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Introdução ao Lettering: Ferramentas e Técnicas

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Leonam Severo
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© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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1

4 : : MAS AFINAL, O QUE É LETTERING?

5 : : FERRAMENTAS

6 : : CARACTERÍSCAS GERAIS DAS LETRAS

7 : : TERMOS TÉCNICOS

8 : : ESTRUTURA DE ALFABETO CAIXA-BAIXA

9 : : ESTRUTURA DE ALFABETO CAIXA-ALTA

10 : : ENCONTRANDO UMA VOZ A PARTIR DAS LETRAS

12 : : DEFININDO UM GRID E TÉCNICAS DE ESBOÇO

16 : : DIGITALIZANDO SEU LETTERING

22 : : CONSIDERAÇÕES FINAIS

3
MAS AFINAL,
O QUE É
LETTERING?
Lettering é a arte de desenhar letras de uma forma
mais autoral e representativa. Frequentemente de
maneira equivocada, costuma-se confundir lettering
com tipografia ou caligrafia, mas apesar de serem
disciplinas e ofícios baseados nas letras, tem tanto
em sua forma quanto em seu uso diferentes objetivos
de comunicação.

Enquanto o lettering permite a você muito mais


liberdade de customização e experimentação na
estrutura das letras e estilos já que cada letra é
desenhada do zero, a tipografia é um sistema modular
Tipografia
onde cada módulo é uma letra que trabalha de
maneira harmônica com todas as outras letras do
sistema previamente desenvolvidas. J á a caligrafia
é um pouco mais similar ao lettering, porém sua base
de criação não está no desenho de letras, mas sim na
forma escrita a partir de uma caneta de ponta chata,
pincel ou até um lápis, trabalhando com a pressão
e diretrizes pré-definidas que dependem de qual
ferramenta você vai utilizar para escrever. A caligrafia
é uma forte aliada do lettering e da tipografia, pois
foram esses parâmetros caligráficos que deram
origem a todas as formas das letras que conhecemos
hoje e utilizamos como um guia seja para desenvolver
novas tipografias, seja para criar um lettering.

4
FERRAMENTAS
Essas são as ferramentas básicas para o desenho de letras. O lápis 2B é ideal pela maciez do traço para
esboços, já uma borracha grande é ideal para apagar erros desastrosos e uma caneta borracha para ajustar
pequenos detalhes. O prendedor de papel serve para prender as folhas na hora de trabalhar com camadas
e a régua, obviamente, para alinhar e fazer as alturas de cada linha de texto. As canetas Dual Brush são
ótimas já que suas 2 pontas permitem fazer tanto o traço grosso da letra assim como fazer serifas com
a ponta mais fina. Para os mais perfeccionistas ou letterings detalhados, as canetas Micron com pontas
menores ajudam nesses pequenos detalhes.

5
ANATOMIA DAS LETRAS
Existem formas básicas que podemos encontrar nas
letras. Encontrar essas formas nos permitem descobrir
suas variações e desenha-las com mais critério e de
forma homogênea. O alfabeto está baseado em três
delas: o retângulo, o círculo e o triângulo. A partir dessas
formas geométricas, encontramos várias letras que
derivam desta estrutura como as letras H e M, baseadas
num quadrado,a letra O e a letra C baseadas num círculo
e letras como A e V baseadas na forma de um triângulo.

OVERSHOOT
E AJUSTES ÓPTICOS
Embora existam algumas regras paradesenhar letras,não
estamos lidando com uma ciência [Link] redondas
por exemplo,não são totalmente redondas e tanto letras
redondas quanto triangulares (exceto as mais grossas)
precisam ultrapassarum pouco a altura X para assim dar
equivalência as letras que possuem forma quadradaem
sua origem. Veja os exemplos ao lado.

UMA LETRA, INFINITAS


POSSIBILIDADES
Quando estamos desenvolvendo um lettering,
o mais divertido são as infinitas possibilidades
que podemos dar a ele. Aqui, um exemplo onde
partindo de uma única letra temos muitos
L
acabamentos e estilos [Link] e descubra
quais delas mais combinam com o seu projeto.

6
ASSIM COMO NO CORPO HUMANO, CADA
PARTE DAS LETRAS TAMBÉM TEM UM NOME.
É importante entender alguns termos técnicos e anatômicos quando estamos falando sobre letras. Isso vai
nos ajudar a encontrar e debater sobre cada detalhe com mais facilidade no decorrer do curso. Aqui, um
exemplo onde encontramos vários termos técnicos e dicas que envolvem a criação de um lettering.

