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Caixa Metálica para Medição de Água

A Norma Técnica NTS 166 da Sabesp especifica os requisitos para a fabricação e fornecimento de caixas metálicas para unidades de medição de ligação de água, com foco na intercambiabilidade e qualidade dos materiais. O documento detalha componentes, requisitos gerais e específicos, além de instruções de instalação e manutenção. Inclui também erratas e referências normativas relevantes para garantir a conformidade e a durabilidade do produto.

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Nelson Lopes
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Caixa Metálica para Medição de Água

A Norma Técnica NTS 166 da Sabesp especifica os requisitos para a fabricação e fornecimento de caixas metálicas para unidades de medição de ligação de água, com foco na intercambiabilidade e qualidade dos materiais. O documento detalha componentes, requisitos gerais e específicos, além de instruções de instalação e manutenção. Inclui também erratas e referências normativas relevantes para garantir a conformidade e a durabilidade do produto.

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Norma Técnica Sabesp

NTS 166

Caixa metálica para unidade de medição


de ligação de água

Especificação

São Paulo
Janeiro – 2010 - Rev. 07
Incorpora a Errata nº 1 de março 2010
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

SUMÁRIO
ERRATA Nº 1 ............................................................................................................................................ 1
1 OBJETIVO .............................................................................................................................................. 2
2 INTERCAMBIABILIDADE ...................................................................................................................... 2
3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ............................................................................................................. 2
4 REQUISITOS GERAIS ........................................................................................................................... 3
4.1 Componentes e acessórios da caixa ............................................................................................... 3
4.2 Materiais .............................................................................................................................................. 4
5 REQUISITOS ESPECÍFICOS ................................................................................................................. 5
5.1 Aspecto visual .................................................................................................................................... 5
5.2 Exame dimensional ............................................................................................................................ 5
5.3 Características construtivas ............................................................................................................. 5
5.4 Ensaios de revestimento ................................................................................................................... 7
5.5 Resistência ao impacto ..................................................................................................................... 8
6 ACESSÓRIOS ........................................................................................................................................ 8
6.1 Lacres .................................................................................................................................................. 8
6.2 Chave especial ................................................................................................................................. 10
7 EMBALAGEM ....................................................................................................................................... 10
7.1 Embalagem de papelão ................................................................................................................... 10
7.2 Componentes a serem embalados ................................................................................................. 10
8 FORNECIMENTO DO PRODUTO ........................................................................................................ 11
8.1 Caixa metálica .................................................................................................................................. 11
8.2 Complementos ................................................................................................................................. 11
9 INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO .......................................................................... 11
10 QUALIFICAÇÃO DO FABRICANTE .................................................................................................. 11
11 REQUISITOS DE QUALIDADE DURANTE A FABRICAÇÃO .......................................................... 13
12 INSPEÇÃO E RECEBIMENTO........................................................................................................... 13
12.1 Tamanho do lote de inspeção ....................................................................................................... 13
12.2 Amostragem ................................................................................................................................... 14
12.3 Aceitação ou rejeição .................................................................................................................... 15
ANEXO A - PERSPECTIVA DA CAIXA METÁLICA .............................................................................. 16
ANEXO B - DETALHE DA TAMPA – DISPOSITIVO SIMPLES ............................................................. 17
ANEXO C - DETALHE DA TAMPA – DISPOSITIVO DUPLO ................................................................ 18
ANEXO D - DETALHES DA CAIXA ........................................................................................................ 19
ANEXO E - DETALHE DA INSTALAÇÃO DOS LACRES – DISPOSITIVO SIMPLES .......................... 20
ANEXO F - DETALHE DA INSTALAÇÃO DOS LACRES – DISPOSITIVO DUPLO ............................. 21
ANEXO G - DETALHES DOS VEDANTES E PARAFUSOS .................................................................. 22
ANEXO H - DETALHES DOS LACRES E CHAVE ................................................................................. 23

05/01/2010
Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

Caixa metálica para unidade de medição de ligação de água

ERRATA Nº 1

Tabela 1 – Sumário de componentes e acessórios da caixa.

Nº de ordem 08 onde se lê: Tubo corrugado em PE DN 50.


leia-se: Tubo corrugado em PE DE 50.

Item 4.2.7 onde se lê: Deve ser em PE corrugado, DN 50 e .....


leia-se: Deve ser em PE corrugado, DE 50 e .......

Tabela 2 – Componentes da caixa a serem instalados

Nº de ordem 08* onde se lê: Tubo corrugado em PE, DN 50.


leia-se: Tubo corrugado em PE, DE 50.

1º parágrafo após a tabela 2

onde se lê: ......... todos os números de ordem de 01 a 07.


leia-se: ......... todos os números de ordem de 01 a 06.

