Biografia de Taylor Swift: Carreira e Sucessos
Biografia de Taylor Swift: Carreira e Sucessos
Biografia e carreira
1989—2003: Infância
Taylor Alison Swift nasceu em 13 de dezembro de 1989, na
cidade de Reading, na Pensilvânia.[10] Seu pai, Scott Kingsley
Swift, é um consultor financeiro da Merrill Lynch.[11] Scott
também nasceu na Pensilvânia e é descendente de três
gerações de presidentes de bancos.[10][12] Sua mãe, Andrea
(sobrenome de solteira Finlay), é uma dona de casa que
anteriormente trabalhou como executiva de marketing de um
fundo de investimento.[13] Andrea passou dez anos de sua
vida em Singapura, antes de se mudar para o Texas; seu pai
Stone Harbor, Nova Jersey, onde Swift era engenheiro de plataforma de petróleo que trabalhou entre
passou as férias de verão de sua o território do Sudeste Asiático.[12] Swift recebeu o nome de
infância. gênero neutro "Taylor" porque sua mãe acreditava que este
iria ajudar a formar uma carreira empresarial de sucesso.[14]
A cantora possui um irmão mais novo, Austin, que foi
estudante da Universidade de Notre Dame. [15] Taylor passou seus primeiros anos de vida em uma fazenda
aonde eram cultivados pinheiros de Natal, no Condado de Montgomery, também na Pensilvânia. Estudou
a pré-escola e seu jardim de infância na Alvernia Montessori School, dirigida por freiras franciscanas,[16]
sendo mais tarde educada no colégio Wyndcroft, uma instituição particular para ambos os sexos em
Pottstown.[17] Quando a artista tinha nove anos, sua família se mudou para Wyomissing, aonde foi aluna
do West Reading Elementary Center e da Wyomissing Area Junior/Senior High School.[18] Ela passava o
verão na casa de férias de praia de seus pais em Stone Harbor, Nova Jersey, e descreveu-o como o lugar
onde a maioria das suas memórias de infância foram formadas.[19]
A família da artista possuía vários cavalos quarto de milha e um pônei nascido em Shetland. O primeiro
hobby da cantora foi hipismo inglês.[20] Sua mãe a colocou em uma sela pela primeira vez quando ainda
tinha nove meses de idade, e mais tarde ela competiu em rodeios.[21] Quanto tinha nove anos, Swift se
interessou por teatro musical. Ela se apresentou em várias produções da Berks Youth Theatre Academy e
viajou regularmente para a Broadway para aulas de canto e atuação.[22][23] Ela então voltou sua atenção
para a música country; as obras musicais de Shania Twain a fizeram "simplesmente querer correr em uma
quadra quatro vezes e ter fantasias com tudo".[24] Seus finais de semana eram gastos se apresentando em
festivais locais, feiras, cafeterias, concursos de caraoque, clubes de jardim, encontros de escoteiros e
eventos esportivos.[12][13][25] Aos onze anos, após várias tentativas falhadas,[26] Swift venceu uma
competição musical após interpretar "Big Deal" de LeAnn Rimes, tornando-se assim o ato de abertura
para um concerto de Charlie Daniels em um anfiteatro de Strausstown.[22] Esta ambição crescente
começou a isolar a jovem de seus colegas do ensino médio.[10]
Após assistir a um episódio de Behind the Music sobre Faith Hill, a cantora sentia-se segura de que
precisava ir para Nashville, Tennessee para buscar sua carreira musical.[27] Ainda em seus onze anos de
vida, ela e sua mãe viajaram para Nashville para as férias de primavera e deixar fitas demo de
interpretações de canções de Dolly Parton e Dixie Chicks para gravadoras musicais de Music Row.[28]
Várias gravadoras a rejeitaram, e ela percebeu que "todos em sua cidade queriam fazer o que eu queria
fazer. Então, eu fiquei pensando a mim mesma, eu preciso achar um jeito de ser diferente".[29] Um ano
depois, um técnico em informática a ensinou como tocar três acordes em um violão, inspirando-a a
escrever sua primeira canção, Lucky You.[30] Ela anteriormente tinha ganhado um concurso nacional de
poemas com Monster in My Closet, mas focou sua atenção em compor músicas.[31] Em 2003, Taylor e
seus pais começaram a negociar com Dan Dymtrow, gerente musical de Nova York. Com a ajuda dele, a
jovem se tornou garota-propaganda da Abercrombie & Fitch como parte da campanha Rising Stars, teve
uma música incluída na compilação da Maybelline e participou de reuniões com as principais gravadoras
estadunidenses.[32] Após interpretar canções próprias em um showcase da RCA Records, a aluna da
oitava série recebeu um contrato de artista em desenvolvimento e fez frequentes viagens para Nashville
com sua mãe.[33]
Quando tinha quatorze anos, o pai da musicista foi transferido para o escritório da Merrill Lynch no
Tennessee, e a família se realocou em uma casa à beira de um lago em Hendersonville.[10] Ela descreveu
o momento como "um incrível sacrifício" que sua família tinha que fazer.[28] "Meus pais notaram que eu
estava obcecada, que eu não iria deixar isso de lado, que não era só uma fase".[34] No estado, ela foi
educada na Hendersonville High School durante seu ano de caloura e o segundo ano.[35] Mais tarde, para
encaixar os estudos com sua agenda de concertos, ela transferiu-se para a Aaron Academy, uma escola
cristã particular que oferecia serviços de ensino doméstico. Ela recebeu seu diploma do ensino médio em
2008, completando seus dois últimos anos de estudos em apenas doze meses.[36][37]
2004—2008: Início da carreira e Taylor Swift
O primeiro single de Swift, Tim McGraw, foi lançado no
verão de 2006 e seu álbum de estreia, Taylor Swift, foi
lançado no dia 19 de junho de 2006. A intérprete escreveu e
co-escreveu todas as canções do projeto, que estreou na
parada Billboard 200 na posição 19 e vendeu mais de 67 mil
cópias na primeira semana.[38] Em seguida, chegou à primeira
posição da parada Billboard Top Country Albums e em quinto
lugar na Billboard 200. Mesmo assim, o álbum ocupou a
primeira posição das paradas de country durante oito semanas Swift tocando em uma cafeteria com um
consecutivas. No total, ela ficou no topo das listas por 24 violão de acácia, em junho de 2006.
semanas,[39] junto com as Dixie Chicks e com Carrie
Underwood, que também são as únicas artistas country, nesta
década, que ficaram no topo das paradas por mais de 20 semanas.[40] Vendeu até agora mais de cinco
milhões de cópias.[41] Sobre o single Tim McGraw, ela disse:[42]
Taylor também gravou o EP natalino Sounds of the Season: The Taylor Swift Holiday Collection, que foi
lançado à venda em 16 de outubro de 2007, apenas nas lojas Target. O álbum, que não fez tanto sucesso
como seu álbum de estreia homônimo, contou com clássicos natalinos como Last Christmas e canções
originais escritas por Swift. Foi indicada em 2008 ao Grammy na categoria de Melhor Cantor(a)
Revelação, mas perdeu a disputa para Amy Winehouse. O quarto single de Taylor, Picture to Burn,
estreou no início de 2008 e ficou na terceira colocação na parada de country da Billboard, além de ficar
em 28º lugar na Billboard Hot 100. Swift foi a garota da capa da revista Seventeen, na edição de junho de
2008.[46] Ela foi também nomeada na 57ª posição, na categoria "As Mulheres Mais Pops de 2008" da
revista Maxim.[47] Também foi capa das revistas CosmoGirl[48] e Teen Vogue.[49]
Em junho de 2008, no CMA Music Festival, ocorrido em Nashville, Swift assinou autógrafos por
aproximadamente oito horas seguidas. Foi a sessão de autógrafos mais longa desde a maratona de 23
horas de Garth Brooks, em 1996.[50] Em 2008, Swift colocou à venda uma reedição de seu disco, com o
nome de Beautiful Eyes, somente disponível no Wal-Mart.[51] Trata-se de um CD duplo, no qual são
incluídas duas canções inéditas (Beautiful Eyes e I Heart). Na primeira semana de lançamento, o álbum
vendeu 45 000 cópias, estreando na 1.ª posição na tabela Billboard Top Country Albuns e na #9 na
Billboard 200.
