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Ensayo de Penetração Padrão SPT em Solos

Este documento descreve o ensaio de penetração padrão (SPT), um dos métodos mais comuns para obter informações geotécnicas do subsolo. Explica que o SPT mede o número de golpes (N) necessários para cravar uma colher no solo, o que fornece dados sobre a densidade e resistência do solo. Também resume brevemente a história e o procedimento normalizado do SPT.

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Ensayo de Penetração Padrão SPT em Solos

Este documento descreve o ensaio de penetração padrão (SPT), um dos métodos mais comuns para obter informações geotécnicas do subsolo. Explica que o SPT mede o número de golpes (N) necessários para cravar uma colher no solo, o que fornece dados sobre a densidade e resistência do solo. Também resume brevemente a história e o procedimento normalizado do SPT.

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UNIV.

AUTÔNOMA JUAN MISAEL SARACHO MECÂNICA DE SOLOS II CIV-341


FACULDADE: CIÊNCIAS E TECNOLOGIA GRUPO Nº4
CURSO: ENGENHARIA CIVIL SUBGRUPO Nº3

INFORME N˚3

ENSAYO DE PENETRAÇÃO ESTANDARSPT

[Link]

El ensayo de penetración estándar (SPT) desarrollado por Terzagui a finales de los ants
20, é o ensaio in situ mais popular e econômico para obter informações
geotécnica do subsolo.
Estima-se que 85% a 90% dos projetos de fundações convencionais de
O norte e o sul da América se baseiam nos valores de N medidos no
SPT.

A pesar de que el ensayo se estandarizó desde 1958 como el ASTM D-1586, y que se ha
realizado revisão periódica entre, as avaliações realizadas na América do Norte
Indica que são muitas as variáveis que influenciam nos valores de N. Entre outras:

El tipo de estado de los equipos de perforación


o estado e dimensão do varil
etc.
O método comumente utilizado no processo de exploração de obras verticais, o
cual se denomina Ensayo de Penetración Normal (SPT), mediante el cual se obtiene el
número de golpes por pé de penetração (N), com o qual se pode determinar a
capacidade de carga admissível do solo a diferentes profundidades.

O método perlite obtém amostras alteradas de forma contínua, as quais são transferidas para
laboratório para realizar os ensaios básicos de classificação, com os quais se pode
definir a sequência estratigráfica do site em estudo.

A capacidade de carga admissível pode ser calculada a partir de "N", utilizando qualquer
das teorias plenamente estudadas ou bem por fórmulas empíricas, também para
Para realizar o cálculo, deve-se considerar o tipo de solo encontrado na exploração.
Além da capacidade de carga admissível (pressão admissível do
solo), a informação de campo, os resultados do laboratório e os cálculos que se
realizam, nos permitem definir o tipo de fundação e o nível de apoio da
fundação.

DOCENTE: Ing. Trinidad Baldiviezo


UNIV. AUTÔNOMA JUAN MISAEL SARACHO MECÂNICA DE SOLOS II CIV-341
FACULDADE: CIÊNCIAS E TECNOLOGIA GRUPO Nº4
CURSO: ENGENHARIA CIVIL SUBGRUPO Nº3

2. OBJETIVOS
2

2.1 OBJETIVOS GENERALES

Que através desta prática pode-se determinar os distintos parâmetros e cálculos


necessários para a correção em relação aos dados coletados em campo.
Chegar a ter o conhecimento prático e teórico de tudo que se refere a
prática de S.P.T. para poder ter resultados ótimos.
2.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS

Obter a medida da resistência à penetração com um amostrador em um


solo não coesivo.
Tomar amostras representativas do solo
Determinar a granulometria, os limites líquidos e plásticos da amostra
socket.
Hallar correlação entre: O número de golpes, N, medido e a compacidade, e a
resistência à compreensão simples por meio de tabelas ou ábacos já existentes
Determinar no campo o método exploratório para determinar os parâmetros
del suelo, necesarios para d i s e ñ a r l a c i m e n t a c i óasn d e
construcciones verticales.

