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Tipos e Execução de Alvenarias

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Alvenarias

Paredes e Divisórias

1. Funções
1. Proteger
2. Dividir
3. Arrimar
4. Estrutural
2. Tipos
1. Alvenaria de tijolos cerâmicos, de
pedra, de concreto, de gesso
2. Divisórias de gesso, madeira.
3. Resistência
1. Às cargas
2. Ao fogo
3. Ao ventos
4. À água
4. Constituintes
1. Tijolos e blocos
2. Argamassas
5. Execução:
1. Prumo, nível, alinhamento,
ELEMENTOS CONSTRUTIVOS

• Tijolo cerâmico
• Bloco de concreto
• Concreto celular
• Bloco de vidro
• Blocos de gesso
• Pedra
TIJOLOS
• TIJOLOS CERÂMICOS: Mais baratos, fácil de ser
encontrado, bom desempenho térmico, rapidez na
execução, baixo peso, quebra fácil.

TIJOLOS FURADOS TIJOLO MACIÇO


BLOCOS DE CONCRETO

– Bom isolamento acústico, baixo desempenho térmico, menor


consumo de argamassa, reduzido tempo de assentamento, pode ficar
aparente, muito pesado, indicado para piscinas e muros de arrimo
CONCRETO CELULAR:
– Peso reduzido, bom desempenho térmico,
poroso, isolamento acústico baixo, ideal para
reformas.
TIJOLOS OU BLOCOS DE VIDRO:
TIPOS DE BLOCO DE GESSO
Bloco tipo S, Standard:
cor branca, para uso gral;

Bloco tipo H - hidrófugo:


cor azul , para uso em ambientes sujeitos à
ação da umidade de forma intermitente;

Bloco tipo GRG - reforçado com fibras de vidro:


cor verde, geralmente empregado em ambientes
de uso coletivo;

Bloco tipo GRGH - hidrofúgo e reforçado:


cor rosa, geralmente empregado em ambientes
de uso coletivo e sujeitos à umidade.
Argamassa para assentamento
• Paredes de tijolos cerâmicos furados ou maciços:
– Cimento, cal e areias.
– 1 : 2 : 8.
– Rendimento da argamassa por saco de cimento de 50
kg:
• Usando tijolos furados – 16 m2.
• Usando tijolos maciços – 10 m2.
• Paredes de blocos de concreto:
– Cimento, cal e areias.
– 1 : ½ : 6.
Parede de alvenaria de tijolo
• Sequência de execução:
– Marcação da parede
– Elevação da parede
– Colocação de contravergas e vergas nas
aberturas de janelas
– Encunhamento das paredes nas vigas e lajes
– Execução de instalações embutidas.
Marcação das paredes

A argamassa de assentamento da primeira fiada deve ser a


mesma definida para a elevação da alvenaria. A espessura
da camada de argamassa na fiada de marcação pode ser de
10 mm a 30 mm.
Levantamento
paredes
ASSENTAMENTO DE TIJOLOS
PAREDE COM TIJOLOS CERÂMICOS
Amarração de paredes
PAREDE

ALINHAMENTO

PRUMO

ESQUADRO
Parede com blocos de concreto
Acunhamento
ou aperto
Encunhamento
Vergas e Contra-Vergas

Verga

Contra-Vergas
Espessuras das Paredes
–De galga ou
cutelo – 5 cm
–Singela
– 9 ou 10 cm
–Dobrada
– 19 ou 20 cm
Espessuras das alvenarias
• Constituintes

Alvenaria singela Alvenaria dobrada Alvenaria singela


Tijolo de 6 furos Tijolo de 6 furos Tijolo de 8 furos
Espessuras das alvenarias
• Constituintes

Alvenaria dobrada Alvenaria de tijolos Alvenaria singela com


Tijolo de 6 furos cerâmicos maciços a tijolos cerâmicos
facão maciços
Paredes de alvenaria estrutural
Paredes de alvenaria estrutural
Paredes de alvenaria estrutural
Parede de alvenaria estrutural
divisória
Divisória
Dry Wall
ALVENARIA
EXECUÇÃO

Page 34
ALVENARIA
CONDIÇÕES DE INÍCIO

Vigas baldrames impermeabilizadas e niveladas, e


o terreno, reaterrado e nivelado.

