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Cuidados de Enfermagem na Apendicite

As doenças do trato gastrointestinal, especialmente a apendicite aguda, são causas comuns de emergências médicas, afetando principalmente jovens entre 10 e 30 anos. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são cruciais para reduzir a morbidade e mortalidade associadas. O documento aborda a fisiopatologia, cuidados de enfermagem e a importância da educação para o autocuidado dos pacientes com apendicite.

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Cuidados de Enfermagem na Apendicite

As doenças do trato gastrointestinal, especialmente a apendicite aguda, são causas comuns de emergências médicas, afetando principalmente jovens entre 10 e 30 anos. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são cruciais para reduzir a morbidade e mortalidade associadas. O documento aborda a fisiopatologia, cuidados de enfermagem e a importância da educação para o autocuidado dos pacientes com apendicite.

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INTRODUÇÃO

As doenças do trato gastrointestinal


representam hoje em dia uma das enfermidades mais
relevantes na atualidade. Cerca de 50% dos
emergências nos centros de saúde estão relacionadas com
este tipo de padecimentos os quais afetam o indivíduo
em qualquer etapa de sua vida. A apendicite aguda a sua
vez es la causa más representativa de esta entidad
nosológica, As estatísticas de saúde demonstram que
esta é a causa mais comum de abdômen agudo, que
requer tratamento cirúrgico de urgência. O risco de
la población de padecer una apendicitis aguda es del 7 al
12%, sendo mais frequente entre os 10 e 30 anos e mais
provável nos homens durante a puberdade e a
adolescência. Em teoria, o diagnóstico de apendicite
aguda, por tratarse de uma afecção tão comum, deveria
pode estabelecer-se facilmente; no entanto, na
a prática não ocorre assim por diferenças atribuíveis a
pródromos, início da doença, idade, sexo e
outros indicadores que obrigam a identificar as
manifestations patognomônicas do processo para
confirmar a inflamação do apêndice cecal.

Com base nisso, a equipe de saúde deve saber reconhecer


os sinais e sintomas capazes de fazer você pensar em uma
apendicite aguda presumida, qualquer que seja a forma
clínica do abdômen agudo, toda vez que a precocidade
diagnóstico e o tratamento adequado modificam
favorablemente el pronóstico, con lo cual disminuye la
morbidade e mortalidade por essa causa ao reduzir o
número de complicaciones o evitarlas, si bien en ese
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sentido também contribuem os avanços na cirurgia e
anestesiologia e sem dúvida o papel da enfermagem
joga um papel muito importante na proteção deste tipo
de afecções não apenas pela atenção assistencial como tal,
se não do ponto de vista educacional.

O seguinte trabalho é realizado com o ânimo de promover


para a melhoria desses pacientes desde o
momento de ingresso até sua permanência e saída do centro
de saúde, com as devidas recomendações que favoreçam
o seu aprimoramento, mas acima de tudo, que fortaleçam o
autocuidado.
2. OBJETIVOS

2. 1 OBJETIVO GENERAL

Proporcionar os conhecimentos teóricos da apendicite,


enfocados especialmente na fisiopatologia e nos cuidados
de enfermagem, que nos permitam abordar a problemática
médico-quirúrgica em seus aspectos assistenciais e
preventivos.

2. 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Identificar as complicações da apendicectomia


sua prevenção e tratamento.

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Utilizar o processo de enfermagem com estrutura de
referencia para el cuidado de paciente con
apendicite.
Enseñar al paciente las necesidades asistenciales en
o lar após ser submetido a uma intervenção
quirúrgica.
Descrever as responsabilidades da enfermeira para
satisfacer las necesidades del paciente.
Garantir a recuperação após a
intervenção cirúrgica.
Valorar de maneira adequada os signos de
apendicite.
Garantir a segurança do paciente no período pré e
pós-operatório
Valorar sinais vitais.
Proporcionar conforto ao paciente durante sua estadia
hospitalar.

3. ANATOMOFISIOLOGIA

O apêndice geralmente se encontra na parte


direita do corpo, (embora em algumas pessoas possa
encontrar-se no canto inferior esquerdo e é chamado de
SITUS INVERSUSse conhece pelo nome de apêndice
vermoforme apêndice vermicular apêndice
digitiforme, apêndice cecal ou simplesmente apêndice;
morfológicamente representa la parte inferior del ciego
primitivo do qual se desenvolve embriologicamente. Tem
a forma de um pequeno tubo cilíndrico, flexuoso,
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implantado na parte inferior interna do ceco a 2-3 cm
por baixo do ângulo íleocecal, exatamente no ponto
de confluência das três cintas do intestino grosso.
Suas dimensões variam de 2,5 cm a 23 cm, seu
anchura de 6-8 mm, é maior ao nível da base do
órgão, o qual às vezes (em crianças) continua com a
extremidade do ceco, sem linha de demarcação bem precisa.

Exteriormente é liso de cor cinza rosado, interiormente


compreende uma cavidade central que em sua extremidade livre
termina em beco sem saída e no outro extremo continua
com o cego, em que às vezes se encontra um
repliegue valvular, chamado válvula de Gerlach, a qual se
aplica sobre o orifício quando o cego se distende,
impedindo assim até certo ponto que as fezes penetrem
na cavidade apendicular. Aparentemente não desempenha
nenhum papel na patogenia da apendicite; embora a
a base do apêndice costuma ser encontrada em uma localização
constante, a ponta do mesmo pode variar desde ser
retrocecal até se encontrar napelveo ser
extraperitoneal.O apêndice é constituído por quatro
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túnicas, uma serosa, uma muscular, a submucosa e a
mucosa.

A túnica serosa que recobre toda a superfície é o


que vai constituir o meso do apêndice e cujo bordo
livre discorre a artéria apendicular, que é uma das
quatro ramas da artéria mesentérica superior e que
desce por trás do ângulo íleo-cecal, cruza a face
posterior del ileón y se introduce en el mesoapéndice.
A túnica muscular só dispõe de duas camadas de fibras
musculares: as longitudinais e as circulares.
A túnica mucosa e submucosa é igual à do intestino
grossa, apresenta um epitélio cilíndrico, um estroma
reticulado, uma mucosa muscular e glândulas tubulares.
A artéria apendicular é a que vai irrigar esse órgão e
está geralmente acompanhada pela veia apendicular
que vai se unir às veias do cego.
Os linfáticos que se iniciam nos folículos linfóides
atraviesam diretamente a túnica muscular e vão a
continuar com os linfáticos subserosos do apêndice, do
cego, do cólon ascendente, do mesentério, etc.
Os nervos do apêndice procedem, como os do ceco, do
plexo solar, por meio do plexo mesentérico superior.
Atualmente, a função do apêndice, se é que tem uma, é um
assunto de controvérsia no campo da fisiologia
humana. As funções hipotéticas que poderia realizar o
apêndice vai desde a linfática, exócrina ou endócrina
até a neuromuscular. No entanto, a maioria dos
médicos e cientistas sustentam que o apêndice carece de

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uma função significativa, e que existe fundamentalmente
como um órgão vestigial remanescente de um cego maior
para digerir celulose. Houve casos de pessoas que
que, mediantelaparoscopiaolaparotomiase les ha
descoberta a ausênciacongênitado apêndice, embora
esses casos são muito raros, não se conhece nenhum caso
de uma função gastrointestinal ou imunitária danificada.

Atualmente, pesquisas recentes demonstraram


que em lactentes menores, funciona como válvula de
escape para os gases, já que sua alimentação é
plenamente láctea; esto denota a base tão ampla que
possui o apêndice cecal, a esta idade, que vai
obliterando quando vem a ablactação, por ende o
o risco de obstrução com fecalitos é muito baixo e o
o desenvolvimento de apendicite é de menor incidência em
menores de 10 anos de idade.

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4. APENDICITE

4. 1DEFINIÇÃO

É a inflamação do apêndice vermiforme, geralmente


agudo, que se não for diagnosticado evolui rapidamente
em direção à perfuração e, posteriormente, em uma complicação
mais grave.

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A apendicite pode ocorrer em qualquer idade, embora a


a incidência máxima da apendicite aguda ocorre com
maior frequência no segundo e terceiro decênio de
vida em que, exceto as hérnias estranguladas, é
a causa mais frequente de dor abdominal intensa e
súbito e de cirurgia abdominal de urgência em muitos
países. É também uma causa importante de cirurgias
pediátricasfrequente em pré-escolares e escolares com
certo predomínio nos homens e uma predisposição
familiar.

