Sumário
1. Operações básicas
2. Frações
3. Porcentagem
4. Regra de três
5. Juros
6. Expressões Numéricas
7. Equações
8. Probabilidade
9. Análise Combinatória
10. Progressão Aritmética e Geométrica
11. Conjuntos
12. Geometria: Área e perímetro
13. Geometria: hipotenusa e catetos
14. Proposições simples e compostas
15. Tabela verdade
16. Conectivos e propriedades lógicas
17. Tautologia e contradição
18. Condição suficiente e necessária
19. Negação, equivalência e implicação lógica
20. Sentenças abertas e fechadas.
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1. Operações Básicas
• 1.1 Multiplicação
O que é a multiplicação?
É uma simplificação da soma de parcelas iguais.
Ex.: 5+5+5+5 pode ser escrito como 4x5
Propriedades da multiplicação.
• Comutativa: 𝑎 ∙ 𝑏 = 𝑏 ∙ 𝑎
• Associativa: 𝑎 ∙ (𝑏 ∙ 𝑐) = (𝑎 ∙ 𝑏) ∙ 𝑐
• Distributiva: 𝑎(𝑏 + 𝑐) = 𝑎𝑏 + 𝑎𝑐
• Elemento neutro: 𝑎. 1 = 𝑎
Multiplicação de números inteiros.
Usaremos o jogo de sinais para saber o sinal do produto final.
Sinais iguais = resultado positivo, sinais diferentes = resultado negativo.
+ + = +
- - = +
+ - = -
- + = -
Multiplicação de números decimais.
Somaremos as quantidades de casas decimais de cada fator e colocaremos o total no resultado.
Ex.: 2,25 (duas casas) x 3,1 (uma casa) = 6,975 (três casas decimais)
Multiplicação por 10, 100, 1000...
Passaremos a vírgula de acordo com a quantidade de zeros.
Ex.: 6,827 ∙ 100 = 682,7 (A vírgula foi duas casas para a direita pois 100 possui dois zeros)
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1. Operações Básicas
• 1.2 Divisão
O que é a Divisão?
A divisão é uma operação matemática que consiste em repartir uma quantidade em partes iguais.
Ex.: 20 ÷ 5 = 4, logo são 5 partes iguais de tamanho 4.
Divisão de números inteiros.
Usaremos o jogo de sinais para saber o sinal da divisão final.
Sinais iguais = resultado positivo, sinais diferentes = resultado negativo.
+ + = +
- - = +
+ - = -
- + = -
Critérios de divisibilidade: Serve para saber quando um número é divisível...
• Por 2: Precisa ser par
• Por 3: A soma dos algarismos precisa ser um número divisível por 3
• Por 5: Precisa terminar em 0 ou 5
• Por 10: Precisa terminar em 0
Divisão de números decimais.
Vamos igualar a quantidade de casas decimais e retirar a vírgula.
Ex.: 1,44 (𝑑𝑢𝑎𝑠 𝑐𝑎𝑠𝑎𝑠) ÷ 0,2 (𝑢𝑚𝑎 𝑐𝑎𝑠𝑎) = 1,44 ÷ 0,20 (𝑎𝑚𝑏𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚 𝑎 𝑚𝑒𝑠𝑚𝑎 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑡𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑎𝑠)
Fazendo isso, poderemos excluir a vírgula e fazer a divisão com os números inteiros.
1,44 ÷ 0,20 = 144 ÷ 20 = 7,2
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Divisão por 10, 100, 1000...
Passaremos a vírgula de acordo com a quantidade de zeros.
Ex.: 7,5 ÷ 1000 = 0,0075 (A vírgula foi três casas para a esquerda pois 1000 possui três zeros)
2. Frações
Frações equivalentes: Possuem o mesmo valor, mas são escritas com números diferentes.
1 2 3 4
= = = =⋯
2 4 6 8
Simplificação de frações: É a fração equivalente na sua forma irredutível.
28 14 7
= =
20 10 5
Como não há mais um número que divida o numerador e denominador 7/5 é chamada irredutível.
Adição e subtração de frações.
1) Usando MMC: Igualaremos os denominadores usando o mmc para poder somar ou subtrair.
