Diagnóstico e Tratamento de Tumores Abdominais
Diagnóstico e Tratamento de Tumores Abdominais
Henrique Lunardelli
Abdome agudo perfurativo Coordenador de Cirurgia
Prova da FAMEMA não gosta muito de
multimídia. Mas um diagnóstico sindrômico que Prova da FAMEMA é aquela claaasica prova de residência
caiu mais de uma vez, com imagem, foi o de médica tradicional. Prova decoreba, curta e grossa,
abdome agudo perfurativo. Já caiu sinal de desatualizada e muitas vezes sem pé nem cabeça.
Rigler, já caiu tomografia com
pneumoperitôneo. Em algumas questões eles até tem um lapso de sanidade mental
Portanto essa é nossa aposta. e colocam casos clínicos legais e com sentido, mas é a exceção.
Em geral, uma prova apelativa.
FAST GIST
Uso do ultrassom focado no trauma. Exame rápido, Tumor estromal, derivado das Células de Cajal.
fácil, barato, repetível. Excelente ferramenta para o Nossa aposta Off-label aqui.
atendimento ao politraumatizado. Geralmente um achado endoscópico ou de exames de
Objetivo principal: Excluir ou confirmar líquido livre imagem. Mas bora revisar os principais pontos.
intra-abdominal ou pericárdico no paciente vítima de
trauma grave, em choque e instabilidade Possíveis sintomas: Principais marcadores:
hemodinâmica. HDA, massa epigástrica, CD117
saciedade precoce DOG-1
Diagnóstico:
Se positivo EDA e EcoEDA com PAAF (não rompe cápsula)
- indica cirurgia. - Lesão subepitelial, umbilicada, hipoecóica
e homogênea com margem bem definida
Tratamento:
< 2 cm = Observação clínica
> 2cm = Ressecção com margens livres
Se negativo - indica
Fatores prognósticos:
procurar outros Tamanho do tumor / Idade
focos de Número de mitoses por campo
sangramento. Ki67 / P53 / Rotura da cápsula
Trauma de tórax - uma delas vai cair Via aérea cirúrgica no trauma
Em um paciente politraumatizado a perda da via aérea
Pneumotorax hipertensivo
é a principal causa de morte. Por isso os cuidados com
Irpa + choque obstrutivo. a via aérea no trauma vem primeiro, com o ‘A’ do
MV ausente e percussão timpânica. ABCDE do trauma. A primeira opção de via aérea
CD = toracocentese e drenagem de tórax. definitiva é sempre a intubação orotraqueal, mas nem
sempre ela é possível... Para a prova, importante
Tamponamento cardíaco lembrar das indicações de via aérea cirúrgica.
Edema de glote.
Hipotensão + hipofonese de bulhas + turgência jugular.
Trauma maxilofacial grave.
CD = Toracotomia antero-lateral esquerda.
Sangramento profuso.
Incapacidade de intubação (03 tentativas).
Hemotórax maciço
Nestes pacientes precisamos indicar a via aérea
Choque hipovolêmico.
cirúrgica. Temos 03 opções.
MV ausente e percussão maciça.
CD = drenagem de tórax e toracotomia. Cricotireoideostomia por punção:
Não é definitiva - Urgência temporária
Pneumotórax aberto punção com jelco na membrana
Intestino Delgado
Vômitos precoces biliosos Tabagismo, Etilismo,
DRGE, Obesidade,
Ingesta de bebidas
Menos distensão Fatores de risco
quentes, HPV 16 e 18,
Uso de
bifosfonados.
Principal causa: Bridas Acalasia, Tilose.
Outras causas:
Hérnias – íleo paralítico. Sintomas Disfagia, Perda ponderal, Melena, Inapetência
Obstrução baixa:
Diagnóstico
Cólon e reto Diferencial
Acalasia, Estenose péptica, Divertículo
Outras causas:
Volvo – megacólon – Ogilvie TC pescoço, tórax, TC pescoço,
abdome e pelve tórax, abdome
ECO EDA e pelve
Lembre-se dos achados do Rx também: Estadiamento
PET-CT ECO EDA
Alta = Empilhamento em moedas e distensão central. Laringoscopia e PET-CT
Baixa = Haustrações periféricas. Broncoscopia
Dr. Luis F. F. Ferrari
Não é frequente, nos últimos 3 anos o que caiu
Subcoordenador Clínica
foi: pneumotórax pós acesso venoso central e
ritmo durante PCR (que vocês já tem na bet de
Pediatria). Apostarei em um tema recorrente Salve, salve MedCoffer,
Tuberculose pulmonar
As questões de Clínica Médica da FAMEMA costumam cobrar
temas gerais e sem muitos recursos multimídia.
Cavernas! Lembrar do sintomático respiratório No mais, lembrem-se: alternativa menos pior te pontua melhor!
(população geral: tosse ≥ 3 sem) Boa prova!
