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Plano de Ação Emergencial RFK Cambé

O Plano de Ação Emergencial (PAE) do Grupo RFK estabelece diretrizes para a gestão de emergências, incluindo incêndios, invasões e acidentes de trabalho, visando a segurança e a rápida remoção de vítimas. O documento detalha procedimentos específicos para diferentes tipos de emergências e a estrutura da equipe responsável, além de orientações sobre desastres naturais e pandemias. A implementação do PAE é crucial para garantir a proteção dos colaboradores e a continuidade das operações da empresa.

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Plano de Ação Emergencial RFK Cambé

O Plano de Ação Emergencial (PAE) do Grupo RFK estabelece diretrizes para a gestão de emergências, incluindo incêndios, invasões e acidentes de trabalho, visando a segurança e a rápida remoção de vítimas. O documento detalha procedimentos específicos para diferentes tipos de emergências e a estrutura da equipe responsável, além de orientações sobre desastres naturais e pandemias. A implementação do PAE é crucial para garantir a proteção dos colaboradores e a continuidade das operações da empresa.

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PAE

PLANO DE AÇÃO EMERGENCIAL

GRUPO RFK
Endereço Completo: R. Adelino Bianchini,
900 - Jardim Montecatini, Cambé - PR,
86186-019
CNPJ: 10.656.672/0001-03
Grau de Risco: 3
Número de Funcionários Próprios: 104
Número de Funcionários Terceiros: 200

DATA DA
ELABORADORES ASSINATURA
ELABORAÇÃO/REVISÃO
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO 25/11/2024
TRABALHO
JOSÉ CARLOS GARCIA FILHO

Coordenadores do PAE Data da Validação Assinatura


Gerente de Operações

1
ÍNDICE
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2. INTRODUÇÃO
3. OBJETIVO
4. APLICAÇÃO
5. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
6. CONCEITO DE EMERGÊNCIA
7. TIPOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA.

7.1 - INVASÃO

7.1.1 - PROCEDIMENTO EM CASO DE INVASÃO

7.2 - INCÊNDIO

7.3 - PROCEDIMENTO EM CASO DE INCÊNDIO

7.4 - SABOTAGEM

7.5 - PROCEDIMENTO EM CASO DE SABOTAGEM

CLASSIFICAÇÕES DAS CONDIÇÕES EMERGENCIAS


8.1 - EMERGÊNCIA PESSOAL
8.2 - EMERGÊNCIA POTENCIAL
8.3 - EMERGÊNCIA LOCAL

DESASTRES NATURAIS
DEFINIÇÕES
10.1 - ROTAS DE FUGA

8. CENÁRIOS DE EMERGÊNCIAIS

11.1 - INCÊNDIO

11.2 - ACIDENTE DE TRABALHO. EXECUÇÃO E ATRIBUIÇÃO

9. EXECUÇÃO E ATRIBUIÇÃO

12.1 - PRINCÍPIOS
12.2 - COORDENAÇÃO
12.3 - ATRIBUIÇÕES DO GERENTE
12.4 - COMPETÊNCIAS DOS CNPJS FILIAIS
12.5 - LÍDER DA EQUIPE DE EMERGÊNCIA
12.6 - DATAS PREVISTAS PARA A SIMULAÇÃO DE EMERGÊNCIA NA
UNIDADE

10. A ESTRUTURA DA EQUIPE DE EMERGÊNCIA


2
13.1 - ACIONAMENTO DO PLANO DE EMERGÊNCIA

Hospital Universitário da Universidade Estadual de Londrina (H.U) -


Endereço Av. Robert koch, 60 - Operária, Londrina – PR, 86038-350
Tel: (43) 3371-2000

11. FERRAMENTAS
12. PRINCÍPIOS DE INCÊNDIO
13. TREINAMENTOS BÁSICOS PARA PRINCÍPIOS DE INCÊNDIO
14. PROCEDIMENTOS BÁSICOS EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
15. PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE PRIMEIROS SOCORROS

18.1 - SEQUÊNCIA DE PROCEDIMENTOS

18.2 - REMOÇÕES DE ACIDENTADOS

18.2.1 - KIT DE 1° SOCORROS

18.3 - PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA EM CASOS ESPECÍFICOS

18.3.1 - ATAQUE DE ANIMAIS PEÇONHENTOS

18.3.2 - PICADA DE INSETOS

18.3.3 - FERROADA DE ABELHA

18.3.4 - FERIMENTOS LEVES OU SUPERFICIAIS

18.3.5 - FERIMENTOS NA CABEÇA

18.3.6 - FRATURAS FECHADAS

18.3.7 - FRATURAS EXPOSTAS

18.3.8- PROCEDIMENTOS QUE NÃO DEVEM SER FEITOS EM CASO DE


QUEIMADURA

18.3.9 - QUEIMADURA PRIMEIRO GRAU

18.3.10 – QUEIMADURA SEGUNDO GRAU

18.3.11 - QUEIMADURA TERCEIRO GRAU

18.3.12 - ACIDENTES COM EQUIPAMENTO ELÉTRICO

18.3.13 - PROCEDIMENTOS DE SOCORRO EM ROTA

18.3.14 - PROCEDIMENTO PARA NÃO BRIGADISTA DA UNIDADE

18.3.15 - ACIDENTES DE QUEDA DE ALTURA

16. RESGATE EM ALTURA


17. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE PARADA CARDIÁCA E ATAQUE
CARDIACO
18. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE ARRITIMIA CARDIACA
19. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE CONVULSÃO
20. PROCEDIMENTOS EM CASOS CRISE DE ANSIEDADE E PANICO
21. ACIDENTES FATAIS
22. CONCLUSÃO
23. ROTAS DE FUGA
3
ORIENTAÇÃO PANDEMIA (COVID)

O QUE É COVID – 19

QUAIS SÃO OS SINTOMAS

COMO PROCEDER COM DOENÇAS TRANSMISSIVEIS

O QUE É DENGUE

QUAIS SÃO OS SINTOMAS

DESASTRES NATURAIS

COMO O CIDADÃO DEVE PROCEDER EM CASO DE ENCHENTES?

O QUE FAZER APÓS AS INUNDAÇÕES?

COMO É POSSIVEL PREVER QUE UMA CHUVA OCASIONARÁ ENCHENTES?


QUANDO SAIR DO TRABALHO, OU DE CASA COM SEGURANÇA?

SE UM CIDADÃO ESTÁ PRESO COM O SEU CARRO NO TRÂNSITO E A RUA


COMEÇA A ENCHER, O QUE FAZER?

E QUAL É O MELHOR MOMENTO PARA ABANDONAR O VEÍCULO E PROCURAR


AJUDA?

NO CASO DE ENXURRADAS, O QUE A PESSOA DEVE FAZER?

DURANTE AS ENCHENTES, É SEGURO FICAR DENTRO DO ÔNIBUS?

O QUE AS PESSOAS QUE MORAM NAS ÁREAS DE RISCO DEVEM FAZER EM


CASO DE CHUVA FORTE?

EM ÁREA DE RISCO, DESLIGAR GÁS E LUZ DAS CASAS FAZ SENTIDO? QUAIS
SERIAM AS OUTRAS RECOMEDAÇÕES?

O QUE FAZER EM CASOS DE DESLIZAMENTOS DE TERRA?

SE A CASA DO VIZINHO DESABOU, O QUE DEVE SER FEITO: SOCORRER OU


CHAMAR AJUDA?

QUAIS MEDIDAS PODEM SER TOMADAS PARA EVITAR DESLIZAMENTOS?

O QUE FAZER EM CASO DE FURACÃO OU TEMPESTADE TROPICAL E VENTOS


FORTES?

EM CASO DE CHUVA COM RAIOS, QUE RECOMENDAÇÕES SEGUIR?

EM CASO DE CHUVA COM GRANIZO, QUE RECOMENDAÇÕES SEGUIR?

COMO O CIDADÃO PODE ACOMPANHAR OS ALERTAS EMITIDOS PELAS


AUTORIDADES?