Laje estar livre, desimpedida e apta a


receber cargas

Eixos de referência devidamente demarcados

Faces dos pilares e vigas chapiscados a 3 dias

Page 35
ALVENA
RIA
FERRAMENTAS

Page 36
ALVENA
RIA
FERRAMENTAS

Page 37
ALVENARIA

FERRAMENTAS
Masseiras e misturador de
argamassa

Page 38
ALVENARIA
FERRAMENTAS

Carrinhos de transporte
adequados

Page 39
ALVENARIA

FERRAMENTAS

Pallet
para
grua

Page 40
ALVENARIA
FERRAMENTAS

Andaimes

Page 41
ALVENARIA
FERRAMENTAS

Escantilhões
• Ajuste do prumo em
duas direções
• Definição do nível
das fiadas de
assentamento
• Execução de arestas
livres

Page 42
PRODUÇÃO DA ARGAMASSA

Produção no Uso de
canteiro de argamassas
obras industrializadas
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
NO CANTEIRO DE OBRAS
Qualidade
variável

Menor custo

Controle difícil

Page 44
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
ARGAMASSAS INDUSTRIALIZADAS

Melhor qualidade

Maior custo

Maior homogeneidade

Possibilita transporte por


mangueiras e aplicação por Mangueiras de transporte
projeção
Projeção

Misturador
Page 45
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
ARGAMASSAS INDUSTRIALIZADAS

Processo de
produção de
argamassa pré-
misturada à seco
armazenada em
silo (Sistema
Matrix)

Page 46
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
SISTEMA MATRIX
1 - Transporte dos silos

2- Estocagem do produto na
obra

3- Transporte pneumático do silo


até a unidade de mistura

4- Unidade de mistura no local de


aplicação

5- Transporte a granel da
argamassa seca

Page 47
PRODUÇÃODA
ARGAMASSA

Produção
Produção no
centralizada
pavimento
na obra

Page 48
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
CENTRALIZADA NA OBRA
Central com betoneira

Mistura mais homogênea

Mais uniformidade Melhor

controle

Necessidade de transporte p/ distribuição

Page 49
PRODUÇÃODA
ARGAMASSA
CENTRALIZADA NA OBRA

Page 50
PRODUÇÃO DA ARGAMASSA

NO PAVIMENTO

Produção descentralizada

Mistura com enchada

Mistura deficiente?

Menos controle

Produção ao lado dos pontos de aplicação

Page 51
PRODUÇÃO DA ARGAMASSA

Misturador de argamassa

Page 52
PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES

½ tijolo ou ½ vez

1 tijolo ou uma vez

Meia vez ou em pé

Uma vez ou deitado

Page 53
PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES

Page 54
PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES

Parede de um tijolo Parede de um tijolo e


meio

Page 55
PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES

Paredes
duplas com
isolante
térmico

Poliestireno
expandido
Page 56
LEVANTAMENTO DA ALVENARIA

O serviço sempre é iniciado pelos cantos

Page 57
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
Detalhes de Amarração
Intertravamento dos tijolos entre paredes
Também deveriam constar em projeto

Page 58
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento

Preparo da estrutura de concreto (“chapiscamento”)

Demarcação

Reforços metálicos

Elevação das paredes

Serviços complementares

Page 59
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento

Preparo da estrutura de concreto (“chapiscamento”)

Demarcação

Reforços metálicos

Elevação das paredes

Serviços complementares

Page 60
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento

Preparo da estrutura de concreto (“chapiscamento”)

Demarcação

Reforços metálicos

Elevação das paredes

Serviços complementares

Page 61
CHAPISCAMENTO DOS PILARES,
VIGAS E LAJES EM CONTATO COM A
ALVENARIA

Melhorar a aderência da interface parede/pilar

Tradicional (com colher de pedreiro)

Page 62
PILARES,
VIGAS E LAJES
EM CONTATO COM A
ALVENARIA
Argamassa industrializada
(com desempenadeira
dentada)

Page 63
CHAPISCAMENTO DOS
PILARES, VIGAS E LAJES

EM CONTATO COM A
ALVENARIA
Chapisco rolado (com rolo de espuma)

Page 64
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento

Preparo da estrutura de concreto (“chapiscamento”)

Demarcação

Reforços metálicos

Elevação das paredes

Serviços complementares

Page 65
DEMARCAÇÃO

Definição da referência de nível (bloco-zero)


Materialização dos eixos de referência

Posicionamento dos blocos de extremidade

Execução da primeira fiada

Fixação dos escantilhões

Page 66
DEMARCAÇÃO

Fazer a locação das paredes no plano


horizontal e vertical

Muitos pedreiros deixam de fazer este


planejamento das fiadas, dizendo: “... depois
eu acerto na massa ...”, mas isto é um
engano e leva a desperdícios.

Page 67
DEMARCAÇÃO

O correto é prever
quantas fiadas serão
necessárias para
alcançar a altura
próxima ao respaldo
das paredes evitando
recortes no final
destas.

Page 68
DEMARCAÇÃO

O levantamento da
parede de modo
desordenado, além de
dar muito mais
trabalho no
acabamento, piora o
aspecto e pode
diminuir a resistência.