Vertigem e AVC
Choque e Intoxicações
Alternativas
Anafilaxia Vertigem
Diferenciar entre central e periférica: HINTS
Adrenalina 0,5mg IM
Repetir a cada 5-15min
Se > 3 doses, considerar EV (0,05-0,5mcg/kg/min) Nistagmo central
Multidirecional
Vertical
Refratariedade (fatores de risco) Não é suprimido pela fixação do olhar
Amenorreias
Rastreamento do Câncer de Colo de
Entenda o fluxograma de investigação para amenorreia
Útero: Novas Diretrizes Brasileiras primária e secundária:
Método primário de rastreamento: DNA HPV Amenorreia Primária
Início aos 25 anos para pacientes sexualmente
Útero presente + FSH/LH normais + Caracteres sexuais
ativas ou a partir do início da atividade sexual
secundários (CSS) presentes ⟶ obstrução à saída do
para pacientes que vivem com vírus do HIV/aids e
fluxo menstrual
em outras situações de imunodepressão ou
imunossupressão Útero presente + ausência de
CSS + FSH/LH baixos ⟶ causas
DNA HPV hipotalâmicas ou hipofisárias
Útero presente + ausência de
Não 16-18
Negativo 16 e/ou 18 CSS + FSH/LH altos ⟶ causas
(HPV outros)
ovarianas
Predição de Pré-Eclâmpsia
1 Alto Risco ou 2 Riscos Moderados = AAS + CaCO3
Diabetes e Gravidez
Diabetes Overt
Normal
Gestacional Diabetes
Dra. Roberta Andrade
PALS Subcoord. Pediatria
FV
TV sem Pulso
Choque 2J/Kg
NÃO
Vacinação | cobrado 7 vezes
CHOCÁVEIS
Infecções de vias aéreas | cobrado 6 vezes
Assistolia
AESP Triagem neonatal | cobrado 5 vezes
SCR
Dose Zero: aos 6 meses em algumas regiões
Doenças Exantemáticas Pneumonia + derrame pleural
Agente QC e Manejo
Faringoamigdalite, língua em
Escarlatina
Strepto A framboesa, Filatov (palidez), Pastia Conduta:
(pyogenes) (dobras), pele lixa.
Peni benzatina ou Amoxi Internação hospitalar
Exame de imagem
Mononucleose Vírus
Sistêmico (febre, linfadenopatia, Se BEG: Penicilina cristalina ou ampicilina
amigdalite, hepatoespleno). Rash após
infecciosa Epstein-Barr
ATB. Linfocitose com atipia endovenosa
Se grave: Ceftriaxone ou Cefotaxima ± Vancomicina
Mão-pé-boca
Coxsackie A
eB
Febre, lesões vesiculares em mãos, pé
e boca.
Considerar toracocentese →
cultura e análise
bioquímica
Indicação de drenagem: pus, identificação de
Herpes
Febre, mal-estar, pleomorfismo, bactérias no gram, pH<7,2, glicose<50, LDH>1000,
Varicela centrípeto, acomete mucosas e couro
zoster
cabeludo
derrame extenso (>1cm USG), septações/loculações
Triagens Neonatais
Bronquiolite
Palivizumabe x Nirsevimabe
Hbpatias
Fenilcetonúria
PALIVIZUMABE Todos Fibrose Cística
Biológica Entre 3-5 dias Hipotireoidismo
Para quem: HAC
Ate 1º ano: RN com IG até 28+6 Def. Biotinidase
Toxoplasmose
Até 2º ano: DBP/cardiopatia com
repercussão
Oximetria de
Quando: sazonalidade VSR, 5 doses IM Pulso MSD e MI
≥ 35 semanas
Oximetria Normal: SpO2
Entre 24-48h
≥ 95% e
diferença ≤ 3%
NIRSEVIMABE
(SUS/MS ainda não disponível)
Todos, <72h, Transparência
Para quem: Olhinho 3x/ano até 3 ocular - Reflexo
Ate 1º ano: RN < 37 semanas anos vermelho
Até 2º ano: DBP/Fibrose Cística/ Anomalia
via aérea/ Cardiopata/ T21/ Imunodef./
EOA: Perdas
Doença Neuromuscular cocleares, sem
Todos, na
IRDA
Auditiva maternidade
Quando: independe sazonalidade, 1x, IM PEATE: Perdas
(até 1 mês)
retrococleares,
com IRDA
Dr. Felipe Daiko
Subcoord. Preventiva
Não há padrão de cobrança multimídia na
FAMEMA. Nos últimos 05 anos tivemos poucas
imagens úteis para enunciados. Uma em 2021 A FAMEMA tende a avaliar se o candidato domina o “clássico
sobre genograma e outra em 2024 com uma bem-feito” e, sobretudo, se consegue aplicar esse repertório a
tabela de contingências. Essas tabelas podem situações do cotidiano.
aparecer em questões de Medidas de
Associação e Testes Diagnósticos. Nesse eixo, aparecem com frequência as relações entre
incidência, prevalência e duração, além de letalidade e medidas
Tabela 2X2 em 2024 para decisão clínica sempre conectadas a estudos
epidemiológicos e testes diagnósticos com seus conceitos e
cálculos (VPP/VPN, NNT, RAR, RR, entre outras).
Testes Diagnósticos
Exposto A B A+B