ANEXO G – DETALHES DOS VEDANTES E PARAFUSOS

No desenho do ―Vedante p/fechamento do furo p/tubo camisa (1) e


p/fechamento do furo lateral (1) onde se lê: 73
leia-se: 63

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NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

1 OBJETIVO
Esta norma estabelece os requisitos, mínimos, para a fabricação e
fornecimento de caixas metálicas da unidade de medição, para ligação de
água de Diâmetro Nominal DN 20, utilizando-se hidrômetros com vazão de 1,5
ou 3 m3/h.
A caixa permite a instalação do dispositivo simples ou duplo, conforme
NTS 195 e 222, respectivamente.

2 INTERCAMBIABILIDADE
Independente do tipo de material da caixa ou do dispositivo de medição
(metálico ou plástico) e os respectivos fabricantes, o atendimento aos
requisitos desta norma deve permitir a intercambiabilidade entre dispositivos
de medição e entre tampas da caixa, respeitando-se o tipo de instalação
(simples ou dupla).

3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas
neste texto, constituem prescrições para esta norma técnica. As edições
indicadas são as que estão em vigor no momento desta edição. Caso haja
revisões posteriores, recomenda-se que seja analisada a conveniência de se
adotar as edições mais recentes das normas citadas a seguir:
NTS 039:1999, Tintas – Medição de espessura de película seca.

NTS 041:1999, Inspeção de aderência em revestimentos anticorrosivos.

NTS 165:2002, Unidade de Medição – ligação de água (DN 20 - hidrômetro de


1,5m3/h ou 3,0 m3/h).

NTS 195:2009, Dispositivo de medição simples.

NTS 222:2009, Dispositivo de medição duplo.

NTS 225:2009, Caixa de material plástico para unidade de medição de ligação


de água.

NBR 5426:1985, Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por


atributos.

NBR 6180:1983, Ligas de Zinco.

NBR 8094:1983, Material metálico revestido e não revestido – corrosão por


exposição à névoa salina.

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Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

NBR 8095:1983, Material metálico revestido e não-revestido - corrosão por


exposição à atmosfera úmida saturada.

NBR 9799:1987, Conexão de polipropileno - verificação da estabilidade


térmica.

NBR 15715:2009, Sistemas de dutos corrugados de polietileno (PE) para infra-


estrutura de cabos de energia e telecomunicações – Requisitos.

ASTM A276:2008, Standard Specification for Stainless Steel Bars and Shapes.

4 REQUISITOS GERAIS

4.1 Componentes e acessórios da caixa


Os componentes e acessórios da caixa constantes da tabela 1 encontram-se
detalhados nos anexos de A a H.

Tabela 1 – Sumário de componentes e acessórios da caixa


Nº ordem Denominação
01 Caixa metálica
Tampa frontal do compartimento do
02
consumidor
Tampa traseira do compartimento do
03
consumidor
04 Rebites e arruelas em latão
Parafusos para fixação do dispositivo de
05
medição
06 Vedante redondo em polipropileno
07 Acoplador do tubo camisa
08 Tubo corrugado em PE, DN 50.
09 Tampa da caixa
10 Parafusos de latão M 6
Porcas e arruelas para fixação do dispositivo
11
de medição
12 Lacre antifraude em polipropileno azul
13 Lacre antifraude em polipropileno vermelho
14 Lacre antifraude em polipropileno cinza
15 Lacre para tampa da caixa
16 Lacre para corte do fornecimento

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NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

4.2 Materiais
4.2.1 Caixa e tampa
Chapa de aço carbono, ABNT 1010 / 1020. Deve ser preparada e revestida
conforme 4.2.2 e 4.2.3, com espessura média de 80 μm, sendo que em
qualquer ponto da caixa a espessura não deve ser inferior a 70 μm.

Chapa de aço inox conforme ASTM A276, no mínimo tipo 444 (UNS 44400).
Não deve ser revestida.

Chapa de aço carbono, SAE 1008/1010, galvanizada com duas camadas de


zinco puro com cobertura de no mínimo 3g/m2. Deve ser revestida conforme
4.2.2 e 4.2.3, com espessura média de 80 μm, sendo que em qualquer ponto
da caixa a espessura não deve ser inferior a 70 μm.

A tampa da caixa deve ter espessura mínima de 1,25 mm. As demais


superfícies da caixa devem ter espessura mínima de 0,9 mm.

4.2.2 Preparação da chapa


No caso da utilização de chapas de aço carbono 1010/1020 a superfície deve
ser preparada através de fosfatização.

No caso da utilização de chapa de aço carbono SAE 1008/1010, zincadas, a


superfície deve ser preparada através da fosfatização tricatiônica (ligas de
zinco, níquel e manganês).

4.2.3 Revestimento da chapa


Pintura eletrostática, com aplicação de tinta em pó à base de poliéster, na cor
cinza padrão Munsell N6,5. Deve ser verificada a aderência conforme NTS 041
(a aderência aceitável deve ser grau Xo, Yo).

4.2.4 Acoplador do tubo camisa


Guarnição fabricada de material flexível (borracha natural, sintética, etc.) tipo
coifa, para passagem do tubo PE DN 20, conforme anexo G.