Como seu álbum de estreia homônimo em segundo lugar na mesma semana, Swift se transformou na
primeira artista a atingir as duas primeiras posições da Top Country Álbuns chart desde que LeAnn
Rimes o fez em 1997.[52] Em julho de 2008, Swift se graduou na Academia Aaron, uma escola Cristã em
Hendersonville, Tennessee, que oferece um programa de ensino em casa.[53]
Em 2009, o videoclipe de You Belong with Me foi nomeado Melhor Vídeo Feminino no MTV Video
Music Awards de 2009.[62] Onde teve seu discurso interrompido pelo rapper Kanye West,[63] um
incidente que se tornou objeto de controvérsia, atenção generalizada da mídia e muitos memes da
Internet.[64] Naquele ano, Swift ganhou cinco American Music Awards, incluindo Artista do Ano e Álbum
de Country Favorito.[65] Foi nomeada pela Billboard como Artista do Ano de 2009.[66] O álbum ficou em
99º lugar na lista da NPR de 2017 dos 150 maiores álbuns feitos por mulheres.[67]
No Grammy Awards de 2010, Fearless foi nomeado em Álbum do Ano
e Melhor Álbum Country, e White Horse foi nomeado em Melhor
Canção Country e Melhor Performance Vocal Country Feminina. Swift
foi o artista mais jovem a vencer o prêmio de Álbum do Ano.[68]
Durante a cerimônia, Swift cantou You Belong With Me e Rhiannon
com Stevie Nicks, uma performance que recebeu críticas negativas e
causou reação da mídia. Jon Caramanica, do The New York Times,
considerou "refrescante ver alguém tão talentoso fazer um palavrão
ocasional" e descreveu Swift como "a nova estrela pop mais importante
dos últimos anos". Swift se tornou o artista mais jovem a ser nomeado
Artista do Ano pela Country Music Association (CMA). Fearless
também ganhou o prêmio CMA Album of the Year.[69]
Swift fez sua estreia na TV em um episódio de 2009 de CSI: Crime Scene Investigation da rede
americana CBS, interpretando uma adolescente de 16 anos (ela tinha 19). Foi a realização de um sonho,
pois a cantora, fã da série, sempre dizia que queria viver uma personagem no drama policial.[77] Ela
encarnou Hayley, garota que é a principal vítima do episódio, chamado de De Volta no Tempo (16º da
nona temporada). Logo na segunda cena, Hayley apareceu morta, de olhos abertos, no estacionamento
molhado de um hotel gerenciado pelos seus pais. O investigador Nick Stokes (George Eads) ficou
encarregado de resolver o caso.
Mais tarde naquele ano, Swift apresentou e se apresentou como convidado musical em um episódio do
Saturday Night Live e foi o primeiro anfitrião a escrever seu próprio monólogo de abertura.[78][79] Em sua
aparição, o programa teve a maior audiência em dois meses.[80] A Entertainment Weekly a descreveu
como "a melhor apresentadora do Saturday Night Live desta temporada até agora", observando que "ela
estava sempre pronta para o desafio, parecia estar se divertindo e ajudou o resto do elenco a acertar as
piadas".[80]
2010—2014: Speak Now e Red
Em agosto de 2010, Swift lançou "Mine", o single principal de seu terceiro álbum de estúdio, Speak Now.
Ele entrou nas paradas dos EUA no número três, tornando Swift a segunda artista feminina na história do
Hot 100 (depois de Mariah Carey) a estrear várias faixas entre as cinco melhores em um ano; a outra era
"Today Was a Fairytale" no número dois.[81] Swift escreveu o álbum sozinho e coproduziu todas as
faixas.[82][83] Speak Now, lançado em 25 de outubro de 2010,[84] foi um sucesso comercial, estreando no
número um na Billboard 200 e se tornando o 16º álbum na história das paradas a alcançar vendas na
semana de abertura de um milhão de cópias.[85] Tornou-se o álbum digital mais vendido por uma artista
feminina, com 278 000 downloads em uma semana, ganhando a Swift uma entrada no Guinness Book de
2010. Três dos singles do álbum, Mine, Back to December e Mean, alcançaram o top 10 no Canadá,[86]
enquanto nos EUA, os dois primeiros, juntamente com a faixa-título, alcançaram o top 10 Hot 100. Mais
tarde, em 2010, ela namorou brevemente o ator Jake Gyllenhaal.[87]
Mean ganhou as duas indicações que concorria na 54° edição do Grammy Awards, o de "Melhor Música
Country"[88] e "Melhor Performance Country Solo".[88][89] Taylor também cantou Mean na premiação,
com um visual rural.[90] Jayme Deerwester, do USA Today, escreveu que as críticas em 2010 pareciam ter
"a tornado uma melhor compositora e artista ao vivo".[91] Swift ganhou outros prêmios por Speak Now,
incluindo compositora/artista do ano pela Nashville Songwriters Association (2010 e 2011),[92] Mulher do
ano pela Billboard (2011),[93] e artista do ano pela Academy of Country Music (2011 e 2012)[94] e pela
Country Music Association em 2011.[95] No American Music Awards de 2011, Swift ganhou Artista do
Ano e Álbum de Country Favorito.[96] A Rolling Stone colocou o Speak Now no número 45 em sua lista
de 2012 dos "50 melhores álbuns femininos de todos os tempos", escrevendo: "Ela pode ser tocada na
estação country, mas é uma das poucas estrelas do rock genuínas que temos hoje em dia".[97]
Em 2013, Swift co-escreveu e coproduziu Sweeter than Fiction com Jack Antonoff para a trilha sonora do
filme One Chance e recebeu uma indicação de Melhor Canção Original no 71º Golden Globe
Awards.[119] Ela participou da música de Tim McGraw Highway Don't Care, com a participação também
de Keith Urban. Swift tocou As Tears Go By com os The Rolling Stones em Chicago, Illinois, como parte
de sua turnê 50 & Counting e disse que a banda foi uma grande influência nas perspectivas de sua
carreira.[120] Ela também se juntou à Florida Georgia Line no palco durante seu show no Country Radio
Seminar de 2013 para cantar Cruise.[121] Swift dublou Audrey, uma amante das árvores, no filme de
animação O Lórax: Em Busca da Trúfula Perdida (2012),[122] fez uma participação especial na série de
comédia New Girl (2013),[123] e teve um papel coadjuvante adaptação cinematográfica de O Dador de
Memórias (2014).[124]
2014—2017: 1989
Em março de 2014, Swift se mudou para Nova York. Nessa época, ela estava trabalhando em seu quinto
álbum de estúdio, 1989, com os corroteristas Antonoff, Max Martin, Shellback, Imogen Heap, Ryan
Tedder e Ali Payami. Ela promoveu o álbum através de várias campanhas, inclusive convidando fãs para
