0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações2 páginas

DevOps e QA em Fintech: Segurança e Qualidade

Aula

Enviado por

Prof. Luis Pires
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações2 páginas

DevOps e QA em Fintech: Segurança e Qualidade

Aula

Enviado por

Prof. Luis Pires
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

CASE: SPRINT DE DEVOPS & QUALITY ASSURANCE - IMPLEMENTANDO

SEGURANÇA E QUALIDADE EM UMA FINTECH

Proposta de aula teste para o projeto 10 - Esteira ágil de produção de software

Cenário:
O projeto baseia-se na premissa de que a garantia de qualidade de software e a segurança
em pipelines de CI/CD são importantes para o sucesso de aplicações modernas,
especialmente em contextos de startups fintech que lidam com dados sensíveis e
transações financeiras. A FinPay, uma startup de pagamentos digitais em fase de
crescimento, enfrenta desafios críticos: vazamentos recentes de credenciais em repositórios
públicos, ausência de testes automatizados consistentes, e violações das características de
qualidade definidas pela ISO 25010 (especialmente Security, Reliability e Maintainability).
Pretende-se estruturar um pipeline completo de DevOps que garanta:
(1) proteção contra vazamento de credenciais através de ferramentas de secret scanning e
vault management;
(2) execução automatizada de testes em múltiplas camadas (unitários, integração,
segurança, performance); e
(3) monitoramento contínuo da qualidade com base nos critérios da ISO 25010. O projeto
considera o uso de ferramentas modernas como GitHub Actions/GitLab CI, SonarQube,
OWASP ZAP, Trivy, HashiCorp Vault, e frameworks de teste automatizado, garantindo que
cada deployment atenda aos padrões de qualidade e segurança estabelecidos.

Proposta:
Diante do cenário acima, você precisará elaborar uma aula prática (30 minutos) para
conduzir os alunos pelo processo de implementação de um pipeline DevOps seguro e
com garantia de qualidade, devendo conter (ou parte deles) os seguintes itens:

●​ Pipeline de CI/CD com Quality Gates


●​ Secret Scanning e Credential Protection
●​ Implementação de GitGuardian/TruffleHog para detecção de credenciais
●​ Configuração de HashiCorp Vault ou AWS Secrets Manager
●​ Rotação automática de secrets e políticas de acesso
●​ Estratégia de Testes Automatizados (ISO 25010: Reliability, Maintainability)
●​ Quality Gates baseados em ISO 25010
●​ Security: análise de vulnerabilidades (Trivy, Snyk)
●​ Maintainability: análise estática de código (SonarQube)
●​ Reliability: testes de resiliência e fault injection (Chaos Engineering básico)
●​ Performance Efficiency: métricas de tempo de resposta e uso de recursos
Premissas:
O contexto da aula acontece em uma sprint planning
A sprint tem timebox de 15 dias
A turma é formada por 5 grupos com 8 integrantes cada
É permitido o uso de qualquer ferramenta para suporte à aula (ferramentas open-source ou
cloud gratuitas)
É permitido o uso de metodologias ativas para suporte à aula (Problem-Based Learning,
Pair Programming, Code Review colaborativo)
Cada grupo deverá simular uma squad DevOps com papéis definidos: DevOps Engineer,
Security Engineer, QA Engineer, Developer, SRE

Em relação ao entregável proposto:


A sprint planning deverá planejar a elaboração de um relatório técnico-executivo que
contemple:

(1) o mapeamento detalhado entre as características de qualidade da ISO 25010 (Security,


Reliability, Maintainability) e as práticas DevOps implementadas, com matriz de
rastreabilidade ligando características a ferramentas, métricas e quality gates;

(2) análise quantitativa do risco e impacto financeiro de vazamento de credenciais, incluindo


cálculo de ROI da implementação de controles preventivos;

(3) definição de KPIs e thresholds baseados em ISO 25010 e DORA metrics;

(4) simulação de cenários críticos (credenciais hardcoded, vulnerabilidades, degradação de


performance) demonstrando como o pipeline bloqueia problemas;

(5) justificativa técnica da arquitetura do pipeline CI/CD, incluindo escolha de ferramentas e


estratégia de branching; e

(6) documentação de compliance com geração automática de evidências para auditoria e


rastreabilidade completa do ciclo de vida do software.

Você também pode gostar