Síntese e Estudo de Cetonas e Pirazóis
Síntese e Estudo de Cetonas e Pirazóis
Faculdade de Ciências
Departamento de Química
MEMÓRIA
Apresentado por
Kheddar Fadéla
Em vista da obtenção do
Diploma de MESTRE
Thème
Síntese, caracterização e estudo da reatividade das cetonas
α, β-insaturada (chalconas) em relação à tiosemicarbazona:
Aplicação na síntese dos pirazóis
Wilaya de Saïda
Meus agradecimentos vão também ao Sr. Kebir Tahar, mestre conferencista B na universidade
de MoulayTahar de Saida ter aceitado examinar este trabalho.
Finalmente, sou grata a toda pessoa que contribuiu de perto ou de longe para
a realização deste trabalho.
A todos e a todas,
Nos votos de boa saúde
À altura da sua grande e nobre missão
Dedicações
Dedicatórias
Amados e caros pais pelo seu empenho, seu amor, seus sacrifícios e
seus incentivos. Que este trabalho seja, para eles, um fraco testemunho da minha profunda
afeto e ternura.
Ama irmã Amel, seu marido Mustapha e seus dois filhos Chaimaa e Mohamed.
Lista de abreviações
CoA coenzima A.
h hora.
°C grau Celsius.
% porcentagem.
mn milímetro.
PON peroxinitritos.
μM micrômetro.
DMF N, N dimetilformamida.
DMAc N,N-dimetilacetamida.
TMU tetrimetiluréia.
i-pr iso-propeno
Bt Benzotriazol.
Esquema. II. 10. Síntese dos pirazóis a partir dos epóxidos chalconas……………………33
Esquema. II. 37. Síntese dos pirazóis a partir dos enolatos e das halohidrazonas………….47
d’hidrazinas arílicas……………………………………………………………………….51
pro-2-en-1one…………………………………………………………………………………65
pro-2-em-1Um………………………...………………………………………....................…66
pro-2-en-1-ona…………………………………………………………………......................67
Figura. III. 7. Espectro IR de chalcona 3,5-difenil-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-
carbotiourea………………………………………………………………………………..73
1H-pirazol-1-carbotioamida……………………………………………….....................….79
I. 1. Introdução……………………………………………………………………….……..03
I. 2. Definição…………………………………………………………………………….…04
I. 3. Apresentação detalhada das calconas…………………………………………….………05
I. 3. 1. Biossíntese das chalconas……………………………………………………………05
I. 3. 2. Distribuição e Localização das chalconas……………………………………………05
I. 3. 3. Síntese orgânica das calconas……………………………………………….……07
I. 3. 3. 1. Reação de Claisen-Schmidt…………………………………………………...…..07
I. 3. 3. 2. Réaction de Suzuki……………………………………………………………...…12
I. 3. 3. 3. Reação de Sonogashira……………………………………………………………12
I. 3. 3. 4. Reação de Wittig-Horner……………………………………………………...….12
I. 3. 3.5. Formação de compostos α, β-insaturados utilizando o mesilato como
agrupamento partindo…………………………………………………………………..……….13
I. 3. 3. 6. Formação de compostos α, β-insaturados usando o APTS como catalisador…….13
I. 3. 3. 7. Formação de cetonas α, β-insaturadas utilizando o P2O5como catalisador……....14
I. 3. 3. 8. Formação de cetonas α, β-insaturadas utilizando cloreto férrico anidro
(FeCl3) como catalisador…………………………………………………………………….15
I. 3. 4. Les propriétés biologiques……………………………………………………………16
I. 3. 5. Atividade antioxidante…………………………………………………………………...16
I. 3. 6. Outras atividades biológicas………………………………………………………….18
I. 4. Exemplos de chalconas biologicamente ativas…………………………………………18
I. 5. Conclusão……………………………………………………………………………….19
Referência bibliográfica…………………..……………………………………………..…21
Introdução Geral
1
Introdução geral
2
PRIMEIRO CAPÍTULO
Estudos bibliográficos sobre os
I. 1. Introdução
Os chalconas e seus derivados são bem conhecidos como importantes produtos naturais devido a
suas propriedades biológicas e farmacológicas muito variadas. De fato, a maioria dos
Os chalconas sintetizados têm atividades inibidoras contraMycobacterium tuberculoses.
Os estudos biológicos e farmacológicos sobre os derivados chalconas mostraram
também que o núcleo(a) contendo um grupo hidrofóbico e o ciclo(b) contendo
substitutos da ligação de hidrogênio são melhores para a atividade antituberculosa(Fig. I. 2)
[3-6].