sessões secretas de audição de álbuns. Creditado como seu "primeiro álbum pop oficial e documentado",
marcou uma nova fase da carreira.[125] O álbum foi lançado em 27 de outubro de 2014, com críticas
positivas.[126][127]
1989 vendeu 1,28 milhão de cópias nos EUA durante a primeira semana de seu lançamento e estreou no
topo da Billboard 200. Isso fez da Swift a primeira artista a ter três álbuns vendendo mais de um milhão
de cópias na semana de abertura, pela qual ganhou entrou Guinness World.[128] No final de 2014, ela se
tornou o primeiro ato desde os Beatles a ter quatro álbuns de estúdio consecutivos registrando pelo menos
seis semanas no topo da Billboard 200. Em junho de 2017, 1989 havia vendido mais de 10 milhões de
cópias em todo o mundo.[129] O single principal, Shake It Off, foi lançado em agosto de 2014 e estreou no
número um na Billboard Hot 100.[130] O álbum gerou dois singles número um adicionais - Blank Space e
Bad Blood (com Kendrick Lamar) -, bem como as dez primeiras entradas Style e Wildest Dreams, e
outros singles Out of the Woods e New Romantics. Shake It Off, Blank Space e Bad Blood também
lideraram as paradas na Austrália e no Canadá. Depois que Blank Space alcançou o número um nos EUA
imediatamente após Shake It Off, Swift se tornou a primeira mulher na história do Hot 100 a ter sucesso
substituindo o outro no primeiro lugar.[131] O videoclipe de Blank Space foi brevemente o vídeo mais
rápido a alcançar um bilhão de visualizações no Vevo.[132] O vídeo de Bad Blood quebrou o recorde de
24 horas do Vevo e conquistou dois troféus nos MTV Video Music Awards de 2015, incluindo Video of
the Year,[133] A The 1989 World Tour ocorreu de maio a dezembro de 2015, arrecadou mais de US$ 250
milhões, quebrou vários recordes de turnê e foi a turnê com maior bilheteria do ano.[134]
Em 2016, segundo a revista Forbes, a cantora é a famosa que mais dinheiro ganha no mundo. Taylor
Swift teve em 2016, 170 milhões de dólares (154 milhões de euros) de proveitos.[145]
2017—2018: Reputation
Em agosto de 2017, Swift processou e venceu um julgamento civil
contra David Mueller, uma ex-personalidade de programa matutino da
KYGO-FM de Denver. Quatro anos antes, Swift informara os chefes de
Mueller de que ele a atacara sexualmente, apalpando-a em um evento.
Depois de ser demitido, Mueller acusou Swift de mentir e processou-a
por fazê-lo perder o emprego. Pouco depois, Swift contra-processou
por agressão sexual. O júri rejeitou as alegações de Mueller e decidiu
em favor de Swift.[146] Swift depois limpou suas contas de redes
social[147] e lançou Look What You Made Me Do como o single
principal de seu sexto álbum, Reputation.[148] A canção liderou as
paradas na Austrália, Irlanda, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados
Unidos. Seu videoclipe ganhou mais de 43,2 milhões de visualizações
durante seu primeiro dia no YouTube, quebrando o recorde do site de
videoclipe mais visto em 24 horas. Em outubro, Swift lançou o
segundo single do álbum, ...Ready for It?, que ficou em terceiro lugar
na Austrália e em número quatro nos Estados Unidos.[149]
Swift se apresentando na
Reputation Stadium Tour em
Dois singles promocionais foram lançados do Reputation, Gorgeous e
maio de 2018
Call It What You Want. Gorgeous mais tarde se tornou o quinto single
do álbum na Europa.[150] O álbum foi lançado em novembro e vendeu
1,21 milhão de cópias nos Estados Unidos, tornando-se o álbum mais vendido do país em 2017. Com
essa conquista, ela se tornou o primeiro ato a ter quatro álbuns que vendem um milhão de cópias em uma
semana nos EUA[151] O álbum liderou as paradas em vários países, incluindo EUA, Reino Unido,
Austrália e Canadá.[152] As vendas mundiais da primeira semana totalizaram dois milhões de cópias.[153]
Reputation viu Swift tomar uma nova direção, musicalmente; o álbum é conhecido por seu som mais
urbano e influências de hip hop e EDM.[154] Mais tarde naquele mês, Swift tocou ... Ready for It? e Call
It What You Want no Saturday Night Live.[155] End Game, com Ed Sheeran e o rapper Future, seguiu em
novembro como o terceiro single e alcançou o número 18 nos EUA[156] Outros singles do álbum incluem
New Year's Day, lançado exclusivamente para a rádio country, e o hit Delicate.[157]
Em abril de 2018, Swift apareceu em Babe, do Sugarland.[158] Em apoio à Reputation, ela embarcou em
sua aclamada pela crítica Reputation Stadium Tour de maio a novembro de 2018.[159] A turnê quebrou
vários recordes de presença no local e ganhos brutos nos EUA, recebendo US$ 266,1 milhões e vendendo
mais de dois milhões de ingressos. Swift quebrou seu próprio recorde para a turnê doméstica de maior
bilheteria por uma mulher, bem como o recorde da turnê norte-americana de maior bilheteria da
história.[160] Em todo o mundo, a turnê arrecadou US$ 345,7 milhões,[161] fazendo dela a segunda turnê
de concertos com maior bilheteria do ano. No American Music Awards de 2018, Swift venceu a Turnê do
Ano, Artista do Ano, Artista Feminina Pop/Rock Favorita e Álbum Pop/Rock Favorito. Com um total de
23 prêmios, ela se tornou a artista feminina mais premiada da história do AMA, um recorde anteriormente
mantido por Whitney Houston.[162]
2018—2021: Lover, Folklore e Evermore
Em abril de 2019, Swift lançou "Me!", com Brendon Urie do Panic! at the Disco como primeiro single
do seu sétimo álbum de estúdio, Lover.[163] A canção debutou em cem na Billboard Hot 100 e três dias
depois saltou para dois, sendo o maior salto em uma semana na história da parada.[164] O vídeo clipe
quebrou o recorde da Vevo, bem como o do YouTube, de mais visualizações de um vídeo de uma cantora
nas primeiras 24 horas com 65,2 milhões de visualizações.[165] No entanto, a música recebeu críticas
mistas e Swift removeu uma letra "muito difamada" da música do álbum. Em junho, ela lançou o segundo
single You Need to Calm Down que estreou e alcançou o número dois na Billboard Hot 100.[166] Em
julho, ela lançou o single promocional do álbum, The Archer.[167] A faixa-título foi lançada como terceiro
single do álbum, e tornou-se o seu terceiro single consecutivo a estrear no Top 10 da Hot 100.[168]
No MTV Video Music Awards de 2019, os vídeos de Me! e You Need to Calm Down receberam doze
