, a presença de índios junto a outros grupos sociais participando
dos rituais cristãos: batizado, matrimônio e exéquias.

Guerra dos Bárbaros


- Um importante episódio da história colonial do RN, ocorrido entre fins do século XVII e
princípios do XVIII, refere-se à reação dos primitivos habitantes da região (especialmente dos
cariris) à utilização do trabalho escravo indígena.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Esse episódio ficou conhecido como Guerra dos Bárbaros.


- A Guerra dos Bárbaros foi um dos maiores e mais longos conflitos armados envolvendo índios e
brancos em todo o período colonial da história do Brasil.
- O conflito, após um longo período, foi encerrado pela intervenção de forças portuguesas
lideradas pelos bandeirantes.

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Economia e Sociedade no Período Colonial e Império


- Durante todo o período colonial, o Rio Grande do Norte teve dificuldades para produzir açúcar.
Os engenhos não chegaram a desabrochar inteiramente, dividindo-se entre a fabricação do
açúcar e outras atividades econômicas, como a pecuária.
- A afirmação de que a integração da economia da província às correntes do comércio
internacional se fez através da importação de algodão, couros e açúcar é incorreta.
- Sobre o processo abolicionista, é correto afirmar que a mão de obra escrava não foi
determinante na vida econômica provincial, sobretudo em relação à criação de gado e ao cultivo
do algodão.

Cultura e Folclore
- Dentre as principais manifestações culturais do estado, destaca-se o Coco de Zambê ou
Bambelô.
- As tradições portuguesas, indígenas e negras no estado misturam-se, influenciam-se
reciprocamente e fazem surgir festas ou folguedos, ou ainda autos populares.
- Na dança dos cangaceiros, o grupo ressalta as figuras do cangaço, mantendo-se uma
organização hierárquica em que todos cantam e dançam músicas referentes ao cangaço, tendo
como destaque o xaxado.

Segunda Guerra Mundial e Posição Estratégica


- Em 1942, a posição geográfica de Natal foi classificada como "um dos quatro pontos mais
estratégicos do mundo" pelo Departamento de Guerra dos EUA.
- A cidade de Natal teve seu nome relacionado ao apelido de "Trampolim da vitória", onde aviões
vindos da Europa abasteciam e seguiam para a África.
- A escolha do Rio Grande do Norte para sediar uma base militar norte-americana está
relacionada à sua posição geopolítica no contexto da Segunda Guerra Mundial.
- As bases se constituíam um ponto de apoio logístico para as operações de patrulhamento do
Atlântico Sul e Norte da África.

Aspectos Diversos
- São símbolos do estado do Rio Grande do Norte a bandeira, o brasão de armas e o hino.
- O feriado estadual de 3 de outubro corresponde à data do massacre de fiéis católicos, ocorrido
em Uruaçu, comunidade de São Gonçalo do Amarante.
- Durante a União Ibérica, a Capitania do Rio Grande do Norte passou a fazer parte do interesse
expansionista de Filipe II da Espanha, tendo em vista a posição geográfica da capitania, que
possibilitava acesso estratégico à colônia e exploração de todas as terras da costa brasileira,
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

especificamente da região nordestina.

Assunto: AULA 04 - ECONOMIA, FISCALIDADE E O PODER LOCAL


AULA 05 - ESCRAVIDÃO INDÍGENA E AFRICANA NO RN COLONIAL

1 - Revisão

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Revise por seus resumos e anotações, seguindo as orientações abaixo sobre a REVISÃO ATIVA LS.

ATENÇÃO: REVISÃO ATIVA LS - Resgate o conhecimento da sua memória

Com o intuito de tornar sua preparação mais eficiente, vamos fazer um tipo de revisão mais ativa.
Logo abaixo, vamos citar os tópicos principais (essenciais) de cada assunto para você relembrar. O
intuito é que você consiga resgatar esses pontos da SUA MEMÓRIA sem ler nada antes. É uma
forma de forçar sua memória e ativá-la.

A intenção é que você faça essa revisão da seguinte forma:

1 - Leia o tópico;
2 -Tente resgatar o que você lembra sobre esse tema (conceitos, letra de lei, doutrina e
jurisprudência) - para ajudar, você pode utilizar um arquivo no word para ir digitando o que você
lembra;
3 - Depois que concluir, você pode consultar seu resumo/material sobre a matéria para verificar se
esqueceu de algum tema importante.

Vamos lá!!!!

Economia, Fiscalidade e Poder Local na História e Geoeconomia do Rio Grande do Norte (RN)

O Rio Grande do Norte (RN) possui uma trajetória histórica e geoeconômica marcada por ciclos
produtivos e uma evolução na estrutura de poder, intimamente ligada à arrecadação de tributos
(fiscalidade).

Geoeconomia e Ciclos Produtivos

- Economias Iniciais (Colonial):


A ocupação inicial do território potiguar foi desafiadora. Após a expulsão dos holandeses (1654),
houve a retomada da colonização e distribuição de terras (Poder Local incipiente com Capitães-
Mores). A economia colonial se baseou inicialmente:
- No extrativismo do pau-brasil e, posteriormente, na pecuária (expansão para o interior/sertão),
sendo esta a primeira economia significativa.
- Na cotonicultura nos séculos XVIII e XIX, gerando uma forte classe política.
- Na cana-de-açúcar, com produção concentrada na Zona da Mata (litoral), mas nunca atingindo o
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

destaque nacional de outras capitanias.

- Séculos XIX e XX:


- A indústria salineira (sal) ganhou importância após a liberação da exportação no início do século
XIX, antes tolhida pela metrópole. A taxação sobre a produção salineira representou um avanço
na fiscalidade.

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- A mineração de minerais como a scheelita (no Seridó) e outros minerais metálicos e rochas
ornamentais se tornou relevante em certas regiões.

- Economia Contemporânea:
- Petróleo: Produção de petróleo, principalmente onshore (terra) e, posteriormente, offshore
(mar), sendo um motor da economia, embora sujeito à oscilação de preços.
- Fruticultura irrigada e Carcinicultura (criação de camarão): Principalmente voltadas para a
exportação.
- Sal marinho: Continua sendo um importante produto de exportação e identidade potiguar.
- Turismo: Um setor de grande peso na economia atual.

Fiscalidade e Poder Local

- Período Colonial e Império:


- A fiscalidade no período colonial se dava pela arrecadação de tributos pela Coroa Portuguesa,
como a cobrança de direitos de passagem e impostos sobre o comércio e a produção.
- O Poder Local era inicialmente exercido pelos Capitães-Mores e, nas vilas e cidades, pelas
Câmaras Municipais (Senados da Câmara). A Câmara de Natal, por exemplo, foi uma das
primeiras, estabelecida por volta de 1611.
- Questões tributárias (cobrança de impostos elevados) foram um fator de insatisfação,
contribuindo para a adesão do RN a movimentos como a Revolução Pernambucana de 1817.

- República e Oligarquias:
- No início da República, o Poder Local/Estadual foi dominado por Oligarquias rurais e urbanas. A
família Albuquerque Maranhão (ligada ao açúcar e ao litoral) e a família Bezerra de Medeiros
(ligada ao algodão e ao Seridó) foram proeminentes, controlando o governo e utilizando a
administração e obras de modernização (principalmente em Natal) como estratégia de
fortalecimento político e econômico.
- A arrecadação de tributos estaduais e municipais (fiscalidade) financiava as estruturas de
governo e os projetos dessas oligarquias, reforçando seu domínio.

O Rio Grande do Norte, portanto, teve sua formação econômica e política moldada pela busca por
uma base produtiva sólida (do gado e algodão ao petróleo e exportação), e por um Poder Local
que, desde as Câmaras coloniais até as oligarquias republicanas, controlou a Fiscalidade (a
arrecadação de impostos) para viabilizar o desenvolvimento e consolidar seu domínio político na
região.
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REALIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE


ECONOMIA POTIGUAR

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- PIB Estadual e Setores de Crescimento


- A economia potiguar representou cerca de 0,9% do PIB nacional em 2021, ocupando a 5ª posição
no Nordeste e a 18ª no Brasil.
- O PIB estadual cresceu 5,1% em 2021, impulsionado pelos setores industrial e de serviços.

- Setores Consolidados e em Expansão


- Destaques tradicionais incluem a agropecuária e o extrativismo, com ênfase no petróleo e gás
natural.
- Desde o início do século XXI, comércio, serviços e turismo vêm ganhando relevância econômica.

- Potencialidades Econômicas
- O RN é destaque nacional na geração de energia eólica.
- A economia apresenta forte presença do setor primário, com produtos como cana-de-açúcar,
castanha de caju e frutas irrigadas (melão, abacaxi, mamão e manga).

- Participação no PIB e Destaques Industriais


- Composição estimada do PIB: agropecuária (5%), indústria (21%), serviços (74%).
- Polos industriais localizam-se em Natal, Parnamirim e Mossoró.
- O RN lidera a produção de petróleo terrestre no país e abriga unidades de processamento de
gás natural.
- A pecuária teve papel importante na ocupação do sertão e agreste potiguar.

- Atividades Econômicas e Municípios Sedes


- Indústria Petrolífera: Mossoró e Guamaré
- Fruticultura: Açu e Ipanguaçu
- Mineração: Parelhas e Currais Novos
- Castanha de Caju: Serra do Mel e Mossoró
- Salineira: Areia Branca e Galinhos
- Turismo: Natal e Parnamirim

GEOGRAFIA E DESENVOLVIMENTO HUMANO

- IDH e PIB per capita


- O PIB per capita do RN permanece abaixo da média nacional.

- Economias Fundadoras e Povoamento


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- A atividade canavieira iniciou a economia do estado, com destaque para os engenhos de


Cunhaú e Ferreiro Torto.
- A pecuária se consolidou no sertão, dando origem a cidades como Currais Novos e Pau dos
Ferros.

- Regiões Turísticas (Polos)

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- Polo Agreste/Trairi
- Polo Seridó
- Polo Costa das Dunas
- Polo Costa Branca
- Polo Serrano

- Questão Ambiental
- O crescimento da construção civil deve respeitar a sustentabilidade dos recursos naturais.
- A expansão urbana e industrial tem prejudicado os recursos hídricos. A falta de saneamento é o
principal vetor de contaminação dos rios: Potengi, Jundiaí, Pitimbu, Maxaranguape, Ceará-Mirim,
Doce e Pirangi.
- A carcinicultura expandiu-se de mangues já degradados para outras áreas estuarinas.

HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO NORTE

- Posição Estratégica e Segunda Guerra Mundial


- Em 1942, Natal foi considerada um dos pontos mais estratégicos do mundo pelos EUA.
- Ficou conhecida como "Trampolim da Vitória", por sua localização estratégica no Atlântico Sul.
- Estruturas como a Rampa e a base de Parnamirim Field foram marcos do período.

- Desenvolvimento Econômico (Século XX)


- Grandes projetos de industrialização marcaram a segunda metade do século.
- A indústria algodoeira entrou em declínio nas décadas de 1960-70, sendo parcialmente
substituída por cooperativas.
- A mecanização das salinas e o Porto-Ilha de Areia Branca (1974) impulsionaram o setor salineiro.
- A crise do petróleo intensificou pesquisas da Petrobras, levando à descoberta do campo de
Ubarana (1973) e, posteriormente, de jazidas terrestres em Mossoró (1979).
- O turismo cresceu exponencialmente a partir dos anos 1980.

- Ditadura Militar (Pós-1964)


- A industrialização da década de 1970 no RN contou com incentivos da SUDENE durante o
governo Cortez Pereira.

- Período Colonial e Império


- A economia da província do RN se integrou ao comércio internacional via exportação de
algodão, couros e açúcar, e pela importação de manufaturados europeus.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

DIREITO CONSTITUCIONAL (CONSTITUIÇÃO DO RN)

- Licitações e Fiscalização
- Obras, serviços, compras e alienações públicas seguem processo de licitação que assegura
igualdade de condições e exige apenas qualificação técnica e econômica indispensável.

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- A fiscalização contábil, financeira, orçamentária e patrimonial é exercida pela Assembleia


Legislativa, por meio do controle externo e pelos controles internos de cada Poder.

- Regime Jurídico e Acumulação de Cargos


- O regime jurídico único não é obrigatório para todos os entes federativos.
- A proibição de acumulação de cargos se estende a empregos e funções em autarquias,
fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista.

Escravidão Indígena e Africana no Rio Grande do Norte Colonial

A escravidão na Capitania do Rio Grande (atual Rio Grande do Norte) durante o período colonial
foi marcada pela coexistência e, em certos momentos, pela substituição da mão de obra indígena
pela africana, refletindo as dinâmicas econômicas e a legislação da Coroa Portuguesa.

Escravidão Indígena

- Pioneirismo: A escravização de indígenas foi a primeira forma de trabalho compulsório utilizada


na capitania, especialmente no início da colonização, como ocorreu em grande parte do Brasil.

- Mecanismos: A captura de índios se dava, muitas vezes, através da manipulação de conflitos


intertribais ou das chamadas “guerras justas” e “resgates” (expedições para resgatar índios cativos
de outras tribos, mas que frequentemente resultavam em escravização).

- Período: A escravidão indígena permaneceu até meados do século XVIII, sendo importante no
sertão e nas atividades de pecuária e agricultura de subsistência, além dos engenhos litorâneos
iniciais (como o Cunhaú). A proibição definitiva por Marquês de Pombal, a partir de 1755/1758,
formalizou seu declínio.

- Resistência: A resistência indígena foi forte, com fugas, revoltas e a recusa em trabalhar nos
moldes coloniais.

Escravidão Africana

- Chegada e Crescimento: A mão de obra africana escravizada foi introduzida gradualmente. O


aumento significativo ocorreu em associação com o desenvolvimento da economia açucareira
(engenhos em regiões como Goianinha, São José de Mipibu, Macaíba e Ceará-Mirim),
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

principalmente a partir da segunda metade do século XVII e no século XVIII, vindos muitas vezes
de Pernambuco.

- Atividades: Embora presente nos engenhos e na lavoura, os escravos africanos e crioulos


(nascidos no Brasil) também foram amplamente empregados na pecuária do sertão (embora em
menor número por senhor em comparação com as *plantations* do Sul), e nas atividades urbanas

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e domésticas na capital (Natal).

- Número: Embora o RN nunca tenha possuído um número tão elevado de escravos quanto
grandes centros açucareiros como Bahia e Pernambuco, o número cresceu moderadamente no
século XVIII com a expansão do açúcar, atingindo picos limitados. Os plantéis (o número de
escravos por proprietário) tendiam a ser menores nas áreas rurais potiguares.

- Origem: Eram provenientes de diversas regiões africanas, como Angola, Congo e Guiné.

Síntese Final

O Rio Grande do Norte colonial utilizou a escravidão indígena no seu início e no sertão (pecuária),
e a escravidão africana se consolidou, tornando-se predominante para sustentar a economia
açucareira litorânea e as demandas urbanas/domésticas, apesar do menor volume de cativos em
relação a outras capitanias do Nordeste.

Nota Especial: A resistência negra também se fez presente, com fugas, quilombos e formas
diversas de contestação — exemplos incluem o Quilombo de Cunhaú e outros núcleos menores
no interior do RN.

História e Cultura do Rio Grande do Norte

Colonização e Ocupação Inicial


- O início da fase moderna de ocupação da terra potiguar por populações vindas da Europa é
simbolizado pelo Marco de Touros.
- A cidade de Natal foi fundada no período da União Ibérica (Portugal e Espanha), após a morte de
D. Sebastião.
- A construção do Forte dos Reis Magos em 1598, um dos marcos iniciais da colonização, tinha
como objetivo ser responsável pela defesa da capitania e marco definitivo da posse territorial
pelos colonizadores portugueses.
- A ocupação das terras litorâneas pelos portugueses só foi possível após a construção do Forte
dos Reis Magos, devido à presença de franceses e indígenas na região.

Relação com os Povos Indígenas


- As tribos indígenas que habitavam a Capitania do Rio Grande do Norte eram os Potiguares,
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Cariris, Tarairius e Canindés.


- Os potiguaras habitavam o litoral e os cariris (ou tarairiús) viviam no sertão.
- Os potiguara pertenciam ao tronco tupi e se distribuíram entre os atuais estados da Paraíba, Rio
Grande do Norte e Ceará.
- A dificuldade no relacionamento entre portugueses e indígenas (potiguaras) devia-se ao fato de
o sistema de escambo dificultar a existência de trabalho compulsório como imposição dos

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portugueses e facilitar o convívio e as relações de troca entre índios e franceses.


- A pacificação dos índios potiguares ocorreu após muitos combates violentos contra
colonizadores luso-brasileiros, sendo aceito um acordo de paz em 1599, com intermediação de
Jerônimo de Albuquerque e padres jesuítas.
- O processo de conquista da Capitania do Rio Grande foi marcado por conflitos em que as
autoridades coloniais utilizaram enfrentamentos entre grupos indígenas para facilitar o processo
de conquista.
- Os registros eclesiásticos das freguesias no Seridó evidenciam, do último quartel do século XVIII
à primeira metade do século XIX, a presença de índios junto a outros grupos sociais participando
dos rituais cristãos: batizado, matrimônio e exéquias.

Guerra dos Bárbaros


- Um importante episódio da história colonial do RN, ocorrido entre fins do século XVII e
princípios do XVIII, refere-se à reação dos primitivos habitantes da região (especialmente dos
cariris) à utilização do trabalho escravo indígena.
- Esse episódio ficou conhecido como Guerra dos Bárbaros.
- A Guerra dos Bárbaros foi um dos maiores e mais longos conflitos armados envolvendo índios e
brancos em todo o período colonial da história do Brasil.
- O conflito, após um longo período, foi encerrado pela intervenção de forças portuguesas
lideradas pelos bandeirantes.

Economia e Sociedade no Período Colonial e Império


- Durante todo o período colonial, o Rio Grande do Norte teve dificuldades para produzir açúcar.
Os engenhos não chegaram a desabrochar inteiramente, dividindo-se entre a fabricação do
açúcar e outras atividades econômicas, como a pecuária.
- A afirmação de que a integração da economia da província às correntes do comércio
internacional se fez através da importação de algodão, couros e açúcar é incorreta.
- Sobre o processo abolicionista, é correto afirmar que a mão de obra escrava não foi
determinante na vida econômica provincial, sobretudo em relação à criação de gado e ao cultivo
do algodão.

Cultura e Folclore
- Dentre as principais manifestações culturais do estado, destaca-se o Coco de Zambê ou
Bambelô.
- As tradições portuguesas, indígenas e negras no estado misturam-se, influenciam-se
reciprocamente e fazem surgir festas ou folguedos, ou ainda autos populares.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Na dança dos cangaceiros, o grupo ressalta as figuras do cangaço, mantendo-se uma


organização hierárquica em que todos cantam e dançam músicas referentes ao cangaço, tendo
como destaque o xaxado.

Segunda Guerra Mundial e Posição Estratégica


- Em 1942, a posição geográfica de Natal foi classificada como "um dos quatro pontos mais

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estratégicos do mundo" pelo Departamento de Guerra dos EUA.


- A cidade de Natal teve seu nome relacionado ao apelido de "Trampolim da vitória", onde aviões
vindos da Europa abasteciam e seguiam para a África.
- A escolha do Rio Grande do Norte para sediar uma base militar norte-americana está
relacionada à sua posição geopolítica no contexto da Segunda Guerra Mundial.
- As bases se constituíam um ponto de apoio logístico para as operações de patrulhamento do
Atlântico Sul e Norte da África.

Aspectos Diversos
- São símbolos do estado do Rio Grande do Norte a bandeira, o brasão de armas e o hino.
- O feriado estadual de 3 de outubro corresponde à data do massacre de fiéis católicos, ocorrido
em Uruaçu, comunidade de São Gonçalo do Amarante.
- Durante a União Ibérica, a Capitania do Rio Grande do Norte passou a fazer parte do interesse
expansionista de Filipe II da Espanha, tendo em vista a posição geográfica da capitania, que
possibilitava acesso estratégico à colônia e exploração de todas as terras da costa brasileira,
especificamente da região nordestina.

O ESTADO DO RN NO IMPÉRIO: SOCIEDADE, ECONOMIA E POLÍTICA

Sociedade
- Escravidão e Abolicionismo: Durante o Império, a escravidão era predominante na província.
Esforços abolicionistas notáveis ocorreram na província, destacando-se a abolição da escravatura
em Mossoró, em 30 de setembro de 1883, que precedeu a Lei Áurea. A população em 1872 era de
233.979 habitantes, incluindo 13.020 escravizados.
- Hierarquias Sociais: A sociedade era hierarquizada com base na condição legal (livres,
escravizados, libertos) e nas origens étnicas, com destaque para a mestiçagem entre europeus,
indígenas e africanos.
- Populações Indígenas: Os indígenas enfrentavam perseguições, disputas por terras e violência,
como exemplificado pelo massacre em Portalegre, em 1825. Resistiam por meio da formação de
famílias e preservação cultural.
- Impactos das Secas: A seca de 1877-1879 causou severas consequências, como fome, epidemias e
migrações em massa, afetando especialmente as populações vulneráveis, como idosos e órfãos.
- Papel das Mulheres e Educação: As mulheres tinham papéis tradicionais na sociedade, mas os
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avanços na educação possibilitaram o acesso a escolas e algumas profissões, como o ensino,


embora com muitas limitações sociais.
- Propaganda Republicana: O movimento republicano teve início em 1851 com o jornal Jaguarari,
intensificando-se até a formação do Partido Republicano em 1889.

Economia
- Base Agropecuária: A economia da província era baseada principalmente na agropecuária, com

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destaque para a produção de cana-de-açúcar, mandioca e pecuária extensiva, todas sustentadas


pelo trabalho escravizado.
- Trabalho Escravizado: Dependia do trabalho escravizado em agricultura, pecuária, pesca e
ofícios como costura e ferraria.
- Impactos das Secas: A seca de 1877-1879 gerou perdas agrícolas, mortalidade de gado e escassez
de água, afetando o comércio e o trabalho urbano.
- Recursos Indígenas: Terras indígenas eram limitadas e de baixa qualidade, com excedentes
alugados para financiar necessidades.
- Revolta Quebra-Quilos: Em 1874-1875, a adoção do sistema métrico decimal gerou resistência
popular devido aos custos elevados e à quebra de práticas costumeiras, refletindo o
descontentamento de uma parte significativa da população.

Política
- Adesão ao Império: A província tornou-se parte do Império em 1822, com adesão formal em 1823
por meio de Termo de Aplauso.
- Eventos Revolucionários: Participou da Confederação do Equador em 1824 e aderiu à Revolução
Pernambucana em 1817, com a emancipação da Paraíba ocorrendo em 1823.
- Estrutura de Governo: A província era governada por presidentes nomeados pelo Imperador,
enquanto a Assembleia Legislativa Provincial contava com 20 deputados eleitos.
- Eleições e Representação: Eleições para deputados ocorreram em 1834, com senadores vitalícios
e restrições censitárias ao voto. A pequena população limitava a representação.
- Questões Indígenas: As políticas do período viam os indígenas como indolentes e inferiores,
justificando a limitação de suas terras e o enquadramento no Código Criminal de 1830.

