Tipos e Execução de Alvenarias
Tipos e Execução de Alvenarias
Paredes e Divisórias
1. Funções
1. Proteger
2. Dividir
3. Arrimar
4. Estrutural
2. Tipos
1. Alvenaria de tijolos cerâmicos, de
pedra, de concreto, de gesso
2. Divisórias de gesso, madeira.
3. Resistência
1. Às cargas
2. Ao fogo
3. Ao ventos
4. À água
4. Constituintes
1. Tijolos e blocos
2. Argamassas
5. Execução:
1. Prumo, nível, alinhamento,
ELEMENTOS CONSTRUTIVOS
• Tijolo cerâmico
• Bloco de concreto
• Concreto celular
• Bloco de vidro
• Blocos de gesso
• Pedra
TIJOLOS
• TIJOLOS CERÂMICOS: Mais baratos, fácil de ser
encontrado, bom desempenho térmico, rapidez na
execução, baixo peso, quebra fácil.
ALINHAMENTO
PRUMO
ESQUADRO
Parede com blocos de concreto
Acunhamento
ou aperto
Encunhamento
Vergas e Contra-Vergas
Verga
Contra-Vergas
Espessuras das Paredes
–De galga ou
cutelo – 5 cm
–Singela
– 9 ou 10 cm
–Dobrada
– 19 ou 20 cm
Espessuras das alvenarias
• Constituintes
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ALVENARIA
CONDIÇÕES DE INÍCIO
Page 35
ALVENA
RIA
FERRAMENTAS
Page 36
ALVENA
RIA
FERRAMENTAS
Page 37
ALVENARIA
FERRAMENTAS
Masseiras e misturador de
argamassa
Page 38
ALVENARIA
FERRAMENTAS
Carrinhos de transporte
adequados
Page 39
ALVENARIA
FERRAMENTAS
Pallet
para
grua
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ALVENARIA
FERRAMENTAS
Andaimes
Page 41
ALVENARIA
FERRAMENTAS
Escantilhões
• Ajuste do prumo em
duas direções
• Definição do nível
das fiadas de
assentamento
• Execução de arestas
livres
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PRODUÇÃO DA ARGAMASSA
Produção no Uso de
canteiro de argamassas
obras industrializadas
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
NO CANTEIRO DE OBRAS
Qualidade
variável
Menor custo
Controle difícil
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PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
ARGAMASSAS INDUSTRIALIZADAS
Melhor qualidade
Maior custo
Maior homogeneidade
Misturador
Page 45
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
ARGAMASSAS INDUSTRIALIZADAS
Processo de
produção de
argamassa pré-
misturada à seco
armazenada em
silo (Sistema
Matrix)
Page 46
PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
SISTEMA MATRIX
1 - Transporte dos silos
2- Estocagem do produto na
obra
5- Transporte a granel da
argamassa seca
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PRODUÇÃODA
ARGAMASSA
Produção
Produção no
centralizada
pavimento
na obra
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PRODUÇÃO DA
ARGAMASSA
CENTRALIZADA NA OBRA
Central com betoneira
controle
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PRODUÇÃODA
ARGAMASSA
CENTRALIZADA NA OBRA
Page 50
PRODUÇÃO DA ARGAMASSA
NO PAVIMENTO
Produção descentralizada
Mistura deficiente?