indicações. Me! venceu a categoria de melhores efeitos visuais e You Need to Calm Down venceu as de
Vídeo do ano - tornando Swift a primeira mulher e a segunda artista geral a ganhar o prêmio por um
vídeo que codirigiu - e Vídeo do Bem. Swift foi o ato de abertura na cerimônia de premiação. Até o final
de 2019, Lover se tornou o álbum físico mais vendido do ano nos EUA e o álbum mais vendido por uma
artista feminina em todo o mundo.[176] Swift foi nomeada a artista global mais vendida do ano pela IFPI e
se tornou a primeira mulher a ganhar a honra duas vezes, tendo vencido anteriormente em 2014. Lover e
seus singles receberam três indicações ao Grammy Awards de 2020. O álbum foi indicado a Melhor
Álbum Vocal Pop, que é a terceira indicação consecutiva de Swift na categoria, após 1989 (2014) e
Reputation (2017). You Need to Calm Down foi indicado para Melhor Desempenho Solo de Pop enquanto
a faixa-título Lover foi indicada para Canção do Ano.[177]
Em junho de 2019, a Big Machine Records, antiga gravadora de Swift, foi adquirida pelo gerente de
talentos Scooter Braun, uma compra que incluía o domínio de seus seis primeiros álbuns de estúdio.[178]
Em um post no Tumblr, Swift criticou fortemente a transação, afirmando que ela tentava comprar os
álbuns há anos e descreveu Braun como um "valentão incessante e manipulador".[178] Em agosto, Swift
anunciou planos para regravar os álbuns em novembro de 2020.[179] Em novembro, Swift disse que Scott
Borchetta, fundador da Braun e da Big Machine, a impediu de apresentar suas músicas mais antigas no
American Music Awards de 2019 e de usar material mais antigo em seu documentário da Netflix, Miss
Americana.[180] A Big Machine negou as duas alegações e disse que eram devidos "milhões de dólares e
múltiplos ativos" por Swift.[181][182] Em resposta, os representantes de Swift divulgaram correspondência
mostrando um executivo da Big Machine se recusando a conceder licenças para o documentário e
declararam que a Big Machine devia a Swift quase US$ 8 milhões em royalties não pagos.[183] Em 18 de
novembro, a Big Machine divulgou um comunicado dizendo que "concordou em conceder todas as
licenças das apresentações de seus artistas para transmitir pós-show e retransmitir em plataformas
mutuamente aprovadas" para o American Music Awards, embora não tenha mencionado o Swift por
nome.[184] Swift ganhou seis American Music Awards naquele ano, incluindo o Artista da Década para os
anos 2010. Em abril de 2020, a Big Machine lançou o Live from Clear Channel Stripped 2008, um álbum
ao vivo de uma performance de um programa de rádio de 2008. Swift disse que não autorizou o
lançamento.[185]
Em novembro de 2019, Swift foi incluída na lista dos Maiores Artistas de Todos os Tempos da Billboard
no número oito, a colocação mais alta de um ato que estreou no século XXI.[186] Nesse mesmo mês
lançou uma música original que escreveu com Andrew Lloyd Webber intitulada Beautiful Ghosts para o
filme Cats (2019).[187] Em dezembro, ela compôs, gravou e lançou um single de Natal, Christmas Tree
Farm,[188] e atuou como Bombalurina na adaptação cinematográfica do musical Cats, de Lloyd Webber.
Embora os críticos tenham analisado o filme negativamente, muitos observaram o breve papel de Swift
como saldo positivo do filme.[189]
Em 2020, Swift lançou dois álbuns surpresa, sem focar muito em suas promoções. O primeiro, seu oitavo
álbum de estúdio Folklore, foi lançado em 24 de julho. O segundo, seu nono álbum de estúdio Evermore,
foi lançado em 11 de dezembro. Swift escreveu e gravou os álbuns enquanto estava isolada durante a
pandemia de COVID-19, trabalhando com os produtores Jack Antonoff e Aaron Dessner, membro da
banda The National. Ambos os álbuns incluem colaborações com Bon Iver, e Evermore apresenta
colaborações com The National e Haim. O namorado de Swift, Joe Alwyn, co-escreveu e coproduziu
algumas músicas de ambos os álbuns sob o pseudônimo de William Bowery. A produção do Folklore foi
discutida no documentário Folklore: The Long Pond Studio Sessions, dirigido por Swift e lançado em 25
de novembro.
Descritos por Swift e Dessner como "gravações irmãs", ambos os
álbuns abraçam o folk indie e o rock alternativo, deixando de lado os
lançamentos pop otimistas anteriores da cantora. Nos EUA, Folklore e
Evermore contaram com três singles cada um - um para rádio
mainstream, um para rádio country e um para a rádio triple A. Os
singles, respectivamente, foram Cardigan, Betty, Exile (com Bon Iver);
e Willow, No Body, No Crime (com Haim) e Coney Island (com The
National). Na Alemanha, Folklore foi apoiado por outro single, The 1.
Os singles principais de cada álbum, Cardigan e Willow, estrearam no
topo da Billboard Hot 100 na mesma semana em que seus respectivos
álbuns estrearam no topo da Billboard 200, fazendo com que Swift se
tornasse a primeira artista a estrear no topo das paradas de singles e
álbuns dos EUA simultaneamente. Cada álbum vendeu mais de um
Swift em 2019 no American milhão de unidades em todo o mundo em sua primeira semana, com
Music Awards Folklore vendendo dois milhões. Folklore quebrou o Recorde Mundial
do Guinness para o maior número de streams em um álbum no
primeiro dia de uma artista feminina no Spotify, com mais de 80,6
milhões de reproduções, além de ter sido o álbum mais vendido de 2020 nos EUA, com 1,2 milhão de
cópias vendidas. Swift foi a musicista mais bem paga de 2020 nos EUA e a cantora solo melhor paga em
todo o mundo. No American Music Awards de 2020, Swift ganhou três prêmios, incluindo Artista do Ano
pela terceira vez consecutiva. Folklore ganhou Álbum do Ano no 63º Grammy Awards, tornando Swift a
primeira mulher na história a ganhar a categoria três vezes.
Além de suas atividades solo, Swift participou do single Gasoline, da edição expandida do álbum de
Haim, 2020 Women in Music Pt. III, e de Renegade e Birch, presentes no álbum How Long Do You Think
It's Gonna Last? da banda Big Red Machine. Em maio de 2021, Swift foi premiada com o Global Icon
Award pelo Brit Awards e com o Songwriter Icon Award pela National Music Publishers' Association.
Swift também foi escalada para o filme Amsterdam, dirigido por David O. Russell, lançado em 4 de
novembro de 2022.