3
Capítulo I: chalcona e seus derivados
A estrutura básica das chalconas envolve dois ciclos benzênicos (aetb) e uma entidade
α, β-insaturada. O ciclo (a) deve conter um elétron grupo com déficit de elétrons como
os grupos alquilo (etila, metila, ...) a fim de ter uma melhor atividade biológica.
cycle(b) deve conter grupos ricos em elétrons hidrofóbicos ou eletroatratores
como halogênios, nitro e o grupo ciano para fornecer atividades interessantes.
O sistema conjugado contendo a parte enunciada desempenha um papel importante para a atividade, mas ...
modificações marginais desta parte não podem afetar a atividade. A posição para do
o ciclo(b) é importante para a atividade. A posição orto do ciclo(b) também melhora
a atividade, mas em relação à posição para é fraca. Os estudos QSAR realizados sobre
séries de chalcone provaram todos esses fatos. As chalconas estão particularmente presentes em
o vinho tinto, o chá, alguns cítricos, as maçãs, o acácia e a madeira de alcaçuz.
I. 2. Definição
4
Chapitre I : chalcone et ses dérivées
5
Chapitre I : chalcone et ses dérivées
Isosalipurpurina
(4,2’,4’,6’-
tetrahidroxi-calcona Batatas fritas, limão Tomas-Barberan, 2000
Retro-calcona
2’,4’-dihidroxi-6’-
metoxidihidrocalcona Fruto da Cedrelopsis grevei Koorbanally, 2003
2'-hidroxi-4',6'- Madagáscar
dimetoxichalcone
2'-hidroxi-3, 4, 5, 4', 6'-
pentametoxichalcona
2'-hidróxi-3, 4, 5, 4’- Neoraputia (brasileiro) Tomazela, 2000
tétraméthoxy-5',6'-
(2”,4”-dimetilpirano)
calcona
Naringenina-chalcona Tomates Le gall, 2003
Arabbi, 2004
Floridzina
Diferentes variedades de Vrhovsek, 2004
3-hidroxi-floridzina
batatas fritas
e de peras Chinnici, 2004
florétine-xiloglucosídeo
6
Capítulo I: chalcona e seus derivados
7
Capítulo I: chalcona e seus derivados
8
Chapitre I : chalcone et ses dérivées
9
Capítulo I: chalcona e seus derivados
Calcona flavanona
Esquema. I. 8. Equilíbrio químico entre chalcona e flavanona.
10
Chapitre I : chalcone et ses dérivées
2- Aldolização e crotonização
I. 3. 3. 2. Reação de Suzuki
11
Capítulo I: chalcona e seus derivados
1 2 3
I. 3. 3. 3. Reação de Sonogashira
4 5 6
I. 3. 3. 4. Reação de Wittig-Horner
12
Chapitre I : chalcone et ses dérivées
7 8 9
O O
OEt OEt
OH OMs OEt Índole
SraCl, NEt3
Índole
MeCN +
Cis e trans (82%) Cis e trans (18%)
10 11 12 13
Esquema. I. 13. Formação de cetonas α, β-insaturadas via uma mésilação de álcool
propargílico
13
Capítulo I: chalcona e seus derivados
OEt O
OH
APTS
+ MeCN, 2h N
N H
H 38%
10 14 (E) et 15 (Z)
Esquema. I. [Link]ção de cetonas α, β-insaturadas utilizando o APTS como catalisador.
OEt O
OH
P2O5
+ MeCN, 3h N
N H
H 40%
10 16 (E) e 17 (Z)
14
Capítulo I: chalcona e seus derivados
O álcool propargílico pode ser ativado com outros catalisadores ácidos e a lista de
estes podem ser longos. A título de exemplo, alguns grupos de pesquisa utilizaram o
cloreto férrico como ácido de Lewis para ativar o álcool propargílico e assim
favorecer uma substituição nucleofílica direta com cloreto férrico e dar o composto
18 (Esquema. I. 16) [18].
Ph HN Ph
OH
H FeCl3 H
+ N MeCN, 4,5h
H 60°C
10 18
Esquema. I. 16. Substituição nucleofílica direta com cloreto férrico como catalisador.
Com base no resultado indicado acima, o cloreto férrico foi utilizado com a
mesma quantidade (0,05 equivalente) para favorecer a substituição nucleofílica conjugada em
utilizando sempre o indol como entidade nucleofílica. A ativação bastante suave do álcool
propargílico com (FeCl3) deu 72% como rendimento do produto final o que constitui
uma clara melhoria, comparado com a ativação por P2O5et APTS (38% e 40%)(Esquema.
