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Confronto com o Desconhecido na Névoa

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williamju949
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dwaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaA base estava em silêncio quando

Aurora recebeu a mensagem codificada. O símbolo no topo da tela — um círculo


incompleto envolto por traços irregulares — era suficiente para fazer o estômago de
qualquer agente revirar. Aquela assinatura só podia significar uma coisa: alguém,
em algum lugar, havia tocado o Outro Lado. E dessa vez o impacto parecia maior do
que de costume. Aurora respirou fundo, ajustou o coldre e saiu apressada pelo
corredor iluminado por lâmpadas frias. Cada passo ecoava como uma contagem
regressiva. Ela conhecia aquele chamado; era o mesmo tipo de sinal que antecedera a
Ruptura de Arins, e o peso da memória pressionava seu peito.

No hangar, já aguardavam os outros agentes designados para a missão. Heitor afinava


sua lâmina ritualística, enquanto Murilo checava equipamentos com uma precisão
quase mecânica. Era assim que todos lidavam com o medo: ocupando as mãos para não
deixar que a mente assumisse o controle. Ao fundo, o som grave de motores anunciava
que o transporte estava pronto. O briefing indicava um vilarejo isolado onde
habitantes relatavam desaparecimentos, sombras ambulantes e um odor metálico que
impregnava o ar ao anoitecer.

Quando chegaram, a névoa cobria tudo como um manto silencioso. A cada passo, Aurora
sentia o ar vibrar — uma pulsação irregular, como se o próprio ambiente respirasse.
O grupo avançou entre casas abandonadas, portas abertas como bocas imóveis. De
repente, um grito cortou o silêncio. Não era humano. A coisa que emergiu da neblina
parecia ter sido moldada a partir de angústias antigas, um fragmento do Outro Lado
que rasgara sua própria existência para atravessar. Aurora ergueu o foco ritual,
sentindo a energia oscura ressoar em suas veias. A criatura avançou, distorcida,
faminta, e o confronto começou. Mais do que uma missão, era um lembrete cruel de
que o desconhecido nunca dorme — apenas
[Link]
aaaaa
mbfuygaubuywddddddddddddddddddddddddddmbfuygaubuywddddddddddddddddddddddddddddddddd
dddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddombfuygaub
uywdddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddd
ddddddddddddddddddddddddddombfuygaubuywdddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddd
ddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddovvvvvvvddddddddddddd
[Link]
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ddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddovvvvvvvddddddddddddd
dddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddovA chuva caía
fina sobre Minas Tirith quando Beregond, da guarda da Cidadela, percebeu algo
incomum naquela madrugada. O vento soprava carregando um murmúrio distante, como se
velhas canções dos Valar ecoassem entre as pedras brancas da cidade. Ele, que há
anos servia sob a sombra da Torre de Ecthelion, sabia reconhecer quando a paz era
apenas uma ilusão frágil. Havia algo no ar — um pressentimento pesado, quase
palpável.

Enquanto caminhava pelo pátio, notou que a chama do farol, visível ao longe,
tremulava de maneira anormal. Não era o vento. Beregond franziu o cenho e apressou
seus passos. No topo do bastião, encontrou um jovem sentinela, pálido, com os olhos
presos na escuridão além dos muros. “Há algo lá fora”, ele disse, quase em
sussurro. Beregond aproximou-se, e, por um momento, pensou ver sombras movendo-se
em terras onde nada deveria estar vivo.

Com o retorno do rei Aragorn ao trono, muitos acreditavam que os dias de trevas
haviam acabado, mas a verdade era que cicatrizes profundas ainda cruzavam a Terra-
média. Nem todas as criaturas que serviam a Sauron haviam sido destruídas, e
algumas vagavam sem mestre, movidas apenas por ódio ancestral. Beregond sabia disso
melhor do que ninguém.

Naquela mesma noite, uma patrulha foi enviada para investigar. Montados em cavalos
fortes, desceram pelos portões da cidade, adentrando a planície coberta de névoa.
As sombras que haviam sido avistadas pareciam se afastar, como se percebessem a
aproximação dos homens. Ao alcançarem uma antiga ruína, ouviram um rosnado baixo.
Formas escuras emergiram — lobos gigantes, remanescentes das bestas criadas nos
tempos de Morgoth. O ataque foi rápido.
A chuva caía fina sobre Minas Tirith quando Beregond, da guarda da Cidadela,
percebeu algo incomum naquela madrugada. O vento soprava carregando um murmúrio
distante, como se velhas canções dos Valar ecoassem entre as pedras brancas da
cidade. Ele, que há anos servia sob a sombra da Torre de Ecthelion, sabia
reconhecer quando a paz era apenas uma ilusão frágil. Havia algo no ar — um
pressentimento pesado, quase palpável.

Enquanto caminhava pelo pátio, notou que a chama do farol, visível ao longe,
tremulava de maneira anormal. Não era o vento. Beregond franziu o cenho e apressou
seus passos. No topo do bastião, encontrou um jovem sentinela, pálido, com os olhos
presos na escuridão além dos muros. “Há algo lá fora”, ele disse, quase em
sussurro. Beregond aproximou-se, e, por um momento, pensou ver sombras movendo-se
em terras onde nada deveria estar vivo.

Com o retorno do rei Aragorn ao trono, muitos acreditavam que os dias de trevas
haviam acabado, mas a verdade era que cicatrizes profundas ainda cruzavam a Terra-
média. Nem todas as criaturas que serviam a Sauron haviam sido destruídas, e
algumas vagavam sem mestre, movidas apenas por ódio ancestral. Beregond sabia disso
melhor do que ninguém.

Naquela mesma noite, uma patrulha foi enviada para investigar. Montados em cavalos
fortes, desceram pelos portões da cidade, adentrando a planície coberta de névoa.
As sombras que haviam sido avistadas pareciam se afastar, como se percebessem a
aproximação dos homens. Ao alcançarem uma antiga ruína, ouviram um rosnado baixo.
Formas escuras emergiram — lobos gigantes, remanescentes das bestas criadas nos
tempos de Morgoth. O ataque foi rápido.

Beregond ergueu a espada, lembrando das palavras de Faramir: “Coragem não é


ausência de medo, mas decisão de enfrentá-lo”. A luta foi brutal. Embora ferido,
ele conseguiu abater a última criatura, que soltou um uivo triste antes de tombar.
O silêncio retornou, mas um pensamento persistia: se até os lobos tinham voltado a
se mover tão perto da cidade, seria esse apenas um prenúncio do que ainda
despertava nas sombras?

Quando Beregond regressou a Minas Tirith, caminhou novamente pela Torre Branca com
novo peso nos ombros. Havia paz, sim — mas era uma paz que precisava ser defendida
a cada amanhecer.
Beregond ergueu a espada, lembrando das palavras de Faramir: “Coragem não é
ausência de medo, mas decisão de enfrentá-lo”. A luta foi brutal. Embora ferido,
ele conseguiu abater a última criatura, que soltou um uivo triste antes de tombar.
O silêncio retornou, mas um pensamento persistia: se até os lobos tinham voltado a
se mover tão perto da cidade, seria esse apenas um prenúncio do que ainda
despertava nas sombras?

Quando Beregond regressou a Minas Tirith, caminhou novamente pela Torre Branca com
novo peso nos ombros. Havia paz, sim — mas era uma paz que precisava ser defendida
a cada amanhecer.

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