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Análise Gráfica em Redes de Sensores

Esta dissertação de Mestrado trata da análise gráfica para a monitorização em uma rede de sensores sem fio, utilizando o simulador OMNET++. Aborda a apresentação das redes de sensores, a monitorização dessas redes, bem como a simulação e a implementação de soluções. O trabalho foi defendido em julho de 2012 diante de um júri composto por vários examinadores.

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Análise Gráfica em Redes de Sensores

Esta dissertação de Mestrado trata da análise gráfica para a monitorização em uma rede de sensores sem fio, utilizando o simulador OMNET++. Aborda a apresentação das redes de sensores, a monitorização dessas redes, bem como a simulação e a implementação de soluções. O trabalho foi defendido em julho de 2012 diante de um júri composto por vários examinadores.

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República Argelina Democrática e Popular

Ministério do Ensino Superior da Pesquisa Científica

Memória de Mestrado: Informática,


opção: Análise, Comando e Vigilância dos Sistemas
Thème :

Análise Gráfica para a vigilância em um


rede de sensores sem fio (RCSF)
Simulador: OMNET++

Por: Leila Imane NIAR

Sustentada em ..JULHO de 2012 ..perante o júri composto por

Senhor Mustapha Kamel RAHMOUNI Presidente


Senhor Bouabdellah KECHAR Examinador
Senhor Mejdi KADDOUR Examinador
Senhor Mohammed FEHAM Examinador
Senhor Hafid HAFFAF Encadreur
Agradecimento

Meus agradecimentos vão para meu orientador [Link], por


sua ajuda, seus encorajamentos e suas críticas construtivas que me
muito ajudado a apreciar este trabalho e a melhor esclarecer minhas perspectivas
Estou grata a ele, particularmente pela confiança
que ele me fez.

Quero agradecer aos membros do júri por me terem feito este prazer
de aceitar examinar este trabalho.

Quero também agradecer à minha família e aos meus amigos(as), este tra-
vail certamente nunca teria visto a luz do dia sem a ajuda deles, e suas
apoios, quero agradecê-los fortemente.
ii

Dedicatória

Para Pai, Mãe, Irmã e irmãos


Tabledesmatières

Resumo: xiii

Introdução Geral XIV

1 Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 2


1.1 Redes sem fio . . . . . . . . 4 . . . . . . . . . .
1.1.1 A rede pessoal sem fio . . . . 4. . . . . .
1.1.2 Le réseau local sans fil (WLAN) . . . 5. . . .
1.1.3 A rede metropolitana sem fio (WMAN) .6 . .
1.1.4 A rede sem fio de longa distância (WWAN) . . .6 . . .
1.2 Redes Ad Hoc 7
1.2.1 Características das redes Ad Hoc 7
1.3 Redes de sensores sem fio (RCSF) . . . 7. . . . . .
1.3.1 Arquitetura de um nó sensor . . . 8 . . . . . .
1.3.2 Organização de um nó sensor . . .9. . . . .
1.3.3 Arquitetura de uma rede de sensores . . . . . .
1.3.4 Os tipos de arquiteturas dos RCSF . . . . . .
1.3.5 As diferentes topologias dos RCSF : . . . . . .
[Link] La Topologie en étoile : . . . . . .
[Link] A topologia em grade : . . . . . .
[Link] A topologia híbrida : . . . . . . .
1.3.6 La collection d’information : . . . . . . . . .
[Link] A pedido: . . . . . . . . . . .
[Link] Após um evento : . . . . . . . .
ÍNDICE iv

1.3.7 Les principales caractéristiques des RCSF . . . 17


1.3.8 Os domínios de aplicação . . . . . . . . . .
1.3.9 O consumo de energia nos RCSF . . . 19
[Link] As principais operações devidas à
consumo de energia . . . . . . . . 19
[Link] Modelo de consumo de energia . . 21
[Link] Os fatores que intervêm na consom-
mation de l'énergie . . . . . . . . . . . . . 22
1.3.10 O roteamento nos RCSF . . . . . . . . . . . . . 24
[Link] Exemples de protocoles de routage . . 24
1.4 Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

2 A supervisão das Redes de Sensores Sem Fio 31


2.1 A supervisão dos RCSF . . . . . . . . . . . . . . .
2.1.1 As Quebras . . . . . . . . . . . . . . .
[Link] Classification des pannes . . . . . . .
2.1.2 Arquitetura de solução tolerante a falhas em
os RCSF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
2.1.3 Aspect de surveillance d’un RCSF . . . . . . .
[Link] Metodologia de implantação : . . . . 37
[Link] Conectividade da rede . . . . . . . .
[Link] A cobertura . . . . . . . . . . .
[Link] Longevidade da rede . . . . . . . .
2.1.4 A redundância . . . . . . . . . . . . . . .
[Link] A redundância material . . . . . .
[Link] A redundância analítica . . . . . .
2.2 Sistemas Multi-agentes . . . . . . . . . . . . . . . .
2.2.1 Características dos Sistemas Multi-Agentes . . 43
2.3 Os Trabalhos Anteriores . . . . . . . . . . . . . . .
2.4 Descrição da abordagem distribuída (descentralizada) . . 47
2.4.1 Topologia da rede . . . . . . . . . . . . .
ÍNDICE v

2.4.2 Definição dos papéis . . . . . . . . . . . .


[Link] Algoritmo de atribuição de papel . . . .
2.5 O protocolo de roteamento adotado . . . . . . . . . . .
2.5.1 Os Diagramas UML . . . . . . . . . . . .
[Link] La détection du voisinage . . . . . .
2.5.2 Changement de rôles : . . . . . . . . . . .
2.5.3 Detecção dos grupos vizinhos . . . . . . . . .
2.5.4 Verificação da coerência dos grupos : . . . . 54
2.5.5 Resolução de conflitos entre representantes . . . 55
2.5.6 Gestão da redundância . . . . . . . . . . . .
[Link] O princípio seguido para gerenciar a redon-
dance : . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
[Link] Mecanismo de detecção de falhas . 58
2.5.7 Coleta de informação . . . . . . . . . . . .
2.6 Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

3 Simulação da vigilância em RCSF 62


3.1 Generalidades sobre a simulação . . . . . . . . . . . .
3.2 Tipos de simulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
3.2.1 Sistemas de simulação discreta : . . . . . . . .
3.2.2 Systèmes de simulation continue : . . . . . . .
3.3 Os simuladores de rede existentes . . . . . . . . . . .
3.3.1 NS2 : . . . . . . . . . . . . . . . . .
3.3.2 GloMoSim . . . . . . . . . . . . . . . .
3.3.3 OMNET++ . . . . . . . . . . . . . . . .
3.4 Comparação entre os simuladores . . . . . . . . . . . .
3.5 Le Simulateur OMNET++(Objective Modular Network
Banco de testes em C++ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70
3.5.1 Escolha do simulador OMNET++ . . . . . . . .
3.5.2 Apresentação do OMNET++ . . . . . . . . . .
3.5.3 Descrição arquitetônica do OMNET++ . . . . . 71
ÍNDICE vi

3.5.4 Instalação do simulador OMNET++ . . . . . . 72


3.5.5 Os principais arquivos do OMNET++ . . . . . .
[Link] Arquivo (.Ned) : . . . . . . . . .
[Link] Arquivo (.ini) : . . . . . . . . . .
[Link] Arquivo (.msg) : . . . . . . . . .
3.6 As plataformas do OMNET++ . . . . . . . . . . . . .
3.6.1 Estrutura de Mobilidade . . . . . . . . . . . .
[Link] A estrutura de um anfitrião móvel . . .
3.6.2 Mixim . . . . . . . . . . . . . . . . .
3.6.3 Castalia . . . . . . . . . . . . . . . . .
3.7 Détails sur Castalia . . . . . . . . . . . . . . . . .
3.7.1 O módulo MAC . . . . . . . . . . . . .
3.7.2 O módulo Rádio . . . . . . . . . . . . .
3.7.3 Canal sem fio . . . . . . . . . . . . . .
3.7.4 O módulo Roteamento . . . . . . . . . . . .
3.7.5 O módulo Aplicação . . . . . . . . . . . .
3.8 Ferramentas de Simulação . . . . . . . . . . . . . . .
3.8.1 Instalação do OMNET++ Versão 4 . . . . . . .
3.8.2 Instalação do Castalia3.1 . . . . . . . . . . .
[Link] Os Comandos Castalia . . . . . . . .
3.9 Implementação de uma rede . . . . . . . . . . . . .
3.10 Conculsion . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86

4 Implementação e Simulação 88
4.1 Environnement de travail . . . . . . . . . . . . . . .
4.1.1 Environnement matériel . . . . . . . . . . . .
4.1.2 Ambiente de software . . . . . . . . . . . .
4.2 Processus de simulation . . . . . . . . . . . . . . . .
4.3 Realização do projeto . . . . . . . . . . . . . . . .
4.3.1 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . .
4.3.2 Descrição do design de um nó . . . . 91
ÍNDICE vii

4.3.3 Description du réseau . . . . . . . . . . . .


4.4 Implementação . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
4.4.1 Estrutura das mensagens utilizadas . . . . . . . .
[Link] No nível da camada Aplicação . . 96
[Link] No nível da camada de Rede . . . .
4.4.2 Visão Geral dos Códigos Fonte . . . . . . . . .
[Link] Envio Periódico da Mensagem HELLO
98
[Link] Atribuição de Papéis . . . . . . . .
[Link] Gestão da redundância . . . . . . . .
[Link] Redifusão do Hello . . . . . . . . .
4.4.3 O arquivo .ini . . . . . . . . . . . . . .
4.5 Resultados Obtidos . . . . . . . . . . . . . . . . .
4.5.1 Implantação da Rede . . . . . . . . . . . .
[Link] Inicialização dos nós . . . . . . . .
[Link] Reconhecimento de vizinhança . . . . . .
[Link] Tabela de vizinhança e Atribuição dos
papéis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108
[Link] Transição para o Estado Sleep . . . . . . .
4.5.2 Exemplo de um arquivo Resume . . . . . . . .
4.5.3 Parâmetros de Simulações . . . . . . . . . . .
[Link] La Radio CC1000 . . . . . . . . .
4.6 Résultats . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
4.6.1 Organização da Rede . . . . . . . . . . . .
[Link] As posições dos nós . . . . . . . .
[Link] A vizinhança . . . . . . . . . . .
4.6.2 Redundância dos Nós . . . . . . . . . . . .
4.6.3 Reconfiguração da Rede . . . . . . . . . . .
4.6.4 Energia Consumida no nível da rede . . . . 116
4.6.5 Energia Consumida Com e sem supervisão. 117
4.6.6 Energie restante d’un nœud Représentant . . . . 118
ÍNDICE VIII

4.6.7 Número médio de pacotes dos diferentes nós119


4.6.8 Energia Consumida dos diferentes nós . . . . 119
4.6.9 Influência da Mobilidade dos nós na Rede
4.6.10 Influência do Tempo de Simulação . . . . . . . . 122
4.7 Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Conclusion Générale 124


ÍNDICE nove
Tabeladefiguras

1.1 As categorias das redes sem fio. [MAT08] . . 4. . . .


1.2 o nó sensor [CAS08]. . . . . . . 8. . . . . . . . .
1.3 os componentes de um nó sensor [MOA08]. . .8 . . .
1.4 La pile protoclaire [CSS04]. . . . . . . . . . . . . .
1.5 Arquitetura de comunicação de um RCSF [KEC07]. . . 12
1.6 Arquitetura Plat dos RCSF[ROM07]. . . . . . . . . . . 1
1.7 Arquitetura hierárquica dos RCSF[ROM07]. . . . . . 14
1.8 Coleta sob demanda . . . . . . . . . . . . . . . .
1.9 Coleta após um evento . . . . . . . . . . . . . . .
1.10 As diferentes aplicações dos RCSF [CHE08]. . . . . 20
1.11 Modéle de consommation d’énergie . . . . . . . . . . . 21
1.12 A escuta [MOA08]. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
1.13 Classificação dos protocolos de roteamento[BEN09]. . . . 25
1.14 As etapas do protocolo SPIN[CHE08]. . . . . . . . . . 26
1.15 Etapas que descrevem o protocolo DirectedDiffusion [CHE08].
28

2.1 Classificação das falhas [CHE08]. . . . . . . . . . . .


2.2 Estratégias de implantação de nós em um RCSF[YAK].
38
2.3 A redundância de hardware[RIP99]. . . . . . . . . . . .
2.4 Organização em regiões dos nós sensores [ALL09]. 48
2.5 Atribuição de papéis em um RCSF. . . . . . . . . . .
2.6 Diagrama de Estado de Transição. . . . . . . . . . . . .
TABELADE FIGURAS xi

2.7 Diagramme De Séquence. . . . . . . . . . . . . . . .


2.8 Introdução de um novo nó. . . . . . . . . . . . . 53
2.9 Detecção de grupos adjacentes. . . . . . . . . . . . . .
2.10 Correção do problema de incoerência. . . . . . . . . . 55
2.11 Resolução de conflito entre Representantes. . . . . . . . . 56
2.12 Redundância dos nós simples. . . . . . . . . . . . . . 57
2.13 Mudança de estado de um nó. . . . . . . . . . . . . . . 58

3.1 Descrição arquitetônica do simulador NS2. . . . . . 66


3.2 Transferência de pacotes no GloMoSim. . . . . . . . . . . 6
3.3 O lançamento do simulador Omnet++ . . . . . . . . . .
3.4 Arquitetura modular do simulador Omnet++. . . . . 72
3.5 Arquivo NED em modo gráfico. . . . . . . . . . . . .
3.6 Ficheiro NED em modo texto. . . . . . . . . . . . .
3.7 Exemplo de um Arquivo *.Ini. . . . . . . . . . . . .
3.8 Execução de uma simulação no OMNeT++.[?] . . . . . 76
3.9 Arquitetura de Mobilidade e Controle de Canal. . . . . . .
3.10 Arquitetura interna de um nó no MF. . . . . . . . . 78
3.11 As conexões dos módulos sob Castalia. . . . . . . . 79
3.12 Os principais componentes de um nó . . . . . . . . . . 80
3.13 A máquina de estados finitos do módulo Rádio. . . . . . . . . . 81

4.1 Processo de Simulação. . . . . . . . . . . . . . . . .


4.2 Ficheiro gráfico ".ned" do nó. . . . . . . . . . . . .
4.3 Ficheiro gráfico ".ned" da rede. . . . . . . . . . . . .
4.4 Arquivo ".msg" da mensagem Dados. . . . . . . . . . .
4.5 A estrutura da mensagem Hello e HelloRep. . . . . . . .
4.6 A estrutura da mensagem "Passe Representante" e "Re-
solução de conflito
4.7 A estrutura da mensagem Verificação de coerência e
Changement de rôle. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
4.8 Organograma de redundância dos nós simples. . . 101
TABELADE FIGURAS doze

4.9 Implementação dos nós . . . . . . . . . . . . . . . .


4.10 Execução com o Deployment . . . . . . . . . . . . . . 105
4.11 Desdobramento Aleatório. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
4.12 Organização dos Nós . . . . . . . . . . . . . . . . . 114
4.13 Gestão da Redundância. . . . . . . . . . . . . . . . . 115
4.14 Reconfiguração após uma falha. . . . . . . . . . 115
4.15 Energia Consumida na Rede. . . . . . . . . . . . . . . 116
4.16 Energia Consumida ao nível dos dois Métodos . . 117
4.17 Energia Média Consumida por 50 nós . . . . . . 117
4.18 Energie Moyenne Consommée par 100 nœuds . . . . . 118
4.19 A energia restante em um nó Representando . 118
4.20 Packets Moyens envoyés et reçus par nœuds. . . . . . . 119
4.21 Energie ConsomméeAvec Surveillance. . . . . . . . . . 120
4.22 Energia Consumida Sem Vigilância. . . . . . . . . . 120
4.23 Influência da Mobilidade na Rede. . . . . . . . . . . 121
4.24 Influência da Mobilidade na Rede (Energia Média).
4.25 Energie Restante par-rapport au temps de Simulation. . 122
4.26 Energia Média Restante. . . . . . . . . . . . . . . . . 122
Résumé :

As redes de sensores sem fio atraem mais a atenção da com-


comunidade de pesquisas. Assim, a simulação é uma abordagem freqüente
normalmente usada para testar e validar abordagens, os ambientes
Os elementos de simulação devem poder suportar os diferentes mo-
deles de redes de sensores sem fio. Nosso artigo se interessa mais
precisamente no caso de vigilância das redes de sensores. O proto-
cole testé é um protocolo baseado na reconfiguração dos nós com
o princípio da redundância para manter a cobertura da área e
assegurar uma longa vida à rede. A validação da abordagem é
considerado em função da utilização do simulador OMNeT++ uma vez que os
os resultados obtidos mostraram que o conceito da abordagem a nível
da tolerância a falhas (com o princípio de despertar os nós
endormi em caso de falha ou de exaustão de energia de um nó ac-
tif) assegura um bom funcionamento e uma longa vida útil da rede.

Mots Clés : Réseau de capteurs sans fil, Surveillance, Redon-


dança, Reconfiguração, Simulação, OMNET++, Castalia
Introdução Geral

O avanço das tecnologias nas infraestruturas de rede


e de pequenos sensores da rede permite a muitas ap-
aplicações de rede de sensores que vão de civis a militares, de
casa ao ambiente e à natureza do industrial ao domínio
comercial de aumentar, pois hoje em dia a necessidade de observar
fenômenos físicos como a temperatura, a pressão ou ainda
a luminosidade se tornou essencial. Exemplos são a vigilância de
o habitat dos animais, observação do ambiente e de prevenção
sion, o corpo humano o acompanhamento, o campo de batalha de detecção e
d análise, etc

No entanto, o tamanho reduzido dos sensores exige o uso de uma


bateria como fonte de energia, o que implica uma duração limitada do
rede. Após isso, a colaboração de um número desses nós, dá
nasceu uma rede de sensores sem fio. Este último é implantado de
maneira aleatória em um campo.

Os sensores são projetados para a coleta de informações de acordo com


critérios bem precisos. Assim, o consumo de energia tornou-se um
eixo principal nas pesquisas de onde vários protocolos de roteamento
foram propostos com o objetivo de otimizar o consumo de energia
tique e prolongar a vida útil da rede.
Introdução Geral xv

Um protocolo de roteamento permite o encaminhamento das informações


no interior da rede com o envio de mensagens entre nós sensores
para a coleta do fenômeno. O que se revela caro em energia que
gera o esgotamento das baterias, ainda mais a perda de dados
e a diminuição da vida da rede.

