PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS
DE SERVIÇOS DE SAÚDE – PGRSS
DUOCOR - CENTRO CLINICO E DIAGNOSTICO EM CARDIOLOGIA
JUNHO/2024
1 INTRODUÇÃO
O gerenciamento dos resíduos dos serviços de saúde abrange todas as etapas de
planejamento dos recursos físicos e materiais, e a capacitação dos recursos humanos
envolvidos no manejo dos resíduos. Ele é estabelecido como um conjunto de
procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e
técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e
proporcionar-lhes um encaminhamento seguro e eficiente.
O plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde é baseado nos
princípios de não geração e da minimização da geração de resíduos visando também o
tratamento e disposição final adequado dos resíduos. Ele aborda as condições de
implementação e acompanhamento do gerenciamento dos resíduos.
Os estabelecimentos de serviços de saúde são responsáveis pelo correto
gerenciamento de todos os resíduos de serviços de saúde (RSS) por eles gerados, cabendo
aos órgãos públicos, dentro de suas competências, a regulamentação e fiscalização.
Os RSS requerem atenção em todas as fases do seu manejo (segregação,
acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final) em
decorrência dos riscos que podem ocasionar, por possuírem componentes químicos,
biológicos e/ou radioativos.
Neste sentido, sendo do estabelecimento a responsabilidade pelo gerenciamento de
seus resíduos, desde a sua geração até a disposição final, este plano vem orientar o correto
manejo dos resíduos produzidos no CENTRO CLINICO E DIAGNOSTICO EM
CARDIOLOGIA.
2 IDENTIFICAÇÃO DO GERADOR
Razão social: DUOCOR - CENTRO CLINICO E DIAGNOSTICO EM CARDIOLOGIA
Nome fantasia: DUOCOR - CENTRO CLINICO E DIAGNOSTICO EM CARDIOLOGIA
CNPJ: 37.029.217/0001-34
Endereço: AVENIDA PARAIBA, Nº 2055, QUADRA 96 L 3A (ENTRE RUA 7 E 8),
SETOR CENTRAL, GURUPI-TO
Telefone: (63) 98122-4963
Representante legal: ROBERTO MARIO ARRUDA VERZOLA
Responsável técnico: ROBERTO MARIO ARRUDA VERZOLA
Registro no conselho: CRM-TO 4718
Especialidades: CARDIOLOGIA
Horário de funcionamento: 7 : 1 5 às 12:00 / 13:30 às 18:00 (segunda-feira a sexta-feira)
7:30 às 11:30 (sábado)
Condição de funcionamento do estabelecimento: Em atividade (x)
Em implantação ( ) Em expansão/modernização ( ) Em relocalização ( )
Equipe:
NOME FUNÇÃO
ROBERTO MARIO ARRUDA VERZOLA MÉDICO
LORENA MARQUES FREITAS VERZOLA MÉDICA
Alanne Resplande Oliveira SECRETÁRIA
Lorena Barreto de Queiroz SECRETÁRIA
Fernanda Silva Oliveira TÉCNICA DE ENFERMAGEM
Patrícia Costa Raimundo TÉCNICA DE ENFERMAGEM
Vera Lúcia Bezerra Feitosa AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS
3 RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO DO PLANO DE
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
Nome: Jordana Oliveira Bicalho
RG: 14.19.226 SSP-TO
Profissão: Engenheira Ambiental
Registro no Conselho: CREA TO: 313482
E-mail: [Link]@[Link]
Telefone: (63) 98451-4040
4 RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DO PGRSS
Nome: ROBERTO MARIO ARRUDA VERZOLA
Registro no conselho: CRM-TO 4718
CPF: 224.447.538-79
E-mail: rverzola@[Link]
Telefone: (63) 98122-4963
5 OBJETIVOS
Comprometido em atender às normas sanitárias e a legislação vigente (RDC de nº
222/2018 e RESOLUÇÃO CONAMA nº 358/2005), referentes ao gerenciamento dos
resíduos dos serviços de saúde, o presente plano foi elaborado visando à proteção dos
trabalhadores e a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
O PGRSS tem o objetivo de proporcionar aos resíduos gerados no estabelecimento,
uma destinação final correta e segura. O mesmo foi baseado no Regulamento Técnico para
o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde - RDC - 222/2018 – ANVISA.
