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Lei 10.488/2015: Educação na Paraíba

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LEGISLAÇÃO

Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual


de Educação da Paraíba

Livro Eletrônico
Presidente: Gabriel Granjeiro
Vice-Presidente: Rodrigo Calado
Diretor Pedagógico: Erico Teixeira
Diretora de Produção Educacional: Vivian Higashi
Gerente de Produção Digital: Bárbara Guerra
Coordenadora Pedagógica: Élica Lopes

Todo o material desta apostila (incluídos textos e imagens) está protegido por direitos autorais
do Gran. Será proibida toda forma de plágio, cópia, reprodução ou qualquer outra forma de
uso, não autorizada expressamente, seja ela onerosa ou não, sujeitando-se o transgressor às
penalidades previstas civil e criminalmente.

CÓDIGO:
250423563367

WILLIAM DORNELA

Especialista em Docência de Ensino Superior e graduado em Pedagogia e Jornalismo.


Possui experiência na área de educação internacional pela Language Studies
International (LSI, Canadá). É também servidor efetivo da Secretaria de Educação
do Distrito Federal, desde 2009. Atualmente atua como supervisor escolar da rede
pública de ensino do DF.

O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para LUCAS BARBOSA GOMES - 05877320327, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Legislação
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
William Dornela

SUMÁRIO
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1. Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
2. Educação Infantil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
3. Ensino Fundamental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
4. Ensino Médio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
5. Educação em Tempo Integral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
6. Educação Profissional Técnica de Nível Médio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
7. Educação Especial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
8. Educação de Jovens e Adultos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
9. Educação Escolar do Campo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
10. Educação a Distância. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
11. Educação para a Cultura dos Direitos Humanos, das Relações Étnico Raciais
e da Educação Ambiental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
11.1. Educação em Direitos Humanos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
11.2. Diversidade e Educação para as Relações Étnico-Raciais . . . . . . . . . . . . . . . 25
12. Educação Escolar Indígena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
13. Educação Escolar Quilombola. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
14. Educação Escolar Cigana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
15. Educação Ambiental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
16. Qualidade Da Educação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
17. Educação Superior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
18. Formação e Valorização dos Profissionais da Educação Básica. . . . . . . . . . . . . . 37
19. Gestão Democrática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
20. Financiamento da Educação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
21. Metas PEE X Metas PNE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
Resumo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Exercícios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
Gabarito. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
Gabarito Comentado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57

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LEI N. 10.488/2015 – PLANO ESTADUAL DE


EDUCAÇÃO DA PARAÍBA

1. INTRODUÇÃO
A Paraíba Estado integrante da região Nordeste, formada por 223 municípios e sua
capital é João Pessoa. Pelo censo, a sua população era de aproximadamente 3.766.528
habitantes o que corresponde a apenas 1,97% da população brasileira. Seu território é um
dos menores da federação, ocupando a 21ª posição em ordem decrescente.
O censo informou ainda que apenas 24,6% da população vive na zona rural, os outros
75,4% na zona urbana.
Após a Constituição Federal de 1988 que vem apresentando um esforço para a
universalização do acesso à educação é possível notar uma melhoria, nas últimas décadas,
nos indicadores educacionais do Estado da Paraíba.
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos
Profissionais da Educação – FUNDEB, criado pela Emenda Constitucional n. 53/2006 e
regulamentado pela Lei n. 11.494/2007 e pelo Decreto n. 6.253/2007, em substituição
ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do
Magistério – FUNDEF, que vigorou de 1998 a 2006 foram e são estratégias que também
contribuíram para o avanço dos indicadores educacionais
Com a CF/1988, no inciso I, do artigo 208, que assegura a educação básica obrigatória
e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, assim garantindo o acesso à educação básica, mas
não é só com o acesso que se deve preocupar, mas também com a permanência da criança
e do adolescente na escola.

A Paraíba faz parte desse cenário de avanços e desafios ao aumentar a oferta do ensino
fundamental para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos que estão na escola, atingindo
mais de 97% de atendimento, segundo a PNAD 2013. Já entre 2007 e 2013, ocorreram

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melhorias em indicadores importantes, como a distorção idade/série, a taxa de aprovação


e a taxa de abandono e ainda, as matrículas em cursos técnicos profissionais mais do que
dobraram, tanto na rede pública quanto na privada.
Outro dado importante é o aumento de estudo da população que passou de 4,4 em 2002
para 6 anos em 2011, segundo dados do IBGE/2013, houve também um pequeno avanço
nas médias escolares, mas mesmo com esse aumento nas médias na rede pública existe
ainda uma grande disparidade entre as médias das redes públicas e privadas do Estado.
A apresentação das metas e estratégias contidas neste PEE e com base no diagnóstico
feito, mostra que para superar os desafios da educação na Paraíba depende do esforço
conjunto de todos os responsáveis pelas políticas educacionais. Esse esforço previsto na
Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB n. 9.394/1996)
e no Plano Nacional de Educação (PNE), é de fundamental importância para garantir uma
educação de qualidade, inclusiva e democrática para todos.

2. EDUCAÇÃO INFANTIL
A Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), foram normativos
que colaboraram na elaboração da Lei de diretrizes e Bases da Educação (Lei n. 9.394/1996),
que oficializa a educação infantil como primeira etapa da educação básica.

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A Educação Infantil é dividida em creches e pré-escola. As creches e instituições parceiras


atendem as crianças na primeira fase de desenvolvimento, que ocorre dos 0 aos 3 anos de
idade. As crianças de 4 e 5 anos são atendidas nas pré-escolas.
A LDB foi alterada em 2005 pela Lei n. 11.114/2005. Esta lei muda a duração do ensino
fundamental de 8 para 9 anos, com matrícula obrigatória aos 6 anos nessa etapa. Já em
2013 a Lei n. 12.196/2013, altera a LDB tornando obrigatória a matrícula das crianças de 4
anos na educação infantil, e permanecendo na educação infantil (pré-escola) até os 5 anos.

Por muitos anos a concepção que norteava a educação infantil, ou na época o atendimento
às crianças, tinha uma visão de assistência e guarda, onde o principal intuito era ter um
lugar para deixar as crianças quando a mãe saía para trabalhar. Hoje, a educação infantil
vem ganhando espaço, novos significados e avanços principalmente na legislação brasileira.
Toma-se consciência de que a educação infantil deve ser vista como algo muito mais que
somente assistencialismo.
A LDB estabelece que as instituições de educação infantil devem ser espaços acolhedores,
de aprendizagem e brincadeira, que devem cuidar e educar das crianças desta etapa de
forma integrada como sujeitos de direito e com capacidades diversas e incluídas em um
contexto cultural.
Durante muitos anos, na Paraíba, a gestão e administração das creches públicas variou
entre a Secretaria de Educação e Cultura e a Secretaria de Ação Social, isso aconteceu pela
ausência de definição das políticas públicas relacionadas ao desenvolvimento da criança.
Atualmente a administração estadual da Paraíba ainda coordena creches e pré-escolas,
sendo as creches vinculadas a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano e as pré-
escolas integradas às escolas do Ensino Fundamental. Isso evidencia a falta de uma política
educacional integrada para a educação infantil.

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Não existe integração entre as creches e as pré-escolas o que acaba prejudicando o


desenvolvimento das crianças. Além do mais, a falta de importantes elementos para o
funcionamento das instituições de educação infantil como profissionais especializados,
equipamentos adequados e infraestrutura.
A falta desses elementos compromete a qualidade do atendimento e a formação integral
na educação infantil, muitas vezes afetando negativamente o aprendizado e o bem estar
das crianças ali matriculadas.

Mas atenção, aos municípios cabe a atuação direta ao atendimento das crianças de 0 a
5 anos e cabendo aos demais entes federados oferecer apoio técnico e financeiro.
A rede de ensino estadual da Paraíba, em 2011, contava com 46 escolas de educação
infantil, que foram assumidas pelos municípios como determinava a LDB (1996) e o
FUNDEB (2007).

ESTRATÉGIAS – META 1
1) com qualidade, e respeito as peculiaridades locais.
2) Definir normas e prazos para consulta pública sobre a oferta de creches e monitoramento;
3) Realizar levantamento anual da oferta de creches em colaboração com outras
instituições;
4) Atender gradualmente a demanda por creche alcançando 60% até o final do PEE;
5) Realizar a avaliação da educação infantil a cada dois anos tendo como base os
parâmetros nacionais de qualidade;
6) Oferecer a formação inicial e continuada dos profissionais de educação infantil;
7) Assegurar a permanência de profissionais formados para educar e cuidar das crianças
de 0 a 5 anos;

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8) Zelar pelo cumprimento das normas em relação professor-aluno e funcionamento


das creches;
9) Assistir as populações do campo e comunidades específicas, como indígenas e
quilombolas;
10) Promover o atendimento educacional especializado para crianças com deficiência
e altas habilidades;
11) Promover programas que orientem e apoiem as famílias no desenvolvimento integral
das crianças até 3 anos;
12) Respeitar as especificidades da educação infantil no planejamento das redes escolares;
13) Monitorar o acesso e permanência das crianças na educação infantil, especialmente
as de programas de transferência de renda;
14) Incentivar o acesso à educação infantil em tempo integral para todas as crianças
de 0 a 5 anos;
15) Desenvolver espaços lúdicos e interativos nas unidades de educação infantil,
considerando a diversidade sociocultural;
16) Fortalecer a elaboração e avaliação das Propostas Pedagógicas da Educação Infantil
conforme as Diretrizes Curriculares;
17) Formular o calendário escolar de forma contemplar o trabalho pedagógico e
planejamento quinzenal;
18)Apoiar a presença de equipes multidisciplinares nas instituições de educação infantil.

3. ENSINO FUNDAMENTAL

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Segundo a LDB, o Ensino Fundamental é dividido em anos iniciais, que atende as crianças
dos 6 aos 10 anos, e anos finais que atende adolescentes dos 11 aos 14 anos. Em seu ar-
tigo 10, inciso VI, é incumbência dos Estados “assegurar o ensino fundamental e oferecer,
com prioridade, o ensino médio” e, em seu artigo 11, inciso V, descreve que incumbência
dos municípios “oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade,
o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando
estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com re-
cursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção
e desenvolvimento do ensino”.
A partir da homologação da Lei n. 11.274, de 2006, que alterou a redação da LDB, o
ensino fundamental passou a ter duração de 9 anos, atendendo estudantes entre 6 e 14
anos, e ainda organizou essa etapa em anos iniciais (do 1º ao 5º ano) e anos finais (do 6º
ao 9º ano).
Em 2013 a Lei n. 12.796, alterou também na LDB o dever do Estado com a educação
escolar pública passando a ser efetivado mediante a garantia de educação básica obrigatória
e gratuita dos 4 aos 17 anos, sendo organizada em pré-escola, ensino fundamental e
ensino médio.

ESTRATÉGIAS – META2
1) Colaboração com o MEC na definição dos direitos e objetivos de aprendizagem que
compõem a Base Nacional Comum Curricular (BNCC);
2) Implantação de mecanismos de acompanhamento pedagógico individualizado;
3) Monitoramento do acesso, permanência e desempenho escolar;
4) Busca ativa;
5) Desenvolvimento de estratégias pedagógicas contextualizadas;
6) Flexibilização da organização escolar;
7) Promoção de atividades culturais;
8) Estreitamento da relação entre escola e famílias;
9) Oferta de ensino fundamental nas comunidades tradicionais (campo, indígenas,
quilombolas e ciganas), respeitando suas culturas e línguas;

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10) Atendimento educacional a crianças e adolescentes itinerantes;


11) Políticas de correção da distorção idade/ano;
12) Ampliação de metodologias e avaliações específicas;
13) Formação inicial e continuada;
14) Incentivo à elaboração e avaliação das propostas.
Em relação à alfabetização, a cerca da Taxa de Alfabetização de crianças que concluíram
o 3º ano do ensino fundamental, a Paraíba lidera em relação à realidade regional e nacional,
visto que apresenta um percentual de 99,0%, sendo superior aos percentuais do Nordeste
que é de 95% e do Brasil que apresenta um percentual de 97,6%.