Neste contexto, a função de monitoramento contínuo é uma


método baseado na detecção e localização de anomalias que
podem ocorrer na rede.
Após isso, uma das soluções que se mostra promissora é a utilização
ação de um sistema multi-Agentes com o princípio da vigilância.
O objetivo do nosso trabalho é criar no ambiente de simulação
OMNeT++, um modelo de monitoramento de rede. Este modelo
é baseado na gestão distribuída com o conceito de redundância.
Como consequências dessa vigilância: A diminuição dos meus-
sábios comunicados, A hierarquia da rede, A redução de energia
consumida e assim a longevidade da rede.

Em razão disso, nosso Documento está organizado em 4 Capítulos:


Capítulo 1: Dê uma visão geral das redes de sensores sem fio
filhos e suas características. Um estado da arte é apresentado.

–Chapitre 2 :Est consacré à la surveillance des réseaux où nous


apresentamos os principais conceitos de vigilância e mais
precisamente ao nível das redes de sensores sem fios. Os
trabalhos nesta área são citados como referências.

–Capítulo 3: Apresenta a importância da simulação para a validação


Análise dos resultados. Um comparativo entre os diferentes simuladores
enriquecerá o conteúdo do capítulo. Nossa escolha que será justificada
est apontado para OMNeT++ e Castalia.
Introdução Geral dezesseis

–Chapitre 4 :Constitue le cœur de cette contribution en propo-


sant um modelo de monitoramento da rede assim como sua implé-
mentation. Os resultados da simulação também serão apresentados
testes para justificar a validade da nossa abordagem.
Introdução Geral 1
Capítulo 1

Apresentação das Redes de Sensores


sem fio

Ao longo de sua evolução, o paradigma sem fio viu nascer di-


versos arquiteturas derivadas, tais como:
– as redes celulares,
– as redes locais sem fio,
– etc..
Durante a última década, uma nova arquitetura apareceu:
– redes de sensores sem fio (RCSF).

Estes últimos foram utilizados em muitas aplicações tais


que a vigilância das florestas, a gestão de desastres, a explora-
ação espacial, automação industrial, instalação de fechaduras
a proteção das fronteiras e a vigilância dos campos de batalha
[ASS08][CKU03].

Nessas aplicações, os nós de sensores miniaturizados são


funcionários a operar de forma autónoma em ambientes
sem supervisão. Além da capacidade de explorar seu ambiente
cada sensor possui um rádio a bordo usado para envio
dados coletados em uma estação base, seja diretamente, seja a
Apresentação das Redes de sensores sem fio 3

por um caminho de múltiplos saltos. Esses sensores têm 3 funções:

1. Captar dados (do tipo som, vibração, luz,...),


2. Calcular informações com base nesses valores coletados,
3. Comunicar através de uma rede de sensores.

Esse dispersão aleatória dos sensores necessita de um protocolo baseado


sobre algoritmos de auto-organi- zação. Para resistir aos desplie-
esses sensores devem ser muito robustos e, além disso, eles devem
também poder sobreviver nas condições mais extremas ditadas
pelo seu ambiente de utilização (fogo ou água, por exemplo). Em
mais as restrições ambientais, uma restrição muito importante
tante est l’économie de batterie. En effet, un réseau de capteurs ne
pode sobreviver se a perda de nós for muito grande, pois isso ...
dá origem a perdas de comunicação devido a uma grande distância
entre os sensores. Portanto, é muito importante que as baterias durem
o mais longo possível, uma vez que na maioria dos ap-
As aplicações, os sensores são colocados aleatoriamente.
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 4

1.1 As Redes Sem Fio

Existem várias categorias de redes sem fio que diferem pelo


perímetro geográfico que cobrem assim como pelos tipos de ap-
aplicações suportadas. O esquema a seguir ilustra as categorias dos
redes sem fio.

FIG. 1.1 – As categorias das redes sem fio. [MAT08]

1.1.1 A rede pessoal sem fio

Ele se refere às redes sem fio de baixa potência: da ordem de


algumas dezenas de metros. Este tipo de rede geralmente serve para
conectar dispositivos (impressora, telefone celular, aparelhos
domésticos, PDA...). Existem várias tecnologias utilizadas para
as WPAN como:

1.A tecnologia Bluetooth: É conhecida também pelo nome de


norma IEEE 802.15.1, foi lançada pela Ericsson em 1994, pro-
com uma taxa teórica de 1 Mbps permitindo uma trans-
missão da voz, dos dados e das imagens [2], de um alcance
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fios 5

máximo de cerca de trinta metros[1].


Bluetooth é uma tecnologia de baixo custo, graças à sua forte in-
Intregração em um chip único de 9 mm por 9 mm [3]; Ela pré-
também sente a vantagem de funcionar em dispositivos a
baixa potência de onde resulta um baixo consumo de energia [1].
2. A tecnologia ZigBee: É conhecida também pelo nome da norma
IEEE 802.15.4 permite obter conexões sem fio a baixo custo
com um consumo de energia muito baixo, o que a torna por-
particularmente adequada para ser diretamente integrada em
pequenos dispositivos eletrônicos (sensores, aparelhos eletrodomésticos
gers...) [1].
As redes ZigBee permitem oferecer taxas de até 250
Kbits/s na faixa clássica de 2,4GHz. Os RCSF consti-
tuent uma das aplicações que esta norma pode cobrir [1].
[Link] ligações infravermelhas: Permitem criar conexões sem fio
de alguns metros com vazões que podem subir a alguns
megabits por segundo. Esta tecnologia é amplamente utilizada
na domótica (controles remotos), e sofre, no entanto, com os per-
turbulações devido às interferências luminosas.

1.1.2 A rede local sem fio (WLAN)

É uma rede que permite cobrir uma área de cerca de uma


centena de metros. Ele permite conectar os terminais entre si pré-
sentes na zona de cobertura. Existem duas tecnologias concorrentes
rentes :
[Link] réseaux Wi-Fi (Wireless-Fidelity) :Proviennent de la norme
IEEE 802.11, que define uma arquitetura celular. Nele encontramos
principalmente dois tipos de redes sem fio: Aqueles que tra-
valem à velocidade de 11 Mbits/s a 2,4 GHz (IEEE 802.11b) e
aqueles que alcançam 54 Mbits/s a 5 GHz (IEEE 802.11 a/g).
Apresentação das Redes de sensores sem fio 6

[Link] redes HiperLAN 2 (High Performance LAN 2.0): Decorrentes


da norma europeia elaborada pelo ETSI (European Telecom-
Instituto de Padrões de Comunicações). O HiperLAN 2 permite obter
um débito teórico de 54 Mbps em uma área de cerca de uma centena de
metros na faixa de frequência entre 5 150 e 5 300
MHz [1]. Este tipo de rede não obteve tanto sucesso quanto a
technologie Wi-fi.

1.1.3 A rede metropolitana sem fio (WMAN)

Conhecido também como Laço Local de Rádio (LLR). É adequado


de lembrar que a BLR permite, ao colocar uma antena parabólica
no telhado de um prédio, transmitir por meio hertzien de
voz e dados de alta velocidade para acesso à internet e telefonia
Não. Existem vários tipos de redes WMAN, sendo a mais conhecida
est :
A rede Wimax (Interoperabilidade Mundial para Micro-ondas Ac-
cess) :
Eles emanam da norma IEEE 802.16 e têm como objetivo desenvolver
por ligações hertzianas concorrentes às técnicas xDSL ter-
restres e oferecem uma taxa útil de 1 a 10 Mbit/s na faixa de 10-66
GHz para um alcance de 4 a 10 quilômetros, o que destina principalmente
mentir esta tecnologia aos operadores de telecomunicações.

1.1.4 A rede sem fio de longa distância (WWAN)

Ele é conhecido como rede celular móvel e é o mais


répandu pois que todos os telefones móveis estão conectados a um ré-
rede estendida sem fio. As principais tecnologias são as seguintes:
GSM (Sistema Global para Comunicações Móveis), GPRS (Serviço Geral de Radiocomunicações Móveis)

Serviço de Rádio por Pacote), UMTS (Serviço Móvel de Telecomunicações Universal

Sistema).
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 7

1.2 Redes Ad Hoc

Uma rede ad hoc, ou MANET (Mobile Ad hoc NETwork), é um


rede formada dinamicamente por um conjunto arbitrário de nós
indépendants. Aucune préinstallation relative au rôle que devrait
jogar cada nó não é necessário.
Em uma rede ad hoc, os nós são supostos se comportar como
dos roteadores e dos clientes ao mesmo tempo, assim, cada nó é livre de
mover-se e organizar-se aleatoriamente. Assim, a topologia do ré-
o clima pode mudar rapidamente e de maneira imprevisível [HER05].

1.2.1 Características das redes Ad Hoc

Mobilidade dos nós: Em uma rede ad hoc, a topologia da


O céu é dinâmico e pode, portanto, mudar bastante rapidamente.
–Ligações sem fio: O único meio de comunicação nas ré-
Os seaux ad hoc são a utilização de interfaces sem fio. Essas ligações
sem fio terão sempre um desempenho inferior aos seus ho-
mologues câblés [CAM99] .
–Equivalência dos nós: Nos redes Ad Hoc não existe
de diferença entre nós como em outras redes (hospedeiro e sta-
car tous les nœuds peuvent être amenés à assurer des fonctions
de roteamento.

1.3 As redes de sensores sem fio (RCSF)

As redes de sensores são consideradas um tipo especial


de redes Ad hoc. Como consequência, eles herdam as características
dessas redes, incluindo a arquitetura sem infraestrutura estabelecida e
a comunicação sem fio. Os RCSF formam uma nova geração
ção de redes às propriedades específicas, Eles apresentam um campo
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 8

de aplicação muito vasta e cobrem vários domínios de caráter


científica, logística, militar ou de saúde.

Um RCSF é composto por várias centenas e, às vezes, milhares.


nós de sensores, cada nó é capaz de monitorar seu
ambiente e reagir em caso de necessidade enviando a informação-
informação coletada em um ou mais pontos de coleta, com a ajuda de uma
conexão sem fio [BAB06].

FIG. 1.2 – o nó sensor [CAS08].

1.3.1 Arquitetura de um nó sensor

Um nó sensor é composto por quatro unidades principais, que


são apresentadas na figura abaixo[CSS04][KHA06].

FIG. 1.3 – os componentes de um nó sensor [MOA08].

a. Unidade de captura (Unidade de detecção): Ela é composta por duas partes


unidades, um dispositivo de captura física que coleta a informação-
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 9

tion do ambiente local e um conversor analógico/


numérico chamado ADC (Conversores Analógicos para Digitais).

[Link] de processamento: Os dados capturados são


comunicadas ao processador onde são armazenadas na mé-
moire.
c. Unidade de comunicação (Unidade transceptora): Ela é composta
d'un emissor/receptor (módulo de rádio) permitindo a comu-
comunicação entre os diferentes nós da rede.
[Link] de energia (Unidade de potência): É a bateria que, não é geralmente-
Elemento não recarregável nem substituível. A capacidade de energia li-
mitée ao nível dos sensores representa a contração principal
durante o projeto de protocolos para redes de sensores.
As unidades de energia podem ser suportadas por células fotovoltaicas
que permitem converter a energia luminosa em corrente elétrica
trique.

1.3.2 Organização de um nó sensor

as redes de sensores utilizam uma pilha de protocolos de comu-


comunicação composta de cinco camadas: uma camada de aplicação, uma
camada de transporte, uma camada de rede, uma camada de enlace de dados
e uma camada física. Esta pilha é também caracterizada por três
níveis que integram nos protocolos das diferentes camadas a
consideração da energia consumida, da mobilidade dos nós,
e da gestão da distribuição das tarefas nos diferentes nós
do rede [DOH06].

a. A camada física: Ela é responsável pela seleção de frequências.


quência, a geração da frequência portadora, a deteção do
sinal, a modulação/desmodulação e a criptografia/descriptografia
informações. É vantajoso em termos de economia de energia
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 10

FIG. 1.4 – A pilha protoclar [CSS04].

diga que o designer da camada física escolhe uma trans-


missão de múltiplos saltos em vez de uma transmissão direta que ne-
cessite uma potência de transmissão muito alta [CSS04].
b. A camada de enlace de dados: A camada de enlace de dados é
principalmente responsável por :
Multiplexar o fluxo de dados.
– Detectar e bloquear os quadros de dados.
– Controlar o acesso ao meio de transmissão (Acesso ao Mídia
Controle).
– Controlar os erros.
– E garantir uma conexão fiável (ponto a ponto ou ponto a
multipontos) de acordo com a topologia da rede de sensores.

c. A camada de rede: Gerencia as trocas (e, eventualmente, as conexões)


através do RCSF. Sabendo que o posicionamento dos nós
sendo aleatório e denso, os protocolos de roteamento tradicionais
tornam-se inadequados. Para isso, a comunicação de múltiplos saltos
é a mais adequada. Esta camada suporta a décou-
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 11

vizinhança, alocação de recursos e roteamento.


d.A camada de transporte: Nos redes de sensores, a camada
o transporte está essencialmente presente para constituir uma inter-
face entre a camada de aplicação e a camada de rede [HAM07].
Seus principais objetivos são:
– Multiplexar e desmultiplexar as mensagens entre as aplicações
tions e a camada de rede.
– Controlar os dados em alto nível.
Regulamentar a quantidade de dados injetados na rede.
O papel desta camada intervém essencialmente quando vamos
acessar a partir do nosso RCSF para outro RCSF ou para Inter-
rede.
A camada de aplicação: A camada de aplicação constitui a
conjunto de aplicações implementadas em uma rede de sensores.
Essas aplicações devem fornecer mecanismos que permitam a
l’utilisateur d’intéragir avec le réseau de capteurs à travers dif-
interfaces referentes, e eventualmente, por intermédio de um
rede extensa (por exemplo: Internet).
Esta camada é responsável, por exemplo, pela coleta, o co-
dage, a agregação e a compressão dos dados coletados.
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 12

Além dos 3 níveis (planos):


[Link] niveau de gestion d’énergie: Chargé de contrôler la manière
um nó não usa sua energia.
b.O nível de gestão das tarefas: Garante o equilíbrio da dis-
distribuição de tarefas nos diferentes nós para realizar um
trabalho cooperativo.
c.O nível de gestão da mobilidade: Detecta e registra tudo
os movimentos dos nós sensores.

1.3.3 Arquitetura de uma rede de sensores

Os nós sensores são geralmente dispersos em uma área


de captura. Cada um desses nós tem a possibilidade de coletar os dados.
nascidas e direcioná-las para uma ou mais estações base (sink
node). Este último é um ponto de coleta de dados capturados. Ele
pode comunicar os dados coletados ao usuário final por meio de
para uma rede de comunicação, possivelmente a Internet[MOA08].

FIG. 1.5 – Arquitetura de comunicação de um RCSF [KEC07].

Como mostrado na (Figura 1.5), um RCSF é composto por um grande


nombre de nœuds capteurs éparpillés sur le champ de captage [ELK].
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 13

A um nível mais alto, um RCSF pode ser visto como sendo uma
combinação de duas entidades de redes :
–A rede de aquisição de dados: É a união dos nós
sensores e do sink, seu papel consiste em coletar os dados a
partir do ambiente e reuni-los na pia.
–A rede de distribuição de dados: Seu papel é conectar
ter a rede de aquisição de dados a um usuário.

1.3.4 Os tipos de arquiteturas dos RCSF

1. Redes de sensores sem fio planos: Uma rede de sensores sem


fil plat é uma rede homogênea, onde todos os nós dispõem
as mesmas capacidades na comunicação, captação de informação-
tions... E um sink diferente já que ele desempenha o papel de ponte
encarregada de transmitir as informações coletadas ao usuário.

FIG. 1.6 – Arquitetura Plat dos RCSF[ROM07].

2. Redes de sensores sem fio hierárquicas: É uma rede


heterogêneo onde os nós podem dispor de uma fonte de energia
gitique, d’une portée de communication ou d’une puissance de
cálculo diferente uns dos outros.
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 14

FIG. 1.7 – Arquitetura hierárquica dos RCSF[ROM07].

1.3.5 As diferentes topologias dos RCSF:


[Link] A Topologia em estrela :

Nesta topologia, uma estação base pode enviar ou receber.


uma mensagem para um certo número de nós. Esses nós podem
somente enviar ou receber uma mensagem da única estação de
base, não lhes é permitido trocar mensagens.
A vantagem dessa topologia é sua simplicidade, sua capacidade de minimizar
ser o consumo de energia dos nós e a minimização da-
tensão da comunicação entre os nós e a estação base. Seu
a desvantagem é que a estação base não é robusta uma vez que tudo
a rede é gerida por um único nó.

[Link] A topologia em grade :

Neste tipo de topologia, qualquer nó pode enviar para


qualquer outro nó na rede que esteja ao alcance de
transmissão. Isto é chamado de comunicação multi-saltos, na-
qual, se um nó deseja transmitir uma mensagem para outro nó que
está fora de seu alcance de transmissão, ele utiliza um nó inter-
médiaire para enviar sua mensagem ao nó destinatário. O avanço-
Apresentação de Redes de Sensores Sem Fio 15

L vantagem desta topologia é a possibilidade de escalabilidade, a re-


dança e a tolerância a erros, A desvantagem dessa topologia
é o consumo de energia na comunicação multi-saltos e
a latência que é criada pela passagem de mensagens entre nós
antes de chegar à estação base.

[Link] A topologia híbrida:

Uma topologia híbrida entre a estrela e a grade fornece uma


comunicações de rede robustas e diversas, assegurando o mínimo
suspensão do consumo de energia nas redes de sensores.
Neste tipo de topologia, os nós de sensor de baixa potência não
não roteiam as mensagens, mas há outros nós que têm a pos-
possibilidade de fazer o roteamento das mensagens. Em geral, esses nós têm
uma potência elevada.

1.3.6 A coleta de informações:

Existem dois métodos para coletar as informações de uma rede


de capteurs :

[Link] À pedido:

Quando se deseja ter o estado da zona de cobertura em um


momento T, o poço emite transmissões para toda a área para que os
capteurs remontent leur dernier relevé vers le puit. Les informations
são então enviadas por meio de uma comunicação de múltiplos saltos.

