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Requisitos de Ventilação em Edifícios

Esta norma estabelece os requisitos mínimos para a ventilação natural de edifícios e residências, incluindo a necessidade de ventilação mecânica em certos casos. Os fatores que exigem ventilação incluem a manutenção de níveis seguros de dióxido de carbono, controle de odores e remoção de produtos de combustão. A norma também aborda a influência do vento na ventilação e especifica diretrizes para a renovação do ar em diferentes zonas climáticas.

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Requisitos de Ventilação em Edifícios

Esta norma estabelece os requisitos mínimos para a ventilação natural de edifícios e residências, incluindo a necessidade de ventilação mecânica em certos casos. Os fatores que exigem ventilação incluem a manutenção de níveis seguros de dióxido de carbono, controle de odores e remoção de produtos de combustão. A norma também aborda a influência do vento na ventilação e especifica diretrizes para a renovação do ar em diferentes zonas climáticas.

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1.

OBJETO

1.1 Esta norma estabelece os requisitos mínimos para a ventilação natural de edifícios e residências, e é-
especifica os casos em que deverá ser utilizada ventilação mecânica.

2. TERMINOLOGIA

2.1 Local em depressão. É o local que tem uma pressão atmosférica menor, em relação à pressão de
os demais locais de uma habitação ou edifício.

3. DISPOSIÇÕES GERAIS

3.1 Factores que exigen ventilación.

3.1.1 Os fatores essenciais que exigem ventilação são:

a) manter a concentração de dióxido de carbono do ar dentro dos limites de segurança e propor-


cionar o conteúdo de oxigênio no ar, suficiente para a respiração;
b) controlar los olores de un local;

c) retirar os produtos de combustão do interior de um local; e


d) manter o ambiente térmico satisfatório no local.

3.2 Cantidad de aire fresco.

3.2.1 A quantidade de ar fresco que é necessária para manter o dióxido de carbono no ar dentro de
os limites de segurança e para fornecer conteúdo suficiente de oxigênio no ar para a respiração
ção, é muito pequena.

3.2.2 A quantidade de ventilação para manter um ambiente térmico satisfatório para uma região varia de
período a período.

3.2.3Las normas mínimas de ventilación se basan en el control del olor del cuerpo y en el retiro de pro-
dutos de combustão, ou em manter um ambiente térmico satisfatório, dependendo da zona climática
gica, como se especifica no Anexo A.

3.2.4 O volume de ar fresco necessário para a renovação do odor perceptível do corpo


está influenciado pelo espaço de ar por pessoa.

(Continúa)
INEN1126 1984-05

3.3 Ação do vento.

3.3.1 A taxa de ventilação por meios naturais através de portas e janelas ou outras aberturas depende de
a direção e velocidade do vento exterior e os tamanhos e posição das aberturas (ver nota 1).

3.3.2 Os efeitos de convecção que surgem da diferença de pressão, temperatura ou vapor (ou ambos)
entre o interior e o exterior do local e a diferença de altura entre as aberturas de entrada e saída também
influenciam na taxa de ventilação.

3.3.3 Quando o vento sopra em ângulos retos em direção a uma face de um edifício retangular sobre um
lado exposto, ocorre uma pressão positiva sobre a face contrária à direção do vento, e uma pressão
negativa sobre a cara na direção do vento.

3.3.4Si la dirección al viento es de 45°hacia una de l as caras, la presión positiva se producirá sobre las dos
caras contrárias à direção do vento e a pressão negativa sobre as duas caras na direção do vento.

3.3.5Para diseñar un sistema para ventilación natural se debe aprovechar de las fuerzas del viento.
Como estas não são constantes, dependendo da sua velocidade e direção, é óbvio que a ventilação
variará em quantidade.

3.3.6Para propósitos de diseño, puede asumirse que el viento vendrá en cualquierdirección dentro de los 45°de
a direção do vento predominante.

