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Cálculo de Engrenagens Cilíndricas Retas

O documento aborda as características e cálculos de engrenagens cilíndricas retas e helicoidais, incluindo definições de diâmetros, passo circunferencial, módulo e altura do dente. Também apresenta exemplos práticos de cálculo para determinar diâmetros e módulos viáveis, além de tabelas com valores normalizados. As engrenagens helicoidais são discutidas em relação à sua suavidade de operação e ângulos de hélice.

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Cálculo de Engrenagens Cilíndricas Retas

O documento aborda as características e cálculos de engrenagens cilíndricas retas e helicoidais, incluindo definições de diâmetros, passo circunferencial, módulo e altura do dente. Também apresenta exemplos práticos de cálculo para determinar diâmetros e módulos viáveis, além de tabelas com valores normalizados. As engrenagens helicoidais são discutidas em relação à sua suavidade de operação e ângulos de hélice.

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Engrenagens cilíndricas retas. Elementos e notação.

Na figura 1 estão mostrados os cilindros primitivos de uma engrenagem, que são os


equivalentes a dos ruedas dentadas que engranan, considerando que el movimiento
transmite de uma para a outra sem deslizar entre ambas. O engrenagem reto da figura 3
tem os dentes sobre geratrizes do cilindro base ou de pé. A seguir se
definem e calculam as magnitudes mais características desses engrenagens (figura 14).

Figura 14. Magnitudes características de uma engrenagem.

Diámetro interior o de pieDi, di:Es el de la circunferencia en la que se


encontre o pé do dente.

Diâmetro principal Dp, dp: É o da circunferência correspondente a


relação de transmissão.

Diámetro exterior o de cabezaDe, de:Es el de la circunferencia de cabeza de


os dentes.
Passo circunferencial: Para que duas rodas dentadas engrenem, elas devem ter
os dentes iguais, ou seja, o passo circunferencial deve ser o mesmo (figura 14),
para isso, divide-se o comprimento da circunferência primitiva pelo número de dentes
da roda ou do pinhão, respectivamente.

Dp
= = =

Módulo o passo diametral: Sendo um número irracional por conter em seu


definição do número π, as demais definições do engrenagem o serão também, por
que se utiliza o módulo como base de cálculo dos engrenagens.

Dp
= = =

Pasodiametralenpulgadaso "diametralPitch" P: é o número de dentes que tem


uma engrenagem para cada polegada de diâmetro primitivo. É o inverso do módulo
em polegadas.

1
= = = ; Dado en pulgadas.

Altura do dente: É a distância entre a base ou pé do dente e sua cabeça,


mide:

9 − − 5
ℎ= =+ = = ; a= m; =
4 2 2 4

A altura do dente se descompõe em duas partes, a que está sobre o


diámetro principal, o adendum,ay la que está por debajo o dedendum,d.

Espessura do dente e vanov: O passo circunferencial p = e + v = mπ, abrange


el arco de la circunferencia primitiva del engranaje correspondiente al espesoredel
dente e o vanoventre de dois dentes consecutivos.

19 21
= ; =
40 40

Relação de velocidades: Para determinar a relação de velocidades, se


obtém o comprimento Lrylp da circunferência correspondente ao diâmetro primitivo de
a roda e do pinhão e obtém-se o quociente, geralmente faz-se lp=1 para obter a
relação de velocidades entre ambas.

lp = πdp
Lr = πDp

= = =

Assim, conhecendo a distância entre os eixos L, e a relação de velocidades i, se


podem conhecer os diâmetros principais correspondentes.
Exemplo: Dada a relação de velocidades i=1/4 e a distância entre centros
L=120 mm. Determínense los diámetros primitivos correspondientes.

O sistema de equações é resolvido


1
i= =
4

+
L= = 120
2

Mediante Dp = 4 dp; Se obtiene dp = 48mm y Dp = 192mm

Jogo radial ou de fundo, jogo lateral ou tangencial do dente: O vão ou


vazio entre dois dentes é algo maior que a espessura do dente, para evitar sobreposições e
aquecimentos por atrito. Isso dá lugar a um jogo lateral ou tangencial
jly como o adendum é menor que o dedendum, há uma folga radial ou de fundo.
(Figura 15)

Figura 15. Jogo radial e lateral.

