DEPARTAMENTO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
LICENCIATURA EM CONTABILIDADE / ECONOMIA
UC: LÍNGUA PORUGUESA I
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR
1. Designação da UC LÍNGUA PORTUGUESA
2. Docente Responsável Amadeu Hossi
3. Ano Académico 1.º Ano
4. Natureza da UC Nuclear
5. Duração Semestral
ROTEIRO
AT ATP AP
Actividades Unidades
Total de Horas
lectivas de
8h 10h 12h Horas semanais
Créditos
TA OT A
Actividades não
45 2
lectivas 3
6h 5h 5h
Legenda
AT Aulas Teóricas
Aulas Teórico-
ATP
Práticas
AP Aulas Práticas
TA Trabalho Autónomo
OT Orientação Tutorial
A Avaliação
APRESENTAÇÃO
A educação escolar é uma pré-condição de políticas de desenvolvimento
sustentável que os Estados implementam para garantir e assegurar a
emancipação do homem e a valorização do capital humano, dentro dos termos
definidos por lei. Esta premissa encontra-se plasmada no Art. 21.º, alínea g)
da Constituição da República de Angola, cujos princípios gerais se traduzem
na Lei n.º 17/16, de 7 de Outubro (Lei de Bases do Sistema de Educação e
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Ensino), alterada pela Lei n.º 32/20, de 12 de Agosto, no seu Art. 63.º, que
estabelece os objectivos específicos gerais do subsistema do Ensino Superior.
Para a concretização destes desideratos educacionais, sociais e humanistas,
o Conselho de Ministros, através do Decreto Presidencial 193/18 de 10 de
Agosto, sobre as Normas Curriculares Gerais do Subsistema de Ensino
Superior, estabelece as regras sobre a concepção, organização e
implementação dos currículos dos cursos de graduação que são ministrados
nas Instituições de Ensino Superior, que daí resulta a criação deste programa
para a UC Língua Portuguesa I.
O presente programa surge na necessidade de se estabelecer balizas e
desenvolver um plano curricular consentâneo com as exigências de
comparabilidade, mobilidade e harmonização da formação no Ensino
Superior, orientado por objectivos que visam fortalecer a qualidade da
formação, de modo a assegurar que, entre outras exigências, haja um
conjunto mínimo e obrigatório de conhecimentos, capacidades, valores e
atitudes a serem desenvolvidos de acordo com a necessidade e especificidades
do curso.
Os conteúdos aqui propostos permitem a adopção e o desenvolvimento de
técnicas capazes de levar os estudantes a relacionarem de forma consciente
as suas experiências quotidianas com as descobertas que vão realizando
durante a vigência da UC.
Assim, o programa é materializado dentro dos limites das unidades de
créditos estabelecidas e comporta diversos objectivos, as aprendizagens
esperadas, o planejamento temático, o conteúdo programático, as sugestões
metodológicas e o sistema de avaliação aplicável no ano académico
correspondente ao ano da leccionação da UC Língua Portuguesa, e as
indicações de algumas bibliografias
FUNDAMENTAÇÃO
Este Programa baseia-se nos domínios e/ou competências essenciais para a
construção de aprendizagens da Língua Portuguesa (Duarte, 2008), numa
perspectiva mais activa e de inclusão. Foi elaborado respeitando o perfil de
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saída do diplomado do curso de graduação, segundo as finalidades previstas
no art. 4.º da Lei de Bases do Sistema de Educação, olhando para o perfil de
qualificação profissional em três dimensões de competências:
a) Conhecimento linguístico profissional da área afim;
b) Capacidade comunicativa;
c) Valores e atitudes profissionais.
Tendo em conta a diversidade linguística e cultural do país, a Língua
Portuguesa tem vários estatutos, de acordo com o contexto do seu uso. Assim,
enquanto língua oficial de Angola, língua veicular e língua de escolarização,
ocorre também a necessidade de conhecer melhor o seu funcionamento. É
nesses termos que este programa apresenta conteúdos que visam desenvolver
competências linguística e comunicativa, contemplando a expressão oral e
escrita dos estudantes em fase inicial da formação universitária (formação
graduada).
Segue uma metodologia de de tratamento de conteúdo da Língua Portuguesa
no quadro de uma aprendizagem baseada no construtivismo e/ou socio-
construtivismo. Assim, considerando que o estudante não é “tábua rasa” é
porque, enquanto pessoa, já possui um acervo de conhecimentos, ideias
próprias.
