RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA COLUMNA
A. PROTOCOLO DE ESTUDIO
O estudo é realizado nos planos sagital e axial. Em alguns centros, padronizam o
coronal em duas sequências.
Os sagitais devem ser realizados em T1 e T2. Atualmente, recomenda-se a aquisição
de pelo menos uma sequência de supressão de gordura, (STIR ou T2 fat sat), que geralmente é sagital,
muito sensível ao edema ósseo (úteis para detecção de fratura vertebral ativa, lesões
tumorais ou lesões inflamatórias infecciosas.
Se realiza estudo axial DPT2 em pontos padronizados, como os espaços
intersomáticos, ou no caso, em pontos de localização de patologia.
Na coluna cervical, é útil a utilização de sequências T2* EG, para distinguir
lesões "duras" como osteófitos / calcificações (hiposseñal em T2* EG) de lesões
"blandas" como o disco herniado (hipersinal T2*EG).
O plano coronal geralmente não é incluído nos estudos de rotina, embora seja recomendável
incluir um coronal T1. Adiciona-se sempre diante da suspeita ou na avaliação de pacientes
com escoliose.
O uso do contraste paramagnético é reservado para o estudo de suspeita de patologia
inflamatória ou infecciosa e suspeita de tumores ósseos ou de partes moles. Nesses
É útil realizar sequências T1 com supressão de gordura pré e pós-contraste.
As sequências de ressonância magnética ponderadas em T2 oferecem informações na
distribuição do LCR.
Atualmente, em alguns centros, o uso de cortes finos (sequências) tem se generalizado.
3D) e reconstruções. As sequências de difusão, perfusão, fase–fase oposta se
usam menos frequentemente e geralmente para caracterizar lesões tumorais.
B. INFORME TIPO
RESSONÂNCIA DE COLUNA (atenção à região anatômica)
A altura e a morfologia dos corpos vertebrais estão normais.
Não há alterações do sinal ósseo.
Alinhamento e dimensões do canal normais.
Médula (e cono medular) centrada, de calibre e sinal normais.
Altura dos espaços discais conservada.
Espaço subaracnóideo livre.
Conclusão: exploração sem achados valiosos.
C. LECTURA SISTEMÁTICA
1. Visão geral
2. Alinhamento
3. Estructuras óseas
4. Médula / Raízes
5. Articulações / canal / recessos
6. Outros (partes moles, sacro, sacroilíacas)
1. VISIÓN GENERAL
A avaliação da coluna deve começar com uma visão geral.
É importante, de entrada, identificar grandes alterações do tipo de trauma recente ou
enfermedad metastásica, o bien afectaciones generalizada o difusas. También, de vista
inicial puede localizarse la existencia de alteraciones focales de tipo tumoral o
infeções. Também pode ser avaliada a existência de mudanças degenerativas, com um
análise inicial da severidade.
Para fazer uma primeira aproximação geral, os planos são muito úteis.
sagitais, especialmente T2 ou STIR.
É muito importante concordar sobre a localização das lesões, caso existam.
anomalias de transição. Estas devem ser documentadas para favorecer a correta
correlação entre sintomas e achados.
Nesses casos, a identificação exata de níveis pode ser muito difícil em situações em
as que não dispomos de sagitais de coluna completa ou RX anteriores.
Podem ser utilizadas as seguintes estruturas de referência:
Cono medular costuma corresponder com L1
Arteria renal derecha : generalmente marca el nivel L1-L2.
Bifurcación aortica : En la mayoría de pacientes a nivel del disco L4–L5.
Ligamento iliolumbar : Conecta la transversa de L5 con la cresta ilíaca.
2. ALINEAÇÃO
Para valorar a alinhamento, são úteis os planos sagitais. Trata-se de poder analisar se a
a relação dos corpos vertebrais entre si é correta, se podem se continuar as
corticais anteriores, posteriores e laterais.
Se o contexto clínico do paciente é de trauma recente, a presença de desalinhamentos
requer avaliar cuidadosamente a existência de fraturas.
Se não houvesse um antecedente traumático, a causa mais comum de perda da normal
Alineação são as mudanças degenerativas que condicionam uma espondilolistese
degenerativa.
I. ESPONDILOLISTESE
A espondilolistese consiste no deslocamento de um corpo vertebral sobre outro.
