Avaliação de Missão Aérea em Aeronaves
Avaliação de Missão Aérea em Aeronaves
UNIDADE III
Introdução:
Com relação ao tipo de análise que é realizada, é possível também organizar-se o objetivo
de cada análise (todas interdependentes entre si) de acordo com os seguintes estudos:
Além disto a análise de uma missão pode envolver essencialmente dois tipos de Objetivo:
I) Análise com Missão Fixa e Aeronave Variável
II) Análise de Aeronave Fixa e Missão Variável
Para cada objetivo, existe ainda a possibilidade de se fazer tal estudo, para se determinar
condições de projeto e/ou para se definir das aeronaves já em fabricação/uso qual a mais
adequada. Observe-se que nesta tomada de decisões são importantes também outros
aspectos aqui não considerados por não fazerem parte do escopo desta disciplina tais como
Manutenabilidade, Custos de Operação, etc.
Um grande número de parâmetros pode ser obtido com auxílio dos diagramas de potência
de uma aeronave, comparando-se a potência requerida com a disponível para diversas
condições de operação, caracterizadas por variações de velocidade e/ou de altitude.
Inicialmente considera-se que uma aeronave pode ser representada por meio da equação
básica de caracterização de Cl x Cd, ou seja (ver capítulo 2):
C D = C D o + k CL2
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UNIDADE III
Esta equação é uma representação bastante razoável para a grande maioria das aeronaves,
embora apresente um maior ou menor grau de precisão de acordo com a aeronave
específica. As hipóteses desta equação consideram ainda que os regimes de vôo fiquem
compreendidos entre dois limites, o de compressibilidade e o estol (“stall”). A condição
pode ser mais facilmente visualizada com o uso da figura seguinte.
Relação entre Cl x Cd
A partir destas considerações básicas, podem ser obtidas (ver capítulo 2) relações para
potências, tração, arrasto, etc. Esta condições são normalmente representadas na forma da
figura seguinte, onde já se indica a forma de obtenção de uma série de parâmetros. Cabe
ressaltar que valem novamente as expressões já introduzidas no capítulo 2, como o valor da
velocidade para arrasto mínimo, potência mínima, etc.
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UNIDADE III
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UNIDADE III
Para o caso da potência disponível ocorrem também modificações, mas apenas com
altitude, já que o motor não é influenciado por variações de peso da aeronave. Para o caso
do motor alternativo, como já se viu (capítulo 3) a potência disponível é dada por:
Pdisp =η BP max
Para uma dada altitude, a potência que um motor pode fornecer é aproximadamente
constante, e não varia com a velocidade de vôo, embora possa variar substancialmente de
acordo com a hélice. Com o aumento da altitude o ar torna-se menos denso e a não ser para
motores superalimentados a tendência é que a potência disponível caia com a altitude. Estes
fatos são apresentados na figura seguinte.
Para aeronaves dotadas de motor a jato é mais usual considerar-se a variação de tração.
Com o aumento da altitude a tração é reduzida em função da redução da densidade que
reduz a massa de ar que passa pelo motor. Na troposfera este efeito é de certa forma
contrabalançado pela redução da temperatura com a altitude. Portanto na troposfera a
redução de tração é mais gradual que a da variação de densidade. Na estratosfera, como a
temperatura permanece constante, a redução de tração com a altitude é mais pronunciada. A
figura seguinte ilustra estes resultados e também indica o valor da potência disponível, que
é importante para algumas avaliações de projeto ( obs: Pdisp = Tdisp x V ).
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UNIDADE III
A velocidade mínima é determinada pela interseção das duas curvas à esquerda e a máxima
pela interseção a direita. As considerações de anteriores para as potências para variações de
peso e altitude são válidas de modo que é possível obter-se os diversos valores para
altitudes e pesos variáveis. A fronteira para as velocidades mínimas estão também
indicadas, sendo que a curva da direita indica a velocidade equivalente.
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UNIDADE III
Em baixa altitude o valor da velocidade de estol costuma ser maior que o da velocidade
mínima de forma que não chega a existir a interseção a esquerda. Portanto a velocidade
mínima é a velocidade de estol. Para algumas aeronaves com motor a jato, entretanto, é
possível que em alguns casos a velocidade mínima seja menor que a de estol, uma vez que
a tração disponível é aproximadamente constante para uma dada altitude, variando menos
com a velocidade que o que se observa para um motor convencional. Este fato também
pode ser observado nas figuras.
