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Laudo LTCAT: Condições de Trabalho 2025

O LTCAT é um laudo técnico que visa atender às exigências da legislação previdenciária, avaliando as condições ambientais de trabalho da ADM Serviços Gerenciais Administrativos Ltda, com início de validade em 13/10/2025. O documento inclui informações sobre agentes nocivos, perfil profissiográfico previdenciário e recomendações técnicas para a segurança dos trabalhadores. O laudo é essencial para a comprovação da exposição a riscos e para a gestão de benefícios previdenciários.

Enviado por

chayron Dheyvide
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Laudo LTCAT: Condições de Trabalho 2025

O LTCAT é um laudo técnico que visa atender às exigências da legislação previdenciária, avaliando as condições ambientais de trabalho da ADM Serviços Gerenciais Administrativos Ltda, com início de validade em 13/10/2025. O documento inclui informações sobre agentes nocivos, perfil profissiográfico previdenciário e recomendações técnicas para a segurança dos trabalhadores. O laudo é essencial para a comprovação da exposição a riscos e para a gestão de benefícios previdenciários.

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LTCAT

Laudo Técnico das Condições


Ambientais do Trabalho

ADM SERVICOS GERENCIAIS ADMINISTRATIVOS LTDA


Início da vigência: 10/2025

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LTCAT - Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho
Athos Med - Medicina e Segurança do Trabalho
R. Arlindo Nogueira, 454 - Centro (Sul), Teresina - PI, 64001-290
(86) 3222-9410 / contato@[Link] / CNPJ: 19.480.050/0001-41

INÍCIO DA VALIDADE: 13/10/2025 REVISAR ATÉ: 13/10/2026

Empregador: ADM SERVICOS GERENCIAIS ADMINISTRATIVOS LTDA (Grau de Risco: 1)


R Coronel Osvaldo Duarte, nº 5186, Apt 203 Bloco Piaui Cond Cajuina Residence, Santa Isabel,
Endereço:
Teresina, Piauí, 64053-080
CNPJ: 59.892.047/0001-50 Telefone: (86) 99410-8227
CNAE: (7020-4/00) A vidades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica

Autor: MAURO LUIS FERNANDES DE SOUSA CREA: PI 1918672105

QUADRO DE FUNCONÁRIOS
Nº DE FUNCIONÁRIOS: 33 HOMENS: 20 MULHERES: 13

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R. Arlindo Nogueira, 454 - Centro (Sul), Teresina - PI, 64001-290
(86) 3222-9410 / contato@[Link] / CNPJ: 19.480.050/0001-41

1 – OBJETIVO
2 – CONDIÇÕES PRELIMINARES

3 – CÓDIGOS DO SISTEMA SEFIP/GFIP


3.1 Trabalho Permanente não Ocasional ou Intermitente
3.1.1 Agentes nocivos constatados no LTCAT

4 – PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO – PPP


5 – DESCRIÇÃO DOS SETORES E CARGOS, RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTES E CONCLUSÕES
6 - RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS
7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
8 - AVALIADORES RESPONSÁVEIS

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1 – Obje vo

O LTCAT tem por finalidade cumprir as exigências da legislação previdenciária - Art. 58 da Lei nº 9528 de 10.12.97, dar
sustentabilidade técnica às condições ambientais existentes na empresa e subsidiar o enquadramento de tais a vidades no
referente ao recolhimento das denominadas Alíquotas Suplementares do Seguro de Acidentes do Trabalho (SAT) criadas pelo texto
da Lei nº 9.732 de 11.12.98. e conver da em Lei nº 9528 de 10.12.97). Art. 58 - § 1º A comprovação da efe va exposição do
segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário, na forma estabelecida pelo Ins tuto Nacional do Seguro Social - INSS,
emi do pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do
trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho nos termos da legislação trabalhista. § 2º Do laudo técnico referido no parágrafo
anterior deverão constar informação sobre a existência de tecnologia de proteção cole va ou individual que diminua a intensidade
do agente agressivo a limites de tolerância e recomendação sobre a sua adoção pelo estabelecimento respec vo.

2 – Condições Preliminares

O trabalho de levantamento de dados foi realizado em todos os setores da empresa.

3 – Códigos do Sistema SEFIP/GFIP

Para classificação da ocorrência, deve ser consultada a tabela de classificação dos Agentes Nocivos (Anexo IV do regulamento da
Previdência Social, aprovado pelo Decreto 3048/99). Para comprovar que o trabalhador está exposto a agentes nocivos é necessário
que a empresa mantenha o perfil profissiográfico previdenciário (PPP), conforme disposto no art. 58, da Lei 8213/91.

GFIP – Guia do Recolhimento do Fundo de Garan a por Tempo de Serviço e Informações Previdenciárias, ins tuído pela Lei 9.528 de
10/12/97. Para trabalhadores com apenas um vínculo emprega cio (ou uma fonte pagadora):

Código 00 - Indica vo de não ter havido em nenhum momento exposição a qualquer agente nocivo. Trabalhador nunca
esteve exposto.
Código 01 - Indica vo de ter havido em algum momento exposição a algum agente nocivo, mas posteriormente devidamente
neutralizado.
Código 02 - Indica vo de exposição dos trabalhadores a algum agente nocivo (aposentadoria especial aos 15 anos de
trabalho).
Código 03 - Indica vo de exposição dos trabalhadores a algum agente nocivo (aposentadoria especial aos 20 anos de
trabalho).
Código 04 - Indica vo de exposição dos trabalhadores a algum agente nocivo (aposentadoria especial aos 25 anos de
trabalho).

