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Diagnóstico e Tratamento de Tumores Abdominais

O documento aborda temas recorrentes e importantes para a prova da FAMEMA, incluindo diagnósticos e manejos de abdome agudo, trauma torácico, e condições clínicas como cirrose hepática e tuberculose. Também destaca a importância de exames como ultrassom FAST e a diferenciação entre tipos de câncer esofágico. Além disso, menciona questões de ginecologia e obstetrícia, enfatizando a necessidade de atenção a sintomas e diretrizes de rastreamento.

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Diagnóstico e Tratamento de Tumores Abdominais

O documento aborda temas recorrentes e importantes para a prova da FAMEMA, incluindo diagnósticos e manejos de abdome agudo, trauma torácico, e condições clínicas como cirrose hepática e tuberculose. Também destaca a importância de exames como ultrassom FAST e a diferenciação entre tipos de câncer esofágico. Além disso, menciona questões de ginecologia e obstetrícia, enfatizando a necessidade de atenção a sintomas e diretrizes de rastreamento.

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Dr.

Henrique Lunardelli
Abdome agudo perfurativo Coordenador de Cirurgia
Prova da FAMEMA não gosta muito de
multimídia. Mas um diagnóstico sindrômico que Prova da FAMEMA é aquela claaasica prova de residência
caiu mais de uma vez, com imagem, foi o de médica tradicional. Prova decoreba, curta e grossa,
abdome agudo perfurativo. Já caiu sinal de desatualizada e muitas vezes sem pé nem cabeça.
Rigler, já caiu tomografia com
pneumoperitôneo. Em algumas questões eles até tem um lapso de sanidade mental
Portanto essa é nossa aposta. e colocam casos clínicos legais e com sentido, mas é a exceção.
Em geral, uma prova apelativa.

Mas como sempre, os temas se repetem. Se você decorou as


Sinal de Rigler: provas antigas, se prepare para algo parecido.
ar delineando as
alças intestinais - Siga firme, escolha as questões mais fáceis para responder
pneumoperitôneo primeiro e capriche no chute, você consegue.
Boa sorte Medcofer. Que a força esteja com você.

Abdome agudo inflamatório - diagnóstico diferencial


Linha preta
(ar) - Hernias da parede abdominal e hernia inguinal
acima do
Neoplasia gastrointestinal
fígado.
Gastrocirurgia - Disfagia

Perioperatório e classificação de ASA

FAST GIST
Uso do ultrassom focado no trauma. Exame rápido, Tumor estromal, derivado das Células de Cajal.
fácil, barato, repetível. Excelente ferramenta para o Nossa aposta Off-label aqui.
atendimento ao politraumatizado. Geralmente um achado endoscópico ou de exames de
Objetivo principal: Excluir ou confirmar líquido livre imagem. Mas bora revisar os principais pontos.
intra-abdominal ou pericárdico no paciente vítima de
trauma grave, em choque e instabilidade Possíveis sintomas: Principais marcadores:
hemodinâmica. HDA, massa epigástrica, CD117
saciedade precoce DOG-1

Diagnóstico:
Se positivo EDA e EcoEDA com PAAF (não rompe cápsula)
- indica cirurgia. - Lesão subepitelial, umbilicada, hipoecóica
e homogênea com margem bem definida

Tratamento:
< 2 cm = Observação clínica
> 2cm = Ressecção com margens livres
Se negativo - indica
Fatores prognósticos:
procurar outros Tamanho do tumor / Idade
focos de Número de mitoses por campo
sangramento. Ki67 / P53 / Rotura da cápsula
Trauma de tórax - uma delas vai cair Via aérea cirúrgica no trauma
Em um paciente politraumatizado a perda da via aérea
Pneumotorax hipertensivo
é a principal causa de morte. Por isso os cuidados com
Irpa + choque obstrutivo. a via aérea no trauma vem primeiro, com o ‘A’ do
MV ausente e percussão timpânica. ABCDE do trauma. A primeira opção de via aérea
CD = toracocentese e drenagem de tórax. definitiva é sempre a intubação orotraqueal, mas nem
sempre ela é possível... Para a prova, importante
Tamponamento cardíaco lembrar das indicações de via aérea cirúrgica.
Edema de glote.
Hipotensão + hipofonese de bulhas + turgência jugular.
Trauma maxilofacial grave.
CD = Toracotomia antero-lateral esquerda.
Sangramento profuso.
Incapacidade de intubação (03 tentativas).
Hemotórax maciço
Nestes pacientes precisamos indicar a via aérea
Choque hipovolêmico.
cirúrgica. Temos 03 opções.
MV ausente e percussão maciça.
CD = drenagem de tórax e toracotomia. Cricotireoideostomia por punção:
Não é definitiva - Urgência temporária
Pneumotórax aberto punção com jelco na membrana

Irpa + ferimento aspirativo na parede torácica.