O décimo álbum de estúdio da cantora, Midnights, foi lançado em 21 de outubro de 2022.[196] O álbum
foi o quinto de Swift a estrear no topo da Billboard 200, com vendas na primeira semana de mais de um
milhão de cópias e quebrou vários recordes de vendas e streaming.[197] No 65º Grammy Awards, All Too
Well: The Short Film venceu o prêmio de Melhor Vídeo Musical[198] e Midnights ganhou o prêmio de
Melhor Álbum Pop Vocal e o quarto álbum do ano de Swift no Grammy Awards de 2024. Swift se tornou
a artista com mais prêmios de Álbum do Ano na história do Grammy.[199]
2023—presente: The Eras Tour, The Tortured Poets Department e The Life of
a Showgirl
Ela embarcou na The Eras Tour em março de 2023. Os meios de
comunicação cobriram extensivamente o impacto cultural e econômico
da viagem,[200] e sua perna nos Estados Unidos quebrou o recorde de
maior número de ingressos vendidos em um dia.[201] A Ticketmaster
recebeu críticas do público e de figuras políticas por mau uso na venda
de ingressos e suposto monopólio na indústria de concertos
musicais.[202] Um filme-concerto da turnê, lançado nos cinemas de
todo o mundo em 13 de outubro de 2023, se tornando o filme-concerto
de maior bilheteria na história.[203] A artista continuou lançando seus
álbuns regravados durante a Eras Tour. Speak Now, lançado em 7 de
julho de 2023, fez de Swift a mulher com o maior número de álbuns
em primeiro lugar (12) na história da Billboard 200, superando Barbra
Streisand.[204] Em seguida, 1989 foi lançado em 27 de outubro de 2023
Swift apresentando "Cruel e se tornou o sexto álbum de Swift a vender um milhão de cópias em
Summer" na The Eras Tour uma única semana nos Estados Unidos.[205]
(2023)
No 66º Grammy Awards, Swift anunciou seu décimo primeiro álbum
de estúdio, The Tortured Poets Department, lançado em 19 de abril de
2024. [199] Um álbum duplo, intitulado The Anthology, foi lançado de surpresa no mesmo dia, contendo
quinze canções adicionais.[206] Tornou-se o primeiro álbum a acumular um bilhão de streams no Spotify
em uma única semana e liderou as paradas de vários países, incluindo Austrália, Canadá, França,
Alemanha e Reino Unido.[207][208] Nos Estados Unidos, The Tortured Poets Department estreou no topo
da Billboard 200 com 2,6 milhões de unidades na primeira semana e permaneceu em primeiro lugar por
dezessete semanas, tornando-se o álbum de Taylor Swift com a permanência mais longa no número
um.[209] O álbum foi o best-seller global de 2024, com 5,6 milhões de cópias puras vendidas.[210] Suas
faixas, lideradas pelo single "Fortnight", fizeram dela a primeira artista a monopolizar os 14 primeiros
lugares da Billboard Hot 100 na mesma semana;[207] o segundo single, "I Can Do It with a Broken
Heart", alcançou o número três.[211]
Swift começou a namorar o jogador de futebol americano Travis Kelce em meados de 2023;[212] seu
relacionamento de alto nível resultou em seu status de supercasal.[213] Em janeiro de 2024, imagens
pornográficas falsas geradas por IA retratando Swift foram postadas no X (antigo Twitter) e se
espalharam para outras plataformas de mídia social, estimulando críticas e demandas por reforma
legal.[214] Em maio de 2025, a artista comprou as masters de seus seis primeiros álbuns de estúdio
originais da Shamrock Holdings.[215][216]
Em 12 de agosto de 2025, Swift anunciou o título do seu décimo-segundo álbum de estúdio, o The Life of
a Showgirl, lançado em 3 de outubro.[217] O álbum dividiu a opinião dos críticos, com alguns elogiando
seus aspectos técnicos, enquanto outros criticaram as letras das músicas e a sonoridade. Ainda assim, The
Life of a Showgirl foi um enorme sucesso comercial pelo mundo, vendendo pelo menos 2,7 milhões de
cópias em seu primeiro dia de lançamento apenas nos Estados Unidos.[218]
Arte
Influências
Uma das primeiras memórias musicais de Swift é ouvir sua avó materna, Marjorie Finlay, cantar na
igreja. Quando criança, ela gostava das trilhas sonoras dos filmes da Disney: "Meus pais perceberam que,
uma vez que as palavras acabavam, eu inventava as minhas".[220] Swift disse que deve sua confiança à
mãe, que a ajudou a se preparar para as apresentações em classes quando criança.[221] Ela também atribui
seu "fascínio por escrever e contar histórias" à mãe.[222] Swift atraiu-se pelo aspecto narrativo da música
country,[223] e foi introduzida ao gênero ouvindo "as grandes artistas country dos anos 90" - Shania
Twain, Faith Hill e Dixie Chicks.[224][225] Twain, como compositora e intérprete, foi sua maior influência
musical.[226] Hill foi o modelo de infância de Swift: "Tudo o que ela disse, fez, usou, eu tentei copiá-
la".[227] Ela admirava a atitude desafiadora das Dixie Chicks e sua capacidade de tocar seus próprios
instrumentos.[228] Cowboy Take Me Away da banda foi a primeira música que Swift aprendeu a tocar no
violão.[229] Swift também se inspirou na música de estrelas country mais antigas, incluindo Patsy Cline,
Loretta Lynn, Dolly Parton e Tammy Wynette.[230] Ela acredita que Parton é "um exemplo incrível para
todas as compositoras por aí".[231] Artistas do country alternativo como Ryan Adams, Patty Griffin[232] e
Lori McKenna também inspiraram Swift.[10]
Swift lista Paul McCartney, The Rolling Stones, Bruce Springsteen, Emmylou Harris, Kris Kristofferson
e Carly Simon como seus modelos de carreira. Sobre McCartney e Harris, Swift disse: "Eles se
arriscaram, mas também foram o mesmo artista durante toda a carreira".[10][233] McCartney, tanto como
Beatle quanto como artista solo, faz Swift se sentir "como se eu tivesse entrado em seu coração e em sua
mente [...] Ele ainda está na ativa e deixando seus fãs muito felizes. Qualquer músico poderia sonhar com
um legado como esse".[234] Ela gosta de Springsteen por ser "tão musicalmente relevante depois de tão
longo de tempo".[235] Ela aspira a
ser como Harris à medida que
envelhece por priorizar a música
sobre a fama.[236] Swift diz de
Kristofferson que ele "brilha nas
composições",[237] e admira Simon
por ser "uma pessoa emocional",
mas "uma pessoa forte".[238]
Estilo musical
A música de Swift consiste principalmente em elementos de pop,[249]
synth-pop,[250] country,[251] country pop[252] e rock.[250] Seus
trabalhos posteriores se baseiam em gêneros como indie folk,[253] rock
alternativo,[254] R&B,[255][256] EDM,[257] hip hop[258] e trap.[259]
Swift se descreveu como uma artista country até o lançamento de 1989
(2014), que ela caracterizou como seu primeiro "álbum sonoramente
pop".[260] A Rolling Stone escreveu: "[Swift] pode ser tocado na
estação country, mas ela é uma das poucas estrelas do rock genuínas
que temos hoje em dia".[261] Segundo o The New York Times, "não há
muito na música de Swift para indicar country - algumas batidas de
banjo, um par de botas de cowboy usadas no palco, um violão
deslumbrante -, mas há algo em sua entrega vantajosa e vulnerável que
é exclusiva de Nashville".[262] O The Gardian escreveu que Swift
"acelera a melodia com a eficiência impiedosa de uma fábrica pop Guitarra Les Paul e microfone
escandinava".[263] de Taylor no Museu de
Instrumentos Musicais de
A voz de Swift foi descrita por Sophie Schillaci, do The Hollywood Phoenix
Reporter, como "doce, mas suave".[264] O Los Angeles Times
identificou o vocal "definidor" de Swift nas gravações de estúdio como
"a linha que desliza como um suspiro contente ou como uma sobrancelha levantada, dando à sua amada