Repercussão econômica:

0 e 1 - Não há incidência de alíquota suplementar;


2 - Alíquota suplementar de 12% sobre o salário bruto dos trabalhadores;
3 - Alíquota suplementar de 9% sobre o salário bruto dos trabalhadores;
4 - Alíquota suplementar de 6% sobre o salário bruto dos trabalhadores;

Para trabalhadores com mais de um vínculo emprega cio (ou mais de uma fonte pagadora):

Código 05 - Indica vo de não ter havido em nenhum momento exposição a qualquer agente nocivo. Trabalhador nunca
esteve exposto.
Código 06 - Indica vo de exposição dos trabalhadores a algum agente nocivo (aposentadoria especial aos 15 anos de
trabalho).
Código 07 - Indica vo de exposição dos trabalhadores a algum agente nocivo (aposentadoria especial aos 20 anos de
trabalho).
Código 08 - Indica vo de exposição dos trabalhadores a algum agente nocivo (aposentadoria especial aos 25 anos de
trabalho). Para classificação da ocorrência, deve ser consultada a tabela de classificação dos Agentes Nocivos (Anexo IV do
regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto 3048/99). Para comprovar que o trabalhador está exposto a
agentes nocivos é necessário que a empresa mantenha o perfil profissiográfico previdenciário (PPP), conforme disposto no
art. 58, da Lei 8213/91.

3.1 Trabalho Permanente não Ocasional ou Intermitente

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Trabalho Permanente: É aquele em que o segurado, no exercício de suas funções, está exposto efe vamente a agentes nocivos -
sicos, químicos e biológicos ou associação destes.

Trabalho não Ocasional nem Intermitente: É aquele em que na jornada de trabalho não houve interrupção ou suspensão do
exercício de a vidade com exposição aos agentes nocivos, ou seja, não foi exercida de forma alternada a vidade comum com
especial.
Indissociável: aquilo que é inseparável, que não pode ser separado .

3.1.1 Agentes nocivos constatados no LTCAT

Conforme expresso no Art. 156. São consideradas condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade sica, conforme
definido no Anexo IV do RPS, aprovado pelo Decreto 3.048/99, a exposição a agentes nocivos químicos, sicos ou biológicos a
exposição à associação desses agentes, em concentração ou intensidade e tempo de exposição que ultrapasse os limites de
tolerância ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condição especial prejudicial à saúde.
Art. 156.
§ 1º Os agentes nocivos não arrolados no Anexo IV do RPS, aprovado pelo Decreto 3.048/1999, não serão considerados para fins de
concessão da aposentadoria especial.
§ 2º As a vidades constantes no Anexo IV do RPS, aprovado pelo Decreto 3.048/1999, são exemplifica vas, salvo para agentes
biológicos.

Art. 157: O núcleo da hipótese de incidência tributária, objeto do direito à aposentadoria especial, é composto de:

I. Nocividade, que no ambiente de trabalho é entendida como situação combinada ou não de substâncias, energias e demais fatores
de risco reconhecidos, capazes de trazer ou ocasionar danos a saúde ou á integridade sica do trabalhador;
II. Permanência, assim entendida como trabalho não ocasional nem intermitente , durante quinze (15), vinte (20) ou vinte e cinco
(25) anos, no qual a exposição do empregado, do trabalhador avulso ou do cooperado ao agente nocivo seja indissociável da
produção do bem ou da prestação do serviço, em decorrência da subordinação jurídica a qual se submete.

§ 1º Para apuração do disposi vo no inciso I, há que se considerar se o agente nocivo é:

I. Qualita vo, quando a nocividade é presumida, e independente de mensuração constatado pela simples presença do agente no
ambiente de trabalho, conforme constante nos Anexos 6, 13, 13-A e 14 da Norma Regulamentadora (NR-15) do Ministério do
Trabalho e Emprego - MTE, e no Anexo IV do RPS, aprovado pelo Decreto 3.048/1999, para os agentes iodo e níquel;
II. Quan ta vo, quando a nocividade é considerada pela ultrapassagem dos limites de tolerância ou doses, dispostos nos Anexos 1,
2, 3, 5, 8, 11 e 12 da NR-15 do MTE, por meio da mensuração da intensidade ou da concentração, consideradas no tempo efe vo da
exposição no ambiente de trabalho.

§ 2º Quanto ao disposto no inciso II, não quebra a permanência o exercício de função de supervisão, controle ou comando em geral
ou outra a vidade equivalente, desde que seja exclusivamente em ambientes de trabalho cuja nocividade tenha sido constatada.

4 – Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP

O PPP cons tui-se em um documento histórico laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administra vos,
registros ambientais e resultados de monitoramento biológico, durante todo o período em que este exerceu suas a vidades.

O PPP tem como Finalidade

I. Comprovar as condições para habilitação de bene cios e serviços previdenciários, em especial;


II. Prover o trabalhador de meios de prova produzidos pelo empregador perante a Previdência Social, a outros órgãos públicos e aos
sindicatos, de forma a garan r todo direito decorrente da relação de trabalho, seja ele individual, ou difuso e cole vo;
III. Prover a empresa de meios de prova produzidos em tempo real, de modo a organizar e a individualizar as informações con das
em seus diversos setores ao longo dos anos, possibilitando que a empresa evite ações judiciais indevidas rela vas a seus
trabalhadores;
IV. Possibilitar aos administradores públicos e privados acessos a bases de informações fidedignas, como fonte primária de
informação esta s ca, para desenvolvimento de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como definição de polí cas em saúde
cole va.

O PPP subs tui o formulário para comprovação da efe va exposição dos segurados aos agentes nocivos para fins de requerimento
da aposentadoria especial, a par r de 1º de janeiro de 2004, conforme determinado pelo parágrafo 2º do art. 68 do RPS, aprovado
pelo Decreto 3.048/1999 e alterado pelo Decreto 4.032, de 2001.

