Requisitos de Ventilação em Edifícios
Requisitos de Ventilação em Edifícios
OBJETO
1.1 Esta norma estabelece os requisitos mínimos para a ventilação natural de edifícios e residências, e é-
especifica os casos em que deverá ser utilizada ventilação mecânica.
2. TERMINOLOGIA
2.1 Local em depressão. É o local que tem uma pressão atmosférica menor, em relação à pressão de
os demais locais de uma habitação ou edifício.
3. DISPOSIÇÕES GERAIS
3.2.1 A quantidade de ar fresco que é necessária para manter o dióxido de carbono no ar dentro de
os limites de segurança e para fornecer conteúdo suficiente de oxigênio no ar para a respiração
ção, é muito pequena.
3.2.2 A quantidade de ventilação para manter um ambiente térmico satisfatório para uma região varia de
período a período.
3.2.3Las normas mínimas de ventilación se basan en el control del olor del cuerpo y en el retiro de pro-
dutos de combustão, ou em manter um ambiente térmico satisfatório, dependendo da zona climática
gica, como se especifica no Anexo A.
(Continúa)
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3.3.1 A taxa de ventilação por meios naturais através de portas e janelas ou outras aberturas depende de
a direção e velocidade do vento exterior e os tamanhos e posição das aberturas (ver nota 1).
3.3.2 Os efeitos de convecção que surgem da diferença de pressão, temperatura ou vapor (ou ambos)
entre o interior e o exterior do local e a diferença de altura entre as aberturas de entrada e saída também
influenciam na taxa de ventilação.
3.3.3 Quando o vento sopra em ângulos retos em direção a uma face de um edifício retangular sobre um
lado exposto, ocorre uma pressão positiva sobre a face contrária à direção do vento, e uma pressão
negativa sobre a cara na direção do vento.
3.3.4Si la dirección al viento es de 45°hacia una de l as caras, la presión positiva se producirá sobre las dos
caras contrárias à direção do vento e a pressão negativa sobre as duas caras na direção do vento.
3.3.5Para diseñar un sistema para ventilación natural se debe aprovechar de las fuerzas del viento.
Como estas não são constantes, dependendo da sua velocidade e direção, é óbvio que a ventilação
variará em quantidade.
3.3.6Para propósitos de diseño, puede asumirse que el viento vendrá en cualquierdirección dentro de los 45°de
a direção do vento predominante.
3.4.1 Considerando o caso individual de um local isolado, onde foi prevista uma abertura em cada
uma das duas paredes opostas, a taxa de fluxo de ar através de uma abertura, devido às correntes de
O ar sobre a parede que contém a abertura é dado pela expressão
3.4.2El coeficiente de efectividad, K, depende de la dirección del viento con relación a la abertura y del
rádio entre as áreas das duas aberturas (ver Anexo A).
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NOTA 1. Na Tabela 1 do Anexo A, são estabelecidos a direção e a velocidade dos ventos predominantes e
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3.4.3 O coeficiente de efetividade, K, é máximo quando o vento sopra diretamente sobre a abertura e se
incrementa com o tamanho relativo da abertura maior. A figura 1 mostra os valores de K para vários raios
das áreas de duas aberturas, para ventos perpendiculares à abertura e a 45° dela.
As condições de um local isolado em que foram providenciadas duas aberturas, em duas paredes opostas,
na prática não é o mais geral, sendo o problema complicado pela existência de aberturas dentro de um
edifício, que não são as consideradas anteriormente, e também pelo efeito de obstruções na
vizinhança do edifício, à distribuição da pressão do vento.
3.5.1 As aberturas de entrada devem estar bem distribuídas e localizadas do lado oposto à direção
ção do vento e a um nível baixo da parede.
3.5.3Las aberturas de entrada y salida colocadas a niveles altos sólo pueden renovar el aire superior
do local sem produzir movimento de ar ao nível dos ocupantes.