7
ALFABETO CAIXA-BAIXA

8
ALFABETO CAIXA-ALTA

As cores sinalizadas nas letras trazem exemplos de equivalência de branco vs preto e similaridades
de formas que se repetem em várias letras do alfabeto tanto caixa-alta quanto caixa-baixa.
9
ENCONTRANDO
UMA VOZ A PARTIR
DO DESENHO
DE LETRAS.
Quando você está desenvolvendo um
lettering, é importante entender o briefing.
O que você quer comunicar? Com quem você
está falando? Essas perguntas são de grande
ajuda sobre qual rumo o projeto irá tomar.

Entre outras questões estão: quais estilos


de letras que melhor podem se encaixar
na proposta? Como você vai direcionar
a informação e composição do desenho?
Matheus Mendes
Quais as cores utilizar?

Simon Walker Martina Flor


10
Luke Choice Jessica Hische

João Neves Matheus Mendes


11
DEFINA SEU GRID

Quando criamos um lettering é muito importante definirmos uma estrutura para as palavras e frases. Essa
estrutura nos ajuda a definir o que é importante falar alto e o que podemos sussurrar no ouvido de quem lê. Assim
como na vida, no lettering precisamos definir prioridades. Aqui, alguns exemplos que ajudarão vocês a entender
como podemos dar destaquepara algumas palavras em relação a outras em composições.

TÉCNICAS DE ESBOÇO
Existem muitas técnicas para desenhar letras. Esta é a técnica que eu desenvolvi e acredito ser efetiva tanto
para mim quanto para outros designers que vejo seguirem algo parecido para melhorarem seus esboços.
É importante seguir uma lógica, mas ao mesmo tempo indico cada um a encontrar sua melhor forma de criar.
Aqui temos um projeto desenvolvido do começo ao fim com anotações e dicas para ajudar você a trabalhar
em seu projeto final. Abaixo, vamos explorar os esboços e evoluções do desenho. Nessa fase do projeto você deve se
apegarao conceito, nãoaos detalhes. Pense antes,explorea formadepois.

1 Meu processo de criação começa com esboços


muito simples sobre os grids definidos. Vou desenhando
composiçõesexplorando a hierarquiaque busco emcada
uma das palavrase encontrando formas de exploraruma
2 Como um segundo passo, já começo a técnica de
camadas, onde com o papel manteiga sobreponho
os esboços iniciais e já começo a explorar parâmetros
tipográficos como proporção, estilo e alguns
mesma frase de distintas maneiras. ornamentos para preencher o espaço em branco
12 em volta de palavras curtas.
Depois da escolha de qual caminho seguir, é hora de sujar as mãos de grafite. Amplie seu desenho de um tamanho

3 suficientemente grande para ser possivel agregarmos detalhes no decorrer do projeto. Não tente fazer algo bem acabado
logo de inicio, esse desenho inicial será muito mais um guia para nos ajudar nas próximas etapas. É também nessa hora que se
começa a tomar decisões de rumos mais avançados sobre como será seu projeto daqui pra frente, e a autocrítica é uma tarefa
muito importante na realização desse estágio do trabalho. Nessa hora se mostra indispensável a técnica e o entendimento
de temas como anatomia das letras, hierarquia, equilibrio entre brancos e pretos e proporções. Um bom layout se faz com
aprimoramento de itens como esses .

13
4 REFINAMENTO
Depois de escolhido e ampliado, é hora de começar a refinar
o desenho. O método de sobreposição é meu preferido porque
nos ajuda a ter um olhar crítico e ir aprimorando o desenho em
cada nova camada. Além de você ter o guia mais refinado como
um caminho claro, é possivel melhorar e até mesmo explorar a
desconstrução do lettering com acabamentos diferentes nas letras
e outros possiveis ornamentos sem perder o que jáfoi feito.

GUIA
Rough 1 Rough 2

Após ampliar o desenho, já comecei a encontrar Nessa nova camada, já podemos ver uma melhora
vários ajustes que poderiam ser feitos em nivel considerável em nívelde distribuição,layout
de composição,desenho de letras e espaçamento. e hierarquia. O desenho já está bem maislimpo
Eu sempre costumo anotar essas observações para tambémem decorrênciadedesenhar/apagar menos.
saberexatamente o que melhorar nasetapasseguintes.

Rough 3 Rough 4

Em uma nova sobreposição, estudei terminações Gosto bastante da segunda versão,mas decido
diferentes de fazer a palavra WORK e os raios na explorar um pouco mais e fazer a palavra COFFEE
parte superior que preenchem o espaço em branco com uma sensação de movimento. Na palavra WORK
nas lateraisdo NO. Ainda tenho dúvidas sobrea frase explorei serifas diferentes,destaque para o K que
abaixo,mas gosto da caneca então sigo refinandoela. tem uma cauda diferente dos outros no detalhe,
combinando com as outras pontas das serifas.
14
5 QUASE LÁ!
Depois de escolhermos o rough preferido para finalização, é hora de mais uma vez utilizar o papel manteiga,
mas agora com a [Link] essa etapa se pode utilizar canetas CIS dual Brush, canetas Sharpie ou Micron,
sendo essa última com uma ampla variedade de pontas para trabalhar nos detalhes da peça. O importante é ser
uma caneta com um bom preenchimento de preto, pois na hora de passar para a edi ção digital e vetorização
precisamos de um bom contraste de preto e branco.