ESTRATÉGIAS – META 3
1) Estruturação dos processos pedagógicos de alfabetização, nos anos iniciais do ensino
fundamental, alinhando as estratégias desenvolvidas na pré-escola, com qualificação e
valorização dos professores alfabetizadores e apoio pedagógico específico, com objetivo
de garantir a alfabetização de todas as crianças;
2) Colaboração com a União na realização da avaliação nacional da alfabetização, e
instrumentos próprios de avaliação;
3) Promoção, em cooperação com a União e municípios, a formação inicial e a formação
continuada de professores (as) para a alfabetização de crianças;
4) Oferecer a alfabetização às crianças do campo, indígenas, quilombola, ciganas e de
outras populações itinerantes, materiais didáticos específicos, e desenvolver instrumentos
de acompanhamento que considerem o uso da língua materna e da identidade cultural
destas comunidades.

4. ENSINO MÉDIO
A LDB, no artigo 35, estabelece o ensino médio como etapa final da educação básica, tem
a duração mínima de três anos, define ainda que o ensino médio terá como objetivo a pre-
paração do estudante para o trabalho e para a cidadania, de forma que ele continue apren-
dendo e a se adaptando a novas oportunidades de trabalho ou aprimoramento profissional.

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As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, ratifica o ensino médio como
direito social da pessoa, afirma ainda que é dever do Estado sua oferta, pública e gratuita
e propõe que as escolas devem orientar o currículo e a sustentabilidade socioambiental
como meta universal.
São vários os desafios enfrentados pelo ensino médio, nos quais podemos destacar a
democratização do acesso e da permanência, a desigualdade dos estudantes, a construção
de um currículo que atenda essa diversidade/desigualdade, melhoria da infraestrutura, da
implementação de recursos pedagógicos, e de programas de formação dos professores,
que impliquem diretamente na melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.

ESTRATÉGIAS – META 4
1) Implementar com apoio da União e municípios práticas interdisciplinares e flexíveis;
2) Apoiar o MEC na definição dos direitos e objetivos do ensino médio;
3) Implantar cultura e esporte no currículo do ensino médio;
4) Corrigir distorções idade/série no fluxo escolar desde o fundamental;
5) Colaborar com a universalização do ENEM, articulado ao SAEB;
6) Ampliar o ensino médio integrado à educação profissional;
7) Acompanhar a permanência de jovens de programas de transferência de renda;
8) Buscar ativamente jovens de 15 a 17 anos fora da escola;

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9) Elaborar programas educacionais e culturais para jovens e adultos fora da escola;


10) Ampliar a oferta de ensino médio nos turnos diurno e noturno e redistribuir
geograficamente as escolas;
11) Proporcionar ensino médio alternativo de qualidade para filhos de trabalhadores
itinerantes;
12) Prevenir abandono, repetência e evasão escolar;
13) Reestruturar a rede pública para melhor organização física e qualidade de ensino;
14) Garantir 100% das vagas no ensino médio, atendendo inclusive alunos com distorção
idade/ano e necessidades especiais;
15) Integrar a educação ambiental como prática permanente;
16) Adequar o ensino noturno às necessidades dos alunos-trabalhadores em até dois anos.

5. EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL


A critério dos sistemas de ensino, o ensino fundamental deverá ser ministrado
progressivamente em tempo integral, conforme LDB, artigo 32 e §2º. Mas, a Resolução
n. 4/2010 que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica
determina que: caberá aos sistemas educacionais, estabelecer as escolas de tempo parcial
diurno ou noturno e tempo integral.
Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica determina que a ampliação
da jornada escolar deve acontecer em diferentes espaços educativos, onde não só o tempo
e a qualidade de ensino de verão ser ampliados, mas deverão ser ampliados a diversidade
de atividades de aprendizado, exigindo assim uma reestruturação do currículo, almejando
melhorar a qualidade da educação.
A escola em tempo integral é defendida pelo fato de favorecer o acesso e a permanência
na escola, principalmente dos estudantes das de baixa renda. Com isso, esses estudantes
poderão contar com apoio no acompanhamento e orientação das atividades escolares;
atendimento diferenciado a grupos específicos de estudantes; participação em projetos
coletivos e interdisciplinares, pesquisa, práticas desportivas e culturais.
Aos poucos, políticas públicas são implementadas na Paraíba, como o Programa Mais
Educação, que amplia tempos, espaços e oportunidades educativas e Ensino Médio Inovador
– ProEMI instituído pela Portaria n. 971, de 9 de outubro de 2009, integrante das ações do
Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, que tem como foco a reestruturação dos
currículos, de forma ampliar o tempo dos alunos no ensino médio dentro da escola, sendo
organizado em torno de 4 eixos: trabalho, tecnologia, ciência e cultura.

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ESTRATÉGIAS – META 5
1) Implementar uma política pública de educação em tempo integral;
2) Oferecer educação básica pública em tempo integral;
3) Construir e reformar escolas para o ensino em tempo integral;
4) Integração das escolas com espaços culturais, educativos e públicos, como bibliotecas
e centros comunitários;
5) Incentivar parcerias de entidades privadas e serviços sociais com a rede pública para
a jornada em tempo integral;
6) Educação em tempo integral para escolas do campo e comunidades indígenas,
quilombolas e ciganas, respeitando suas especificidades.

6. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO


O artigo 36 da LDB, alterado pela Lei n. 11.741/2008, com o objetivo de reorganizar,
consolidar e articular as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação
de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica, além de sugerir uma nova
organização para essa modalidade de ensino.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio,
foram definidas pelo Conselho Nacional de Educação – CNE.

ESTRATÉGIAS – META 6
1) Colaboração com a União para desenvolvimento e expansão da educação profissional
técnica de nível médio;
2) Ampliar as matrículas, preferencialmente com cursos integrados ao ensino médio;

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3) Formação inicial e continuada de professores da educação profissional técnica;


4) Reformulação das propostas pedagógicas e curriculares com participação da
comunidade escolar;
5) Oferta de cursos à distância para ampliar e democratizar o acesso;
6) Ampliação dos estágios com caráter pedagógico e formativo;
7) Criação de programa de avaliação e qualidade da educação profissional técnica das
redes públicas e privadas de ensino;
8) Proporcionar o ensino médio gratuito integrado à educação profissional para as
populações do campo, comunidades indígenas, quilombolas, ciganas e para estudantes
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, transtorno de espectro autista
e altas habilidades/superdotação, durante a vigência do PEE;
9) Elevar gradualmente a taxa de conclusão dos cursos técnicos e melhoria na proporção
aluno/professor, nas redes públicas e privadas;
10) Investimentos para garantir permanência e conclusão dos cursos;
11) Adoção de políticas para reduzir desigualdades étnico-raciais e regionais;
12) Colaboração com a União na criação de um sistema nacional de informação profissional
articulado ao mercado de trabalho.

7. EDUCAÇÃO ESPECIAL
Transformar a escola em um ambiente de valorização das diferenças e de acolhimento da
diversidade, requer o fortalecimento do debate sobre as políticas de financiamento, gestão e
formação de forma assegurar as condições de acesso, de permanência e de aprendizagem de
todos os estudantes, sem nenhuma distinção das condições físicas, sensoriais, intelectuais,
sociais, emocionais, linguísticas, étnicas entre outras singularidades.
Através do Decreto n. 7.611/2011, foi estabelecido a contabilização em duplicidade
dos alunos da educação especial, isso visa garantir maior visibilidade e recursos para o
atendimento das necessidades desses alunos, além de garantir que a educação inclusiva seja
devidamente reconhecida e financiada. Este documento aborda ainda que é de competência
da União prestar o apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino dos Estados,
Municípios e Distrito Federal, e também das instituições comunitárias, confessionais ou
filantrópicas sem fins lucrativos, com a finalidade de ampliar a oferta do Atendimento
Educacional Especializado (AEE).
É evidente que, para garantir o acesso e a permanência dos alunos público-alvo da
educação especial, é necessário adotar estratégias eficazes pelo poder público, com base
no cumprimento das diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Educação Especial,
na perspectiva da educação inclusiva.

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Legislação
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
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ESTRATÉGIAS – META 7
1) Matrícula Dupla no FUNDEB;
2) Ampliação do AEE;
3) Expansão das Salas de Recursos Multifuncionais, formação continuada de professores
para o atendimento especializado;
4) Criação de Centros de AEE;
5) Promoção da Acessibilidade nas Escolas;
6) Educação Bilíngue para Deficientes Auditivos e oferecer ensino em BRAILLE para
pessoas cegas e surdo-cegas;
7) Avaliação para Educação Inclusiva;
8) Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias;
9) Ampliação das Equipes de Profissionais da Educação, incluindo tradutores/intérpretes
de LIBRAS, guias-intérpretes para surdo-cegos, professores de LIBRAS e transcritores do
Sistema Braille;
10) Sistema Educacional Inclusivo.

8. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

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Legislação
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
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A LDB, apresenta ainda uma base nacional comum curricular, de forma habilitar o
estudante da EJA ao prosseguimento de estudos em caráter regular, estabelecendo ainda
a idade mínima de 15 anos para o ingresso na EJA de ensino fundamental e de 18 anos para
o ingresso da EJA no ensino Médio, e para a realização de exames certificadores deverá
seguir a mesma regra.

A alfabetização de jovens e adultos, voltada para a elevação da escolaridade, é realizada


pelas redes de ensino públicas e privadas, por meio de parcerias com os municípios e com
outras instituições. As turmas podem são formadas nos mais diversos espaços, urbano,
campo, privação de liberdade, medidas socioeducativas, indígena, quilombolas, ciganos,
assentamentos de Movimento Sem Terra MST e demais comunidades e em outros espaços,
de acordo com a demanda.
À administração pública tem o compromisso de criar e implementar políticas públicas que
assegurem, de forma gratuita, o acesso e a permanência na escola, desde a alfabetização
até o ensino médio, por meio de diferentes formas de oferta para todos os estudantes,
assegurando a todos os jovens e adultos o direito a educação básica de forma atender suas
condições e características individuais, e deverá inclusive articular ao mundo do trabalho,
oferecendo matrículas na forma integradas a educação profissional, como previsto no PNE.

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Legislação
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
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A Paraíba, em 2003, aderiu ao Programa Federal Brasil Alfabetizado, como uma das
formas de oferta da alfabetização da EJA, bem como garantir a progressiva continuidade
dos estudos no em níveis mais elevados, e ainda estabelece o acesso à educação como um
direito universal, em todas as etapas da vida.
Mesmo com a inclusão de várias políticas públicas na área de Educação relacionadas a
modalidade EJA, ainda torna-se expressivo o número de pessoas no Estado que não estão
alfabetizadas.
Além disso, a superação da baixa escolaridade entre jovens e adultos representa um
desafio para o poder público, que ainda precisa buscar estratégias e implementar políticas
que levem em consideração as diversas dimensões culturais, raciais, étnicas, de gênero,
além da inclusão da EJA para pessoas privadas de liberdade, para o público das medidas
socioeducativas, e para aqueles com possuam qualquer outra necessidade especial.

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Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
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ESTRATÉGIAS – META 8
1) Correção de fluxo, considerando as especificidades dos segmentos populacionais
considerados;
2) estratégias que garantam a continuidade da escolarização, após a alfabetização
inicial, para os segmentos populacionais considerados;
3) Acesso gratuito aos exames de certificação de conclusão dos ensinos fundamental e médio;
4) Expansão da oferta gratuita de educação profissional técnica;
5) Promover, a busca ativa, o acompanhamento e o monitoramento do acesso à escola,
específicos para os segmentos populacionais da EJA;
6) Assegurar a elaboração de uma proposta curricular e de materiais didáticos específicos
da EJA para educação do campo, bem como a utilização de metodologias e técnicas
pedagógicas apropriadas às necessidades e especificidades da população atendida.

