Entenda o Modelo OSI em Camadas
Entenda o Modelo OSI em Camadas
Redes Ethernet;
A Camada Física, Cabos e Conectores;
Camada
Descrição
Sessão
Transporte
Rede
Enlace
Session Layer - Gerencia o "diálogo" entre as portas lógicas e
mantém a separação dos dados de diferentes aplicações
Segmento/
Segment
Pacote / Packet/
Datagram
Data-link Layer - Acomoda os pacotes em "quadros" através do processo de encapsulamento. Detecta erros, porém, não
os corrige.
Quadro / Frame
Física
Physical Layer - Responsável pela movimentação dos bits entre as
pontas e pela definição das interfaces, especificações elétricas e de pinagem dos
cabos.
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CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
Vamos agora verificar cada uma das camadas detalhadamente, focando no que o
exame CCNA poderá cobrar do candidato.
O Modelo OSI
43
adiante.
2.3.2 A Camada de Apresentação
e interpretar dados.
A camada de apresentação possui outras funções além de formatar
Estas incluem compressão de dados e segurança da informação
transmitida. Tarefas como compressão, descompressão, encriptação e
decriptação, portanto, também encontram-se associadas a ela. Alguns
padrões definidos nessa camada que estão relacionados a processos de
compressão são TIFF, PICT, GIF, QuickTime, MPEG, JPEG, entre outros.
As funções de compressão e segurança, entretanto, não são exclusivas à camada de
apresentação.
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14
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O Modelo OSI
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Computador
Origem
sincronização
negociação ("handshaking")
sincronização
confirmação
estabelecimento da conexão
Computador Destino
transferência de dados
Enquanto dados estão sendo transmitidos entre dois dispositivos, ambos verificam
periodicamente a conexão estabelecida para assegurar- se de que os
dados estão sendo enviados e recebidos apropriadamente.
Durante uma transmissão, congestionamentos de dados podem ocorrer devido à
heterogeneidade das máquinas presentes em uma rede (ex.: computadores de
alta velocidade geram dados mais rapidamente do que a infra-estrutura de
rede pode transmiti-los ou máquinas mais lentas, processá-los) ou porque
muitos computadores passam a transmitir simultaneamente datagramas
para um mesmo gateway ou destino. No último caso, o gateway ou destino
pode vir a ficar congestionado, mesmo que nenhuma das fontes, por si só,
seja a causadora do problema. Podemos fazer uma analogia com um
estreitamento em uma estrada. Normalmente, o problema não é apenas um
carro, mas a quantidade de carros naquela estrada.
Quando uma máquina recebe um fluxo de datagramas maior doque pode processar,
ela direciona o excedente para uma memória chamada buffer. Esse
processo, conhecido como "bufferização", resolve
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CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
O Modelo OSI
Computador Origem
Envia seg. 1
Envia seg. 2
Janela de tamanho 1
Janela de tamanho 2
Envia seg. 1
Envia seg. 2
Envia seg. 3
Envia seg. 4
Computador Destino
Recebe seg. 1
Confirma seg. 1
Recebe seg. 2
Confirma seg. 2
A camada de rede é responsável pelo roteamento dos dados através da internetwork e pelo
endereçamento lógico dos pacotes de dados, ou seja, pelo transporte de
tráfego entre máquinas que não se encontram diretamente conectadas. Roteadores ou
"routers" - também chamados de dispositivos de camada 3 (layer 3 devices) - são
definidos nessa camada e provêm todos os serviços relacionados ao
processo de
roteamento.
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CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
base de dados
destino se encontra em sua tabela de roteamento (routing table), uma
que fica armazenada na memória RAM do router e que pode ser
estática ou dinamicamente formada.
Existem basicamente dois tipos de pacotes definidos na camada de rede:
pacotes de dados (data packets) e pacotes de atualização (router update
packets). No primeiro tipo, os pacotes são usados para transporte de
dados pela internetwork, e os protocolos usados para suportar tal
tráfego são conhecidos como protocolos roteados (routed protocols).
Exemplos de protocolos roteados são o IP e o IPX.
O segundo tipo de pacote é utilizado para o transporte de atualizações sobre
routers vizinhos e sobre os caminhos (paths) disponíveis para alcançá-los.