garota o tempo de sua intimidade".[265] A Rolling Stone, em uma crítica do Speak Now, escreveu: "A voz
de Swift não é afetada o suficiente para mascarar o quão magistral ela se tornou como cantora; ela abaixa
a voz para as linhas graves no modo clássico de uma garota tímida que tenta falar duro".[266] Em outra
resenha do Speak Now, o The Village Voice escreveu que seu fraseado era anteriormente "brando e
confuso, mas isso mudou. Ela ainda pode parecer tensa e magra, e muitas vezes se afasta em um tom que
deixa algumas pessoas loucas; mas ela aprendeu como fazer as palavras soarem como elas
significam".[267] A NPR Music descreveu o canto dela como pessoal e de conversação, graças ao seu
"presente excepcional pela inflexão", mas também sofre de um "tom vacilante e uma entrega nasal
apertada".[268] O Hollywood Reporter escreveu que seus vocais ao vivo são "bons", mas não coincidem
com os de seus colegas.[264] Swift foi elogiada por se recusar a corrigir sua afinação com o Auto-
Tune.[269]
Em uma entrevista ao The New Yorker, Swift se caracterizou principalmente como compositora: "Eu
escrevo músicas e minha voz é apenas uma maneira de transmitir essas letras".[10] Um escritor do The
Tennessean admitiu em 2010 que Swift "não é a melhor cantora técnica", mas a descreveu como a
"melhor comunicadora que temos".[270] A presença vocal de Swift é algo que a preocupa e ela "dedicou
muito trabalho" para melhorá-la.[271] Foi relatado em 2010 que ela continua a ter aulas de canto.[272] Ela
disse que só se sente nervosa se apresentando "se não tiver certeza do que o público pensa de mim, como
nas premiações".[273]
Composição
Swift usa suas experiências de vida como inspiração para seu trabalho.[274] Ela costuma abordar as
"paixões anônimas de seus anos do ensino médio" e as celebridades em suas primeiras canções. Swift
frequentemente critica ex-namorados,[275] um aspecto de sua composição subestimada pelo The Village
Voice: "Ser contado o que Songs Mean significa é como ter um professor realmente insistente. E isso põe
em risco uma verdadeira apreciação do talento de Swift, que não é confessional, mas dramático".[276] No
entanto, Nova York acredita que o escrutínio da mídia sobre sua decisão de "minar sua vida pessoal pela
música... é sexista, na medida em que não é solicitado a seus colegas homens".[277] Swift disse que nem
todas as suas canções são factuais, e às vezes são baseadas em observações[278] ou narrativas
ficcionais.[279] Além das pistas fornecidas em suas anotações, Swift tenta não falar sobre assuntos de
música especificamente "porque essas são pessoas reais.[280] Você tenta dar uma ideia de onde você veio
como escritor sem atirar completamente alguém sob o ônibus".[281]
Para uma mulher escrever sobre seus sentimentos, e ser retratada como uma namorada
pegajosa, insana e desesperada, precisando que você se case com ela e tenha filhos com ela...
Isso é distorcer e transformar em algo que é, francamente, um pouco sexista.
O The Guardian elogiou Swift por escrever sobre a adolescência "com uma espécie de saudade
melancólica e em tom sépia" ao longo de seus dois primeiros álbuns.[263] A New York observou que
muitos cantores e compositores fizeram ótimos álbuns na adolescência, mas "nenhum fez grandes álbuns
tão explicitamente sobre a adolescência". A revista também comparou seu trabalho a Brian Wilson.[283]
Em Fearless, Swift apresentou imagens de contos de fadas e explorou a desconexão "entre contos de
fadas e a realidade do amor".[284] Seus álbuns posteriores abordam mais relacionamentos adultos.[233]
Além do romance e do amor, as músicas de Swift discutiram relacionamentos entre pais e filhos,
amizades,[285][286] alienação, fama e ambições de carreira.[222] Swift
frequentemente inclui "uma frase irritada para sugerir coisas grandes e
sérias que não cabem na música, coisas que aprimoram ou subvertem a
narrativa superficial".[287]
Videoclipes
Swift colaborou com muitos diretores diferentes para produzir seus videoclipes, e com o tempo ela se
envolveu mais com a escrita e a direção. Ela tem sua própria produtora, Taylor Swift Productions, Inc.,
que é creditada pela produção de todos videoclipes da cantora desde Me!, em 2019,[290] e é conhecida por
esconder pistas e easter eggs na maior parte de seus trabalhos.[291] Swift é a artista com mais vitórias de
Vídeo do Ano no MTV Video Music Awards, a principal categoria da premiação, vencendo cinco
vezes.[292] É também uma das poucas artistas a ganhar duas vezes o prêmio de Melhor Videoclipe no
Grammy Awards, principal premiação da música norte-americana, além de ser a primeira e única artista a
ganhar a estatueta por um videoclipe dirigido apenas pelo próprio artista.[293]
Em 2010, Swift codirigiu o videoclipe de Mine com Roman White.[294] Em 2011, ela continuou a
colaborar com White nos videoclipes de Mean e Ours. Swift desenvolveu o conceito e o tratamento para
Mean.[295] Em uma entrevista, White disse que Swift "estava profundamente envolvida em escrever o
tratamento, o elenco e o figurino. E ela ficou nos 15 dias de filmagem, mesmo quando não estava nas
cenas".[296] Ela criou o conceito para o videoclipe de Ours e, em seguida, trouxe White para dirigir,
descrevendo sua visão de ambos os vídeos como sendo "histórias".[297][298]
De 2014 a 2018, Swift colaborou com o diretor Joseph Kahn em oito videoclipes - dos seus álbuns 1989 e
Reputation. Kahn elogiou o envolvimento de Swift no ofício.[299] Em 2016, Swift trabalhou com a
American Express para seu videoclipe Blank Space (dirigido por Kahn) e lançou o aplicativo interativo
AMEX Unstaged: Taylor Swift Experience. Swift recebeu crédito principal de produtora executiva e, em
2015, ganhou o Primetime Emmy Awards na categoria Outstanding Interactive Program para o
aplicativo.[300] Ela recebeu créditos de produção em seu videoclipe de Bad Blood.[301]
Em 2018, Swift desenvolveu o conceito, escreveu o tratamento e estrelou o videoclipe da música Babe,
da Sugarland.[302] Em 2019, ela co-dirigiu os videoclipes de Me! com Dave Meyers, You Need to Calm
Down com Drew Kirsch e Lover com Kirsch.[303][304] Ela também foi co-executiva e produziu o segundo
deles com Todrick Hall.[305] O videoclipe do single de Swift, The Man, em 2020, marcou sua estreia
oficial na direção solo.[306] Mais tarde naquele ano, ela escreveu, dirigiu e estilizou o videoclipe de
Cardigan por conta própria durante a pandemia de COVID-19.[307]
Imagem pública
A vida pessoal de Swift sempre foi um objeto de ampla atenção da
mídia.[308] Em 2013, a Abercrombie & Fitch comercializou uma
camiseta com slogan com uma observação de slut-shaming direcionada
a ela.[309] O The New York Times afirmou em 2013 que sua "história de
namoro começou a agitar o que parece ser o começo de uma
repercussão". Eles questionaram se Swift estava no meio de uma "crise
de meia-vida".[310] Swift disse que não está disposta a discutir sua vida
pessoal em público;[311] acredita que falar sobre isso pode ser "uma
fraqueza na carreira". Em 2015, o cantor Ray Stevens lançou seu
álbum Here We Go Again, que incluía o single Taylor Swift is Stalking
Me.[312] Em 2020, Swift revelou que lutou contra um distúrbio
alimentar no passado.[313]
Swift em 2010 Time 100 Gala
em Manhattan, onde ela foi
O The Hollywood Reporter descreveu Swift como "a melhor pessoa
homenageada.