A taxa de apendicectomia é aproximadamente 12% em


homens e 25% em mulheres, na população geral as
apendicectomias por uma apendicite ocorrem em 10 de
cada 10.000 pacientes a cada ano e astaxas de mortalidade
são menores de 1 por 100.000 pacientes desde o ano
1970.

No mundo, a incidência de apendicite é muito menor


empaíses em desenvolvimentosobre tudo em algumas

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partes de África y en los grupos de menor nivel
socioeconômico.

Apesar do surgimento de novas e melhoradas técnicas de


diagnóstico, a apendicite é diagnosticada erroneamente em
um 15% dos casos e não foi notada uma diminuição em
a taxa de ruptura de um apêndice inflamado desde os
anos 1990.

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A principal teoria da fisiopatologia da apendicite,


baseado em evidências experimentais aponta para um
taponamento da luz do apêndice.
O bloqueio por acumulação defezesllamadofecalomao
apendicolito, causou interesse recente em pesquisadores
como agente etiológico da apendicite. Os apendicolitos
y/o fecalomas aparecem no apêndice provavelmente
devido a uma retenção fecal no cólon direito e uma
prolongação no tempo do trânsito fecal por essa
região. As infecções(Ascaris lumbricoides,Enterobius
vermicularisa larva deTêneapodem também ocluir a
luz do apêndice, a presença de sementes é muito rara
qual causa uma obstrução com aumento da pressão por
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a produção de mucosidade própria do órgão. Raramente
ocorre obstrução do apêndice por razão de umtumor.
As bactérias intestinais escapam através das
paredes do apêndice, se formuma pusdentro e ao redor do
apêndice, o resultado de uma ruptura desse tipo é uma
peritoniteque pode levar a umasepsiainfecciosa e
disfunção orgânica múltipla e, eventualmente, a morte.
Entre los agentes que causan bloqueo del apéndice se
encontram:
Corpos estranhos
Trauma físico
Gusanos intestinais e linfadenite
Fecalomas ou fecalitos

A obstrução do lúmen apendicular dá origem a um


proceso que se puede dividir en tres etapas:
Inicialmente, a obstrução comprime os condutos
linfáticos, o que gera isquemia, edema e acumulação
de muco. Este é transformado em pus pelas bactérias e
aparecem úlceras na mucosa.
Esta es la apendicitis focal, que se caracteriza
clínicamente por sintomas que o paciente geralmente
interpreta como uma "indigestão", e mais tarde, por
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epigastralgia. A dor no epigástrio como manifestação
temprana é uma fase típica na evolução do
apendicitis aguda.
A seguir, as bactérias colonizam e destroem a
parede apendicular. O processo inflamatório atinge a
serosa e o peritônio parietal. Nesta fase há uma
apendicite aguda supurada, que se caracteriza por dor
localizado na fossa ilíaca direita.
Mais tarde, a trombose dos vasos sanguíneos
apendiculares produzem necrose da parede e gangrena.
Quando isso acontece, chama-se apendicite aguda
gangrenosa. A parede gangrenada permite a migração de
las bacterias, razón por lo cual resulta en contaminación
peritoneal a pesar de no existir uma perfuração visível.
O paciente apresenta sinais de irritação peritoneal
localizada e incluso generalizada.
Finalmente, o apêndice cecal se perfura onde a parede
encontra-se mais fraco. Através da perfuração escapa
o conteúdo purulento, que dá origem a uma peritonite.
Si las asas cercanas y el epiplón mantienen aislado el foco,
persiste como peritonite localizada e se forma um plastrão
ou um abscesso apendicular.
Quando o apêndice é retroperitoneal, o processo tende a
mantenerse más localizado. En cambio, si el apéndice es
intraperitoneal, e além disso a perfuração não é selada por
asas o epiplón, se produz uma peritonite generalizada. Em
neste caso, os sintomas e sinais correspondem aos de uma
irritação difusa de todo o peritônio.

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A apendicite é um processo evolutivo, sequencial, daí
as diversas manifestações clínicas e anatomo-patológicas
que suele encontrar el cirujano y que dependerán
fundamentalmente do momento ou fase da doença
em que o paciente é abordado.

6.1 CLASSIFICAÇÃO DA APENDICITE


6. 1 .1 Apendicite Congestiva ou Catarral
Quando ocorre a obstrução do lúmen apendicular, se
acumula a secreção mucosa e distende agudamente o
lúmen.
O aumento da pressão intraluminal produz uma
obstrução venosa, acúmulo de bactérias e reação do
tecido linfóide, que produz um exsudato
plasmoleucocitário denso que vai infiltrando as camadas
superficiais.
Tudo isso macroscópicamente se traduz em edema e
congestão da serosa e é chamada de apendicite congestiva
o catarral.
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6. 1. 2 Apendicite flematosa supurativa
A mucosa começa a apresentar pequenas ulceriações ou
é completamente destruída sendo invadida por
enterobactérias colecionando um exudado
mucopurulento na luz e uma infiltração de leucócitos
neutrófilos e eosinófilos em todas as túnicas, incluindo a
serosa, que se mostra intensamente congestiva,
edematosa, de coloração avermelhada e com exudato fibrinoso-
purulento em sua superfície; embora ainda não haja perfuração
da parede apendicular, ocorre difusão do conteúdo
mucopurulento intraluminal para a cavidade livre.

6. 1. 3 Apendicitis Gangrenosa o Necrótica


Quando o processo flemonoso é muito intenso, a
congestão e interrupção local e a distensão do órgão
produzem anóxia dos tecidos, a isso se adiciona o maior

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virulência das bactérias e, por sua vez, o aumento da
flora anaeróbica, que levam a uma necrobiose total.
A superfície do apêndice apresenta áreas de cor
púrpura, verde cinza ou vermelho escuro, com microperfuracões,
aumenta o líquido peritoneal, que pode ser tenuemente
purulento com um odor fecaloide.

6. 1. 4 Apendicite Perfurada
Quando os furos pequenos se tornam maiores,
geralmente na borda antimesentérica e adjacente a
um fecalito, o líquido peritoneal torna-se francamente
purulento e de cheiro fétido, neste momento estamos diante de
a perfuração do apêndice.
Toda esta sequência deveria sempre provocar peritonite,
se não fosse porque o exsudato fibrinoso inicial determina
a adesão protetora do epíplon e das alças intestinais
adyacentes que producen um bloqueio do processo que,
quando é eficaz, dá lugar ao PLASTRON APENDICULAR,
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e mesmo quando o apêndice se perfura e o bloqueio é
adequado, dará lugar ao ABSCESSO APENDICULAR, este
terá uma localização lateral ao ceco, retrocecal,
subcecal ou pélvico e contém uma pus espessa sob tensão e
fétida.
Quando o bloqueio é insuficiente ou não ocorre, como
no menino que apresenta epíplon curto, a perfuração do
apêndice produzirá uma peritonite generalizada, que é a
complicação mais severa da apendicite

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[Link] E SINTOMAS

A sequência clínica clássica é primeiro dor, depois


vômito e por último
febre.
Dor abdominal
generalizado o localizado
na área periumbilical,
o epigástrica que
posteriormente se
agudiza e se percebe no
quadrante inferior
direito ou fossa ilíaca
direita.
A dor pode se concentrar no ponto de McBurney.
(Situado a um terço da linha que une a espinha ilíaca)
anterossuperior direita e o umbigo), onde existe
aumento da dor à palpação e à descompressão
(sinal de Blumberg ou Rebote)
Esto se debe a una reacción por irritación del peritônio
[Link] casos em que o apêndice esteja localizado
Atrás do cego, a pressão profunda do quadrante
inferior direito pode não mostrar dor, chamado
apêndice silente. Isso se deve ao fato de que o cego, por estar