[Link] Em decorrência de um evento:

Um evento ocorre em um ponto da área de cobertura


(mudança brusca de temperatura, movimento...), os sensores se-
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 16

FIG. 1.8 – Coleta sob demanda.

Após a proximidade, as informações recolhidas são então transmitidas e a compra...


minente até o poço.

FIG. 1.9 – Coleta após um evento.


Apresentação das Redes de Sensores sem Fios 17

1.3.7 As principais características dos RCSF

–A redução do consumo de energia: Cada nó possui uma


bateria de tamanho reduzido, e portanto exposta a "morte"
uma vez todo o seu estoque de energia esgotado.

–L’auto-configuration des nœuds capteurs : Dans un RCSF,les


nós são implantados de uma maneira aleatória (míssil, avião...)
[CSS04]. Assim, um nó sensor deve ter capacidades de uma
parte, para se auto-configurar na rede, e por outro lado para
colaborar com os outros nós com o objetivo de reconfigurar dy-
namiquement o rede em caso de mudança de topologia do
rede [HOW03].

–A escalabilidade: Uma rede de sensores é escalável porque tem a


faculdade de aceitar um número muito grande de nós.

A tolerância a falhas: No caso de mau funcionamento


d'un nó (falta de energia, interferências com o ambiente
ment d’observation...) ou também em caso de adição de novos nós
sensores na rede, este nó deve continuar a funcionar
normalmente sem interrupção. Isso explica o fato de que um RCSF
não adote uma topologia fixa, mas sim dinâmica.

Uma densidade importante dos nós: A forte densidade dos nós


é devido ao modo de posicionamento dos nós (o modo aleatório).

–Uma colaboração entre os nós: As restrições estritas de


o consumo de energia leva os nós sensores a detectar
e tratar os dados de uma maneira cooperativa a fim de evitar o
tratamento redundante de um mesmo dado observado, fonte de
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 18

a perda de energia [4].

1.3.8 Os domínios de aplicação

La taille de plus en plus réduite des micro-capteurs, le coût de


cada vez mais fraca, a ampla gama de tipos de sensores disponíveis
(térmico, óptico, vibrações,...) bem como o suporte de comunicações
A tecnologia sem fio utilizada permite que as redes de sensores invadam
vários domínios de aplicações.
Entre as quais, podemos citar:
Aplicações Militares: Assim como no caso de várias tecnologias
As áreas, o domínio militar foi um motor inicial para o desenvolvimento
desenvolvimento de redes de sensores. O desdobramento rápido, o
custo reduzido, a auto-organização e a tolerância a falhas dos
redes de sensores são características que tornam este tipo
de redes uma ferramenta apreciável em um tal domínio.
Como exemplo: A detecção e coleta de informações sobre a
posição do inimigo, a vigilância das zonas hostis (conta-
minados), a detecção de agentes químicos, biológicos...

Aplicações Ambientais: Uma grande quantidade de sensores


pode ser implantada na floresta ou em um ambiente de conservação
monitoramento da fauna a fim de coletar diversas informações
sobre o estado do meio natural e sobre os comportamentos de deslocamento
cimento.
Parmi ces applications, on trouve : Détection des feux de fo-
rêt, precisão da agricultura, O acompanhamento dos movimentos de oi-
baldes, de animais e de insetos...

Aplicações Médicas: Poderíamos imaginar que no futuro, a


a vigilância das funções vitais do ser humano seria possível
Présentation des Réseaux de capteurs sans fil 19

graças a micro-sensores que poderão ser engolidos ou implantados


tés sob a pele. Atualmente, microcâmeras que podem
ser engolidas existem.
Por exemplo: O controle remoto dos dados fisiológicos
do ser humano, a administração de medicamentos por dentro
hospitais, o acompanhamento e a vigilância dos médicos e dos pa-
pacientes dentro do hospital...

Aplicações Comerciais: É possível integrar nós cap-


teurs ao processo de armazenamento e entrega. A rede assim
formou, pode ser usado para conhecer a posição, o estado e a
direção de um pacote ou de uma carga. Ele se torna então pos-
possível para um cliente que espera a recepção de um pacote, ter
um aviso de entrega em tempo real e de conhecer a posição
atual do pacote. Encontra-se neste domínio: A detecção
e a vigilância dos roubos de carros, os museus interativos, O
controle ambiental nos escritórios e nas empresas...

1.3.9 O consumo de energia nos RCSF

Os sensores são projetados com um módulo de energia limitado. Assim,


esta última deve ser utilizada de forma eficaz para maximizar a do-
rée de vie do rede. Nota que, uma vez que a energia de um nó é
esgotado, ele é considerado falho o que provoca uma forte probabilidade-
lité de perder a conectividade da rede.

[Link] As principais operações devido ao consumo de energia

[Link] de captura: A energia de captura é dissipada para ac-


cumprir as seguintes tarefas: amostragem, tratamento de si-
sinal, conversão analógica/digital e ativação da sonda
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 20

FIG. 1.10 – As diferentes aplicações dos RCSF [CHE08].

du captura.
Em geral, a energia de captura representa uma baixa porcentagem
taxa de energia total consumida por um nó.
[Link] de traitement :L’énergie de traitement se divise en deux
parties : l’énergie de commutation et l’énergie de fuite. L’énergie
a comutação é determinada pela tensão de alimentação e
a capacidade total comutada ao nível de software (ao executar um
software).
Por outro lado, a energia de fuga corresponde à energia consumida.
quando a unidade de cálculo não realiza nenhum processamento. Em geral,
a energia de tratamento é baixa em comparação com a necessária
para a comunicação.
[Link] de comunicação: A energia de comunicação se de-
cline em duas partes: a energia de recepção e a energia do emitido
sion. Essa energia é determinada pela quantidade de dados a
comunicar e a distância de transmissão, assim como pelo
propriétés physiques du module radio. L’émission d’un signal
Apresentação de Redes de Sensores Sem Fio 21

est caracterizada por sua potência. Quando a potência de emissão


est elevada, o sinal terá um grande alcance e a energia consumida
a energia de comunicação será mais elevada.
representa a maior parte da energia consumida por
um nó sensor.

[Link] Modelo de consumo de energia

Heinzelman et al. [HCB00] proposent un modèle radio de consom-


mation de energia (Figura 1.11). Assim, as energias necessárias para
emitirT x (s, d) e receberRx(s)des mensagens são dadas como
suit :
– Para emitir uma mensagem de bits para um receptor longe de
metros, o emissor consome:

ET x (s, d) =ET xelec(s) +ET xamp(s, d)


ET x (s, d) = (Eelec∗s) + (Eamp∗s∗d2 )
– Para receber uma mensagem de s bits, o receptor consome:
ERx(s) =ERxelec(s)
ERx(s) =Eeletrônico*s
EelecetEamprepresentam respectivamente a energia de transmissão
eletrônica e amplificação.

FIG. 1.11 – Modelo de consumo de energia.


Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 22

[Link] Os fatores que intervêm no consumo de energia

O consumo de energia depende de vários fatores que são


explicados abaixo :
[Link] do módulo de rádio: O módulo de rádio é o componente do
nó sensor que consome mais energia, já que é ele
qui assure la communication entre les nœuds. On distingue les
quatro estados seguintes :
–Estado de sono: O rádio está desligado.
–Estado da transmissão: O rádio transmite um pacote.
–Estado de recepção: O rádio recebe um pacote.
–Estado ocioso: Este estado provoca uma perda de energia devido a
a escuta inútil do canal de transmissão. Para evitar essa perda
de energia, um sensor deve ser ativado apenas em caso de necessidade, e
o resto do tempo ele deve entrar no estado de sono.

[Link] ao meio de transmissão: Uma vez que os nós compartilham


o mesmo meio de transmissão, a subcamada MAC desempenha um
papel importante para a coordenação entre os nós e a mini-
minimização do consumo de energia. De fato, minimizar os
Colisões entre os nós permitem reduzir a perda de energia.
Assim, as principais causas de perda de energia são:
–A retransmissão: Os nós sensores possuem em geral
uma única antena de rádio e compartilham o mesmo canal de trans-
missão. Além disso, a transmissão simultânea dos dados
proveniente de vários sensores pode produzir colisões
e assim uma perda da informação transmitida. A retransmissão-
a perda de pacotes pode levar a uma perda significativa
tive de l’énergie.
–A surécoute: O fenômeno da surécoute (ouvir por acaso) se
produz quando um nó recebe pacotes que não lhe são destinados
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 23

destinados, Como ilustrado na figura seguinte :

FIG. 1.12 – A escuta [MOA08].

–A escuta ativa: A escuta ativa (escuta passiva) do canal para


uma eventual recepção de pacote que não será recebida pode
gerar uma perda significativa da capacidade dos nós em
energia.
A sobrecarga: Vários protocolos da camada MAC
cionam por meio de troca de mensagens de controle (overhead) para
assegurar diferentes funcionalidades: sinalização, conectividade,
établissement de plan d’accès et évitement de [Link]
Essas mensagens exigem uma energia adicional.
A super-emissão: O fenômeno da super-emissão
ting) ocorre quando um nó sensor envia os dados para
um destinatário que não está disposto a recebê-los.
–O tamanho dos pacotes: O tamanho das mensagens trocadas em
a rede tem um efeito sobre o consumo de energia dos nós
emissores e receptores.

[Link] de propagação de rádio: O modelo de propagação retoma


sente uma estimativa da potência média recebida do sinal
rádio a uma distância dada de um emissor. A propagação do
sinal de rádio é geralmente submetido a diferentes fenômenos:
a reflexão, a difração e a dispersão por diversos objetos.

[Link] de dados: O roteamento em redes de sensores


é um roteamento de múltiplos saltos. O encaminhamento dos pacotes de uma
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 24

A transferência de dados de uma fonte para um destino é realizada através de vários nós

intermediários.
Nesse contexto, uma má política de roteamento pode ter
consequências graves sobre a duração da vida da rede.

1.3.10 Le routage dans les RCSF

Os protocolos de roteamento dentro dos RCSF são influenciados por


um fator determinante a saber: A minimização de energia sem uma
perda considerável de eficácia.
Para isso, muitas estratégias de roteamento foram criadas para os
redes de sensores. Algumas são adaptações de estratégias que
existiam para outros tipos de redes (redes sem fio no sentido do
mais grandes) enquanto outras foram projetadas especialmente para os
redes de sensores sem fio.

Os protocolos de roteamento propostos para os RCSF podem ser


classificados de acordo com quatro maneiras: Segundo a topologia, o estabelecimento
da estrada, os paradigmas de comunicação e o funcionamento
do protocolo.
Esta classificação é concebida da seguinte forma:

[Link] Exemplos de protocolos de roteamento

a)SPIN :
Heinzelman e outros propuseram uma família de protocolos chamada SPIN
(Protocolos de Sensores para Informação via Negociação), repousando sobre um
modelo de negociação a fim de propagar a informação em uma rede
de sensores.
As comunicações no SPIN são feitas em três etapas [CHE08]:
Quando um nó quer emitir um dado, ele primeiro emite um
mensagem ADV contendo uma descrição dos dados em questão
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 25

FIG. 1.13 – Classificação dos protocolos de roteamento[BEN09].

ção.
Um nó recebendo uma mensagem ADV, consulta sua base de interesse.
Se estiver interessado nesta informação, ele emite uma mensagem REQ.
vers seu vizinho.
– Ao receber uma mensagem REQ, o emissor a transmite ao interessado
a informação sob a forma de uma mensagem DADOS.
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 26

FIG. 1.14 – As etapas do protocolo SPIN[CHE08].

b) Ácidos Graxos de Cadeia Média (AGCM):

Yeet et al. propuseram o algoritmo MCFA (Encaminhamento de Custo Mínimo)


Algoritmo), buscando um caminho mínimo entre a fonte e o poço,
considerando os limites das redes de sensores. O protocolo
visa a alcançar três principais objetivos:
+ A optimalidade: Ao encaminhar os dados por caminhos de custo
mínimo.
A simplicidade: Que se traduz por um baixo consumo em mé-
moire, e a não necessidade de uma identificação dos nós.
+ A escalabilidade: Dada a baixa utilização de memória
e a ausência de identificador de nós, o protocolo pode ser utilizado
para um grande número de nós. Além disso, a fase de construção
as rotas consomem apenas uma mensagem por sensor.

Seu princípio é o seguinte :


Cada nó mantém uma variável de custo, que determina o custo
mínimo em direção ao poço no caminho ótimo. Várias medidas podem
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 27

ser empregadas, dependendo da aplicação desejada: número de saltos, consumo-


mation de energia, . . . etc.

c) Difusão Direcionada :
Directed Diffusion é um protocolo de propagação de dados, per-
permitindo o uso de vários caminhos para o roteamento de informações.
O poço difunde um interesse na forma de um pedido, a fim de interrogar
a rede sobre um dado particular. Ele se baseia no modelo pu-
publicar/assinar. DD baseia-se em quatro elementos: nomeação dos
dados, propagação de interesses e o estabelecimento de gradientes,
propagação de dados e reforço de caminhos.
DD emprego a inundação global da rede. Cada nó mantém
localmente um cache de interesse contendo as seguintes informações:
–A descrição do interesse, utilizando o esquema de nomina-
Quando um poço requer um dado da rede, ele propaga
um interesse, contendo sua descrição assim como o fluxo de informação
ção desejada.
–Um conjunto de gradientes: Quando um nó recebe um interesse,
ele percorre seu cache :
+ Se o cache não contiver nenhuma entrada relativa ao interesse recebido,
uma nova entrada é criada com um gradiente em direção ao vizinho
emissor.
Caso contrário, o nó procura um gradiente em direção ao
voz emissor, e atualiza em consequência a entrada em questão
Após o tratamento do cache, o nó retransmite o interesse para seus
vizinhos. O método mais simples é usar a inundação.
Apresentação das Redes de Sensores sem Fio 28

FIG. 1.15 – Etapas descritivas do protocolo DirectedDiffusion [CHE08].

1.4 Conclusion

Este capítulo deu uma visão geral sobre o campo de


redes de sensores sem fio que estão relacionadas à rede Ad
hoc.

As redes de sensores sem fio apresentam um interesse considerável


dérable e uma nova etapa na evolução das tecnologias
de informação e de comunicação. Esta nova tecnologia-
Logie suscita um interesse crescente, dada a diversidade de suas aplica-
ações: saúde, meio ambiente, indústria e até mesmo no campo
esportivo.

No entanto, a realização das redes de sensores deve sua-


fazer algumas restrições como o consumo de enér-
gie, a mudança da topologia, a densidade importante do ré-
seau,...etc. Essas limitações levaram os pesquisadores a sugerir algumas
Apresentação de Redes de Sensores Sem Fio 29

abordagens de monitoramento para manter a rede operacional


no maior tempo possível, mantendo uma conectividade
na rede (rede conexa) e uma melhor cobertura da
zona.

De fato, o próximo capítulo será dedicado à vigilância


dos RCSF assim como a apresentação da abordagem distribuída que nós
escolhemos.
Apresentação das Redes de Sensores Sem Fio 30
Capítulo 2

A vigilância das Redes de


Sensores Sem Fio

A vigilância é um dispositivo utilizado para analisar o estado do sys-


tème. Ela consiste em detectar e classificar as falhas enquanto ob-
servindo o estado do sistema em tempo real, então diagnosticar [GVA07]
para poder localizar os elementos defeituosos e determinar as causas.
Em geral, a concepção de uma supervisão eficaz baseia-se em
a combinação das técnicas de vigilância e diagnóstico.
De fato, nos RCSF, alguns nós sensores podem ser
bloqueados ou parados devido à falta de energia, de um dé-
gato material ou de uma interferência ambiental. A pane de um
nó sensor não deve afetar o funcionamento global do seu
rede. É o problema de confiabilidade ou de tolerância a falhas.
Para a resolução desses problemas, várias abordagens centrais
Slims foram propostas que se baseiam no diagnóstico e na reconfiguração
racao ao nível da pia, o que provoca vários inconvenientes, como
que : A sobrecarga do módulo, A sobrecarga da rede pelas mes-
sages de controle, os prazos de transmissão que podem atrasar isso
detecção de defeitos, e a maior desvantagem é a falha
do módulo sink.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 32

Nestas circunstâncias, apresentaremos neste capítulo uma me-


redecentralizada que visa a reconfiguração da rede em caso de
falha com base no princípio de redundância com algum
propriedades da teoria dos grafos para manter a rede conexa
cobrindo toda a área de captura.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 33

2.1 A supervisão dos RCSF

Um supervisor tem como objetivo garantir o bom andamento de uma


missão na presença de problemas e gerenciar o melhor funcionamento
ment possível. A partir deste princípio, a vigilância das redes de sensores
consiste em detectar os defeitos e as falhas, em seguida gerar soluções
tions en temps réel pour gardé la longévité du réseau.
As falhas podem ocorrer devido a um defeito no nível lo-
giciel ou d’une erreur humaine. Dans les RCSF, la panne est géné-
raramente desencadeada devido ao esgotamento de energia de um nó
que é provocado pela sobrecarga da rede com as mensagens de
controles e até por causa das restrições em que a rede está
desdobrado.

2.1.1 As Quebras

Uma falha (ou pane) do sistema ocorre quando seu comportamento


o argumento torna-se inconsistente e não fornece o resultado desejado. O
a pane é uma consequência de um ou mais erros. Um erro
representa um estado inválido do sistema devido a um erro (defeito). A
a falta é, portanto, a primeira causa do erro, este último provoca
a falha do sistema.

[Link] Classificação das falhas

O esquema a seguir mostra uma classificação geral de acordo com a do-


rée, la cause ou le comportement d’une panne :

[Link] selon durée :


a1.[Transição:] Consequência de um impacto ambiental
temporária, ela pode eventualmente desaparecer sem au-
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 34

FIG. 2.1 – Classificação das falhas [CHE08].

intervenção cuneiforme.

a2.[Intermitente :] Variante da falha transitória, ela se pro-


dinheiro ocasionalmente e de forma imprevisível. Ela é ge-
normalmente devido à instabilidade de certas características
materiais ou à execução do programa em um espaço
particular do ambiente.
a3.[Permanente :] continue e estável ao longo do tempo, a falha
permanente persiste enquanto não houver intervenção ex-
terne para eliminá-lo. Uma mudança física em um com-
posant provoca uma falha de hardware permanente.

