PROCESSO DE PRODUÇÃO
DANS LES MEDIAS
Samson Mariano LALEYE
75764003 / 73401919 /
79319716
PLANO
I. O FUNCIONAMENTO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
[Link] CULTURAL
III.GÊNERO REDACIONAL
IV. CONCEÇÃO E REALIZAÇÃO DE UM JORNAL RADIODIFUNDIDO
V. CONCEPÇÃO E REALIZAÇÃO DE UM JORNAL TELEVISIVO
VI. INITIATION SUR LES LOGICIEL DE MONTAGE RADIO ET DE MONTAGE
GRÁFICO
I.O FUNCIONAMENTO DOS
MEDIAS
I.1.A IMPRENSA
A imprensa nasceu no século XVII com as primeiras gazetas. Este meio
est em plena evolução hoje desde o aparecimento dos suportes
numéricos. Uma grande parte deste setor está em crise, é verdade, mas conta
tenu da diversidade dos títulos e das tarifas, este mídia ainda é enormemente
plebiscitado pelos anunciantes. Continua acessível e permite um bom
segmentação.
Existem várias famílias:
. A imprensa diária
. A imprensa diária regional
. A imprensa magazine.
Com os seguintes temas:
. A imprensa técnica e profissional
I.2.A TELEVISÃO
90% da população assiste à televisão pelo menos uma vez por semana
jour… La télévision est un média populaire et prestigieux à la fois. Pour figurer
nos painéis publicitários, são necessários orçamentos de comunicação bastante
consequentes. Apesar da sobrecarga publicitária, a televisão age rapidamente
na mira. Mídia do som e da imagem, a televisão deixa uma certa liberdade
criativa para os publicitários.
Os custos de produção de um spot também são elevados. As agências e os canais
ont cependant ouvert des offres intéressantes.
Temos os canais HERTZIANOS, ADSL, Satélite e Cabo.
é importante saber que a audiência da televisão varia de acordo com as horas do dia.
dia. Descreve-se um dia da seguinte forma:
I.3.O DISPLAY
Excelente para um direcionamento geográfico, seu impacto e rapidez são bastante
bom, mas o formato estático reduz a eficácia da mensagem. Os cartazes sendo
lues nos transportes, a mensagem deve ser concebida para ser retida muito
rapidamente. Para acentuar o impacto de uma campanha de publicidade, é
aconselhado a sempre acompanhá-lo de um meio dinâmico (rádio ou
televisão).
Uma campanha de anúncios geralmente é reservada por um período de uma semana.
mínimo. Existem, no entanto, painéis para alugar em longa conservação (um
an par exemple). Les principales formes d’affichage sont :
A PUBLICIDADE EM GRANDE ESCALA
É o clássico 4x3 que encontramos nas zonas urbanas
e periurbanas. Os locais estão situados em
terrenos privados, nas principais vias ou em
zonas muito frequentadas.
O MOBILIÁRIO URBANO
Para o mobiliário urbano, encontramos:
Exemplo: os anúncios TELMOB nos pontos de paragem dos autocarros SOTRACO
O transporte de exibição
Diz respeito à exibição:
Os anúncios da RFI nos ônibus TCV.
Outras Formas de Exibição
Encontramos uma bela paleta de novos suportes:
Cobertura de veículos
Caddies de supermercado
E a gama de meios táticos: bilhetes de estacionamento, casas de banho de restaurantes,
napkins e copos, etc...
A exibição evolui, hoje graças às novas tecnologias, o cartaz pode
tátil, interativo, olfativo...
I.4.A RÁDIO
C’est un média « de compagnie » puisque nous l’écoutons souvent en voiture, au
trabalho ou quando nos dedicamos às nossas ocupações. Assim, a audiência do rádio
conhece um pico importante pela manhã, entre 06h00 e 09h00. Outros picos são
constatei no final da manhã e no final da tarde. Foi escolhido para
preferência por campanhas de comunicação comercial.
Muito acessível em termos de preço, o rádio permite uma campanha densa e
repetitiva. Bem, é um meio sonoro, então será necessário usar
d'astúcias para despertar o interesse do alvo, uma vez que o objeto da
a comunicação não terá a possibilidade de ser vista. Além disso, sua taxa de
A memorização é fraca. Portanto, é adequado combinar o rádio com um meio mais
visuel. Muitas estações de rádio existem. Já podemos classificá-las em 2
grandes catégories :
I.5.O CINEMA
Escolher o cinema pode se revelar interessante para as campanhas
de imagem e é importante saber que a disponibilidade do espectador lhe dá uma taxa de
memorização excelente. Bem instalado em sua cadeira para passar um bom
momento, que ela escolheu, o alvo é necessariamente receptivo.
Comunicar através do cinema é, no entanto, caro, mas as proezas
tecnológicas permitem que os anunciantes realizem filmes publicitários de
muito boas qualidades que às vezes se assemelham a verdadeiros curtas-metragens.
Pour la mise en place d’une campagne publicitaire au cinéma, les délais sont
longas. O cinema é qualificado como um "média lento". Assim, a difusão da
A campanha publicitária está prevista para durar vários meses.
I.6.A INTERNET
Quando se fala em comunicação de mídia pela Internet, é preciso bem
compreender que se trata de compra de espaço publicitário em vários sites e
variados. O termo usado é e-publicidade ou display. As agências de publicidade você
proporão vários formatos. Os mais clássicos são:
la bannière (468 x 60): Une bannière web (ou publicité Internet) est une image
Internet (frequentemente animada). Ela geralmente está no topo da página, na parte inferior da página e
lado lateral de um site da Internet. Seu objetivo é promover um produto, um site,
o arranha-céu (160 x 600)
Um skyscraper é um formato publicitário na internet vertical que se insere
geralmente à direita do conteúdo de um site. Os dois formatos encontrados os
mais frequentemente são 120 ou 160 x 600 pixels.
A forma do formato explica a escolha do termo arranha-céu que significa
skyscraper in English.
Aqui está um exemplo de skyscraper 160 x 600 :
II. A CULTURA JORNALÍSTICA
II.1. DEFINIÇÃO DO JORNALISMO
O jornalismo é uma profissão de mediação. Ele "consiste em recolher e
tratar informações destinadas a um público [...]. A profissão de jornalista
comporte donc deux pans indissociables : la réception et la recherche des
informações por um lado; sua formatação sob a forma de jornais escritos,
parlados, televisionados, por outro lado. » Isso implica um trabalho de interpretação e de «
digestão » da matéria informativa, e um domínio perfeito da língua
(falada ou oral, dependendo do meio em questão). O jornalismo é uma profissão de
comunicação. Se o escritor pode (eventualmente) escrever para si mesmo, o
o jornalista trabalha para um público. Portanto, ele se preocupa em satisfazer as expectativas
leitores, ouvintes, telespectadores. Para isso, ele seleciona os
informações que podem interessar o público envolvido por sua publicação e feitos
prova de uma verdadeira capacidade de vulgarização (no bom sentido do
em resumo, o papel do jornalista é buscar
a informação, de verificá-la, classificá-la, selecioná-la, colocá-la em situação, a
tornar compreensível. Esta função é hoje vital em uma sociedade
onde os problemas são de tal complexidade que a população muitas vezes
mais capaz de analisá-los.
II.2. AS PRINCIPAIS FUNÇÕES DO JORNAL
Elas são múltiplas. Vamos destacar cinco essenciais:
. A utilidade: o leitor compra um jornal ou se inscreve porque pensa que lá
encontrar informações úteis. Informações sobre sua comuna, seu
canton, la politique, de nouveaux produits, son loisir préféré, ...
. A distração, o sonho e a emoção: o diário que se pretende exclusivamente
útil não poderia sobreviver. Mesmo a revista de informática mais seca
venda do sonho.
. O sentimento de pertencimento: O leitor fala voluntariamente de "meu diário".
este título, ele se identifica a esta publicação e além disso marca sua pertença a
a « comunidade » dos leitores, ao grupo social que lê este jornal.
. O efeito espelho: o leitor gosta que falem dele, das pessoas que lhe são próximas
fisicamente, pela mente, por um assunto de preocupação ou pela relação a
um objeto, um lazer, uma cultura. Ele aprecia, portanto, poder simbolicamente
contemplar sua imagem no jornal.
. A análise crítica: o jornal deve ser o reflexo de toda ou parte da vida
de seus leitores. Mas ele também deve trazer esclarecimentos críticos. Um
um jornal que não é mais do que aprovações, eco da "voz de seu mestre" torna-se rapidamente
lassant.
N.B. Essas funções são também aquelas do rádio e da TV de
proximidade. O mesmo se aplica à informação nos sites da internet: os cinco
as funções principais continuam a ser relevantes. No entanto, elas são dominadas por
Uma 6ª função, a busca pela imediata, pela informação em tempo real.