Menos controle
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PRODUÇÃO DA ARGAMASSA
Misturador de argamassa
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PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES
½ tijolo ou ½ vez
Meia vez ou em pé
Page 53
PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES
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PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES
Page 55
PROJETO
ARQUITETÔNICO
ESPESSURAS DAS PAREDES
Paredes
duplas com
isolante
térmico
Poliestireno
expandido
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LEVANTAMENTO DA ALVENARIA
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LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
Detalhes de Amarração
Intertravamento dos tijolos entre paredes
Também deveriam constar em projeto
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LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento
Demarcação
Reforços metálicos
Serviços complementares
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LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento
Demarcação
Reforços metálicos
Serviços complementares
Page 60
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento
Demarcação
Reforços metálicos
Serviços complementares
Page 61
CHAPISCAMENTO DOS PILARES,
VIGAS E LAJES EM CONTATO COM A
ALVENARIA
Page 62
PILARES,
VIGAS E LAJES
EM CONTATO COM A
ALVENARIA
Argamassa industrializada
(com desempenadeira
dentada)
Page 63
CHAPISCAMENTO DOS
PILARES, VIGAS E LAJES
EM CONTATO COM A
ALVENARIA
Chapisco rolado (com rolo de espuma)
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LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento
Demarcação
Reforços metálicos
Serviços complementares
Page 65
DEMARCAÇÃO
Page 66
DEMARCAÇÃO
Page 67
DEMARCAÇÃO
O correto é prever
quantas fiadas serão
necessárias para
alcançar a altura
próxima ao respaldo
das paredes evitando
recortes no final
destas.
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DEMARCAÇÃO
O levantamento da
parede de modo
desordenado, além de
dar muito mais
trabalho no
acabamento, piora o
aspecto e pode
diminuir a resistência.
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DEMARCAÇÃO
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DEMARCAÇÃO
Definição da
referência
de nível
(bloco-zero)
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DEMARCAÇÃO
Page 72
DEMARCAÇÃO
Execução da primeira
fiada
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LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento
Marcação
Reforços metálicos
Elevação
Serviços complementares
Page 74
REFORÇOS METÁLICOS
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REFORÇOS METÁLICOS
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REFORÇOS
METÁLICOS
Tela é dobrada a cada
duas fiadas
• 10 cm para cima (junto ao
pilar)
• 40 cm embutida na junta
horizontal (entre os blocos)
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Page 78
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento
Demarcação
Reforços metálicos
Serviços complementares
Page 79
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Uso da colher de pedreiro
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Uso da colher de pedreiro
Colocação de a argamassa
Cortando o tijolo
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Uso de bisnaga
• Dificuldade inicial de
implantação
• Necessidade de argamassa
adequada
• Maior regularidade na
definição da espessura
• Maior produtividade
potencial
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Elevação com o uso de
bisnaga
Page 83
Uso de desempenadeiras tipo palheta
• Formam cordões de
forma não contínua
• Espessura menos regular
que com a bisnaga
• Ideal para assentar
blocos de concreto
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ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Page 85
ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Assentamento de tijolos
Page 86
ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Juntas de assentamento
Page 87
ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Processos de assentamento
Page 88
ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Retirar o excesso
Page 89
Verificação do prumo
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ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Page 91
Vergas, contravergas e
coxins pré-moldados
• São viguetas armadas
• Cuidado com o peso
• Padronização dos vãos
• Central de pré-moldados na
obra
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Vergas, contravergas e coxins pré-moldados
Pontos de Provável
concentração de aparecimento de
tensões fissuras
As vergas, contravergas e
coxins são armados para
que o aço possa absorver os
esforços de tração.
Page 93
Vergas, contravergas e coxins pré-moldados
Page 94
ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Page 95
Vergas, contravergas e coxins pré-moldados
Verga
• Vencer o vão da abertura, para
suportar a alvenaria que vai acima.
• Absorver as tensões de tração que
se concentram no vértice.
Contraverga
• Absorver as tensões de tração
que se concentram no vértice
inferior das janelas.
Page 96
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Vergas, contravergas e coxins pré-moldados
Coxins:
• Finalidade de absorver as
tensões de tração que se
concentram no vértice inferior
das janelas.
• Pequenas peças pré-moldadas de
concreto armada +-50 cm de
comprimento (modulação dos
tijolos )
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ELEVAÇÃO DAS PAREDES
Coxins pré-moldados
Page 98
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Cintas e pilaretes
• Aumentam a resistência das elevações
• Minimizam o aparecimento de trincas
• Últimos pavimentos de edifícios
• Paredes com pé-direito alto (> 3m)
• Horizontais e verticais
• Moldados junto com as alvenarias
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ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Pilaretes
Os pilaretes são
armados para
que o aço possa
absorver
eventuais
esforços de
tração.