Page 69
DEMARCAÇÃO

Materialização dos eixos de referência

Page 70
DEMARCAÇÃO

Definição da
referência
de nível
(bloco-zero)

Page 71
DEMARCAÇÃO

Posicionamento dos blocos de


extremidade

Camada de argamassa para acertar o nível

Page 72
DEMARCAÇÃO

Execução da primeira
fiada

Page 73
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento

Preparo da estrutura de concreto (“chapiscamento”)

Marcação

Reforços metálicos

Elevação

Serviços complementares

Page 74
REFORÇOS METÁLICOS

Fixação em elementos estruturais verticais

Page 75
REFORÇOS METÁLICOS

Fixação nas laterais

Page 76
REFORÇOS
METÁLICOS
Tela é dobrada a cada
duas fiadas
• 10 cm para cima (junto ao
pilar)
• 40 cm embutida na junta
horizontal (entre os blocos)

Page 77
Page 78
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento

Preparo da estrutura de concreto (“chapiscamento”)

Demarcação

Reforços metálicos

Elevação das paredes

Serviços complementares

Page 79
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Uso da colher de pedreiro

Mais facilmente adaptável à mão-de-obra

Utilizada para colocar a argamassa e cortar os tijolos


cerâmicos

Page 80
Uso da colher de pedreiro

Colocação de a argamassa

Cortando o tijolo

Page 81
Uso de bisnaga
• Dificuldade inicial de
implantação
• Necessidade de argamassa
adequada
• Maior regularidade na
definição da espessura
• Maior produtividade
potencial

Page 82
Elevação com o uso de
bisnaga
Page 83
Uso de desempenadeiras tipo palheta

• Formam cordões de
forma não contínua
• Espessura menos regular
que com a bisnaga
• Ideal para assentar
blocos de concreto

Page 84
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Uso de desempenadeiras tipo canaleta

Page 85
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Assentamento de tijolos

Page 86
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Juntas de assentamento

Page 87
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Processos de assentamento

Page 88
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Retirar o excesso

Page 89
Verificação do prumo

Com fio de prumo

Com régua nível

Page 90
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Limpeza com a ajuda de esponja em


alvenarias que não terão revestimento

Page 91
Vergas, contravergas e
coxins pré-moldados
• São viguetas armadas
• Cuidado com o peso
• Padronização dos vãos
• Central de pré-moldados na
obra

Page 92
Vergas, contravergas e coxins pré-moldados
Pontos de Provável
concentração de aparecimento de
tensões fissuras

As vergas, contravergas e
coxins são armados para
que o aço possa absorver os
esforços de tração.

Page 93
Vergas, contravergas e coxins pré-moldados

Page 94
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Patologias decorrentes da falta de vergas

Page 95
Vergas, contravergas e coxins pré-moldados

Verga
• Vencer o vão da abertura, para
suportar a alvenaria que vai acima.
• Absorver as tensões de tração que
se concentram no vértice.

Contraverga
• Absorver as tensões de tração
que se concentram no vértice
inferior das janelas.

Page 96
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Vergas, contravergas e coxins pré-moldados

Coxins:
• Finalidade de absorver as
tensões de tração que se
concentram no vértice inferior
das janelas.
• Pequenas peças pré-moldadas de
concreto armada +-50 cm de
comprimento (modulação dos
tijolos )

Page 97
ELEVAÇÃO DAS PAREDES

Coxins pré-moldados

Page 98
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Cintas e pilaretes
• Aumentam a resistência das elevações
• Minimizam o aparecimento de trincas
• Últimos pavimentos de edifícios
• Paredes com pé-direito alto (> 3m)
• Horizontais e verticais
• Moldados junto com as alvenarias

Page 99
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Pilaretes

Os pilaretes são
armados para
que o aço possa
absorver
eventuais
esforços de
tração.

Page 100
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Cintas horizontais armadas

Vigueta armada, moldada


direto sobre a fiada de tijolos.
As armaduras da vigueta
devem ser chumbadas nos
pilares ou amarradas à
esperas previamente deixadas
nestes

Page 101
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Cintas horizontais – com treliças

1ª Etapa: Aplicação 2ª Etapa: Colocação 3ª Etapa:


da argamassa de da treliça plana sobre Assentamento das
assentamento na 1ª a argamassa de próximas fiadas de
fiada assentamento blocos
Page 102
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Cintas horizontais – com barras retas

Vergalhões finos (6
mm), colocados
dentro da argamassa
de assentamento, em
algumas fiadas, com a
finalidade de reforçar
as alvenarias

Page 103
CONTROLE

Alinhamento das paredes

Nivelamento da primeira fiada

Esquadro de ambientes

Verificação do prumo (verticalidade)

Distribuição dos blocos e fixação de reforços


metálicos

Page 104
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento

Preparo da estrutura de concreto (“chapiscamento”)

Marcação

Reforços metálicos

Elevação

Serviços complementares

Page 105
ESQUADRIAS DE PORTAS

Batentes envolventes metálicos ou de madeira

Page 106
ESQUADRIAS DE JANELAS

Uso de
Uso de
contramarcos
gabaritos para
pré-moldados
máxima
de
precisão
argamassa
dimensional
armada
INSTALAÇÕES

Instalações em tijolos cerâmicos comuns

Embutimento por corte com talhadeira ou


cortadeira elétrica

Page 108
INSTALAÇÕES
• CORTE DA ALVENARIA

• Cuidados com o impacto para não danificar


o encunhamento ou soltar o revestimento

Corte manual

Corte Mecanizado

Page 109
INSTALAÇÕES

Instalações em blocos de
concreto
• Embutimento prévio em blocos
vazados ou com furos na direção
vertical
• Cortes com equipamentos
adequados
• Embutimento prévio de caixas

Page 110
INSTALAÇÕES

Utilização de “shafts”

Eixos de
centralização das
prumadas das
instalações.
Otimizam as
instalações, e
facilitam a
manutenção.