Cronometre o tempo de revisão para que você tenha ideia do tempo que será necessário e o que
você pode aprimorar para a reta final.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.


2 - Questões Erradas/Favoritas/Em dúvida

Refaça as questões que você errou e marcou como favoritas (que devem incluir as erradas e que
houve dúvida). Logo abaixo estão listados os cadernos de questões para realizar essas revisões:
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Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - SEFAZ RN - História - Caderno 4

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Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - SEFAZ RN - História - Caderno 5

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20) Português

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Classes de palavras II: preposição e conjunção.

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos da tarefa atual.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Português - CADERNO 03

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Marque as questões que errou ou teve dúvida como favorita. Isso será importante para as tarefas
de revisão.

Atividade Alternativa:
Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.
Preparamos estes cadernos com muito cuidado, pensando em otimizar o estudo de quem está
migrando da área fiscal para uma preparação focada em banca específica. Assim, sempre que
possível, priorizamos provas mais recentes e questões da área fiscal ou controle. Porém, quando
havia poucas questões recentes e da área fiscal ou de controle sobre um tema, incluímos também
questões de outras áreas e/ou mais antigas, mas sempre pertinentes para seu estudo.

Atividade Alternativa - Questões FCC

- Resolva as questões 01 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 30 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - FCC - CADERNO 03

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 18 (total de questões: 18) - tempo ideal: 45 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - FGV - CADERNO 03

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 35 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - VUNESP - CADERNO 03

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


- Resolva as questões 01 a 17 (total de questões: 17) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Nome do Caderno: LS - PORTUGUÊS - CEBRASPE - CADERNO 03

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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Atividade Extra (Facultativa)


Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.
Simulado de assuntos mesclados.
Total de questões: 10.
Tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Português - CADERNO EXTRA 03

Preposição e Conjunção

- A preposição é uma classe de palavras responsável por ligar elementos.


- Esse assunto (Preposição e Conjunção) podem vir nos editais como "Coesão e Coerência".
- Preposições e conjunções podem ser substituídas uma por outra. Ocorrendo isso, podem ser
necessárias alterações na estrutura da frase.
- A preposição tem valor gramatical quando o termo anterior "pede" essa preposição.
- A preposição vem apenas para acrescentar o sentido.
- Dica: para a analisar o valor semântico, olhe para a expressão que vem depois da preposição
(essa dica vale para conjunções também).
- Conjunção coordenativa liga orações de sentido completo ou termos que têm a mesma função
gramatical.
- As Conjunções Coordenativas classificam-se em: ADITIVAS, ADVERSATIVAS, ALTERNATIVAS
(alternância ou escolha), CONCLUSIVAS, EXPLICATIVAS
- Atenção que a conjunção "nem" (e + não) é conjunção ADITIVA, não alternativa.
- A conjunção "pois", com sentido de conclusão, assim o será se for deslocado (após o verbo). Ex:
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Ele estava pronto, não ficou, pois, nervoso.


- Cuidado: é importante saber que as conjunções adversativas, além da ideia de
contraste/oposição, também podem apresentar ideia de compensação/ressalva.
- É muito importante saber que algumas bancas usam conclusão como sinônimo de
consequência.
- Nas Conjunções Subordinativas Integrantes, a oração por elas introduzida completa ou integra o

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sentido da principal (mas não têm valor semântico). Inicia uma oração substantiva. Pode ser: QUE
ou SE.
- Dica: troque pelo pronome substantivo ISSO.
- As Conjunções Subordinativas Adverbiais Concessivas introduzem uma oração que traz ideia
contrária à da principal, sem impedir a realização da outra oração.
- A conjunção concessiva sempre leva o verbo para o subjuntivo.
- Saiba o significado de porquanto (equivale a "porque") e não o confunda com portanto. Fique
esperto que isso cai em prova!
- A Conjunção Subordinativa Causal: é um fato que faz com que outro ocorra.
- O "que" terá ideia de consequência se tiver como antecedente na oração principal uma palavra
como "tal, tão, cada, tanto, tamanho".
- Dicas para CAUSA x EFEITO: 1) Sentir o "cheiro" de causa e efeito; 2) Organizar cronologicamente
os acontecimentos (a "causa" acontece antes do "efeito"); 3) A conjunção recebe o nome da ideia
que vem "após" ela (NÃO antes).
- A preposição “POR” pode ter valor tanto de “agente” quanto de “paciente”. Exemplo: Trabalho
feito POR você (valor de “agente”); Venceremos POR você (valor de “paciente”).

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21) Direito Administrativo

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): Organização Administrativa (parte 1): Administração Direta, Desconcentração e


Descentralização.

NOVIDADE LS: querido aluno (a), com o intuito de tornar sua preparação ainda mais
completa, vamos liberar um resumo esquematizado de ALTA QUALIDADE para auxiliar nas suas
revisões dessa matéria.

Para ter acesso ao material, voce deve:

1- entrar no link abaixo;


2- fazer um cadastro com o seu CPF de aluno ativo LS.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Dessa forma, você terá acesso ao referido resumo com 100% de desconto!!!

RESUMO ESQUEMATIZADO - DIREITO ADMINISTRATIVO LS - acesse aqui

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Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades em seus estudos anteriores.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.
Assuntos (revisar): Organização Administrativa (parte 1): Administração Direta, Desconcentração e
Descentralização.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - Área fiscal - CADERNO 03
Filtros do TEC: 2025 - 2015, área fiscal, remover desatualizadas e anuladas.

Caro aluno (a), mantenha um registro das questões erradas ou que geraram dúvidas. Isso não
apenas contribuirá para o seu aprendizado, mas também servirá como uma ferramenta valiosa
para as suas revisões futuras.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.
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Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 08(total de questões: 08) - tempo ideal: 20 minutos.
Link do caderno de questões:[Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - FCC - CADERNO 03

Atividade Alternativa - Questões FGV

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22/11/2025
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- Resolva as questões 01 a 13 (total de questões: 13) - tempo ideal: 30 minutos.


Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - FGV - CADERNO 03
OBS: diante da limitada quantidade de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para
outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 12 (total de questões: 12) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - VUNESP - CADERNO 03
OBS: diante da ausência de questões na área fiscal da banca, ampliamos o filtro para outras áreas.

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 11 (total de questões: 11) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - DIREITO ADMINISTRATIVO - CEBRASPE - CADERNO 03

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atividade Extra (Facultativa) - Estimativa de tempo: 15 minutos

Resolução de Cards Anki de todos os assuntos da disciplina

Revise utilizando o seu baralho Anki que disponibilizamos na primeira tarefa desta disciplina.

Obs: Informações explicativas sobre a atividade extra nas últimas 5 páginas da meta.
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1) Conceitos Iniciais sobre Organização Administrativa


Administração Pública: Instrumento usado pelo Estado para executar as políticas públicas.
>Governo: Define as diretrizes (planejamento).
>Administração: Executa as ações planejadas.

Entidades:
Têm personalidade jurídica (podem adquirir direitos e contrair obrigações, responder
judicialmente, e ter patrimônio próprio).
Dividem-se em:
>Políticas: União, Estados, DF e Municípios (entes federativos, dotados de autonomia política,
administrativa e financeira, nos termos da Constituição).
>Administrativas: Autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia
mista (cuja criação é autorizada por lei específica para desempenhar funções determinadas).

Órgãos:
Não possuem personalidade jurídica (são despersonalizados).
Exemplo: Ministérios e Secretarias.

2) Administração Direta e Indireta


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Administração Direta:
Conjunto de órgãos integrados às entidades políticas (União, estados, DF e municípios).
Atuam de forma centralizada.
Exemplo: Ministérios, Receita Federal, Secretarias de Saúde dos Estados.

Administração Indireta:

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Formada por entidades administrativas com personalidade jurídica própria (autarquias,


fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista).
Atuam de forma descentralizada.

Pegadinha de prova: A Administração Indireta não tem autonomia política, mas tem
autonomia administrativa e financeira.

3) Conceitos de Descentralização e Desconcentração


Descentralização:
Transferência da execução de um serviço ou da titularidade de uma competência para outra
pessoa jurídica, seja ela de direito público ou de direito privado.
Tipos:
Por outorga: Criação de uma entidade administrativa (ex.: autarquias).
Por delegação: Concessões e permissões (ex.: empresas privadas que prestam serviços públicos).
Territorial: Criação de territórios administrativos com competências genéricas.

Desconcentração:
Divisão de competências dentro da mesma pessoa jurídica (criação de órgãos).

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Dica prática: Decore assim: descentralização = nova pessoa jurídica, desconcentração = novo
órgão interno.

4) Autarquias
Definição: Pessoa jurídica de direito público, criada por lei, para desempenhar funções típicas do
Estado.
Exemplo: INSS, DNIT, universidades públicas.

Características:
Criadas por lei específica.
Personalidade jurídica de direito público.
Especialização em funções específicas (ex.: fiscalização, ensino superior).
Sujeitas a controle/tutela ministerial (não subordinadas).

Prerrogativas das autarquias: Imunidade tributária. Bens impenhoráveis e imprescritíveis. Prazo


em dobro para manifestações processuais. Responsabilidade civil objetiva (teoria do risco
administrativo).

Pegadinha: Apesar de serem criadas para atividades típicas de Estado, algumas autarquias
exercem funções não exclusivas (ex.: ensino universitário).

5) Agências Reguladoras
O que são? Autarquias sob regime especial, com maior autonomia, criadas para regular e
fiscalizar setores específicos.
Exemplo: Anatel, Anvisa, ANS.

Diferenciais:
Dirigidas por colegiado com mandato fixo (não podem ser exonerados livremente).
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Autonomia administrativa, financeira e orçamentária.


Vinculadas a ministérios, mas sem subordinação.

6) Diferença entre Atos Administrativos e Atos de Direito Privado


Atos Administrativos: Regidos por prerrogativas públicas (ex.: autoexecutoriedade).

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Atos de Direito Privado: Regidos pela igualdade entre as partes, nos quais a Administração atua
sem suas prerrogativas públicas (ex.: um contrato de locação em que a Administração é a
locatária de um imóvel particular).

Pegadinha de prova: As autarquias também podem praticar atos de direito privado, como
contratos de compra e venda, mas só em situações específicas.

7) Administração Direta x Indireta: Tabela Comparativa

Dica prática: Guarde este mantra: Direta = hierarquia; Indireta = vinculação.

Atenção às palavras-chave:
Centralização x Descentralização.
Entidade x Órgão.
Controle hierárquico x Controle finalístico.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Indo mais a fundo:


Personalidade judiciária das Câmaras Municipais e das Assembleias Legislativas

Súmula 525-STJ: A Câmara de vereadores não possui personalidade jurídica, apenas


personalidade judiciária, somente podendo demandar em juízo para defender os seus direitos
institucionais.

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Como o tema já caiu em prova:


#655064 VUNESP - 2018
O ente sem personalidade jurídica poderá ingressar em juízo por possuir personalidade judiciária.
(Certo)
O ente sem personalidade jurídica poderá ingressar em juízo desde que autorizado em seus
estatutos. (Errado)
O ente sem personalidade jurídica não poderá ingressar em juízo por não responder
patrimonialmente. (Errado)
O ente sem personalidade jurídica não poderá ingressar em juízo em nome próprio. (Errado)
O ente sem personalidade jurídica não poderá ingressar em juízo sem representação especial.
(Errado)
#2935027 CEBRASPE (CESPE) - 2024
A câmara de vereadores não possui personalidade jurídica, mas apenas personalidade judiciária,
somente podendo demandar em juízo para defender seus direitos institucionais. (Certo)

Principais tópicos
Administração Direta e Indireta:
Administração Direta: Inclui órgãos como presidência, ministérios e secretarias. Não possui
personalidade jurídica própria.
Administração Indireta: Composta por entidades como autarquias, empresas públicas, sociedades
de economia mista e fundações, que possuam personalidade jurídica própria.

Centralização e Descentralização:
Centralização: Atuação Direta do Estado.
Descentralização:Transferência da execução de serviços ou da titularidade de competências para
outra pessoa jurídica. Pode ocorrer por outorga (criação de entidades como autarquias, com
transferência da titularidade) ou por delegação/colaboração (transferência apenas da execução
para particulares, como nas concessões).

Concentração e Desconcentração:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Desconcentração: Transferência de competências dentro da mesma pessoa jurídica (ex.: criação


de departamentos).
Concentração: Centralização de atividades em um único órgão.

Autarquias:
Criadas por lei específica, têm personalidade de direito público e autonomia administrativa e

203
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financeira. Ex.: INSS, ANVISA.

Agências Reguladoras:
São autarquias sob regime especial, com autonomia técnica e poder normativo limitado.

Tópicos importantes
Descentralização por outorga e por colaboração:
Outorga: Transferência de titularidade e execução a uma entidade pública.
Colaboração: Delegação de execução a uma pessoa jurídica de direito privado.

Criação de entidades:
Autarquias: Criadas por lei específica.
Empresas públicas e sociedades de economia mistas: A lei autoriza sua criação. A entidade
efetivamente passa a existir com o registro de seus atos constitutivos (estatuto/contrato social) no
órgão competente (Junta Comercial).

Capacidade processual dos órgãos públicos:


Órgãos públicos, como regra, não possuem capacidade processual. Excepcionalmente, a doutrina
e a jurisprudência reconhecem a personalidade judiciária a certos órgãos de cúpula (como Mesas
do Legislativo, Presidência de Tribunais) para a defesa em juízo de suas prerrogativas e
competências institucionais.

Diferenciações frequentes abordadas:


Desconcentração vs. Descentralização:
A desconcentração ocorre dentro da mesma pessoa jurídica (ex.: ministérios criando
departamentos).
A descentralização envolve a criação de novas pessoas jurídicas (ex.: autarquias).

Administração Direta vs. Indireta:


Direta: Órgãos sem personalidade jurídica.
Indireta: Entidades com autonomia legal.

Agências Reguladoras vs. Autarquias comuns:


As Agências Reguladoras possuem regime especial, maior autonomia e mandato fixo para
dirigentes.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Outorga x Colaboração:
Outorga transfere titularidade e execução (ex.: autarquias).
Colaboração apenas delega a execução (ex.: concessões).

Armadilhas comuns nas questões:


Trocar conceitos próximos: Por exemplo, afirmar que a descentralização ocorre dentro de uma

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mesma pessoa jurídica (isso é desconcentração!).


Confundir regime jurídico: Algumas questões sugerem que as autarquias possuem personalidade
de direito privado ou que empresas públicas seguem um regime exclusivamente privado.
Cuidado! O regime jurídico das estatais é híbrido: seguem o direito privado em suas atividades-
fim e relações comerciais, mas sofrem forte incidência do direito público (ex: dever de licitar,
concurso público para pessoal, controle pelo Tribunal de Contas).

Uso de termos como “subordinação” para entidades da Administração Indireta: Lembre-se,


autarquias e agências reguladoras são apenas supervisionadas, não subordinadas
hierarquicamente.

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22) Contabilidade Geral

Material indicado: Seus resumos e materiais de revisão.

Assunto(s): Ativo Imobilizado, Depreciação, Amortização e Exaustão, Ativos intangíveis

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Contas do Ativo: Ativo Imobilizado (CPC 27 e Lei 6.404); Depreciação, Amortização e Exaustão;
Ativo Intangível (CPC 04 e Lei 6.404).

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos listados acima que teve dúvidas ou dificuldades.
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO 04

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


Resolva as questões 01 a 12 (total de questões: 12) - tempo ideal: 24 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 04 - FCC

Atividade Alternativa - Questões FGV


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 04 - FGV

Atividade Alternativa - Questões CEBRASPE


Resolva as questões 01 a 15 (total de questões: 15) - tempo ideal: 30 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 04 - CEBRASPE

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA - CADERNO EXTRA 04 - VUNESP
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Ativo Imobilizado

Ativo Imobilizado (Lei 6.404 e CPC 27)

Lei 6.404, Art. 179, IV – no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos
destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa
finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios,
riscos e controle desses bens;

CPC 27:
Ativo imobilizado é o item tangível que:
(a) é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços, para aluguel a
outros, ou para fins administrativos; e
(b) se espera utilizar por mais de um período

Aplicativos (Software): caso tenham uma estreita ligação com o ativo corpóreo de forma que a
máquina não funciona sem ele (Windows) = IMOBILIZADO.
Caso identificáveis e separáveis (Photoshop) = INTANGÍVEL

Atenção: Sobressalentes, peças de reposição, ferramentas e equipamentos de uso interno são


classificados como ativo imobilizado quando a entidade espera usá-los por mais de um período.
Da mesma forma, se puderem ser utilizados somente em conexão com itens do ativo imobilizado,
também são contabilizados como ativo imobilizado.

Atenção: os terrenos sem destinação definida devem ser classificados em INVESTIMENTOS;

Mensuração no reconhecimento
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

CPC 27, 7. O custo de um item de ativo imobilizado deve ser reconhecido como ativo se, e apenas
se:
(a) for provável que futuros benefícios econômicos associados ao item fluirão para a entidade; e
(b) o custo do item puder ser mensurado confiavelmente.

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Elementos do custo

CPC 27, 16. O custo de um item do ativo imobilizado compreende:


(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e impostos não recuperáveis
sobre a compra, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos;
(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e condição necessárias
para o mesmo ser capaz de funcionar da forma pretendida pela administração;
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de restauração do local
(sítio) no qual este está localizado. Tais custos representam a obrigação em que a entidade
incorre quando o item é adquirido ou como consequência de usá-lo durante determinado
período para finalidades diferentes da produção de estoque durante esse período.

Cuidado! Custo de remoção / desmontagem de móveis, máquinas ANTIGOS pertence ao custo do


imobilizado que será removido.

CPC 27, 17. Exemplos de custos diretamente atribuíveis são:


(a) custos de benefícios aos empregados (tal como definidos no Pronunciamento Técnico CPC 33
– Benefícios a Empregados) decorrentes diretamente da construção ou aquisição de item do ativo
imobilizado;
(b) custos de preparação do local;
(c) custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); Cuidado! Seguro anual NÃO (é
contabilizado como direito)
(d) custos de instalação e montagem;
(e) custos com testes para verificar se o ativo está funcionando corretamente (ou seja, avaliar se o
desempenho técnico e físico do ativo é capaz de ser usado na produção ou fornecimento de bens
ou serviços, para aluguel a terceiros ou para fins administrativos); (Alterada pela Revisão CPC 19), e
(f) honorários profissionais.
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CPC 27, 19. Exemplos que não são custos de um item do ativo imobilizado são:
(a) custos de abertura de nova instalação;

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(b) custos incorridos na introdução de novo produto ou serviço (incluindo propaganda e


atividades promocionais);
(c) custos da transferência das atividades para novo local ou para nova categoria de clientes
(incluindo custos de treinamento); e
(d) custos administrativos e outros custos indiretos.

OBS:
Manutenção PERIÓ D ICA / CORRETIVA - são DESPESAS => GASTOS do Período
Paradas PROGRAMADAS / INSPEÇÃO são ATIVADOS ao Valor Contábil QUANDO EFETUADAS
Recursos que AUMENTEM a VIDA ÚTIL / CAPACIDADE devem ser ATIVADOS
Lucro na Venda de Imobilizado = “Outras Receitas”

CPC 27, 20. O reconhecimento dos custos no valor contábil de um item do ativo imobilizado cessa
quando o item está no local e nas condições operacionais pretendidas pela administração.
Portanto, os custos incorridos no uso ou na transferência ou reinstalação de um item não são
incluídos no seu valor contábil, como, por exemplo, os seguintes custos:
(a) custos incorridos durante o período em que o ativo capaz de operar nas condições
operacionais pretendidas pela administração não é utilizado ou está sendo operado a uma
capacidade inferior à sua capacidade total;
(b) prejuízos operacionais iniciais, tais como os incorridos enquanto a demanda pelos produtos do
ativo é estabelecida; e
(c) custos de realocação ou reorganização de parte ou de todas as operações da entidade.

CPC 27, 43. Cada componente de um item do ativo imobilizado com custo significativo em
relação ao custo total do item deve ser depreciado separadamente.

O custo de um item de ativo imobilizado é equivalente ao preço à vista na data do


reconhecimento. Se o prazo de pagamento excede os prazos normais de crédito, a diferença
entre o preço equivalente à vista e o total dos pagamentos deve ser reconhecida como despesa
com juros durante o período. Então, para fazer o lançamento deve-se aumentar o ativo e o passivo
no mesmo valor e colocar a conta retificadora do passivo dos encargos a transcorrer.

As demonstrações contábeis devem divulgar, para cada classe de ativo imobilizado:

(a) os critérios de mensuração utilizados para determinar o valor contábil bruto;


(b) os métodos de depreciação utilizados;
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

(c) as vidas úteis ou as taxas de depreciação utilizadas;


(d) o valor contábil bruto e a depreciação acumulada (mais as perdas por redução ao valor
recuperável acumuladas) no início e no final do período; e
(e) a conciliação do valor contábil no início e no final do período

Os gastos incorridos por uma empresa na busca de alternativas para melhorar a produtividade

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das máquinas utilizadas na fabricação dos seus produtos NÃO fazem parte do ativo imobilizado,
portanto, devem ser contabilizadas como despesas do período. Pesquisa é despesa.

Já os gastos na fase de desenvolvimento podem ser capitalizados como ativo intangível, desde
que certos critérios sejam atendidos, como a viabilidade técnica, intenção de concluir o ativo e
capacidade de uso ou venda.

Adiantamento a fornecedores de imobilizado é uma conta do Ativo Imobilizado:

Registram-se aqui todos os adiantamentos a fornecedores por conta de fornecimento sob


encomenda de bens do Imobilizado, que representam pagamentos por conta de um valor
previamente contratado.
Isso ocorre comumente com grandes equipamentos e maquinários, elevadores, pontes-rolantes e
outros similares ou, ainda, com adiantamentos a empreiteiros de obras civis etc. Quando do
recebimento do bem, debita-se a conta do Imobilizado correspondente pelo valor total, baixando-
se essa conta, e o saldo a pagar é registrado no Exigível.

Depreciação, Amortização e Exaustão


Depreciação, Amortização e Exaustão

Definições:

Depreciação corresponde à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a
desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência;

Valor depreciável é o custo de um ativo ou outro valor que substitua o custo, menos o seu valor
residual. que estará sujeito à depreciação..
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Amortização corresponde à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da


propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração
limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado;

Exaustão corresponde à perda do valor, decorrente da sua exploração, de direitos cujo objeto
sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração.

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Dica: normalmente a depreciação se relaciona com o ativo imobilizado, enquanto a amortização


se relaciona com o ativo intangível.

Depreciação (CPC 27)

● Início → A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, ou seja, quando
está no local e em condição de funcionamento na forma pretendida pela administração.
Término → A depreciação de um ativo deve cessar na data em que o ativo é classificado como
mantido para venda (ou incluído em um grupo de ativos classificado como mantido para
venda de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 31 – Ativo-Não Circulante Mantido para
Venda e Operação Descontinuada) ou, ainda, na data em que o ativo é baixado, o que ocorrer
primeiro.
Terreno → não sofre depreciação;

CPC 27, 14. Uma condição para continuar a operar um item do ativo imobilizado (por exemplo,
uma aeronave) pode ser a realização regular de inspeções importantes em busca de falhas,
independentemente das peças desse item serem ou não substituídas. Quando cada inspeção
importante for efetuada, o seu custo é reconhecido no valor contábil do item do ativo imobilizado
como uma substituição se os critérios de reconhecimento forem satisfeitos.