6 CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS E ETAPAS PRELIMINARES
DO MANEJO
Os resíduos gerados no DUOCOR são provenientes de atendimentos médicos
(consultas e exames cardiológicos). Assim, mediante a oferta dos serviços, os resíduos
enquadram-se no grupo de resíduos infectantes, comuns e perfurocortantes.
Grupo A - Resíduo Infectante ou Biológico
Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas
características podem apresentar risco de infecção.
A segregação deste tipo de resíduos ocorre no momento e local de sua geração,
sendo o acondicionado em sacos brancos leitosos identificados de acordo com o grupo,
com símbolo de substância infectante e rótulo de fundo branco, desenho e contornos
pretos.
Os sacos devem ser preenchidos até 2/3 de sua capacidade, respeitados os limites
de peso que suportam, e lacrados antes do descarte. Deverão estar contidos em recipientes
rígidos, laváveis e com acionamento da tampa por pedal, os quais seguem o mesmo
procedimento de identificação já mencionado (conforme imagem 1). Os sacos devem ser
substituídos pelo menos uma vez a cada 24h e encaminhados ao abrigo temporário.
Imagem 1 – Lixeira de acondicionamento de resíduo infectante.
Grupo D - Resíduos comuns
Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao
meio ambiente. Suas características são similares às dos resíduos domiciliares.
Papel de uso sanitário, absorventes higiênicos.
Resíduos provenientes das áreas administrativas.
Os resíduos comuns são acondicionados em recipientes rígidos, com acionamento
da tampa por pedal, laváveis, identificados com resíduo comum, revestidos internamente
com sacos plásticos pretos resistentes, de modo a evitar derramamento durante o manuseio
(conforme imagem 2).
Imagem 2 – Recipiente para acondicionamento de resíduos comuns.
Grupo E - Materiais perfuro-cortantes
Resíduos de materiais perfuro cortantes ou escarificantes, como objetos e
instrumentos contendo cantos, bordas, pontas ou protuberâncias rígidas e agudas, capazes
de cortar ou perfurar. Ex: Agulhas descartáveis, lâminas de bisturi, instrumentais
quebrados, etc.
Os perfuro cortantes devem ser acondicionados em recipientes rígidos, resistentes à
punctura, rompimento e vazamento, com tampa, devidamente identificados como perfuro-
cortantes e com a simbologia de risco (conforme imagem 3). É expressamente proibido o
esvaziamento desses recipientes para o seu reaproveitamento. Após preenchimento de 2/3
ou ao atingir a marca tracejada na caixa, o recipiente deverá ser fechado e acondicionado
em saco branco leitoso, devidamente lacrado e identificado como infectante e com
simbologia de risco.
Imagem 3 – Recipiente para acondicionamento de perfuro cortante
7 MEMORIAL DESCRITIVO
O Centro clinico apresenta os seguintes ambientes:
GRUPO A GRUPO B GRUPO C GRUPO D GRUPO E
Recepção X
Sala de exames X X X
Banheiros X
Sala de teste X
ergométrico
Sala de X X X
ecocardiógrafa
Deposito X
Consultório 1 X X X
Consultório 2 X X X
Farmácia X
8 IDENTIFICAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
Cód. Peso Frequência
Descrição Destino Final Tratamento
Resíduos (kg/mês) (recolhimento)
Coletado pela empresa
Resíduos
A 3 Mensal R e R Empreendimentos Incineração
infectantes
e Serviços
Resíduos
D 10 Semanal Coletado pelo município Aterro
Comuns
Coletado pela empresa
Resíduos
E 4 Mensal R e R Empreendimentos Incineração
perfurocortante
e Serviços
Os resíduos ao serem transportados dentro do estabelecimento, deverão seguir os
procedimentos estabelecidos pelas resoluções RDC ANVISA Nº 222/2018 e CONAMA Nº
358/2005 e normas pertinentes da ABNT do município e da sede do estabelecimento.
Os procedimentos deverão ser realizados de forma correta, não permitindo o
rompimento dos recipientes para evitar acontecimentos acidentais.
Os resíduos deverão ser tratados e destinados seguindo as normas das resoluções
RDC-ANVISA Nº306/2004, CONAMA Nº358/2005 e normas pertinentes da ABNT do
município e da sede do estabelecimento. Segue em anexo o contrato da prestadora do
serviço de coleta e tratamento dos resíduos.
9 TRANSPORTE INTERNO
Consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração até local destinado ao
armazenamento temporário com a finalidade de apresentação para a coleta.
