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História da Enfermagem em Saúde Mental

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GRAU TÉCNICO - VILA MARIA

TÉCNICO DE ENFERMAGEM

ANGELINA SANTANA

DANIELA ROSA DE OLIVEIRA

JENIFFER SANTANA DOS SANTOS

KARINA DA SILVA MELO

MARIA CLARA OLIVEIRA

A HISTÓRIA DA ENFERMAGEM NA SAÚDE MENTAL

SÃO PAULO

2025
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ANGELINA SANTANA

DANIELA ROSA DE OLIVEIRA

JENIFFER SANTANA DOS SANTOS

KARINA DA SILVA MELO

MARIA CLARA OLIVEIRA

A HISTÓRIA DA ENFERMAGEM NA SAÚDE MENTAL

Trabalho apresentado à instituição Grau Técnico -

Vila Maria, como requisito parcial para

conclusão da matéria de Saúde Mental do curso

Técnico em enfermagem.

Orientador(a): AMANDA ALMEIDA MACHADO

São Paulo

2025
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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO......................................................................................................... 4

2. A HISTÓRIA DA ENFERMAGEM NA SAÚDE MENTAL............................... 5

2.1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA PANDEMIA...................................................... 5

3. ORIGENS E CUIDADO PSIQUIÁTRICO NO BRASI....................................... 6

3.1. MUDANÇAS SOCIAIS E CRÍTICAS AO MANICÔMIO............................... 6

3.2. A REFORMA PSIQUIÁTRICA E A LEI 10.216.............................................. 6

4. INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS CAPS E A ATUAÇÃO DA ENF.................. 7

4.1. FORMAÇÃO E DESAFIOS PROFISSIONAIS................................................ 7

5. IMPACTO DA COVID–19 NA SAÚDE MENTAL DA POPULAÇÃO............ 8

5.1. IMPACTO DA COVID-19 NA SAÚDE MENTAL DOS PROFISSIONAIS.. 8

6. RESPOSTAS INSTITUCIONAIS E ESTRATÉGIAS DE ENFRE................... 9

6.1. PERSPECTIVAS E RECOMENDAÇÕES....................................................... 9

7. CONCLUSÃO......................................................................................................... 10

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................. 11

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1. INTRODUÇÃO

Este trabalho apresenta uma revisão histórica e analítica sobre a atuação da enfermagem na
saúde mental no Brasil, desde os antecedentes do cuidado psiquiátrico até os impactos recentes
da pandemia de COVID-19. A abordagem privilegia clareza e profundidade: cada parágrafo
expõe uma ideia completa.

A pandemia do COVID-19, ao desestabilizar a economia e expor as fragilidades do sistema da


saúde, intensificou as condições precárias.

A trajetória da enfermagem na saúde mental no Brasil representa uma transformação


significativa, do cuidado custodial nos manicômios ao cuidado comunitário e centrado em
direitos, evidenciada pela pandemia, que tornou urgente políticas sustentáveis que protejam a
saúde mental da população e da própria categoria.

4
2. HISTÓRIA DA ENFERMAGEM NA SAÚDE MENTAL

A história da enfermagem na saúde mental no Brasil é marcada por uma profunda


transformação, evoluindo de um modelo de cuidado predominantemente custodial e segregador
para práticas mais humanizadas, comunitárias e centradas nos direitos dos indivíduos.

[Link]ção da Pandemia

Quando, em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde caracterizou o coronavírus como


uma pandemia mundial, o impacto gerado foi profundo e abrangente na vida socioeconômico
da população brasileira e na saúde, criando desafios que afetaram diferentes aspectos da
sociedade. A crise sanitária evidenciou as fragilidades dos Sistema Único de Saúde (SUS) e as
precárias condições de trabalho dos profissionais de enfermagem, que enfrentaram sobrecarga,
estresse e adoecimento mental, enquanto lidavam com a intensa demanda de pacientes e a falta
de recursos.

5
3. ORIGENS E CUIDADO PSIQUIÁTRICO NO BRASIL

Nos séculos XIX e XX, o modelo predominante era hospitalocêntrico, com os chamados
manicômios (ou asilos) voltados à custódia mais do que ao tratamento. O papel da enfermagem,
nessa fase, estava fortemente ligado a rotinas de manutenção, higiene e contenção física, com
pouca formação técnica em saúde mental.

[Link]ças sociais e críticas ao manicômio

A partir das décadas de 1970 e 1980, movimentos sociais, profissionais e familiares iniciaram
no Brasil uma forte mobilização crítica aos manicômios - o Movimento Antimanicomial –
influenciado por experiências internacionais de desinstitucionalização (por exemplo, Trieste,
Itália). Esses atores propuseram novos paradigmas centrados em direitos humanos, reinserção
social e cuidado comunitário.