Na tabela I estão tabuladas as magnitudes do engrenagem que foram


definido.
Tabla I. Valores característicos de los engranajes rectos.
Roda Piñón
Diâmetro primitivo Dp dp
Diámetro exterior o de cabeza De = Dp + 2 m de = dp + 2 m
Diâmetro interior ou de pé Di = Dp – 2,5 m di = dp – d,5 m
Número de dientes zr zp
Distância entre centros L = (Dp + dp) / 2
Relación de velocidades i = dp / Dp
Dp
Módulo = = =

Dp
Paso = = =

9 − −
Altura do dente ℎ= =+ = =
4 2 2
Adendo a=m
Dedendum d = (5/4)m
19 21
Espessura e vão do dente = ; =
40 40
Ângulo de pressão α= 20º

Existem diversos sistemas normalizados para a fabricação de engrenagens, como o


sistema Brown-Sharpe, Fellows o Stub. Los datos que se han indicado se basan en el
sistema Fellows.

O módulo é a referência para o cálculo dos diversos dados do engrenagem.


deve-se cumprir que tanto a roda como o pinhão tenham o mesmo, pelo que se
han normalizado, siendo los valores recomendados segundo a norma UNE18005-84, os
indicados na tabela II. Também são indicados os valores dos passos diametrais P. Os
os valores da linha I são os recomendados, podendo ocasionalmente ser utilizados os de
a coluna II.

Tabela II. Módulos e Diâmetros Pitch, de acordo com a norma UNE 18005-84.
Módulosm.
Eu 1 1,25 1,5 2 2,5 3 4 5 6 8 10 12 16 20 25 32 40 50
II 1,125 1,375 1,75 2,25 2,75 3,5 4,5 5,5 7 9 11 14 18 22 28 36 45

Diâmetros PitchP.
Eu 20 16 12 10 8 6 5 4 3 2,5 2 1,5 1,25 1 0,75 0,625 0,50
II 18 14 11 9 7 5,50 4,50 3,50 2,75 2,25 1,75 0,875
Cálculo de engranajes rectos.
CASO 1: Se parte dos dados:
Distância entre centros L = 175.
Relación de velocidades i = 1/6

Resolución:

Uma vez que a relação das velocidades é a mesma que a dos diâmetros de
Rodas e aplicando a distância entre os eixos obtêm-se os diâmetros respectivos.

1
= = ; = 6∗
6

+ (6 + 1)
= = = 175; = 50; = 300
2 2

Com esses dados se analisa quais módulos são viáveis, ou seja, que o número
de dentes obtido seja um número inteiro. Aplicando que:

= = ; =∗ ; =∗

Mediante a tabela III, observam-se os resultados viáveis.

Tabla III. Módulos viables.

m = 300 = ∗ = 50 =∗
2 150 25 Viável
2,5 120 20 Viável
3 96.666 16,666 NÃO
4 75 12,5 NÃO
5 60 10 Viável
… … … …

A escolha do módulo é realizada por meio de cálculos mecânicos da engrenagem,


por isso, escolhe-se o mais adequado. Neste caso, por exemplo, m = 5. Com o
que as características dos engrenagens são as que mostram a tabela IV.
Tabla IV. Características detalladas del par de engranajes rectos.

Roda Piñón
Diâmetro primitivo 300 50
Diâmetro exterior ou de
cabeça 310 60
Diâmetro interior ou de pé 287,5 47,5
Número de dientes 60 10
Distância entre centros L = 175
Relación de velocidades i=1/6
Módulo m=5
Passo p = m * π = 15,70
Altura do dente h = 11,25
Adendo a=5
Dedendum d = 6,25
Espesor y vano del diente e = 7,4575; v = 8,2425

No entanto, o mais comum é que não haja um módulo viável ou que venha
imposto e não saiam valores coerentes, pelo que se deve calcular algum dos
parámetros, como es la distancia entre ejes. A continuación se expone un caso más
geral.