3. FUNDAMENTO TEORICO

ANTECEDENTES
HISTORICOS

No ano de 1902, Charles R. Gow desenvolveu a prática de cravar no solo um


tubo de 1 polegada de diâmetro exterior, para obter amostras, marcando o início
do amostragem diamina dos solos.
Em 1922, sua empresa se transformou em uma subsidiária da Raymond Concrete Pile,
a que difundiu essa nova metodologia de estimar a resistência do material com base
ao trabalho de hinca do tubo.
A colher partida de 2 polegadas de diâmetro exterior conforme mostrado na figura
1 foi projetada no ano de 1927, com base no trabalho de campo realizado em
Filadélfia por G. A. Fletcher e o desenvolvimento de investigações realizadas por
H. A. Mohr (gerente regional da Gow Company na Nova Inglaterra, EUA).
Em
1930 começou a regulamentar o método de ensaio com a realização de
medições da resistência à penetração de uma colher partida (de 2 polegadas)
sob uma barra de 12 polegadas, usando um peso de 63,5 kg.
Que caía desde 76,2 cm de altura.

DOCENTE: Ing. Trinidad Baldiviezo


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FACULDADE: CIÊNCIAS E TECNOLOGIA GRUPO Nº4
CURSO: ENGENHARIA CIVIL SUBGRUPO Nº3

Em seu trabalho intitulado “Exploração das condições do solo e amostragem


operações” publicado pela Universidade de Harvard no ano
3

1937, H. A. Mohr (ref. 22) relata que o método de exploração


do solo e sua amostragem foi estabelecida em fevereiro de 1929, data
do primeiro relatório do ensaio de penetração, realizado pela
Gow, Divisão de Pilha de Concreto Raymond.
Segundo Fletcher, naquele momento a técnica de perfuração,
era o principal obstáculo para a normalização do método. Nem
Fletcher e Mohr deram muitos detalhes sobre o design da colher
partida de 2” de diâmetro externo, mas se o fez foi Hvorslev em
1949 em seu relatório clássico sobre exploração e amostragem do
subsuelo (ref. 16)
Na 7ª Conferência do Texas sobre Mecânica dos Solos e
engenharia de fundações, na qual o trabalho foi apresentado
intitulado "Novas tendências na exploração do Subsolo" se
cite as primeiras referências concretas sobre o método ao qual
daram o nome de Standard Penetration Test, (“Teste de Penetração Padrão
de Penetración.”
No primeiro livro didático onde se faz referência ao ensaio
descripto é a edição de “Mecânica de Solos na Engenharia Prática” de
Terzaghi e Peck em 1948.

DEL ENSAYO
COMO E ONDE É REALIZADO?
Este ensaio de penetração dinâmica é realizado no interior de sondagens
durante a perfuração. Permite obter um valor de N de resistência ao
penetração, correlacionável com parâmetros geotécnicos como a densidade
relativa, o ângulo de atrito, a carga admissível e os assentamentos nos solos
granulares. No ensaio também se obtém uma amostra alterada, para
realizar ensaios de identificação em laboratório.

O ensaio SPT pode ser executado praticamente em todo tipo de solos, inclusive
em rocha muito alterada, embora seja nos solos granulares onde se realiza
preferencialmente; a dificuldade de obter amostras inalteradas neste tipo de
suelos acrescenta relevância ao SPT.

O ensaio de penetração padrão ou spt (do inglês standard penetration test) constitui o
ensaio ou teste mais utilizado na realização de sondagens, e é realizado no fundo de
perfuracão.

Consiste em medir o número de golpes necessários para que se introduza uma determinada
profundidad uma colher (cilíndrica e oca) muito robusta (diâmetro exterior de 51
milímetros e interior de 35 milímetros, o que supõe uma relação de áreas superior a 100)

DOCENTE: Ing. Trinidad Baldiviezo


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FACULTAD: CIENCIAS Y TECNOLOGÍA GRUPO Nº4
CARRERA: ENGENHARIA CIVIL SUBGRUPO Nº3

PROCEDIMIENTO NORMALIZADO DEL SPT


4
Compreende duas etapas:

O Sondeo

Que consiste em fazer uma perfuração com broca, injeção de água ou sondagem
rotatório usando um furadeira com movimento de rotação de alta velocidade, e
circulando água para extrair os detritos.
Nos solos firmes, a sondagem permanece aberta pela ação do arco do
solo; nas argilas macias e nas areias situadas abaixo do nível freático, o
sondagens se mantém aberto cravando um tubo de aço (tubo de sustentação ou camisa) ou
preferencialmente preenchendo o espaço com um fluido viscoso chamado "Lodo de
perforação". Este que geralmente é uma mistura de argila bentonítica e água, tem a
vantagem de suportar as paredes e o fundo da perfuração.

