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Sistemas Operacionais e Software Livre

O documento é um guia abrangente sobre sistemas operacionais, com foco em Windows 10 e GNU/Linux, abordando desde conceitos básicos até comandos e funcionalidades específicas. Ele inclui aulas sobre gerenciamento de arquivos, segurança da informação, e uso de aplicativos como Excel, Word e PowerPoint. O conteúdo é estruturado em aulas, cada uma dedicada a diferentes aspectos da informática e sistemas operacionais.

Enviado por

Caren Draiher
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Sistemas Operacionais e Software Livre

O documento é um guia abrangente sobre sistemas operacionais, com foco em Windows 10 e GNU/Linux, abordando desde conceitos básicos até comandos e funcionalidades específicas. Ele inclui aulas sobre gerenciamento de arquivos, segurança da informação, e uso de aplicativos como Excel, Word e PowerPoint. O conteúdo é estruturado em aulas, cada uma dedicada a diferentes aspectos da informática e sistemas operacionais.

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INFORMÁTICA

0
SUMÁRIO

AULA 01 – SISTEMAS OPERACIONAIS .................................................................................................................................. 3


AULA 02 - SISTEMA OPERACIONAIS ..................................................................................................................................... 3
AULA 03 - SISTEMA OPERACIONAIS ..................................................................................................................................... 4
AULA 04 E 05 - SISTEMAS OPERACIONAIS ......................................................................................................................... 5
AULA 06 – WINDOWS 10 ............................................................................................................................................................ 6
AULA 07- WINDOWS 10 .............................................................................................................................................................. 9
AULA 08 - WINDOWS 10 ........................................................................................................................................................... 11
AULA 09 - WINDOWS 10 ........................................................................................................................................................... 12
AULA 10 - WINDOWS 10 ........................................................................................................................................................... 18
AULA 11 - WINDOWS 10 ........................................................................................................................................................... 21
AULA 12 - WINDOWS 10 ........................................................................................................................................................... 22
AULA 13 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX.............................................................................................................. 22
AULA 14 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX.............................................................................................................. 24
AULA 15 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX.............................................................................................................. 26
AULA 16 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX.............................................................................................................. 29
AULA 17 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES.................................................................................................................................. 35
AULA 18 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES.................................................................................................................................. 35
AULA 19 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES.................................................................................................................................. 35
AULA 20 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES.................................................................................................................................. 35
AULA 21 - EXCEL FUNÇÕES E FORMULAS ....................................................................................................................... 35
AULA 22 - EXCEL FUNÇÕES E FORMULAS ....................................................................................................................... 35
AULA 23 - EXCEL FUNÇÕES E FORMULAS ....................................................................................................................... 35
AULA 17 - WORD 2010 .............................................................................................................................................................. 35
AULA 18 - WORD 2010 .............................................................................................................................................................. 39
AULA 19 - WORD 2010 .............................................................................................................................................................. 40
AULA 20 – WORD 2010 ............................................................................................................................................................. 40
AULA 21- WORD 2010 ............................................................................................................................................................... 41
AULA 22 - WORD ........................................................................................................................................................................ 43
AULA 23 E 24 – WORD .............................................................................................................................................................. 44
AULA 31 – POWER POINT ....................................................................................................................................................... 45
AULA 32 – POWER POINT ....................................................................................................................................................... 45
AULA 33 – POWER POINT ....................................................................................................................................................... 46
AULA 34 – POWER POINT ....................................................................................................................................................... 46
AULA 35 – POWER POINT ....................................................................................................................................................... 47
AULA 36 – POWER POINT ....................................................................................................................................................... 49
AULA 37 E 38 – POWER POINT .............................................................................................................................................. 50
AULA 39 - INTERNET E INTRANET ........................................................................................................................................ 51
AULA 40 - INTERNET E INTRANET ........................................................................................................................................ 52
AULA 41 E 42 - INTERNET E INTRANET............................................................................................................................... 53

1
AULA 43 - INTERNET E INTRANET ........................................................................................................................................ 54
AULA 44 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (SEGURANÇA DE DADOS) .................................................................... 54
AULA 45 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO ........................................................................................................................ 55
AULA 46 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (SEGURANÇA DE DADOS) .................................................................... 55

2
AULA 01 – SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS

Sistema Operacional (S.O.) é um conjunto de programas cuja função é servir de interface entre
um computador e o usuário.
Conclui-se que sistema operacional é um software necessário (software básico) para que o com-
putador (hardware) funcione corretamente.

Entre as várias funções do sistema operacional, destacam-se algumas, a seguir:

• Execução de processos;
• Gerenciamento da memória;
• Gerenciamento do sistema de arquivos;
• Disponibilidade de entrada e saída de dado.

SISTEMA DE ARQUIVOS

 O que é um sistema de arquivo?

É uma estrutura que indica como os arquivos devem ser gravados e localizados em mídias. Atra-
vés do sistema de arquivos, é que se determina o espaço utilizado no disco, além de ser o método
que permite gerenciar como partes de um arquivo podem ficar "espalhadas" no dispositivo de ar-
mazenamento. Assim, é o sistema de arquivos que determina como arquivos podem ser gravados,
copiados, alterados, nomeados e até apagados. Ou seja, resumindo, toda e qualquer manipulação
de dados numa mídia necessita de um sistema de arquivos para que essas ações sejam possíveis.
Junto ao sistema de arquivos, existirá uma tabela de alocação de arquivos que será utilizada como
índice pelo sistema operacional para que este possa localizar os dados de maneira eficiente e
rápida.

AULA 02 - SISTEMA OPERACIONAIS

SOFTWARE LIVRE

 A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito.


 A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades.
Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
 A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo
 A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda
a comunidade se beneficie deles.