I. 17).
O
OEt
OH
H ClFe3 N
+ H
N MeCN, 24h, 72%
H
10 19 (E) e 20 (Z)
15
Capítulo I: chalcona e seus derivados
I. 3. 4. As propriedades biológicas
A presença da dupla ligação e do grupo carbonila nas chalconas confere-lhes
várias atividades biológicas. Entre essas atividades, podemos citar as atividades antibióticas, anti-
fúngico, anti-inflamatório [19]. Essas propriedades dependem do número e da posição dos
grupos hidroxilas ligados aos dois ciclos aromáticos, da presença ou não do
ligação dupla assim como grupos fixos na cadeia alifática.
I. 3. 5. Atividade antioxidante
Os mecanismos da ação de um antioxidante podem incluir
O aprisionamento direto de espécies reativas de oxigênio (ERO).
A inibição das enzimas e a quelação dos traços metálicos responsáveis pela
produção de ROS.
A proteção dos sistemas de defesa antioxidantes.
A xantina-oxidase é considerada uma fonte biológica importante de
radicais livres. Ela catalisa a oxidação da hipoxantina e da xantina em ácido úrico,
produzindo assim radicais superóxido. A 3,3',4,4'-tetrahidroxi-calcona foi testada
desde os anos 50 por pesquisadores em ratos[21], e revelou uma boa atividade
inibidora da xantina oxidase. Testes in vivo, em ratos, da naringenina-chalcona,
a hesperidina-chalcone e a phoridina demonstraram as mesmas atividades inibidoras de
xantina oxidase[21]. A inibição dessas moléculas depende da posição e do número dos
agrupamentos hidroxilas ligados aos dois ciclos aromáticos.
Foi mostrado que a atividade antioxidante dos flavonoides se deve principalmente aos
grupos OH ligados aos ciclos aromáticos. Esquema. I. 17 dá uma visão geral
do papel dos diferentes grupos funcionais presentes nas chalconas na atividade
antioxidante, com base nas concentrações necessárias para inibir 50% (IC50) de radicais
peroxinitrites (PON) e da peroxidação lipídica (LPO). Os resultados mostram que o
o grupo fenol que apresenta apenas um único grupo OH, é um fraco antioxidante. Quanto mais
aumenta o número de grupos OH, maior é a atividade antioxidante:
floroglucinol > resorcinol > fenol. Ela é ainda mais importante na presença do grupo
carbonila (2, 4, 6-trihidroxiacetofenona).
A florétina (uma diidrochalcona) apresenta uma forte atividade antioxidante e inibe
a peroxidação lipídica (Esquema I. 17). A forte atividade da 2, 6-dihidroxiacetofenona
é devido à estabilização de seu radical por tautomeria. A CI50a phlorétina é de 3,1 μM
para a inibição do PON e 24 μM para a inibição da LPO (Esquema I. 18).
16
Chapitre I : chalcone et ses dérivées
17
Capítulo I: chalcona e seus derivados
18
Chapitre I : chalcone et ses dérivées
21 22
O OH
O OH
HO
OH
23 24
O
N
MeO
25
19
Capítulo I: chalcona e seus derivados
I. 5. Conclusão
20
Capítulo I: chalcona e seus derivados
Referência
21
Capítulo I: chalcona e suas derivadas
[30]Viana, (2003).
[31]Yoshimasa, (2003).
[32] Haraguchi, H, Ishikawa, H, Mizutani, K, Tamura, Y, Kinoshita, T. Bioorg. Med.
Quim. 1998, 6, 339.
[33]Hua, Z. S, Luo, J. G, Wang, X. B, Wang, J. S, Kong, L. Bioorg, Med. Chem. Lett,
2009,19, 2728.
[34] Wu, X, Wi1airat, P. Go. M, Bioorg. Med. Chem. 2002, 12, 2299.
[35]Kumar, S. K, Hager, E. Pettit, c. Guru1ingappa, H, Davidson, N. E. Khan, S. R.1.
Med. Chem.2003,46,2813.
[36]Hsieh, H, Lee, T, Wang, J. Lin, [Link]'m. Res.1998,15, 39.
[37]Boeck, P, Bandeira Falcão, C.A, Leal, P.C, Yunes, RA, Filho, V.C, Torres Santos,
E.C, Rossi-BergmalID, [Link]. Mecl. Chem.2006,14, 1538.
[38] Rajendra Prasad, Y, Praveen Kumar, P, Ravi Kumar, P. Srinivasa Rao, A E.-[Link].
2008,5, 144.
