0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações3 páginas

Críticas Sociais na Literatura Brasileira

ekifjuejfjjjjfhurgujrhjurtugrtuj5tjuhjuijjutjuuujtg8ijgjitggjigj5j;orofofooffkkkvkkrkkekkkriiivbtbjtjgggjjjgjj
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações3 páginas

Críticas Sociais na Literatura Brasileira

ekifjuejfjjjjfhurgujrhjurtugrtuj5tjuhjuijjutjuuujtg8ijgjitggjigj5j;orofofooffkkkvkkrkkekkkriiivbtbjtjgggjjjgjj
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

• Mídia:

O linguista americano Noam Chomsky afirma que os meios de comunicação não apenas
informam, mas moldam a opinião pública de acordo com os interesses das elites econômicas.

- No livro “A sociedade do espetáculo”, o pensador francês Guy Debord argumenta que a


sociedade moderna é dominada pela lógica do espetáculo, que oculta a realidade por trás das
telas.

• Estado:

Na obra “Os Bruzundangas”, o pré-modernista Lima Barreto já expunha que a ausência das
garantias constitucionais estava no âmago das problemáticas daquela nação.

O escritor Lima Barreto, em sua obra “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”, denuncia como o
idealismo sem apoio institucional resulta em frustração e estagnação.

O escritor brasileiro Gilberto Dimenstein, em sua obra “Cidadão de Papel”, destaca que,
embora o país verde-amarelo possua um sólido aparato legislativo, ele mantém-se restrito ao
plano teórico. // Em sua obra “Cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein disserta
acerca da inefetividade dos direitos constitucionais, sobretudo, no que se refere à
desigualdade de acesso aos benefícios normativos.

• Assimetria social:

O célebre escritor brasileiro Ariano Suassuna afirma que existe uma injustiça secular capaz de
dividir o Brasil em dois países distintos: o dos privilegiados e o dos despossuídos.

• Banalização/apatia:

O intitulado “Paradoxo da Moral” é um livro escrito pelo musicólogo Vladimir Jankélévitch


para exemplificar a cegueira ética do homem moderno, isto é, a passividade das pessoas frente
aos impasses enfrentados pelo próximo.

Lima Barreto discorria que o Brasil era sem povo, pois um povo que não luta pelos seus
direitos é apenas um público em camarote.

__________________________________________________________

____________________

_________________

• Eixo saúde:

Mário de Andrade, em sua obra Macunaíma, refletiu sobre a ocorrência de muita saúva
enquanto há pouca saúde, apontando, metaforicamente, os males presentes na
formação brasileira, as quais dificultavam a garantia da dignidade humana. (Nesse
sentido, ao observar a realidade contemporânea e relacioná-la à proposição do
modernista, há empecilhos que impedem a efetividade de garantias básicas no Brasil,
uma vez que existem desafios para a democratização da saúde. Dessa forma, cabe
analisar os fatores que contribuem para o revés como a inatividade do poder público e
a desigualdade social.)

Em “Quarto de Despejo”, Carolina Maria de Jesus denuncia como a fome e a falta de


saneamento comprometem a dignidade e a saúde dos moradores das favelas
brasileiras.

Em “O Alienista”, Machado de Assis critica o uso excessivo da razão científica ao


retratar um médico que confunde loucura com diferença, expondo o descaso humano
no cuidado com a saúde mental.

Em “O Cortiço”, Aluísio Azevedo evidencia que as condições precárias de moradia e


higiene agravam doenças e revelam a influência do meio social sobre a saúde coletiva.

Em “Vidas Secas”, Graciliano Ramos apresenta os efeitos da seca e da miséria sobre o


corpo e a mente humana, destacando a vulnerabilidade da saúde diante da exclusão
social.

Documentário “Pandemia” sobre influenza.

Filme “Extraordinário”.

Revolta da Vacina século XX contra vacinas.

• Eixo Meio Ambiente

O artista Alan Walker, em sua música “Different World”, denuncia a distância entre o planeta
idealizado e a realidade devastada pelas ações antrópicas, convidando à conscientização
coletiva sobre a urgência de preservar o meio ambiente.

A esse respeito, o ambientalista Ailton Krenak, afirma que, na pós modernidade, há


supremacia do “Mito da Sustentabilidade”, ou seja, uma negligente exploração dos recursos
naturais como justificativa para o progresso econômico.

• Eixo Educação

A música "Estudo Errado“, de Gabriel o Pensador, critica o sistema educacional, questionando


o papel da escola na sociedade e a falta de conexão entre o conteúdo ensinado e a vida real
dos alunos.

No livro “Reflexões Sobre a Educação”, o filósofo Immanuel Kant discute como a formação
educacional exerce papel fundamental no desenvolvimento moral e social do ser humano.

• Eixo Tecnologia/Trabalho

O advento da Terceira Revolução Industrial, século XX, possibilitou a tecnologia tornar-se um


elemento intrínseco ao cotidiano social, o que ocasionou inúmeros avanços à sociedade. // A
Revolução Industrial, século XVIII, foi um marco histórico que transformou radicalmente as
relações de trabalho, com o surgimento da fábrica, da máquina a vapor e a urbanização
desordenada, gerando novas formas de exploração e organização social.
O filme “Ela” retrata um futuro no qual a inteligência artificial se integra profundamente na
vida pessoal, abordando a relação entre humanos e tecnologia.

O filme “Blade Runner”, de1982, discute a relação entre o homem e a tecnologia ao apontar a
tendência de atribuir aspectos humanos às máquinas (antropomorfizar). - Dirigido e estrelado
por Charlie Chaplin, o filme “Tempos Modernos” é uma crítica satírica à industrialização, à
exploração laboral, à rotina exaustiva e à alienação do trabalhador nas linhas de montagem.

• Eixo Minorias Sociais

No âmbito literário, a obra “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, retrata as condições


desumanas de sobrevivência impostas aos filhos do protagonista Fabiano – crianças sem
acesso a direitos básicos, como a saúde e a educação. *

• Eixo Cidadania

Na obra “Os Bruzundangas”, o pré-modernista Lima Barreto constrói uma sátira a um país
fictício marcado pela corrupção e pela exclusão social, por meio da qual denuncia a negligência
das autoridades e a marginalização das minorias, evidenciando a fragilidade da cidadania em
uma nação que não assegura direitos de forma igualitária.

Você também pode gostar