Page 111
INSTALAÇÕES

Uso de paredes
hidráulicas

Cortes com
equipamentos
adequados

Tratamento das
prumadas

Page 112
ENCUNHAMENTO

Fixação superior horizontal

Finalidade de fixar a elevação na estrutura

Evita o surgimento de fissuras horizontais no


revestimento na linha horizontal de interface
elevação/estrutura

Encunhamento com
Encunhamento tradicional argamassa expansiva

Page 113
ENCUNHAMENTO

Sistemas que exerçam pressão das


elevações contra a estrutura.

Page 114
ENCUNHAMENTO

Tradicional

Os tijolos inclinados são colocados sob


pressão, de forma a pressionar
verticalmente a alvenaria de elevação

Page 115
ENCUNHAMENTO

Com argamassa expansiva

Page 116
ENCUNHAMENTO

Com espuma de poliuretano

Page 117
ENCUNHAMENTO

Com argamassa de baixo módulo

Page 118
ENCUNHAMENTO

Com argamassa de baixo módulo

Page 119
ENCUNHAMENTO

DIRETRIZES

Retardar ao máximo (mínimo 7 a 14 dias)

Colocar antes toda a carga permanente possível (ex:


contrapiso)

Fazer cortes para o embutimento das instalações


(elétricas, hidráulicas,...) antes da fixação

Page 120
ENCUNHAMENTO
DIRETRIZES

Executar a fixação
No mínimo 3 ou 4 dos pavimentos
pavimento de superiores para os
alvenaria já inferiores
executados acima (alternativa – em
do que será conjuntos de 3 ou
executada a fixação 4 pavimentos de
cima para baixo)
FIXAÇÃO HORIZONTAL
PATOLOGIAS

Fissuras nas
interfaces
elevações/vigas

Page 122
PLANEJAMENTO

Sequência ideal:

• elevação de cima para baixo com


toda a estrutura executada e
fixação de cima para baixo com
toda alvenaria executada

Page 123
PRAZOS
MÍNIMOS
Demarcação
• 30 dias da concretagem da laje

Elevação das paredes


• defasagem de 1 semana da demarcação (e
sem escoramento da laje superior)

Encunhamento
• 70 dias da concretagem da laje

Page 124
REFERÊNCIAS

Aulas de vedações verticais do PCC-POLI- USP.

Aulas de vedações verticais do UFPR.

Page 125
Sistemas de Impermeabilização 1

PROF. Me. DOMINGOS SÁVIO

Page 126
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades

Conjunto de produtos e serviços (insumos)


dispostos em camadas ordenadas,
destinado a conferir estanqueidade a uma
construção protegendo-a contra a ação
deletéria de fluidos, de vapores e da
umidade
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Norma de referência
- NBR 9575: 2010 – Impermeabilização: projeto e
seleção
- NBR 9686: 2006 – Solução e emulsão asfálticas
empregadas como material de imprimação na
impermeabilização
- NBR 9952:2014 - Mantas Asfálticas para
Impermeabilização;
- NBR 9574: 2009 - Execução de
Impermeabilização

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
- Estanqueidade é a propriedade de um
elemento (ou de um conjunto de
componentes) de impedir a penetração ou
passagem de fluidos através de si. A sua
determinação esta associada a uma pressão-
limite de utilização (a que se relaciona com as
condições de exposição do elemento ao fluido)
- Impermeabilidade é propriedade de um
produto de ser impermeável aos fluidos. A sua
determinação esta associada a uma pressão-
limite convencionada em ensaio específico
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
- Impermeabilização é o conjunto de operações
e técnicas construtivas (serviços), composto
por uma ou mais camadas, que tem por
finalidade proteger as construções contra a
ação deletéria de fluidos, de vapores e da
umidade

PRINCIPAL FLUÍDO ATUANTE É A ÁGUA

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Água de percolação Paredes, Coberturas,
(ex.: chuva, lavagem) Pisos

Umidade de solo Fundações, Cortinas,


(ascensão capilar) Pisos sobre solo

Água sob pressão Piscinas e


(unilateral ou bilateral) reservatórios

Superfícies expostas
Água de condensação
ao vapor e ao frio

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização

Então... Como
proteger a edificação
destes agentes?