A velocidade máxima nos motores a pistão cai com altitude, acima da altitude onde se
consegue potência máxima. Entretanto para motores superalimentados, existe uma variação
e correção que consegue contrabalançar este efeito. Como o arrasto por outro lado diminui
com a diminuição de densidade é possível que em alguns casos exista um ganho moderado
de velocidade com a altitude. Uma vez que se atinja porém a altitude limite de potência
ganho adicional algum pode ser observado e a tendência é de ocorrer uma diminuição de
velocidade máxima a partir desta região. A figura seguinte ilustra estes fator e fornece
também a fronteira de alta velocidade.
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UNIDADE III
Para o caso do motor a jato a velocidade aumenta até o limite da tropopausa uma vez que o
arrasto diminui com a altitude em função da queda da densidade. A partir daí a velocidade
cai. Estes fatos estão ilustrados nas figura seguintes.
O efeito do peso é de o aumento do peso diminuir a velocidade máxima, uma vez que uma
maior parte da potência disponível deve ser convertida em sustentação. A figura seguinte
exemplifica o caso para motor alternativo, ocorrendo o mesmo para motor a jato.
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Na região que fica entre a curva de potência disponível e a de potência requerida existe
normalmente uma faixa de velocidades em que existe um excedente ( ou sobra ) de
potência, além da necessária para vencer o arrasto, fazer manobras, etc. Esta variável,
representada pela letra EP pode ser representada pela figura seguinte. O valor da velocidade
em que EP é máximo pode ser determinado por meio de traçado de tangente à curva como
mostra também a mesma figura.
Este excedente de potência pode ser utilizado para ganhar altitude, aumentar a velocidade
da aeronave, ou para realizar alguma manobra específica.
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UNIDADE III
Considere-se agora uma aeronave subindo sem aceleração com um ângulo de inclinação θ e
uma razão de subida Vc ( Vclimb ). A equação característica deste problema é (ver capítulo
2):
T = D + W sen θ , ou
(T − D )V = WV sen θ = W Vc
Entretanto, (T- D) V = TV – DV = EP, e portanto:
EP
Vc = ,
W
e a razão de subida será máxima quando EP for máximo, ou seja:
EPmax
Vcmax =
W
Estas considerações são válidas para ângulos de subida pequenos a moderados, onde as
condições de equilíbrio do capítulo 2 possam representar adequadamente a realidade. As
figuras seguintes representam esta situação para o caso de aeronaves com motor alternativo,
ou com motor a jato, indicando na seqüência os efeitos de variação da altitude e do peso da
aeronave. Observa-se que o excedente de potência diminui a medida que a aeronave ganha
altitude, e/ou quando o seu peso aumenta. Esta conclusão, embora não supreendente,
esclarece o motivo pelo qual a razão de subida de uma aeronave cai com a altitude.
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Vc EP
sen θ = =
V VW
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UNIDADE III
A velocidade para o ângulo máximo de subida pode ser portanto obtido traçando-se uma
tangente à curva de EP versus V, que passe pela origem, conforme apresentado na figura
que se segue, onde se indica também a variação da curva com o aumento da altitude.
Observa-se que a razão de subida para uma dada aeronave vai sendo reduzida, a medida
que altitude aumenta. Claramente existirá um limite onde o excedente de potência tenderá a
zero e da mesma forma o valor da razão de subida Vc. Para esta altitude apenas uma
velocidade de vôo é possível (fora desta será atingido o estol), e uma vez que a aeronave
não mais consegue ganhar altura afirma-se que terá sido atingido o “teto da aeronave”. A
figura seguinte ilustra estas considerações.
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UNIDADE III
seu “teto de serviço” quando sua razão de subida máxima é 100 ft/min (≅ 0,5 m/s). Para
uma aeronave dotada de motores a jato é usual considerar-se que a aeronave atingiu seu
teto de serviço quando sua razão de subida máxima atingiu 500 ft/min (≅ 2,5 m/s). Estas
considerações estão ilustrada na figura seguinte, que é utilizada para se avaliar a aeronave.
O tempo de subida de uma aeronave pode ser avaliado, conforme se verificou no capítulo 2,
ou seja, fazendo-se um diagrama da variação do inverso da razão de subida com a altitude
em função da altitude e em seguida calculando-se a seguinte expressão:
H2 H2
dt 1
tempo = ∫ dh = ∫ dh
H1 dh H1Vc
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UNIDADE III
O alcance (“range”) está associado à distância máxima que pode ser percorrida por uma
aeronave, enquanto que a autonomia (“endurance”) está associada ao tempo máximo que
esta aeronave por permanecer em vôo sem reabastecimento. Os dois parâmetros estão
sujeitos a condicionantes diversas (por exemplo: reserva para uma alternativa), e sua
importância varia de acordo com o tipo de missão a ser cumprida por uma aeronave. Por
exemplo, um avião patrulha precisa principalmente de boa autonomia, enquanto que para
um avião de passageiros o alcance é o parâmetro mais significativo.