Nessa perspectiva, conforme asseguram Leão e Kalhil (2015), as concepções
alternativas também conhecidas como concepções espontâneas são
entendidas como os conhecimentos que os estudantes detêm sobre os
fenómenos naturais.
Uma vez que a importância dessa consideração dos conhecimentos iniciais
dos estudantes consubstancia-se na reflexão e na mudança conceitual que o
aluno faz dando primazia para explicar seus novos conhecimentos sobre o
mesmo assunto, o papel do docente é de capital importância para a mediação,
orientação e gestão das construções que o estudante vai fazendo ao longo do
processo de ensino.
Por outro lado, este Programa prima por uma aprendizagem pela prática
comunicativa, tal como afirma García (2014, p. 67), “o princípio da prática
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social define a aprendizagem como um resultado de práticas sociais
colaborativas nas quais os estudantes põem em prática as suas ideias e as
suas acções (Lave & Wenger, 1991) e, assim, constroem aprendizagem
socialmente (Vygotsky, 1978). A aprendizagem é entendida como uma
consequência da acção (Dewey, 1897)”.
Com ele, pretende-se proporcionar ao estudante momentos de produção,
desenvolvimento de comportamentos verbais conducentes à apropriação dos
saberes que hão-de ser apreendidos durante as etapas de construção
conjunta dos conhecimentos, podendo, deste modo, contribuir para a
formação de cidadãos autónomos, com capacidade de reflexão, de distinguir
factos e opiniões e de apresentar o seu ponto de vista, com correcção
linguística, diante de qualquer texto a analisar ou de qualquer situação que
possa ocorrer na sociedade.
Finalmente, o presente Programa privilegia uma metodologia de ensino activa,
reflexiva e centrada nos estudantes, em que o docente assume o papel de
orientador e facilitador das suas aprendizagens. Trata-se de uma metodologia
de ensino em que os estudantes são levados à descoberta dos conhecimentos
atinentes à Língua Portuguesa, de acordo com a área de formação
(Hudson,1992; Duarte, 1998, 2008; Silva, 2010, Silva, 2016).
OBJECTIVOS INSTRUTIVOS
O objectivo é o que se espera que o estudante aprenda em condição do ensino.
Através dele, orienta-se os conteúdos que devem ser trabalhados e quais
orientações metodológico-didácticas a seguir.
Os conteúdos estão organizados de forma a assegurar, e segundo a vocação
do nível de ensino, segundo o art. 63.º da Lei 17/16, de 7 de Outubro, Lei de
Bases do Sistema de Educação e Ensino, os seguintes objectivos:
a) Assegurar uma formação harmoniosa e integral que permita o
desenvolvimento das capacidades intelectuais, linguístico-
comunicativas e profissionais;
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b) Aprofundar o conhecimento das normas gramaticais da língua
portuguesa;
c) Desenvolver capacidades de compreensão e de produção textual, com
ênfase nos textos da área de formação;
d) Desenvolver habilidades argumentativas e de escrita (formal,
académica e científica) essenciais de acordo com a área de formação;
e) Assegurar conhecimentos técnico-científicos e tecnológicos que
conduzem às quatro dimensões do saber, de forma eficaz e eficiente que
se adaptem às exigências de desenvolvimento socioeconómico do país;
f) Garantir ao profissional capacidades que possibilitam a sua inserção
no mundo académico e profissional;
g) Garantir a prática sistemática da orientação da aprendizagem para o
aperfeiçoamento das competências linguística e comunicativa;
h) Propiciar uma metodologia de construção das aprendizagens do
português baseada no construtivismo e/ou socio-construtivismo, de
modo a incentivar a utilização de técnicas de aprendizagem do
português pela descoberta.
OBJECTIVOS EDUCATIVOS
a. Propiciar a utilização de diferentes métodos e estratégias de estudo, de
maneira a desenvolver o espírito crítico-reflexivo, criativo e investigativo
nos estudantes, formando cada vez mais profissionais capazes de
responder a situações académicas e profissionais de forma consciente
e autónoma;
b. Mobilizar conhecimentos e competências teórico-práticos adquiridos
para a observação, reflexão e intervenção crítica em contextos
académicos e da prática profissional;
c. Difundir os valores culturais, cívicos, éticos, patrióticos e os valores de
solidariedade, com vista à resolução de situações de várias ordens por
meio do diálogo, incentivando a participação dos cidadãos na
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promoção, no exercício e na manutenção da democracia e da justiça
social.