2) Método da borboleta: Algoritmo que permite a soma e subtração sem o uso do mmc.
3) Usando frações equivalentes: Igualaremos os denominadores usando as frações equivalente para poder
somar ou subtrair as frações.
Multiplicação e divisão de frações.
Multiplicação: Faremos o numerador x numerador e denominador x denominador.
Divisão: Pegaremos a primeira fração e multiplicaremos pelo inverso da segunda fração.
Fração de uma quantidade.
Multiplicaremos a fração pela quantidade.
1 1 500
Ex.: 𝑑𝑒 500 = ∙ 500 = = 100
5 5 5
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3. Porcentagem
Maneiras de representar
Usando o símbolo: 25%
25
Usando fração: 100
Usando número decimal: 0,25
Porcentagem de um número
Faremos o produto da porcentagem pelo número.
Ex.: 𝑄𝑢𝑎𝑛𝑡𝑜 𝑣𝑎𝑙𝑒 20% 𝑑𝑒 500?
20 10000
∙ 500 = = 100
100 100
Porcentagens importantes
50% = Metade
25% = Divide por 4
10% = Divide por 10
1% = Divide por 100
4. Regra de três
Grandezas
• Diretamente proporcionais: Quando ambas grandezas crescem ou diminuem na mesma proporção.
• Inversamente proporcionais: Quando uma grandeza cresce e a outra diminui na mesma proporção.
Regra de três simples.
(Duas grandezas)
Passos para resolução:
I. Identificar as grandezas
II. Verificar se são diretamente ou inversamente (Se diretamente, multiplica em X, caso seja inversamente,
multiplica em linha)
III. Montar a equação
IV. Resolver a equação
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5. Juros
Matemática financeira.
(pré-requisito: Porcentagem)
Termos usados:
• Capital: Dinheiro investido ou pego como empréstimo (C)
• Taxa de juros: Porcentagem que incide sobre o capital (i)
• Tempo: (t)
• Juros: Valor recebido ou pago pela incidência da taxa (J)
• Montante: Soma do capital com o juros (M)
Juros simples (fórmulas)
• J = c.i.t
• M=c+j
Obs: Cuidado na unidade de tempo, a taxa e o tempo precisam estar na mesma unidade, logo, se a taxa for
“ao mês” e o tempo for em “anos”, precisaremos converter para deixar ambos na mesma unidade.
Ex.: i = 2% a.m (ao mês) e t = 2 anos -> faremos t = 24 meses.
6. Expressões numéricas
Ordem de resolução.
• Em relação aos símbolos:
1º - Parênteses ( )
2º - Colchetes [ ]
3º - Chaves { }
• Em relação as operações:
1º - Potencias ou raízes
2º - Multiplicação ou divisão
3º - Adição ou subtração
Ex.: 52 − {12 + [15 − (8 − 4)]}
Faremos inicialmente 8 – 4 (pois estão nos parênteses), logo após, 15 – 4 (pois estão nos colchetes, logo após
12 + 11 (pois estão nas chaves) e por fim, 52 – 23 = 29
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7. Equações
Equação do 1º Grau
• As equações do 1º grau são sentenças matemáticas que estabelecem
relações de igualdade entre termos conhecidos e desconhecidos, representados.
Como representar um valor desconhecido:
• Um número: x
• O dobro de um número: 2x
• A soma de um número com cinco: 5+x
• A diferença entre o quadrado de um número e dois: x² - 2
• A terça parte de um número: x/3
• O sucessor de um número: x+1
• A quarta parte de um número somado ao quadrado de outro número: x/4 + y²
• O sucessor do sucessor de um número: x + 2
Operações inversas:
Adição ↔ Subtração
Multiplicação ↔ Divisão
Potência ↔ Raiz
Como resolver uma equação:
Letras para um lado e números para o outro.
Exemplo:
20
• 2𝑥 − 8 = 12 → 2𝑥 = 12 + 8 → 2𝑥 = 20 → 𝑥 = 2 → 𝑥 = 10
Equação do 2º Grau
• Denomina-se equação do 2° grau, qualquer sentença matemática que possa ser reduzida à forma
𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 = 0, onde x é a incógnita e a, b e c são números reais (coeficientes), com a ≠ 0.