Para a análise deste tipo de problema devem ser conhecidos, em linhas gerais, o consumo
de combustível e a eficiência da aeronave. Em linhas gerais pode se afirmar que o consumo
de combustível de uma aeronave propelida com motores convencionais é aproximadamente
proporcional ao BHP desenvolvido por seus motores, supondo-se que a hélice esteja
funcionando com eficiência próxima à ótima. Para o motor a jato o consumo de
combustível é aproximadamente proporcional à tração desenvolvida. O turbo hélice
apresenta uma caso aproximadamente intermediário em que o consumo é proporcional a
ESHP. Estas considerações permitem que se avalie a condição operacional mais favorável,
por exemplo, uma aeronave dotada de motor convencional apresentará maior autonomia se
for operada na velocidade de potência mínima requerida, enquanto que para o jato deve se
minimizar o parâmetro D/V. Quanto ao alcance, este pode ser obtido observando-se que a
distância percorrida em vôo é obtida multiplicando-se o tempo pela velocidade de vôo. E,
como o tempo de permanência em vôo é proporcional ao consumo de combustível, o
alcance deve ser proporcional à velocidade dividida pela potência, no caso do motor
convencional e proporcional à velocidade dividida tração (que é igual ao arrasto, neste
caso). Estas considerações permitem que se avalie em linhas gerais o problema, como se
verá a seguir.
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combustível gasta. SAR significa “specific air range” mas é também por vezes expresso
como “still air range”, indicando que a atmosfera é considerada estaticamente.
Se δWf representar o peso de combustível consumido ao se percorrer uma pequena
distância δR, então SAR = δR/δWf . Isto significa que o peso da aeronave está variando de
δW = δWf em função do consumo de combustível ocorrido. Isto pode ser expresso como:
dR
SAR = −
dW
No sistema SI, SAR é expresso como metros-ar por newton, sendo que a expressão metros-
ar indica a distância percorrida relativa ao ar, ou seja
Esta expressão é valida tanto para uma aeronave com motor alternativo como para uma
aeronave com motor a jato, utilizando-se unidades compatíveis.
Para o motores a hélice, SAR = V/[Link], onde BP (BHP ou ESHP) é a potência de eixo.
Para vôo reto e nivelado: η x BP = Preq = D V, e portanto BP = D V/η ., e portanto
(considerando-se que L=W):
η ηL 1 η Cl 1
SAR = = =
cD cDW c Cd W
Para os dois casos observa-se que SAR é função essencialmente do peso (uma vez que os
outros parâmetros permanecem constantes. E o alcance RA (“range”) pode portanto ser
estimado integrando-se SAR em relação a dW, como se segue.
W2 W1
RA = ∫ −SAR dW = ∫ SAR dW
W1 W2
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W1 W1
η Cl 1 η Cl W1
1
RA = ∫ SAR dW = ∫ dW = ∫ dW
W2 W2 c Cd W c Cd W W2
W1
RA = ∫ SAR dW
W2
W1
1 Cl1/ 2 2 1
RA = ∫ dW
W2 c Cd ρS W
1 Cl1/ 2 2 W1 1
ρ S W∫2 W
RA = dW
c Cd
E resolvendo-se a integral
( )
1/ 2
1 Cl 2
RA = 2 W1 − W
c Cd ρS 2
O alcance pode em seguida ser estimado como se segue. Se t representa o tempo, então:
dRA/dt = V, ou dt/dRA = 1/V. Mas dRA/dW = - SAR, e portanto:
dt dt dRA SAR
= =−
dW dRA dW V
Portanto caso a autonomia (T) seja calculada com base no tempo de cruzeiro, quando o
peso da aeronave varia de W1 até W2, pode ser fornecida por:
W2 W1
SAR SAR
T= ∫− dW = ∫ dW
W1 V W2 V
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W1
ρS SAR
T= ∫
W2 2
Cl1/ 2
W
dW
W1
η ρ S SAR
T= ∫ Cl 3 / 2 dW
W2 c 2 W 3/ 2
Considerando-se que a altitude, a atitude, a eficiência de hélice e o consumo de combustível
permaneçam constantes obtém-se a equação de Breguet para autonomia:
η C l3 / 2 1 1
T= 2 2 ρ S −
c Cd W2 W 1
Para uma aeronave com motor a jato (turbofan) SAR = V/cD, e portanto:
SAR 1 1 L 1 1 Cl 1
= = =
V cD c D W c Cd W
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1
T = C l ln W 1
c Cd W 2
Portanto, para aeronaves com propulsão elétrica a formulação deve ser de outra
forma.
