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Cuidados na SRPA: Papel da Enfermagem

O documento descreve o processo de recuperação pós-operatória na SRPA, incluindo a equipe de enfermagem e suas responsabilidades, além dos critérios para alta do paciente. Também aborda a importância da manutenção e controle de drenos, suas classificações e exemplos. O foco é garantir a estabilidade do paciente e a correta administração de cuidados durante a recuperação.

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Cuidados na SRPA: Papel da Enfermagem

O documento descreve o processo de recuperação pós-operatória na SRPA, incluindo a equipe de enfermagem e suas responsabilidades, além dos critérios para alta do paciente. Também aborda a importância da manutenção e controle de drenos, suas classificações e exemplos. O foco é garantir a estabilidade do paciente e a correta administração de cuidados durante a recuperação.

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SRPA

O pós operatório se inicia com a ida do paciente


para a SRPA - observação do paciente anestésico
cirúrgico -> o mesmo deve permanecer até que se
recupere sua consciência e seus sinais vitais
estejam estáveis.

Recursos humanos:
1 enf para cada 8 leitos
1 téc para cada 3 leitos Um total de 8 a 10 significa que o paciente tem
enf coordenador = enf do CC condições clínicas e possibilidade de ser
transferido para sua unidade de origem. Assim ele
Papel do enfermeiro: deve estar:
-​ receber informações clínicas do paciente ●​ Acordado
junto com o aneste. ●​ Responsivo
-​ exame físico na admissão e alta ●​ Eupnéico
-​ elaborar plano de cuidados ●​ SSVV estabilizados
-​ atividades complexas de enfermagem ●​ Movimentação dos 4 membros
-​ aplicar índice de Aldrete e Kroulik, escala
de sedação de Ramsay e escala de dor
-​ Avaliar e registrar a evolução clínica as
intercorrências
Técnico de enfermagem
-​ Prestar cuidado ao paciente designado pelo
Enfermeiro
-​ Realizar tarefas diárias e semanais para
manutenção da unidade
-​ Manusear e limpar equipamentos
-​ Admitir o paciente na SRPA
-​ Aplicar o índice de Aldrete e Kroulik
-​ Aplicar a escala de Dor
-​ Executar prescrição médica
-​ Notificar intercorrências

O paciente fica na RPA até que se perceba:


-​ Estabilidade hemodinâmica
-​ Frequência e amplitude respiratória
normalizadas
-​ Saturação de O2 nos limites normais
-​ Estabilidade da temperatura corporal
-​ Bom nível de consciência
Para isso, é preciso:
-​ Posicionar cabeça lateralizada
-​ Aquecer paciente Complicações:
-​ Ventilação adequada 1.​ dor
-​ Drenos e sondas corretamente 2.​ complicações respiratórias
posicionados 3.​ hipotensão arterial
-​ Grades da cama erguidas 4.​ hipertensão arterial
5.​ choque hipovolêmico
6.​ oligúria
7.​ poliúria
8.​ hipotermia
9.​ náuseas e vômitos * só não podemos retirar o de tórax, os outros
10.​distensão abdominal podemos!
11.​soluço

Alta do paciente:
➔​ Manter cabeceira elevada
➔​ Vias aéreas desobstruídas
➔​ Estar consciente
➔​ Despertar facilmente
➔​ Estabilidade dos SSVV
➔​ Curativo limpo e seco
➔​ Débito urinário mínimo de 30ml/h
➔​ Drenos, sondas e acessos venosos pérvios
➔​ Ausência de náuseas e vômitos
➔​ Sangramento mínimo ou ausente
➔​ Ausência de dor
➔​ Normotermia
➔​ Movimentação ativa dos 4 membros
➔​ Pontuação adequada do Indice de Aldrte e
kroulik

Drenos
Objeto de forma variada produzido em materiais
diversos, com finalidade de manter a saída de
líquido ou ar de uma cavidade para o exterior.

A enfermagem deve:
-​ Manter a permeabilidade
-​ Realizar correto posicionamento
-​ Fazer curativo conforme a necessidade
-​ Controlar a drenagem
-​ Registrar

Classificações:
1)​ dreno aberto: não tem coletor. Absorção por
bolsa/fezes. Karaya
2)​ dreno fechado: tem coletor
3)​ dreno ativo: possui sistemas como sanfona,
sucção
4)​ dreno passivo: drena apenas pela
gravidade
exemplos:
-​ penrose: aberto - passivo = parece um
dedo de luva; fica com uma gaze ou bolsa
de karaya
-​ kerr: aberto - cirurgias biliares
(especificamente)
-​ portovac: fechado e ativo
-​ jackson pratt: fechado e ativo; dreno de
Blake é uma variação interna (redondo)
-​ tórax: fechado; pode ser ativo ou passivo.

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