Exemplo de rough final no lápis com


a etapa feita a caneta já finalizada.

15
DIGITALIZANDO SEU LETTERING
Bem, chegamos até aqui. Agora é hora de scanear (ou fotografar) sua peça final e trabalhar com ela no
computador. Aqui vou explicar como transformar sua imagem em vetor e melhorar o acabamento dela
mantendo a essência do desenho, arrumando algumas coisas mas não tudo, porque a beleza também
reside nas pequenas falhasdo trabalho manual.

1 DIGITALIZANDO 2 VETORIZAÇÃO
Após digitalizar, os primeiros passos Feito essa etapa, é hora da vetorização!
são abrir o photoshop e utilizar Importamos a imagem no Illustrator
command>shift>U para deixar a e com ela selecionada, vamos em
imagem em PB. Em seguida vamos Window> Image Trace e ali configuramos
na aba Image> Adjustments> Levels o traçado de imagem. Nessa caixa de
e deslocamos a seta branca mais para controle é possivel fazer vários ajustes
a direita, enquanto aproximamos a cinza e visualizar cada um deles.
para a esquerda, de forma que aumente Nesse estágio, recomendo que você
o contraste entre o preto e o branco, encontre nas configurações avançadas
limpando manchas e interferências um acabamento que tenha menos nós
ao redor do desenho.É importante com pontas e não deforme o desenho
ter essa separação bem clara. de letra a ponto de perder a forma.
Confira abaixo os exemplos.

3 HORA DE LIMPAR
ERRADO
Agora, é dar o Expand e ser Nós com pontas disformes
(quase) feliz. Após utlizar a e a vetorização distante
ferramenta Expand, o Illustrator do desenho original.
criará um vetor do que está em
preto e outro do que está em
branco,que vamos elimina-lo da
seguinte forma: 2 cliques na parte CORRETO
branca de fora para selecionar Desenho de letra menos deformado
e depois Select>Same>Fill e com os nós mais arredondados.
Color e então com tudo branco
selecionado, deletar.

LAYER 1

TRABALHANDO COM LAYERS


LAYER 1
Guia de desenho para quando começar LAYER 2
a higienização de nós você não perder
os contrastes e o estilo de cada letra.

LAYER 2
Onde se ajusta pequenos detalhes para dar
um acabamento mais profissional para seu
o lettering. Vemos que a lógica de camadas
e ajustes segue mesmo no digital para
aprimoramento do desenho.

16
MELHORANDO O ACABAMENTO DO LIVE TRACE
O Live Trace é uma ótima ferramenta para transformar seu desenho em vetor, mas obviamente como
todo processo de automatização, ele precisa de um olhar mais apurado e ajustes finos. Somente dar o
Live Trace em um projeto e não refina-lo é como colocar as cordas em um violão e não afina-lo. Não vai
ficar bom quando você for tocar uma música. Da mesma maneira o lettering estará desafinado aos olhos,
alguma coisa vai incomodar, ainda que as pessoas não saibam dizer o que são esses problemas. Abaixo o
trace original e nas páginas seguintes, cada um dos ajustes que fize acredito que melhoraram o resultadofinal.

17
4 REFINAMENTO
Essa fase depende do perfeccionismo de cada um. Como havia comentado,
eu mesmo gosto desse toque manual, mas ao mesmo tempo acho muito importante
seguir proporções de branco vs preto, limpar o desenho com o que não está agregando
e deixar o resultado final com um toque manual mas em bom acabamento.

Seguindo o exemplo da música, é como uma distorção de guitarra: você tem o som limpo
do instrumento mas usa a camada de “sujeira” e imperfeições no som ao seu favor,
e é isso que traz a personalidade a música/lettering.

1 Desenhei melhor as curvas do NO e deixei as pontas arredondadas.

Decidi por eliminar os raios inferiores por não agregarem muito olhando
2 ele scaneado. Decisões são tomadas todo o tempo até a finalização, não
se preocupe em mudar de ideia durante o decorrer do processo.

Arrumar essas terminações para algo mais arredondado deixa o desenho


3 mais fiel ao traço humano iniciado no papel. O mesmo serve para várias
partes das letras.

No live trace é normal aparecer essas pontas indesejadas no desenho.


4 Devemos limpa-las por seu visual ser claramente um “erro” no desenho.
A mão humana não faria essa ponta no meio de uma linha reta, né?