ESTRATÉGIAS – META 9
1) Assegurar a oferta gratuita de educação aos jovens e adultos;
2) Assegurar aos municípios, onde as taxas de analfabetismo ainda são altas, parcerias
buscando priorizar as populações mais vulneráveis;
3) Realizar diagnóstico dos jovens e adultos com ensino fundamental e médio incompletos,
com o objetivo de mapear as vagas da EJA;

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4) Assegurar parcerias de forma garantir o oferecimento de turmas em espaços urbanos,


do campo, de privação de liberdade, de medidas socioeducativas, indígenas, quilombolas,
demais comunidades e em outros espaços conforme a demanda;
5) Ofertar os processos de alfabetização respeitando a diversidade;
6) Garantir a continuidade da oferta educacional para aqueles que concluíram o processo
de alfabetização, integrando-os à qualificação profissional;
7) Implantar a EJA articulada à formação profissional no sistema prisional e nos
estabelecimentos onde adolescentes em conflito com a lei cumprem medidas socioeducativas;
8) Implementar programas de capacitação tecnológica para a população de jovens e
adultos com baixo nível de escolarização formal e para os alunos com deficiência;
9) Realizar parcerias com os órgãos públicos da saúde;
10) Articular as ações da educação de jovens e adultos com as políticas sociais das
áreas da saúde, da assistência social, da cultura, do desporto e do lazer, fortalecendo o
atendimento em rede.

ESTRATÉGIAS – META 10
1) Ofertar gratuitamente a modalidade da educação de jovens e adultos;
2) Distribuir a oferta de vagas nos períodos diurno e noturno;
3) Assegurar, nos espaços prisionais a oferta da educação de jovens e adultos desde a
alfabetização;
4) Assegurar, a elaboração de uma proposta curricular adequada à educação de jovens
e adultos;
5) Promover, a integração da educação de jovens e adultos com a educação
profissional técnica;
6) Fomentar, a produção de material didático, o desenvolvimento de currículos e
metodologias específicas, os instrumentos de avaliação, o acesso a equipamentos de
laboratórios e a formação continuada dos docentes das redes públicas que atuam na EJA,
articulada à educação profissional;
7) Estimular a diversificação curricular da EJA.

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9. EDUCAÇÃO ESCOLAR DO CAMPO


A Educação do Campo surgiu em oposição ao modelo de desenvolvimento que
gerou desigualdades no Brasil, garantindo a valorização da diversidade do meio rural e o
fortalecimento da agricultura familiar.
A educação do campo ultrapassa das áreas rurais tradicionais, e atualmente inclui
também comunidades como ribeirinhos, pescadores e extrativistas, e reconhece o valor
do campo como um espaço de construção social e de vida.
A escola do campo é aquela localizada na zona rural ou na cidade, na condição de que
atenda principalmente a população rural, incluindo as turmas que funcionam no campo e
sigam a realidade local em seu projeto pedagógico.

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As Diretrizes Operacionais para a Educação Básica das Escolas do Campo, aprovada em


2002, consolidam a Educação do Campo como uma política de valorização, fortalecida por
sua inclusão nos Planos Estaduais e Municipais de Educação, sendo reconhecida como uma
modalidade educacional a ser implementada pelos sistemas de ensino do país.
Dessa forma, sua inclusão no Plano Estadual de Educação (PEE) possui base legal,
sustentada não apenas na Constituição Federal e na LDB, mas também por outros marcos
normativos como:

ESTRATÉGIAS – META 11
1) Ampliar a educação infantil no campo, evitando fechamento de escolas e deslocamento
de crianças;
2) Criar salas de educação infantil nas escolas do campo;
3) Integração dos Sistemas de Ensino e das IES para formar profissionais com foco em
Educação Infantil e Educação do Campo;
4) Adquirir equipamentos adequados ao ambiente e à cultura das comunidades rurais;
5) Valorizar os saberes e experiências das crianças do campo;

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6) Garantir ensino fundamental no campo, preservando saberes, línguas e culturas


(especialmente indígenas, quilombolas e ciganas);
7) Desenvolver tecnologias pedagógicas contextualizadas;
8) Promover parcerias e fortalecer o papel da escola como centro cultural;
9) Ampliar o atendimento às populações tradicionais (indígenas, quilombolas, ciganos
etc.), assegurando acesso e permanência no ensino fundamental;
10) Garantir alimentação escolar adequada, com produtos da agricultura familiar;
11) Adaptar o calendário escolar à realidade agrícola, cultural e climática do campo;
12) Criar programas integrados de escolarização e qualificação profissional para jovens
e adultos de 15 a 17 anos com defasagem escolar;
13) Firmar parceria com a União para construir escolas de ensino médio integrado à
educação profissional técnica;
14) Reestruturar a oferta de ensino médio, atendendo às necessidades da popula-
ção do campo;
15) Instalar salas de recursos multifuncionais e garantir formação continuada para o
atendimento especializado;
16) Apoiar alfabetização de crianças do campo e populações tradicionais;
17) Construir e reformar escolas do campo, garantindo infraestrutura e aquisição de
equipamentos;
18) Implementar programas de correção de fluxo e apoio pedagógico;
19) Oferecer EJA para populações do campo, garantindo continuidade da escolarização
e qualificação;
20) Realizar pesquisa avaliativa da educação do campo, em parceria com universidades
e secretarias;
21) Incentivar projetos de pesquisa e extensão voltados à educação básica do campo,
com participação dos educadores;
22) Ampliar o acesso à educação superior pública e gratuita, com foco nas populações
do campo e comunidades tradicionais;
23) Expandir o ensino médio no campo, integrado ou não à educação profissional, com
inclusão de pessoas com deficiência;
24) Fortalecer o Comitê Estadual de Educação do Campo como instância de articulação
e avaliação das políticas educacionais.

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10. EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

O PNE estabelece, e o PEE reafirma, a promoção do reconhecimento e fortalecimento


da educação a distância na construção de estratégias para atingir metas relacionadas à
formação dos profissionais da Educação, além da garantia das oportunidades de ingresso
no ensino superior.

A Educação a Distância (EaD), ainda em consolidação no país, também apresenta desafios


na Paraíba, principalmente no que diz respeito ao fortalecimento da integração entre escola,
novas tecnologias da informação e comunicação nos processos de ensino e aprendizagem.
Considerando a importância da educação a distância como modalidade que contribui
para a democratização do acesso à educação, neste PEE decidiu-se pela criação de uma
meta específica, com suas respectivas estratégias.

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ESTRATÉGIAS – META 12
1) Criar e consolidar uma plataforma estadual com dados de formação dos profissionais
da educação
2) Oferecer cursos de educação profissional a distância, considerando as especificidades
de diversos grupos
3) Oferecer cursos técnicos de nível médio a distância de forma ampliar o acesso à
educação profissional pública e gratuita, conforme diretrizes curriculares.
4) Ampliar a oferta de vagas em cursos superiores por meio da expansão da rede federal,
estadual e privada
5) Expandir os cursos de pós-graduação stricto sensu com uso de metodologias e
tecnologias de educação a distância

11. EDUCAÇÃO PARA A CULTURA DOS DIREITOS HUMANOS,


DAS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

11.1. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS


A política nacional de educação em direitos humanos tem como fundamento marcos
internacionais e nacionais. No plano internacional, ela se fundamenta em documentos como
Convenção Internacional dos Direitos da Criança (1989); Década da Educação em Direitos
Humanos (1995-2004); Programa Mundial de Educação em Direitos Humanos (2004);
Pacto Interamericano de Educação em Direitos Humanos (2010); Declaração das Nações
Unidas sobre educação e formação em direitos humanos (2011). Já no contexto nacional,
ela se apoia em normativos como: Constituição Federal (1988); Estatuto da Criança e do
Adolescente; Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996); Plano Nacional de
Educação em Direitos Humanos; Programas Nacionais de Direitos Humanos 1, 2 e 3 e nas
Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos
Diante disso, foi criado o Comitê Paraibano de Educação em Direitos Humanos – CPE-
DH, que colaborou na elaboração do Plano Estadual de Educação, propondo a meta e as
seguintes estratégias:

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ESTRATÉGIAS – META 13
1) Garantir práticas pedagógicas que promovam educação para a paz;
2) Apoiar, técnica ou financeiramente, a criação de materiais didáticos sobre educação
em direitos humanos e diversidade sociocultural;
3) Monitorar casos de violência e discriminação na escola;
4) Inserir a educação em direitos humanos na formação inicial e continuada de profissionais
da educação nas redes de ensino;
5) Estimular os estudos de educação em direitos humanos e diversidade.

11.2. DIVERSIDADE E EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS


As temáticas relativas à diversidade e à singularidade vêm se inserindo progressivamente
na Educação brasileira, onde o respeito e a tolerância passem a integrar os princípios
fundamentais do fazer pedagógico.
Atualmente, a legislação educacional vem sendo aperfeiçoada para fortalecer os direitos
já conquistados. Primeiramente, esses direitos foram incluídos na Constituição, depois,
foram detalhados em normas específicas da educação como a LDB, o PNE e as Diretrizes
Curriculares Nacionais e Estaduais, que adaptam as regras para cada área de ensino.
As práticas pedagógicas inclusivas e multiculturais vêm sendo desafiadores para os
profissionais da educação, ao ser necessário o reconhecimento da diversidade dos estudantes
e principalmente o de oferecer um ambiente de respeito e tolerância, acolhendo todos nas
suas diversidades e ainda assegurar o acesso e a permanência deles no ambiente escolar.
O Estado da Paraíba encontra-se em posição de destaque quando falamos em Diversidade
e Educação para as Relações Étnico-Raciais, pois ao considerarmos as múltiplas etnias
presentes no país, esse grupo recebe pela primeira vez a atenção necessário em um Plano
Estadual de Educação. e podemos destacar ainda que o presente PEE adotou, de forma
revolucionária, a terminologia educação escolar cigana, a fim de assegurar a esta comunidade
a efetividade do direito fundamental à educação, à população cigana do Estado.
Com a aprovação dos PCNs em 1997, o tema racismo foi contemplado nos Temas
Transversais: Pluralidade cultural, aqui neste tópico onde se começa a ideia de conteúdos
voltados para a diversidade cultural do país. Firma-se nesse documento a necessidade de
considerar a diversidade, o respeito às diferenças e dar fim a ideia de que a desigualdade não
existe. Devemos, ainda ter a ideia de que as diferenças não podem ser vistas como obstáculos
na prática pedagógica, mas devem sim, ser um importante fator de enriquecimento.

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O Estado da Paraíba, em 2010 normatizou as regras nacionais para o ensino da história


e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas das redes públicas e privadas do
Estado. Essa normatização aconteceu por meio do Parecer n. 149/2010 (aprovado em 1º
de junho de 2010) e da Resolução do CEE/PB, que seguiu a Lei n. 10.639/2003. Após essa
normatização, o governo da Paraíba passou a exigir que as escolas incluíssem no currículo
oficial o estudo da história afro-brasileira e indígena, como já era estabelecido na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
Incluir a diversidade cultural no ensino ainda é um grande desafio nos dias atuais, devendo
ser trabalhada em todas as disciplinas, de forma interdisciplinar como parte de uma visão
ampla de reconhecimento das diferenças entre pessoas e grupos e o questionamento de
padrões sociais já estabelecidos.

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Devemos lembrar ainda, que a Paraíba apresenta uma grande diversidade étnico-racial,
destacando ainda a população negra, os povos indígenas e ciganos, o que fortalece ainda
mais a necessidade de se trabalhar a convivência com as diferenças no contexto escolar.

ESTRATÉGIAS – META 14
1) Promover ações para a formação continuada;
2) Promover campanhas educativas e elaborar material didático relacionado ao tema;
3) Ampliar o atendimento específico ás comunidades, garantindo o acesso, permanência
e conclusão do ensino fundamental, qualificando-os para a continuidade dos estudos;
4) Efetivar a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana, afro-brasileira e
indígena nas escolas públicas e privadas;
5) Garantir transporte escolar para os estudantes das comunidades remanescentes
de quilombos e de ciganos;
6) Garantir o acesso e/ou produção de livros, materiais didáticos e paradidáticos que
contemplem a história, cultura dos povos indígenas, quilombolas e ciganos;
7) Implementar ações afirmativas de inclusão de negros(as), indígenas e ciganos(as)
nas Escolas Técnicas de Ensino Profissionalizantes da rede pública e da rede dos Sistemas
S (SENAI, SENAC, SENAT, SENAR e SESCOOP);
8) Estimular a inserção nos cursos de graduação de conteúdos relacionados ao tema.

12. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA


O currículo das escolas indígenas foi criado ao longo do tempo, inicialmente seguindo
o modelo das escolas tradicionais. No entanto, a partir de 2003, os professores indígenas,
em colaboração com suas comunidades começaram a liderar mudanças, definindo seus
próprios conteúdos e assim incluíram em seu currículo temas da cultura indígena, história
dos povos, a língua Tupi e antropologia, transformando assim os objetivos da escola indígena
e acabou criando um novo caminho para a educação.
Uma revisão do currículo foi iniciada no ano de 2008, ajustando-o às necessidades das
comunidades e sua relação com a sociedade.

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No ensino superior, em 2009, começou a Licenciatura Intercultural PROLIND Potiguara,


sendo uma parceria entre os professores indígenas Potiguara (da Paraíba) e a Universidade
Federal de Campina Grande (UFCG).

ESTRATÉGIAS – META 15
1) Ampliar o atendimento escolar indígena em todas as etapas da educação básica;
2) Construir um currículo para a educação infantil que integre saberes tradicionais e
conhecimentos culturais, artísticos e científicos das comunidades;
3) Oferecer formação continuada para professores que atuam em escolas indígenas;
4) Adaptar horários de creches conforme as necessidades das comunidades indígenas;
5) Desenvolver métodos de ensino que inclua aspectos culturais importantes da
comunidade;
6) Garantir acesso e permanência no ensino fundamental, de forma que consigam
prosseguir nos estudos;
7) Expandir o ensino médio técnico, considerando as necessidades indígenas e também
incluir as pessoas com deficiência;
8) Promover educação profissional que ajude na gestão territorial e projetos sustentáveis
das comunidades;
9) Assegurar que a educação técnica respeite a diversidade indígena e seus modos de
organização social;
10) Oferecer cursos profissionalizantes locais para indígenas a partir de 16 anos;
11) Produzir materiais didáticos específicos e distribuição gratuita;
12) Criação de graduação e pós-graduação específicos para formação de professores
indígenas;
13) Garantir formação continuada para professores indígena;
14) Apoiar a construção autônoma do Projeto Político-Pedagógico;
15) Estabelecer a carreira de professor indígena nos sistemas de ensino, conforme as
diretrizes nacionais.

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13. EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA


O Ministério da Educação desenvolve políticas para fortalecer escolas públicas em áreas
indígenas, quilombolas e de assentamentos. Embora mesmo havendo demanda de alunos
de toda a educação básica, a oferta ainda se concentra principalmente nos anos iniciais do
ensino fundamental (1º ao 5º ano). Isso mostra a real necessidade de políticas permanentes
que garantam uma educação de qualidade adaptada a cada realidade local, a participação
ativa das comunidades e uma melhor articulação entre órgãos públicos. Sendo o principal
objetivo assegurar o direito à educação para todos, respeitando suas particularidades
culturais e territoriais.
É importante fazer um acompanhamento sistemático das práticas pedagógicas das
escolas localizadas em áreas remanescentes de quilombos envolvendo a educação básica,
assim como realizar o acompanhamento da prática docente com a finalidade de contribuir
para uma maior interação entre unidade escolar e comunidade, para que as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola sejam realmente concretizadas.

ESTRATÉGIAS – META 16
1) Construir creches e pré-escolas em comunidades quilombolas;
2) Fortalecer políticas educacionais que respeitem a diversidade e identidade quilombola;
3) Criar material didático específico com história e cultura quilombola;
4) Construir escolas de ensino médio em comunidades quilombolas, considerando
regimes integral ou de alternância;
5) Garantir transporte escolar para evitar evasão e garantir acesso à educação;
6) Produzir livros e materiais que incluam a história e cultura quilombola;
7) Adaptar currículos e práticas pedagógicas;
8) Criar programas de reforço escolar para alunos com defasagem;
9) Oferecer EJA;
10) Ampliar ensino médio integrado à formação profissional;
11) Capacitar professores que atuam em escolas quilombolas.

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14. EDUCAÇÃO ESCOLAR CIGANA

A escolarização cigana, nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (MEC/


SAEB/2013) é abordada no item que trata do atendimento escolar de crianças, adolescentes
e jovens em situação de itinerância.
A escolarização dos ciganos reflete um grande desafio, pois os alunos ciganos devem
construir a trajetória escolar sem a perda de sua língua, os seus costumes e a sua identidade.
Manter esse grupo em uma escola regular, tem se constituído numa dificuldade presente
ao longo dos anos. Isso fica evidente, no Estado da Paraíba que possuem famílias ciganas
fixas, apenas 500 alunos aproximadamente frequentam a escola.
A Paraíba se destaca por sua riqueza étnica e cultural, e para assegurar que os povos
ciganos sejam devidamente incluídos nas políticas educacionais, este PEE introduz uma
ideia pioneira: a “educação escolar cigana”. Essa ação não apenas reconhece formalmente

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essa população no sistema de ensino, como também estabelece metas e estratégias


específicas para assegurar o acesso, permanência e aprendizagem adequada das crianças
e jovens ciganos.

ESTRATÉGIAS – META 17
1) Oferecer educação básica adaptada às necessidades das comunidades ciganas,
incluindo grupos já fixados em territórios;
2) Capacitar educadores que trabalham em escolas ciganas, com treinamentos específicos
sobre sua cultura;
3) Garantir estrutura adequada (escolas, transporte, materiais) para alunos ciganos
com deficiência ou altas habilidades;
4) Ampliar vagas e garantir que os alunos continuem os estudos;
5) Oferecer cursos técnicos integrados ao ensino médio;
6) Cursos técnicos devem valorizar sustentabilidade, diversidade e a organização social
dos ciganos;
7) Criar oportunidades de formação profissional para ciganos;
8) Produzir livros e recursos pedagógicos;
9) Priorizar ciganos em turmas de EJA, integrado à formação profissional;
10) Assegurar transporte com objetivo de facilitar o acesso, permanência e conclusão
dos estudos.

15. EDUCAÇÃO AMBIENTAL

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Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
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Com a promulgação da Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999 que institui a Política Na-
cional de Educação Ambiental (PNEA) no Brasil, fez com que o país se destacasse como o
primeiro país da América Latina a ter uma política nacional especificamente voltada para
a educação ambiental.
Essa Lei define a Educação Ambiental, como um mecanismo pelo qual o indivíduo e a
sociedade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências
voltadas para a conservação do meio ambiente. Por isso, a educação ambiental é um
componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de
forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter
formal e não formal conforme a legislação e práticas educacionais brasileiras.
Dessa forma, a educação ambiental torna-se um direito fundamental do cidadão, onde
educar ambientalmente significa, uma redução dos custos ambientais, à medida que a
sociedade irá atuar como fiscal do meio ambiente e, a assimilação da consciência ecológica,
que buscará a utilização de tecnologias limpas.
Por fim, a Resolução FNDE n. 18/2014 foi criada com o intuito de ajudar as escolas
públicas a se tornarem ambientes sustentáveis, permitindo que recursos do Programa
Dinheiro Direto na Escola (PDDE) para melhore horar a qualidade do ensino e promova
práticas sustentáveis (como economia de água e energia).

ESTRATÉGIAS – META 18
1) Implementar Educação ambiental como tema contínuo e integrado às aulas, seguindo
as leis nacionais;
2) Oferecer cursos de capacitação aos professores sobre educação ambiental;
3) Construir/reformar escolas sustentáveis com Eficiência energética (luzes e ventilação
adequadas); redução do consumo de água e melhores condições de higiene;
4) Criar políticas educacionais que inclua a população rural e que ajude os alunos a
permanecer no campo promovendo qualidade de vida e projetos sustentáveis (ex.: agri-
cultura ecológica).

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16. QUALIDADE DA EDUCAÇÃO


O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), foi criado em 2007 pelo INEP
como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é a principal referência
quantitativa de qualidade da educação brasileira. Esse indicador, com variação de 0 a 10,
combina dois fatores essenciais: o fluxo escolar (taxas de aprovação e evasão) e o desempenho
dos alunos nas avaliações nacionais (SAEB e Prova Brasil). Na prática, escolas com baixas
taxas de reprovação e bons resultados nas provas alcançam IDEB mais elevado, enquanto
instituições com problemas de aprendizagem e altos índices de repetência apresentam
notas menores. O IDEB serve como ferramenta estratégica para identificar necessidades
específicas da educação básica e assim direcionar políticas públicas mais eficazes, visando
a melhoria do ensino ofertado nas redes públicas e privadas do país.
O IDEPB é o sistema de avaliação educacional da Paraíba que mede a qualidade das
escolas estaduais anualmente, esse sistema avalia aprendizagem em Língua Portuguesa,
Matemática. Considerando as notas dos alunos (proficiência), a taxa de aprovação (fluxo
escolar). Esse sistema de avaliação atende as escolas urbanas, rurais e indígenas. E apresenta
objetivo principal a identificação dos pontos fortes e fracos para melhorar o ensino em
toda a rede estadual.
Os resultados referentes a essas avaliações permitem ao estado planejar e direcionar
ações mais eficientes para melhorar a educação.

ESTRATÉGIAS – META 19
1) Elaborar currículos escolares alinhados à BNCC, com adaptações regionais, definindo
metas de aprendizagem anuais;
2) Assegurar os estudantes do ensino fundamental e do ensino médio tenham alcançado
nível suficiente de aprendizado em relação aos direitos e objetivos de aprendizagem e
desenvolvimento de seu ano de estudo;
3) Assegurar que até 2025, todos os alunos devem aprender o essencial, e 80% devem
ir além do esperado;
4) Estimular processo contínuo de autoavaliação;
5) Desenvolver, planos de ações articuladas para garantir o cumprimento às metas de
qualidade estabelecidas para a educação básica pública;

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6) “Colaborar com a União na aplicação dos instrumentos nacionais de avaliação da


qualidade de ensino fundamental e do ensino médio, na vigência do PEE”;
7) Consolidar o Sistema de Avaliação Estadual da Paraíba – Avaliando IDEPB;
8) Desenvolver, programas de formação e apoio às escolas;
9) Desenvolver programas de fortalecimento à aprendizagem;
10) Orientar e acompanhar as políticas dos sistemas de ensino da Paraíba;
11) Fortalecer, o acompanhamento dos estudantes beneficiários do Programa Bolsa Família;
12) Colaborar com a União no acompanhamento e divulgação bienal dos resultados
pedagógicos dos indicadores do sistema nacional de avaliação da educação básica e do
IDEB, relativos às escolas, às redes públicas de educação básica e aos sistemas de ensino
da União, do Estado e dos municípios;
13) Melhorar o desempenho dos alunos da educação básica nas avaliações da aprendizagem
no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes – PISA;
14) Incentivar o desenvolvimento de tecnologias educacionais e práticas pedagógicas
inovadoras que assegurem a melhoria do fluxo escolar e a aprendizagem;
15) Garantir, transporte diário gratuito para todos os estudantes da educação básica;
16) Garantir, alimentação escolar diária, gratuita, saudável, boa qualidade e, com uso
de gêneros alimentícios locais;
17) Universalização, até o final da vigência deste PEE, do acesso à rede mundial de
computadores em banda larga de alta velocidade e ampliar a relação computador/aluno
(a) nas escolas da rede pública de educação básica;
18) Acesso a esportes, cultura, laboratórios e escolas adaptadas para pessoas com
deficiência;
19) Garantir a reforma e compra de equipamentos para escolas da rede pública de
forma reduzir as desigualdades entre regiões;
20) Garantir que todas as escolas públicas atendam aos padrões mínimos de qualidade;
21) Fornecer tecnologia educacional para todas as escolas públicas;
22) Implementar sistemas digitais na gestão escolar e capacitar técnicos, em colaboração
com Municípios e a União;
23) Combater a violência e o bullying nas escolas, de forma promover um ambiente
seguro e de paz;
24) Assegurar a permanência na escola de jovens em liberdade assistida e em situação
de rua, nos termos do ECA;
25) Envolver as famílias e a sociedade na educação, de forma unir escola e ações
comunitárias, para que todos se sintam responsáveis pela qualidade do ensino e acompanhem
as políticas educacionais;

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26) Integrar projetos educacionais com a saúde, assistência social, emprego, esporte e
cultura de forma proporcionar apoio completo às famílias;
27) Assegurar saúde integral dos profissionais da educação;
28) Estimular de acordo com o Plano Nacional do Livro, a formação de leitores e a
capacitação de educadores e comunidade como mediadores de leitura, respeitando cada
fase de aprendizado;
29) Monitorar as escolas particulares para assegurar educação de qualidade e
compromisso social;
30) Definir um calendário escolar unificado para todas as escolas públicas estaduais e
municipais, de forma garantir os direitos dos estudantes.