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distendido com gases, previne que a pressão do
examinador cheguei por completo ao apêndice. Igualmente,
se o apêndice está localizado dentro de luma pelve,por geral
há a ausência de rigidez abdominal. Em tais casos, o
toque retalproduz a dor por compressão retrovesical.
Quase sempre há anorexia, a tal ponto que se o paciente
ele tem apetite, o diagnóstico de apendicite deve ser
posto em dúvida. O vômito está presente em mais
del 75% dos casos. A febre é de 38° a 38,5°C. Sem
embargo, em pacientes de idades extremas -neonatos e
ancianos, la fiebre puede estar ausente o incluso puede
haver hipotermia, fato que é aplicável a qualquer
doença para pacientes dessas idades. A diarreia
está presente em cerca de1/5dos pacientes.
Quando se suspeita de apendicite, antes de iniciar a
palpação do abdômen é solicitado ao paciente que tossir e
indique com um dedo o ponto mais doloroso. Se o ponto
mais doloroso está na fossa ilíaca direita, então se
deve buscar o sinal de Rovsing que consiste em
aparição de dor no FID ao comprimir a fossa ilíaca
esquerda. Este sinal indica por si só a presença de um
processo inflamatório na fossa ilíaca direita, embora não
é específico de apendicite.
A palpação do abdômen sempre é praticada
começando pelos quadrantes menos dolorosos e
avançando para os mais dolorosos e da superfície para a
profundidade. Nos quadros iniciais encontra-se dor a
a palpação profunda na fossa ilíaca direita. Mais tarde
pode aparecer contratura da parede abdominal, é
dizer, defesa involuntária, a qual é mais intensa quanto

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mais próximo do processo inflamatório da
pared abdominal anterior.
Os sintomas tardios abrangem:
Escalofríos
Estreñimento
Inapetência
Náuseas
Temblores
Urinar com frequência e um desejo urgente e anormal
de urinar

[Link]ÓSTICO E AVALIAÇÃO

8.1 SINAIS CLÍNICOS

8.1.1 Signo de Blumberg: Também chamado de dor ou signo


do rebote, corresponde ao aparecimento da dor quando o
examinador retira súbitamente a mão depois de
deprimir a parede abdominal. Este sinal tem valor em
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qualquer lugar da parede, não apenas na fossa ilíaca
direita (FID). Recomenda-se deixá-lo para o final do
exame abdominal, pois quando está presente costuma ser
muito intenso.

8.1.2 Signo de Mc Burney:Corresponde al


desencadeamento de dor intensa ao pressionar
profundamente no ponto de Mc Burney (união entre o
terço médio e o terço lateral da linha imaginária
traçada entre o umbigo e a espinha ilíaca anterossuperior
direita).

8.1.3 Sinal de Rovsing: É positivo quando o paciente


sente dor na FID ao pressionar na fossa ilíaca
esquerda. Este efeito deve-se à distensão
cecoapendicular que produz Ia mobilização de gás em

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colon de esquerda para a direita e também pela compressão
de outras vísceras abdominais para a direita.

8.1.4 Sinal do psoas: É positivo quando o foco


inflamatório está em contato com este músculo. Procura-se
colocando o paciente em decúbito lateral esquerdo, se
estenda ao máximo o membro inferior direito e depois
se separa de seu homólogo fazendo uma abdução passiva
da anca. Esta manobra causa dor se houver irritação
do psoas.

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8.1.5 Signo do obturador: É a provocação de dor em
hipogástrio por elongação do músculo obturador interno
quando o processo apendicular está em contato com este
músculo. Se busca realizando una rotación interna pasiva
da perna sobre a coxa flexionada em 90°.

8.1.6 Signo de Aaron: É a aparição de dor em


epigástrico ou precordial quando palpitamos a fossa ilíaca
direita.

8.1.7 Maniobra de Valsalva: Esta maniobra dá signo


positivo se o paciente apresenta dor ou este se exacerba ao
tosser ou empurrar como se estivesse defecando.

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8.1.8 Taloneo: Este signo é positivo se apresentar dor
o este se exacerba quando o paciente fica na ponta dos pés
pés e depois cai sobre os calcanhares. Alguns pacientes
podem apresentar dor apenas com o ato de caminhar.

8.1.9 Resistência muscular involuntária: É uma


resistência leve ou franca à palpação, particularmente
importante na FID que se dá como resposta reflexa à
irritação peritoneal. Não se modifica com a respiração. Não
deve-se evitar nestes casos o exame retal e na
Mulheres, o exame ginecológico para descartar patologias.
desta esfera. No toque retal deve-se apreciar a
tonicidade esfincteriana e palpar a ampola retal
buscando sensibilidade no fundo de saco direito. O
o sentido deste exame é descartar outras patologias
pélvicas y buscar signos de proceso apendicular.

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[Link] PARACLINICOS

Ohemogramacom recuento diferencial mostra uma leve


leucocitose(10.000–18.000/mm) com predomínio de
neutrófilosem pacientes com apendicite aguda não
complicada. Os contagens de glóbulos brancos acima de
18.000/mm aumentam a possibilidade de uma apendicite
perforada. O exame de urina é útil para descartar uma
infecção urináriapois na apendicite aguda, uma
amostra de urina coletada por sonda vesical não se
caracteriza-se por bacteriúria ou bactérias na urina.
Aradiografiade abdômen deve ser tomada em casos de
abdômen agudoe, embora não sejam relevantes para o
diagnóstico de apendicite, são úteis para descartar outras
patologiascomo aobstrução intestinalumcálculo
[Link], sobre todo en niños, el radiologista
um experiente pode notar um fecalito radioopaco na
fossa ilíaca direita, sugestiva de apendicite.
Asecografiase asecografias-Doppler também oferecem
informação útil para detectar a apendicite, mas em uma
quantidade nada desprezível de casos (cerca de 15%)
especialmente naqueles em um estado inicial sem líquido
livre intra-abdominal, uma ultrassonografia da região de
a fossa ilíaca pode não revelar nada anormal apesar de
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haver apendicite. Frequentemente, em uma imagem de ultrassom
pode-se distinguir o que é apendicite de outras
doenças com sinais e sintomas muito semelhantes como
por exemplo, a inflamação dosganglios linfáticos
cercanos al apéndice. En situaciones donde hay una TAC
Tomografia axial computadorizadadisponível, é o método
preferido. Uma TAC corretamente realizada tem uma
taxa de detecção (sensibilidade) acima de 95%.) O
o que se busca em uma TAC é a falta de contraste no
apêndice e sinais de engrossamento da parede do
apêndice, normalmente >6mm em um corte transversal;
também podem haver evidências de inflamação regional
la llamada "grasa desflecada". Las ecografiasfilho
especialmente úteis para valorar as causas ginecológicas
do dor abdominal direito inferior em mulheres
que a TAC não é o método ideal para estas
circunstâncias.

10. COMPLICACIONES

1er Día 2º ou 3º Dia 4º ou 5º 7o Dia 10º Dia 15º


Postoperatori Postoperatorio Dia Postoper Postopera Día
o Pós-operatório torio o
atorio Mais

* Deiscência *Infecci *Absces *Adheren *Bri


Hemorragia do muñón ón de la o cias das
* apendicular ferida intra-abdominal
Evisceración * Atelectasia operato o-minal
(por mala) Pneumonia. ria
técnica) Fístula
Íleo estercorácea.
adinâmico.

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Nas apendicites sem perfuração, em 5% dos casos há
complicações. Nas apendicites com perfuração as
complicações ocorrem em 30% dos casos.
Habitualmente o curso pós-operatório de uma apendicite
sem perfuração é de uma evolução sem sobressaltos e há
uma enorme diferença com a recuperação tempestuosa
que acompanha a extirpação de um apêndice perfurado
com gangrena e com peritonite; o que destaca a
importancia del diagnóstico y tratamiento temprano.
10.1 PERITONITE
É ainflamaçãoaguda ou crónica doperitônio, a
membrana serosa que recubre parte de la cavidade
abdominale asvíscerasali contidas. Esta inflamação
pode ser localizada ou generalizada e pode ser de
etiologiabacterianaou bem secundária a umtraumatismo
direto na região do abdômen, ruptura de algum órgão
hueca por ação dossuco gástricovendas biliares. Por
lo general, la peritonitis es una emergencia quirúrgica en
a medicina. No caso das peritonites agudas costumam
manifestar-se com:
dor abdominal
Náuseas
Vômitos
Febre
Hipotensão
Taquicardias,geralmente associada à febre
Sed
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Aparição deíleo paralíticoou seja, paralisia
intestinal, o que também pode causarnáuseasy
vômitos.
Líquido en el abdomen
Incapacidade para evacuar fezes ou gases
Diminuição da diurese
Por sua parte, a peritonite crônica se deve a uma
evolução dos casos agudos se não foram curados corretamente, ou
bem como consequência de outrasdoençascrônicas e
la administración de medicamentosde forma continuada. A
peritonite, pode provocar umadesidrataçãono
paciente e provocar falha orgânica múltipla, ou
multissistêmica, o que pode levar até mesmo a là morte.