CASO 2: Se parte dos dados:


Relação de velocidades i = 1/4
Módulo = 5
Distancia entre centros (aproximado) L≈70
Resolução:
1 1∗
= = =
4 4∗

A relação de velocidades é igual à que existe entre o número de dentes ou


dos diâmetros primitivos, observa-se que

zp = 1 ∗ K ;
zr = 4 ∗ K ;

Devendo ser K um número inteiro. A partir do módulo obtêm-se Dp e dp.

= = ; =∗; = ∗ 4∗

Estes valores se aplicam à distância entre centros.

+ 5∗ + 5∗ 4∗
= = = 70; = 5,6
2 2

O inteiro mais próximo é K = 6. Sendo a solução obtida:

zp = 6 ; dp = 30
zr = 24 ; Dp = 120
L = 150/2= 75 mm
Na figura 16 é representado em detalhe uma engrenagem reta de acordo com a norma
UNE e o quadro de dados que o acompanha.

Figura 16. Plano detallado de una rueda de engranaje recto.

Engrenagens cilíndricas helicoidais.


Se caracterizam porque os dentes são gerados sobre uma hélice ou helicoide do
cilindro base, en vez de estar sobre una generatriz y ser rectos (figura 17). Esto
permite que os eixos possam ser paralelos ou cruzar-se no espaço, formando entre si
um ângulo ϒ . Outra característica é que ao entrar os dentes das engrenagens em
contacto de forma paulatina y no repentinamente, como en los rectos, su
o funcionamento é mais suave e silencioso.
Figura 17. Líneas generadoras de un engranaje helicoidal.

As magnitudes que definem esses engrenagens são: o ângulo β que formam os


dentes da engrenagem com o eixo, que costuma ser de 20º a 30º, e que os eixos sejam
paralelos ou formem um ângulo ϒ.

A partir daí, considera-se que o passo normal é o medido na direção


perpendicular ao dente, que forma o ângulo β com o eixo, sendo o passo
circunferencial ou aparente o medido na circunferência primitiva cujo valor é:
pn
pc =
cos β
Como o módulo está relacionado com a passagem pelo fator π, definem-se dois
módulos, o normal, que é o que se toma como base de medidas e se extrai de
tabela II de módulos normalizados, e o módulo circunferencial, que se aplica para
obter o número de dentes que deve ter a circunferência primitiva.
mn
mc =
cossβ

A soma dos ângulos das hélices da roda motora e da roda conduzida tem
de ser igual ao que formam seus eixos.

βr + βp =

O que implica que se os eixos são paralelos, ou seja, ϒ = 0º, os dentes de


os engrenagens são de sentido contrário: βr =‒ βp. No caso de os eixos
formenϒ= 90º, se o ângulo formado pela hélice da roda é βr = 50º, o ângulo
O ângulo do pinhão deve ser βp = 40º e devem ter o mesmo sentido. A tabela V mostra os
valores característicos de los engranajes helicoidales.
Tabela V. Valores característicos dos engrenagens helicoidais.
Roda Piñón
Ángulo de la hélice βr βp (=‒βr, se ϒ=0)
Ângulo entre eixos ϒ =βr + βp
Sentido da hélice A direitas ou à esquerda
Se extrae de la tabla de módulos
Módulo Normal normalizados
mn
Módulo circunferencial mc = mn / (cosβ)
Passo Normal pn = mn * π
Paso circunferencial pc = pn / (cosβ)
Diâmetro primitivo Dp = mc * zr dp = mc * zp
Diâmetro exterior ou de
cabeça De = Dp + 2 mn de = dp + 2 mn
Diâmetro interior ou de pé Di = Dp – 2,5 mn di = dp – 2,5 mn
Número de dentes zr zp

+ ∗ + ∗
Distância entre eixos = =
2 2
Relación de velocidades i = dp / Dp
9
Altura del diente ℎ= =+
4
Adendo a = mn
Dedendum d = 1,25 mn
Ângulo de pressão α= 20º

Cálculo de engrenagens helicoidais.