Alinhei o NO na altura X, deixando a letra O ligeiramente maior que o N pelo


5 ajuste óptico para equivaler os pesos.

Desenhei melhor a volta interna do O que o live trace deixou uma descida reta
6 demais comparado ao resultado do desenho.

Nos meus testes, acabei achando que o texto Guasca Studio abaixo do lettering
7 principal acabava por competir com a informação, então optei por outra solução
minimalista e coloquei apenas a caneca com o G dentro. A mensagem está ali e a
presença de marca acabou ficando mais sutil, o que na minha opinião deixa a peça
mais conceitual. É importante não ter medo de desapegar do que você percebe
que não está agregando, lembre-se: o menos é mais em alguns casos.
1
2

5
4

19
ADICIONANDO COR AO SEU PROJETO

A cor é algo muito importante no projeto. Através dela passamos sensações e ideias que ajudam
a complementar o desenho de letra. No meu processo, eu adiciono cor sempre depois que o trabalho
já está finalizado. Na hora da escolha é sempre importante optar por cores que contrastem entre sí e façam
as palavras importantes do seu lettering aparecerem mais do que as coadjuvantes. Quando trabalho com
projetos mais livres, sem cores pré-determinadas de uma marca ou pelo cliente meu processo é como esse
abaixo, onde busco uma foto em que a paleta de cores tenha o tema do projeto e à partir disso, começo
a fazer testes e variações para ver o resultado.

1 REFERÊNCIA
2 DEFININDO A
DE COR PALETA DE CORES
Encontrei essa imagem no No Illustrator com a ferramenta
Pinterest. Gosto da riqueza Eyedropper tool faço uma
de tons sóbrios e objetos que seleção de cores que eu
remetem ao universo do café. gosto na imagem. À partir daí,
É possivel encontrar tons começo testando combinações
contrastantes desde o filtro e sentindo o tom que elas
em branco, passando pelos misturadas podem agregar
tons marrons do café e o ao projeto.
metálico da chaleira com
outros objetos ao fundo.

3 TESTANDO COR
NO LETTERING
Essa é uma parte do projeto
que gosto bastante, pois
é nela que começamos a ver
o resultado final se aproximando
e todo o trabalho começa
a dar um resultado palpável.

Ao lado podemosver muitos


testes de [Link] estágio
o maisimportante é exercitar
ao máximo as possibilidades,
assim encontramos aquele
que maisvai funcionar
e traduzir o conceito da peça
que estamos buscando.

20
ACABAMENTOS FINAIS

Após o resultado de cor escolhido, o projeto pode ser considerado pronto, mas ainda assim você pode dar
algum outro acabamento, aplicar o resultado final sobre uma foto ou até mesmo fazer uma foto para aplicar
a arte final. Eu gosto bastante de dar um acabamento grunge para a peça. Isso ajuda a deixar o trabalho
com aspecto mais manual e remete a tipos de impressão rústicos como carimbo ou letterpress. Também
é possivel deixar ele com um acabamento mais cru, como de texturas com pinceladas, mas nesse caso
recomendo que seja feito lá no começo, naquele estágio de finalizar a peça com nankin, pois dessa maneira
não ficamos com um resultado artificial.

21
Agradecimentos
Um agradecimento especial aos meus assistentes Ana Cruz, Gianlucca Segato e Julia Accorsi por me
mostrarem que eu poderia ser um bom professor e passar adiante tudo o que sei até aqui. Um obrigado
a colega de profissão Shai Duarte pela primeira revisão e dicas no desenvolvimento do material que
foram muito úteis. Ao Sauê Ferlauto, caligráfo e letrista que com seu olhar crítico deu a última revisada
geral (inclusive nos espaços duplos.) no material, trazendo novos pontos de vista com dicas de como
melhorar alguns detalhes. A Tatiana Forneck, minha parceira de vida e que me desafia a ser melhor no
que faço a cada dia.

Bibliografia

NOORDZIJ, G. O Traço: Teoria da escrita. São Paulo: Blucher, 2013.

HENESTROSA, C.; MESSENGER, L.; SCAGLIONE, J. Como Criar Tipos: do esboço à tela. Ed.
Brasília: Estereográfica, 2014.

HISCHE, J. In Progress. Ed. San Frascisco: Chronocle Books, 2015.

FLOR, M. Los Grandes Secretos del Lettering. Ed. Barcelona: GG, 2016.

MCDEVITT, M. Hand Lettering Ledger. Ed. San Frascisco: Chronocle Books, 2014.

Links úteis

[Link]

[Link]

[Link]

[Link]

Essa apostila foi criada para a primeira edição do curso Keep Your Hands Dirty do ano de 2020.
É proibida a distribuição, reprodução total ou parcial por quaisquer meios, sem autorização prévia do criador.

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