22
SEGUNDO CAPÍTULO
Estudos bibliográficos sobre os
H
N
5 N2
4 3
23
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
ENTÃO2NH2
N
N N
N
H3C
N O
N
HO
CF3
Cl
24
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
Cl
Cl H
Cl N
N N
N
N
CN O
H
H3C N
O N
O método mais utilizado para obter os pirazóis substituídos consiste em uma reação de
ciclocondensação entre uma hidrazina ou tiocarboazida apropriada desempenhando o papel de
nucléophile bidenté e uma unidade carbonada apresentando dois carbonos eletrófilos em posição
1et 3 como um derivado 1,3-dicarbonilado A ou uma cetona α, β-insaturada B, Cet D (Esquema II.
1).
Ao usar substratos eletrofílicos não simétricos R1≠R2, uma mistura de duas regiões
Isômeros E e F são frequentemente obtidos se R3≠H, quando R3=H ocorre um rearranjo prototrópico ao redor.
pirazol é equivalente a F.
O O O O O
1 1 3 1 3
R1 1 3 R2 R1 3 R2 R1 R2 R1 R2
X
A B C D
X: Agrupamento
Partindo
R3-NHNH2
R3 R3
R2 N ou/et R1 N
N N
R1 R2
E F
Esquema. II. 1. Condensação dos derivados de hidrazina com sistemas carbonílicos conjugados.
25
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
R' NHNH2 Ar Ar
R R'' R N R'' N
+ N + N + 2.H2O
O O
R' R'' R' R
O mecanismo da reação passa primeiro pela formação de uma imina, seguido de uma
ciclagem intramolecular deshidratante para formar o pirazol (Esquema II. 3).
R R
R R H
O NH2NH2 N N N
NH2 NH N
O O R
R R HO R
26
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
27
Chapitre II : Pyrazoles et ses dérivés
R R
H
O N
O H 2N HCl 10N N N
+ DMAc, [Link]
Ar
N + R'
N
Ar R' R 24h
R' Ar
1 2 3 4
R'=CF3 3a/4a Ar=Ph; R=SO2NH277%; >99,8; 0,2 (Etanol: 55; 45)
3b/4b Ar=4-BrC6H4; R=Br 74%; 97; 3 (Etanol: 50; 50)
R'=CHF23c/4c Ar=Ph; R=SO2NH266%; 95,8; 4,2 (Etanol: 91; 9)
3d/4d Ar=4-MeOC6H4; R=Br 67%; 94; 6 (Ethanol: 86; 14)
R1=CH33e/4e Ar=Ph; R=SO2NH277%; 94; 6 (Ethanol: 86; 14)
3f/4f Ar=Ph; R=H 83%; 93; 7 (Etanol: 80; 20)
R R
H
N
O O H2N HCl 10N N N
+ DMAc, [Link]
Ar
N + CF3 N
Ar CF3 R 24h
C 2H 5 C2H 5 CF3C 2H 5 Ar
5 2 6 7
28
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
R3 R3
R1 N R2 N
O N N
R2 + R3 NHNH2 +
R1 R2 R1
R3 R3
N C6H4-R1 N
O C6H4-R2 N
R3-NHNH2 N
C6H4-R2
EtOH, 1h
+
C6H4-R1 Tamb C6H4-R1 C6H4-R2
8 9 10
Rendement isolé : 74-92% 15-91%
R1 ou R2=H, Me, NO2, Cl, OMe, Majoritário para R3=Me Majoritário para R3=Ar
29
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
OH
N
N
R1 R1 N
N
N R3 N R3
O
R2 R2
Ciclocondensação HO Oxidação
R1 R2 + R3 NHNH2 e/ou e/ou
R2 N R2 N
N R3 N R3
R1
HO R1
30
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
N N
N N
13 14
59%
R=H
O
MeO MeO
PhNHNH2
DMSO, 85°C
R
MeO
N
R=H 12a R=Et N
R=Et 12b
15 R
MeO
O R1 N R1 N R1 N
R3-NHNH2 LDA, RI MnO2
R1 R2 N R3 N R3 N R3
16 DMF, Argon ou DDQ
17 R 18 R19
R2 R2 R2
61-74% 36-97% 66-88%
31
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
Ar1 Ar2
+
Ar3 NHNH2
H
Ar3 NH2 N
O N N Ar3
Ar2 N Ar2
Ar3 N Ar3
(N- + ( +N
H -
H
17
Ar1 22 Ar
1
32
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
O O
R1 R6 R1 R6
H2O2/OH-
0°C O
R2 R5 R2 R5
R3 R4 R3 24 R4
23
NH2NH2. H2O
R6 R6
H H
N N
N AcOH N
R5 H2ENTÃ[Link] R5
R1 R1
R4 OH R4
R2 26 R2 25
R3 R3
71-83% a partir do epóxido
Esquema. II. 10. Síntese dos pirazóis a partir dos epóxidos chalconas.