A Amostragem

É realizado com uma amostragem chamada também de "Colher Normal" que


é formado por um tubo de aço de paredes grossas partido longitudinalmente. O
o extremo inferior está unido a um anel cortante, e o superior a uma válvula e peça de
conexão à barra de sondagem.

Una vez efectuada la limpieza correspondiente de la perforación de sondeo, se


ele toma amostras de 15 cm no solo para garantir que a sapata de corte se
assento em material virgem.
Depois se afunda 30 cm. em incrementos de 15 cm a golpes de um martelo que pesa 64
kilos (140 libras) e cai de uma altura de 76 cm. Anota-se o número de pancadas que se
necesita para hincar él toma muestras cada uno de los 15 cm.

O Registro de Penetração ou Índice de Penetração "N" é obtido ao considerar os


golpes necesarios para penetrar los últimos 30 cm (12") de un total de 45 cm
(18") da Colher Amostral; os primeiros 15 cm (6") não são considerados,
dado que el suelo podría estar alterado por efectos del procedimiento utilizado durante
a execução da sondagem.

La muestra es examinada, clasificada por el técnico de campo encargado del sondeo,


guardando-se posteriormente em um depósito de vidro ou plástico, que é selado e enviado
ao laboratório.

As amostras recuperadas no penetrômetro que mantêm sua forma cilíndrica podem


ser usadas para testes de compressão sem confinamento.

DOCENTE: Ing. Trinidad Baldiviezo


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CARRERA: ENGENHARIA CIVIL SUBGRUPO Nº3

5
A resistência à penetração é um indicador da compacidade dos solos não
cohesivos e da resistência dos solos coesivos, pois é, de fato, um ensaio
Dinâmico de Esforço Cortante In-Situ.

As tabelas I e II refletem a compacidade e a resistência de acordo com os resultados


da prova de Penetração Padrão.

RESULTADO DEL ENSAYO SPT

Há dois resultados possíveis


-NSPT: Um número inteiro adimensional igual à quantidade de golpes necessários
para que o saca amostras penetre no terreno os últimos 30 cm.
-Rechazo:más de 50 golpes para 15 cm, más de 100 golpes o 10 golpes sin
nenhum avanço: É informado como NN/pp, onde pp é a penetração total em
centímetros para NN golpes

CORREÇÕES NA MEDIÇÃO DE CAMPO

N é o número medido no campo (golpes necessários para que o sacamuetras entre os

últimos 30 cm de um total de 45 cm)

O resultado é corrigido por:

– Energia aplicada

Profundidade

Outras causas menores: napa de água, diâmetro de perfuração, peso de barras, etc.

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CARRERA: INGENIERÍA CIVIL SUBGRUPO Nº3

1. NORMALIZAÇÃO DO MÉTODO SEGUNDO A NORMA ASTM 1856


6

A primeira descrição da ASTM sobre o SPT foi publicada em abril de 1958 e


se denominou “Método tentativo de ensaio de penetração e coleta de amostras do
suelo con tubo testigo hendido longitudinalmente”. En 1967 la ASTM lo transformó
en método normalizado. La normalización actual D 1586 – 84 (reaprobada 1992)
não contém grandes mudanças desde suas edições originais.
Os elementos e as características relevantes do método ASTM são as
seguintes:

Maza de 63,5 kg.


2. Altura de caída: 76 cm
3. Saca amostras: de diâmetro externo = (50 mm ou 2 polegadas). Figura 3
4. Saca muestras: de diâmetro interno = (35 mm ou 1 3/8 polegadas).
5. Variante com diâmetro interno de 38mm e tubo porta amostras (diâmetro interno
final 35mm)
6. Mecanismo de liberación del martinete mediante soga y malacate
7. Barras de sondeo.
8. Cabeça de golpeo.