Embora possa ocorrer em qualquer direção, o mais comum é que ocorra no sentido
anterior. O plano coronal normalmente não é obtido, mas em suspeita de escoliose
pode ser útil. Para avaliar o alinhamento sagital, é útil seguir, como em RX simples,
a linha hipointensa do ligamento vertebral comum posterior.
As listeses, ou alterações na alineação, podem ser graduadas:
I: deslocamento de 25%
II: deslocamento de 50%
III: desplazamiento del 75%
IV: deslocamento de 100%
Tomamos como referência a linha que continuaria o ligamento vertebral comum
posterior, e nos fixamos no deslocamento de uma sobre a outra. É nomeado em
referência à vértebra superior, por isso, quando a superior estiver deslocada em
sentido anterior será uma anterolistese, e em sentido posterior uma retrolistese.
Se uma espondilolistese for visualizada, deve ser realizado um estudo cuidadoso das pars.
articularis.
Os defeitos na pars podem ser devidos a anomalias congênitas ou a
microtraumas repetitivos que condicionam a evolução para fratura. Os defeitos nas pars
son más comunes a nivel L4–L5 que en resto de niveles. Pueden asociarse a callos y
esclerose na vizinhança das localizações do defeito.
É importante diferenciar os autênticos defeitos com solução de continuidade, que
causarão espondilolistese por espondilólise, das elongações com estreitamento
que ocorrem nas espondilolisteses degenerativas.
A sequência ótima para a avaliação da pars é o sagital T1.
O grau de afetação da pars pode ser medido:
Grau 1: O sinal é homogêneo na pars.
Grado 2: Existe esclerose óssea na pars.
Grado 3: Indeterminada.
Graus 4: Descontinuidade
uma única cortical.
b- as duas corticais.
Espondilolistese degenerativa: A pars pode estar intacta, uma vértebra se desloca.
sobre a outra, e ocorre um "beliscão" do espaço, com diminuição do diâmetro
antero posterior do canal naquele ponto. A instabilidade aumenta com as mudanças
degenerativos, que geralmente acompanham, a nível interapofisário.
A consequência do deslocamento vertebral é uma diminuição do diâmetro
vertical dos buracos de conjunção, com aumento do diâmetro horizontal (como um
("cisalhamento"). Essa diminuição pode comprometer o suficiente para afetar
às raízes.
Afectación foraminal en la espondilolistesis degenerativa.
Espondilose espondilolítica: Existe um defeito bilateral nas pars, com alargamento
do diâmetro antero-posterior do canal, que ocorre porque existe um deslocamento
dos elementos do arco anteriores à solução de continuidade, enquanto a porção
posterior continua fixa ao restante dos elementos posteriores, assim o canal se amplia.
É importante ter em mente, no entanto, que embora o canal se amplie, podem ser
produzir estenose de recessos pela aparição de calos de fratura.
Comparación espondilolisis y espondilolistesis degenerativa.
II. LESIONES LIGAMENTOSAS
A causa da desalineação pode ser uma lesão ligamentar.
Los ligamentos que colaboran en el mantenimiento de la estabilidad de la columna son:
O ligamento longitudinal comum anterior, o ligamento longitudinal comum posterior e
os componentes do complexo ligamentoso posterior (interespinhoso, supraespinhoso e
cápsula facetária
Esses ligamentos são muito melhor visualizáveis em sequências sensíveis à detecção de
edema, sagitais (STIR ou T2 FAT SAT). Sua aparência normal é muito hipointensa em
estas sequências.
Os ligamentos vertebrais comuns devem estar firmemente aderidos ao ânulo
fibroso dos discos.
As margens laterais do LLP não se aderem diretamente ao anel, deixando um
espaço que constitui o espaço epidural anterior. Pode ser ocupado por extrusões ou
fragmentos discais. Além disso, as hérnias discais podem provocar
desplazamientos del mismo. Las discontinuidades focales (que pueden asociarse a
edema, hemorragia ou desalinhar) são sinais de ruptura ou perfuração.
No contexto de traumas agudos, a alteração na intensidade do sinal do LLP ou LLA
indica rupturas parciais.
3. ESTRUCTURAS ÓSEAS
As estruturas que contêm medula óssea devem ser avaliadas por suas características de
sinal.