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
- Evitar o contato com o elemento: detalhes
construtivos de fachada, rebaixamento do
lençol freático, uso de barreiras duplas
(paredes e esquadrias duplas, blocos
vazados), coberturas inclinada
- Permitir o contato, impedindo a penetração 
IMPERMEABILIZAÇÃO

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Importância econômica e de desempenho da
edificação
- Representa 2 a 3% do custo total de um
empreendimento
- Responsável por 50% dos problemas em
edificações
- Custos de reparos de até 20% do custo total de
um empreendimento
- Patologias por falta de projeto de
impermeabilização e desinformação
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades

Proteção Camada
Mecânica Separador
Regularização a
Impermeabilizaç
Base o

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Camadas do sistema de impermeabilização
genérico
- Base: Impacta na escolha da
impermeabilização em função do grau de
fissuração, deformabilidade em função das
cargas e movimentação térmica...
- Regularização: Regularizar o substrato,
proporcionando uma superfície uniforme de
apoio adequado à camada impermeável
(quando necessário, deve ter inclinação de no
mínimo 1%)
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Camadas do sistema de impermeabilização genérico
- Camada impermeável: estrato com a função de
prover uma barreira contra a passagem de fluidos
- Camada separadora: camada com a função de
evitar aderência de outros materiais sobre a
camada impermeável (papel Kraft betumado, lâmina
plástica pré-formada)
- Proteção mecânica: camada com a função de
absorver e dissipar os esforços atuantes sobre a
camada impermeável, de modo a protegê-la contra
a ação deletéria destes esforços

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades

Proteção Isolante
Mecânica térmico
Regularização
Impermeabilizaçã
Base o

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Camadas do sistema de impermeabilização genérico
- Proteção térmica: camada com a função de reduzir
o gradiente de temperatura atuante sobre a camada
impermeável, de modo a protegê-la contra os
efeitos danosos da temperatura
- os materiais mais utilizados como isolantes
térmicos são a fibra de mateira, cortiça, lã de vidro,
espuma rígida de poliuretano, concreto celular
- são apresentados soba a forma de placas e, em
geral, são colados com emulsão asfáltica

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Classificação dos sistemas de impermeabilização
- Rígidos: baixa capacidade de absorver
deformações de base (principalmente deformações
concentradas – fissuras e trincas)
- Flexíveis: suportam deformações da base com
amplitudes variáveis (em função do sistema de
impermeabilização), inclusive em fissuras e trincas
- Sem reforço
- Reforçados (com materiais resistentes à tração)

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização rígidos
- Concreto “impermeável”
- Com aditivos “impermeabilizantes”
- Sem aditivos
- Argamassa “impermeável”
- Argamassa com hidrofugantes
- Argamassas poliméricas (aditivadas com
polímeros)
- Cimentos poliméricos e cristalizantes
- Cimentos impermeabilizantes e poliméricos
- Cimentos impermeabilizantes e líquidos
seladores
- Bloqueadores hidráulicos
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades

Impermeabilização (rígida)

Base

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização flexíveis: suportam
deformações da base com amplitudes variáveis (em
função do sistema de impermeabilização), inclusive
em fissuras e trincas
- Membranas (moldadas no local)
- Asfálticas
- Poliméricas
- Elastoméricas (neoprene, hypalon)
- acrílicas

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização flexíveis:
- Membranas (pré-formadas)
- Asfálticas
- Poliméricas
- Elastoméricas (putílicas, EPDM)
- Plásticas (PVC, PEAD)
- Membranas (moldadas no local)
- Asfálticas
- A quente (com asfalto oxidado)
- A frio (emulsão asfáltica)
- Solução asfáltica modificada com
polímeros (geralmente a frio)
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização flexíveis:

membrana asfáltica a quente, Membrana asfáltica a frio, reforçada


Membrana asfáltica a quente, com ,véu de fibra de vidro
reforçada com feltro asfáltico

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização flexíveis:
- Membranas (moldadas no local)
- Acrílicas
- Sem adição de cimento
- Com adição de cimento (MAI)

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização flexíveis:

Membrana acrílica com adição de membrana acrílica impermeável


cimento (reforçada com tela de
poliéster)  MAI (membrana acrílica
impermeável)

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização flexíveis:
- Mantas (pré-moldadas)
- Asfálticas

Manta asfáltica (4 mm, com maçarico)

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Sistemas de impermeabilização flexíveis:
- Mantas (pré-moldadas)
- Poliméricas
- EPDM (de borracha)

Manta asfáltica (4 mm, com maçarico)

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Pré-fabricadas Moldadas no local
- espessura definida e - Espessura variável,
controlado pelo com pontos de menor
processo industrial espessura mais frágeis

- Conhecimento prévio - Conhecimento das


das características do características dos
sistema materiais componentes
- Aplicação em camadas
- aplicação normalmente superpostas, sujeita a
em Única camada interferências