Distribuições Linux

Ex: Debian, Fedora, Mandriva, Red Hat, SuSE, Ubuntu, Slackware, Gentoo, Kurumin (des-
continuado) entre outras.
Ambiente Gráfico

3
É um software feito para facilitar e tornar prática a utilização do computador através de represen-
tações visuais do Sistema Operacional. Para Windows temos apenas o ambiente gráfico padrão.
Para Linux temos vários ambientes gráficos, entre eles, o KDE, Unity, Xfce, Lxde e o Gnome.

Gerenciadores de Arquivos do Linux

Diferente de outros sistemas operacionais, no Linux temos muitas opções de gerenciadores de


arquivos. O usuário tem a possibilidade de instalar a qualquer momento um gerenciador de arqui-
vos em ambientes como KDE e Gnome. Os gerenciadores de arquivos mais conhecidos são:

• Nautilus
• Konqueror

AULA 03 - SISTEMA OPERACIONAIS

ÁRVORE DE DIRETÓRIOS DO LINUX

Principais diretórios e seus conteúdos:

/ – O diretório Raiz (root)


/bin - Binários essenciais dos usuários
/boot – Arquivos estáticos de inicialização
/dev – Arquivos de Dispositivos
/etc – Arquivos de configuração diversos
/home – Diretório dos usuários
/root – Diretório home do usuário root
/tmp – Arquivos temporários
/sbin – Binários para Administração do Sistema

Comandos básicos do Linux

4
cd: Serve para navegar entre os diretórios.

ls: Serve para listar os arquivos e diretórios dentro da pasta atual. Para incluir os arquivos ocultos,
use "ls -a". No Linux, os arquivos que começam com um “.” são entendidos como arquivos ocultos.

cp: Este é o comando usado para copiar arquivos de uma pasta a outra. Inclua o nome do arquivo
e a pasta para onde ele vai. Para copiar toda a pasta, você precisaria incluir o comando "-r", que
explica que ele deve copiar recursivamente, incluindo todos os arquivos e subdiretórios.

AULA 04 e 05 - SISTEMAS OPERACIONAIS

mv: Serve para mover arquivos de um lugar para o outro. Você pode usar o mv também para
mover e renomear arquivos.

rm: Serve para remover tanto arquivos quanto diretórios, de acordo com os parâmetros usados.
Para remover um arquivo simples, basta usá-lo diretamente, como em "rm arquivo". Para remover
uma pasta e todos os arquivos e diretórios dentro dela, adicione o parâmetro "-r".

mkdir: Este serve para criar novos diretórios.

rmdir: Esta é uma variação do mkdir, que permite remover diretórios. A diferença entre ele e o "rm
-r" é que o rmdir só remove diretórios vazios.

shutdown -h now: Serve para desligar o sistema.

shutdown -r now: Reinicializa a máquina.

touch: O comando touch cria arquivos vazios. Para criá-los basta digitar o comando seguido do
nome do arquivo de desejado.

du: Exibe o tamanho dos arquivos e diretórios.

top: Exibe na tela informações sobre o computador, incluindo o uso de processamento e memória
total e por processo.

Diff: Usado para comparar o conteúdo de dois arquivos, exibindo a diferença entre eles.

Find: Comando utilizado para procurar por arquivos na arvore de diretórios

passwd: Permite criar e alterar a senha de um determinado usuário.

chmod: Permite que se altere as permissões de um ou mais arquivos/diretórios.

Chown: Altera o proprietário e o grupo de arquivos e diretórios.

kill: No Linux, cada programa que é executado no sistema, seja um comando ou um programa o
sistema interpretará como um processo e cada processo terá um número no sistema. O comando
kill é usado para forçar o encerramento de um processo. É muito útil quando um programa para

5
de responder ou por algum outro motivo não é possível finalizá-lo pelos meios normalmente utili-
zados.

AULA 06 – WINDOWS 10

WINDOWS 10

Menu Iniciar

6
Barra de Tarefas
Use a barra de tarefas para mais do que ver os apps e saber a hora. Você pode personalizá-la de
várias maneiras — altere a cor e o tamanho, fixe seus apps favoritos nela, mova-a na tela e reor-
ganize ou redimensione os botões da barra de tarefas. Você também pode bloquear a barra de
tarefas para manter suas opções, verificar o status da bateria e minimizar todos os programas
abertos momentaneamente para poder dar uma olhada em sua área de trabalho.

Alterar as configurações da barra de tarefas


Personalize a barra de tarefas por meio dela mesma. Se você quiser alterar vários aspectos da
barra de tarefas de uma só vez, use Configurações da barra de tarefas. Pressione e segure ou
clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio da barra de tarefas e selecione Confi-
gurações da barra de tarefas. Essa configuração também poderá ser realizada por meio do cami-
nho:
Iniciar > Configurações > Personalização > Barra de Tarefas.

Área de notificação
A tradicional área de notificação do Windows também ganhou novidades no Windows 10. Agora,
você pode personalizá-la de forma avançada, selecionando quais ícones devem ser exibidos ali e
também permite gerenciar individualmente os ícones de notificações de cada aplicativo. Para isso,
clique com o botão direito do mouse em qualquer ponto da Barra de Tarefas e vá em “Configura-
ções da barra de tarefas”.

7
Na tela de personalização, você conta com várias opções, então leia com atenção cada uma delas
e ative ou desative alguns recursos conforme julgar necessário.

8
AULA 07- WINDOWS 10

Central de Ações

9
Modo Tablet

O modo tablet deixa o Windows mais fácil e intuitivo de usar com touch em dispositivos tipo con-
versíveis, ou quando você não quer usar teclado e mouse. Para ativar o modo tablet, selecione
central de ações na barra de tarefas e depois Modo tablet.
O menu Iniciar e os aplicativos (incluindo programas mais antigos) são abertos em tela inteira, o
que oferece a você mais espaço para trabalhar. Para usar dois aplicativos lado a lado, arraste um
aplicativo para um lado. Você verá onde ele será ajustado, juntamente com qualquer aplicativo
que estiver aberto que possa se ajustar do lado dele.