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O PPP Será Impresso nas Seguintes Situações

I. Por ocasião da rescisão do contrato de trabalho ou da desfiliação da coopera va, sindicato ou OGMO, em duas vias, com
fornecimento de uma das vias para o trabalhador, mediante recibo;
II. Para fins de requerimento de reconhecimento de períodos laborados em condições especiais;
III. Para fins de análise de bene cios por incapacidade, a par r de 1º de janeiro de 2004, quando solicitado pelo INSS;
IV. Para simples conferência por parte do trabalhador, pelo menos uma vez ao ano, quando da avaliação global anual do Programa
de Gerenciamento de Riscos - PGR, até que seja implantado o PPP em meio magné co pela previdência social.

Especificações do PPP

O PPP deverá ser assinado por representante legal da empresa, com poderes específicos outorgados por procuração,
contendo a indicação dos responsáveis técnicos legalmente habilitados, por período, pelos registros ambientais e resultados
de monitoração biológica.
A comprovação da entrega do PPP, na rescisão de contrato de trabalho ou da desfiliação da coopera va, sindicato ou OGMO,
poderá ser feito no próprio instrumento de rescisão ou de desfiliação, bem como em recibo à parte.
O PPP e a comprovação de entrega ao trabalhador, na rescisão de contrato de trabalho ou da desfiliação da coopera va,
sindicato ou OGMO, deverão ser man dos na empresa por vinte anos.
A prestação de informações falsas no PPP cons tui crime de falsidade ideológica, nos termos do art. 297 do Código Penal.
As informações constantes no PPP são de caráter priva vo do trabalhador, cons tuindo crime nos termos da Lei 9.029, de 13
de abril de 1995, prá cas discriminatórias decorrentes de sua exigibilidade por outrem, bem como de sua divulgação para
terceiros, ressalvado quando exigida pelos órgãos públicos competentes.
O PPP subs tui o formulário para comprovação da efe va exposição dos segurados aos agentes nocivos para fins de
requerimento da aposentadoria especial, a par r de 1º de janeiro de 2004, conforme determinado pelo parágrafo 2º do art.
68 do RPS, aprovado pelo Decreto 3.048/1999 e alterado pelo Decreto 4.032, de 2001.

5 – Descrição dos Setores e Cargos, Reconhecimento dos riscos ambientais e conclusões


CARGO ANALISTA ADMINISTRATIVO

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

GFIP: Não se aplica

 Sem aposentadoria especial

 Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)

CARGO AUXILIAR DE LOGISTICA

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

GFIP: Não se aplica

 Sem aposentadoria especial

 Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)

CARGO MOTORISTA

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Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

GFIP: Não se aplica

 Sem aposentadoria especial

 Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)

CARGO PROMOTOR DE VENDAS

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

GFIP: Não se aplica

 Sem aposentadoria especial

 Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)

CARGO PROMOTORA DE VENDAS

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

GFIP: Não se aplica

 Sem aposentadoria especial

 Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)

CARGO SUPERVISORA DE VENDAS

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

GFIP: Não se aplica

 Sem aposentadoria especial

 Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)

6 - RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS

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1) Ter como prioridade a eliminação dos riscos. Não conseguindo deve-se neutralizar ou minimizar o risco primeiro através do uso
dos EPC - Equipamentos de Proteção Cole vos, e em segundo plano u lizando os Equipamentos de Proteção Individuais - EPI
apropriados para a o fator de risco;

2) Efetuar treinamentos de capacitação específicos para cada a vidade em razão da exposição dos riscos, bem como cursos de
capacitação exigidos pelas Normas Regulamentadoras.

3) Realizar auditorias de segurança do trabalho para garan r o cumprimento o dos procedimentos atrelados a saúde e segurança do
trabalhador;

4) Cumprir as recomendações e cronogramas de ações definidas no Programa de Gerenciamento de Riscos- PGR;

5) Ser rigoroso nos temas lidados aos EPIs, como: evidências da compra, registros de entrega, periodicidade de entrega, validades
dos equipamentos e seu CA - Cer ficado de Aprovação, treinamentos, armazenamento e fiscalização quanto ao seu uso.

6) A troca do protetor auricular po plug deve ter periodicidade máxima de quatro meses e dos modelos po concha periodicidade
de dez meses.

7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Legislação de Segurança e Medicina do Trabalho, Lei N° 6514/77 que regulamentou a Portaria N° 3.214/78, do
Ministério do Trabalho e Emprego.

Lei n° 8213/91 e alterações de seu texto pelas Leis n° 9.032/95, 9528/97 e 9732/98.

Decretos regulamentadores da Previdência Social: Dec. 53831/64, Dec. 83080/79, Dec. 2172/97, Dec. 3048/99 e Dec.
4032/01.

Instruções Norma vas do INSS: IN INSS/DC n° 57 de 10.10.2001, IN INSS/DC n° 78 de 16.07.2002

Manual de Engenharia Química, Perry and Chilton.

Normas de Higiene do Trabalho da Fundacentro, NHO 01 Norma de Higiene Ocpacional do Ruído

8 - AVALIADORES RESPONSÁVEIS

Assinado digitalmente por MAURO LUIS FERNANDES DE


MAURO LUIS SOUSA:34649571000173
ND: C=BR, O=ICP-Brasil, S=PI, L=TERESINA, OU=
FERNANDES DE 08714927000103, OU=Secretaria da Receita Federal do Brasil
- RFB, OU=RFB e-CNPJ A1, OU=videoconferencia, CN=
MAURO LUIS FERNANDES DE SOUSA:34649571000173
SOUSA:3464957100017
_________________________________________________________________
Razão: Eu sou o autor deste documento
Localização:
3 Data: 2025.11.13 08:52:01-03'00'
Foxit PDF Reader Versão: 2024.4.0

ENG. DE SEGURANÇA DO TRABALHO


CREA - PI: 1918672105

[Link] 8/8
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Anotação de Responsabilidade Técnica - ART ART de Obra ou Serviço