II.3.A SELEÇÃO DE UMA INFORMAÇÃO
Os critérios de escolha de uma redação baseiam-se em três pilares fundamentais:
l’actualité (quels sont les sujets visiblement dominants)
a imagem que cada mídia pretende veicular de si mesma (qual é o tipo
de informações geralmente privilegiadas)
a imagem que cada mídia tem de seu público (o que vai interessar
leitor/ ouvinte/ telespectador
A partir desses fundamentos, entre os critérios possíveis, cada órgão
de imprensa vai estabelecer uma hierarquia muitas vezes empírica na escolha
informações:
a novidade
- a originalidade
a ressonância psicológica
- a proximidade, a respeito dele
a inteligibilidade
a evolução de uma informação
possibilidade de antecipar
- os atores (conhecidos ou representativos do público-alvo)
a confiabilidade da fonte
-la possibilité d’illustrer l’événement
o caráter espetacular de um evento
a possibilidade de explicar o mundo
II.4.A ABORDAGEM JORNALÍSTICA
O jornalista relata a atividade humana e o ambiente de
homens. Ele se dirige a um público representativo de uma população: habitantes
de uma região, meios económicos, sindicalizados, pescadores à linha, etc. Esta
tarefa lhe impõe várias responsabilidades: observar um evento em seu
globalidade, buscar a completude, relatar com pleno conhecimento de causa
e explicar.
O jornalista não pode, portanto, contentar-se com uma abordagem parcial de um
événement ,il doit faire un examen succinct des tenants et des aboutissants.
Assim, diante de um banco em dificuldades, um jornalista deve
não procure apenas o escândalo. Se houver um, ele deve denunciá-lo,
mas ele deve primeiro procurar entender todo o problema e considerar
também que seu relatório pode aumentar as dificuldades deste
estabelecimento. Daí a importância de verificar suas informações e, em alguns
cas, de pesar cada termo, cada expressão utilizada.
A abordagem jornalística deve, portanto, ser completa, precisa, abrangente (e
isso mesmo que, no final, será necessário às vezes ser de uma concisão extrema).
Trata-se, portanto, de examinar os diversos aspectos de uma questão ou de um evento.
antes de se determinar sobre a oportunidade de um tratamento, a escolha do ângulo,
a importância de dedicar a ele...
O papel do jornalista é também surpreender seu leitor.
Se não trouxer nada além do esperado, dificilmente será lido. A surpresa pode
vir da escolha do assunto ou da escolha do ângulo. Os conceitos, as ideias são
difíceis de transmitir em linguagem jornalística. É necessário privilegiar os aspectos
concretos. O leitor não lê um diário ou uma revista semanal para fazer uma
ginástica intelectual. O concreto permite-lhe ter uma melhor compreensão sobre
o evento, para melhor compreendê-lo e digeri-lo mais facilmente.
O jornalismo atual tende a relatar amplamente o que
poderia acontecer e prestar contas apenas parcialmente do evento a
a origem dessas suposições. Se essa maneira de fazer se explica por motivos
de concorrência (encontrar ângulos originais para evitar cobrir um
evento como os outros), pode se revelar prejudicial para a
a função primeira do jornalista que é, como vimos,
reportar explicado.
II.4.1. Os cinco W
-Who
O que
-Onde
Quando
-Por quê (Como)
Todo artigo, mesmo um breve, mesmo em uma publicação escolar, deve
responder a estas cinco perguntas essenciais: Quem faz O QUÊ, QUANDO, Onde e
POR QUE/ COMO?
II.5.A CARTA DO JORNALISTA BURQUINENSE
A Associação dos Jornalistas do Burkina (AJB) que se propôs a
objectifs:
Desenvolver relações fraternais entre seus membros;
Criar laços de amizade com os jornalistas de outros países;
Definir e defender a ética do jornalismo;
a élaboré et adopté la présente charte qui est le cadre de référence pour
a afirmação dos direitos e deveres dos jornalistas. Convicto de que o respeito
da liberdade de imprensa e do direito à informação e à comunicação
constituent le fondement du plein exercice et de l ’épanouissement de la
profissão de jornalista, a AJB convida os jornalistas de Burkina a observar
escrupulosamente este código deontológico e fazê-lo respeitar.
II.5.1. OS DIREITOS DO JORNALISTA BURQUINABÉ
Artigo 1: O jornalista burquinense, pela sua profissão, tem direito a todos
as fontes de informação
O jornalista burquinense é obrigado a publicar informações justas
cujo as fontes são verificáveis, no interesse do bem comum. Não pode
ser objeto de ameaça, de processo judicial e ou de sanção.
Artigo 3: O jornalista burquinense recusa-se a publicar sob sua assinatura toda
informação que ele considera contrária às suas próprias convicções e à ética
profissional.
Artigo 4: O jornalista burquinês participa diretamente ou por intermédio
de seus representantes, a toda decisão concerning a vida da empresa na
na qual ele trabalha.
Artigo 5: O jornalista burquinense tem direito à segurança física,
material e social, no exercício de suas funções.
Artigo 6: O jornalista burquinense tem o direito de invocar a cláusula de
consciência quando as orientações do órgão de imprensa em que trabalha
não respondem mais às suas convicções ou prejudicam a ética
profissional. Consequentemente, ele deve aproveitar os benefícios relacionados a isso
cláusula.
II.5.2. OS DEVERES DO JORNALISTA BURKINABÉ
Artigo 7: O jornalista burquinense é obrigado ao dever da verdade por honestidade
intelectual, profissional e por preocupação com o interesse geral.
Artigo 8: Para salvaguardar a dignidade da profissão, o jornalista deve
evitar a todo custo cair na parcialidade e no espírito partidário.
Artigo 9: O jornalista digno desse nome se abstém de todo plágio, de
assinar artigos que não são seus ou se entregar a
manobras de todo tipo para tomar o lugar de um colega. Para seu
credibilidade e a de sua profissão, ele deve recusar toda forma de
corrupção e de lealdade.
Artigo 10: O jornalista se proíbe de qualquer forma de remuneração ilícita direta
ou indireto, qualquer vantagem proposta com o objetivo de orientar seu tratamento de
a informação.
Artigo 11: O jornalista é obrigado a proteger suas fontes de informação de qualquer
divulgação que possa comprometê-lo de alguma forma. Em
revanche, ele não deve usar meios ilícitos para obter informações.
No respeito da lei, o jornalista pode usar todos os meios para
obter uma informação.
Artigo 12: O respeito pelo direito das pessoas à vida privada e à
a dignidade humana, em conformidade com as disposições nacionais e
internacionais em matéria de direito concerning a proteção dos indivíduos e
interdizendo a difamação, a calúnia, a injúria, a insinuação maliciosa faz
parte integrante das normas profissionais do jornalista burkinabê.
II.6. AS COMPONENTES DO ARTIGO
. A foto
Ela tem um lugar primordial, pois é uma das portas de entrada mais visíveis.
no artigo, se não for o número UM. Portanto, todo artigo a quem se
quer dar importância deve ser ilustrado. O que se perde em número de
sinais no texto, ganhamos em número de leitores que vão entrar em
o artigo.
-A lenda
A legenda deve fornecer informações complementares à foto, evitando
a descrição pura da imagem, senão o leitor tem a sensação de ser tratado como um
imbecil.
- O Título
Ele pode ser puramente informativo (as informações brutas) ou mais incentivador, ou seja,
« vendedor », « chamativo ». Mas atenção ao jogo de palavras que já não faz mais
passar informações, ou pelo título que supervaloriza o texto. Nunca deve ser um mistério,
contando que isso vai intrigar o leitor: ele deve de qualquer forma "anunciar a
cor
-O subtítulo
Ele funciona em interação com o título: pode-se colocar um ou
o outro dos 5W que não poderemos colocar no título, como a localização.
-O subtítulo
São elementos do texto, ou segundo a carta do jornal, uma citação,
algumas palavras um pouco impactantes. Elas devem ser incentivadoras, e eventualmente
completar as informações do título e do subtítulo (sem repetição, pois esses elementos de
as лекции são interdependentes; elas são lidas juntas pelo olho).
A chamada ou o chapô
Que se chame de gancho ou de chapô, esta "publicidade para o artigo" é redigida de acordo com
a fórmula escolhida pela publicação, mas nunca além de 400 caracteres. Ela
deve sempre conter os 5W (veja mais adiante para interação com o ataque).
É ao mesmo tempo um "resumo" e um justificativo: devemos entender
ao ler o gancho, o interesse do artigo. Deve ser fiel ao conteúdo.
Como para o título, há o risco de "vender demais" um artigo (decepção do
leitor = perda de credibilidade) ou, ao contrário, prejudicá-lo ao não apontar
pode perder todo o interesse (queda na taxa de leitura).
A ataque
Ela não é materializada por outra coisa que eventualmente uma letra inicial, mas
trata-se da ou das todas primeiras frases do artigo, que têm um status
particular
A queda
Ela é difícil de fazer; Deveria fechar o ciclo, ecoar o início do artigo.
Ou fazer uma pirueta. De todo modo, nunca é uma "conclusão".
Às vezes, é melhor não escrever do que encontrar uma pequena frase.
que cai um pouco em plano.
- As notas e o remessa
-As notas: ideais para resumir em estilo telegráfico as informações práticas de um
encontro a vir, ou para convidar a continuar a informação com um site
internet, as referências de um livro..
