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Avaliação do Potencial de Aprendizagem-2

O EPA-2 é um teste desenvolvido para avaliar o potencial de aprendizagem em crianças, adultos com baixo nível intelectual e idosos, utilizando um formato de pré-teste, treinamento e pós-teste com matrizes de Raven. O objetivo é estimar a capacidade de aprendizagem e a plasticidade cognitiva dos indivíduos, especialmente aqueles que apresentam dificuldades em testes tradicionais. A eficácia do treinamento é evidenciada por melhorias significativas nas pontuações dos testes, com resultados estáveis ao longo do tempo.

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Avaliação do Potencial de Aprendizagem-2

O EPA-2 é um teste desenvolvido para avaliar o potencial de aprendizagem em crianças, adultos com baixo nível intelectual e idosos, utilizando um formato de pré-teste, treinamento e pós-teste com matrizes de Raven. O objetivo é estimar a capacidade de aprendizagem e a plasticidade cognitiva dos indivíduos, especialmente aqueles que apresentam dificuldades em testes tradicionais. A eficácia do treinamento é evidenciada por melhorias significativas nas pontuações dos testes, com resultados estáveis ao longo do tempo.

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2.4.

EPA-2: AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE APRENDIZAGEM-2

Revisión:
María Dolores Calero García.

FICHA TÉCNICA:
Autores:R. Fernández-Ballesteros, M. D. Calero, J. M. Campllonch y J.
Belchí.
Publicación original:Madrid, TEA, 2000.
Edad de aplicación:Niños de diez años en adelante, adultos de bajo ni-
vel intelectual e idosos.
Duração do teste: De três a cinco sessões de 45 a 60 minutos, que
podem ser realizados em dias consecutivos ou alternados.

Objetivos

O EPA é um teste de potencial de aprendizagem. Segundo um critério de significância, que,


Eu que utilizo como tarefa base as matrizes pro- para esta prova, é de 6 pontos diretos, se é-
gresivas de Raven; esto es, que ha sido diseña- tablece si esta mejora es significativa o no. Ade-
para avaliar o potencial de aprendizagem em mais pode ser elaborado a partir da folha de ano-
uma tarefa de raciocínio analógico. De acordo com suas avaliações, um perfil qualitativo de resultados,
autores, debe entenderse que lo que pretende es errores más frecuentes y modalidad habitual de
fazer uma espécie de microexperimento na resposta do sujeito nesta tarefa.
que a melhoria que se consegue deve ser con- Seu uso é aconselhado para estimar a camada-
considerada como uma amostra do comportamento de aprendizagem em crianças que em um teste tra-
do sujeito em situações de aprendizagem seme- dicional obteriam baixas pontuações por dé-
jantes (Fernández-Ballesteros, Calero, Camp- ficit intelectual, problemas de aprendizagem,
llonch e Belchí, 1987-1990, p. 2). problemas de fala ou audição ou pertencimento a
O resultado final da avaliação é uma etnias ou culturas diferentes; adultos com baixo ni-
pontuação direta de ganho pós-pré que se deseja estimar os
interpreta como melhoria devido ao treinamento - possibilidades de aprendizagem, antes de incorporar -
a fornecido. A pontuação de ganho é raros para um programa de ensino, e/ou ancia-
considerada como uma amostra da capacidade para os quais se suspeita presença de detecção
de aprender de um sujeito ou, o que é o mesmo, rioro cognitivo ou dos que, simplesmente, se
de sua plasticidade cognitiva se avaliarmos qualquer tentativa de estimar sua plasticidade cognitiva.

Descripción

O EPA é aplicado de acordo com um formato de pré-teste-treinamento-pós-teste. As avaliações


pre e post são realizados com o teste de Raven, escala geral, em sua forma tradicional. O
o treinamento é realizado com o material e as diretrizes incluídas no manual do EPA.
Uma vez aplicado o teste de Raven, com base nos resultados obtidos, determina-se
nas sessões de treinamento que serão aplicadas aos sujeitos avaliados. As duas
as sessões de avaliação com o Raven podem ser realizadas em grupo; as sessões de treino-
miento devem ser realizados em pequeno grupo (de cinco a dez sujeitos) e podem ser um, dois
o três, segundo o nível inicial de execução do sujeito determinado pelo pré-teste.