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As aberturas de entrada não deverão, na medida do possível, ser obstruídas por edifícios contíguos, árvores,
letreiros ou por divisórias dentro da trajetória de fluxo de ar.
3.5.5El más grande flujo por área unitaria de abertura se obtiene usando aberturas de entrada y salida
aproximadamente iguais.
3.5.6 Onde a direção é bastante constante e segura, as aberturas podem ser dispostas facilmente, a fim de
obter a maior vantagem da força do vento.
3.5.7 Onde a direção do vento é bastante variável, as aberturas podem ser dispostas de modo que, em
Quanto seja possível, haja áreas aproximadamente iguais em todos os lados.
As janelas das salas de estar devem estar abertas para um espaço aberto ou não obstruído.
4. REQUISITOS
4.1.1 Na Tabela 2 são dadas as recomendações para as renovações de ar em locais. Em casos específicos...
Além dos requisitos da Tabela 1, será cumprido o que está especificado em 4.2 e 4.3.
TABLA 2. Mínimo de aire puro, horario y renovaciones de aire recomendables para locales (Nota 2)
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NOTA 2. Nos cálculos de aquecimento e de ar condicionado, considerar-se-á que os fluxos indicados
corresponde a uma temperatura do ar de 200C.
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(Continua)
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(Continua)
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4.2.1En viviendas en que se dispone de un volumen menor o igual a 35 m3por persona, se exige o cum-
cumprimento de pelo menos uma das disposições seguintes, durante os períodos em que a temperatura do
ambiente exterior obriga a manter as janelas fechadas. Para efeitos de cálculo da ventilação, se
considera la vivienda como un solo local, para lo cual, en las puertas de cada local deberá disponerse de orificios
de intercomunicação adequada.
a) Uma renovação global constante da ordem de 1,5 a duas trocas de ar por hora (nota 4);
b) uma colocação em depressão dos locais de serviço (banheiro e cozinha), em relação aos restantes, de modo
que exista renovação constante de 1 a 1,5 trocas de ar por hora nos locais comuns e,
aproximadamente, três trocas de ar por hora nos locais de serviço; e,
c) uma taxa de renovações muito alta, de 10 a 20 trocas de ar por hora, na cozinha e no banheiro, durante os
períodos de producción de vapor normal (ver nota 5).
4.2.2 É recomendável sempre colocar a cozinha e o banheiro em depressão em relação ao restante dos locais.
habitação.
4.2.3 O cumprimento das disposições especificadas em 4.2.1 e 4.2.2 deve ser alcançado sem que as co-
Correntes de ar geradas pelas renovações produzem desconforto.
4.2.4Todo local que se use eventualmente como cocina poseerá dispositivos que aseguren una renovación
permanente de ar suficiente para a evacuação de emanações incômodas (vapor, odores, etc.) ou perigosas
(produções de combustão), de modo que a taxa de poluição do ar do local não ultrapasse os
valores especificados en 4.5.
4.3.1 Sempre que não se possa obter um nível satisfatório de ar em termos de qualidade, quantidade e controle
com ventilação natural, será utilizada ventilação mecânica.
a) lugares fechados e ocupados por mais de 50 pessoas, e onde o espaço por ocupante seja igual ou inferior a
3m3por persona;
b) oficinas ou fábricas onde se produza em seu interior qualquer tipo de emissão gasosa ou pó em
suspensão; e,
c) locais subterrâneos de reunião, diversão ou trabalho, onde se reúnam mais de dez pessoas simultaneamente
mente.
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NOTA 4. Esta disposição não impede as condensações nos períodos de vaporização (cozimento, chuveiro quente, etc.).
NOTA 5. Tal tipo de ventilação só é possível com um sistema de ventilação mecânica na cozinha e banheiro.
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4.3.3 As aberturas de um local em que se usa ventilação mecânica são calculadas de modo que não haja perigo
para os ocupantes, em caso de falha do funcionamento do dispositivo utilizado.
4.4Velocidadmáximadelaireyalturadepenetraciónenlocales.