17. EDUCAÇÃO SUPERIOR

ESTRATÉGIAS – META 20
1) Melhorar a estrutura física e de recursos humanos das universidades públicas (federais
e estaduais);
2) Ampliação da oferta de vagas da rede federal de educação superior;
3) Ampliar a oferta de vagas na rede estadual de educação superior;
4) Elevar a taxa de conclusão média dos cursos de graduação presenciais na universidade
pública da rede estadual;
5) Ampliar a oferta de vagas na universidade pública da rede estadual principalmente
no atendimento a formação de professores para a educação básica;
6) Colaborar com a União na expansão de políticas de inclusão e assistência estudantil;
7) Estimular que 10% da grade curricular da graduação seja em extensão ou pesquisa,
focando em problemas reais da sociedade;
8) Fortalecimento da oferta de estágio como parte da formação na educação superior;
9) Ampliar o acesso de grupos vulneráveis à universidade, usando políticas de cotas e
inclusão, como determina a legislação;
10) Assegurar condições de acessibilidade nas instituições de educação superior;
11) Promover pesquisas que integrem ensino, pesquisa e necessidades do mercado,
adaptando-os à realidade da Paraíba;

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12) Ampliar programas e ações de incentivo à mobilidade para alunos e docentes, de


forma elevar a qualidade do ensino superior;
13) Apoiar a criação de um acervo digital de materiais didáticos para os cursos de
graduação, de forma garantir a acessibilidade para pessoas com deficiência;
14) Promover ferramentas para ocupar as vagas ociosas em cada período letivo na
educação superior pública;
15) Reformular, os procedimentos adotados pelo CEE/PB, em relação aos processos de
reconhecimento ou de renovação dos cursos de graduação.

ESTRATÉGIAS – META 21
1) Contribuir no aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior – SINAES;
2) Colaborar na ampliação da cobertura do Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes – ENADE;
3) Fazer com que as universidades da Paraíba se avaliem constantemente, de forma
oferecer uma educação de qualidade e de forma preparar profissionais mais qualificados;
4) Contribuir com a melhoria da qualidade dos cursos de licenciaturas, mas principalmente
pedagogia;
5) Promover a elevação do padrão de qualidade da universidade mantida pelo poder
público estadual;
6) Estimular a formação de consórcios entre instituições públicas de educação superior
da Paraíba.

ESTRATÉGIAS – META 22
1) Estimular a oferta de pós-graduação stricto sensu direcionada aos servidores públicos
de áreas estratégicas para o desenvolvimento do Estado;

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2) Estimular a cooperação entre CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal


de Nível Superior) e agências estaduais de fomento à pesquisa;
3) Expandir a oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu com uso de recursos e
tecnologias de educação a distância;
4) Ampliar a oferta de programas de pós-graduação stricto sensu, principalmente em
decorrência dos programas de expansão e interiorização das instituições superiores públicas;
5) Consolidar e ampliar o programa de acervo digital de referências bibliográficas para os
cursos de pós-graduação, de forma assegurar a acessibilidade às pessoas com deficiência;
6) Estruturar os programas, os projetos e as ações que objetivem a difusão da pesquisa
e da pós-graduação paraibana;
7) Promover o intercâmbio científico e tecnológico;
8) Aumentar o investimento em pesquisas e na formação de recursos humanos;
9) “Estimular a formação de mestres e doutores nos sistemas de ensino da Paraíba”;
10) Estimular a pesquisa científica e de inovação adapta-los às necessidades e à
biodiversidade do semiárido;
11) Estimular a pesquisa aplicada, na produção e registro de patentes.

18. FORMAÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA


EDUCAÇÃO BÁSICA
A normas brasileiras estabelecem diretrizes voltadas à formação e valorização dos
profissionais da educação básica, reconhecendo seu papel fundamental na qualidade do
ensino. Leis como a LDB e o PNE tem como foco principal garantir formação inicial e continuada,
assegurar condições dignas de trabalho, incluindo piso salarial (Lei n. 11.738/2008) e plano
de carreira e a promoção de políticas de inclusão e equidade, atendendo à diversidade das
salas de aula.
Esses normas refletem o compromisso do Estado com a qualificação docente e a
valorização profissional, elementos fundamentais para o desenvolvimento educacional do país.

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ESTRATÉGIAS – META 23
1) Atualizar, em até 2 anos, o plano estratégico de formação dos profissionais da educação;
2) Promover o aumento de programas contínuos de iniciação à docência para alunos de
licenciatura, com a intenção de melhorar a formação prática dos futuros professores e de
qualificar o atendimento às demandas da educação básica;
3) Implementar uma plataforma digital estadual unificada com o intuito de centralizar
os dados acadêmicos dos profissionais da educação, mapear a demanda e oferta de vagas
em cursos de formação inicial e continuada e principalmente a de otimizar o planejamento
de capacitações;
4) Promover programas de formação para professores que atuam em escolas do campo,
indígenas, quilombolas, ciganas, ribeirinhas, itinerantes e Educação especial;
5) Colaborar na reestruturação curricular e nos PPPs dos cursos de licenciatura, articulada
com a base nacional comum da educação básica;
6) Promover debates para reformulação da base nacional de formação de professores;
7) Valorização das práticas de ensino e dos estágios nos cursos de formação dos
profissionais da educação;
8) Oferecer formação específica na disciplina em que o professor já leciona de forma
regularizar a situação desses docentes, de forma alinhar sua qualificação às exigências da LDB;
9) Implementar programas de formação superior para docentes não formado na área
de atuação na qual lecione nas redes públicas;
10) Oferecer cursos técnicos de nível médio e tecnológicos de nível superior para capacitar
profissionais da educação que atuam em áreas que não sejam de docência;
11) Assegurar formação continuada para os profissionais da educação básica;
12) Incentivar os professores de idiomas da rede pública de ensino a concorrer a bolsas
de estudo no exterior para aprimoramento e imersão na língua que ensinam;
13) Apoiar e incentivar cursos que certifiquem profissionais experientes como professores
da educação profissional, unindo prática e pedagogia.

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ESTRATÉGIAS – META 24
1) Mapear a demanda da formação continuada de professores e estimular as universidades
públicas a ofertarem cursos alinhados com as prioridades das redes estaduais e municipais;
2) Consolidar a Política Estadual de Pós-Graduação para Docentes
3) Definir Incentivos à Pós-Graduação;
4) Diagnosticar, consolidar e garantir cursos de pós-Graduação para Professores de
Escolas Rurais, Indígenas e Quilombolas;
5) Criar programa de composição de acervo Acessível para Docentes;
6) Estimular o acesso ao portal eletrônico e materiais Digitais do MEC;
7) Garantir oferta de Pós-Graduação Interinstitucional;
8) Fortalecer a formação Continuada via Cultura e Leitura.

ESTRATÉGIAS – META 25
1) Assegurar os recursos financeiros para valorização dos profissionais da educação da
rede pública;
2) Assegurar a valorização dos profissionais do magistério da rede pública de educação
básica da Paraíba, assegurando o piso salarial nacional profissional;
3) Implantar, a jornada de trabalho dos profissionais do magistério em um único
estabelecimento escolar;
4) Constituir, comissão permanente de acompanhamento da atualização progressiva
do valor do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação
básica e dos profissionais da educação não docentes.

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ESTRATÉGIAS – META 26
1) Criar Planos de Carreira para professores da rede pública, seguindo a Lei do Piso (n.
11.738/2008);
2) Garantir que, que 90% dos professores e 50% dos funcionários sejam efetivos e
atuando nas escolas onde estão lotados;
3) Apoio aos professores iniciantes com Supervisão de profissionais experientes, com
cursos de capacitação durante o estágio probatório e avaliação documentada antes da
efetivação;
4) Realizar censo anual dos servidores não docentes;
5) Realizar concursos públicos para vagas na educação básica;
6) Estimular comissões municipais de profissionais da educação para ajudar a elaborar/
atualizar os Planos de Carreira;
7) Incluir nos Planos de Carreira progressão salarial por titulação para docentes da
educação básica.

19. GESTÃO DEMOCRÁTICA

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A gestão democrática é fruto de lutas históricas de educadores e da sociedade, vem com


o foco de fornecer uma educação de qualidade e com participação de toda a comunidade
escolar e dar autonomia para as escolas, respeitando claro as diretrizes do Sistema de
Ensino e tem como objetivo final uma educação pública eficiente e inclusiva.
O princípio da gestão democrática não se restringe à educação básica, sendo também
contemplada nas instituições públicas de educação superior, por meio da existência de
órgãos colegiados deliberativos e de comissões.
Outro ponto importante para a gestão democrática é a escolha dos diretores escolares.
Contudo, a maioria das secretarias municipais de educação não partilha informações claras
sobre como os diretores escolares são selecionados, dificultando a análise dos processos
de escolha de diretores na rede pública.
O processo de escolha dos diretores das unidades escolares na rede estadual de educação
da Paraíba, está regulamentado pela Lei n. 7.983, de 10 de abril de 2006 e complementada
pela Lei n. 8.294, de 16 de agosto de 2007, que garante a nomeação para os cargos de
provimento em comissão de diretor e vice-diretor escolar pelo Chefe do Poder Executivo,
após escolha realizada pela comunidade escolar, mediante processo eletivo, no âmbito das
escolas situadas nas sedes das gerências regionais de ensino, nos municípios com mais de
vinte e cinco mil habitantes e nas escolas indígenas pertencentes à rede estadual.
Essa legislação prevê condições técnicas para a participação do processo eletivo
relacionados à formação, à experiência e ao exercício do magistério na rede pública, bem
como a participação em curso de formação de gestores se eleitos para os cargos citados.
Para ter uma gestão democrática da educação, não basta criar leis é necessário muito
mais que isso, é preciso mudar a forma de pensar e agir, e assim criar um novo jeito de
fazer educação – que vá além do que temos hoje.
A Meta 19 do PNE, determina aos sistemas de ensino a necessidade de assegurar condições
para a concretização da gestão democrática. As estratégias apontam ferramentas para o
fortalecimento da participação da comunidade escolar no Projeto Político Pedagógico e no
acompanhamento e controle social.

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ESTRATÉGIAS – META 27
1) Criar leis que garantam a gestão democrática;
2) Organizar os Sistemas Municipais de Ensino em 4 anos, seguindo a Constituição e a LDB;
3) Capacitar conselheiros que fiscalizam verbas (como do FUNDEB) e políticas educacionais;
4) Dar estrutura para o funcionamento dos conselhos de educação funcionarem bem;
5) Fortalecer o Fórum Estadual de Educação;
6) Apoiar grêmios estudantis e associações de pais;
7) Criar e fortalecer conselhos escolares; e
8) Incluir professores, alunos e famílias na elaboração do
PPP e do Regimento escolar;
9) Dar mais autonomia às escolas em no que diz respeito aos métodos de ensino e
principalmente a gestão financeira e administrativa;
10) Oferecer formação para diretores e coordenadores.

20. FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO

ESTRATÉGIAS – META 28
1) Garantir verba fixa e suficiente para todas as escolas de acordo com as regras de
repasse entre governo federal, estados e municípios;
2) Fiscalizar o uso do dinheiro do Salário-Educação;
3) Destinar para a educação parte dos recursos da exploração de petróleo e gás, nos
termos da CF/1988;
4) Acompanhar o gasto por aluno em cada escola, com auxílio do Tribunal de Contas e
universidades;
5) Implantar o CAQi (Custo Aluno Qualidade Inicial) em 4 anos, garantindo verba mínima
por aluno;
6) Ampliar para o CAQ (Custo Aluno Qualidade), cobrindo salários dignos, infraestrutura,
materiais e transporte escolar;
7) Solicitar ajuda financeira à União se o estado ou município não atingir o valor mínimo
por aluno (CAQi/CAQ);
8) Apoiar a criação da Lei de Responsabilidade Educacional;

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9) Realizar a distribuição de recursos extras com critérios justos, priorizando regiões


mais pobres e boas práticas de gestão;
10) Alinhar os orçamentos às metas deste Plano Estadual de Educação e dos planos
municipais;
11) Dar autonomia financeira às escolas, repassando diretamente as verbas à elas para
que gastem em manutenção e projetos pedagógicos.

21. METAS PEE X METAS PNE


META PEE META PNE CONTEÚDO
META 1 META 1 Educação Infantil
META 2 META 2 Ensino Fundamental
META 3 META 5 Alfabetização
META 4 META 3 Ensino Médio
META 5 META 6 Educação em Tempo Integral
META 6 META 11 Educação Profissional Técnica de Nível Médio
META 7 META 4 Educação Especial
META 8 META 8 Escolaridade Média de Adultos
META 9 META 9 Alfabetização e Analfabetismo Funcional de Jovens e Adultos
META 10 META 10 EJA Integrada à Educação Profissional
META 11 - Educação Escolar do Campo
META 12 - Educação a Distância
META 13 - Educação em Direitos Humanos
META 14 - Educação das Relações Étnico Raciais
META 15 - Educação Escolar Indígena
META 16 - Educação Escolar Quilombola
META 17 - Educação Escolar Cigana
META 18 - Educação Ambiental
META 19 META 7 Qualidade da Educação Básica
META 20 META 12 Elevação das Matrículas na Educação Superior
META 21 META 13 Titulação de Docentes da Educação Superior
META 22 META 14 Pós-Graduação Stricto Senso
META 23 META 15 Formação Inicial de Professores
META 24 META 16 Formação Continuada e Pós Graduação
Valorização Salarial dos Profissionais do Magistério da
META 25 META 17
Educação Básica

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Planos de Carreira para os Profissionais da Educação Básica


META 26 META 18
e Superior Pública
META 27 META 19 Gestão Democrática
META 28 META 20 Financiamento da Educação

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EXERCÍCIOS

001. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


O FUNDEB, criado pela Emenda Constitucional n. 53/2006, veio para substituir o FUNDEF,
tendo sido uma das estratégias que contribuíram para a melhoria dos indicadores educacionais
na Paraíba, garantindo tanto o acesso como a permanência dos alunos na escola.

002. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A obrigatoriedade de Educação assegurada pela CF/88 é para as crianças de 6 a 14 anos
de idade.

003. (INÉDITA/2025). Julgue o item a seguir:


A Meta 1 do PEE da Paraíba estabelece o prazo até 2016 para universalizar o atendimento
na pré-escola (4-5 anos), o que demonstra alinhamento com o cronograma original do PNE
2014-2024.

004. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Enquanto o PNE estabelece uma meta de atender 50% das crianças de 0-3 anos, o PEE da
Paraíba foi mais ousado, ampliando esta meta para 60% até o final de sua vigência.

005. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A universalização da pré-escola na Paraíba é de exclusiva responsabilidade do Estado, não
envolvendo os municípios na oferta desta etapa educacional.

006. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A meta 1 tem como objetivo a universalização da pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos
de idade até o ano 2016 e define ainda a ampliação da oferta de educação infantil em
creches de forma a atender, progressivamente, 60% das crianças de até 3 anos até o final
da vigência deste PEE.

007. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


O PEE da Paraíba tem como meta 1 a Universalização, até 2016, da educação infantil na
pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil
em creches de forma a atender, progressivamente, 60% das crianças de até 3 anos até o
final da vigência deste PEE, ou seja, o prazo do atendimento de 60% das crianças de até 3
anos foi no ano de 2024, quando finda o prazo do PNE nacional.

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Legislação
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
William Dornela

008. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 1 é a de estabelecer que o estado da Paraíba deva atuar
isoladamente na expansão da educação infantil, sem necessidade de articulação com
municípios ou União, e dessa forma garantir padrões de qualidade dentro do Estado.

009. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das Metas do PEE da Paraíba, descreve sobre implementação da educação ambiental,
garantindo o cumprimento da Lei n. 9.795/1999 (Política Nacional de Educação Ambiental)
em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino na Paraíba, sendo está meta criada
exclusivamente para o PEE da Paraíba.

010. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 2 do PEE da Paraíba estabelece como objetivo a universalização do acesso ao ensino
fundamental de 9 anos para crianças de 6 a 14 anos e visa garantir de que pelo menos 95%
dos alunos concluam esta etapa na idade recomendada até o final da vigência do plano.

011. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 2 prevê o monitoramento apenas do acesso à escola por
beneficiários de programas de transferência de renda, sem incluir o acompanhamento de
situações de violência ou discriminação no ambiente escolar.

012. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 2 propõe uma abordagem pedagógica uniforme para todas
as escolas, sem considerar as particularidades de grupos específicos como comunidades
indígenas ou quilombolas.

013. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 3 do PEE da Paraíba estabelece que todas as crianças devem ser alfabetizadas até o
final do 2º ano do ensino fundamental, seguindo o mesmo prazo previsto na Meta 5 do PNE.

014. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A estratégia 3 da meta 3, prevê a formação inicial de professores alfabetizadores, sem
incluir a formação continuada ou o uso de tecnologias educacionais inovadoras.

015. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 3 determina que a alfabetização de crianças do campo,
indígenas e quilombolas deve seguir os mesmos métodos e materiais didáticos utilizados
nas escolas urbanas, sem adaptações culturais ou linguísticas.

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Legislação
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
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016. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 4 do PEE da Paraíba estabelece a universalização do atendimento da população de
15 a 17 anos até o ano de 2020, assim como também determina meta 3 do PNE.

017. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 4 propõe um modelo rígido de currículo para o ensino médio,
com disciplinas obrigatórias uniformes em todas as escolas, sem espaço para conteúdos
eletivos ou adaptações regionais.

018. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Conforme a estratégia 5 da meta 4, o ENEM deve servir apenas como mecanismo de acesso
ao ensino superior, não podendo ser utilizado para avaliação sistêmica da educação básica
ou certificação de conhecimentos.

019. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 5 do PEE da Paraíba estabelece que a educação em tempo integral deverá ser
oferecida em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25%
dos (as) alunos (as) da educação básica.

020. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 5, o estado da Paraíba precisa garantir que 50% dos alunos da educação
básica estejam matriculados em tempo integral, ultrapassando a exigência do PNE, que
prevê apenas 25%.

021. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 6 do PEE da Paraíba defende que as matrículas da educação profissional técnica
de nível médio devem duplicar, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50 % da
expansão no segmento público.

022. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 6 do PEE da Paraíba prioriza apenas o aumento quantitativo de matrículas na
educação profissional técnica, não estabelecendo qualquer mecanismo de garantia de
qualidade na oferta desses cursos.

023. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 7 do PEE da Paraíba garante acesso à educação básica apenas para crianças e
adolescentes de 4 a 17 anos com deficiência física.

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024. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 7 determina que todos os alunos com deficiência devem estudar exclusivamente
em escolas especiais, não permitindo matrículas na rede regular de ensino.

025. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 7, o PEE da Paraíba prevê a garantia de salas de recursos multifuncionais
e atendimento educacional especializado, podendo ser oferecidos por escolas públicas
ou conveniadas.

026. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 8 do PEE da Paraíba estabelece elevar a escolaridade média da população de 18 a 29
anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 anos de estudo no último ano de vigência deste
PEE, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país.

027. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 9 do PEE da Paraíba estabelece duas metas principais a de Alfabetizar 100% da
população com 15 anos ou mais até 2017 e eliminar completamente o analfabetismo
funcional até o final da vigência do plano.

028. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 10 do PEE da Paraíba determina que todas as matrículas da Educação de Jovens e
Adultos (EJA) nos ensinos fundamental e médio devem ser ofertadas exclusivamente na
forma integrada à educação profissional, sem possibilidade de cursos regulares.

029. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 11 do PEE da Paraíba limita-se a garantir o acesso à educação no campo, não
prevendo ações explícitas e específicas para permanência ou melhoria da qualidade do
ensino ofertado.

030. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Por se tratar de meta específica para educação do campo, a Meta 11 não considera as
particularidades dos diferentes contextos rurais do estado, podendo ser implementada
de forma padronizada em todas as regiões.

031. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Constituição Federal de 1988, por meio do artigo 208, inciso I, garante a educação básica
obrigatória e gratuita para crianças e adolescentes com idades entre 4 e 17 anos, sendo
responsabilidade do Estado assegurar não apenas o acesso, mas também a permanência
na escola.
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032. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A meta do PEE, criada exclusivamente para este normativo, e tem como objetivo a ampliação
da oferta de cursos de educação a distância nas diversas etapas e modalidades de ensino
no Estado da Paraíba, triplicando até o final de vigência deste PEE.

033. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


O PEE tem como um de suas metas a implementação da educação em direitos humanos em
todos os níveis, etapas e modalidades de ensino na Paraíba, esta meta faz correspondência
as metas do PNE.

034. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 14 do PEE da Paraíba busca a implementação da educação das relações étnico-
raciais, de forma garantir o cumprimento da Lei n. 10.639/2003 e das Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino no estado
da Paraíba.

035. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 14, é suficiente que as escolas estaduais da Paraíba realizem atividades
no mês da Consciência Negra, sem necessidade de integrar os conteúdos étnico-raciais ao
projeto político-pedagógico das instituições.

036. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 15 do PEE da Paraíba, meta criada para este PEE, visa garantir o acesso à educação
escolar indígena, incluindo ações específicas para assegurar a permanência dos estudantes ou
a qualidade pedagógica das escolas, que ficam a cargo exclusivo das comunidades indígenas.

037. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 15, as escolas indígenas na Paraíba devem seguir o mesmo currículo e
calendário das escolas urbanas não indígenas, sem realizar adaptações às línguas maternas
ou aos saberes tradicionais desses povos.

038. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 16 se refere a educação escolar quilombola, está meta visa ofertar e garantir o
acesso e a permanência, buscando melhorar a qualidade da educação escolar quilombola.

039. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Umas das estratégias da meta 16 do PEE da Paraíba visa institucionalizar programas e
desenvolver tecnologias para correção de fluxo, acompanhamento pedagógico individualizado,
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recuperação e progressão parcial, priorizando estudantes com rendimento escolar defasado


e considerando especificidades populacionais, sendo uma medida correta e alinhada com
políticas educacionais inclusivas.

040. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Garantir o atendimento às populações ciganas nas diversas etapas da educação básica
e nas respectivas comunidades, considerando suas especificidades culturais e os grupos
ciganos fixados, é uma medida que viola o princípio da igualdade no acesso à educação.

041. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da Meta 15, do PEE da Paraíba determina que a educação profissional
indígena deve priorizar a formação técnica especializada, sem necessidade de integrar
conhecimentos tradicionais ou sustentabilidade socioambiental, para garantir competitividade
no mercado de trabalho.

042. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Segundo uma das estratégias da meta 15, a oferta de cursos profissionais para indígenas
deve ser padronizada em todo o estado, independentemente da demanda local ou do
interesse das comunidades, e aplicável apenas a alunos com 18 anos ou mais.

043. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 13 do Plano Estadual de Educação da Paraíba tem como objetivo a universalização
do ensino médio e a erradicação do analfabetismo entre jovens e adultos, sendo a educação
em direitos humanos um tema transversal, mas não central.

044. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 13 do PEE da Paraíba prevê a implementação da educação em direitos humanos
de forma integrada ao currículo escolar, contemplando princípios como cidadania, justiça
social e respeito à diversidade, em consonância com diretrizes nacionais.

045. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A implementação da educação em direitos humanos prevista na Meta 13 do PEE limita-se
ao ensino fundamental e médio, sem abrangência para a educação infantil, educação de
jovens e adultos ou educação superior.

046. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 17 limita-se a garantir vagas escolares para comunidades ciganas, sem prever ações
específicas para adaptação curricular ou combate à evasão, já que esses grupos possuem
organização educacional autônoma.
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047. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Meta 17 “Ampliar a oferta, garantir o acesso e a permanência e melhorar a qualidade da
educação escolar cigana na Paraíba, considerando os grupos fixados”. Essa meta tem como
estratégia assegurar o atendimento às populações ciganas nas diversas etapas da educação
básica e nas respectivas comunidades de forma a atender às especificidades dessa população.

048. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 17 do PEE da Paraíba fundamenta-se exclusivamente no PNE, não possuindo amparo
em legislação federal específica sobre educação cigana.

049. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 18 exige que a educação ambiental seja tratada de forma interdisciplinar no currículo
escolar, não necessitando ser integrada às demais áreas do conhecimento.

050. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir::


Para cumprir a Meta 18, basta que as escolas realizem eventos pontuais como Dia da Árvore
ou Semana do Meio Ambiente, sem necessidade de projetos pedagógicos contínuos.

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GABARITO
1. E 36. E
2. E 37. E
3. C 38. C
4. C 39. C
5. E 40. E
6. C 41. E
7. E 42. E
8. E 43. 3
9. C 44. C
10. C 45. E
11. E 46. E
12. E 47. C
13. E 48. E
14. E 49. E
15. E 50. C
16. E
17. E
18. E
19. C
20. E
21. E
22. E
23. E
24. E
25. C
26. C
27. E
28. E
29. E
30. E
31. C
32. C
33. E
34. C
35. E

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GABARITO COMENTADO

001. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


O FUNDEB, criado pela Emenda Constitucional n. 53/2006, veio para substituir o FUNDEF,
tendo sido uma das estratégias que contribuíram para a melhoria dos indicadores educacionais
na Paraíba, garantindo tanto o acesso como a permanência dos alunos na escola.

O item descreve que o FUNDEB contribuiu para o avanço dos indicadores educacionais o
que está correto, porém a garantia de permanência na escola está associada a Constituição
Federal no art. 208 e não está diretamente ligada ao FUNDEB.
Errado.

002. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A obrigatoriedade de Educação assegurada pela CF/88 é para as crianças de 6 a 14 anos
de idade.

A educação obrigatória assegurada pela CF/88 e dos 4 aos 17 anos, não apenas de 6 a 14.
Errado.

003. (INÉDITA/2025). Julgue o item a seguir:


A Meta 1 do PEE da Paraíba estabelece o prazo até 2016 para universalizar o atendimento
na pré-escola (4-5 anos), o que demonstra alinhamento com o cronograma original do PNE
2014-2024.

Tanto o PNE quanto o PEE prevê a universalização da pré-escola até 2016 (Meta 1 do PNE).
Certo.

004. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Enquanto o PNE estabelece uma meta de atender 50% das crianças de 0-3 anos, o PEE da
Paraíba foi mais ousado, ampliando esta meta para 60% até o final de sua vigência.

O PEE da Paraíba foi além do estabelecido pela meta 1 do PNE de 50%. Sendo a Meta do
PNE de 50% para creches e a do PEE da Paraíba é de 60%.
Certo.

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005. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A universalização da pré-escola na Paraíba é de exclusiva responsabilidade do Estado, não
envolvendo os municípios na oferta desta etapa educacional.

A educação infantil de acordo com o art.11 da LDB descreve a educação infantil como
atribuição prioritária dos municípios, descrevendo a obrigatoriedade do regime de colaboração
com o estado.
Errado.

006. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A meta 1 tem como objetivo a universalização da pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos
de idade até o ano 2016 e define ainda a ampliação da oferta de educação infantil em
creches de forma a atender, progressivamente, 60% das crianças de até 3 anos até o final
da vigência deste PEE.

O item descreve a meta 1 do PEE – “Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-
escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em
creches de forma a atender, progressivamente, 60% das crianças de até 3anos até o final
da vigência deste PEE”.
Certo.

007. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


O PEE da Paraíba tem como meta 1 a Universalização, até 2016, da educação infantil na
pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil
em creches de forma a atender, progressivamente, 60% das crianças de até 3 anos até o
final da vigência deste PEE, ou seja, o prazo do atendimento de 60% das crianças de até 3
anos foi no ano de 2024, quando finda o prazo do PNE nacional.

A vigência do PEE da Paraíba é em 2025, logo o prazo mencionado no item é 2025 e não
2024 que é o prazo do PNE nacional.
Errado.

008. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 1 é a de estabelecer que o estado da Paraíba deva atuar
isoladamente na expansão da educação infantil, sem necessidade de articulação com
municípios ou União, e dessa forma garantir padrões de qualidade dentro do Estado.

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A estratégia ressalta que deve haver um regime de colaboração com a União e os municípios
e que deve considerar as diversidades locais, o que torna o item errado, pois ele descreve
que não deve haver esse tipo de colaboração entre os entres mencionados.
Errado.

009. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das Metas do PEE da Paraíba, descreve sobre implementação da educação ambiental,
garantindo o cumprimento da Lei n. 9.795/1999 (Política Nacional de Educação Ambiental)
em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino na Paraíba, sendo está meta criada
exclusivamente para o PEE da Paraíba.

Este item descreve a meta 18 do PEE da Paraíba, e realmente é uma meta criada exatamente
para este plano estadual.
Certo.

010. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 2 do PEE da Paraíba estabelece como objetivo a universalização do acesso ao ensino
fundamental de 9 anos para crianças de 6 a 14 anos e visa garantir de que pelo menos 95%
dos alunos concluam esta etapa na idade recomendada até o final da vigência do plano.

A Meta 2 do PEE deixa claro que universalização do acesso e garantia de conclusão na idade
adequada para 95% dos alunos, são objetivos do Estado em relação ao Ensino Fundamental
Certo.

011. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 2 prevê o monitoramento apenas do acesso à escola por
beneficiários de programas de transferência de renda, sem incluir o acompanhamento de
situações de violência ou discriminação no ambiente escolar.

A questão fala da estratégia 3 da meta 2, porém está estratégia menciona explicitamente


o acompanhamento do acesso, da permanência, do aproveitamento escolar, das situações
de discriminação, das medidas socioeducativas, dos preconceitos e também da violência
nas escola.
Errado.

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012. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 2 propõe uma abordagem pedagógica uniforme para todas
as escolas, sem considerar as particularidades de grupos específicos como comunidades
indígenas ou quilombolas.

Ao realizarmos o estudo do PEE, podemos perceber que independentemente se sabermos


das estratégias já conseguimos responder essa questão, pois o PEE em todo seu texto
considera as especificidades da educação especial, das escolas do campo e comunidades
indígenas, quilombolas e ciganas, e rejeita qualquer tipo de abordagem uniforme de
estratégia homogênea.
Errado.

013. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 3 do PEE da Paraíba estabelece que todas as crianças devem ser alfabetizadas até o
final do 2º ano do ensino fundamental, seguindo o mesmo prazo previsto na Meta 5 do PNE.

Tanto a Meta 3 do PEE da Paraíba, como a meta 5 do PNE determina a alfabetização até o
3º ano do ensino fundamental, não no 2º ano, não havendo divergência entre os prazos.
Errado.

014. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A estratégia 3 da meta 3, prevê a formação inicial de professores alfabetizadores, sem
incluir a formação continuada ou o uso de tecnologias educacionais inovadoras.

Essa estratégia menciona explicitamente formação inicial e continuada para professores


alfabetizadores, e menciona também a adoção de tecnologias educacionais e práticas
pedagógicas inovadoras, visando melhorar a alfabetização e o fluxo escolar.
Errado.

015. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 3 determina que a alfabetização de crianças do campo,
indígenas e quilombolas deve seguir os mesmos métodos e materiais didáticos utilizados
nas escolas urbanas, sem adaptações culturais ou linguísticas.

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A estratégia mencionada está relacionada a estratégia 4 da respectiva meta, porém ela


enfatiza a produção de materiais didáticos específicos e que respeitem à língua materna e a
identidade cultural dessas comunidades, ela na verdade rejeita essa abordagem padronizada
descrita no item.
Errado.

016. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 4 do PEE da Paraíba estabelece a universalização do atendimento da população de
15 a 17 anos até o ano de 2020, assim como também determina meta 3 do PNE.

A Meta 4 determina a universalização, até 2016 e não 2020 como descrito no item, está
meta determina ainda que deverá elevar a taxa líquida de matrículas no ensino médio para
70%, até o final do período de vigência deste PEE.
Errado.

017. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da meta 4 propõe um modelo rígido de currículo para o ensino médio,
com disciplinas obrigatórias uniformes em todas as escolas, sem espaço para conteúdos
eletivos ou adaptações regionais.

O item está descrevendo sobre a estratégia 1 da meta 4, essa estratégia defende currículos
flexíveis e diversificados, com conteúdos obrigatórios e eletivos, articulando dimensões
como ciência, trabalho, linguagens, tecnologia, cultura e esporte. Além disso, prevê a
consideração de especificidades locais na produção de materiais didáticos.
Errado.

018. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Conforme a estratégia 5 da meta 4, o ENEM deve servir apenas como mecanismo de acesso
ao ensino superior, não podendo ser utilizado para avaliação sistêmica da educação básica
ou certificação de conhecimentos.

Essa estratégia deixa claro que o ENEM deve ter três funções, a de avaliação sistêmica
usada como subsídio para políticas públicas, a de certificação que realiza a aferição de
conhecimentos e a classificatória que dá acesso ao ensino superior.
Errado.

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Legislação
Lei n. 10.488/2015 – Plano Estadual de Educação da Paraíba
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019. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 5 do PEE da Paraíba estabelece que a educação em tempo integral deverá ser
oferecida em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25%
dos (as) alunos (as) da educação básica.

O item descreve exatamente a meta 5 do PEE


Certo.

020. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 5, o estado da Paraíba precisa garantir que 50% dos alunos da educação
básica estejam matriculados em tempo integral, ultrapassando a exigência do PNE, que
prevê apenas 25%.

A Meta 5 do PEE reproduz exatamente a Meta 6 do PNE: 25% dos alunos em tempo integral,
não 50%. O percentual de 50% refere-se às escolas públicas, não aos alunos essa troca no
item foi feita para induzir o candidato ao erro.
Errado.

021. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 6 do PEE da Paraíba defende que as matrículas da educação profissional técnica
de nível médio devem duplicar, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50 % da
expansão no segmento público.

O erro da questão está no termo duplicar, pois a meta 6 fala em triplicar as matrículas da
educação profissional técnica de nível médio, o restante da questão encontra-se correto.
Errado.

022. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 6 do PEE da Paraíba prioriza apenas o aumento quantitativo de matrículas na
educação profissional técnica, não estabelecendo qualquer mecanismo de garantia de
qualidade na oferta desses cursos.

A meta 6 fala em “triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio,


assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50 % da expansão no segmento público”.
O termo “assegurando” indica condição obrigatória, não mera sugestão
Errado.

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023. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 7 do PEE da Paraíba garante acesso à educação básica apenas para crianças e
adolescentes de 4 a 17 anos com deficiência física.