3.4 Tasa de flujo de aire.

3.4.1 Considerando o caso individual de um local isolado, onde foi prevista uma abertura em cada
uma das duas paredes opostas, a taxa de fluxo de ar através de uma abertura, devido às correntes de
O ar sobre a parede que contém a abertura é dado pela expressão

3.4.2El coeficiente de efectividad, K, depende de la dirección del viento con relación a la abertura y del
rádio entre as áreas das duas aberturas (ver Anexo A).

___________________________________
NOTA 1. Na Tabela 1 do Anexo A, são estabelecidos a direção e a velocidade dos ventos predominantes e
INEN1126 1984-05

3.4.3 O coeficiente de efetividade, K, é máximo quando o vento sopra diretamente sobre a abertura e se
incrementa com o tamanho relativo da abertura maior. A figura 1 mostra os valores de K para vários raios
das áreas de duas aberturas, para ventos perpendiculares à abertura e a 45° dela.

FIGURA 1. Valores del coeficiente de efectividad "K" para el flujo


de ar através de duas aberturas

Área de la abertura más grande


Área de la abertura más pequeña

As condições de um local isolado em que foram providenciadas duas aberturas, em duas paredes opostas,
na prática não é o mais geral, sendo o problema complicado pela existência de aberturas dentro de um
edifício, que não são as consideradas anteriormente, e também pelo efeito de obstruções na
vizinhança do edifício, à distribuição da pressão do vento.

3.5 Reglas generales.

3.5.1 As aberturas de entrada devem estar bem distribuídas e localizadas do lado oposto à direção
ção do vento e a um nível baixo da parede.

As saídas devem estar localizadas do lado da direção do vento, na parte su-


perior da parede.

3.5.3Las aberturas de entrada y salida colocadas a niveles altos sólo pueden renovar el aire superior
do local sem produzir movimento de ar ao nível dos ocupantes.
INEN1126 1984-05

As aberturas de entrada não deverão, na medida do possível, ser obstruídas por edifícios contíguos, árvores,
letreiros ou por divisórias dentro da trajetória de fluxo de ar.

3.5.5El más grande flujo por área unitaria de abertura se obtiene usando aberturas de entrada y salida
aproximadamente iguais.

3.5.6 Onde a direção é bastante constante e segura, as aberturas podem ser dispostas facilmente, a fim de
obter a maior vantagem da força do vento.

3.5.7 Onde a direção do vento é bastante variável, as aberturas podem ser dispostas de modo que, em
Quanto seja possível, haja áreas aproximadamente iguais em todos os lados.

As janelas das salas de estar devem estar abertas para um espaço aberto ou não obstruído.

4. REQUISITOS

4.1 Renovación de aire en locales.

4.1.1 Na Tabela 2 são dadas as recomendações para as renovações de ar em locais. Em casos específicos...
Além dos requisitos da Tabela 1, será cumprido o que está especificado em 4.2 e 4.3.

TABLA 2. Mínimo de aire puro, horario y renovaciones de aire recomendables para locales (Nota 2)

________________________________________
NOTA 2. Nos cálculos de aquecimento e de ar condicionado, considerar-se-á que os fluxos indicados
corresponde a uma temperatura do ar de 200C.
INEN 1 126 1984-05

(Continua)
INEN 1 126 1984-05

(Continua)
INEN1126 1984-05

4.2 Requisitos especiales de ventilación natural para la vivienda.

4.2.1En viviendas en que se dispone de un volumen menor o igual a 35 m3por persona, se exige o cum-
cumprimento de pelo menos uma das disposições seguintes, durante os períodos em que a temperatura do
ambiente exterior obriga a manter as janelas fechadas. Para efeitos de cálculo da ventilação, se
considera la vivienda como un solo local, para lo cual, en las puertas de cada local deberá disponerse de orificios
de intercomunicação adequada.

a) Uma renovação global constante da ordem de 1,5 a duas trocas de ar por hora (nota 4);
b) uma colocação em depressão dos locais de serviço (banheiro e cozinha), em relação aos restantes, de modo
que exista renovação constante de 1 a 1,5 trocas de ar por hora nos locais comuns e,
aproximadamente, três trocas de ar por hora nos locais de serviço; e,
c) uma taxa de renovações muito alta, de 10 a 20 trocas de ar por hora, na cozinha e no banheiro, durante os
períodos de producción de vapor normal (ver nota 5).