As características de intensidade de sinal variam atendendo ao equilíbrio que exista entre
os elementos produtores de sangue e a gordura. Geralmente, o conteúdo gorduroso
aumenta com a idade. Assim como se analisa a intensidade do sinal do corpo vertebral, a
intensidade do sinal dos demais elementos ósseos que compõem a vértebra também
deve ser analisado. O objetivo é detectar a presença de lesões focais.
De forma geral, a presença de edema nas estruturas que contêm medula óssea
é indicativa de trauma, isquemia, infecção ou neoplasia.
I. LESÕES FOCAIS
As lesões vertebrais focais que aparecem com mais frequência são os hemangiomas,
que têm uma aparência típica de alta intensidade de sinal em sequências T2, e alta
intensidade de sinal em sequências T1, devido ao seu conteúdo de gordura. Quanto maior o conteúdo
De gordura existe nos indica menor atividade do angioma.
As lesões focais com sinal alto em T1 geralmente são benéficas, independentemente de
sinal em T2. A exceção mais importante é o melanoma metastático.
Os ilhéus ósseos também apresentam uma aparência típica com hipointensidade em
secuências T1 e T2, e margens em escova, nem sempre visíveis em RM.
No contexto da doença de Scheuermann pode-se observar a presença de
nódulos de Schmörl, correspondentes a herniações intraesponjosas. A medula óssea
que rodeia essas herniações costuma mostrar edema (e, subseqüentemente, realce após o uso
de contraste paramagnético)
Ejemplos de Nódulo de Schmorl (derecha) y limbus (izquierda)
Dentro das lesões focais, também podem ser observadas a presença do limbo.
vértebras, que correspondem à separação de um pequeno fragmento triangular das
apófise dos corpos vertebrais. Podem ocorrer como anomalias do desenvolvimento ou ser
traumáticos. Podem ser o desencadeador de hérnias retromarginais anteriores.
Os pedículos são um local frequente de processo metastático.
A alteração do sinal no arco posterior costuma estar associada a fenômenos degenerativos.
em articulações facetárias. No diferencial: espondilólise, osteoma osteoide, reação
a fratura de estresse, tumores e metástases.
II. LESÕES MÚLTIPLAS/DIFUSAS
As lesões múltiplas que não atendem aos critérios de lesões benignas, como as anteriores.
mencionadas, em aparecimento multifocal, devem levantar o possível diagnóstico de
metástase ou mieloma múltiplo.
A existência de hipointensidade global em sequências T1 e aumento de sinal em
As sequências T2, de forma difusa, podem dever-se também a falha na conversão de
médula vermelha em amarela, ou bem a reconversão em médula vermelha de médula previamente
amarelo, como se observa em estados nos quais se estimula a produção
hematopoiética (anemia por doenças crônicas, anemia falciforme, talassemias)
Os processos infiltrativos também provocam alteração na intensidade do sinal medular,
difusa (leucemia, linfoma, Gaucher, granuloma eosinofílico, mucopolisacaridosis). Por
último, podem ocorrer casos em que o que aumenta seja a quantidade de gordura na medula
(como nas anemias aplásticas, RT e QT).
Os corpos vertebrais apresentam uma altura regular, assim como uma morfologia definida
nos planos sagital e axial. A perda de altura dos elementos vertebrais pode ser
devida à presença de fraturas de origem osteoporótica ou patológica (presença de
afecção tumoral). Esta condiciona além de uma alteração na morfologia do corpo
vertebral, dependendo se ocorre na porção anterior (cunei), média (bicôncava)
o posterior. Para essas perdas de altura existe uma graduação atendendo ao grau de
colapso vertical, no caso de fraturas osteoporóticas.
Atendendo à morfologia, é importante avaliar os limites do corpo vertebral,
que não estejam expandidos, nem abombados, que poderia traduzir a existência de LOE.
É importante também valorar a continuidade cortical (ruptura em processos tumorais) e
possíveis irregularidades, (processos inflamatório–infecciosos)
Os pedículos são locais frequentes de processo metastático.
Atenção especial à infiltração difusa porque pode passar despercebida (por
difusa), é útil comparar com o disco em T1 (sinal do disco hiperintenso - quer dizer
que existe infiltração de MO)
Atenção com o Mieloma
As fraturas podem ser de características benignas
- Pode haver hipointensidade difusa em sequências T2 (embora possam existir
lesões focais hiperintensas
A hiperintensidade em T2 não pressupõe atividade tumoral, uma resposta positiva
al tratamiento puede convertir lesiones hipointensas en hiperintensas.