4.2.5 Vedantes dos furos


Fornecidos juntamente com a caixa de material metálico, fabricados em
polipropileno, conforme segue:
- No compartimento da Sabesp são instalados dois vedantes para fechamento
dos furos da entrada da ligação, conforme anexo G;
- No compartimento do cliente são instalados três vedantes para fechamento
dos furos laterais de saída da ligação, conforme anexo G

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Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

4.2.6 Parafusos, porcas, arruelas, pinos e fecho esfera


Devem ser em aço galvanizado por imersão a quente, em aço mola, em aço
inoxidável ou em latão.
Não é permitida a combinação destes materiais.

4.2.7 Tubo camisa


Deve ser em PE corrugado, DN 50 e comprimento de 1,50 m, conforme NBR
15715.

5 REQUISITOS ESPECÍFICOS

5.1 Aspecto visual


A caixa (corpo e tampa) deve ter acabamento uniforme, estar limpa, sem
arestas cortantes ou rebarbas, isentas de pontos de oxidação, trincas, mossas,
defeitos em soldas, empenamentos e outros defeitos prejudiciais ao
desempenho do produto ou ao seu aspecto estético.

A caixa (corpo e tampa) deve ser na cor cinza padrão Munsell N6,5.

Na parte interna do corpo da caixa, deve constar em alto-relevo, de forma


legível e indelével no mínimo, as seguintes informações:
- Nome do fabricante
- Data de fabricação (mês / ano).

Obs. As dimensões sugeridas para as letras e algarismos são as seguintes:


15 mm de altura, 10 mm de largura e 0,5 mm de ressalto.

5.2 Exame dimensional


Devem ser verificadas todas as dimensões apontadas nos anexos de A a H
desta norma, observando-se os critérios abaixo definidos:

- A tolerância geral de medidas é de mais ou menos 1,0 mm, exceto onde


indicado no desenho. A concavidade ou convexidade máxima admissível em
qualquer ponto da caixa é de 2,0 mm.

- Os cantos ortogonais terão tolerância máxima de 30 minutos de grau, não


cumulativo com demais tolerâncias dimensionais.

A caixa deve permitir total intercambiabilidade entre as tampas (plástica ou


metálica) e dispositivos (plásticos ou metálicos), conforme item 2.

5.3 Características construtivas


É rigorosamente proibido executar reparos na caixa e na tampa.

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NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

A caixa metálica apresenta a seguinte configuração:


- caixa e tampa com grelha pigmentadas na cor cinza.

5.3.1 Caixa
A caixa deve ser fabricada, preferencialmente, em peça única conformada por
repuxo.

Quando utilizada solda, recomenda-se o processo MIG, MAG, TIG ou solda por
indução elétrica (solda a ponto). O espaçamento máximo entre pontos é de
100 mm; no caso de cordões o comprimento mínimo de cada cordão é de 10
mm.

5.3.2 Tampas da caixa


A tampa da caixa deve ter uma configuração específica para instalação do
dispositivo simples e outra para instalação do dispositivo duplo

A tampa deve ser em corpo único conforme anexos B ou C, e sua fixação à


caixa será conforme anexo A.

Os pinos de apoio da tampa frontal podem ser fabricados em aço inox, latão
ou aço galvanizado por imersão a quente.

Esses pinos devem ser cilíndricos e suas dimensões devem ser conforme
anexo D.

Podem conter determinadas configurações que tem por objetivo auxiliar a


fixação da tampa à caixa, desde que não inviabilizem a intercambiabilidade
entre tampas de outros fabricantes tanto de material plástico como metálico.

A fixação do dispositivo de medição à caixa deve ser feita por meio de


parafusos, conforme anexo D.

[Link] Tampa para instalação do dispositivo de medição simples


Os furos necessários para acesso à cabeça do registro da Sabesp devem ter
diâmetro de 25 mm, estarem localizados em 2 pontos diferentes na tampa da
caixa conforme anexo B.

A grade para visualização do número do hidrômetro e leitura de consumo,


bem como os detalhes das aberturas para fixação da tampa na caixa devem
ser conforme anexo B, onde constam também detalhes da tampa, parafusos e
furos.

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Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

[Link] Tampa para instalação do dispositivo de medição duplo


Os furos necessários para acesso à cabeça do registro da Sabesp devem ter
diâmetro de 25 mm, estarem localizados em 2 pontos diferentes na tampa da
caixa conforme anexo C.

A grade para visualização do número dos hidrômetros e leitura de consumo,


bem como os detalhes das aberturas para fixação da tampa na caixa devem
ser conforme anexo C, onde constam também detalhes da tampa, parafusos e
furos.

[Link] Tampas do compartimento do cliente


As tampas do compartimento do cliente devem ser em corpo único conforme
anexo D, e sua fixação à caixa será conforme anexo A.

Todos os materiais metálicos utilizados para fixação desta tampa à caixa


devem ser em latão e fecho tipo esfera, em aço.