Windows Hello

A ativação do Windows Hello permite fazer logon com seu rosto ou impressão digital. Entre de
modo mais rápido e mais seguro em seu laptop, por exemplo.
Para isso, acesse:
Iniciar > Configurações > Contas > Opções de entrada.

10
AULA 08 - WINDOWS 10

Visão de Tarefas

Histórico de atividades do Windows 10

Os recursos do Windows 10 a seguir usam seu histórico de atividades:

•Linha do Tempo. Veja uma linha do tempo de atividades e retome as atividades no seu dispositivo.
Por exemplo, digamos que você estava editando um documento do Word em seu dispositivo, mas
não conseguiu terminar antes de sair do escritório. Se você marcou a caixa de seleção Armazenar
meu histórico de atividades neste dispositivo na página de configurações do Histórico de Ativida-
des, você pode ver essa atividade do Word na Linha do Tempo no dia seguinte, e pelos próximos
dias, e a partir daí, pode continuar trabalhando nela. Se você marcou a caixa de seleção Enviar
meu histórico de atividades à Microsoft e não conseguiu terminar antes de sair do escritório, você
não só pode ver essa atividade do Word na Linha do Tempo por até 30 dias, como também pode
continuar trabalhando nela posteriormente em outro dispositivo.

11
• Cortana. Ao coletar o histórico de atividades apenas em seu dispositivo, a Cortana permite que
você retome de onde parou nesse dispositivo. Se você optar por enviar suas atividades para a
nuvem, poderá retomar as atividades iniciadas em outros dispositivos de onde parou.
• Microsoft Edge. Quando você usar o Microsoft Edge, seu histórico de navegação será incluído
em seu histórico de atividades. O histórico de atividades não será salvo durante a navegação com
guias ou janelas InPrivate.

AULA 09 - WINDOWS 10

Multitarefas

Com o recurso Multitarefa é possível organizar a forma como várias janelas podem ser exibidas
ao mesmo tempo na tela. Por exemplo, arraste janelas para os lados ou cantos da tela, e elas
serão dimensionadas automaticamente para se ajustarem perfeitamente, lado a lado. Esse recurso
pode ser configurado a partir do caminho: Iniciar > Configurações > Sistema > Multitarefas.

12
Desligar, suspender ou hibernar o computador

Há muitas maneiras de desligar o computador. Você pode desligá-lo completamente, suspendê-lo


ou hiberná-lo.

• Suspender – O computador permanece ligado, mas com baixo consumo de energia. Os


aplicativos ficam abertos, assim, quando o computador é ativado, você volta instantaneamente
para o ponto em que estava.

13
• Hibernar – Desliga o computador, mas os aplicativos permanecem abertos. Quando o com-
putador for ligado, você voltará para o ponto em que estava.
• Desligar – Fecha todos os aplicativos e depois desliga o computador.

14
Desligar, suspender ou hibernar o computador

Há muitas maneiras de desligar o computador. Você pode desligá-lo completamente, suspendê-lo


ou hiberná-lo.

• Suspender – O computador permanece ligado, mas com baixo consumo de energia. Os


aplicativos ficam abertos, assim, quando o computador é ativado, você volta instantaneamente
para o ponto em que estava.

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• Hibernar – Desliga o computador, mas os aplicativos permanecem abertos. Quando o com-
putador for ligado, você voltará para o ponto em que estava.
• Desligar – Fecha todos os aplicativos e depois desliga o computador.

Cortana
A Cortana é a assistente digital da Microsoft. Ela tem o objetivo de ajudar você a realizar tarefas.
Para começar, selecione o ícone da Cortana na barra de tarefas ou digite um comando na barra
de pesquisa. Se não souber o que dizer, tente perguntar "O que você pode fazer?"

Aqui estão algumas coisas que a Cortana pode fazer por você:
• Enviar lembretes com base na hora, em locais ou em pessoas.
• Rastrear times, interesses e voos.
• Enviar emails e SMSs.
• Gerenciar seu calendário e manter você atualizado.
• Criar e gerenciar listas.
• Tocar músicas, podcasts e estações de rádio.
• Bater papo e jogar.
• Abrir qualquer aplicativo no sistema.

Ativar o modo "Ei Cortana"


Abra a Cortana e selecione Configurações . Depois, em Ei Cortana, mude a opção para Ativado.

16
Atalho de teclado
É possível habilitar a tecla de atalho Windows + C para permitir que a Cortana escute comandos.
Para isso, abra a Cortana e selecione Configurações . Depois, em Atalho de teclado, mude a opção
para Ativado.

Cortana

Permissões
Para configurar as permissões, abra a Cortana e selecione Configurações . Depois, em Permis-
sões.

17
AULA 10 - WINDOWS 10

Segurança do Windows (Windows Defender)

O Windows 10 oferece proteções de segurança internas, abrangentes e contínuas em que você


pode confiar – incluindo o Windows Defender Antivírus, o firewall e muito mais. Mantendo-se atu-
alizado, você tem a proteção e os recursos mais recentes assegurados – sem custo adicional.

Principais recursos da Central de segurança do Windows Defender:


• Proteção contra vírus e ameaças (vírus, spyware, ransomware, entre outras ameaças)
• Firewall
• Opções da família

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Explorador de arquivos
Veja a seguir algumas alterações importantes para o Windows 10:
Quando o Explorador de Arquivos for aberto, você entrará no Acesso rápido. As pastas usadas
com frequência e os arquivos usados recentemente ficam listados ali, assim você não precisa
procurar por eles uma série de pastas para encontrá-los.

Se você quiser que uma pasta apareça no Acesso rápido, clique nela com o botão direito do mouse
e selecione Fixar no Acesso rápido. Desafixe-a de lá quando não precisar mais dela.

