Tipos de Interruptores Elétricos e Funções
Tipos de Interruptores Elétricos e Funções
1. Os interruptores
Definição :L’interruptor elétricoé um órgão físico que permite comandar um circuito
elétrico, permitindo interromper ou autorizar a passagem de corrente. É simbolizado na
norme NE pela letra S.
4
Os interruptores são identificados nos esquemas elétricos pelos números 1 e 2 para o estado
fechado e 3 e 4 para o estado aberto, conforme ilustrado na figura I.4, assim o diagrama de
o funcionamento dos botões de pressão é demonstrado na figura I.2.
são utilizados (marcha/parada). A sua posição não é necessariamente fácil de visualizar rapidamente, exceto
quando sua ergonomia é especificamente estudada, como por exemplo nos equipamentos
de automóvel. Este tipo de interruptor é geralmente o mais confiável, pois a mecânica do basculador
est especificamente adaptada à comutação elétrica: ao associar otrabalhodo operador a
a ação de um dispositivo de mola particularmente simples, assegura transições elétricas e
mecânicas francas e fiáveis.
Figura I.8: Comutador rotativo
12
5. Fusíveis
As cartuchos fusíveis para porta-fusível são dispositivos de segurança que garantem uma
função de corte de circuito. Condutores de eletricidade, eles permitem a passagem da corrente elétrica
até uma certa intensidade: além de seu valor limite, eles derretem (alguns, aliás
equipados com um indicativo de fusão). Ao interromper a corrente elétrica, assim garantem a
proteção dos circuitos em caso de sobrecarga e evitam qualquer risco de incêndio e outros
problema.
- o calibre em ampères (de 2 a 32 A): indica o valor máximo de intensidade que pode ser
recebida.
- as dimensões do fusível: de 8,5 x 31,5 mm para o menor até 10,3 x 38 mm para o maior
grandioso.
Eles são assim facilmente identificáveis para simplificar sua escolha.
Os fusíveis para aparelhos eletrônicos, em corpo cerâmico, são destinados à proteção
especificidade de equipamentos e objetos sensíveis: dimmers, microinformática [1].
16
6. Relé térmico
O relé térmico é um dispositivo que protege os motores elétricos contra sobrecargas. Para
assim, ele monitora constantemente a corrente no receptor.
Em caso de sobrecarga, o relé térmico não atua diretamente no circuito de potência, mas atua
sobre o contato de comando 95-96 de onde ele abre o circuito de comando que desexita a bobina A1-
A2 do contator KM e a corrente que passa pelo receptor estão cortadas.
O relé térmico é representado pela letra F nos esquemas.
6.1 Funcionamento :
O relé térmico é constituído de um bimetálico (duas lâminas com coeficiente de
temperatura diferente). A passagem da corrente, se for superior ao valor de ajuste do relé,
provoca o aquecimento e a deformação do bimetal. Um contato elétrico associado a este bimetal,
dispara o circuito de comando.
Figura I.26: Princípio de funcionamento do relé térmico
22
Figura I.28: O circuito de comando do relé térmico
Figura I.29: Esquema de associação do relé térmico com motores trifásicos, monofásicos ou de CC
Figura I.31: Linha padrão dos relés térmicos
7. Relé eletromagnético
O relé eletromagnético é um interruptor eletromagnético que é controlado com um
corrente contínua ou alternada de baixo valor (dezenas de miliampères). A parte do interruptor serve para
pilotar cargas de setor de alta potência (várias dezenas de ampères).
7.1 Constitution :
O relé é composto principalmente por uma bobina quando é alimentado, um campo
eletromagnético é criado e que transmite uma força mecânica a um sistema de comutação a
contatos elétricos.
O eletroímã (a bobina) pode ser, de acordo com as especificações e necessidades, alimentado em TBT
(Muito Baixa Tensão) (5V, 12 V, 24 V, 48 V) contínuo ou alternado ou em BT (Baixa Tensão) (230 V,
400 V).
O sistema de comutação pode ser composto por um ou mais interruptores simples efeitos
chamados de contatos normalmente abertos (NA) ou normalmente fechados (NF ou NC). Esses interruptores
são adequados para as correntes e a faixa de tensões a serem transmitidas à parte de potência.
Diversos sistemas mecânicos ou pneumáticos podem criar um atraso na ativação ou
no alívio (diz-se então que o relé é 'temporizado').