Deve dispor de um puxador tipo ―unha função interna‖.

5.3.3 Pinos, parafusos, porcas e arruelas


[Link] Parafusos e porcas para fixação do suporte do dispositivo de
medição
Os parafusos devem ter a cabeça redonda, sem fenda (tipo francês) e seu
corpo conter uma parte quadrada (1/4" x 1/4") junto à cabeça, conforme
detalhe 1 do anexo D.

Devem ser montados conforme anexos A e D, encaixando-se a parte quadrada


no furo quadrado existente no fundo da caixa, os quais servirão de contra
porca.

Podem ser fixados através de cola que garanta sua fixação definitiva, sendo
vedada a utilização de solda.

As porcas devem ter cabeça recartilhada conforme anexo D (detalhe 1).

[Link] Parafusos para fixação da tampa (Sabesp e cliente)


Os parafusos devem ter a cabeça recartilhada conforme anexo G.

5.4 Ensaios de revestimento


5.4.1 Verificação da espessura
Verificação da espessura da camada da película seca, de acordo com a NTS
039.

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NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

5.4.2 Aderência da película seca


Ensaio de aderência da película seca, de acordo com a NTS 041.

5.4.3 Névoa salina


A caixa e a tampa devem ser submetidas ao ensaio de névoa salina, conforme
NBR 8094, por 500 horas e a aderência do revestimento após a exposição
deve ser verificada de acordo com a NTS 041.

Após o ensaio a caixa e a tampa não devem apresentar sinais de corrosão,


descontinuidades ou bolhas.

5.4.4 Câmara úmida


A caixa e a tampa devem ser submetidas ao ensaio de câmara úmida,
conforme NBR 8095, por 500 horas e a aderência do revestimento após a
exposição deve ser verificada de acordo com a NTS 041.

Após o ensaio a caixa e a tampa não devem apresentar sinais de corrosão,


descontinuidades ou bolhas.

5.5 Resistência ao impacto


A tampa (anexos B e C) instalada na caixa deve ser submetida a uma carga de
impacto aplicada em seu centro, através da queda de uma altura de 2m de um
punção de aço com 50 mm de diâmetro e massa de 1 kg.

Após o impacto o conjunto caixa e tampa não devem romper, sendo admitida
uma deformação permanente máxima de 2,5 mm, analisada nos sentidos
transversal, longitudinal ou diagonal, da tampa.

6 ACESSÓRIOS

6.1 Lacres
Os lacres não fazem parte do fornecimento da caixa e devem ser adquiridos
diretamente pela Sabesp, para montagem da unidade de medição.

6.1.1 Lacre da tampa frontal


Lacre composto por cabo de aço galvanizado 7x7 ou 6x7, obrigatoriamente do
tipo não pré-formado, com resistência mínima à tração de 2,3 kN,
comprimento útil de 840 mm e com diâmetro de 1,60 mm (tolerância de
0,01 mm).
O corpo do lacre deve ser fabricado em liga de Zamak de acordo com a NBR
6180, dimensões e detalhes conforme anexo H.

- O corpo deve apresentar identificação com 2 letras (indicando a Unidade de


Negócio) e 6 dígitos em ordem seqüencial, logotipo da Sabesp e o nome do
fabricante. A numeração seqüencial será fornecida pela Unidade de Negócio.
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Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

As marcações podem ser do tipo estampagem mecânica em baixo relevo ou


impressão a laser, conforme anexo H.

6.1.2 Lacre de corte de fornecimento


Lacre composto por cabo de aço galvanizado 7x7 ou 6x7, obrigatoriamente do
tipo não pré-formado, com resistência mínima à tração de 2,3 kN,
comprimento útil de 250 mm, diâmetro de 1,60 mm (tolerância 0,01 mm).

O corpo do lacre deve ser fabricado em liga de Zamak de acordo com a NBR
6180 e suas dimensões e detalhes conforme anexo H.

O conjunto (cabo e corpo) dos lacres especificados em 7.1.1 e 7.1.2, quando


submetido a uma força de tração superior à sua capacidade resistente, deve
apresentar o rompimento do cabo num ponto fora da região de travamento
(corpo).

O sistema deve ser projetado de forma que o cabo só possa ser deslocado no
sentido da lacração.

- Ao ser cortado, o cabo deve apresentar características que impeçam sua


reutilização e facilite a identificação de fraudes.

- Para detalhes, vide anexo H.

6.1.3 Lacre antifraude


Lacre em resina base de polipropileno, pigmentada, protegida contra raios UV,
estabilizada termicamente e com as dimensões e detalhes construtivos
conforme o anexo E.
- cor cinza: padrão Munsell N6,5.
- cor vermelha (segurança): padrão Munsell 5 R 4/14.
- cor azul (mont blanc): padrão Munsell 10 B 5/10 tipo Azul Sabesp.