10. 1. 1 ETIOLOGIA DE LA PERITONITIS


A inflamação do peritônio pode ocorrer por:

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Chegada de germes à cavidade abdominal: por
infecções agudas como apendicite, colecistite,
úlceras perfuradas, diverticulite, pancreatite
salpingite, infecções pélvicas, etc. Por perfurações
agudas devidas a quadros infecciosos ou traumáticos ou
estrangulação ou infarto intestinal.
Por presença de corpos estranhos: gás, talco, etc.

Por causa da presença de substâncias raras (endógenas ou


exógenas): escape anastomótico, contaminantes como
sangue, bile, urina, etc.
Os germes podem invadir o peritônio por três vias:

Vía Direta ou local: Onde a poluição pode


ter lugar por:
[Link] de víscera oca de causa inflamatória ou
traumática.
b. Ruptura de processo séptico assentado em qualquer
víscera.
c. Invasão da serosa.
Via sanguínea.

Vias linfáticas.

10. 1. 2 CAUSAS, INCIDÊNCIA E FACTORES DE RISCO


Uma acumulação de pus no abdômen, chamadaabscesso
intra-abdominalpode causar a peritonite.
10. 1. 3 QUADRO CLÍNICO
As principais manifestações clínicas da peritonite
é a dor abdominal repentina, exacerbada por
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acciones que causen movimientos del peritoneo, como por
ejemplo, el toser, el flexionar las caderas o cuando el
o examinador realiza a palpação profunda do abdômen.
A localização da dor pode ser generalizada ou
específica dependendo da localização da inflamação,
como por exemplo, originado por uma apendicite ou uma
diverticulite.
Outros sinais e sintomas que podem acompanhar a uma
a peritonite inclui:
10. 1. 4 SIGNOS FÍSICOS
O exame deve ser minucioso, completo e com frequência.
é imperativa a avaliação repetida pelos mesmos
médicos quando não se conseguiu um diagnóstico preciso
rápidamente.
Os pacientes com quadros peritoneais no exame
geral podem apresentar:
Aparência geral ou aspecto: O paciente
geralmente se encontra demacrado, postrado,
imóvel pela dor com as pernas flexionadas em
posição de gatilho ou mahometana por dor.
Choque: Os sinais de choque são frequentes em
perfurações e depois pela toxemia e septicemia
bacteriana. Sinais de falha de perfusão tecidual com
hipotensão, pressão venosa central diminuída,
volume urinário diminuído, hematócrito diminuído
e presença de ácido láctico aumentado e bicarbonato
diminuído (acidose metabólica).
Temperatura:Puede ser muy variable, al principio
pode ser normal com tendência a elevar-se. Sua queda
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é de grave significação. E em casos fulminantes é
subnormal.
Pulso:Frecuencia cardiaca aumentada, taquicardia,
al principio cheio e saltitante, depois fraco e rápido
quando o processo continua.
Respirações: Podem ser rápidas e superficiais
(taquipneia), de tipo torácico por imobilidade dos
músculos abdominales y del diafragma.
Aparência da Língua: Saburral e úmida ao
princípio e depois seca e acartonada.
Icterícia.

10. 1. 5 COMPLICACIONES

Sequestro de líquido eeletrólitoso que causa uma


diminuição dapressão venosa centraltrastornos
hidroeletrolítico ehipovolemiaque podem derivar
um choquea insuficiência renal.
Abscessoperitoneal, por exemplo, logo abaixo do
fígado.
Sepsepode ser vista, pelo que se indica a tomada
de hemocultivos.
O líquido pode exercer pressão sobre o diafragma
causando dificuldade respiratória.

10. 1. 6 TRATAMENTO

Deve-se identificar e tratar a causa oportunamente. O


o tratamento típico implica uma cirurgia e o uso de
antibióticos imediatamente depois que se
diagnostica a peritonite. Às vezes, faz-se uma introdução de um
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tubo através do nariz até o estômago ou intestino
para drenar o líquido e o gás. Também são administrados
líquidos por via intravenosa (IV) para repor os líquidos
perdidos.
Os exames de diagnóstico para a peritonite podem
incluir os seguintes:

Raio X: Exame de diagnóstico que utiliza raios


invisíveis de energia eletromagnética para produzir
imágenes de los tejidos internos, los huesos y los
órgãos em uma placa.

Exames de laboratório: (para identificar o


organismo infeccioso).

Cirurgia exploratória.

10. 2 INFECCIÓN DE LA HERIDA OPERATORIA


As infecções da ferida são causadas por abscessos
locais na ferida operatória por germes fecais
principalmente Bacteroides frágiles, a los que siguen en
frequência aerobios Gram (-), Klebsiela, Enterobacter, E.
coli. Os sinais de infecção: dor calor, rubor talvez não
se encontrem. Os sinais iniciais são dor excessiva e
além de estar incomodado ao redor da ferida cirúrgica de
infecção local. Se esses sinais aparecerem, deve-se abrir
de imediato pele e tecidos subcutâneos. Não deve
esperar saída de pus, pois somente conforme se liquefaz a
grasa necrosada aparece pus.

10. 3 ABSCESSOS INTRABDOMINAIS


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Suelen deberse a contaminación da cavidade com
microorganismos que escapam do apêndice gangrenoso ou
perfurado, mas também com menor frequência é devido
um derrame transoperatório. O abscesso se manifesta por
fiebre hèctica ou em agulhas, com febre, mal-estar e anorexia
recurrente.
Os abscessos pélvicos produzem diarreia e podem ser
palpáveis ao toque vaginal ou retal; em alguns casos drena
espontáneamente a vagina o recto.
O abscesso subfrênico pode ser diagnosticado por sinais de
derrames no tórax suprayacente na imobilidade do
diafragma afectado.
O abscesso intra-abdominal pode exigir laparotomia
exploratória para seu diagnóstico.
Todos os abscessos devem ser drenados

10. 4 FÍSTULA CECAL O ESTERCORÁCEA

Pode dever-se a:

Retenção de corpo estranho como gordura ou curativo


Pontos muito apertados
Ligadura deficiente do monocomponente apendicular que se
deslizou sem ter-se invertido
Erosão da parede do cego por um dreno.
Obstrucción del colon por neoplasia no descubierta
Retenção de uma porção apendicular.
Enterite regional

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A maior parte das fístulas se fecha espontaneamente,
tudo o que é necessário é que o trajeto seja preservado
aberto, até que o drenagem seja suspensa.
As fístulas fecais não fecham espontaneamente, se ficar
punta de apêndice, corpo estranho ou se o intestino está
obstruído distal à fístula ou se a mucosa do intestino
ficou em continuidade com a pele. Nestes casos, o fechamento
a fístula requer operação.

10. 5 PILIFLEBITIS O PIEMA PORTAL


É uma doença grave caracterizada por icterícia,
escalofrío e febre elevada. Deve-se à septicemia do
sistema venoso portal com desenvolvimento de abscessos
hepáticos múltiplos.
A Piliflebitis acompanha a apendicite gangrenosa ou
perfurada e pode aparecer no pré ou pós-operatório. O
o germe mais frequente é o E. Coli. Atualmente com
o uso de antibióticos no pré e pós-operatório
a apresentação é rara.