CASO 1: Engrenagens helicoidais com eixos paralelos.
Se parte de los siguientes datos:
Relação de velocidades i = 2/5
Módulo (normal) mn = 6
Ángulo de la hélice (aproximado) β= 20º
Distância entre centros L = 120
Resolução:

A relação de velocidades é igual à que existe entre o número de dentes, se


observa que

2 2∗
= = =
5 5∗

zp = 2 ∗ K ;
zr = 5 ∗ K ;

Debendo ser K um número inteiro. A partir do módulo circunferencial mc obtêm-se


Dp e dp.

= = ; = ∗ 2; = ∗5
Estes valores se aplicam à distância entre centros.

+ ∗2+∗5 7
= = =∗ = 120; = 5,37
2 2 2 20º

O inteiro mais próximo é K = 5. Com este valor de K, ajusta-se o ângulo da hélice,


sendo

7 6
= 5 = 0,875; = 28.955º A soluçãoón obtida.
2 120

Os diâmetros das rodas são:

= ∗ 2 = 68,57; = ∗ 5 = 171,43

A distância entre os eixos resultante é

+
= = 120
2

Observa-se que o requisito da distância entre eixos é cumprido.

O ângulo da outra roda é o mesmo, mas em sentido contrário. Na figura 18 se


representa com detalhe um engrenagem helicoidal de acordo com a norma UNE e a tabela de
dados que leva anexo.
Figura 18. Plano detallado de una rueda de engranaje helicoidal.

CASO 2: Engranajes helicoidales con ejes que se cruzan a 60º.

Se parte dos seguintes dados:

Relação de velocidades i = 3/5


Módulo (normal) mn = 10
Ángulo de la hélice βr = 35º
Distância entre centros (aproximado) L = 220
Resolução:

Se considera: ϒ=βr + βp; 60 = 35 +βp; por lo que βp = 25º. Sendo o


sentido da hélice o mesmo em ambas as rodas.

Deve-se ter em conta que ambos os pneus são os mesmos, mas o


é diferente, ao serem distintos os ângulos de cada roda.

10 10
= = ; = =
cos 35 25

A relação de velocidades é igual à que há entre o número de dentes, se


observa que

3 3∗
= = =
5 5∗

zp = 3 ∗ K ;

zr = 5 ∗ K ;

Devendo ser K um número inteiro. A partir do módulo circunferencial mc de


cada roda, obtêm-se Dp e dp.

= ; = ; = ∗5; = ∗3

Estes valores se aplicam à distância entre centros.

∗+ ∗ 10 10
+ 5∗ 35 + 3∗ 25
= = = = 220
2 2 2
44
= = 4,674; : =5
9,414

Os dados correspondentes são obtidos:

= zr = 25 zp =15 ; ∗ 15 = 165,507

∗ 25 = 275.844 =
35 25
+
= = 220.675
2

As características dos engrenagens são as que mostram a tabela VI.


Tabla VI. Características detalladas del par de engranajes helicoidales.

Roda Piñón
Ângulo da hélice 35º 25º
Ângulo entre eixos 60º = βr + βp
Sentido da hélice Ambas a derechas o a izquierdas
Módulo Normal 10
Relação de velocidades i=3/5
Módulo circunferencial = 12,2 = 11,03
35 25
Passo Normal pn = 31,416
Passo circunferencial pn / (cos 35) = 38,35 pn / (cos 25) = 34,66
Diámetro primitivo Dp = 275,844 dp = 165,507
Diâmetro exterior ou de
cabeça De = 295,844 de = 185.507
Diâmetro interior ou de pé Di = 250,844 di = 140,507
Número de dentes 25 15
Distância entre eixos 220,675

Engrenagem cilíndrica-cremalheira.
Se caracterizam porque o movimento circular da roda se transforma em
longitudinal na cremalheira (figura 19). Neste caso, não há propriamente uma relação
de transmissão, mas é definida pela distância que a cremalheira se desloca
por cada volta de giro da roda, ou seja, é uma magnitude de comprimento.