4
ÍNDICE

1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

RAZÃO SOCIAL: REFRIKO INDÚSTRIA E COMERCIO DE BEBIDAS LTDA


ENDEREÇO: Rua Adelino Bianchini, 900 – C – Gleba Cambé/PR - CEP: 86186-019

CNPJ: 10.864.824/0001-63

CÓDIGO ATIVIDADE: 1122-4/01

RAMO ATIVIDADE: Fabricação de Refrigerante.

GRAU DE RISCO: N°3 NR 4 – Portaria 9 de 21/05/1996

RESPONSÁVEL PELO CUMPRIMENTO DO PROGRAMA: JOSÉ CARLOS GARCIA


FILHO

2. INTRODUÇÃO

O Plano de Ação Emergencial é o documento que contém o


planejamento das ações emergenciais a serem adotadas em
situações críticas, visando ao máximo a redução de incêndios,
acidentes de trabalho, trabalhos perigosos e o salvamento de
vidas pela aplicação imediata dos procedimentos de primeiros
socorros.

3. OBJETIVO

Seu objetivo principal é com a qualidade do atendimento


recebido pela vítima e a sua remoção no menor tempo possível
até a unidade médica mais próxima, habilitada para prestar o
socorro. O PAE busca a uniformidade, nos procedimentos, mas
sem deixar de levar em consideração as especificidades de
cada localidade, significando uma rotina otimizada de acordo
com as condições objetivas de cada região.

5
Foi elaborado um levantamento detalhado dos recursos
materiais e humanos disponíveis em cada localidade tais
como: existência corpo de bombeiros, hospitais e tipos
atendimento, condições de chegada de veículos para socorro
de vítimas, tipos de veículos utilizados, equipamentos,
disponibilidade de medicamentos e pessoal qualificado.

4. APLICAÇÃO

Estes procedimentos serão aplicados especificamente no grupo


RFK Cambé/ PR, devendo ser posto em prática em qualquer
ocorrência verificada, analisada e definida como situação de
emergência.

5. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

A elaboração deste PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA


foi elaborada de acordo Instrumento da última atualização do
PAE documentado e seguindo as normas do Corpo de Bombeiro
Militar do Estado de Paraná e utilizando o dimensionamento de
brigada de emergência IN28 (Paraná), que ocorre em turnos e
por porcentagem:

Colaboradores Fixos: 10% do total por turno,


arredondando para mais;

Colaboradores Flutuantes: 5% total por turno,


arredondado para mais.

6. CONCEITO DE EMERGÊNCIA
Toda ocorrência anormal e imprevista que
possa comprometer a segurança da
comunidade, instalações e colaboradores, tais
como:
 Invasão
 Incêndio no Estabelecimento
 Atos de sabotagem

7. TIPOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA


7.1 - INVASÃO
Qualquer ação que interfira na faixa de domínio
da Área do estabelecimento, sem prévia
autorização da Cia. Numa ocorrência desta
modalidade necessitará de uma ação urgente a
ser tomada por quem primeiro detectá-la. O
Invasor pode causar acidente a si próprio e aos
semelhantes pelo desconhecimento dos riscos,
fazendo escavações para os mais variados fins.

6
Além disso, obstruirá a faixa de domínio, que é
uma área de Fabricação de Bebidas. Os
motivos de invasão conhecidos são a
curiosidade dos moradores nas redondezas ou
até mesmo o furto, sobre a faixa de domínio e
acima.

7.1.1- PROCEDIMENTOS EM CASO DE INVASÃO


 Comunicar o fato ao Gerente, e vigilantes da
portaria devem encaminhar o infrator até
um local seguro, para encaminhá-lo a saída,
se resistir deve comunicar a Polícia.
 Em caso de portar arma branca/ou de fogo
acionar a polícia imediatamente e buscar
um local seguro para não se colocar em
risco.

7.2 - INCÊNDIO:

 Consequência indesejável da natureza, área


propícia a incêndio, é proibido à queima da
grama, bitucas de cigarros, fósforo, e
fumarem dentro das dependências da
empresa
 Fumar apenas fora do estabelecimento da
empresa para fumantes, ter essa ação fora
do local específico pode desencadear
situações de emergência por incêndio por
estar em desacordo com o que a unidade
estabelecer.
 Nas escavações autorizadas ou não devido à
centelhamento causado pelo atrito ou
impacto de ferramentas metálicas tipo
picareta ou outros contra as muitas pedras
no solo.
 Por descarga elétrica atmosférica (queda de
raio) em tubulação exposta desenterrada.
 Por fiação exposta ao tempo/ ou contato
com materiais que geram combustível para
incêndio

7.3 - PROCEDIMENTOS EM CASO DE PRINCÍPIO


DE INCÊNDIO

 Acionar a botoeira de emergência caso o


acionamento não ocorra automático;
 Utilize o extintor adequado para o tipo a
combate a incêndio;
 Avise as pessoas sob sua responsabilidade

7
 Certifique-se de que todas as pessoas foram
alertadas da ocorrência e os procedimentos
devem ser seguidos;
 Todos devem evacuar as instalações
rapidamente e com calma pela rota de fuga
demarcada;
 Comunique o fato ao Gerente, Téc. Seg.
Trabalho e Portaria.

7.4 - PIT STOP

 Ao identificar um vazamento de GLP no local


do abastecimento das empilhadeiras você
deve soar o alarme que fica localizado ???,
após comunicar os Bombeiros e
imediatamente a liderança, isolar o local,
não deixar nenhum veículo ou pessoas com
equipamento eletrónico se aproximar do
local. Área só poderá ser liberada
novamente após avaliação dos bombeiros
e/ou do Fornecedor
 Caso inicie um incêndio próximo ao local,
deve-se montar as linhas de mangueira para
realizar o resfriamento dos cilindros de GLP.
 EXPLOSÃO - EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E
DIESEL
Uma explosão é um processo
caracterizado por súbito aumento de volume
e grande liberação de energia, geralmente
acompanhado por altas temperaturas,
produção de gases e forte estrondo. Uma
explosão provoca ondas de pressão ao redor
onde ela ocorre.
Equipamentos elétricos - Ocorre devido a
uma falha técnica do equipamento elétrico,
por exemplo, instalação inadequada, poeira,
corrosão, impurezas da superfície e às vezes
simplesmente por causa do desgaste
normal. Quando existe um aumento
instantâneo de tensão na rede elétrica,
acontecem os picos de tensão. Uma das
principais consequências deste problema é a
queima dos equipamentos que estavam
ligados no momento

Combustíveis: Se o calor que surge não


puder ser liberado rápido o suficiente, há
uma expansão repentina de volume dos
gases concorrentes e uma liberação de uma

8
grande energia de calor, acompanhada por
uma onda de pressão: a explosão.
O diesel não usa velas de ignição para sua
combustão - sua ignição se dá pela injeção
do combustível no ar comprimido e aquecido
nos cilindros. Por isso se o diesel começar a
ser injetado nos cilindros sem regulação de
pressão ou volume, o motor pode acelerar
descontroladamente.

Medidas de controle para prevenir uma


Explosão:
 Garantir a manutenção adequadamente
dos equipamentos;
 Manter o local limpo, organizado e
sinalizado;
 Garantir que o sistema de combate ao
incêndio esteja em funcionamento e os
Extintores em condições de uso;
 Realizara a barreira de contenção, que
evitam o espalhamento do produto para
uma área ainda maior, evitam a
propagação de explosões e ampliação de
incêndio, sempre é necessário manter a
quantidade mínimas de extintores no
local destinado a eles e com a classe
específica para a utilização.

EM CASO DE DERRAMAMENTO DE
DIESEL:

É importante agir com rapidez e segurança


para minimizar riscos de incêndio,
contaminação ambiental e danos à saúde.
Aqui estão os passos principais:
 Verifique o local e determine a extensão
do derramamento. Certifique-se de que o
local está seguro, evitando fontes de
ignição (como faíscas, chamas ou
eletricidade estática).
 Isolar e Sinalizar a Área: Coloque
barreiras e sinalização para restringir o
acesso à área afetada e alertar outras
pessoas sobre o risco.
 Equipamento de Proteção Individual (EPI):
Utilize EPI´s adequados, como luvas,
óculos de proteção, máscara e se
necessário, respirador, além de roupas e
botas resistentes a produtos químicos.