Manutenção Programada → contabilização das peças no custo do ativo;


Manutenção Corretiva/Periódica (quebras) → contabilização no resultado (despesa);

CPC 27, 43. Cada componente de um item do ativo imobilizado com custo significativo em
relação ao custo total do item deve ser depreciado separadamente.

Depreciação de BENS USADOS:


Vida Útil = MAIOR entre Vida Útil restante e 1/2 Vida Útil bem novo.
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Depreciação de BENFEITORIAS em imóveis de terceiros:


Se Vida Útil < Prazo Contrato = DEPRECIAÇÃO
Se Vida Útil > Prazo Contrato = AMORTIZAÇÃO

Métodos de Depreciação: deve ser REVISADO pelo menos ao FINAL de cada EXERCÍCIO e, se
houver alteração significativa no padrão de CONSUMO previsto, o método de depreciação deve

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ser alterado.

CPC 27, 54. O valor residual de um ativo pode aumentar. A despesa de depreciação será zero
enquanto o valor residual subsequente for igual ou superior ao seu valor contábil.

● Valor Residual >= Valor Contábil → depreciação é zero;

CPC 27, 55. A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, ou seja, quando
está no local e em condição de funcionamento na forma pretendida pela administração. A
depreciação de um ativo deve cessar na data em que o ativo é classificado como mantido para
venda (ou incluído em um grupo de ativos classificado como mantido para venda de acordo com
a CPC 31) ou, ainda, na data em que o ativo é baixado, o que ocorrer primeiro.

CPC 27, 58. Terrenos e edifícios são ativos separáveis e são contabilizados separadamente, mesmo
quando sejam adquiridos conjuntamente. Com algumas exceções, como as pedreiras e os locais
usados como aterro, os terrenos têm vida útil ilimitada e, portanto, não são depreciados. Os
edifícios têm vida útil limitada e, por isso, são ativos depreciáveis. O aumento de valor de um
terreno no qual um edifício esteja construído não afeta o valor contábil do edifício.

A depreciação do período deve ser normalmente reconhecida no resultado. No entanto, por vezes
os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo são absorvidos para a produção de outros
ativos. Nesses casos, a depreciação faz parte do custo de outro ativo, devendo ser incluída no seu
valor contábil. Por exemplo, a depreciação de máquinas e equipamentos de produção é incluída
nos custos de produção de estoque (ver o Pronunciamento Técnico CPC 16 – Estoques). De forma
semelhante, a depreciação de ativos imobilizados usados para atividades de desenvolvimento
pode ser incluída no custo de um ativo intangível reconhecido de acordo com o Pronunciamento
Técnico CPC 04 – Ativo Intangível.

Ativos intangíveis
Ativos Intangíveis (CPC 04)
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

DIREITOS que tenham por objeto bens DESTINADOS à manutenção da Cia ou exercidos com essa
finalidade, INCLUSIVE o fundo de comércio adquirido. Ativo NÃO monetário IDENTIFICÁVEL e
SEM substância física

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Lembrando:
Ativo Monetário: representado por dinheiro ou direitos a serem recebidos em dinheiro (Cliente,
Caixa, etc.)
Goodwill adquirido em combinação de negócios é um intangível, PORÉM tratado especificamente
no CPC 15.
Quando não for adquirido em uma combinação de negócios, não se identifica individualmente o
goodwill

Reconhecimento de Ativo Intangível

21. Um ativo intangível deve ser reconhecido apenas se:

(a) for provável que os benefícios econômicos futuros esperados atribuíveis ao ativo serão gerados
em favor da entidade;
(b) o custo do ativo possa ser mensurado com confiabilidade.

Requisitos para reconhecimento de Ativo Intangível:

Separável (vendido, licenciado, alugado ou trocado; resultar de direitos legais ou contratuais);


Controlável;
Gerador de Benefício Econômico (aumento de receita, redução de despesa ou outros benefícios);

Aquisição como parte de uma Combinação de Negócios

Um ativo intangível for adquirido em uma combinação de negócios, o seu custo deve ser o valor
justo na data de aquisição, SEPARADAMENTE do goodwill.

Aquisição via Subvenção ou Assistência Governamental

A entidade PODE reconhecer o intangível: pelo Valor JUSTO OU Valor NOMINAL + custos
diretamente atribuíveis à preparação do ativo para o uso pretendido

Pesquisa e Desenvolvimento de Ativos Intangíveis

Custo do Ativo Intangível


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Fase de Pesquisa → nenhum intangível deverá ser reconhecido. Os gastos do período serão
registrados como despesa quando incorridos;
Fase de Desenvolvimento → se não atendem aos critérios de reconhecimento como ativo
intangível, previstos no item 57 – como despesa quando incorridos;
Fase de Desenvolvimento → em conformidade com referidos critérios de reconhecimento do item

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57 – adicionados ao valor contábil do projeto;

São inclusos no custo do ativo os gastos com:


1) Gastos com materiais e serviços;
2) Benefícios a empregados relacionados à geração do ativo;
3) Taxas de registro de direito legal (Patente);
4) Testes;
5) Adequação do processo produtivo para possibilitar a produção;

Os custos começam a ser contados somente a partir do término da fase de pesquisa e após o
atendimento dos critérios estabelecidos no CPC 04;

Exemplos de gastos que não fazem parte do custo de ativo intangível:


(a) custos incorridos na introdução de novo produto ou serviço (incluindo propaganda e
atividades promocionais);
(b) custos da transferência das atividades para novo local ou para nova categoria de clientes
(incluindo custos de treinamento); e
(c) custos administrativos e outros custos indiretos.
Treinamentos não fazem parte do custo do intangível. Precisam ser custos diretamente
atribuíveis.

CUSTO NÃO COMPREENDE – SÃO DESPESAS DO PERÍODO


PROPAGANDAS e atividades promocionais do produto;
Custos administrativos;
Outros custos indiretos;
Gastos da transferência das atividades para novo local, inclusive TREINAMENTO;

Divulgação do Gasto com P&D


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

126. A entidade deve divulgar o total de gastos com pesquisa e desenvolvimento reconhecidos
como despesas no período.

Fase de desenvolvimento

59. São exemplos de atividades de desenvolvimento:

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(a) projeto, construção e teste de protótipos e modelos pré-produção ou pré-utilização;


(b) projeto de ferramentas, gabaritos, moldes e matrizes que envolvam nova tecnologia;
(c) projeto, construção e operação de fábrica-piloto, desde que já não esteja em escala
economicamente viável para produção comercial; e
(d) projeto, construção e teste da alternativa escolhida de materiais, dispositivos, produtos,
processos, sistemas e serviços novos ou aperfeiçoados.

• Não inclui a parte de pesquisa de alternativas de materiais e processos (ex: avaliação de


alternativas ou formulação de alternativas), mas somente: projeto, construção e teste);
• Vale relacionar os verbos utilizados com a atividade de pesquisa ou desenvolvimento.
Por exemplo: os verbos formular, avaliar e obter relacionam-se à pesquisa.
Já os verbos projetar, construir, testar e operar estão mais voltados ao desenvolvimento.

FASE DE DESENVOLVIMENTO inclui TODOS os critérios


1) Intenção de concluir, e usá-lo ou vendê-lo.
2) Viabilidade técnica para concluir e usar ou vender.
3) Disponibilidade de recursos p/ concluir e usar ou vender.
4) A forma como deverá gerar benefícios econômicos futuros.
5) Sua capacidade para usar ou vender.
6) Capacidade de mensurar seguramente os gastos no desenvolvimento.

O custo do intangível gerado internamente se RESTRINGE à soma dos gastos incorridos A PARTIR
da data em que ele atende aos critérios de reconhecimento

Caso a entidade NÃO CONSIGA diferenciar a fase de pesquisa da de desenvolvimento, o gasto


deve ser tratado como incorrido apenas na fase de PESQUISA.

63. Marcas, títulos de publicações, listas de clientes e outros itens similares, gerados
internamente, não devem ser reconhecidos como ativos intangíveis.

64. Os gastos incorridos com marcas, títulos de publicações, listas de clientes e outros itens
similares não podem ser separados dos custos relacionados ao desenvolvimento do negócio
como um todo. Dessa forma, esses itens não devem ser reconhecidos como ativos intangíveis.
• Esses itens crescem naturalmente com o próprio negócio. Por exemplo, uma marca cresce ao
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

longo do tempo conforme o negócio da empresa ganha destaque. Veja que o crescimento é
conjunto e não pode ser separado.

Amortização

Perda do valor do capital aplicado na aquisição de DIREITOS da propriedade industrial ou

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comercial com existência ou exercício de duração limitada, OU cujo objeto sejam BENS de
utilização por prazo legal ou contratual.
Início da amortização: disponível para USO (local e condições necessários para funcionar).
Término da amortização: colocado ANCMV OU na data em que é baixado, o que ocorrer primeiro.

Ativo Intangível com vida útil indefinida

Exemplo 6 - autorização de rota de linhas aéreas adquiridas entre duas cidades que expira após
três anos:

A autorização de rota pode ser renovada a cada cinco anos, e a entidade adquirente pretende
cumprir as regras e regulamentos aplicáveis que envolvem a renovação. As renovações de
autorizações de rota são rotineiramente concedidas a um custo mínimo e historicamente têm
sido renovadas quando a linha aérea cumpre as regras e regula-mentos aplicáveis. A entidade
adquirente espera utilizar a rota entre as duas cidades indefinidamente a partir dos seus
aeroportos centrais e espera que a infraestrutura de suporte relacionada (utilização de portões de
aeroporto, slots e locações de instalações de terminais) continue a funcionar nesses aeroportos
enquanto tiver a autorização de rota. Análises da procura e dos fluxos de caixa suportam esses
pressupostos.

Dado que os fatos e as circunstâncias suportam a capacidade da entidade adquirente para


continuar a fornecer serviços aéreos indefinidamente entre as duas cidades, o ativo intangível
relacionado com a autorização de rota é tratado como tendo vida útil indefinida. Portanto, a
autorização de rota não seria amortizada enquanto a sua vida útil não fosse determinada como
definida. Seria testada quanto à necessidade de reconhecimento de perda por desvalorização de
acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos.

Em resumo, se uma entidade cumprir os seguintes requisitos, poderá classificar o ativo como
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

tendo vida útil indefinida:


Custo mínimo de renovação contratual;
Posição de cumprir com regras e regulamentos para renovação;
Demonstração de interesse na renovação por tempo indefinido;

Consequência: tal ativo intangível não sofrerá amortização, salvo se em algum momento alguma
condição acima não for cumprida e tal ativo for classificado como vida útil definida, mas passará

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META 39

pelo Teste de Recuperabilidade;

Exemplo: Em 01/01/2017, uma empresa aérea adquiriu uma autorização para exploração da rota
entre São Paulo e Brasília por R$ 100.000. A autorização pode ser renovada a cada 4 anos e a
companhia aérea sinaliza que deseja a renovação nas próximas oportunidades. A renovação de
autorização de rotas tem custo insignificante para a empresa. Assinale a opção que indica o
correto tratamento contábil da autorização de rota pela empresa aérea, no momento em que
adquiriu a autorização e nos anos seguintes.

Reconhecimento de um ativo intangível no valor de R$ 100.000, que não deve ser amortizado.

Vida Útil

90. Muitos fatores devem ser considerados na determinação da vida útil de ativo intangível,
inclusive:
(a) a utilização prevista de um ativo pela entidade e se o ativo pode ser gerenciado
eficientemente por outra equipe de administração;
(g) o período de controle sobre o ativo e os limites legais ou similares para a sua utilização, tais
como datas de vencimento dos arrendamentos/locações relacionados;

96. A existência dos fatores a seguir, entre outros, indica que a entidade está apta a renovar os
direitos contratuais ou outros direitos legais sem custo significativo:
(c) o custo de renovação para a entidade não é significativo se comparado aos benefícios
econômicos futuros que se espera fluam para a entidade a partir dessa renovação.

OBS: A remensuração de intangíveis a valor justo não é permitida pela legislação brasileira, exceto
em situações específicas como combinações de negócios ou subvenções governamentais não
monetárias.

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23) Tecnologia da Informação

Material indicado: TI Descomplicada - Curso do Professor Felipe Mathias - Plataforma


Hotmart - 2025 - Felipe Mathias.

Assunto(s): CMMI 2.0 e MPS BR

Assuntos e Subassuntos:

CMMI 2.0 e MPS BR

Atividade 1
- Estude a teoria da "AULA 32 - CMMI 2.0 e MPS BR" - Assunto CHECKLIST até o final da teoria.
(páginas 43 e 44).

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 2

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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- Na "AULA 32 - CMMI 2.0 e MPS BR" - Resolver as questões 1 a 15 (Total: 15 questões) (páginas 56 a
60).

Existem instruções para a resolução de questões ao final da sua meta.

CHECKLIST DA AULA: CMMI 2.0 & [Link]

O QUE É O CMMI 2.0?

- Definição: CMMI, ou Capability Maturity Model Integration, é um framework que visa melhorar a
qualidade de software e a eficiência do processo de desenvolvimento, aplicando um modelo
flexível e adaptável baseado em níveis de maturidades.
- Componentes da Suíte CMMI:
(1) Modelo
(2) Método de avaliação
(3) Treinamento e certificado
(4) Sistemas e ferramentas
(5) Guia para Adoção

QUAIS OS NÍVEIS DE MATURIDADE DO CMMI?

- O CMMI trabalha com 6 níveis de maturidade:


- Nível 0 – Incompleto: Abordagem incompleta para atingir os objetivos da área de prática. Pode,
ou não, atingir o objetivo de alguma prática.
- Nível 1 – Inicial: Abordagem inicial para atingir os objetivos das Áreas de Práticas. Ainda não
suporta um conjunto completo de práticas para atingir o objetivo completo da Área.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Nível 2 – Gerenciado: Conjunto de processos simples, mas completo que abordam o objetivo
total da Área. Não requer o uso de ativos organizacionais.
- Nível 3 – Definido: Usa padrões organizacionais e *tailoring* para trabalhar características do
projeto. Projetos usam e contribuem com os ativos organizacionais.
- Nível 4 – Gerenciado Quantitativamente: Usa técnicas estatísticas quantitativas para refinar ou
prever as áreas de foco, melhorando a qualidade e a performance do processo.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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- Nível 5 – Otimizado: Usa técnicas estatísticas e quantitativas para otimizar o alcance dos
objetivos e da qualidade pretendidos.

O QUE É O [Link] E QUAIS SEUS COMPONENTES?

- Definição: O [Link], ou Melhoria dos Processos de Software Brasileiros, é um programa


desenvolvido em conjunto entre diversos órgãos, públicos e privados, objetivando melhorar a
capacidade de desenvolvimento de softwares, serviços e as práticas de gestão de RH em
indústrias de Tecnologia da Informação e Ciência.
- Componentes do [Link]:
(1) Modelo de Referência MPS-BR para Software (MR-MPS-SW)
(2) Modelo de Referência MPS-BR para Serviços (MR-MPS-SV)
(3) Modelo de Referência MPS-BR para Gestão de Recursos Humanos (MR-MPS-RH)
(4) Método de Avaliação MPS (MA-MPS)
(5) Modelo de Negócio MPS (MN-MPS)

QUAIS OS NÍVEIS DE MATURIDADE DO [Link]?

- O [Link] trabalha com 7 níveis de maturidade:


- Nível G – Parcialmente Gerenciado: Gerência de Projetos e Engenharia de requisitos.
- Nível F – Gerenciado: Gerência de Configuração, Medição, Aquisição, Gerência de processos e
Gerência organizacional.
- Nível E – Parcialmente Definido: Gerência de RH, Gerência de Processos (evolução) e Gerência
Organizacional (evolução).
- Nível D – Definido: Gerência de Projetos (evolução), Engenharia de Requisitos, Projeto e
Construção do Produto, Integração do Produto, e Verificação e Validação.
- Nível C – Totalmente Definido: Medição e aquisição (evolução), Gerência de Decisões (evolução),
e Gerência organizacional (evolução).
- Nível B – Gerenciado Quantitativamente: Gerência de Projetos (evolução), Medição (evolução),
Aquisição (evolução), Gerência de Processos (evolução) e Gerência Organizacional (evolução).
- Nível A – Em Otimização: Gerência de Projetos (evolução) e Medição (evolução).

RELAÇÃO DOS NÍVEIS [Link]

- Os níveis de maturidade no [Link] seguem um aumento de maturidade de G para A.


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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

24) Direito Tributário - Reforma Tributária

Material indicado: TEC Concursos + Seus resumos e materiais.

Assunto(s): EC 132/2023. O Modelo Brasileiro de Tributação sobre o consumo pré reforma.

Assunto: EC 132/2023. O Modelo Brasileiro de Tributação sobre o consumo pré reforma.

Atividade 1:
Resolva as questões 01 a 24 (total de questões: 24) - tempo ideal: 40 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - Reforma Tributária - Caderno 04

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atividade 2:
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
das tarefas anteriores listados abaixo).
Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

Modelo brasileiro de tributação sobre o consumo pré-reforma:

O sistema brasileiro antes da reforma era extremamente complexo, com cinco tributos principais
sobre o consumo: ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS.

Problemas identificados:

Base fragmentada: Multiplicidade de tributos e legislações conflitantes entre os entes federativos.


Complexidade e excesso de normas: Milhares de normas e altos custos de conformidade para
empresas.
Cobrança na origem: Favorecia a "guerra fiscal" entre estados e municípios.
Não cumulatividade limitada: Muitas restrições para aproveitamento de créditos tributários.
Tributação regressiva: Afetava mais a população de baixa renda.

A Reforma Tributária brasileira: mudanças estruturais:


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Instituída pela EC 132/2023 com foco na simplificação e transparência da tributação sobre o


consumo.
Extinção do PIS, COFINS, ICMS e ISS a partir de 2027, substituídos pelo IVA-dual (CBS e IBS).
Manutenção do IPI para proteger a Zona Franca de Manaus.

Objetivos principais:

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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META 39

Reduzir litígios tributários.


Combater a guerra fiscal.
Melhorar a eficiência econômica e competitividade.

IBS e CBS: nosso IVA-dual:

O IVA-dual é composto por :

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): competência da União.


IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): competência compartilhada entre estados, DF e municípios.

Motivos para adoção do modelo dual:

Respeito ao pacto federativo.


Autonomia dos entes para definir suas próprias alíquotas.

Benefícios esperados:

Unificação da legislação.
Redução da complexidade tributária.
Tributação no destino para acabar com a guerra fiscal. PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Unicidade e Uniformidade Matricial:

Unicidade: Uma única lei complementar instituirá tanto o IBS quanto a CBS.
Uniformidade: As regras serão as mesmas em todo o território nacional, garantindo segurança
jurídica e simplificação.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Tributos gêmeos: CBS e IBS terão os mesmos fatos geradores, base de cálculo e sujeitos passivos;
diferindo apenas nas alíquotas.

Alíquotas e a tributação no destino:

A tributação no destino passa a ser regra, encerrando a lógica de cobrança na origem.


Estados e municípios definirão suas alíquotas próprias, somadas à da CBS.
O Senado fixará alíquotas de referência para garantir a manutenção da arrecadação.

A mudança visa:
Combater a guerra fiscal.
Reduzir distorções na alocação de investimentos.

Não cumulatividade e o Crédito Financeiro:

A reforma adota o modelo de crédito financeiro, mais amplo que o modelo anterior (crédito
físico).

Modelo de Crédito Físico


Permite o creditamento apenas das operações e prestações diretamente ligadas à futura
operação ou prestação (exemplo: insumos diretamente utilizados na produção ou revenda).
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Limitações:
Insumos dão direito a crédito, mas despesas como comunicação e energia elétrica não são
creditáveis.
O creditamento de bens do ativo permanente sofria limitações formais (ex.: a lei Kandir previa a
apropriação do crédito de forma parcelada em 4 anos).

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Materiais de uso e consumo geralmente não geravam crédito, prejudicando a não


cumulatividade.

Exemplo prático:
Um barbeiro, sob o modelo de crédito físico, não poderia se creditar de gastos com energia
elétrica ou serviços de comunicação, podendo se beneficiar apenas de itens diretamente
utilizados na prestação de serviços, como a gilete.

Modelo de Crédito Financeiro (Modelo Adotado pela Reforma)


Permite o creditamento de praticamente todas as aquisições ligadas às atividades da empresa,
independentemente de serem diretamente utilizadas na produção ou revenda.

Abrangência:
Insumos, materiais de uso e consumo, energia elétrica e serviços de comunicação são creditáveis.
Melhora a neutralidade e amplia a não cumulatividade do sistema tributário.

Exemplo prático:
O barbeiro, neste modelo, pode se creditar de:
Giletes e máquinas de cortar cabelo.
Energia elétrica do estabelecimento.
Despesas com serviços de telefonia e internet

Base de Cálculo “por fora”


A base de cálculo do IBS e CBS será “por fora”, ou seja, o imposto não incidirá sobre ele próprio.
Isso proporciona maior transparência ao consumidor sobre a carga tributária real.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Sujeição Passiva

226
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Contribuintes: Quem realiza operações com bens e serviços.


Responsáveis tributários: Terceiros que, por imposição legal, devem recolher tributos em
determinadas situações.
Houve manutenção da substituição tributária em alguns casos.

Hipóteses de Incidência e os conceitos de Bens e Serviços

Incidência sobre:
Circulação de bens materiais e imateriais.
Prestação de serviços (inclusive digitais).

Bens e serviços incluem direitos, como cessão de marcas e patentes.

Imunidades
Mantêm-se imunidades constitucionais como:
Livros, jornais e periódicos.
Exportações.
Entidades beneficentes de assistência social.

A reforma preserva o respeito às garantias fundamentais.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Benefícios Fiscais
Regra geral: Redução de benefícios para simplificar o sistema e aumentar a arrecadação.

Exceções mantidas para:


Produtos da cesta básica (com alíquotas reduzidas).
Incentivos regionais (como à Zona Franca de Manaus).

Criação de fundos para compensar perdas dos entes federativos.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

25) Tecnologia da Informação

Material indicado: TEC Concursos.

Assunto(s): Análise de Informações - Noções SQL

Revisão e Resolução de Questões (TEC Concursos):

Assunto:

Atividade 1:
Faça uma revisão dos assuntos que teve dúvidas ou dificuldades nas tarefas anteriores (assuntos
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

das tarefas anteriores listados abaixo).


Utilize, para isso, suas anotações, o material teórico pelo qual você vem estudando.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

229
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Atividade 2:
Resolva as questões 01 a 20 (total de questões: 20) - tempo ideal: 50 minutos.

Link do caderno de questões: [Link]


Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CADERNO 04
Filtros do TEC: Questões filtradas manualmente pelo roteirista.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 10 a 15 minutos.

Atenção: Atividade Alternativa para alunos que estão estudando para concursos em que a banca
já foi definida.