EPA-2 /1
O EPA é composto por 68 itens, matrizes semelhantes, mas não iguais, às que for-
o teste de Raven, que é apresentado em dois slides: um estímulo, que apresenta a
matriz a resolver, e outra resposta, que incorpora a solução correta. Este material se
acompanha com instruções detalhadas para guiar o treinamento que deve ser realizado
cabo el evaluador. No manual é apresentada a regra que resolve cada item e as interac-
ações que o avaliador deve realizar para seu correto ensino.
A folha de anotações do teste inclui um esquema de análise que deve ser utilizado tão-
to para juzgar la ejecución de los sujetos como para seguir sus estrategias de resolución du-
rante o treinamento.

Desenvolvimento

As técnicas de potencial de aprendizagem, em geral, surgem da aplicação do con-


cepto dezona de desenvolvimento próximo de Vigotski (1978) à avaliação da inteligência,
considerando-se como uma alternativa à avaliação estática tradicional para aquelas pessoas
que obtêm baixas pontuações em testes tradicionais e das quais se pensa que poderiam,
mediante treinamento e/ou ajuda, melhorar sua execução: etnias diferentes, crianças com difi-
cultades de aprendizado e/ou idosos.
Inicialmente Budoff e Corman (1975) aplicaram uma metodologia de teste-treino-
miento-teste sobre o teste de Raven para verificar que crianças em desvantagem no formato
de avaliação padrão poderiam melhorar significativamente sua execução com ajuda. Esta
versión fue adaptada al castellano en un primer trabajo de Campllonch y Fernández-Ba-
llesteros (1981); posteriormente este teste foi validado (Fernández-Ballesteros e Calero,
1993) y revisado (Calero y Belchí, 1989), publicándose la primera forma del EPA en 1987.
Trabajos posteriores mostraron la necesidad de incorporar algunos ítems nuevos y las
possibilidades de aplicação a outros sujeitos que não fossem crianças com déficits intelectuais: an-
cianos, por exemplo. O EPA-2 é a última versão deste teste em que foram revisadas
dos designs anteriores, ampliado o número de itens de treinamento e estrutura-
dar o melhor nas sessões de avaliação.

Características psicométricas

➣ Amostra de padronização

A EPA foi adaptada a diferentes grupos em uma série de trabalhos realizados se-
cuencialmente. Inicialmente foi adaptado para crianças de 12 a 15 anos com baixo nível intelectual.
tual, e posteriormente, a crianças de dez a 14 anos com baixo QI e a crianças de 13 a 16 anos com di-
dificuldades de aprendizagem. Nos últimos trabalhos, foi adaptado para idosos de 65 a 80 anos.
Em relação aos requisitos psicométricos do teste, os resultados obtidos têm
a data tem sido a seguinte:

•Acerca de la eficacia del entrenamiento:Diversos trabajos han puesto de manifies-


que crianças com ou sem déficit intelectual e idosos melhoram significativamente sua
pontuação no teste de Raven ao serem treinados com o EPA.
•Sobre la fiabilidad:Las ganancias obtenidas con estos entrenamientos muestran es-
tabilidade por períodos de até um ano, em diversos trabalhos realizados.

2/Evaluación psicológica
•Sobre validez:Budoff y Corman (1974) mostraron la capacidad predictiva de su pro-
cedimento com respeito ao logro escolar; outros colaboradores de Budoff (Babah e
Bashi, 1975) mostraram sua capacidade preditiva em relação ao aproveitamento de
programas de treinamento em tarefas criptoaritméticas. Por último, Fernández-Ba-
llesteros e Calero (1993) mostraram a capacidade preditiva da pontuação de
ganância no EPA em relação à melhoria da inteligência, avaliada com o WISC,
que experimentaram crianças de dez a 14 anos, participantes, durante um curso completo,
en un programa de entrenamiento cognitivo.

Por último, foram aplicadas análises de discriminação para estabelecer a pontuação de


ganância de máxima sensibilidade e especificidade, encontrando que 6 pontos diretos (post-
pre) era o melhor ponto de corte.