Cricotireoideostomia cirurgia:
CD = curativo em 3 pontas seguido de drenagem.
A ESCOLHA. A MELHOR.
Rápida e resolutiva.
Tórax instável
Traqueostomia:
múltiplas fraturas de costelas + contusão pulmonar
Reservada para o centro cirúrgico
CD = Analgesia potente, BH negativo, fisioterapia
Crianças < 12 anos ou trauma de laringe

Abdome agudo obstrutivo Neoplasia de esôfago


O manejo e diagnóstico diferencial vai cair. Tema recorrente, mas que precisamos relembrar.
Quadro clínico: Dor + distensão abdominal + parada A diferenciação entre os dois subtipos de câncer de
de eliminação de fezes e flatus + náuseas e vômitos. esôfago. O Adenocarcinoma - do obeso e do refluxo,
Manejo inicial = Rx de abdome agudo + SNG aberta + do terço distal do esôfago.
Hidratação + Jejum + analgesia e sintomáticos. O Carcinoma espinocelular - do tabagista e etilista,
Importante diferenciar obstrução alta de baixa! dos terços superiores do esôfago.

Obstrução alta: Câncer de esôfago CEC Adenocarcinoma

Intestino Delgado
Vômitos precoces biliosos Tabagismo, Etilismo,
DRGE, Obesidade,
Ingesta de bebidas
Menos distensão Fatores de risco
quentes, HPV 16 e 18,
Uso de
bifosfonados.
Principal causa: Bridas Acalasia, Tilose.

Outras causas:
Hérnias – íleo paralítico. Sintomas Disfagia, Perda ponderal, Melena, Inapetência

Obstrução baixa:
Diagnóstico
Cólon e reto Diferencial
Acalasia, Estenose péptica, Divertículo

Vômitos tardios fecalóides


Mais distensão EDA com
Diagnóstico EDA
Principal causa: Neoplasia cromoscopia

Outras causas:
Volvo – megacólon – Ogilvie TC pescoço, tórax, TC pescoço,
abdome e pelve tórax, abdome
ECO EDA e pelve
Lembre-se dos achados do Rx também: Estadiamento
PET-CT ECO EDA
Alta = Empilhamento em moedas e distensão central. Laringoscopia e PET-CT
Baixa = Haustrações periféricas. Broncoscopia
Dr. Luis F. F. Ferrari
Não é frequente, nos últimos 3 anos o que caiu
Subcoordenador Clínica
foi: pneumotórax pós acesso venoso central e
ritmo durante PCR (que vocês já tem na bet de
Pediatria). Apostarei em um tema recorrente Salve, salve MedCoffer,
Tuberculose pulmonar
As questões de Clínica Médica da FAMEMA costumam cobrar
temas gerais e sem muitos recursos multimídia.

Espere encontrar muita infectologia, gastroenterologia


(especialmente encefalopatia hepática), emergências clínicas
(intoxicações), cardiologia e subespecialidades que não
aparecem tanto em outras provas, como: imunologia (anafilaxia)
e neurologia/otorrino (vertigem). Os casos clínicos geralmente
são diretos e com comando claro.

Cavernas! Lembrar do sintomático respiratório No mais, lembrem-se: alternativa menos pior te pontua melhor!
(população geral: tosse ≥ 3 sem) Boa prova!

Pneumonia adquirida na comunidade e Tuberculose

Cirrose hepática e Diarreias agudas

Insuficiência cardíaca e Síndrome Coronariana Aguda

Vertigem e AVC

Choque e Intoxicações

Cirrose hepática - Encefalopatia hepática Cirrose hepática - Ascite


Desencadeado por infecções (PBE), sangramentos
(HDA), overdose de diuréticos, distúrbios
hidroeletrolítcos, constipação, etc

Ascite não complicada


Medidas gerais
Dieta hipossódica (sódio 2g/dia)
Corrigir desidratação, se presente
Aderência: sódio urinário 24h
Suspender diurético, sedativo ou hipnótico
Espironolactona 100 + furosemida 40mg (máx 400-160)
Corrigir DHEs (especialmente hipoK)
*Paracentese de alívio: repor albumina a partir de 5L
Tratar infecção, HDA, PBE ou SHR, se presentes
Dieta oral assistida ou enteral (WH grau 3-4) PBE
Lactulose
VO: 15-45mL 2-4x/dia (2-3 evacuações pastosas/dia)

