23/11/2025, 10:19 Grupo EBX – Wikipédia, a enciclopédia livre
beneficiadas estão a Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE) da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a universidade chinesa de Tsinghua, o Instituto de
Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) e a universidade chilena de Valparaíso.
O grupo conta com parceiros estratégicos e desenvolve empreendimentos estruturantes, com foco em
tecnologia estado da arte e geração de riqueza. A EBX investe, principalmente, nos setores de
infraestrutura e recursos naturais. Também lidera iniciativas nos setores imobiliário, de tecnologia,
entretenimento, esporte, mineração de ouro e catering aéreo e ferroviário. Arbitra ineficiências no
País e atua na eliminação de gargalos para estimular o crescimento econômico nacional. O Grupo EBX
está presente em nove estados brasileiros, no Chile e na Colômbia e tem escritório em Nova York
(EUA).
Atualmente a EBX não controla mais as companhias listadas no Novo Mercado da BOVESPA: OGX
(petróleo) [5], MMX (mineração)[6], OSX (indústria naval offshore)[7] e CCX (mineração de carvão)[8]
As outras duas grandes empresas que pertenciam ao grupo, a MPX (energia) [9] e a LLX (logística)[10]
foram vendidas para outros grupos em função da queda de ativos do ano de 2013.
Empresas do grupo
Atualmente
O Grupo EBX atua com foco prioritário em infraestrutura e recursos naturais. As empresas
atualmente pertencentes à holding:
OSX é uma empresa brasileira, em recuperação judicial, que foi criada em 30 de outubro de
2009, tendo em vista a demanda da indústria petrolífera por equipamentos e serviços integrados
para atuar na indústria naval e offshore, ofereceu soluções integradas de engenharia, construção,
fretamento e serviços de Operação & Manutenção (O&M) para empresas de Exploração e
Produção (E&P) de petróleo. Encerrou a recuperação judicial em 2020, após 7 anos.[11]
Atualmente, Eike Batista detém o controle da empresa, que faz a gestão da locação de áreas
operacionais no Porto do Açu.[12]
Anteriormente
MMX - Companhia de mineração do grupo, produz minério de ferro em Minas Gerais e em
Corumbá, no Mato Grosso do Sul.[13] Contava com o Superporto Sudeste (vendido para Trafigura
e o fundo Mubadala).[14] Em 2014, o conglomerado entrou com dois processos de recuperação
judicial, mas a falência foi decretada em 2021.[15]
OGX - No segmento de óleo e gás, a OGX era responsável pela maior campanha exploratória
privada em curso no Brasil. Criada em 2007, a companhia estava entre as principais produtoras
de petróleo do país.[16] Em janeiro de 2012, a OGX deu início em tempo recorde – pouco mais de
dois anos contados a partir da descoberta – à extração de petróleo na acumulação de Waimea,
na Bacia de Campos (RJ).[17] A OGX possuia um portfólio composto por 30 blocos exploratórios
no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba, e quatro
blocos exploratórios na Colômbia, nas Bacias de Cesar-Ranchería e Vale Inferior do Madalena. A
companhia OGX foi absorvida pelos credores e se tornou OGSA, mais tarde, sendo denominada
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