desde Bill Clinton".[carece de fontes?] Ao presentear Swift com um
prêmio por seus esforços humanitários em 2012, Michelle Obama a
descreveu como uma cantora que "subiu ao topo da indústria da música, mas ainda mantém os pés no
chão, alguém que abalou todas as expectativas do que uma pessoa de 22 anos de idade poderia
realizar".[314] Swift considera Michelle Obama como um modelo.[315] De acordo com o The New York
Times. e o executivo de marketing Matt B. Britton, o conhecimento de negócios de Swift a ajudou a "se
destacar como uma personalidade autêntica que estabelece conexões diretas com seu público", "tocar o
maior número possível de pessoas" e "gerar uma espécie de defesa e empolgação que nenhum nível de
publicidade poderia".[316]
Swift é uma das pessoas mais seguidas nas mídias sociais;[317] em janeiro de 2025, ela possui mais de
282 milhões de seguidores no Instagram,[318] 94 milhões de seguidores no Twitter[319] e 60 milhões de
inscritos no YouTube.[320] Ela é conhecida por suas interações on-line amigáveis com seus fãs.[321] Ela
entregou presentes de natal aos fãs por correio e pessoalmente, um evento chamado Swiftmas,[322] e
considera sua "responsabilidade" estar consciente de sua influência sobre os seus fãs jovens. Ela chamou
seus fãs de "o melhor e mais longo relacionamento" que ela já teve.[323] Frequentemente rotulado pela
mídia como America's Sweetheart[324][325][326] devido à sua personalidade realista[327][328][329] e à
imagem de garota do lado.[330] Swift insiste que ela não "vive de acordo com todas essas regras rígidas e
estranhas que à fazem sentir totalmente cercado, e gosta da maneira como se sente, a qual a faz se sentir
muito livre".[331] Ela se recusa a participar de sessões de fotos excessivamente sexualizadas,[332] embora
a Bloomberg a veja como um símbolo sexual.[333] Ela também foi reconhecida como um ícone de estilo
na moda;[334][335] A Vogue a nomeou um ícone do estilo americano em 2011.[336] Em 2014, ela liderou a
lista anual de melhores vestidos da revista People.[337] Em 2015, ela foi nomeada Mulher do Ano no Elle
Style Awards[338] e ficou em primeiro lugar na lista dos 100 mais da revista Maxim.[339]
Impacto
Entre os apelidos honoríficos usados para descrever Swift estão "Titã do Pop"[340][341] e "Rainha do
Country".[342] Ela foi creditada por ajudar a música country a se tornar mais popular em todo o mundo,
com a Billboard escrevendo que "o cenário do país é muito diferente hoje, em parte graças a Swift e sua
insistência em seguir um plano de jogo que muitos consideravam pouco ortodoxo" e notou as opiniões
favoráveis em relação ao gênero desde a sua estreia.[343] Segundo a BBC, Swift é responsável por abrir o
caminho para os artistas de crossover "que não desejam mais ser do gueto em gêneros musicais
arbitrariamente separados" e potencialmente "inaugurar uma nova era de interação individual com os
fãs".[344] A Rolling Stone opinou que, porque Swift "trabalhou tanto ao falar sua verdade" através de suas
composições, ela "ajudou a abrir um espaço" para muitas artistas femininas "aparecerem tão facilmente"
com suas músicas em uma era de tabloides.[345] A Billboard também informou que após a ascensão de
Swift à fama, as gravadoras se interessaram mais em contratar jovens cantores e artistas que escrevem
suas próprias músicas.[346] A empresa de fabricação de guitarras Fender considerou o "fator Taylor Swift"
responsável pelo fenômeno mundial que viu jovens mulheres impulsionando 50% das vendas de novas
guitarras.[347] Swift é considerado um dos artistas que ressurgiram os ukuleles na música moderna.[348]
Ela foi creditada como uma das artistas-chave no aumento da receita da indústria da música para US$ 20
bilhões em 2019, um valor não visto desde 2005.[349][350] Swift foi descrita como uma das "poucas
artistas pop" de sua época que "pode lotar estádios de forma confiável, não importa quantos álbuns ela
venda ou quantos singles número 1 ela lance".[351]
Em homenagem aos dois shows consecutivos de Swift no U.S. Bank Stadium em Minneapolis,
Minnesota, o governador Mark Dayton, declarou 31 de agosto de 2018 como o Taylor Swift Day no
estado, elogiando-a como "uma influência positiva para seus fãs por meio de seu exemplo de veracidade,
graça, filantropia extensa e força de caráter".[363] Em 2019, Swift foi nomeada Mulher da Década pela
Billboard por ser "um dos artistas musicais mais talentosos de todos os tempos ao longo dos anos
2010".[364] Ela foi homenageada como Artista da Década no American Music Awards de 2019,[365] bem
como por várias mídias.[366][367][368] A Vulture afirmou que Swift "inclinou a indústria da música à sua
vontade" com sucesso comercial, composição, passos que ela deu para o feminismo e o empoderamento
feminino, e ativismo dentro da indústria da música, defendendo os direitos dos artistas, sendo o "jogador
mais experiente" dos anos de 2010.[369] Ela foi listada como uma das artistas mais influentes da década
pela CNN por "ultrapassar as fronteiras do country e do pop e lutar pelos direitos de sua música".[370] A
Vogue a considerou uma das maiores influenciadoras de moda sustentável do mundo.[371] Swift tem
ampla influência nas mídias sociais;[372][373][374] foi creditada com o ressurgimento das câmeras
Polaroids[375] e Instax depois de apresentar uma fotografia instantânea na capa do 1989 e sua parceria de
2018 com a Fujifilm, respectivamente. Swift também liderou um aumento maciço nos registros de
eleitores estadunidenses no [Link] após seus endossos políticos em 2018.[376]
O músico e produtor Jack Antonoff creditou Swift por dar início à sua carreira como produtor.[377] O
trabalho de Swift inspirou vários artistas, incluindo Kelsea Ballerini,[378] Ruth B,[379] Camila
Cabello,[380] The Chainsmokers,[381] Selena Gomez,[382] Ellie Goulding,[383] Conan Gray,[384]
Halsey,[385] Niall Horan,[386] Maren Morris,[387] Nina Nesbitt,[388] Finneas O'Connell,[389] Olivia
Rodrigo,[390] Tegan and Sara,[391] Troye Sivan,[392] e The Vamps.[393]
Prêmios e indicações
Swift recebeu muitos prêmios e honrarias, incluindo 14 Grammy Awards,[394] 29 American Music
Awards (mais vitórias de um artista),[395] 23 Billboard Music Awards (mais vitórias de uma artista
feminina),[396] sete entradas no Guinness World Records,[397] 12 Country Music Association Awards