Alternativas

Rifamixina 550mg VO 12/12h por 5-10 dias e/ou Cefalosporina 3ª geração


Aspartato de ornitina (LOLA) Profilaxia SHR: albumina D1 1,5g/kg + D3 1g/kg
Pneumonia bacteriana Intoxicações
Avaliação de risco de mortalidade e definição de local Cai todo ano, lembrar das principais toxíndromes
adequado para tratamento

Tricíclicos: lembrar do bicarbonato de sódio


Cocaína: benzodiazepínico (evitar βB)

Anafilaxia Vertigem
Diferenciar entre central e periférica: HINTS

Se ao menos 1 dos 3 positivos: vertigem central


Head Impulse Nystagmus Test of Skew

Adrenalina 0,5mg IM
Repetir a cada 5-15min
Se > 3 doses, considerar EV (0,05-0,5mcg/kg/min) Nistagmo central
Multidirecional
Vertical
Refratariedade (fatores de risco) Não é suprimido pela fixação do olhar

Asma Vertigens periféricas


Betabloqueadores (usar glucagon)
Doença cardíaca
Alérgeno em alta concentração ou endovenoso
Atraso na administração da adrenalina
VPPB
Diagnóstico: manobra de Dix-Hallpike
Elevar MMII Expansão volêmica (?) Corticoide Tratamento: manobra de Epley

β2-agonista de curta Anti-histamínicos


Dra. Nicole Kemberly
Coordenadora de G.O.

Olá Aluno Medcof,


Questões multimídia não são frequentes na
prova da FAMEMA. Apostarei em temas A prova de Ginecologia e Obstetrícia da Famema gosta de casos
recorrentes clínicos, predominando enunciados mais curtos e perguntas
Achados da microscopia de conteúdo vaginal, a diretas. Há pouquíssimas ou quase nenhum recurso multimídia.
fresco ou com coloração de Gram:
Clue Cells ⟶ Vaginose Na Ginecologia Geral, predominam as questões sobre infecção
ginecológica (vulvovaginites, úlceras genitais) e dentre as
Bacteriana
subespecialidades da ginecologia, destaca-se a Ginecologia
Ref: Fonte: Chen Xiaodi, Lu Yune, Chen Tao, Endócrina (amenorreias, infertilidade). Na Obstetrícia,
Li Rongguo; The Female Vaginal Microbiome
in Health and BacterialVaginosis; Frontiers
predominam as principais patologias da Obstetrícia de Alto
in Cellular andInfection Microbiology (2021); Risco (diabetes na gestação, síndromes hipertensivas).
Volume 11.

Leia com calma! Desejo uma excelente prova!


Doença Inflamatória Pélvica Aguda
Abscesso Tubo-Ovariano

Ginecologia Geral | Infecção Ginecológica, HPV

Ginecologia Endócrina | Amenorreias

Ginecologia Endócrina | Climatério, Infertilidade

Obstetrícia de Alto Risco | Diabetes na Gestação


Ref: Weerakkody Y, Nassar I, Rizk M, et al. Tubo-ovarian abscess. Reference article,
[Link] (Accessed on 08 Aug 2025) [Link] Obstetrícia de Alto Risco | Síndromes Hipertensivas

Amenorreias
Rastreamento do Câncer de Colo de
Entenda o fluxograma de investigação para amenorreia
Útero: Novas Diretrizes Brasileiras primária e secundária:
Método primário de rastreamento: DNA HPV Amenorreia Primária
Início aos 25 anos para pacientes sexualmente
Útero presente + FSH/LH normais + Caracteres sexuais
ativas ou a partir do início da atividade sexual
secundários (CSS) presentes ⟶ obstrução à saída do
para pacientes que vivem com vírus do HIV/aids e
fluxo menstrual
em outras situações de imunodepressão ou
imunossupressão Útero presente + ausência de
CSS + FSH/LH baixos ⟶ causas
DNA HPV hipotalâmicas ou hipofisárias
Útero presente + ausência de
Não 16-18
Negativo 16 e/ou 18 CSS + FSH/LH altos ⟶ causas
(HPV outros)
ovarianas

Útero ausente ⟶ solicitar cariótipo


(Sd Mayer-Rokitanksy-Kuster-
Repetir em Colposcopia
Citologia Reflexa* Hauser ou Síndrome de Morris)
5 anos
Amenorreia Secundária Afastar gestação