R3 R3
R1 N R1 N
N N
O
X
Eliinação
R1 R2 + R3 NHNH 2 + R2
-HX + R2
X
R3 R3
R2 N R2 N
X: Br, NR2Benzotriazol,... N N
X
R1 R1
Esquema. II. 11. Síntese dos pirazóis a partir de cetonas vinílicas que possuem um
agrupamento partindo.
33
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
tBu
H
N O O N
EtO2C EtO2C
N [Link] NH2NHC(CH)3HCl N
OEt
EtOH, Tamb, 1h R EtOH, Refluxo, 1h
O O O
Eu2N
R R
29 27 28
74-94% R=CF3, Aryle, HétéroAryle 73-91%
O O O O
O O
OEt OEt
OEtNH2NHC(CH)3. HCl R -NHMe2 R
R
O O
O Eu2N NH2NHC(CH)3 NH2NHC(CH)3
Eu2N 27 30 31
Ciclização
-H2O
tBu
EtO2C N
N
O
R
28
Esquema. II. 13. Mecanismo de obtenção dos pirazóis a partir de enaminodicetona.
34
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
R R
Bt Ph R1 N N
R-NHNH2 N NaOC2H5/C2H5OH R1
N
Refluxo
R1 32 O 33 34 Ph
Bt Ph
nBu-Li
R2-I
R R
R1 N N
N NaOC2H5/C2H5OH R1
N
Refluxo
R2
Bt 35 Ph R2 36 Ph
R=Eu, R1=Ph, 90%; 4-MeC6H4, 86%; i-Pr, 50% Bt: Benzotriazol
R= Ph, R1=4-MeC6H4, 81%; 3-piridil, 94%; i-pr, 60%
R3=alquila, alila, benzoíla; 73-99%.
35
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
valide o mecanismo proposto. Estes últimos também sugerem dois mecanismos (caminhos b ou
c) para a formação dos outros regios-isômeros (Esquema II. 15) [15, 16].
CH3
R3-NHNH2
R1=Eu, Ph(CH2)2, i-Pr, t-Bu
DMSO
R1 N
20-28°C N R3=Eu, Bn, t-Bu
R2= CH3 R3
R1 R2
49-86%
O NH2 R2
R1= CH3
37 R2=Eu, Ph(CH2)2, it-Bu, 4-OMe-C 6H4NÃO2-C6H4
R3-NHNH2 H3C N
N R3=CO2Eu, COMe, CONH2
EtOH ou H2O/Tamb
Refluxo/ ou Gato R3
80-98%
Esquema. II. 15. Síntese dos pirazóis a partir das β-aminoenonas.
Voie a
R2
R1 R2 R1 NH2 HO
NH2NH-R3
N
R2 N
O NH2 O HN R1
NHR3
37 38 R3
R2
R1 N
N
R3
Esquema. II. 16. Mecanismo de formação dos pirazóis (Caminho a).
Via b e c
c
R1
R1 R2
NH2NH-R3
R2 N
O NH2 N
R3
b
36
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
O
O
H
+ H 3C
O
R
O R
+ 39
S
NH2
H 2N N
H R
NaOH, EtOH
Refluxo, 8h
N
N
NH2
O S
40
37
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
39sobre diversos aldeídos40em meio básico, seguida de uma dibromação das chalconas assim
obtenues(Schéma. II. 19).
O O O
KOH
+ EtOH
Ph R1 Ph R1
37 41
R2 R2
O O Br
Br2/CHCl3
Br
Ph R1 Ph R1
42
R2 R2
O Br NHNH2 O Br
R
Piridina
Br
+ Refluxo Br
Ph R1 ph R1
43
R2 R R2
Ph
R2
N
N
R1
R
R
44
38
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
II. 4. 1. 1. O diazometano
39
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
40
Chapitre II : Pyrazoles et ses dérivés
41
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
tautomérisation pour former l’intermédiaire61, lequel après hydrolyse fournit le produit final
(esquema. II. 26).
Em 2007, a equipe de Miller publica a síntese de silylpirazóis 62 por meio de uma reação de
cicladdição (3+2) entre o trimetilsililacetileno e o diazoacetato de etila, na ausência de
solvente[23]. Esta reação foi, em seguida, generalizada para outros derivados acetilénicos por
Legrosetcolaboradores (esquema. II. 27)[24]. Os acetilenos pouco reativos, como o
trimetilsililacetileno e o fenilacetileno reagem respectivamente em 24h e 48h sobre o α-
diazoacetato de etila 52. Após 48 horas de aquecimento, nenhuma reação é observada com
l’hexino. Além disso, a reação do α-diazo-fenilacetato de metila sobre o propiolato
d'etileno dá origem, como no caso desenvolvido anteriormente por Li, a uma migração do
agrupamento arílico. O composto65 é assim isolado com um rendimento de 60% após 16h de
aquecimento.