4. MÉDULA / RAÍCES
Em primeiro lugar, é necessário avaliar a intensidade do sinal, a presença de anomalias na
morfologia, como engrossamentos e massas.
As alterações de sinal de forma difusa correspondem a mielomalácia. A
a mielomalacia pode ter múltiplas causas, traumáticas, infecciosas, carenciais,
tóxicas, pós-radioterapia, inclusive idiopáticas.
Uma alteração na sinal medular de características típicas é a hidrossiringomielia.
Representa uma dilatação ependimária, é central, e suas causas podem ser múltiplas,
desde a existência de uma obstrução mecânica (massas, compressões), até
idiopática. Nos casos em que aparecer como achado, é importante avaliar seu
extensão (coluna completa) e tentar demonstrar a possível causa.
Os artefatos de fluxo do LCR são mais frequentes em crianças, no segmento torácico.
geralmente hiper em T1 e hipo em T2. Se corrigem em sequências EG (TR e TE curtos).
Artefato de fluxo
Las contusiones de la médula espinal en el paciente traumático tienen que diferenciarse
entre hemorrágicas (mau prognóstico) - não hemorrágicas (melhor prognóstico). A gravidade
da hemorragia se estabelece em relação com a extensão, de forma que se superam
nos dois corpos vertebrais a possibilidade de recuperação funcional é quase nula.
O cone medular deve estar livre e na altura de D12 a L2. Se o cone medular estiver por
debaixo de L1–L2 ou a espessura do filum terminale esteja acima de 2mm pode existir
anexação do mesmo. As raízes da erva-mate devem estar livres e descer em
sentido oblíquo anterior, até alcançar as foraminas, individualmente. Se existirem
aderências, pode ser um sinal de aracnoidite.
Em casos de estenose do canal, as raízes também perdem o alinhamento e adquiram
morfologia serpiginosa.
5. ARTICULAÇÕES, CANAL E RECESSOS
Existem dois tipos de articulações na coluna, as diartroses unicóndilas da área
cervicais e as facetárias, duas por cada nível e as articulações anfiartródicas
descobrirtebrais.
Para que uma união seja geometricamente estável, os pontos de contato devem definir um
plano. Na área cervical que é mais móvel dispomos de cinco pontos de contato,
discos, unciformes e facetas, enquanto nas regiões dorsal e lombar dispõe-se de
discos e facetas.
Tanto as articulações unciformes quanto as facetárias devem ter margens.
articulares regulares, suaves, sin uma quantidade significativa de líquido. Ao longo de toda
la columna son simétricas, pero en la región lumbar inferior las facetas pueden mostrar
diferente alineação sem que revista caráter patológico.
Em condições normais, a cápsula articular não é identificada.
A alteração mais frequente dessas articulações é a deformidade por sobrecarga
mecanismo que coloquialmente definimos como degeneração.
Signos de degeneración:
-Diminuição do espaço articular <2mm
-Osteófitos, hipertrofia de uncus ou facetas e do ligamento amarelo
Quistes subcondrais
Derrame articular e quistes sinoviais.
No interior do canal encontramos o ligamento amarelo que se estende pela face
anterior das lâminas, é fino e hipointenso. Quando ocorre degeneração do
mesmo, produz-se engrossamento, e é uma das principais causas de estenose de
canal e recessos radiculares. O mesmo acontece com as cápsulas articulares, embora seja
mais frequente que a dilatação ocorra na vertente posterior.
Para a avaliação articular, é útil o plano sagital, em primeira instância, e em segunda, o
plano axial.
A existência de estruturas quísticas em relação a facetas sinaliza, geralmente, a
existencia de dilataciones capsulares. Es importante ver si pueden generar algun tipo de
compromisso sobre recesso ou raiz, uma vez que pode mimetizar a presença de uma hérnia
discal, e as opções terapêuticas no caso de um cisto são diferentes.
Deve-se avaliar também o grau de degeneração da facetária (mínimo, moderado,
severo).
É importante saber que a extensão do fenômeno degenerativo facetário não se
correlaciona com a gravidade dos sintomas. Geralmente, se houver edema nas sequências
T2 é quando existirá tradução clínica em dor.