FSH diminuído ⟶ alterações SNC


*Se citologia reflexa alterada (ASCUS+) = encaminhar
FSH aumentado ⟶ causas ovarianas
para a colposcopia. Se citologia normal = repetir DNA
FSH normal ⟶ outras alterações hormonais (prolactina,
HPV em 1 ano.
tireoide)
Pré-Eclâmpsia
Corrimentos vaginais
Gestante que tem PA ≥140x90mmHg após 20 semanas
COM proteinúria ou lesão de órgão-alvo

Predição de Pré-Eclâmpsia
1 Alto Risco ou 2 Riscos Moderados = AAS + CaCO3

Parto IMEDIATO na Pré-Eclâmpsia:


Eclâmpsia
Descolamento prematuro de placenta
Fique atento às principais características trazidas no
Edema pulmonar
enunciado para não vacilar na hora de dar o
Comprometimento cardíaco grave
diagnóstico mais certeiro!
Piora laboratorial progressiva
IRA progressiva
Sofrimento Fetal

Diabetes e Gravidez

Início do Pré-Natal < 20 semanas Assistência ao Pré-Natal

Vacinas Seguras e Indicadas


Glicemia de Jejum
Tétano, difteria e coqueluche acelular (dTpa): todas
as gestantes, a partir de 20 semanas.
≥ 126 92-125 < 92
Influenza
Hepatite B: 3 doses (0-1-6), para as suscetíveis
Overt Diabetes COVID-19
Normal
Diabetes Gestacional Vírus Sincicial Respiratório: dose única,
intramuscular, a partir de 28 semanas de gestação

Início do Pré-Natal Início do Pré-Natal Vacinas Contraindicadas


20-28 semanas > 28 semanas
Sarampo, caxumba e rubéola
Varicela
TOTG 75g (0-1-2h) TOTG 75g (0-1-2h) HPV
24-28 semanas AGORA Dengue

Jejum: < 92 Jejum: 92-125 Jejum: ≥ 126


1h: < 180 1h ≥ 180 1h: XXX
2h: < 153 2h: 153 - 199 2h: ≥ 200

Diabetes Overt
Normal
Gestacional Diabetes
Dra. Roberta Andrade
PALS Subcoord. Pediatria

Dificilmente a prova da FAMEMA cobra alguma


questão em Pediatria com imagem.
Por aqui você vai encontrar muita pediatria geral! A prova aborda
Se cair, pode ser relacionado ao PALS (PCR ou
os temas mais frequentes na pediatria, especialmente a área de
arritmias). Assim, vale a pena relembrar os 4
infectologia pediátrica.
ritmos de parada com seus respectivos
traçados:
Às vezes com caso clínico imenso, às vezes com enunciado de
duas linhas. O importante é saber bem a fisiopatologia dos
principais temas cobrados para responder corretamente.
CHOCÁVEIS
Boa prova :)

FV
TV sem Pulso

Choque 2J/Kg

NÃO
Vacinação | cobrado 7 vezes
CHOCÁVEIS
Infecções de vias aéreas | cobrado 6 vezes
Assistolia
AESP Triagem neonatal | cobrado 5 vezes

PALS | cobrado 4 vezes


Adrenalina
Doenças exantemáticas | cobrado 4 vezes

Bronquiolite Atualizações Vacinais - 2024/2025

Faixa etária: Lactente ROTAVÍRUS


Etiologia: VSR​, influenza, parainfluenza, rinovírus, 1ª dose: até 11 meses e 29 dias
coronavírus 2ª dose: até 23 meses e 29 dias
Quadro Clínico: coriza, febre, tosse, no 3º-4º dia
desconforto respiratório e SIBILOS POLIO - VIP ou SALK
Raio-X se internação: hiperinsuflação, retificação Tchau VOP - não existe mais
arcos costais, atelectasia​ Doses: 2, 4 e 6 meses + reforço 15 meses
Condutas: hidratação/nutrição, O2 se
Sat<90%-92%, limpeza nasal COVID
Complicações: desidratação, apneia, atelectasia, Pfizer (escolha) - 3 doses: 6, 7 e 9 meses
OMA Moderna - 2 doses: 6 e 7 meses
Se imunodeficiente: 3 doses (ambas as marcas)

Não realizar: broncodilatador, MENINGO


corticoide, salina hipertônica. MenC: 3 e 5 meses
MenACWY: 12 meses; entre 11-14 anos

SCR
Dose Zero: aos 6 meses em algumas regiões
Doenças Exantemáticas Pneumonia + derrame pleural

Agente QC e Manejo

Paramyxovi- Exantema morbiliforme (cefalocaudal)


Sarampo rus - + febre + 1 : respiratório (tosse, coriza)
Morbilivirus ou conjuntivite​. Manchas de Köplik.