RESULTADOS ESPERADOS
Na mobilização dos conhecimentos programados através das metodologias e
das técnicas aqui propostas, espera-se que depois da frequência da UC, o
estudante seja capaz de:
1. Comunicar-se com correcção em contextos académicos e profissionais;
2. Capacidades de compreensão textual e de produção de diferentes textos
(formal, académico e científico), com ênfase para a resumos, ensaios,
artigos científicos e outros;
3. Aplicação adequada do vocabulário técnico da área de formação em
textos escritos;
4. Identificação e correcção de erros linguísticos tanto em textos escritos
como orais (discursos);
5. Aproveitamento do mundo digital e/ou cibernético de forma consciente,
aproveitando da melhor maneira possível as vantagens que podem advir
da internet, IA e das redes sociais;
6. Agregação dos valores culturais, cívicos, éticos, patrióticos e os valores
de solidariedade, com vista à resolução de situações de várias ordens
por meio do diálogo, incentivando a participação dos cidadãos na
promoção, no exercício e na manutenção da democracia e da justiça
social.
SISTEMA METODOLÓGICO
Concebeu-se este programa na esteira de Nérici (1978), Nóvoa (1992), Alarcão
(2001) e Zeichner (2010), e como conjunto de conteúdos ordenados e
organizados que orientam a prática pedagógica das actividades da UC Língua
Portuguesa nos cursos da economia e da contabilidade.
Com vista à prossecução eficiente dos resultados de aprendizagem previstos
neste programa, as aulas da UC precisam manter um equilíbrio entre as
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actividades de natureza teórica, teórico-prática e prática ou oficinal, através
de diversas metodologias, procurando dar a conhecer e mobilizar
conhecimento linguístico específico da área de formação e o seu contributo
na formação de economistas e contabilistas em Angola.
A concretização da UC se irá sustentar efectivamente em metodologias
activas, que colocam o estudante como construtor do seu conhecimento sob
orientação docente, enquadradas nas teorias construtivistas sócio-
construtivistas da aprendizagem.
Tipos de actividades e estratégias a desenvolver na escola e fora dela
Os conteúdos propostos nesse instrutivo podem ser trabalhados em contexto
da sala de aula ou fora dela, de forma independente, dependendo em grande
medida das opções do docente, podendo, no caso, serem desenvolvidos por
meio das actividades como análise reflexiva, comparações e análise de casos,
oficinas de compreensão e de produção textual.
As principais actividades podem ser apresentadas por meio de textos
organizados em espécie de artigos ou em relatório final da frequência da UC
ou ainda portfólio reflexivo.
Recursos e meios de ensino
Como recursos para o ensino, sugere-se a utilização de casos concretos ou
simulados para serem analisados, uso de meios que se consubstanciam na
utilização de recursos tecnológicos educativos, blocos de anotações dos
estudantes e outros.
Organização da turma para os trabalhos
Quanto à disposição dos estudantes, dependentemente do tipo de actividade,
sobretudo as de carácter presencial, a turma poderá organizar-se em:
trabalhos individuais, em par, trabalhos autónomos, trabalhos em grupos,
trabalhos colectivos, mesa redonda, ou através de interacções por meio das
plataformas virtuais, etc.
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS
Como qualquer currículo, este também obedece às diferentes fases
correspondentes ao seu desenvolvimento. Assim, na medida em que é
implementado, são já também avaliados o cumprimento dos objectivos para
cada actividade desenvolvida e para cada unidade temática, a eficiência dos
planos de actividades propostos, as orientações metodológicas que norteiam
a sua aplicação, o próprio programa e o desempenho do docente, além das
aprendizagens dos estudantes (Afonso et al., 2021, pp. 27-29).
No que se refere à avaliação das aprendizagens dos estudantes, será
efectivada de forma negociada, integrada, contextualizada e flexível, incidindo
no desempenho dos próprios estudantes, na assiduidade, pontualidade,
participação activa em discussões na aula e em trabalhos, cumprimento das
orientações, provas orais e escritas e outras modalidades de avaliação.
Sem desprimor do exposto no parágrafo anterior, obedecer-se-á ao
regulamento académico e ao sistema de avaliação da instituição em paralelo
com perfil de saída do futuro economista e contabilista.
Participantes da avaliação
Sem distinção, todos os agentes envolvidos na concretização desta UC,
nomeadamente, o docente da UC e os estudantes, são consequentemente
considerados participantes do processo da avaliação, mormente.