O rem : prática para isolar um elemento técnico um pouco longo de explicar
no meio do artigo, ou detalhar um acrônimo.
II.7.A ORGANIZAÇÃO DE UMA REDAÇÃO
As redações médias e grandes são organizadas de acordo com o seguinte esquema:
Rédaction en chef: Un rédacteur en chef -un ou plusieurs adjoints-un
secretário-geral
Rubricas: Um chefe de rubrica - dos rubricadores (cujo número é
muito variável)
Secretariado de redação, pool: Jornalistas responsáveis pela fabricação do
jornal (imprensa escrita), flashes (rádio), de parte dos comentários em
voz off (televisão)
Repórteres: Jornalistas responsáveis por cobrir eventos excepcionais
(grandes redações). Mais frequentemente, são os rubriqueiros que são encarregados de
essa tarefa considerada gratificante.
Correspondentes: Jornalistas que não fazem parte da redação
propriamente dit. Eles às vezes são mensalizados (se a sua colaboração é
intenso), mais souvent pagos à comissão (por trabalho).
II.8.A CONCEPÇÃO DE UM ARTIGO
Existem mil maneiras de conceber e escrever um artigo. A marcha a
seguir abaixo, no entanto, provou seu valor:
- Ter uma ideia geral do assunto, dar-lhe um sentido, documentar-se
rapidamente, discutir com colegas
-Escolher um ângulo: como posso abordar este assunto?
Buscar a informação, a documentação que me permita saber bem
mais do que eu escreveria: busca de informações junto a
pessoas competentes, entrevistas, internet, documentação, livros
Selecionar o que deve ser retido: escolher e eliminar
-Elaborer un plan, les grandes lignes de son article
-Rédiger, de façon provisoire, la titraille (titre, surtitre, sous-titre) et le chapeau
Escrever seu artigo em um estilo jornalístico
Reelaborar os títulos
Reler (estilo e ortografia)
Se possível, pedir a alguém para revisar seu artigo.
II.9.A INFORMAÇÃO COM A INTERNET
• Avec internet, le journalisme se transforme profondément. D’un côté, l’accès à
a informação é instantânea, mas a triagem, a busca pela relevância, a busca por
verdadeiro se complicam tanto o número de ocorrências é imenso.
• A questão da confiabilidade é essencial. Com a internet, a massa de informação
est tal que é muito difícil julgar seu valor. O método a ser utilizado para
melhor lidar com este problema real: o recurso a sites conhecidos por seu
fiabilidade, o conhecimento o mais amplo possível sobre o assunto antes da consulta
dos sites, o cruzamento das informações.
• A internet permite, por sua vez, a renovação das fontes, dos
sujeitos, participantes, contatos. É uma mídia barata: fabricar um
o custo da internet praticamente não existe. Mas o público está pouco inclinado a
pagar por um serviço, mesmo que seja de qualidade. No entanto, ao longo do tempo, o voluntariado de
a qualidade não é de forma alguma sustentável.
• Comunidade online (ou seja, comunidade online, ou comunidade de
relações ou ainda a relação 2.0) desempenham um papel essencial. Nos sites que
favorisent de telles communautés, on remarque que, pour 100 lecteurs il y a 10
participants actifs et 1 participant expert. Donc si le site a 10000 visites, il y
aura 100 pessoas competentes, capazes de trazer um verdadeiro valor a
a informação dispensada. 100 pessoas capazes também de contradizer e de
corrigir o que o jornalista escreveu.
• Finalmente, a imediata que a internet permite é uma fonte inesgotável
de armadilhas para o jornalista
II.10. O jornalismo na internet
A Internet traz várias mudanças radicais na prática do
jornalismo tradicional :
O jornalista não é mais um mediador entre a informação e o público. Cada um
dispose des mêmes informations au même moment. A priori, le public ne peut
não fazer a distinção entre o amador e o profissional. O que faz a
diferença, é
pertinência do jornalista, sua competência no tratamento.
Enquanto o jornalista da mídia "tradicional" trabalha com base em "
prazo » (hora do fechamento, próximo telejornal)
o jornalista que trabalha com a internet está permanentemente "a postos".
Num meio « tradicional », o jornalista quase não recebe feedback. Ele é o
mais muitas vezes impreciso e desalinhado. Na internet, o retorno é instantâneo: o
O público está lá, ao mesmo tempo que o jornalista. A troca é
instantâneo e o lugar do "quidam" é imediatamente tão grande quanto aquele
do profissional.
A pressão exercida pela internet implica trabalhar tendo "o pé no
plancher ». Com a generalização das « notícias de última hora », é difícil se
dar tempo para a reflexão, perguntar-se se a informação bruta, sem distância, nem
explications mérite d ’être traitée ou non. Or, souvent, l ’important n ’est pas
na nova bruta, mas no sentido que podemos lhe dar.
No Twitter, o maior risco é perder o essencial. O internauta não
não vá frequentemente aos links. Quando um evento é transmitido minuto a minuto
por minuto, é o detalhe que conta, nunca a síntese.
Nesse contexto, o jornalista deve se esforçar para manter uma certa distância
e de não divulgar senão elementos dignos de fé. O fundador da CNN dizia: "
Dans notre travail, l’essentiel, c’est la confiance que nous accorde le
telespectador. Se nos enganamos sobre os fatos, estamos mortos.
o que é verdade para um canal de notícias em contínuo é igualmente verdadeiro para a internet.
Há certamente, também na internet, uma demanda por conteúdo. O
o jornalista pode trazer uma certa profundidade à informação, dando-lhe
do sentido. Mas para isso, ele deve conseguir tomar um passo atrás.
II.11.A DEONTOLOGIA DO COMUNICANTE
Do ponto de vista etimológico, a deontologia é um termo criado por
J. Bentham, do grego deon, deontos "dever" (Deontologia), e logos "discurso".
É um conjunto de condutas, regras e código moral próprio de uma
profissão.
EXPOSIÇÃO SOBRE O CÓDIGO DE DEONTOLOGIA
GÊNEROS REDACIONAIS
Todas as informações estão organizadas para permitir dizer isso
o que elas têm a dizer: de acordo com o que elas querem contar, argumentar,
explicar ou comentar.
Geralmente, define-se o GÊNERO como uma categoria de "textos ou
documentos " midiáticos que possuem características relacionadas à intenção de
communication et au style de son auteur. Ces « documents » obéissent en même
tempos a regras de composição relevantes do gênero ao qual pertence.
LeFORMATdesigna por sua vez a estrutura específica, o contexto de
apresentação na qual os diferentes gêneros de documentos serão inseridos,
tratados e comunicados em função das características tecnológicas de
cada um dos meios.
O gênero e o formato referem-se à maneira de conceber a comunicação de
a informação e ao aspecto escrito, sonoro ou visual que ela assume em
o interior dos grandes domínios que os meios de comunicação lhe reservam:
as informações sobre notícias, entretenimento, ficção, serviços e a
publicidade.
1. OS GÊNEROS MEDIÁTICOS
Informação Reportada
-Le compte rendu: Le terme est utilisé lorsqu'il s'agit de rapporter les éléments
importantes de uma reunião, de uma conferência de imprensa, de uma manifestação. O
jornalista que assiste a esse tipo de evento redige cronologicamente o que ele
visto e ouvido de forma puramente factual. No entanto, os meios de comunicação
personalizam hoje em dia cada vez mais a informação que comunicam
e esse gênero jornalístico está sendo cada vez menos utilizado.
A ENTREVISTA (entrevista): A entrevista é antes de tudo uma ferramenta de
coleta de informações essenciais para qualquer abordagem jornalística.
Nos meios eletrônicos, a entrevista constitui um modo privilegiado de
transmissão da informação. Permite difundir as palavras da pessoa
mise en situation pela atualidade, oferecendo-lhe a oportunidade de contar ela mesma seu
história. Conduzimos uma entrevista para obter informações, claro, mas
Primeiro e antes de tudo, para proporcionar ao ouvinte ou ao telespectador uma
informação de primeira fonte. Aquele que tem algo a dizer vem dizer
ele mesmo. Assim, evitamos uma boa parte dos riscos de distorção inerentes à
função de transmissor.
A entrevista informativa
Este é o testemunho da pessoa que faz a notícia, daquela que vive ou teve
viveu o evento. Este é o tipo de entrevista mais comum.
·L'interview de description
Trata-se de um testemunho, mas desta vez não da parte do "ator" ele mesmo.
mesmo, mas daquele que assiste ou que assistiu ao evento.
A entrevista de análise
É a entrevista de uma pessoa que situa o evento, a notícia, em um
contexto preciso, em uma perspectiva dada e responde à pergunta por que?
A entrevista de comentário
O que você acha?
pesquisa da opinião daquele que interpreta o evento, o juiz, mas sobretudo
tire conclusões, anteveja as consequências.
·L'interview d'opinion
Pode-se também chamá-lo de entrevista de controvérsias. É a personalidade
política que se explica ou que replica a um adversário; é o cientista que
apoia ou refuta uma teoria; é senhor ou senhora Todo-mundo que nós
consulte na rua.
A entrevista de personalidade
Trata-se de um encontro com um indivíduo notável ou simplesmente
célebre.