Conter o Derramamento:

9
 Utilize barreiras de contenção, mantas
absorventes ou areia para impedir que o
diesel se espalhe, especialmente se o
derramamento estiver próximo de fontes de
água, bueiros ou solo.
 Absorver o Diesel depois de conter, utilize
materiais absorventes específicos para
produtos químicos ou hidrocarbonetos.
Existem almofadas, mantas e outros
produtos absorventes próprios para isso.
 Limpeza e Descarte: Recolha os resíduos
(materiais absorventes e diesel
contaminado) com segurança, depositando-
os em recipientes próprios para descarte de
resíduos perigosos. Nunca jogue o diesel no
solo ou em bueiros.

VAZAMENTO DE GÁS R22 (AR-


CONDICIONADO E CAMARA FRIA)

O uso indevido do gás (inalação) ou o


vazamento pode causar sintomas como dores
de cabeça, tontura, náusea, vertigens, irritação
nos olhos e garganta.

A vítima pode não ter percepção a asfixia


devida as baixas concentrações e não ter
reações ou ser assintomática.

Em casos de vazamento acidental ao realizar a


reposição do gás ou em casos de vazamento
em ambiente fechado:

 Acionar o brigadista da unidade para


atendimentos dos primeiros socorros;
 Deslocar a vítima até o pronto atendimento
para realizar a oxigenoterapia, que consiste
em inalar o oxigênio através do cateter
nasal ou máscara facial

7.5 - SABOTAGEM

 Ação ou efeito de sabotar (prejudicar). Ação


de provocar prejuízos ou danos, tentando
desta forma, impedir o funcionamento
regular de empresas, companhias,
instituições, meios de transportes, estradas
etc.
 A auto sabotagem é quando façamos o que
precisamos ou alcancemos nossos objetivos

10
7.6 - PROCEDIMENTOS EM CASO DE
SABOTAGEM

 Avise as pessoas sob sua responsabilidade


no momento da ocorrência;
 Avaliar os riscos locais, para ninguém se
expor e se tornar uma vítima;
 Todos devem evacuar as instalações
rapidamente e com calma pela rota de fuga
demarcada;
 Comunique o fato ao Gerente, [Link] e
Portaria para controlar o ambiente

8. CLASSIFICAÇÕES DAS CONDIÇÕES


EMERGENCIAS
8.1- EMERGÊNCIA PESSOAL:
Dano físico ou mal súbito causado em
funcionário, requerendo auxílio de outras
pessoas. Eventualmente poderá ser necessário
à remoção do indivíduo para o Hospital mais
próximo através da solicitação do Samu ou
Bombeiros.

8.2 - EMERGÊNCIA POTENCIAL:


Enchentes, ventanias ou outras condições
climáticas severas, tremores de terra, fogo em
área distante, distúrbios civis e vandalismo.

8.3 - EMERGÊNCIA LOCAL:


Princípio de incêndio em sistemas elétricos,
danos resultantes da ocorrência da condição de
emergência potencial.

9. DESASTRES NATURAIS:
9.1 VENDAVAIS:
São provocados pelo deslocamento violento de
uma massa de ar. Normalmente são
acompanhados de chuva forte que
caracterizam as tempestades. Quais os efeitos
do Vendaval?
- Prejuízos da infraestrutura e locais afetadas
e quedas de árvores.

9.1.1 PROCEDIMENTOS EM CASO


VENDAVAL

 Feche bem janelas e portas, evitando


canalizações de ventos no interior de suas
salas;

11
 Desligue os aparelhos elétricos, se estiver
em local seguro permaneça até a
diminuição dos ventos;
 Não estacione veículos próximos a torres de
transmissão e placas de segurança;
 Não se abrigue sob árvores ou estruturas
metálicas, se estiver no interior do armazém
vá para sala administrativa.

Como agir após o Vendaval?


 Avalie os riscos antes, revise a estrutura da
unidade, principalmente do telhado, podem
ter telhas soltas, caso sim comunique a
supervisão e segurança, além de sinalizar se
possível;
 Ajude colegas que foram atingidos
comunique ao superior e ou encaminhe ao
médico;
 Evite o contato com cabos ou redes elétricas
caídas, avise supervisão a Defesa Civil ou
Bombeiros sobre estes perigos.

Como minimizar os danos de um Vendaval?


 Não deixe objetos e entulhos soltos na
unidade;
 Informe a supervisão e segurança sobre
árvores não sadias identificadas;
 Participe, junto com a unidade da
elaboração de um plano de contingência e
simulados.

9.2 GRANIZO

É a precipitação sólida de gotas de água, na


forma de gelo.

Quais os efeitos do Granizo?

 Danos materiais, com a destruição de


estruturas (telhas);
 Congestionamentos no trânsito, causando
danos aos veículos;
 Alagamentos com entupimento de calhas e
bueiros.

9.2.1 PROCEDIMENTOS EM CASO DE


TEMPESTADE DE GRANIZO

12
 Abrigue-se em local coberto e seguro
resistente a fortes ventos, onde não há
riscos de destelhamentos;
 Não se abrigue debaixo de árvores, pois há
riscos de quedas;
 Não se abrigue em frágeis coberturas
metálicas ou de vidro;
 Se estiver no estacionamento fique dentro
do veículo.

9.3 INUNDAÇÕES

São eventos naturais de transbordamento de


água do rio, riacho, córregos ou chuvas
intensas e contínuas.

Quais os efeitos da inundação?

 Prejuízos a infraestruturas;
 Propagação de doenças;
 A desocupação temporária de imóveis,
causando o desabrigamento de pessoas.

9.3.1 PROCEDIMENTOS EM CASO DE


INUNDAÇÕES

 Evite o deslocamento para regiões afetadas;


 Se seguro, permaneça no seu setor;
 Se estiver em área de risco, abandone o
local com antecedência;
 Comunique a supervisão para desligar a
chave geral de eletricidade, não realize
abastecimentos de empilhadeira;
 Evite atravessar as águas de carro ou a pé
 Se ficar isolado em local inseguro chame
imediatamente o Corpo de Bombeiros.

O que se deve fazer após a Inundação?

 Retornar para suas atividades verifique as


condições de segurança estrutural e
elétrica;
 Após a inundação aguarde orientações
higienize objetos que tiveram contato com a
água

Como minimizar os efeitos da Inundação?

13
 Não permita que o lixo seja depositado em
locais inadequados
 Mantenha-se informando sobre as condições
do tempo;
 Participe, junto com a sua unidade, da
elaboração de um plano de contingência e
evacuações.

9.4 PROCEDIMENTOS EM CASO DE SISMO

Na ocorrência de sismo (terremoto), os


ocupantes das instalações deverão
imediatamente colocar-se debaixo das mesas e
nos vãos das portas, com as mãos à volta da
cabeça, como medida de proteção, nunca
deverão abandonar o local onde se encontram
enquanto durar o sismo, se soar o alarme,
deverão se retirar do edifício cumprindo as
orientações do plano de abandono

O que devo fazer ao verificar os riscos de


desabamentos de construções e telhados?

 Alerte seus colegas sobre o perigo,


supervisão e ou Corpo de Bombeiros e à
Defesa Civil;
 Converse com colegas das áreas de risco
sobre a importância de buscarem abrigo
seguro durante quaisquer desastres naturais
que posa afetar alguma estrutura do
estabelecimento.

10. DEFINIÇÕES
10.1 - ROTAS DE FUGA
Considerada a via mais segura, por onde
devem sair às pessoas das áreas atingidas ou
passíveis de serem atingidas pela emergência.
Para efeito deste plano, os caminhos seguros
serão definidos e sinalizados pelo grupo RFK,
quando for o caso.

10.2 - SISTEMA DE COMUNICAÇÃO


Equipamentos destinados à comunicação
interna ou com empresas e órgãos externos a
serem utilizados serão: telefones móveis
(celulares).

14
11. CENÁRIOS EMERGENCIAIS
Considerando as instalações e as atividades
desenvolvidas, estamos relacionando os
possíveis cenários acidentais:

11.1 - INCÊNDIO
 Sabotagem;
 Queima natural com raios solares;
 Curto-Circuito.