Atividade Alternativa - Questões FCC


- Resolva as questões 01 a 22 (total de questões: 21) - tempo ideal: 65 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FCC - CADERNO 04

Atividade Alternativa - Questões FGV


- Resolva as questões 01 a 21 (total de questões: 21) - tempo ideal: 60 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- FGV - CADERNO 04

Atividade Alternativa - Questões VUNESP


- Resolva as questões 01 a 03 (total de questões: 03) - tempo ideal: 10 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- VUNESP - CADERNO 04
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade Alternativa - Questões Cebraspe


- Resolva as questões 01 a 24 (total de questões: 24) - tempo ideal: 50 minutos.
Link do caderno de questões: [Link]
Nome do Caderno: LS - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO- CEBRASPE - CADERNO 04

Há orientações adicionais sobre resolução dos exercícios nas últimas 5 páginas de sua meta.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Consultas com SQL: Dominando a Linguagem dos Bancos de Dados

1. SQL: A Linguagem Universal dos Bancos de Dados

SQL (Structured Query Language) é a linguagem padrão para se comunicar com bancos de dados
relacionais. Ela permite criar tabelas, inserir dados, fazer consultas, atualizar informações, controlar
acesso e muito mais. SQL é uma linguagem declarativa, ou seja, você descreve o que quer, e o SGBD
descobre como fazer.

2. Subdivisões da Linguagem SQL: DDL, DML, DCL e DTL Define a estrutura do banco de dados.

DDL (Data Definition Language):

CREATE : Cria tabelas e outros objetos.


ALTER : Modifica tabelas (adiciona/remove colunas, altera tipos de dados).
DROP : Exclui tabelas e outros objetos.
TRUNCATE : Remove todos os dados de uma tabela (mais rápido que DELETE sem WHERE ).
RENAME : Renomeia objetos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

DML (Data Manipulation Language): Manipula os dados dentro das tabelas.

SELECT: Consulta dados (alguns autores consideram SELECT como parte da DQL - Data Query

231
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Language).
INSERT : Insere dados.
UPDATE : Atualiza dados.
DELETE : Remove dados.

DCL (Data Control Language): Controla o acesso aos dados.

GRANT : Concede permissões.


REVOKE : Revoga permissões.

DTL (Data Transaction Language) ou TCL (Transaction Control Language): Gerencia


transações.

START TRANSACTION ou BEGIN TRANSACTION : Inicia uma transação.


COMMIT : Salva as alterações da transação.
ROLLBACK : Desfaz as alterações da transação.
SAVEPOINT : Cria um ponto de retorno dentro de uma transação.
SET TRANSACTION : Define características da transação (ex: nível de isolamento).

Dicas:
Memorize os comandos e suas funções! A banca adora cobrar isso.
Preste atenção à diferença entre DROP , TRUNCATE e DELETE .

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

3. Instrução SELECT: A Busca

SELECT é o comando mais usado em SQL. Ele permite consultar dados de uma ou mais tabelas, filtrar
resultados, ordenar dados e muito mais.
Cláusulas Importantes:

232
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

FROM: Especifica a(s) tabela(s) da consulta.


WHERE: Filtra os resultados com base em condições. Use operadores como =, <>, >, <, AND, OR, NOT, LIKE,
IN, BETWEEN, IS NULL.
ORDER BY: Ordena os resultados por uma ou mais colunas (ascendente ASC ou descendente DESC).
GROUP BY: Agrupa linhas com valores iguais em determinadas colunas. Usado com funções de
agregação como COUNT, SUM, AVG, MAX, MIN.
HAVING: Filtra os resultados de um GROUP BY.
LIMIT: Limita o número de linhas retornadas.
OFFSET: Define o ponto de partida para retornar as linhas (usado com LIMIT).
DISTINCT: Remove linhas duplicadas do resultado.

Exemplo:
SELECT nome, idade
FROM clientes
WHERE cidade = 'São Paulo' AND idade > 25
ORDER BY nome ASC
LIMIT 10;

Este código SQL realiza uma consulta na tabela clientes e retorna o nome e a idade dos clientes que
residem em 'São Paulo' e têm mais de 25 anos. Os resultados são ordenados alfabeticamente pelo nome
e limitados aos 10 primeiros registros.

Dicas:

Entenda a ordem de execução das cláusulas (FROM, WHERE, GROUP BY, HAVING, SELECT, ORDER BY,
LIMIT, OFFSET).
Pratique a construção de consultas complexas com múltiplas cláusulas.

4. Junções ( JOIN ): Unindo Forças


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

JOIN permite combinar dados de duas ou mais tabelas com base em uma coluna comum.
INNER JOIN : Retorna apenas as linhas que correspondem em ambas as tabelas.
LEFT (OUTER) JOIN: Retorna todas as linhas da tabela da esquerda e as correspondentes da direita (ou
NULL se não houver correspondência).
RIGHT (OUTER) JOIN : O inverso do LEFT JOIN.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

FULL (OUTER) JOIN : Retorna todas as linhas de ambas as tabelas, com NULL onde não houver
correspondência.
CROSS JOIN : Retorna o produto cartesiano das tabelas (todas as combinações possíveis).
SELF JOIN : Junta uma tabela com ela mesma (útil para relacionamentos hierárquicos).

imagem disponível em: [Link]

Dicas:
Visualize os diferentes tipos de JOIN com diagramas de Venn.
Entenda a sintaxe e as diferenças entre cada tipo de junção.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

5. Subconsultas: Consultas Dentro de Consultas

Subconsultas são consultas dentro de outras consultas. Podem ser usadas nas cláusulas WHERE, FROM,

234
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

HAVING e SELECT.
EXISTS: Verifica se a subconsulta retorna algum resultado.
NOT EXISTS: Verifica se a subconsulta não retorna nenhum resultado.
ANY, ALL, SOME: Usados para comparar um valor com os resultados da subconsulta.

Dicas:
Atenção à ordem de execução das consultas.

6. DELETE, UPDATE e INSERT: Modificando Dados

DELETE: Remove linhas de uma tabela. Use WHERE para especificar as linhas a serem removidas.
UPDATE: Modifica os valores de colunas em uma tabela. Use WHERE para especificar as linhas a serem
atualizadas e SET para definir os novos valores.
INSERT: Insere novas linhas em uma tabela. Especifique os valores a serem inseridos ou use uma
subconsulta.

Dicas:

Memorize a sintaxe básica de cada comando.


Cuidado ao usar DELETE sem WHERE!

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

1. SELECT: Buscando Informações

SELECT é o seu comando principal para extrair dados.


SELECT *: Retorna todas as colunas. Simples e direto!
SELECT coluna1, coluna2, ...: Retorna colunas específicas. Escolha o que precisa!

235
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

FROM tabela: Indica a tabela de origem dos dados.


WHERE: Filtra os resultados com base em critérios. Use operadores como
=, !=, >, <, >=, <=, AND, OR, NOT, BETWEEN, IN, LIKE, IS NULL.

Exemplo: Selecione nome e email dos clientes com mais de 30 anos.

SELECT nome, email


FROM clientes
WHERE idade > 30;

Dica: Use SELECT DISTINCT para remover duplicatas do resultado.

2. LIKE e NOT LIKE: Identifique Padrões

LIKE e NOT LIKE são essenciais para encontrar padrões em strings.


%: Corresponde a zero ou mais caracteres.
_: Corresponde a exatamente um caractere.

Exemplos:

Nomes que começam com "A": WHERE nome LIKE 'A%'


Nomes que terminam com "o": WHERE nome LIKE '%o'
Nomes que contêm "ana": WHERE nome LIKE '%ana%'
Nomes com exatamente 5 caracteres: WHERE nome LIKE '_____'
Nomes que não começam com "J": WHERE nome NOT LIKE 'J%'
Dica: Combine % e _ para criar padrões complexos!
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

3. INSERT: Adicionando Dados

INSERT adiciona novas linhas à tabela.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

INSERT INTO tabela (coluna1, coluna2, ...)


VALUES (valor1, valor2, ...);

Exemplo: Insira um novo cliente.

INSERT INTO clientes


VALUES ('João Silva', 'joao@[Link]', 28);
(nome, email, idade)

4. UPDATE: Modificando Dados

UPDATE altera os valores de colunas existentes.

UPDATE tabela
SET coluna1 = valor1, coluna2 = valor2, ...
WHERE condição;

Exemplo: Atualize o email de um cliente.

UPDATE clientes
SET email = 'novo_email@[Link]'
WHERE id_cliente = 123;

SEMPRE use WHERE com UPDATE para evitar modificar todos os registros!Dica:

5. DELETE: Removendo Dados


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

DELETE remove linhas da tabela.


DELETE FROM tabela
WHERE condição;

Exemplo: Remova um cliente.


DELETE FROM clientes
WHERE id_cliente = 123;

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Dica : CUIDADO ao usar DELETE sem WHERE! Isso removerá todos os registros da tabela.

6. JOINs: Unindo Tabelas

JOIN combina dados de duas ou mais tabelas.


INNER JOIN: Retorna apenas as linhas correspondentes.
LEFT JOIN: Retorna todas as linhas da tabela da esquerda e as correspondentes da direita (ou NULL).
RIGHT JOIN: O inverso do LEFT JOIN.
FULL JOIN : Retorna todas as linhas de ambas as tabelas.
SELECT ...
FROM tabela1
JOIN tabela2 ON [Link] = [Link];

Dica: Visualize os JOINs com diagramas de Venn.

7. Operador IN: Simplificando Múltiplas Condições

IN verifica se um valor está presente em uma lista.


WHERE coluna IN (valor1, valor2, ...);
FROM tabela
SELECT ...

Exemplo: Selecione clientes de São Paulo ou Rio de Janeiro.

SELECT *
FROM clientes
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

WHERE cidade
IN ('São Paulo', 'Rio de Janeiro');

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

8. Operador EXISTS:

EXISTS verifica se uma subconsulta retorna algum resultado.

Exemplo: Suponha que temos duas tabelas: clientes e pedidos. Queremos encontrar todos os clientes que
têm pelo menos um pedido registrado. Podemos usar o seguinte código:

SELECT id_cliente, nome


FROM clientes
WHERE EXISTS (
SELECT 1 -- Não importa o que é selecionado aqui, apenas se há resultados
FROM pedidos
WHERE pedidos.id_cliente = clientes.id_cliente

No contexto da cláusula EXISTS, o que é selecionado na subconsulta é irrelevante porque o operador


EXISTS se preocupa apenas com a existência de linhas resultantes da subconsulta, e não com o conteúdo
dessas linhas. Neste exemplo, a subconsulta verifica se existe algum pedido na tabela pedidos com o
mesmo id_cliente da linha atual da tabela clientes. Se existir, o cliente é incluído no resultado final.

9. GROUP BY e HAVING: Agregando Dados

GROUP BY agrupa linhas com valores iguais em determinadas colunas.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

HAVING filtra os grupos resultantes.

Exemplo: Imagine uma tabela de vendas com colunas "produto" e "quantidade_vendida". O código a
seguir calcularia a quantidade total vendida para cada produto e mostraria apenas os produtos que
venderam mais de 100 unidades:

239
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

SELECT produto, SUM(quantidade_vendida) AS total_vendido


FROM vendas
GROUP BY produto
HAVING SUM(quantidade_vendida) > 100;

10. COMMIT e ROLLBACK: Gerenciando Transações

START TRANSACTION;

UPDATE contas SET saldo = saldo - 100 WHERE id_conta = 1;


UPDATE contas SET saldo = saldo + 100 WHERE id_conta = 2;

-- Se ocorrer um erro aqui...


IF erro THEN
ROLLBACK; -- Desfaz as duas operações
ELSE
COMMIT; -- Salva as duas operações

END IF;

Este código representa uma transação que transfere 100 de uma conta (id 1) para outra (id 2). Se ocorrer
algum erro durante a transferência, ROLLBACK desfaz as operações, mantendo o saldo original. Caso
contrário, COMMIT confirma a transferência, atualizando os saldos permanentemente.

11. GRANT e REVOKE:

-- Concede permissão de SELECT na tabela "clientes" ao usuário "joao"


GRANT SELECT ON clientes TO joao;
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

-- Revoga a permissão de SELECT na tabela "clientes" do usuário "joao"


REVOKE SELECT ON clientes FROM joao;

-- Concede todos os privilégios na tabela "produtos" ao usuário "maria"


GRANT ALL PRIVILEGES ON produtos TO maria;

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Este código SQL demonstra o uso dos comandos GRANT e REVOKE para controlar as permissões de
acesso a tabelas em um banco de dados.

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

26) Processo Administrativo Fiscal

Material indicado: (Decreto nº 13.796/1998).

Assunto(s): DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (PAT - Decreto nº 13.796/1998)

Regulamento de Procedimentos e de Processo Administrativo Tributário (RPAT) a que se refere o


Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998
Assuntos: DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO

Observações:
1) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como “exceto”, “obrigatória”,
“salvo”, “não pode”, “vedado”, “não se aplica”, condicionantes...
2) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como inclusive, ainda que,
bem como, "ou"...
3) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas.
4) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1 - Estimativa de tempo: 20 minutos

- Faça uma Revisão Ativa dos artigos 45 a 55 estudados na tarefa anterior. Tente retomar o
conteúdo, a partir dos tópicos a seguir. Acesse o seu arquivo com o decreto salvo, para reforçar
esses pontos e outros que achar necessário.

242
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

1. Em que fase do processo pode-se determinar a realização de perícias, conforme o Decreto


13.796/1998?
2. Quando a perícia for requerida pelo autuado, o que ela deve conter?
3. No que consiste a perícia?
4. Quais os procedimentos que o perito deve realizar, quando o pedido de perícia for deferido?
5. Quando o pedido de Perícia será indeferido?
6. O que deve conter na remessa do processo administrativo relativo ao crédito tributário não
extinto à Procuradoria da dívida Ativa para inscrição e cobrança executiva?
7. Em que situações o lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo é passível de
alterações?

Atividade 2 - Estimativa de tempo: 45 minutos

- Leia atentamente os artigos 56 ao 79 do Decreto nº 13.796/1988.

Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.

Processo Administrativo Tributário

- Objetivo do Processo
- O processo tem como objetivo a solução de litígios tributários e a proteção de direitos e
interesses legalmente protegidos.
- Envolve impugnações, recursos e a edição de súmulas administrativas.

- Direitos e Garantias
- Garantia do contraditório e ampla defesa.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- As partes devem pautar sua conduta com lealdade processual e boa fé.

- Imparcialidade
- Os órgãos julgadores são imparciais, garantindo igualdade de tratamento.
- O processo deve ser conduzido com celeridade, simplicidade e economicidade.

- Custos do Processo

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

- O processo é gratuito, exceto para custos de perícias, vistorias e avaliações.

- Investigação e Provas
- A autoridade administrativa busca a verdade material e pode determinar diligências e perícias.
- O ônus da prova cabe à parte que se beneficia dela.

- Desistência do Litígio
- Pode ser expressa ou tácita (pagamento ou parcelamento do crédito tributário).

Início do Processo
- A infração tributária é formalizada por Auto de Infração ou Notificação de Lançamento.
- O processo é instaurado na Subcoordenadoria de Fiscalização de Estabelecimentos (SUFISE) ou
na circunscrição fiscal.

- Preparo do Processo
- O preparo do processo deve ser concluído em 15 dias, incluindo a verificação da impugnação e
dos requisitos legais.
- A autoridade preparadora pode solicitar diligências para corrigir falhas no processo.

- Encerramento do Preparo
- Após a finalização do preparo, os autos são enviados ao autor da exigência ou auditor fiscal para
decisão sobre a impugnação.

- Meios de Prova
- Todos os meios legais de prova são permitidos.
- As provas documentais devem ser apresentadas na impugnação, salvo em casos excepcionais.

- Pontos de Atenção
- Verifique os requisitos formais para a impugnação, caso contrário, o direito de apresentar provas
adicionais pode ser perdido.
- Fique atento à necessidade de comprovar a impossibilidade de apresentação de provas na fase
apropriada.
- O prazo para a conclusão do preparo: 15 dias
- Uma das responsabilidades da autoridade preparadora que merece destaque é a obrigação de
cientificar sobre recursos de ofício.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS

Julgue os itens abaixo, assinalando (C) CERTO ou (E) ERRADO.


Assuntos: Artigos 56 a 79 do Decreto nº 13.796/1988
Tempo de resolução ideal: 10 minutos

Questões (sem comentários e gabarito)

1 - O processo administrativo tributário tem como objetivo principal a solução de litígios


tributários na esfera administrativa e a tutela de direitos legalmente protegidos.
( ) Certo
( ) Errado

2 - O processo administrativo tributário compreende a impugnação de despacho denegatório de


pedido de restituição e de outros benefícios fiscais, mas não inclui recursos voluntários.
( ) Certo
( ) Errado

3 - O contraditório e a ampla defesa não são assegurados no processo administrativo tributário,


uma vez que são garantias exclusivas do processo judicial.
( ) Certo
( ) Errado

4 - A autoridade administrativa pode determinar a realização de diligência ou perícia para


esclarecer fatos relevantes, independentemente das alegações das partes.
( ) Certo
( ) Errado

5 - O processo administrativo tributário é gratuito, com exceção das custas das perícias, vistorias,
avaliações e arbitramentos solicitados pelo sujeito passivo.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

( ) Certo
( ) Errado

6 - A desistência do litígio pode ocorrer apenas expressamente, por pedido do sujeito passivo, e
nunca de forma tácita.
( ) Certo

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

( ) Errado

7 - O processo administrativo tributário é instaurado com a lavratura de Auto de Infração ou a


emissão de Notificação de Lançamento, os quais formalizam o crédito tributário.
( ) Certo
( ) Errado

8 - O prazo para concluir o preparo do processo administrativo tributário, após o recebimento da


impugnação, é de 30 dias.
( ) Certo
( ) Errado

9 - A intimação para apresentação de impugnação, recolhimento de tributos ou interposição de


recursos pode ser realizada em qualquer Unidade Regional de Tributação, independentemente
da localização do autuado.
( ) Certo
( ) Errado

10 - O processo administrativo tributário permite que as provas sejam apresentadas e requeridas


em qualquer momento do processo, sem que haja prazo para isso.
( ) Certo
( ) Errado

PAULO MORAIS - 063.195.774-01

1. O processo administrativo tributário tem como objetivo principal a solução de litígios tributários
na esfera administrativa e a tutela de direitos legalmente protegidos.

Comentário: Esta afirmativa está correta, conforme descrito no Art. 56 da lei. O objetivo do
processo administrativo tributário é a solução de litígios tributários na esfera administrativa e a
tutela dos direitos e interesses legalmente protegidos.

247
META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

Gabarito: Certo

2. O processo administrativo tributário compreende a impugnação de despacho denegatório de


pedido de restituição e de outros benefícios fiscais, mas não inclui recursos voluntários.

Comentário: A afirmativa está errada. O Art. 57 descreve que o processo administrativo tributário
inclui a impugnação de despacho denegatório, mas também inclui o recurso voluntário de
decisão proferida em primeira instância, conforme o inciso IV.
Gabarito: Errado

3. O contraditório e a ampla defesa não são assegurados no processo administrativo tributário,


uma vez que são garantias exclusivas do processo judicial.

Comentário: A afirmativa está errada. O Art. 58 assegura que os interessados no processo


administrativo tributário gozarão de todos os direitos e garantias do contraditório e da ampla
defesa, conforme as disposições constitucionais.
Gabarito: Errado

4. A autoridade administrativa pode determinar a realização de diligência ou perícia para


esclarecer fatos relevantes, independentemente das alegações das partes.

Comentário: A afirmativa está correta. O Art. 63 da lei estabelece que a autoridade administrativa
deve buscar a verdade material dos fatos e pode determinar a realização de diligências, perícias
ou produção de provas, independentemente das alegações das partes, salvo limitações legais.
Gabarito: Certo

5. O processo administrativo tributário é gratuito, com exceção das custas das perícias, vistorias,
avaliações e arbitramentos solicitados pelo sujeito passivo.

Comentário: A afirmativa está correta. O Art. 62 dispõe que o processo administrativo tributário é
gratuito, exceto nas custas de perícias, vistorias, avaliações e arbitramentos solicitados pelo
sujeito passivo.
Gabarito: Certo

6. A desistência do litígio pode ocorrer apenas expressamente, por pedido do sujeito passivo, e
nunca de forma tácita.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Comentário: A afirmativa está errada. O Art. 66 descreve que a desistência do litígio pode ocorrer
tanto de forma expressa, por pedido do sujeito passivo, quanto de forma tácita, como pelo
pagamento ou pedido de parcelamento do crédito tributário.
Gabarito: Errado

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

7. O processo administrativo tributário é instaurado com a lavratura de Auto de Infração ou a


emissão de Notificação de Lançamento, os quais formalizam o crédito tributário.

Comentário: A afirmativa está correta. O Art. 67 estabelece que o processo administrativo


tributário é instaurado com a lavratura do Auto de Infração ou a emissão de Notificação de
Lançamento, formalizando o crédito tributário.
Gabarito: Certo

8. O prazo para concluir o preparo do processo administrativo tributário, após o recebimento da


impugnação, é de 30 dias.

Comentário: A afirmativa está errada. O Art. 68 especifica que o prazo para concluir o preparo do
processo é de 15 dias, não 30.
Gabarito: Errado

9. A intimação para apresentação de impugnação, recolhimento de tributos ou interposição de


recursos pode ser realizada em qualquer Unidade Regional de Tributação, independentemente
da localização do autuado.

Comentário: A afirmativa está correta. O Art. 67, § 3º, permite que a intimação e outros atos
processuais possam ser realizados em qualquer Unidade Regional de Tributação ou na
Subcoordenadoria de Fiscalização de Estabelecimento, independentemente do local onde o
autuado reside.
Gabarito: Certo

10. O processo administrativo tributário permite que as provas sejam apresentadas e requeridas
em qualquer momento do processo, sem que haja prazo para isso.

Comentário: A afirmativa está errada. O Art. 79 estabelece que as provas documentais devem ser
apresentadas na impugnação ou requeridas nesse momento, e a falta de apresentação no tempo
devido preclui o direito do sujeito passivo de apresentá-las em outro momento, salvo exceções
previstas.
Gabarito: Errado
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
22/11/2025
META 39

27) Tecnologia da Informação

Material indicado: TI Descomplicada - Curso do Professor Felipe Mathias - Plataforma


Hotmart - 2025 - Felipe Mathias.

Assunto(s): Revisão

Assuntos:
PMBOK 7

COBIT 2019
CMMI 2.0 e MPS BR
ITIL 4
1 - Revisão
Revise por seus resumos e anotações, seguindo as orientações abaixo sobre a REVISÃO ATIVA LS.

ATENÇÃO: REVISÃO ATIVA LS - Resgate o conhecimento da sua memória

Com o intuito de tornar sua preparação mais eficiente, vamos fazer um tipo de revisão mais ativa.
Logo abaixo, vamos citar os tópicos principais (essenciais) de cada assunto para você relembrar. O
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

intuito é que você consiga resgatar esses pontos da SUA MEMÓRIA sem ler nada antes. É uma
forma de forçar sua memória e ativá-la.