10. 6 ÍLEO PARALÍTICO O ADINÁMICO


Nas primeiras 24 horas, espera-se a presença de um íleo.
reflexo devido ao espasmo causado pela manipulação e
cuja resolução é no pós-operatório imediato. Sem
embargo puede persistir como resultado de una peritonitis
generalizada ou uma apendicite complicada; sua resolução
é lenta e o tratamento de ordem médica:
Hidratação com reposição de eletrólitos
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Sonda nasogástrica
Antibióticos específicos

Deve-se realizar uma observação cuidadosa do paciente


para detectar uma obstrução mecânica como resultado
de aderências pós-operatórias precoces que sim
requerirían tratamiento quirúrgico de emergencia.
10. 7 DEHISCÊNCIA DO MUÑÓN APENDICULAR
Pode-se apresentar a partir do 2º ou 3º dia, e pode ser
devido à ligadura inadequada do muñón, ou por a
administração indevida de um enema evacuante que
distende o intestino e faz com que ele se quebre no ponto mais
débil, por ello nunca se deve indicar enemas depois de
cirurgia abdominal. O tratamento imediato é:
Laparotomia exploradora
Cecostomia com antibióticos específicos
10. 8 HEMORRAGIA
Dor abdominal súbita e choque hipovolêmico em qualquer
momento das primeiras 72 horas da apendicectomia
pode significar filtração a partir do toco ou o
deslizamento de uma ligadura arterial; com frequência a
a hemorragia é gradual e se origina de um vaso do
mesoapêndice ou de uma aderência seccionada, não
anunciada na operação. Explora-se a incisão
removendo a massa de sangue coagulado da cavidade
pélvica e parietocólica direita. Deixa-se um bom drenagem.

10. 9 COMPLICACIONES TARDÍAS

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Hernia incisional:A través de la incisión en fosa
iliaca direita com antecedentes de infecção
prolongada e drenagem grande no local da
hernia.
Obstrução mecânica: Produzida pela presença
de aderências intestinais; mais frequentes em
apendicites complicadas.
Infertilidade: Um abscesso na fossa ilíaca direita em
as mulheres podem provocar obstrução das
trompas até em 31%.

11. TRATAMENTO

O tratamento neste tipo de patologia é cirúrgico. Se


se diagnostica apendicite, o indicado é a operação.
Mientras esta se realiza, se administran antibióticos y
líquidos IV para corrigir ou prevenir o desequilíbrio
hidroeletrolítico; depois do diagnóstico, pode-se
prescrever analgésicos. A apendicectomia já seja com
anestesia geral ou peridural com incisão na parte
inferior do abdômen ou por laparoscopia é realizado o
o mais rápido possível para reduzir o risco de perfuração,
no entanto, deve-se considerar um tratamento
perioperatório.

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O tratamento da apendicite aguda compreende três
etapas:

11.1 MANEJO PRÉ-OPERATÓRIO: A todos os pacientes se


devem receber líquidos endovenosos em quantidade
suficiente para substituir os que o paciente deixou de
ingerir o perdeu antes de consultar, já seja por vômito,
diarrea, fiebre.

Além disso, devem-se administrar antibióticos para cobrir


gérmenes gram negativos e anaeróbios, pelo menos
meia hora antes da cirurgia. É preferível administrar
antibióticos a todos os pacientes, e se for o caso de uma
apendicite não perfurada, suspendê-los após a
cirurgia. As combinações usuais são à base de
metronidazol, clindamicina ou cloranfenicol para dar
cobertura a los negativos. En reemplazo de estas
combinaciones se puede utilizar sulbactam-ampicilina ou
cefoxitina sódica, os quais também dão cobertura a
esses microrganismos, com a vantagem de não serem
agrotóxicos. No momento atual, prefere-se a
combinação de metronidazol e gentamicina em virtude de sua
menor custo.

Em todo paciente em que se tenha decidido a conduta


quirúrgica, deve-se administrar um analgésico não opióide.
Uma vez decidida a cirurgia, não se torna indispensável
conservar a dor.

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Se o paciente apresentar sinais de peritonite generalizada, ou
pelo menos se houver distensão abdominal, deve-se
agregar

Um cateter central para medir a pressão venosa


Uma sonda vesical, para monitoramento da diurese
antes, durante e depois da cirurgia.
Uma sonda nasogástrica para descomprimir o
abdômen antes da cirurgia e evitar uma
distensão excessiva depois dela.

11 .2 MANEJO OPERATORIO:La Incisión debe ser


horizontal se o processo estiver localizado, e vertical
se suspeita de peritonite generalizada ou o diagnóstico não
é seguro.

A incisão horizontal inclui a seção da pele em


sentido transverso sobre o quadrante inferior direito, a
nivel de la espina ilíaca, sobre la mitad externa del
músculo reto abdominal anterior outra tanto igual por
fora do mesmo. A fáscia é incisa na mesma direção
transverso e o músculo se rejeita internamente. O
o peritônio pode ser aberto longitudinalmente para evitar
uma lesão dos vasos epigástricos. Quando é necessário
uma melhor exposição, se secciona a borda fascial interna
do oblíquo interno e do transverso, e se dilatam
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ambos músculos, tanto quanto seja necessário. No
possível, e especialmente nas mulheres, deve-se tentar
uma incisão pequena e com boa aparência estética, sem que
isso significa sacrificar a amplitude da exposição.

A incisão longitudinal atravessa todos os planos até a


cavidade peritoneal. Ao contrário das incisões
pararrectais, ou seja, fora do músculo retal
anterior, este acesso não cruza os nervos que vão ao
músculo y evitan así su denervación y posterior atrofia.
Como se anotou, esta incisão está indicada em processos
difusos que incluyen peritonite generalizada e que exigem
lavar a cavidade. Também está indicada quando o
o diagnóstico não é claro e pode ser necessário estender a
incisión para practicar el debido procedimiento.

Sempre que possível, deve-se fazer a apendicectomia.


No entanto, em caso de abscesso e destruição total do
apêndice cecal, deve-se praticar drenagem do abscesso
somente, deixando um tubo de drenagem por contrabertura
debido a la posibilidad de una fístula cecal.

Se encontrar uma apendicite perfurada com peritonite


generalizada, uma vez realizada a apendicectomia se
proceda a lavar a cavidade peritoneal com solução salina
normal até que o líquido de retorno tenha aparência
claro. No se deja drenaje, aunque hubiera un absceso en
a cavidade. Deve-se ter especial precaução em que o
o múmulo apendicular fique bem seguro. O único
indicação para drenagem é a insegurança no fechamento do
muñón apendicular.

Em relação à ferida cirúrgica, ela se fecha se o


apêndice não estava perfurado, pois se trata de uma ferida
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limpa contaminada. Em caso de perfuração, peritonite ou
abscesso, fecha-se o peritoneu e a fasia e deixa-se a
tecido celular e a pele abertas. Sobre a ferida aplica-se
uma gás humedecida ou com solução salina que não deve
retirar até o quarto dia pós-operatório. No quarto dia
no pós-operatório, descobre-se a ferida e se está limpa, se
pode fechar com adesivos ou com sutura
simples. Caso esteja infectada, prossegue-se
com curas e espera-se pelo fechamento pela segunda vez
intenção.

11 .3 MANEJO PÓS-OPERATÓRIO: A sonda nasogástrica


se mantém no lugar até a aparição do peristaltismo e
a sonda vesical até a estabilização da diurese.

Quando o apêndice não estava perfurado, suspende-se os


antibióticos e espera-se o peristaltismo para iniciar a via
oral. Nesses casos, o peristaltismo aparece normalmente
às 6 ou 12 horas de pós-operatório.

Se o apêndice não aparece perfurado, suspendem-se os


antibióticos e espera-se que apareça peristaltismo para
iniciar via oral. Usualmente o peristaltismo aparece a as
6 ou 12 horas pós-operatórias.