19
Para desativar arquivos recentes ou pastas frequentes, vá para a guia Exibir e selecione Opções.
Na seção Privacidade, desmarque as caixas de seleção e selecione Aplicar. Agora o Acesso rá-
pido só mostrará suas pastas fixas.

Meu computador agora é chamado Este Computador e ele não aparecerá na área de trabalho por
padrão.
• O OneDrive agora faz parte do Explorador de Arquivos (O OneDrive é o armazenamento on-
line gratuito que vem com sua conta Microsoft. Salve seus arquivos em pastas do OneDrive e você
poderá acessá-los de seu computador, tablet ou telefone)

20
AULA 11 - WINDOWS 10

Arrastar e soltar
De vez em quando, você pode querer alterar o local onde os arquivos ficam armazenados no
computador. Por exemplo, talvez você queira mover os arquivos para outra pasta ou copiá-los para
uma mídia removível a fim de compartilhar com outra pessoa.
A maioria das pessoas copiam e movem arquivos usando um método chamado arrastar e soltar.
Ao usar o método arrastar e soltar, note que algumas vezes o arquivo ou a pasta é copiado e,
outras vezes, ele é movido. Se você estiver arrastando um item entre duas pastas que estão no
mesmo disco rígido, os itens serão movidos para que duas cópias do mesmo arquivo ou pasta não
sejam criadas no mesmo local. Se você estiver arrastando o item para uma pasta que esteja em
outra unidade, o item será copiado.

Nomes de arquivos
Os nomes de arquivos do Windows são divididos em duas partes por um ponto: a primeira é o
nome do arquivo, e a segunda é uma extensão de três ou quatro caracteres que define o tipo de
arquivo. Em Informá[Link], por exemplo, a primeira parte do nome do arquivo é Informática e a
extensão é docx.
As extensões dizem ao computador qual aplicativo criou ou pode abrir o arquivo e qual ícone deve
ser usado para o arquivo. Por exemplo, a extensão .docx instrui o computador que o Microsoft
Word pode abrir o arquivo e que um ícone do Word deve ser exibido quando você visualizá-lo no
Explorador de Arquivos.

Restrições ao atribuir nomes


1º Os nomes não podem conter alguns caracteres especiais, são eles: / (barra) , \ (barra invertida),
: (dois pontos), * (asterisco), ? (interrogação), | (barra vertical), “ (aspas duplas),
< (menor que), > (maior que).
2º O nome do arquivo incluindo o seu caminho, ou seja, o local em que está armazenado, não
pode ultrapassar 260 caracteres.
3º Arquivos que estão abertos não podem ser renomeados.

Lixeira
Quando você exclui um arquivo do disco rígido do seu computador, ele apenas é movido para a
Lixeira onde fica temporariamente armazenado até a Lixeira ser esvaziada. Com isso, você tem a
oportunidade de recuperar arquivos excluídos acidentalmente e restaurá-los para os locais origi-
nais. Para excluir arquivos sem passar pela lixeira, basta utilizar a combinação de teclas SHIFT +
DELETE.

21
Propriedades da lixeira
• Tamanho – Por padrão, o Windows 10 realiza um cálculo para definir o tamanho da lixeira da
unidade. Nesse caso, funciona assim: 10 % de 40 GB + 5 % do restante da unidade. Porém, é
importante destacar que o usuário poderá alterar o tamanho da lixeira.
• Não mover arquivos para a lixeira – Caso essa opção seja ativada pelo usuário, a lixeira da
unidade será desabilitada. Por padrão, a lixeira vem habilitada.
• Exibir caixa de diálogo de confirmação de exclusão – No Windows 10, por padrão, essa opção
vem desativada, ou seja, ao excluir um arquivo para a lixeira, o Windows 10 não solicita confirma-
ção de exclusão. Porém, a qualquer momento o usuário poderá ativar a caixa de exclusão.
Para acessar as propriedades da lixeira, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone
da lixeira presente na área de trabalho e, em seguida, escolher a opção propriedades.

AULA 12 - WINDOWS 10

Propriedades da lixeira

AULA 13 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX

O que é Linux?

O Linux é um sistema operacional de computadores criado no modelo de desenvolvimento de


Código Aberto. Apesar do termo ser utilizado para designar todo o conjunto de componentes que
formam um sistema operacional, Linux refere-se mais precisamente ao componente central do
sistema, denominado kernel (ou núcleo). Seu criador, o programador finlandês Linus Torvalds,
publicou a primeira versão do Linux em 5 de outubro de 1991. Sua intenção foi criar um kernel
para o projeto GNU.

22
O Linux foi disponibilizado sob a Licença Pública Geral (GPL) GNU. Qualquer pessoa pode exe-
cutar, estudar, modificar e redistribuir o código-fonte, ou até mesmo vender cópias do código mo-
dificado, desde que façam isso sob a mesma licença.

Projeto GNU

Em 1983, o programador americano Richard Stallman iniciou o projeto GNU para criar um sis-
tema operacional de código aberto que funcionasse do mesmo modo que o sistema operacional
Unix. O Unix foi um sistema que definiu conceitos técnicos utilizados por diversos sistemas ope-
racionais inspirados nele. O Unix original foi desenvolvido na década de 1970 pelos pesquisado-
res Ken Thompson e Dennis Ritchie (entre outros), no centro de pesquisas Bell Labs da empresa
AT&T. O projeto GNU é uma dessas variantes do Unix original, porém com a premissa de ser
desenvolvido em Código Aberto.
A partir da década de 1990, o projeto GNU – equipado com o kernel Linux – deu origem a inúme-
ros sistemas operacionais de código aberto, cada um organizando, aprimorando e criando novos
programas à sua maneira. Esses sistemas operacionais são chamados Distribuições Linux.