11.2 - ACIDENTES DO TRABALHO

 Acidentes envolvendo emergência médica;


 Mal súbito;
 Choque Elétrico;
 Queda de Material;
 Atropelamento;
 Queda de altura.

12. EXECUÇÃO E ATRIBUIÇÃO


12.1 - PRINCÍPIOS
 O Plano de Emergência tem por finalidade
principal criar e manter o comportamento
em todos os funcionários e prestadores de
serviço, voltado para a importância das
ações necessárias em situações de
emergência que são tomadas, visando à
prestação da integridade física de pessoas,
ao meio ambiente e ao patrimônio.
 Para que isso se torne uma realidade, é
necessário que as pessoas envolvidas,
independentemente do nível hierárquico
cumpram na íntegra a competência que lhes
é atribuída desde a implementação e
manutenção dele.

12.2 - COORDENAÇÃO
 A coordenação geral do programa de
gerenciamento de riscos é de
responsabilidade da maior autoridade da
empresa, a quem cabe delegar outras
atribuições e responsabilidades, de acordo
com as atividades previstas no programa;
 Cabe ao Gerente reportar os resultados da
implementação e do acompanhamento do
plano, bem como supervisionar o

15
desenvolvimento e a revisão dos diversos
sistemas de gerenciamento;
 O Gerente deve assegurar que a
capacitação de pessoas e os recursos
necessários estejam disponíveis e
adequados para o bom andamento das
atividades previstas

12.3 - ATRIBUIÇÕES DO GERENTE


 Coordenar as diversas atividades do
plano;
 Gerenciar as atividades de avaliação e
análise dos riscos;
 Compatibilizar as mudanças decorrentes
de gerenciamento de modificações;
 Assegurar e acompanhar as avaliações
de segurança, por meio de auditorias
periódicas incluindo:
- As medidas recomendadas na revisão
dos estudos e análise de riscos;
- Atualizações manuais de segurança;
- Treinamentos e capacitação dos
colaboradores;
- Avaliações e procedimentos adotados
em situações de emergência.

12.4 - COMPETÊNCIAS GERENTES


FILIAIS

Fazer análise crítica do PLANO DE


EMERGÊNCIA, aprovar e submeter
aprovação da maior autoridade da
empresa.

12.5 - LÍDER DA EQUIPE DE


EMERGÊNCIA

12.5.1 - O líder da equipe de emergência


tem as seguintes atribuições em uma
situação normal;

 Verificar as atividades diárias, se a


equipe de emergência está completa e
na ausência de um ou mais
componentes da mesma para se
resguardar por meio de outro membro
da equipe para não deixar a área
desguarnecida

16
12.5.2 - O líder da equipe de emergência
tem as seguintes atribuições em uma
situação de emergência:

 Atuar conforme previsto para cada


cenário emergencial

12.5.3 - Equipe de Evacuação

 Proceder o abandono da área parcial


ou total, quando necessário,
removendo para local seguro (pontos
de encontro), permanecendo até a
definição final;
 Acalmar as pessoas e não permitir que
voltem para pegar objetos pessoais;
 Ao sair de um lugar, fechar as portas e
janelas sem trancá-las. Não acender
ou apagar luzes, principalmente se
sentir cheiro de gás;
 Ajudar pessoas com mobilidade
afetada;
 Cumprir demais determinações do
chefe da brigada

12.5.4 - Equipe de Primeiros


Socorros

 Prestar primeiros socorros às possíveis


vítimas, mantendo ou restabelecendo
suas funções vitais com até que se
obtenha o socorro especializado;
 Avaliar o cenário em que se encontra a
vítima;
 Prezar por sua própria segurança
antes de iniciar os primeiros
atendimentos a vítima;
 Auxiliar no transporte das vítimas para
o ambulatório ou para atendimento
externo;
 Não deixar que pessoas
despreparadas atendam vítimas de
acidentes, para não agravar uma
situação inicial;
 Cumprir demais determinações do
chefe da brigada

17
12.6 - DATAS PREVISTAS PARA
SIMULAÇÕES DE EMERGÊNCIA NA
UNIDADE

Simulação de Evacuação

TA -

TB-

TC

Simulação de Combate ao Incêndio

TA -

TB -

TC -

Simulação de Primeiros Socorros

TA -

TB -

TC -

Simulação de Resgate a vítimas

TA -

TB -

TC -

13. A ESTRUTURA DA EQUIPE DE


EMERGÊNCIA

18
13.1 ACIONAMENTO DO PLANO DE EMERGÊNCIA
Em caso de situação emergencial e dependendo do tipo solicitamos
acionar os telefones relacionados:
 PORTARIA – TEL: (67) 96783554
 TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO (43) 99138-9162 (José Garcia)
 GERENTE
 CORPO DE BOMBEIRO – TEL 193
 POLÍCIA MILITAR DO ESTADO – TEL 190
 PREFEITURA MUNICIPAL CAMBÉ - TEL (43) 3174-0456
 DELEGACIA DE POLÍCIA CAMBÉ - TEL (43) 3249 – 8600
 DELEGACIA DE POLÍCIA LONDRINA – TEL (43) 3326-1995
 SERVIÇO DE ATENDIMENTO A URGENCIA – SAMU – TEL 192
 UNIMED CAMBÉ - TEL (43) 3154-5151
 UNIMED LONDRINA – TEL (43) 3375-5050
 HOSPITAL SÃO FRANCISCO – TEL (43) 3249-3013
 HOSPITAL SANTA CASA – LONDRINA - TEL (43) 3373-15
 CLÍNICA DE MEDICINA DO TRABALHO – TEL (43) 3361-8108

19
Obs: Em caso de ferimento por animais peçonhetos e Acidentes
o trabalhador deve procurar:

Hospital Universitário da Universidade Estadual de


Londrina ( H.U) - Endereço: Av. Robert Koch, 60 -
Operária, Londrina - PR, 86038-350

Telefone: (43) 3371-2000

14. FERRAMENTAS
I - Ambulância (Hospitais e Pronto-Socorro) Fone 192 e 193.

15. PRINCIPIOS DE INCÊNDIO


Estão disponibilizados extintores de incêndio na seguinte
quantidade:
 Extintores de Pó Quimico - 29
 Extintores de CO2 - 10
 Espuma Química - 3
 Água Pressurizada - 5

16. TREINAMENTOS BÁSICOS PARA PRINCÍPIOS DE INCÊNDIO


Será feito com os colaboradores treinamento básico para princípios de Incêndio, sendo
determinado pelo Técnico de Segurança do Trabalho e os funcionários adequados.
Deverão fazer parte do conteúdo programático os seguintes assuntos:
a) Prevenção em princípios combate a incêndio
b) Princípio Combate a incêndio em veículos;
c) O fogo;
d) Triângulo do fogo;
e) Tipo de combustões;
f) Cuidados com princípios de combate a incêndio em circuito elétrico;
g) Propagação do calor e efeito do calor sobre os combustíveis;
h) Temperatura de fulgor;
i) Temperatura de combustão;
j) Temperatura de ignição
k) Princípio de incêndio Propagação de Incêndios;
l) Prevenção de Incêndios;
m) Triângulo do fogo na prevenção a combate a incêndio em veículos;
n) Medidas de prevenção a incêndios em veículos;
o) Medidas de controle e extinção
p) Aparelhos de combate a incêndio
q) Extintores;
r) Classificação dos extintores quanto ao tipo de combustível que está incendiando;
s) Como acionar os extintores;
t) Manutenção dos extintores;
u) Uso indevido dos extintores;
v) Armação de linhas de incêndio;
w) Hidrantes;
x) Extintores portáteis (CO2, água pressurizado e pó-químico seco) para treinamento
prático de combate a incêndios.

17. PROCEDIMENTOS BÁSICOS EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA


Qualquer funcionário ou prestador de serviços, ao perceber uma situação de
emergência deve:

20
 Comunicar o fato via telefone celular, ou qualquer outro meio de comunicação,
informando se há vítimas e o estado delas;
 Numa situação de incêndio ou explosão, que leve a uma exposição maior de risco,
avaliar o risco do local sem se expor e remover a vítima para área segura, enquanto
estiver aguardando o socorro médico;
 Após a solicitação de ajuda, permanecer ao lado da vítima, dando-lhe apoio
psicológico e moral;
 Em caso de mal súbito na área, comunicar a ocorrência pelos meios de
comunicação disponíveis, enquanto aguardar socorro médico procurar manter a
cama.

18. PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE PRIMEIROS SOCORROS


18.1 SEQUÊNCIA DE PROCEDIMENTOS:
 Manter a calma e agir com segurança, evitando expor-se ao risco, afastando os
riscos que poderiam complicar a situação;
 Providenciar para que haja uma comunicação rápida em busca de atendimento
médico;
 Verificar se a vítima está respirando e os sinais de pulso, em caso negativo aplicar a
RCP - ressuscitação cardiopulmonar;
 Verificar se não há grandes hemorragias e em caso afirmativo procurar retê-las;
 Não retirar a vítima do local. Só retirá-la em caso necessário livrando-a de perigos
maiores como explosão, desabamento etc;
 Não dar líquidos as pessoas inconscientes ou semi-incoscientes;
 Manter a calma da vítima, a sua e das pessoas que estiverem à volta.

18.2 REMOÇÃO DE ACIDENTADOS

Em caso de acidentes graves como quedas, atropelamentos, não remover a vítima,


evitando assim agravamento das lesões e encaminhar a pessoa para atendimento
médico especializado.

18.2.1 KIT DE 1° SOCORROS

TERMÔMETRO TESOURA SEM PONTA PINÇA LUVAS


CIRÚRGICAS
BOLSA TÉRMICA LANTERNA PEQUENA ALGODÃO GAZE
HIDRÓFILIO ESTERILIZADA
ESPARADRAPO BAND-AID SOLUÇÃO ÁGUA
ANTISSÉPTICA OXIGENADA
ÁGUA BORICADA POMADA PARA COLÍRIO
QUEIMADURA NEUTRO

18.3 - PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA EM CASOS ESPECÍFICOS

18.3.1 ATAQUE DE ANIMAIS PEÇONHENTOS

 Acalme a vítima;
 Deitar a vítima o mais rápido possível;
 Não deixar a vítima fazer qualquer esforço e nem caminhar, pois o estímulo da
circulação sanguínea difunde o veneno pelo corpo

21
 Sempre que possível encaminhar o animal junto a vítima (com as devidas
precauções de segurança)
 Não faça garroteamento;
 Jamais corte a pele para extrair o sangue
 Tranquilizar a vítima, mantendo-o em repouso
 Faça uma boa limpeza local (água e sabão) e aplique compressão com gelo;
 A vítima será encaminhada através de nosso veículo disponível para atendimentos
emergenciais ou pelo acionamento do SAMU
 Após 30 minutos da mordida, as providências de primeiros socorros se tornam
desnecessárias, restando apenas encaminhar a vítima a um médico ou hospital para
aplicação de soro, ou contraveneno de cobra.

18.3.2 PICADA DE INSETOS

 Lavar com água e sabão;


 Aplicar pano frio ou bolsa de gelo;
 Manter o paciente hidratado
 Procurar o serviço médico mais próximo e se possível levar o animal para
identificação

18.3.3 FERROADA DE ABELHA

 Lavar a mão com água e sabão;


 Retirar o ferrão da pele com uso de uma pinça ou com a unha (espremendo)
 Lavar o local com água e sabão;
 Compressas frias com água fria e gelo;
 Se o colaborador for alérgico, entrar em contato com o BOMBEIRO/SAMU e
deslocar o paciente até a unidade com urgência.

18.3.4 FERIMENTOS LEVES OU SUPERFICIAIS

 Lavar as mãos com água e sabão, antes de fazer o curativo;


 Limpar o ferimento cuidadosamente com água corrente e sabão;
 Aplicar um antisséptico no local do ferimento;
 Proteger o ferimento com gaze esterilizada ou pano limpo, fixando sem apertar;
 Não tentar retirar farpas, vidros ou partículas de metal do ferimento;
 Não tocar no ferimento com os dedos, lenços usados ou outros materiais sujos;
 Mudar o curativo quantas vezes forem necessárias para mantê-lo limpo e seco;
 A vítima será encaminhada a um hospital através de nosso veículo disponível para
atendimentos emergenciais;
 Socorrista fazer todo o procedimento de Luva látex especifica para atendimento de
emergências.

18.3.5 FERIMENTOS LEVES OU SUPERFICIAIS

 Em caso de inconsciência ou de inquietação, deite a vítima de costas e afrouxe suas


roupas, principalmente em volta do pescoço;
 Havendo hemorragia no couro cabeludo, coloque uma compressa ou um pano limpo
sobre o ferimento. Pressione levemente e prenda com ataduras ou esparadrapo;
 Se o sangramento for ao nariz, na boca ou ouvido, vire a cabeça da vítima para o
lado que está sangrando;

22
 Se escoar pelo ouvido um líquido límpido, incolor deixe sair naturalmente, virando a
cabeça de lado;
 Os ferimentos na cabeça requerem sempre pronta atenção médica;
 A vítima será encaminhada após a avaliação para um hospital através de nosso
veículo disponível para atendimentos emergenciais ou pela ambulância do SAMU;
 Socorrista fazer todo o procedimento de Luva látex especifica para atendimento de
emergências.

18.3.6 FRATURAS FECHADAS

 Colocar o membro do acidentado em posição o mais natural possível, sem


desconforto para a vítima;
 Imobilize a fratura, movimentando o menos possível;
 Colocar as talas sustentando o membro atingido. As talas deverão ter comprimento
suficiente para ultrapassar as juntas acima e embaixo da fratura. Qualquer material
rígido pode ser empregado, como: tala, tábua, estaca, papelão, ou mesmo uma
revista grossa ou um jornal grosso e dobrado. Use pano ou outro material macio
para acolchoar às talas, a fim de evitar danos à pele. As talas devem ser amarradas
com ataduras, ou tiras de panos não muitos apertados, em no mínimo quatro
pontos: abaixo da junta, abaixo da fratura e acima da junta, acima da fratura
 A vítima será encaminhada a um hospital através de nosso veículo disponível ou
pelo SAMU para atendimentos emergenciais;
 Socorrista fazer todo o procedimento de Luva látex específica para atendimento de
emergências.

18.3.7 FRATURAS EXPOSTAS

 Coloque gaze, um lenço ou um pano limpo sobre o ferimento;


 Fixe firmemente o curativo, utilizando uma bandagem forte – gravata, tira de roupa,
cinto etc;
 Mantenha a vítima deitada;
 Aplique talas, conforme descrito para fraturas fechadas, sem tentar puxar o membro
ou fazê-lo voltar a sua posição natural;
 Levar o paciente a um hospital, de carro ou ambulância, tão logo a fratura seja
imobilizada;
 A vítima será encaminhada a um hospital através de nosso veículo disponível ou
chamando o SAMU;
 Socorrista fazer todo o procedimento de luva látex especifica para atendimento de
emergências.

18.3.8 PROCEDIMENTOS QUE NÃO DEVEM SER FEITOS EM CASO DE


QUEIMADURA

 Não tocar na área afetada;


 Nunca furar as bolhas;
 Não retirar pedaços de roupa grudados na pele;
 Não usar manteiga, pomadas, creme dental ou qualquer produto doméstico;
 Não usar gelo no local;
 Não cobrir com algodão

18.3.9 QUEIMADURA PRIMEIRO GRAU

23
 Sendo queimadura de pouca extensão, resfriar o local com água fria imediatamente.
Estes tipos de queimaduras se manifestam com vermelhidão, inchaço e dor;
 Secar o local delicadamente com um pano limpo ou chumaços de gases;
 Cobrir o ferimento com compressas de gazes.

18.3.10 QUEIMADURA SEGUNDO GRAU

 Essas queimaduras se manifestam com dor intensa e normalmente aparecem


bolhas ou umidades;
 Aplicar água fria e cobrir a área afetada com compressas de fazes embebida em
vaselina estéril;
 Manter a região afetada mão elevada do que o resto do corpo para diminuir o
inchaço;
 Dar bastante líquido para a vítima ingerir;
 A vítima será encaminhada a um hospital através de nosso veículo disponível para
atendimentos emergenciais ou pelo SAMU.