Na articulação discóververtebral existem dois elementos. Um disco cartilaginoso formado
a sua vez por dois elementos, um núcleo gelatinoso e um anel fibroso. O outro elemento é
o platô vertebral, lâmina óssea fundida ao corpo vertebral.
La evaluación de la articulación discovertebral puede iniciarse en el plano sagital. Los
sinais degenerativos precoces consistem em uma diminuição na intensidade do sinal de
la porción central del disco. Otro signo es el desdibujamiento de la transición entre el
núcleo pulposo e o anel fibroso. Em um estágio mais avançado, mas ainda cedo,
se produce disminución de su altura.
Além disso, com o avanço do processo degenerativo, pode haver fenômeno do vazio.
roturas anulares (realçam com administração de contraste paramagnético por
presencia de tejido de granulación).
As chamadas zonas de alta intensidade no disco referem-se a fissuras no ânulo.
fibroso, que se apresentam como áreas de hipersinal em T2. Podem ser degenerativas
mas também traumáticas. Alguns autores falam de um valor preditivo positivo para
dolor del 90%. Otras series hablan de un 50%. Conclusión: Importante la correlación
clínica, merecem menção.
As mudanças degenerativas nos corpos vertebrais se traduzem como mudanças na
cortical e osso subcondral.
Se conhecem como alterações Modic, e são classificados como
Tipo I: mudanças com edema, hipo em T1 e hiper em T2.
Tipo II: infiltración grasa, hiper en T1 y T2.
Tipo III: esclerose, hipo em T1 e T2.
As mudanças do tipo I têm um alto valor preditivo positivo, mas pouca sensibilidade.
para disco doloroso.
O diagnóstico diferencial entre mudanças degenerativas e discite deve se apoiar em
a suspeita clínica. Existem alguns sinais por RM que podem ser indicativos para a
existência de infecção.
Diante da suspeita de infecção, deve-se administrar contraste paramagnético (para
valorar possíveis abscessos–sequestros e infiltração de estruturas adjacentes).
No caso do diagnóstico diferencial entre espondilodiscite infecciosa e não
infecciosa(artropatias seronegativas):
Em todos os casos, é importante avaliar a repercussão sobre o canal, foraminas e
recesos.
Dentro das espondilites infecciosas:
Criterios que apoyan TBC(pero siempre con precaución!):
Masas paravertebrais bem definidas.
Abscesso paraespinhal ou ósseo com parede fina (“frio”).
Afectação de mais de dois corpos vertebrais.
Segmento torácico.
Afectação de corpos vertebrais descontínuos.
No acompanhamento das espondilodiscites infecciosas, é importante considerar que
podem existir progressão de mudanças no disco e pratos, apesar de que exista
melhora clínica e resposta ao tratamento. O melhor critério para melhora radiológica é
a substituição de gordura em sequências T1, mas isso costuma ser tardio.
O acompanhamento é principalmente indicado para descartar complicações.
A ruptura anular do disco é normalmente precursora da herniação do núcleo pulposo.
Se produz habitualmente na porção postero lateral do disco. Por si mesma, pode
generar lumbalgia. La existencia de otro tipo de roturas, circunferenciales o transversal,
não se associam com tanta frequência a lombalgia.
ABOMBAMIENTO se describe como una extensión circunferencial simétrica más allá
dos margens do prato.
PROTRUSÃO é uma extensão focal ou assimétrica com preservação do anel ou do
complexo ligamentar posterior. Neste grupo inclui-se o que geralmente
denominamos “hernia discal”. A base em relação ao disco do qual provém tem que
ser mais larga do que qualquer outro diâmetro da protrusão. Nós as chamamos difusas
quando são generalizadas, e focais se compreendem apenas 25% ou menos da
circunferência.
EXTRUSÃO é uma disrupção focal das fibras do ânulus. A base em relação ao
o disco do qual provém é mais estreito do que o diâmetro máximo da porção hérniada.
A continuidade se mantém, mas a porção herniada pode migrar, cranial ou
caudalmente. A RM não pode definir com exatidão se o anel está rompido ou não. Se
puede determinar si el disco permanece bajo el ligamento vertebral común posterior o lo
penetra.