Distribuições Linux
Além de conter o kernel Linux e programas GNU, uma distribuição Linux normalmente agrega
outros recursos para tornar sua utilização mais simples. Além de oferecerem um conjunto com-
pleto de aplicativos prontos para uso, as distribuições mais populares podem atualizar e instalar
novos programas automaticamente. Esse recurso é chamado gestão de pacotes. O gestor de
pacotes da distribuição elimina o risco de instalar um programa incompatível ou mal intencio-
nado.

As principais distribuições Linux são:


• Debian.
• CentOS.
• Ubuntu
• Manjaro Linux
• Fedora
• Linux Mint

Um aplicativo é um programa cuja finalidade não está diretamente associada com o funciona-
mento do computador, mas com alguma tarefa de interesse do usuário. As distribuições Linux
oferecem diversas opções de aplicativos para as mais diferentes finalidades: aplicativos de escri-
tório, Internet, edição de áudio e vídeo, etc.
Sempre há mais de uma opção de aplicativo para uma mesma finalidade, ficando a cargo do
usuário escolher a que mais lhe agrada.
Cada distribuição oferece uma coleção de aplicativos já instalados por padrão. Além desses
aplicativos pré-instalados, todas as distribuições populares possuem um gestor de pacotes com
uma vasta coleção de aplicativos disponíveis para instalação, chamada repositório de pacotes.

23
Ambiente Gráfico
É um software feito para facilitar e tornar prática a utilização do computador através de represen-
tações visuais do Sistema Operacional. Para Windows temos apenas o ambiente gráfico padrão.
Para Linux temos vários ambientes gráficos, entre eles, o KDE, Unity, Xfce, Lxde, Cinnamon e o
Gnome.

AULA 14 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX

ÁRVORE DE DIRETÓRIOS DO LINUX


O primeiro choque para quem está chegando agora é a estrutura de diretórios do Linux, que não
lembra em nada o que temos no Windows. No Windows temos os arquivos do sistema concen-
trados nas pastas Windows e Arquivos de programas, e você pode criar e organizar suas pastas
da forma que quiser.

No Linux é basicamente o contrário. O diretório raiz está tomado pelas pastas do sistema e es-
pera-se que você armazene seus arquivos pessoais dentro da sua pasta no diretório /home.
Mas, as diferenças não param por aí. Para onde vão os programas que são instalados se não
existe uma pasta central como a "Arquivos de programas"? E para onde vão os arquivos de con-
figuração se o Linux não possui nada semelhante ao registro do Windows?
A primeira coisa com que você precisa se habituar é que no Linux os discos e partições não apa-
recem como unidades diferentes, como o C:, D:, E: do Windows. Tudo faz parte de um único di-
retório, chamado diretório raiz ou simplesmente "/" (BARRA).

24
ÁRVORE DE DIRETÓRIOS DO LINUX
Principais diretórios e seus conteúdos:

/ – diretório raiz  Todos os arquivos e diretórios do sistema Linux instalado no computador


partem de uma única origem: o diretório raiz. Mesmo que estejam armazenados em outros dis-
positivos físicos, é a partir do diretório raiz – representado pela barra (/) – que você poderá
acessá-los.
/bin  Contém arquivos executáveis (binários), por exemplo: ls, mkdir e mv.
/sbin  Armazena arquivos executáveis utilizados pelo usuário root para administração e con-
trole do sistema.
ÁRVORE DE DIRETÓRIOS DO LINUX
/boot  Arquivos relacionados à inicialização do sistema, ou seja, o processo de boot do Linux,
quando o computador é ligado, ficam em /boot.
/dev  Armazena os arquivos de dispositivos (um dispositivo é todo o componente de
hardware). No Linux, os dispositivos físicos são tratados como arquivos. Esses arquivos são um
tipo especial no sistema de arquivos e se encontram no diretório /dev.
/etc  Armazena arquivos de configurações.
/tmp  Armazena arquivos temporários.
/usr  é o local onde é instalada a maior parte dos aplicativos e das bibliotecas do sistema ope-
racional.
/home  Nesse diretório ficam os arquivos pessoais, como, por exemplo, documentos e fotogra-
fias. Vale destacar que o diretório pessoal do superusuário não fica no mesmo local, e sim em
/root.
/root  Diretório home do superusuário.

Terminal
A maneira tradicional de interagir com um computador com Linux ‒ especialmente um servidor
de rede ‒ é usando a linha de comando. A linha de comando apresenta o prompt do shell indi-
cando que o sistema está pronto para receber instruções. O prompt terminado com o caractere $
indica que é um usuário comum que está utilizando o sistema. Quando terminado com o carac-
tere #, indica tratar-se do usuário root (superusuário).

25
COMANDOS BÁSICOS DO LINUX

Comando pwd  Imprime na tela o caminho do diretório atual por extenso, por exemplo,
/home/rafael/aula.

Comando cd  Comando utilizado para mudar de diretório. Para acessar um diretório especí-
fico, especifique-o como parâmetro, como em "cd /etc". Para subir um diretório use "cd ..". Sem
argumentos, o comando cd leva para o diretório pessoal do usuário. Outra maneira de indicar o
diretório pessoal é utilizar o sinal ~. Os caminhos para diretórios e arquivos podem ser acessa-
dos tanto por seu caminho absoluto quanto pelo relativo. Caminhos absolutos são aqueles inici-
ados pela barra da raiz (/) e caminhos relativos são aqueles que tomam por referência o diretório
atual. O ponto (.) refere-se ao diretório atual, e os dois pontos (..) referem-se ao diretório ante-
rior.

AULA 15 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX

Comandos básicos do Linux

26
Comando ls  Serve para listar os arquivos e diretórios dentro do diretório atual. Para incluir os
arquivos ocultos, use "ls -a". No Linux, os arquivos que começam com um “.” são entendidos
como arquivos ocultos. Para uma lista longa, ou seja, com detalhes, use “ls –l”.