A entrevista de promoção
Trata-se de entrevistas cujo único objetivo é chamar a atenção do público.
em torno de um fato excepcional, de uma realização original, de um sucesso de
criação.
A entrevista de grande tema
Esta entrevista tratará de preocupações generalizadas na sociedade, ou mais
ou menos conhecidas, mas consideradas importantes. Também será utilizado aqui
casos de urgências situacionais.
A nova
A notícia (também chamada de despacho ou breve) é um texto que, a partir de um
evento, encena da maneira mais eficaz possível a essência dos fatos
novos, significativos ou interessantes, colocando esses fatos em seu contexto
de significação. A notícia é a matéria-prima da informação
jornalística. Produto bruto, será publicada tal como está ou ainda complementada,
argumentada e colorida pelo estilo dos diferentes meios que a utilizam.
- O retrato: Muitas vezes confundimos o retrato com a entrevista. Na verdade, enquanto
esta última repousa por definição em uma única entrevista ou
uma série de entrevistas com uma única pessoa, o retrato busca
encenar um assunto (uma pessoa, um grupo, uma empresa, etc.) ao
meio de anedotas e de várias entrevistas.
-O boato
O boato é um fato de informação relatado da forma como foi visto ou ouvido, é-
à-dire sem todas as verificações e recontextualizações que caracterizam o
tratamento ordinário da notícia. Isso pode ir desde o simples "conversa" ("
Manon do bar chique Y... vai tirar férias em Dédougou no final deste ano, no
condo de Jean-Pierre Z… ") permitindo às vezes deslizar uma publicidade
clandestino, de fato não verificável, mas significativo (o boato).
- O reportagem
Os jornalistas de rádio e televisão usam a palavra reportagens para
designar qualquer elemento de informação que implique o deslocamento de uma equipe
técnica, qualquer que seja a importância. Fala-se assim de um "reportagem de
nova ", de um "reportagem de investigação", etc.
Ele designa um gênero jornalístico onde o foco não está no evento
(como na novidade), nem mesmo sobre seu significado (como na análise),
mais sobre o contexto social e humano da situação descrita ou do evento
relatado
Informação Explicada
A análise
É o estudo aprofundado de um fato atual, de um evento, de uma situação
afin d'en faciliter la compréhension : le journaliste rapporte les faits,
as analisa, as coloca em seu contexto, as relaciona com
outros eventos passados, destaca as constantes e às vezes as
contradições para chegar a uma ou mais conclusões, mas não a
soluções. Ele faz perguntas, examina o passado, o presente e o futuro, tenta
esclarecer os dados de um problema e provocar a reflexão.
A crônica
A crônica (ou coluna, em inglês) constitui o gênero jornalístico mais
livre, o mais diversificado. É um texto ou um discurso amalgamado onde podem se
encontrar notícias, análises, comentários ou até mesmo reportagens no
fio de uma leitura pessoal que faz o ou a jornalista (o ou a colunista). A
A crônica não se baseia na transmissão do essencial (a notícia) nem sobre
a remissão ao contexto (a análise), mas sobre a personalidade daquele a
quem a confia. É a sua leitura da atualidade e a sua maneira de contá-la.
O dossiê
O dossiê é um texto ou um relatório (ou uma série de textos e relatórios)
que busca projetar uma visão geral de um problema ou situação; ele
procura colocar os elementos em relação uns com os outros. O tratamento
a escolha pode ser feita segundo várias abordagens, em paralelo; pode conter alguns
elementos de reportagem, elementos de análise, entrevistas, o retrato de
certos personagens-chave ou de certos grupos ativos em um campo, e
às vezes até alguns elementos de notícia ou de investigação.
A investigação
A investigação se distingue do conto pela abordagem. Em vez de se concentrar em um
evento, um fato de ordem pública, a investigação tem raízes em uma
demonstração da qual o jornalista é o iniciador. É ele quem cria a
nova, em suma, ao investigar uma problemática obscura, complexa ou
secreta, com ou sem pretexto na atualidade do dia. A investigação, ou o
jornalismo de investigação, é o exercício de um pensamento crítico e de uma informação
independente. Ela pede coragem intelectual aos jornalistas e aos
médias eles próprios, pois leva a explorar ou a desvendar realidades
ou problemas que perturbam os atores, as instituições ou as organizações
concernées.
Comentário informativo
O bilhete
Trata-se de um curto artigo de opinião, frequentemente destacado e em itálico, que
apresente de forma humorística, leve e até sarcástica um
evento de atualidade, uma nova ideia, um assunto de interesse humano.
O autor do post nos compartilha suas impressões e reações diante de um.
evento, ou em seguida a uma experiência pessoal.
A caricatura
A caricatura é uma representação gráfica de um evento atual.
duma situação controversa, como é percebida por um membro da equipe
editorial de um jornal. Geralmente, contém uma mensagem verbal
refletindo um pensamento bem articulado. Pode ser considerada como um
editorial, um comentário e até mesmo uma análise em resumo. A caricatura de
a página editorial geralmente tem muito mordente; ela se propõe
perturbador, combativo, provocador, humorístico. Um caricaturista deve ser
um desenhista habilidoso, além de ter um ótimo senso de
o humor. A caricatura é um gênero de informação comentada que se
encontra-se principalmente na imprensa escrita.
A crítica
A crítica é um gênero jornalístico que combina tanto a opinião quanto a
crônica. Se ela corresponde a uma forma de comentário na maioria das vezes
associado ao domínio das artes e da cultura (artes, letras, variedades, cinema,
teatro, etc.), também está muito presente na área dos esportes.
C'est le domaine par excellence du journalisme d'opinion, où la subjectivité du
a crítica pode ser total.
-O editorial e o comentário
O editorial e o comentário possuem muitos traços comuns: são
textos de opinião, baseados em uma argumentação lógica,
enquanto não permanecem imparciais. Eles são a expressão de uma
opinion, avec ou sans son contexte d'analyse, où prime le point de vue
pessoal do comentarista ou do editor da publicação. Encontra-se
diferentes formas de editoriais: o editorial de informação, o editorial de explicação,
o editorial de interpretação, o editorial de argumentação, o editorial de ação
o editorial de combate, o editorial do tipo analítico, o editorial de apreciação
o editorial de tipo irônico e o editorial que determina a política do jornal.
A revisão de imprensa
A revista de imprensa é uma comparação do que há nos jornais. Ela
retém trechos de editoriais e artigos. Ela os monta em uma montagem de
citações, organizado segundo um ângulo particular ou em torno de um tema. A revisão de
a imprensa pode se interessar por todas as informações ou se
limitar-se às informações essenciais. Ela pode se limitar aos apenas
editoriais ou a um evento particular.
2. OS GÊNEROS EXPRESSIVOS NÃO JORNALÍSTICOS
-O artigo de opinião e análise
Vários jornais publicam esta forma de texto em uma página anexada a
page éditoriale. C'est la page " Forum ", " Idées ", " Opinions ", etc. Tout comme
para a carta de opinião, é a equipe editorial que decide sua publicação,
de seu título, de sua ilustração por uma fotografia e de sua localização
na página reservada para este fim.
-La lettre d'opinion ou lettre ouverte
Ela é um tipo de texto que nos informa sobre as opiniões de uma pessoa por
relativo a uma situação específica ou a um problema dado. Ela é o
reflete o pensamento de um indivíduo e, às vezes, de um grupo de indivíduos.
Ela se baseia em fatos e em uma argumentação ao mesmo tempo em que não está
imparcial
2. OS FORMATOS MEDIÁTICOS
A IMPRENSA
-Artigo
Um artigo, conforme definido pelo Petit Robert, é um escrito que forma ele mesmo um
tout distinct mais faisant partie d'une publication. On doit donc y retrouver
todos os elementos necessários para uma boa compreensão da informação
veiculada. O comprimento é variável, mas pode chegar a preencher toda uma
página.
-Breve
A breve é um texto curto (no máximo dez linhas). Ela oferece em três
ou quatro frases uma informação muito concisa, sem título, que responde sempre
aux questions : qui ? quoi ? quand ? où ? et parfois comment ? et pourquoi ?.
Uma breve geralmente aparece em uma coluna com outras breves.
-Caderno especial
Esta forma de apresentação é utilizada para agrupar informações
tocando um tema definido que geralmente lhe serve de título. Todo o caderno,
tanto pelo seu conteúdo publicitário quanto pelo seu conteúdo editorial, é
consagrado aos diferentes aspectos de um tema.
Chapéu
Designa um curto texto que precede um artigo ("cobrindo" este), entregando
a informação essencial, como um resumo. Os leitores apressados
podem se contentar em ler os chapéus para conhecer
o essencial das notícias, mas eles poderão dificilmente captar os seus fundamentos e
os desdobramentos.
Crônica
As crônicas de opinião e as crônicas especializadas correspondem a um
gênero jornalístico particular que leva a uma apresentação especial. Pode-se
fácilmente distinguí-las dos outros artigos porque elas ocupam uma
posição fixa e regular no jornal, que estão enquadradas e frequentemente
acompanhadas da foto de seu autor.