𝑎) 2𝑥 2 – 5𝑥 + 3 = 0 → 𝑎 = 2; 𝑏 = − 5 𝑒 𝑐 = 3
𝑏) 𝑥 2 + 2𝑥 – 1 = 0 → 𝑎 = 1; 𝑏 = 2 𝑒 𝑐 = − 1.
𝑐) 3𝑥 2 – 4𝑥 = 0 → 𝑎 = 3; 𝑏 = − 4 𝑒 𝑐 = 0
𝑑) − 2𝑥 2 + 32 = 0 → 𝑎 = − 2; 𝑏 = 0 𝑒 𝑐 = 32.
Resolução de equações do 2 grau
Em todas as equações do 2 grau, seja ela completa ou incompleta, podemos usar a fórmula resolutiva
(fórmula de Bháskara) para encontrar suas raízes.
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Fórmula resolutiva (Bháskara)
Descriminante (delta).
Se ∆ > 0, haverá duas raízes reais diferentes.
Se ∆ = 0, haverá duas raízes reais iguais.
Se ∆ < 0, não há raiz real.
8. Probabilidade
É o estudo de um número que representa as chances que determinado resultado apresenta de acontecer.
A probabilidade de um evento acontecer é dada pela razão entre os casos favoráveis desse evento acontecer
e os casos possíveis do evento ocorrer, logo:
Seja “E” um evento qualquer, P(E) será dado por...
𝐶𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑓𝑎𝑣𝑜𝑟á𝑣𝑒𝑖𝑠
𝑃(𝐸) =
𝐶𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑖𝑠
Ex.: Qual a probabilidade de em um lançamento de um dado simples (6 faces enumeradas) sair um número
menor que 3?
Casos favoráveis: 1 e 2 (números menores que 3)
Casos possíveis: 1, 2, 3, 4, 5 e 6
2 1
Assim, 𝑃(𝐸) = = 𝑜𝑢 33,33%
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9. Análise combinatória
Princípio fundamental da contagem.
O total de possibilidades é igual ao produto das possibilidades individuais.
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Fatorial.
É o produto de um número pelos seus antecessores naturais não nulos.
𝑛! = 𝑛(𝑛 − 1)(𝑛 − 2) … 3.2.1
5! = [Link].1 = 120
Obs.: Por definição, temos que 0! = 1! = 1
Permutação simples e com repetição.
Tendo em mãos uma sequência ordenada qualquer com um número “n” de elementos distintos, qualquer
outra sequência formada pelos mesmos “n” elementos reordenados é chamada de permutação.
𝑃𝑛 = 𝑛!
𝑟 ,𝑟2 … 𝑛!
𝑃𝑛 1 =
𝑟1 ! ∙ 𝑟2 ! …
Arranjo
A ordem dos agrupamentos importa.
Os arranjos simples são aqueles sem elementos repetidos no seu conjunto. Para calcular o número de
arranjos formados por p elementos de um conjunto finito de n elementos distintos, utilizamos a seguinte
fórmula:
𝑛!
𝐴𝑛,𝑝 =
(𝑛 − 𝑝)!
Combinação
A combinação é o processo utilizado para contar a quantidade de subconjuntos diferentes, possíveis de serem
formados, ao escolher elementos de um conjunto maior, não importando a ordem dos elementos.
𝑛!
𝐶𝑛,𝑝 =
𝑝! ∙ (𝑛 − 𝑝)!
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10. Progressões
O que é uma progressão aritmética?
É uma sequência numérica de modo que o próximo termo da sequência é dado a partir da soma de um valor
fixo (razão ou r).
Classificação da PA
1) Crescente ( r > 0 )
2) Decrescente ( r < 0 )
3) Constante ( r = 0 )
Termo geral de uma PA
É uma expressão usada para achar o valor de qualquer termo em uma PA.
𝑎𝑛 = 𝑎1 + (𝑛 − 1)𝑟
n = Número da posição do termo que estamos usando.
Soma dos termos de uma PA
(𝑎1 + 𝑎𝑛 ). 𝑛
𝑠𝑛 =
2
n = Número de termos que estamos somando.