Lei nº 6.496, de 7 de dezembro de 1977 CREA-PI 1920250063225
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí

1. Responsável Técnico
MAURO LUIS FERNANDES DE SOUSA RNP: 1918672105
Título profissional: Engenheiro de Produção, Engenheiro de Segurança do Trabalho Registro: 35472

2. Dados do Contrato
Contratante: ATHOS MED SERVICOS EM SAUDE LTDA CPF/CNPJ: 19480050000222
Logradouro: RUA ANGELICA Nº: 215
Complemento: Bairro: JOQUEI
Cidade: TERESINA UF: PI CEP: 64048-162
Contrato: 0038 celebrado em 25/08/2025 Vinculado à ART:
Valor: R$ 1.500,00 Tipo de Contratante: PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO
Ação Institucional:

3. Dados da Obra/Serviço
Logradouro: Miguel Arcoverde Nº: 267
Complemento: Sala 3 Bairro: Noivos
Cidade: Teresina UF: PI CEP: 64046-170
Data de Início: 19/08/2025 Previsão de Término: 25/08/2026 Coordenadas Geográficas: -8.0633844, -34.8780286
Finalidade: COMERCIAL Código:
Proprietário: ATHOS MED SERVICOS EM SAUDE LTDA CPF/CNPJ: 19480050000222

4. Atividade Técnica
ASSESSORIA Quantidade Unidade
LAUDO DE LAUDO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT 8,0000 dia

Após a conclusão das atividades técnicas o profissional deverá proceder a baixa desta ART
5. Observações
LTCAT tem por finalidade cumprir as exigências da legislação previdenciária - Art. 58 da Lei nº 9528 de 10.12.97, dar sustentabilidade técnica às condições
ambientais existentes na empresa e subsidiar o enquadramento de tais atividades no referente ao recolhimento das denominadas Alíquotas Suplementares do
Seguro de Acidentes do Trabalho (SAT) criadas pelo texto da Lei nº 9.732 de 11.12.98. e convertida em Lei nº 9528 de 0.12.97). Art. 58 - § 1º A comprovação da
efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário, na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, emitido
pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do
trabalho nos termos da legislação trabalhista.

6. Declarações
Acessibilidade: Declaro atendimento às regras de acessibilidade previstas nas normas técnicas da ABNT, na legislação específica e no Decreto nº 5.296, de 2 de
dezembro de 2004.

7. Entidade de Classe
ASSOCIAÇÃO PIAUIENSE DOS ENGENHEIROS DE
8. Assinaturas 9. Informações
Declaro serem verdadeiras as informações acima
• A ART é valida somente quando quitada, mediante apresentação do comprovante do pagamento ou
13/ novembro/ 2025 conferência no site do Crea-PI.
TERESINA - PI , 26 de Agosto de 2025 • A autenticidade deste documento pode ser verificada no site [Link] ou [Link]
Local Data • A guarda da via assinada da ART será de responsabilidade do profissional e do contratante com o objetivo
de documentar o vínculo contratual.

MAURO LUIS Assinado digitalmente por MAURO LUIS FERNANDES DE SOUSA:34649571000173

FERNANDES DE ND: C=BR, O=ICP-Brasil, S=PI, L=TERESINA, OU=08714927000103, OU=Secretaria da


Receita Federal do Brasil - RFB, OU=RFB e-CNPJ A1, OU=videoconferencia, CN=
MAURO LUIS FERNANDES DE SOUSA:34649571000173
Razão: Eu sou o autor deste documento

SOUSA:346495710001 Localização:

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73
MAURO LUIS FERNANDES DE SOUSA - CPF: 74197720378

[Link] art@[Link]
__________________________________________________________________ tel: (86)2107-9292
ATHOS MED SERVICOS EM SAUDE LTDA - CPF/CNPJ: 19480050000222

Valor ART: R$ 103,03 Registrada em 13/ novembro/


26/08/20252025 Valor Pago: R$ 103,03 Nosso Número: 8201737755 Baixada em:
Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0549/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do cer ficado: 18/01/2025

DADOS DO CLIENTE:
Nome: [Link]
Endereço: R NILO PEÇANHA, 2091 - LOURIVAL PARENTE - TERESINA - PI - 64023-420

IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO SOB TESTE:


Instrumento: Calibrador de Nível Sonoro Modelo: CR-2 Plus
Fabricante: Criffer Número de série: 19010212

PROCEDIMENTO(S) DE CALIBRAÇÃO UTILIZADO(S): PC EAC02 - Revisão: 01

MÉTODO(S): Comparação direta com o padrão de referência.

PADRÃO(ÕES) UTILIZADO(S):

• Stanford Reasearch - DS-360 - Cer ficado de calibração n° DIMCI 0813/2025 do Inmetro - Válido até 07/2027
• GRAS - 42AG - Cer ficado de calibração n° CBR2300507 e CBR2300508 do Spectris - Válido até 08/2027
• Bruel & Kjaer – 4192 - Cer ficado de calibração n° CBR2300498 e CBR2300499 da Bruel & Kjaer - Válido até 07/2027
• Keithley - 2015 - Cer ficado de calibração n° E0396a-2022 do Labelo - Válido até 04/2027
• Testo - Testo 622 - Cer ficado de calibração n° J012702/2025 e J012705/2025 da K&L - Válido até 03/2027

CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Temperatura: 23,0 °C ± 3,0 °C
Umidade Rela va: 70 % ± 25 %
Pressão Atmosférica: 101,32 kPa ± 10 %

NOTAS:
• Os resultados da calibração estão con dos em tabelas anexas, que relacionam os valores indicados pelo instrumento em teste,
com valores ob dos através da comparação com os padrões e incertezas es madas da medição (IM).