27
Comando cp  Utilizado para copiar arquivos de um diretório para outro. Também pode ser uti-
lizado para copiar um diretório recursivamente. Nesse caso, será necessário a utilização da op-
ção –r.

COMANDOS BÁSICOS DO LINUX


Comando mv  Utilizado para mover e renomear arquivos e diretórios (pastas).

28
AULA 16 - SISTEMA OPERACIONAL GNU/LINUX

COMANDOS BÁSICOS DO LINUX


Comando rm  Serve para remover tanto arquivos quanto diretórios, de acordo com os parâ-
metros usados. Para remover um arquivo simples, basta usá-lo diretamente, como em: rm ar-
quivo. Para remover um diretório e todos os seus arquivos e subdiretórios, adicione a opção "-r",
como em: rm –r.

29
Comando mkdir  Comando utilizado para criar diretório.

Comando rmdir  Comando utilizado para apagar diretórios. Porém, só apaga diretórios va-
zios.

Comando touch  Com a utilização desse recurso é possível criar arquivos vazios.

30
Comando shutdown  Pode ser utilizado tanto para desligar quanto para reinicializar o sis-
tema. Para desligar o sistema imediatamente, digite shutdown -h now. Para enviar uma mensa-
gem para os usuários e desligar o sistema em 15 minutos, basta digitar shutdown -h +15 "O sis-
tema será encerrado em 15 minutos". Para reinicializar o sistema imediatamente, digite shu-
tdown -r now.

Comando passwd  Comando utilizado para alterar a senha do usuário.

Comando sudo  A palavra sudo significa “substitute user do“. O sudo permite que um usuário
rode programas como se fosse um outro usuário os rodando – geralmente como usuário root.

31
Permissões no Linux
Comando chmod  É utilizado para alterar as permissões de um arquivo.
No Linux, existem regras de permissões que determinam a quem pertence um determinado ar-
quivo ou diretório e quais usuários ou grupos podem utilizá-los. Para arquivos e diretórios há
três níveis de permissão:

• Usuário dono do arquivo (u).


• Grupo dono do arquivo (g).
• Demais usuários – outros – (o).

Observe a linha referente ao arquivo [Link] na figura a seguir:

Permissões no Linux
A primeira letra representa o tipo do arquivo, podendo ser:
• -: Arquivo convencional.
• d: Diretório.

As demais letras são divididas em grupos de três, determinando as permissões para o dono do
arquivo, o grupo do arquivo e demais usuários, respectivamente. O arquivo [Link], por exemplo,
possui permissão rwx para o dono do arquivo (o usuário rafael), permissão rw- para o grupo (o
grupo rafael) e permissão -w- para os demais usuários.

Alterando permissões

As permissões são alteradas com o comando chmod e podem ser de leitura (r), escrita (w) e
execução (x).

Permissões numéricas

32
Permissões podem ser manejadas de modo mais sucinto através de um formato numé-
rico, chamado octal. O número octal consiste em uma sequência de três dígitos. O primeiro dí-
gito representa as permissões para o usuário, o segundo dígito representa as permissões para o
grupo e terceiro dígito as permissões para os outros.
Cada dígito indica a presença de uma permissão a partir da soma dos valores 4, 2 e 1. Esses va-
lores correspondem à leitura, escrita e execução. A tabela a seguir mostra todas permissões
possíveis, desde 0 (nenhuma permissão) até 7 (todas as permissões).

Alterando permissões

33
Comando top  Exibe na tela informações sobre o computador, incluindo o uso de processa-
mento e memória total e por processo.

34
Comando kill  Dentro do Linux, as tarefas são chamadas de processos, e cada um deles pos-
sui um número de identificação (ID) único. O comando kill permite que você encerre um pro-
cesso utilizando seu ID específico, também conhecido como pid. Para mostrar o pid no Linux,
execute o comando: ps. Esse comando irá exibir todos os processos disponíveis com um pid.

Alguns exemplos em que o comando kill pode ser útil:


 Para interromper processos automatizados.
 Para interromper um processo que foi iniciado por acidente.
 Para interromper um processo que está utilizando muita memória.
 Para forçar a parada de qualquer processo em execução no Linux.
 Para interromper um processo sendo executado em segundo plano.

AULA 17 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES

MINISTRADO EM LOUSA

AULA 18 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES

MINISTRADO EM LOUSA

AULA 19 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES

MINISTRADO EM LOUSA

AULA 20 - EXCEL FAIXA DE OPÇÕES

MINISTRADO EM LOUSA

AULA 21 - EXCEL FUNÇÕES E FORMULAS

MINISTRADO EM LOUSA

AULA 22 - EXCEL FUNÇÕES E FORMULAS

MINISTRADO EM LOUSA

AULA 23 - EXCEL FUNÇÕES E FORMULAS

MINISTRADO EM LOUSA

AULA 17 - WORD 2010

MICROSOFT WORD

35
VERSÁO 2010

36
37
Apresentando o Backstage

A faixa de opções contém o conjunto de comandos para trabalhar em um documento, enquanto


o modo de exibição Backstage do Microsoft Office é o conjunto de comandos que você usa para
fazer coisas para um documento.

A guia Arquivo substitui o Botão Microsoft Office e o menu de arquivo usado em versões
anteriores do Microsoft Office.

