Cálculo de Engrenagens Cilíndricas Retas
Cálculo de Engrenagens Cilíndricas Retas
Dp
= = =
Dp
= = =
1
= = = ; Dado en pulgadas.
9 − − 5
ℎ= =+ = = ; a= m; =
4 2 2 4
19 21
= ; =
40 40
lp = πdp
Lr = πDp
= = =
+
L= = 120
2
Dp
Paso = = =
9 − −
Altura do dente ℎ= =+ = =
4 2 2
Adendo a=m
Dedendum d = (5/4)m
19 21
Espessura e vão do dente = ; =
40 40
Ângulo de pressão α= 20º
Tabela II. Módulos e Diâmetros Pitch, de acordo com a norma UNE 18005-84.
Módulosm.
Eu 1 1,25 1,5 2 2,5 3 4 5 6 8 10 12 16 20 25 32 40 50
II 1,125 1,375 1,75 2,25 2,75 3,5 4,5 5,5 7 9 11 14 18 22 28 36 45
Diâmetros PitchP.
Eu 20 16 12 10 8 6 5 4 3 2,5 2 1,5 1,25 1 0,75 0,625 0,50
II 18 14 11 9 7 5,50 4,50 3,50 2,75 2,25 1,75 0,875
Cálculo de engranajes rectos.
CASO 1: Se parte dos dados:
Distância entre centros L = 175.
Relación de velocidades i = 1/6
Resolución:
Uma vez que a relação das velocidades é a mesma que a dos diâmetros de
Rodas e aplicando a distância entre os eixos obtêm-se os diâmetros respectivos.
1
= = ; = 6∗
6
+ (6 + 1)
= = = 175; = 50; = 300
2 2
Com esses dados se analisa quais módulos são viáveis, ou seja, que o número
de dentes obtido seja um número inteiro. Aplicando que:
= = ; =∗ ; =∗
m = 300 = ∗ = 50 =∗
2 150 25 Viável
2,5 120 20 Viável
3 96.666 16,666 NÃO
4 75 12,5 NÃO
5 60 10 Viável
… … … …
Roda Piñón
Diâmetro primitivo 300 50
Diâmetro exterior ou de
cabeça 310 60
Diâmetro interior ou de pé 287,5 47,5
Número de dientes 60 10
Distância entre centros L = 175
Relación de velocidades i=1/6
Módulo m=5
Passo p = m * π = 15,70
Altura do dente h = 11,25
Adendo a=5
Dedendum d = 6,25
Espesor y vano del diente e = 7,4575; v = 8,2425
No entanto, o mais comum é que não haja um módulo viável ou que venha
imposto e não saiam valores coerentes, pelo que se deve calcular algum dos
parámetros, como es la distancia entre ejes. A continuación se expone un caso más
geral.
zp = 1 ∗ K ;
zr = 4 ∗ K ;
= = ; =∗; = ∗ 4∗
+ 5∗ + 5∗ 4∗
= = = 70; = 5,6
2 2
zp = 6 ; dp = 30
zr = 24 ; Dp = 120
L = 150/2= 75 mm
Na figura 16 é representado em detalhe uma engrenagem reta de acordo com a norma
UNE e o quadro de dados que o acompanha.
A soma dos ângulos das hélices da roda motora e da roda conduzida tem
de ser igual ao que formam seus eixos.
βr + βp =
+ ∗ + ∗
Distância entre eixos = =
2 2
Relación de velocidades i = dp / Dp
9
Altura del diente ℎ= =+
4
Adendo a = mn
Dedendum d = 1,25 mn
Ângulo de pressão α= 20º
2 2∗
= = =
5 5∗
zp = 2 ∗ K ;
zr = 5 ∗ K ;
= = ; = ∗ 2; = ∗5
Estes valores se aplicam à distância entre centros.
+ ∗2+∗5 7
= = =∗ = 120; = 5,37
2 2 2 20º
7 6
= 5 = 0,875; = 28.955º A soluçãoón obtida.
2 120
= ∗ 2 = 68,57; = ∗ 5 = 171,43
+
= = 120
2
10 10
= = ; = =
cos 35 25
3 3∗
= = =
5 5∗
zp = 3 ∗ K ;
zr = 5 ∗ K ;
= ; = ; = ∗5; = ∗3
∗+ ∗ 10 10
+ 5∗ 35 + 3∗ 25
= = = = 220
2 2 2
44
= = 4,674; : =5
9,414
= zr = 25 zp =15 ; ∗ 15 = 165,507
∗ 25 = 275.844 =
35 25
+
= = 220.675
2
Roda Piñón
Ângulo da hélice 35º 25º
Ângulo entre eixos 60º = βr + βp
Sentido da hélice Ambas a derechas o a izquierdas
Módulo Normal 10
Relação de velocidades i=3/5
Módulo circunferencial = 12,2 = 11,03
35 25
Passo Normal pn = 31,416
Passo circunferencial pn / (cos 35) = 38,35 pn / (cos 25) = 34,66
Diámetro primitivo Dp = 275,844 dp = 165,507
Diâmetro exterior ou de
cabeça De = 295,844 de = 185.507
Diâmetro interior ou de pé Di = 250,844 di = 140,507
Número de dentes 25 15
Distância entre eixos 220,675
Engrenagem cilíndrica-cremalheira.
Se caracterizam porque o movimento circular da roda se transforma em
longitudinal na cremalheira (figura 19). Neste caso, não há propriamente uma relação
de transmissão, mas é definida pela distância que a cremalheira se desloca
por cada volta de giro da roda, ou seja, é uma magnitude de comprimento.
O zíper pode ser considerado como uma engrenagem de diâmetro infinito, por
o que não cabe referir-se à distância entre eixos. O dentado pode ser reto ou
helicoidal. A cremalheira de dentes retos tem flancos planos (é um caso
impróprio de evolvente).
80 ∗ 20
= ∗ ; = = 11,9645
∗
80∗
= = 12 ; = 0,9424; = ,º
∗
Figura 20.
Engrenagem cônica.
Quando os eixos se cruzam, o movimento é transmitido por engrenagens
cônicos, em que a forma dos dentes é cônica (figura 6).
= ; = ; = ; = ;
2∗ 2∗
+ 45 +
= 2 ̅1 =
já que
5̅4= /2;1= ̅ /2
Despejando
=
+
=
+
1 1
G= √ Dp 2 +dp 2= 2 k) ≈ 115
√ (m 4 K)(m 2
2 2
K = 11.156; Se toma K = 11
= ,; = ; = ; = ; = ;
= ; = ; = , º; = ,º
∗ ∗
+ ∗ + ∗
Distância entre eixos = =
2 2
Relação de velocidades i = dp / Dp = zt / zc
9
Altura do dente ℎ= =+
4
Adendo a = mn
Dedendum d = 1,25 mn
Ángulo de presión α= 20º
1
= = = ; zt = K ; zc = 50 ∗ K ;
50 50∗
= 1( ); = 50
n 4
dpt= · zt= · 1 = 45,89
cos 85
4
Dpc= · 50 = 200,76
cos 5
+
= = 123,3
2
CASO 2: Propõe-se resolver o par de engrenagens parafuso sem fim - coroa,
cujos eixos se cruzam formando um ângulo de 90º.
Resolução:
Nº de dientes de la corona:
30 ; zc = 30 · zt = 30 · 1 = 30
n n
· Zt+ ·Z n n
c
= 80 · 1 + 10 · 30 =
n
( + );
= 180 =
2 ["2"] 2 80 10
n
dpt= · Zt= · 1 = 57.589
80
10