42
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
43
Chapitre II : Pyrazoles et ses dérivés
44
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
II. 4. 2. Os sidnones
Os pirazóis também podem ser obtidos por uma reação de cicloadição dos
sydnones78 sobre um alcino substituído[28]. Os sydnones são geralmente preparados por
nitrosação dos N-arylglicinas 77 seguida de uma ciclarização no anidrido acético (esquema.
II. 34).
45
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
Os pirazóis são obtidos por uma reação de cicloadição do tipo (3+2), após expulsão.
do dióxido de carbono do aduto inicial 79 e 80. Esta reação de cicloadição 1,3-
dipolar, descrita pela primeira vez por Rolf Huisgenen em 1962, essencialmente colocou em
jogo dos ésteres acetylenicos e geralmente leva a uma mistura de dois regioisômeros81
et82 (esquema. II. 35) [29].
II. 4. 3. As nitriliminas
46
Chapitre II : Pyrazoles et ses dérivés
Esquema. II. 37. Síntese dos pirazóis a partir dos enolatos e das halohidrazonas.
47
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
48
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
Dois anos depois, o grupo de Zecchi aplica essa estratégia à síntese de sulfonilas.
93et94en utilizando desta vez fenilsulfonilacetilenos[32]. Lá novamente, a
A seletividade regional obtida é independente do modo de geração da difenilnitri limina.
(esquema. II. 40).
49
Capítulo II: Pirazol e seus derivados
50
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
Como ilustrado abaixo, os α-bromoenais 102 também são excelentes substratos para
ce type de transformation(schéma. II. 43) [35].
51
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
52
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
A sequência desses trabalhos, os mesmos autores propuseram uma outra estratégia de síntese
baseada na utilização dos mesmos substratos e conduzindo de maneira seletiva a pirazóis
substitutos na posição 1, 3 e 4. Nesta nova abordagem, a ciclocondensação dos
nitrooléfines104 sobre as hidrazonas103 é realizada com o uso de uma base forte como o let-
BuOK[37]. Após o tratamento com um ácido forte, o pyrazol109 desejado é obtido sob a
forme de um único regiômeros (esquema II. 46).
O mecanismo proposto pelos autores passa por uma adição de Michael da hidrazona.
desprotonada110sobre a nitroolefina104para dar o intermediá[Link] ciclossação
A intramolecular fornece então o intermediário112, o qual, na presença de TFA, resulta em
manière irréversible au composé 113. Après élimination d’acide nitreux et oxydation, les
Os pirazóis tetrassubstituídos são obtidos (esquema II. 47).
53
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
II. 6. Conclusão
54
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
55
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
Referências Bibliográficas
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[19]H. V. Pechmann,chem. Ber,1898,31, 2950.
56
Capítulo II: Pirazóis e seus derivados
[25] J. W. Xie, Z. Wang, W. J. Yang, L. C. Kong, D. C. Xu, Org. Biomol. Chem, 2009, 7,
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[35] S. Dadiboyena, E. J. Valente, A. T. Hamme II, Tetrahedron Lett, 2010, 51, 1341.
57
TERCEIRO CAPÍTULO
Síntese e caracterização dos
chalconas e pirazóis.
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
III. 1. Introduction
58
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazolonas
O O
O
H NaOH, EtOH
+
25°C
59
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
60
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
Estrutura Tf(°C) R%
55 85
1,3-difenilprop-2-eno-1-ona
O
N
112 54,2
3-(-4-(dimetilamina)fenil)-1-fenil pro-2-
en-1-um
O
O
60 70
3-(3-metóxi)fenil)-1-fenil pro-2-en-1-ona
III. 2. 4. Résultats spectrales des chalcones (IR (cm-1), RMN1H e RMN13C (ppm))
61
Capítulo III: Síntese e caracterização dos chalconas e pirazóis
13
RMN C (DMSO-d6, 300 MHz, d(ppm)):189.67 (C1), 122.51 (C2), 144.51 (C3)
138,01 (C40), 135,11 (C4), 133,64 (C7), 131,12 (C7’), 128,61–129,27 (C5, C6, C8 e
C9), 128.11–128.38 (C50, C60, C80 e C90) Figura. III. 3.