Modos de proporcionar feedback ao trabalho dos estudantes
O docente dará de forma oral ou escrita feedback ao trabalho dos estudantes,
dando-lhes informações sobre os aspectos alcançados e os menos alcançados
e orientará discussões sobre as estratégias e sugestões de melhoria com os
estudantes, numa voz negociativa.
A tabela asseguir constitui-se como uma proposta na construção de práticas
de avaliação formativa e sumativa, incidindo sobre quatro dimensões da
avaliação, nomeadamente:
• Transparência da modalidade de avaliação;
• Relação da avaliação com a aprendizagem e os exercício realizados;
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• Feedback sobre a qualidade das aprendizagens dos estudantes;
• Impacto da avaliação no ensino.
Tabela - 1
Proposta de práticas de avaliação
Guião de avaliação das aprendizagens dos estudantes
Transparência da modalidade de avaliação
A modalidade de avaliação a adoptar (actividades, critérios, pesos na
classificação, prazos...) é apresentada e discutida com os estudantes?
Quando necessário, são feitos [re]ajustes à modalidade de avaliação em
diálogo com os estudantes?
Sempre que possível, são fornecidos exemplos do tipo de actividades a
realizar pelos estudantes?
Relação das actividades de avaliação com a aprendizagem e a futura
profissão dos estudantes
As actividades de avaliação...
mobilizam competências relevantes ao futuro economista / contabilista?
integram e expandem conhecimento teórico relevante ao profissional?
promovem a articulação teoria-prática?
incentivam a participação dos estudantes à aprendizagem cooperativa?
incentivam a iniciativa dos estudantes e a negociação de decisões?
promovem a diferenciação das aprendizagens, respondendo à diversidade
dos estudantes?
promovem a reflexão dos estudantes sobre as aprendizagens/auto-
avaliação?
encorajam a abertura dos estudantes à inovação?
orientam os estudantes para uma académica e profissional?
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Feedback sobre a qualidade das aprendizagens dos estudantes
É feito um acompanhamento das actividades realizadas pelos estudantes?
É fornecido feedback informativo aos estudantes sobre progressos e
dificuldades, apoiando a resolução de problemas sentidos?
É promovida a colaboração entre os estudantes na análise e melhoria do
seu trabalho?
Impacto da avaliação no ensino
São realizadas actividades de apoio à melhoria das aprendizagens em
função das dificuldades detectadas junto dos estudantes? As estratégias de
ensino são reajustadas em função dos resultados da avaliação das
aprendizagens?
Nota. Esta tabela apresenta um guião de avaliação das aprendizagens dos
estudantes, e foi adaptada do IE-UMinho (2021, como proposto por Xavier,
2022).
Reflexão sobre a qualidade de leccionação
A reflexão sobre o processo de leccionação da UC Língua Portuguesa é
importante para a melhoria da qualidade de ensino. Segue abaixo um guião
que visa apoiar o docente nessa reflexão, de forma individual ou com a
participação dos estudantes.
O guião integra as dimensões relacional e operativa da leccionação,
identificando indicadores da leccionação reflexiva, participativa e orientada
para a melhoria do processo de Ensino e Aprendizagem, e recomenda-se a
sua utilização em momentos considerados de balanço da actividade lectiva
como durante a frequência e depois da frequência da UC.
Tabela - 2
Proposta de guião de reflexão sobre a qualidade da leccionação
Guião de Reflexão sobre a Qualidade da Leccionação
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Reflicta sobre a acção lectiva do docente, assinale (x) as áreas a melhorar e
identifique as estratégias de melhoria
Escuta activa dos estudantes
Aberto às ideias dos estudantes
Valoriza diferentes perspectivas
Negocia as ideias e as decisões sobre a UC com os estudantes
Promove a reflexão dos estudantes sobre a prática
Analisa os constrangimentos dos contextos da prática e as
possíveis soluções
Apoia os estudantes na resolução das dificuldades
Sugere práticas alternativas e inovadoras
Compreende receios ou emoções negativas dos estudantes
Encoraja os estudantes em momentos menos bons
Valoriza o empenho e o progresso dos estudantes
Estratégias de melhorias
Nota. Esta tabela apresenta um guião de reflexão sobre a qualidade de
leccionação do docente. Foi adaptada de UTG e UMinho (2023) – Orientações
para o Estágio Profissional Supervisionado.