(incluindo o prestigioso Pinnacle Award),[398] oito Academy of Country Music Awards,[399] um Brit
Award, e um Emmy Award.[400] Como compositora, ela foi homenageada pela Nashville Songwriters
Association[401][402] e pelo Songwriters Hall of Fame, e foi a pessoa mais jovem incluída na lista dos 100
maiores compositores de todos os tempos da revista Rolling Stone.[403][404] Como produtora de discos,
foi incluída na ala de produtores e engenheiros da The Recording Academy em 2015.[405][406] Em 2019, a
Billboard colocou o Swift em oitavo lugar no ranking dos maiores artistas de todos os tempos; ela foi a
artista de maior classificação na lista que estreou no século XXI, e a única artista entre as dez melhores
daquele século.[407]
Swift é um dos artistas de música mais vendidos de todos os tempos. Ela já vendeu mais de 50 milhões de
álbuns puros, incluindo 37,3 milhões nos EUA e 150 milhões de singles em todo o mundo.[408][409] É
uma das cinco principais artistas em termos de vendas digitais a nível mundial[410] e acumulou mais de
97 milhões de unidades em consumo de álbuns e 54 bilhões de streams em todas as plataformas.[411] Os
cinco primeiros álbuns de estúdio de Swift venderam mais de quatro milhões de cópias apenas nos
EUA.[412] Ela é a primeira artista a ter quatro álbuns de estúdio
vendendo um milhão de cópias em sua primeira semana nos EUA e o
terceiro artista de singles digitais mais vendido nos EUA até agora,
com um total de 120 milhões de unidades equivalentes certificadas pela
Recording Industry Association of America (RIAA).[413] Tendo
vendido mais de 75 milhões de faixas nos EUA nos anos 2010, Swift
foi o artista de singles mais vendido do país na década.[414] Ela foi a
artista feminina mais bem paga da década de 2010, ficando em
segundo lugar na lista de músicos mais bem pagos da década pela
Forbes, com ganhos de US $825 milhões.[415] Em 2020, ela se tornou a
primeira artista feminina nos EUA a ter um álbum (Fearless) e uma
música (Shake It Off) certificados como diamante pela RIAA.[413]
Swift também é uma artista de turnês de grande sucesso, tendo
quebrado inúmeros eventos e arrecadando recordes ao longo de sua
carreira. Sua Reputation Stadium Tour se tornou a turnê norte-
Swift com seu prêmio do VMA
americana com maior bilheteria da história,[160] e ela foi a principal
em 2009
artista feminina de turnês dos anos 2010;[160] em 2020, a Forbes
nomeou Swift como um dos "poucos artistas pop que lotam estádios de
forma confiável".[416]
Swift também apareceu em várias listas. A Time incluiu-a na lista das 100 pessoas mais influentes do
mundo (2010, 2015 e 2019).[417] De 2011 a 2020, ela figurou entre as três primeiras na lista de mulheres
mais bem-sucedidas na música da Forbes, com ganhos de 45 milhões, 57 milhões, 55 milhões, 64
milhões, 80 milhões, 170 milhões, 44 milhões e 80 milhões de dólares, nas listas de 2016 a 2019. Ela
também encabeçou a lista das 100 celebridades mais bem pagas da revista em 2016 com US$ 170
milhões - uma façanha que foi registrada no Guinness Book[418] - e novamente em 2019 com 185 milhões
de dólares; ficou entre as dez melhores em 2011, 2013 e 2015. Em 2015, Swift se tornou a mulher mais
jovem a ser incluída na lista das 100 mulheres mais poderosas da Forbes, classificada no número 64. Ela
foi uma das finalistas da Pessoa do Ano da revista Time em 2014 e recebeu a honra em 2017 como uma
das Silence Breakers (quebradoras de silêncio na tradução livre) por ter falado sobre a agressão sexual
que sofreu.[419][420] Em junho de 2019, a Forbes estimou o patrimônio líquido da Swift em US$ 360
milhões.[165] Swift foi a artista feminina de música mais pesquisada em 2019.[421] Por seu trabalho e
conquistas como "uma das artistas mais prolíficas e célebres de sua geração", Swift recebeu um título
honorário de Doutora em Belas Artes da Universidade de Nova York,[422] e atuou como oradora de
formatura, em 18 de maio de 2022.[423]
Ativismo e posicionamentos
Socialmente, Swift se identifica como uma feminista pró-escolha.[424] Uma apoiadora do movimento
Marcha pelas Nossas Vidas e defensora de políticas de controle de armas nos Estados Unidos,[425] Swift é
crítica de movimentos de supremacia branca, racismo e brutalidade policial.[424][426] Após os protestos
antirracistas nos Estados Unidos em 2020, ela doou dinheiro para o Fundo educacional e de Defesa
jurídica da NAACP e o movimento Black Lives Matter,[427] pediu pela remoção de estátuas de
personalidades Confederadas no Tennessee[428] e defendeu que o Juneteenth se tornasse um feriado
nacional no país.[429] Em 2020, Swift pediu a seus fãs que verificassem seu registro eleitoral antes das
eleições, o que resultou em 65 000 pessoas se registrando para votar um dia após sua postagem[430] e
endossou Joe Biden e Kamala Harris na eleição presidencial de 2020.[431] Ela criticou abertamente o ex-
presidente Donald Trump.[432] Na eleição presidencial americana de 2024, após o debate de 10 de
setembro daquele ano, Swift endossou a candidatura de Kamala Harris e Tim Walz à presidência,[433] ao
qual Trump respondeu cinco dias depois com uma publicação na rede Truth Social, dizendo: "I HATE
TAYLOR SWIFT!" ("Eu odeio Taylor Swift").[434]
Discografia
Álbuns de estúdio
Regravações
Fearless (2021)
Red (2021)
Speak Now (2023)
1989 (2023)
Filmografia
Hannah Montana: O Filme (2009)
CSI: Crime Scene Investigation (2009)
Valentine's Day (2010)
Journey to Fearless (2010)
The Lorax (2012)
The Giver (2014)
The 1989 World Tour Live (2015)
Taylor Swift: Reputation Stadium Tour (2018)
Cats (2019)
Miss Americana (2020)
City of Lover (2020)
Folklore: The Long Pond Studio Sessions (2020)
All Too Well: The Short Film (2021)
Amsterdam (2022)
Taylor Swift: The Eras Tour (2023)
Turnês
Fearless Tour (2009–2010)
Speak Now World Tour (2011–2012)
The Red Tour (2013–2014)
The 1989 World Tour (2015)
Reputation Stadium Tour (2018)
The Eras Tour (2023–2024)
Ver também
Recordistas de vendas de discos nos Estados Unidos
Canais com mais inscritos do YouTube
Notas
a. Nameadamente, Fearless e Red em 2021, seguido por Speak Now e 1989 em 2023.
Referências
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Ligações externas
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