Ensaiado de acordo com o método da NBR 9799, não devem apresentar


rachaduras, bolhas ou escamas, com exceção da região dos pontos de injeção,
cuja profundidade do defeito não deve exceder a 20% da espessura, no ponto
de injeção.

Devem ser fabricados com grapas de pressão para fixação aos furos das
tampas, com o logotipo Sabesp em baixo relevo (espessura de 1 mm),
conforme o anexo G.

Os canais de vedação devem ser dimensionados conforme a espessura da


parede da caixa.

05/01/2010 9
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

6.2 Chave especial


Esta chave não faz parte do fornecimento da caixa. Foi referenciada apenas
para que o fabricante da caixa possa dimensionar corretamente os parafusos e
porcas.
A fixação das tampas dos compartimentos da Sabesp e do cliente, a fixação da
placa suporte do dispositivo à caixa, bem como as ações de bloqueio e de
desbloqueio dos registros, deve ser feita através de uma única chave, cujos
detalhes se encontram no anexo A.

Deve ser confeccionada com diâmetro de 12,5 mm, com o corpo em aço
inoxidável, no mínimo conforme AISI 304 L, cabo em polipropileno e soquete
conforme detalhe do anexo H.

7 EMBALAGEM

7.1 Embalagem de papelão


As embalagens devem conter em seu corpo:
- instruções para instalação (conforme NTS 165);
- nome, endereço, telefone e CNPJ do fabricante;
- designação do produto e número da norma correspondente.

A embalagem de papelão deve dispor de alça plástica para transporte da caixa


metálica.

7.2 Componentes a serem embalados


7.2.1 Embalagem da caixa metálica

Tabela 2 – Componentes da caixa a serem embalados


Nº ordem Denominação Quantidade
01 Caixa metálica 01 un
Tampa frontal do compartimento 01 un
02
do consumidor
Tampa traseira do compartimento 01 un
03
do consumidor
04 Rebites e arruelas em latão 04 un
Parafusos para fixação do 04 un
05
dispositivo de medição
06 Vedante redondo em polipropileno 05 un
07 Acoplador do tubo camisa 01 un
08* Tubo corrugado em PE, DN 50. 1,50 m
* Este componente deve estar enrolado no interior da caixa.

A caixa deve ser entregue montada incluindo todos os números de ordem de


01 a 07.

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Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

A tampa da caixa deve ser entregue juntamente com a caixa e embalada


separadamente, conforme item 7.2.2.

7.2.2 Embalagem da tampa

Tabela 3 – Componentes da tampa a serem embalados


Nº ordem Denominação Quantidade
09 Tampa da caixa 01 un
10 Parafusos de latão M 6 02 un
Porcas e arruelas para fixação do 04 un
11
dispositivo de medição

A tampa deve ser entregue em embalagem de papelão incluindo todos os


números de ordem 09 a 11.

Os números de ordem 10 e 11 devem ser fornecidos em embalagem plástica


no interior da embalagem da tampa.

A embalagem deve indicar, de forma destacada, quando a tampa apresenta


configuração para dispositivo simples e quando é para dispositivo duplo.

8 FORNECIMENTO DO PRODUTO

8.1 Caixa metálica


Este produto deve ser fornecido na forma de dois conjuntos, caixa e tampa, e
todos os acessórios, conforme item 7.2.

8.2 Complementos
Os números de ordem de 12 a 16 da tabela 1 não fazem parte do
fornecimento da caixa.

9 INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO


A caixa de material metálico deve ser instalada conforme previsto na NTS 165.

10 QUALIFICAÇÃO DO FABRICANTE
A caixa deve ser qualificada de acordo com os requisitos desta Norma.

A qualificação deve ser refeita perdendo a anterior sua validade sempre que
ocorrer qualquer mudança de característica da peça, seja de projeto, de
especificação ou de origem da matéria prima, por alterações dimensionais, ou
quando a Sabesp julgar necessário para assegurar a constância da sua
qualidade.

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NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

O fabricante obriga-se a comunicar à Sabesp qualquer alteração no produto,


sujeitando-se a nova qualificação. O fabricante deve manter em arquivo e
fornecer à Sabesp os certificados de origem do material, sua liga e
características mecânicas.

O inspetor deve selecionar 10 caixas para a realização dos ensaios constantes


da tabela 4, em laboratório previamente aprovado pela Sabesp.
Tabela 4 – Métodos de ensaios para qualificação da caixa e tampa
Número
Requisitos de Critérios Observações
amostras
Matéria prima — Certificados —
Visual e Conforme item
3 —
embalagem 5.1, 5.3 e 7
Dimensional e Conforme item
3 —
intercambiabilidade 5.2
Espessura do Conforme item
3 —
revestimento 5.4.1
Aderência da Conforme item
3 —
película seca 5.4.2
1 corpo de prova retirado
da tampa e outro da caixa
Conforme item
Névoa salina 1 contendo pelo menos
5.4.3
20.000 mm2 de área de
exposição
1 corpo de prova retirado
da tampa e outro da caixa
Conforme item
Câmara úmida 1 contendo pelo menos
5.4.4 2
20.000 mm de área de
exposição
Resistência ao Conforme item
3 —
impacto 5.5
Observações gerais:

- Periodicamente e, sem aviso prévio, a Sabesp pode efetuar visitas de


auditoria às instalações do fabricante para verificação da qualidade do
produto.