4.2.2 É recomendável sempre colocar a cozinha e o banheiro em depressão em relação ao restante dos locais.
habitação.

4.2.3 O cumprimento das disposições especificadas em 4.2.1 e 4.2.2 deve ser alcançado sem que as co-
Correntes de ar geradas pelas renovações produzem desconforto.

4.2.4Todo local que se use eventualmente como cocina poseerá dispositivos que aseguren una renovación
permanente de ar suficiente para a evacuação de emanações incômodas (vapor, odores, etc.) ou perigosas
(produções de combustão), de modo que a taxa de poluição do ar do local não ultrapasse os
valores especificados en 4.5.

4.3 Uso de ventilación mecánica.

4.3.1 Sempre que não se possa obter um nível satisfatório de ar em termos de qualidade, quantidade e controle
com ventilação natural, será utilizada ventilação mecânica.

4.3.2 A ventilação mecânica será sempre utilizada nos seguintes casos:

a) lugares fechados e ocupados por mais de 50 pessoas, e onde o espaço por ocupante seja igual ou inferior a
3m3por persona;
b) oficinas ou fábricas onde se produza em seu interior qualquer tipo de emissão gasosa ou pó em
suspensão; e,
c) locais subterrâneos de reunião, diversão ou trabalho, onde se reúnam mais de dez pessoas simultaneamente
mente.

____________________________
NOTA 4. Esta disposição não impede as condensações nos períodos de vaporização (cozimento, chuveiro quente, etc.).
NOTA 5. Tal tipo de ventilação só é possível com um sistema de ventilação mecânica na cozinha e banheiro.
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4.3.3 As aberturas de um local em que se usa ventilação mecânica são calculadas de modo que não haja perigo
para os ocupantes, em caso de falha do funcionamento do dispositivo utilizado.

4.4Velocidadmáximadelaireyalturadepenetraciónenlocales.

4.4.1 Se admitirá que as correntes de ar que se encontram a uma altura inferior a 2 m provoquem, com
em relação à temperatura média do ar, uma máxima de temperatura baixa de 2,5°C. Toda corrente de
o ar suscetível a gerar uma queda maior de temperatura deve ser produzido a 2 m ou mais de altura com
a respeito do nível do piso (figura 2).

[Link]ídadetemperaturasegúnlavelocidaddelaire

4.4.2 Não existem limitações para a velocidade do ar e alturas de penetração em épocas ou horas quentes.
No entanto, esses dois aspectos devem ser controlados por aberturas que possam ser reguladas à vontade.

4.5 Concentração de gases na habitação (ver nota 6).

4.5.1 A concentração de CO2no interior da habitação deve ser igual ou inferior a 0,25%.

4.5.2 A concentração de CO no interior da habitação deve ser igual ou inferior a 0,003%

________________________________________
NOTA 6. Não são considerados os gases que provêm do ar exterior devido a dificuldades econômicas, para contrabalançar a
contaminação do ar por meio de mecanismos ou dispositivos de filtragem nas residências .
(Continúa)
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ANEXO A

A VENTILAÇÃO NAS DIFERENTES ZONAS CLIMATOLÓGICAS

A.1 Os fatores que exigem ventilação (ver 3.1) estão relacionados às diferentes zonas climáticas do
país (ver nota 7).

A.2 Nas zonas quentes, especialmente as de maior umidade relativa, a ventilação deve ser baseada em
o fator D, manter o ambiente térmico satisfatório do interior do local.

A.3 A taxa de fluxo de ar necessária para manter um ambiente térmico satisfatório nas zonas quentes
é maior, de modo que, ao satisfazer os requisitos deste fator, os demais fatores ficarão solucionados.
tores que exigem ventilação.

