0% acharam este documento útil (0 voto)
25 visualizações55 páginas

Cateter Venoso Central: Indicações e Cuidados

Este documento descreve um cateter venoso central, que é um cateter flexível inserido em uma veia central para administrar medicamentos, soluções e realizar procedimentos diagnósticos. Explica os tipos de materiais, indicações, contraindicações, complicações e técnica de inserção de um cateter venoso central.

Traduzido por

ScribdTranslations
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
25 visualizações55 páginas

Cateter Venoso Central: Indicações e Cuidados

Este documento descreve um cateter venoso central, que é um cateter flexível inserido em uma veia central para administrar medicamentos, soluções e realizar procedimentos diagnósticos. Explica os tipos de materiais, indicações, contraindicações, complicações e técnica de inserção de um cateter venoso central.

Traduzido por

ScribdTranslations
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Cateter Venoso

Central

Lic. Marisela del Carmen Quispe


Plasência
Enfermeira Intensivista.
C.E.P. Nº 46162 - R.E.E. Nº 7379
Cateter Venoso Central
É a inserção de um
catéter biocompatível em
o espaço intravascular
central ou periférico, com
o fim de administrar
soluções
medicamentos, nutrição
parenteral, meios de
contraste e realizar
exames diagnósticos
entre outros.
Cateter Venoso Central

Especificaciones Técnicas :
Blando y flexible.
Radiopaco (Rx)
Material
Cloruro de Polivinilo (PVC).
Polietileno.
Teflón
Politetrafluoretileno (PTFE).
Silicone.
Poliuretano
Com válvulas antirrefluxo
Com 2 ou 3 lúmens.
Indicaciones

[Link] vascular, ante imposibilidad de canular


veia periférica
[Link]ón de vasopresores
3. Administração de agentes irritantes de vasos e
tecidos periféricos (potássio, manitol, fenitoína)
[Link]ção Parenteral Total
[Link]ón rápida de fluidos en pacientes en
choque
6. Toma frequente de sangue venoso não misturado
Instruções

[Link] da PVC
8. Monitoramento Hemodinâmico Invasivo com Catéter de
Swan-Ganz (pressões intracavitárias e gasto cardíaco por
termodiluição
[Link]ón de Marcapasos transvenoso transitorio
[Link]álise transitória
[Link]ón de aire embolizado
INDICACIONES PARA EL USO DE CATÉTER
6 VENOSO CENTRAL.

Monitorização hemodinâmica Medición PVC

Requisitos de múltiplas infusões


Acesso vascular
Acessos venosos periféricos ruins

Drogas vasoativas
CVC Administração de substâncias Antibióticos
vasos ativos ou tóxicos
irritantes Nutrição parenteral total

Quimioterapia

Acesso à circulação pulmonar


Procedimentos
radiológicos e terapêuticos Circuito extracorpóreo

Instalação de sonda marcapasso


7
VÍAS DE ABORDAGEM DO CATETER
VENOSO CENTRAL.

Veia subclávia

Venas
Basílica e Cefálica CVC Veia jugular interna

Vena femoral
CLASSIFICAÇÃO
8
DOS CATÉTERES VENOSOS
CENTRAIS.

TRANSITÓRIOS Para uso durante a estadia intra-


1) TRANSITÓRIOS hospitalar, devem ser retirados na sua alta.

Principalmente feitos de plástico e


poliuretano:Braun, Arrow, Hidrocat,
Mahurcar, etc.

São usados por um período de tempo limitado


por isso são denominados CVC transitório ou
temporal.

É um procedimento que seu uso tem sido


generalizado para administrar soluções
hiperosmolares e alguns agentes
inotrópicos.
CLASSIFICAÇÃO DOS CATÉTERES
VENOSOS CENTRAIS.
Principalmente feitos de silicone.
2)2) PERMANENTES.
PERMANENTES.
Sua instalação é cirúrgica.

Útil até por 5 anos.

São usados em pacientes que requerem


tratamento por períodos
prolongados, de forma continuada ou
intermitente: quimioterapia.

Tenemos: PORT-A-CATH
PERMACATH,GROSHONH
HICKMAN(adulto),
BROVIACK(pediátrico).
Contraindicaciones

Coagulopatia.
Terapia anticoagulante ou trombolítica.
Traqueostomia com secreções copiosas (VYI).
Infeção ou queimaduras de pele na zona de inserção.
Enfisema severo.
Falta de experiência do operador.
A complicação infecciosa
um desafio à qualidade do atendimento
BACTERIEMIAZERO
MANEJO DE CATETER VENOSO CENTRAL

1
6 HIGIENE
MANEJO ASEPTICO ADEQUADA DE
DOS CATETERES MÃOS

2
DESINFECÇÃO
5 PARAR DA PELE
RETIRADA DE CVC
INNECESÁRIOS BCR

4 3
PREFERENCIA MEDIDAS DE
DE BARRERA
LOCALIZACION: TOTAL DURANTE
SUBCLAVIA A INSERÇÃO
Paso 1: Verificar indicaciones y excluir

contraindicações
Passo 2: Consentimento Informado
Paso 3:Verificar que todo el material
está completo e pronto
Paso 4:Elegir el tipo, tamaño y número de lúmenes del
catéter mais apropriado para a indicação de uso
Paso 5:Posición de cama del paciente
Passo 6: Escolher o melhor acesso
venoso
Veia Jugular Interna

Veia Subclávia

Vena Femoral Preferir acessoSC> YI > F


Passo 7
Higiene das mãos
clínico
Passo 8: Uso de touca, máscara, avental,
luvas estéreis e campos grandes

Raad, et al. Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar. 1994


Paso 9:Limpieza mecánica
Paso 10:Colocación de campo fenestrado
e campos simples acessórios
PROCEDIMENTO
Paso 11:Inserción del
Catéter
Técnica de Seldinger