Relação de transmissão = i mm.

O zíper pode ser considerado como uma engrenagem de diâmetro infinito, por
o que não cabe referir-se à distância entre eixos. O dentado pode ser reto ou
helicoidal. A cremalheira de dentes retos tem flancos planos (é um caso
impróprio de evolvente).

Figura 19. Cremalheira.


Cálculo de engrenagens pinhão-cremalheira.
Engrenagens pinhão-cremalheira com eixos paralelos.
Se parte dos seguintes dados:
Relação de transmissão i = 80 mm
Módulo (normal) mn = 2
Ângulo da hélice (aproximado) β= 20º
Ângulo entre eixos ϒ= 0º
Resolución:

80 ∗ 20
= ∗ ; = = 11,9645

Como o número de dentes deve ser inteiro, toma-se z = 12. Resolve-se de


nova a equação, para obter o ângulo da hélice correspondente.

80∗
= = 12 ; = 0,9424; = ,º

Geração e traçado de dentes de engrenagem.


O perfil de um dente de engrenagem deve atender a uma série de requisitos para
que a transmissão de movimento se realize de forma contínua, suave e sem que se
resienta o engrenagem, para isso, utilizam-se curvas cíclicas, como a cicloide,
epicicloide o hipocicloide, que se ajustan al contacto entre los dientes sin resbalar
entre eles, o que evita o desgaste. E as curvas evolventes como a da figura 20,
mais sencillas y que resolvem tecnicamente o traçado.

Figura 20.
Engrenagem cônica.
Quando os eixos se cruzam, o movimento é transmitido por engrenagens
cônicos, em que a forma dos dentes é cônica (figura 6).

Cones primitivo e complementar: De forma análoga aos engrenagens retas,


em que a circunferência primitiva se refere a um cilindro, neste caso faz
referencia a la base del cono primitivo, siendo su generatriz G y su vértice el punto V
(figura 20). O cono complementar tem a mesma base e suas geratrizes são
perpendiculares às do cone primitivo G e seu vértice é Vcr. Estes dois cones são a
referência para definir a geometria da engrenagem. O cone complementar delimita os
dentes da engrenagem e sobre ele são tomados os diâmetros de cabeça e pé
correspondentes.

Figura 20. Engrenagem cônica. Cones primitivo e complementar.

As medidas dos elementos do engrenagem mais característicos são mostradas


na figura 22. Os diâmetros principal, de cabeçote e de pé são medidos sobre o cone
complementar.

Generatriz G: Os cones primitivos de ambos os engrenagens têm o mesmo


geratriz G, sendo o ângulo do cone primitivo da roda δr, e o do pinhão δp. No
caso de que o ângulo ϒ entre os eixos seja de 90º, observa-se na figura 20:

= ; = ; = ; = ;
2∗ 2∗

Generalizando para um ângulo ϒ≠90º, observando a figura 21, obtém-se o


ânguloδr analisando o triângulo V-1-4 em que

+ 45 +
= 2 ̅1 =
já que

5̅4= /2;1= ̅ /2
Despejando
=
+

Figura 21. Ángulo de cono cuandoϒ≠90º.

De forma análoga, atuando sobre o triângulo V-2-3, obtém-se:

=
+

La longitud L del diente, suele estar comprendida entre un cuarto y un tercio de


la generatriz G.
G/4 < L < G/3

A altura do dente h, o adendum a e o dedendum d são medidos sobre o cone


complementar e são definidos ainda, através do valor do ângulo θa e θd.
Figura 22. Elementos más característicos de un engranaje cónico.

As características dos engrenagens cônicas estão mostradas na tabela VII.

Tabela VII. Valores característicos de engrenagens cônicas.