A.4 A circulação de ar nas zonas quentes deve ser principalmente à altura dos ocupantes do
local, de modo que se produzca uma renovação constante de ar a esse nível; assim se logrará um aumento
da taxa de evaporação do suor humano, um aumento na transferência de calor do corpo para o ar e
uma renovação imediata do ar viciado por ar puro.

A.5 Nas zonas temperadas, a ventilação dos locais deve ser baseada nos fatores B e C (ver 3.1); com-
controle de odores e remoção dos produtos de combustão. Esses fatores exigem um fluxo maior de ar.

A.6 Nas zonas temperadas, a ventilação deve ser realizada principalmente a um nível superior a 2 m
do nível do piso, e deixar aberturas reguláveis à vontade ao nível dos ocupantes, para casos especiais.

________________________
NOTA 7. No mapa anexo, são determinadas as zonas climáticas do país.
(Continua)

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INEN1126 1984-05

(Continua)
INEN 1 126 1984-05
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APÊNDICE W

W.1 Cálculo aproximado do fluxo de ar. Devido à diferença de temperaturas entre o interior e o ex
terior através das aberturas A (m2) e de saída A (m2) (se supone iguales), se produce una corriente de
ar.

(Continua)

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APÊNDICE Z

Z.1 NORMAS A CONSULTAR

Esta norma não requer outras para sua aplicação.

Z.2 BASES DE ESTUDO

Norma Chilena NCH 994. c [Link]ção natural Requisitos [Link] Nacional de Investi-
gaciones Tecnológicas e Normalização. Santiago, 1972.

Clima e [Link]. Mauricio Poler. Caracas, 1968.


INFORMACIÓN COMPLEMENTARIA

Documento: TITULO: VENTILACIÓN NATURAL DE EDIFICIOS. Código:


NTE INEN 1 126 REQUISITOS. CO 07.02-401

ORIGINAL: REVISIÓN:
Data de início do estudo: Data de aprovação anterior pelo Conselho Deliberativo
Oficialização com Caráter de
por Acuerdo No.
publicado no Registro Oficial nº

Data de início do estudo:

Fechas de consulta pública: de 1980-12-23 al 1981-03-01

Em vista de que não foram recebidas observações à norma mencionada, não foi necessário convocar reunião.
de Subcomité Técnico.
Subcomité Técnico:
Data de início: Fecha de aprobación:
Integrantes del Subcomité Técnico:

NOMBRES: INSTITUIÇÃO REPRESENTADA:

Outros trâmites:♦6Esta norma, sem nenhuma alteração em seu conteúdo, foi DESREGULAMENTADA, passando de
OBRIGATÓRIA a VOLUNTÁRIA, segundo a Resolução do Conselho Direativo de 1998-01-08 e oficializada
mediante Acordo Ministerial nº 03 612 de 22 de dezembro de 2003, publicado no Registro Oficial nº 248 de 01 de janeiro de 2004
09
O Conselho Direcionador do INEN aprovou este projeto de norma na sessão de 10-05-1984

Oficializada como: Obrigatória Por Acordo Ministerial No. 525 de 1984-08-08


Registro Oficial nº 92(s) de 1984-12-24
Instituto Ecuatoriano de Normalização, INEN - Baquerizo Moreno E8-29 e Av. 6 de Dezembro
Casilla 17-01-3999 - Telfs: (593 2)2 501885 ao 2 501891 - Fax: (593 2) 2 567815
Dirección General: E-Mail: furresta@[Link]
Área Técnica de Normalización: E-Mail: normalizacion@[Link]
Área Técnica de de Certificación: E-Mail: certificacao@[Link]
Área Técnica de de Verificación: E-Mail: verificacao@[Link]
Área Técnica de Servicios Tecnológicos: E-Mail: inencati@[Link]
Regional Guayas: E-Mail:inenguayas@[Link]
Regional Azuay: E-Mail: inencuenca@[Link]
Regional Chimborazo: E-Mail: inenriobamba@[Link]
URL:[Link]

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