Sven-Ivar Seldinger (1921-1998)


Técnica de Abordagem Jugular
Orientação espacial da agulha

Vértice superior del triángulo


formado pelos fásculos esternal
e clavicular do ECM com a clavícula

30º
Técnica de abordaje Subclavio
Orientação espacial da
agulha

União do terço médio e terço externo de clavícula


Aspiración de sangre venosa con el trocar
Pasagem do guia de arame através do trocar
Retirar, trocar e deixar guia de arame
Passar dilatador através de guia de arame
Retirar dilatador e passar catéter através de
guia de arame
Passo 12: Verificar retorno venoso
Paso 13:Fijar adecuadamente el catéter
antes de manipular
Paso 14: Cubrir con apósito adecuado
FIXAÇÃO DE CVC-

FIXAÇÃO RECOMENDADA
Passo 15: O procedimento culmina após a avaliação
a Rx de tórax de controle
TVBCD o Arco aórtico
V. Innominada

Tronco AP e
VCS Orejuela AI

AD VI

Punta VI
VD

Semiologia radiológica
Complicações gerais

. Neumotórax
. Infecção
. Punção arterial
. Puncion nervosa
. Embolismo aéreo pulmonar
. Trombose venosa
. Perforação de VCS ou AD: Hemotórax,
Hidrotórax e Tamponamento Cardíaco
. Rotura e embolização de guia e/ou cateter

As complicações podem sempre surgir, o importante


é saber reconhecê-las e estar preparados para enfrentá-las
Complicaciones del acceso YUGULAR

Puncionamento carotídeo: Hematoma, Compressão de vias aéreas


Fístula A-V,Stroke
Punçaõ da artéria vertebral
Punción nerviosa:Frénico,Vago,Ganglio estrellado, Plexo
braquial e Hipogloso.
Quilotórax: VYII em cirróticos
Catéter en cavidad pleural:Hidrotórax
Lesão de traqueia e esôfago
Complicações do acesso SUBCLÁVIO

Neumotórax
Punçaõ da artéria subclávia e Hemotórax
Puncion da artéria mamária interna
Lesão do Plexo Braquial
Osteomielite clavicular/costal
Mecanismo
de
neumotórax
Complicaciones del acceso FEMORAL

Hematoma retroperitoneal
Lesão do nervo femoral
Perforação de VCI com acumulação de
fluidos no retroperitoneo
Trombose venosa e TEP
Infecção
MANTENIMIENTO DE CVC:
Cumprir com o princípio de circuito fechado.(A)
Manter válvulas antirreflexo e livres de agulhas para a
administração de medicamentos.
As manipulações desnecessárias aumentam o risco de
infecção.
Os equipamentos de transfusão sanguínea devem ser descartados
depois de seu uso. Realizar lavagem do lúmen com S.S.
CURAÇÃO DE CVC
TOMA DE AMOSTRAS.
Tomar muestras sanguíneas a través del catéter venoso central únicamente cuando
é necessário
Pcte com coagulopatias
- Paciente em choque

Indicação médica
COLETA DE AMOSTRAS.
Realizar la extracción con técnica estéril.
Comprovar a permeabilidade da luz. Remover de 5 a 10 cm de sangue previamente.
Extraia a quantidade desejada de sangue e injete-a nos tubos de amostra
Ordem para amostras: cultivos, amostras de coagulação e demais.
Irrigue o lúmen com 10 cm de S.S. estéril.
Reanudar a perfusão após a extração.
MEDIÇÃO DA PVC.

DEFINICION.-
É uma medida da pressão refletida
DESDE A VEIA CAVA SUPERIOR OU O ÁTRIO
À DIREITA DO TRANSDUTOR OU DE UMA COLUMNA
DE ÁGUA EM UM MANÔMETRO DE VIDRO OU DE
PLASTICO.
PRESION NORMAL:8 a 12 cm. de H2O
(1 mmHg = 1,36 cm de H)2O)
OBJETIVO
Determinar e valorizar:
· Volemia del paciente.
Tolerância do paciente à sobrecarga
de volume.

INDICAÇÕES
Hipovolemia.
Hipervolemia.
Conectar o sistema de pressão venosa central ao soro salino e
purgar o sistema, eliminando as bolhas

Localizar e marcar o ponto 0 (Eixo Flebostático)

Girar la llave de tres pasos, para llenar la columna graduada .

Girar a chave em três passos, abrindo para o paciente e para a coluna


graduada.
PRESÃO VENOSA CENTRAL

Transdutor
de Pressão

(nivel de cero)
MONITOREO DE PRESION VENOSA CENTRAL (PVC)

Valor Normal
6 a 12 mm Hg

Onda "a" = sístole auricular


Onda “c” = início de sístole ventricular
Onda “v” = preenchimento auricular
Punto “Z” = valor de la PVC
(apertura de VT)
Valle “x” = relajación auricular
Valle “y” = fim da sístole ventricular
RETIRO DE CVC.-
TODO CATETER VENOSO DEVE SER
RETIRADO CUANDOYA NÃO CUMPRE A
FUNÇÃO PELA QUAL FOI INSTALADO OU
QUE SEBE SER CAMBIADO POR CUMPRIR
TIEMPO DE USO ”
RETIRO DE CVC:
Valoração.
Avaliar o estado clínico do paciente
Observar a localização e as condições do cateter
Identificar el tipo de infusión que se administro.
Realizar hemostasia por 15 minutos (vena femoral).
Cubra o local da punção pressionando com a gaze e fixe-a
à pele.
Objetivos.
Evitar complicações locais e sistémicas derivadas do
procedimento
Tomar amostras para controle bacteriológico (se está
indicado).

Você também pode gostar