Administração

Como mencionamos, trata-se de realizar duas sessões de avaliação com o Ra-


ven (pré e pós) em sua forma tradicional, e entre ambas são realizadas de uma a três sessões
de treinamento. Essas sessões devem ser realizadas em pequeno grupo (de cinco a dez sujeitos)
tos) em uma sala que disponha de um projetor de slides e um quadro do tipo "velleda"
que permita desenhar.
As sessões costumam durar 45 minutos; nelas são apresentadas slides, que se-
coloque em ordem de dificuldade crescente e mostre problemas que requerem para sua resolu-
cion as mesmas regras que as matrizes de Raven sobre as quais se estabelece uma interac-
ação guiada de treinamento que é apresentada estruturada no manual.

Correção

Análise quantitativa: o teste de Raven é corrigido com seus respectivos modelos.


aplicado antes e depois do treinamento e se obtém a diferença de pontuação
nes diretas. A partir daí podemos estimar se o sujeito obtém um potencial de apren-
dizaje.
Em caso negativo, ou se o objetivo pretendido for o planejamento de uma intervenção a
longo prazo sobre problemas desse tipo, devemos examinar as folhas de observação das
que obtemos um perfil qualitativo do processo de resolução desses problemas que se-
gênero do sujeito avaliado.

Exemplo de relatório

Maria é uma idosa de 80 anos que apresenta problemas de memória, embora, por isso
geral, é autônoma em seus cuidados. Suspeita-se que apresenta início de demência e se questiona
a possibilidade de incorporá-la a um programa de treinamento cognitivo. Maria po-
ve um baixo nível educativo, pelo que dificilmente pode ler e/ou fazer operações sim-
exemplos de cálculo, e seus cuidadores se perguntam até que ponto poderão manter os programas
de treinamento cognitivo projetados; por isso, tentando ter dados objetivos para to-
mar una decisión adecuada, se le aplica el EPA:

EPA-2 /3
Os resultados obtidos são:

• Raven pré = 12 P.D.


• Postagem do Corvo = 22 P.D.
• Puntuación de ganancia = 10.

Perfil qualitativo: Frequentemente falha em suas respostas, por perseveração e/ou repetições.
tición da resposta. Observa-se que isso está associado a uma falta de sistemática em seu acer-
camento à tarefa, mas Maria corrige os erros cometidos em cada item após o treino-
minto. Mostra além disso uma tendência a dar respostas gestuais. Em relação ao
o treinamento manifesta um grande nível de participação e um efeito de melhoria no acer-
comentário sobre a tarefa e na correção das respostas conforme avança.
Em definitivo, podemos afirmar, de acordo com os resultados obtidos, que, apesar de seu baixo
nível inicial, Maria tem um alto potencial de aprendizagem, isto é, plasticidade cognitiva, e
que, portanto, devemos prever que, se ele aprendeu tanto de uma tarefa tão distante de sua
vida cotidiana e da qual não tinha experiência, possa ter um bom aproveitamento de
qualquer programa de treinamento em solução de problemas complexos que se lhe aplique
que.
No entanto, com os dados obtidos na análise qualitativa, devemos prestar uma
cuidadosa atenção às suas ferramentas verbais, pois seus erros parecem dever-se ao seu baixo
repertório verbal, que o leva a não elaborar regras explícitas, e sua tendência a resposta
impulsiva e não sistemática, que deve ser freada. É previsível que um treinamento co-
nítido que cuide desses dois aspectos consiga uma melhoria significativa em seu estado mental.

BIBLIOGRAFÍA BÁSICA

Calero, M. D. (1995). Modificação da inteligen- A Avaliação do Potencial de Aprendizagem: O EPA


cia: sistemas de avaliação e intervençã[Link]- instrumento. En C. Lidz e J. Elliot (eds.). Dinâmico
Pirâmide. Avaliação: Modelos e aplicações prevalentes,
Fernández-Ballesteros, R. e Calero, M. D. (2001). pp. 293-323. Greenwich, JAI Press.

4/Avaliação psicológica

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