18.3.11 QUEIMADURA TERCEIRO GRAU

 Essas queimaduras se manifestam com a pele esbranquiçada ou carbonizada e há


pouca ou nenhuma dor;
 A vítima será encaminhada a um hospital através de nosso veículo disponível para
atendimentos emergenciais.

18.3.12 ACIDENTES COM EQUIPAMENTO ELÉTRICO

 Avalie o local para não se tornar uma vítima;


 Desligue a fonte de energia;
 Acione a botoeira para acionar o alarme de incêndio e entre em contato com o
Corpo de Bombeiro ou SAMU;
 Jamais tocar na vítima;
 Em caso de consciência mantenha a pessoa calma e inicie uma conversação;
 Em caso de queimadura avalie o item 18.3.8 a 18.3.11
 Isole o local e controle o ambiente

18.3.13 PROCEDIMENTOS DE SOCORRO EM ROTA

BRIGADISTAS

 Avaliar a vítima, e seguir os procedimentos que se encaixar do item 18 até 21

NÃO BRIGADISTAS

 Avaliar o local para não se tornar uma vítima;


 Verificar se a vítima esta inconsciente;
 Acionar a emergência, Bombeiros 193, Samu 192 e se necessário polícia militar 190

18.3.14 PROCEDIMENTO PARA NÃO BRIGADISTAS DA UNIDADE

 Acionar a botoeira de emergência da unidade para dar início a evacuação


 Informar o brigadista do setor o ocorrido;
 Se locomover para o ponto de encontro mais próximo.

24
18.3.15 ACIDENTES DE QUEDA DE ALTURA

 Procedimentos básicos primeiros socorros – proceder conforme os itens 18.1 a 18.2


 Ferimentos leves ou superficiais – proceder conforme o item 18.3.2
 Ferimentos na cabeça - proceder conforme item 18.3.3
 Fraturas fechadas - proceder conforme item 18.3.4
 Fraturas expostas – proceder conforme item 18.3.5

19. RESGATE EM ALTURA


Amarração ou quedas até 2 metros de altura
- Caso o colaborador esteja consciente:
 Utilize escada plataforma para se aproximar-se o máximo possível do amarrador
(nunca a mais de 2 metros de altura);
 Traga o amarrador para próximo da escada, para a utilização da plataforma;
 Auxilie o amarrador na descida;
 Realize o atendimento de primeiros socorros;
 Avalie a necessidade de atendimento médico especializado e direcione ao hospital
após avaliação.

- Caso o colaborador esteja inconsciente:


 Utilize escada plataforma para se aproximar-se o máximo possível do amarrador
(nunca a mais de 2 metros de altura);
 Verifique os sinais vitais, caso não perceba pulso e/ou respiração entre em contato
com o bombeiro 193 / SAMU ou ambulância;
 Auxilie na descida do amarrador com o auxílio a plataforma da escada;
 Realize o atendimento de primeiros socorros;
 Manter a preservação do local até a chegada de atendimento especializado.

Plataforma elevatória

- Caso o colaborador esteja consciente:


 O supervisor da atividade / Guia de solo deverá descer a plataforma com cuidado e
seguindo as orientações de resgate para cada modelo de PEMT;
 Auxiliar o operador na descida;
 Realizar o atendimento dos primeiros socorros;
 Acionar o Corpo de Bombeiro 193 / SAMU

- Caso o amarrador esteja incosciente:


 O supervisor da atividade / Guia de solo deverá descer a plataforma com
cuidado e seguindo as orientações de resgate para cada modelo de PEMT;
 Verifique os sinais vitais, caso não perceba pulso e/ou respiração entre em
contato com o bombeiro 193 / SAMU;
 Realize o atendimento de primeiros socorros;
 Manter a preservação do local até a chegada de atendimento especializado.

20. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE PARADA CARDIÁCA E ATAQUE CARDIACO


 Realizar a avaliação da vítima para identificação dos sintomas;
 Acionar a emergência, Bombeiros 193 ou SAMU 192;
 Caso a pessoa fique sem pulso e sem respiração, inicie a massagem cardíaca;

25
 Acionar a empresa após entrar em contato com a emergência e a vítima estiver em
atendimento.

NÃO BRIGADISTAS:
 Acionar a emergência, Bombeiros 193, SAMU 192 e se necessário polícia militar
190;
 Acionar a empresa após entrar em contato com a emergência e a vítima estiver
em atendimento.

21. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE ARRITIMIA CARDIACA


 Realizar a avaliação da vítima para identificação dos sintomas;
 Facilitar a respiração da vítima colocando-a deitada;
 Acionar a emergência, Bombeiros 193 ou SAMU 192;
 Caso a pessoa fique sem pulso e sem respiração, inicie a massagem cardíaca;
 Acionar a empresa após entrar em contato com a emergência e a vítima estiver em
atendimento.

NÃO BRIGADISTAS:
 Acionar a emergência, Bombeiros 193, SAMU 192 e se necessário polícia militar
190;
 Acionar a empresa após entrar em contato com a emergência e a vítima estiver
em atendimento.

22. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE CONVULSÃO


 Realizar a avaliação da vítima para identificação dos sintomas:
 Deitar a pessoa no chão, para evitar quedas e virar a mesma de lado para evitar que
possa se engasgar com a própria língua ou com vômito;
 Dê espaço para a pessoa, afastando objetos que estejam próximos e que possam
causar lesões;
 Desaperte roupas apertadas, especialmente na região do pescoço, como camisas e
gravatas;
 Mantenha a calma e espere que a crise passe, leva em torno de 2 a até 5 minutos.

23. PROCEDIMENTOS EM CASOS CRISE DE ANSIEDADE E PANICO


 Facilitar a respiração da vítima colocando-a deitada;
 Indicar que ela controle a respiração e feche os olhos;
 Oferecer palavras de ajuda informando que ela está segura em um ambiente
controlado;
 Acionar a emergência, Bombeiros 193, Samu 192 ou deslocar a vítima até a
emergência mais próxima pois a crise dura de 15 a 30 minutos.

24. DEA – DESFIBRILADOR AUTOMÁTICO EXTERNO

Pode ser usado em situações de emergência por pessoas treinadas na formação do


curso de briga do GRUPO RFK.
A primeira etapa deve ser a realização de massagem cardíaca levando em
consideração de não saber quanto tempo a pessoa está inconsciente e estando em
duas pessoas a segunda pessoa busca o equipamento e prepara para a utilização
seguindo o passo a passo do equipamento. O DEA é um aparelho que permite a
realização de choque controlado no paciente, revertendo o quadro e aumentando a
probabilidade de sobrevivência da vítima, e é usado para normalizar o ritmo de

26
batimentos cardíacos diante da ocorrência de uma arritmia (fibrila ou fibrilação), ou uma
possível parada cardiorrespiratória.
Seu funcionamento consiste em descarregar uma carga elétrica na caixa torácica da
pessoa, para que as células cardíacas voltem a trabalhar normalmente. O equipamento
fica disponibilizado a todos os colaboradores treinados onde é realizado uma vistoria
visual mensal e teste de 3 em 3 meses. Cuidados:
 Manter o equipamento carregado;
 Evite colocar objetos e outros equipamentos sobre o desfibrilador;
 Certifique-se de que o paciente não esteja molhado, caso estiver seque-o;
 Desfibrilador também não pode ser colado sobre implantes de marca-passo e
medicamentos adesivos;

25. ACIDENTES FATAIS


 Comunicar o fato de forma imediata a liderança envolvida e para autoridades
policiais e responsáveis pela obra se ocorrer na mesma e empresa para tomar as
providências legais;
 Isolar a área e preservar o local até a liberação das autoridades competentes e da
CIA;
 Notificar com a máxima urgência, familiares do acidentado sobre o fato ocorrido;
 Instituir uma comissão de investigação para investigar o caso, identificando as
causas num prazo máximo de 15 dias;
 Recomendar medidas para evitar acidentes semelhantes;
 Garantir a esta comissão autoridade e autonomia, para conduzir as investigações
sem qualquer obstáculo;
 A CIA ao término das investigações divulgará os resultados do relatório aos órgãos
competentes e repassar a experiência do acidente a outras atividades.