1, 3-difenílprop-2-eno-1-ona
Figura III. 1. Espectro IR de chalcona 1,3-difenilprop-2-eno-1-ona
62
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
1,3-difenilprop-2-eno-1-ona
63
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
1,3-difenilprop-2-eno-1-ona
64
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
O
O
3-(3-metóxi)fenil)-1-fenil pro-2-eno-1-ona
65
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
O
O
3-(3-metóxi)fenil)-1-fenil pro-2-en-1-ona
66
Capítulo III: Síntese e caracterização de chalconas e pirazóis
O
O
3-(3-metóxi)fenil)-1-fenil pro-2-eno-1-ona
67
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
O
O CH2 OH O OH O
NaOH CH2 H+ 2H2O
H H
H O H O Ar Ar Ar Ar
H H
Ar Ar
Pesamos 6,7g de soda NaOH, dissolvemos em 50ml de água destilada e depois adicionamos a
adicionou 40 ml de etanol e chamada essa solução A. Mistura-se 6,2 ml de benzaldeído
com 3 ml de acetona, chamamos essa solução de B. Coloca-se a solução A em um balão e nele
adicionou metade da solução. Bem, deixe em temperatura ambiente por 15 min, depois você
ajoute la deuxième moitié de la solutionBet en continue l’agitationpendant 30 mn. En
deixe o produto esfriar à temperatura ambiente. A dibenzilacetona de cor amarela
foncéeobtenu é filtrado, depois recristalizado no etanol.
68
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
Estrutura Tf(°C) R%
108-109 77,94
1,5-difenyipent-1,4-dieno-3-ona
O
H3C CH3
N N
190 42.65
CH3 CH3
1,5-bis(4-(dimetilamino)fenil)penta-1,4-
dien-3-ona
Les pyrazoles synthétisés dansce travail par l’une des méthodes décrites dans le chapitre.
II, são utilizados na sequência deste capítulo para a preparação dos heterociclos pirazólicos.
De fato, o processo seguido para a preparação dos pirazóis consiste na condensação dos
derivados da chalcona obtidos com um derivado da hidrazina que é no nosso caso o
tiocarbazina usando etanol como solvente protico polar. De uma forma
geral, nossa síntese é baseada na ciclagem intermolecular desidratante dos
intermediários reacionais hidrazonas[8, 9]. No entanto, as chalconas obtidas são então
engajados em uma reação com a tiosemicarbazida em meio básico no etanol. A
a reação necessita de um aquecimento em refluxo durante 6 a 8 horas no máximo[10]. O plano geral deste
a síntese é ilustrada no esquema III. 3.
69
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
Vía A R1
O H N
N NH2 R2 N
+ H2N
R1 R2
S S NH2
Via B
S NH2 S S
H NH2 NH2
NH N N N N
N
R1 R2 R1 R2
R1 R2 2
3 4
70
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
Estrutura Tf(°C) R%
202 57
3,5-difenil-4,5-dihidro-1H-pirazola-1-
carbotiobamida
N 220 67,36
N
N
S NH2
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-fenil-4,5-
dihidro-1H-pirazole-1-carbotiolamida
190 67
5-(3-metoxifenil)-3-fenil-4,5-dihidro-
1H-pirazol-1-carbotioamida
71
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
N
N 185 77,77
N
S NH2
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-(4-
(dimetilamino) fenil)-4,5-dihidro-1H-
pirazol-1-carbotioamida
III. 4. 4. Resultados espectrais dos pirazóis (IR (cm-1), RMN1H e RMN13C (ppm))
IR (cm-1): 3479,08 –3344,21 (NH 2), 3053.44 (C–H, aromático), 1599.20 (C=C,
aromático) Figura. III. 7.
RMN1H (DMSO-d6, 300 MHz, d(ppm)):3.10–3.36 (dd, 1H, C2–Ha pirazol), 3.85–
3,95 (dd, 1H, C2–Ha pirazol), 5,90–5,95 (dd, 1H, C3–Hb pirazol), 7,11–8,084 (m,
10H, ArH+ s,2H, NH2Figura III. 8.
13
RMN C (DMSO-d6, 300 MHz, d(ppm)): 176.57 (C10), 155.39 (C1), 143.46 (C4)
131,35 (C40), 125,74–131,02 (C5–C9 e C50–C90), 63,30 (C3), 42,85 (C2)Figura.
III. 9.
72
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
3,5-difenil-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-carbotiocamida
73
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
3,5-difenil-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-carbotioamida
74
Capítulo III: Síntese e caracterização das calconas e pirazóis
3,5-difenil-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-carbotioamida
5-(4-(dimetilamino)fenil)-5-fenil-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-carbotiocamida
Rt=67,36%, Tf= 220°C
IR (KBr (cm-1)):1599,20 (C=C aromático), 3053,44 (C-H, aromático),
3344,21 - 3479,08 (NH2).Figura. III. 10.