[Link] de acordo com a causa:

b1.[Falha de design :] Devido a uma má estruturação do re-


seau ou do componente em particular. Na prática, esse tipo
a pane não deveria existir graças aos testes e simulação
tions antes da realização final da rede;
b2.[Falha operacional:] Que ocorre durante a função-
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 35

desempenho do sistema.
Ela é geralmente devido a causas físicas. Além disso,
pode-se distinguir, especialmente para as redes de cap-
teurs, três causas principais: A energia, Segurança e Trans-
missão.

[Link] de acordo com o comportamento resultante:

c1.[Panne acidental (Crash) :] O componente para, ele para


completamente de funcionar ou bem continua mas sem re-
tornar-se um estado estável (válido).
c2.[Falha de omissão:] O componente não é mais capaz de amé-
melhorar seu serviço (fracasso total).

c3.[Falha de sincronização (Temporização) :] O componente efec-


tue son traitement mais fournit le résultat en retard.
C4.[Pane Bizantino :] Esta pane é de natureza arbitrária ; o
o comportamento do componente é, portanto, imprevisível. Devido a
ataques muito maliciosos, esse tipo de falha é considerado
déré o mais difícil de gerir.

2.1.2 Arquitetura de solução tolerante a falhas nos RCSF

A solução pode ser classificada em 3 categorias:


§Gestão da bateria: Esta categoria é considerada como
uma abordagem preventiva, onde os protocolos definem uma dis-
Contribuição uniforme para a dissipação de energia entre os dif-
nós de sensores diferentes; para melhor gerenciar o consumo
de energia e o aumento da duração da rede. Em
Além disso, o mecanismo de espera é uma técnica de gerenciamento
ação de bateria. De fato, os protocolos determinam prazos
de suspensão dos nós sensores inativos para uma melhor
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 36

conservação de energia[FEL07].

§Gestão de fluxos: Esta categoria agrupa as técnicas que


definem protocolos de gestão de transferência de dados
(roteamento, seleção de canal de transmissão... etc.). Nós pou-
vons encontrar abordagens preventivas ou curativas sobre os dif-
camadas referentes (rede, enlace de dados...etc.) tais como:
Roteamento multi-caminho: Utiliza um algoritmo preventivo para des-
terminar vários caminhos desde cada sensor até o nó
coletor. Isso garante a presença de mais de um caminho confiável
para a transmissão e oferece uma recuperação rápida da transferência em
cas de falha no primeiro caminho selecionado (escolher um dos
caminhos que permanecem).
Recuperação de estrada: Após a detecção de falha, uma técnica
Curativo permite criar um novo caminho mais confiável para
retransmitir os dados.
Alocação de canal: Esta solução, implementada no nível MAC,
efetue uma alocação do canal de transmissão de uma maneira
a diminuir as interferências entre os nós vizinhos e evitar os
colisões durante a transferência.
Mobilidade: Alguns protocolos propõem como solução toler-
rante às falhas a seleção de um conjunto de nós móveis
encarregados de se deslocar entre os sensores e coletar os dados
captadas. Isso reduzirá a energia consumida a nível de cada
sensor eliminando sua tarefa de transmissão. Um nó móvel
é geralmente equipado com uma bateria maior do que a
de um nó sensor.

§Gestão de dados: Os protocolos classificados nesta categoria


rie oferecem uma melhor gestão de dados e de seu tratamento
ment. Duas principais subcategorias são determinadas:
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 37

Agrégation :Considérée comme approche préventive, l’opération


d’agrégation realiza um tratamento adicional sobre os dados
nascente bruta captada do ambiente. Um nó agrega-
teur combina os dados provenientes de vários nós em um
sinal informativo; o que reduz consideravelmente a quan-
título de dados transmitidos, demanda menos energia e aumenta
mantém assim a duração da rede.
Agrupamento: Uma das importantes abordagens para tratar a estrutura
A estrutura de uma rede de sensores é o agrupamento. Ele permite a for-
mation d’un backbone virtuel qui améliore l’utilisation des res-
fontes raras como a largura de banda e a energia. Além disso,
o clustering ajuda a realizar multiplexação entre diferentes clus-
Além disso, ele melhora o desempenho dos algoritmos de
rastreio. Vários protocolos utilizam esta abordagem preventiva
[FEL07]

2.1.3 Aspecto de vigilância de um RCSF


[Link] Metodologia de implantação :

Os sensores podem geralmente ser colocados em uma área de interesse


pronto, seja determinístico ou aleatório. A escolha da estratégia de implantação
depende do tipo de sensores, da aplicação e do ambiente
de funcionamento do sensor. O desdobramento controlado dos nós
é viável e muitas vezes necessário quando os sensores são caros, ou
quando seu funcionamento é sensivelmente afetado pela sua posição
tion. Em algumas aplicações, a distribuição aleatória dos nós
é a única opção possível. Isso é particularmente verdadeiro para os
ambientes difíceis como o campo de batalha ou uma região
de catástrofe. De acordo com a distribuição dos nós e o nível de redon-
dança, o despliegue aleatório dos nós pode atingir os objetivos
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 38

de performance.

FIG. 2.2 – Stratégies de déploiement des noeuds dans un RCSF[YAK].

[Link] Conectividade da rede

Uma rede de sensores sem fio é dita conectada se e somente se ela


existe pelo menos uma rota entre cada par de nós [MER03]. A
A conectividade depende essencialmente da existência de estradas. Ela é
afetada pelas mudanças de topologia causadas pela mobilidade ou
a falha dos nós [BEC09].
O princípio é que a boa cobertura será fornecida quandoré um
múltiplos deSr . Cependant, si la portée de communication est limitée,
por exemplo, Tr=Sr , a conectividade torna-se um problema importante,
exceto se a redundância em matéria de cobertura estiver provisionada.

Uma das métodos utilizados foi proposto por 'J. Bredin, E. De-
Maine, M. Taghi Hajiaghayi e D. Rus em 2005, que se baseia na
formulação dos RCSFs K-conectados [CSS04]. A K-conectividade supõe
que existem K caminhos independentes entre cada par de nós.
Para K > 1, a rede pode tolerar algumas falhas de links e ga-
rantie uma certa capacidade de comunicação entre os nós. Os
autores estudam o problema da colocação dos nós para alcançar
K-conectividade no momento da configuração da rede ou de reparo
criar uma rede desconectada formulando o problema como um modelo
A vigilância de Redes de Sensores Sem Fio 39

de otimização que busca minimizar o número de nós suplementares


comentários necessários para manter a K-conectividade.

[Link] A cobertura

O problema da cobertura em redes de sensores de vídeo


não é recente [MSP09]. Vários trabalhos já trataram desse pro-
problema de várias maneiras. No entanto, existem duas categorias de
couverture :
- Cobertura dos alvos pré-determinados: Consiste em encontrar um sub-
conjunto de nós conectados que garante a vigilância de um
conjunto de alvos cuja posição é conhecida a priori.
- Cobertura de uma área: consiste em encontrar um subconjunto de
nós conectados e que asseguram a vigilância de toda a área de dé-
desdobramento.

Seja uma rede de nós implantados para monitorar uma região


de interesse, um nó é caracterizado pelo seu raio de cobertura e
seu raio de transmissão. A cobertura em uma rede de sensores
sans fio depende da densidade dos nós. Essa densidade é dada por
a equação extraída de [CSS04]:
µ(R) = (NΠR2 ) /A
Onde :
O raio de transmissão de um nó,
-Ao ar do cálculo,
Nome de nós localizado no arA

[Link] Longévité du réseau

Prolongar a vida útil da rede foi o objetivo de otimização


para a maioria dos protocolos de comunicação publicados para os re-
seios de sensores. As posições dos nós significativas impactam em
La surveillance des Réseaux de Capteurs Sans Fil 40

a duração de vida da rede. Por exemplo, as variações da densidade dos


nós na região podem levar à carga de tráfego des-
equilibrado e provocar estrangulamentos [HWT05].
Un Réseau de capteur sans fil devient inexploitable quand la connec-
A ativação entre seus nós está perdida, diz-se que a rede está morta.

2.1.4 A redundância

A redundância, de uma forma geral, é utilizada para prevenir um


disfunção em um sistema. Como no caso dos RCSF, a
a redundância é estabelecida para estender a vida útil da rede, sob-
tudo que esta última se refere ao sobrenome dos nós.
A redundância se divide em duas categorias:
a) A redundância material ou física.
b) A redundância analítica.

[Link] A redundância de hardware

A redundância física consiste em usar vários sensores, ac-


tionneurs, processeurs et logiciels pour mesurer et/ou contrôler une
variável particular. Um princípio de votação é aplicado sobre os valores
redondantes para decidir se uma falta está presente ou não. Este ap-
proche envolve um custo importante em instrumentação, mas se revela
extremamente confiável e simples de implantar. Ela é implementada
essencialmente em sistemas de alto risco, como usinas
nucleares ou os aviões.
Essa abordagem é aplicada para os RCSF, uma vez que é o meio
o mais fácil de obter várias informações sobre uma mesma variável
e ter vários sensores medindo a grandeza disso
variável.
A redundância física sofre de uma desvantagem maior: sua
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 41

FIG. 2.3 – A redundância de hardware [RIP99].

custo. Dobrar o número de sensores significa pelo menos duplicar o


preço do órgão de medição. Além disso, as restrições ergonômicas
ligadas à instalação desses sensores podem limitar seu uso.
Os modos que podem ser aplicados aos diferentes níveis de um
sistemas são :

1. A redundância ativa: Ela é adequada para sistemas críticos


devido ao seu princípio que tolera a falha de um ou de vários
componentes.

2. A redundância passiva: Baseada na redundância usando uma


cópia única, chamada "cópia primária"; enquanto as outras cópias
são usadas apenas em caso de falha.

A redundância híbrida: Como o próprio nome indica, é uma com-


binação entre as duas redundâncias citadas anteriormente.

A escolha da estratégia de redundância é feita com base nas restrições


e das necessidades aplicacionais. No caso das redes de sensores sem
Fil, a replicação ativa é preferível para tolerar falhas.
frequentes dos nós sensores.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 42

[Link] A redundância analítica

Um complemento à redundância física é explorar os


restrições ligando as diferentes variáveis do sistema. Essas restrições
podem muitas vezes se expressar na forma de relações analíticas
liant as variáveis conhecidas (relações de entrada/saída ou de saída/saída).
Essas relações são chamadas de relações de redundância analítica.
O princípio da vigilância consiste em verificar se essas relações são
iguais a zero (em um sentido estatístico especificado mais adiante) utilizando
as medidas coletadas online no sistema. O conceito de redon-
a dança analítica baseia-se na utilização de um modelo matemático
do sistema a ser monitorado.

Definição 1 a estrutura de uma relação de redundância analítica é a


lista mínima de restrições que devem ser atendidas para que isso aconteça
também. Cada restrição está associada a um componente, a estrutura
d uma RRA será notada utilizando o conjunto de componentes corres-
dants. [MAQ03]

A abordagem que utiliza a redundância analítica se descompõe ge-


geralmente em duas fases distintas :
A primeira diz respeito à geração de resíduos característicos da
pane.
A segunda etapa diz respeito à tomada de decisão relacionada à des-
detecção e eventualmente à localização de um elemento defeituoso.
Ela implementa técnicas de detecção de rupturas e de testes
de hipóteses.
Este princípio é frequentemente difícil de explorar, como no caso dos
RCSF devido à mudança frequente da topologia da rede relacionada
à exaustão da bateria ou mesmo a mobilidade dos sensores. Para
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 43

ces raison, la redondance matérielle est utilisée surtout que le coût


O número de sensores sem fio está se tornando cada vez menor.

2.2 Sistemas Multi-agentes

Um sistema multi-agente (SMA) é um sistema composto por um en-


conjunto de agentes, situados em um determinado ambiente e interagindo
sant segundo certas relações. Um agente é uma entidade caracterizada por
o fato de que ela é, pelo menos parcialmente, autônoma. Isso pode ser um
processo, um robô, um ser humano, etc. Objeto de longa data de
pesquisas em inteligência artificial distribuída, os sistemas multi-
agentes formam um tipo interessante de modelagem de sociedades, e têm
a este título, campos de aplicação amplos, que vão até as ciências
humanas.
Em outras palavras, é fazer cooperar um conjunto de entidades (agentes)
dotadas de um comportamento inteligente, coordenar seus objetivos e suas
planos de ação para resolver um problema.

2.2.1 Características dos Sistemas Multi-Agentes

– Cada agente tem informações ou capacidades de resolução


de problemas incompletos, então cada agente tem um ponto de vista
limité
– Não há controle global do sistema;
As informações são descentralizadas;
Os cálculos são assíncronos
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 44

2.3 Os Trabalhos Anteriores

No campo dos RCSF(s), várias abordagens foram propostas


ações para remediar os problemas encontrados após o funcionamento
dos RCSF(s). Nesse contexto, os métodos ou as soluções propõem-
sées são classificadas em duas categorias :
– Os Métodos Centralizados ;
– Os Métodos Descentralizados.
Sabendo que os pesquisadores se orientam para a segunda categoria a
causa de problemas de centralização que podem ser resumidos em:
– Sobrecarga do módulo de tratamento;
– Sobrecarga dos nós pelos mensagens de controle.....etc.
Devido a isso, os trabalhos sobre os RCSF(s) se orientam mais para
a economia de energia, a qualidade do serviço e, mais recentemente, em direção a
vigilância dos RCSF(s). Em relação a este último ponto, podemos
citar o seguinte:
No 'SENSOR ORGANIZADO POR SI MESMO' [YCC05], o autor concebeu
son protocole de surveillance basé sur la construction d’ un arbre hié-
hierárquico usando o modelo matemático como a teoria dos
gráficos ou de um diagrama de Voronoi que se aplicam a uma vasta
zona devido à utilização da comunicação multi-saltos assim
Os dados poderiam ser agregados ao nível dos nós intermediários.
diários.
Ele se baseia nos seguintes pontos:
– Coletar as posições dos nós;
– Limpar os nós redundantes e detectar os nós de fronteira;
– Detectar e acompanhar objetos de intrusão;
– Reorganizar os nós quando um nó morrer.
O nó redundante é detectado de acordo com sua área de cobertura com uma
imagem binária.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 45

O Protocolo de EEP proposto por SAYAD MAYA[SAY09] traz


melhorias como o aumento da duração da função
melhoria da rede assim como a diminuição do prazo de transmissão.
Portanto, há economia de energia devido à criação das estradas.
é dinâmica e se baseia em uma função de custo que leva em conta
o nível de energia dos nós e sua distância em relação à sta-
de base.

Os autores [BAI10] estudaram a vigilância utilizando a ajuda


multicritério à decisão ao formular especificações que são os
recursos limitados em termos de carga e capacidades de armazenamento
e de cálculo, assim como a ausência de infraestrutura fixa (a mobilidade),
conectividade, e a distância entre os sensores enfrentar os problemas
comportamentos que podem o visar.

No CFIP09 [MSP09], os autores se interessam pela supervisão de


vídeos de Redes de Sensores Sem Fio onde adotam uma ap-
próximo para organizar de maneira adaptativa a atividade dos nós
vídeo de acordo com a cobertura. Eles se dirigiram a um al-
algoritmo distribuído onde cada nó organiza seus vizinhos em um
conjunto de nós disjuntos em seguida com base na atividade, cada
nó decide se permanece ativo ou não. A simulação foi estabelecida com base
de um modelo multi-nível.

Samira ALLAM no [ALL09] se interessa pelo protocolo de roteamento


baseado em uma abordagem distribuída com um contexto multi-agente
sée sobre a Auto-organização para o objetivo de balear de um sistema centra-
ligado a um sistema descentralizado para garantir a redução de energia
consumida.
No [BEC09], o autor propôs um modelo descentralizado para a
vigilância de um RCSF utilizando um simulador pessoal projetado
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 46

com C++ para a validação dos testes.

Após várias pesquisas, constatamos que a vigilância


des RCSF(s) é um domínio que se expande onde os pesquisadores estão interessados
resse de plus en plus vers cette porte qui a ouvert un autre concept de
pesquisa. De fato, baseamo-nos na aplicação de uma
abordagem distribuída para Redes de Sensores Sem Fio e de si-
mulé esta abordagem em um simulador existente e de código aberto.
A abordagem distribuída ou de Múltiplos Agentes para:
– A adaptação à realidade;
– A cooperação ;
– A resolução de problemas complexos;
A eficiência;
A confiabilidade.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 47

2.4 Descrição da abordagem distribuída (descentralizada)


sée)

L’approche suivie consiste à la définition d’un réseau de capteur


sem fio com o princípio de agentes: diferentes papéis atribuídos aos nós
para formar grupos (zonas ou clusters), o mesmo algoritmo é
utilizado para a reorganização da rede em caso de falha em utili-
sant o princípio de redundância com a teoria dos grafos.

2.4.1 Topologia da rede

A rede de sensores sem fio é implantada aleatoriamente em uma


zona, esses nós seguem uma topologia dinâmica ou seja, os cap-
os usuários podem se mover ou até mesmo a adição ou a desaparecimento dos cap-
teurs pode ser considerado.
A rede é dividida em grupos de sensores onde cada nó tem um
rôle affécté en fonction de ses voisins lors de l’organisation du ré-
seau. Este princípio é seguido para fazer cooperar um conjunto de entidades
dotados de um comportamento, coordenar seus objetivos e seus planos de
soluções para resolver um problema [LEB].

2.4.2 Définition des rôles

Os papéis podem ser definidos da seguinte forma:


a) Nó Representante: É o nó que administra os com-
comunicações dentro do grupo de sensores. Ele assume todas as
solicitações de envio de mensagens dos membros de sua região. É
o nó que se encarrega da comunicação do grupo com
o exterior. Notemos que um representante nunca pode ter um
vizinhos do mesmo papel.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 48

b) Nó de Ligação: Permite que os nós representem de comuni-


quer (ele está nas fronteiras de vários grupos de sensores). Ele
est responsável por assumir as comunicações entre as regiões.

c) Nœud Simples: Não é outra coisa senão um simples sensor, ele captura de
a informação solicitada e comunicá-la ao Sink via seu
representante.

d) Nó de sumidouro: É a estação principal que pode se comunicar


com todos os nós para coletar as informações desejadas.

FIG. 2.4 – Organisation en régions des nœuds capteurs [ALL09].


A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 49

[Link] Algoritmo de atribuição de papel

O algoritmo a seguir explica o procedimento de atribuição de papéis.