Roda Pinheiro
Número de dientes zr zp
= =
Ángulo del cono primitivo
+ +
Ángulo del cono primitivo;ϒ=90º = / =/
Ângulo entre eixos ϒ =δr + δp
Módulo m
Passo p = m *π
Diâmetro primitivo Dp = m * zr dp = m * zp
Diâmetro exterior ou de cabeça De = Dp + 2 m*cosδrde = dp + 2 m*cosδp
Di = Dp – 2,5 mn*cos di = dp – d,5 mn*cos
Diâmetro interior ou de pé
δr δp
Relação de velocidades i = dp / Dp
Ângulo de pressão α= 20º
9
Altura do dente ℎ= =+
4
Adendo a = m; tgθa = m/G
Dedendum d = 1,25 m; tgθd = 1,25 m/G
Ângulo de Adendum ou Cabeça δa
Ângulo de Dedendum ou de pé δd
Generatriz G = Dp / 2senδr G = dp / 2senδp

Cálculo de engrenagens cônicas.


Se propone resolver el par de engranajes cónicos con ejes perpendiculares, de
dentes retos.

Se parte dos seguintes dados:


Relación de transmisión i = 1/4
Módulo m=5
Geratriz (aproximada) G≈115
Ángulo entre ejes ϒ= 90º
Resolução:
1
= = = ; zp = K ; zr = 4∗ K ;
4 4∗

Devendo ser K um número inteiro. Observa-se na figura 20, que ao formar os


ejes 90º, se puede aplicar el Teorema de Pitágoras, siendo G la hipotenusa. Si el dato
de partida teria sido um dos diâmetros primitivos, obtém-se G construindo a
figura 20 que se correspondería a los datos Dp o dp e i.

1 1
G= √ Dp 2 +dp 2= 2 k) ≈ 115
√ (m 4 K)(m 2
2 2

K = 11.156; Se toma K = 11

Se recalcula la Generatriz con el valor entero de K, y se obtienen los datos


finales:

= ,; = ; = ; = ; = ;

= ; = ; = , º; = ,º
∗ ∗

Na figura 23, é representado em detalhe um engrenagem helicoidal de acordo com a


normativa UNE e o quadro de dados que a acompanha.
Figura 23. Plano detalhado de uma engrenagem cônica segundo normas UNE.
Trem de engrenagens.
Um trem de engrenagens é um conjunto de engrenagens que permite multiplicar a
redução de velocidades. Esquematicamente podem ser representados como na
figura 24, na qual se conhecem os diâmetros primitivos das diferentes rodas
dentadas. Na primeira etapa, a coroa C1 transmite o movimento ao pinhão P1,
siendo la relación de velocidades i1=50/125=2/5. Es decir, que si el eje 1 gira a 1200
rpm, o eixo 2 gira a 480 rpm. Na segunda etapa, a coroa C2, que gira solidariamente com
P1, transmite o movimento ao pinhão P2, na qual a relação de velocidades
i2=40/200=1/5, portanto o eixo 3 gira a 96 rpm.

Figura 24. Trem de engrenagens

Na figura 25, é mostrado um redutor de três etapas (três reduções). O eixo


de entrada gira a 1800 rpm, sendo as reduções em cada etapa:

1ª Etapa. Piñón1-Corona1 (engranajes cónico rectos), relación de velocidad i=1/3.


2ª Etapa. Piñón2-Corona2 (engranajes cilíndricos helicoidales de ejes paralelos), i=1/3.
3ª Etapa. Piñón3-Corona3 (engranajes cilíndricos helicoidales de ejes paralelos), i=1/4.

La velocidad en el eje de salida se obtiene multiplicando las reducciones


sucessivas:

Rpm eixo 3 = 1800*1/3*1/3*1/4 = 50 rpm.


Figura 25. Redutora com três pares de engrenagens.
Engrenagem de parafuso sem fim - coroa.

É um caso particular de engrenagens helicoidais em que o ângulo entre os


Eixos que se cruzam podem ser quaisquer, embora o mais geral seja o de 90⁰. Este
tipo de engranajes permite una gran reducción de velocidad, mayor que en el resto de
engrenagens, sendo formado por um parafuso sem fim (condutor) e uma coroa
(conduzida). Este mecanismo é irreversível, ou seja, é o parafuso que ao girar
mova a coroa, enquanto esta não pode mover o parafuso (figura 26 e 27).