- Para qualificação, o produto deve atender a todos os requisitos da tabela 4.

- Conforme o material utilizado na confecção da caixa (aço carbono ABNT


1010/1020 ou SAE 1008/1010) deve ser verificado o atendimento ao processo
de fosfatização.

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Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

11 REQUISITOS DE QUALIDADE DURANTE A FABRICAÇÃO


O fabricante deve manter em arquivo os certificados de cada lote de matéria
prima e dos componentes utilizados na fabricação e deve executar os ensaios
indicados na tabela 5.

Tabela 5 – Métodos de ensaios durante a fabricação da caixa e tampa


Número
Requisitos de Periodicidade Critérios
amostras
Matéria prima — — Certificado.
Visual e Um ensaio no Conforme itens 5.1,
1
embalagem início da 5.3 e 7
Dimensional e fabricação e
1 depois a cada Conforme item 5.2
intercambiabilidade
500 conjuntos
Espessura do
1 ou na Conforme item 5.4.1
revestimento
mudança de
Aderência da matéria prima,
1 Conforme item 5.4.2
película seca o que ocorrer
Resistência ao primeiro.
1 Conforme item 5.5
impacto

12 INSPEÇÃO E RECEBIMENTO
Nos ensaios de recebimento da caixa, devem ser seguidos os critérios de 12.1
a 12.3, tendo como referência a NBR 5426.

12.1 Tamanho do lote de inspeção


A inspeção deve ser feita em lotes de no máximo 35.000 conjuntos do mesmo
tipo. O lote mínimo para inspeção é de 26 conjuntos. As amostras devem
atender aos requisitos da tabela 6.

Tabela 6 – Métodos de ensaio do conjunto (caixa e tampa) durante a inspeção


Plano de
Requisitos Critérios Observações
amostragem
Conforme itens
Visual e embalagem Item 12.2.1 —
5.1, 5.3 e 7
Dimensional e
item 12.2.1 Conforme item 5.2 —
intercambiabilidade
Conforme item
Espessura do revestimento Item 12.2.1 —
5.4.1
Conforme item
Aderência da película seca Item 12.2.2 —
5.4.2
Resistência ao impacto Item 12.2.2 Conforme item 5.5 —

05/01/2010 13
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

12.2 Amostragem
De cada lote são retiradas aleatoriamente amostras para o exame visual e
dimensional conforme a tabela 7, que tem como referência as tabelas 1 e 5 da
NBR 5426 (NQA 2,5; nível de inspeção II; regime normal; amostragem dupla).

12.2.1 Para ensaios não destrutivos


Para que uma unidade do produto seja considerada aprovada, deve atender a
todos os requisitos contidos nos itens: 5.1; 5.2; 5.3; 5.4.1 e 7.

Tabela 7 - Plano de amostragem para ensaios não destrutivos (nível lI)


Tamanho da
Peças defeituosas
amostra
Tamanho do
1ª amostra 2ª amostra
lote 1ª 2ª
Aceitação Rejeição Aceitação Rejeição
amostra amostra

26 a 150 13 13 0 2 1 2
151 a 280 20 20 0 3 3 4
281 a 500 32 32 1 4 4 5
501 a 1200 50 50 2 5 6 7
1201 a 3200 80 80 3 7 8 9
3201 a 10000 125 125 5 9 12 13
10001 a 35000 200 200 7 11 18 19

12.2.2 Para ensaios destrutivos


De cada lote são retiradas aleatoriamente amostras para os ensaios, conforme
a tabela 8, que tem como referência as tabelas 1 e 5 da NBR 5426 (NQA 2,5;
nível de inspeção S4; regime normal; amostragem dupla).

Para que uma unidade do produto seja considerada aprovada, deve atender a
todos os requisitos contidos nos itens: 5.4.2 e 5.5.

Tabela 8 - Plano de amostragem para os ensaios destrutivos (nível S4)


Tamanho da
Peças defeituosas
amostra
Tamanho do
1ª amostra 2ª amostra
lote 1ª 2ª
Aceitação Rejeição Aceitação Rejeição
amostra amostra

26 a 150 5 — 0 1 — —
151 a 1200 13 13 0 2 1 2
1201 a 10000 20 20 0 3 3 4
10001 a 35000 32 32 1 4 4 5
Sempre que houver mudança no processo ou material da caixa, deve–se
proceder aos ensaios discriminados na tabela 4.

14 05/01/2010
Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

12.3 Aceitação ou rejeição


Os lotes devem ser aceitos ou rejeitados de acordo com 12.3.1 e 12.3.2 e
considerando os ensaios descritos na tabela 6.