• A incerteza expandida de medição é declarada como a incerteza combinada, mul plicada pelo fator de abrangência “k”,
correspondente a um nível de confiança de aproximadamente 95%, conforme a distribuição de probabilidade t-Student, com graus de
liberdades efe vos (Veff).

• A incerteza padrão de calibração foi determinada de acordo com o “guia para expressão de incerteza de medição”.

• Esta calibração não subs tui nem isenta os cuidados mínimos do controle metrológico.

• Este cer ficado refere-se exclusivamente ao item calibrado, não sendo extensivo a quaisquer lotes.

• O cer ficado não deve ser reproduzido total ou parcialmente sem prévia autorização.

• Calibração realizada nas instalações do Criffer Lab, situado na avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 3101, Unidade 6, sala 203,
bairro Cristo Rei, São Leopoldo - RS, com padrões calibrados em laboratórios acreditados à coordenação geral de acreditação do
INMETRO.

• O presente cer ficado de calibração atende aos requisitos da norma ABNT NBR ISO IEC 17025.

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Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0549/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do cer ficado: 18/01/2025

Resultado da calibração:

Tabela 2 : Testes do nível sonoro gerado - item 5.3.2 da norma IEC 60942 (2017)
Frequência Nível Nível Desvio Limite de Fator de Incerteza Máxima
Nominal Nominal Medido Medido Aceitação Abrangência de Medição Incerteza
Hz dB(re.20µPa) dB(re.20µPa) dB +/- (dB) k (dB) (dB)
1000,00 94 93,9 -0,10 0,25 2,00 0,15 0,15
1000,00 114 114,1 0,10 0,25 2,00 0,15 0,15

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Signatário autorizado
João Carlos T.C. Izabel

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Cer ficado de Calibração
Número do cer ficado:
CRS0548/2025
Data da calibração: 17/01/2025 Data da emissão do cer ficado: 18/02/2025

DADOS DO CLIENTE:
Nome: [Link]
Endereço: R NILO PEÇANHA, 2091-LOURIVAL PARENTE, TERESINA,PI,64023-420

IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO SOB TESTE:


Instrumento: TERMÔMETRO DE GLOBO Modelo: PROTEMP-4
Fabricante: CRIFFER Número de série: 18120087
PROCEDIMENTO(S) DE CALIBRAÇÃO UTILIZADO(S): PC TMP01 - Revisão: 01
MÉTODO(S): Comparação direta com o padrão de referência.
PADRÃO(ÕES) UTILIZADO(S):
T•esto - Testo 622 - Cer ficado de calibração n° J012702/2024 e J012705/2025 da K&L - Válido até 03/2027
• Câmara Climá ca – Gelopar - Cer ficado de calibração n° T2335/2025 do Labelo - Válido até 11/2027

CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Temperatura: 23,0 °C ± 3,0 °C
Umidade Rela va: 70 % ± 25 %
Pressão Atmosférica: 101,32 kPa ± 10 %

NOTAS:
• Os resultados da calibração estão con dos em tabelas anexas, que relacionam os valores indicados pelo instrumento
em teste, com valores ob dos através da comparação com os padrões e incertezas es madas da medição (IM).

• A incerteza expandida de medição é declarada como a incerteza combinada, mul plicada pelo fator de abrangência “k”,
correspondente a um nível de confiança de aproximadamente 95%, conforme a distribuição de probabilidade t-Student,
com graus de liberdades efe vos (Veff).

• A incerteza padrão de calibração foi determinada de acordo com o “guia para expressão de incerteza de medição”.

• Esta calibração não subs tui nem isenta os cuidados mínimos do controle metrológico.

• Este cer ficado refere-se exclusivamente ao item calibrado, não sendo extensivo a quaisquer lotes.

• O cer ficado não deve ser reproduzido total ou parcialmente sem prévia autorização.

• Calibração realizada nas instalações da Criffer Lab, situado na avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 3101, Unidade 6,
sala 203, bairro Cristo Rei, São Leopoldo - RS, com padrões calibrados em laboratórios acreditados à coordenação geral
de acreditação do INMETRO.

• O presente cer ficado de calibração atende aos requisitos da norma ABNT NBR ISO IEC 17025.
CRS0548/2025
Resultados:

Temperatura de Bulbo Seco


VR (°C) MM (°C) U (°C) k Veff
10,0 10,2 0,5 2,0 ∞
20,0 20,0 0,5 2,0 ∞
30,0 30,0 0,5 2,0 ∞

Temperatura de bulbo úmido


VR (°C) MM (°C) U (°C) k Veff
10,0 10,3 0,5 2,0 ∞
20,0 20,0 0,5 2,0 ∞
30,0 30,3 0,5 2,0 ∞

Temperatura de termômetro de globo


VR (°C) MM (°C) U (°C) k Veff
10,0 10,3 0,5 2,0 ∞
20,0 20,0 0,5 2,0 ∞
30,0 30,3 0,5 2,0 ∞

Tabela de convenção
VR Valor de referência
MM Resultado ob do da média aritmé ca das medidas
U Incerteza de medição

João Carlos T .C. Izabel


Signatário Autorizado
Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0550/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do certificado: 18/01/2025

DADOS DO CLIENTE:
Nome: [Link]
Endereço: R NILO PEÇANHA, 2091 - LOURIVAL PARENTE - TERESINA,PI,64023-420

IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO SOB TESTE:


Instrumento: Audiodosímetro Modelo: Sonus-2 Plus
Fabricante: Criffer Número de série: 181911

PROCEDIMENTO(S) DE CALIBRAÇÃO UTILIZADO(S): PC EAC01 - Revisão: 01


MÉTODO(S): Comparação direta com o padrão de referência.
NORMA(S) DE REFERÊNCIA:
• IEC 61252:2002 Specifica ons for personal sound exposure meters. Genebra, Suíça.
• IEC 61260:1995 Electroacous cs - Octave-band and frac onal-octave-band filters, Genebra, Suíça.