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ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Cintas horizontais armadas
Page 101
ELEVAÇÃO DAS
PAREDES
Cintas horizontais – com treliças
Vergalhões finos (6
mm), colocados
dentro da argamassa
de assentamento, em
algumas fiadas, com a
finalidade de reforçar
as alvenarias
Page 103
CONTROLE
Esquadro de ambientes
Page 104
LEVANTAMENTO DA
ALVENARIA
PRINCIPAIS ETAPAS
Desobstrução, limpeza e lavagem do pavimento
Marcação
Reforços metálicos
Elevação
Serviços complementares
Page 105
ESQUADRIAS DE PORTAS
Page 106
ESQUADRIAS DE JANELAS
Uso de
Uso de
contramarcos
gabaritos para
pré-moldados
máxima
de
precisão
argamassa
dimensional
armada
INSTALAÇÕES
Page 108
INSTALAÇÕES
• CORTE DA ALVENARIA
Corte manual
Corte Mecanizado
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INSTALAÇÕES
Instalações em blocos de
concreto
• Embutimento prévio em blocos
vazados ou com furos na direção
vertical
• Cortes com equipamentos
adequados
• Embutimento prévio de caixas
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INSTALAÇÕES
Utilização de “shafts”
Eixos de
centralização das
prumadas das
instalações.
Otimizam as
instalações, e
facilitam a
manutenção.
Page 111
INSTALAÇÕES
Uso de paredes
hidráulicas
Cortes com
equipamentos
adequados
Tratamento das
prumadas
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ENCUNHAMENTO
Encunhamento com
Encunhamento tradicional argamassa expansiva
Page 113
ENCUNHAMENTO
Page 114
ENCUNHAMENTO
Tradicional
Page 115
ENCUNHAMENTO
Page 116
ENCUNHAMENTO
Page 117
ENCUNHAMENTO
Page 118
ENCUNHAMENTO
Page 119
ENCUNHAMENTO
DIRETRIZES
Page 120
ENCUNHAMENTO
DIRETRIZES
Executar a fixação
No mínimo 3 ou 4 dos pavimentos
pavimento de superiores para os
alvenaria já inferiores
executados acima (alternativa – em
do que será conjuntos de 3 ou
executada a fixação 4 pavimentos de
cima para baixo)
FIXAÇÃO HORIZONTAL
PATOLOGIAS
Fissuras nas
interfaces
elevações/vigas
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PLANEJAMENTO
Sequência ideal:
Page 123
PRAZOS
MÍNIMOS
Demarcação
• 30 dias da concretagem da laje
Encunhamento
• 70 dias da concretagem da laje
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REFERÊNCIAS
Page 125
Sistemas de Impermeabilização 1
Page 126
Sistemas de Impermeabilização
Conceito e generalidades
Superfícies expostas
Água de condensação
ao vapor e ao frio
Então... Como
proteger a edificação
destes agentes?
Proteção Camada
Mecânica Separador
Regularização a
Impermeabilizaç
Base o
Proteção Isolante
Mecânica térmico
Regularização
Impermeabilizaçã
Base o
Impermeabilização (rígida)
Base
Como escolher o
sistema de
impermeabilização?
Page 170
DÚVIDAS?
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Sistemas de Impermeabilização 2
Page 172
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Partes do projeto de impermeabilização
- Memorial descritivo e justificativo
- Desenhos e detalhes específicos.
- Especificações dos materiais a serem empregados
e dos serviços a serem executados.
- Planilha de quantidade de serviços a serem
realizados.
- Estimativa de custos dos serviços a serem
realizados.