RMN1H (DMSO, 300 MHz, δ(ppm)): 3,04 (s, 6H, N(CH3)2), 6,68-6,80 (m, 2H, Humae
Hb), 7,56-8,00 (m, 9H, H-Ar), 9,66 (s, 2H, NH2).Figura. III. 11.
RMN13C (DMSO, 300 MHz, δ(ppm)): 40,23 (C11, C11’), 112,13 (C6’,C8’), 129,06
(C5’,C9’), 143,95 (C7'), 151,98, (C3), 177,88 (C10).Figura. III. 12.
75
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
N
N
N
S NH2
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-fenil-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-carbotiolamida
76
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
H H
H
H
Ha
H
H Hb H
N
H3C N
N
H3C HS NH2
H
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-fenil-4,5-dihidro-1H-pirazola-1-carbotiolamida
77
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
6 7
5
8
4
2 3 9
5'
6' 1
4'
N
11 7' N
N 9'
8'
11'
S 10 NH2
H
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-fenil-4,5-dihidro-1H-pirazola-1-carbotiolamina
78
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
5-(3-metoxifenil)-3-fenil-4,5-dihidro-1H-pirazole-1-carbotiocamida
79
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
5-(3-metoxifenil)-3-fenil-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-carbotiocamida
80
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
5-(3-metoxifenil)-3-fenil-4,5-dihidro-1H-pirazole-1-carbotioamida
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-(4-(dimetilamino)estireno)-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-
carbothioamide:Rt = 77,77%, Tf= 185°C
RMN1H (DMSO, 300 MHz, δ(ppm)): 3,36 (s, 12H, 2N(CH3)2), 6,51-8,00 (m, Ha, Hb,
Hc, Hd, 8H, H-Ar)., 9,54 (s, 2H, NH2).Figura. III. 16.
RMN13C (DMSO, 300 MHz,δ(ppm)): 40,22 (C13, C13 7), 112,13-113,30 (C8, C8’, C10,
C10’), 121,46-122,64 (C 5), 129,06-130,54 (C 7, C7’),142,82-144,63 (C 9, C9’), 151,83-
152,24 (C3), 177,44 (C12).Figura. III. 17.
81
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
H 3C
H N CH3
H
H
Hc
Ha
H H
H Hb Hd
N
H 3C N
N
H 3C H S NH2
H
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-(4-(dimetilamino)fenil)-4,5-dihidro-1H-pirazole-1
carbothioamida
82
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
13
8
N 13
9
7 10
4 6 11
2 3 5
7'
8' 1
6'
N
13' 9' N
N
11'
10'
13'
S 12 NH2
5-(4-(dimetilamino)fenil)-3-(4-(dimetilamino)fenil)-4,5-dihidro-1H-pirazol-1-
carbotiocomida
83
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazol
As chalconas preparadas durante este trabalho foram purificadas e caracterizadas para serem
empregados como intermediários reacionais ou sintons para a síntese dos
heterociclos de pirazol. Para isso, as análises espectrais confirmam a pureza dos nossos
produtos pela ausência de parasitas em todos os espectros, sejam de IR ou RMN. De fato
os espectros de IR mostram bandas de absorção em aproximadamente 3479,08-3344,21 cm -1,
atribuídas à função amina primária -NH2da entidade carbothioamida (SC-NH 2) ligado a
o átomo de nitrogênio do ciclo pirazol. Os espectros de IR também mostram a ausência das bandas
observadas a 1661-1665 cm -1nas chalconas, o que indica claramente a formação
provável do núcleo pirazólico[11].
Por outro lado, os espectros de RMN1Os Hdes pirazóis revelam a presença de um singuleto, localizado em
8,04-8,09 ppm correspondente ao grupo (-NH 2) da entidade carbotiomida em acordo
com a estrutura proposta acima. Os prótons dos carbonos 2 e 3 no ciclo pirazólico
é, no entanto, observado a 3,95 (Ha) e 3,85 (Hb) respectivamente, confirma a ciclocondensação
dos chalconas com o tiosemicarbazida. Os ciclos aromáticos ou benzénicos são
aparecem sob a forma de um maciço complexo situado na região entre 7,11-7,89 ppm e que
correspondente aos prótons do (Ar-H) de acordo com os resultados da literatura[11,12].
84
Chapitre III : Synthèse et caractérisation des chalcones et pyrazoles
III. 6. Conclusão
85
Capítulo III: Síntese e caracterização das chalconas e pirazóis
Referência bibliográfica
86
Conclusão
Conclusion générale
Conclusão Geral
87