4.4.1 Se admitirá que as correntes de ar que se encontram a uma altura inferior a 2 m provoquem, com
em relação à temperatura média do ar, uma máxima de temperatura baixa de 2,5°C. Toda corrente de
o ar suscetível a gerar uma queda maior de temperatura deve ser produzido a 2 m ou mais de altura com
a respeito do nível do piso (figura 2).
[Link]ídadetemperaturasegúnlavelocidaddelaire
4.4.2 Não existem limitações para a velocidade do ar e alturas de penetração em épocas ou horas quentes.
No entanto, esses dois aspectos devem ser controlados por aberturas que possam ser reguladas à vontade.
4.5.1 A concentração de CO2no interior da habitação deve ser igual ou inferior a 0,25%.
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NOTA 6. Não são considerados os gases que provêm do ar exterior devido a dificuldades econômicas, para contrabalançar a
contaminação do ar por meio de mecanismos ou dispositivos de filtragem nas residências .
(Continúa)
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ANEXO A
A.1 Os fatores que exigem ventilação (ver 3.1) estão relacionados às diferentes zonas climáticas do
país (ver nota 7).
A.2 Nas zonas quentes, especialmente as de maior umidade relativa, a ventilação deve ser baseada em
o fator D, manter o ambiente térmico satisfatório do interior do local.
A.3 A taxa de fluxo de ar necessária para manter um ambiente térmico satisfatório nas zonas quentes
é maior, de modo que, ao satisfazer os requisitos deste fator, os demais fatores ficarão solucionados.
tores que exigem ventilação.
A.4 A circulação de ar nas zonas quentes deve ser principalmente à altura dos ocupantes do
local, de modo que se produzca uma renovação constante de ar a esse nível; assim se logrará um aumento
da taxa de evaporação do suor humano, um aumento na transferência de calor do corpo para o ar e
uma renovação imediata do ar viciado por ar puro.
A.5 Nas zonas temperadas, a ventilação dos locais deve ser baseada nos fatores B e C (ver 3.1); com-
controle de odores e remoção dos produtos de combustão. Esses fatores exigem um fluxo maior de ar.
A.6 Nas zonas temperadas, a ventilação deve ser realizada principalmente a um nível superior a 2 m
do nível do piso, e deixar aberturas reguláveis à vontade ao nível dos ocupantes, para casos especiais.
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NOTA 7. No mapa anexo, são determinadas as zonas climáticas do país.
(Continua)
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(Continua)
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APÊNDICE W
W.1 Cálculo aproximado do fluxo de ar. Devido à diferença de temperaturas entre o interior e o ex
terior através das aberturas A (m2) e de saída A (m2) (se supone iguales), se produce una corriente de
ar.
(Continua)
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APÊNDICE Z
Norma Chilena NCH 994. c [Link]ção natural Requisitos [Link] Nacional de Investi-
gaciones Tecnológicas e Normalização. Santiago, 1972.
ORIGINAL: REVISIÓN:
Data de início do estudo: Data de aprovação anterior pelo Conselho Deliberativo
Oficialização com Caráter de
por Acuerdo No.
publicado no Registro Oficial nº
Em vista de que não foram recebidas observações à norma mencionada, não foi necessário convocar reunião.
de Subcomité Técnico.
Subcomité Técnico:
Data de início: Fecha de aprobación:
Integrantes del Subcomité Técnico:
Outros trâmites:♦6Esta norma, sem nenhuma alteração em seu conteúdo, foi DESREGULAMENTADA, passando de
OBRIGATÓRIA a VOLUNTÁRIA, segundo a Resolução do Conselho Direativo de 1998-01-08 e oficializada
mediante Acordo Ministerial nº 03 612 de 22 de dezembro de 2003, publicado no Registro Oficial nº 248 de 01 de janeiro de 2004
09
O Conselho Direcionador do INEN aprovou este projeto de norma na sessão de 10-05-1984