Si el apéndice estaba perforado y existe peritonitis


generalizada, o paciente deve:

Permanecer em posição semisentada, para


permitir que escurra o conteúdo líquido do
peritônio em direção ao fundo de saco de Douglas. De
esta manera, si se forma una absceso éste será
pélvico e não subfrênico; a diferença está em

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que um abscesso pélvico é mais fácil
diagnóstico e manejo de um abscesso subfrênico.
Manter um controle horário da pressão venosa
central e de diurese.
Os sinais vitais são monitorados de forma contínua
até que se estabilizam. Depois são controlados
a cada 4 horas, junto com a temperatura. Esses
os controles permitem fazer ajustes na gestão
de líquidos e detectar de forma oportuna
qualquer complicação.
Continuar o manejo de líquidos de acordo com
a peritonite.
Analgésicos conforme às necessidades.
La herida se maneja como ya fue descrito

12. PROCEDIMIENTO UTILIZADO

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13. CUIDADOS PRÉ-OPERATÓRIOS

13.1 Antes de confirmar o diagnóstico


Valoración física: observando las variables en el
quadro de dor abdominal intensa que pode ceder
no momento da perfuração, depois aumentar
acompanhado de febre, choque e abdômen plano.
Colocar o paciente confortável para aliviar a dor e a
tensão abdominal, geralmente na posição de
fowler.
Preparar psicologicamente o paciente para a
intervenção cirúrgica utilizando as diferentes

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técnicas destinadas à redução do medo e da
ansiedade.
Explicar el procedimiento quirúrgico: En qué
consiste, sus beneficios, posibles complicaciones,
etc.
Preparar fisicamente o paciente para a intervenção
quirúrgica: Rasurar a zona, FID caso se
é necessário garantir a limpeza da área cirúrgica,
verificar o preenchimento do consentimento
informado, trasladar o paciente para a sala de cirurgia
assegurando o completo preenchimento do
história clínica.
Vigiar para que não tome nada VO, para diminuir o
peristaltismo e que o estômago se esvazie em
preparación para la cirugía.

Controlar com regularidade os sinais vitais,


especialmente temperatura, ya que es el indicador
mais importante de infecção.
Evitar o uso de analgésicos, com o objetivo de não
enmascarar o quadro e dificultar o diagnóstico.
Tomar amostras de sangue para hemograma, teste
cruzada e de coagulação, além de preparar ao
paciente para RX de tórax e abdômen e EKG em
maiores de 40 anos.
Hidratar o paciente por via intravenosa.

13.2 Quando o diagnóstico é confirmado


Control de signos vitales.
NVO.
Mantener hidratado al paciente con Líquidos IV
100cc/H
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Manifestar ao paciente e aos seus familiares o
diagnóstico e o procedimento a seguir,
diminuindo os níveis de ansiedade.
Evitar a administração de enemas, pois podem
produzir perfuração.
Preparar física e mentalmente o paciente para o
procedimento (canalizar, rasurar, retirar prótese e
elementos de metal, brindar apoio emocional
maquiagens, esmaltes, etc.).

14 CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS
14.1 Medidas posteriores à recuperação da
anestesia
Valorizar o nível de consciência, capacidade de
compreensão, sensibilidade e mobilidade dos membros,
para conhecer o estado de recuperação do paciente
com relação à anestesia e prevenir possíveis
complicações.
Valorizar a presença de náuseas e vômitos.
Valorar o paciente de maneira integral, para detectar
possíveis complicações.
Lidar com os sinais vitais a cada 15 minutos durante
las primeras dos horas y disminuir de acuerdo a la
evolución satisfactoria del paciente.
Valorar a dor (intensidade, frequência), para fornecer
um melhor cuidado.

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Realizar curativo na ferida, com técnica asséptica
para evitar a infecção da mesma.
Controle de líquidos administrados e eliminados.
14.2 Cuidados continuos
Documentar os ruídos intestinais e a passagem de flatos
o movimentos intestinais. (esses são sinais de
retorno ao peristaltismo.
Vigiar em busca de complicações cirúrgicas, como
dor, febre contínua, que indiquem um abscesso ou
deiscência da ferida.
Os pontos de sutura são removidos de 7 a 10 dias.
consultório do médico
Administrar analgésicos a cada 6 horas, conforme necessário
necessitei.
Educar o paciente sobre os cuidados com a ferida, os
signos de infección, y de la importancia de tomar los
medicamentos a la hora indicada además de la
importância da deambulação precoce.
Fornecer recomendações para o manejo pós-
operatorio en el hogar:
Realizar limpeza diária da ferida cirúrgica com
Número de Seguro Social.
Não manipule a ferida com as mãos sujas.
Tomar o tratamento farmacológico indicado.
Não realizar movimentos bruscos, nem levantar objetos
pesados.
Inspeccionar la herida para detectar signos de
complicaciones: Dolor, tumefacción, inflamación,
sangrado, etc.
Recomendar una dieta rica en proteínas y vitamina C
para promover a cicatrização da ferida.
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Assistir aos controles médicos estabelecidos.

15. PAE

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PROCESSO DE ATENÇÃO DE ENFERMAGEM PRÉ-OPERATÓRIOS

Dominio:12 Confort
Classe: 1 Conforto físico
DX: Dor agudo r/c inflamação do apêndice
CD: Informe verbal e gestual da dor, posição
antiálgica para evitá-lo, respostas positivas à
palpação da dor.
OBJETIVO: Reducir el dolor mediante actividades de enfermería, suministrando comodidad y bienestar al
paciente.
INTERVENÇÃO ACTIVIDAD DE ENFERMERÍA JUSTIFICAÇÃO
Manejo da dor Realizar uma avaliação A avaliação da dor em
exaustiva da dor que este tipo de pacientes é de
inclua: Localização soma importância posto que
características, aparición, é orientador de um
duración, frecuencia, diagnóstico definitivo.
qualidade, intensidade e fatores
desencadeantes.

Esta valorização é muito


importante porque las

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Valoración de signos vitales anomalias encontradas
(TA, FR, P, T) têm grande importância para
o diagnóstico de algumas
doenças y su
Administração de líquidos IV evolução.
100 C/h segundo a ordem médica. A administração de
líquidos I.V é muito
importante, por meio de
estes líquidos prevenimos a
desidratação, e suprimos
as demandas hídricas que se
Oferecer apoio emocional perdem no vômito, a
sudorese, micção, etc.

Conforto e comodidade. O manifestar interesse e


disponibilidade de ajuda para
enfrentar a dor, diminui
Proporcionar medidas de a tensão que experimenta
comodidade e conforto durante o paciente.
o processo pré-operatório
mediato

O conforto e comodidade
diminui a intensidade do

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dor e oferece um ambiente
próspero.

PROCESSOS DE ATENÇÃO DE ENFERMAGEM PRÉ-OPERATÓRIOS

Dominio:2 Nutrición
Clase:5 Hidratación.
DX: Desequilíbrio hidroeletrolítico R/C Perda
activa de líquidos (vômitos).
CD: Fraqueza, Sede, Secura da pele e de
mucosas. Diminuição da diurese
OBJETIVO: Conservar el equilibro hidroelectrolitico con actividades de enfermería que prevengan la
desidratação
INTERVENCIÓN ATIVIDADE DE ENFERMAGEM JUSTIFICAÇÃO

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Manejo de líquidos e Avaliação do estado do A importância disso
eletrolitos. paciente e estado de a avaliação baseia-se nas
desidratação. manifestaciones clínicas que
son: sed, resequedad da
língua, olhos fundos,
perda da turgência da
pele, diminuição da
eliminação urinária, estes
trastornos se dão por
perda de líquidos e
eletrólitos do corpo e os
tecidos já sejam por múltiplos
verificar se há uma via causas. Podem ser por um
permeável, preferencialmente ingestão insuficiente ou por
com yelco Nº 18 perda excessiva de líquidos
corporais.
Se faz necessário a
instalação de uma via
permeável para a
consecuente reposição de
líquidos perdidos, além disso
Manter um controle estrito de serve como rota para a
líquidos administrados e administração de
eliminados. medicamentos por vía
endovenosa em caso de ser
necessário.
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O balanço é o controle
exato de líquidos
administrados e eliminados
por diferentes vias, tem
por objeto a regulamentação da
atividade hidroeletrolítica
Se os líquidos administrados
Observar se existe perda de são maiores que os eliminados
líquidos (hemorragia, o saldo é positivo, se os
vômito, diarreia líquidos eliminados são
maiores que os
administrados o balanço é
Manter a solução IV que negativo.
contém os eletrólitos a um
nível de fluxo constante

Esta atividade deve ser feita


rigurosamente para que em
caso de que ocorra se tomem
as medidas pertinentes à
reposição necessária de
líquidos.
A irrigação contínua de
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líquidos abastece
adequadamente as perdas
hídricas que se apresentem,
por isso deve ser feito de
maneira constante y
preferivelmente com
soluções isotônicas que são
aquelas que têm o mesmo
concentração de partículas
de soluto em relação com os
líquidos orgânicos do nosso
organismo.