AffectationRole
{
se(NombreVoisin !=0)
{
se(NbreVoisinRepresentant == 0)
Nenhum Representante vizinho, então o sensor se torna.
RoleAffecté = Representant ;
senão
{
if(NbreVoisinRepresentant == 1)& &(RoleAffecté != Representant)
{
existe um único representante associado aos nós
//que obriga os outros sensores a se tornarem nós simples
RoleAffecté = Simple ;
}
senão
{
//vários representantes ao redor do nó então isso
//capteur ne peut être qu’un noeud de liaison
RoleAffecté = Liaison ;
}
}
}
}
A aplicação de tal algoritmo leva a rede a se representar de

da seguinte maneira:
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 50

FIG. 2.5 – Atribuição de papéis em um RCSF.

2.5 O protocolo de roteamento adotado

O protocolo de roteamento a seguir se baseia no princípio de atribuir


ação de papéis que se compõe em várias etapas resumidas nas
pontos seguintes:
A detecção da vizinhança;
Mudança de papéis;
•Detecção de grupos vizinhos;
•Resolução de conflitos entre representantes;
Gestão da redundância.
Mecanismo de detecção de falhas.
Sabendo que os nós deste sistema interagem por meio do envio de
mensagens. As interações entre os 3 agentes permitem entender
o funcionamento deste protocolo. Essas interações são definidas por
relatório sobre o papel atribuído.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 51

2.5.1 Os Diagramas UML

Os Diagramas segundo o método UML, mais precisamente o


diagrama de Estado-Transição e Diagrama de Sequência são elaborados
para apresentar os diferentes estados de um nó e para fornecer uma
ideia geral e mais clara sobre o princípio da abordagem seguida.

FIG. 2.6 – Diagrama Estado Transição.


A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 52

FIG. 2.7 – Diagrama de Sequência.

[Link] A detecção da vizinhança

A vizinhança de um nó é detectada para garantir a conexão


da rede. Neste contexto, Cada sensor difunde uma mensagem chamada
Mensagem OLÁ (a todos os nós de um único salto). Esta mensagem é
defini da seguinte forma:

Type Source Destination NSaut


A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 53

Cada nó que recebe esta mensagem (OLÁ) responde com uma mensagem
mensagem a ser enviada (não redistribuível) estruturada assim :

Type Source Destination Rôle Groupe Position NSaut


[BEC09]

Com o envio dessas mensagens, todos os nós podem atualizar


sua tabela de vizinhança e, a partir desse princípio, a mudança de papel pode
afetou os nós do sensor.

2.5.2 Mudança de papéis:

Durante a detecção de mudança na tabela de vizinhança por


um nó. Este último executa o algoritmo de mudança de papel ex-
plicado anteriormente ao enviar uma mensagem "ChangeRole" que teve
a estrutura apresentada abaixo. Sabendo que cada nó recebendo
esta mensagem será obrigatória para executar o algoritmo de atribuição de papéis
todo enquanto modifica sua tabela de vizinhos.

Type Source Destination Rôle Groupe [BEC09]

FIG. 2.8 – Introdução de um novo nó.


A supervisão das Redes de Sensores Sem Fio 54

2.5.3 Detecção de grupos vizinhos

Os nós Representantes são definidos com uma tabela contendo


os grupos vizinhos. Este último deve ser atualizado conforme a
conhecimento dos nós ligações entre os grupos usando o
message HELLO.
Esta figura apresenta o funcionamento mencionado na detecção de grupos
adjacentes.

FIG. 2.9 – Detecção de grupos adjacentes.

2.5.4 Verificação da coerência dos grupos:

O problema de incoerência pode ser detectado por um nó simples.


Porque este problema pode ser causado se e somente se existir dois
grupos disjuntos, ou seja, os nós simples se veem, mas seus repré-
os sentantes não podem se comunicar (Falta de um nó de ligação).
O diagrama a seguir ilustra este problema:
No momento em que um nó detecta a incoerência, ele propaga uma mes-
sage "VérifCohérence" qui est formé de :

Type Source Destination Rôle Groupe GrpVoisin [BEC09]

A recepção da mensagem "VérifInconhérence" aciona o processo-


dure de atribuição de papel. Após a execução deste procedimento e
se a incoerência for confirmada, um nó Representante pode mudar
seu papel ao afetar a outro nó o papel de Representante ao lhe
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 55

FIG. 2.10 – Correção do problema de incoerência.

vendo a mensagem "PasseRepresentante" como mostra a estrutura


seguinte :

Type Source Destination Groupe [BEC09]

2.5.5 Resolução de conflitos entre representantes

Uma rede de sensores segue uma topologia dinâmica, ou seja, a to-


La polige pode mudar devido à mobilidade de um nó (esgotamento
d’énèrgie....). Esta configuração pode produzir um conflito entre os
grupos no caso em que dois representantes se tornam vizinhos.

Este problema pode ser resolvido com a mensagem 'ResConflit' que


a le format suivant :

Type Source Destination Score [BEC09]

Sabendo que o "Score" define a energia restante de cada Repré-


sentando para poder designar o melhor nó em nível de energia.
De fato, o nó Representante que recebe essa mensagem pode ficar
Representando se sua pontuação é alta enviando a mensagem "ResCon-
flit", ou tornar-se um nó Simples ao difundir a mensagem "Mude-
Papel
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 56

FIG. 2.11 – Resolução de conflito entre Representantes.

2.5.6 Gestão da redundância

Um nó é dito redundante se e somente se existir outro


nó que possui o mesmo papel capaz de garantir precisamente os mesmos
tarefas do nó candidato.
Este mecanismo de gestão de redundância é utilizado para manter
uma longa sobre o funcionamento da vida na rede com um mínimo
de nós colaborando para poder acordar os outros nós em caso
de falha de um sensor.
Esse processo é aplicado em todos os nós cujos papéis são ou
Simples ou Liaison da seguinte forma:

a.NŌUDSIMPLE:
Un nœud Simple "S1" est dit redondant s’il existe un autre nœud
Simples "S2" pertencente ao mesmo grupo que S1 tal que:

distância(S2,R) >= distância(S1,R)


R : Nó Representante,
d : Distância.

Pode-se formular este princípio usando a propriedade de Ga-


briel :
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 57

Redondante(S1)/S1 Geu⇒ ∃S2 Geu etS1 Cercle(S2, Reu )[BEC09]

FIG. 2.12 – Redondance des nœuds simples.

b.NŒUDLIAISON:
Um nó de ligação L1 é considerado redundante se e somente se ele
existe um outro nó de ligação L2 tal como os representantes Reu
coberto pelo nó L1 está incluído ou é igual ao conjunto dos
nós representantes cobertos por L2.
Podemos formular isso da seguinte maneira:

Redundante(L1)/L1 Geu⇒ ∃L2 Geu /Grp(L1)⊆Grp(L2)[BEC09]

-Geuum grupo de nós tendo Reucomo representante.


-Ljum nó de ligação no grupoGeu .
- Grp(Lj O conjunto de grupos adjacentes acessíveis por Reuà
através do nó ligaçãoLj .
- O predicado Redundante(Lj ) valant "Vrai" quand le nœudLjest
declarado redundante.

[Link] O princípio seguido para gerenciar a redundância:

A redundância dos nós é gerida pela troca de mensagens.


Sabendo que apenas o Representante tem a habilidade de mudar o estado
de um nó que faz parte de seu grupo com base em uma mensagem
"ChangeEtat" que é enviado a um nó específico para ou despertá-lo
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 58

ou fazê-lo adormecer.

A composição da mensagem é a seguinte:

Type Source Destination NS [BEC09]


Sabendo que:

-NS"NEWSTATE"éonovoestadodestinadoaumnóporseu
representante.
O mecanismo é apresentado na (Figura 2.13):

FIG. 2.13 – Mudança de estado de um nó.

[Link] Mecanismo de detecção de falhas

O mecanismo de detecção de falhas é explorado a nível de


essa abordagem. Nesse contexto, a troca periódica da mensagem
OLÁ permite que o nó Representante descubra a falha
dos outros nós pertencentes ao seu grupo.
O princípio pode ser descrito nestes pontos:
O nó Representante difunde periodicamente a mensagem 'OLÁ'
nos nós ativos.
?Todos os nós recebendo esta mensagem respondem com a mensagem "HEL-
LORep" ou seja, que esses nós sempre colaboram na rede.
O nó que não responde é considerado com falha pelo Re-
apresentando, este último desperta todos os nós vizinhos e inicia o
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fios 59

processo de atribuição de papéis ao difundir a mensagem "Chan-


geEtat

2.5.7 Coleta de informações

Uma rede de sensores é configurada para a coleta de informações.


tion, como a temperatura, a pressão ou informações multi-
média.
A abordagem utilizada baseia-se na utilização de duas mensagens simples
de type scalaire Data et DataReq défini comme suit :

Type Source Destination Mesure

Type Source Destination

O sink difunde sua requisição usando DataReq para todos os nós,


Eles exploram esta mensagem de acordo com seus papéis.

Nó de Ligação: Passa a solicitação para todos os seus representantes vizinhos.

.Nœud Simples : Envia o valor medido ao seu representante.

Nó Representante: Responde à solicitação enviando a informação


mation captée par seu grupo utilizando o caminho óptimo que
é conhecido pelo envio periódico da mensagem "OLÁ" com o
champ "HC" (Contagem de Saltos).
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 60

2.6 Conclusão

Este capítulo apresenta o protocolo utilizado e proposto por [BEC09]


para a gestão da redundância e a tolerância a falhas.

A necessidade de uma longa duração de uma rede de sensores sem fio


pôs os pesquisadores a proporem diferentes mecanismos de consom-
mation de energia, vigilância a nível dessas redes. Deste modo, a
a configuração em grupos permite a auto-organização dos nós sem
fazer apelo ao sink.

O desdobramento aleatório dos nós implica a presença dos cap-


teores redundantes, Estes últimos são colocados em modo de espera a fim de minimizar

o consumo energético dos nós sabendo que esses sensores


são despertados em caso de necessidade.

Nos capítulos seguintes, apresentaremos as ferramentas de simulação


relações existentes enquanto justificamos nossa escolha, assim vamos mostrar os
resultados de simulação para validar a abordagem estudada e propor
outras sugestões.
A vigilância das Redes de Sensores Sem Fio 61
Capítulo 3

Simulação da vigilância em RCSF

As tecnologias da informação estão se expandindo cada vez mais, o que


leva à aparecimento de vários sistemas e assim diferentes mé-
métodos de gestão.
No modelo de rede, o estudo passa essencialmente pelo estudo de
seus componentes atômicos. Este princípio é necessariamente aplicado para
as redes de sensores sem fio, as diferentes propostas dos pesquisadores
cheurs para remediar os problemas dos RCSF como o consumo
ção de energia, a duração de funcionamento da rede, as restrições
de coleta de informações... requer uma fase de teste antes da implementação
em vigor. Para isso, a solução mais confiável e menos custosa
consiste em "A Simulação".

A simulação de redes de sensores consiste principalmente em


a reprodução do comportamento e do funcionamento dos nós
sensores em um ambiente de computação; por razões como:
A repetição da experiência, O endereçamento dos sistemas complexos, O
ganho de tempo e a variação dos parâmetros de simulação enquanto
a simulação real se mostra cara, quase impossível em algum
cas.

No que se segue, falaremos brevemente sobre os simuladores de


Simulação da vigilância em RCSF 63

redes existentes, do simulador escolhido para nossas simulações "OM-


NET++" e da plataforma de simulações de redes de sensores
sans fil "CASTALIA".
Simulação da vigilância em RCSF 64

3.1 Geralidades sobre a simulação


Nos dias de hoje, a simulação está passando por um crescimento considerável, e isso

graças ao interesse que apresentam os modelos computacionais dos sistemas


simulés ;

Definição 2 A simulação consiste na modelagem computacional de um


système quelconque, en offrant une représentation de toutes les entités de ce
sistema, seus comportamentos próprios, bem como suas interações. Ela coloca
à disposição do usuário um ambiente de experimentação do qual
podemos variar os parâmetros.

Graças aos avanços realizados na área do desenvolvimento e


técnicas de programação, dispomos hoje de
linguagens de programação muito poderosas. Assim, torna-se possível
de realizar um simulador em um ambiente de programação
existente.

3.2 Tipos de simulação

Dependendo do tipo de eventos na simulação, nós distinguimos


existem dois tipos de sistemas de simulação: os sistemas discretos
e os sistemas contínuos.

3.2.1 Sistemas de simulação discreta:

São sistemas para os quais as variáveis envolvidas na si-


a modulação só muda de estado em um número finito de pontos ao longo do eixo
do tempo. Chamamos também esses sistemas: sistemas de simulação-
Simulação da vigilância em RCSF 65

eventos discretos.

3.2.2 Sistemas de simulação contínua :

São sistemas para os quais as variáveis podem mudar


de estado a qualquer momento durante a simulação.

3.3 Os simuladores de rede existentes

Existem vários simuladores de rede, como: NS2, OMNET++.


OPNET, GLOMOSIM, JSIM...etc. [TBL08][CET05]
Entre eles, vamos citar alguns simuladores como NS2, GLOMO-
SIM e claro, nosso simulador OMNET++.

3.3.1 NS2 :

NS é um simulador de eventos discretos muito difundido no


domínio da pesquisa para tudo que se refere às redes.
A utilização da designação "NS2" especifica a versão do simulador
NS.
Ele constitui um suporte importante para a simulação de protocolos
TCP, protocolos de roteamento, protocolos de multicast.
O desenvolvimento do NS segue uma abordagem orientada a objetos que utiliza
duas linguagens de programação: C++ e TCL. Os módulos básicos
do simulador e os protocolos são implementados em C++ com uma
couche TCL acima, que fornece uma interface flexível e fácil de
utilizar [5].
A figura seguinte ilustra os diferentes componentes internos do si-
mulateur :
Simulação da vigilância em RCSF 66

FIG. 3.1 – Descrição arquitetônica do simulador NS2.

3.3.2 GloMoSim

GloMoSim (Simulador Global de Sistema de Informação Móvel) foi


concebido de acordo com uma arquitetura orientada a "camadas" semelhante àquela
das sete camadas OSI para redes [MAK08].
Ele foi desenvolvido no laboratório de Computação Paralela da UCLA.
tory usando a linguagem PARSEC.
PARSEC (Ambiente de Simulação Paralela para Sistemas Complexos)
é uma linguagem de programação derivada da linguagem MAISIE. Todos
dois são destinados à simulação de eventos discretos. Eles foram
desenvolvidos a partir da linguagem C na Universidade UCLA (University
Califórnia Los Angeles.
Simulação da vigilância em RCSF 67

O transporte de pacotes no GloMoSim é feito de acordo com o esquema a seguir


vant :

FIG. 3.2 – Transferência de pacotes no GloMoSim.


Simulação de vigilância em RCSF 68

3.3.3 OMNET++

OMNeT++ IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado) é baseado


na plataforma Eclipse. É um ambiente de código aberto que
fornece ferramentas para a criação e configuração dos modelos de
redes (os arquivos NED e INI) e das ferramentas para a execução de um
conjunto de programas assim como para a análise dos resultados de simula-
tion [MSK05].
OMNeT++ parece ser o melhor entre as soluções de código aberto e
freeware. OMNeT++ parece seduzir cada vez mais a comunidade
científico e um número crescente de modelos estão disponíveis.
A seguir, haverá uma visão mais detalhada sobre o simulador assim
as razões para a escolha deste simulador.

3.4 Comparação entre os simuladores

A simulação é frequentemente mais barata do que a experimentação e


comporta muito menos riscos quando o homem faz parte do
sistema estudado. Os resultados podem ser obtidos muito mais
rapidamente. A simulação (especialmente numérica) é baseada em uma
conhecimento dos fenômenos que não pode ser obtido senão por meio da ex-
périmentation.
Uma simulação só pode ser realizada se tivermos um ac-
quis de conhecimentos suficientes obtidos por experimentações
sobre fenômenos anteriores e análogos. Qualquer que seja a qua-
a lite da simulação, ela não substitui totalmente o experimento-
Aqui está uma tabela geral descrevendo as vantagens e desvantagens.
nientes dos simuladores descritos anteriormente [RSA09]:
Simulação da vigilância em RCSF 69

Simuladores Vantagens Desvantagens


NS2 Utilize a Programação Orientada a Objetos
◦Projetado para redes
filaires,
◦Permite a simulação dos ◦Dificuldade de adição de
comportamentos dos proto-novos modelos por causa
padrão coles das dependências entre
módulos,
◦Nombreux protocoles ◦Intégration difficile à
disponíveis, outras aplicações,
◦ Simulador Multi-◦A fraca performance
Sofás. simulações de redes
importantes,
◦Scénario de simulation
descreve em Otcl.
GloMoSim◦Initialement conçu pour ◦Nécessité de maitriser
as redes sem fio (Principalmente o Parsec para toda a
redes Ad Hoc) sonnalisation em torno do
núcleo
◦Execução das simula-◦Instalação bastante com-
ações relativamente rápidas, plexo.
◦Ambiente de simulação-
lation paralelizável.
OMNET++◦Arquitetura modular ◦Não suporta
permettant l’intégration de le cas des réseaux de cap-
novos modelos teurs.
◦Utilização do C++ (e re- ◦Poucos modelos para os
encement do C#) para redes sem fio,
desenvolvimento do núcleo
◦Les classes de base du ◦Description des modèles
simuladores podem estar em linguagem NED.
extensões e personalização
sées,
Concepção de modelos
Simulação da vigilância em RCSF 70

3.5 O Simulador OMNET++ (Objective Modular Net-


testBed de trabalho em C++

3.5.1 Escolha do simulador OMNET++

O desdobramento de uma rede de sensores exige uma etapa de simulação.


latão antes de sua instalação no local. A simulação permite testar
a um custo menor as performances de uma solução.
OMNeT++ é um ambiente de simulação de eventos discretos.
crets baseado na linguagem C++, um aplicativo de código aberto e sob
licença GNU [IDE04]. É totalmente programável, configurável
e modular assim graças à sua arquitetura flexível e genérica, ele tem
été utilisé avec succès dans divers domaines, notamment [OMN04]
[?] :

A modelagem de redes de filas de espera,


– A modelagem de protocolos de comunicação,
– A validação das arquiteturas de hardware,
– L’évaluation de performances pour des systèmes software com-
plexos.