3.2.A reforma Psiquiátrica e a Lei nº 10.216/2001

A consolidação legal do novo modelo de atenção ocorreu com a Lei 10.216, de 6 de abril de
2001, que protege direitos de pessoas com transtornos mentais e orienta a substituição
progressiva do modelo manicomial por serviços comunitários. Para a enfermagem, essa
reforma significou ampliar qualificação, atuação multiprofissional e participação em projetos
terapêuticos individuais.

6
4. INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS CAPS E A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) emergiam como equipamentos – chave da Rede


de Atenção Psicossocial, oferecendo cuidado comunitário, reabilitação psicossocial e
integração familiar e social. Enfermeiros e enfermeiras passaram a desempenhar funções
centrais: coordenação de equipes, avaliação clínica, gerenciamento de medicamentos e
construção de projetos terapêuticos singulares.

[Link]ção e desafios profissionais

A transição ao cuidado comunitário exigiu mudanças na formação de enfermeiros - inclusão


de conteúdos em saúde mental, práticas supervisionadas em serviços comunitários e
desenvolvimento de competências para manejo de crises, vínculo e trabalho em equipe
multiprofissional. Persistem desafios como precarização, falta de vagas de formação prática e
necessidade contínua de educação permanente.

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5. IMPACTO DA COVID-19 NA SAÚDE MENTAL DA POPULAÇÃO

A pandemia de COID-19 (iniciada em 2020) agravou determinantes sociais e de saúde metal:


isolamento social, perda de renda, lutos em relacionados ao estresse. Serviços ambulatoriais e
comunitários tiveram que adaptar rotinas, ampliar atenção telefônica e reorganizar fluxos de
atendimentos.

[Link] da COVID-19 na saúde mental dos profissionais da enfermagem

Os trabalhadores da área, sofreram impacto acentuado: jornadas extenuantes, sobrecarga


emocional, escassez de EPIs no início da pandemia, exposição contínua ao risco e eventos de
luto por colegas e pacientes. Esses fatores elevaram a prevalência de burnout, ansiedade,
depressão e sintomas de estresse pós-traumático entre profissionais de enfermagem no Brasil.

8
6. RESPOSTAS INSTITUCIONAIS E ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO

Diante do cenário, diversas iniciativas surgiram – programas de apoio psicológico, linhas de


acolhimento, protocolos de proteção e reorganização de turnos. A atuação da enfermagem
inclui também medidas de promoção de autocuidado, atuação em teleatendimentos e
participação em campanhas de saúde pública. No entanto, relatos apontam lacunas na
implementação e necessidade de políticas estruturais de cuidado aos trabalhadores.

[Link] e recomendações

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Para consolidar avanços, recomenda-se fortalecer a educação continuada em saúde mental para
enfermeiros; garantir condições de trabalho dignas; ampliar leitos de retaguarda e serviços
comunitários; institucionalizar programas de saúde ocupacional mental; e fomentar pesquisas
de avaliação de intervenções específicas para profissionais de enfermagem. A integração entre
políticas públicas e práticas locais contínua sendo fundamental.

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7. CONCLUSÃO

A trajetória da enfermagem na saúde mental no Brasil percorre uma transformação notável,


marcada pela transição do cuidado custodial e segregador nos manicômios para um modelo de
cuidado comunitário e centrado em direitos. A pandemia de COVD-19, com seus impactos
devastadores, evidenciou tanto as fragilidades do sistema de saúde e as condições de trabalho
precárias quanto a centralidade e a resiliência dos profissionais de enfermagem. Nesse
contexto, torna-se urgente a implementação de políticas sustentáveis que protejam a saúde
mental na população e, de forma igualmente vital, a saúde mental da própria categoria de
enfermagem, reconhecendo seu papel insubstituível na construção de um sistema de saúde
mental mais justo e eficaz.

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8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas
portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.
Disponível em: [Link] Acesso em:
30 out. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Atenção Psicossocial - CAPS. Disponível em:


[Link] Acesso em: 30 out. 2025.

LÜCHMANN, L. H. H. O movimento antimanicomial no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva,


2007. Disponível em: [Link] Acesso
em: 30 out. 2025.
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ). O impacto da pandemia pela COVID-19 na
saúde mental. 2020. Disponível em: [Link]
b9765273c607. Acesso em: 30 out. 2025.

RAMOS-TOESCHER, A. M. et al. Saúde mental de profissionais de enfermagem durante a


pandemia da COVID-19. Escola Anna Nery (Revista Enfermagem). 2020. Disponível em:
[Link] Acesso em: 30 out. 2025.

SOARES, J. P. et al. Fatores associados ao burnout em profissionais de saúde durante a


pandemia da Covid-19. Saúde e Sociedade, 2022. Disponível em:
[Link] Acesso em: 30 out. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Legislação em Saúde Mental. Disponível em:


[Link] Acesso em: 30 out

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