12.3.1 Primeira amostragem


Os lotes de caixas são aceitos quando o número de amostras defeituosas for
igual ou menor do que o número de aceitação.

Os lotes de caixas devem ser rejeitados quando o número de amostras


defeituosas for igual ou maior do que o número de rejeição.

12.3.2 Segunda amostragem


Os lotes de caixas, cujo número de amostras defeituosas for maior do que o
1º número de aceitação e menor do que o 1º número de rejeição, devem ser
submetidos a uma segunda amostragem.

Os lotes de caixas são aceitos, quando o número de amostras defeituosas for


igual ou menor do que o 2º número de aceitação.

Os lotes de caixas devem ser rejeitados quando o número de amostras


defeituosas for igual ou maior do que o 2º número de rejeição.

Para efeito de aceitação ou rejeição do lote, a quantidade de peças defeituosas


encontrada na primeira amostragem deve ser somada à quantidade de peças
defeituosas encontrada na segunda amostragem.

05/01/2010 15
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

ANEXO A - PERSPECTIVA DA CAIXA METÁLICA


185

63
7,5
370

358
30

7
Ø

15

14.5
10

vi s
ta
" W
"
40

88 14.5

7
parafuso "B" pa
fixa rafus
çã o o d
do e
2 (X)Ø 4 P/arrebite de fixação ROSCA M6 su p
da tampa com arruelas o rte

FECHO ESPERA

Ø6.5mm p/ fechamento
da tampa

Ta
C l e mp a
nte do
(vi Co
sta m
i n t p a rt
e rn i m
a) ent 2 (x) Ø 7 p/ alojamento TUBO CAMISA DN50mm
o do
do fecho esfera CORRUGADO PE

Ta
SA mpa
BE do
SP Co
( v i mp
sta ar
int time
e rn n t
a) o d
a

16 05/01/2010
Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

ANEXO B - DETALHE DA TAMPA – DISPOSITIVO SIMPLES

19
7 8 8

39,5

347
173,5

19
19

30

35
8 Ø 15

9
163

4
241
2(x) Ø 7 p/

40
alojamento do

16
fecho esfera Ø8

25
7,5 7,5
366

40
40

Ø7
122.5
50 35

45
45

38 38
Ø3

40
163
50

123
Ø 25 nocaute
(2x)
35

8 8
16 41 41 16

32,5 265 32,5


8,5 8,5
5

OBLONGO 9mm x 7mm


a/12

a/6
a/6

a/2

a/48

180
a/2
a/6

a/3 a/6 a/6 a/3


a/12

45

a=93

347

05/01/2010 17
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

ANEXO C - DETALHE DA TAMPA – DISPOSITIVO DUPLO

19
7 8 8

39,5

347
173,5

19
19

35
5 20
Ø 15

118
81,5

163
163

2(x) Ø 7 p/
35

4
alojamento do
268

fecho esfera

16
Ø8
7,5 7,5
366

40
40

Ø7 Ø7

45
45

38 38

16
81,5

Ø3 42
Ø 25 nocaute
(2x)

35
35

35

8 8
16 41 41 16

32,5 32,5
8,5 8,5
5

OBLONGO 9mm x 7mm


a/12

a/6
a/6

a/2

a/48
a/2
a/6

3
a/12

a/3 a/6 a/6 a/3

a=55
73.5

18 05/01/2010
Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

ANEXO D - DETALHES DA CAIXA

22,5°

,65
5
R=
5
5 ,1 puxador tipo unha função interna

M6
1/4" 4 15 R=
90° profundidade 10 (nas 2 tampas)

Ø 11,3

1/4"

TAMPA FRONTAL FECHO ESFERA FECHO ESFERA


505
15 130 265 43 15
#16

26

366

356
30
22
)
2x

9 8,0
4(

Parafuso Anexo F
Ø

15
120

ROSCA M-6

56

178
Ø 52.5

TAMPA TRASEIRA 475


52
7

37
10
Parafuso tipo Francês 1/4"x1/4"
Inox AISI 304 16 122 16 125

505
475
INT. 120
130
REF.

ALOJAMENTO FECHO Ver Det. 1 Ø52,5


ESFERA

60 128 157
65
40

40

INT.
370
400

358
40

40

56
85

FUROS ( 7 x 7mm) PARA


ROSCA M-6 INSTALAÇÃO DOS PARAFUSOS
10
DE FIXAÇÃO DOS SUPORTES
40

19

10

8
4 PINOS Ø 5 mm
AÇO ABNT 1010 / 1020

2(x) Ø 4 p/ arrebite 2(x) Ø 7 p/alojamento


de fixação das tampas do fecho esfera
com arruelas
475
9 REF.