SECUESTRO Existe discontinuidad de la porción herniada. El fragmento secuestrado
pode migrar e é necessário descrever onde se localiza. A utilização de contraste
pode ser útil para distingui-lo de outras lesões, como neurinomas, meningiomas,
quistes radiculares, raíces bífidas (el secuestro puede aparecer hiperintenso en T2 y GE
como estas lesiones)
A localização no plano axial é descrita como
As causas mais comuns de estreitamento de canal são a hipertrofia do ligamento
amarelo, a espondilolistese e a hipertrofia de facetas.
Para avaliar a possibilidade de compressão nervosa e a sua localização,
existem artigos que sugerem diferenciar três zonas. Nas diferentes zonas, a causa de
o compromisso pode ser diferente
Zona I: Inclui o recessos até a cortical medial do pedículo. O recessos está comprometido
por herniações discais, ou processos patológicos de origem posterolateral-inferior,
como a artrose facetária.
Zona II: Compreende a foramina. Pode ser obliterada na artrose facetária.
Zona III: Postforaminal. Pode existir comprometimento pela presença de hérnias laterais.
En las fases de degeneración avanzada o sobrecarga mantenida los trastornos descritos
se associam a osteófitos e definem a existência de espondilose.
A aparição de espondilose hipertrófica e precoce nos indica sobre a existência de
espondilose anquilosante difusa, transtorno que se caracteriza pela presença de
grandes osteófitos e calcificações paravertebrais com discos geralmente
mantidos.
Na idade avançada pode ser indistinguível do processo de envelhecimento. A
a presença de hiperostose na região anterior pode causar compressão na área
cervical, originando disfagia.
Também é necessário diferenciar a espondilose da existência de sindesmófitos, que
representam a ossificação do anel fibroso. Essas calcificações são verticais e
se estendem para o centro do corpo vertebral, acompanhando-se de edema local por
inflamação, baixa intensidade em T1 e brilho em T2, enquanto na espondilose
sempre existe um componente horizontal e normalmente não há inflamação associada.
O buraco de conjunção está demarcado tanto por elementos da coluna anterior
como da posterior.
É importante que a distância interpeduncular seja normal, assim como o comprimento.
pedicular, pois se não for assim existe uma estenose de canal congênita.
Cervical
Geralmente, o diâmetro sagital do canal cervical não deve ser menor que o diâmetro
sagital do corpo vertebral a essa altura.
-Sagital >13 mm
-Distância interpendicular cervical adulto >25 mm
Lombar
-Sagital >15 mm
-Distância interpeduncular lombar adulto >18 mm
No hay correlación directa con clínica y además hay que tener en cuenta las estenosis en
"T" típicas da degeneração – hipertrofia facetária (diâmetros conservados!)
No caso dos acondroplásicos, existe estreitamento do canal no diâmetro
interpeduncular (transverso).
Em pacientes que têm pedículos curtos congênitos, o canal está diminuído em
diâmetro anteroposterior.
Pode haver aumento do tamanho do pedículo na doença de Paget, causando
sintomas relacionados a estruturas neurais em recessos ou foraminas.
6. OUTRAS ESTRUTURAS
No estudo da coluna, muitas outras estruturas estão incluídas. É importante avaliar a
presença de massas, na região cervical ou torácica, em espaços pré-vertebrais.
A nível lombar, o estudo inclui estruturas retroperitoneais, como os rins ou o
psoas. É interessante avaliar a existência de alterações renais como cistos, tumores
a hidronefrose. As discites podem associar abscessos no psoas.
A existência de alterações no sacro, como fraturas por insuficiência ou afetamento de
sacroilíacas também pode ser avaliada.
CONCLUSIÓN
A existência de um sistema para a avaliação da coluna é útil para não
passar por alto qualquer condição patológica, mas nunca se deve esquecer que existe
envelhecimento que vai modificar as estruturas anatômicas.
A existência de alterações no estudo por imagem, por si só, no caso da
a coluna pode não necessariamente ser sintomática e, pelo contrário, alterações
sutis podem causar sintomas importantes. Em última instância, resulta imprescindível
realizar uma correlação abrangente entre achados radiológicos e sintomas clínicos.
Também não se deve perder de vista que os estudos padronizados refletem a condição
estática de la columna, por lo que pueden existir variaciones en su dinamismo que
condicionem clínica independentemente dos achados por imagem.
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