PADRÃO(ÕES) UTILIZADO(S):
• Stanford Reasearch - DS-360 - Cer ficado de calibração n° DIMCI 0813/2025 do Inmetro - Válido até 07/2027
• GRAS - 42AG - Cer ficado de calibração n° CBR2300507 e CBR2300508 do Spectris - Válido até 08/2027
• Testo - Testo 622 - Cer ficado de calibração n° J012702/2025 e J012705/2025 da K&L - Válido até 03/2027

CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Temperatura: 23,0 °C ± 3,0 °C
Umidade Rela va: 70 % ± 25 %
Pressão Atmosférica: 101,32 kPa ± 10 %

NOTAS:

• Os resultados da calibração estão con dos em tabelas anexas, que relacionam os valores indicados pelo instrumento em teste,
com valores ob dos através da comparação com os padrões e incertezas es madas da medição (IM).
• A incerteza expandida de medição é declarada como a incerteza combinada, mul plicada pelo fator de abrangência “k”,
correspondente a um nível de confiança de aproximadamente 95%, conforme a distribuição de probabilidade t-Student, com graus de
liberdades efe vos (Veff).
• A incerteza padrão de calibração foi determinada de acordo com o “guia para expressão de incerteza de medição”.
• Esta calibração não subs tui nem isenta os cuidados mínimos do controle metrológico.
• Este cer ficado refere-se exclusivamente ao item calibrado, não sendo extensivo a quaisquer lotes.
• O cer ficado não deve ser reproduzido total ou parcialmente sem prévia autorização.
• Calibração realizada nas instalações do Criffer Lab, sito na avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 3101, Unidade 6, sala 203,
bairro Cristo Rei, São Leopoldo - RS, com padrões calibrados em laboratórios acreditados à coordenação geral de acreditação do
INMETRO.

• O presente cer ficado de calibração atende aos requisitos da norma ABNT NBR ISO IEC 17025.

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Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0550/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do certificado: 18/01/2025

Resultado da calibração:

Tabela 1: Resultado do teste de linearidade a sinais estacionários.


Nível Nível Desvio Tolerância Limite Limite Fator de Incerteza
Nominal Medido Medido +/- Mínimo Máximo Abrang. Expandida
dB dB dB dB dB dB k (dB)
130 130 0 1 128,7 131,3 2 0,3
120 120 0 1 118,7 121,3 2 0,3
110 110 0 1 108,7 111,3 2 0,3
100 100 0 1 98,7 101,3 2 0,3
90 90 0 1 88,7 91,3 2 0,3
80 80 0 1 78,7 81,3 2 0,3
65 65 0 1 63,7 66,3 2 0,3

Tabela 2: Resultado do teste de resposta em frequência.


Freq. Nível Nível Tolerância Limite Limite Fator de Incerteza
Exata Esperado Medido Norma Mínimo Máximo Abrang. Expandida
Hz dB dB dB dB dB k (dB)
63,1 98,7 98,8 ±2 96,4 101,0 2 0,3
125,89 108,9 108,9 ± 1,5 107,1 110,7 2 0,3
251,19 116,4 116,3 ± 1,5 114,6 118,2 2 0,3
501,19 121,8 121,7 ± 1,5 120 123,6 2 0,3
1000 125 125 ± 1,5 123,2 126,8 2 0,3
1995,26 126,2 126,1 ±2 123,9 128,5 2 0,3
3981,07 126 125,8 ±3 122,7 129,3 2 0,3
7943,28 123,8 123 ±5 118,5 129,1 2 0,3

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Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0550/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do certificado: 18/01/2025

Tabela 3: Resultado do teste de resposta a sinais de curta duração.


Duração Razão de Amplitude Tempo de Dose Dose Dose Dose Fator de Incerteza
do Pulso Pulso do Pulso Medição Esperada Medida Mínima Máxima Abrang. Expandida
ms - dB s % % % % k %
10 1:100 120 948,7 19,1 18,9 15,3 22,5 2 0,96
1 1:1000 130 948,7 19 18,6 15,3 22,5 2 0,95
1 1:1000 135 300 12 11,9 9,1 15,2 2 0,60
10 1:1000 135 300 4,9 4,9 3 5,2 2 0,25

Tabela 4: Resultado do teste de resposta a pulsos unipolares.


Tempo de Amplitude Duração Razão Dose Dose Dose Dose Fator de Incerteza
Medição do Pulso do Pulso de Pulso Referência Medida Mínima Máxima Abrang. Expandida
s dB ms - % % % % k %
29 125 0,5 1:10 6,7 6,7 5,2 7,9 2 0,4

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Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0550/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do certificado: 18/01/2025

Filtro de 1/3 de Oitavas

Critérios da avaliação da conformidade:


1) 93,6 dB ≤ Nível medido ≤ 94,4.
2) Incerteza de medição ≤ 0,2 dB.

Tabela 5: atenuação rela va nas frequências


centrais das bandas passantes.
Frequência Frequência Nível Incerteza
Nominal Exata Medido de medição
(Hz) (Hz) (dB) (dB)
63 63,10 93,7 0,2
80 79,43 93,7 0,2
100 100,00 93,7 0,2
125 125,89 93,8 0,2
160 158,49 93,6 0,2
200 199,53 93,7 0,2
250 251,19 93,7 0,2
315 316,23 94,0 0,2
400 398,11 93,8 0,2
500 501,19 93,8 0,2
630 630,96 93,9 0,2
800 794,33 94,0 0,2
1000 1000,00 94,0 0,2
1250 1258,93 94,0 0,2
1600 1584,89 94,0 0,2
2000 1995,26 94,0 0,2
2500 2511,89 93,8 0,2
3150 3162,28 93,9 0,2
4000 3981,07 93,9 0,2
5000 5011,87 93,7 0,2
6300 6309,57 93,9 0,2
8000 7943,28 93,8 0,2
10000 10000,00 93,8 0,2
12500 12589,25 93,7 0,2
16000 15848,93 93,7 0,2
20000 19952,62 93,8 0,2

Fator k = 2.