-Dossiê
O termo dossiê refere-se, normalmente, a uma série de artigos relacionados a um tema.
potencialmente significativo. Permite ter uma visão geral de uma
situação dada, de uma série de eventos atuais ou relacionados à atualidade,
de fazer conexões entre fatos que, à primeira vista, não pareciam relacionados.
-Enquadrado
Artigo curto, ou elemento de artigo, cercado por uma moldura (quadro) para destacá-lo.
valor
Filé
Informação pequena e curta, como a nota, mas cuja importância relativa
justifique um título.
-Grande formato
Esta expressão designa a dimensão tradicional dos jornais, ou seja,
média 34,93 cm de largura por 54,61 cm de comprimento.
Hora de entrega
A hora de fechamento é o momento em que os jornais devem ir para a impressão. Ela
se situa por volta das 23 horas para os grandes jornais. Os jornalistas
também têm um horário limite. Nas redações, utiliza-se
comumente o termo anglófono "deadline". No rádio e na televisão, há
aura várias horas de queda dependendo das diferentes edições dos
boletins de notícias e a transmissão de outros gêneros de programas.
-Moagem
Artigo reunindo várias informações de fontes diferentes.
-Nosso
Ficha fornecendo as principais indicações práticas sobre o editor, os
redatores e as tarifas de publicação.
Página dos leitores
Esta página é dedicada à publicação de cartas enviadas por leitores a
a sala de redação do jornal: pode-se também encontrar fotos e
des desenhos. Quando várias cartas dizem respeito ao mesmo assunto, elas são
reagrupadas dentro de um espaço delimitado; às vezes acontece que uma página
inteira seja consagrada ao mesmo "debate".
-Página editorial
Como o próprio nome indica, esta página é dedicada ao editorial. Ela pode ser utilizada para
recuperar um ou mais editoriais, uma caricatura, um comentário, um bloco de notas
e um bilhete. Todos esses elementos não estão presentes nas páginas editoriais
de todos os jornais.
Páginas de informação explicada
Aqui, o agrupamento dos textos é feito com base na forma como tratamos.
a informação, encontramos assim dentro dessas páginas artigos,
enquetes, crônicas especializadas. Essas páginas frequentemente têm um título
geral e ocupam uma posição fixa no jornal.
Páginas locais, regionais, nacionais, internacionais
Todos os jornais não possuem uma seção regular para todas essas
páginas. Essas páginas geralmente reúnem notícias, crônicas,
reportagens relativas à política de todos os níveis de governo e aos fatos
divers.
-Páginas ou seções diversas
Os jornais reúnem informações relacionadas a áreas particulares.
em páginas ou seções que lhes são dedicadas. É assim que
assim como páginas e seções de artes e espetáculos, esportes, de
a economia e as finanças, etc.
Foto com legenda
Trata-se de uma foto única acompanhada de algumas linhas explicativas na parte inferior.
de vinheta. Ela não é acompanhada de um artigo e visa nos informar por
ela mesma sobre um fato, uma situação, um indivíduo.
Reagrupamento
Artigos curtos ou resumos podem ser reunidos dentro de uma seção
regular do jornal e formar um conjunto delimitado, claramente identificado. Eles
são agrupados às vezes de acordo com a origem das notícias que contêm,
de acordo com o assunto abordado ou, em alguns casos, em função do gênero jornalístico
ou não jornalístico que os trata. O agrupamento é utilizado
afim que o leitor possa encontrar rapidamente no mesmo lugar um
bom peso de informações.
-Série
Un article peut faire partie d'une série d'articles présentés régulièrement, pour
um certo período de tempo. Geralmente trata-se de uma reportagem
de grande envergadura, de uma investigação ou de uma análise profunda cujas dimensões
exigiriam muito espaço para uma única publicação. O texto é, portanto, apresentado
par " tranches " de façon à en alléger la lecture, à maintenir l'intérêt du lecteur
e às vezes para mantê-lo "em suspense".
-Sommaire
É a tabela de conteúdos de um jornal e de um site web. O rádio e a televisão
usarão às vezes essa expressão no início do programa para
anunciar os principais tópicos que serão abordados.
Tabloide
De origem inglesa, este termo designa diários e periódicos de pequeno
formato.
Uma
A "Capa", é a primeira página, a capa do jornal. Ela tem uma
função de logotipo, lembrando a cada publicação o nome do jornal. Ela
apresenta o diário do lado de fora. Ela é facilmente reconhecível, ela atrai o
publico-consumidor incentiva à compra. Ela direciona para o interior do jornal:
é uma vitrine que dá um gostinho e referências sobre o conteúdo. É a
porta de entrada do jornal. Esta primeira página hierarquiza as notícias. Cada
jornal, de acordo com sua sensibilidade, escolhe destacar tal ou tal título, e se ele
constata-se que vários deles tratam da mesma informação, cada um em
fera geralmente estado à sua maneira.
A TELEVISÃO E A RÁDIO
-Amorce ou préambule (lead)
É a introdução de um artigo em um meio escrito ou de um assunto nos
mídias eletrônicas, que têm como objetivo despertar a atenção do leitor,
do ouvinte ou do telespectador.
Animação
Trata-se aqui da categoria cinematográfica bem conhecida que se baseia em
métodos cada vez mais sofisticados para dar a impressão de
movimento a uma sucessão de imagens. Esta categoria contém tanto os
longas-metragens que as séries de animação.
-Boletins de notícias
Trata-se da cobertura geral (conjunto das notícias) ou especializada
(esportes, clima, etc.) eventos diários. Aqui se recorre a um
tratamento jornalístico essencialmente descritivo das notícias. É uma
courte émission d'information sur l'actualité. À la radio, le bulletin de nouvelles
é habitualmente de uma duração de 5 minutos por hora.
Cinema
Esta categoria reúne apenas as obras de ficção concebidas primeiro para
a exibição em sala (filmes de longa metragem).
Cobertura de eventos e competições esportivas
Trata-se de toda a transmissão literal de uma manifestação política, social ou
esportiva que não é suscitada apenas para fins de produção e que se
desenrola em um local geralmente externo à empresa de mídia (rua,
estádio, centro de conferências, etc.).
-Débat, entretien,talk-show
As emissões agrupadas aqui têm um traço em comum: o essencial do conteúdo é
veiculado pela troca ou pela comunicação entre duas ou mais pessoas.
Ledébatse caracteriza pelo fato de que os assuntos abordados geralmente têm um
carácter polémico.
As entrevistas podem assumir a forma clássica da entrevista estruturada onde
um jornalista entrevista uma pessoa sobre sua vida, seus projetos, suas opiniões, ou a
forma menos tradicional de uma conversa a bâtons rompus entre dois ou
várias pessoas, e elas se aproximam então mais do gênero
[Link] se destaca, em geral, por um tom leve e um
intenção manifesta de divertir; muitas vezes encontramos elementos de variedades
e um forte contingente de vedetes e de personalidades públicas. Como seu
como o nome indica, a dimensão espetáculo desempenha um papel mais ou menos
préponderante conforme os casos.
-Diferido (Pt)
Trata-se de um programa totalmente produzido e gravado antes da transmissão, sobre
banda magnética, vídeo ou em outro suporte.
Direto (Pt)
Emissão produzida ao mesmo tempo em que é transmitida
-Documentário
Emissão de caráter informativo baseada em documentos, fatos
gravados e geralmente elaborados para a ocasião (em oposição a
roteiro da ficção). O documentário aborda os temas de uma
perspectiva mais ampla que a revista: é mais ambicioso, assume mais
de recuo em relação aos eventos e geralmente procura fazer o retrato
global de uma situação, para apresentar "o estado da questão".
-Dramático
A dramatização é uma obra de ficção geralmente concebida para a televisão.
Ela pode se apresentar sob diversas formas: telefilmes, série, mini-série,
téléroman, téléteatro, esboço, etc.
Grade de programação
Tabela indicando o dia e a hora de transmissão de todos os programas
ofertas de uma estação de rádio ou de um canal de televisão.
Jogos e quizzes
Trata-se de emissões onde os participantes participam de atividades que fazem
apelo a certos tipos de habilidades, a
as regras são conhecidas pelo público. Na maior parte das vezes, essas regras visam a
déterminer un gagnant qui se mérite un prix, mais ce n'est pas toujours le cas.
-Lançamento
Texto dito pelo/a apresentador/a que anuncia o assunto que se segue.
O lançamento geralmente contém as respostas às perguntas que
estruturar um conto.
Revista
A revista é uma emissão periódica constituída por crônicas ou tópicos
sobre uma diversidade de assuntos. Pode ser construído em torno de um único assunto ou
d'une thématique unique faisant appel à des modes de présentation divers. Il
pode ser composto principalmente por entrevistas em estúdio, de reportagens em
exterior, ou fazer alternar estúdio e reportagens.
-Nova-luz (Flash)
Primeira anúncio, muito breve, de uma informação que posteriormente será objeto
de um tratamento mais aprofundado no rádio e na televisão.