OMNET++ será nosso ambiente de simulação, graças ao seu ar-


arquitetura modular, será necessário ampliar o simulador implementando
tanto um novo modelo específico para redes de sensores.

3.5.2 Apresentação do OMNET++

OMNET++ é um ambiente de simulação a eventos.


Segredos. Utilizado para a simulação de redes de comunicação, e
outros sistemas distribuídos [ABD09].
Graças à sua arquitetura modular, OMNET++ é muito amplamente re-
pandu em diversos domínios de aplicações como:
Simulação da vigilância em RCSF 71

FIG. 3.3 – O lançamento do simulador Omnet++.

A modelagem dos protocolos de comunicação,


– A modelagem de redes com e sem fio,
A modelagem de sistemas distribuídos,
– As arquiteturas HardWare,
Em geral, pode ser usado para qualquer sistema a
eventos discretos que podem ser modelados de acordo com entidades com-
muniquant por envio de mensagens.

OMNET++ é baseado na plataforma Eclipse. [?] Ele fornece alguns


dicas para a criação e a configuração de modelos de redes (os
ficheiros NED e INI) e ferramentas para a execução de um lote de pro-
gramas assim como para a análise dos resultados de simulação.

3.5.3 Descrição arquitetural do OMNET++

Os modelos OMNET++ constituem um conjunto de módulos


hierarquicamente aninhados conforme mostrado na (Figura 3.4):
Simulação de vigilância em RCSF 72

Os módulos Simples são escritos em C++ utilizando a biblioteca de

FIG. 3.4 – Arquitetura modular do simulador Omnet++.

simulação de OMNET++, Estes últimos contêm algoritmos


relativos ao modelo implementado. O agrupamento dos módulos simples
constitui módulos compostos sabendo que suas comunicações
são geridas graças a conexões entre os módulos através de "portões"
(portas) ".
Em um nível mais alto, o módulo do sistema é criado pelo usuário.
É um módulo especial que não tem conexões com o ambiente.
cimento exterior, mas sim com seus componentes internos (Módulos
simples e compostos) [IDE04].
Os módulos podem se atribuir parâmetros atribuídos aos mo-
módulos nos arquivos de descrição de redes (arquivos NED) ou
ainda no arquivo de configuração "[Link]". Esses para-
metros são úteis para a personalização do comportamento dos
módulos simples ou ainda para a configuração da topologia do
modelo.

3.5.4 Instalação do simulador OMNET++

A instalação do OMNET++ é feita em diferentes etapas de acordo com uma


procedimento de instalação descrito no pacote baixado de acordo com o
sistema operacional instalado [OMN10]. Os elementos instalados em
Simulação da vigilância em RCSF 73

o computador será o seguinte:

Uma biblioteca de simulação interna.


Um compilador da linguagem descritiva da topologia NED (nedc).
Um editor de redes gráficas para arquivos NED (GNED).
.Um executável Omnet++.
Uma Interface gráfica de simulação IDE.
.Uma ferramenta de documentação de modelo (opp_neddoc).
.Outros utilitários (a ferramenta de criação de makefile, etc.).
.Uma documentação, simulações do tipo, etc.

3.5.5 Os principais arquivos do OMNET++

Os diferentes arquivos são [OMN04]:

[Link] Fichier (.Ned) :

Utilize a linguagem NED de descrição de rede. Ela pode ser uti-


lisé em 2 modos: Modo Gráfico ou Modo Texto que permitem
descrever os parâmetros e as portas do módulo. Os erros cometidos
são indicadas em tempo real por um ponto vermelho localizado à esquerda do
código.
Um exemplo de ficheiro Ned em modo "Fonte" e "Gráfico" são
apresentados na (Figura 3.5) e (Figura 3.6).
Simulação de monitoramento em RCSF 74

FIG. 3.5 – Ficheiro NED em modo gráfico.

FIG. 3.6 – Arquivo NED em modo texto.


Simulação da vigilância em RCSF 75

[Link] Arquivo (.ini) :

Está intimamente ligado ao arquivo NED. Permite ao usuário ini-


tialisé os parâmetros dos diferentes módulos assim como a topologia do ré-
seau.
Aquiestáumexemploapresentadoabaixo:

FIG. 3.7 – Exemplo de um Arquivo *.Ini.

[Link] Arquivo (.msg) :

Os módulos se comunicam trocando mensagens. Esses dér-


niers peuvent être déclarés dans un fichier dont l’extension est (.msg)
onde se podem adicionar campos de dados. OMNeT++ traduzirá os
définitions de messages en classes C++.
O diagrama a seguir pode dar uma ideia mais detalhada sobre o
desenvolvimento de execução de uma simulação sob Omnet.
Simulação da vigilância em RCSF 76

FIG. 3.8 – Execução de uma simulação no OMNeT++.

3.6 As plataformas do OMNET++

O simulador OMNeT++ não é especializado para redes de


sensores sem fio, Para isso existem várias extensões, plataforma
e simuladores baseados em OMNET++ que tentam introduzir essa lacuna
como "Mobility FrameWork", "Mixim", "Castalia" ...etc

3.6.1 Quadro de Mobilidade

Esta plataforma garante a mobilidade dos hóspedes na rede, sua


conectividade assim um canal sem fio. Ela suporta a simulação dos
redes sem fio, redes móveis e até redes de sensores
sem fio [LWI07]. Para informação, o Mobility FrameWork 2005 era a
plataforma preferida para a simulação de redes Ad Hoc.

Ela é realizada com módulos básicos, portanto o usuário pode


os utilizados a fim de criar e implementar novos protocolos
para a simulação.
Simulação da vigilância em RCSF 77

O coração do Mobility FrameWork é composto por [DSR03]:


Controlador de Mobilidade (Gestão da Mobilidade).
– Controle de Canal (A gestão dinâmica de conexão entre os
hóspedes.

FIG. 3.9 – Arquitetura de Mobilidade e Controle de Canal.

A simulação de uma rede com uma plataforma assim é baseada na


compreensão do princípio e das propriedades de funcionamento de
Mobility FrameWork (detalhado a seguir).

[Link] A estrutura de um hóspede móvel

A estrutura interna de um nó (Host) no Mobility FrameWork é


esquematizado na figura seguinte [LWI07]:
Simulação da vigilância em RCSF 78

FIG. 3.10 – Arquitetura interna de um nó no MF.

3.6.2 Mixim

Mixim [ABD09] é um simulador que integra e desenvolve.


senhores quadros existentes para simulações sem fio e móveis em
OMNeT++. Embora o OMNeT++ não tenha um suporte claro dos mo-
modelos de simulação para comunicação sem fio, Mixim fornece
modelos detalhados de canal sem fio (descoloração, etc), a connec-
atividade sem fio, a mobilidade, os obstáculos e os protocolos MAC como
IEEE 802.11b e IEEE 802.15.4. Mixim propõe módulos para uma
implementação fácil de novos protocolos MAC como Time Di-
Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA) ou em função dos protocolos hï
brides (p. ex Z-MAC). Mixim é escrito com a linguagem C++ como
Castalia e OMNeT++.

3.6.3 Castália

Castalia [ABD09] [LIL09] também é um simulador de nível


para redes de sensores baseadas no OMNeT++. Trata-se de uma simulação
lateur genérico com um canal sem fio e um modelo de rádio baseado em
Simulação da vigilância em RCSF 79

dados medidos. Como é ilustrado na (Figura 3.11), Cas-


Talia define três módulos principais: o nó, Processos físicos
et les canaux sans fil. Castalia est développé avec le C + +.

FIG. 3.11 – As conexões dos módulos sob Castalia.

O módulo nó é na verdade um composto. A (Figura 3.12) mostra


a estrutura interna do módulo nó. As flechas cheias significam o
a passagem de mensagem e as flechas tracejadas significam uma interface
entre os módulos e as funções chamadas.
Par exemple, la plupart des modules font appele au gestionnaire de
recursos para relatar o consumo de energia. O Módulo de-
plication est le plus touché par l’utilisateur, le plus souvent par la
criação de um novo módulo para implementar um novo al-
gorithme. Os módulos MAC, Roteamento, assim como o módulo de mo-
bilité, são também modificados, geralmente a criação de um novo-
O módulo veau está em causa para a criação de um novo protocolo.
Todos os módulos existentes são muito acordados por muitos para-
metros.

Observação 1 De acordo com a descrição das 3 plataformas anteriores, você


pode-se facilmente concluir que a plataforma "Castalia" é a mais apro-
Simulação da vigilância em RCSF 80

FIG. 3.12 – Os principais componentes de um nó.

priée para o nosso projeto. Seu quadro de 'Wsn' nos facilita o tratamento de
nosso aplicativo assim como a avaliação do novo protocolo.
Além disso, o Castalia é baseado no OMNeT++, um dos simuladores mais po-
pulaires para Redes de sensores sem fio.

3.7 Détails sur Castalia

Como descrito anteriormente, Castalia é uma plataforma


sob OMNeT++ projetada especialmente para os RCSF [SAY09].
A estrutura de Castalia [BOU10] também é refletida na hiérar-
chie com um código-fonte. Cada módulo contém uma pasta "ned"
que define o módulo em si. Se o módulo for composto, os sub-
Os diretórios existentes definem os submódulos com um código de
C++ (cc, arquivos de h) que define seu comportamento. Esta hiérar-
chie completa dos dossiês "ned" define a estrutura global da simu-
lateur de Castalia.
Os principais módulos do Castalia são:
Simulation de la surveillance en RCSF 81

3.7.1 O módulo MAC

A camada MAC desempenha um papel muito importante ao infectar os diffe-


rendis estados aos nós para melhorar a efficiencia energética : nó
em estado de transmissão (Transmit), de escuta (Idle), ou em sono (Sleep).
O módulo "Rádio" modifica esses estados de acordo com os casos particulares.
Os usuários podem modificar as configurações nos exemplos ilustrativos
três ao nível de Castalia para a camada MAC usando o arquivo
de configuração OMNeT++ (.ini). Através de um simples ajuste de certos
parâmetros dos arquivos MAC "CSMA/CA", "TMAC" e "l'AMCC" de
diferentes simulações serão geridas.

3.7.2 O módulo de Rádio

Ele é projetado com base em redes de sensores sem fio com três
estados: o sono, a transmissão e a escuta. Além disso, o consomma-
A gestão de energia será diferente em cada Estado. É a característica-
tique principal deste módulo. A figura de estado finito pode dar uma
ideia geral sobre a mudança de estado.

FIG. 3.13 – A máquina de estados finitos do módulo Rádio.


Simulation de la surveillance en RCSF 82

3.7.3 Canal sem fio

O módulo do canal sem fio é projetado para modelar o ambiente


ment sans fio, que é uma evolução dinâmica do ambiente
pour le nœud statique et mobile. Il ya quatre principaux modèles de
canal sem fio que são projetados:
1) a modelagem média de perda de trajeto;
2) a modelagem das variações temporais;
3) as interferências;
4) a modelagem simples.
Castalia utiliza certas fórmulas para estimar cada um dos quatro
modelos com base em muitas experiências realistas.

3.7.4 Le module Routage

A função mais importante do módulo de rede é receber


a mensagem do módulo MAC, e enviar uma mensagem a pedido. Ele
depende das informações de cabeçalho, existem dois tipos de algoritmos
de roteamento na Castalia: simpleTreeRouting e multipathRingsRou-
ting.
Tous les modules de routage partagent 3 paramètres sont :
1)maxNetFrameSize :détermine la taille maximum de paquet.
2) o netDataFrameOverhead: coloca as despesas gerais adicionais
aos pacotes de aplicação,
3) netBufferSize indica o tamanho do buffer encontrado no mo-
dule.

3.7.5 O módulo Aplicativo

O módulo Aplicativo é o módulo principal usado para controlar-


ler outros módulos como o módulo de gestão de recursos,
módulo de tratamento físico, o módulo de roteamento, e o módulo
Simulação da vigilância em RCSF 83

rádio. Assim, este módulo utiliza também o mecanismo de mensagem


para realizar ações diferentes.

3.8 Ferramentas de Simulação

A instalação do simulador OMNET++ e da plataforma Castalia


é como segue :

3.8.1 Instalação do OMNET++ Versão 4

Antes de começar a instalação, é necessário primeiro baixar


Baixar o código fonte do omnetpp4 do site ([Link]
sem esquecer de verificar a versão do Linux, em seguida copiar a fonte na
o arquivo desejado e se posicionar com o prompt de comando em
este dossier e seguir as etapas seguintes:
1. sudo tar zxf [Link] -C /usr/local/ ;
2. cd /usr/local ;
3. sudo ln -s omnetpp-4.0b2 omnetpp ;
4. sudo apt-get install bison, flex, blt, lmodern, giftrans, doxygen,
libxml2-dev,graphviz, imagemagick ;
5. sudo apt-get install tcl8.4, tk8.4, tcl8.4-dev, tk8.4-dev ;
6. export LD_LIBRARY_PATH=$LD_LIBRARY_PATH :
/usr/local/omnetpp/lib ;
7. export TCL_LIBRARY=/usr/share/tcltk/tcl8.4 ;
8. exportPATH=$PATH:/usr/local/omnetpp/bin;
9. cd /usr/local/omnetpp ;
10. sudo ./configurar ;
11. sudo make .

Observação 2 As etapas 6, 7, 8 devem ser adicionadas ao arquivo "∼/.bashrc"


para futura conveniência.
Simulação da vigilância em RCSF 84

3.8.2 Instalação do Castalia 3.1

As etapas são as seguintes [BOU10]:


1. Descompressão do arquivo Castalia já baixado a partir do
site ([Link]
o pedido:

xzf [Link] ;

2. Importação do projeto no OMNeT++ IDE: Após ter iniciado


Omnet++, a importação do projeto é feita com um clique direito em
Geral->Saindo do projeto para o espaço de trabalho e escolhendo a raiz
do projeto.
3. Execução de um exemplo: Uma vez que a importação estiver completa,
um clique com o botão direito no arquivo [Link] de qualquer exemplo
inicie a simulação e gere um arquivo *.txt que se define como
o arquivo de rastreamento da simulação.

[Link] Os Comandos Castalia

É necessário se situar no diretório desejado:

1.../../bin/CastaliaAfi che a lista dos arquivos e das configurações.


2.../../bin/Castalia -c GeneralComeçar a execução da confi-
O que gera um arquivo de rastreamento.
[Link] os resultados obtidos durante a execução.
[Link] o gráfico das simulações.

3.9 Implémentation d’un réseau

Castalia levou em consideração o desenvolvimento de novos


protocolos dentro desta plataforma. Neste contexto, os arquivos
o template facilita a criação de uma nova rede com os diferentes
Simulação da vigilância em RCSF 85

sofás.

Para a implementação, basta copiar os arquivos necessários


em um novo diretório de sua escolha.

Adotamos este princípio e criamos um novo diretório ap-


pelé "RCSF" em seguida copie os arquivos "[Link]", "yourAppli-
[Link]", "[Link]", "[Link]". Esses últimos contêm
das raízes de procedimentos, onde cada um pode modificar e elaborar seu
protocolo.

O programa só será completo com a adição e a programação


dos arquivos '.cc', '.h', '.msg' dos diferentes módulos.

Uma vez que todos os arquivos estejam completos, a plataforma Castalia


considerará esta nova rede apenas ao executar
as etapas de compilação seguintes:
1. Criar o arquivo Makefile executando "opp_makemake -f"
2. Compilar usando 'make'.
Depois dessas etapas, e somente se não houver erros, um novo
O ficheiro "youNetwork" será criado, ao executar a simulação com-
mencera.
Simulação da vigilância em RCSF 86

3.10 Conclusão

Neste capítulo, apresentamos os diferentes simuladores


existente para redes de sensores sem fio. Entre esses simuladores,
nossa escolha recaiu sobre o OMNET++ essencialmente por causa de sua
construção modular e sua flexibilidade.

A falta do simulador OMNET++ no nível dos protocolos de


redes de sensores foi solucionado com a implementação dos diffé-
rentes plataformas como: Castalia.

No capítulo seguinte, descreveremos nossas etapas de programação


do protocolo proposto no capítulo 2, o mais integrado dentro do
simulador OMNeT++ e Castalia em relação às diferentes camadas
assim, analisaremos os resultados da simulação de uma rede com e sem
redundância.
Simulação da vigilância em RCSF 87
Capítulo 4

Implementação e Simulação

A evolução da informática foi marcada pelo aparecimento de


sistemas microeletromecânicos miniaturizados: as redes de cap-
tecnologias sem fio. Muitas novas aplicações emergem a cada
dia desses sistemas, mas ainda há muitos desafios a serem enfrentados.

Para resolver os problemas apresentados pelo design das redes


de sensores, é imperativo passar pela simulação desses ré-
seaux. No entanto, tais redes nunca são completamente tomadas
encarregado pelos simuladores de redes existentes.

A necessidade de passar pela simulação já foi demonstrada pré-


cedentemente. Nosso estudo sobre alguns simuladores de redes nos ajudou
conduzido a escolher um simulador em particular: OMNET++.
Foi necessário pesar as vantagens e desvantagens apresentadas por cada um
simuladores e fazer compromissos nesse sentido.

Nosso trabalho consiste, basicamente, em adaptar um simulador de re-


seixos (OMNET++) com a utilização do Castalia no caso particular dos
redes de sensores.

Neste capítulo, haverá uma apresentação detalhada sobre a implé-


Implementação e Simulação 89

menteção de nosso método de monitoramento assim como os resultados obtidos


nus que serão discutidos neste mesmo capítulo.
Implementação e Simulação 90

4.1 Environnement de travail

Vamos detalhar as ferramentas utilizadas na realização do nosso


simulação.

4.1.1 Environnement matériel

A simulação foi realizada em um computador Acer cuja confi-


a configuração é:

Processador Core2Duo 2.0 GHz


Memória 2GB DDR2
Disco rígido 160 GO
Cartão de Memória 2 GB

4.1.2 Environnement logiciel

Nossa simulação foi realizada no ambiente de software


vant :
– Sistema operativo: Distribuição Linux Ubuntu.
– O simulador OMNet++ 4.0 ;
– O Simulador Castalia 3.1.

4.2 Processo de simulação

Aqui está o processo de simulação que adotamos para o ela-


boração do nosso projeto resumido na (Figura 4.1)
Implementação e Simulação 91

FIG. 4.1 – Processo de Simulação.