Page 173
173
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Inclinações e cantos
- Evitar acúmulo de água
- Compatibilizar a posição de ralos
- Evitar estar encostado em paredes
- Inclinação mínima 1%
- Arredondar os cantos (evitar rasgamento)
- Deixar arremates para ralos
Page 174
174
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Inclinações e cantos
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175
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos
- em número adequado para permitir o rápido
escoamento
- o chumbamento sem falhas é essencial
- o sistemas devem “virar” nos ralos
- tratamentos específicos (selamento, reforço)
- previsão de como arrematar o revestimento
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176
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos
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177
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos
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178
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos
Page 180
180
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Ralos
Manta
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181
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé
- Virada “mínima” de 30 cm
- arredondamento da regularização (evitar
fissuração)
- arremate das mantas
- previsão de junta de separação da camada de
revestimento
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182
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé
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183
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé
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184
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé
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185
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Rodapé
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186
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Soleiras
- deverão estar colocadas acima da camada de
impermeabilizante
- desnível entre áreas molhadas e secas
- prever níveis de piso acabado
- arredondamento dos cantos
- passar 50 cm para a área seca
- prever junta na camada de revestimento de piso
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187
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Soleiras
Page 188
188
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Soleiras
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189
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações
- acabamento com “rodapé” com 30 cm de altura
mínima
- o chumbamento é essencial
- detalhes específicos de selamento
- junta na camada de proteção mecânica
Page 190
190
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações
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191
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações
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192
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações
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193
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Passagens de tubulações
Page 194
194
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Juntas
- usar junta como divisor de águas (evitar
empoçamento)
- prever camadas de reforço do sistema (flexíveis)
- utilizar limitador de profundidade e selantes como
acabamento
- utilizar componentes específicos para o caso (junta
jeene; fungenband, etc)
Page 195
195
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Juntas
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196
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Juntas
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197
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras
- passar a impermeabilização por cima das muretas
- arredondamento dos cantos e inclinações
- prever proteção contra raízes
- prever drenos de escoamento
- é recomendável utilizar rufos e peitoris de proteção
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200
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras
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201
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras
Manta asfáltica
Page 202
202
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Muretas e jardineiras
Manta asfáltica
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203
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Holofotes de piscina
- prever arremate
- verificar a interferência com os equipamentos de
iluminação
- prever a passagem dos eletrodutos
- prever reforços necessários
- pensar no acabamento do revestimento
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204
Sistemas de Impermeabilização
Projeto de impermeabilização
Holofotes de piscina
Page 205
205
Sistemas de Impermeabilização 3
207
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo
Cuidados iniciais
- Toda superfície a ser impermeabilizada e que requeira
escoamento de água tem caimento mínimo de 1% no
sentido dos ralos;
- A superfície deve ser isenta de protuberâncias e com
resistência e textura compatíveis com o sistema de
impermeabilização a ser empregado
208
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
209
Substratos internos: Revestimentos argamassados e de gesso
Processo Executivo – Manta asfáltica
0. Ferramentos
Rolo Maçarico
Colher de pedreiro
Estilete
210
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após a regularização e
limpeza do local, aplique o
primer na base
regularizada e limpa com
auxílio de boneca ou rolo.
- Espere 4h para começara
aplicar a manta
211
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Aplique o primer no
rodapé (meia-cana),
sempre de cima para
baixo.
212
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após a cura do primer –
sempre partindo do lado
mais baixo – desenrole a
primeira manta e verifique se
o encontro com a superfície
vertical (parede, platibanda)
está perfeito. Se não estiver,
enrole a manta novamente,
ajeite a posição do rolo, e o
desenrole de novo.
213
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Acertada a posição da
primeira manta, enrole-a
novamente. Com o
maçarico, aqueça
simultaneamente o
primer e o verso da
manta.
214
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Enquanto aquece, vá
desenrolando a manta
e pressionando-a
firmemente contra a
base
215
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Depois que a primeira manta já estiver soldada ao primer,
desenrole a segunda. É PRECISO SOBREPOR 10 CM.