Programação
Designa o conjunto dos conteúdos de transmissão decididos por uma estação de rádio ou
uma cadeia de televisão. Nos meios de comunicação generalistas, a programação
compreende geralmente as informações sobre as notícias imediatas e
permanente
o entretenimento, a ficção, os serviços e a publicidade.
Espetáculo e concerto
O espetáculo se distingue das variedades por uma certa homogeneidade do conteúdo.
Ele se apresenta como um todo concebido em torno de um mesmo tema ou de uma mesma
personalidade (espetáculo solo).
Tribuna telefônica
Emissão na qual o público é convidado a intervir por
comunicação telefônica. A expressão linha aberta é um anglicismo.
Variedades
Trata-se de uma sucessão de breves sequências de espetáculos tirados de um ou
vários gêneros artísticos que vão do circo à canção passando
pela música instrumental, a ópera, a dança, o music-hall, etc.
CONCEÇÃO E REALIZAÇÃO DE UM JORNAL
RADIOFONICA
O jornalismo é um trabalho em equipe. O ou os apresentadores têm
preciso saber o que os repórteres vão trazer para eles. Os repórteres
precisamos saber sob qual ângulo a redação decidiu abordar o evento.
O editor-chefe precisa mobilizar suas tropas e organizar o trabalho.
da redação. A conferência de redação é o momento em que nos reunimos
todos e onde escolhemos e selecionamos juntos os temas do dia.
As rádios costumam ter três reuniões de redação por dia:
Aquela da manhã, a principal, marcada para as 9 horas, logo após os jornais.
de manhã, onde se determinam os assuntos do dia.
-Une autre a lieu en début d’après-midi pour faire le point et ajuster en fonction
da evolução da atualidade.
Uma última à noite, após o último jornal do dia e antes das edições
de noite, onde se reúnem os elementos e se preparam as edições do
na manhã seguinte.
1. OS TERMOS TÉCNICOS DO JORNALISTA DE RÁDIO
Voici un petit lexique d’une dizaine de mots.
-Chapo: Texto lido pelo apresentador do jornal para introduzir um relatório.
O chapo também é chamado de lançamento ou introdução.
-Pied: Texto lido pelo apresentador após a exibição de um reportagens e que vem
concluir o assunto. O pé também é chamado de extro.
Ataque: Início de um tema.
Chute: Fim de um assunto.
-Abertura: Primeira informação do jornal.
- Falsa abertura: Termo utilizado quando a primeira informação do jornal não tem
não foi objeto de um título.
Breve: Informação que não é desenvolvida sob a forma de um assunto
completo
Reportagem: Reportagem escrita por um jornalista que não contém extrato
da entrevista.
Filho: Reportagem que assume a forma de um trecho de entrevista.
Enrobé: Reportagem que mistura papel e som.
Condutor: Documento elaborado pelo apresentador para permitir ao
técnico de colocar no ar o jornal.
Estas algumas palavras são para efeito de exemplo.
2. O QUE É UM ângulo?
O rádio não pode dizer tudo, os jornais são limitados no tempo, portanto é necessário
escolher. A noção de ângulo remete ao tratamento jornalístico
aplicado a um relatório. Um jornalista pode destacar diferentes
aspectos ou ângulos de um mesmo assunto. Cada informação pode ser considerada,
apresentada, concebida, vista, sob diferentes ângulos. O ângulo, uma escolha
jornalística.
Todos os dias, os meios de comunicação concorrentes abordam temas importantes. Sobre um
mesmo assunto cada um pode constatar que o resultado é diferente de uma rádio para
o outro. Tudo depende do ângulo escolhido para tratar o assunto. Se o ângulo for bom, o
A reportagem vai interessar.
O ângulo: uma resposta às restrições práticas da profissão de jornalista.
É impossível fornecer todas as informações em um papel de uma
minuto. O jornalista de rádio assume essa limitação e a transforma em uma vantagem.
A escolha de um bom ângulo compensará o prazo limitado imposto ao seu
reportagem. Nada impede que você trate seu assunto sob
dois ângulos diferentes: propor um dos ângulos no telejornal da noite e o
segundo ao jornal da manhã seguinte. Exemplo: Vamos pegar um tema de atualidade:
um incêndio está devastando um bairro da sua cidade, as casas e os
comércios estão em chamas. Aqui estão alguns exemplos de ângulos possíveis:
1º ângulo: Enviar um repórter ao local que nos ligará no jornal
para descrever o incêndio. Tratamento: um papel ao vivo por telefone.
2º ângulo: Fazer um balanço material e humano: quantas mortes, de
feridos, como estão organizados os socorros, quantas ruas, quantas casas estão
afetadas, etc. Tratamento: um trecho de uma entrevista com um responsável.
3º ângulo: Explicar o que aconteceu. Quando e onde o fogo começou?
Por qual razão? É um incêndio criminoso ou acidental?
Tratamento: um papel no estúdio.
Pode-se escolher entre vários ângulos. Pode-se abordar vários ângulos.
para variar os reportagens de uma edição para outra.
[Link] DE OURO DO JORNALISTA
. Dizer da forma mais clara possível em que consiste a ação. "Haveria um(a)
"Desacordos dentro da equipe de gestão" é uma má informação,
«Pierre e Jean estão disputando a presidência» é uma informação melhor.
. Sempre identificar o sujeito da ação. "O retorno às aulas foi
"Repoussée" é uma má informação; "o ministro da Educação
« adiamento do início das aulas » é uma informação mais clara.
. Sempre dizer onde isso acontece: em Kinshasa, Brazzaville, N'Djamena
Bangui, Ouagadougou, Bujumbura, Casablanca, Dakar, Cotonou, Alger, Tunis,
Trípoli... em tal bairro, tal rua, etc.
. Sempre diga com precisão quando ocorreu o evento que está sendo relatado: este
matin, aujourd’hui, hier, il y a deux jours, il y a une semaine, le 10 janvier…
[Link] E VERIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO
As fontes do jornalista são múltiplas: despachos de agências, jornais,
comunicados, outros meios de comunicação de TV ou rádio, e hoje, tudo o que acontece
na Internet: blogs, redes sociais, sites de informações. A esta lista, podemos adicionar
adicionar as próprias fontes do jornalista, chamadas de ouvintes, testemunhas, os
jornalistas entre eles, a documentação da redação, o que se ouve dizer
aqui ou ali… Mas em toda essa massa, é preciso saber filtrar e, acima de tudo,
verificar…
Qualquer que seja o poder, o jornalista pode ser submetido à manipulação, à
propaganda ou bem ao marketing publicitário. Se você retomar uma nova
d'un jornal, é preciso que esta seja absolutamente segura e verificada. De forma nenhuma
cas, você não pode lê-la tal como está no ar. Você também deve sempre
citar o jornal (a fonte: outro meio, etc.).
4.1.A escolha de uma nova entre todas as informações
Aqui estão alguns critérios:
A atualidade: uma notícia deve ser nova, fresca. Uma informação tem pouco
d'intérêt se o ouvinte já a ouviu em outro lugar.
A proximidade geográfica: as pessoas estão mais interessadas no que se
passe em sua aldeia, seu país apenas em eventos distantes.
A proximidade de interesse: as pessoas são sensíveis às novidades
que dizem respeito: custo de vida, orçamento, preços dos produtos alimentares, estado
estradas, taxas de transporte, custos da escola... Mas também ao que é
humano: fatos inusitados, humor, suspense, tragédia, sucessos, histórias
de crianças, pessoas idosas, memória, deficiência superada...
- O acompanhamento: é uma obrigação para uma redação. Acompanhamos um evento na
duração, até a sua conclusão. Exemplo: uma grave falta de energia. Você
deve anunciar quando estiver consertada e como. Uma ameaça de epidemia:
você deve dizer a seguir se a ameaça se confirma, se os medos são
dissipadas, se não houver mais perigo.
-A importância: uma informação importante toca muitas pessoas, modifica
sua existência diária tem uma influência direta sobre eles: catástrofe
natural, conflito, eleições…
5. A ESCRITA RÁDIO
O rádio é um meio rápido que se dirige a todos, pessoas cultivadas
ou analfabetas. A escrita deve ser, portanto, simples, curta, no presente, clara... fácil de
ouvir, fácil de lembrar.
A primeira regra é compreender bem a informação antes de redigir. Se nós
não entendeu, redigimos mal. Compreender bem para relatar bem, é
o contrato básico entre o jornalista e seu público.
-Comece pela informação de atualidade
Seus ouvintes estão ouvindo você para saber o que está acontecendo, portanto é necessário
comece cada um de seus textos com a informação mais fresca.
-Accrochez vos auditeurs
A primeira frase contém a informação de atualidade, mas ela deve
também chamar a atenção. Certifique-se de que sua escrita seja cativante, em
particular no início de cada novelo. Se você prender a atenção dos seus ouvintes, eles
permanecerão atentos.
Utilize o presente
Você deve descrever os eventos que acabaram de acontecer ou no momento em que
eles acontecem. O presente é o tempo da narrativa; é adequado para o tratamento de
as notícias.
Redija frases curtas
A informação é frequentemente complexa, seus ouvintes não podem voltar em
atrás, eles devem entender instantaneamente.
Redija suas frases no modelo: sujeito/verbo/complemento.