Exantema Herpes 6 e 7​ <2 anos, febre.​


súbito Após: exantema maculopapular​

Eritema Parvovírus Pré-escolar, escolar. Face


infeccioso B19​ esbofeteada, exantema rendilhado
(poupa mão e pé)​
Case courtesy of Sally Ayesa, [Link], rID: 94572

Faringoamigdalite, língua em
Escarlatina
Strepto A framboesa, Filatov (palidez), Pastia Conduta:
(pyogenes)​ (dobras), pele lixa​.
Peni benzatina ou Amoxi Internação hospitalar
Exame de imagem
Mononucleose Vírus
Sistêmico (febre, linfadenopatia, Se BEG: Penicilina cristalina ou ampicilina
amigdalite, hepatoespleno). Rash após
infecciosa Epstein-Barr
ATB. Linfocitose com atipia endovenosa
Se grave: Ceftriaxone ou Cefotaxima ± Vancomicina

Mão-pé-boca
Coxsackie A
eB
Febre, lesões vesiculares em mãos, pé
e boca.
Considerar toracocentese →
cultura e análise
bioquímica
Indicação de drenagem: pus, identificação de
Herpes
Febre, mal-estar, pleomorfismo, bactérias no gram, pH<7,2, glicose<50, LDH>1000,
Varicela centrípeto, acomete mucosas e couro
zoster
cabeludo
derrame extenso (>1cm USG), septações/loculações

Triagens Neonatais
Bronquiolite
Palivizumabe x Nirsevimabe
Hbpatias
Fenilcetonúria
PALIVIZUMABE Todos Fibrose Cística
Biológica Entre 3-5 dias Hipotireoidismo
Para quem: HAC
Ate 1º ano: RN com IG até 28+6 Def. Biotinidase
Toxoplasmose
Até 2º ano: DBP/cardiopatia com
repercussão
Oximetria de
Quando: sazonalidade VSR, 5 doses IM Pulso MSD e MI
≥ 35 semanas​
Oximetria Normal: SpO2
Entre 24-48h
≥ 95% e
diferença ≤ 3%​
NIRSEVIMABE
(SUS/MS ainda não disponível)
Todos, <72h, Transparência
Para quem: Olhinho 3x/ano até 3 ocular - Reflexo
Ate 1º ano: RN < 37 semanas anos vermelho
Até 2º ano: DBP/Fibrose Cística/ Anomalia
via aérea/ Cardiopata/ T21/ Imunodef./
EOA​: Perdas
Doença Neuromuscular cocleares​, sem
Todos, na
IRDA
Auditiva maternidade
Quando: independe sazonalidade, 1x, IM PEATE: Perdas
(até 1 mês)
retrococleares,
com IRDA
Dr. Felipe Daiko
Subcoord. Preventiva
Não há padrão de cobrança multimídia na
FAMEMA. Nos últimos 05 anos tivemos poucas
imagens úteis para enunciados. Uma em 2021 A FAMEMA tende a avaliar se o candidato domina o “clássico
sobre genograma e outra em 2024 com uma bem-feito” e, sobretudo, se consegue aplicar esse repertório a
tabela de contingências. Essas tabelas podem situações do cotidiano.
aparecer em questões de Medidas de
Associação e Testes Diagnósticos. Nesse eixo, aparecem com frequência as relações entre
incidência, prevalência e duração, além de letalidade e medidas
Tabela 2X2 em 2024 para decisão clínica sempre conectadas a estudos
epidemiológicos e testes diagnósticos com seus conceitos e
cálculos (VPP/VPN, NNT, RAR, RR, entre outras).

Outro foco recorrente é a APS: a prova explora casos e


ferramentas, valorizando os atributos da APS.

Genograma em 2021 Em resumo: conceito sólido bem aplicado é a marca da banca.