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PROCESSO DE ATENÇÃO DE ENFERMAGEM PRÉ-QUIRÚRGICOS

Dominio:9 Afrontamiento /tolerancia al estrés


Clase:2 Respuestas de afrontamiento
DX: Ansiedade R/C medo do procedimento
quirúrgico
Inquietude, incerteza, angústia,
preocupação crescente, temor.

OBJETIVO: Disminuir el grado de ansiedad y estrés que se produce en el paciente que va hacer intervenido
quirúrgicamente.

INTERVENÇÃO ATIVIDADE DE ENFERMAGEM JUSTIFICAÇÃO

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Comunicação terapêutica Estabelecer uma relação Estabelecer uma comunicação
terapêutica Enfermeira terapêutica com o paciente
Paciente, informando tudo es de gran importancia
o relacionado com o porque o pessoal de
diagnóstico, tratamento e enfermagem influencia
procedimento que se le va a conscientemente sobre un
praticar. paciente o le ayuda a una
melhor compreensão
baseando-se na
Apoio emocional comunicação verbal ou não
verbal.

Animar o paciente a que


expresse os sentimentos de
ansiedade, raiva ou tristeza. Dessa maneira, o pessoal
de enfermagem fornece ao
paciente uma medida de
desahogo e nesse sentido o
Abraçar ou tocar o paciente reduzirá a ansiedade.
para proporcioná-lo apoio. O contato físico quando se
hace de manera adecuada es
de grande importância porque a
através de ele se expressa ao
paciente que estamos
ouvindo y que
compreendemos sua situação,
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ao mesmo tempo que
Ouvir as expressões de aumentamos o grau de
sentimentos e crenças confiança.

Através deste diálogo


podemos saber quão
acertadas ou erradas são as
crenças ou medos que ele
paciente tem e nessa
medida satisfazer todas as
dúvidas sobre seu estado de
saúde e o procedimento
quirúrgico ao qual será
submetido.

PROCESSOS DE ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM PÓS-CIRÚRGICOS

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Domínio: 12 conforto
Classe: 1 Conforto físico
DX: Dor aguda R/C Procedimento
quirúrgico.(apendicectomia)
CD: Informe verbal ou codificado, máscara facial,
gestos de proteção.
OBJETIVO: Reduzir o nível da dor por meio de atividades de enfermagem voltadas para produzir bem-estar
no indivíduo
INTERVENÇÃO ATIVIDADE DE ENFERMAGEM JUSTIFICAÇÃO
Manejo da dor valorar a intensidade da dor A avaliação quantitativa do
segundo a escala de 0-4. dor nos permite determinar
o grau de intensidade que
apresenta, por isso estabelecer o
manejo adequado.

Valorar sinais vitais


Os sinais vitais alterados são
indicadores de alterações em
Verificar a permeabilidade do o estado de saúde.
cateter
Deve-se ter em conta com
o fim de permitir o fluxo
normal de líquidos e
Administração de medicamentos, além de

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medicamentos Administrar analgésicos conforme igual maneira se previnem
ordem médica tendo em possíveis complicações como
conte a regra de ouro dos a flebite.
cinco corretos. Os analgésicos agem sobre
todo inibindo umasenzimas
Chamadas ciclooxigenases
cruciais na produção de
prostaglandinassubstâncias
mediadoras da dor

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PROCESSOS DE ATENÇÃO DE ENFERMAGEM PÓS-OPERATÓRIOS

Dominio:11 Seguridad y protección


Classe: 2 Lesão física
DX: Deterioração da integridade tecidual R/C
extirpación del apéndice (Apendicectomía)
CD:Alteração da superfície da pele
(epiderme), destruição das camadas da
derme, invasão das estruturas corporais.
OBJETIVO: Proporcionar cuidados en la herida quirúrgica para prevenir la invasión microbiana y favorecer la
cicatrização.
INTERVENÇÃO ATIVIDADE DE ENFERMAGEM JUSTIFICAÇÃO
Manejo da ferida Inspecionar o local da incisão A prévia inspeção do local
quirúrgica a ferida cirúrgica em busca de da incisão nos permite
sinais de infecção. planejar o método de
cura da ferida

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Control de los signos vitales Este controle permite
especialmente a temperatura. identificar alterações e
presença de hipertermia que
Lavagem das mãos e demais é um sintoma cardinal da
técnicas assépticas. infecção.
O uso adequado da técnica
aséptica reduz de maneira
significativa o nível de
contaminação e garante a
higiene e recuperação da
vigiar sinais de infecção, ferida.
(rubor, cor, etc.)

Esses sinais são indicadores de


processos infecciosos por tanto
requerem ser vigilados para
Cura da ferida cirúrgica estabelecer os cuidados.
com SSN 0,9%.

A Solução Salina é uma


solução eletrolítica isotônica
Administração de
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medicamentos de utilidade amplamente
Registrar e notificar qualquer demonstrada na clínica, uma de
mudança produzida na ferida. as tantas, é que permite
realizar um varrido de
Manejo da nutrição
Administrar antibióticos de acordo com microorganismos na ferida
prescrição médica. quirúrgica.

Manter um registro dos


mudanças que a ferida apresenta
Oferecer uma dieta hiperproteica, cirúrgica nos facilita o
e Vitamina C. manejo eficácia e continuidade
do tratamento.
Os antibióticos agem na
bactérias gram positivas e
Deambulação negativas inibindo seu
replicação em feridas.

Os alimentos ricos em
proteínas e Vitamina C
contribuem para que o processo
Realizar caminhadas diárias e de cicatrização seja mais
passivas. rápido, já que estas são
substâncias que fazem parte de
todos os tecidos animais, sem

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embargo a razão mais
importante é que é o
principal elemento plástico de
os músculos e, por conseguinte, dos
tecidos, igualmente o consumo
de Vitamina C ajuda a
formação de fibrinas de
colágeno.

A deambulação precoce
aumenta a rapidez do
cicatrização de tecidos em
feridas abdominais
permitindo assim uma melhor
irrigação sanguínea na zona
afetada e estimula ou ativa
o peristaltismo.

PROCESOS DE ATENCION DE ENFERMERÍA POST-QUIRURGICOS

Dominio:11 Seguridad y protección


Classe: 2 Lesão física
DX: Alteração da mobilidade R/C Ferida

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quirúrgica
CD: Limitação da capacidade para as
habilidades, dificultad para girarse en la cama,
levantar-se com a mesma agilidade. limitação da
amplitude do movimento.
OBJETIVO: Mejorar la movilidad física en el paciente mediante actividades de enfermerías encaminadas a
evitar possíveis complicações.

INTERVENÇÃO ATIVIDADE DE ENFERMAGEM JUSTIFICACIÓN


Manejo do movimento Realizar mudanças de posição. A realização das mudanças
de posição ajudam ao indivíduo
a evitar lesões de tipo
tisular, da mesma maneira
favorecem o processo do
retorno venoso.

Gestão da mobilidade Identificar que atividades


física pode realizar o paciente de
forma autónoma Desta maneira podemos fazer
selectivos os exercícios ou
Animá-lo a realizar exercícios movimentos que podem
passivos. favorecer sua recuperação.

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La realización de ejercicios
favorece os movimentos
normais de nosso
organismo. estos también
ajudam a evitar possíveis
complicações como por
exemplo de estase venosa;
além disso desta maneira
também poderemos saber até
onde está impossibilitado o
paciente em sua mobilidade e assim
poder brindar-lhe um melhor
Acompanhar o paciente em todas apoio conforme sua necessidade
as atividades que desejar
realizar, enquanto este não puder
fazer isso sozinho.

ele apoio ajuda o


acompanhamento que se lhe
brindar ao indivíduo o estimula
e motiva na realização de
atividades em prol do seu
Manter em todo momento uma recuperação
posición funcional con el cuerpo
alinhado.

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Ensinar técnicas de relaxamento
para serem aplicadas antes,
durante e depois da Uma posição adequada evita
atividade física com o fim de los riesgos de deformación y
aliviar a dor. complicações, além de ajudar
à diminuição da dor.
De esta manera el paciente
Ajudá-lo no autocuidado poderá realizar movimentos
com um elevado grau de
confiança, sem ansiedade e por
acabe sem medo de enfrentar
uma possível dor, porque
Prover a ajuda necessária recordemos que segundo esteja o
até que seja capaz de integrar estado emocional del paciente
suas necessidades de cuidado por assim poderá enfrentar de maneira
seus próprios meios. eficaz o no las situaciones que
se le presenten.