A intenção é que você faça essa revisão da seguinte forma:

1 - Leia o tópico;
2 -Tente resgatar o que você lembra sobre esse tema (conceitos, letra de lei, doutrina e

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jurisprudência) - para ajudar, você pode utilizar um arquivo no word para ir digitando o que você
lembra;
3 - Depois que concluir, você pode consultar seu resumo/material sobre a matéria para verificar se
esqueceu de algum tema importante.

Vamos lá!!!!
1. PMBOK 7: Conceitos Gerais e Organização de Projetos

O que é o PMBOK 7?
- É um guia de melhores práticas de gerenciamento de projetos (Project Management Body of
Knowledge ou Corpo de Conhecimento sobre Gerenciamento de Projetos).
- Criado pelo PMI (Instituto de Gerência de Projetos) para difundir e padronizar práticas eficientes,
testadas e comprovadas orientadas à gestão de projetos.

O que é um Projeto?
- É um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único.
- Possui início e fim bem definidos, indicando sua natureza temporária.
- Pode ser independente ou parte de um programa ou portfólio.

Diferença entre Projeto e Processo (ou Operação)


- Projeto: Esforço temporário, com início e fim delimitados, cria algo único.
- Processo/Operação: Atividades contínuas (esforço contínuo) e de reexecução de tarefas (o "core"
de uma empresa), tendem a se perpetuar no tempo.
- Atividades: São as unidades mínimas de execução do trabalho, usadas tanto em projetos quanto
em processos.

Organização de Projetos: Programas e Portfólios


- Para a correta gerência de projetos, existem dois grupos agregadores: programas e portfólios.
- Programa: Um grupo relacionado de projetos, subprogramas e atividades de programa
gerenciados de forma coordenada para obter benefícios que não estariam disponíveis se fossem
gerenciados individualmente.
- Portfólio: Um conjunto de projetos, programas, subportfólios e operações gerenciadas em grupo
para alcançar objetivos estratégicos.
- O Portfólio é o "grande" elemento que engloba tudo o que a entidade está produzindo no
momento.
- O conjunto de portfólios, programas e projetos é chamado de Sistema de Entrega de Valor.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

2. Padrão de Gerenciamento de Projetos: Princípios e Domínios

Gestão de Projetos
- Envolve a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas para planejar,
executar e controlar as atividades do projeto, visando atingir seus objetivos dentro do prazo,

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orçamento e qualidade, buscando adicionar valor à entidade.


- É uma gestão orientada a resultados.

12 Princípios Orientadores do PMBOK 7


- Orientam a gestão de projetos da perspectiva do gestor.
- Seja um administrador diligente, respeitoso e atencioso.
- Crie um ambiente colaborativo para a equipe do projeto.
- Envolva-se de fato com as partes interessadas.
- Concentre-se no valor.
- Reconheça, avalie e reaja às interações do sistema.
- Demonstre comportamentos de liderança.
- Faça a adaptação de acordo com o contexto.
- Crie qualidade nos processos e nas entregas.
- Navegue pela complexidade.
- Otimize as respostas ao risco.
- Adote a capacidade de adaptação e resiliência.
- Aceite a mudança para alcançar o futuro estado previsto.

8 Domínios de Desempenho do PMBOK 7


- São 8 áreas foco interativas, inter-relacionadas e interdependentes (NÃO SÃO INDEPENDENTES).
- Um domínio de desempenho é um grupo de atividades relacionadas, críticas para a entrega
eficaz de resultados.

Lista dos Domínios:


(1) Partes Interessadas.
(2) Equipe.
(3) Abordagem de Desenvolvimento e Ciclo de Vida.
(4) Planejamento.
(5) Trabalho do Projeto.
(6) Entrega.
(7) Medição.
(8) Incerteza.

3. Domínios de Desempenho Detalhados

3.1. Partes Interessadas (Stakeholders)


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Trata das atividades e funções associadas às partes interessadas.


- Partes Interessadas: Indivíduos, grupo ou organização que possa afetar, ser afetado ou sentir-se
afetado por uma decisão, atividade ou resultado de um projeto, programa ou portfólio. Podem ser
internas ou externas.
- Resultado Desejado: Relação de trabalho produtiva, acordo com os objetivos e apoio das partes
beneficiárias, sem afetação negativa das partes opositoras.

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- O ciclo de engajamento das partes interessadas (iterativo) é composto por 6 etapas: (1)
Identificar, (2) Compreender, (3) Analisar, (4) Priorizar, (5) Engajar, (6) Monitorar.

3.2. Equipe
- Trata das atividades e funções associadas às pessoas responsáveis pela produção das entregas
do projeto.
- Foco em gerenciar e envolver a equipe interna (quem desenvolve o projeto).
- Resultados Desejados: Propriedade compartilhada, equipe de alto desempenho, liderança
aplicável e outras habilidades interpessoais demonstradas.
- Tailoring (Adaptação): Adaptação das práticas, processos e abordagens padrão (como PMBOK)
para atender às necessidades específicas de um projeto ou organização. É uma das novidades do
PMBOK 7.
- Patrocinador do Projeto: Função de gerenciamento sênior que fornece recursos, suporte e
liderança, e geralmente "é dono" do projeto, servindo de vínculo entre o gerente de projeto e
outros grupos de tomada de decisão. É responsável por vincular a equipe à estratégia e visão
cultural da organização.

3.3. Abordagem de Desenvolvimento e do Ciclo de Vida


- Trata das atividades e funções associadas às fases de abordagem de desenvolvimento, cadência
e ciclo de vida do projeto.
- Determina o tipo de entrega com base na cadência (frequência de entregas).
- Tipos de Entrega:
- Entrega única (ao final do projeto).
- Entregas múltiplas (várias entregas autônomas ao longo do desenvolvimento).
- Entregas periódicas (entrega múltipla com programação fixa, ex: mensal).
- Abordagens de Desenvolvimento (Espectro):
- Preditiva: Planejamento detalhado no início, etapas e fases definidas antecipadamente (modelo
sequencial, como cascata).
- Adaptativa: Foco na flexibilidade e adaptação a mudanças, associada a metodologias ágeis.
- Híbrida: Combinação das abordagens.
- Modelos Incrementais focam em entregas inteiras, mas de parte do todo.
- Modelos Evolutivos (Iterativos) promovem entregas totais, porém de versões incompletas
(primitivas), com elaboração progressiva.

3.4. Planejamento
- Trata das atividades e funções associadas à organização e coordenação iniciais, contínuas e em
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

evolução, necessárias para fornecer os resultados e entregas.


- Envolve levantar estimativas (entregas, custos, duração, recursos humanos) e avaliar de forma
quantitativa o valor provável.
- Conflito Exatidão x Precisão:
- Exatidão: Assertividade de uma estimativa (menor no início e maior com a conclusão).
- Precisão: Grau de exatidão associado à estimativa (detalhamento).

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- Tipos de Estimativas: Determinística (valor único), Probabilística (série de estimativas com


probabilidade), Absoluta (números reais), Relativa (significado dado um contexto), Baseada em
Fluxo (tempo de ciclo e produtividade).

3.5. Trabalho do Projeto


- Trata das atividades e funções associadas ao estabelecimento de processos do projeto,
gerenciamento de recursos físicos e promoção de um ambiente de aprendizado.
- É a fase de execução do projeto ("mão na massa").
- Indicações: Adoção de produção Lean (eliminação de desperdícios - muda, e melhoria contínua -
kaizen ), Retrospectivas ou Lições Aprendidas, Correta Alocação de Recursos Financeiros.

3.6. Entrega
- Trata das atividades e funções associadas às entregas do escopo e da qualidade esperados para
o projeto.
- Foco na entrega de valor, atendendo aos requisitos, escopo e expectativas de qualidade.
- O escopo deve ser decomposto na Estrutura Analítica do Projeto (EAP).
- O cliente é o foco da organização no "novo mundo empresarial".
- Plano de Iteração: Plano detalhado para a iteração atual.
- Plano de Liberação ( Release Plan ): Define as expectativas de datas, características e/ou
resultados que devem ser entregues ao longo de várias iterações.

3.7. Medição
- Trata das atividades e funções associadas à avaliação do desempenho do projeto e à tomada de
ações apropriadas para manter um desempenho aceitável.
- Usam-se Métricas (atributos mensuráveis do projeto) que seguem os critérios SMART (Specific,
Measurable, Attainable, Relevant e Time Based).
- Sucesso do Projeto é medido em termos de: Qualidade do produto e do projeto, Pontualidade,
Cumprimento do orçamento e Grau de satisfação do cliente.
- Armadilhas de Medição: Efeito Hawthorne, Métrica de Vaidade, Desmoralização, Viés de
Confirmação, Correlação vs. Causalidade.
- Linha de Base (Baseline): Versão inicial aprovada do escopo, cronograma e custo do projeto, que
serve como referência para mensurar e monitorar o progresso. Só pode ser ajustada mediante
processo formal de controle de mudanças.

3.8. Incerteza
- Trata das atividades e funções associadas a riscos e incertezas.
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- A incerteza apresenta ameaças e oportunidades que a equipe deve explorar e avaliar.


- Posturas relacionadas a ameaças: prevenir, escalar, transferir, mitigar e/ou aceitar.
- Resultado Desejado: Explorar e responder de forma proativa à incerteza, antecipar ameaças e
oportunidades, utilizar reservas de custo e cronograma de forma eficaz.

4. Artefatos de Projetos

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4.1. Termo de Abertura do Projeto (TAP) / Project Charter


- Documento responsável por formalizar o início do projeto.
- Desenvolvido durante a fase de iniciação.
- Estabelece a autoridade do gerente de projeto e a justificativa para a execução do projeto.
- Contém: título do projeto, justificativa, requisitos de alto nível, stakeholders, premissas, riscos,
etc..

4.2. Estrutura Analítica do Projeto (EAP) / Work Breakdown Structure (WBS)


- Ferramenta gráfica que decompõe o escopo do projeto em componentes menores e mais
gerenciáveis.
- Subdivide o escopo total em pacotes de trabalho (nível mais baixo).
- Garante que todo o trabalho do projeto esteja contido (e o que não estiver, está fora do escopo).

4.3. Escritório de Projetos (PMO) / Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP)


- É uma estrutura organizacional que promove a padronização de processos de governança e a
gestão de projetos.
- Motivação: Aumento da entrega de valor.
- PMO 6ª Edição (Tipos conforme Influência):
- PMO de Suporte: Influência mínima, fornece recursos, diretrizes e ferramentas.
- PMO de Controle: Influência intermediária, foca em padronização, monitoramento e relatórios.
- PMO Diretivo: Alto nível de autoridade e influência, participa de decisões estratégicas e alocação
de recursos.
- PMBOK 7ª Edição (EGP): A aplicabilidade é definida em um espectro, e não mais em níveis.
- Capacidades Principais: Promover a entrega orientada a resultados, Manter a perspectiva de
"visão geral", Aprimoramento contínuo, transferência de conhecimento e gerenciamento de
mudanças.

Assuntos:

PMBOK 7
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ITIL 4

1 - Revisão
Revise por seus resumos e anotações, seguindo as orientações abaixo sobre a REVISÃO ATIVA LS.

ATENÇÃO: REVISÃO ATIVA LS - Resgate o conhecimento da sua memória

Com o intuito de tornar sua preparação mais eficiente, vamos fazer um tipo de revisão mais ativa.
Logo abaixo, vamos citar os tópicos principais (essenciais) de cada assunto para você relembrar. O
intuito é que você consiga resgatar esses pontos da SUA MEMÓRIA sem ler nada antes. É uma
forma de forçar sua memória e ativá-la.

A intenção é que você faça essa revisão da seguinte forma:

1 - Leia o tópico;
2 -Tente resgatar o que você lembra sobre esse tema (conceitos, letra de lei, doutrina e
jurisprudência) - para ajudar, você pode utilizar um arquivo no word para ir digitando o que você
lembra;
3 - Depois que concluir, você pode consultar seu resumo/material sobre a matéria para verificar se
esqueceu de algum tema importante.

Vamos lá!!!!

1. PMBOK 7: Conceitos Gerais e Organização de Projetos

O que é o PMBOK 7?
- É um guia de melhores práticas de gerenciamento de projetos (Project Management Body of
Knowledge ou Corpo de Conhecimento sobre Gerenciamento de Projetos).
- Criado pelo PMI (Instituto de Gerência de Projetos) para difundir e padronizar práticas eficientes,
testadas e comprovadas orientadas à gestão de projetos.

O que é um Projeto?
- É um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único.
- Possui início e fim bem definidos, indicando sua natureza temporária.
- Pode ser independente ou parte de um programa ou portfólio.
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Diferença entre Projeto e Processo (ou Operação)


- Projeto: Esforço temporário, com início e fim delimitados, cria algo único.
- Processo/Operação: Atividades contínuas (esforço contínuo) e de reexecução de tarefas (o "core"
de uma empresa), tendem a se perpetuar no tempo.
- Atividades: São as unidades mínimas de execução do trabalho, usadas tanto em projetos quanto

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em processos.

Organização de Projetos: Programas e Portfólios


- Para a correta gerência de projetos, existem dois grupos agregadores: programas e portfólios.
- Programa: Um grupo relacionado de projetos, subprogramas e atividades de programa
gerenciados de forma coordenada para obter benefícios que não estariam disponíveis se fossem
gerenciados individualmente.
- Portfólio: Um conjunto de projetos, programas, subportfólios e operações gerenciadas em grupo
para alcançar objetivos estratégicos.
- O Portfólio é o "grande" elemento que engloba tudo o que a entidade está produzindo no
momento.
- O conjunto de portfólios, programas e projetos é chamado de Sistema de Entrega de Valor.

2. Padrão de Gerenciamento de Projetos: Princípios e Domínios

Gestão de Projetos
- Envolve a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas para planejar,
executar e controlar as atividades do projeto, visando atingir seus objetivos dentro do prazo,
orçamento e qualidade, buscando adicionar valor à entidade.
- É uma gestão orientada a resultados.

12 Princípios Orientadores do PMBOK 7


- Orientam a gestão de projetos da perspectiva do gestor.
- Seja um administrador diligente, respeitoso e atencioso.
- Crie um ambiente colaborativo para a equipe do projeto.
- Envolva-se de fato com as partes interessadas.
- Concentre-se no valor.
- Reconheça, avalie e reaja às interações do sistema.
- Demonstre comportamentos de liderança.
- Faça a adaptação de acordo com o contexto.
- Crie qualidade nos processos e nas entregas.
- Navegue pela complexidade.
- Otimize as respostas ao risco.
- Adote a capacidade de adaptação e resiliência.
- Aceite a mudança para alcançar o futuro estado previsto.
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8 Domínios de Desempenho do PMBOK 7


- São 8 áreas foco interativas, inter-relacionadas e interdependentes (NÃO SÃO INDEPENDENTES).
- Um domínio de desempenho é um grupo de atividades relacionadas, críticas para a entrega
eficaz de resultados.

Lista dos Domínios:

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(1) Partes Interessadas.


(2) Equipe.
(3) Abordagem de Desenvolvimento e Ciclo de Vida.
(4) Planejamento.
(5) Trabalho do Projeto.
(6) Entrega.
(7) Medição.
(8) Incerteza.

3. Domínios de Desempenho Detalhados

3.1. Partes Interessadas (Stakeholders)


- Trata das atividades e funções associadas às partes interessadas.
- Partes Interessadas: Indivíduos, grupo ou organização que possa afetar, ser afetado ou sentir-se
afetado por uma decisão, atividade ou resultado de um projeto, programa ou portfólio. Podem ser
internas ou externas.
- Resultado Desejado: Relação de trabalho produtiva, acordo com os objetivos e apoio das partes
beneficiárias, sem afetação negativa das partes opositoras.
- O ciclo de engajamento das partes interessadas (iterativo) é composto por 6 etapas: (1)
Identificar, (2) Compreender, (3) Analisar, (4) Priorizar, (5) Engajar, (6) Monitorar.

3.2. Equipe
- Trata das atividades e funções associadas às pessoas responsáveis pela produção das entregas
do projeto.
- Foco em gerenciar e envolver a equipe interna (quem desenvolve o projeto).
- Resultados Desejados: Propriedade compartilhada, equipe de alto desempenho, liderança
aplicável e outras habilidades interpessoais demonstradas.
- Tailoring (Adaptação): Adaptação das práticas, processos e abordagens padrão (como PMBOK)
para atender às necessidades específicas de um projeto ou organização. É uma das novidades do
PMBOK 7.
- Patrocinador do Projeto: Função de gerenciamento sênior que fornece recursos, suporte e
liderança, e geralmente "é dono" do projeto, servindo de vínculo entre o gerente de projeto e
outros grupos de tomada de decisão. É responsável por vincular a equipe à estratégia e visão
cultural da organização.

3.3. Abordagem de Desenvolvimento e do Ciclo de Vida


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Trata das atividades e funções associadas às fases de abordagem de desenvolvimento, cadência


e ciclo de vida do projeto.
- Determina o tipo de entrega com base na cadência (frequência de entregas).
- Tipos de Entrega:
- Entrega única (ao final do projeto).
- Entregas múltiplas (várias entregas autônomas ao longo do desenvolvimento).

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- Entregas periódicas (entrega múltipla com programação fixa, ex: mensal).


- Abordagens de Desenvolvimento (Espectro):
- Preditiva: Planejamento detalhado no início, etapas e fases definidas antecipadamente (modelo
sequencial, como cascata).
- Adaptativa: Foco na flexibilidade e adaptação a mudanças, associada a metodologias ágeis.
- Híbrida: Combinação das abordagens.
- Modelos Incrementais focam em entregas inteiras, mas de parte do todo.
- Modelos Evolutivos (Iterativos) promovem entregas totais, porém de versões incompletas
(primitivas), com elaboração progressiva.

3.4. Planejamento
- Trata das atividades e funções associadas à organização e coordenação iniciais, contínuas e em
evolução, necessárias para fornecer os resultados e entregas.
- Envolve levantar estimativas (entregas, custos, duração, recursos humanos) e avaliar de forma
quantitativa o valor provável.
- Conflito Exatidão x Precisão:
- Exatidão: Assertividade de uma estimativa (menor no início e maior com a conclusão).
- Precisão: Grau de exatidão associado à estimativa (detalhamento).
- Tipos de Estimativas: Determinística (valor único), Probabilística (série de estimativas com
probabilidade), Absoluta (números reais), Relativa (significado dado um contexto), Baseada em
Fluxo (tempo de ciclo e produtividade).

3.5. Trabalho do Projeto


- Trata das atividades e funções associadas ao estabelecimento de processos do projeto,
gerenciamento de recursos físicos e promoção de um ambiente de aprendizado.
- É a fase de execução do projeto ("mão na massa").
- Indicações: Adoção de produção Lean (eliminação de desperdícios - muda, e melhoria contínua -
kaizen ), Retrospectivas ou Lições Aprendidas, Correta Alocação de Recursos Financeiros.

3.6. Entrega
- Trata das atividades e funções associadas às entregas do escopo e da qualidade esperados para
o projeto.
- Foco na entrega de valor, atendendo aos requisitos, escopo e expectativas de qualidade.
- O escopo deve ser decomposto na Estrutura Analítica do Projeto (EAP).
- O cliente é o foco da organização no "novo mundo empresarial".
- Plano de Iteração: Plano detalhado para a iteração atual.
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- Plano de Liberação ( Release Plan ): Define as expectativas de datas, características e/ou


resultados que devem ser entregues ao longo de várias iterações.

3.7. Medição
- Trata das atividades e funções associadas à avaliação do desempenho do projeto e à tomada de
ações apropriadas para manter um desempenho aceitável.

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- Usam-se Métricas (atributos mensuráveis do projeto) que seguem os critérios SMART (Specific,
Measurable, Attainable, Relevant e Time Based).
- Sucesso do Projeto é medido em termos de: Qualidade do produto e do projeto, Pontualidade,
Cumprimento do orçamento e Grau de satisfação do cliente.
- Armadilhas de Medição: Efeito Hawthorne, Métrica de Vaidade, Desmoralização, Viés de
Confirmação, Correlação vs. Causalidade.
- Linha de Base (Baseline): Versão inicial aprovada do escopo, cronograma e custo do projeto, que
serve como referência para mensurar e monitorar o progresso. Só pode ser ajustada mediante
processo formal de controle de mudanças.

3.8. Incerteza
- Trata das atividades e funções associadas a riscos e incertezas.
- A incerteza apresenta ameaças e oportunidades que a equipe deve explorar e avaliar.
- Posturas relacionadas a ameaças: prevenir, escalar, transferir, mitigar e/ou aceitar.
- Resultado Desejado: Explorar e responder de forma proativa à incerteza, antecipar ameaças e
oportunidades, utilizar reservas de custo e cronograma de forma eficaz.

4. Artefatos de Projetos

4.1. Termo de Abertura do Projeto (TAP) / Project Charter


- Documento responsável por formalizar o início do projeto.
- Desenvolvido durante a fase de iniciação.
- Estabelece a autoridade do gerente de projeto e a justificativa para a execução do projeto.
- Contém: título do projeto, justificativa, requisitos de alto nível, stakeholders, premissas, riscos,
etc..

4.2. Estrutura Analítica do Projeto (EAP) / Work Breakdown Structure (WBS)


- Ferramenta gráfica que decompõe o escopo do projeto em componentes menores e mais
gerenciáveis.
- Subdivide o escopo total em pacotes de trabalho (nível mais baixo).
- Garante que todo o trabalho do projeto esteja contido (e o que não estiver, está fora do escopo).

4.3. Escritório de Projetos (PMO) / Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP)


- É uma estrutura organizacional que promove a padronização de processos de governança e a
gestão de projetos.
- Motivação: Aumento da entrega de valor.
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- PMO 6ª Edição (Tipos conforme Influência):


- PMO de Suporte: Influência mínima, fornece recursos, diretrizes e ferramentas.
- PMO de Controle: Influência intermediária, foca em padronização, monitoramento e relatórios.
- PMO Diretivo: Alto nível de autoridade e influência, participa de decisões estratégicas e alocação
de recursos.
- PMBOK 7ª Edição (EGP): A aplicabilidade é definida em um espectro, e não mais em níveis.

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- Capacidades Principais: Promover a entrega orientada a resultados, Manter a perspectiva de


"visão geral", Aprimoramento contínuo, transferência de conhecimento e gerenciamento de
mudanças.

1. Estimativas de Projetos

Conceito
- As estimativas envolvem prever, com base em algum critério, determinados fatores do projeto,
usualmente o tempo e o custo.

1.1. Método do Caminho Crítico (MCC ou CPM)


- Técnica para determinar a sequência de atividades que não pode sofrer atrasos sem impactar
diretamente na data final de conclusão do projeto.
- Caminho Crítico: Sequência mais longa de atividades interdependentes que define a duração
total do projeto. Qualquer atraso em uma atividade desse caminho atrasa o projeto como um
todo.
- Folga (ou Margem): Quantidade de tempo que uma atividade pode ser atrasada sem impactar a
data de término do projeto.
- Atividades no caminho crítico não têm folga (Folga Total = 0).
- Envolve a Análise de Ida (forward pass) para datas de Início e Término Mais Cedo (IC e TC) e a
Análise de Volta ( backward pass ) para datas de Início e Término Mais Tarde (IT e TT).