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O que é uma progressão geométrica?
É uma sequência numérica de modo que o próximo termo da sequência é dado a partir do produto de um
valor fixo (razão ou q).
Classificação da PG
1) Crescente ( q > 1 )
2) Decrescente ( 0 < q < 1 )
3) Constante ( q = 1 )
4) Oscilante ( q < 0 )
Termo geral de uma PG
É uma expressão usada para achar o valor de qualquer termo em uma PG.
𝑎𝑛 = 𝑎1 ∙ 𝑞 𝑛−1
n = Número da posição do termo que estamos usando.
Soma dos termos de uma PG finita e infinita.
𝑎1 (𝑞 𝑛 −1) 1 𝑎
𝑠𝑛 = 𝑠∞ = 1−𝑞 com -1 < q < 1
𝑞−1
n = Número de termos que estamos somando.
11. Conjuntos
Maneiras de representar.
Por extenso: Conjunto dos números Naturais
Com elementos entre chaves: N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6...}
Notação de conjunto:
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Operações entre conjuntos.
• União: Vamos juntar os elementos dos conjuntos, mas sem repetir elementos, caso haja elementos em
comum.
• Intersecção: São os elementos em comum entre dois ou mais conjuntos
• Diferença: São os elementos de um conjunto “A” que não pertencem a um conjunto “B” ( A – B).
• Complementar: São os elementos que faltam para um conjunto A virar um conjunto B. (Caso A esteja
contido em B).
Diagrama de Venn.
Utilizaremos figuras geométricas para representar um conjunto.
Número de elementos da união.
• n(AUB) = n(A) + n(B) – n(A∩B)
Conjunto vazio: Não possui elementos "Ø"
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12. Geometria: Área e perímetro
Perímetro.
É a soma das medidas dos lados de uma figura qualquer.
Área.
É a medida da superfície (parte interna a figura) de uma figura.
13. Geometria: Hipotenusa e catetos
Triangulo retângulo.
Triângulo que possui um de seus ângulos retos.
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Teorema de Pitágoras.
O quadrado da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos catetos.
Sendo “c” a hipotenusa e “a” e “b” os catetos
Ex.: Calcule x.
𝑥 2 = 62 + 82 → 𝑥 2 = 36 + 64 → 𝑥 2 = 100 → 𝑥 = √100 → 𝑥 = 10
14. Proposições simples e compostas
Proposições simples.
Proposições simples são aquelas que apresentam apenas uma sentença.
Proposições compostas.
proposições compostas são aquelas que resultam da combinação de duas ou mais proposições simples.
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Exemplos.
• O céu é azul.
• O céu é azul e as nuvens são brancas.
• As células são procarióticas ou eucarióticas.
• Se faz frio hoje, então chove lá fora.
• Guilherme comprou uma máquina que não funciona.
• Bruno comprou pão e leite.
15. Tabela verdade
O que é?
A tabela verdade é uma ferramenta utilizada para determinar se uma proposição composta é válida
apresentando todas as possíveis possibilidades.
Quantidade de linhas: Depende da quantidade de proposições simples usadas na tabela.
Total de linhas será dado por 2𝑛 sendo n a quantidade de proposições simples diferentes
Tabela verdade da conjunção.
Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição p ˄ q é verdadeiro apenas quando ambas as
proposições são verdadeiras.
p q p^q
V V V
V F F
F V F
F F F
Tabela verdade da disjunção
Inclusiva: Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição p ˅ q é verdadeiro quando, pelo menos,
uma das proposições é verdadeira.
Exclusiva: Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição p ˅ q é verdadeiro quando os valores
lógicos das proposições forem diferentes.
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p q p˅q p˅q
V V V F
V F V V
F V V V
F F F F
Tabela verdade da condicional e bicondicional
Condicional: Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição p→q é falso quando p é verdadeiro e q
é falso e é verdadeiro nos demais casos.
Bicondicional: Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição p↔q é verdadeiro apenas quando
ambas as proposições são verdadeiras ou ambas são falsas.
p q p→q p↔q
V V V V
V F F F
F V V F
F F V V
16. Conectivos e propriedades lógicas
Para que servem os conectivos?