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Pré-fabricadas Moldadas no local
- maior velocidade de - menor velocidade de
aplicação, com maior aplicação, com maiores
rendimento de mão de custos de mão-de-obra
obra
- maior facilidade de - maior dificuldade,
controle de aplicação como número de
camadas, consumo/m²,
tempo de secagem, etc.
- maior dificuldade em - maior facilidade de
áreas com muitas aplicação em áreas
interferências com muitas
interferências
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Classificação dos sistemas de impermeabilização de
acordo com a aderência do substrato
- Aderido ao substrato: conjunto de materiais ou
produtos aplicáveis às partes construtivas,
totalmente aderidos ao substrato
- colagem: asfalto quente - CAQ / maçarico a gás –
CMG
- exigido quando não levam lastro pesado na
face
- superior (arrancamento pelo vento)
- planos verticais
- fundo de caixas d´água
Curso: Engenharia Civil
e piscinas
Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Classificação dos sistemas de impermeabilização de
acordo com a aderência do substrato
- Parcialmente aderido: conjunto de materiais ou
produtos aplicáveis às partes construtivas,
parcialmente aderidos ao substrato
- Não aderido: conjunto de materiais ou produtos
aplicáveis as partes construtivas, totalmente não
aderidos ao substrato
- Melhor desempenho (acomodação ao
alongamento)
- Difícil para localizar pontos de infiltração
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Principais sistemas empregados nas edificações
- Membranas e mantas asfálticas
- Argamassa impermeável com aditivo
- Hidrófugo
- Argamassa polimérica (+ argamassa + cimento
modificada com polímero)
- Membranas asfálticas
- Membranas acrílicas
- Manta asfáltica
- Mantas poliméricas (EPDM e PVC)

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Principais sistemas empregados nas edificações
- Fundações e cortinas
- Membranas e mantas asfálticas
- Membranas poliméricas
- Impermeabilizações rígidas
- Caixas d’água e piscinas
- Impermeabilizações rígidas (exceto caixas
d’água elevadas)
- Mantas poliméricas
- Mantas asfálticas (exceto para caixas d’água
potável)
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Principais sistemas empregados nas edificações
- Coberturas e áreas externas
- Mantas e membranas asfálticas
- Mantas e membranas poliméricas
- Áreas internas de edifícios
- membranas poliméricas e asfálticas
- Mantas asfálticas
- Argamassas poliméricas

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização

Como escolher o
sistema de
impermeabilização?

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Como escolher o sistema de impermeabilização
- Requisitos e condições de exposição
- Pressão hidrostática - Complexidade da
- Frequencia da umidade superfície
- Exposição ao sol - Inclinação da
- Exposição a cargas superfície
- Movimentação da base - Interf. Com
instalações
- Fissuração da base
- Custo
- Extensão da aplicação
- Durabilidade
- Espessura
Curso: Engenharia Civil Aula 38 - confiabilidade
– Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Como escolher o sistema de impermeabilização
- Características do sistema
- Custo inicial
- Vida útil e garantias
- Resistência mecânica
- Resistência à intempéries
- Flexibilidade (capacidade de absorver
deformações)
- Forma de aplicação
- Possibilidade de reparo

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Falhas básicas
- Ausência de projeto
- Escolha inadequada de materiais ou sistemas
- Dimensionamento
- Detalhes

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Detalhes
- Juntas
- Não execução de rodapé de impermeabilização
30cm acima do piso acabado
- Não consideração da argamassa de
regularização para a previsão da cota de
passagem de água por vigas invertidas

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Detalhes
- Falta de proteção da base de platibanda,
permitindo a infiltração sob a impermeabilização
- Falta de proteção mecânica
- Erros de projeção em outras partes do edifício
com rede pluvial mal projetada ou executada,
falta de desnível na soleira e outros que causam
infiltrações, rupturas depois à
impermeabilização
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Falha na qualidade dos materiais
- Materiais não normatizados com propriedades
inadequados às utilizações
- Materiais adulterados: controle da qualidade
- Adulteração por parte do fornecedor ou
aplicador

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Falhas na execução
- Falta de argamassa de regularização que
ocasiona a perfuração da impermeabilização
- Não arredondamento dos cantos e arestas
- Execução da impermeabilização sobre base
úmida que compromete a aderência, gerando
bolhas que poderão ocasionar deslocamentos e
rupturas das películas impermeabilizantes

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Falhas na execução
- Execução da impermeabilização sobre base
empoeirada, comprometendo a aderência
- Juntas: travadas por tábuas ou pedras, com
cantos cortantes que podem “mastigar” a
impermeabilização; arremate de aresta da junta
executada com argamassa que pode
desprender-se pela ação do mastigue
- falta de berço para a manta butílica
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Falhas na execução
- uso de camadas grossas na aplicação da
emulsão asfáltica para economia de tempo,
dificultando a cura da emulsão
- falhas em emendas; pouco transpasse e mau
uso do maçarico de ar quente nas mantas de
PVC
- perfuração de mantas pela ação de sapatas com
areia, carrinhos, etc.
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Falhas na execução
- não aplicação das últimas camadas de hypalon,
deixando o neoprene exposto às intempéries,
ocasionando deterioração rápida

Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)


Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Problemas frequentes que resultam em insucesso da
impermeabilização
- Falhas de utilização e manutenção
- danos causados na obra pela colocação de peso
excessivo (entulho, equipamentos) sobre a
impermeabilização, quando sobre esta existe
apenas uma proteção provisória
- perfuração da impermeabilização sem qualquer
reparo, após a instalação de atentas, varais, etc.
- danos causados à impermeabilização por
ocasião de troca de pisos
Curso: Engenharia Civil Aula 38 – Impermeabilizações (1/2)
Disciplina: Construção de Edifícios I Prof. Me. Luis Cândido
Sistema Flexível --- Suporta
somente Pressão Positiva

Sistema Rígido --- Suporta


Pressão Positiva e Negativa

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DÚVIDAS?

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Sistemas de Impermeabilização 2

PROF. ENGº DOMINGOS SÁVIO, [Link].

Page 172
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Partes do projeto de impermeabilização
- Memorial descritivo e justificativo
- Desenhos e detalhes específicos.
- Especificações dos materiais a serem empregados
e dos serviços a serem executados.
- Planilha de quantidade de serviços a serem
realizados.
- Estimativa de custos dos serviços a serem
realizados.

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173
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Inclinações e cantos
- Evitar acúmulo de água
- Compatibilizar a posição de ralos
- Evitar estar encostado em paredes
- Inclinação mínima 1%
- Arredondar os cantos (evitar rasgamento)
- Deixar arremates para ralos

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174
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Inclinações e cantos

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175
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos
- em número adequado para permitir o rápido
escoamento
- o chumbamento sem falhas é essencial
- o sistemas devem “virar” nos ralos
- tratamentos específicos (selamento, reforço)
- previsão de como arrematar o revestimento

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176
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos

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177
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos

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178
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos

Selante elastomérico Membrana asfáltica com véu

Curso: Engenharia Civil


Page Prof. Engº Luis Cândido
Disciplina: Construção de Edifícios I179 179
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos

Membrana acrílica Membrana polimérica

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180
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos

Manta

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181
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé
- Virada “mínima” de 30 cm
- arredondamento da regularização (evitar
fissuração)
- arremate das mantas
- previsão de junta de separação da camada de
revestimento

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182
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé

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183
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé

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184
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé

Argamassa Polimérica Membrana asfáltica com véu

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185
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé

Membrana acrílica Manta asfáltica

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186
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Soleiras
- deverão estar colocadas acima da camada de
impermeabilizante
- desnível entre áreas molhadas e secas
- prever níveis de piso acabado
- arredondamento dos cantos
- passar 50 cm para a área seca
- prever junta na camada de revestimento de piso

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187
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Soleiras

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188
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Soleiras

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189
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações
- acabamento com “rodapé” com 30 cm de altura
mínima
- o chumbamento é essencial
- detalhes específicos de selamento
- junta na camada de proteção mecânica

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190
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações

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191
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações

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192
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações

Argamassa Polimérica Membrana asfáltica com véu

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193
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações

Membrana acrílica Manta asfáltica

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194
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Juntas
- usar junta como divisor de águas (evitar
empoçamento)
- prever camadas de reforço do sistema (flexíveis)
- utilizar limitador de profundidade e selantes como
acabamento
- utilizar componentes específicos para o caso (junta
jeene; fungenband, etc)

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195
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Juntas

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196
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Juntas

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197
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras
- passar a impermeabilização por cima das muretas
- arredondamento dos cantos e inclinações
- prever proteção contra raízes
- prever drenos de escoamento
- é recomendável utilizar rufos e peitoris de proteção

Curso: Engenharia Civil


Page Prof. Engº Luis Cândido
Disciplina: Construção de Edifícios I198 198
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras

Curso: Engenharia Civil


Page Prof. Engº Luis Cândido
Disciplina: Construção de Edifícios I199 199
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras

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200
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras

Page 201
201
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras

Manta asfáltica

Page 202
202
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras

Manta asfáltica

Page 203
203
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Holofotes de piscina
- prever arremate
- verificar a interferência com os equipamentos de
iluminação
- prever a passagem dos eletrodutos
- prever reforços necessários
- pensar no acabamento do revestimento

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204
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Holofotes de piscina

Page 205
205
Sistemas de Impermeabilização 3

PROF. ENGº DOMINGOS SÁVIO, [Link].


Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo
Cuidados iniciais
- O substrato a ser impermeabilizado não pode
apresentar cantos e arestas vivos, os quais têm de ser
arredondados com raio compatível com o sistema de
impermeabilização a ser empregado;
- As superfícies precisam estar limpas de poeira, óleo
ou graxa, isentas de restos de fôrma, pontas de ferro,
partículas soltas, etc.;

207
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo
Cuidados iniciais
- Toda superfície a ser impermeabilizada e que requeira
escoamento de água tem caimento mínimo de 1% no
sentido dos ralos;
- A superfície deve ser isenta de protuberâncias e com
resistência e textura compatíveis com o sistema de
impermeabilização a ser empregado

208
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica

209
Substratos internos: Revestimentos argamassados e de gesso
Processo Executivo – Manta asfáltica
0. Ferramentos

Rolo Maçarico

Colher de pedreiro
Estilete

210
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após a regularização e
limpeza do local, aplique o
primer na base
regularizada e limpa com
auxílio de boneca ou rolo.
- Espere 4h para começara
aplicar a manta

211
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Aplique o primer no
rodapé (meia-cana),
sempre de cima para
baixo.