4.3 Realização do projeto

4.3.1 Objectif

Nosso objetivo é adicionar ao nível do simulador Castalia uma


nova abordagem e assim testar a validade desta última.
Após isso, nos encontramos diante da implementação completa
temente um novo módulo na camada de rede e adicionar de
nouveaux concepts aux niveau des autres couches pour pouvoir at-
alcançar nosso objetivo.
Para isso, nós primeiro criamos um módulo "nó" com tudo
seus submódulos, em seguida implementar as diferentes mensagens úteis
sés e depois programar o módulo da camada de Rede e finalmente
simular nossa abordagem.

4.3.2 Descrição do design de um nó

Uma rede de sensores sem fio é caracterizada pelo implantação


aleatório dos nós.
Implementação e Simulação 92

Para nossa simulação, a primeira coisa que deveríamos modelar é o mo-


dule nœud com seus diferentes submódulos (A pilha de protocolos).

Para uma visão mais explicativa, o arquivo gráfico '.Ned' ilustra


les différents modules utilisés.

móduloNóWsn
{
parameters :
dobronumHosts ;
@exibir(bgb=250,250,branco ;bgp=10,10 ;i=misc/node_vs,ouro
gates :
entradarádio@directIn;
submodules : Os módulos que compõem o nó
battery : Battery@display("p=200,65,i=block/bucket") ;
basicMobility : BasicMobility
{
@display(p=206,174" ) ;
}
nic : Nic {
@display(p=94,190 ;i=dispositivo/cartão") ;
}
wsnNetwLayer : WsnNetwLayer {
@display(p=103,117") ;
}
wsnApplLayer : WsnApplLayer {
@exibir(p=94,41" ) ;
}
connections :
}
Implementação e Simulação 93

FIG. 4.2 – Arquivo gráfico '.ned' do nó.

Segundo os 2 arquivos, podemos resumir que o nó em nosso si-


a simulação foi concebida de forma a conter as diferentes camadas
descritas pelos submódulos da seguinte forma (De cima para baixo):

Camada Real módulo descrevendo a camada


Camada de Aplicação WsnApplLayer
Camada de Rede CamadaWsnNetw
Couche Phy + MAC Nic

Além desses submódulos, existem os seguintes submódulos:

"Battery": un réseau de capteur est nécéssairement modélisé par


uma bateria ao nível de cada sensor.
"mobility": Pour pouvoir définir la topologie du réseau ainsi pour
conhecer a posição de cada sensor.

Nas seções seguintes, detalharemos a programação de cada


sofás com seus códigos '.cc' e seus arquivos '.ned' sabendo que esses
Implementação e Simulação 94

as últimas são implementadas a partir dos módulos básicos de Casta-


lia.

4.3.3 Descrição da rede

A estrutura da Rede é definida no arquivo ([Link]).


Este último, como citado anteriormente, se compõe de duas partes: A
parte Gráfica e a parte Fonte (Figura 4.3).
Uma rede de sensores sem fio é composta pelo módulo nó descrito
anteriormente assim de um canal para a comunicação entre nó
et processo físico para a gestão dos dados capturados por
sensores.

As conexões entre nós são gerenciadas no nível desta estruc-


ture dans "Connections" mas nós escolhemos deixar uma ge-
geração aleatória para se aproximar mais dos conceitos das Redes
De Sensores Sem Fio.
Implementação e Simulação 95

móduloRedeWsn
{
parameters :
duploplaygroundSizeX ;
duploplaygroundSizeY ;
duplonumNodes ;
@display(bgb=tamanhoDoParqueX,tamanhoDoParqueY,branco„ ;bgp=0,0") ;
submodules :
channelControl : ChannelControl
{
parameters :
playgroundSizeX = playgroundSizeX ;
playgroundSizeY = playgroundSizeY ;
@exibir(p=33,27" ) ;
}
node[numNodes] : WsnNode ;
{
@exibir(p=201, 47") ;
}
connections allowunconnected :
//todas as conexões e portas devem ser geradas dinamicamente
}

FIG. 4.3 – Arquivo gráfico '.ned' da rede.


Implementação e Simulação 96

4.4 Implementação

Vamos começar a dar uma visão sobre as mensagens im-


complementados, em seguida entrar no coração dos códigos fonte implementados
tés ao nível das diferentes camadas.

4.4.1 Estrutura das mensagens utilizadas


[Link] Ao nível da camada de Aplicação

As mensagens utilizadas são mensagens simples porque nosso


A abordagem interessa-se mais pelas outras camadas.
No OMNeT++ as mensagens podem ser declaradas em um arquivo
.msg". A estrutura da mensagem "DATA" usada a nível deste
o sofá é o seguinte:

FIG. 4.4 – Ficheiro ".msg" da mensagem de Dados.

Testamos nossa abordagem com um módulo existente sob


Castalia, acabamos de modificar o encaminhamento da mensagem de
dados que acontecem entre nó Simples e nó Representante.

[Link] No nível da camada de Rede

É esta camada que nos interessa mais, Portanto, nós com-


mencera para ilustrar as diferentes mensagens implementadas dentro de
a camada de Rede.
A primeira mensagem enviada pelos nós é a mensagem
Olá. Este último permite que os nós conheçam seus vizinhos e
Implementação e Simulação 97

de preencher a tabela dos vizinhos.

FIG. 4.5 – Le structure du message Hello et HelloRep.

A mensagem HelloRep tem os mesmos campos que Hello e mais


os 3 campos descritos.
Mensagem de atribuição de papel, Resolução de conflitos (Figura 4.6)
Verificação de coerência e Mudança de papel (Figura 4.7) gerados
sob Castalia (OMNeT++).

FIG. 4.6 – A estrutura da mensagem "Passe Representante" e "Resolução de conflito".


Implementação e Simulação 98

FIG. 4.7 – A estrutura da mensagem Verificação de coerência e Mudança de


papel.

4.4.2 Visão Geral dos Códigos Fonte

Primeiramente, implementamos o envio periódico do mes-


saudação em relação a um tempo ou a um evento que pode ser gerido de acordo com
o Cronograma.

[Link] Envio Periódico da Mensagem HELLO

void WsnSurvey : : sendhello()


{
WsnHello *msg=new WsnHello("WsnHello",REDE_CAMADA_PACOTE) ;//Criação da mensagem
msg ->setSrcAdress(SELF_NETWORK_ADDRESS) ;
msg->setDestAdress(ENDEREÇO_DE_BROADCAST_REDE) ;
msg->setHelloKind(HELLO) ;// Remplir les paramètres du message
trace() « "broadcast ["«msg->getName()« "] inicialização de "«
msg->getSrcAdress()« " para "« msg->getDestAdress() ;
scheduleAt(simTime(),msg) ;//Programar o envio periódico
toMacLayer(msg,BROADCAST_MAC_ADDRESS) ;// Envio da mensagem para a camada MAC
}

Uma vez que a mensagem OLÁ é transmitida, cada nó que a recebe


A mensagem deve responder enviando uma mensagem HELLO-Rep para
confirmar sua presença como sendo vizinho. E desse princípio que a
a tabela dos vizinhos preenche-se de acordo com o seguinte código:
Implementação e Simulação 99

void WsnSurvey::atualizarTabela(string s, string d, int r) {


int papel=1 ;
NTable : :iterator pos ; pos = [Link](s) ;//Percorrer a tabela para detectar se o vizinho existe
se (pos == [Link]()) //Adicionar um novo Vizinho
{
Vizinho newEntry ;
[Link]=d ;
[Link]=s ;
[Link]=r ;
nbvois=nbvois+1 ;
[Link](make_pair(s,newEntry)) ;//Inserir o Vizinhos
rastrear()«"vois"«nbvois ;
rastrear()«"novo vizinho" «[Link]ço«"e"«[Link] ;
}
senão
Voisin existe, MAJ do papel
Neighbor Entry=pos->second ;
[Link]=d ;
[Link]=r ;
trace()«"voisin existe deja" ;
}
role =RoleAttribute() ;//Attribution des Rôles
WsnHello * msg=new WsnHello("WsnHello", PACOTE_CAMADA_REDE);
msg->setRole( papel );
}

[Link] Atribuição de Papéis

Uma vez que a tabela esteja preenchida por um novo vizinho, Este nó Com-
começou a atribuir os papéis de acordo com as condições de distribuição dos cap-
Tudo isso pode ser resumido neste Código:
Implementação e Simulação 100

intWsnSurvey : :AtributoDePapel()
{
trace()«"atribuição" ;
intnbLiaison=0 ;intnbRep=0 ;intnbSimple=0 ;
for(NTable::iterator pos=[Link](); pos != [Link](); ++pos)
{
Vizinho aNeighbor = pos->second ;
se([Link] == 3)
{
// Contar o número de representantes
nbRep++ ;}
se([Link] == 2) nbLiaison++ ;
se([Link] == 1) nbSimple++;
}
trace()«"nbre repr"«nbRep«"et nbre liai "«nbLiaison«"et simple"«nbSimple ;
Início exato do algoritmo
se(nbRep == 0) IchRole = 3 ;//nó de ligação
senão
{
se(nbLiaison== 0) IchRole=2; //representante
senão
{
se(nbRep > 1) IchRole = 1 ; //nó simples
}
}
//fin
trace()«IchRole ;// Exibir o papel do nó
retornar IchRole ;

[Link] Gestão da redundância

Usando a propriedade do grafo de Gabriel, a cobertura do


rede pode ser assegurada apenas com o Representante e os nós
ativos. Cada representante do grupo descreve o processo resumido
na (Figura 4.8).
Uma vez que os papéis foram atribuídos, o nó Representante assume
a mão e começa o procedimento de colocar os nós em espera
redudantes.
Implementação e Simulação 101

FIG. 4.8 – Organograma de redundância dos nós simples.

O algoritmo seguido é como segue:

void WsnSurvey : :redondante()


{
se(IchRole==3) {// IchRole é uma
//variável atribuída ao papel do nó
para(NTable::iterator pos=[Link](); pos != [Link](); ++pos)
{
Vizinhança aVizinhança = pos->segundo ;
string* des=pos->[Link]ço ;
se(([Link] == 1)&&(nbRep !=0)) { state = new cPacket("state", STATE) ;// Pacote
//define que o modo é SLEEP
toMacLayer(state,resolveNetworkAddress(des)) ;
se(([Link] == 1)&&(nbSimple !=0)) { state = new cPacket("state",STATE) ;
toMacLayer(state,resolveNetworkAddress(des)) ;
}
}
}}
Implementação e Simulação 102

[Link] Rediffusão do Hello

Após cada período de tempo, o nó Representante envia um


Mensagem Olá para redescobrir seus vizinhos:
A variável START define o intervalo de tempo da Redificação.
vazioWsnSurvey ::timerFiredCallback(int índice)
{
se(índice !=INÍCIO) {
trace()«"erro" ;
retornar ;
}
se(index==INÍCIO)
{
setTimer(INÍCIO, intervalo) ;
enviarolá() ;
}
}

4.4.3 O arquivo .ini

Este arquivo permite ao usuário configurar esses modelos de si-


mulação para a execução. O editor está ciente de tudo
as declarações NED (módulos simples ou módulos compostos).
Implementação e Simulação 103

[General]
#=============================================# Sempre inclua o
arquivo principal [Link]

#============================================= incluir
../Parâmetros/[Link]
sim-time-limit = 100s Tempos de Simulação
SN.field_x = 80 # meters
SN.field_y = 80 # meters
Esses testes incluem 3 nós cada,
as coordenadas serão especificadas manualmente
[Link] = 100 //Nome de nós
[Link] = "uniform"
//Tipo de Desdobramento# importante mudança de canal sem fio para permitir mobilidade

#[Link] = true //Gestão da Mobilidade


#[Link] = 0
#[Link] = 0
Escolha um rádio e defina a potência de Tx para um valor baixo para que

a mobilidade desse nó tem um efeito melhor na conectividade


[Link][*].[Link] ="../Parameters/Radio/[Link]"
[Link][*].[Link] = "-5dBm"
#[Link][*].[Link] = "IDEAL" //Type du Canal Radio
[Link][*].[Link] = 0
Esses testes usam pacotes grandes (2kb) para mostrar a interferência claramente
Isso requer definir o tamanho máximo do pacote em todas as camadas de comunicação.

[Link][*].[Link] = "WsnSurvey" //A camada de Rede


[Link][*].[Link] = 2500
O aplicativo de teste de vazão é usado para enviar 2000 bytes
# pacotes para o nó 0 (que por padrão é o recebedor
# nó para este aplicativo). 5 pacotes por segundo serão enviados

[Link][*].ApplicationName = "BridgeTest" //A camada de Aplicação


[Link][*].[Link] = "BypassMAC" A camada MAC
[Link][*].Application.packet_rate = 5
[Link][*].[Link] = 2000
# informações de rastreamento da aplicação para o nó 0 (nó receptor)

# está ativado, para mostrar alguns padrões interessantes


Especificar a Coleta de informação ao nível das camadas
[Link][*].[Link] = true
[Link][*].[Link] = true
[Link][*].[Link] = true
[Link][*].[Link] = true
[Link][*].[Link] = true
[Link][*].[Link] = true
Implementação e Simulação 104

4.5 Resultados Obtidos

4.5.1 Implantação da Rede

A desvantagem do Castalia é que ele não permite ter uma


vista da rede durante a execução sabendo que os pesquisadores estão
trabalham nisso para enriquecer o Simulador principalmente após sua eva-
avaliado entre os Simuladores mais seguros.
Para isso, essas figuras mostram o gráfico do desdobramento dos
nós no nível da rede no estado inicial.

FIG. 4.9 – Implantação dos nós.


Implementação e Simulação 105

FIG. 4.10 – Execução com o Deployment.

subsecçãoFicheiro Rastrear Após uma compilação correta (sem des-


detection de erro) da Castalia com os novos parâmetros como
conforme mencionado anteriormente, a geração de dois arquivos é criada:
– Fiche de Rastreio: Esta última fornece uma visão geral e detalhada do
processo percorrido de cada nó durante a simulação.
– Arquivo Resumo: Este último exibe o estado do nó resumindo
por exemplo, o número de pacotes recebidos, perdidos, e o consumo
mation de energia.

[Link] Inicialização dos nós

Uma visão geral do arquivo durante a inicialização ou o deploy do


nós no nível da rede.
Implementação e Simulação 106

0 [Link][0].MobilityManager localização inicial (x :y :z) é 43.9051 :47.4276 :0

0 [Link][0].[Link] Inicializou o modo RX para normal

0 [Link][0].Comunicação.Rádio Inicializou a saída de potência TX para -5 dBm, consumindo 26,7 mW

0 [Link][0].Comunicação.Rádio Nível de sono padrão inicializado para ocioso

0 [Link][0].Comunicação.Rádio completando a transição para 0 (RX)

0 [Link][1].MobilityManager localização inicial(x :y :z) é 67.5413 :48.2211 :0

0 [Link][1].Comunicação.Rádio Inicializado modo RX para normal

0 [Link][1].Comunicação.Rádio Inicializou a saída de potência TX para -5 dBm, consumindo 26,7 mW

0 [Link][1].Comunicação.Rádio Nível de sono padrão inicializado para ocioso

0 [Link][1].Comunicação.Rádio completando transição para 0 (RX)

0 [Link][2].MobilityManager localização inicial (x:y:z) é 43.5907:67.7801:0

0 [Link][2].Comunicação.Rádio Inicializou o modo RX como normal

0 [Link][2].Comunicação.Rádio Inicializou a potência de saída TX para -5 dBm, consumindo 26.7 mW

0 [Link][2].Comunicação.Rádio Nível de sono padrão inicializado para ocioso

0 [Link][2].Comunicação.Rádio completando transição para 0 (RX)

0 [Link][3].MobilityManager localização inicial (x :y :z) é 49.8851 :51.6715 :0

0 [Link][3].[Link] Inicializou o modo RX para normal

0 [Link][3].Comunicação.Rádio Inicializou a potência de transmissão para -5 dBm, consumindo 26,7 mW

0 [Link][3].Comunicação.Rádio Nível de sono padrão inicializado para ocioso

0 [Link][3].Comunicação.Rádo completando a transição para 0 (RX)

A localização inicial do [Link][4].MobilityManager (x :y :z) é 35.007 :23.8028 :0 0.

.
.
.
.
.

[Link] Reconnaissance de voisinage

Durante este período, todos os sensores ficam em modo RX e


envie uma mensagem Olá para o reconhecimento de vizinhança do qual
Implementação e Simulação 107

podemos vê-lo no arquivo de rastreamento:

0.000937365 [Link][11].Comunicaçã[Link] broadcast [WsnHello] na inicialização de 11 para -1

0.000937365 [Link][11].[Link] passagem da mensagem para a camada Mac com destino -1 e origem 11

0.000937365 [Link][11].Comunicação.Rádio Bufferizado [Pacote de BypassRouting] da camada MAC

0.000937365 [Link][11].Comunicação.Rádio DEFINIR ESTADO para TX, atraso=1e-05, potência=22.2

0.000947365 [Link][11].Comunicação Rádio completando a transição para 1 (TX)

0.000947365 [Link][11].Comunicação.Rádio Enviando Pacote, A transmissão durará 0.00583333 segundos

0.000947365 [Link][10].Comunicação.Rádio SINAL de início do nó 11, potência recebida -92.9274dBm

0.000947365 [Link][10].Comunicação.RÁDIO SINAL de início do nó 11, potência recebida -92.9274dBm

0.000947365 [Link][7].Comunicação.Rádio SINAL de partida do nó 11, potência recebida -98.1536dBm

0.000947365 [Link][7].Comunicação.Rádio Pacote falhou (WC_SIGNAL_START) do nó 11,

0.000947365 [Link][6].Comunicação.Rádio SINAL de início do nó 11, potência recebida -91.9877dBm

0.000947365 [Link][5].Comunicação.Rádio SINAL de início do nó 11, potência recebida -90.7127dBm

0.000947365 [Link][3].Comunicação.Rádio SINAL de início do nó 11, potência recebida -90.3762dBm

0.000947365 [Link][2].Comunicação.Rádio SINAL de início do nó 11, potência recebida -79.5319dBm

0.000947365 [Link][0].Comunicação.Rádio Sinal START do nó 11, potência recebida -91.1788dBm

0.002031581 [Link][13].Comunicaçã[Link] broadcast [WsnHello] na inicialização de 13 para -1

0.002031581 [Link][13].[Link] passagem da mensagem para a camada Mac com destino -1 e origem 13

0.002031581 [Link][13].Comunicação.Rádio Bufferizado [Pacote de BypassRouting] da camada MAC

0.002031581 [Link][13].[Link] DEFINIR ESTADO para TX, atraso=1e-05, potência=22.2

0.002041581 [Link][13].Comunicação.Rádio completando transição para 1 (TX)

0.002041581 [Link][13].Comunicação.Rádio Enviando Pacote, A transmissão durará 0.00583333 segs

0.002041581 [Link][14].Comunicação.Rádio sinal de INÍCIO do nó 13, potência recebida -90.9519dBm

0.002041581 [Link][8].Comunicação.Rádio SINAL de início do nó 13, potência recebida -95.2822dBm

.
.
.
.
Implementação e Simulação 108

[Link] Tabela de vizinhança e Atribuição de papéis

Uma vez que os nós recebem a mensagem HELLO, cada nó


preenche sua tabela de vizinhança e, nesse momento, cada nó assume
um papel que lhe convém de acordo com sua posição dentro da rede.
Este processo é executado no início após o reconhecimento do próximo.
nage e atribuição de papéis.
Em caso de mudança de papel devido à morte de um nó, é
o sensor Representante que se torna responsável por essa mudança
e afeta um papel aos outros nós após consulta de sua tabela de
vizinhança.