1.2. Estimativa Análoga (Top-Down)


- Técnica que utiliza dados históricos de projetos anteriores e semelhantes para prever a duração
das atividades ou do projeto.
- Também conhecida como estimativa de cima para baixo ( top-down ).
- Útil em estágios iniciais, quando informações detalhadas ainda não estão disponíveis.

1.3. Estimativa Bottom-Up


- Técnica para determinar a duração ou o custo construindo a estimativa a partir do nível mais
detalhado possível ("de baixo para cima").
- É o contraste da estimativa análoga.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Estima individualmente cada parte básica (nível mais baixo da Estrutura Analítica do Projeto -
EAP) e depois soma para obter o total.

1.4. Estimativa Paramétrica


- Técnica que calcula duração, custo ou recursos com base em parâmetros mensuráveis e
modelos matemáticos.
- Usa relações estatísticas entre dados históricos e outras variáveis do projeto.

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- Baseia-se no princípio de que certos parâmetros estão correlacionados com o tempo, custo ou
esforço necessário.
- Exemplo: calcular custo de construção com base no custo por metro quadrado.

1.5. Estimativa de Três Pontos


- Técnica que calcula duração ou custo com base em três cenários distintos, visando aumentar a
precisão e levar em consideração as incertezas.
- Fortemente associada à técnica PERT ( Program Evaluation and Review Technique ).
- Cenários Envolvidos:
- Otimista (O): O melhor resultado possível, tempo ou custo mínimo.
- Mais Provável (M): O cenário mais realista ou esperado.
- Pessimista (P): O pior resultado possível, tempo ou custo máximo.
- Cálculo do Valor (E):
- Média aritmética: $E=\frac{O+M+P}{3}$.
- Média ponderada (Método PERT): $E=\frac{O+4M+P}{6}$.

2. Diagramas e Ferramentas Visuais

Conceito
- Diagramas são representações visuais que organizam informações de forma simplificada e
estruturada para facilitar o entendimento, a análise e a comunicação de dados, processos ou
relações.

2.1. Diagrama de Afinidades


- Ferramenta visual que organiza uma grande quantidade de informações em grupos ou
categorias com base em afinidades ou relações de similaridade.
- Útil para organizar ideias, opiniões ou dados complexos e aparentemente desconexos (ex:
sessões de brainstorming ).

2.2. Diagrama de Causa e Efeito (Ishikawa ou Espinha de Peixe)


- Ferramenta que analisa e representa graficamente as causas potenciais de um problema
específico (efeito indesejado).
- Desenvolvido para auxiliar na investigação de causas-raiz.
- O problema fica na "cabeça" (o efeito) e as causas são organizadas em categorias principais (ex:
métodos, pessoas, máquinas, materiais).
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2.3. Diagrama de Influência


- Modelo visual que representa as relações e influências entre diferentes elementos ou variáveis
de um sistema ou projeto.
- Enfatiza as interconexões e como um fator impacta os demais.
- Elementos (nós) são conectados por setas que indicam a direção e o tipo de influência.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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2.4. Diagrama de Pareto


- Ferramenta gráfica baseada no princípio 80/20 (80% dos problemas são causados por 20% das
causas).
- Permite priorizar os problemas ou causas mais impactantes, exibindo dados em ordem
decrescente de frequência ou impacto.
- É composto por barras verticais e uma linha de porcentagem cumulativa.

2.5. Mapa de Calor ( Heat Map )


- Ferramenta visual que utiliza cores para representar diferentes níveis de intensidade de
variáveis ou métricas.
- Cada cor indica um grau de impacto, risco ou valor, permitindo identificar áreas de alta e baixa
concentração rapidamente.

2.6. Diagrama de Venn


- Representação visual que mostra a relação entre conjuntos de elementos, destacando onde há
intersecções e quais são os elementos exclusivos a cada conjunto.
- Composto por círculos sobrepostos, onde as intersecções ilustram características ou elementos
comuns.

2.7. Diagrama de Burndown e Burnup


- Burndown: Monitora o trabalho realizado em relação ao tempo restante (geralmente em
metodologias ágeis). Exibe uma curva que mostra o volume de trabalho que ainda precisa ser
feito (decrescente).
- Burnup: Representação alternativa que mede quanto do trabalho já foi realizado (crescente),
sendo uma linha invertida em relação ao Burndown.

2.8. Gráfico de Fluxo Acumulativo


- Foca em verificar como os itens trabalhados em determinado período se movem ao longo de
suas fases de desenvolvimento (ex: "completo", "em progresso").
- Pode ser agregado ao gráfico de Burndown para uma visualização mais completa.

1. ITIL 4: CONCEITOS GERAIS E CRIAÇÃO DE VALOR

- Definição de ITIL: Biblioteca não proprietária com as melhores práticas para o Gerenciamento de
Serviços de TI (GSTI).
- Natureza do ITIL V4: É um guia de boas práticas, não é prescritivo.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Objetivo: Fornecer orientação sobre processos, funções, papéis e outros recursos para gerir
serviços de TI de forma satisfatória, visando sempre gerar valor aos clientes.
- Abordagem: Flexível, permitindo a inserção em ambientes com tecnologias mais recentes, como
DevOps e blockchain.

Conceitos Fundamentais (Segundo o ITIL v4)

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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- Serviços: Meio de permitir a cocriação de valor, facilitando resultados que os clientes desejam,
sem que tenham que gerenciar custos e riscos específicos.
- Gerenciamento de Serviços: Conjunto de recursos organizacionais especializados para habilitar o
valor para os clientes na forma de serviços.
- Valor: Percepção de benefícios, utilidade e importância da entidade por parte dos usuários. É
único para cada entidade.

Funções dos Consumidores de Serviço


- Cliente: Define os requisitos para um serviço e assume a responsabilidade pelos resultados do
consumo.
- Usuário: Utiliza os serviços.
- Patrocinador: Autoriza o orçamento para o consumo dos serviços.

Criação de Valor (Balança Custo x Risco)


- A prestação de serviços envolve a avaliação entre Resultados suportados, Custos removidos e
Riscos removidos (lado positivo) versus Resultados afetados, Custos introduzidos e Riscos
introduzidos (lado negativo).
- O serviço só deve ser prestado quando o efeito positivo de sua saída superar o negativo.
- Para avaliar se um serviço cria valor, é necessário avaliar a Utilidade e a Garantia do serviço.

Utilidade e Garantia
- Utilidade ("O que o serviço faz"): Funcionalidade oferecida para atender a uma necessidade
específica. Determina se o serviço é "adequado à finalidade" (fit for purpose). Deve suportar o
desempenho do consumidor ou remover restrições.
- Garantia ("O desempenho do serviço"): Garantia de que um produto ou serviço atenderá aos
requisitos acordados. Determina se o serviço é "adequado para uso" (fit for use). Relacionada a
áreas como disponibilidade, capacidade, segurança e continuidade.

2. 4 DIMENSÕES DE GERENCIAMENTO

- O framework ITIL 4 possui dois componentes principais: o modelo Quatro Dimensões e o


Sistema de Valor de Serviço (SVS).
- O objetivo é apoiar uma abordagem holística (de ponta a ponta) na prestação de serviços.
- As dimensões se sobrepõem e são influenciadas por fatores externos, além do controle da
entidade.
- Os fatores externos podem ser analisados por frameworks como o PESTLE (Político, Econômico,
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Social, Tecnológico, Jurídico e Ambiental).

As Quatro Dimensões do Gerenciamento de Serviço


- (1) Organização e Pessoas.
- (2) Informação e Tecnologia.
- (3) Parceiros e Fornecedores.

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- (4) Fluxos de Valor e Processos.

3. SISTEMA DE VALOR DE SERVIÇO (SVS)

- Conceito: É a espinha dorsal do ITIL v4, um sistema estruturador para transformar entradas em
valor para os usuários finais.
- Objetivo: Garantir a criação de valor de forma constante e íntegra, e descrever como os
componentes e atividades da organização atuam em conjunto. O principal motivo é evitar a
criação de silos organizacionais.

Elementos do SVS (Entradas, Elementos do Sistema e Saídas)


- Entradas: Oportunidades (opções para agregar valor ou melhorar) e Demandas (necessidade ou
desejo de produtos e serviços).
- Elementos do Sistema:
- Princípios Orientadores.
- Governança.
- Cadeia de Valor de Serviço (CVS).
- Práticas.
- Melhoria Contínua.
- Saídas: Valor (benefícios percebidos, utilidade e importância).

3.2 Princípios Orientadores

- Definição: Recomendações universais e duradouras que orientam a organização em todas as


circunstâncias.
- O ITIL v4 indica 7 princípios orientadores.

Lista dos 7 Princípios Orientadores


- (1) Foco no valor: Tudo o que a organização faz deve se relacionar direta ou indiretamente ao
valor para as partes interessadas.
- (2) Comece por onde você está: Não comece do zero; considere o que já está disponível para ser
aproveitado (serviços, processos, pessoas).
- (3) Progrida iterativamente, com feedback: Realize grandes iniciativas em seções menores e
gerenciáveis, utilizando o feedback para manter o foco.
- (4) Colabore e promova a visibilidade: Trabalhe em conjunto, promova a visibilidade do trabalho
e de suas consequências, e compartilhe informações.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- (5) Pense e trabalhe holisticamente: Nenhuma parte ou elemento do serviço funciona


isoladamente. Trabalhe no serviço como um todo (abordagem de ponta a ponta).
- (6) Mantenha-o simples e seja prático: Elimine o que não gera valor ou resultado útil. Use o
número mínimo de etapas e pense baseado em resultados para soluções práticas.
- (7) Otimize e automatize: Use recursos de forma ótima (principalmente RH), elimine
desperdícios e use a tecnologia para automatizar. A intervenção humana só deve ocorrer quando

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contribuir com valor.

3.3 Governança

- Definição: Meio pelo qual uma organização é dirigida e controlada por um corpo diretivo (pessoa
ou grupo) responsável pelo desempenho e conformidade.
- Atividades Principais (ADM):
- Avaliar: A organização, a estratégia, os portfólios e as relações com outras partes.
- Direcionar: Atribuir responsabilidade e orientar a preparação e implementação de estratégias e
políticas.
- Monitorar: O desempenho da organização e suas práticas, produtos e serviços para garantir a
conformidade.

3.4 Cadeia de Valor de Serviços (CVS)

- Conceito: É o elemento central do SVS. É um modelo operacional que delineia as principais


atividades para atender à demanda e facilitar a criação de valor.
- As atividades da CVS não são aplicadas de forma sequencial ; ocorrem de forma iterativa.

As 6 Atividades da CVS
- (1) Planejar: Propósito de garantir uma compreensão compartilhada de visão, estado atual e
direção de melhoria.
- (2) Melhorar: Foco na melhoria contínua (Kaizen) de produtos, serviços e práticas, de ponta a
ponta.
- (3) Engajar: Foco na compreensão das necessidades das partes interessadas, na transparência e
no engajamento contínuo/boa relação com os stakeholders.
- (4) Desenho e Transição: Visa garantir que os produtos e serviços atendam às expectativas das
partes interessadas, atuando nas fases de análise e modelagem.
- (5) Obter/Construir: Adquirir ou construir o que for necessário para o serviço, garantindo que os
componentes de serviço estejam disponíveis e atendam às especificações.
- (6) Entregar e Suportar: Garantir que os serviços sejam entregues e suportados (manutenções e
atualizações) de acordo com as especificações e expectativas.

3.5 Melhoria Contínua

- É uma atividade organizacional recorrente realizada em todos os níveis.


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- É aplicada à totalidade do ITIL: todos os processos, serviços, produtos e componentes.


- O conceito associado é o Kaizen (Kai=Mudar, Zen=Melhor), ou seja, Melhoria Contínua.

4. PRÁTICAS

- Definição: "Um conjunto de recursos necessários para realizar o trabalho ou cumprir um

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objetivo".
- O ITIL v4 elenca 34 práticas, divididas em 3 grandes grupos:
- Práticas gerais de gestão.
- Práticas de gestão de serviço.
- Práticas de gestão técnica.

4.2 Práticas Gerais de Gerenciamento (14 Práticas)

- 4.2.1 Gerenciamento de Arquitetura (Média Incidência): Fornecer compreensão dos diferentes


elementos da organização e como eles se inter-relacionam. Tipos de arquiteturas: Negócios,
Serviços, Sistemas de Informação/Dados/Aplicativos, Tecnologia, Ambiental.
- 4.2.2 Melhoria Contínua (Baixa Incidência): Alinhar práticas e serviços com as necessidades de
negócio em mudança, identificando necessidades e melhorias. Indica a adoção de métodos Lean,
Agile e DevOps.
- 4.2.3 Gerenciamento da Segurança da Informação (Média Incidência): Proteger informações,
gerenciando riscos relacionados à confidencialidade, integridade e disponibilidade (CID).
- 4.2.4 Gerenciamento do Conhecimento (Baixa Incidência): Manter e melhorar o uso eficaz,
eficiente e conveniente da informação e do conhecimento em toda a organização. Conhecimento
é um ativo valioso.
- 4.2.5 Medição e Relatórios (Média Incidência): Desenvolver insumos para apoiar a boa tomada de
decisões. Conceitos importantes:
- Fator crítico de sucesso (FCS): pré-requisito necessário para obtenção dos resultados.
- Principal indicador de desempenho (PID) ou KPI: métrica usada para avaliar o sucesso no
cumprimento dos objetivos.
- 4.2.6 Gerenciamento de Mudanças (Média Incidência): Assegurar que as mudanças sejam
implementadas de forma suave e bem-sucedida, e que seus benefícios sejam duradouros. A
responsabilidade pelo gerenciamento das mudanças não pode ser transferida para fornecedor
externo.
- 4.2.7 Gerenciamento de Portfólio (Baixa Incidência): Garantir a combinação certa de programas,
projetos, produtos e serviços para executar a estratégia organizacional.
- 4.2.8 Gerenciamento de Projetos (Baixa Incidência): Garantir que todos os projetos sejam
entregues com sucesso, através de planejamento, delegação, monitoramento e controles.
- 4.2.9 Gerenciamento de Relacionamentos (Baixa Incidência): Estabelecer e reforçar vínculos
entre a organização prestadora de serviços e as partes interessadas para compreender
necessidades e cumprir objetivos.
- 4.2.10 Gerenciamento de Risco (Alta Incidência): Garantir que a organização compreenda e lide
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

efetivamente com os riscos, visando a sustentabilidade contínua e o valor permanente. Risco:


Possível evento que pode causar danos/perdas ou dificultar o alcance dos objetivos; também a
incerteza do resultado.
- 4.2.11 Gerenciamento Financeiro de Serviço (Baixa Incidência): Apoiar estratégias e planos,
garantindo que recursos financeiros e investimentos sejam usados de forma eficaz. Atividades:
Planejamento orçamentário/levantamento de custos, Contabilidade, Cobrança.

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- 4.2.12 Gerenciamento de Estratégia (Baixa Incidência): Formular objetivos, adotar cursos de ação
e alocar recursos para a realização das metas. Envolve análise AS-IS (como está) para traçar o
caminho TO-BE (como se deseja).
- 4.2.13 Gerenciamento de Fornecedor (Média Incidência): Garantir que fornecedores e seu
desempenho sejam gerenciados adequadamente para suportar a provisão de produtos e serviços,
sem afetar a qualidade.
- 4.2.14 Gerenciamento de Pessoas e Talentos (Alta Incidência): Gerenciar recursos humanos,
garantindo que as pessoas certas, com as habilidades e conhecimentos apropriados, sejam
alocadas nas funções adequadas. Atividades: Planejamento estratégico de mão de obra,
Recrutamento, Medição de desempenho, Incentivos ao desenvolvimento pessoal, Aprendizagem
e desenvolvimento, Mentoria e planejamento de sucessão.

4.3 Práticas de Gerenciamento de Serviços (17 Práticas)

- 4.3.1 Gerenciamento de Disponibilidade (Alta Incidência): Garantir a Disponibilidade, ou seja, que


o serviço esteja disponível sempre que necessário. Disponibilidade: Capacidade de um serviço de
TI desempenhar sua função acordada quando necessário. Métricas: Tempo Médio entre Falhas
(TMEF) e Tempo Médio de Recuperação do Serviço (TMRS). Sistemas de Alta Disponibilidade (HA)
e failover são importantes.
- 4.3.2 Análise de Negócio (Baixa Incidência): Analisar um negócio ou elemento, definir suas
necessidades e recomendar soluções para facilitar a criação de valor. Os requisitos podem ser de
garantia (não funcionais) ou de utilidade (funcionais).
- 4.3.3 Gerenciamento de Capacidade e Desempenho (Alta Incidência): Garantir que a capacidade
e o desempenho acordados e esperados sejam atingidos, satisfazendo a demanda atual e futura
de maneira econômica, com eficácia e eficiência.
- 4.3.4 Controle de Mudança (Média Incidência): Maximizar o número de mudanças bem-
sucedidas, garantindo que os riscos sejam avaliados, autorizando mudanças e gerenciando um
cronograma. Tipos de mudanças:
- Mudanças Padrão: Pré-autorizadas, baixo risco, bem compreendidas, não precisam de
autorização adicional para implementação.
- Mudanças Normais: Precisam ser agendadas, avaliadas e autorizadas seguindo um processo
padrão.
- Mudanças de Emergência: Devem ser implementadas o mais rápido possível (ex: correção de
segurança). O processo de avaliação e autorização é acelerado.
- 4.3.5 Gerenciamento de Incidente (Alta Incidência): Minimizar o impacto negativo de incidentes,
restaurando a operação normal do serviço o mais rápido possível. Incidente: Interrupção não
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

planejada ou redução da qualidade de um serviço. Técnica: Swarming (colaboração


multifuncional para solução de problemas).
- 4.3.6 Gerenciamento de Ativo de TI (Média Incidência): Maximizar valor, controlar custos,
gerenciar riscos, apoiar a tomada de decisão sobre ativos de TI. Escopo inclui hardware, software,
redes, serviços de nuvem e ativos não relacionados à TI.
- 4.3.7 Monitoramento e Gerenciamento de Eventos (Alta Incidência): Observar os componentes e

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serviços para registrar e relatar mudanças de estados, identificadas como eventos. Evento:
Qualquer mudança de estado que tenha importância para o gerenciamento de um item de
configuração (IC) ou serviço de TI.
- 4.3.8 Gerenciamento de Problema (Alta Incidência): Reduzir a probabilidade e o impacto de
incidentes, identificando suas causas reais e potenciais, gerenciando soluções alternativas e erros
conhecidos. Problema: Causa subjacente ou potencial de um ou mais incidentes. Fases:
Identificação de problemas, Controle de problemas e Controle de erros conhecidos. Uma solução
de contorno (workaround) reduz ou elimina o impacto do incidente/problema para o qual não há
resolução completa.
- 4.3.9 Gerenciamento de Liberação (Baixa Incidência): Gerenciar e disponibilizar serviços e
recursos novos/alterados para uso. Liberações: Versões de serviços ou ICs disponibilizadas para
uso. Abordagens podem ser tradicionais (implantação e liberação combinadas) ou orientadas a
Agile/DevOps (liberação após implantação em pequenos incrementos).
- 4.3.10 Gerenciamento de Catálogo de Serviço (Média Incidência): Garantir que o Catálogo de
Serviços seja uma fonte centralizada e consistente de todos os serviços (e ofertas) disponíveis ao
público relevante. O catálogo deve ter diferentes visões para diferentes usuários.
- 4.3.11 Gerenciamento de Configuração de Serviço (Baixa Incidência): Garantir que informações
precisas e confiáveis sobre a configuração de serviço e os Itens de Configuração (ICs) estejam
disponíveis quando necessários. IC: Qualquer componente que precisa ser gerenciado para
garantir a entrega bem-sucedida de serviços.
- 4.3.12 Gerenciamento de Continuidade de Serviço (Média Incidência): Fornecer uma estrutura
para construir resiliência organizacional e respostas eficazes em caso de desastres. Não confundir
com gerenciamento de incidentes (continuidade foca em eventos significativos que podem
causar desastres).
- 4.3.13 Desenho do Serviço (Média Incidência): Desenhar produtos e serviços que sejam
adequados à finalidade e adequados para uso. Focado na Experiência do Consumidor (CX) e
Experiência do Usuário (UX). Abordagem recomendada: Design Thinking .
- 4.3.14 Central de Serviço (Alta Incidência): Atuar como ponto de entrada e ponto de contato
único, recebendo requisições de serviço e de resolução de incidente. Funciona como uma "ponte"
mais humanizada entre usuários/consumidores e a entidade.
- 4.3.15 Gerenciamento de Nível de Serviço (Alta Incidência): Definir metas claras, baseadas no
negócio, para o desempenho do serviço, para que a entrega possa ser avaliada, monitorada e
gerenciada. O ponto mais importante é o Acordo de Nível de Serviço (ANS) ou SLA. Não confundir
com Acordos de Nível Operacional (ANO) ou OSL , que são objetivos internos de desempenho.
- 4.3.16 Gerenciamento de Requisição de Serviço (Baixa Incidência): Garantir que todas as
requisições (pedidos para realização de serviços) sejam manipuladas, oferecendo suporte eficaz e
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

amigável. Requisições e seu cumprimento devem ser padronizados e automatizados.


- 4.3.17 Validação e Teste de Serviço (Média Incidência): Garantir que produtos e serviços novos ou
alterados atendam aos requisitos definidos. A validação é verificada por meio de testes. Testes
divididos em funcionais (Unidade, Sistema, Integração, Regressão, Aceitação) e de garantia/não
funcionais (Desempenho, Capacidade, Segurança, Conformidade, Operacional).

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4.4 Práticas de Gerenciamento Técnico (3 Práticas)

- 4.4.1 Gerenciamento De Implantação (Média Incidência): Levar hardware, software,


documentação, processos ou qualquer outro componente novo ou alterado para ambientes de
produção. Abordagens: Implantação em fases, Entrega contínua, Implantação Big Bang (todos os
destinos ao mesmo tempo), Implantação Pull (usuários fazem o download).
- 4.4.2 Gerenciamento de Infraestrutura e Plataforma (Baixa Incidência): Supervisionar a
infraestrutura e as plataformas (físicas e virtuais) usadas por uma organização.
- 4.4.3 Gerenciamento e Desenvolvimento de Software (Baixa Incidência): Garantir que os
aplicativos desenvolvidos atendam às necessidades dos stakeholders. Incentiva o uso do SDLC
(Software Development LifeCycle) .

4.3 PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

4.3.1 Gerenciamento de Disponibilidade (Alta Incidência)


- Objetivo: Garantir a disponibilidade, ou seja, que o serviço esteja disponível sempre que
necessário.
- Definição de Disponibilidade: A capacidade de um serviço de TI ou outro item de configuração
para desempenhar sua função acordada quando necessário.
- Foca em minimizar interrupções e maximizar o tempo de funcionamento.
- Métricas de (In)disponibilidade:
- Tempo Médio entre Falhas (TMEF) - mede o tempo médio entre ocorrências de quebra de
disponibilidade.
- Tempo Médio de Recuperação do Serviço (TMRS) - mede a rapidez com que um serviço é
restaurado após a ocorrência de uma falha.
- É importante a utilização de sistemas de Alta Disponibilidade (HA - High Availability),
geralmente usando sistemas de *failover*.