O termo apenas torna o item errado, pois a meta inclui explicitamente deficiência, trans-
torno do espectro autista (TEA) e altas habilidades/superdotação, não se limitando à de-
ficiência física.
Errado.

024. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 7 determina que todos os alunos com deficiência devem estudar exclusivamente
em escolas especiais, não permitindo matrículas na rede regular de ensino.

A meta afirma que o acesso deve ser “preferencialmente na rede regular de ensino”, com
complementação por salas de recursos ou serviços especializados quando necessário e não
que os alunos devam estudar exclusivamente em escolas especiais.
Errado.

025. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 7, o PEE da Paraíba prevê a garantia de salas de recursos multifuncionais
e atendimento educacional especializado, podendo ser oferecidos por escolas públicas ou
conveniadas.

O item descreve claramente a necessidade de salas de recursos multifuncionais, classes,


escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados e assim garantir um sistema
educacional especializado.
Certo.

026. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 8 do PEE da Paraíba estabelece elevar a escolaridade média da população de 18 a 29
anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 anos de estudo no último ano de vigência deste
PEE, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país.

O item descreve claramente a meta 8 do PEE – “Elevar a escolaridade média da população de


18 a 29 anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 anos de estudo no último ano de vigência
deste PEE, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos

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25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”.
Certo.

027. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 9 do PEE da Paraíba estabelece duas metas principais a de Alfabetizar 100% da
população com 15 anos ou mais até 2017 e eliminar completamente o analfabetismo
funcional até o final da vigência do plano.

A meta descreve que a alfabetização da população descrita deve ser de 85,8% e não 100%
como descrito e o outro ponto é referente a redução em 50% o analfabetismo funcional
(pessoas que leem, mas não interpretam textos simples) e não eliminar como descrito no item.
Errado.

028. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 10 do PEE da Paraíba determina que todas as matrículas da Educação de Jovens e
Adultos (EJA) nos ensinos fundamental e médio devem ser ofertadas exclusivamente na
forma integrada à educação profissional, sem possibilidade de cursos regulares.

A meta não exige 100% das matrículas integradas como descrita no item quando fala que
deve ser ofertada de forma exclusiva, mas deve sim ser oferecida no mínimo 25% (ou seja,
até 75% podem ser ofertadas na forma regular).
Errado.

029. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 11 do PEE da Paraíba limita-se a garantir o acesso à educação no campo, não
prevendo ações explícitas e específicas para permanência ou melhoria da qualidade do
ensino ofertado.

A meta descreve três eixos complementares a ampliação da oferta, ou seja, o acesso, a


garantia de permanência e a melhoria da qualidade.
Errado.

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030. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Por se tratar de meta específica para educação do campo, a Meta 11 não considera as
particularidades dos diferentes contextos rurais do estado, podendo ser implementada
de forma padronizada em todas as regiões.

A educação do campo exige obrigatoriamente adaptações às realidades locais (agricultura


familiar, comunidades tradicionais etc.), sendo essas adaptações garantidas pela LDB (Lei
n. 9.394/1996) e pelas Diretrizes Operacionais para Educação do Campo (Resolução CNE/
CEB 1/2002).
Errado.

031. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Constituição Federal de 1988, por meio do artigo 208, inciso I, garante a educação básica
obrigatória e gratuita para crianças e adolescentes com idades entre 4 e 17 anos, sendo
responsabilidade do Estado assegurar não apenas o acesso, mas também a permanência
na escola.

Item de acordo com a CF/1988.


Certo.

032. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A meta do PEE, criada exclusivamente para este normativo, e tem como objetivo a ampliação
da oferta de cursos de educação a distância nas diversas etapas e modalidades de ensino
no Estado da Paraíba, triplicando até o final de vigência deste PEE.

O item descreve a meta 12 do PEE


Certo.

033. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


O PEE tem como um de suas metas a implementação da educação em direitos humanos em
todos os níveis, etapas e modalidades de ensino na Paraíba, esta meta faz correspondência
as metas do PNE.

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O item se refere a meta 13 do PEE da Paraíba, porém o que torna o item errado e falar que
esta meta faz referência a alguma meta do PNE, pois o PNE não apresenta nenhuma meta
referente a educação em direitos humanos.
Errado.

034. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 14 do PEE da Paraíba busca a implementação da educação das relações étnico-
raciais, de forma garantir o cumprimento da Lei n. 10.639/2003 e das Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino no estado
da Paraíba.

O item descreve exatamente a meta 14, e um detalhe referente a essa meta é que ela foi
criada exclusivamente para este PEE da Paraíba.
Certo.

035. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 14, é suficiente que as escolas estaduais da Paraíba realizem atividades
no mês da Consciência Negra, sem necessidade de integrar os conteúdos étnico-raciais ao
projeto político-pedagógico das instituições.

De acordo com a Lei 10.639/2003 que altera LDB para a inclusão no currículo oficial da Rede
de Ensino a obrigatoriedade do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e as
DCNs exigem transversalidade (Art. 26-A da LDB) e não ações pontuais.
Errado.

036. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 15 do PEE da Paraíba, meta criada para este PEE, visa garantir o acesso à educação
escolar indígena, incluindo ações específicas para assegurar a permanência dos estudantes ou
a qualidade pedagógica das escolas, que ficam a cargo exclusivo das comunidades indígenas.

O item começa descrevendo a meta corretamente, porém ao dizer que as ações específicas
desta meta são de responsabilidade das comunidades indígenas é o que torna o item errado,

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pois a LDB (artigo 78) e a Resolução CNE/CEB 5/2012 estabelecem corresponsabilidade do


Estado na oferta educacional indígena, não transferência total às comunidades
Errado.

037. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 15, as escolas indígenas na Paraíba devem seguir o mesmo currículo e
calendário das escolas urbanas não indígenas, sem realizar adaptações às línguas maternas
ou aos saberes tradicionais desses povos.

Os currículos e calendários das escolas indígenas, do campo e quilombolas segue o mesmo


princípio de adaptação dos currículos e calendários dentro de suas especificidades, devendo
lembra apenas que não pode haver diminuição da carga horária e dos dias letivos determinados
em lei.
Errado.

038. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 16 se refere a educação escolar quilombola, está meta visa ofertar e garantir o
acesso e a permanência, buscando melhorar a qualidade da educação escolar quilombola.

O item descreve exatamente a meta 16 do PEE da Paraíba – “Meta 16 Ampliar a oferta,


garantir o acesso e a permanência, melhorando a qualidade da educação escolar quilombola”.
Certo.

039. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Umas das estratégias da meta 16 do PEE da Paraíba visa institucionalizar programas e
desenvolver tecnologias para correção de fluxo, acompanhamento pedagógico individualizado,
recuperação e progressão parcial, priorizando estudantes com rendimento escolar defasado
e considerando especificidades populacionais, sendo uma medida correta e alinhada com
políticas educacionais inclusivas.

A LDB e o PNE reforçam a necessidade de mecanismos para reduzir desigualdades educacionais,


com isso a meta 16 do PEE, traz o descrito nesse item como estratégias para garantir o
acesso e a permanência dos alunos da educação escolar quilombola.
Certo.

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040. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Garantir o atendimento às populações ciganas nas diversas etapas da educação básica
e nas respectivas comunidades, considerando suas especificidades culturais e os grupos
ciganos fixados, é uma medida que viola o princípio da igualdade no acesso à educação.

O termo viola torna o item errado, pois é uma das estratégias da meta 17 – “Garantir o
atendimento às populações ciganas nas diversas etapas da educação básica e nas respectivas
comunidades de forma a atender às especificidades dessa população, considerando os
grupos ciganos fixados”.
Errado.

041. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Uma das estratégias da Meta 15, do PEE da Paraíba determina que a educação profissional
indígena deve priorizar a formação técnica especializada, sem necessidade de integrar
conhecimentos tradicionais ou sustentabilidade socioambiental, para garantir competitividade
no mercado de trabalho.

A estratégia mencionada no item deixa claro a formação deve ser ampla e não apenas
técnica, e deve trazer conhecimentos como sustentabilidade socioambiental e o respeito
à diversidade cultural.
Errado.

042. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Segundo uma das estratégias da meta 15, a oferta de cursos profissionais para indígenas
deve ser padronizada em todo o estado, independentemente da demanda local ou do
interesse das comunidades, e aplicável apenas a alunos com 18 anos ou mais.

A estratégia menciona “de acordo com a demanda local e o interesse dos indígenas”, e rejeita
qualquer forma de padronização e outro erro é a idade mínima, a estratégia estabelece 16
anos, não 18 como descrito no item.
Errado.

043. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 13 do Plano Estadual de Educação da Paraíba tem como objetivo a universalização
do ensino médio e a erradicação do analfabetismo entre jovens e adultos, sendo a educação
em direitos humanos um tema transversal, mas não central.

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Esse item demanda muita atenção, pois a meta 13 tem como foco principal a implementação
da educação em direitos humanos em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino.
Não trata da universalização do ensino médio nem da erradicação do analfabetismo como
foco central.
Errado.

044. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 13 do PEE da Paraíba prevê a implementação da educação em direitos humanos
de forma integrada ao currículo escolar, contemplando princípios como cidadania, justiça
social e respeito à diversidade, em consonância com diretrizes nacionais.

O item descreve a meta 13 do PEE, pois está meta busca integrar os princípios da educação
em direitos humanos ao currículo, promovendo valores como cidadania, equidade, respeito
à diversidade e justiça social, conforme diretrizes da Política Nacional de Educação em
Direitos Humanos.
Certo.

045. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A implementação da educação em direitos humanos prevista na Meta 13 do PEE limita-se
ao ensino fundamental e médio, sem abrangência para a educação infantil, educação de
jovens e adultos ou educação superior.

A Meta 13 abrange todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, incluindo educação infantil,
EJA, educação superior e modalidades específicas como a educação do campo e indígena.
Errado.

046. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 17 limita-se a garantir vagas escolares para comunidades ciganas, sem prever ações
específicas para adaptação curricular ou combate à evasão, já que esses grupos possuem
organização educacional autônoma.

A meta 17 articula três eixos indissociáveis a ampliação da oferta de vagas, a garantia de


acesso e permanência e a melhoria da qualidade da educação para a população cigana
Errado.

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047. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Meta 17 “Ampliar a oferta, garantir o acesso e a permanência e melhorar a qualidade da
educação escolar cigana na Paraíba, considerando os grupos fixados”. Essa meta tem como
estratégia assegurar o atendimento às populações ciganas nas diversas etapas da educação
básica e nas respectivas comunidades de forma a atender às especificidades dessa população.

O item descreve corretamente a estratégia 1 da meta 17.


Certo.

048. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 17 do PEE da Paraíba fundamenta-se exclusivamente no PNE, não possuindo amparo
em legislação federal específica sobre educação cigana.

Outros fundamentos legais que amparam a educação escolar cigana são: Resolução CNE/
CEB 3/2012 (DCNs para educação cigana), o Decreto 6.040/2007 (Política Nacional para
Povos Tradicionais), o PNE na meta 8 trata de forma genérica de educação especial, não
específica para ciganos
Errado.

049. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


A Meta 18 exige que a educação ambiental seja tratada de forma interdisciplinar no currículo
escolar, não necessitando ser integrada às demais áreas do conhecimento.

Por mais que o item na primeira parte esteja correto quando ele descreve que a educação
ambiental dever interdisciplinar, ela se contradiz quando na segunda parte fala que ela não
precisa ser integrada às outras áreas do conhecimento, a legislação de forma geral exige
que a educação ambiental seja interdisciplinar, abordada em várias disciplinas e integrada
às demais áreas do conhecimento, não podendo ser tratada de forma isolada.
Errado.

050. (INÉDITA/2025) Julgue o item a seguir:


Para cumprir a Meta 18, basta que as escolas realizem eventos pontuais como Dia da Árvore
ou Semana do Meio Ambiente, sem necessidade de projetos pedagógicos contínuos.

A educação ambiental deve ser integrada e interdisciplinar e deve sim estar presente no
PPP da escola.
Certo.

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