Nos sistemas que implementam uma grande potência, chamam-se os relés de
contatores
Figura I.32: Constituição e símbolo do relé eletromagnético [5]
26
Courant nominal (In) : valeur du courant circulant dans la bobine pour un fonctionnement
óptimo (In = Un / Rbob)
Tensão de acionamento do relé: valor mínimo da tensão de alimentação da bobina
permitindo a passagem dos interruptores para a posição de trabalho.
Tensão de disparo do relé: valor máximo da tensão de alimentação da bobina
permitindo o retorno dos interruptores à posição de repouso.
b- Parte potência :
Nature dos contatos: Pode-se encontrar vários contatos em um relé. Esses contatos podem
estar em abertura (normalmente fechado), em fechamento (normalmente aberto), inversor ou temporizados.
Intensidade máxima da corrente que pode passar pelos contatos
Pouvoir de coupure: potência máxima que o interruptor pode suportar
Tensão de serviço: tensão nos terminais do interruptor quando este está aberto
Número máximo de manobras possíveis
Résistências de contato dos interruptores
Tempo de disparo ou de ativação
Desvantagens do relé eletromecânico:
pode ser relativamente barulhento
ele tem uma vida útil limitada porque as peças móveis se desgastam. Quando devemos encomendar
muito frequentemente um elemento utiliza-se mais os componentes eletrônicos (relés estáticos,
transistores, ...)
8. O disjuntor
O disjuntor é um dispositivo de conexão elétrica capaz de estabelecer, suportar e
interromper correntes nas condições normais do circuito, bem como estabelecer, de
sustentador por um período especificado e interromper correntes em condições
anormais especificadas, como as de curto-circuito ou sobrecarga.
Um disjuntor diferencial é um interruptor diferencial que também realiza uma proteção em
corrente de curto-circuito (sobrecarga).
O princípio de um dispositivo diferencial de corrente residual (DDR) é separar as intensidades
sobre os diferentes condutores que o atravessam. Por exemplo, em monofásico, ele compara
a intensidade que circula no condutor de fase e a do condutor neutro. É um
aparelho de proteção de pessoas e detecção de correntes de fuga à terra
a instalação elétrica.
28
Figura I.35: Constituição de um disjuntor magnétothermônico
30
Por outro lado, a seletividade é apenas parcial para os curtos-circuitos elevados. Na verdade, para curtos-
circuitos no ponto Z superiores a 500 A, os dois disjuntores B e C podem se abrir.
A seletividade é baseada em vários modos e os fabricantes oferecem 4 modos:
A seletividade ampere-métrica.
A seletividade cronométrica.
A seletividade lógica, (reservado para disjuntores equipados com módulos lógicos).
- A seletividade energética, (reservado para altas intensidades e para disjuntores equipados de
módulos limitadores).
A) A seletividade amperimétrica.
O disjuntor montante tem um ajuste térmico e magnético superior ao disjuntor descendente.
B) A seletividade cronométrica.
O disjuntor a montante tem seus relés magnéticos levemente atrasados em relação aos do
disjuntor de saída.
No caso em questão, a seletividade está garantida
qualquer que seja a intensidade de curto-circuito
atravessando os dois disjuntores.
Diz-se que dois disjuntores são seletivos: se
a curva do disjuntor montante está localizada em
cima e à direita da curva do disjuntor
aval.
Figura I.45: A seletividade cronométrica
8.5 A filiação
A filiação é uma técnica de associação que permite utilizar o poder de limitação dos
disjuntores, de forma a instalar a jusante dos disjuntores com poder de interrupção reduzido, a fim de
diminuir o custo da instalação.
Exemplo: os 3 disjuntores A, B, C estão em série. As correntes de curto-circuito presumidas são 80
kA em aval de A, 50 kA em aval de B, 24 kA em aval de C.
Figura I.46: Princípio da filiação [4]
D'après le tableau suivant, on constate que le C60N seul, a un pouvoir de coupure de 10 kA. Son
o poder de corte aumenta, se associado a um NS100N (25 kA) ou a um NS250L (30 kA). Ele
possui, portanto, um poder de corte de 30 kA (superior a 24 kA). O NS100N sozinho, tem um poder de
coupure insuficiente (25 kA), mas associado ao NS250L, seu poder de interrupção passa para 150 kA
(superior a 50 kA). [4]
36
Efeito termoelétrico
Um circuito formado por 2 condutores quimicamente
diferentes cujas junções J1 e J2 estão a
temperaturas diferentes (T1 e T2) induzem uma
força eletromotriz (f.e.m) proporcional à
diferença de temperatura.
Termopar
Figura I.47: Sensor termopar
Efeitos piroelétricos
Polarização elétrica espontânea de certos
cristais (Ex. sulfato de triglicina) que depende de
sua temperatura. Eles carregam na superfície um
cargas elétricas proporcionais a esta
polarização e de sinais contrários em ambas as faces.