4.3.2 Análise de Negócio (Baixa Incidência)


- Objetivo: Analisar um negócio ou elemento dele, definir suas necessidades e recomendar
soluções para atender a essas necessidades e/ou resolver um problema de negócio, visando
facilitar a criação de valor.
- Essa prática conta com o papel especializado do analista de negócio.
- Requisitos de Negócio:
- Requisitos de garantia: Normalmente, os requisitos não funcionais.
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- Requisitos de utilidade: Requisitos funcionais definidos pelo cliente e exclusivos de um produto.

4.3.3 Gerenciamento de Capacidade e Desempenho (Alta Incidência)


- Objetivo: Garantir que a capacidade e o desempenho acordados e esperados sejam atingidos,
satisfazendo a demanda atual e futura de maneira econômica, com eficácia e eficiência.
- O desempenho do serviço é associado ao número de ações de serviço executadas e ao tempo

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necessário para cumprir uma ação em um determinado nível de demanda.


- O desempenho depende da capacidade de serviço, que é a taxa de transferência máxima que
um item de configuração ou serviço pode fornecer.

4.3.4 Controle de Mudança (Média Incidência)


- Definição de Mudança: Adições, modificações ou remoções de qualquer coisa que possa ter um
efeito direto ou indireto nos serviços.
- Objetivo: Maximizar o número de mudanças bem-sucedidas, garantindo a avaliação adequada
dos riscos, autorizando mudanças e gerenciando um cronograma de mudanças.
- Tipos de Mudanças:
- (1) Mudanças Padrão: Pré-autorizadas de baixo risco, bem compreendidas e totalmente
documentadas, podem ser implementadas sem autorização adicional.
- (2) Mudanças Normais: Precisam ser programadas, avaliadas e autorizadas seguindo um
processo padrão.
- (3) Mudanças de Emergência: Devem ser implementadas o mais rápido possível (ex: para
resolver um incidente ou correção de segurança). O processo de avaliação e autorização é
acelerado.

4.3.5 Gerenciamento de Incidente (Alta Incidência)


- Objetivo: Minimizar o impacto negativo de incidentes, restaurando a operação normal do serviço
o mais rápido possível.
- Definição de Incidente: Uma interrupção não planejada, ou uma redução da qualidade de um
serviço.
- Todo incidente deve ser registrado e gerenciado para ser resolvido em momento oportuno, com
alocação de recursos proporcional ao impacto.
- Técnica: Swarming (enxame) - equipes colaboram de forma multifuncional, com membros de
dentro e de fora, para solução de problemas.

4.3.6 Gerenciamento de Ativo de TI (Média Incidência)


- Definição de Ativos de TI: Quaisquer componentes valiosos, que possam contribuir para a
entrega de um produto ou serviço de TI.
- Objetivo (GATI): Maximizar valor, controlar custos, gerenciar riscos, apoiar a tomada de decisão
sobre ativos e atender a requisitos regulatórios e contratuais.
- Escopo: Inclui softwares, redes, serviços de nuvem, dispositivos e alguns ativos não relacionados
à TI (como prédios ou informações com valor financeiro).
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4.3.7 Monitoramento e Gerenciamento de Eventos (Alta Incidência)


- Objetivo: Observar os componentes dos serviços, e os serviços em si, para registrar e relatar
mudanças selecionadas de estados, identificadas como eventos.
- Definição de Evento: Qualquer mudança de estado que tenha importância para o
gerenciamento de um item de configuração (IC) ou serviço de TI.
- Item de Configuração (IC): Qualquer componente de serviço, elemento de infraestrutura ou

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outro item que precisa ser gerenciado para garantir a entrega bem-sucedida de serviços.
- O foco é no registro do significado dos eventos e na iniciação de uma ação de controle do
evento.

4.3.8 Gerenciamento de Problema (Alta Incidência)


- Definição de Problema: Causa, ou potencial causa, de um ou mais incidentes.
- Objetivo: Reduzir a probabilidade e o impacto de incidentes, identificando suas causas reais e
potenciais, gerenciando soluções alternativas e erros conhecidos.
- Diferença de Conceitos:
- Incertezas: Falta de certeza sobre eventos futuros (podem ser negativas - riscos, ou positivas -
oportunidades).
- Problemas: Causas subjacentes ou potenciais de um ou mais incidentes, visando reduzir a
recorrência.
- Riscos: Possibilidades de eventos negativos ou positivos que podem impactar objetivos; incluem
probabilidade e consequência.
- Incidentes: Eventos inesperados que ocorrem fora do planejado, causando interrupção ou
redução na qualidade do serviço.
- Fases do Gerenciamento de Problema:
- (1) Identificação de problemas.
- (2) Controle de problemas.
- (3) Controle de erros conhecidos (problemas analisados, mas não corrigidos).
- Solução de Contorno: Solução que reduz ou elimina o impacto de um incidente ou problema,
para o qual ainda não exista uma resolução completa (solução paliativa e alternativa).

4.3.9 Gerenciamento de Liberação (Baixa Incidência)


- Definição de Liberações (Releases): Versões de serviços ou itens de configuração (ou uma
coleção desses ICs) disponibilizadas para uso.
- Objetivo: Gerenciar essas liberações, disponibilizando serviços e recursos novos/alterados para
uso.
- Sistema de Versões: Usa-se um sistema de versões azuis/verdes (ou A/B), com dois ambientes de
produção espelhados: um para implementar e testar alterações (azul) e outro para a produção
(verde).

4.3.10 Gerenciamento de Catálogo de Serviço (Média Incidência)


- Definição de Catálogo de Serviços: Fonte centralizada, única, que mostra todos os serviços (e
ofertas de serviços) sendo realizados pela organização no momento.
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- Objetivo: Que o catálogo seja uma fonte consistente e esteja disponível ao público relevante.
- O catálogo deve ser flexível, fornecendo diferentes visões para diferentes usuários.
- Catálogo de Requisição: Visão que fornece detalhes sobre requisições de serviços, focando em
elementos consumíveis ou solicitáveis das ofertas de serviço.

4.3.11 Gerenciamento de Configuração de Serviço (Baixa Incidência)

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- Objetivo: Garantir que informações precisas e confiáveis sobre a configuração de serviço e sobre
os Itens de Configuração (ICs) estejam disponíveis quando e onde forem necessários.
- As informações sobre ICs incluem hardware, software, redes, edifícios, pessoas, fornecedores e
documentação.

4.3.12 Gerenciamento de Continuidade de Serviço (Média Incidência)


- Objetivo: Garantir que a disponibilidade e o desempenho sejam mantidos em nível suficiente no
caso de desastres, fornecendo uma estrutura para construir resiliência organizacional.
- Definição de Desastre: Evento não planejado e súbito que causa grandes danos ou sérios danos,
resultando na incapacidade da organização de fornecer funções críticas de negócio por um
período mínimo predeterminado.
- Definições Importantes:
- Objetivo do tempo de recuperação (OTR): Tempo máximo aceitável após interrupção antes que
a falta de funcionalidade tenha impacto grave.
- Objetivo do ponto de recuperação (OPR): Ponto no qual as informações usadas por uma
atividade devem ser restauradas para permitir que a atividade opere na retomada.
- Análise de impacto no negócio (AIN): Identifica funções vitais de negócio (FNVs) e suas
dependências, definindo requisitos de recuperação (incluindo OTRS, OPRs e nível de serviço
mínimo).

4.3.13 Desenho do Serviço (Média Incidência)


- Objetivo: Desenhar produtos e serviços que sejam adequados à finalidade e adequados para uso
e que possam ser fornecidos pela organização de forma satisfatória.
- O desenho deve ser focado na Experiência do Consumidor (CX) e na Experiência do Usuário (UX).
- Recomenda-se a abordagem de desenho centrada no ser humano, chamada design thinking,
que acelera a inovação e é complementar às metodologias Ágeis e Lean.

4.3.14 Central de Serviço (Alta Incidência)


- Função: Atua como um captador de demanda, recebendo requisições de serviços e de resolução
de incidente, e distribuindo as demandas por toda a organização.
- Deve funcionar como ponto de entrada e ponto de contato único para a organização de TI ou de
serviço.
- A central de serviços (ou *service desk*) age como uma área mais humanizada, fornecendo
suporte a "pessoas e negócios", em vez de questões simplesmente técnicas.

4.3.15 Gerenciamento de Nível de Serviço (Alta Incidência)


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Objetivo: Definir metas claras, baseadas no negócio, para o desempenho do serviço, de modo
que a entrega possa ser avaliada, monitorada e gerenciada.
- Principal Documento: Acordo de Nível de Serviço (ANS), ou *Service Level Agreement* (SLA) -
documento formal que estabelece as expectativas, responsabilidades, metas e padrões
específicos entre um provedor e seus clientes.
- Os SLAs devem: estar relacionados a um "serviço" definido no catálogo; se relacionar com

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resultados definidos (não apenas métricas operacionais); refletir um "acordo" (engajamento e


debate); e ser simples de entender.
- Acordos de Nível Operacional (ANO) ou OSL: Objetivos de desempenho internos estabelecidos
pela organização para garantir que os serviços atendam consistentemente aos SLAs acordados.

4.3.16 Gerenciamento de Requisição de Serviço (Baixa Incidência)


- Definição de Requisição de Serviço: Pedidos para a realização de algum serviço determinado,
por parte dos usuários ou consumidores.
- Objetivo: Garantir que todas essas requisições sejam manipuladas, visando oferecer um suporte
adequado, eficaz e amigável ao usuário.
- Diretriz Principal: Requisições de serviço e seu cumprimento devem ser padronizados e
automatizados no maior grau possível.

4.3.17 Validação e Teste de Serviço (Média Incidência)


- Objetivo: Garantir que produtos e serviços novos ou alterados atendam aos requisitos definidos.
- Validação: Concentra-se no estabelecimento de critérios de aceitação de gerenciamento de
implantação e liberação, que são verificados por meio de testes.
- Categorias de Testes:
- Testes Funcionais: Teste de Unidade, Teste de Sistema, Teste de Integração, Teste de Regressão,
Teste de aceitação (do usuário).
- Testes de Garantia (Não Funcionais): Teste de Desempenho e Capacidade, Teste de Segurança,
Teste de Conformidade, Teste operacional, Teste de requisitos de garantia.

4.4 PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO TÉCNICO

4.4.1 Gerenciamento De Implantação (Média Incidência)


- Objetivo: Levar hardware, software, documentação, processos ou qualquer outro componente
novo ou alterado para ambientes de produção.
- Abordagens de Implantação:
- Implantação em fases: Componentes implantados em apenas parte do ambiente de produção
por vez.
- Entrega contínua: Componentes são integrados, testados e implantados quando são
necessários, oferecendo ciclos de feedback.
- Implantação Big Bang: Componentes implantados em todos os destinos ao mesmo tempo.
- Implantação Pull: Software novo ou alterado é disponibilizado em um repositório controlado e
os usuários fazem o download quando escolhem.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

4.4.2 Gerenciamento de Infraestrutura e Plataforma (Baixa Incidência)


- Objetivo: Supervisionar a infraestrutura e as plataformas usadas (físicas - edifícios, hardware, e
virtuais - softwares, plataformas na nuvem).
- Grande foco atual é a manutenção de serviços em nuvem, especialmente a nuvem privada.

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4.4.3 Gerenciamento e Desenvolvimento de Software (Baixa Incidência)


- Objetivo: Garantir que os aplicativos desenvolvidos atendam às necessidades dos stakeholders.
- O ITIL v4 incentiva fortemente o uso do SDLC (Software Development LifeCycle) .

RESUMO DOS CONCEITOS CHAVE DO ITIL 4

- Serviço de TI: Meio pelo qual valor é entregue aos clientes, atendendo às suas necessidades e
proporcionando resultados específicos, sem que eles precisem possuir os custos e riscos
associados.
- Gerenciamento de Serviços: Conjunto de práticas e abordagens que visa planejar, projetar,
entregar, operar e melhorar serviços de TI para atender às demandas dos clientes e às metas de
negócios.
- 4 Dimensões de Gerenciamento: Organizações e Pessoas; Informação e Tecnologia; Parceiros e
Fornecedores; Fluxo de Valor e Processos.
- Sistema de Valor de Serviços (SVS): Conjunto de componentes, atividades e guias que juntos
permitem que uma organização desenvolva, entregue e mantenha valor através da prestação de
serviços.
- 6 Princípios Orientadores (do SVS): Foco no valor; Comece por onde você está; Progrida
iterativamente, com feedback; Colabore e promova a visibilidade; Simplifique e seja prático;
Otimize e automatize.
- Cadeia de Valor de Serviços (CVS): Modelo que descreve as atividades interconectadas
envolvidas na criação, entrega e suporte de serviços.
- Prática: Abordagem definida para realizar um processo ou atividade, baseada em conhecimento
e habilidades acumulados, visando a alcançar objetivos específicos de maneira consistente e
eficiente.
- Acordo de Nível de Serviço (ANS): Documento formal que define as expectativas,
responsabilidades e padrões de desempenho entre um provedor de serviços de TI e seus clientes.
- Diferença Desempenho x Disponibilidade: Desempenho refere-se à eficácia e eficiência de um
serviço (como ele executa). Disponibilidade refere-se à capacidade de um serviço estar acessível e
operacional quando necessário (quanto tempo ele está disponível).
- Tabela de Conceitos e Definições:
- Evento: Acontecimento observável ou detectável no ambiente de TI.
- Risco: Possibilidade de ocorrência de evento futuro incerto com impacto positivo ou negativo
nos objetivos.
- Problema: Causa subjacente de um ou mais incidentes.
- Incidente: Evento não planejado que causa interrupção ou redução na qualidade de um serviço
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

de TI.
- Erro: Equívoco ou desvio cometido por pessoas ou sistemas; pode levar a um incidente ou
problema.
- Disponibilidade: Capacidade de um serviço de estar operacional e acessível quando necessário.

COBIT 2019: Governança e Gestão de TI

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- Conceito: O COBIT (Control Objectives for Information and Related Technologies) é um


*framework* de governança e gestão de TI amplamente reconhecido.
- Ele fornece um conjunto de melhores práticas e diretrizes que auxiliam as empresas a gerenciar
seus processos de TI de forma eficaz e alinhada com os objetivos estratégicos.
- O COBIT 2019 NÃO É PRESCRITIVO; é um guia de boas práticas.
- Abordagem: É voltado para toda a entidade, de ponta a ponta, englobando toda a tecnologia e
informação processadas para alcançar seus objetivos.
- Desenvolvedor: Foi desenvolvido inicialmente pela ISACA.
- Distinção: Faz uma diferença clara entre governança e gerenciamento/gestão.

Governança Corporativa de TI (EGIT)

- Definição: É uma parte integrante das empresas na era digital, objetivando, através do
alinhamento entre empresa e TI, a criação de valor.
- Exercício: É exercida pelo conselho, que supervisiona a definição e implementação de processos,
estruturas e mecanismos de TI.

Pilares da Criação de Valor

O valor é dado pelo balanço de benefícios, riscos e recursos. Os três pilares principais são:
(1) Realização de Benefícios: Criar valor, mantendo e aumentando o valor de investimentos
existentes.
(2) Otimização de Riscos: Abordar riscos associados ao uso, propriedade e operação da T&I;
objetiva manter o valor.
(3) Otimização de Recursos: Garantir que as capacidades apropriadas estejam no lugar certo, com
recursos (humanos e financeiros) suficientes e efetivos; visa manter uma estrutura de T&I
econômica.

Princípios do COBIT 2019

O COBIT 2019 possui dois grupos de princípios:

Princípios do Sistema de Governança (Requisitos base do sistema)

(1) Prover valor aos *stakeholders*.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

(2) Abordagem Holística: O sistema deve conter componentes de diferentes tipos que trabalham
conjuntamente.
(3) Sistema de Governança Dinâmico: O impacto de mudanças nos fatores de *design* deve ser
considerado no sistema.
(4) Governança Distinta de Gerência/Gestão.
(5) Adaptar às Necessidades da Empresa (*Tailoring*): Usar fatores de desenho como parâmetros

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para customizar o sistema.


(6) Sistema de Governança Ponta-a-ponta: Cobrir toda a organização, e não apenas as funções de
TI.

Princípios do Framework de Governança (Para criar um sistema de governança)

(1) Baseado em um sistema conceitual: Identificar componentes-chave e seus relacionamentos


para maximizar a consistência e permitir a automação.
(2) Aberto e Flexível: Permitir a adição de novos conteúdos e abordar diferentes problemas,
mantendo a integridade e consistência.
(3) Alinhado a padrões relevantes: Padrões mais relevantes (legais, contratuais, etc.) devem ser
usados como base para alinhamento.

Estrutura do COBIT: Domínios e Objetivos

O COBIT trabalha com 40 objetivos de governança e gestão, divididos em 5 domínios:

Domínio de Governança (1)

- Avaliar, Dirigir e Monitorar (ADM/EDM): Aborda as estratégias de negócio, corpo gerencial,


execução de escolhas e o resultado delas.

Domínios de Gestão (4)

- Alinhar, Planejar e Organizar (APO): Aborda a organização em geral, a estratégia e as atividades


de gestão de TI.
- Construir, Adquirir e Implementar (CAI/BAI): Aborda a definição, aquisição e implementação de
soluções de TI.
- Entregar, Servir e Suportar (ESS/DSS): Tem foco na prestação e suporte dos serviços de TI.
- Monitorar, Avaliar e Analisar (MAA/MEA): Objetiva monitorar o desempenho e a conformidade da
TI com os objetivos de controles internos e requisitos externos.

ATENÇÃO: Os objetivos de governança (ADM) são os únicos que contêm o verbo "Garantir" em sua
nomenclatura (ADM01 a ADM05).

Cascata de Objetivos
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

É uma abordagem que traduz as necessidades de alto nível em metas e ações específicas,
garantindo alinhamento e foco. Possui 4 níveis de hierarquia:
(1) Necessidades das Partes Interessadas.
(2) Objetivos Corporativos (13 objetivos).
(3) Objetivos de Alinhamento (13 objetivos) - Enfatizam a coordenação dos esforços de TI com os

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objetivos de negócios.
(4) Objetivos de Governança e Gerenciamento (40 objetivos).

Componentes do Sistema de Governança

São os fatores que contribuem para a operação do sistema de governança de TI, resultando no
sistema holístico. O COBIT conta com 7 componentes:
(1) Processos: Descrevem práticas e atividades para alcançar objetivos, resultando em produtos
que suportam o atingimento dos objetivos.
(2) Estruturas Organizacionais: Entidades-chave no processo decisório.
(3) Princípios, Políticas e Procedimentos: Traduzem o comportamento esperado em guias práticos
para a gestão do dia a dia.
(4) Informação: Inclui todas as informações produzidas e utilizadas.
(5) Cultura, Ética e Comportamento: Fatores subestimados para o sucesso da governança e
gestão.
(6) Pessoas, Habilidades e Competências: Requisitos para boas decisões e execução de ações.
(7) Serviços, Infraestrutura e Aplicativos: Envolve a infraestrutura, tecnologia e aplicações que
provêm o sistema de governança.

Fatores de Desenho (*Design Factors*)

São fatores que influenciam o projeto do sistema de governança de uma organização, ajudando-a
a alcançar seus objetivos. O COBIT traz 11 fatores:
(1) Estratégia Organizacional.
(2) Objetivos Organizacionais.
(3) Perfil de Risco da Organização.
(4) Problemas Relacionados à TI (*Pontos de dor*).
(5) Cenário de Ameaças.
(6) Requisitos de Conformidade.
(7) Papel da TI (Suporte, Fábrica, Transformadora, Estratégica).
(8) Modelo de Provimento de TI (Terceirização, Nuvem, Desenvolvimento Interno).
(9) Modelo de Implementação (Métodos Ágeis, DevOps, etc.).
(10) Estratégia de Adoção da Tecnologia (Pioneiro, Seguidor, Adoção tardia).
(11) Tamanho da Organização (Pequenas/Médias, Grandes).

Processo de Desenho e Implementação


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

O COBIT sugere 4 etapas com subetapas para o processo de *tailoring* (adaptação) e desenho do
sistema de governança:
(1) Entender o contexto organizacional e a estratégia: Entender estratégias, objetivos, perfil de
risco e problemas correntes relacionados à T&I.
(2) Determinar o escopo inicial do sistema de governança: Considerar estratégia, objetivos

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(aplicando a cascata), perfil de risco e problemas correntes relacionados à T&I.


(3) Refinar o escopo do sistema de governança: Considerar ambiente de ameaças, requisitos de
*compliance*, papel da TI, modelo de fornecimento, métodos de implementação, estratégia de
adoção e tamanho da entidade.
(4) Concluir o desenho do sistema de governança: Resolver conflitos de prioridade inerente e
concluir o desenho.

Gerenciamento de Desempenho (CPM)

O COBIT Performance Management (CPM) visa expressar o quão bem o sistema de gestão e
governança funciona e como pode ser melhorado. É suportado por um esquema baseado no
CMMI (*Capability Maturity Model Integration*).

Níveis de Capacidade de Processos

- Mede o quão bem um **processo** é implementado e está atingindo sua capacidade.


- A escala varia do Nível 0 ao Nível 5:
(0) Falta de capacidade básica (Incompleto).
(1) Parcialmente atinge suas finalidades (Inicial).
(2) Alcança sua finalidade através de um conjunto básico e completo de atividades (*Executado*).
(3) Alcança sua finalidade de forma organizada, processos bem definidos (*Definido*).
(4) Desempenho avaliado quantitativamente.
(5) Desempenho avaliado quantitativamente, visando a melhoria contínua.

Níveis de Maturidade

- Estão associados às **áreas de foco**.


- É alcançado se todos os processos contidos na área atingirem um nível particular de
capacidade.
- A escala também vai do Nível 0 ao Nível 5:
(0) Incompleto: As finalidades da área de foco não foram alcançadas.
(1) Inicial: O objetivo e a finalidade gerais da área de foco não foram atingidos.
(2) Gerenciado: O planejamento e a medição ocorrem, mas de forma não padronizada.
(3) Definido: Padrões corporativos fornecem orientação para toda a empresa.
(4) Quantitativo: Empresa orientada a dados, com melhoria de desempenho quantitativa.
(5) Otimizado: Empresa focada na melhoria contínua.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Fases de Implementação do COBIT

O ciclo de implementação é composto por 3 ciclos (*Gerenciamento do Programa*, *Habilitação


da Mudança* e *Melhoria Contínua*) e 7 fases:
(1) Fase 1 - Quais são os direcionadores? Identificar direcionadores de mudança (evento interno ou

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externo) e gerar um desejo de mudança expresso em um esboço de um caso de negócios.


(2) Fase 2 - Onde estamos agora? Alinhar objetivos de I&T com estratégias e riscos, priorizando
metas, e avaliar a capacidade atual do componente processo desses objetivos.
(3) Fase 3 - Onde queremos estar? Definir uma meta de melhoria e realizar uma análise de
lacunas para identificar soluções potenciais (vitórias rápidas, médio e longo prazo).
(4) Fase 4 - O que precisa ser feito? Descrever como planejar soluções viáveis e práticas, definindo
projetos e um plano de mudança para implementação.
(5) Fase 5 - Como chegaremos lá? Implementar as soluções propostas através de práticas de
gestão de projetos e estabelecer sistemas de monitoramento.
(6) Fase 6 - Chegamos lá? Reavaliar a capacidade dos componentes processo dos objetivos
selecionados para verificar se as metas foram alcançadas e fazer a transição sustentável para as
operações normais.
(7) Fase 7 - Como podemos manter o impulso? Analisar o sucesso geral, identificar outros
requisitos e reforçar a necessidade de melhoria contínua.