O transporte dos resíduos é realizado sem esforço excessivo ou risco de acidente
para o funcionário. Os procedimentos serão realizados de forma a não permitir o
rompimento dos recipientes. O transporte interno dos resíduos acondicionados é realizado
de forma manual, com frequência diária de coleta interna.
O transporte interno será realizado em horários pré-estabelecidos, após o término
do expediente (18:00). Quando necessário, por estar a lixeira com mais de 2/3 de sua
capacidade, o transporte poderá ser realizado após o término do atendimento de um
paciente.
10 ARMAZENAMENTO
O armazenamento dos resíduos gerados pelo Centro clinico deverá ser realizado em
ambiente específico, de acordo com a classificação do resíduo. Todos os resíduos,
independentemente de sua classificação, serão armazenados temporariamente em
recipientes de acondicionamento identificados, não sendo, de forma alguma, permitida sua
disposição diretamente sobre o piso.
11 COLETA E TRANSPORTE EXTERNO
Os resíduos dos grupos A e E serão coletados e transportados por empresa
terceirizada devidamente licenciada pelo órgão ambiental. A frequência de coleta é mensal
e o transporte é feito por caminhão baú, devidamente identificado e licenciado para tal
atividade. A coleta dos resíduos deve ser acompanhada por documento obrigatório de
transporte, o MTR, emitido pelo SINIR, contendo todas as informações sobre os resíduos
coletados. O MTR deverá ser impresso em duas vias, ficando uma com o gerador e outra
com o coletor, ambos deverão assinar o documento.
Os resíduos comuns são coletados diariamente, em veículos da prefeitura municipal
de Gurupi –TO.
Dados da empresa de coleta e tratamento de RSS:
R E R EMPREENDIMENTOS E SERVIÇOS LTDA
CNPJ: 01.195098/0002-23
End.: Av. Rio Grande do Norte, Quadra 08, Lote 01/02, Setor Industrial de Taquaralto,
Palmas-TO.
12 TRATAMENTO
O tratamento externo dos resíduos é de responsabilidade da empresa contratada
para coleta, transporte, tratamento e destinação final dos RSS. A mesma utiliza o método
de incineração para tratar os resíduos.
A unidade de incineração da empresa R E R EMPREENDIMENTOS E
SERVIÇOS fica localizada no município de Rio Maria – PA. Segue em anexo a
documentação comprobatória da empresa (licença ambiental)
13 DETINAÇÃO FINAL
De acordo com a empresa contratada, as cinzas decorrentes do processo de
incineração dos resíduos são depositadas no aterro sanitário (Base Fortins) no município de
Porto Nacional, no qual a empresa possui um contrato para o descarte desse material.
Os resíduos comuns são depositados no aterro sanitário do município de Gurupi-
TO.
14 MEDIDAS PREVENTIVAS E CORRETIVAS
14.1 Saúde e segurança ocupacional
As seguintes medidas serão implantadas neste estabelecimento de acordo com as
resoluções RDC ANVISA Nº 222/2018, CONAMA Nº 358/2005 e normas pertinentes da
ABNT do município e da sede do estabelecimento.
Durante o manuseio dos resíduos o funcionário deverá usar todos os equipamentos
de proteção individual (EPI) necessários: luvas de PVC ou borracha impermeáveis e
resistentes, de cor clara, antiderrapantes e de cano longo; avental de PVC
impermeável e de médio comprimento; calçado fechado; máscara; e gorro. Os
equipamentos de proteção individual deverão ser lavados e desinfetados diariamente
de acordo com as normas de higienização. Sempre que houver contaminação com
material infectante, os EPI’s deverão ser substituídos imediatamente.
Após a coleta interna o funcionário deverá lavar as mãos ainda enluvadas retirando
as luvas e colocando em local apropriado. O funcionário deverá lavar as mãos antes
de calçar as luvas e também depois de retirá-las. Em caso de ruptura nas luvas
descartá-la imediatamente.
Os EPI deverão ser lavados e desinfetados após o uso.
Todos os profissionais e auxiliares receberão treinamento específico para capacitação
e manuseio apropriado do lixo do consultório.
Serão realizadas reuniões mensais para educação continuada dos funcionários.
Todos os profissionais utilizarão EPIs apropriadas ao manipularem os resíduos do
consultório (luva, uniforme, avental, gorro e máscara).
Todos os funcionários devem realizar exames periódicos.