Protocolos usados para gerenciar essa tarefa são chamados de
protocolos de roteamento (routing protocols). Exemplos de protocolos de
roteamento são RIP, EIGRP, OSPF, BGP, entre outros. Os pacotes de
atualização são utilizados na formação e manutenção das tabelas de roteamento de
cada router. As tabelas de roteamento formadas, armazenadas e utilizadas pelos
routers incluem informações como endereços lógicos (network addresses),
interface de saída (exit interface) e métrica (metric), que é a distância ou
custo relativo até uma determinada rede remota.
Uma das mais importantes características dos routers é que eles segregam
(quebram) os chamados "domínios de broadcast" (broadcast
domains), ou seja, mensagens de broadcast não atravessam um router, o
que já não ocorre com switches e hubs, que simplesmente as
propagam (veremos mais adiante o porquê). Routers também quebram
os chamados "domínios de colisão" (collision domains), o que switches
também fazem (mas não hubs!). Dizer que routers quebram domínios de colisão
significa dizer que cada interface de um router é considerada uma rede isolada e,
como tal, necessita de um número de identificação (endereçamento) exclusivo.
Cada dispositivo deverá utilizar o mesmo endereço de rede designado à interface a
que se encontra conectado.
Considerando-se o exame CCNA, os pontos mais relevantes sobre routers são
que eles:
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O Modelo OSI
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Camada de
Enlace
Sub-Camada LLC
Sub-Camada
MAC
Camada Física
Ethernet
10Base2
10Base5
10BaseT
10BaseF
802.3
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100BaseTX
100BaseFX
100BaseT4
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O Modelo OSI
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Hubs criam uma topologia física em forma estrela em que ele é o dispositivo central.
Todos os dispositivos são bombardeados com dados toda vez que algum
dispositivo conectado a ele realize uma transmissão.
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-
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47
46
24 bits
Organizationally
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24 bits
I/G I/G
Unique Identifier (OUI)
Designado pelo fabricante
(Designado pelo IEEE)
Frame Ethernet
Preamble
Endereço Destino
8 Bytes
0 Bytes
Endereço
Origem
© Bytes
Type
2 Bytes
Dados
CRC
Preamble
SFD
Endereço Destino
Endereço
Origem
Length
Cabeçalho 802.2
CRC
+ Dados
7 Bytes
1 Byte
0 Bytes
© Bytes
2 Bytes
46 1474 bytes
4 Bytes
O Modelo OSI
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10Base2
10Base5
10BaseT
100BaseTX
100BaseFX
1000BaseCX
1000BaseT
1000BaseSX 1000BaseLX
185 metros (thinnet)
500 metros (thicknet)
100 metros (CAT3, par trançado sem blindagem - UTP)
100 metros (CAT5, 6, 7 par trançado sem blindagem - UTP)
|400 metros (65.2/125μ Fibra Multimodo
|25 metros (Par trançado blindado - STP)
| 100 metros (CAT5 - 4 pares trançados sem blindagem -
UTP)
260 metros (62.5/50μ Fibra Multimodo)
10 Km (9μ Fibra Monomodo)
Cada uma das notações anteriores define uma interface de conexão (Attachment Unit
Interface - AUI) diferente. Tais notações são de extrema
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56
CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
É
Nota: Os padrões existentes para Gigabit Ethernet são IEEE
802.3ab (1000BaseT - par metálico) e IEEE 802.3z (1000BASE-
SX - Fibra).