26. PROCEDIMENTO EM CASO DE VAZAMENTO DE AMONIA


 Comunicar o vazamento de forma imediata a liderança envolvida e para autoridades
policiais e responsáveis pela obra
 Acionar a botoeira de emergência e sinalizar o ocorrido para os brigadistas
 Brigadista pegar as máscaras disponíveis nos pontos dentro das caixas para realizar
a entrada ao local para conter o vazamento junto a manutenção
 Equipe de evacuação retirar todo o pessoal da empresa, só permitindo o retorno
quando estiver sanado o vazamento.
 Em caso de não solucionar o problema acionar os bombeiros / samu Tel: 192 / 193

27
HOSPITAIS PRÓXIMOS AO GRUPO RFK

- Tel (43) 3174-0551


UPA - Unidade de Pronto Atendimento Jardim Tupi, R. Carajás, 479 - Jardim Tupi,
Cambé - PR, 86181-170

- Tel: (43) 3174-


3100
Santa Casa de Misericórdia de Cambé, R. Suíça, 220 - Centro,
Cambé - PR, 86181-270
CONCLUSÃO

 Os procedimentos relatados visam minimizar os perigos a segurança e saúde das


pessoas e colaboradores envolvidos nas atividades no GRUPO RFK, bem como as
atividades de impacto ao meio ambiente buscando manter uma equipe qualificada que
poderá atender qualquer emergência com agilidade e eficiência e sem se colocar em
risco. Podendo assim garantir que o socorrido tenha o atendimento adequado para o
tipo de ocorrência que sofrer.

27. ROTAS DE FUGA

????

28
ORIENTAÇÃO PANDEMIA (COVID)

O QUE É COVID – 19

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes
de animais, incluindo camelos, gado e morcegos. Raramente, os coronavírus que
infectam animais podem infectar pessoas, como por exemplo do MERS-CoV.
Recentemente, em dezembro de 2019, houve a transmissão de um novo coronavírus
(SARS-CoV-2), o qual foi identificado em Wuhan na China e causou a COVID-19, sendo
em seguida disseminada e transmitida pessoa a pessoa.

A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-Cov-2, que


apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves.
De acordo com a Organização Municipal de Saúde, a maioria (cerca de 80%) dos
pacientes com COVID-19 podem ser assintomáticos ou oligo sintomáticos (poucos
sintomas), e aproximadamente 20% dos casos detectados requer atendimento
hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória, dos quais aproximadamente 5%
podem necessitar de suporte ventilatório.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um refriado a uma Síndrome Gripal –SG


(presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos
seguintes sintomas: Sensação de febril ou febre associada a dor de garganta, dor de
cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:

 Tosse;
 Febre;
 Coriza;
 Dor de garganta;
 Dificuldade para respirar;
 Perda do olfato (anosmia);
 Alteração do paladar (ageusia);
 Distúrbios gastrintestinais (náuseas / vômitos / diarreia);
 Cansaço (astenia);
 Diminuição do apetite (hiporexia);
 Dispneia (falta de ar).

COMO PROCEDER COM DOENÇAS TRANSMISSIVEIS

Como prevenção a doenças transmissíveis é recomendado tomar todas as vacinas


sugeridas para minimizar o risco de transmissão, onde o cuidado no dia a dia permite
manter a qualidade de vida, focando na saúde como realizar boa alimentação, incluir a
prática de exercícios no dia a dia e realizar visitas periódicas ao médico. Porém
devemos seguir algumas recomendações diárias se ocorrer alguns sintomas ou estar
presente com alguém que tenha sintomas:

 Higienizar as mãos com frequência;


 Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
 Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossi;
 Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
 Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

29
 Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
 Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;
 Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes
com aglomeração;
 Evitar visitas a hospitais;
 Ventilar os ambientes.

Devemos encaminhar o colaborador com os devidos sintomas ao médico para realizar


os testes necessários de identificação da doença e ínicio do tratamento conforme
necessidade e positivação.

O QUE É DENGUE

Doença viral transmitida por mosquitos que ocorre em áreas tropicais e subtropicais.

Pessoas infectadas com o vírus pela segunda vez têm um risco significativamente maior
de desenvolver doença grave. É uma doença infecciosa febril aguda, que pode se
apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de alguns fatores, entre eles: o
vírus envolvido, infecção anterior pelo vírus da dengue e fatores individuais como
doenças crônicas (diabetes, asma brônquica, anemia falciforme).

A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes


Aegypi, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como
em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e
sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

Devemos seguir algumas recomendações diárias de uso de repelentes, tanto repelente


de ambiente, como corporal é extremamente necessário para inibir o mosquito.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS

 Febre;
 Coriza;
 Dor no corpo, articulares e musculares;
 Distúrbios gastrintestinais (náuseas / vômitos)
 Cansaço (astenia);
 Diminuição do apetite (hiporexia);
 Distúrbios no Sistema Neurológico;
 Choque hemorrágico.

Devemos encaminhar o colaborador com os devidos sintomas ao médico para realizar


os testes necessários de identificação da doença e ínicio do tratamento conforme
necessidade e positivação.

DESASTRES NATURAIS

COMO O CIDADÃO DEVE PROCEDER EM CASO DE ENCHENTES?

 Fique atento às previsões e aos comunicados das autoridades, especialmente da


Defesa Civil. De forma geral é importante manter-se longe dos locais baixos, onde
exista um histórico de acúmulo de águas de chuvas. Escolha um local, previsto
anteriormente, que seja seguro, onde você e sua família possam se alojar no caso
de uma enchente;
 Caso o local no qual esteja comece a encher, busque um ambiente seguro, de
preferência deslocando-se em grupo. Durante esse deslocamento em áreas cheias,
mantenha os calçados nos pés eles previnem ferimentos e contaminações. Nunca
volte a um local inundado, ou se coloque em risco para resgatar bens, lembre-se de

30
que o maior bem é a sua vida. Se precisar de algo que ficou em casa, peça ajuda á
Defesa Civil, ou ao Corpo de Bombeiros;
 Não deixe crianças sozinhas trancadas em casa e mantenha sempre em mãos á
água potável, roupa e remédios para o caso de ter que sair rapidamente de sua
casa. Conheça o centro de saúde mais próximo da sua residência, pode ser
necessário. Como medidas preventivas, recomendamos não jogar lixo em terrenos
baldios, ou na rua, da mesma forma, não descarte sedimentos, troncos, móveis, ou
quaisquer materiais no leito dos rios. Todas essas ações agravam os fenômenos
naturais associados às enchentes.

O QUE FAZER APÓS AS INUNDAÇÕES?

Após a inundação, podemos adotar as seguintes medidas: enterre animais mortos e


limpe os escombros e lama deixados pela inundação, lave e desinfete os objetos que
tiveram contato com as águas da enchente, retire todo o lixo da casa e do quintal e o
coloque para a limpeza pública, raspe toda a lama e o lixo no chão, das paredes, dos
móveis e utensílios e não consuma alimentos que tiveram contato com ela. Além disso,
observe se sua casa corre o risco de desabar.

COMO É POSSIVEL PREVER QUE UMA CHUVA OCASIONARÁ ENCHENTES?


QUANDO SAIR DO TRABALHO, OU DE CASA, COM SEGURANÇA?

Infelizmente, as enchentes nem sempre ocorrem separadamente. Entretando,


recomendamos atenção à previsão do tempo, especialmente no verão época em que as
tempestades costumam ser mais severas. Se você percebe que uma tempestade está a
se formando ou já começou, evite deslocar-se e aguarde sempre em um local seguro
com fácil acesso.

SE UM CIDADÃO ESTÁ PRESO COM O SEU CARRO NO TRÂNSITO E A RUA


COMEÇA A ENCHER, O QUE FAZER?

Depende muito da situação. Como regra geral, devemos abandonar o veículo e buscar
um local seguro, mas se houver uma correnteza muito forte do lado de fora e o veículo
estiver estável, pode ser melhor se abrigar nele. De qualquer forma, acione o Corpo de
Bombeiros e peça ajuda às pessoas que porventura estejam próximas.