Todos os funcionários devem ser vacinados contra tétano, difteria e hepatite B,
conforme Carteira de Vacinação e/ou exame de soro conversão. (NR-32).
14.2 Para prevenção de acidentes e exposição do trabalhados e agente biológicos
devem ser realizadas as seguintes medidas:
Realizar antissepsia das mãos sempre que houver contato da pele com sangue e
secreções.
Usar luvas sempre, e após retirá-las realizar lavagem das mãos.
Não se alimentar durante o manuseio dos resíduos.
Retirar as luvas e lavar as mãos sempre que exercer outras atividades não
relacionadas aos resíduos.
Manter o ambiente sempre limpo.
14.3 Em caso de acidentes com perfurantes e cortantes as seguintes medidas serão
tomadas:
Lavar bem o local com solução de detergente neutro.
Aplicar solução antisséptica de 30 segundos a 2 minutos.
Notificar imediatamente a chefia da unidade e encaminhar o pronto
atendimento se necessário.
14.4 Em caso de queimaduras em superfícies quentes:
Encaminhar-se imediatamente à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Gurupi -
TO.
Em caso de acidentes envolvendo os resíduos do GRUPO B, procede-se de acordo
com as instruções do fabricante do produto.
15 OUTROS PROCEDIMENTOS
O controle integrado de pragas e vetores será realizado por empresa terceirizada. A
empresa deverá manter planilha com registro de atividades referentes à dedetização e
desrratificação, instalação de iscas e barreiras.
15.1 Processos de higienização e limpeza
Limpeza geral diária antes de se iniciar o atendimento dos pacientes.
Após recolhimento dos resíduos é realizada limpeza e desinfecção dos recipientes de
coleta.
Desinfecção de superfícies após cada atendimento.
Álcool 70% na cadeira e superfícies.
Desinfetante no piso.
Instrumentais: processo padrão com utilização de autoclave.
16 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PGRSS
O monitoramento deste plano ocorrerá constantemente pelo responsável técnico do
estabelecimento. Quanto à avaliação de implantação e necessidade de implementações,
essas ocorrerão anualmente através da avaliação da taxa de acidentes e outros aspectos
analisados.
ANEXAR:
1. Cópia do contrato com a empresa de coleta e tratamento de resíduos.
2. Cópia da licença de operação da empresa de coleta e tratamento de resíduos.
Este estabelecimento se compromete a seguir a disposições de implantar as medidas
contidas neste plano.
Gurupi-TO, 17 de junho de 2024.
Jordana Oliveira Bicalho
Responsável Técnico
_________________________________
Roberto Mario Arruda Verzola
Representante Legal
17 BIBLIOGRAFIA
Para fins de atendimento de apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos
Sólidos Sépticos, deverão ser observadas as seguintes Legislações e Normas Técnicas:
LEI FEDERAL Nº 9605/98 – Dispõe sobre crimes ambientais.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 01/86 – Estabelecem definições, responsabilidade, critérios
básicos, e diretrizes da avaliação do impacto ambiental, determina que aterros sanitários,
processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos são passiveis de avaliação.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 05/88 – Especifica licenciamento de obras de unidade de
transferências, tratamento e disposição final de resíduos sólidos de origem domésticas,
públicas, industriais e de origem hospitalar.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 05/93 – Dispõem sobre destinação dos resíduos sólidos de
serviço de saúde, portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários. Onde define a
responsabilidade do gerador quanto o gerenciamento dos resíduos desde a geração até a
disposição final.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 358/2005 – Dispõe sobre o tratamento a destinação final dos
resíduos dos serviços de saúde.
RESOLUÇÃO ANVISA RDC 222/18 – Dispõe sobre o regulamento técnico para o
gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde.
NBR 7.500/2017 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e
armazenamento.
NBR 12.235/92 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos.
NBR 10004/2004 – Resíduos sólidos – Classificação.
NBR 12807/2013 – Resíduos de serviços de saúde – terminologia.
NBR 12808/2016 – Resíduos de serviços de saúde – classificação.
NBR 12809/2013 – Resíduos de serviços de saúde - Gerenciamento de resíduos de
serviços de saúde intraestabelecimento.
NBR 12810/2020 – Resíduos de serviços de saúde - Gerenciamento extraestabelecimento -
Requisitos.
NBR 12890/93 – Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos
terminologia.
NBR 13.853/2018 – Recipientes para resíduos de serviços de saúde perfurantes ou
cortantes - Requisitos e métodos de ensaio.