38
AULA 18 - WORD 2010

MICROSOFT WORD
VERSÃO 2010

TECLAS DE ATALHO

Copiar – CTRL + C
Colar – CTRL + V
Negrito – CTRL + N
Novo – CTRL + O
Sublinhar – CTRL + S
Substituir – CTRL + U
Selecionar Tudo – CTRL + T
Centralizar – CTRL + E
Alinhar a Esquerda – CTRL + Q
Justificar – CTRL + J
Alinhar a Direita – CTRL + G
Localizar – CTRL + L
Abrir – CTRL + A
Desfazer – CTRL + Z
Refazer – CTRL + R
Hiperlink – CTRL + K
Ortografia e Gramática – F7
Alternar entre letras maiúsculas e minúsculas – SHIFT + F3
Salvar – CTRL + B
Salvar Como – F12

39
AULA 19 - WORD 2010

MICROSOFT WORD

VERSÃO 2010

40
AULA 20 – WORD 2010

MICROSOFT WORD
VERSÃO 2010

41
AULA 21- WORD 2010

MICROSOFT WORD
VERSÃO 2010

42
AULA 22 - WORD

MICROSOFT WORD
VERSÃO 2010

43
AULA 23 E 24 – WORD

Ministrada em lousa

AULA 25 – EXCEL

Ministrada em lousa

AULA 26 – EXCEL

Ministrada em lousa

AULA 27 – EXCEL

Ministrada em lousa

AULA 28 – EXCEL

Ministrada em lousa

AULA 29 – EXCEL

Ministrada em lousa

AULA 30 – EXCEL

Ministrada em lousa

44
AULA 31 – POWER POINT

Formatos de arquivos suportados pelo PowerPoint


O PowerPoint oferece suporte a vários formatos de arquivo de apresentação diferentes,
conforme descrito abaixo.
Use o ARQUIVO > SALVAR COMO para salvar sua apresentação como um dos tipos de
arquivo listados abaixo.
O formato de arquivo padrão no PowerPoint versão 2007 ou posterior é . pptx.

01. (CESPE) Arquivos do PowerPoint salvos no formato de apresentação de eslaides (pps/ppsx)


são, automaticamente, abertos no modo de exibição e, nessa condição, não podem ser editados.

CERTO ( ) ERRADO ( )

GABARITO - AULA 24
01
C

AULA 32 – POWER POINT

02. (CESPE) Na versão 2013 do PowerPoint do Microsoft Office Professional, é possível abrir
arquivos no formato .odp, do Impress do BrOffice; contudo, não é possível exportar ou salvar ar-
quivos .pptx originais do PowerPoint como arquivos .odp.

CERTO ( ) ERRADO ( )

ADICIONAR SLIDES

É possível adicionar novos slides de várias formas diferentes. Vejamos as opções a seguir:

1. Página Inicial > grupo Slides > Novo Slide.


2. Utilizando a tecla de atalho: CTRL+M.
3. Clicando com o botão direito do mouse sobre o slide (que ficará antes do novo slide) no
painel de miniaturas à esquerda e selecione Novo Slide.
4. Selecionando o slide (que ficará antes do novo slide) no painel de miniaturas à esquerda e
teclando ENTER.
5. Inserir > grupo Slides > Novo Slide. (a partir da versão 2013)

45
03. (CESPE) As teclas de atalho CTRL+N , quando pressionadas simultaneamente no Power-
Point 2013, adicionam um novo slide.

CERTO ( ) ERRADO ( )

GABARITO – AULA 32
02 03
C E

AULA 33 – POWER POINT

Ministrada em lousa.

AULA 34 – POWER POINT

SLIDE MESTRE

46
SLIDE MESTRE

IMPORTANTE – A partir da versão 2016, a opção Slide Mestre está disponível na guia Exibir.

AULA 35 – POWER POINT

Modo de Exibição do Apresentador

O modo de exibição do apresentador mostra o slide em tela inteira em um monitor e o “modo de


exibição do orador” em outro monitor, mostrando uma visualização do próximo slide, as anotações
do orador, um cronômetro e muito mais.
I
MPORTANTE – A partir da versão 2013 é possível experimentar o modo de exibição do apresen-
tador tendo apenas um monitor, para isso, o usuário poderá utilizar a combinação de teclas
ALT+F5.

O modo de exibição do apresentador pode ser ativado a partir da guia Apresentação de Slides.

47
01 (CESPE) Para que o Modo de Exibição do Apresentador do PowerPoint 2013 seja utilizado, é
necessário o uso de, no mínimo, dois monitores: um para que o apresentador tenha a visão do
eslaide atual e outro para que ele visualize o próximo eslaide a ser mostrado ao público.
.
CERTO ( ) ERRADO ( )

Gravação de tela

IMPORTANTE – Esse recurso só está disponível a partir da versão 2013.

1. Abra o slide no qual você quer colocar a gravação da tela.


2.
3. Em Inserir, clique em gravação de tela.

48
3. Clique em Selecionar área (logotipo do Windows+ Shift + A).

GABARITO – AULA 35
01
E

AULA 36 – POWER POINT

49
01. (CESPE) No PowerPoint, uma apresentação pode ser executada automaticamente com base
no registro do tempo de exibição de cada eslaide definido a partir da opção Testar Intervalos,
disponível no menu Apresentação de Slides.
CERTO ( ) ERRADO ( )

GABARITO – AULA 36
01
C

AULA 37 E 38 – POWER POINT

50
AULA 39 - INTERNET E INTRANET

INTERNET E INTRANET

DMZ E PROXY

DMZ

Com a finalidade de prover uma camada adicional de segu-


rança, é possível criar uma pequena rede com filtros e cache
localizada entre duas zonas de segurança conhecida como
DMZ (Zona Desmilitarizada).

Assim, os servidores web, de e-mail e arquivos podem ser


acessados de ambas as redes. Normalmente administradores
de redes não permitem que qualquer tráfego passe direta-
mente através de uma DMZ. Uma DMZ pode ser implemen-
tada com filtros de rede configurados nas suas bordas, estes filtros são responsáveis por realizar
o controle de acesso do que entra e do que sai da DMZ.

