WYDEN FANOR
CITOPLASIA CLINICA
DOENÇAS DO COLO DO ÚTERO SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Relatório individual
Nome do(s) discente(s): Aurea Shado Ferreira Freire
Nome do(a) professor(a) orientador(a): Marquenia
2025
Fortaleza/CE
Sistematizar, de forma escrita, as aprendizagens construídas. O relato precisará conter,
obrigatoriamente:
1. CONTEXTUALIZAÇÃO
Participei de um projeto de extensão sobre HPV e Câncer do Colo do
Útero com minha turma de Citopatologia. Nosso objetivo era levar
informações claras e preventivas para alunos de um curso técnico em
Enfermagem. Como não pude comparecer no dia da apresentação na
escola, atuei de forma remata, apoiando a equipe na preparação dos
materiais e na organização dos brindes que foram usados durante a
atividade.
2. OBJETIVOS
Meu objetivo, junto com o grupo, era ajudar a conscientizar os jovens
sobre a importância da prevenção do HPV e do câncer do colo do
útero, com uma linguagem acessível e sem tabus. Queríamos que
eles entendessem como a doença age, como se previnir e a
importância do exame de Papanicolau.
3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO-METODOLÓGICA
A construção deste trabalho se apoia em uma trilha teórica que
percorre os principais estudos sobre a doença do colo do útero e
sua relação direta com o HPV. Partimos de pesquisas científicas
consolidadas para entender, de forma crítica e aprofundada, como o
vírus age, evolui e interfere na saúde feminina.
O HPV é um vírus sexualmente transmissível que infecta pele e mucosas, podendo
causar verrugas ou lesões internas. Alguns tipos de alto risco estão diretamente ligados
ao desenvolvimento de câncer do colo do útero.
Referência (resumida): Organização Mundial da Saúde (OMS) – documentos sobre
HPV e prevenção.
A doença do colo do útero surge quando células alteradas pelo HPV evoluem para
lesões precursoras, que podem progredir para câncer se não forem detectadas e tratadas
precocemente. O diagnóstico precoce pelo exame preventivo é essencial.
Referência (resumida): Instituto Nacional de Câncer (INCA) – diretrizes sobre câncer
do colo do útero e HPV.
4. METODOLOGIA
Minha participação foi toda antes do dia da apresentação. Ajudei a
confeccionar a caixa que armazenou os brindes (como ligas de
cabelo, gloss, espelhos etc.) e também colaborei na elaboração da
pesquisa de satisfação que foi aplicada no final. Participei das
reuniões online de alinhamento, dei sugestões e me mantive em
contato com a equipe para que tudo saísse como planejado.
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Fiquei muito feliz com o retorno que a equipe trouxe depois da
apresentação. Soube que os alunos interagiram bastante,
participaram do quiz e se interessaram pelo tema. Mesmo à distância,
me senti parte do processo e vi como meu apoio, mesmo pequeno,
fez diferença. A maior dificuldade foi não estar lá pessoalmente para
ajudar na hora, mas me dediquei no que pude aqui. Recomendo que,
em projetos assim, mesmo quem não vai presencialmente se envolva
desde o início – isso fortalece o grupo e garante que todos
contribuam.
6. REFLEXÃO APROFUNDADA
Essa experiência me mostrou que a educação em saúde vai muito
além da sala de aula. Aprendi que cada detalhe – seja um material,
uma palavra ou um brinde – pode facilitar o entendimento e quebrar
resistências. Unir a teoria que estudamos com uma ação prática,
mesmo que indiretamente, deu ainda mais sentido ao que aprendi
sobre prevenção e cuidado. Saí dessa vivência com a certeza de que,
na saúde, todo esforço coletivo importa.