Tabela - 4
Proposta de indicadores e do peso de cada na avaliação das aprendizagens
Indicadores Peso Contexto
Participação em discussões críticas (20%) Sala de aula
Trabalhos escritos (análise de
(25%) Sala de aula
artigos e estudos de caso)
Auto-avaliação 15% Sala de aula
Independente /
Actividade Final (exame) 40%
autónomo / sala de aula
Nota. Esta tabela apresenta os indicadores e o peso de casa na avaliação das
aprendizagens dos estudantes, sistematização e adaptação.
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CONTEÚDO
A organização dos conteúdos neste currículo prevê a distribuição
hierarquizada das unidades temáticas para facilitar a integração das
aprendizagens dos diferentes conteúdos de um modo coerente e harmonioso.
Síntese do planeamento temático
I. CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA A APRENDIZAGEM DA
LÍNGUA PORTUGUESA
1.1. Caracterização sociolinguística de Angola
1.1.1. Situação actual da Língua Portuguesa em Angola
1.1.2. Conceitos de: LM, LNM (L2/LS, LE) e Línguas Vernáculas
1.1.3. Monolinguismo, bilinguismo, multilinguismo e
plurilinguismo
1.2. Revisão da norma ortográfica
1.2.1. Concordância (verbal e nominal)
1.2.2. Pontuação e acentuação
1.2.3. Coerência e coesão textual
1.2.4. Articuladores discursivos
II. GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
2.1. Conhecimento gramatical
2.1.1. Áreas da gramática
[Link]. Morfologia e classes de palavras
[Link]. Classe dos verbos
[Link]. Sintaxe da frase
III. COMPREENSÃO E PRODUÇÃO TEXTUAL
3.1. Texto: definição, tipologias, tipos de sequências textuais e
géneros textuais
3.2. Compreensão textual: o que é?
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3.2.1. Compreensão de textos académicos - Leitura crítica de
textos económicos e académicos. - Identificação de ideias
principais, secundárias e de argumentos
3.2.2. Desenvolvimento vocabular técnico
3.3. Produção textual: o que é?
3.3.1. Produção de textos académicos - estrutura de resumos,
resenhas e artigos científicos
3.3.2. Técnicas de escrita formal, académica e científica: clareza,
objectividade e argumentação
RECOMENDAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
Barbeiro, L. (2007). Aprendizagem da ortografia: princípios, dificuldades e
problemas. ASA Editores, S.A.
Bechara, L. (2019). Moderna Gramática Portuguesa. São Paulo: Editora
Moderna.
Coutinho, A. (2023). Linguística do texto e do Discurso. Húmus.
Coutinho, A., & Jorge, N. (2019). Ensinar géneros de texto - Conteúdos,
estratégias e
materiais. Porto Editora.
Cunha, C. & Cintra, L. (2011). Nova Gramática do Português Contemporâneo.
Rio de Janeiro: Lexikon.
Giasson, J. (1993). A Compreensão na Leitura. ASA.
Guimarães, S. R., Minatel, M. Q., & Oliveira, T. d. (2019). O processo de
ensino-aprendizagem da compreensão leitora: o papel do vocabulário
e das habilidades morfológicas. Em Compreensão da leitura: processos
cognitivos e estratégias de ensino (pp. 107-134). Vetor.
Irwin, J. W. (2007). Teaching Reading Comprehension Processes. Third
Edition.
Marcuschi, L. A. (2002). Gêneros textuais: definição e funcionalidade. Em A.
P. Dionisio, Gêneros textuais & ensino (pp. 19.-36). Lucerna.
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Marcuschi, L. A. (2008). Produção textual, análise de géneros e compreensão.
Parábola.
Severino, A. J. (2017). Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo:
Cortez.
Peixoto, S. (2016). Texto e Discurso: Leitura e Produção de Textos
Acadêmicos. São Paulo: Contexto.[Referência para estruturação de
textos acadêmicos].
Figueiredo, L. R. (2020). Economia: Fundamentos e Prática. Rio de Janeiro:
LTC. [Texto básico para vocabulário técnico].
Legislação recomendada
Angola. (2022). Constituição da República de Angola. Edição Especial
Actualizada. Lexdata - Sistemas e Edições Jurídicas, Lda.
Angola. (2016). Lei n.º 17/16, de 7 de Outubro – Lei de Bases do Sistema de
Educação e Ensino, aletrada pela Lei n.º 32/20 de 12 Agosto. Diário
da República I Série. Nº. 123, 12 de Agosto de 2020, pp. 4423-4453.
Atenciosamente,
___________________________
[Link]@[Link]
[Link]
932898161 / 926401140
Huambo, 10 de Outubro de 2025
Instituto Superior Politécnico Sol Nascente
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