COSO
Définition du mot COSO
Le COSO est un référentiel de contrôle interne visant à limiter les tentatives de fraudes dans les
relatórios financeiros das empresas. Foi definido pelo Comitê de Organizações Patrocinadoras de
a Comissão Treadway em 1992. No entanto, foi somente a partir de 2002 que o modelo COSO teve
verdadeiramente [Link] leis americanas tornando obrigatória a avaliação do controle interno para
as empresas que recorrem à poupança pública (após os escândalos Enron e Worldcom), então é
adotado como referência. Na França, é preciso esperar a lei de segurança financeira de 2003 para o
ver se desenvolver.
Historique
COSO é o acrônimo de Committee Of Sponsoring Organizations of the Treadway
Comissão, uma comissão sem fins lucrativos que estabelece em 1992 uma definição padrão do
controle interno e cria uma estrutura para avaliar sua eficácia. Por extensão, este padrão se
nome também COSO.
Em 2002, o Congresso americano, em resposta aos escândalos financeiros e contábeis (Enron,
Worldcom, ...), promulgue a lei Sarbanes–Oxley (a Lei Sarbanes-Oxley ou a lei SOX). Esta
a lei obriga as empresas que fazem uso da poupança pública a avaliar seu controle interno assim
que em publicar suas conclusões nos estados solicitados [Link] além disso
a utilização de um quadro conceitual, a lei SOX favoreceu a adoção do COSO como
referencial. Na França, a lei LSF (Lei de Segurança Financeira) promulgada pouco depois em 2003, tem
também contribuiu para sua difusão.
Os princípios
O referencial COSO é baseado nos seguintes princípios básicos:
• O controle interno é um processo: é um meio, não um fim; não se limita a um
coletânea de procedimentos, mas requer a participação de todos em cada nível da organização.
• Le contrôle interne doit procurer l'assurance raisonnable (mais non absolue) d'un
gestão e de uma direção respeitosa das leis.
• O controle interno é adequado para a realização efetiva dos objetivos.
Os objetivos
As categorias dos objetivos segundo o COSO 2013 O cubo COSO 2013 descreve três categorias
de objetivos :
• Objetivos de operação (Operacionais): Esses objetivos estão relacionados à eficiência e à
a eficiência da exploração da entidade, nomeadamente os objetivos de desempenho
operacional e financeira, bem como a proteção dos ativos contra a perda. No
quadro de 1992, este objetivo se limitava a "a utilização eficaz e eficiente dos
recursos da entidade.
• Objetivos de apresentação da informação (Reporting): Esses objetivos estão relacionados a
apresentação interna e externa da informação financeira e não financeira às partes
prenantes, ce qui comprend la fiabilité, la ponctualité, la transparence et d’autres
critérios estabelecidos pelos organismos de regulamentação ou normalização, ou enunciados
nas políticas da entidade. No contexto de 1992, este objetivo era designado sob o
nome "do objetivo de apresentação da informação financeira" e estava "ligado a
préparation d’états financiers fiables ».
• Objectifs de conformité (Compliance) : Ces objectifs sont liés au respect des lois et
dos regulamentos aos quais a entidade está sujeita. No âmbito de 1992, o objetivo de
a conformidade estava "ligada à conformidade da entidade com as leis e regulamentos aplicáveis"
O quadro de 2013 leva em conta a evolução das exigências e da complexidade
acumula leis, regulamentos e normas contábeis desde 1992.
Os 5 componentes do sistema de controle interno COSO:
O controle interno, conforme definido pelo COSO, inclui cinco componentes. Esses componentes
procurar um quadro para descrever e analisar o controle interno implementado em uma organização. Ele
trata-se de :
1ª componente: um ambiente interno favorável ao controle de riscos
O ambiente interno de controle baseia-se em uma cultura da empresa favorável à
domínio dos riscos. (Delegação de poderes, sensibilização do pessoal, etc.). Este
o ambiente apoia-se particularmente em:
• Uma definição precisa dos poderes e das responsabilidades,
• Uma implicação do pessoal em termos de integridade e ética,
• Uma organização clarae adequada,
• O gerenciamento das atividades,
• A mobilização das competências,
• E também procedimentos bem formalizados e comunicados.
2ª componente: a avaliação de riscos
• A avaliação de riscos depende da probabilidade do risco e de seu impacto. Há dois
tempo para avaliar os riscos:
Identificar os riscos enquanto analisa as atividades globais e aquelas específicas de cada pessoa
da empresa,
• Classificar os riscos com base na sua gravidade e impacto nos objetivos de
a empresa.
• Em seguida, serão implementadas medidas de controle para enfrentar esses riscos.
3ª componente: as atividades de controle
As atividades de controle envolvem as medidas implementadas para gerenciar os riscos, e
os procedimentos e as políticas de tratamento de riscos, que são:
• Proporcionados aos desafios,
• De nature diversificada (método, ação de controle, ação de supervisão, etc.).
4ª componente: o domínio da informação e da comunicação
O domínio da informação e da comunicação corresponde à coleta de informações
úteis e à sua identificação, aa comunicação das informações ao dirigentee finalmente à
comunicação da parte da direção a toda a equipe da empresa. Essa maestria
compreender
• Laqualité de l’information (contenu, exactitude, accessibilité),
• A qualidade dos sistemas estratégicos e de informação,
• A definição das regras e condições de comunicação interna,
• Mais também a comunicação externa (informação para fora da empresa sobre a
implementação do controle interno).
5ª componente: a condução do controle interno
A gestão do controle interno compreende a avaliação permanente e/ou pontual das atividades
de controle interno, mas também a atualização dos procedimentos de acordo com as necessidades.
Ele se baseia especialmente em:
• A adaptação do controle interno pelo pessoal que deve implementá-lo e deve
pilotar o sistema de controle de riscos de acordo com sua responsabilidade,
• Uma sensibilização do pessoal para o domínio das atividades,
• Processos permanentes de atualizações do sistema de controle interno,
• Desprocessos de avaliação que são internos e permanentes.