CMMI 2.0 & [Link]

1. CMMI 2.0 (Capability Maturity Model Integration)

- Panorama Geral
- O CMMI é um framework focado em melhorar a qualidade de software e a eficiência do processo
de desenvolvimento de forma flexível.
- Fornece um conjunto de melhores práticas e guias para melhorar os processos da organização
como um todo.
- É utilizado para medir o nível de capacidade e maturidade dos processos de uma organização.
- O foco principal da aula é o CMMI DEVELOPMENT (CMMI DEV), que traz orientações para o
desenvolvimento.

- Componentes da Suíte CMMI 2.0 (5 componentes)


- Model (Modelo): Conjunto de práticas e diretrizes para avaliar e aprimorar a maturidade e
capacidade dos processos organizacionais.
- Appraisal Method (Método de Avaliação): Processo de avaliação para determinar o nível de
maturidade e capacidade dos processos em relação aos padrões do CMMI.
- Training & Certification (Treinamento e Certificação): Programas para adquirir conhecimento e a
certificação que valida a qualificação para aplicar o CMMI.
- System & Tools (Sistema e Ferramentas): Ferramentas e sistemas de suporte para implementar e
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

gerenciar as práticas.
- Adoption Guidance (Orientação para Adoção): Orientações para auxiliar na adoção eficaz do
CMMI.

- Estrutura do Modelo CMMI 2.0


- A estrutura é modular e hierárquica (Modelo, Practice Area, Practice Group, Practice, Informative

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Material) .
- Visão (View): Uma seleção de um conjunto de componentes do modelo, sendo o CMMI
Development uma das visões pré-definidas.
- Área de Prática (Practice Area - PA): Coleção de práticas similares que, em conjunto, atingem
um objetivo.
- Práticas (Practices): As ações de fato exercidas, divididas em Informações Necessárias (intenção
e valor da prática) e Informações Explicativas (exemplo de atividades e produtos de trabalho).

- Categorias e Áreas de Capacidade (CMMI Dev)


- As Áreas de Capacidade (Capability Areas) são agrupamentos de áreas de prática
correlacionadas.
- O CMMI traz quatro categorias para as Áreas de Capacidade:
(1) Fazendo (Doing): Para produzir e entregar soluções de qualidade.
(2) Gerenciando (Managing): Para planejar e gerenciar a implementação de soluções.
(3) Habilitando (Enabling): Para suportar a implementação e entrega de soluções.
(4) Melhorando (Improving): Para sustentabilidade e melhoria contínua da performance.

- Níveis de Maturidade do CMMI 2.0 (6 Níveis, de 0 a 5)


(1) Nível 0 - Incompleto: Ad hoc e desconhecido. O trabalho pode, ou não, ser completado.
Abordagem incompleta.
(2) Nível 1 - Inicial: Imprevisível e reativo. Trabalho é feito, mas frequentemente é atrasado ou
estoura o orçamento. Abordagem inicial.
(3) Nível 2 - Gerenciado: Gerenciado em nível de projeto. Projetos são planejados, realizados,
mensurados e controlados. Possui um conjunto de processos simples, mas completo que aborda
o objetivo total da Área de Práticas. Não requer o uso de ativos organizacionais.
(4) Nível 3 - Definido: Proativo. Padrões organizacionais fornecem guias. Usa padrões
organizacionais e *tailoring*. Projetos usam e contribuem com os ativos organizacionais.
(5) Nível 4 - Gerenciado Quantitativamente: Mensurado e controlado. Direcionado a dados. Usa
técnicas estatísticas quantitativas para refinar ou prever.
(6) Nível 5 - Otimizado: Estável e flexível. Foca em melhorar continuamente. Usa técnicas
estatísticas e quantitativas para otimizar o alcance dos objetivos.

- Avaliações do CMMI (Appraisal Method)


- Existem 4 tipos de avaliações, seguindo o mnemônica BASE:
(1) Benchmark Appraisal (B): Identifica oportunidades de melhoria. Resulta em um rating de Nível
de Maturidade válido por 3 anos.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

(2) Action Plan Reappraisal (A): Reavaliação para organizações que perderam por pouco o nível
almejado, com custo menor que o Benchmark.
(3) Sustainment Appraisal (S): Feita 2 anos após a Benchmark para confirmar e estender a
classificação, com tempo e custo menores.
(4) Evaluation Appraisal (E): Ajuda a se preparar para a Benchmark, identificando lacunas. É
informal e flexível e não resulta em classificação de nível de maturidade.

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META 2 (PRE EDITAL - SEFAZ RN Experiente)
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2. [Link] (Melhoria dos Processos de Software Brasileiro)

- Panorama Geral
- Programa desenvolvido pela Softex com órgãos públicos (MCTI, Sebrae, etc.).
- Objetivo: melhorar a capacidade de desenvolvimento de softwares, serviços e as práticas de
gestão de RH na indústria de TIC.

- Componentes do Programa [Link] (5 Componentes)


- Modelo de Referência MPS-BR para Software (MR-MPS-SW)
- Modelo de Referência MPS-BR para Serviços (MR-MPS-SV)
- Modelo de Referência MPS-BR para Gestão de Recursos Humanos (MR-MPS-RH)
- Método de Avaliação MPS (MA-MPS)
- Modelo de Negócio MPS (MN-MPS)

- Maturidade dos Processos (MR-MPS-SW)


- É um modelo baseado em níveis de maturidade, que são uma combinação entre os processos e
sua capacidade.
- Os processos estão divididos em dois conjuntos:
(1) Processos de Projeto: Executados para os projetos de software (desenvolvimento, manutenção
ou avaliação de produto). Ex: Gerência de projetos, Engenharia de requisitos, Integração de
Produto.
(2) Processos Organizacionais: Concebidos para fornecer os recursos necessários para o
projeto/serviço. Ex: Gerência de Recursos Humanos, Gerência de Configuração, Medição,
Aquisição, Gerência de Decisões.
- O MPS trabalha com 7 Níveis de Maturidade, de G (mais baixo) a A (mais alto), com evolução
cumulativa.

- Níveis de Maturidade do [Link] (G ao A)


(1) Nível G - Parcialmente Gerenciado: Implementação inicial de Gerência de Projetos e
Engenharia de Requisitos.
(2) Nível F - Gerenciado: Implementação inicial de Gerência de Configuração, Medição, Aquisição,
Gerência de Processos e Gerência Organizacional.
(3) Nível E - Parcialmente Definido: Implementação inicial de Gerência de Recursos Humanos e
evolução da Gerência de Processos e Gerência Organizacional.
(4) Nível D - Definido: Implementação inicial de Projeto e Construção do Produto, Integração do
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Produto, e Verificação e Validação, além da evolução de Gerência de Projetos e Engenharia de


Requisitos.
(5) Nível C - Totalmente Definido: Implementação inicial de Gerência de Decisões e evolução de
Medição, Aquisição e Gerência Organizacional.
(6) Nível B - Gerenciado Quantitativamente: Evolução de Gerência de Projetos, Medição,
Aquisição, Gerência de Processos e Gerência Organizacional. Processos passam a ser executados

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de forma previsível, dentro de limites definidos.


(7) Nível A - Em Otimização: Evolução de Gerência de Projetos e Medição. Processos são
continuamente objeto de melhorias e alinhados aos objetivos organizacionais.

ATENÇÃO SOBRE NÍVEL DE CAPACIDADE F:


- Na Capacidade do Processo Nível F, a execução do processo e os produtos de trabalho são
gerenciados. Uma das características esperadas é: Os produtos de trabalho selecionados são
avaliados objetivamente em relação ao processo e padrões aplicáveis, os resultados são
registrados, comunicados e a resolução de não conformidades é assegurada.

EXCLUSÕES PERMITIDAS NO MR-MPS-SW:


- É permitida a exclusão completa do processo AQUISIÇÃO, desde que não executado pela
organização.
- É permitida a exclusão de alguns resultados do processo GERÊNCIA ORGANIZACIONAL, caso não
sejam pertinentes à organização.
Cronometre o tempo de revisão para que você tenha ideia do tempo que será necessário e o que
você pode aprimorar para a reta final.

Sugestão de descanso, caso seja necessário: 5 a 10 minutos.


2 - Questões Erradas/Favoritas/Em dúvida

Refaça as questões que você errou e marcou como favoritas (que devem incluir as erradas e que
houve dúvida). Logo abaixo estão listados os cadernos de questões para realizar essas revisões:

- Na "AULA 32 - CMMI 2.0 e MPS BR" - Resolver as questões 1 a 15 (Total: 15 questões) (páginas 56 a
60).
- Na "AULA 31 - COBIT 2019" - Resolver as questões 1 a 20 (Total: 20 questões) (páginas 64 a 68).

- Na "AULA 31 - COBIT 2019" - Resolver as questões 21 a 40 (Total: 20 questões) (páginas 68 a 74).

- Na "AULA 30 - ITIL 4" - Resolver as questões 1 a 20 (total: 20 questões) (páginas 92 a 96).


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Na "AULA 30 - ITIL 4" - Resolver as questões 21 a 40 (total: 20 questões) (páginas 96 a 101).

- Na "AULA 29 - PMBOK 7" - Resolver as questões 1 a 30 (total: 30 questões) (páginas 70 a 77).

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28) Processo Administrativo Fiscal

Material indicado: (Decreto nº 13.796/1998).

Assunto(s): DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (PAT - Decreto nº 13.796/1998)

Regulamento de Procedimentos e de Processo Administrativo Tributário (RPAT) a que se refere o


Decreto nº 13.796, de 16 de fevereiro de 1998
Assuntos: DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO

Observações:
1) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como “exceto”, “obrigatória”,
“salvo”, “não pode”, “vedado”, “não se aplica”, condicionantes...
2) Sublinhe palavras/expressões em vermelho que expressem ideias como inclusive, ainda que,
bem como, "ou"...
3) Atente para prazos, listas exaustivas e exemplificativas.
4) Grife também dispositivos nos quais a norma define um conceito, fixa expressamente o
significado de determinado termo.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

Atividade 1 - Estimativa de tempo: 20 minutos

- Faça uma Revisão Ativa dos artigos 56 a 79 estudados na tarefa anterior. Tente retomar o
conteúdo, a partir dos tópicos a seguir. Acesse o seu arquivo com o decreto salvo, para reforçar
esses pontos e outros que achar necessário.

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1. Liste os atos que compreendem o Processo Administrativo Tributário (PAT), conforme o Decreto
13.796/1998
2. Quais os princípios que devem pautar o PAT?
3. Onde o Processo Administrativo Tributário deve ser instaurado?
4. Descreva o transmite e prazo do Preparo do PAT
5. Quais as competências da autoridade preparadora do PAT?
6. Em quais circunstâncias se pode apresentar provas documentais fora da fase da impugnação,
sem que ocorra a preclusão desse direito do sujeito passivo?

Atividade 2 - Estimativa de tempo: 45 minutos

- Leia atentamente os artigos 83 ao 108 do Decreto nº 13.796/1988.

Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.


PAULO MORAIS - 063.195.774-01

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Atividade 3 - Estimativa de tempo: 10 minutos

- Resolva os Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS.

Pontos de atenção – Procedimento Administrativo Tributário (Art. 83 a 108)

- Início do litígio e impugnação (Art. 83)


A impugnação instaura o processo administrativo.
- Deve ser apresentada em 30 dias da ciência da intimação.
- Suspende a exigibilidade do crédito, salvo falta de recolhimento, exceto se houver erro
comprovado.
- Qualquer autuado em processo com vários responsáveis beneficia os demais quanto à
suspensão.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Limites da impugnação (Art. 84 e 85)


- Só há litígio sobre matérias expressamente impugnadas.
Não suspende a exigibilidade quando for: intempestiva; apresentada por parte ilegítima; ou de
caráter protelatório.
- Considera-se protelatória a impugnação baseada apenas em: contestação de valores
confessados, alegação genérica de ilegalidade/inconstitucionalidade, pedido de equidade,
matéria já judicializada/consultada, ou inconformismo com a lei.

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- Impugnação parcial e efeitos (Art. 86 e 87)


- É possível liquidar a parte reconhecida do crédito.
- Se houver consulta prévia pendente, o prazo conta da resposta.

- Requisitos formais da impugnação (Art. 88)


- Deve conter autoridade destinatária, qualificação, fundamentos e provas.
- Declarar inexistência de ação judicial ou consulta sobre a matéria.
- Documentos devem ser rubricados e integrar os autos.
- A falsidade da declaração anula o processo a partir da impugnação.

Julgamento Administrativo (Art. 89 a 100)

- Competência e limites (Art. 89)


- Órgãos julgadores não analisam constitucionalidade ou legalidade de leis, salvo decisões
reiteradas do STJ ou decisão definitiva do STF.

- Pedidos preliminares e provas (Art. 90 a 92)


- Devem ser analisados previamente pedidos de diligência, perícia ou arbitramento.
- Julgador forma livre convicção e pode determinar provas necessárias.
- Pode decidir matéria não impugnada apenas em caso de erro comprovado.

- Novos autos e complementações (Art. 94)


- Havendo fato tributável não contido no lançamento, deve ser lavrado novo auto, com prazo de
30 dias para nova impugnação.

- Distribuição dos processos e decisões (Art. 95 a 97)


- Processos distribuídos alternadamente e julgadores substituem-se conforme antiguidade.
- Não cabe pedido de reconsideração (salvo exceção legal).
- Decisões devem conter relatório, fundamentos, dispositivos aplicados, quantias e intimação.

Erros, Omissões e Defeitos Sanáveis (Art. 98 a 100)

- Inexatidões materiais e erros de cálculo podem ser corrigidos de ofício ou a pedido.


- Omissões, dúvidas ou contradições podem ser sanadas mediante representação ao órgão
prolator.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

- Requerimento de correção suspende prazos recursais.

Partes e Capacidade Processual (Art. 101 e 102)

- São partes o Estado e o contribuinte/responsável.


- Atuação pode ser pessoal, por representante legal ou por procurador com mandato específico.

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- É permitido examinar e copiar autos quando houver prazo em curso.

Eficácia e Execução das Decisões (Art. 103 a 108)

- Decisões definitivas (Art. 103)


- Tornam-se definitivas quando se esgotam prazos e não há recurso cabível.

- Execução das decisões (Art. 104 a 107)


- Decisão definitiva impede novo julgamento administrativo.
- Sujeito passivo é intimado para cumprir decisão no prazo de 30 dias.
- Autos são remetidos à SUDEFI/PDA quando não cumprida a decisão.
- Depósitos são convertidos em renda quando desfavorável; devolvidos quando favorável ao
contribuinte.
- Mercadorias apreendidas podem ser vendidas em leilão conforme decisão.

- Intimação (Art. 108)


- Contribuinte deve ser intimado em qualquer resultado; se não encontrado, faz-se edital.

Dicas Pontuais ao Estudar o Procedimento

- Observe sempre os prazos: 30 dias para impugnação, 10 dias para correção de erros.
- Verifique a exigência de documentos rubricados e da declaração de ausência de duplicidade
com processo judicial.
- Identifique quando a impugnação não produz efeitos (intempestiva, ilegítima ou protelatória).
- A decisão definitiva impede rediscussão administrativa.
- ATENÇÃO: erros materiais podem ser corrigidos mesmo após a decisão.

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Exercícios de Fixação - Questões Inéditas LS

Julgue os itens abaixo, assinalando (C) CERTO ou (E) ERRADO.


Assuntos: Artigos 83 a 108 do Decreto nº 13.796/1988
Tempo de resolução ideal: 10 minutos

QUESTÕES INÉDITAS

(1) - A impugnação da exigência ou da imputação de responsabilidade solidária deve ser


apresentada, por escrito, no prazo de 30 dias, a contar da ciência da intimação.

(2) - A impugnação tempestiva suspende a exigibilidade do crédito tributário, inclusive quando


decorrente de infração por falta de recolhimento, ainda que não haja comprovação de erro no
valor lançado.

(3) - Não se instaura litígio em relação à matéria que não tenha sido expressamente impugnada
ou questionada na impugnação.

(4) - A impugnação apresentada fora do prazo legal instaura litígio, mas não suspende a
exigibilidade do crédito tributário.

(5) - A autoridade julgadora pode decidir de ofício matérias não litigiosas exclusivamente na
hipótese de erro comprovado.

(6) - A decisão deve ser clara e precisa, conter relatório, fundamentos de fato e de direito e indicar
os dispositivos legais aplicados.

(7) - São partes no processo administrativo tributário o Estado e o contribuinte ou responsável por
obrigações tributárias.
PAULO MORAIS - 063.195.774-01

(8) - A intervenção do contribuinte no processo administrativo tributário faz-se exclusivamente


por intermédio de procurador com instrumento de mandato específico.

(9) - A decisão definitiva impede que a matéria seja submetida a novo julgamento na esfera
administrativa.

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(10) - A decisão definitiva desfavorável ao sujeito passivo é cumprida, entre outras formas, pela
conversão do depósito em renda da Fazenda Estadual.

QUESTÕES INÉDITAS COM COMENTÁRIOS E GABARITO

1. A impugnação da exigência ou da imputação de responsabilidade solidária deve ser


apresentada, por escrito, no prazo de 30 dias, a contar da ciência da intimação.
Comentário:
O texto repete de forma literal o caput do art. 83, que estabelece exatamente esse prazo e essa
forma de apresentação.
Gabarito: Certo.
(Art. 83)

2. A impugnação tempestiva suspende a exigibilidade do crédito tributário, inclusive quando


decorrente de infração por falta de recolhimento, ainda que não haja comprovação de erro no
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valor lançado.
Comentário:
O §1º do art. 83 afirma que a impugnação NÃO suspende a exigibilidade quando a infração
decorrer de falta de recolhimento, exceto se comprovado erro no valor lançado. A questão
inverteu essa condição, afirmando que suspende mesmo sem comprovação de erro.
Gabarito: Errado.

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(Art. 83, §1º)

3. Não se instaura litígio em relação à matéria que não tenha sido expressamente impugnada ou
questionada na impugnação.
Comentário:
A frase reproduz integralmente a literalidade do art. 84.
Gabarito: Certo.
(Art. 84)

4. A impugnação apresentada fora do prazo legal instaura litígio, mas não suspende a
exigibilidade do crédito tributário.
Comentário:
O art. 85, I afirma que impugnação apresentada fora do prazo não instaura litígio e não suspende
a exigibilidade. A questão erra ao afirmar que instaura litígio.
Gabarito: Errado.
(Art. 85, I)

5. A autoridade julgadora pode decidir de ofício matérias não litigiosas exclusivamente na


hipótese de erro comprovado.
Comentário:
A redação corresponde exatamente ao texto do art. 92.
Gabarito: Certo.
(Art. 92)

6. A decisão deve ser clara e precisa, conter relatório, fundamentos de fato e de direito e indicar os
dispositivos legais aplicados.
Comentário:
O enunciado é idêntico ao conteúdo do art. 96, que lista esses elementos como requisitos
obrigatórios da decisão.
Gabarito: Certo.
(Art. 96)
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7. São partes no processo administrativo tributário o Estado e o contribuinte ou responsável por


obrigações tributárias.
Comentário:
A redação reproduz exatamente o art. 101.
Gabarito: Certo.

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(Art. 101)

8. A intervenção do contribuinte no processo administrativo tributário faz-se exclusivamente por


intermédio de procurador com instrumento de mandato específico.
Comentário:
O art. 102 afirma que a intervenção pode ser pessoal, por representante legal ou por procurador. A
palavra “exclusivamente” torna a assertiva contrária ao texto da lei.
Gabarito: Errado.
(Art. 102)

9. A decisão definitiva impede que a matéria seja submetida a novo julgamento na esfera
administrativa.
Comentário:
Corresponde exatamente ao que determina o art. 104, caput.
Gabarito: Certo.
(Art. 104)

10. A decisão definitiva desfavorável ao sujeito passivo é cumprida, entre outras formas, pela
conversão do depósito em renda da Fazenda Estadual.
Comentário:
O conteúdo repete fielmente o inciso I do art. 106.
Gabarito: Certo.
(Art. 106, I)

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Relatando inconsistências nas tarefas de estudos


Querido(a) aluno(a), caso você encontre alguma inconsistência em alguma tarefa da sua meta,
favor nos avisar por meio do botão “Relatar erro” dentro do sistema. Ele fica localizado dentro de
cada tarefa, na tela Meta Atual.

O texto do Relato de Erro deve detalhar a(s) inconsistência(s) com informações suficientes para
que possamos identificar o problema e acionar a equipe técnica para corrigi-lo.

Para sanar dúvidas de como utilizar suas metas


Para sanar dúvidas de como utilizar suas metas, vale salientar que você deve entrar em contato
diretamente com seu professor(a) orientador(a), por exemplo, para solicitar uma ajuda para
encontrar um determinado material, para solicitar uma orientação de como seguir determinada
matéria pelos assuntos, ou ainda, quando houver dificuldades para seguir as instruções para
acessar um link da meta, entre outros.

Lembre-se que você pode contar com seu professor orientador para o que precisar. Ele irá te
acompanhar e sanar todas as suas dúvidas durante todo seu percurso de concurseiro até sua
aprovação.

Sugerimos que faça o download de todo o material teórico


Por fim, reforçamos o pedido de baixar todo material teórico indicado em sua meta assim que
receber suas primeiras tarefas, a fim de evitar que você perca o seu acesso, uma vez que o curso
pode limitar o tempo de acesso.

Contamos com a sua colaboração para fazer uma LS ainda melhor!

Pedagógico LS Concursos
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Atenção! Caso você não tenha o material indicado, não há qualquer prejuízo para seu estudo
desde que siga os assuntos e tópicos expressamente citados e consulte seu professor orientador
em caso de dúvida sobre o que estudar. O professor orientador dirá se o material que você
pretende utilizar está adequado (mesmo não sendo o expresso na tarefa) e irá orientá-lo da
mesma forma. A LS entende que o mercado de materiais didáticos para concursos é amplo e o
aluno pode encontrar algum material não indicado na meta que seja apropriado ao seu estudo.
Nesse caso, como as dicas são segregadas por assuntos, as mesmas são integralmente ajustáveis
a quaisquer materiais de excelência do mercado. Lembrete importante! Caso o material indicado
esteja disponível para venda, procure comprá-lo diretamente no site de venda para não gerar
qualquer atraso ou óbice no cumprimento da meta.

Nossa missão

"Conduzir nossos alunos, por meio de um planejamento personalizado, rumo à aprovação em


concursos públicos, de forma otimizada, construindo uma relação de confiança, ética e respeito"

Nossa visão

"Consolidar o estudo planejado como ferramenta de transformação, difundindo o acesso à


aprovação ao maior número possível de pessoas"

Nossos valores

•Honestidade •Inovação •Trabalho em equipe •Atendimento humanizado •Excelência técnica

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