A soma do ângulo da hélice do parafuso (βt) mais o ângulo da hélice do


corona (βc) deve ser igual ao ângulo entre os eixos (90⁰), ou seja, βt+βc=90°, sendo o
valor deβcpróximo a 90 ⁰. Los datos que se incluyen en el plano son los de los
engrenagens helicoidais, figura 18.

Figura 26: Coroa e parafuso sem fim.


Tabela VIII. Valores característicos de engrenagens coroa e parafuso sem fim.
Corona Tornillo
Módulo Normal É extraído da tabela de módulos normalizados mn
Módulo circunferencial mcc = mn / (cosβc) mct= mn / (cosβt) =mac
Módulo axial mac = mn / (senβc) mat= mn / (senβt) =mcc
Passo normal Pn = πmn
Passo circunferencial pcc=πmn / (cosβc) pct=πmn / (cosβt)=pac
Passo axial pac=πmn / (senβc) pat=πmn / (senβt)=pcc
Ángulo entre ejes ϒ =βc + βt = 90º; senβc = cosβt; cos βc = senβt
Número de dentes zc zt = nº de entradas
Ângulo da hélice βc βt
Diâmetro primitivo Dp = mcc * zc dp = mct * zt
Diâmetro exterior ou de cabeça De = Dp + 2 mn de = dp + 2 mn
Diâmetro interior ou de pé Di = Dp – 2,5 mn di = dp – 2,5 mn

+ ∗ + ∗
Distância entre eixos = =
2 2
Relação de velocidades i = dp / Dp = zt / zc
9
Altura do dente ℎ= =+
4
Adendo a = mn
Dedendum d = 1,25 mn
Ángulo de presión α= 20º

Figura 27. Corona y tornillo sin fin.


Cálculo de engrenagem para parafuso sem fim – Coroa

CASO 1: Par de engrenagens parafuso sem fim-corona, cujos eixos se cruzam


formando um ângulo de 90º.
Se parte dos seguintes dados:
Relação de transmissão i = 1/50
Módulo normal mn = 4
Distância entre eixos (aproximado) L≈120
Ângulo entre eixos ϒ= 90º
Ángulo de la hélice del tornillo βt = 85⁰
Resolución:

Ângulo da hélice da coroa: βc=90⁰-βt=5⁰

1
= = = ; zt = K ; zc = 50 ∗ K ;
50 50∗

Devendo K ser um número inteiro.


n
· zt+ · zn c
= 85 · K + 5 · 50 · K
= 120 = = 123,33 · K;= 1;
2 2

= 1( ); = 50

Cálculo dos diâmetros primitivos:

n 4
dpt= · zt= · 1 = 45,89
cos 85

4
Dpc= · 50 = 200,76
cos 5

Cálculo de la distancia real entre ejes:

+
= = 123,3
2
CASO 2: Propõe-se resolver o par de engrenagens parafuso sem fim - coroa,
cujos eixos se cruzam formando um ângulo de 90º.

Se parte dos seguintes dados:


Relação de transmissão i = 1/30
Módulo normal mn = ?
Distancia entre ejes (aproximado) L≈180
Ângulo entre eixos ϒ= 90º
Ângulo da hélice do parafuso βt = 80⁰
Número de entradas do parafuso zt = 1

Resolução:

Ângulo da hélice da coroa: βc=90⁰-βt= 90⁰ - 80⁰ = 10⁰

Nº de dientes de la corona:

30 ; zc = 30 · zt = 30 · 1 = 30

Cálculo do módulo normal:

n n
· Zt+ ·Z n n
c
= 80 · 1 + 10 · 30 =
n
( + );
= 180 =
2 ["2"] 2 80 10

Em que mn=9.939; portanto, é tomado o módulo normalizado: mn10

Cálculo de los diámetros primitivos:

n
dpt= · Zt= · 1 = 57.589
80

10

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