VER DET. 2
89
8

22

05/01/2010 19
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

ANEXO E - DETALHE DA INSTALAÇÃO DOS LACRES – DISPOSITIVO


SIMPLES

VEDANTE P/FECHAMENTO DO
FURO P/TUBO CAMISA

SELAGEM DA CAIXA

CORTE DE FORNECIMENTO

PASSAMENTO DOS LACRES

SABESP

SABESP

20 05/01/2010
Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

ANEXO F - DETALHE DA INSTALAÇÃO DOS LACRES – DISPOSITIVO


DUPLO

VEDANTE P/FECHAMENTO
DO FURO P/TUBO CAMISA

SELAGEM DA CAIXA

CORTE DE FORNECIMENTO

PASSAMENTO DOS LACRES

SABESP

SABESP

SABESP

05/01/2010 21
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

ANEXO G - DETALHES DOS VEDANTES E PARAFUSOS

VEDANTE P/ FECHAMENTO DO FURO P/ TUBO CAMISA (1)

E P/ FECHAMENTO DO FURO LATERAL (1) ACOPLADOR DE TUBO CAMISA

Ø 52
1.7
Ø 55.5

Ø 24

Ø 20
145
Ø 73 °

9
45.5

20
6.5

21.5
24.6
1.7

6
MATERIAL = POLIPROPILENO
2
Ø 51.5

Ø 53

Ø 62

LACRE ANTI-FRAUDE (REGISTRO)


Ø 24 1.7
35

145
°

9
16.5

2
6.5

2 FUROS
Ø 3mm

1.7
Ø 40.5

MATERIAL = POLIPROPILENO

22,5 °

R-5.15 R-5.65

90°

Obs; O desenho do logotipo Sabesp encontra-se no Anexo B.


M-6

Para utilização na tampa do lacre do registro de uso da Sabesp,


o valor de a = 24 mm, sendo em baixo relêvo (espessura = 1 mm).
Ø11,3
8 X

QUAT. X = mm TIPO
2 15 B

DETALHE DO PARAFUSO

Medidas em mm

22 05/01/2010
Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

ANEXO H - DETALHES DOS LACRES E CHAVE

SELO, (LACRE) DE SEGURANÇA METÁLICO DE CABO-DE-AÇO GALVANIZADO,

PARA A SELAGEM/LACRAÇÃO DE CAIXAS METÁLICAS DA SABESP

Ø1.61±0.01
IDENTIFICAÇÃO ALFA-NUMÉRICA COM 2 LETRAS (INDICANDO A UNIDADE)
5 a 12 mm 25 à 30 mm E 6 (SEIS) DIGITOS, ESTAMPADO A FRIO EM BAIXO RELEVO
12 a 25 mm

12 a 25 mm
3.175mm XX123456

SABESP CABO-DE-AÇO GALVANIZADO 6x7 OU 7x7 NÃO PRE-FORMADO CARGA


DE RUPTURA: 230 kgf COMPONENTES QUÍMICOS : C, MM, SI, P, S.
FACE - A

2,0 mm
NOME SABESP ESTAMPADO
EM BAIXO RELEVO OU GRAVAÇÃO A LASER

CORPO EM
COMPRIMENTO ÚTIL P/SELAGEM DA CIXA : 840mm
ZAMAC
COMPRIMENTO ÚTIL P/CORTE DE FORNECIMENTO : 250mm

FABRICANTE

FACE - B
2,0 mm

PONTA SOLDADA
E CÔNICA
NOME DO FABRICANTE ESTAMPADO
EM BAIXO RELEVO OU GRAVAÇÃO A LASER

R-5.25

Ø12.5
15

90°

°
22,5
30 10

120
R-5.75
200

DETALHE CHAVE

Medidas em mm

05/01/2010 23
NTS 166 : 2010 – Rev. 7 Norma Técnica Sabesp

Caixa metálica para unidade de medição de ligação de água

- Considerações finais:

1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser
alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser
enviados ao Departamento de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - TOD.
2) Tomaram parte na elaboração (e) e revisão (r) desta Norma:

ÁREA UNIDADE DE NOME


TRABALHO
– – Fabiano Moreno Peres (e)
– – Leonardo Silva Macedo (e)
C CSQ Adilson M. Mello Campos (e)
C CSQ Alfredo de Figueiredo (e)
R RGO José Paulo Zamarioli (e)
R RO José Antônio De Angelis (e)
R RS Joaquim Hornink Filho (e)
T TBP Vito A. T. Del Giudice (e)
T TO Eric C. Carozzi (e)
T TOD Dorival Correa Vallilo (r)
T TOD Marco Aurélio Lima Barbosa (e) (r)
T TOD Pedro Jorge Chama Neto (e) (r)
T TOD Reinaldo Putvinskis (e) (r)

24 05/01/2010
Norma Técnica Sabesp NTS 166 : 2010 – Rev. 07

Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo


Diretoria Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T
Superintendência de Desenvolvimento Operacional – TO
Departamento de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - TOD

Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900


São Paulo - SP - Brasil

Palavras-chave: caixa metálica, hidrômetro, ligação.

23 páginas

05/01/2010

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