E QUAL É O MELHOR MOMENTO PARA ABONDONAR O VEÍCULO E PROCURAR


AJUDA?

Avalie se você consegue buscar um local seguro sem expor a um grande risco de
afogamento, ou de ser arrastado por uma correnteza. O melhor momento para
abandonar o veículo é antes que o nível da água suba muito. Se a água está no joelho,
já há perigo de ser arrastado. Na dúvida, abandone logo o veículo. Pense sempre, “Se
continuar chovendo, como estará a situação daqui a uma hora?”.

NO CASO DE ENXURRADAS, O QUE A PESSOA DEVE FAZER?

Os procedimentos são similares àqueles recomendados para enchentes. Entretanto, o


cuidado deve ser maior, pois as correntezas são mais severas. Nem sempre a
correnteza é visível, em alguns casos a superfície parece estável, mas existe um fluxo
intenso de água. A regra é só se deslocar em caso de extrema necessidade.

31
DURANTE AS ENCHENTES, É SEGURO FICAR DENTRO DO ÔNIBUS?

O ônibus, por ser mais pesado que um automóvel normal, é mais estável, entretanto,
também pode ser arrastado por uma correnteza de grandes proporções. O ideal é que
se saia do ônibus e busque local seguro, assim como no caso do automóvel.

O QUE AS PESSOAS QUE MORAM NAS ÁREAS DE RISCO DEVEM FAZER EM


CASO DE CHUVA FORTE?

Quando a comunidade possui sistema de alerta e alarme por sirene, fique atento às
mesmas e siga as diretrizes da Defesa Civil. Se a chuva ficar muito intensa e você
estiver em dúvida se o local está comprometido, retire-se para um ambiente seguro.

EM ÁREA DE RISCO, DESLIGAR GÁS E LUZ DAS CASAS FAZ SENTIDO? QUAIS
SERIAM AS OUTRAS RECOMEDAÇÕES?

Em uma emergência, quando se vai abandonar a residência, é recomendável desligar a


luz e fechar o registro de gás e água. Caso seja possível, feche bem as portas e
janelas. A recomendação mais importante é não hesitar, em hipótese alguma, em deixar
a casa. Muitas pessoas são vitimadas por insistirem em permanecer em suas casas, ou
mesmo por voltarem para buscar pertences.

O QUE FAZER EM CASOS DE DESLIZAMENTOS DE TERRA?

Os deslizamentos são responsáveis por inúmeras vítimas fatais e grandes prejuízos


materiais. Se você está morando em uma área de risco, tenha ciência do plano de
evacuação, pois, ele pode salvar a sua vida e a de seus vizinhos. Caso a localidade
onde a pessoa more ainda não tenha esse plano, converse com o prefeito, ou o
coordenador de Defesa Civil Municipal. No caso de ocorrer um deslizamento de terra,
retira-se imediatamente da região e acione o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil.
Lembre-se de que a área de deslizamento é instável e novos escorregamentos de terra
podem acontecer. São indicativos de deslizamento iminente o aparecimento de fendas,
depressões no terreno, rachaduras nas paredes das casas, inclinação do tronco de
árvores, de postes e o surgimento de minas d’água.

SE A CASA DO VIZINHO DESABOU, O QUE DEVE SER FEITO: SOCORRER OU


CHAMAR AJUDA?

Acione de imediato o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. A área de deslizamento é


muito instável, então não é seguro ficar no local. Siga sempre as orientações dos
agentes de Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros

QUAIS MEDIDAS PODEM SER TOMADAS PARA EVITAR DESLIZAMENTOS?

Como medida preventiva, chamamos atenção para os seguintes pontos: é fundamental


que a população não construa moradias em áreas de risco, ou seja, locais acima ou
abaixo de barrancos que possam deslizar. Não se deixe enganar por promessas fáceis
e ilusórias para obter um lote, ou uma casa em morros, ou áreas de risco. Os perigos de
desastres são muito altos, se perceber que uma moradia está construída ou sendo

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erguida em área de risco, informe isso á Defesa Civil Municipal e procure conscientizar
o morador do perigo a que ele está se expondo.

Além disso, não desmate morros e encostas para assentamento de casas e outras
construções tampouco destrua a vegetação dessas localidades. Conserte vazamentos
de água o mais rápido possível. Não deixe a água escorrendo pelo chão, pois, isso
fragiliza o solo. Não acumule sujeira e lixo em lugares inclinados porque eles entopem a
saída de água e desestabilizam os terrenos provocando deslizamentos. Da mesma
forma, não jogue lixo em vias públicas, ou barreiras, pois ele aumenta o peso e o perigo
de deslizamento. Jogue o lixo e entulho em latas, ou cestos apropriados.

Não faça cortes nos terrenos de encostas sem licença da prefeitura, para evitar o
agravamento da declividade. Em morros e encostas, não plante vegetais de raízes
curtas, porque eles aumentam os riscos de deslizamentos. São exemplos de vegetais
que não devem ser plantados em morros encostas: mamão, frutapão, jambo, coco,
banana, jaca e árvores grandes. Recomenda-se plantar determinados vegetais para que
a terra não seja carregada pela água da chuva. Perto das casas podem ser cultivadas
pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim, tais como: goiaba, pitanga,
carambola, laranja, limão, pinha, acerola, urucum, jasmim, rosa, pata-de-vaca, hortelã,
cidreira, bolso e capim santo. Nas encostas pode-se plantar: capim, braquiária, capim
gordura, capim-de-burro- capim sândalo, capim gengibre, grama germuda, capim
chorão, grama pé de galinha, grama forquilha e grama batatais.

O QUE FAZER EM CASO DE FURACÃO OU TEMPESTADE TROPICAL E VENTOS


FORTES?

Antes da ocorrência dos vendavais, recomenda-se revisar a resistência de sua casa,


especialmente a estrutura de apoio do telhado. No caso de furacão, o ideal é possuir
abrigo subterrâneo. Nas tempestades com ventos fortes, recomendamos buscar abrigo
no interior das construções de alvenaria, ficando longe das janelas ou objetos que
possam ser projetados com o vento. Desça também para o piso todos os objetos que
possam cair.

EM CASO DE CHUVA COM RAIOS, QUE RECOMENDAÇÕES SEGUIR?

Para não ser atingido por raios, recomendamos evitar lugares que ofereçam baixa
proteção, tais como celeiros, tendas, barracas ou veículos sem capota, incluindo
tratores, motocicletas ou bicicletas. É preciso também não estacionar próximo a linhas
de energia elétrica e árvores, evitando abrigar-se embaixo delas. Afaste-se de
estruturas altas, tais como torres, linhas telefônicas e de energia elétrica e não
permaneça em áreas abertas, como campos de futebol, quadras de tênis,
estacionamentos, alto de morros, topo de prédios, cercas de arame, varais metálicos e
trilhos. Quando dentro de casa, não use o telefone com fio, não fique próximo a
tomadas, canoas, janelas, portas metálicas, ou equipamento elétricos ligados na
tomada.

EM CASO DE CHUVA COM GRANIZO, QUE RECOMENDAÇÕES SEGUIR?

Para não ser atingido por chuva com granizo, recomendamos estar em um local seguro,
onde não se exponha ao risco de ser atingido pelo granizo, se estiver em algum veículo
é recomendado parar em local com cobertura estável e firme, por exemplo posto de
gasolina, onde não ofereça risco de queda de telhado. Não devemos nos abrigar em
baixode árvores pois a um alto risco de queda.

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COMO O CIDADÃO PODE ACOMPANHAR OS ALERTAS EMITIDOS PELAS
AUTORIDADES?

Pela televisão, rádio, celulares e principalmente via internet, por meio dos alertas
emitidos por telejornais e redes sociais, contamos também com o sistema de
informações cadastrados via mensagem por região, nas cidades praianas também
temos os alarmes com sistema de sirenes. Além disso, os líderes comunitários
capacitados pela Defesa Civil também auxiliam no processo de difusão de informações
por região.

Cambé-PR, 25 de novembro de 2024

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