Limite-se a uma ideia por frase. Evite as propostas.
subordinadas, coloque um ponto e comece uma nova frase.
Seja preciso
Seus textos devem ser curtos, cada palavra é importante. Use, portanto, a palavra
justo. Escolha bem os seus verbos. Cuidado com ser e ter, verbos coringa.
e impreciso.
-Contentez-vous des faits, proscrivez les commentaires
Você não está no ar para dar sua opinião. Limite-se a descrever
a atualidade e deixem seus ouvintes livres para seus julgamentos.
Fale antes de escrever
Un journal radio est un exercice oral. Le présentateur dit les informations.
Escreva seu texto murmurando. Quando você pendurar em
uma palavra, mude-a, você corre o risco de ficar preso na antena. Quando você
avez écrit votre texte, relisez-le à voix haute. Si le résultat ne vous plait pas,
modifique o texto.
-Dirija-se aos ouvintes
Você escreve suas notícias sozinho, no microfone você não tem contato com o
public. Mas sempre tente imaginar seus ouvintes. Eles vão
compreender? Tente se dirigir a alguém. Se você escrever assim
Dessa forma, o público sentirá que você está se dirigindo a ele e permanecerá atento ao seu jornal.
-Descreva a informação
Rádio solicita o ouvido. Um texto bem escrito, no entanto, cria imagens mentais.
junto daquele que ouve. Para obter esse resultado, use uma escrita descritiva.
Para ter certeza de não omitir nada em uma informação, utilize os
cinco W. E para descrevê-la, pense nos cinco S. como sentido.
Todas as informações chegam até nós pelos nossos sentidos. Dê a ver, sentir,
tocar, ouvir e saborear a informação aos seus ouvintes.
6.TÉCNICAS DE ENTREVISTA
Seja ao vivo no estúdio ou fora em reportagem, a entrevista é realizada
todos os dias no rádio. É sua riqueza dar a palavra ao máximo de
gens. Porque eles têm algo a dizer, porque eles trazem uma
informação, reagem como políticos, empresários, artistas,
pessoas comuns... em um evento. O rádio não acontece em uma bolha,
ela está em contato com seus ouvintes. Mas como fazer uma boa entrevista? Aqui está
algumas regras.
Antes da entrevista
Primeira medida: se documentar, conhecer o seu assunto, o perfil de
a pessoa na frente.
-Préparez vos questions : aidez-vous de notes pour les poser dans un ordre
lógica.
-Apresente-se: seja ao telefone para marcar uma consulta ou quando
você chega para a entrevista. Diga quem você é, para quem trabalha, o que
que vocês vão fazer da entrevista (difundir trechos, uma grande parte,
Coloque seu convidado à vontade, dizendo a ele o ângulo que você tem.
escolha os temas que você vai abordar.
Durante a entrevista
- Faça perguntas abertas: comece suas perguntas com por que ou por
você acha que… ao invés de será que…? De forma a evitar que
seu interlocutor responde com sim ou não.
Faça uma única pergunta por vez: se você fizer várias, sua
o interlocutor responderá ao último, e ele terá esquecido os outros... e você também.
-Faça perguntas, não afirme sua posição: você não está aqui para
tomar partido, fazer um discurso, um comentário. Seu objetivo é ter
boas respostas. E para isso, você pensou nas perguntas mais
pertinentes possíveis.
-Escute as respostas: sempre há esclarecimentos, explicações para
pedir.
-Saiba cortar e interromper educadamente: isso é muitas vezes próprio dos homens
políticas de fazer grandes divagações para não responder. Tragam-nas de volta
no caminho que você estabeleceu: o objecto da sua entrevista.
Saiba ajudar seu interlocutor: há pessoas pouco falantes ou
intimidados pelo microfone; coloque-os à vontade, reformule suas perguntas.
Se o seu interlocutor não responder à pergunta ou se ele lhe responder com uma
questão, é que a questão é constrangedora ou delicada. Não hesite em perguntar novamente.
calmamente sua pergunta. Você é o mestre da entrevista.
DICA
Mostre que você está interessado: olhe nos olhos do seu convidado, acene com a cabeça
cabeça, aprovar...
Recuse as respostas lidas: às vezes as pessoas chegam com respostas escritas,
digam-lhes que é muito ruim, eles não parecem naturais no ar, eles vão
perder-se em seu texto enquanto têm tudo na cabeça e estarão bem.
melhores na fala.
Pense no corte durante a entrevista: uma boa entrevista é uma
entrevista onde podemos extrair bons sons.
-Antes de se despedir, verifique seu registro: escute novamente o final de
a entrevista para ver se você tem uma qualidade de som difusável
7. LE TRAVAIL DE LA VOIX
É necessário ter uma boa voz para fazer rádio? De preferência sim, mas nós
voit des présentateurs avec une voix enrouée se distinguer parce qu’ils savent
dá-lo a ele. Você coloca um tambor muito bom nas mãos de um mau
músico, ele não produzirá nada de bom. Você coloca um tambor ruim nos
mãos de um músico muito bom, e você tem magia, ritmo, som. Em
rádio, é preciso escrever para a própria voz, é o caminho mais difícil de encontrar.
Faça o teste, ouça seus vizinhos: alguns falam rápido, outros
lentamente. Essa é a nossa singularidade de ser humano. No rádio, é preciso
encontrar o meio-termo.
NB: não comer o micro
Falamos a 20 centímetros do microfone. Liberamos uma orelha do fone de ouvido para
poder entender-se como na vida. O outro serve para receber ordens e para
controlar.
8.O JORNAL
Apresentar um jornal envolve a responsabilidade do apresentador e de toda
A equipe. Um jornal é feito de títulos, de lançamentos, de reportagens e de breves.
É uma música. Sua duração é de 10 a 15 minutos, ou mais de acordo com a escolha de
o rádio. Em geral, encontramos vários jornais pela manhã, um grande jornal em
a meio do dia, um grande jornal da noite. Como tudo em rádio,
um jornal se prepara, se escreve, se coloca na boca e se diz no ar.
Antes de escrever: ler, ouvir e pensar no ritmo.
Após a conferência de redação, cada minuto conta para o apresentador. Ele
deve fazer frente a um imperativo: estar pronto na hora do jornal. Esta obrigação
incontornável traz um reflexo infeliz: a redação prematura dos
textos do apresentador. Aqui estão alguns conselhos práticos pré-los a
redações que lhe farão ganhar tempo e realizar um melhor jornal.
A primeira coisa a fazer é reler as anotações que você fez durante a
reunião de redação. Isso lhe permitirá verificar se você está realmente
compreendeu o que foi decidido durante esta reunião. Graças a esta leitura, você
pode verificar também quais são os elementos ou informações que você
manquent ou qui estão incompletos.
-Inscreva em uma lista as tarefas a serem concluídas até o relatório. Você deve
escrever esses elementos em uma ordem lógica. Trata-se aqui de fazer uma espécie de
"check list" do seu diário, com base no modelo utilizado pela tripulação de um
avião antes da decolagem. Você poderá riscar a lista à medida que
o cumprimento das diferentes tarefas.
Leia a nota de liaison redigida pelo seu colega, apresentador da edição
anterior. Da mesma forma, leia o script de seu diário. Se você não tiver
pu écouter l’édition précédente en direct, procurez-vous une copie et écoutez-la.
-Leia os lançamentos dos reportagens que já estão gravados. Os repórteres
devem deixar seus reportagens com elementos de lançamento especificando
o ângulo escolhido.
Escute atentamente os sons que estão disponíveis. Anote os começos
e os fins de cada som para ajudá-lo a escrever os lançamentos.
Note a duração de cada som.
-Comunique-se com os repórteres. Peça para esclarecê-lo sobre as coisas que você
interpelando na leitura dos lançamentos e na escuta dos sons. Informe-se
para saber quem está em campo e quando eles vão voltar. Telefone para
correspondentes das outras redações para verificar se você tem tudo
elementos.
-Por fim, pense no ritmo e no equilíbrio do jornal. Antes de começar a
redigir, tenha uma ideia precisa da forma final do seu diário. Para isso,
faça-se algumas perguntas: Você tem informações suficientes em
bref? Você só tem papéis-plus-som? Você tem algum
informações para cada grande região do país? Você não tem
demais assuntos políticos e nada sobre a vida cotidiana?
CONCEPÇÃO E REALIZAÇÃO DE UM
JORNAL TELEVISIVO
A confiabilidade da informação passa pela relação que o jornalista mantém
com suas fontes. Mesmo que as redações estejam cada vez mais solicitadas por
fontes que têm mensagens a comunicar, o jornalista permanece absolutamente
independente de suas fontes, que deve consolidar e renovar para ser
crédible auprès des téléspectateurs.
O acesso às fontes
-Avoir un vrai carnet d’adresses :La qualité du carnet d’adresses et l’étendue
Os contatos pessoais do jornalista vão ajudar em sua eficácia e credibilidade.
- Alimentar um arquivo de pessoas-recursos: Este arquivo, compartilhado com
o conjunto da redação permite escolher o interlocutor mais confiável ou o
mais original, o especialista relevante para cada reportagem. Regularmente mantido a
dia, permite verificar que a redação não solicita sempre os mesmos
interlocutores.