216
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Cuide para que a manta já aplicada e a nova fiquem
perfeitamente paralelas. Enrole e desenrole quantas vezes
forem necessárias, até acertar.
217
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Com o maçarico, aqueça
simultaneamente o primer,
uma faixa de 10 cm no início
da manta já instalada e o
verso da manta nova.
- Enquanto aquece, vá
desenrolando a nova manta
e pressionando-a
firmemente contra a base e
o topo da manta já instalada
218
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Aqueça a colher de
pedreiro e a
sobreposição de mantas
simultaneamente
219
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Pressione o encontro das duas mantas, até fundi-las
220
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Deixe uma dobra de 20
cm no encontro das
mantas com superfícies
verticais. No caso de
jardineiras e banheiras
encostadas em paredes,
ultrapasse em 30 cm a
altura em que a água
poderá chegar.
221
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Corte uma faixa de
manta e aplique-a na
parede como foi feito no
piso, de forma que se
sobreponha à manta
aplicada na base.
222
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- No caso de jardineiras e
peitoris, cubra todo o
topo da parede.
I 223
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após o posicionamento da faixa recortada, retire-a.
Aqueça o primer, o verso da faixa e a extremidade da
manta aplicada na base. Cole firmemente a faixa de
manta na parede e na manta já aplicada na base.
224
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Após o posicionamento da
faixa recortada, retire-a.
Aqueça o primer, o verso da
faixa e a extremidade da
manta aplicada na base.
Cole firmemente a faixa de
manta na parede e na
manta já aplicada na base.
225
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Pressione muito bem
a manta contra a base
e contra a manta já
aplicada.
226
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Onde houver ralo,
faça a soldagem para
a aderência entre as
superfícies da nova
manta e a manta do
recorte do ralo.
227
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Com o estilete, corte um círculo que corresponda ao
tamanho do ralo
228
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Com a colher de pedreiro aquecida, faça o
acabamento.
229
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Deixe a área impermeabilizada imersa em água por no
mínimo 72 horas.
230
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
1. Aplicação de primer:
- Antes de fazer o revestimento, coloque a camada
separadora..
231
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- O ralo deve estar cercado de um rebaixo quadrado
232
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Corte um pedaço de manta de 20 cm x 10 cm
233
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com o estilete, faça cortes transversais, a cada 3 cm,
sempre até a metade da manta
234
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Solde um dos cantos opostos aos recortes
235
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Dobre a manta e cole, formando um rolinho
236
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Coloque o cilindro no ralo, de forma que as tiras
fiquem para fora, formando uma "margarida".
237
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a ajuda do maçarico, solde as tiras sobre a base,
nas laterais do tubo de queda.
238
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a colher de pedreiro, pressione as tiras contra o
piso
239
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a colher de pedreiro, pressione as tiras contra o
piso
240
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Posicione a manta para a soldagem
241
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Com a ajuda do maçarico, solde a manta sobre a
margarida e o primer da base.
242
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- No lugar da abertura do ralo, faça dois cortes em
forma de cruz.
243
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Solde os pedaços
resultantes dos cortes
em cruz no interior do
tubo de queda.
244
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
2. Impermeabilização de ralos:
- Use a colher de pedreiro para moldar a manta nas
laterais do tubo de queda
245
Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Repita os passos 1 e 2 da impermeabilização do ralo.
Mas na tubulação, coloque a manta com as tiras para
baixo e solde-as, fixando-as ao piso com auxílio de
maçarico e colher de pedreiro
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Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Coloque um pedaço de manta sobre o topo da
tubulação e pressione.
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Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Com estilete, corte a circunferência marcada na
manta.
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Sistemas de Impermeabilização
Processo Executivo – Manta asfáltica
3. Impermeabilização da Tubulação Emergente
- Insira o pedaço da manta a partir do topo da
tubulação e cole-a sobre as tiras da margarida e a
base, com o auxílio do maçarico. Sempre coloque
forte pressão.
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