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Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0550/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do certificado: 18/01/2025

Filtro de 1/1 de Oitavas

Critérios da avaliação da conformidade:


1) 93,6 dB ≤ Nível medido ≤ 94,4.
2) Incerteza de medição ≤ 0,2 dB.

Tabela 6: atenuação rela va nas frequências


centrais
Frequência Frequência Nível Incerteza
Nominal Central Medido de medição
(Hz) (Hz) (dB) (dB)
31,5 31,62 93,8 0,2
63 63,10 93,7 0,2
125 125,89 93,7 0,2
250 251,19 93,8 0,2
500 501,19 94,0 0,2
1000 1000,00 94,0 0,2
2000 1995,26 94,0 0,2
4000 3981,07 94,0 0,2
8000 7943,28 93,8 0,2
16000 15848,93 93,8 0,2

Fator k = 2.

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João Carlos T.C. Izabel

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Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do cer ficado: 18/01/2025

DADOS DO CLIENTE:
Nome: [Link]
Endereço: R NILO PEÇANHA, 2091 - LOURIVAL PARENTE - TERESINA - PI - 64023-420

IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO SOB TESTE:


Instrumento: Calibrador de Nível Sonoro Modelo: CR-2 Plus
Fabricante: Criffer Número de série: 19010212

PROCEDIMENTO(S) DE CALIBRAÇÃO UTILIZADO(S): PC EAC02 - Revisão: 01

MÉTODO(S): Comparação direta com o padrão de referência.

PADRÃO(ÕES) UTILIZADO(S):

• Stanford Reasearch - DS-360 - Cer ficado de calibração n° DIMCI 0813/2025 do Inmetro - Válido até 07/2027
• GRAS - 42AG - Cer ficado de calibração n° CBR2300507 e CBR2300508 do Spectris - Válido até 08/2027
• Bruel & Kjaer – 4192 - Cer ficado de calibração n° CBR2300498 e CBR2300499 da Bruel & Kjaer - Válido até 07/2027
• Keithley - 2015 - Cer ficado de calibração n° E0396a-2022 do Labelo - Válido até 04/2027
• Testo - Testo 622 - Cer ficado de calibração n° J012702/2025 e J012705/2025 da K&L - Válido até 03/2027

CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Temperatura: 23,0 °C ± 3,0 °C
Umidade Rela va: 70 % ± 25 %
Pressão Atmosférica: 101,32 kPa ± 10 %

NOTAS:
• Os resultados da calibração estão con dos em tabelas anexas, que relacionam os valores indicados pelo instrumento em teste,
com valores ob dos através da comparação com os padrões e incertezas es madas da medição (IM).

• A incerteza expandida de medição é declarada como a incerteza combinada, mul plicada pelo fator de abrangência “k”,
correspondente a um nível de confiança de aproximadamente 95%, conforme a distribuição de probabilidade t-Student, com graus de
liberdades efe vos (Veff).

• A incerteza padrão de calibração foi determinada de acordo com o “guia para expressão de incerteza de medição”.

• Esta calibração não subs tui nem isenta os cuidados mínimos do controle metrológico.

• Este cer ficado refere-se exclusivamente ao item calibrado, não sendo extensivo a quaisquer lotes.

• O cer ficado não deve ser reproduzido total ou parcialmente sem prévia autorização.

• Calibração realizada nas instalações do Criffer Lab, situado na avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 3101, Unidade 6, sala 203,
bairro Cristo Rei, São Leopoldo - RS, com padrões calibrados em laboratórios acreditados à coordenação geral de acreditação do
INMETRO.

• O presente cer ficado de calibração atende aos requisitos da norma ABNT NBR ISO IEC 17025.

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Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0549/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do cer ficado: 18/01/2025

Resultado da calibração:

Tabela 2 : Testes do nível sonoro gerado - item 5.3.2 da norma IEC 60942 (2017)
Frequência Nível Nível Desvio Limite de Fator de Incerteza Máxima
Nominal Nominal Medido Medido Aceitação Abrangência de Medição Incerteza
Hz dB(re.20µPa) dB(re.20µPa) dB +/- (dB) k (dB) (dB)
1000,00 94 93,9 -0,10 0,25 2,00 0,15 0,15
1000,00 114 114,1 0,10 0,25 2,00 0,15 0,15

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Signatário autorizado
João Carlos T.C. Izabel

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Certificado de Calibração
Número do cer ficado: CRS0549/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do cer ficado: 18/01/2025

DADOS DO CLIENTE:
Nome: [Link]
Endereço: R NILO PEÇANHA, 2091 - LOURIVAL PARENTE - TERESINA - PI - 64023-420

IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO SOB TESTE:


Instrumento: Calibrador de Nível Sonoro Modelo: CR-2 Plus
Fabricante: Criffer Número de série: 19010212

PROCEDIMENTO(S) DE CALIBRAÇÃO UTILIZADO(S): PC EAC02 - Revisão: 01

MÉTODO(S): Comparação direta com o padrão de referência.