Manter contatos regulares com as fontes institucionais:
As instituições, as organizações políticas, as associações esportivas ou
outros, comunicam-se permanentemente. Sem retransmitir essas fontes
institucionais, o jornalista deve encontrar informantes e ler os
comunicados oficiais para conhecer as decisões estratégicas e se informar sobre
a fonte.
Ligar para as linhas de apoio dos bombeiros, da polícia, dos gendarmes:
Para o jornalista, é um meio eficaz no dia a dia para se manter informado
rapidamente eventos, fatos diversos e manifestações...
-Identificar todas as fontes de informações publicadas na imprensa:
Essas fontes oferecem pistas de tratamento, mas não devem ser
sistematicamente exploradas.
-Fique alerta com as notícias das agências de imprensa:
É uma das ferramentas básicas para se manter informado sobre os eventos locais,
nacionais ou internacionais, e buscar sua possível variação em função
da redação à qual pertencemos.
Fazer uma vigilância direcionada através dos sites na Internet e das redes
sociais para encontrar novas fontes de informação.
O jornalista não está à iniciativa
O jornalista solicita os
de informação. Ele foi solicitado informações das quais ele precisa. Ele tem
ELEMENTO para cobrir um evento ou
a iniciativa da informação: ele é
difundir uma informação: ele é
ativo.
passivo.
O jornalista dispõe
Risco importante de fazer um tratamento Risco de se deixar enganar e fazer
de uma única fonte
promocional ou um publi-reportagem. da promoção sem se dar conta.
de informação.
O jornalista confirmou Risco limitado de cair no
Maior valor agregado pelo
várias fontes reportagem promocional mas ficar
jornalista.
de informação. vigilante.
Figura: A relação com as fontes: da menos confiável à mais confiável.
1. OS ENCONTROS DA REDAÇÃO
Quatro momentos importantes na vida de uma redação: a conferência previsionais é
semanal. A cada dia, a conferência de redação reúne todos os
jornalistas, a segunda conferência de redação elabora em comitê restrito o
conduzido do jornal televisivo. Após a transmissão do jornal
televisada, a conferência crítica reúne todos aqueles que participaram da difusão
para uma debriefing a quente. A qualidade de construção e a coerência do
O jornal televisivo depende dessas reuniões que reúnem uma parte ou
o conjunto de profissionais.
[Link] A INFORMAÇÃO
O jornalista identifica informações interessantes e propõe temas.
Quando a redação decide abordar um assunto ou cobrir um evento, o
o jornalista escolhe um ângulo, encontra e verifica as informações para construir um
reportagem que vai marcar o telespectador.
Sempre alerta, o jornalista se mantém informado através de numerosas
fontes. Curioso, ele sabe identificar informações interessantes e
temas inéditos. Tenaz, ele conhece os processos que precisam ser seguidos a longo prazo
termo. O jornalista sempre chega à conferência de redação com um
"propostas" de temas atuais. A discussão com toda a redação
permite determinar o ângulo de ataque que mais se adequa para tratar um
sujeito e encontrar seu lugar no telejornal.
Encontrar um tratamento diferente (para cada assunto, ser criativo,
constitui o valor acrescentado trazido pelo jornalista e por todo o conjunto de
a equipe que prepara o telejornal) ; diferente dos outros meios de comunicação, dos outros
televisores, dos anos anteriores ….
A conferência de redação é a hora das escolhas. Para cada um dos assuntos
retidos para o telejornal, o editor-chefe pode
perguntar ao jornalista de:
Partir para gravações em campo com uma equipe de reportagem
Realizar um quadro ou uma narrativa a partir de imagens de agência, de imagens
d'archives ou d'images de synthèse
O editor-chefe também pode decidir deixar o apresentador ou a
apresentadora do jornal tratar o assunto durante uma sequência em estúdio
(com ou sem imagens de acompanhamento, com um convidado ou um cronista).
Quando todas essas decisões são tomadas, cada um dos jornalistas da
a redação deve respeitar as restrições de tratamento, de dispositivo e de duração
para garantir a qualidade do telejornal. O relatório = um assunto + um
propos
3. Escolher um tratamento que valorize o assunto
Para cada assunto, é necessário escolher o gênero que reflete a atualidade dele,
especificidade ou originalidade. Assim como na imprensa escrita, cada gênero obedece a
leis » que dão ideias de filmagem e facilitam as escolhas na edição. É
uma boa ferramenta para especificar o pedido do editor-chefe, afinar o ângulo do
reportagem e permitir um tratamento aprofundado da informação.
4. AS RESTRIÇÕES DE DURAÇÃO E DE DISPOSITIVO
Um mesmo assunto pode ser tratado em seções ou através de dispositivos
diferentes. Cada assunto deve ser tratado de acordo com a fórmula que produz mais
de informações e que participa melhor do ritmo e do interesse do jornal
televisado no qual o reportagens se insere.
Formatos e durações dos reportagens no Telejornal
• Imagens apenas comentadas (« off » ou « através »)
Trata-se de sequências de 15 a 30 segundos de imagens comentadas pelo
apresentador em estúdio.
Na montagem, é necessário:
-Fazer coincidir estreitamente o comentário com uma ou duas imagens impactantes.
-Priorizar a chamada (em imagem e em comentário que geralmente começa entre 5 a 10
segundos antes das imagens).
Montar os planos de fim em comprimento para facilitar o retorno da imagem sobre o
apresentador no momento da última palavra de seu comentário.
Entrevista sozinha
A entrevista seca é uma informação que não é útil de enquadrar ou de
cobrir com imagens de pretexto. O lançamento deve sublinhar seu interesse
(testemunho excepcional, único, raro, exclusivo, emocionante....) ou lembrar os
condições nas quais esta entrevista foi solicitada ou obtida.
Reportagem de campo
O relatório de campo traz imagens e sons para mostrar a realidade
ao mais próximo. Um comentário descritivo diz « de cravamento » incentiva o
téléspectateur à regarder l’image et laisse de la place au son d’ambiance.
Encadré explicatif
Quando o assunto trata de noções abstratas impossíveis de mostrar, o
comentário explicativo se apoia em ilustrações: imagens de agência,
d'archives, ilustrações ou infografias.
• Dossiê
Um dossiê trata de um mesmo assunto através de ângulos diferentes, articulando
vários comentários.
No jornal televisivo, o dossiê pode atingir 4 minutos. Em uma revista
de informação ou uma emissão especial, o reportagens longa pode ir de 13 a 56
minutos.
Principais rubricas que estruturam o telejornal
-Justice / Faits divers / Education
-Política / Internacional
-Vida local / Social / Sociedade
-Economia / Ciências
-Saúde / Medicina / Novas tecnologias / Cultura
-Esporte / Ambiente
Para um determinado assunto, é importante escolher a seção à qual ele pertence: um
casos de violência doméstica podem pertencer à seção 'fatos diversos' como a
a seção "sociedade" de acordo com o tratamento escolhido. Essa escolha revela a linha editorial
da redação.
5. HIERARQUIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
O condutor é elaborado para evidenciar a hierarquia da informação
e o ritmo de todo o jornal telejornal. Ele permite visualizar o jornal
com todas as suas sequências na ordem em que ocorrem. Inclui todas as
ligações de ordem editorial dadas pelo apresentador ou de ordem estética
fornecidos pelos jingles, os painéis e os processos videográficos.
Le conducteur est finalisé une à deux heures avant la diffusion du journal. Il est
distribuído a todas as equipes que participam de sua divulgação. Ele pode
évidemment être totalement bouleversé en cas d ’événements ou d ’actualité
imprevistos. Ele alterna sequências em estúdio (lançamentos, pés, entrevistas
de convidados no estúdio ou em duplex...) e reportagens.
Exemplo de condutor: Para cada reportagem, após o título ou após
do nome da equipe de reportagem, muitas vezes é indicado os dois ou
três palavras finais do comentário para que as equipes de
realizações se preparam para uma comutação limpa entre o fim da difusão de
este reportagem e o retorno ao estúdio do apresentador (completando o reportagem
por um pé ou anunciando a próxima reportagem).
6. AS DIFERENTES FORMAS DO JT
O jornal em 'bump': reportagens curtas são seguidas de documentos mais
desenvolvidos no meio e depois descendo em breves ou assuntos curtos no final
du JT.
O JT "em vazio": inversamente, os reportagens mais longas estão nos
extremidades do JT.
O JT pode ter um perfil "em ondas", o que é frequente nos tudo
As imagens. O modelo dos reportagens é sempre o mesmo.
[Link] A INFORMAÇÃO, A HORA DO JORNAL
O jornal é o ponto de culminância do trabalho de todas as equipes de
reportagens. Ele expressa a linha editorial decidida pelo editor-chefe e seu
equipe. Ele respeita a hierarquia da informação, ele leva em consideração os
modos de recepção dos telespectadores, ser ritmado, claro e atrativo. Estes
as exigências de fundo e de forma devem ser compartilhadas por todas as equipes
técnicas e editoriais.