Uma DMZ fica localizada entre uma rede interna e uma rede externa:

51
PROXY

Um proxy é um computador ou sistema que serve de intermediário


entre duas conexões. Por exemplo, uma empresa pode configurar
um proxy para permitir que todos os computadores se conectem à
internet por meio dele, sem precisar deixar que todos os computa-
dores tenham acesso direto à web. Isso permite que a empresa
exerça mais controle sobre o que os funcionários estão visitando.

AULA 40 - INTERNET E INTRANET

INTERNET E INTRANET
TIPOS DE CONEXÃO

BACKBONE

No contexto de redes de computadores, o backbone (traduzindo para português, espinha dorsal)


designa o esquema de ligações centrais de um sistema mais amplo, tipicamente de elevado débito
relativamente à periferia. Por exemplo, os operadores de telecomunicações mantêm sistemas in-
ternos de elevadíssimo desempenho para comutar os diferentes tipos e fluxos de dados (voz,
imagem, texto etc). Na Internet, numa rede de escala planetária, podem-se encontrar hierarquica-
mente divididos, vários backbones: os de ligação intercontinental, que derivam nos backbones
internacionais, que por sua vez derivam nos backbones nacionais.
TIPOS DE CONEXÃO

 REDE DIAL-UP
 ADSL
 ADSL 2
 CABO

ENDEREÇAMENTO IP

IPV4
As especificações do IPV4 reservam 32 bits para endereçamento, o que possibilita gerar
mais de 4 bilhões de endereços distintos.
Esse endereço é formado por uma sequência de números compostos de 32 bits, divididos
em 4 grupos de 8 bits que recebem o nome de octeto, porque cada um deles tem oito posições
quando visualizados na forma binária. Com 8 bits são permitidos até 256 combinações diferentes,
e para que a configuração seja facilitada, são utilizados os números de 0 a 255 para representar

52
cada octeto, isto porque é mais fácil formar números como [Link] que utilizar números
binários como 01001010.01010110.11101110.11110001.
Porém devido ao crescimento da Internet, os endereços IPV4 se esgotaram. Assim, uma nova
versão do endereçamento IP já está em funcionamento. Essa nova versão é chamada de endere-
çamento IPV6.

IPV6
O IPV6 possui um espaço para endereçamento de 128 bits, sendo possível obter
[Link].[Link].[Link].456 endereços (2128).
Os 32 bits dos endereços IPV4 são divididos em quatro grupos de 8 bits cada, separados por “.”,
escritos com dígitos decimais. Por exemplo: [Link].
A representação dos endereços IPV6, divide o endereço em oito grupos de 16 bits, separando-os
por “:”, escritos com dígitos hexadecimais (0-F).

Por exemplo: 2001:0DB8:AD1F:25E2:CADE:CAFE:F0CA:84C1

AULA 41 E 42 - INTERNET E INTRANET

INTERNET E INTRANET

TCP/IP
HTTP HTTPS FTP TFTP
TELNET POP3 IMAP
SMTP SNMP DHCP DNS

TCP UDP

IP

53
AULA 43 - INTERNET E INTRANET

INTERNET E INTRANET

ENDEREÇO URL

É um sistema de endereçamento que declara precisamente onde um recurso (como uma página
na Web) está localizado. Esse sistema é fornecido por Uniform Resource Locator (URLs), um pa-
drão para descrever a localização de recursos na Web. É composto por quatro partes, como pro-
tocolo, servidor, caminho, nome de recursos. Algumas URLs omitem o nome de caminho e o nome
de recurso e mostram a home page do servidor.

Exemplo: protocolo://domínio:porta/caminho/recurso

Onde:

O protocolo pode ser HTTP, HTTPS, FTP etc.

O domínio é o endereço da máquina: designa o servidor que disponibiliza o documento ou recurso


solicitado.

A porta é o ponto lógico no qual se pode executar a conexão com o servidor. (opcional)
O caminho especifica o local (pasta ou diretório) onde se encontra o recurso, dentro do servidor.

AULA 44 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (SEGURANÇA DE DADOS)

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

CERTIFICAÇÃO DIGITAL

Existem duas classes de algoritmos criptográficos: simétricos (ou de chave-secreta) e assi-


métricos (ou de chave-pública). Os algoritmos simétricos utilizam uma mesma chave tanto para
cifrar como para decifrar, ou seja, a mesma chave utilizada para “fechar o cadeado” é utilizada
para “abrir o cadeado”.
Nos algoritmos assimétricos temos chaves distintas, uma para cifrar e outra para decifrar e, além
disso, a chave de decifração não pode ser obtida a partir do conhecimento da chave de cifração
apenas. Aqui, uma chave é utilizada para “fechar” e outra chave, diferente, mas relacionada à
primeira, tem que ser utilizada para “abrir”. Por isso, nos algoritmos assimétricos, as chaves são
sempre geradas aos pares: uma para cifrar e a sua correspondente para decifrar.

54
CERTIFICADO DIGITAL

O certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utili-
zados para comprovar sua identidade. Este arquivo pode estar armazenado em um computador
ou em outra mídia, como um token ou smart card.

AULA 45 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Ministrado em Lousa.

AULA 46 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (SEGURANÇA DE DADOS)

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Os princípios básicos de segurança da informação são:

Confidencialidade ou Sigilo: garantia de que somente as pessoas ou organizações envolvidas


na comunicação possam ler e utilizar as informações transmitidas de forma eletrônica pela rede.

Integridade: garantia de que as informações trocadas nas transações eletrônicas não foram alte-
radas no caminho que percorreram.

Autenticidade: garantia de identificação das pessoas ou organizações envolvidas na comunica-


ção.

Não-repúdio: garantia de que o emissor de uma mensagem ou a pessoa que executou determi-
nada transação de forma eletrônica não poderá, posteriormente negar sua autoria.
Disponibilidade: é a garantia de que a informação estará disponível no momento desejado.

Confiabilidade: é a garantia de que o sistema se comporta como esperado, em especial após


atualizações ou correções de erro.

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