Φ: fluxo de radiação luminosa
V: variação de tensão nos terminais de um
condensador associado Figura I.48: Sensor piroréctrico
- Efeitos piezoelétricos:
A aplicação de uma contração mecânica a
certos materiais (Ex. cristais de quartzo)
gera uma deformação que cria cargas
elétricos iguais e de sinais opostos sobre os
faces sob carga.
F: force de compression
V: variação de tensão nos terminais de um
Figura I.49 : Sensor piezoelétrico
condensador associado
Indução eletromagnética:
Quando um condutor se move em um campo
de indução fixa, cria-se uma fêm
proporcional ao fluxo cortado por unidade de tempo,
portanto, à sua velocidade de deslocamento.
Ω : rotação do quadro
B: indução fixa
V: fém criado
Figura I.50: Indução eletromagnética
44
Classificação dos esquemas de acordo com o modo de representação.
Existem várias maneiras de representar um circuito elétrico. Cada uma dessas formas de
A representação, chamada de esquema, revela sensivelmente as mesmas informações. Por outro lado, cada uma
destaca os elementos essenciais para as necessidades de diferentes usuários de acordo com diferentes
situações. Os esquemas elétricos são classificados de acordo com a área de aplicação. Assim podemos
Figura II.6: Um exemplo de esquema desenvolvido no domínio industrial (arranque progressivo de um
motores assíncronos
b- Esquema funcional :
O esquema funcional é um método de representação rudimentar que utiliza um
conjunto de retângulos ou blocos interconectados por setas. Cada um dos blocos inclui uma
descrição curta de sua função. A direção das flechas representa o sentido da potência
elétrica ou da informação.
O papel do esquema funcional é representar de forma resumida o funcionamento
geral de um circuito.
Figura II.7: Um exemplo de esquema funcional no domínio industrial
Esse tipo de esquema é usado principalmente quando o projeto de um circuito elétrico está na fase
de projeto. Os retângulos representam a tarefa a ser realizada, mas não identificam de forma alguma a tecnologia que
será utilizada.
c- Diagrama unifilar :
Le schéma unifilaire en domaine industriel illustre en général des détails non encombrants
no esquema a ler ou a analisar.
O diagrama unifilar do parágrafo anterior pode ser representado pelo diagrama multifilar a seguir:
KM1 = S2 ( S1 + KM1 )
O diagrama de funcionamento
Os diagramas ou tabelas explicativos facilitam a compreensão dos esquemas e dão
informações adicionais. Distinguem-se:
O diagrama ou quadro de sequência que facilita a análise das ações que se sucedem em um
ordem determinada
O diagrama ou tabela de sequência temporal que leva em conta o valor dos intervalos de
tempos entre as ações sucessivas.
IV.2 Partida direta do motor com dupla direção de rotação
1. Lembretes
Para mudar o sentido de rotação de um motor assíncrono trifásico, é necessário inverter dois dos
três fases do circuito de alimentação como ilustrado na figura IV.
1.1 Determinação do acoplamento A partir das indicações dadas pela placa de identificação do
moteuret a rede de alimentação o usuário deve acoplar adequadamente as bobinas do estator
seja em triângulo ou em estrela.
Se a menor tensão da placa de identificação do motor corresponder à tensão entre
fases da rede adotamos o acoplamentoΔ.
Se a maior tensão da placa de identificação do motor corresponder à tensão entre
fase da rede adotou o acoplamento Y.
1.2 Acoplamentos das bobinas em placa de terminaisUtilizam-se barramentos para garantir o
couplagem escolhida dos enrolamentos na placa de terminais do motor.
66
Figura IV.7 : Diagrama funcional Figura IV.8 : Diagrama de funcionamento
68
Figura IV.10: Características do torque-corrente em função da velocidade de rotação para o
partida Y-Δ
Constate-se que o torque e a intensidade na partida são reduzidos em cerca de 3 vezes por
em relação a um início direto.
Devido à diminuição significativa do torque de partida, o motor não pode
iniciar em carga.
3.3 A temporização
Para realizar a comutação automatizada do acoplamento Y para o acoplamento Δ, utiliza-se um
contato temporizado que permite estabelecer ou abrir um contato após determinados tempos pré-definidos
maneira a permitir que nosso equipamento funcione adequadamente.
O contato temporizado permite estabelecer ou abrir um contato um certo tempo depois da
fechamento (no trabalho) ou na abertura (no descanso) do contactor que o aciona.
70