O Modelo OSI
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Twisted Pair - UTP). A seguir, listamos os tipos de conectores e topologias
disponíveis para os principais padrões Ethernet:
10 Base2 10 Base5
10BaseT
100BaseTX
100BaseFX
|Utiliza barramento lógico e físico, com conector AUI
|Utiliza barramento lógico e físico, com conector AUI
Topologias estrela e barramento lógico, conector RJ-45 Topologias
estrela e barramento lógico, conector RJ-45 MII Topologia
Ponto-a-Ponto, conector ST ou SC
WOrange
We
Pair #2-
---Blue
Pair #3
WhiteBrown
Straight Cable
THE
1-WhiteOrange
When
1234567890E2 8-Green-
T= White/linawTİ -
8-Brown
1-White/Orange-
3- Whte/Green
-Whitel
B Green-
-WhiteBrown
Brown-
T-WhiteBett- 8- Brown
Green 3-WisterOrange-
WhiteBrown
6-Brown
8 = Orange -
8-WheeBlue
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CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
Os cabos UTP possuem pares trançados de fios metálicos em seu interior para
eliminar o efeito crosstalk. A proteção aos sinais digitais vem da torção dos
fios. Ao se trançar os cabos, os campos eletromagnéticos gerados pelo fluxo
de eletricidade nos fios se anulam, reduzindo, assim, a interferência
eletromagnética causada. Quanto mais torções por polegada, mais distante,
supostamente, o sinal pode viajar sem interferência, porém uma maior quantidade
que encarece muito o cabo. Cabos UTP categorias
de fios é necessária, o
5 e 6, por exemplo, têm muito mais torções por polegada que cabos
categoria 3, e são, portanto, considerados de melhor qualidade, uma vez
que estão menos sujeitos à interferência eletromagnética e são mais caros.
Os modos de se medir a ocorrência de crosstalk em redes Ethernet são (saiba isso!):
Near End Crosstaltk (NEXT): É medida a partir da
ponta
transmissora do cabo;
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O Modelo OSI
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CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
uma nova interface, por exemplo, terá de comprar um novo router. Entretanto, routers
mais recentes como os das séries 1700, 1800, 2600 ou 2800 possuem
interfaces modulares, permitindo a adição, troca ou atualização
das interfaces disponíveis. São, portanto, mais customizáveis e
preservam o investimento. Routers da série 1700, por exemplo,
são capazes de disponibilizar várias portas seriais, interfaces.
FastEthernet e até permitem adicionar módulos de voz; ISDN
(RDSI): O padrão ISDN-BRI (Basic Rate Interface) é definido
por dois canais B (Bearer) de 64Kbps e um canal D (Data) de
16Kbps, usado para sinalização e sincronização de dados.
Routers que suportam ISDN-BRI vêm com uma interface U ou uma
interface S/T. A diferença entre os dois é que a interface U já é uma
interface de dois fios padrão ISDN, enquanto a interface S/T
possui quatro fios e precisa ser conectada a um terminal de rede
do tipo 1 (NT1) para convertê-la em dois fios, seguindo as
especificações do padrão ISDN;
Conexões Via Console: Os produtos Cisco (routers e switches) são comercializados
com cabos e conectores de console, permitindo a conexão,
configuração, verificação e monitoração do produto. O cabo
utilizado na conexão entre um produto Cisco e o terminal
(normalmente um PC comum) é o cabo rollover, com conectores
RJ-45. A pinagem de um cabo rollover é a seguinte:
1-8;2-7;3-6;4-5;5-4;6-3;7- 2;8-1. Como você pode perceber,
basta pegar um cabo Straight-Through, cortar uma das
pontas, invertê-lo e crimpá-lo ao novo conector. Geralmente, um
conector DB9 será utilizado para conectar um produto Cisco ao terminal.
A maioria dos produtos Cisco suporta conexões console via conectores
RJ-45, entretanto, algumas séries ainda utilizam conectores DB25. A
maioria dos routers possui uma porta AUX, que é uma porta auxiliar
normalmente utilizada para conexão a um modem. Conexões estabelecidas ao
router via portas de console ou AUX são tidas como
gerenciamento out-of-band (OOB), uma vez que a configuração
do router é realizada fora da rede. Já uma conexão a um router via
Telnet é considerado como gerenciamento in-band. Para conectar-se
ao um router Cisco via porta Console ou via modem, basta
utilizar um programa emulador terminal como o
HyperTerminal, que acompanha o Windows.