Para “unir” duas os mais proposições simples, transformando-as em compostas.
p: Daniel é médico.
q: Carla é engenheira.
p e q: Daniel é médico e Carla é engenheira.
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Conectivos
Operação Conectivo Símbolo
lógica
Conjunção E, mas ^
Disjunção inclusiva Ou v
Disjunção exclusiva Ou...ou... v
Operação Conectivo Símbolo
lógica
Condicional Se...Então →
Bicondicional Se, e somente se ↔
Conectivos, simbologia e operações
P: Carlos é engenheiro e Angélica é bonita.
Q: Se hoje chove, então amanhã faz frio.
R: Luísa gosta de ir à praia, mas não gosta de ficar com areia no corpo.
S: Júnior vai a praia ou Bruno vai ao shopping.
T: Maria mora em Fortaleza se, e somente se faz sol.
U: Ou trabalho ou acordo tarde.
Propriedades lógicas
• Comutativa:
p^q ↔ q^p
pvq↔qvp
• Associativa:
p^(q^s) ↔ (p^q)^s
p v (q v s) ↔ (p v q) v s
• Distributiva:
p^(q v s) ↔ (p^q) v (p^s)
p v (q ^ s) ↔ (p v q) ^ (p v s)
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17. Tautologia e contradição
Tautologia
Uma proposição composta é denominada tautologia quando, independentemente dos valores lógicos das
proposições simples que a compõe, ter valor lógico sempre verdadeiro.
Q v ~Q é uma tautologia.
Contradição
Uma proposição composta é denominada contradição quando, independentemente dos valores lógicos das
proposições simples que a compõe, ter valor lógico sempre falso.
Q ^ ~Q é uma contradição.
Contingência
Uma proposição composta que pode ter seu valor lógico verdadeiro ou falso, a depender do valor lógico das
proposições simples que a compõe, é denominada contingência.
P^(P → Q) é uma contingência.
18. Condição suficiente e necessária
Condição suficiente
Em uma condicional p → q, dizemos que p é condição suficiente para q.
Condição necessária
Em uma condicional p → q, dizemos que q é condição necessária para p.
Condição suficiente e necessária.
Em uma bicondicional p ↔ q, dizemos que p é condição NECESSÁRIA E SUFICIENTE para q, e vice-versa.
Em resumo:
Sejam p e q proposições, para p → q, temos:
• p é condição suficiente para q
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• q é condição necessária para p
Sejam p e q proposições, para p ↔ q, temos:
• p é condição suficiente e necessária para q
• q é condição suficiente e necessária para p
19. Negação, equivalência e implicação lógica
Negação de uma proposição simples
Trocaremos o valor lógico da proposição.
Negação de proposições compostas
• Conjunção: ~(p^q) = ~p v ~q
Bruno é professor e sabe matemática.
• Disjunção: ~(pvq) = ~p^~q
Bruno é alto ou Carol é dentista.
• Condicional: ~(p→q) = p^~q
Se Bruno é professor de matemática, então sabe probabilidade.
• Contra positiva: ~(p →q) = ~q →~p
Se Bruno é professor de matemática, então sabe probabilidade.
• Bicondicional:
~(p↔q) = p v q
~(p↔q) = (p^~q) v (q^~p)
Júnior é brasileiro se, somente se 4 não é primo.
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20. Sentenças abertas e fechadas
Sentenças abertas
Toda e qualquer sentença que não se possa atribuir um valor lógico. (V ou F)
Exemplos
• X+5=8
• Ele é o melhor professor do mundo.
• X é menor que 8.
• Elas são muito inteligentes.
Sentenças fechadas (Proposição)
São orações afirmativas que podem ser atribuído um valor lógico (V ou F).
Exemplos
Classifique em proposição (P) ou sentenças que não são proposições (N).
• 2+3=7
• Carlos é alto.
• Claúdia é inteligente?
• Vá ao mercado.
• Ana não gosta de estudar.
• O sapato azul de Maria.
• Não beba aqui.
• Você está me ouvindo?
• Feliz aniversário!
• A formiga é um réptil.
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