0.01620540 [Link][14].Comunicação.Rádio TX finalizado (sem mais pacotes no buffer) mudando para RX

0.01620540 [Link][14].Comunicação.Rádio DEFINIR ESTADO para RX, atraso=1e-05, potência=22.2

0.01621540 [Link][14].Comunicação.Rádio completando transição para 0 (RX)

0.01621540 [Link][1].Comunicaçã[Link] recepção da mensagem com destino 1 e fonte 14

0.01621540 [Link][1].Comunicaçã[Link] Enviando [WsnHello] para a camada de Rede

0.01621540 [Link][1].Comunicaçã[Link] Recebido [WsnHello] da camada MAC

0.01621540 [Link][1].[Link] início do envio da mensagem HELLRep com origem 1 e destino 14

0.01621540 [Link][1].[Link] preenchimento da tabela com origem 14 e destino 1 e papel 1

0.01621540 [Link][1].Comunicaçã[Link] novo vizinho 1 e 14

0.01621540 [Link][1].Comunicaçã[Link] nbre repr 0 e nbre liai 0 e simple1

0.01621540 [Link][1].Comunicaçã[Link] de Roteamento est 3

0.01621540 [Link][1].[Link] antes do envio o papel é 3

0.01621540 [Link][1].[Link] passagem da mensagem para a camada Mac com dest -1 e fonte 1

0.01621540 [Link][1].Comunicação.Rádio Buffered [Pacote de BypassRouting] da camada MAC

0.01621540 [Link][1].Comunicação.Rádio DEFINIR ESTADO para TX, atraso=1e-05, potência=22.2

0.01621540 [Link][1].Comunicação.Rádio Bufferizado [Pacote de BypassRouting] da camada MAC

.
.
.
Implementação e Simulação 109

[Link] Transição para o Estado de Suspensão

Aqui está um trecho de código que dá uma visão sobre o estado de um nó


quando este último recebe a Mensagem de Mudança de Estado para passar
du mode Réveillé en modeSleeppour but "Gain d’énergie" comme
citado anteriormente.

0.129737196712 [Link][2].[Link]ção da mensagem com destino 2 e origem 0

0.129737196712 [Link][2].[Link] Entregando [etat] para a camada de rede

0.129737196712 [Link][2].Comunicaçã[Link] Recebido [etat] da camada MAC

0.129737196712 [Link][3].[Link] recepção da mensagem com destino 3 e origem 0

0.129737196712 [Link][3].[Link] Delivering [etat] to Network layer

0.129737196712 [Link][3].Comunicaçã[Link] Recebido [etat] da camada MAC

0.129737196712 [Link][3].Comunicação.Rádio DEFINIR ESTADO para SONECA, atraso=5e-05, potência=0.5

0.129737196712 [Link][2].[Link] recepção da mensagem com dest 2 e fonte 11

0.129737196712 [Link][2].Comunicaçã[Link] entregando [etat] à camada de Rede

0.129737196712 [Link][2].Comunicaçã[Link] Recebido [etat] da camada MAC

0.129737196712 [Link][3].[Link] recepção da mensagem com destino 3 e origem 11

0.129737196712 [Link][3].Comunicaçã[Link] Entregando [etat] à camada de Rede

0.129737196712 [Link][3].Comunicaçã[Link] Recebido [etat] da camada MAC

0.129787196712 [Link][3].[Link] completando a transição para 2 (DORMIR)

4.5.2 Exemplo de um arquivo Resumo

Este arquivo fornece um resumo das informações coletadas sobre a


fim da execução da simulação. Por exemplo, a energia consumida-
mãe, o número de pacotes enviados, recebidos e até perdidos de cada
nó presente na rede.
Implementação e Simulação 110

Castalia| módulo :[Link][0].ResourceManager

Castalia| simple output name :Consumed Energy

Castalia| 0.604138

Castalia| módulo :[Link][0].Comunicação.Rádio

Castalia| simple output name :RX pkt breakdown

Castalia| 1 Falhou, abaixo da sensibilidade

Castalia| 115 Falhou, estado não RX

Castalia| 17 Recebido sem NENHUMA interferência

Castalia| simple output name :TXed pkts

Castalia| 15 TX pacotes

Castalia| módulo :[Link][1].ResourceManager

Castalia| simple output name :Consumed Energy

Castalia| 2.82057

Castalia| módulo :[Link][1].Comunicação.Rádio

Castalia| simple output name :RX pkt breakdown

Castalia| 1 Falhou sem interferência

Castalia| 10 Falhou, abaixo da sensibilidade

Castalia| 86 Falhou, estado não RX

Castalia| 20 Recebido sem interferência

Castalia| simple output name :TXed pkts

Castalia| 17 pacotes TX
Implantação e Simulação 111

4.5.3 Parâmetros de Simulações

A remoção dos sensores é aleatória em um terreno quadrado


não sa dimensão se varie segundo o número de nós. O alcance de
a comunicação assim como o valor inicial da energia são fixos para
todos os nós.

As duas tabelas seguintes dão mais detalhes:

Raio de transmissão 20 m
Energia Inicial 18720 Joules (corresponde a 2 baterias AA)
Antenas Bidirecionais
Durée de Simulation Varia conforme o número de nós

Ponte de Aplicação Couche Teste


Camada de Rede WsnSurvey
Couche Phy + MAC ByPassMac
Rádio CC1000

[Link] A Rádio CC1000

Defina a Matriz de Transição. Esta última especifica os prazos


(em ms) para alternar entre os 3 estados principais de Rádio (Rx, Tx,
Dormir

RX TX Sleep
RX - 0,01 0,2
TX 0,01 0,2
-
Dormir 0,05 0,05 -
Implementação e Simulação 112

4.6 Resultados

Primeiro, vamos dar uma visão geral sobre o comporta-


tement dos nós dentro da rede e de sua organização, depois
detalharemos os resultados obtidos graficamente.

4.6.1 Organização da Rede

Devido à falta do simulador Castalia que se apresenta na


parte visual do comportamento da rede. Optamos por tra-
valer mais sobre os dados coletados nos arquivos de rastreamento para
poder ilustrar uma ideia sobre a organização dos sensores dentro do
rede para pelo menos validar os algoritmos utilizados.
Nós simulamos uma rede composta por 50 nós, implantados
aleatoriamente. Após isso, nós estudamos em detalhes o arquivo de rastreamento
gerado em primeiro lugar pelos seguintes pontos:
– As posições de cada nó;
Os vizinhos descobriram;
– Os papéis definidos.

[Link] Les positions des nœuds

Le tableau suivant donne les positions des nœuds extraitent à par-


tirar do arquivo de rastreamento gerado.

Nós 0 1 2 3 4 5 6
Positions43.9,47.4 67.5,48.2 43.5,67.7 49.8,51.6 35.0,23.8 4.53,77.0 30.6,38.2

.
.
Nós 20 21 22 23 24 25 26
Positions21.1,14.9 58.9,36.4 45.4,10.8 25.9,49.4 48.9,17.7 30.9,75.4 54.5,35.9
Implementação e Simulação 113

.
.
Nós 43 44 45 46 47 48 49
Positions75.9,29.4 65.6,1.08 49.8,67.0 7.68,77.7 70.2,37.4 78.1,4.45 36.0,59.1

[Link] A vizinhança

A tabela ilustra os vizinhos de alguns nós essenciais como


que :
- Nós Representantes: 22,47
- Nós de ligação: 5, 43

NœudsVoisins
22 4,7,8,9,12,17,20,21,24,26,27,30,38,40,43,44,47,48
47 1,2,3,7,11,13,14,15,18,21,24,26,27,29,37,41,43,45
43 1,3,8,9,14,15,17,18,21,22,24,26,27,29,30,35,37,41,47,
15 0,2,3,5,6,8,21,23,24,25,26,27,32,33,34,36,38,41,43,45,

FIG. 4.11 – Implantação Aleatória.


Implementação e Simulação 114

FIG. 4.12 – Organização dos Nós.

De acordo com o esquema, podemos ver a organização dos nós dentro


da rede após o Desdobramento e em consequência do reconhecimento do vizinho-
nage pelo intercâmbio das mensagens Hello e HelloRep, assim como com a execução-
cution de l’algorithme "AttribeRole" cité précedemment pour la struc-
turação da rede em sistemas Multi-Agentes.

4.6.2 Redundância dos Nós

Uma vez que a organização da rede se estabiliza, o algoritmo de re-


dondance começa sua execução.
Após isso, os nós redundantes tornam-se inativos enquanto mantêm
uma cobertura da rede.
Le shéma suivant est la succession des 2précédents, d’où on remarque
que os nós redundantes passaram a estar em modo de repouso.
Implementação e Simulação 115

FIG. 4.13 – Gestion De La Redondance.

4.6.3 Reconfiguração da Rede

Nesse caso, provocamos uma falha em um nó


Simples para ver a reconfiguração da rede.
À um instante "T" nós colocamos um nó em modo "Sleep" para ge-
gerar uma parada deste sensor por "esgotamento de energia", por exemplo.
Após isso, podemos ver a reconfiguração da rede após a disp.
raition de ce nœud actif et le réveil d’un autre nœud Simple pour cou-
abrir a zona que estava coberta anteriormente por esse sensor com defeito.

FIG. 4.14 – Reconfiguração devido a uma falha.


Implementação e Simulação 116

4.6.4 Energia Consumida no nível da rede

Resultado de energia consumida segundo o método de vigilância adotado


ainda pela distribuição de um número diferente de nós para uma
mesma topologia;

– superfície de 100*100,
– Energia de 5 mJoule,
– Número de nós: 20, 50 até 100
.

FIG. 4.15 – Energia Consumida em Rede.

Observa-se que o consumo de energia dobra até o


triplo ao aumentar o número de nós e isso se deve principalmente
aos mensagens trocadas para a estabilidade da rede.
As mensagens de controle aumentam em prol do aumento dos
sensores na rede para a boa organização do sistema.
Implementação e Simulação 117

4.6.5 Energia Consumida Com e sem monitoramento

De acordo com os histogramas levantados para os diferentes números de


nós em uma rede, podemos concluir que a energia média consumida
O mês seguinte ao método de Vigilância é baixo em relação ao mé-
thode sem supervisão e isso se deve aos estados inativos que assume os
nós redundantes.
Cas 1: 20 nós

FIG. 4.16 – Energia Consumida ao nível das duas Métodos

Cas 2 :50 nós

FIG. 4.17 – Energia Média Consumida por 50 nós


Implementação e Simulação 118

Cas 3: 100 nós

FIG. 4.18 – Energia Média Consumida por 100 nós

4.6.6 Energia restante de um nó Representante

De acordo com a organização dos nós, podemos deduzir que o nó


"Representante" consome mais energia do que todos os outros nós,
o que se torna interessante estudar em vez de simular o estado de energia
gie de ce nœud.

FIG. 4.19 – A energia restante ao nível de um nó Representando


Implementação e Simulação 119

Estas duas curvas demonstram que a energia restante no nível de um


nœud Representante difere ao nível dos dois métodos. e mais pré-
cisémment na metodologia de vigilância a energia dura mais que
o método normal devido ao envio de mensagens entre clusters com
um raio menor e um número de nós reduzido.

4.6.7 Número médio de pacotes dos diferentes nós

Esta curva apresenta uma média dos pacotes enviados e recebidos


por diferentes nós de acordo com seus papéis onde resumimos que os nós
os representantes têm uma média mais alta uma vez que são responsáveis
sobre a organização da rede.

FIG. 4.20 – Pacotes Moyens enviados e recebidos por nós.

4.6.8 Energia Consumida dos diferentes nós

Os dois resultados fornecem uma visão sobre o consumo de energia


gie ao nível de alguns nós para as 2 configurações para uma
comparaison d’où on peut conclure que la consommation d’energie
diferente e que no caso "Com Vigilância" é muito mais op-
timale que le cas "Sem Vigilância".
Implementação e Simulação 120

FIG. 4.21 – Energia Consumida com Vigilância.

FIG. 4.22 – Energie Consommée Sans Surveillance.

4.6.9 Influência da Mobilidade dos Nós na Rede

Nós realizamos outro caso de simulação sobre a mo-


bilité dos nœuds para ver a influência do deslocamento dentro
da rede de alguns sensores na rede.

Nosso teste diz respeito à mobilidade dos nós 0,5 e 10. A mobilidade se
feito neste momento 100 para distâncias diferentes para cada nó
com uma velocidade de deslocamento de 15. Assim, obtivemos o
Resultado seguinte:
Implementação e Simulação 121

FIG. 4.23 – Influência da Mobilidade na Rede.

Através deste teste, percebe-se que a mobilidade dos nós é muito


grande influência na rede no caso da taxa de energia, de onde se
constate que a consumação de energia em uma rede com mobi-
o custo é muito mais alto do que em uma rede sem mobilidade e é
devido principalmente à reconfiguração da rede e ao
envio de mensagens para a descoberta da nova vizinhança até
a estabilidade da rede.

FIG. 4.24 – Influence de la Mobilité sur le Réseau(Energie Moyenne).


Implementação e Simulação 122

4.6.10 Influência do Tempo de Simulação

Le temps de simulation joue un rôle important sur le comporte-


ment des sensores, para isso jogamos com o tempo de si-
formulação para avaliar a duração de funcionamento da rede por-
relatório sobre a taxa de energia.

FIG. 4.25 – Energia Restante em relação ao Tempo de Simulação.

FIG. 4.26 – Energie Moyenne Restante.


Implementação e Simulação 123

4.7 Conclusão

Nosso objetivo, através das simulações realizadas, era testar os per-


performances da nossa Abordagem "Monitoramento de uma Rede" de onde nós
pudemos mostrar a vantagem do método distribuído para garantir
A tolerância a falhas com o tratamento da redundância.

Por outro lado, essa experiência nos impulsionou a conhecer o novo-


simulador de bezerro OMNeT++ e sua plataforma Castalia e nos permitiu
nosso enfoque integrado e de enriquecer o Simulador com novos
novos protocolos.

Após os resultados obtidos, constatamos que o método


simulada é mais eficaz em consumo energético dentro do ré-
veja o que aumenta a duração da rede.

Após todas essas vantagens alcançadas com essa abordagem, as pesquisas


futuros são mais favorecidos em direção à abordagem distribuída com o aspecto
da redundância dentro da rede para a gestão da Vigilância.
Conclusion Générale

O consumo energético nos níveis das Redes de Cap-


teurs é um ponto sensível, o que motivou os pesquisadores a se fo-
aprofundar mais nesta problemática para poder prolongar a duração
de vida dos sensores assim como das Redes.
De fato, vários modelos para diferentes tipos de topologias têm
foram propostos e tratados pela ferramenta de simulação com o objetivo de adquirir
a uma melhor configuração em consumo de energia.

Suite à ceci, nos idées se sont basées sur la proposition d'une sur-
vigilância auto-configurável ao nível dos nós sensores. Nós temos
simulé un système d’organisation basé sur le principe des Agents
Nós Representantes, Nós Laisions e Nós Simples. Estes
últimos se re-organizam de acordo com a distribuição da rede de onde nós temos
introduza o conceito de Vigilância por Redundâncias dos nós e
a fim de melhorar o consumo energético dentro da rede.
A teoria dos grafos nos permitiu implementar este conceito
de redundância na rede.

Os resultados da simulação são bastante satisfatórios após a utilização


o novo Simulador OMNeT++ com a plataforma "Castalia" que
est mais dédiée aos Redes de Sensores. Este último é baseado no
princípio dos módulos. De acordo com nossos diferentes testes realizados, nós
notamos a diminuição da energia consumida junto aos nós
o que proporciona uma longevidade da rede.
Conclusão Geral 125

Tirant proveito da abordagem Multi-Agentes, Como perspectiva de


nosso trabalho, planejamos estudar o impacto do uso de
outras métricas de consumo de energia que levam em conta
informações globais sobre a rede.
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[5] http ://[Link]/nsnam/ns/
Resumo
As redes de sensores sem fio atraem mais a atenção da comunidade
recherches. Ainsi la simulation est une démarche fréquemment utilisée pour tester et
validar abordagens, os ambientes de simulação devem ser capazes de apoiar os
diffdiferentes modelos de redes de sensores sem fio.
Nossa Tese se interessa mais especificamente pelo caso de vigilância das redes de
sensores. O protocolo testado é um protocolo baseado na reconfiguração dos nós com
o princípio da redundância para manter uma cobertura da área e garantir uma longa
vida da rede.
A validação da abordagem é considerada após a utilização do simulador
OMNeT++ uma vez que os resultados obtidos mostraram que o conceito da abordagem ao
nível de tolerância a falhas (com o princípio de acordar os nós adormecidos em
cas de falha ou esgotamento de energia de um nó ativo) garante um bom funcionamento
assim uma longevidade da rede.

Palavras-chave
{"Réseau de capteurs sansfil":"Rede de sensores sem fio","Surveillance":"Vigilância","Redondance":"Redundância","Reconfiguration":"Reconfiguração","Simulation":"Simulação"}
OMNET++; Castalia; Roteamento; Camada de Rede; Vizinhança.

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