212
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após a cura do primer –
sempre partindo do lado
mais baixo – desenrole a
primeira manta e verifique se
o encontro com a superfície
vertical (parede, platibanda)
está perfeito. Se não estiver,
enrole a manta novamente,
ajeite a posição do rolo, e o
desenrole de novo.

213
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Acertada a posição da
primeira manta, enrole-a
novamente. Com o
maçarico, aqueça
simultaneamente o
primer e o verso da
manta.

214
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Enquanto aquece, vá
desenrolando a manta
e pressionando-a
firmemente contra a
base

215
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Depois que a primeira manta já estiver soldada ao primer,
desenrole a segunda. É PRECISO SOBREPOR 10 CM.

216
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Cuide para que a manta já aplicada e a nova fiquem
perfeitamente paralelas. Enrole e desenrole quantas vezes
forem necessárias, até acertar.

217
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Com o maçarico, aqueça
simultaneamente o primer,
uma faixa de 10 cm no início
da manta já instalada e o
verso da manta nova.
- Enquanto aquece, vá
desenrolando a nova manta
e pressionando-a
firmemente contra a base e
o topo da manta já instalada

218
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Aqueça a colher de
pedreiro e a
sobreposição de mantas
simultaneamente

219
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Pressione o encontro das duas mantas, até fundi-las

220
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Deixe uma dobra de 20
cm no encontro das
mantas com superfícies
verticais. No caso de
jardineiras e banheiras
encostadas em paredes,
ultrapasse em 30 cm a
altura em que a água
poderá chegar.

221
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Corte uma faixa de
manta e aplique-a na
parede como foi feito no
piso, de forma que se
sobreponha à manta
aplicada na base.

222
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- No caso de jardineiras e
peitoris, cubra todo o
topo da parede.

I 223
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após o posicionamento da faixa recortada, retire-a.
Aqueça o primer, o verso da faixa e a extremidade da
manta aplicada na base. Cole firmemente a faixa de
manta na parede e na manta já aplicada na base.

224
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após o posicionamento da
faixa recortada, retire-a.
Aqueça o primer, o verso da
faixa e a extremidade da
manta aplicada na base.
Cole firmemente a faixa de
manta na parede e na
manta já aplicada na base.

225
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Pressione muito bem
a manta contra a base
e contra a manta já
aplicada.

226
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Onde houver ralo,
faça a soldagem para
a aderência entre as
superfícies da nova
manta e a manta do
recorte do ralo.

227
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Com o estilete, corte um círculo que corresponda ao
tamanho do ralo

228
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Com a colher de pedreiro aquecida, faça o
acabamento.

229
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Deixe a área impermeabilizada imersa em água por no
mínimo 72 horas.

230
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Antes de fazer o revestimento, coloque a camada
separadora..

231
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- O ralo deve estar cercado de um rebaixo quadrado

232
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Corte um pedaço de manta de 20 cm x 10 cm

233
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com o estilete, faça cortes transversais, a cada 3 cm,
sempre até a metade da manta

234
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Solde um dos cantos opostos aos recortes

235
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Dobre a manta e cole, formando um rolinho

236
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Coloque o cilindro no ralo, de forma que as tiras
fiquem para fora, formando uma "margarida".

237
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a ajuda do maçarico, solde as tiras sobre a base,
nas laterais do tubo de queda.

238
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a colher de pedreiro, pressione as tiras contra o
piso

239
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a colher de pedreiro, pressione as tiras contra o
piso

240
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Posicione a manta para a soldagem

241
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a ajuda do maçarico, solde a manta sobre a
margarida e o primer da base.

242
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- No lugar da abertura do ralo, faça dois cortes em
forma de cruz.

243
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Solde os pedaços
resultantes dos cortes
em cruz no interior do
tubo de queda.

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Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Use a colher de pedreiro para moldar a manta nas
laterais do tubo de queda

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Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Repita os passos 1 e 2 da impermeabilização do ralo.
Mas na tubulação, coloque a manta com as tiras para
baixo e solde-as, fixando-as ao piso com auxílio de
maçarico e colher de pedreiro

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Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Coloque um pedaço de manta sobre o topo da
tubulação e pressione.

247
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Com estilete, corte a circunferência marcada na
manta.

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Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Insira o pedaço da manta a partir do topo da
tubulação e cole-a sobre as tiras da margarida e a
base, com o auxílio do maçarico. Sempre coloque
forte pressão.

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