PADRÃO(ÕES) UTILIZADO(S):

• Stanford Reasearch - DS-360 - Cer ficado de calibração n° DIMCI 0813/2025 do Inmetro - Válido até 07/2027
• GRAS - 42AG - Cer ficado de calibração n° CBR2300507 e CBR2300508 do Spectris - Válido até 08/2027
• Bruel & Kjaer – 4192 - Cer ficado de calibração n° CBR2300498 e CBR2300499 da Bruel & Kjaer - Válido até 07/2027
• Keithley - 2015 - Cer ficado de calibração n° E0396a-2022 do Labelo - Válido até 04/2027
• Testo - Testo 622 - Cer ficado de calibração n° J012702/2025 e J012705/2025 da K&L - Válido até 03/2027

CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Temperatura: 23,0 °C ± 3,0 °C
Umidade Rela va: 70 % ± 25 %
Pressão Atmosférica: 101,32 kPa ± 10 %

NOTAS:
• Os resultados da calibração estão con dos em tabelas anexas, que relacionam os valores indicados pelo instrumento em teste,
com valores ob dos através da comparação com os padrões e incertezas es madas da medição (IM).

• A incerteza expandida de medição é declarada como a incerteza combinada, mul plicada pelo fator de abrangência “k”,
correspondente a um nível de confiança de aproximadamente 95%, conforme a distribuição de probabilidade t-Student, com graus de
liberdades efe vos (Veff).

• A incerteza padrão de calibração foi determinada de acordo com o “guia para expressão de incerteza de medição”.

• Esta calibração não subs tui nem isenta os cuidados mínimos do controle metrológico.

• Este cer ficado refere-se exclusivamente ao item calibrado, não sendo extensivo a quaisquer lotes.

• O cer ficado não deve ser reproduzido total ou parcialmente sem prévia autorização.

• Calibração realizada nas instalações do Criffer Lab, situado na avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 3101, Unidade 6, sala 203,
bairro Cristo Rei, São Leopoldo - RS, com padrões calibrados em laboratórios acreditados à coordenação geral de acreditação do
INMETRO.

• O presente cer ficado de calibração atende aos requisitos da norma ABNT NBR ISO IEC 17025.

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Número do cer ficado: CRS0549/2025
Data da calibração: 17/01/2025
Data da emissão do cer ficado: 18/01/2025

Resultado da calibração:

Tabela 2 : Testes do nível sonoro gerado - item 5.3.2 da norma IEC 60942 (2017)
Frequência Nível Nível Desvio Limite de Fator de Incerteza Máxima
Nominal Nominal Medido Medido Aceitação Abrangência de Medição Incerteza
Hz dB(re.20µPa) dB(re.20µPa) dB +/- (dB) k (dB) (dB)
1000,00 94 93,9 -0,10 0,25 2,00 0,15 0,15
1000,00 114 114,1 0,10 0,25 2,00 0,15 0,15

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Signatário autorizado
João Carlos T.C. Izabel

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Cer ficado de Calibração
Número do cer ficado:
CRS0548/2025
Data da calibração: 17/01/2025 Data da emissão do cer ficado: 18/02/2025

DADOS DO CLIENTE:
Nome: [Link]
Endereço: R NILO PEÇANHA, 2091-LOURIVAL PARENTE, TERESINA,PI,64023-420

IDENTIFICAÇÃO DO INSTRUMENTO SOB TESTE:


Instrumento: TERMÔMETRO DE GLOBO Modelo: PROTEMP-4
Fabricante: CRIFFER Número de série: 18120087
PROCEDIMENTO(S) DE CALIBRAÇÃO UTILIZADO(S): PC TMP01 - Revisão: 01
MÉTODO(S): Comparação direta com o padrão de referência.
PADRÃO(ÕES) UTILIZADO(S):
T•esto - Testo 622 - Cer ficado de calibração n° J012702/2024 e J012705/2025 da K&L - Válido até 03/2027
• Câmara Climá ca – Gelopar - Cer ficado de calibração n° T2335/2025 do Labelo - Válido até 11/2027

CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Temperatura: 23,0 °C ± 3,0 °C
Umidade Rela va: 70 % ± 25 %
Pressão Atmosférica: 101,32 kPa ± 10 %

NOTAS:
• Os resultados da calibração estão con dos em tabelas anexas, que relacionam os valores indicados pelo instrumento
em teste, com valores ob dos através da comparação com os padrões e incertezas es madas da medição (IM).

• A incerteza expandida de medição é declarada como a incerteza combinada, mul plicada pelo fator de abrangência “k”,
correspondente a um nível de confiança de aproximadamente 95%, conforme a distribuição de probabilidade t-Student,
com graus de liberdades efe vos (Veff).

• A incerteza padrão de calibração foi determinada de acordo com o “guia para expressão de incerteza de medição”.

• Esta calibração não subs tui nem isenta os cuidados mínimos do controle metrológico.

• Este cer ficado refere-se exclusivamente ao item calibrado, não sendo extensivo a quaisquer lotes.

• O cer ficado não deve ser reproduzido total ou parcialmente sem prévia autorização.

• Calibração realizada nas instalações da Criffer Lab, situado na avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 3101, Unidade 6,
sala 203, bairro Cristo Rei, São Leopoldo - RS, com padrões calibrados em laboratórios acreditados à coordenação geral
de acreditação do INMETRO.

• O presente cer ficado de calibração atende aos requisitos da norma ABNT NBR ISO IEC 17025.
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Resultados:

Temperatura de Bulbo Seco


VR (°C) MM (°C) U (°C) k Veff
10,0 10,2 0,5 2,0 ∞
20,0 20,0 0,5 2,0 ∞
30,0 30,0 0,5 2,0 ∞

Temperatura de bulbo úmido


VR (°C) MM (°C) U (°C) k Veff
10,0 10,3 0,5 2,0 ∞
20,0 20,0 0,5 2,0 ∞
30,0 30,3 0,5 2,0 ∞

Temperatura de termômetro de globo


VR (°C) MM (°C) U (°C) k Veff
10,0 10,3 0,5 2,0 ∞
20,0 20,0 0,5 2,0 ∞
30,0 30,3 0,5 2,0 ∞

Tabela de convenção
VR Valor de referência
MM Resultado ob do da média aritmé ca das medidas
U Incerteza de medição

João Carlos T .C. Izabel


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