El rechazo se define de acuerdo a las siguientes alternativas: 1) total de 50 golpes


aplicados em qualquer uma das três carreiras de 6"; 2) quando foram acumulados um
total de 100 golpes ; 3) cuando no se observa ningún avance del saca muestras durante
a aplicação de 10 golpes sucessivos do martinete.

TABLA No. I COMPACIDAD RELATIVA DE LA ARENA

Número de Compacidade

0–4 Muito Solta

DOCENTE: Ing. Trinidad Baldiviezo


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FACULDADE: CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL

5 – 10 Suelta 7
11 – 20 Firme
21 – 30 Muito Firme
31 – 50 Densa
Mais de 50 Muito Denso

TABLA No. II RESISTÊNCIA DOS SOLOS COHESIVOS

Resistência a a
No. de Golpes Consistência Compressão

< Muito Macia < 0,25


2 - Blanda 0,25 - 0,50
4 - Mídia 0.50 - 1.00
8 - Firme 1.00 - 2.00
15 - 30 Muito Firme 2,00 - 4,00
> Dura 4.0

APLICAÇÃO
Este ensaio tem como principal utilidade a
caracterização de solos granulares (areias ou
gravas arenosas) nas quais se torna muito difícil
o impossível obter amostras inalteradas para
os ensaios no laboratório. O valor dos
golpes obtidos em um ensaio de penetração
é um dado indicativo da consistência que
possui um terreno suscetível à sua utilização
para a caracterização ou projeto geotécnico.
Quando o terreno que está sendo estudado é cascalho, a
a colher não pode se enterrar no terreno, pois
se dobra, portanto, geralmente é substituído
por uma ponta maciça da mesma seção (não
normalizada). Por ende, neste caso, o ensaio não
proporciona amostra e o batucar que se
obtém-se deve ser corrigido dividindo por um
fator que é considerado da ordem de 1,5. A frequência habitual para a realização do
SPT ao longo do sondagem é de um ensaio de 2 a 5 metros, ou mesmo maior, dependendo
de las características del terreno.

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USO Y SIGNIFICADO
8

Este método proporciona uma amostra de solo para pesquisa e ensaios.


laboratório a partir de uma amostragem, a qual pode produzir grande alteração na
amostra devido a deformação por corte e.

O método é amplamente utilizado na grande maioria dos projetos de


exploração geotécnica e, portanto, podem não existir correlações locais
da conta de golpesN, com o comportamento em engenharia de obrasde
terra e fundações.
[Link] A UTILIZAR

BALANÇA: É um instrumento, de
precisión para pesar cualquier material que
seja necessário.

A COLHER DE CASAGRANDE:
Também chamada de copa de Casagrande, é um
instrumento de medição utilizado em
geotecnia e engenharia civil, para determinar
o limite líquido de uma amostra de solo.

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nove

LIMITE PLASTICO: La prueba para la


determinação do limite plástico como a
definição de Atterberg, não especifica o diâmetro
a que se deve chegar ao formar o cilindro de
solo requerido. Terzaghi adicionou a
condição de que o diâmetro seja de 3mm de
os rolinhos.

TRIPODE:equipo utilizado para realizar la


prática de penetração padrão SPT já que
está incluído com o martelo.

TARAS: para poder colocar aí as


amostras e serem levadas ao forno.

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VASE DE VIDRIO: Nos sirve para


realizar os rolinhos para o limite plástico.

O método de
penetração
padrão é o
mais usado
[Link]
para a
exploração
de solos, e
chama a
compreender
das etapas.

Antes de
realizar a
prática
devemos
ter em
conta que
os equipamentos a
utilizar estén
em bom
estado.

Depois prosseguimos para gelar o


lugar onde realizaremos a
prática de
STP.

Sendo assim
fomos ao
parte traseira
del
laboratório de
solos
levando os
respectivos
equipamentos.