Estudos Epidemiológicos e Medidas de Associação

Testes Diagnósticos

APS: Atributos, Casos Clínicos e Ferramentas

Vigilância e Notificação Compulsória

HND e Níveis de Prevenção

Atributos da APS Ferramentas da APS


Estudos Epidemiológicos
Essenciais Genograma
Ecológico: Agregado, sujeito a falácia ecológica;
Acesso/Primeiro Contato Mapeia a Estrutura Familiar
Hipótese de associação de fator de risco e agravo
Longitudinalidade 3 ou mais gerações
Transversal: Avalia exposição e efeito no mesmo Integralidade Identifica padrões de doenças,
momento. Estudo de Prevalências. Bom para Coordenação do Cuidado conflitos, vínculos e suporte.
comparação de populações e para levantar hipótese
Caso-controle: DOENÇA ⟶ EXPOSIÇÃO Derivados:
Abordagem Familiar Ecomapa
Começa com desfecho e avalia chance de exposição
Rede de apoio
no passado. Bom para doenças raras Abordagem Comunitária
Interações com equipamentos
Competência Cultural
Coorte: EXPOSIÇÃO ⟶ DOENÇA sociais e de saúde
Parte de grupo de expostos e não-expostos e
acompanha o surgimento (incidência) de doença.
Princípios do SUS
Doutrinários:
Prospectiva: exposição no presente e desfecho ao
Universalidade ATENÇÃO AO NOVO
longo do tempo (no futuro)
Integralidade PRINCÍPIO DO SUS
Retrospectiva: exposição no passado e
Equidade
acompanha desfecho ao longo do tempo.
Organizativos: Lei nº 15.126/2025:
Ensaio Clínico: Experimental e individuado. Descentralização
Padrão-ouro para estudos de intervenções em saúde. Atenção humanizada
Regionalização
Características desejáveis: randomização e (princípio legal do SUS)
Hierarquização
mascaramento. Melhor método de análise de Participação Social
desfechos: Intention-to-Treat (pois preserva a Resolubilidade
randomização) Complementariedade
Medidas de Associação Testes Diagnósticos

Doença Não Doença

Exposto A B A+B

Não exposto C D C+D

A+C B+D Total

Dica: Em cima (numerador): só quem é verdadeiro


Risco Relativo = Ie ÷ Ine = (A/(A+B)) ÷ (C/(C+D))
Embaixo (denominador): total da coluna ou linha analisada
Odds Ratio = (A/C) ÷ (B/D) = (AxD) ÷ (BxC)
Redução de Risco Relativo = 1 - Risco Relativo Sensibilidade (S) = VP ÷ Doentes
(RRR = Eficácia) Especificidade (E) = VN ÷ Sadios
Redução Absoluta do Risco (RAR) = Ine - Ie Valor Preditivo Positivo = VP ÷ Positivos
Valor Preditivo Negativo = VN ÷ Negativos
Número Necessário p/ Tratar (NNT) = 1 ÷ RAR

Ie = Incidência nos expostos


Ine = incidência nos não expostos

Medidas mais comuns de acordo com tipo de estudo:


Transversais: Razão de Prevalências
Coorte: Risco Relativo
Caso-Controle: Odds Ratio Alta Sensibilidade: Bom para RASTREAR
ECR: RR, RRR, RAR, NNT Alta Especificidade: Bom para CONFIRMAR

Notificação de Doenças e Agravos


Níveis de Prevenção
Relacionados ao Trabalho (DARTs)
No último ano, o SINAN atualizou sua lista de
notificações compulsórias, incluindo as Doenças e
Agravos Relacionadas ao Trabalho (DARTs), além de
manter os acidentes de trabalho. Deixamos a lista
abaixo para você não esquecer durante a prova:

Acidente de trabalho com exposição


à material biológico --------------------- SEMANAL
Acidente de trabalho -------------------- IMEDIATA
Câncer relacionado ao trabalho ----------- SEMANAL
Dermatoses ocupacionais ---------------- SEMANAL
Distúrbio de voz relacionado ao trabalho --- SEMANAL
LER / DORT ----------------------------- SEMANAL
Perda auditiva relacionada ao trabalho ----- SEMANAL
Pneumoconioses relacionadas
Prevenção quaternária
ao trabalho ----------------------------- SEMANAL
Evitar sobrediagnóstico
Transtornos mentais relacionados
Evitar iatrogenias
ao trabalho ---------------------------- SEMANAL
Evitar medicalização
Ponderar Beneficência x Não maleficência
Lembre-se:
Demora/Espera Permitida
Notificação IMEDIATA: 24 horas
Acidente de trabalho:
Prevenção quinquenária
Notificação ao SINAN para qualquer trabalhador
“Prevenir o dano no paciente, atuando nos profissionais
CAT para trabalhadores formais
da saúde”.

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