O fomento e a motivação de
Educar os familiares para que as capacidades de
eles ajudam o paciente, em seu autocuidado do paciente
rotina de cuidado sempre e podem aumentar sua sensação
cuando este no pueda realizarlos de controle e independência
por si só. promovendo o bem-estar
geral e a satisfação de sua
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necessidades.
Estabelecer uma rotina de
autocuidado.
Uma adequada assessoria aos
familiares garante que o
cuidado se faça da melhor
maneira pois na ausência do
enfermeiro este é o indicado
para ajudar

É importante que o cuidado


se faça de maneira rotineira já
que da continuidade à
a atenção depende da prontidão
recuperação.

PROCESSOS DE ATENÇÃO DE ENFERMAGEM PÓS-OPERATÓRIOS

Dominio:11 Seguridad y protección


Classe: 1 Infecção
DX: Risco de infecção R/C Ferida cirúrgica

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OBJETIVO: prevenir cualquier tipo de infección por falta de conocimientos acerca de su manejo
pós-operatório
INTERVENÇÃO ATIVIDADE DE ENFERMAGEM JUSTIFICACIÓN
Manejo de la herida Vigilar signos de infección Estes sinais indicam a
quirúrgica (febre, dor, calafrios, aparición de un proceso
eritema, saída de secreções, infeccioso. E seu oportuno
deiscência de ferida detenção ajudará a uma
atuação rápida para evitar
complicações, e da mesma forma
manera de tomar as medidas
necessárias quanto você está
situações cheguem um
Controle de sinais vitais apresentar-se.
especialmente a temperatura.

Através dos sinais vitais se


determine os valores
normais ou anormais do
funcionamento cardíaco, de
a respiração y a
termorregulación del cuerpo,
Portanto, o controle da
temperatura permite detectar
hipertermia, el cual es un
sintoma cardinal de processos

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Manter a ferida coberta e infecciosos, favorecendo uma
evitar ao máximo seu intervenção oportuna, por isso
manipulação. qual a invasão e crescimento
de bactérias dentro dos
tecidos corporais causam
sinais muito evidentes de
infecção.

Utilizar uma técnica asséptica


correta de lavagens de mãos No ambiente existem
quando forem realizadas curas de múltiplos micro-organismos
a ferida do paciente. patógenos, igualmente a
manipulação constante da
ferida aumenta o risco de
infecção.

Evitar colocar o paciente na A limpeza das mãos


mesma área de pacientes que permite isolar microorganismos
presente algum tipo de que se adquirem no meio.
infecção. Esta limpeza é a medida mais
simples para prevenir a
disseminação de
microorganismos. E l objetivo
é eliminar a sujeira visível,
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a flora transitória em a
a superfície das mãos se vai
acumulando pelo contato
permanente com o meio
externo.
A fonte de os
microorganismos que causam
Manejo de medidas infecções nosocomiais
assépticas para prevenir podem ser os próprios
o controlar infecções pacientes(fuente endógena)o
o ambiente e o pessoal
hospitalar. (Fonte
Utilizar técnicas assépticas na exógena). Portanto o
realização de procedimentos. isolamento seletivo pode
reduzir o risco de
Administração de contaminação e o possível
medicamentos desimanção de as
infecções.

Administração de antibióticos
segundo ordem médica.

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Las Técnicas asépticas la
constitui um conjunto de
procedimentos e atividades
Brindar educação ao que são realizados com o fim de
paciente diminuir ao mínimo as
possibilidades de contaminação
Educar o paciente e a sua família microbiana durante a atenção
sobre a manipulação da ferida de pacientes
e a sua correta cura.

Os antibióticos são um grupo


de medicamentos que ejercen
sua ação antimicrobiana no
organismo através da
destruição celular
microbiana; combatendo a
vez a infecção.
Os antibióticos exercem tanto
um efeito bacteriostático como
bactericida (ou uma combinação
de ambos). Os antibióticos
bacteriostáticos inibem o
crecimiento de
microorganismos, permitindo
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que os mecanismos de defesa
do indivíduo funcionem; os
fármacos bactericidas
produzem a morte do
microorganismo.

A educação ao paciente e a
entorno familiar ajuda a
promover o autocuidado e a
vez evita possíveis
complicações.

16. PLAN DE AUTOCUIDADO

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PLANO DE AUTOCUIDADO PARA A APENDICITE PLAN DE AUTOCUIDADOS DE LA APENDICITIS PLAN DE AUTOCUIDADOS DE LA APENDICITIS

O QUE É A APENDICITE? COMPLICAÇÕES RECOMENDACIONES


É a inflamação do A mais conhecida é a Consumo de dieta
apêndice geralmente peritonite blanda (gelatinas, puré
agudo, que se não se de papas)
diagnostica evolui
rápidamente em direção a
perforação e posterior a
olá em uma complicação
mais grave.
TRATAMIENTO
Apendicectomia
laparoscopia Consumo de vitamina C
SIGNOS Y SINTOMAS
A sequência clínica clássica
é primeirolor, depois
vômito e, por fim, febre.

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PLAN DE AUTOCUIDADOS DE LA APENDICITIS PLAN DE AUTOCUIDADOS DE LA APENDICITIS PLAN DE AUTOCUIDADOS DE LA APENDICITIS

Consumo abundante
líquido

Visita ao médico 7-10


dias para retirar pontos Lavar-se adequadamente
no local do as mãos antes de
Administración de incisão. manipular a ferida
tratamiento quirúrgica para evitar
farmacológico ordenado possíveis
pelo médico.

Deve ser notificado de


imediato se houver
inflamação infecções
Vigiar diariamente o site vermelhidão
de incisão e ferida hemorragia, secreção ou
quirúrgica até que calor na área
esto cicatriz incidida.
definitivamente. NO SE DEBE HACER

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Não deve levantar
objetos pesados, nem
fazer movimentos
bruscos em vários
semanas.

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17. CONCLUSION

A execução deste trabalho nos permitiu aprender com


maneira essencial as características clínicas presentes na
apendicite abrangendo desde o revisão
anatomofisiológico, etiologia, classificações, possíveis
complicações e posteriormente, tratamento.
Logicamente, ao adquirir este tipo de conhecimentos nós
vemos-nos obrigados, no nosso papel de estudantes a
desenvolver cada vez mais, aptidões voltadas para o
estabelecimento do cuidado em sujeitos que cursam esta
afeição e a avançar ainda mais em nosso processo
Enseñanza-Aprendizaje.

Embora a apendicite como tal não represente uma


doença extremamente incapacitante, representa uma das
las afecciones más comunes de consulta en los centros de
urgencia a nivel mundial, este es tal vez uno de los
motivos que demandam do pessoal médico grande perícia a
a hora de brindar atenção.

Da realização do trabalho se adquire o conhecimento


adequado para realizar intervenções de enfermagem sob
a assessoria do docente, com o qual esperamos contribuir
não só à nossa formação, mas também à de todos
aqueles colegas de classe que se interessam por isto
tipo de trabalho.

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18. BIBLIOGRAFIA

STEPHANIE kitt, junho káiser, Urgências em


Enfermería. Ed. Interamericana Mc Graw Hill vol. 1.
BRUNNER e Sudarte. Suzanne c. Smeltzer.
Enfermagem Médico-Cirúrgica. Mc. Graw Hill. Ed. 10
Vol. 1
Manual de Enfermagem. Oceano/Centrum
Dicionário de Medicina Océano Mosby. Editora:
Mosby. Barcelona.
Diagnósticos de Enfermagem: Definições e Classificação
(NANDA INTERNACIONAL 2006-2007).
Classificação de intervenções de Enfermagem (NIC).
Quarta Edição.
Microsoft Student com ENCARTA Premium 2009.
JEANNETTE E. Watson. Enfermagem Médico-Cirúrgica
Ed. Interamericana Vol.
LATERJET. Rois Liard
Anatomia Humana 3 edição Vol. 2
BRUNNER Ciliana Manual de Enfermagem Vol.1

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LIPPINCOTT Enfermagem Prática Ed. Interamericana
Mc. Graw Hill. Vol. 1 5ª edição

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