O Modelo OSI
Aldados
7
Aplicação
AA dados
со
6
Apresentação
SAA
SAA dados
TSAA
LO
5
Sessão
TSAA dados
4 Transporte
--segmento
Aplicação 7
Apresentação 6
Sessão
5
Transporte
4
RTSAA
RTSAA dados
3
Rede
pacote
+
Rede
3
ERTSAA
ERTSAA dados E 2
Enlace
quadro
Enlace
2
Física
bits
Física
1
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CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
1 Gb / 10 Gb
100 Mb/1 Gb
Core
Distribuição
Acesso
O Modelo OSI
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CCNA 4.1 - Guia Completo de Estudo
o acesso de
Access Layer (Camada de Acesso): A camada de acesso controla
grupos e usuários aos recursos da rede. Grande parte dos recursos
de que os usuários precisarão estarão disponíveis localmente. Os
dispositivos de rede mais comumente encontrados nessa camada são os
switches de camada 2 e hubs. Alguns processos que devem ser
considerados na camada de acesso:
O Modelo OSI
a)
Física
b)
Acesso
c)
Central
d)
e)
Rede Distribuição
f)
Enlace de Dados
2. PDUs (Protocol Data Units) na camada de rede do modelo OSI são chamados de:
a)
b)
Central Frames
d)
Segmentos e) Acesso
g
Transporte
c) Pacotes
f)
Distribuição
a)
Central
b)
c)
Rede
Física
d)
Distribuição
e)
f)
Acesso Transporte
a)
Conexão de uplinks entre switches.
b)
Conexão de um roteador a um switch.
d)
Conexão entre hubs e switches.
a)
b)
Endereço lógico da rede c) Número da porta TCP d)
Endereço de Hardware Default gateway
b)
Transporte
c)
Enlace de Dados
d)
Rede
a)
Física
b) Transporte
c)
d)
Enlace de Dados Rede
b)
Transporte d)
Rede
a) Acesso d)
Distribuição g) Enlace de Dados
b)
Física
e)
Central
c)
Rede
f)
Transporte
e)
Envio de BPDUs
Envio de mensagens de reconhecimento (ACKs)
13. Qual camada do modelo OSI preocupa-se com a semântica dos dados?
a)
Aplicação
b)
Apresentação
c)
Sessão
d)
Transporte
e)
Enlace de Dados
14. Os roteadores podem prover quais das seguintes funções (escolha todas que se
aplicam)?
a)
Quebra de Domínios de Colisão
b)
Enlace de Dados
d)
Distribuição
CCNA 4.1 - Cap [Link]
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O Modelo OSI
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a) 6 bits
b)
16 bits c) 46 bits d) 48 bits
17. Qual das seguintes não é uma vantagem de se adotar um modelo em camadas?
a)
b)
c)
d)
Dividir uma complexa operação de rede em um conjunto de operações
menores, com gerenciamento simplificado. Permitir que ocorram
mudanças em uma camada sem que todas as outras tenham de ser alteradas.
Permitir que ocorram mudanças em todas as camadas sem que
uma tenha de ser alterada.
Definir uma interface padrão permitindo a integração entre
equipamentos de diversos fabricantes.
18. Quais são as três opções que usam cabeamento metálico par-trançado?
a)
b)
c)
d)
e)
100BaseFX
100BaseTX
100VG-AnyLAN
10BaseT
100 BaseSX
b)
Cabeamento de banda-básica que transmite uma série de
sinais digitais ao mesmo tempo e na mesma linha.
c)
Cabeamento de backbone que transmite apenas um sinal digital por vez na linha.
d)
Cabeamento de banda básica que transmite apenas um sinal
digital por vez na linha.
20. Se em uma rede temos dois hubs de 12 portas 10/100 cada, quantos
domínios de broadcast e quantos domínios de colisão essa rede possui?
a)
24 e 1
c)
1 e 12
e)
1 e 24
b)
12 e 12
d)
1e1
b)
12 e 12
d)
1e1
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2. C. PDUs são usados para definir dados em cada camada do modelo OSI.
PDUs na camada de rede são chamadas de pacotes.
11. A. A camada de Acesso é usada para prover acesso aos usuários e hosts à rede, e
os switches são usados na segmentação de redes Ethernet nessa camada.
O Modelo OSI
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17. C. Na verdade, uma das grandes vantagens de um modelo em camadas é que ele
permite efetuar alterações em apenas uma camada do modelo, sem ter de
se preocupar com as outras.
20. D. Uma rede baseada em hubs não é uma rede segmentada, em nenhum nível. Trata-se de
um grande domínio de broadcast e colisão.
21. E. Em uma rede comutada, cada porta de um switch é um domínio de colisão distinto,
porém, ainda temos apenas um domínio de broadcast. Nesse caso, temos
24 portas, portanto, 24 domínios de colisão.
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