Motores Elétricos:
Considere-se a energia armazenada transportada por uma aeronave elétrica,
associada ao alcance:
Re = V. T
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E para autonomia T
P=DxV
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Aeronaves que voam em regime alto ou médio subsônico ou supersônico estão sujeitas ao
arrasto de compressibilidade. Quando o número de Mach atingido é próximo de 1 (Ma ≅
1.0), as correções clássicas de Prandtl podem ser aplicadas, com ou sem as correções tais
como as de Tsien. A partir destas correções as polares de arrasto podem ser modificadas.
Isto permite também que as polares sejam representadas diretamente em função do número
de Mach, onde o efeito de sua variação aparece em seguida.
Para estes casos existe uma correção correspondente que deve ser feita nas curvas de
potência como se segue:
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UNIDADE III
Observe-se que já estão corrigidos também os efeitos de altitude, e da mesma forma esta
apresentação é extremamente útil por pemitir uma associação com a relação peso/tração,
que na verdade é o requisito mais importante para a análise da eficiência da aeronave em
uma missão.
È importante realizar as correções para cada uma das fases do vôo. A influência no pouso e
decolagem é geralmente desprezível. Porém no caso de vôo de subida, por exemplo, os
resultados podem variar consideravelmente.
Para os casos de vôos em regime supersônico porém, bem acima de Mach 1,0 a correção de
Karman simples não é mais adequada, sendo necessária um outro tratamento para a polar,
fora do escopo do presente texto. A figura seguinte mostra como o arrasto varia em
aeronaves supersônicas.
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UNIDADE III
Os métodos baseados em energia total são adequados quando a aeronave vai percorrer uma
longa distância, e em particular, durante uma longa subida acelerada. Esta estratégia é
particularmente interessante em aeronaves equipadas com motores a jato modernos, com
um grande excedente de potência, que faz com que os regimes de vôo possam variar
substancialmente com a altitude. O princípio básico do método é baseado na definição de
“energia de altitude”, que afirma que toda a energia cinética de uma aeronave poderia ser
transformada em energia potencial de altitude.
W dV
F− D − W senθ =
g dt
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UNIDADE III
1 dh 1 dV W dh 1 VdV W d V 2 W dH e
F − D = W + = + = h + =
V dt g dt V dt g dt V dt 2g V dt
e o tempo necessário para se realizar uma subida da energia de altitude 1 até a 2 pode ser
expresso por:
He 2
dt
t 12 = ∫
He1 dH e
dH e
O tempo mínimo de subida pode ser obtido minimizando-se a integral, que equivale a
fazer-se as derivadas parciais do integrando, com relação a altitude h e a velocidade V,
mantendo-se He constante, ou seja
∂ dHe ∂ dHe
=0 , e =0
∂h dt He =cte ∂V dt He = cte
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UNIDADE III
Quando uma aeronave realiza uma missão aérea passa por diversas fases de voo, e pode
ficar um período considerável de tempo estacionada, aguardando manutenção,
abastecimento , embarque, etc. Portanto devem ser verificadas as condições de
despachabilidade. Definem-se assim os seguintes termos:
• Stage length – distância percorrida entre calços, distância percorrida em uma missão
aérea.
• Block Speed – Velocidade calço a calço, obtida dividindo-se a distância percorrida
pelo tempo total entre a retirada dos calços e sua colocação ao final da missão.
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UNIDADE III
Uma das primeiras simplificações que devem ser feitas é que o arrasto da aeronave seja
apenas função do número de Mach sem levar em consideração os valores do Reynolds. A
outra hipótese considera parâmetros do motor (a jato) :F (tração), Q (vazão de
combustível), e N (rotação do motor), é clássico utilizar-se os seguintes parâmetros:
F Q N
ϖ ϖ θ T
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UNIDADE III
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UNIDADE III
ALCANCE AUTONOMIA
Equação de Breguet Alcance Máximo Equação de Breguet Autonomia
Máxima
η Cl W 1 Cl η C l3 / 2 1 1 C l3 / 2
ln
V md 2 2 ρ S −
W 1 C V mp
HÉLICE
Motor c Cd W2 c Cd
Térmico C d max W2 d max
C1l / 2 Cl
1/ 2
1 Cl
JATO c 2
2
( W1 − W2 ) V min D / V
1 Cl W 1
ln
V md
Cd ρS c Cd W 2
C d max C d max
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