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rial

Para respectivoao

a ensaiode

realizar penetração STP.

ação O material

de entregue foi um

esta trípode com seus

prático penetro metros,

ca se uma picota, pá

seguiu tara, etc.

siga

nte

proce

dimie

nto:

Primo

ramen

te

fomos

dota

dos

del

mate

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FACULTAD: CIENCIAS Y TECNOLOGÍA
CARRERA: INGENIERÍA CIVIL

11
Seguidamente nos posicionamos no local onde o ensaio seria realizado
de penetração.

Realizamos a limpeza respectiva das áreas onde será realizada a referida.


prática retirando material não apto e desnecessário que afetaria no momento de
a coleta de amostra.

Procedemos à montagem do tripé que é muito pesado, garantindo que


o lugar das uniões esteja completamente firme.

Colocamos na parte superior do tripé que vem incluído com uma


polea na parte central, passando uma corda, levantamos o
trípode garantindo que seus três apoios estejam bem distribuídos em
forma d un triángulo.

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Coisa que no momento de instalá-lo na área respectiva, as patas do
trípode estejam bem fixos e cravados no chão, mas sem antes elevar
dito trípode.

Verificando se o tripé está bem centrado e não torto.

Depois, puxe o penetrometro até uma altura qualquer e deixe cair


libremente para; poder determinar el lugar de perforación.

Depois de estar o penetro metro vertical, coloca-se em seus laterais uma


varilla, estas vão apoiadas no chão e têm como função sustentar
o penetro metro. isso em relação à montagem, mas agora o penetro metro
conectado a uma corda que passa pela polia, com a ajuda de um
compañero y el audited , que regulo con una cuerda y que esté listo para
realizar os golpes respectivos.

Um companheiro foi à parte central para segurar o penetro metro e se


procedió al conteo de los golpes.

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Ya una vez determinado el número de golpes para cierta penetración se


13
procedeaodesmantelamentodoequipamentocomofoientregueem
laboratório.

Já com uma pá e uma tara, começamos a cavar no local da


perforação e essa amostra será utilizada para realizar a granulometria
respectiva. Determinar os limites de Atterberg, e a
a p r e n d i d o s e m práticas anteriores.

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6. DATOS DE LA PRÁCTICA

GRANULOMETRIA

Por el método de lavado:


Peso del suelo seco=330.01 gr
Peso del tamiz Nº200=581.75 gr
Peso del plato= 105.3 gr
Peso seco + prato = 105,87 gr

LIMITE LÍQUIDO

Peso das taras Unidad (gr)


Tara 1 134.
Tara 2 13.3
Tara 3 12.4
Tara 4 19.4
Tara 5 17.8
Tara 6 18.5
Tara 7 18.2
Tara 8 13.3
Tara 9 12.3

Peso das taras + Solo úmido (g) Nº de golpes


Peso1=30.03 25
Peso 2=29.41 20
Peso 3=36.65 15
Peso 4=40,80 10
Peso 5=46.24 5
Peso 6=39.81 18

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Peso da tara + Seco (gr)


Peso1=24.94
Peso 2=24.35
Peso 3=20.07
Peso 4=33.70
Peso 5=36.37
Peso 6=31.75

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LIMITE PLÁSTICO

Peso das taras + Solo úmido (g) Peso da tara + Solo seco (gr)
Peso1=19.50 Peso 1=18.85
Peso 2=18.99 Peso 2=18.16
Peso 3=14,02 Peso3=13.28

DATOS DEL SPT

Nº h (cm) Nº de golpes
1 15 4
2 15 5
3 15 5

7. CÁLCULOS

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CARRERA: ENGENHARIA CIVIL
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CURSO: ENGENHARIA CIVIL Subgrupo Nº4

[Link]

10. RECOMENDACIONES

Recomenda-se que o local de trabalho esteja em condições aceitáveis já


que se está muito sujo ou com lixo é mais difícil realizar uma boa
práctica.
Que os equipamentos estejam em boas condições.
No momento da instalação, os tripés devem estar com ambas as patas retas para que
a polia está centrada e não torta.

11. BIBLIOGRAFÍA

Normas ASTM D1586 e AASHTO T206.


Manual de ensaio de materiais (EM 2000) - MTC.
Ángel Muelas Rodríguez- Manual de Mecânica do Solo e
Cimentações.
Guia de laboratório da ing. Soto Salgado Laura

DOCENTE: Ing. Trinidad Baldiviezo

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